Você está na página 1de 358

· ORGANIZAÇÃO EDUCACIONAL

i=A=tiAl
:l=tii:O
Lições para toda a vida

••

Física
Química

Vol.1
I
~
e
e
e
•e fiSICA
flSICA 1

••
ANALISE DIMENSIONAL ............................................................... .
ÁLGEBRA VETORIAL .......................................................................................................................................................................... 10

flSICA li

•• MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES .......................................................................................................................................................

FISICA Ili
CARGA ELÍTRICA ............... ........ ........ . ........... .. .............................................. .................................................. ..... . ........................... 40
20

e FORÇA ELFrRICA ...................................................................................................................................................................... •••••••• 46

•• ÚMPO EltTRICO E LEI DE GAUSS . ..................................... .......... .......... ................. ..... : ............. .............. ........... ........ ... ...................... 60
POTENCIAL ELtTRICO ............................................................................................................ ... .................. ••••••••••••• ........................... 83

•• FISICA IV
TERMOMETRIA ...............................................................................................................................................................................
DILATAÇÃO ................................................................ ................................................................................................................ ...
106
113

e
•• QuiMICA
QUIMICA 1

••
ESTRUTURA DAS MoLtcuLAs ORGÃNICAS .......................... .................................................. ............................................. ........ ............... 2
NOMENCLATURA ORGÃNICA ................................................................................................................................................................ 20

QulMICA li

e TERMODINÃMICA -1ª LEI ............ ............................................................................................................................... ....................... 48

-• CALORIMETRIA ... ... ...........................................................................................................................................................................


70
TERMOQUIMICA ........ ................... ................................. ....... . .. ................................ ................... .......................................................
TERMODINÃMICA - 2ª E 3ª LEIS .................................... ... .................................................................................... .............................. 88
ESTUDO DAS DISPERSÕES ................................................................................................................................................................... 99
59

•• SOLUÇÕES (DEFINIÇÕES) ........................................... .......................................................................................................................


CURVAS DE SOLUBILIDADE .......... .................................. ................ ........................................................... .........................................
11 O
111

--
UNIDADES DE CONCENTRAÇÃ0 .................................................... ....................................................................................................... 124
RELAÇÃO ENTRE AS UNIDADES DE CONCENTRAÇÃO ................................................................................................................................. 125
NORMALIDADE ou CONCENTRAÇÃO NORMAL (N) .................................................................................................................................. 136
DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES ................. .................................................................................................................................................. 140

•• MISTURA DE SOLUÇÕES SEM REAÇÃO ..................................................................................................................................................


MISTURA DE SoLuçõEs coM REAÇÃO QulMICA.....................................................................................................................................

Ili
140
148

••
QulMICA
ESTRUTURA ATÕMICA ............................................................................................................ .......................................................... 162
O MODELO ATÕMICO ATUAL ......................................................... ........................................................................... ........................ 172

••
CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS .. ............... ...... ............... .............. ......................... .......... . ............................... . ......... ......... 182

GABARITO ............. .. .............. ............ ... ................ .......................................... ............ ................... ....... ........................................ 199

e

•.,

• FÍSICA
e
1-
-• FíSICA 1
ANALISE DIMENSIONAL E VETORES

•-
1•• • Ã NÁUSE DIMENSIONAL
Conteúdo:

Grandezas físicas ..........................................................................................................................................................................................................2


Dimensional de uma grandeza .................... ................................................................................................................................................................. .5
Exerdcios ...................................................................................................•.................................................................................................................6

•• ÁLGEBRA V ETORIAL
Operações com vetores.......................................... .....................................................................................................................................................1O
Multiplicação por escalar ............................................................................................................................................................................................12
Exerdcios ...................................................................................................................................................................................................................13

••
-•
1
- •

••


1 -

1••
1••
1•.
1.
1

1

••
••
e
FíSICA
Volume 1
1 --
Análise Dimensional ••
Grandezas físicas
••
Grandezas Básicas
Comprimento
Dimensional [ ]
L"';,..I
Unidade (SI)
metro
Slmbolo
m ••
Massa
Tempo
Corrente elétrica
( M--:,
(T
1
quilograma
segundo
ampere
kg

A
s
•e
Temperatura termodinamica
Quantidade de matéria
Intensidade luminosa
e
N
l _J .....-
kelvin
mol
candeia
K
mol(*)
cd
••
(*) No Brasil, chama-se a quantidade de matéria e tanto seu nome quanto o símbolo de sua unidade é o "mol" (substantivo masculino).
O plural do termo é dicionarizado (Aurélio, Houaiss, Michaelis) como "mols" (grafia também adotada pelo INMETRO), embora o Vocabulário
Ortográfico da Língua Portuguesa da ABL, na consistência vernacular, registre apenas as grafias " móis" ou "moles" como plural de " mol". ••
••
Em Portugal (e nos países que adotam o português europeu), essa grandeza é dita "quantidade de substancia" e tem por unidade a
"mole" (substantivo feminino, plural [as] "moles").
<https://pt.wikipedia.org.w,ki/Equa%C3%A7%C3%A3o_dimens,onal>.

O Sistema Internacional de unidades

~
O Sistema Internacional de Unidades, abreviado por 5.1, é o sistema desenvolvido pela Conferência Geral sobre Pesos e Medidas,
um congresso internacional, e adotado por quase todos os palses industrializados do mundo. O material apresentado a seguir foi adaptado
do National lnstitute of Standards and Technology. ••
••
<http://phys,cs.nist.gov.cuu>.

Grandeza Nome da unidade Sfmbolo


Unidades básicas do SI
comprimento
massa
tempo
metro
quilograma
segundo
m
kg
s
••
corrente elétrica
temperatura termodinamica
quantidade de substancia
ampere
kelvin
mol
A

mol
K
••
Intensidade luminosa

Unidades derivadas do SI
candeia cd

""A:r<·.;; ••
área
volume
frequência
metro quadrado
metro cúbico
hertz
m2
mJ
Hz s-1 ••
massa específica (densidade)
velocidade
velocidade angular
quilograma por metro cúbico
metro por segundo
radiano por segundo
kg/ m3
m/s
rad/s ••
aceleração
aceleração angular
força
metro por segundo ao quadrado
radiano por segundo ao quadrado
newton
m/s2
rad/s 2
N kg · m/s2 ••
pressão (tensão mecanica)
viscosidade cinemática
pascal
metro quadrado por segundo
Pa
m2/s
N/m2


ITA/IME

e 1
• FíSICA
Volume 1

•- viscosidade dinâmica
t rabalho, energia. calor
potência
newton-segundo por met ro quadrado
joule
watt
N · s/m2
J
w
)
N·m
J/s

•• carga elétrica
diferença de potencial. força eletromotriz
intensiâade do campo elétrico
coulomb
volt
volt por met ro V/m
c
V
A· s
J/C, W/A
N/C

•• resistência elétrica
capacitância elétrica
fluxo magnético
ohm
farad
weber Wb
n
F
V/A
A · s/V
V s

•• indutância

densidade de fluxo magnético


henry

tesla
H

T
V· s/A

Wb/m 2

•• intensidade do campo magnético


força magnetomotriz
ampere por met ro
ampere
A/m
A

-• fluxo luminoso
luminância
iluminamento
lúmen
candeia por metro quadrado
lux
cd/m2

m-'
lm

lx
cd · sr

lm/m 2

••
número de onda um por metro
entropia joule por kelvin J/K
calor especifico joule por quilograma-kelvin J/kg · K
condutividade térmica watt por metro-kelvin W/m · K

•• intensidade da radiação
atividade (de uma fonte radioativa)
watt por estereorradiano
becquerel
W/sr
Bq s-' 1

•- dose de radiaçao
equivalente da dose de radiação

-~--~ gray
sievert
•:sr ·:~~ \
Gy
Sv
.,~'"-·,
J/kg
J/Kg

••
í.

ângulo plano radiano rad


ângulo sólido estereorradiano sr

• Constantes tisicas fundamentais

1. , . _ ..·,!', ·\_""·-~~-·;! . ·. ,.
.. .•
~
,. .--.;. _,. :.(:::;
' , Va~
1• Velocidade da luz no vácuo c 2,99792458 X 108 m/S
Módulo da carga do elét ron e 1,60217653(35) X 10- 19 C
Constante gravitacional G 6,67384(80) x 10- 11 N . m2/kg 2

-•
1• Constante de Planck
Constante de Boltzmann
Número de Avogadro
h
k
NA
6,62606957(29) X 1Q-34 J • S
1,3806488(13) x 10-23 J/K
6,02214 129(27) x 1023 moléculas/mo!

•• Constante dos gases


Massa do elét ron
Massa do próton
R
m<
mn
8,31 44621(75) J/mol · K
9, 10938291 (40)
1,672621777(74) X 1o-z7 kg
X 10-31 kg

•• Massa do nêutron
Constante magnét ica
Constante elétrica
mn
µn
Eo = 1/µocz
1,674927351 (74) X 1o-zl kg
41t x 10-7 Wb/A · m
8,8541878 17... X 10-l Z C2/N • m2

•• 1/4ne 0 8,98755 1787 ... x 109 N . mz;cz

•e ITA/IME
fíSICA
Volume 1
1 --
Outras constantes úteis*

Nome Slmbolo Valor


..
••
-•
'
Equivalente mecânico do calor 4, 186 J/cal (15 º calorias)
Pressão da atmosfera padrão 1 atm 1,01325 x 105 Pa
Zero absoluto OK - 273, 15 ºC
Elétron-volt
Unidade de massa atômica
Energia de repouso do elétron
1 eV
1u
mec2
1,602176565(3 5) X

1,660538921 (73) X 10-27 kg


0,510998928(11) MeV
10-19 J

••
Volume de um gás ideal (O "C e 1 atm)
Aceleração da gravidade (padrão) g
22,413968(20) litro/mol
9,80665 ms2
•Fonte: Nat1onal lnstitute of Standards and Technology (<http://physics.nist.gov/cuu>). Os números entre parênteses indicam as incertezas dos dlg1tos finais dos números
••
••
principais: por exemplo, o número 1,6454(21) significa 1,6454 ± 0,021 . Os valores que nao possuem incertezas sao exatos

Prefixos para as potências de d~z

Potência de dez
1o-24
10-21
Prefixos
locto-
zepto-
Abreviaturas

z
y
-•
10-1s
10-1s
1o 12
atto-
femto-
pico-
a

p
f
--
••
10·9 nano- n
6
10 m,cro- µ
10-3 m1li- m

••
10-2 centi- c
103 quilo- k
106 mega- M

••
9
10 giga- G
1012 tera- T
101s peta- p

••
10 18 exa- E
1021 zeta- z
1024 iota- y

Definições do SI ampere (A)


O ampere é uma corrente constante que, ao ser mantida em
••
-•
metro (m} dois fios retilíneos e paralelos de comprimentos infinitos de seções
O metro é um comprimento igual à distância percorrida retas desprezíveis e separados por uma distância de 1 m no vácuo,
pela luz no vácuo em um intervalo de tempo igual à fração produz entre os f ios uma força igual a 2 x 10-1 N para cada metro
1/299 .792 458 do segundo. de comprimento dos fios.

••
quilograma (kg) kelv in (K)
O quilograma é uma unidade de massa igual à massa de um O kelvin, unidade de temperatura termodinilmica, é a fração
protótipo internacional do quilograma. (O protótipo internacional igual a 1/273, 16 da temperatura termodinâmica correspondente
do quilograma é um cilindro de uma lrga de platina-irídio preservado ao ponto tri11lo da água.

••
em uma galeria da Agência Internacional de Pesos e Medidas em
Sevres, na França.) ohm (n )
O ohm é a resistência elétrica ent re dois pontos de um
segundo (s} condutor que transporta uma co rrente de 1 A quando uma
O segundo é o intervalo de tempo correspondente a diferença de potencial constante de 1 volt é aplicada ent re esses dois

••
9.192.631 .770 ciclos da radiação emitida durante a transição entre pontos, esse trecho do condutor não pode ser fonte de nenhuma
dois níveis hiperfinos do estado fundamental do átomo de césio 133. eletromotriz.

ITA/IME
-
e
FíSICA
Volume 1
1

•• coulomb (C)
O coulomb é a carga elétrica transportada em um segundo
por uma corrente de 1 A.
Dimensional de uma grandeza
[G) = L1 • "fl · Mm· li · 0º · N' · JI

•• candeia (cd)
A candeia é a intensidade luminosa, em dada direção, de
uma fonte que emite uma radiação monocromática com frequência
igual a 540 x 1012hertz e cuja intensidade da radiação nessa direção
Regras:

1) G1 ± G2 = G3 => [G,) = [G 2) = [G31

•- equivale a 1/683 watt por estereorradiano.

molécula-grama (mol)
O mol é a quantidade de uma substância que contém um
2) [G 1

3) [§_]
• G2) = [G1I · [G 2I

= [G1)
G2 [G2]

••
número de unidades elementares equivalente ao número de átomos
existentes em 0,012 kg de carbono 12. Essas unidades elementares 4) [G•] = [G]•
devem ser especificadas e podem ser átomos, moléculas, fons,
elétrons, outras partículas ou grupos de tais partículas. 5) [GJ = 1 ~ dimensão de uma grandeza adimensional.

•• newton (N)
O newton é a força que fornece para uma massa de
1 quilograma uma aceleração de um metro por segundo por segundo.
Consequência· {[ôG) = [GI
. [k) = 1

Como obter alguns dimensionais:

•• joule (J)
O joule é o trabalho realizado quando o ponto de aplicação
de uma força constante de 1 N é deslocado até uma distância de
1 metro na direção da força.
1. Mecânica
[SI = L [~ti = T

•• watt (W)
O watt é a potência que dá origem a uma produção de
energia com uma taxa igual a 1 joule por segundo .
[ti =T [mi= M

[v) = [!~] = f:~~ = L-T- 1

••
(65) =L
volt (V)
O volt é a diferença de potencial elétrico entre dois pontos [aJ=[~v] = L· T-1 = L· T-2
de um condutor que transporta uma corrente constante igual a 6T T

•• 1 ampere, quando a potência entre esses dois pontos é igual a 1 W.

weber (Wb)
O weber é o fluxo magnético que, ao atravessar um circuito
[F) = [m · ai = M · L · T·2

[GI = [F · dl = M · L2 . T· 2

•• com uma espira, produz nela uma força eletromotriz igual a 1 V


quando o f luxo é reduzido a zero com uma taxa uniforme em um
segundo .
(Pot] = [~] = M-L • T-
2 2

••
lúmen (lm) [TI = [F · dFI = M · L2 • T-2
O lúmen é o fluxo luminoso emitido em um ângulo sólido
igual a 1 estereorradiano por uma fonte pontual uniforme cuja G= JF -dãJ
intensidade é igual a 1 candeia.

••
T=ã-FN - m
farad (F)
O farad é a capacitância de um capacitor que possui uma [QI = 1 é adimensional
diferença de potencial de 1 V entre suas placas quando ele é
carregado por uma carga elétrica igual a 1 coulomb .
=[!~]=r- 1

••
[w)
henry (H)
O henry é a indutância de um circuito fechado no qual uma [o)= T·2
força eletromotriz de 1 V é produzida quando a corrente elétrica no
[QJ = [m · v) = M · L . r-1

•• circuito varia com uma taxa uniforme de 1 A por segundo.

radiano (rad)
O radiano é o ãngulo plano entre dois raios do cfrculo que
(1) =[F · 6tl

[Al = [L2) = L2
=M · L · T- 1

••
cortam a circunferência formando um arco de comprimento igual
ao raio . [v) = [i3) = L3

estereorradiano (sr)
O estereorradiano é um ângulo sólido que, possuindo

• seu vértice no centro de uma esfera, corta a superfície da esfera


formando uma calota cuja área superficial é equivalente~ área de
um quadrado de lado igual ao raio da esfera.

ITA/IME
FíSICA
Volume 1
1 •-
2. Eletricidade
[i] = 1
Ex2 : v = k · M' . LY • T'
L · T- 1 = k · [M ]' · [L)Y· [M · L · T-2)'
Mº ' L ' r-1 = k ' M' +z · LY+ z • r-2z ••
••
[q] = 1· T 1
x+z=O X =-Z X=- -
2
1
y+z=1 Y=2

••
1
[F.l = M · L · r-2 -+ qualquer força - 2z = -1 Z= -
2
[E] = r~J
= M. L . r-2 = M. L . r-3 . 1-1
1 1
v = k · M-2 · L2 · T2
1

••
q l· T
[v) =[E· d)= M · L2 · r-3 • i-1 ~
v=k·vM
2
1volt = 1 kg · m
3
s •A

Previsão de fórmulas
Exercícios

y'- Analise as afirmações abaixo. ••


m, L, T
1. Em uma equação dimensional, não podem aparecer
constantes numéricas; '
li. Só podem existir duas equações dimensionais para cada
grandeza mecânica: uma LMT e outra LFT; '( ••
••
T Ili. A equação dimensional LMT de uma grandeza é sempre
diferente da LFT. .

y. Analise as afirmações abaixo.


1. Grandeza adimensional é aquela cuja equação dimensional
é igual a zero; X
li. Grandeza adimensional é aquela cuja equação dimensional
é igual a 1;
Ili. Grandeza adimensional é a que tem dimensão nula;
••
IV. Uma grandeza G, cuja equação dimensional é [G] = Lª Mb t<,
é dita adimensional quando a = b = c = O, sendo a, b e e
as dimensões da grandeza G em relação ao comprimento,
à massa e ao tempo.
••
••
h
tg Ct =- k · Jg · tg a
X

rL Preencha o quadro escrevendo as equações dimensionais
V-= k · k'. ~ ; -· correspondentes às grandezas dadas.
v'=k"·./gx GRAND EZAS LMT LFT

Você deve escrever:


A) Comprimento
B) Superfície (área)
C) Volume (capacidade)
••
G deve
dependet'
G,

l
G
G:
D) Ângulo plano
E) Ângulo sólido
••
••
G = k · G~· GI · G; ... _J>'(. Explique por que as equações dimensionais das 'grandezas
[G) = [G,]• · [G2)Y· [G)' ... geométricas (citadas na questão anterior) são iguais no LMT e
no LFT.
Ex,: T = k · M• · 11 · g'
~ Preencha

••
[T) = [M)' ' [l)Y. [g]' o quadro escrevendo as equações dimensionais
correspondentes às grandezas dadas.
T = M' · LY · (L · T-2)'
T = M' . LY . L, . r-2• GRANDEZAS LMT LFT
Mº . LO • r 1 = M• . LY• , . r-2• A) Tempo
X=O
y+z=O
1
y =- -+T = k ·P· g
2
1 '
2
B) Frequência
C) Velocidade
D) Velocidade angular
1 ....

••
- 2Z = 1Z=-i T = k · ~ E) Aceleração
F) Aceleração angular T
••
ITA/IME
til •
FíSICA 1

-•
Volume 1

J'. Explique por que as equações dimensionais das grandezas


cinemáticas (citadas na questão anterior) são iguais no r·
- / Verifique a homogeneidade da fórmula que dá o perlodo de
~scilação de um pêndulo simples.

••
LMT e no LFT.
, / .Verifique a homogeneidade da equação da força centrípeta em
o-1. Preencha o quadro escrevendo as equações dimensionais . função de um pêndulo si mples .
~ correspondentes às grandezas dadas.
A
••
Responda, justificando, qual das f órm ulas abaixo tem
GRANDEZAS LMT LFT possibilidade de estar correta.
!;(Massa
~Massa volumétrica
'
IF= m ~ 1
2
e JF =m v RJ


1
(massa específica)
Em que:
JffForça
1
.. .
,...
F = força,
J)'[Movimento de força •L m = massa,
1•
••
v = ve·locidade escalar,
1;1'1mpu lsão R = raio de círculo.
.1)1Quantidade de movimento
(momento linear) 17. Responda, justificando, qual das duas equações abaixo pode
estar correta.

••
i.Jdi' Pressão
,., ~ Peso específico
(peso volumétrico)
IJYtensão superficial Em que:

••
1
p = pressão; h = altura; m = massa; V= volume; g = aceleração
:)1Trabalho da gravidade.
,f Energia 1

.J .~ Verifique a homogeneidade da equação


lJ1 Potência .

•• ~Densidade

nR"Explique por que as equações dimensionais LMT e LFT das



p = sF + h-µ -g,
em que: p = pressão, F= força, S = área, h = altura, m = massa

••
grandezas citadas na questão anterior são diferentes.
específica e g = aceleração da gravidade .
~ Expresse, no sistema CGS, as fórmulas dimensionais das
/ .. seguintes grandezas físicas: energia cinética, impulso de uma 1Y. Na equação, s = atz+ bt + c é expresso em m, e t ~m s. Em que
força, densidade relativa, frequência de urna corrente alternada. / unidades devemos exprimir ª· b e e? ·

•• Y, A equação dimensional da energia cinética no LFT é?


A) L F r-z
C) L2 M r-2
B) L F T-3
D) n.d.a.
20. A lei da gravitação universal é dada pela expressão F = G m, ~

Qual a equação dimensional de G (constante de gravitação)?


A) Adimensional.
r
2

-•
Escreva a equação de dimensão no sistema LMT que teria a
B) [LJ- 1 [M]3 [TJ-2
1 •
grandeza G que aparece na expressão
' F-L C) [LI [MP [TJ-2
G = µ -V ' D) [Ll-1 [M] [T]2
E) [Ll-1 [M)Z[T)-1

••
em que F é a força, L o comprimento, µ a massa específica e
V o volume. F) [L) [M)Z [T)

.. ~nalise as afirmativas. ,d'.i. Dada a expressão E= hf, em que E é energia e f é frequência,


7 ·~
••
uma expressão monômia é homogênea, quando O primeiro/ a fórmu la dimensional de h, no sistema MKS, é:
e o segundo membro têm a mesma equação dimensional; A) (M] [LP [T);
1
B) [M) [L)2 [T]+
1

li. Uma expressão polinômia é homogênea, quando cada um C)_[MI [L) [TI- D) [M) [L) [T]
_ d' . E) n.d.a.

,.•
dos seus termos tem a mesma equaçao 1mens1ona 1; ~
A
Ili. A homogeneidade de uma fórmula é condição necessária ;~ vd2
Considerando a expressão A = N p.' em que N representa um
e suficiente para que ela seja correta; Y
IV. A homogeneidade de uma fórmula é condição necessária, n~mero abstrato, v uma velocidade, d um di:lmetro e P uma
l _
mas não suficiente, para que ela seja correta . potência, estabeleça a equação dimensional de A no sistema

•••
LMT.

/
,./verifique a homogeneidade da fórmula E= mc2, em que:
.... E = energia,
· ~ Qual será a expressão dimensional de k na equação: E= k FV/S?
E = energia; F = força; V = velocidade e S = área.


m = massa, A) M L2T B) L T2
e e = velocidade da luz. C) L2 T-3 D) L2 T
2 2
E) M L T

• ITA/IME
FíSICA
Volume 1
1 --
Na equação

F=
ô.V
n·S· -!:!.x'
Á A potência P de uma hélice de avião depende do raio da
~ hélice R, de sua velocidade angular ro e da massa específica do
ar µ. Uma pessoa está em dúvida se a equação correta que
liga estas grandezas é P = K ro 3 R5µ ou P = K ro 5R3µ, em que K
••
F = força; n = viscosidade; s = área; t,.v = variação da velocidade;
l:!.x = distância.

Qual a equação dimensional (LMD da viscosidade?


é uma constante adimensional. Diga qua l das duas deve ser a
equação correta, e justifique sua afirmação.

,j A força de resistência do avanço, exercida por um fluido ao


7 ·· movimento de uma esfera nele imersa, dentro de certos limites,
••
~--
Js, Qual a equação dimensional do coeficiente k que aparece
na expressão <p
k
n·L
4
= -·r_, em que$ = vazão (volume/tempo),
é proporcional ao diâmetro da mesma, a uma propriedade p do
fluido e à velocidade com que se desloca a esfera. Indique a
equação dimensional LMT da referida propriedade. ••
••
r = raio, n =viscosidade e L =comprimento? / No estudo do escoamento de um líquido através de um tubo,
b Considere a fórmula Q = : t~ (P1 - p2 ), em que R e L são
verifica-se que det erminada grandeza mecânica varia com

comprimentos, p1 e p2 são pressões e Q é vazão (medida em a potência ! do raio do tubo, com a potência 'i da massa

I
m3/s no SI). A equação dimensional da grandeza Z é:
A) L M T-2
C) lF r-1
E) L- 1 M T-1
B) L1 F T-1
D) M r-2
específica do líquido, com a potência ..!. da pressão e com a
2
potência _ ..!_ (menos um meio} do comprimento do tubo.
••
••
2
Que grandeza representa Z na questão anterior? Qual das unidades abaixo mede adequadamente ta l grandeza
mecânica?
, . Na fórmula b A)joule B} m3

a=[
a representa uma velocidade e b, uma pressão. Que grandeza
representará e?
C) kg/s
E) watt

~O litro-atmosfera é unidade de:


D) mls2

••
••
A) pressão. B) força.

G A velocidade do som em um gás qualquer pode ser facilmente


C) trabalho. D) potência.

calculada pela fórmula V= i. na qual P exprime uma


/
E) n.d.a.

As transformações politrópicas dos gases perfeitos são regidas


representação, e µ uma massa específica. A equação
dimensional da grandeza r que figura nesta fórmula é:
A) L-2
C) M L2
B) T- 1
D) M L T- 1
pela equação: PVº = K, em que p é a pressão do gás, V o seu
volume e n e K são constantes. Para que a constante K seja
dimensional a um trabalho, a constante n deve valer:
A} zero. B) 1 .
••
••
E) T é adimensional.
C} (X) D) n.d.a.
/
-:,./ Para que a equação T = 2 M• Kb L' , em que T é tempo,
;9~.
-
A fórmula que fornece a velocidade de propagação de uma
[T
r· M é massa, K é a força/comprimento e L é comprimento, seja
Vµ'
••
onda em uma corda elástica é v = em que T é o módulo homogênea, deve-se ter:
1
A) a = 1, b= , c = O.
da força que traciona a corda. A grandezaµ é: 2
A} massa. B) massa específica. B) a= O, b = 1, C=Ü.

••
C) força. D) aceleração. 1 1 1
E} n.d.a. C) a= - b=-- c =-2·
2' 2'
1 1
1\Na expressão x = KWm , em que K é uma constante adimensional, D) a= - b=- - e= o.

-•
li 2' 2'
-,;:::r---
W é um trabalho e m é massa, a grandeza x representa: E) Nenhuma das afirmações anteriores é satisfatória.
A) potência. B) massa específica.
C) força. D} aceleração.
Jef- Uma gota líqu ida, de forma praticamente esférica,
tem massa específica ~1. tensão -superficial r e raio R.

••
E) n.d.a. Deformada ligeiramente e abandonada a si mesma, ela vibra .
Admitindo que o período T de vibração só dependa de m, y e R,
.Á..._ Na equação Q = k S-/2 gh, em que Q = vazão, g = aceleração a equação algébrica que dá Tem !unção destas variáveis será:
da gravidade, S = área, h = altura do nível d'água, a letra k A) T = kRJRµy° B) T = ky.,/Rµ!

••
representa:
A) pressão.
C) T = kµ.,/Ry D) T =kR~
B} coeficiente adimensional.
C) tempo.


D) velocidade. E) T = kµl
E) comprimento.
Obs.: k é uma constante adimensional. A unidade de medida
de y no MKS é J/m2 .

ITA/IME •
-
e
FíSICA
Volume 1
1

•• À9,: Qual a equação dimensional da grandeza em


grandezas pressão, volume e aceleração?
função das

_/4.. Estabeleça a equação dimensional da potência em um sistema


,YOndas acústicas são ondas de compressão, ou seja, propagam-se
em meios compressfveis. Quando uma barra metálica é golpeada
em sua extremidade, uma onda longitudinal propaga-se
por ela com velocidade u = JEa/p. A grandeza E é conhecida

••~
cujas grandezas fundamentais são: massa, velocidade e
aceleração.

Em um sistema cujas grandezas fundamentais são a massa,


como módulo de Young, enquanto p é a massa especifica e
a uma constante adimensional. Qual das alternativas é
condizente~ dimensão de E?
A) J/m2

•• a velocidade e uma terceira grandeza G qualquer, indique a


equação dimensional do trabalho.

ft. Num sistema em que as grandezas fundamentais são: área,


B) N/m 2
C) J/s·m
D) kg·m/s2
E) dyn/cm3

•• potência e velocidade, a equação dimensional da pressão é:


A) 5-2 p y-2
s-
8) 2 p
~ -por
Considere um corpo esférico de raio r totalmente envolvido
um fluido de viscosidade com velocidade média u .
TI
De acordo com a lei de Stokes, para baixas velocidades, esse

•• r
C) 5- 1 p y-1
corpo sofrerá a ação de uma força de arrasto viscoso dada por
D) 5 2 p y-2 F = -61tn,u. A dimensão de Tl é dada por
E) n.d.a. A) m-s- 1
B) m-s-2

••
A unidade de medida da grtindeza impulso J no 5.1 é C) kg·m·s-2
newton x segundo. Diga se é possível representar a grandeza D) kg-m-s-3
força em função de: impulso, velocidade e massa. Em caso E) kg·m-1 -s- 1
afirmativo, determine a função. Em caso negativo, justifique
49. Ondas gravita&ronais foram previstas por Einstein em 1916

••
a impossibilidade.
e diretamente detectadas pela primeira vez em 2015 .
45. Pela teoria Newtoniana da gravitação, o potencial gravitacional Sob determi nadas condições, um sistema girando com
devido ao Sol, assumindo simetria esférica, é dado por veloci dade angular oo irrad ia tais ondas com potência
proporcional a GdlQ1oo5, em que G é a constante de gravitação

••
-V= GM/r, em que r é a distância média do corpo ao centro do
universal; c, a velocidade da luz e Q, uma grandeza que tem
Sol. Segundo a teoria da relatividade de Einstein, essa equação
unidade em kg · m2 • Assinale a opção correta.
de Newton deve ser corrigida para -V= GM/r + Nr2, em que A
A) p = -5, y = 2 e õ "" 6
depende somente de G, de M e da velocidade da luz, e. Com B) p = -3/5, y = 4/3 e ô= 4

••
base na análise dimensional e considerando k uma constante C) p =- 10/3, y = 5/3 e ô = 5
adimensional, assinale a opção que apresenta a expressão da D) p = O, y = 1 e ô = 3
constante A, seguida da ordem de grandeza da razão entre o E) p = - 10, y = 3 e ô= 9
termo de correção Nr2 , obtido por Einstein, e o termo GM/r
f
••
da equação de Newton, na posição da Terra, sabendo a priori Em certo fenômeno físico, uma determinada grandeza referente
que k = 1. a um corpo é expressa como sendo o produto da massa
A) A= kGM/c e 10-s especifica, do calor especifico, da área superficial, da velocidade
B) A = kG 2M2/c e 1o-a de deslocamento do corpo, do inverso do volume e da diferença

••
C) A = kG 2M 2/c e 10- 3 de temperatura entre o corpo e o ambiente. A dimensão desta
D) A = kG 2M 2/c2 e 10-5 grandeza em termos de massa (M), comprimento (L) e tempo (t)
E) A = kG 2 M2/c2 e 10-S é dada por:
A) M 2 L- 1 t-3
~ Um exercício sobre a dinâmica da partfcula tem seu inicio assim

•-
B) M L- 1 t-2
C) M L- 1 t-3
enunciado: Uma partícula está se movendo com uma aceleração
D) M L-2 t-3
cujo módulo é dado por µ(r + a3/r2) , sendo r a distância entre E) M 2 L-2 t-2
a origem e a partícula. Considere que a partícula foi lançada

• a partir de uma distância a com uma velocidade iniciál 2,jµa .


Existe algum erro conceituai nesse enunciado7 Por que razão?
A) Não, porque a expressiio para a velocidade é consistente
com a da aceleração.
r.J A figura abaixo representa um sistema experimental utilizado
para determinar o volume de um líquido por unidade de tempo
que escoa através de um tubo capilar de comprimento L e seção
transversal de área A.
1

••
• B) Sim, porque a expressão correta para a velocidade seria
2a2 Jµ .
C) Sim, porque a expressão correta para a velocidade seria

•• 2a2 ,,/µir.

D) Sim, porque a expressão correta para a velocidade seria


2Ja2µ/r .

• E) Sim, porque a expressão correta para a velocidade seria


2aJµ .


ITA/IME
FíSICA
Volume 1
1 --
Os resultados mostram que a quantidade desse fluxo depende
da variação da pressão ao longo do comprimento L do tubo
por unidade de comprimento (6P/L), do raio do tubo (a) e da
viscosidade do fluido (TJ) na temperatura do experimento.
Álgebra Vetorial •-
Sabe-se que o coeficiente de viscosidade (TJ) de um fluido tem a
mesma dimensão do produto de uma tensão (força por unidade
de área) por um comprimento dividido por uma velocidade.
Recorrendo à análise dimensional, podemos concluir que o
volume de fluido coletado por unidade de tempo é proporcional
A
• ••
••
a: ã
A) ~ iiP_
11 L o
L chamar vetor ã

••
B~ 6P a• .
L 11 -+
a
C) _.!:._21_ _ OA
6P a4

•-
{
~A -0)
D) 6P~.
L A
L ã (vetor unitário)

•-
E) -a 4 T].
iiP
módulo a ou jãj
sj. A medida de uma grandeza física G é dada pela equação
G= k. )GG3Gi . A grandeza G tem dimensão de massa, a
1

1

grandeza G2 tem dimensão de comprimento e a grandeza G3


tem dimensão de força . Sendo k uma constante adimensional,
ldireção/sentido, o sentido carrega a " direção",
mas a direção não carrega o sentido.

Operações com vetores


-•
a grandeza G tem dimensão de:
A) comprimento
B) massa 1. Soma: S =
.. -+
a+b
....
••
••
C) tempo .... ....
D) velocidade 2. Diferença: D = a - b
E) aceleração

IA
... -+
3. Multiplicação por escalar: k . a=b
unidade comumente utilizada para o campo elétrico é obtida
da divisão entre as unidades da força elétrica e da carga elétrica,
resultando o N/C. Esta unidade, representada em f unção das
unidades de base do Sistema Internacional (S.I.), é
4 . Produto escalar:
...
....
a·b= k
- .... .... ••
••
5. Produto vetorial: a x b = e
A) kg · m · A- 1 • 5- 3
B) kg · m · A · s2 ... .... ...
C) kg 2 • m · A-1 · s3 R=F, +F2
D) kg-1 · m-1 • A · s-2
- .......
6S = Sr - S1

si4.
E) kg-1 • m · A · s-1 -~--'/-i,
Durante a ápresentação do projeto de um sistema acústico, um
R = m- a
G= F-d
...
••
••
jovem aluno do ITA esquece-se da expressão da intensidade
de uma onda sonora. Porém, usando da intuição, concluiu ele 1 _Soma: {Paralelog ramo
que a intensidade média (1) é uma função da amplitude do Polígono
movimento do ar (A), da frequência (f), da densidade do ar (p)

••
e da velocidade do som (c), chegando à expressão 1 = A'fYp'c. 1. Paralelogramo:
Considerando as grandezas fundamentais: massa, comprimento
e tempo, assinale a opção correta que representa os respectivos
valores dos expoentes x, y e z.
a -··· ·-•• •__

••
A) -1,2,2 ~ a
Q CI - ......
B)2, - 1,2 ·s ..
C) 2, 2, -1 -b _.,.,"
•• -·
D) 2, 2, 1
E) 2, 2, 2

ITA/IME
••
FíSICA 1
Volume 1

•• 52 = ª2 + b2+ 2ab · (cos (180 - a.))

52 = ª2+ b2+ 2ab · cos a.


Propriedade 1: a, J_
p
ropriedade 2: ax +
-+

.........
-+
ª r .L a,

ª r + a,
....

=a
...

•• Casos importantes:

i) u =0º :. 5 =a+ b
Para 2 dimensões
y

••
a
ã
b
ii) u = 180º :. 5 = la- bl

•• b
a o.
X

••
Relações:
aY= tg u
iii) u = 90º :. 5 =Jaz+ bz
ª·
a/ +a/ = az


ax =a · cos u
iã ay =a · sen u

•• 11. Polígono
b
Para 3 dimensões
z

•• / \' / d
ãz
••• ã
. '

•• b
~ ' ---..!'.,____.,._ y
~ - - - ~.~

.: ..
. ''
''' ãy

••
'''
,,"'
!,'
... B ã,cy
a = f(-0

••
.... Relações:
b=J!'-f(
-+ a/ + a/ + a/ = az
C=t- J!'
.... e tge = axy
d =~-t

•• -+
a,
e=E-,0 + o -5
-+ tgq> = ay
5=E - 0 ªX

•• D
ª z = a.cose
axy =a · sen 9
ª • = ª xy · cos q> = a · sen 8 · cos q>

••
~ = ª ,cy · sen q> = a · sen 8 . sen q>
2. Decomposição
Diferença: D=;_ b(Ô, =; - b) ~

•• ;I
-+ ... ...
D2= b - a
1

Método 1:
.... .... -+
D=a-b o=;+(-b)
~

•• r
ªX vetor oposto
~ obter componentes ~
az

ITA/IME
FíSICA 1 ~ -
Volume 1
••
Método 2:
-t
D=a-b
-t -+ z
11
a·z· k

(3D)
A

••

k

••
/\
j y

D1 = a2 + b2 - 2ab · cos a
a = 0° ~ D = la - bl
a = 180° ~ D = la + bl
X

Assim: ••
••
a = 90° ~ D = a2 + b2 1. Soma: S= ; + b
ªv ·j + a, · k + b, ., + by. j + b, . k
---i A A A A

Multiplicação por escalar S = ª•·1 +

/ . 2',ã+ã
S= (a, + b, ).í' .+ (ay + by)·Í + (a, + b, ). k
2. Diferença ••
••
-, -+ ....
D =a-b

D= (a, - b,)· T+ (ay - by)·Í + (a, - b, )·k

... ....
3. b =ka e
Mesma direção e sentido diferente ou igual

Vetores unitários
~ sinal b= k · (a,T + ay} + a,k)
-+
b = ...._.....
ka, ·1 + ...._.....
kay . j + ......__,
ka, . k
• •
••
1/ â/ ã
i,,.

4. Produto Escalar:
.... ....
by b,

••
â =-
....
a
/âl
l;I ·
1 ...
â= -· a
/âl
a· b = k
••
;= â

·-.
••
Veja: ; =~ +~ +~ •,

••
; .b= {ª ·b. = a · b cosa
b · êlt, = b - a cosa ••
••
(2D) a= 90°
y
Assim:

i ·i = 1 J· i = o k -i = O
A
j

A
i X
i.] = o
1 · k= O
j.j= 1
] .k = o
k -1= o
k. k = 1 ••
••-
ITA/IME

•• FISICA 1
,~ z
ãxb ~..-····
.
·······-.:·-
Volume 1

••
_ .....
k"


••• a b 'I' ·;,_ -
,•' , •' b X a 'I'
................. -?..............
j

••
y
â X b (.) a

1~1 = absen a.
••
X

Assim:
; . b= (a.- i + ay·J + a, -k) . (b,-i + by·J + b,-k) .
ixi=O j X 7 = -k kX Í = J

•• = ª· .
b. . i . i +
+ ay · b, · } · i +
ª· .
by . i . } +
ªv·
b, . i . k
by · } · } + ay · b, · } · k
+ a, . b, . k . i + a, . by. k . } + a, . b, . k . k
ª· . J= k
Í X
ixk=-]
]x]=O
J X k= i
kx]=-i
kxk=O

••
; .b = a. b, + ayby+ a, b, z
... ...
a . b =a. b . cosq>
k"
... -+
a-b
=--

••
COSq>
ab

.... ....
Obs.: a . a = a, . a, + ay . ay+ a, . a,

•• ; . ; = a/ + a/ + a,2 = a2
a= a 2 -a ,
a, = a · cosa ,

•• aY=a · sena,
b, = b · cos ª 2
bY= b · sen a 2
Exercícios

•• y

,Y oe,ermine as somas que se pedem .

•• ã

•• ..... .....
a, X
E

•• a .b
......
= a. . b, + ay . by
a . b =a. coso.1 . b . coso.2 +a. sen o.1· b · seno.2
... ...
A'/
',_
., , 'D
~
----

••
a . b = ab . coso. 1 . coso.2 + ab · seno.1· sena.2
... .....
a . b = ab . (coso.1. cosa2 + seno.1· seno.2)

... ...
cos( a 2 - a,) I AD + CD + DH + GC + HB + AG

•• a . b = a . cosa . b
5. Produto vetorial:
..
(to+ DB + BF
_9(BF +BG + BC

••
- .... -
a xb= c~ ......
........
b xa=- a x b
cJ.a
e J. b ! _/J) HE + EF + FG + BG + BH
/f' AE + EF + FG + GC

• ITA/IME ,
1
13
FíSICA
Volume 1
1 ••
n/4 figura abaixo representa um paralelepípedo retangulo de
7" vdo JR.
7· ~restas paralelas aos eixos coordenados e de medidas 2, 1 e 3.
Dadas as coordenadas, x = 4, y = - 12, de um vetor
v
3,

••
calcule sua terceira coordenada z, de maneira que li li= 13.
Determine as coordenadas dos vértices desse sólido, sabendo
que A (2, - 1, 2).
y ~ejam os pontos M(1, - 2, -:) e P(O, -1, 2), determine um vetor
v colinear a PM, e tal que I v 1 = ./3.

••
z

H y Ache u~ vet~r xd_e mó~ulo igual a 4 e de mesmo sentido que


o vetor v = 6i - 2j - 3k.

..·
•• • 2 / N o triangulo ABC, os vértices A(1, 2), B(-2, 3) e C(O, 5).
~etermine a natureza do triangulo .
_?tca lcule o comprimento da mediana AM. Sendo Mo ponto
••
e y
médio do lado BC.

Y, Sejam ã = í + 2} - 3k e 6 = 2Í + 1- 2k. Determine um versor ••


••
dos vetores abaixo.
~+6
, X2ã - 36
',%sã+ 45
,,J'-
\.n/
Dete rmine x para que se t enha AB = CD, sendo A(x, 1),
8(4, x + 3), C(x, x + 2) e D(2x, x + 6).

r· Escreva o vetor (7, - 1), como a soma de dois vetores, um


.
y'Determine um vetor da mesma direção de v= 2Í -1 + 2k e que:
,X'tenha norma (módulo) igu!I a 9. ••
••
~eja o versor (unitário) de v. _
paralelo ao vetor (1, - 1) e outro paralelo ao vetor (1, 1).
y> tenha módulo igual à metade de v.
n/oados A(-1, - 1) e 8(3, 5), determine C, tal que:
f · ~h 1 Num paralelogramo ABCD, sabe-s.:..que A(1, 3, -2) e que as

/
j/'J AC= AB

'r/Aê.C= 2-
AB
2

3
/ diagonais são AC = ( 4, 2, -3) e BD= (-2, O, 1). Calcule as
coordenadas dos outros t rês vértices.

W. Sabendo que A(1, -1 ), 8(5,


••
••
1) e C(6, 4) são vértices de um
)Y- Dado~ os vetores ã = (2, - 1) e 5 = (1, 3), determine um ./ paralelogramo, determine o quarto vértice de cada um dos
vetor x, tal que: três paralelogramos possíveis de serem formados.

1-
, x+ 1[ 2(-x+a- ) -b-] =ã-+2-x
Ai"?:,-
7 3 2
I
( 4a- - 2x- x+a
= -1-b - - -
~ados os vetores Ü= (3, 2), v=_(2, _4) e w= (1, 3), exprima
w com,o a combinação linear deu e v. ••
,Y
/
Dado: os vetores

-
vetor v, tal que:
3 2

ã = (- 1, 1, 2) e 6 = (2, O, 4),
--
determine o
1/ Dados os vetores ã = (3, -2, 1), 5 = (- 1, 1, -2) e e= (2, 1, - 3),
7· determine as coordenadas do vetor v= (11, - 6, 5) _na base
13 = {ã. 5. e}.
••
A 3
v - - - a-v
-[2(v+a)-b] = - '>:!:Q'--.(y
" . Escreva o vetor v= ( 4, -1, O), na base 13 = {v1, v2, v1}, sendo el
••
2
~-::.~ v1 = (1, O, O), v2= (3, 2, 1) e v1 = (-1.-1, 1).
Í'/i- [ (- -) -] 6 v- ã
3v - 2 v + a - b = 4 - - 2 -
-L Dois vetores, ã = (2, - 3, 6) e 5 = (-1, 2, - 2), têm uma mesma
/

?-
~ Sendo A(1, -1, 3) e 8(3, 1, 5), até que ponto se deve prolongar
o segmento AB, no sentido de A para B, para que seu
comprimento quadruplique de valor?
/' origem. Calcule as coordenadas do vetor e sobre a bissetriz do
angulo formado pelos vetores ã e 5, sabendo que li e li= 3J4i. ••
••
/ Dados os vetores
Sendo A(-2, 1, 3) e 8(6, -7, 1) extremidades de um segmento,
~:;ermine: ã = (1,-1, O), 5 = (3, - 1, 1), e= (2, 2, 1) e d = (4, -3, 1),
,11 ~s pontos C, D e E, nesta ordem, que dividem o segmento
AB em quatro partes de mesmo comprimento. determine o vetor v= (x, y, z) , tal que:
/ os pontos Fe G, nesta ordem, que dividem o segmento AB
em três partes de mesmo comprimento.
(v+ ã) li 5 e (v+ e) li d.
••
ITA/IME

. . ..ift
,. 1
• FíSICA
Volume 1

•• Tyudov PRODUTO DE VETORES


PRODUTO ESCALAR

Õa (2, 3, 1) e Va (1, /ft~~)~


/fÕ÷OC
/füA · OD
_.,

••• .xrfü + v)2 A 3Ü - 2v)2


f OE ·OB

,:IosI e I0GI

•• y
~ ü - 3v) . (ü + 2v) fEG ·CG

Sendo_ã = (2, - 1, 1), 5 = (1,_-~· -2): ê_= (1, 1, -9,


=alcule um
/(ED ·AB)OG
vetor v = (x, y, z), tal que v · a = 4, v · b = - 9 e v · c = 5. ~ angulo agudo entre a diagonal do cubo e uma aresta .
J"i o angulo agudo formado por duas diagonais do cubo.
•• y'sejam os vetorés ã = (1, -m, -3), 5 = (m + 3, 4- m, 1) e
ê = (m, -2, 7). Determine m, para que ã. 5 = (ã + 5) . ê. r Calcule o angulo formado pelas medianas traçadas pelos

,.• ~ De!ermine ~· de modo que o angulo A do triangulo ABC seja

/
60 . Dados. A(1, O, 2), 8(3, 1, 3) e C(a + 1, -2, 3).

Dados os pontos A(4, o, 1), 8(5, 1, 3), ((3, 2, 5) e D(2, 1, 3), 'J'-
vértices dos angulos agudos de um triangulo retangulo
isósceles.

Um vetor v forma angulos agudos congruentes com os

•• dr:;ermine: semieixos coordenados positivos. Calcule suas coordenadas,


~e eles formam alguma figura. Em caso afirmativo, qual? v
sabendo que li li = 3.
)'1 o angulo entre as paralelas aos vetores BD e AC
~Um vetor unitário v forma
••
com o eixo coordenado OX um
T,Os vetores Üe v formam um angulo de 60°. Sabe-se que angulo de 60°, e com os outros dois eixos, OY e 02, angulos
~ Üli = 8 e li vj = 5, calcule: congruentes. Calcule as coordenadas de v.
Aü+v j _Aü-vll
j'- o vetor v= <- 1, - 1, - 2) forma um angulo de 60º com o vetor
• J'1l 2ü + 3v li

••
Y1'II4ü - 5v li AB, em que A(O, 3, 4) e B(m, - 1, 2). Calcule o valor de m.

y:' Os v. etores
. ã e 5_formam um angulo de 150°, sabe-se que ~ _ _ n
li ã li= jj e que jj b li= Ji., calcule: (' / - · Os vetores a e b formam um angulo 0 = . Calcule o angulo

,.• ?-
6
J'1ã + 5 jj · %ll ã .: 5jj entre os vetores p= ã + 5 e q= ã - 5, sabendo que jjã jj = /3

?1I 3ã + 25 li } 11sã - 45 li ~\v,~ 0 '-1"~e 115 11 = 1.


~

•• D:.termi~e ~ valo! de x, para que os vetores


e vz = 2i - j + 2k sejam ortogonais.

r · Determine
~/ . '
1
• ~ . .
um vetor unitário ortogo nal aos vetores.rt'-J'
\v\=. \ ~~
v, =.;J - 2} + 3k )a:"Dados Ü= (2, -3, - 6) e v= 3T -4}-4k, determine:
~ • \I.:i, :::. O

,.\
·)co
~
_/((a p~ojeção ~lgébrica de vsobre Ü~o~~ do vetor projeção
v sobre u). \Vf'-= (VI ~
. d - b -
Ovetor proJeÇiíO ~ V SO re U .
~~lo

••
â = (2, 6, -1) e 5 = (0, - 2, l)· A
\, \Jf -:. IVf,. cose • .u.
;{oados â=(2,1,-3) e 5=(1.-2,1), determine o vetor j<-Dec~mp~nh~ov..:_torv= i_-1,2,-3)emdoisvetores,ãe5,tais
v.1 ã, v.15, i! vjj = 5. que a//w e b .1 w, com w = (2, 1, - 1) .

•• if. Dados dois vetores, ã = (3, - 1, 5) e 6 = (1, 2, -3), ache um vetor


; x,sa~endo que_el~endic~la~ ao eixo~ e que verifica as
?- São da do s os vetores
V3 = {26, 6, 8).
v, = (1, 1, 1), v2= (-1. 2, 3) e
Decomponha o vetor v3 em dois vetores,

•• seguintes relaçoes: x · ª = 9 ex · b = - 4 . (x;'/, l) . {. o_,Q z_):. O


3L Seja o cubo
7 · determine:
de aresta a representado na figura abaixo,
1
x e y, ortogonais entre si, sendo xsimultaneamente ortogonal
a v, e a V2 .
J1Í São d~dos v, = (3, 2, 2) e v2': (18, ::-22, - 5). Determine um
••
z
vetor v, que seja ortogonal a v, e a v2, tal que forme com o
eixo OY um angulo obtuso e que li vli = 28.

•• y
4i Os vértices de um triangulo sao M(1, 1, ~ N(5, 1, 3) e
Q(-3, 9, 3). Calcule as coordenadas do vetor MH, em que H é
o pé da altura relativa ao lado NQ.


X

1
J
• \l'A/IME
...
fíSICA
Volume 1
1 ••
PRODUTO VETORIAL

/Dados os vetores Ü = (-1, 3, 2), v = (1, 5, - 2) e w = (-7, 3, 1),


calcule as coordenadas dos vetores.
/4xv ~xw
I A área de um triângulo ABC é igual a ./6. Sabe-se que
A(2, 1, O), B(- 1, 2, 1) e que o vértice C pertence ao eixo OY.
Calcule as coordenadas de C.
••
••
1

/5} X (Ü X W) ~ Ü) WX X ~ s vértices de um triângulo ABC são os pontos A(O, 1, -1 ),


..íi1ü + v) x ,ü + w) /Y <ü - w) x w B(-2, O, 1) e C( l , - 2, O). Determine a altura relativa ao lado
BC. \ -
\.rf
••
"L,,- Y"\vCto
) " -~et:rm~ne o vetor_x, paralelo ao ~etor w = (2, -3, O), e tal que
x x u = v, em que u = (1, - 1, O) e v = (O, O, 2).
,il' Determine a área do triângulo ABD, obtido pela projeção do
vetor BA sobre o vetor BC, em que A(5, 1, 3), B(- 3, 9, 3) e
C(l, 1, 2).

••
/ ~etermine o vetor v, sa~endo que ele é ortogonal ao vetor
a= (2, - 3, 1) e ao vetor b = (1 , -2, 3) e que satisfaz à seguinte
@calcule a distancia do ponto P(-2, 1, 2) à reta determinada
condição: v · (T + 21 - 7k) = 1O. pelos pontos M(l, 2, 1) e N(O, - 1, 3).

/~etE::m~e v, tal .9ue v seja orto~ona l ao eixo dos y e que ~ e j a_o paralelepfpedo representado na figura. Conhecendo os
u = v x w, sendo u = (1, 1, - 1) e w = (2, - 1, 1). vértices B = (1, 2, 3), D= (2, 4, 3), E= (5, 4, 1) e F = (5, 5, 3),

~ = (O, 2, - 3),
pedem-se os vértices A e G.
,,,,H_ _ _ _ _,,.G
••
••
/ Dados os vetores v1=_(O, 1, - 1)~ v2 : (2, ~, O~ e
determine um vetor v, tal que v // VJ e v x v1 = v2.

j'Í Determ ine um vetor unitário ortogonal aos vetores

_y'
v1 = (-1, -1, O) e v2 = (O, -1 - 1).

~che Ü, tal que ilü~ = 3-/3 é ortogonal a v = (2, 3, -1) e a


A
••
w = (2, --4, 6). Dos u encontrados, qual forma angulo agudo
com o vetor (1, O, O)?
e, l'O oé_ --ôh
,?- Dado o vetor~1 = (3, O, -1 ), determine o vetor v = (x, y, z),
••
e/
sabendo que v é ortogonal ao eixo OX, que
e que

\_
v · v1 = --4.
_
liv x v1II = 6M
••
••
r . /Ach e o vetor w=(x,y, z), tal que w - (1, 0, 2)=3 e
/ "'' Sendo.:_ V1 = ~- 2, 1, -1) e V2 = (0, y, z)~ cal_:ule ! e Z , de modo 7· ,w)((l, O, -1) = (-2, 3, _ 2).
li
que v1 x v2II = 4-/3 e que o vetor v = v1 x v2 faça ângulos
congruentescomoseixosOXeOY. ~ ejamosvetores Ü=3T-21-6k, v=2í-1 e w=i+31+4k ,
c/c
;r· Res~va o~ sist: m~s ab~ixo.
7'
Mlxx(2i+3i-k)=o
x.(4T - 21 + i<) = 2
~
achy
- u . ;;
C) Ü-v -w
,
.,a(Í~I
D) (üy.._ii\rw
••
••
/ /"'
E) ü,..(;;1-,.w} "
0
Jv X (~ +_ 2J + k) = 81 + 8k /
l'lii - (2i +k) =2 ~Dados os vetores Ü= (2, O, o), v = (1, 1, 1) e w = (3, 2, - 1),
7 · ~alcule:
rA;;. (3, - 1, 2) = - 2
}</ lV X (2, 3, O) =3Í - 21 - 3k
MÍ(Ü'i- v}}wl
.,.a(tüvwR-(;;7 wtü ••
ic7a
l
/-kDa s os vetores Ü = (1, - 1, 1) e v = (2, - 3, 4):. ca~cu le:
área do paralelogramo determinado por u e v.
altu~a do paralelogramo relativa à base definida pelo
jló vetor (ü-,..ii}w como combinaçao linear de ü e v.
J f !Dados Ü= (1, 2, O), v = (2, 1, - 1) e w = (o, 2, 3), ache:
•••
'>

~.,. . T'
vetor u.

e/Dados os vetores -u = (2, 1, - 1) e -v = (1, - 1, ex), calcule o


valor de ex, para que a área do paralelogramo determinado
/
0 ü -v+ 4w

3(ü+ii) - 2(2ii - w) ••
v
por Üe seja igual a J62 u.a. (unidades de área). ~ Con hecidos A = (1, 3, O), B = (5, 5, 2) e v = (1, 3, - 2), calcule:
/A+v / 2A-3B- v ••

ITA/IME

•• FíSICA
Volume 1
1

rÍ Sendo A= (2, o, 1),!


•• = (~3, -2) e e = (1, 2, O), determine
T" D= {x, y, z), tal que BD = AB + CB.
Calcule o vetor oposto de AB , sendo A= (1, 3, 2) e B = (O, -2, 3).
Anotações

1.•
/

/conhecendo Ü= (1, 2, O), v = (O, 1, 3} e w = (-1, 3, 1}, calcule


os escalares m, n e p em rnÜ + nv + pw = (O, O, 14).
_\

•• 72. Os vetores Ü, v e w formam um triángulo, conforme a figura.


Sendo Ü= (1, 2, O} e v = (3, O, 3), então w é igual a:
\

••
•• ü

r~~te:_min~ o v:~ºr_ x, tal que 5x= Ü-2v, sendo


• u - ( 1, 4, 15) e v ( 3, 2, 5). \ '
• _J/.'oeirmine x, sabendo paralelos os vetores:
• );fu=(1,3, 10)e v=(-2,x,-20) A.I
,,J0 =(O, 2, x) e w=(O, 3, 6)
• / ü= 2Í- 3J- k e v = xÍ-9}-3k

• ,J'- Sendo A, B, C e D vértices consecutivos de um paralelogramo,


.J.
• { , calcule as coordenadas do vértice D.
t( Dados: A= (1, 3), B = (5, 11 ) e e = (6, 15)
u
~
7 . Seja ABDC um paralelogramo de vértices consecutivos na
• y
ordem escrita, ache o vértice A, sabendo que B = (O, 1, 3),
• C={2,3,5)eD=(-1,0,2).
")

• / Prove que os pontos A= (3, 1, 5), B = (2, O, 1) e C = (4, 2, 9)


são colineares. 2.
\

••
~ o·
Yy\
)C

Bibliografia
-
) 1 - ?,x_

•• BUKHOVTSEV, B. B.; TABAK, Marcel. Problemas selecionados de \. ·-' z


física elementar. 1997.
GONÇALVES, D. et ai. Testes Orientados de Física. Vol. 1: Mecánica.
l~ )' )r
Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1974. v._-2y

•• HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos


de Física 2 - Gravitação, ondas e termodinãmica, 6ª edição.
LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2002 .
...

•••• HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos '1 •

de Física 1: Mecãnica, 4ª edição, 1996.


I
IRODOV. lgor' Evgen'evich. Problems in general physics. SK Jain for
CBS Publishers & Distributors, 2000.

•• KÓSEL, S. M. Problemas de física. Mir, 1986.


NUSSENZVEIG, H. Moysés. CursodeRsicaBásica, Vol. 1-Mecánica. 201 1.
SYMON, Keith R. MedJnica, Ed. Rio de Janeiro: Campus, 1982.


TIPLER, Paul A; MOSCA, G. FISica - Volume 1 - Mecánica, Oscilações e
Ondas, Termodinámica. 2000 .

,,• ITA/IME


FíSICA
Volume 1
1 ••
Anotações
• ••
••
••
••
••
••
••
••
••
••
••
••
••
••
••


ITA/IME
.l

••
•• FíSICA li
ONDULATÓRIA E ÓPTICA GEOMÉTRICA

•• Conteúdo:

•• M OVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES
Introdução ..................................................................................................•...............................................................................................................20
Movimento massa-mola ........................................................................................................................................................•....................................20
Equação do tipo: X+ ro 2x = O.................................................................................................................................................................................... 20

•• Função horária do MHS..............................................................................•........................................... ....................................................................20


Analogia ao MCU........................................................................................•............................................................................................................... 21
Energia no MHS ..........................................................................................•..................................... .......................................................................... 21
Exercícios ................................................................................................................................................................................................................... 24

•• Apêndice ................................................................................... ..................................................................................................................................37

,.

••
••
••
••
••
••
••
••
••
••
••
·•
FíSICA
Volume 1
li ••
Observações:
••
••
A posição de equillbrio é a posição onde a resultante é nula.
Movimento Hann6nico Simples
Temos, assim, a seguinte equação para a Segunda Lei
de Newton:
Fei = -kx = ma = mx

Introdução
Movimentos periódicos estão presentes na sua vida todos
Usaremos a notação de ponto indicando uma derivada
dx . d2x ..
tempera1: dt = x e dt 2 = x. ••
••
os dias. Você, ao ler este texto, pode não perceber, mas está Dessa forma, obtemos a seguinte equação:
presenciando vários movimentos periódicos. A luz que reflete neste
papel para ir até seus olhos possui uma oscilação eletromagnética; ( x+o>2x=0 )
seus olhos, ao percorrerem de uma ponta a outra estas linhas, estão Em que cil = k / m.

••
realizando um movimento periódico; seu coração está bombeando
sangue num movimento periódico.
Existem vá rios modelos de oscila dores harmônicos Equação do tipo: x+ ro 2x = O
(simples, amortecido e forçado). Trataremos aqui do movimento
harmônico simples. Esta é uma equação diferencial de segunda ordem, linear
Um movimento é dito periódico quando a posição deste
se repete em intervalos de tempo iguais. Esse interva lo de tempo
deve ser bem definido para cada tipo de movimento. Chamamos
tal intervalo de perlodo (T). O inverso dessa grandeza é denominado
frequência (f) . A frequência representa o número de vezes que o
e homogênea. Diferencial porque se refere a uma derivada, de
segunda ordem pelo fato de ser uma derivada segunda de x, linear
porque todos os termos de x possuem expoente 1 e homogênea
por não ter um termo independente de x.
Essa equação aparece várias vezes em tisica e descreve
• •••
perfeitamente o oscilador harmônico simples. Outras situações da
movimento se repete no tempo.

••
natureza, ao serem traduzidas em equações matemáticas, caem
Para um MHS (movimento harmônico simples), o período
nesse formato. A solução dessa equação é simples. Veja:
(ou a frequência) informa algumas características sobre o tipo de
Toda solução do tipo x = A' sen rot + B' cos rot é solução da
força que está causando o movimento. Vários exemplos clássicos de
equação (em que A' e B' são constantes atribuídas à situação física).
MHS são encontrados na natureza: pêndulos de relógio, pêndulos

••
Perceba que existem duas constantes a serem determinadas, pois
físicos, um objeto preso a uma mola, um objeto flutuando sobre
a equação é de segunda ordem. Se for uma equação de primeira
a superfície calma de um lago também exerce um pequeno MHS,
entre outros. ordem, teria uma constante a ser determinada? A resposta é sim!
Podemos, então, escrever de outra forma essa equação:

Movimento massa-mola
Este é o primeiro movimento a ser estudado. Quando
entendermos esse movimento por completo, sairemos fazendo
( x = A cos(oot + cpJ J
Em que cp0 é outra constante, ~ assim temos A e cp0 como
as duas constantes a serem determinadas. Encontramos essas
••
••
analogias diretas a outras situações físicas e assim resolveremos constantes com as condições de contorno do problema (faça o teste
uma quantidade enorme de problemas. para verificar se esse x realmente é solução).

Modelo: movimento de um objeto preso a uma mola. Observações:

••
Nem sempre as equações da forma x+o>2x=0
descrevem MHS , porém as soluções dessa equação
1. ~ • Inicialmente, o objeto sempre são dessa forma.
~11mmjj nmm)ínnmm1111111,fml X
é deslocado em um õX,
fazendo a mola ficar

••
:,_ X --+J
X=Ü distendida. Função horária do MHS
Dada a soluçao da equação característica do MHS, define-se:
x = A cos(rot + cpJ
li.
~
Hiiêiii!iiifühijji
1
\0i)
'
X=Ü
F, = o
X • Surge uma força F("-"l
no sentido oposto ao
deslocamento.
• A: Amplitude do movimento;
• oo: Frequência angular do movimento (pulsação);
• cp 0 : Fase inicial do movimento.
A amplitude nos diz a posiçao mais afastada da posição de
••
Ili. F
--2!+
~~i~F~~~R~m~;____ x
X= O
,
equilíbrio que o bloco pode alcançar. A frequência angular é uma
grandeza proporcional à frequência; logo, está relacionada com
a rapidez do movimento. A posição inicial (t = O) é relacionada
com a fase inicial do movimento. Portanto, o movimento está
••
x!+-1
X=Ü
• Ocorre a mesma coisa da
situação 1.
completamente descrito em função dessas grandezas.
A partir de x(t), encontramos v(t) e a(t), simplesmente
derivando:
( v(t)=x=-c.oA sen(cot+cp0 ) )
••
A força é dita restauradora quando sempre aponta para a
posição de equilíbrio. ( a(t)=x=co2 Acos(cot+%))
••
ITA/IME
.,•1
•• FíSICA
Volume 1
li

•• Veja alguns exemplos de gráficos e perceba a defasagem


entre a posição, velocidade e aceleração:

+A~ Equilíbrio Equilíbrio ~ + A


Energia no MHS
Já estudamos as funções horárias, já sabemos o tipo de força
que gera MHS, então estudaremos o balanço energético.

•• .~
X Primeiramente, essa força é conservativa (não dissipa

f?T~ t
ºl\.7 .rr \ t
energia), o peso e a normal não realizam trabalho. Podemos concluir
que a energia é conservada. Temos, então, um sistema conservativo.
2 2 Então, qual seria a energia total? Depende da massa do bloco?
Depende da constante elástica?

•• o~Avf º--t-J
V \1

~ ri
A energia total é dividida em cinética e potencial elástica. Logo:
1 1
~ E, = mv2 = 2 2 2
(rot + cp);
2mro A sen
1 t
2 2 2
T 3T
•• a a 1 1
EP =-kx 2 =-kA 2 cos 2 (rot+cp);
r
3T 0~9~11 ~ 2 2
t
ºV 1.\__V
2 T
2
E, = ikA 2 [sen2 (rot + cp) + cos (rot + cp)](E, =E, + EP};

•• Analogia ao MCU
Muitos autores tratam um MHS como uma projeção de
E= _!kA
2
2
.
Concluímos, então, que a energia total de um MHS só
depende da constante da mola e da amplitude:

••
um movimento circular uniforme para melhorar o aprendizado do
aluno. Faremos isso aqui também: 2
[ E=ikA ]

~ Mov. {<p =<Po +oot


R=A

.
••
Energia E = E + E :
'' (

''
'

- A, O M 0

••
X

1
Pontos em que
2 · Er = E.: = Ep.

••
Tome uma circunferência de raio A e uma partícu la como que A energia total depende de quanto você puxa o bloco para
passeando por esta com velocidade angular constante oo, partindo de depois soltar. Note que as equações de energia cinética e potencial
um <p0 como ângulo inicial. Agora, pense em projetar a componente são funções de seno e cosseno, respectivamente. Quando uma é
da posição P(t) na direção x do plano cartesiano. Teremos, então:
máxima, a outra é mínima. Isso significa que as energias estão se

•• q> = q> 0 + oot


x = A cos(q>)
x = A cos(cot + q>c)
alternando, porém mantendo a soma constante.
Atente agora para dois pontos importantes:
• A velocidade é máxima quando o seno é máximo, ou seja,
na posição de equilíbrio (x = O);

•• Vejam só! Realmente, caímos em uma equação idêntica


a de um MHS. Às vezes, visualizar esse tipo de projeção ajuda a
encontrar q> 0 •
• A aceleração é máxima quando o cosseno é máximo, ou
seja, nas posições de retorno (x = ±A).


Podemos determinar por meio desse método velocidade
e aceleração. Façamos as projeções da velocidade linear e da
aceleração centrípeta sobre o eixo x e teremos:

•• ,, .,.,,. - -
a= c,;;.A
y

,, ,., ,. ., . --

•• 1
1
'
I
I
,,
'
1
1
I
I
, ,,

••
X X
o v, Q 1 1 o Q 1
t
1
\ I
I \
\
ª· I
1

,,
I \ I

' ' .... .... . __


\
., ,,
I
' ' .... .... ... ,, ,,
-- -- ---- ,,
•• v(t) = - ooA sen(rot + q,c)
a(t) = - ro 2 A cos(rot + qic)

••
_ __,__A_ _ _ ____...__ _ X
Observe atentamente os sinais da velocidade e da aceleração.

l1A/IM E
11
FíSICA
Volume 1
li ••
t

o
X

A
V

o
a

-ro 2A
Ec

o
Ep

..!_kA2
2
Dados:
• Aceleração da gravidade: g;
• Massa específica da água: µ•. ••
••
SOLUÇÃO:

T/4 o -roA o ..!.kA2 o A) Podemos conservar a quantidade de mov imento


2 (por aproximação) antes e depois da colisão. Veja:
mv = 9mv'
T/2

3T/4
-A

o
o

roA
ro 2A

o
o

..!.kA2
..!_kA 2
2

o
O equilíbrio antes da colisão é dado por:
8mg =µ.V0 g
Do equilíbrio após a colisão extraímos que:
••
••
2
9mg = µ.V, g = µ.(V0 + AeJg ~ f 0 = mlµ.A
T A o -ro 2A o ..!_kA2
2
O cálculo da força resultante é dado por:
9mg - µ. (V, + Ax)g = 9mx
Uma arma muito efetiva para resolver alguns problemas é o
.estudo da equação de energia. Usaremos o fato de a energia total
ser constante e partiremos da equação de energia para conseguir
achar a equação característica do MHS. Veja:
µ.Ag
---X=X
9m
..

Logo, podemos substituir o peso e o empuxo por uma mola


••
A energia total de um sistema massa-mola em uma posição
x é dada por:
E1 =..!.mx2 +..!.Kx 2
de constante igual a µ.Ag. Pela conservação da energia,
temos:
2
..!_(9m)(1!.) + ..!_Kf2 = ..!_KB2
2 ° 2
••
••
2 2 2 9

~r
Derivando em relação ao tempo: Onde B é a amplitude do movimento.
2 ~-~--~
= ..!_ KB ~ B =
0=mxx+Kxx
..!_(9m)('!..) + ..!_Ke2
2 ° 2
2
mg + '!._.]

••
x+r,lx =0 2 9 µ.Ag µ.A 9
Ora, quer dizer que mesmo se não soubermos como escrever B) A frequência do movimento é facilmente calculada por:
a força, mas conhecemos a energia, conseguiremos chegar à
equação característica? Sim, de fato. Você encontrará problemas f = _2__)µ.Ag
que a solução ficará bem mais simples se atacar por este método.
Observe que isso se deve à forma do potencial dependente
de x2• Esse é um potencial parabólico; assim, para qualquer potencial
na forma de parábola, teremos MHS.
2n 9m

02. (Professor Carlos Eduardo) Sobre uma superfície horizontal


lisa, repousa uma esfera de massa M. No interior desta,
••
Muitas curvas de potencial podem ser aproximadas para
uma parábola nas proximidades de um equillbrio estável. É por
isso que constantemente nos deparamos com a seguinte frase:
(pequenas oscilações).
existe uma massa m presa por molas, de constante elástica
k, em A e B (ver figura). Ao deslocarmos a fonte de uma
distância x do centro da esfera, o sistema começa a oscilar.
Determine o período de oscilação, sabendo que a esfera não
••
Exemplos resolvidos

01 . Uma boia náutica é constituída de um corpo cilíndrico vazado,


rotaciona (só translada).

••
••
com seção transversal de área A e massa m, e de um tronco
de cone maciço com massa 7 m, conforme apresenta a figura
abaixo. Em um determinado instante, um saco de areia de
massa m é arremessado para dentro da boia, que se encontra
em repouso, atingindo o fundo do cilindro com velocidade
vertical v e ajustando-se perfeitamente à sua superfície interna.
n.a
7
••
Corpo
cillndrico

Tronco de
Obs.: despreze o tempo que o som leva para chegar da
font e até as fontes.

21.Jk(:::m) 2Mm
••
••
A) T = B) T = 2n
cone k(M + m)
maciço
Admitindo que o topo de boia não baixa além do nível de água Mm
(n.a) e que não há atrito no movimento, determine:
C)T = 1t ~
v~ D)T = 21t l- --
2k(M + m)
A) a amplitude do movimento.
B) a frequência do movimento adquirido pela boia após o
impacto.
Mm
E) T = 1t 1- - - -
2k(M + m) •.1
ITA/IME

•• FiSICA
Volume 1
li

•• SOLUÇÃO:

Trocando o sistema de duas partículas por um sistema de massa

reduzida, devemos ter µ =


04. (Professor Carlos Eduardo) No experimento de Cavendish
(montagem abaixo), duas pequenas massas iguais a m estão
presas a uma haste (sem massa) de comprimento total L.
Quando o sistema é posto a oscilar (isolado), possui período

••
Mm ) . Além disso, a constante
(m+m igual a T. Em outra situação, aproximam-se duas esferas de
elástica equivalente é igual a 2k. Assim, podemos escrever que: massas iguais a m', de modo que a reta que passa pelos
centros de uma esfera pequena e uma grande, próximas,
seja perpendicular à haste . Quando a distancia entre as

••
esferas vale r, o haltere se mantém em equilíbrio. Determine
o angulo da marcação na escala atingida pelo laser (fixo),
Resposta: D
que se encontra fixo perpendicular à haste no início do
experimento (antes do giro).

••
03. (ITA -Adaptada) Um sistema mecanico
é formado por duas partículas de
massa m conectadas por uma
mola de constante elástica k, cujo
comprimento natural vale 21.0 , e duas

•• barras formando um angulo fixo de


<1 = 45°, conforme a figura . As
partículas realizam um movi mento
oscilatório, sem atrito, ao longo das barras, com a mola

•• subindo e descendo sempre na horizontal. Assina le o


item que possui o valor correto da frequência angular das
oscilações em torno da posição de equilíbrio .

Fl
l
oL,__j
m'

•• A)co=

C) co = fk
\/2m
B) co =

D) co = 2l
••
_.,

E) co = 2 ~

SOLUÇÃO:

•• m'
2
GT 2 m' 2GT
A) 0escaia = 1t2Lrz B) 0escaia =1t2- -
Lr2

••
GT2 m' 4GT2 m'
C) e.,,."' = 21t2Lr2 D) 8esca1a = 7t2 Lr2

GT2m'

••
E) 0escaia - --
~ = 2 · 1 m v 2 + 2 · mgy + 1k( 2x - 2l0 )2
-
4 1t2 Lr2
2 2 SOLUÇÃO:
= m(x 2 + y2) + 2mgy + 2k(x - f. 0 ) 2
Durante a oscilação do pêndulo de torção, temos:

•• dEM = 2m(xx + W) + 2mgy + 4k(x - f 0 ) · x


dt
= 2m(xx + cotg 2 cdx) + 2mg cotgo.x + 4k(x - f. 0 )x

2 1
= -sen-2 a- )
L)
- ke = 2m (2
2
••
e •. ( 2k )
-+ e + ml2 e = o

•• ( ·.- 1 + cotg o.

= 2m · - 1-2 -xx + 2mg cotg cá+ 4k (x - f. 0 )x


sen a
Assim:
2m L21t2
k=---
12

••
Na segunda parte do experimento, ou seja, no equilíbrio
= zx[~x + mg cotg a+ Zk(x - e0 ) ] =o,.,,,.. t rotacional, temos:
sena

~ ~x + mg cotg a+ 2k(x - f. 0 ) = O
2G mm'
r2
(!:)
2
= k0
sen o.

•• ~
2k sen a
x+ - --
m
2

.. 2k
2k sen2 a
x + g seno. cos o. - - - -

O ~ X.. + -k
m
O
f0 =O
O angulo marcado na escala é duas vezes o angulo de giro
do pêndulo:
G mm'L
eescaia =20 = 2 rz k
G mm' LT2 G m'T 2
--=2~-~=--
r2 2m L21t2 7t2Lr2

••
X+ - X = X=
2m m

Resposta: A Resposta: A

• 11A/IME
FíSICA
Volume 1
li ••
OS. Uma mola helicoidal, cuja constante elástica é k, é presa por
uma das suas extremidades ao teto de uma sala. Na extremidade
inferior, prende-se um corpo de massa m. Afastando o corpo
da posição de equilíbrio e abandonando-o, qual é o período
••
01 . Um corpo realiza MHS, cuja equação da elongação é:

x(t)=20cos(%+it) (S.1)
das oscilações que ele realiza?

06. Certo pêndulo simples, que bate um segundo em Paris, onde


g = 9,8 1 m/s2, foi transportado para o equador terrestre e,
••
Determine:
A) a amplitude, fase inicial, pulsação, período e frequência .
B) a equação da velocidade e da aceleração.
C) a elongação, velocidade e aceleração para t = 3 s.
então, verificou-se que o número de oscilações (de pequena
amplitude) realizadas pelo referido pêndulo. por dia, ficou
diminuído de 125 em relação ao número de oscilações
(também de pequena amplitude) que ele realizava em Paris,
••
02. Em um intervalo de tempo de 2 min, uma partfcula efetua
12 oscilações em torno de uma posição de equilíbri o,
em MHS, e sua aceleração máxima é igual a 0,02 m/s 2 .
No instante t = O, a posição e a velocidade da partícula são,
por dia . Pode-se então afirmar que o módulo da aceleração
da gravidade, num ponto qualquer do equador terrestre,
tem valor:
A) igual a 9.75 m/s2 •
B) igual a 9,80 m/s2 .
• ••
respectivament e, zero e (10/rr) cm/s. Determine: C) igual a 9,85 m/s2 •

••
A) a amplitude, em cm. D) igual a 9,90 m/s2 •
B) a fase inicial. E) diferente de qualquer dos acima especificados.
C) a posição no instante t = 2,5 s, em cm.
D) a velocidade no instante t = 5 s, em cm/s. 07. (ITA/2008) Uma partícula P1, de dimensões desprezíveis, oscila

••
E) a aceleração no instante t = O, em cm/s2 • em movimento harmônico simples ao longo de uma reta com
período de 8/3 s e amplitude a. Uma segunda partícula, P2,
03. Um corpo realiza MHS de acordo com os diagramas semelhante a P1, oscila de modo idêntico numa reta muito
apresentados abaixo, em que as grandezas estão no Sistema próxima e paralela à primeira, porém com atraso de 7t/12 rad
Internacional.

••
em relação a P1 • Qual a distancia que separa P1 de P2 , 8/ 9 s
X
depois de P2 passar por um ponto de máximo deslocamento?
A) 1,00 a B) 0,29 a
---------..-- .... -... --- -------.. .,.. .................. .
-,--
C)1,21a D)0,21a
: : :

••
E) 1.71 a
''' '' '
'
'
f '' .
1 /
1 • .,

08. (ITA/2010) Considere um oscilador ,-,


, - \ .. - -J- ... "'
.!_ : : 3T
2: :4 harmônico simples, compost o por ::' ,_, '-'---;-,
uma mola de constante elástica k, _.: ,'

••
' ' m
-- --------- ... -- .. --... -- --.. -- --''..' -- .. --... -..' tendo uma extremidade fixada e a : ·Í_ '- ~,
outra acoplada a uma partícula de ,. ; , ,
V massa m. O oscilador gira num plano ', R ,'~'-' /
horizontal com velocidade angular ' -...,--; _... ~::.'-, ~~: / 00
--- --- .............. --- --- -.......... -..... .. ..............
''
'
''
' '
'•:
:
'
constante ro em torno da extremidade

mostra a figura ao lado .


' -'
fixa, mantendo-se apenas na direção radial, conforme
••
••
' Considerando R0 a posição de equilíbrio do oscilador para
T ':
:r : 3T
'- '' ro = O, pode-se afirmar que:
4 : :2 '': 4
A) o movimento é harmônico simples para qualquer que seja
'
''
- 41t --------- : .. .. ----------- -- -.......' ------- ....'' a velocidade angular co .

••
B) o ponto de equilíbrio é deslocado para R < R0 .
A) Determine a amplitude do movimento, a pulsação e o C) a frequência do MHS cresce em relação ao caso de co = O.
período. D) o quadrado da frequência do MHS depende linearmente
B) Escreva as equações da elongação, velocidade e aceleração. do quadrado da velocidade angular.
C) Calcule o valor da aceleração quando t = T/4. E) se a partlcula tiver carga, um campo magnético na direçao do

04. Um móvel realiza MHS, com amplitude de 12 cm. frequência


de 1/8 Hz e fase inicial nula.
eixo de rotação só poderá aumentar a frequência do MHS .

09. Dois pêndulos simples, situados próximos um do outro, efetuam


oscilações de pequena amplitude. Sabendo que o comprimento
••
Pergunta-se:
A) Depois de quanto tempo, após ter passado pelo ponto de
velocidade nula e elongação positiva. a elongação se torna
pela primeira vez igual a 6.j2cm?
do primeiro é o quádruplo do comprimento do segundo,
e representando por T1 e T2 os períodos das oscilações do
primeiro e do segundo, respectivamente. pode-se afirmar que:
A) T1 = 4T2
••
B) Qual o primeiro instante em que a posição x = 5 cm?
C) Qual a velocidade média entre os pontos de elongação
6.j2cm?
D) Qual a equação da velocidade?
B) T1 = 2T2
C)T1 = T2
D) T1 = 0,ST2
••
••
E) Qual o primeiro instante em que a velocidade é máxima? E) n.d.a.

ITA/IME
•• FiSICA
Volume 1
li

•• 10. Dois blocos de massas m1 e m2 são ligados por uma mola de


rigidez k. A mola está comprimida com a ajuda de dois fios.
como mostra a figura. Os fios são queimados. Determine o
perlodo de oscilações dos blocos.
15. As forças que atuam nas partículas são perpendiculares ao
eixo 00' e são funções da distancia ao mesmo eixo 00'.
As velocidades são v0 e paralelas a 00' e às massas m.

••

••
11. Uma caixa de ma ss a M encontra-se na horizontal .
O coeficiente de atrito entre a caixa e a mesa é µ. No interior
da caixa existe um corpo que pode se mover no fundo dela .
O corpo é preso por uma mola de constante elástica K.
o
Podemos afirmar que:

A) se as forças são do tipo (F = -kr), podemos garantir que


as partículas se encontrarão em O' .

••
Qual a amplitude máxima das oscilações do corpo para que B) se as forças são do tipo (F = - kr), não podemos garantir
a caixa permaneça em repouso? que as partículas se encontrarão em O'.
C) se as forças são do tipo (F = -kr), podemos garantir que as
partículas passam por O', mas não no mesmo instante.

••
D) todas as partículas se encontram em 00', independentemente
do tipo de força .
E) n.d.a.


16. Por um plano horizontal e liso, desliza uma haste fina de
comprimento L. Sua velocidade é v0 • Esta chega a uma região

••
rugosa (coeficiente de atrito µ). Considere que ela para antes
de entrar completamente na região rugosa. O tempo que a
12. (ITA - Adaptada) Duas molas ideais, sem haste leva para parar totalmente é:
massa e de constantes de elasticidade k1 e
is. sendo k1 < is. acham-se dependuradas A)?Hi ¾Hi
••
B)
no teto de uma sala. Em suas extremidades
livres, pendu ram-se massas idênticas.
C) vJµg D) vflµg
Observa-se que, quando os sistemas oscilam m
verticalmente, as massas atingem a mesma (1) (lll E) n.d.a.

••
velocidade máxima. Indicando por A, e A2 as
amplitudes dos movimentos e por E1 e E2 as energias mecânicas 17. Duas molas, cujas constantes são K1 = 100 N/m e K2 =50 N/m,
dos sistemas (1) e (l i), respectivamente, podemos dizer que: estão unidas a uma parede vertical e a um corpo de massa m.
A) A1 > A2 e E1 = E2 B) A 1 < ~ e E1 = E2 Em um determinado instante, a mola K1 é elongada 0,3 m e a

•• C) A, > A2 e E1 < E2 D) A1 < ~ e E1 < E2 mola K2 é comprimida 0,3 m. Determine, em cm, a amplitude
das oscilações do corpo. Despreze os atritos.
E) A1 < A2 e E1 > E2

13. Uma barra de massa (m) repousa sobre dois cilindros que

•• giram em velocidades contrárias. A distância entre os centros


dos cilindros é (L) e o coeficiente de atrito entre este e a barra
é µ . Ache a frequência das oscilações .

•• L 18. Na figura, o bloco tem massa 1O kg, o plano de apoio é


horizontal e as quatro molas ideais são idênticas, apresentando
cada uma constante elástica 2,5 · 10 2 N/m. Com o bloco na

•• 14. Uma caixa de massa M = 1O kg está sobre uma mesa horizontal.


Da caixa, por meio de uma mola de constante K = 600 N/m,
está suspensa uma massa m = 2 kg. Determ ine o valor da
posição de equilíbrio (ponto O), as quatro molas apresentam-se
livres de qualquer deformação.

••
amplitude das oscilações da massa m para que a caixa M fique
na iminência de saltar sobre a mesa .

•• m
20 cm 20cm

O bloco é então des locado até o ponto P, de onde é


abandonado, passando a oscilar em condições ideais entre

•• P e P'. Determine, para o sistema oscilante:


A) a energia mecânica.
B) o período de oscilação .

,.• 11A/IME
FíSICA
Volume 1
li ••
19. Dois movimentos harmônicos simples estão representados
no gráfico abaixo.
21. Uma mola de massa desprez ível tem
constante elástica K e comprimento L0
quando não esticada. A mola é suspensa
verticalmente por uma das extremidades e
o
t ••
••
em outra extremidade é preso um corpo de ~
massa m . Inicialmente, o corpo é mantido
em repouso em uma posição tal que a força
exercida pela mola seja nula. Em seguida, a m

••
massa m é abandonada com velocidade
inicial nula. Desprezando as forças dissipativas, o comprimento
máximo (L) da mola será dado por:
mg mg
A) L= L0 + - B) L=-

Podemos afirmar que:

A) x, = Asen( rot+i) B) x, = Acos( rot - i )


K
D) L= 2mg
K
K

••
x2 = Bsen( rot - i )
x2 = Bcos(rot+1t)

22. Uma partícula que descreve moviment o harmônico simples


••
C) X1 = Acos( rot -%)
x2 = -Bcos(rot+1t)
D) X1 = Asen( rot +%)

x2 =- Bsen(rot-%)
tem a seguinte equação horária da posição:

x = 100 cos(4t + ~} em que x é dado em cm e em s. ••


20. (ITA/1979) Um observador em um referencial inercial estuda
o movimento de uma partícula. A partir dos valores da
velocidade v eda coordenada x, posição da partícula, obteve
Pede-se:
A) a elongação máxima.
B) a posição da partícula no instante t = O.
••
••
o gráfico a seguir. C) a fase inicial do movimento.
D) o período.
E) a frequência.

23. Determine o período de oscilação de um liquido de massa m


e densidade p colocado dentro de um tubo de área transversal
S (figura abaixo). O ângulo de inclinação do lado direito é 9.
••
x(m)
x2

v(m · s-1)
~

±A
o ±~-A

o
c
24. No método de Rüchhardt, para medir Y= CP do ar, usa-se um
••
••
'
grande frasco com um gargalo cilíndrico e estreito de raio a,
Dentre os valores obtidos, acham-se os acima tabelados, em
aberto para a atmosfera (p0 = pressão atmosférica), no qual se
que k, m e A são constantes positivas.
ajusta uma bolinha metálica de raio a e massa m. Na posição
A) Trata-se do lançamento vert ical de um foguete, na
de equilíbrio O da bolinha, o volume de ar abaixo dela no

••
superfície da Terra , com velocidade inicial k/m, uma
frasco é V (figura). Calcule a força restauradora sobre a bolinha
vez que, à medida que a altura x aumenta, tem-se uma
quando ela é empurrada de uma distância x para baixo. a partir
variação constante da velocidade.
do equilíbrio, o movimento sendo suficientemente rápido para
B) Para um observador fixo à partícula, o movimento é circular,
que o processo seja adiabático. Mostre que a bolinha executa
com raio A2 { : + 1).
C) Trata-se de um movimento harmônico simples com
amplitude A, constante k, massa da partícula m e aceleração
um MHS e calcule o período em função de a , m, v, p0 e y.

••
( - ~) , para um observador na origem dos x.

D) Para um outro observador inercial, o movimento é retilíneo


••
com aceleração constante ( - : ) .

E) A partícula move-se sob a ação de uma força constante. ••


ITA/IM E
.• }
•• fíSICA
Volume 1
li

•• 25. Um corpo de massa m1, sobre uma superfície horizontal sem


atrito, oscila com a amplitude A. preso a certa mola de constante
força k. Quando a mola está com a elongação máxima e o corpo
momentaneamente em repouso, um segundo corpo de massa
29. Uma bolinha de massa m, ligada a uma mola cuja constante é k,
realiza oscilações harmônicas de amplitude A. A uma distância
~ da posição de equilíbrio, coloca-se uma prancha de aço de

••
2
m2 é superposto a ele. grande massa, na qual bate a bolinha. O choque da bolinha
A) Qual o menor valor do coeficiente de atrito estático com a prancha é perfeitamente elástico. Encontre o período
µs entre os dois corpos, para que o segundo não das oscilações. Despreze a gravidade.
escorregue sobre o primeiro?

••
B) Explique como a energia total E, a amplitude A, a frequência
angular e o perfodo T do sistema se modificam pela
colocação de m2 sobrem,, admitindo que o coeficiente de
atrito seja suficiente para não haver escorregamento .

•• 26. Quanto tempo dura o choque entre uma bola de futebol, de


raio r e massa m, e uma parede?
Dados: Pressão interna = p

•• Pressão atmosférica = p0 A
2

30. Uma conta carregada com carga q pode mover-se por

••
um fio tensionado, de comprimento 2e, o qual possui nas
extremidades cargas fixas Q. Encontre o incremento de
energia potencial quando a conta é deslocada x da origem .

•• o
Q
e

• q
1.
o
Q

••
27. Um pêndulo duplo oscila com frequência angular w . 31 . Calcule o período de oscilações do problema anterior.
O comprimento do fio que vai do ponto fixo até a massa Me
o que vai de M até m valem L. Calcule o período (aproximado) 32. Um pêndulo simples, de comprimento L, está preso em um
das oscilações. ca rrinho que desce sem atrito por um plano inclinado de 8

••
Dados: M = 7 m. (figura abaixo). Calcule o período de oscilação do pêndulo
no carrinho .

••
••
•• 28. Um corpo de massa m pode deslizar ao longo de
um eixo horizontal 00' ent re duas paredes verticais. 33. Quatro massas iguais m estão unidas por molas de constante

••
Em ambos os lados do corpo temos molas ideais de igual elástica k (ver figura). Simultaneamente, as massas adquirem
constante elástica. O co rpo está situado si metricamente a mesma velocidade voltada para o centro.
entre as ~a redes, e os extremos I ivres das mola s estão
a uma distância a das paredes. Comu nica-se ao corpo

••
uma veloci dade VO e este começa a osci lar entre as
paredes. Determine o período das oscilações. Despreze
todos os atritos .

••
••
Em quanto tempo as molas estarão:
A) com o comprimento máximo 7
B) com o comprimento mínimo?

• ITA/IME
FíSICA
Volume 1
li ••
34. A figura seguinte mostra um sistema oscilante massa-mola
sobre uma superfície horizontal sem atrito e um outro corpo
que se dirige contra o corpo oscilante, com velocidade v.
O movimento do corpo oscilante é dado por:
37. Um pêndulo de massa Me comprimento eoscila em torno da
vertical, efetuando pequenas oscilações. Pendurada no pêndulo
está uma pequena massa que oscila na vertical (a figura explica a
situação). Como é que a massa m afeta o período do pêndulo?
••
x(t) = (O, 1m) cos(40s- 1t),

em que x é o deslocamento do corpo em relação à posição


2f. M
• ••
de equillbrio. Os dois corpos colidem no instante em que o

••
corpo vibrante passa pela posição de equilíbrio avançando para
a direita. A colisão é elástica.
m

38. A uma polia, de raio r e massa desprezível, está fixa em uma


barra de comprimento ee massa também desprezível com uma
bola de massa m na extremidade. Existe um fio enrolado na
polia que possui uma massa M na extremidade livre (ver figura).
••
A) Qual a velocidade v do segundo corpo para que o sistema
massa-mola fique em repouso depois da colisão elástica?
B) Qual a velocidade do segundo corpo depois da colisão?
Determine o período das oscilações.

••
35. Dois pêndulos simples, de comprimento (f) cada um, estão
ligados por uma mola de peso desprezível, como mostra a
figura abaixo. O coeficiente de elasticidade da mola é igual
a k. Em equilíbrio, os pêndulos estão na posição vertical e a
••
mola não se deforma. Determine a frequência das pequenas
oscilações dos dois pêndulos unidos, nos casos: quando os
pêndulos forem inclinados, em um mesmo plano, em ãngulos
iguais, para um mesmo lado (oscilações em fase) e para lados
••
diferentes (oscilações em fase oposta).
M

39. Encontre o perlodo de oscilações do pêndulo abaixo.


••
e
As massas são m, e m2 e a barra possui peso desprezível.

••
••
m m
••
36.
A) Encontre a dependência da energia potencial de uma
••
esfera de raio r e massa m em relação a um pequeno 0
a partir da posição de equilíbrio. A pequena esfera está
deslizando ao longo de uma superfície curva de raio R. 40. Uma tábua de largura h repousa sobre um cilindro de raio R.
Considerando que não existe deslizamento, em que condições
••
~
~, e
1\

R' 8'
1 \
a barra oscilará sobre a posição de equilíbrio?

y ••
~
' m

••
B) Agora, admita que na mesma situação exista atrito e a
bolinha não desliza . Calcule a frequência angular w . Para
este item, faça as seguintes considerações: R » r e cp « 1. ••
ITA/IME
•• FíSICA
Volume 1
li

•• 41. A interferência de dois MHS ortogonais de mesma frequência


resulta em:
A) uma reta, se a diferença de fase for rm, em que n = O, 1, 2, 3, ...
B) um círculo, se as amplitudes forem iguais e a diferença de
45. Calcule o período das oscilações de um cilindro preso a duas
molas de constante K, como na figura abaixo.

• mn
fase for-, em quem= 1, 3, 5, ...
2
C) uma elipse, se a diferença de fase for arbitrária (diferente de

1:
kn n1t .
1 •

- , em que k = O, 1, 2, 3, ... ) ou - (exclusivamente, no


2 2
caso de as amplitudes dos MHS serem diferentes).
D) todas as alternativas acima são corretas.

•• 42. Na interferência de dois MHS ortogonais, de mesma frequência


e amplitude, pode-se afirmar que:
A) a figu ra de Lissajous não poderá ser uma elipse.
46. (Olimpíada de física da Colômbia) Ao ponto O de uma parede
que forma um pequeno angulo a com a vertical, prende-se
através de um fio de comprimento L uma bola . Logo, inclina-se
o fio com a bola de um pequeno angulo ~ $ > a) e solta-se.

••
B) a figura de Lissajous só poderá ser um circulo. Considerando absolutamente elástico o choque da bola contra
C) a figura de Lissajous só poderá ser uma reta. a parede, encontre o perlodo das oscilações desse pêndulo.
D) a figura de Lissajous poderá ser uma elipse, com eixos
não coincidentes com os eixos coordenados, desde que a

••
diferença de fase dos MHS seja arbitrária (diferente de k1t,
em que k = O, 1, 2, 3, ... ). 2

43. (ITA) Na figura abaixo, que representa a combinação

••
de dois MHS em eixos perpendiculares x = A sen oot e
y = B sen (oot + a), sendo a um número positivo, qual das
expressões abaixo poderá representá-lo? 47. Um co rpo de massa m é conectado por uma mola num
y ponto O sobre uma superfície horizontal, sob re a qual o
corpo pode se mover sem atritos .


••
•• A)a = O B) O< a<~
2
O comprimento relaxado da mola é e0 e sua constante
elástica é k. Num dado instante, a distancia do corpo até
o ponto O é r. Suponha que se faça o corpo girar com
C) O::; a< ~ D) O< a< 1t frequência angular coe no instante inicial ele não possui

••
2 nenhuma componente radia l de velocidade .
E) O< a< 31t A) Calcule o raio de equilíbrio para o qual o corpo realiza
2 movimento circular em torno de O. Expresse r0 em termos
de m, k, l 0 e 0>.

••
44. Na figura abaixo, que representa a combinação de dois MHS B) Calcule o período de pequenas oscilações radiais do
em eixos perpendiculares x = A sen oot e y = B sen (oot + a), corpo em relação ao raio de equilíbrio r0• Imagine que
sendo a um número positivo, qual das expressões abaixo inicialmente o corpo se encontrava em movimento circular
poderá representá-lo? em r0 e com velocidade angular (1) quando uma pequena
perturbação radial fez com que ela começasse a oscilar.

••
y
Dê o resultado em função de k, m e r0 .

48. Um corpo de massa M está preso a uma mola de massa m e


constante k. Calcule o período de oscilações do movimento.

••
•• A)a = O

C) O::; a< ~
B) O< a<

D) O< a< 1t
2:
2

••
2
31t
E) O < a< -
2

·I
•e ITA/IME
FíSICA
Volume 1
li ••
49. Dado o sistema ao lado.
A) Escreva a equação da força
resultante para cada partícula.
B) Sabendo que as soluções são
A partícula pode se mover sem atrito pela superfície da mesa
(e também não há atritos entre a corda e o orifício). Ê dada
:i partícula uma velocidade angular em torno do orifício
(sem nenhuma componente radial de velocidade).
••
do tipo: xl = At-»', calcule
as frequências naturais do
movimento.
A) Sendo r a distância da partícula até o orifício, calcule o
raio de equillbrio r = r0, para o qual o corpo de massa
M fica parado. Expresse o r0 em termos M, m, ro 0 e g, a
gravidade local.
••
••
B) Calcule a frequência de pequenas oscilações radiais da
partlcula em torno de r0 • Imagine que, inicialmente,
a partlcula se encontrava em movimento circular em
50. Três pequenas moedas idênticas, de massa m cada uma, r0 e com velocidade angular ro 0 quando uma pequena
estão conectadas por duas cordas leves e não condutoras,

••
perturbação radial fez com que ela começasse a oscilar.
cada uma de comprimento d. Cada moeda tem uma carga C) Considere que a partícula esteja inicialmente a uma
desconhecida Q. As moedas são colocadas em uma superfície distância r do orifício, com uma velocidade angular ro.
horizontal. isolante e sem atrito, as duas cordas fazendo um O sistema é, então, solto de modo que o corpo M desça
ângulo próximo a 180º, conforme mostra a figura. Após soltar naturalmente até o chão, isto é, suponha que f - H > r0 •
as moedas, observa-se que elas vibram com um perlodo T.
Determine a carga Q de cada moeda.
Qual será a nova velocidade angular ro da partlcula nessa
nova situação?

Expresse o resultado em função dos parâmetros básicos


••
51. (OBF/2011) Um pêndulo é formado por uma haste rígida
do problema.

53. Uma miçanga de massa m se encontra presa (podendo com


apenas um grau de liberdade) a um aro de raio R que gira em
••
(de massa desprezfvel e comprimento L) e uma massa m presa
em sua extremidade inferior. Ele pode oscilar livremente em
torno do seu ponto de suspensão e a gravidade local é g.
Prende-se uma mola de constante elástica k a uma distância h
torno do eixo vertical que passa pelo diâmetro (ver figura) .
Calcule o período de pequenas oscilações em torno da posição
de equilíbrio. ••
••
'
abaixo do ponto de suspensão. ~(.t)

m
••
Supo nha que a mola mantenha-se semp re horizontal
(isto é, podemos imaginar que a mola seja muito longa)
e que ela se encontre relaxada quando o pêndulo estiver
vertical.
54. O sistema mostrado na figu ra está em equilíbrio. A polia e as
molas (as duas constantes são iguais a k) são ideais. O período
••
A) Calcule o período de pequenas oscilações do pêndulo,
em torno de sua posição de equilíbrio. Assuma que o
movimento esteja restrito ao plano da mola-haste.
B) Ese a haste também tivesse uma massa m' homogeneamente
de oscilações verticais da massa m é dado por:

••
distribuída, como isso entraria na expressão para o período?

52. (OBF/2011) Uma mesa, com sua superfície a uma altura H


do cMo, tem um oriflcio em seu centro. Uma partlcula de
••
massa m é presa a um corpo suspenso de massa M por uma
corda de comprimento l > H, que passa pelo oriflcio.
••
••---o
[4m
B) 27t~k
••
H ••
E) 2n ~
••
lTA/IME
•• FíSICA
Volume 1
li

•• 55. O sistema representado na


figura ao lado oscila entrando e
sain do no plano do papel.
As cordas não possuem massa.
a
................... } A)
ro
= [3g(d2 + d1) ] 2
2d 1L
1

•• são perpendiculares entre si e 1

seus comprimentos são e1 e l 2• 2


-[2g(d2 +d 1) ]
respectivamente. Determine o D) ro - 3d L
1
período de oscilação do sistema
em função de g, t 1, l 2 e a.

•• E) ro-
-[g(d2 -d1) ]
2d L
1
1

•• 56. (OBF/200 1) Um bloco de ~


massa M é colocado no m
interior de uma caixa oca de
massa m < M, sem a tampa
k ---~---k--,
M
58. No gráfico (momento linear) x (posição) de um MHS, podemos
afirmar que sua área é igual:
A) à energia total por frequência .
B) à energia total por frequência angular.


1•
inferior, como mostra a ~ 7 7 7 7 7 7 7 7
figura ao lado. O sistema
encontra-se inicialmente mantido em repouso. As molas são
idênticas, com constantes elásticas k e distensões iniciais x0 .
C) à energia total por amplitude.
D) à frequência vezes velocidade.
E) a nenhum dos itens anteriores.

••
Não há atrito entre a caixa e a superfície. O atrito entre o
59. Uma bola de massa m está presa
bloco e a superfície é suficientemente intenso para mantê-lo a um fio de comprimento e e massa
sempre em repouso.
desprezível. Nesse local. existe uma
A) Nestas circunstancias, calcule o menor valor do coeficiente
forte rajada de vento com velocidade


de atrito estático entre o bloco e a superfície.
(v) na horizontal. A força de arrasto
B) Após a caixa ser liberada do repouso, considere que jamais
na bolinha é do tipo F = µv. Determine

••
haja contato entre ela e o bloco, que permanece estático. o período de oscilações da bola em
Sabendo que a caixa oscilará em um movimento harmônico torno da sua posição de equilíbrio,
simples, determine a frequência angular desse movimento.
sabendo que a atenuação do
C) Se tamparmos a parte inferior, de modo que o coeficiente movimento acontece num intervalo
de atrito entre os materiais (bloco de massa M + material de tempo muito maior que o período mg
da caixa) tenha coeficiente de atrito obtido no item (A),
de oscilação.
1 •
e retirarmos a mola do interior, qual será a máxima amplitude

•• em que podemos colocar o sistema para oscilar, de modo


que o bloco não derrape?
D) Se não houvesse a mola da esquerda prendendo o sistema
na parede e não houvesse atrito, qual seria o período do
Obs. : Para esse movimento amortecido, a frequência
angular é dada por:

o>2 = ro~ -(~J,



sistema? em que ro 0 é a frequência angular natural
do movimento em torno da sua posição de equilíbrio.
57. Uma haste fina de comprimento L e área de seção transversal
S é fixada no seu ponto mais baixo P no interior de um A) T = 1t

••
liquido estacionário, homogêneo e não viscoso. A haste
está livre para girar num plano vertical que passa sobre um (~J - (~J
eixo horizontal através de P. A densidade d 1 do material da
haste é menor do que a densidade d 2 do líquido. A haste é
21t

••
deslocada por um pequeno ilngulo 9, a partir da sua posição
de equillbrio, e depois liberada. Mostre que o movimento
B) T =
da haste é harmônico si mples e determine a sua frequência
angular em termos dos parilmetros dados . (~)F[i(J +(:n,J

••
O momento de inércia da barra em relação ao ponto P é
27t
igual a ~ML2 • C) T =
3
(~) 1+( ~~J2

•• =~,= =e:=.::,...··z=
:
=: D) T =
1t

•• :
/ .o/.·== ==:
'--- ---·
.../ - - - - - - .
E) T =
(2~) 1+(2~~J - ( ~ J

21t

• =- -d, p - ·- - - - - - - - .
(7) 1+ (~~J - ( :rnJ


~
ITA/IME
FíSICA
Volume 1
li ••
60. Na figura abaixo, o plano inclinado de um ângulo a é fixo e
totalmente sem atrito. A mola de constante elástica K está
com seu tamanho natural e a bolinha de massa m e carga
Q (positiva) é mantida em equillbrio pela ação de uma força F.
63. Dois trilhos horizonta is sem atrito fazem um ângulo 8 um
com o outro, como mostrado na figura. Cada trilho tem uma
miçanga de massa m sobre ele, e estas estão ligadas por
uma mola com constante k e comprimento relaxado nulo.
••

Retirada , subitamente, a força F, o sistema massa-mola entra Assuma que um dos trilhos possui uma pequena distância,
em movimento harmônico simples. posicionados um por cima do o utro, de modo que as esferas

••
podem passar livremente através do cruzamento.

••
Sendo g a aceleração da gravidade local e E o módulo do
campo elétrico na região (horizontal e no sentido indicado
••
na figura), marque a alternativa verdadeira.

A) T=2n~ m
k sen ex
;A=(mgsena+EQcoscx)/k A) Sendo x(t) e y(t) as posições das duas partículas, em relação
à origem (ponto de interseção das retas), em função do
••
8) T = 21tJW.;A=(mg+EQcosa)/k
tempo, mostre que a soma (x(t) + y(t)) e a subtração (x(t) -y(t))
resultam em equações de movimento harmônico simples.
8) Determine a razão das frequências angulares da soma
(x(t) + y(t)) e da subtração (x(t) - y(t)). Ou seja, determine:
••
••
C) T = 21t~k m ;A=(mg+ EQ)/k ú)(x(t)+y<l)).
sen ex
ú)(x(t)-y<I))

D) T = 21tff A =(mg sen a+EQ coscx)/k


64. No extremo inferior de uma vareta de comprimento e, está

E) T = 2nJW.; A= (mg sena+ EQ sena -cosa)/ k


fixada uma partícula de massa m e carga +q. Na extremidade
superior se encontra um tubo com ra io interno igual a R.
Pelo tubo, passa um cano imóvel. Para qua l valor de 0
(inclinação vertica l) este pêndulo pode estar em equilfbrio7
••
••
Considere o coeficiente de atrito entre o cano e o tubo igual
61 . Uma partícula oscila com a seguinte equação:
g
a µ . A gravidade local vale e o campo elétrico na reg ião
2 vale E(vertical e orientado para baixo).
y(t) = 4cos (½)sen(1 OOOt)

Tal movimento pode ser considerado a superposição de


quantos MHS?
A) Dois. -
g E
••
••
8) Três.
C) Quatro.
D) Cinco.
E) Não pode ser considerado uma superposição de MHS.

62. Sobre uma superfície esférica de raio R estão duas partículas


de mesma massa ligadas por uma haste rígida (sem massa) de
comprimento U. Calcule a frequência angular das pequenas
oscilações. Considere a gravidade igual a g.
A) sen 0 = - ~
R
R+ t -..,1+µ2
µ
••
8) sen e = mg
J(qE)2+ (mg)2
µ
J, + µ 2 ••
8) o.>2 =2
C) cos0=-R-,==m=g==

D) sen 0 = - R- µmg
e
R+ J(qE)2+ (mg)2
••
C) o-l = 2 e2 / R2
R R
R
D) ro2 =2..J1- 4l 2 /R2
E) cose = _R_ µmg
e
e
R+ J(qE)2+ (mg)2

R+ J(qE)2 + (mg)2
••1
••1
E) n.d.a.

ITA/IME
•. /
•• FíSICA
Volume 1
li

•• 65. Um cone de altura H de massa desprezível,


ligado a uma massa de volume desprezível,
está flutuando de cabeça para baixo dentro
da água. A água alcança a altura H/2 quando
68. Uma partícula de massa m está localizada sobre um eixo e
experimenta uma energia potencial do tipo
a
U(x) = - 2
b
- -,

••
X X
o cone está em equilíbrio. Despreze os atritos
e encontre a frequência de vibração do cone onde a e b são constantes. Encontre o período de pequenas
quando é levemente empurrado para baixo . oscilações nas proximidades da posição de equillbrio.
2_ {6g 2_ & A derivada desta função é dada por:

••
A) B)
21tVH 21tVH dU 2a b
- = - -3 + -2
dx x x
C) 2_ {3g D) 2_ {8g
21t'ÍH 21t 'ÍH

••
4rta ~ 4rta e=
A) T = b2v2mb B) T = tT"ma
E) 2_ {2g rta ~ rta e=
21tVH C) T = b2v2ma D) T =vvma

66. (IME) E) T = 4b2


1ta J2ma

•• 69. Uma dobradiça em forma de quadrado ....-------,H


encontra-se em uma mesa horizontal e
lisa. O ponto A é fixado na parede,

•• Um corpo com massa m, inicialmente em repouso sobre uma


superfície horizontal e preso a uma mola de constante elástica
enquanto os vértices B e C são ligados
por uma mola de rigidez k. Encontre o
período de pequenas oscilações do
sistema quando se coloca uma massa m

•• k, representado na figura, recebe um impulso 1, para a direita, no vértice H. Considere a massa da mola A e
dando início a um Movimento Harmônico Simples (MHS). e das hastes desprezíveis. Não existe fricção entre as hastes.
In icialmente não existe atrito entre o corpo e a superfície
horizontal devido~ presença de um lubrificante. Contudo, após A) T = _!: /m B) T =1t tm
5 'Ík 'Í°sk

••
1000 ciclos do MHS, o lubrificante perde eficiência e passa a
existir atrito constante entre o corpo e a superfície horizontal.
Diante do exposto, determine: {3m
A) a máxima amplitude de oscilação.
C) T=21tt D) T = 7tVk

••
B) o módulo da aceleração máxima.
C) a máxima energia potencial elástica .
D) a distancia total percorrida pelo corpo até que este pare E) T= 1t!f
definitivamente.

•• Dados: 70. Um cilindro, perfeitamente vedado,


possui um pistão, de massa m e área m
• massa do corpo: m = 2 kg; S, que sepa ra a mesma quantidade • . ·. :P.: .· ·. . P.; . .
• impulso aplicado ao corpo: 1= 4 kg · m/s; ' . . ·.· .
de gás do lado esquerdo e direito.
• constante elástica da mola: k = 8 N/m; O sistema é perturbado e o êmbolo

•• • coeficiente de atrito:µ = 0, l;
• aceleração da gravidade: g = l O m/s2

67. Em um universo paralelo, a força gravitacional é dada pela


começa a osci lar em um MHS .
No momento que começa a
oscilação, um sensor verifica o ~
deslocamento do cilindro e aplica i:;::::===::i'=::;;;;:=::::;i

••
seguinte equação: uma velocidade angular em torno 1

F,., = - Gm,m,(r, - r;) do eixo de simetria.


Determine o intervalo de ro para que o
Após o Big-bang deste universo, ou seja, durante a expansão, movimento ainda seja um harmônico 1
1.!:::::===l=~\~==-1
••
as partículas se distanciam isotropicamente até uma certa simples para pequenos deslizamentos.
configuração (esférica) e depois retornam ao ponto de origem . P0 e e são a pressão inicial e os 17
/m 1
comprimentos iniciais de cada lado,
respectivamente. As expansões e contrações podem se r

••
consideradas isotérmicas .
4Po5 2P S
A) (O2 > - B) (l)2 > 0-

.. . .. mi me

•• C) < 2P0S P.S


002 D) o>2 < - 0-
me 2ml
M
Sabendo que a massa total vale M, após quanto tempo as E) ro2 <~

•• partículas se reencontram? mt

ITA/\ME
~
fíSICA
Volume 1
li ••
71 . Duas bolas, de massas iguais (m = 3 kg) e presas por uma mola
de constante elástica igual a 150 N/m, deslizam com velocidade
(v = 2 m/s) sobre uma superfície horizontal sem atrito, e uma
delas se choca com a parede vertical em uma colisão elástica.
74. Um aluno de turma ITA bolou um sistema de molas bem
diferente do convencional. A sequência representada na figura
abaixo é repetida infinitamente. Se o aluno colocar um bloco
de massa m, qual será o período das oscilações? A constante
••

Depois de quanto tempo esta mesma esfera volta a encontrar elástica de cada mola vale k.
com a parede 7 Considere que antes da colisão a mola estava

••
relaxada.

••
1t
A)-s
5
7t
B) -s
10
1 1
••
C) ln s
-- 1 1

••
D) Sns 1
!..
5
E) 21t s
A)2rt)W- B) n)W-

••
72. Uma plataforma de massa M possui uma haste vertical, e na
extremidade superior existe um cordão com uma massa m
presa a outra extremidade. Considere que não há atrito entre C) 2n)Jsk D) 21t)~m
a plataforma e o solo. Determine o período para pequenas
oscilações do sistema.
E) 2nJ 73k
75. A figura ilustra um pêndulo formado
••
••
por um fio e por uma esfera oca, cheia
de areia, com um orifício em sua
extremidade inferior. O pêndulo oscila
com amplitude constante e a areia
m
escoa regularmente pelo orifício.
Qual das figuras a seguir melhor
representa o perfil da areia depositada? --4Ae - - - - - - - +-

A)
8
••
••
/ B),<::::::::-:--
A
"
73. Uma massa m, suspensa por uma mola elástica hipotética, de
constante de mola k e comprimento d, descreve um movimento
C)
~ ~ D) C::::
A
A
oscilatório de frequência angular ro = rcJk / m, quando ela é
deslocada para uma posição 20 = 22., abaixo de sua posição de
equilíbrio em z = z•. e solta em seguida. Considerando nula a
força da mola para z < O, determine o perlodo de oscilação da
E) ..-::;::::::
A
~B
••
••
massa e os valores de z entre os quais a mesma oscila. 76. Três pontos fixos estão
igua lmente espaçados
sobre uma circunferência
de raio a. A força que cada

••
um desses pontos faz sobre
d uma partícula de massa m é do
tipo F= -kR, onde R é um
o vetor apontando de cada fonte

••
para a massa, e k, uma
constante igual para as três
m forças. O ponto de massa m é

z
1
1
1
1
.,.L,
,_ ....'
1
I colocado no instante inicial (t = O) a uma distância
velocidade vo.
r0

A) Calcule a força resultante das três partículas durante o


tempo.
B) Calcule o período do movimento.
com

••
ITA/IME
••
•• FíSICA
Volume 1
li

•• 77. Um tubo em forma de U com


uma área de secção interna
circular S possui um lado
vertical e o outro inclinado
Onde T é o período do movimento:
A) a amplitude das oscilações é de 70 cm .
B) a energia cinética é máxima em t = T/2 .
C) a velocidade é máxima em t = T/4

•• para com a horizontal de


um angulo a.. Existe no tubo
um liquido com densidade p
e massa M, de modo que o
9 ! D) o módulo da força restauradora sobre a massa aumenta
ent re t = Oe t = T/4.
E) a energia potencial elástica será máxima em t = T/4 .

•• lado vertical é fechado por


um pistão que está ligado a
uma mola de constante
elástica k (ver figura). Encontre
s
80.
m

I

••
o período das pequenas
oscilações do presente sistema. Adote a aceleração da queda
como g .

A) T= 27t
M
pg5(1+sencx)+k
-
Sobre uma cinta horizontal de transporte, que se move com
velocidade u, encontra-se um bloco de massa m unido a

••
uma parede imóvel por uma corda de constante elástica k.
M Suponhamos que, no instante inicial, a mola não está
B) T = 21t
pg5(1-cosa)+ k deformada e a massa se desloca junto com a cinta. Sabendo
que o coeficiente de atrito da cinta va leµ (cinético e estático),

••
M determine a amplitude das oscilações que irão surgir.
C) T = 21t
pgS(2+sencx)+k A)uJm/k B) µuJm /k

2M C) u~µ m/k D) (1 + µ)uJm / k


D) T= 21t

••
pgS(1 +sena)+ 2k E) (1 - µ )u-1m/k

M
E) T = 21t 81 . (Professor Carlos Eduardo) Um líquido s
pgS(1+cosa)+ k ideal se encontra no interior de uma

•• 78. Determine o período das pequenas


oscilações de um pên dulo simples de
coifa na posição de equilíbrio, como
mostra a f igura . A coluna do lado
direito é maior que a do lado esquerdo
por um comprimento h. A altura total, L

••
comprimento t = 21 cm, suspenso num
ponto O que se move aceleradament e em relação à conexão inferior, é L. A
com aceleração de módulo w = g/2 . área da tubulação vale s e a área do
cilindro é muito maior do que s. Ao
A aceleração
-
w
faz um angulo de 120º
provocar uma variação de altura, muito .· .

••
com g. pequena, na coluna da direita, um _.......___;__ _.__
A) 0,8 s B) 0,4 s movimento harmônico simples surge. Determ ine o período das
C) 1,0 s D) 1,4 s oscilações. Despreze a pressão atmosférica.
E) 1,8 s

•• 79. Uma mola suspensa no teto é puxada para baixo e liberada. A


massa, em seguida, oscila com movimento harmônico simples
do período de T. O gráfico mostra como a sua dist ancia, a partir
do teto, varia com o tempo. O que pode ser deduzido a partir
A) T = 21t ( L hs)
g 1- -
Vo
B) T = 21tt

•• do gráfico?
C) T = 21t)Lvo D) T = 21t
ghs
Distancia do teto (cm)
9(1+ ~:)

•• 82. Determ i ne o t empo que uma barra de comprimento


L leva para parar sobre uma superfície rugosa cujo

•• coeficiente de atrito cinético valeµ . Sabe-se que a v0 > ~µgl .


O tempo começa a ser contado a partir do momento em
que a extremidade dianteira da barra entra em contato
com o piso rugoso. Considere que a gravidade local vale g .

•• (0,0._
) _ _ _ _T_ _ _ _T_ _ Tempo
L
~1

••
4 2

ITA/IM E
] ,.
FíSICA
Volume 1
li ••
83. Pequenas oscilações de uma massa m nas proximidades de
um planeta de massa M (densidade homogênea) são bastante
••
comuns em problemas de física. No primeiro caso, existe um
túnel que passa tangente à superfície do planeta; as paredes do
túnel não possuem atrito e o corpo efetua pequenas oscilações.
No segundo caso, o corpo pode oscilar dentro de um túnel
••
(também sem atrito) que passa a uma distancia a do centro
do planeta. Analise os dois casos abaixo e determine a razão
entre os períodos em função dos parc'.lmetros apresentados na
imagem.
••
1
t+-X ...j ••
A) e=( ~:: )(~)

m)
••
••
B) l = ( ~:: )( M:

C) e= ( ~z)(M:m)
Obs.: A constante gravitacional vale G e o raio do planeta vale R. D) e = (~::)(M:m) ••
••
84. Dois blocos estão localizados em uma superffcie horizontal
e lisa. Eles estão presos por uma corda e por uma mola ideal E) f= (~:: )(:)
comprimida de 2 cm. A massa dos blocos são m1 = 100 g e
m2 = 300 g. Sabendo que o bloco 1 está encostado na parede, 87. Uma massa m é presa a n molas de comprimentos iniciais nulos.

••
encontre o que se pede: As outras pontas das molas são presas em locais aleatórios
(ver figura). As contantes das molas são k 1, k2, k3 , • •• , k0 •
A massa se encontra inicialmente em equilíbrio. Um garoto dá
um chute e se inicia um movimento arbitrário. O período deste
movimento é dado por:
Obs.: Ignore a gravidade.

••
••
••
A) Qual a elongação máxima da mola após a corda ser cortada;
B) Sabendo que o período do movimento subsequente vale
T = 1 s, quanto vale a constante elástica?
C) Qual a normal sobre a parede no momento que a corda é

••
cortada?

85. Um relógio de pêndulo se encontra preso a um carrinho de A) T = 2nJe, onde keq = I,~_ 1k,
elevador que inicia seu movimento acelerado para cima com

••
aceleração a (a < g). Após percorrer uma altura h, a aceleração
é invertida para baixo, mantendo o mesmo módulo. Encontre o B) T = 27tJ2, onde keq = I,~_ 1k,
intervalo de tempo, após o inicio do movimento, que o relógio
volta a marcar o mesmo horário que marcava no início do
C) T = 2nfÇ
~. onde k;,: = I,",.1 k-,
••
a 1
experimento. Expresse sua resposta em função de 11 = - , a e h.
g

86. Um pêndulo AB, com esfera de massa M, é colado em um outro


D) T = 2nJ2, onde k;,: I,~_ k1
= 1
1

pêndulo BC, com massa m. Se o ponto A realiza oscilações


pequenas na direção horizontal de período T. Encontre o
comprimento edo fio BC se o fio AB permanece na vertical
durante todo o tempo.
E) T =2nnf, onde k;,: =I.: 1k~1
••
ITA/IME

•• FíSICA
Volume 1
li

•• 88. Uma partícula se move de acordo com a seguinte equação no


SI:

J2 sen ( /3 t) + cos( /3 t)
Sendo TP o período do movimento harmônico simples do
planetoide com pequenas oscilações em torno do eixo z e T5 o
período do movimento das estrelas, determine a razão Tfí5•

••
y(t) =
91. Duas esferas de mesma massa m estão presas ao teto por fios
Sobre este movimento, é correto afirmar que: ideais e unidas por um elástico. A situação representada a seguir
mostra as partículas em repouso e o elástico indeformado.
1. A amplitude do movimento vale /3 m; Determine o período do movimento quando as duas são

•• li. A velocidade máxima deste movimento vale 3 m/s;


Ili. A aceleração deste movimento pode passar de 9 m/s2 •

A) Os itens I e li são falsos.


afastadas igualmente um do outro por pequenos ângulos .

•• B) Os itens I e Ili são verdadeiros .


C) Os itens li e Ili são falsos.
D) Somente o item Ili é falso .
E) Todos os itens são verdadeiros.

•• 89. Presa em um dos extremos de uma mola, com constante elástica


k, não deformada, se encontra uma massa m . Se o outro
extremo da mola é puxado com uma velocidade constante
mi-----------lllll(m
••
u, ao longo da mola, por uma distancia d e em seguida para
instantaneamente, determine para quais velocidades u a massa,
uma vez parada, não voltará a oscilar. Dados:
• A constante deste elástico quando tensionado vale k;
• A gravidade local vale g;

•• k
u
• A massa do elástico é desprezível;
• Desconsidere qualquer tipo de resistência .

••
m
B) T = 1t /m + 1t {I
~2k fg

-• H
A) u = -3d - , onde n pode ser {1 , 2, 3, ... }
2nn m D) T = 1t
k
B) u = -3d~
-, onde n pode ser {2, 4, 6, ... }
2nn m

•• C) u = - d ~
- , onde n pode ser {1, 2, 3, ... }
2nn m

D) u = -2d~
- , onde n pode ser {1, 2, 3, ...}
Apêndice

•• nn m

E) u = - dt
2nn m
-, onde n pode ser {1, 3, 5, ...}
Grandezas fundamentais
A) Amplitude: magnitude máxima de deslocamento da posição
de equilíbrio. (S.I - m) - A.

•• 90. Duas estrelas, cada uma de massa M e separadas por uma


distância d, orbitam em torno do centro de massa . Um
planetoide de massa m (m << M) se move ao longo do eixo
B) Período: tempo necessário para a repetição do momento

C)
cinemático (x; v; ã), ou a repetição do ciclo. (S.1- s) - T.
Frequência: número de ciclos por unidade de tempo.

•• perpendicular ao plano orbital.


1 ciclo _1)
( S.1-Hz =-s- = l·S - f


D) Pulsação: ro = 2 . n .f

••
Derivadas
Sejam u e v funções deriváveis de x e n constantes .
1. y =u" => y' =nu"- 1u'

•• 2.

3.
y = uv => y' = u'v + v'u
u
y = - => y' =
V
u'v-v'u
V
2

•• 4. y = a" => y' = a" {ln a)u', (a > O,ª* 1)

,. ITA/I ME
FíSICA
Volume 1
li ••
S. y = e" => y' = e"u' Bibliografia

6.

7.
u'
y = log. u => y' = - log. e
u

y = 1nu => y ' = -1u '


CALÇADA. Caio Sérgio. Física Clássica - Óptica e Ondas. 2° Grau.
FEYNMAN, Richard P. Uções de Física de Feynman. Artmed.
IRODOV. Problems in General Physics (Mir Moscou).
tndian National Physics Olympiads - Theory Problems. Compiled
••
8.

9.
u
y = u• => y'= v u•-1 u + u•(ln u)v

y = senu=>y'= u'cos u
by Vijay A. Singh e Sh irish R. Pathare.
NUSSENZVEIG, Hersh Moyses. Curso de Física Básica 2 - Fluidos,
Oscilações e Ondas de Calor.
••
10. y = cos u => y' = --u'senu

11. y = tg u => y' = u' sec 2u


TIPLER, Paul A; MOSCA, Gene. Física para Cientistas e Engenheiros.
Vol. 1.
••
12. y = cotg u => y' = - u'cossec 2 u

13. y = sec u => y' = u'sec u tg u

14. y = cossec u=> y' = --u'cossec ucotg u


Anotações

••
••
u'
15. y = are sen u => y' = , . - ,
vl - u2
- u'
16. y = are cos u => y' = ,.-,

••
v1-u2
u'
17. y = are tg u => y' =- -
1+u2
- u'
18. y = are cotg u => - -

19. y =arcseeu,lul~ l
l +u2

=> y'= ~
u'
, lul> l
••
••
lul u2- 1
- u'
20. y = are cossec u, lul ~ 1 => y' = ,J , lul > 1
lul u2 - 1

Identidades trigonométricas

1. sen2x + cos2x = 1

••
1 + tg2x = sec2x


2.

3. 1 + cotg2x = eossee2x

4. sen 2x=
1-cos 2x
2
••
5. 2
COS X
1+ cos2x
z
••
••
6. sen 2x = 2 sen x cos x

7. 2 sen x cos y = sen(x - y) + sen(x + y)

8. 2 sen x sen y = eos(x - y) - cos(x + y)

9. 2 eos x cos y = cos(x - y) + cos(x + y)

10. 1± sen x = 1 ± eos ( %- x) ••


••
ITA/IME •
••
•• FíSICA
ELETROSTATICA
Ili

••• Conteúdo:
WGA ELÊTRICA

• ••
Introdução ................................................................................................................................................................................................................. .40
Carga Elétrica ..............................................................................................................................................................................................................40
Conservação da carga .................................................................................................................................................................................................40
Unidades .....................................................................................................................................................................................................................40
Principio de atração e repulsão .... .............................................................. ........................................................................................... ;.....................41
Materiais condutores e isolantes .................................................................. ........................................................ ......................................................41

••
Processos de eletrização .................................................................,.................................................................. .............................. ...... .....................41
Exercícios .......................................................................................,.................................................... ,....... ...............................................................43
FORÇA ELttRICA
Introdução ..................................................................................................................................................................................................................46

••
Princípio da Superposição...........................................................................................................................................................................................47
Distribuições de Carga ................................................................................................................................................................................................47
Exercícios ...................................................................................................................................................................................................................49
ÚMPO ELÊTRICO E LEI DE GAUSS
Introdução .................................................................................................................................................................................................................. 60

•- Definição..................................................................................................................................................................................................................... 60
Superposição de campos .. ........................................................................................................................................................................................... 61
Aplicações ...................................................................................................................................................................................................................61
Exercícios ..................... ............................................................ ................................................................ .................................................................. 67

•• POTENCIAL ELRRICO
Introdução ................................................................................................................................................. ................................ ... .............................. 83
Trabalho da força elétrica ......................................................................................................................................................................................... .. .83
A unidade do potencial ...............................................................................................................................................................................................84

•• Superposição ............................................................................................................................................................................................................... 84
Superfície equipotencial ..............................................................................................................................................................................................84
Movimento de uma partícula provocado por uma diferença de potencial ..................................................................................................................85
Condutores ................................................................................................................................................................................................................. 85


Métodos das imagens (opcional) ................................................................................................................................................................................87
Entendendo melhor a eletrização ................................................................................................................................................................................ 88

••
Exercícios ...................................................................................................................................................................................................................90

••

••
••
••
•••

J. •
FíSICA
Volume 1
Ili ••
Um bastão de vidro e um pedaço de seda, inicialmente
neutros (a) são atritados, havendo passagem de elétrons do vidro
para a seda (b), que ficam, ao final do processo, com cargas positiva
e negativa, respectivamente (c).
Eletrização por contato de duas esferas condutoras idênt icas.
Inicialmente uma está carregada e a outra está neutra (a). Após o
contato (b) a carga se distribui pela metade entre as duas esferas (c).
A dist ribuição de cargas depende de vários fatores. Mesmo
••
Depoisde fazer tal experiência inúmeras vezes, cientistas montaram
a seguinte tabela, indicando qual material deve ceder elétrons em relação
a outros. Essa série de valores foi batizada como série triboelétrica.
sendo condutores, as cargas não fluem indefinidamente. A forma
do objeto também tem influência sobre a carga fina l obtida através
do contato. · ••
••
Série triboelétrica
Eletrização por indução
Pele de coelho
Quando aproximamos um corpo eletrizado de um condutor,
Vidro polido
+ inicialmente neut ro, as cargas migram de tal maneira que as positivas
fiquem próximas das negativas e vice-versa.

••
Mica
Por exemplo: Tomemos um bastão carregado negativamente
Marfim
e aproximemos de um condutor neutro. Os elétrons deste condutor
Lá migram para a extremidade oposta mantendo-se distantes do bastão
carregado também de elétrons. Cuidado para não sair por ai dizendo


Pele de gato
que os prótons migram para regiões próximas a do bastão. Isso é um
Penas erro grave! Os prótons estão presos à estrutura e somente elétrons
Seda
Algodão
Âmbar
estão livres para se mover.

++ ~= ••
••·
- +~=ª
Ebonite ++ -
Celuloide
Indução Eletrostática num condutor devido à aproximação
Observe a posição da seda e do vidro como visto de um corpo carregado negativamente.
anteriormente.

Eletrização por contato


Éo processo que ocorre quando um corpo neutro é colocado
Ao induzir cargas no material condutor, podemos ligá-lo
à Terra. Dessa forma, a carga de mesmo sinal do corpo carregado
é anulada pela Terra. Por exemplo, se o corpo for carregado
posit ivamente, os elétrons sobem da Terra para o condutor
••
em contato com um corpo eletrizado, havendo uma redistribuição
de carga elétrica entre eles. Se um ou ambos os corpos são isolantes,
a troca de cargas se dá apenas em uma pequena região em torno do
contato. Se ambos os corpos forem condutores, a troca de cargas
neutralizando a carga positiva do condutor. Após isso, podemos
cessar o aterramento (mantendo o condutor próximo ao corpo
carregado) e em seguida afastá-lo. Assim , o condutor ficará
carregado negativamente.
••
afeta a totalidade dos mesmos.

+ ++
+Q+ o
+
·0;, +
+
+ +
+Q + Q +
-~+
-~+
- --+ +
+
+
+++++

+
0
+++
+
+ -
---
+ - Q ) iª
-
-- =
••

+ + + + + + -- - ++
- -
-:o:- o :c;t2- -o- Q- b :~~: ~ b
Eletrização por contat o ent re dois condutores, sendo um
inicialmente carregado com carga positiva a e negativa b.
No caso bastante particular de condutores esféricos
Ao ligarmos o corpo neutro à Terra, as cargas de mesmo
sinal que o corpo eletrizado se neutralizam.
••
idênticos, a redistribuição de cargas se faz meio a meio. Estudaremos
alguns casos mais diferentes ao definirmos potencial elétrico. Veja
um exemplo de contato entre dois condutores esféricos:
+ ++
Temos aqui um experimento bastante interessante: o
eletroscópio de folhas.

••
+
U O·
+
+ +
Q, = Q
+
+

Q, = Q
••
00
+
+


e
+
+
+ + + Eletroscópio de folhas.

~
u
Ao aproximarmos uma esfera carregada positivamente,
os elétrons são atraídos para a parte superior do eletroscópio
(carga tota l nula) e a reg ião inferior (folhas) ficam carregadas

~
•eJ
positivamente. Como as cargas de mesmos sinais se repelem,
as folhas se abrem. A mesma coisa acontece quando a esfera é
carregada negativamente.

ITA/IME
•• FISICA
Volume 1
Ili

•• Exercícios Resolvidos Exercícios

•• 01. Na ausência da gravidade e no vácuo, encont ram-se três esferas


condutoras alinhadas, A, B e C, de mesmo raios r,r e 2r e de
massas respectivamente iguais a m,m e 2m. Inicialmente B e C
~ Um condutor isolado perde elétrons. Podemos afirmar:
A) O condutor fica carregado positivamente.
B) O condutor fica carregado negativamente.

•• encontram-se descarregadas e em repouso, e a esfera A, com C) O condutor fica neutro.


carga elétrica Q, é lançada contra a intermediária B com uma D) O condutor fica neutro ou carregado positivamente.
certa velocidade v. Supondo que todos os movimentos ocorram @ Nada se pode afirmar.
ao longo de uma mesma reta, que as massas sejam grandes o

•- suficiente para se desprezar as forças colombianas e ainda que O~ Após atritarmos um bastão de ebonite com um pedaço de lã,
todas as colisões sejam elásticas, determine a carga elét rica de / medimos o valor da carga adquirida por aquele. Um passivei
cada esfera após todas as colisões possíveis. valor para esta medida é:
A) +s,o x , 0- 19 c
B) -7,2 x , 0-19 c

•e
Solução: ,.o,.,_+s,4 x , 0-19 c
\Qi),4,8 X 10-19 C
E) Os valores dos itens b e d são possíveis.

••
º 3((Fundação Carlos Chagas) Um bastão de vidro é atritado em
J · ~erto tipo de tecido. O bastão, a seguir, é encostado num
eletroscópio previamente descarregado, de forma que as folhas
1° Colisão: do mesmo sofrem uma pequena deflexão. Atrita-se a seguir o
bastão novamente com o mesmo tecido, aproximando-o do
Como as massas são iguais e a colisão é elástica, após a colisão, a
e esfera A possui velocidade nula e a esfera Badquire velocidade v.
mesmo eletroscópio, evitando o contato entre ambos. As folhas
do eletroscópio deverão:

••
Além disso, as duas ficam com cargas iguais a Q/2 . A) manter-se com a mesma deflexão, independente da
polaridade da carga do bastão.
2º Colisão: ~abrir-se mais, somente se a carga do bastão for negativa.
\g)abrir-se mais, independentemente da polaridade da carga
Podemos utilizar a conservação do momento e que o coeficiente

••
do bastão.
de restituição é igual a 1. Logo:
D) abrir-se mais, somente se a carga do bastão for positiva .
1) p:ntes) + Pttes) = pfepois) + p~epois)
E) fechar-se mais ou abrir-se mais, dependendo da polaridade
mv = mV~ + 2mV~ da carga do bastão .

•• y/. (UFMG) Um isolante elétrico:


V' -V'
li) e = _c
_ _e = 1
V
A) não pode ser carregado eletricamente.
Éóbvio que a partícula C irá ganhar velocidade para a esquerda . B) não contém elétrons.
Resta saber a velocidade final da partfcula B para saber se haverá C) tem de estar no estado sólido.

•• outra colisão com A. Assim, calculemos apenas V~. ,,.Bl tem, necessariamente, resistência elétrica pequena.
\:!)não pode ser metálico.
V= V~+ 2(V~ + v)
Mf. Seja A uma esfera condutora de carga elétrica Q. Tomam-se N

••
V'=_-::!_ neutras idênticas à A e isoladas umas das outras e realiza-se a
8 3
seguinte operação: toca-se A com a 1ª esfera neutra, depois
toca-se A com a segunda e assim sucessivamente. Se, ao final
Ou seja, retorna e colide com A. Além disso, as cargas após a da operação, a carga da esfera A é 2<15 - 4 Nl vezes a carga inicial
segunda colisão são: de A, quantas esferas foram tocadas por A?

•• .9. = Q~ + Q~ = q' + 2q' ~ q' = .9.


2 6
ofl. Um aluno das turmasespeciais realizou a seguinte experiência:
f. 1. Eletrizou uma pequena esfera condutora A com uma carga Q;
li. Tomou uma esfera neutra idêntica à primeira e provocou

••
Logo: Q~ = q/6 e Q~ = q/3 . um contato entre elas;
Ili. Tomou duas esferas neutras idênticas à A e provocou um
3° Colisão: contato simultâneo entre elas e a esfera A;
IV: Tomou três esferas neutras idênticas à A e provocou um
As partículas A e Bse chocam novamente passando a ter mesma contato simultâneo entre elas e a esfera A; e assim por diante.
carga no final, pois possuem mesmo raio.
> Sabe-se que o número total de esferas na experiência (inclusive

••
A) é 56. Dai, a razão entre a carga contida na esfera A, após a
O"+ O"= .9.+.9. = I q = 20" experiência, e Q é, aproximadamente:
A B 2 6 3
A) J_ B) _1
Q" =Q" = .9.3 9! 10!

••
A B
(c)~
1..2_ D) 1
No final todas as cargas serão iguais a q/3. 11! 12!
E) N.D.A.

,~ • ITA/IME
FíSICA
Volume 1
Ili ••
E6uas bolas de vidro iguais, com dimensões razoáveis estão
carregadas com cargas iguais a -Q e colocadas perto uma da
/ . .Na eletrizaçcio por indução, ao conectarmos um eletroscópio
folhas à Terra, podemos afirmar que:
••
outra, de tal maneira que a distancia entre seus centros seja D
e que sejam evidenciados fenômenos de indução. Duas bolas
de ferro com o mesmo tamanho que as de vidro, mesma carga,
são colocadas à mesma distancia D, então:
s folhas se fecham.
s folhas se abrem se o indutor é positivo, pois os elétrons
sobem da terra.
C) as folhas ficam nas mesmas posições, pois os elétrons só
••
A) a força de repulsão é maior nas bolas de vidro.
B) a força de repulsão é menor nas bolas de vidro.
C) a força nas bolas de vidro tem a mesma intensidade que a
força nas bolas de ferro.
irão neutralizar as cargas induzidas.
D) somente se a carga do eletroscópio for negativa as folhas
se fecham, pois os elétrons irão se escoar para a Terra.
E) somente se a carga do eletroscópio for positiva as folhas se
••
••
D) nas bolas de vidro não aparece força elétrica devido serem fecham, pois os elétrons irão subir da Terra, neutralizando-a.
isoladas.
E) nenhuma das proposições é verdadeira.

~ Um eletroscópio de folhas, previamente carregado com uma


I (PUCCamp-SP) Duas pequenas esferas suspensas por fios
isolantes estão eletrizadas negativamente e repelem-se

••
mutuamente. Observa-se que, com o tempo, a distancia entre
elas diminui gradativamente. Pode-se afirmar que isso ocorre
carga de sinal desconhecido, é submetido a alguns testes:
porque as esferas, através do ar:
1. Aproxima-se um condutor neutro e as folhas se fecham
ligeiramente;
li. Afasta-se o condutor neutro e aproxima-se um isolante
carregado positivamente e observa-se que as folhas também
se fecham ligeiramente.
Desta forma:
••
A) determine a carga de eletroscópio. Justifique.
B) se nas condições do item li ligamos o eletroscópio à Terra,
o que acontecerá com as cargas no eletroscópio? Explique
em termos de movimentação destas cargas.
A) recebem prótons.
Q_ recebem elétrons.
@erdem elétrons.
B) perdem prótons.
D) trocam prótons e elétrons.
• ••
09(um eletroscópio de folhas, inicialmente neutro, é eletrizado
/ seguindo os seguintes passos:
1. Aproxima-se da parte superior do eletroscópio um bastão
carregado positivamente;
2. Conecta-se o eletroscópio à terra, ainda na presença do
f Em uma esfera metálica oca, carregada positivamente, são
encostadas esferas metálicas menores, presas a cabos isolantes
e inicialmente descarregadas. ••
bastão;
3. Desconecta-se o eletroscópio da terra, ainda na presença
do bastão;
4. Afasta-se o bastão.
•••
Analise as afirmativas.
1. O eletroscópio de folhas encontrava-se antes do passo 1
com as folhas abertas;
li. Quando da execução do passo 1 as folhas se abriram; ,
As cargas que passam para as esferas menores, 1 e 11, são
respectivamente:
A)
C)
zero e negativa.
positiva e negativa.
@zero e positiva.
D) positiva e zero.
•,.•
Ili. Quando da execução do passo 2 as folhas se fecharam
E) negativa e positiva.

••
parcialmente;
IV. Quando da execução do passo 3 as folhas continuavam do
J considere N + 1 esferas condutoras idênticas, sendo N neutras
jeito que se encontravam quando da execução do passo 2;
V. Quando da execução do passo 4, as folhas se fecham; ~
vr·
~ uma carregada com carga q (esfera A). São feitas as seguintes
operações:

••
VI. A carga final do eletroscópio é negativa; 1. Coloca-se em contato a esfera carregada com uma neutra;
VII. A carga final do eletroscópio é positiva; 1 li. Em seguida, coloca-se a esfera A em contato com duas
VIII. Ao aproximar do eletroscópio já carregado um corpo / neutras;
positivamente carregado, as folhas tendem a fechar; V Ili. Coloca-se agora a esfera A com três neutras;
IX. Ao se aproximar do eletroscópio já carregado um corpo
de carga desconhecida, se as folhas se abrirem é porque
I
a carga do corpo é positiva;
X. Independente da situação, ao se aterrar o eletroscópio, as
folhas se fecham.
1y. Os processos acima continuam sendo feitos até que a esfera
A entre em contato com todas as N esferas neutras.
Determine a carga final da esfera A Note que de um processo
para o subsequente sempre aumenta uma neutra e teremos uma
operação completa quando todas as N neutras forem tocadas. ••
Assinale a alternativa que corresponde às afirmações
verdadeiras-.
A) li, Ili, Y/YI, VIII e X
r- Um professor de Física tomou uma pequena esfera metálica e
eletrizou-a com uma carga elétrica q. Em seguida, tomou outras
n (n é par) esferas neutras, idênticas à primeira, e provocou
8) t(lV, v,yt e VIII um contato simultâneo da primeira com metade das esferas
R -ill Vr-:VII e IX neutras. Depois, co locou a primeira esfera em contatos
l9J" II, IV,~ VIII e,x sucessivos com as demais, que ainda estavam neutras. Qual a
E), ll;-i:v"i~J..é'X carga final da primeira esfera?

ITA/IME
•1
~
•• FíSICA
Volume 1
Ili

•• 15. N esferas metálicas de raios R1, R2, R3, ... , Rn, inicialmente
neutras, são postas em contato com out ra esfera metálica de
raio Recarga Q.
A) Determine a carga final da esfera de carga Q, se esta é
D) O fóton pode criar uma estrutura chamada positrônio,
formada de elétron e pósitron, razão pela qual proporcionará
a violação da Lei da Conservação da carga total, dentro e
fora da caixa.

••
E) A Lei da Conservação da carga não está de acordo com a
colocada em contatos sucessivos, isto é, primeiro com a
exigência da invariancia re lativlstica, isto é, a Lei acima não
esfera de raio R,, segundo com a esfera de raio R2, e assim prevalece em qualquer sistema de referência inercial, ou no
por diante. sentido mais forte de que observadores localizados em
B) Determine a carga final da esfera de carga Q, num contato referenciais dife rentes, ao medirem a carga, obtêm

••
simultãneo com as esferas neutras. resultados diferentes.

Ufla/2003) Uma vela acesa é colocada entre duas placas / A figura mostra três bolhas . - - - - ~ -\_ _ ___,
1 próximas e eletrizadas com cargas elétricas de sinais contrários, idênticas, A, B e C, fl utuando ~ (.~._)
~ conforme figura. dentro de um recipiente condutor ~ _ ~

•- +
+
+
+
aterrado por um fio. As bolhas
inicialmente têm as mesmas cargas.
A bolha A choca-se com o teto do
recipiente e logo em seguida com
Jli.. A ··1
~
V (_-/.1
(;\.

••
+
+
a bolha B. A bolha B choca-se com ··-·0:_;,;
J
+
a bolha C, que então dirige-se para
+ a base do recipiente. Quando a
+ bolha C toca a base do recipiente,
+ uma carga -3e é transferida para ele através do fio da terra,

•• Supondo o sistema isolado de forças externas, pode-se afirmar


que a chama da vela:
A) será atralda pela placa eletrizada positivamente.
conforme indica a figura .
~,:rmine:
/ ~ carga inicial de cada bolha.

••
B) não será atraída por nenhuma das duas placas. uai a carga transferida através do fio quando a bolha A
C) sofrerá um alongamento vertical. ate na base do recipiente?
D) sofrerá uma diminuição do seu tamanho. Durante o processo descrito, qual a carga total transferida
E) será atralda pela placa eletrizada negativamente. através do fio?

•• / A esfera condutora de 2d. Uma esfera A, condutora, carregada com uma carga de
/ ' · ~m eletroscópio está / + 16 µC, foi colocada em contato simultaneo com outras m
carrega da com carga
q, deixando as folhas
Q~ Uoª esferas condutoras neutras. Em seguida, a esfera A realizou
contatos sucessivos com outras n esferas condutoras neutras.

•• f _
separadas conforme a ..i. Todas as esferas do problema são idênticas. Sabe-se que
figura 1. Um bastão com m + n = 5 e que a última esfera que manteve contato ficou

4t
carga QA é aproximado com urna carga igual a + 1 µC, assinale a alternativa que
da esfera condutora corresponde a m e a n. ~
(sem tocá-la) e as folhas A) m = 1 e n = 4 \fil)n = 3 e n = 2

•• do eletroscópio se
aproximam, conforme
a figura li. O bastão de
carga QA é removido a
1t -
li Ili
C) m =2 e n = 3
E) m =5 e n =O

ft. Considere 5 bolas, b,, b


D) m = 4 e n = 1

... ,b , condutoras de raios 2R,

••
um diferente com carga Q 8 . Agora é aproximado, e as folhas 2 5
inicialmente neutras. Urna sexta bola condutora, de raio R,
do eletroscópio se afastam, conforme a figura Ili .
eletrizada com carga + q, foi contactada sucessivamente com
Marque a opção correta . as bolas b,, b2 ... , b5 . Após os contatos, verificou-se que a
A) O valor da carga QAé menor que o valor de carga q. esfera b3 ficou com 36 cargas positivas a mais que a esfera b4 .

••
A e q têm os mesmos sinais. Determine a carga +q.
8
e q têm os mesmos sinais.
A é positivo e Q é negativo.
8 k-,_m
cubo metálico é carregado ao entrar em contato com
E) QA é negativo e QAé positivo. ~ m a placa metálica carregada. Após cada contato, a placa é
recarregada ficando sempre com uma carga Q. Sabe-se que,

•• / .Considere uma caixa de paredes finas no vácuo, exposta a raios


gama, conforme mostra a figura.
Fóton
t
após o primeiro contato, a carga adquirida pelo cubo é Q/6 .
Encontre a máxima carga do cubo.

3 A bola 1 pode carregar-se até certa carga Q mediante um

•• D
gerador. Em seguida, mediante o contato com a bola 2, a
primeira pode transmitir para a segunda bola parte da carga.
No primeiro contato, a bola 2 passou a ter uma carga q.
(A bola 2, antes dos processos, está neutra). Determine que carga

••
a bola 2 pode adquirir repetindo-se reiteradamente o processo .

A) O fóton pode criar cargas, variando, portanto, a carga total,


dentro e fora da caixa .
B) O fóton jamais pode criar carga, assim, a variação da carga

••
~ total, dentro e fora da caixa, é nula.
'0::J)A caixa pode tornar-se o palco de uma "criação de par",
mas de tal forma que a variação tle carga total, dentro e Gerador
fora da caixa, é nula.

• ITA / IME
FiSICA
Volume 1
Ili •-
/
v{Três esferas condutoras, A, B e C, têm o mesmo diametro.
·· A esfera A está inicialmente neutra e as outras duas estão
carregadas com cargas QB = 1,2 µC e QC = 1,8 µC. Com
a esfera A, toca-se primeiramente a esfera B e depois a C.
Força Elétrica ••
As cargas elétricas de A, B e C, depois desses contatos, são,
respectivamente:
A) 0,60 µC, 0,60 µC e 1,8 µC.
B) 0,60 µC, 1,2 µC e 1,2 µC.
Introdução
••
••
C) 1,0 µC, 1,0 µC e 1,0 µC.
@)1,2 µC, 0,60 µC e 1,2 µC. As primeiras experiências que evidenciaram essa relação
E) 1,2 µC, 0,8 µC e 1,0 µC. foram realizadas por H. Cavendish, entre 1771 e 1773, mas somente
em 1785, Charles Augustin de Coulomb enunciou a lei que leva
y. Considere as seguintes afirmativas.
1. Um corpo não eletrizado possyi um número de prótons igual
ao número de elétrons; ~
li. Se um corpo não eletrizado perde elétrons, passa a estar
o seu nome, após realizar a clássica experiência com a balança de
torção. Trata-se, portanto, de uma lei empírica, que não admite
demonstração. Um possível enunciado para esta lei segue abaixo:
"A força de Interação entre duas cargas elétricas pontuais em
•-
••
positivamente eletrizado e, se ganha elétrons, negativamente repouso é diretamente proporcional ao produto entre elas e
eletrizado; t./ inversamente proporcional ao quadrado da distancia, atua ao longo
Ili. Isolantes ou dielétricos são substancias que não podem ser da linha reta que as une e é repulsiva, se as cargas forem de mesmo
eletrizadas. 7'---. sinal e atrativa, se forem de sinais contrários".


Está(ão) correta(s): o oQ

@apenas I e li. B) apenas li.

••
D) apenas I e Ili. q,o o
C) apenas Ili. o

E) 1, li e Ili.
o
o
f · Considere n esferas condutoras idênticas neutras. Toma-se

••
Cargas 'fontes' Carga 'de prova'
· 1/3 das esferas e eletriza-se uma delas com carga Q. Depois,
realizam-se contatos sucessivos da esfera inicialmente eletrizada A Lei de Coulomb pode ser escrita da seguinte maneira:
com as demais esferas do terço inicialmente separado.
Finalmente realiza-se um contato simultaneo desta esfera com F=-1_qQ~
os 2/3 restantes de esferas. Determine a carga final da esfera
inicialmente eletrizada.

A) - -, ~
3
2n+3
~ - ~3
~ n+3
41te0 r2

A consta nte de proporcionalidade é chamada de constante


eletrostática K= -1- =9,o- 1o' Nm2 1c2 no (SI), onde e é a
••
••
23 23 4itEo 0

3 Q 3 Q permissividade do espaço livre'.


C) -2 . --;;:r D) - . n É calculado que:
n 2T 2n 23

••
E) Não há meios de determinar a carga elétrica final. eo= 8 85 · 10-12 .s.'.._2 (SO
' N-m

, /Assinale o item correto:


É importante agora parar um pouco para entender nossa
/ ' • 1. Um condutor somente possui energia potencial elétrica
notação. Em eletrodin:Jmica, frequentemente encontramos
quando está eletrizado; )<
li. Aviões com revestimento metálico, voando em atmosfera
seca, podem atingir elevado grau de eletrização, muitas
vezes evidenciado por um centelhamento para a atmosfera,
conhecido como fogo-de-santelmo. Este centelhamento -
problemas que envolvem dois pontos. Um ponto fonte, ?, onde
uma carga elétrica está localizada, e um ponto de observação,
onde iremos calcular nossas grandezas (campo elétrico, campo
magnético etc.). O vetor posição relativa (separação) é dado por:
r,
••
ocorre preferencialmente nas partes pontiagudas do avião;
Ili. A eletrização em um avião, ou carro, em dias secos, poderia
ser evitada revestindo-se o avião, ou carro, com material
isolante; 0,
r=r-r·
Usaremos uma letra manuscrita para identificar tal vetor
(observe a lei de Coulomb escrita acima).
••
IV. Os plurais das unidades decibel, kelvin e pascal são,
respectivamente, decibels, kelvins e pascais;
V. Dois espelhos planos formam um diedro ângulo de 80º, /
uma fonte de luz pontual é colocado nesta região. Pode-se
••
observar cinco imagens (contando com o objeto);
VI. Pressão e temperatura são parâmetro intensivos de um
sistema termodinamico. L ponto de observação
••
••
A) As afirmativas, 11, IV e V são corretas. O módulo deste vetor pode ser calculado da seguinte forma:
B) Somente a afirmativa I é falso.
C) As afirmativas li, Ili e V são corretas.
r= J(x-xf +(y-y')2 +(z -2·)2
D) Todas são verdadeiras. Uma maneira fácil de amenizar tal problema é tentando

••
@As alternativas 11, V e VI são verdadeiras. colocar a carga fonte na origem do nosso sistema de coordenadas.

ITA/IME
~
•- FíSICA
Volume 1
Ili

•• Os outros meios são caract erizados por uma grandeza


adimensional, denominada permissividade relativa ou constante
dielétrica, definida como:
Distribuições de Carga

Densidade Linear de Carga

••
( k =e/e0)
Para distribuições lineares como o fio abaixo, definimos
A seguir, apresentamos alguns valores para a constante a densidade linear de carga O.) como a carga por unidade de
dielétrica:
comprimento. Selecionando um elemento de comprimento (dl'),

••
contendo uma carga dq, temos:
Meio Constante dielétrica
Vácuo 1,00000
Ar 1,00054

•- Agua
Papel
Mica
78
3,5
5,4 Densidade Superficial de Carga

•• Âmbar
Porcelana
Vidro Pirex
2,7
6,0
4,5
Para distribuições de carga como a da superfície abaixo,
definimos a densidade superficial de carga (a) com a carga por
unidade de área. Para um elemento de superfície da' contendo um
elemento de carga dq, podemos escrever:

•• Poliestileno
Teflon
Cera
2,3
2, 1
7,8
eP

•• Querosene
Parafina
Álcool
2,0
2,0
26
Densidade Volumétrica de Carga

•• 1
Ebonite 2,7
Constante dielétrica de alguns meios dielétricos.

As vezes também é conhecida como permissividade do vácuo.


Repetindo os passos análogos dos casos anteriores, definimos
a densidade volumétrica de carga ou, simplesmente, densidade de
carga (p) como a carga por unidade de volume. Para um elemento

••
de volume d-e' contendo uma carga elementar dq temos:
Observações: •P
• A constante dielétrica do ar é praticamente igual à do
vácuo, o que nos permite resolver problemas no ar, usando
as constantes do vácuo, com erros inferiores a O, 1%.

•• • Perceba que, em qualquer meio dielétrico, a força


eletrostática entre duas cargas pontuais diminui. Este efeito
deve-se precisamente ao fenômeno de polarização que
se opõe ao campo elétrico, reduzindo a intensidade das

••
interações eletrostáticas .
As constantes dielétricas de compostos polares como a água
e o álcool são visivelmente maiores do que as de materiais apoiares Exercícios Resolvidos
como o querosene e a parafina. Como você explicaria este fato?

•• Princípio da Superposição
Sendo a força uma grandeza vetorial, devemos levar em
01 . Em dois pontos definidos pelos vetores i' e R se encontram
cargas positivas q e Q, respectivamente. Determine o vetor
r

••
conta este fato na expressão da força entre várias cargas elétricas. posição de uma carga q0 para que a força resu ltante em
Por exemplo, se tivermos duas cargas, q1 e q2 , produzindo uma cada carga seja igual a zero .
força na carga Q, devemos calcular a força resultante através da
A)i'=Qi'+qR
soma vetorial das forças .
q+Q

•• B) i'

C) i' =
= qi'+QR
q+Q
,fqr+JõR

••
Jq + Jõ
D) i' = Jõr+,Fj.
No caso de N cargas pontuais, devemos somar as N forças: Jq+Jõ

• - - - -
F,es = F1+ F2 + ... + FN=L F,
N _

1-1
E) 7 = Jclr + JcjR
R+Jcl

• ITA/IME
FíSICA
Volume 1
Ili -•
Solução:
qq.(f- i') + Oqo(R- i') =
JR- rJ' JR-rJ'
0
No caso 1, temos:
2Tcos60º = 27 + 4 ,fj kd
12 R2 ••
~=~
2
Ir - rl JR - rJ2
qi
,
Qi
1
No caso 2, temos:
T = 27 + 4,fj koqz
1
12 R2

T _ 27 + 4,/3 k0 q
2
••
Ir - ri= JR- rJ
••
2
- 12 R2

Assim: A razão entre as trações vale T2 = 1.


T,
(f- i') (R- i') ! - ! -
-=-=-

••
= - - - - ~ O2(r- i') = -qz(R- i')
Ir-ri JR- rJ 03. A figura ilustra um sistema composto por um plano inclinado
1 1 1 l e depois blocos de massas M 1 e M2 , interligados por um fio
r(qi +Qi ) = Qir +qiR inextensível através de duas roldanas. Sabe-se que o ponto A
encontra-se carregado eletricamente com carga qA e a face
Logo: do bloco 1 com carga q1 • O sistema encontra-se em repouso
devido a uma trava colocada junto ao bloco 1.
••
Resposta: D

02. Determine a razão entre as trações nos dois casos da figura ••


••
abaixo, sabendo que os sistemas estão em equilíbrio:

q y q

q
q

q q Deseja-se substituir a trava por uma mola colocada no bloco 2,


••
A) Tz = ,/3·
CASO 1 CASO2
conforme ilustra a mesma f igu ra. Sabe-se que, ao realizar essa
su bstituição, o sistema permanece em repouso na iminência
de deslocamento e que a distensão da mola foi de 2 m. Nesta
situação, determine:
••
••
T, ' A) O valor da força de atrito F., que atua sobre o bloco 1;
B) O valor da constante elástica da mola.
C) 1= l
T, , Dados:
• Massado bloco 1: M, = 5 kg;
E) T2 = ~-

•-
• Massado bloco 2: M2 = 4 kg;
T, 3 • Carga elétrica do ponto A: qA= - 2 · 10-4 C;
• Carga elétrica da face do bloco 1: q1 = + 4 · 1o-s C;
Solução: A força elétrica resultante em cada partícula é dada • Constante eletrostática: K0 = 9 · 109 N-m2/C2;
por: • Dist~ncia entre o ponto A e a face do bloco 1: d = 3 m;
• Aceleração da gravidade: g = 1O mls2;
• Coeficiente de atrito estático: µ• = 0,8;
• Ângulo de inclinação da rampa: ex =60º;
• ,/3 = 1,7
••
~3
• Obs: Despreze os atritos nas roldanas.
Solução:
A) Na im inência do des locamento, podemos escrever:
F.,= µN = µm,gcoscx = 20N
••
B) Nova situação:
Equilíbrio do corpo 2: 2T = P2 + F.i~st""
Equilíbrio do corpo 1: P,senex + Eo1é111U = µP,coscx + T ••

Substituindo T de (i) em (ii), temos:
K z Kq2 Kq2
0
F= __t!_ + - 0 2- + 2 · cos 30°
2

••
2
4R R (2Rcos 30º) 2m,g si nex + \~,qA = 2F., + m2g + kx
K z
+ 2 · __t!_ cos 60°
R2 Substituindo os valores, obtemos:
2
F = 27 + 4,/3 k0 q

••
k = 10,5 N/m
12 R2

ITA/IME
FISICA Ili
Volume 1

05. uas bolas pequenas, uma com massa m, a outra massa 2m,
estão suspensas por dois fios de seda de comprimento l,
Exercícios como ilustrado no diagrama. Cada uma delas tem carga q .
A separação d de equilíbrio, supondo-se que os ângulos e, e

/ Y',rês cargas, +q, +2q e +4q, estão presas por fios, conforme o
0 2 sejam pequenos, vale:

•- esquema abaixo. As trações T1e T2 valem, respectivamente:


d d

•• •
+q
f,

+2q • •
+4q
q

••
k -+ constante eletrostatica do meio . A) ( 3kq2/) 113
~ ko2 9kq2 4kq2 3kq2 2mg
B)-- \)
~ -7 d2 ' d2 )
B) ( 3kq2/ )1~

•• 3kq2 8kq2
C)d2'd2
E) 2kq2 8kq2
kq 2 4kq2
D) - --
d2 ' d2
C)
5mg

(:~J/3
•• &'&
)YÍ- A figura abaixo mostra dois elétrons (cargas - e) sobre o eixo - x e
dois íons idênticos (cargas-q) e idênticos angulosa. O elétron central
D) (3Kq21)'13
5mg
E) Impossível calcular, haja vista as massas serem diferentes.

••
está livre para mover-se. As outras partlculas estão fixas e mantém o / . Em cada um dos vértices de uma caixa
elétron livre fixo. Determine uma expr~ de q versus 0. cúbica de aresta 1 foram fixadas cargas
y
elétricas de módulo q cujos sinais estão
indicados na figura ao lado.

••
Sendo ka constante eletrostática do meio,
___ ,, -q o módulo da força elétrica que atua
sobre uma carga, pontual de módulo 2q,
, 'a colocada no ponto de encontro das
-e , -e: . ~ X diagonais da caixa cúbica é:
·-
e 1 '
1 ....
A) 4kq2

-• I
: : R .. -q
1+----+1 ~
, R , 312
B) 8kq2
312
A figura mostra três cargas, A, Be C, de
~16kq2


mesmas magnitudes (Q~ posicionadas
ao longo de um hexágono regular, ~ 312
interag indo el et riCé}ment e co m D) 8kq2
uma carga de prova positiva +q . 12
1• A intensidade da força elétrica

1•
• resultante sobre esta última, sabendo
que ela é repelida pela carga A com
uma força eléfrica de intensidade F vale:
A) F B) 2F
+q
E) 4kq2
12
O"i. Uma pequena esfera A, de carga +Q e massa m, encontra-se

••
/ . · em repouso nas proximidades de um plano inclinado, quando
@3F D) 4F dela é aproximada lentamente uma segunda esfera B, de carga
E) SF +Q, fixa sobre um suporte isolante.

o/ O átomo de hidrogênio no modelo de Bohr é constituído de

•• / .. um elétron de carga e que se move em órbitas circulares de


raio r, em torno do próton, sob a influência da força de atração
coulombiana. O trabalho efetuado por esta força sobre o elétron
ao percorrer a órbita do estado fundamental é:

•• A) - -
~~

C) - -
e2

e2
B) -
e2

D) - -
~~
e2
3m
Devido à repulsão eletrost ática, a esfera A desloca-se ao


longo da rampa sem atrito, estacionando na posição ilustrada
4m:0r r
anteriormente. Determine o angulo ex •
@)N.R.A. Dados: Constante eletrostática = 9-109 (SI)
g = 1O m/s2 Q =2µC, m = 0,3 g

ITA/ IME ...


FíSICA Ili
Volume 1

Na figura, três cargas puntiformes podem mover-se vinculadas 11 . Uma partícula a. passa rapidamente através de uma molécula
(sem atrito) a um aro circular apoiado num plano horizontal. de hidrogênio, exatamente pelo centro, percorrendo uma reta
Duas das cargas têm o mesmo valor q1, e a terceira tem valor q2 . perpendicular ao eixo internuclear. A disrnncia entre os núcleos
Sabendo-se que, na posição indicada em equilíbrio, a razão: é b. Em que ponto de sua trajetória a partícula a. sofre a maior
2
força? Suponha que o núcleo não se mova muito durante a
~) = 2(1 - cos cx.)3 passagem da partícula a. (esta hipótese é válida por causa de

•-
(
q2 (cosa)2 alta velocidade da partícula a.). Você deverá também desprezar
o campo elétrico dos elétrons da molécula. (Esta não é uma
Para que o sistema permaneça em equilíbrio, prove a relação aproximação muito boa, pois na molécula do H2 há uma

-•
acima. concentração signif icativa de carga negativa na região central.)
, ... -- ........
+e
--
.... ·T
--
+2e ''
'

-•
b
a partícula

'
---.... +e
l
.... _... ,,
,'

H2 molécula

09. Considere três cargas, 0 1, 0 2 e 0 3, dispostas na elipse de Equação


2 2
A) b.Ji

C) b.Ji
B) -b.Ji

D) b.Ji
3
••
~ + L = 1 (x e y em metros), conforme a figura abaixo.
16 9
0 1 tem carga de 1 µC. 0 2 e 0 3 têm cargas de 288/25· 10-6 C.
0 4, de carga igual a -1 µC, é colocada no centro da elipse.
4
E) b.Ji
6
5

••
Q
y

X
11. Ospontos fixos A e Bestão
r eletrizados com carga +O
cada um . Um terceiro
ponto, C, eletrizado com
carga -00 pode deslizar
a::
A

B •e -
-
,
livremente sob a guia :b
retilínea e horizo ntal, _.,__ _ _ _~~~--
perfeitamente lisa. Verifica-se -----e-----+:
e
--
que o ponto C fica em equilíbrio quando o segmento AC é
Assinale a alternativa que corresponde ao módulo, direção normal a BC. Demonstre que entre a, b e e verifica-se a relação
e sentido que age sobre a carga 0 4 . Use k0 = 9- 109 (SI) e a3+ b3 = abc.
multiplique o resultado por 103 .
A) Vertical para cima e com módulo igual a Ji N. 13. O eletrômetro é um aparelho que

e
Fíorfgido

•-
consta de uma haste vertical que
B) Vertical para cima e com módulo igual a ( Ji- 1) N. tem articulado em seu ponto mais
C) Vertical para baixo e com módulo igual a Ji N. alto um fio rígido de comprimento Haste
Ol /rígida

D) Vertical para baixo e com módulo igual a ( Ji - 1) N. e e massa m, que se afasta da


haste devido à interação elétrica.
E) N.R.A.

~ m pêndulo elétrico é constituído por uma esfera de massa 900 g


e carga -0 presa a um fio de 7 m, conforme a figura. Uma
segunda esfera, de massa 900 g e carga + 1O O foi fixa ao solo
A indicação do aparelho é marcada
em um quadrante dividido em graus,
conforme a figura . Supondo que
~--~~~B

existam duas cargas puntiformes iguais, uma no ponto A e


outra em B, determine a equação do eletrômetro, ou seja, Q = f(a.).

••
nas imediações do pêndulo, causando uma deflexão a entre e : permissividade do meio.

••
,-----,----,-
o fio e a haste do pêndulo, devido à atração entre as esferas.
Sabendo que, no equilíbrio, essa força elétrica de atração tem
A) O = ±8fsin( I) 1t e mgsin( I)
módulo igual ao peso de uma esfera, determine O.

••
Dados: g = 1O m/s2; k0 = 9- 109N- m2 / C2 e cosa =0,8 B) 0=±8ecos(%) nemgcos(%)

C) 0 =±4tcos(%) n emgcos(%)

+
7m
D) 0 = ±4tsin(%) n e mgsin(%)
-•

E) 0 = ±4fsin(%) nemgcos(~)
100

ITA/IME
-
e FíSICA
Volume 1
Ili

•• ,,/Na base de um plano inclinado com um angulo 0, há uma carga @


7 ·· puntiforme +Q fixa. Sobre o plano inclinado a uma distancia
D, há uma massa M1 de dimensões desprezíveis e carga-2Q.
O coeficiente de atrito entre M1 e o plano éµ. Um fio ideal
ês cargas puntiformes, +Q1, +Q2e-03, encontram-se fixas e
alinhadas num plano horizontal sem atrito, como no esquema
abaixo. Sabe-se que qualquer carga +q permanece em equilíbrio
quando abandonada nesse plano horizontal, num certo ponto P,

•• preso em M 1 passa por uma roldana ideal e suspende um


corpo de volume V2 e densidade ri, totalmente imerso
em um fluido de densidade Pr Considere a aceleração da
gravidade como g e a constante eletrostática do meio onde
localizado a uma distancia D de carga - Q .
3

-• se encontra o plano como K. Determine, em função dos


dados literais fornecidos, a expressão do valor minimo da
densidade do fluido p, para que M1 permaneça imóvel sobre
o plano inclinado.

•- A partir dessas informações, com base na lei de Coulomb,


pode-se concluir que:

•-
•• h figura mostra duas esferas de
ferro maciço de mesmo volume v,
eletrizadas com cargas opostas +q 9
-q

1
•--
e ~. conectadas entre si através de
uma mola ideal. Inicialmente, um
operador mantém o conjunto em
repouso, na direção vertical no vácuo
vâcuo

(permissividade elétrica e J, sob ação de um campo gravitacional


uniforme g. Quando o conjunto é lentamente imerso num tanque
contendo água (de densidade r e constante dielétrica k > 1) ~ Na montagem abaixo, a particula P de massa m e carga positiva q,

•• e volta a repousar, verifica-se que a deformação da mola


permanece inalterada. Assim, determine a distancia que separa
as esferas de ferro. Admita constante as cargas elétricas de cada
esfera durante todo o processo.
/ -· está suspensa por um fio inextensfvel de comprimento l, de tal modo
a descrever um movimento circular de raio constante R. No centro
da trajetória circular existe uma carga +Q. Determine a velocidade

--
do movimento circular em função de Q, q, m, e, R, da aceleração
A)
(k - 1) q2 B) k q2 da gravidade local g e da permissividade elétrica do ar e 0 .
k 4m:o· P·V·g (k - 1) 47teo · p ·V· g

-•
(k - 1) q2 k q2
C) D)

E)
k 21tt0 · P·V· g
1 q2
(k -1) 21tt0 • p · V· g
(k - 1) 2Jte0 · p ·V· g

+q,m :_ _ _f Q --,,

•• @um pêndulo elétrico constituído por uma partícula de massa


m e carga +q encontra-se suspensa no teto por um fio ideal
isolante. A uma distancia L abaixo dessa partícula encontra-
', ... ..........
R _________ ,, ,'

•• se o cent ro de um aro circular de raio R uniformemente


eletrizado com carga -Q. A gravidade local vale g e a
constante eletrostática do meio vale K. Sabendo que o
aro encontra-se levitando em equilíbrio conforme a figura,
® Duas cargasiguais a+Q estão fixas e localizadas a uma distancia a,
uma da outra. Ao longo do eixo de simetria do sistema destas
cargas, pode-se mover uma terceira carga-q que possui massa m.
Considerando pequena distancia da carga - q até a reta, que

••
determine:
une as cargas +Q, o período de oscilações da carga - q é:

A) T = na Jm1tt0a
2 Q·q

•• -Q<I---~----
L:'

•• A) a massa do aro circular.


B) a tração no fio do pêndu lo .
:_R~

• ITA/IME
FíSICA Ili
Volume 1

~
-
quena e puntiforme massa m, com carga q, move-se
verticalmente no interior de um cilindro sem atrito, conforme
a figura. No fundo do cilindro está outra massa puntiforme de
h2mg
A) q = 47tê0 - -
Qsen 0
••
-•
carga Q com o mesmo sinal que q. A massa m é ligeiramente h2mg
deslocada da posição de equilfbrio e solta, a qual passa a efetuar 8) q = 47têo--2-
Qsen e
um movimento harmônico simples com pulsação igual a:
2
A)
vª9ro pos,çao de
equlllbno
@q=41ttº-h mg
-
Qcose

B) ~
v~
(

E) N.R.A.
h2mg
D) q = 47têo - - 2 -
Qcos 9
••
•-
C)~ Yo
24. Partículas de poeira carregadas no espaço interestelar, todas de
mesma massa e cada uma com excesso de n elétrons. formam
D) ~
v~ uma nuvem esférica, estável e uniforme. Determine a massa

#J •-
Q
E) N.R.A. de cada partícula.
I
I
Dados:
21. Uma carga positiva está presa a
e O ~ permissividade elétrica
um espelho plano . O espelho y
aproxima-se, sem rotação, com ~ G ~ Constante de Gravitação Universal

••
L
velocidade constante paralela ao x v __ e ~ carga elementar
eixo x, de uma carga negativa, .----~. m
d
pendurada no teto por um fio +Q :::1~---------- .
inextensível. No instante ilustrado ;;
'1J?uas cargas puntiformes q, iguais, estão separadas por uma
distancia 2b. Uma terceira carga q é obrigada a permanecer
na figu ra, a carga negativa se "=-------- -- -----
move no sentido oposto ao da carga positiva, com a mesma
velocidade escalar do espelho. Determine, para esse instante:
A) as componentes x e y do vetor velocidade da imagem da
na mesma linha que une as anteriores. Mostrar que, se x é o
deslocamento da terceira carga, a partir do ponto médio das
outras duas, existe uma força de restituição para pequenos ••
••
carga negativa refletida no espelho. deslocamentos x << b, que é aproximadamente linear, isto
B) as acelerações tangencial e centrípeta da carga negativa. é:
C) as componentes x e y do vetor aceleração da imagem da
carga negativa refletida no espelho.

•e
Dados:
• /!ngulo entre o eixo x e o espelho: a;
• /!ngulo entre o eixo x e o segmento de reta formado pelas ~ O ganhador do prêmio Nobel de Física, Richard Feynman (1965
cargas: ~; - Eletrodin/!mica Qu/!ntica), disse uma vez que se duas pessoas
• diferença entre as coordenadas y das cargas: d;
ficassem de pé a um braço de distancia uma da outra e se cada

••
• comprimento do fio: L;
• velocidade escalar do espelho: v'; uma delas tivesse 1% mais elétrons do que prótons, a força
• módulo das cargas r;?létricas: Q; de repulsão entre elas seria bastante para levantar um "peso"
• massa da carga negativa: m; igual ao de toda a Terra. Faça um cálculo da ordem de grandeza

••
• constante elétrica do meio: K. para confirmar essa afirmação.
22. Duas cargas positivas iguais estão separadas por uma distanàa 2a. Observações:
Uma carga de prova puntiforme é colocada num plano 1. Justifique todos os valores estudados na questão;
equidistante das duas primeiras, perpendicular ao segmento de li. Como não faz sentido dizer que a Terra tem peso, imagine
reta que as une. Calcule o raio r da circunferência nesse plano,
para os pontos da qual a força na carga de prova é máxima.
A) a B) a./i/2
sua massa vezes 10.

Y,Sobre uma placa horizontal de vidro coloca-se um aro circular ••


-•
C) a./i D) a/2 de material isolante. Em pontos A e B, diametralmente opostos,
E) Nenhum dos valores anteriores citados. fixam-se com cera corpúsculos eletrizados com cargas q1 e q2
.,;/'Uma pequena esfera com carga +Q é colocada no fundo de respectivamente. Em um ponto qualquer do círculo envolvido pelo
T' um cone e a outra esfera pequena de massa m é colocada na aro abandona-se uma pequena esfera eletrizada. Sabendo-se

••
parede interna do cone como mostra a figura. Verifica-se que que as três cargas mencionadas são homônimas, e que a
a segunda esfera permanece em equilíbrio a uma altura h em terceira estaciona-se um ponto C do aro, tal que <(CAB) = e,
relação à primeira. Sendo g a aceleração da gravidade, a carga determine a razão q2 •
q da segunda esfera é: ql

..
••
3
A) sec 0
A!:ossec 2 0
~ g30
D) tg 2 0
h E) cotg3 e

Q

ITA/IME

FíSICA Ili
Volume 1

•• ~ o ponto A tem peso Pe carga Q, podendo deslocar-se internamente


V a uma pista circular, perfeitamente lisa, de raio R, situado em um
plano vertical. O ponto B, mais baixo da pista é fixo e também tem
carga Q. Na posição de equilíbrio do ponto A, calcular:
31 . Dois tetraedros de lado l igual a 2,/3 m são colocados da forma
indicada na figura abaixo. Seus vértices se tocam e suas alturas
estão sobre o eixo z. Nos pontos 1, 2, 3, 4, 5 e 6 são colocadas
cargas de valores respectivamente iguais a + 1 me, 24,/3 1:1C,
e 24,/3 µC, - 256.Ji µC, 176..J11 µC e 176.J,i µC. Considere

•• A
constante eletrostática K = 9,0 · 109 Nm2/C 2 •

Nessas condições, assinale o módulo da força eletrostática que


age sobre a carga 1.

•• 8

-• A) a distancia que une o ponto A com o ponto B, tal quer*. 2R.


B) a intensidade da força que o ponto A exerce sobre a pista.

/ouatro cargas positivas, q, q, q, Q, estão ligados por


- quatro fios cada um com compnmento L Sabe-se que Q = 8q. ,,
,,
,,
, ,,
,

•• Determine o angulo q. Despreze a gravidade.

•- Q Q

q A) 108 N
B) 191 N

•• Observação: K - constante eletrostática .


A) 0 = 30°
B) 0 = 2 are tg (4)
C) 0 = 4 are tg (2)
C) 208 N
D) 228 N
E) N.R.A.

•• D) 0 = 4 are tgG)

@ N.R.A.
32. Considere a figura abaixo, onde as cargas 1 e 2 estão fixas
e a haste h, isolante, possui em suas extremidades cargas
iguais a q e - q. Considere que as 4 cargas estão sob uma
mesma reta e que só agem as forças elétricas. Considere

-- ~ A figura indica um pêndulo elétrico carregado com carga (+Q)


f -· mantido em equilíbrio através da fixação de certa carga (q)
distribuída sobre uma pequena esfera. Através de determinado
processo, aumenta-se contínuamente o valor de q, até o instante
ainda que o conjunto, haste e cargas, tem massa m e que a
permissividade elétrica do meio é igual a e . Nessas condições, a
haste é movimentada a uma distancia x no sentido da carga 1,
mantendo-se o alinhamento entre as cargas. Se x << d, assinale
a alternativa que corresponde ao período do movimento

••
em que o fio se mantenha na horizontal. Sendo P o peso da esfera
harmônico simples sofrido pela carga.
do pêndulo, assinale a alternativa que corresponde à nova carga q' da
esfera, supondo que o meio que envolve as cargas é o vácuo .

!~-----~~ ili--, "f~------~~


••
+q
t
L

•• -------@-----------
+q L
T
+Q

••
•• D) T = 21t
m ·1t ·E·d3 -(d +!.)3
1--,----:-- - ' - - - - - : ' - ~

•• + e3)
2 2
q ·(3 -d -f + 3-d-e2

m· 7t· E· d3 ·(d- i.}3


E) T = 21t
q2 -(3-d2 . f + 3-d · f 2 + e3)

• ITA/IME
FíSICA Ili
Volume 1

(j;j{: ObseNe a figura abaixo onde uma carga -q encontra-se fixa


na origem de um sistema cartesiano xy. A uma distancia d
da referida carga encontra-se um fio, cuja área de secção
transversal é desprezível. Este fio encontra-se carregado com
35. Dois corpúsculos eletrizados encontram-se à distancia D um
do outro e são carregados com cargas q 1 e q2 . Unem-se os
dois corpúsculos por meio de um fio de seda tal que um outro
semelhante e de diametro d se romperia sob a ação de uma
-•
••
uma carga + Q uniformemente distribuída no seu comprimento L.
força de intensidade F. Determine o diametro mínimo que
À
1
deve ter o fio para que possa resistir à repulsão entre os dois
1
corpúsculos. O meio tem constante eletrostática K.
'
1

••
1
L
'
1 -q
---e>- --------·(+ + + + + + + + + + +} - - - - - •X
: d +Q

•-
Gráfico da função 1/x2 entre x = 1 ex= 5
1 .-----r--~----.----,--,-----r--"""T'""--,
1 1 t I f 1 1
1 1 1 1 1 1 1

0,9 -----~-----~----~-----~-----1-----t-----~-----

••
I 1 1 1 1 1 1

0,8 ----~-----~----~-----~-----~-----~-----~-----
• 1 1 1 1 1 1
1 1 1 1 t 1 1

0,7 .. ---: -----:----- :----- :-----t-----: -----: ---- 36. Um cilindro C de secção transversal S = 1O cm2, suportando em
' 1 1 1 1 1 1
1 1 1 1 1 1 1
sua extremidade superior uma pequena esfera condutora B,
0,6 -- --~-----~----~-----~-----;-----~-----~-----

••
' 1 1 1 1 1 t flutua verticalmente em um líquido de densidade absoluta
O, 5 - - - -;. - - - - -:- - - - - -:- - - - - ~ - - - - - 1- - - - - 1' - - - .. - ;. - .. - - -
1 '
1
d = 1 g/cm3• Na mesma promada e acima da esfera Bencontra-se
0.4 ----- -----~----~-----~-----~-----~-----~-----
• 1
1
1
1
1 1 1
1
1
1
uma esfera condutora A, fixa. Na posição de equilíbrio do
0,3 -----~-- -~----~-----~-----·-----~-----~----- cilindro flutuante a distancia entre as esferas A e B é a= 20 cm.

••
• 1 1 1 1
1 1 1 l 1
Comunicam-se as esferas condutoras as cargas Q = 8µC e q = 1/9µC
0,2 1. . . . . . . . . . J1 ......... !1 .......... 1L......... 1l ........
1 1 1
1
de sinais opostos. Consequentemente o cilindro flutuante aflora
O, 1 e a distancia entre as esferas diminui.
0'-----

••
1 1,5 2,5 3 3,5 5 Adotar g = 10 m/s2 .
X A) Em função da distancia x entre as esferas, exprimir a
intensidade F da atração elétrica entre elas e o peso aparente
Pap do cilindro flutuante.

•e
O gráfico anterior representa o gráfico da função f(x) =..;,,cuja B) Em um gráfico cartesiano, representar F e Pap em função
X
X 2 - X1 de X.
área hachurada entre os pontos x, e x2 vale - - - . Assim, de C) Com base no gráfico estudar o equilíbrio do sistema.
• X2X1
acordo com os dados e supondo a permissividade elétrica do
meio igual a e 0 , assinale a alternativa que corresponde à força
e
eletrostática resultante sobre a carga - q devido à ação do fio
de comprimento L.

A) -9JL.
4. 7t. Eo
1
J(d)· (L - d) f
B) qQ
4·1t·to. (J(d)·(L+d)r
1 -•
••
(

Observação: Use k = 9 · 109 (SI)

E) qQ
4·7t ·Eo. (~J /
,/cão dadas três esferas metálicas
· ;~uais, de raios desprezíveis, cada
uma com massa m= 9 mg. Uma delas
••
&'
~

Um anel de arame fino de raio R possui uma carga elétrica Q.


.
oo fX)SSUi carga q1= -.fi. · 1Cr8 C.
As outras duas, cujas cargas são
q2=q3 =8· 10-SC, estão penduradas
nesta por dois fios de seda de
••

Qual será o incremento da força de tensão no arame, se uma
carga pontual q0 é colocada no centro do anel? mesmo comprimento. q, q,

••
2 2
A) T' = __99º_
81t2Eof2
B) T' = Q<lo
1t2Eor2
Adotar g = 10 m/s2 e R= 9 · 109 cz·
N-m

C) T' = ~ /oual o comprimento f dos fios para que os mesmos, na

••
4rt 2E 0r2 , "'.).osição de equilíbrio, formem um ângulo reto?
E) T' = O / ' Nestas condições, qual a força de tração T exercida nos fios?

ITA/IME
FíSICA Ili
Volume 1

•• f Quatro cargas positivas, q, Q, q, Q,


estão conectadas através de cinco
fios cada um com comprimento
L. Sabe-se que Q = 3q. Encontre
q
Suponha que as únicas forças atuantes sobre as esferas sejam
devidas~ interação eletrostática. A constante de permissividade
elétrica é e 0 .Todas as grandezas (dadas e solicitadas) estão em
unpádes SI.

•• a força de tração (módulo) no fio


vertical. Despreze a gravidade.
Dados: k - constante eletrostática.
;(Determine a expressão do módulo da força eletrostática
resultante F que atua em cada esfera e indique sua direção.
efoetermine a expressão do módulo da velocidade tangencial

••
/ v das esferas.
r::;-~a figura abaixo, uma corda é fixada
/ " ; uma parede e depois de passar <t-~~7suponha que a forma válida da lei de Coulomb é a seguinte:
por uma roldana é tensionada por
uma esfera metálica com 330 g K '

•- de massa . Uma segunda esfera


metálica, firmemente presa no solo,
é colocada verticalmente abaixo da
primeira. Sabendo que a distância
')
FF = ~q com (O < a < 2)
r
Considere uma carga positiva no interior de uma esfera oca de
vidro carregada uniformemente com carga negativa, conforme

•• entre a parede e a roldana é de 0,50 m figura abaixo. Podemos afirmar que:


e que a distância entre os centros das
esferas é de 1O cm, determine a frequência fundamental do ,-------
trecho da corda entre a parede e a roldana:

••
Dados:
Aceleração da gravidade g = 9,8 m/s2 ,
+q •
-- -------
I
\
Permissividade do vácuo e O = 8,9 · 1~ P/m I
\

-•
dade linear da corda m = 2,0 g/m 1
1
m as duas esferas descarregadas. 1
1
m as duas esferas carregadas, a primeira com uma carga 1
\
elétrica de-1,0 · 10-1 C e a segunda com uma carga elétrica \

de -2,0 · 1o-6 C.

•• _Y, ma pequená esfera de


J'°· ~arga q, sob a influência da
gravidade e da interaçao
eletrostática, encontra-se
q,m ~

''
'
---------
A) a carga +q continuará na posição de equilíbrio mostrada na

•-
figura .
suspensa por duas cargas
B) a carga +q descreverá um movimento circular uniforme em
Q fixas, colocadas a uma
distância d no pl ano torno do ponto C, cujo raio é igual ~ distância da carga +q
ao centro e da esfera.

--
horizontal, como mostra a
figura. C) a carga +q descreverá um movimento cuja trajetória será
uma hélice cilíndrica até atingir a casca esférica.
Considere que a esfera e as duas cargas fixas estejam no mesmo D) a carga +q será atraída para a casca esférica descrevendo
plano vertical e que sejam iguais a a os respectivos ângulos uma trajetória retilínea, de tal forma que a reta descrita será


entre a horizontal e cada reta passando pelos centros das cargas a de menor tamanho possível.
fixas e da esfera. A massa da esfera é, então: E) a carga +q dirigir-se-á para o centro da esfera .

••
A) _ 4_ qQ cos 2 a B) _±_ qQ sena
~Uma chapa triangular, cujo material
4ne0 d2 g 47teo d2 g
V constituinte tem 3 vezes a densidade
C) _8_qQ cos a
2
~ qQ cos 2 a sena específica da água, está parcialmente

••
imersa na água, podendo girar sem
4ne0 d2 g 47teo d2 g
atrito em torno do ponto P, situado na
E) ~ qQ cos a sena
2 superfície da água. Na parte superior
47t€.o d2 g da chapa, há uma carga positiva que

-•
interage com uma carga negativa presa
no teto. Sabe-se que, se colocadas a '4:-~~ : : - ~ " "

4~ Quatro pequenas esferas de uma distância L, essas cargas de massas desprezíveis provocam
/ .. massa m estão carregadas com uma força de atração igual ao peso da chapa. Para manter o
cargas de mesmo valor absoluto q, - equilíbrio mostrado na figura, a razão d/l, onde d é a distância
, '

•• sendo duas negativas e duas ,,, , ' 1 entre as cargas, deve ser igual a:
positivas, como mostra a figura . '":,'Ó :a A) J,õ B) 3 M
As esferas estão dispostas ,' ..... ... 1
6 5
,, ' '
formando um quadrado de v

•• lado a e giram numa trajetória


: _,,,-___ a ___·-,,,: C) ../14 D) J,õ
6 4
circular de centro O, no plano
do quadrado, com velocidade de
V E) J3õ

••,
módulo constante v . 6

ITA/I ME
FíSICA
Volume 1
Ili
e •
eois
44. A figura abaixo apresenta uma barra ABC apoiada sem atrito
em B. Na extremidade A, um corpo de massa MA é preso
por um fio. Na extremidade C existe um corpo com carga
elétrica negativa Q e massa desprezível. Abaixo desse corpo
fios infinitos e perpendiculares com densidades lineares de
carga À. 1 e À. 2 estão posicionados a uma distância a, conforme
a figura abaixo. ••
••
se encontram três cargas elétricas positivas, O,, 0 2 e 0 3 , em
um mesmo plano horizontal, formando um triângulo isósceles,
onde o lado formado pelas cargas O, e 0 3 é igual ao formado
pelas cargas 0 2 e 0 3 . Sabe-se, ainda, que o triângulo formado
pelas cargas Q, 0 1 e 0 2 é equilátero de lado igual a l,J3 m.

A
3
••
, , :, 1 \
o
Considerando que a força entre os fios pode depender das
••
••
, , ' ,' 1 \
Q, ' densidades lineares de cargas, da distancia entre eles e da
'\. ,' o
1 '
D ,' 1 , i \
1 '
permissividade do meio, mostre que a força não depende da
Q .,.,'::.,,t ..... .. .. .., \ distância a entre os fios.
0 ,___ ------7-::~
2 /, ..:v- ----- J:".'·- \ 0 3
F

••
;t.1o:ias cavidades esféricas, de raios a e b, no interior de uma esfera
E ' condutora neutra, têm cargas q0 e qb, conforme mostra a figura.
-- -- Sabendo-se que a distância entre os centros das cavidades é R/2,
determine o módulo da força entre as cargas q0 e qb.

Determine a distância EF para que o sistema possa ficar em


equilíbrio.
- 1
Dado: e0 = permissividade elétrica
A) F = - 1- q, . qb
47têo R2
••
Dados:



massa específica linear do segmento AB da barra: 1,0 g/cm;
massa específica linear do segmento BC da barra: 1,5 g/cm;
segmento AB barra: 50 cm;
B) _ 1_ q, ·q,
47Ulo 16Rz
C) _ 1_ 4q.-qb
••
••
41t&o R2
• segmento BC barra: 100 cm;
• segmento DE: 60 cm;
• MA= 150 g; D) F= -1- q. -q\
47tê0 (a+b)
• 101= 10,1 = I02I= 3V4 X 10-6 C;
• aceleração da gravidade: 1O m/s2;
• c'onstante de Coulomb: 9 x 109 N . m2 / ( 2 .
Observação:
E) N.R.A.

48. Uma esfera carregada de massa m está suspensa por dois


fios isolantes que formam entre si um ângulo de 90º. A uma -•
••
• As cargas Q, e 0 2 são fixas e carga 0 3' após o seu distância D da esfera e abaixo desta, coloca-se uma outra
i &osicionamento, também permanecerá fixa. esfera idêntica com carga do mesmo valor da anterior, mas de
sinal contrário. Com ist o, a força de tensão nos fios duplica .
,._J_vonsidere um anel carregado posit ivamente de fo rma
l§' ~~mogênea. Uma carga negativa (-q, m) está restrita a se mover Determine a carga da esfera (módulo).

somente ao longo do eixo que passa pelo centro do anel de


carga Q e raio a . Sabendo-se que se a carga -q é liberada em
uma posição x << a, ela descreverá um M. H.S., cujo período é:
Dado: e0 = permissividade elétrica do meio.

••
••
••
-q X

A)q=D~
A) T = 2n)6rreama2
qQ
B) T = 41teoma2
q0 B) q = 20J2.f2.7tê0mg
C) q = 3DJ2../3ne0mg ••
:1
C) T = 7tJ41tEoma2
q0 D) q = 4DJ7tê0mg

E) N.R.A. E) N.R.A.

ITA/IME
•- FíSICA
Volume 1
Ili

,.1.• . Uma esfera de plástico, maciça, é eletrizada, fi cando com


uma densidade de carga superficia l a = 0,05 C/m2 . Em
consequência, se uma carga puntifo rm e q = + 1µC fosse
colocada exteriormente a 3 m do centro da esfera, sofreria uma
repulsão de 0,02 nN. A esfera é descarregada e cai livremente de
uma altura de 750 m, adquirindo ao fim da queda uma energia
53. Nos vértices de um hexágono regular são colocadas cargas
elétricas iguais +q. Qual a carga deve ser colocada no centro
do hexágono para que o sistema permaneça em equilíbrio?

A) Q = -
(4 r:;3 15)
v ~; q B) Q = -
(4r:;3 + 20)
v~ 2 q

A -(4~/ -(4~;
•• de 0,009 nJ. massa especifica do plástico da esfera vale:
Considere g = 1O m/s2 e K0 = 9 · 109 N · m2/C 2
A) 0,8 kg/m
3
B) 800 kg/m
3
C) Q =

(ªJj
3)q

+ 15)
D) Q = 15) q

•-
,.-R0,6 kg/m 3 D) 600 kg/m3 E) O= - q
12
~.R.A. ~.
,6-t ~~o sistema mostrado abaixo, as barras têm massa desprezível.
~Nos ~értices ~e um _triã~gulo isó~celes existem trê~ cargas Determine a tensão para que o sistema se encontre em

••
puntiformes fixas e IguaIs entre sI. Calcular a relaçao entre equilíbrio na posição mostrada. Sabe-se que as esferas possuem
a base b e a altura h do triãngulo, para que qualquer carga massas iguais e carga q = 150 µC e podem deslizar livremente
colocada no ponto médio da altura fique em equilíbrio sob a sobre as barras.
ação das forças elétricas. Dados: L = 50 cm .

•• /
~ É dada uma balança de braços desiguais conforme a mostrada
. . ~a figura, articulada em O.

4cm 1 cm

••
•• O prato da balança é considerado sem massa, bem como os seus
A) 350 N
C) 810 N
E) 540 N
B) 720 N
D) 140 N

•• braços. Um corpo de massa m = 90 g é colocado no prato ao lado


esquerdo da balança, e a distãncia h entre as cargas +q e -q é
igual a 1Ocm. Assinale a alternativa que corresponde ao valor
~ carga que mantém os braços da balança na horizontal.
Duas pequenas esferas carregadas, que possuem mesma massa,
estão localizadas na mesma vertical com alturas h, e h2 e são
lançadas horizontalmente com mesma velocidade v. A primeira
bola toca o chão a uma distãncia eda vertical inicial. Determine

••
@/2 µC B) 1 µC a altura H2 que a segunda bola estará no instante em que a
C) 4 pC D) 1 pC primeira toca o solo. Despreze qualquer efeito de resistência
E) 4 nC do ar. A gravidade local vale g.

@ Determine a distãncia entre duas cargas q presas a duas paredes


•• (imóveis) mediante cordões flexíveis como mostra a figura.

q
56. Duas partículas, uma de massa m, = 6,0 · 10-12 kg e carga
O,= 2,43 · 10-13 C e a outra com massa m2 = 1,2 · 10-11 kg e
carga Q2 = - 2,43 · 10-13 C, encontram-se no espaço, longe de
qualquer corpo celeste. As duas movem-se com velocidade de

••
módulo constante mantendo uma distãncia de d= 1,5 cm. Como
isso é possível? Determine a velocidade das duas partículas (em
q
cm/s) levando em conta os algarismos significativos .
2.e d"O sistema mostrado se encontra em equilíbrio. Determine a

•• A deformação nos cordões, provocada pela interação entre as


cargas, é muito menor que o comprimento inicial de cordão e.
Dados: A rigidez de cada cordão é k, a permissividade no vácuo
,,7· · carganecessária para que o cubo (de dimensões pequenas)
não deslize (para baixo) sobre a superffcie vertical.

•• é e 0•

A)x =s- q-
7t Eo K'
2 2, 2

j
9

•• 2q2/ 2
3mL-· =··=··=··====··~·-uQ
4m
__

Dados: Coeficiente de atrito estático: µ = 0,5;

•• C) X= 51-

D) X =S - -
4q2/2
n ea K'
--'--
31t e0 K' Massa do bloco: m = 90g;
~avidade local: g = 10 m/s-2•
\t}j5.0 µC
C) 50../ioj µC
B) 250 µC
D) 5 µC

• • E) N.D.A.

ITA/IME
E) 2,5 µC
FíSICA
Volume 1
Ili --
58. Duas esferas pequenas carregadas igualmente, mas com
cargas de sinais opostos, estão fixas em um plano horizontal,
a uma distância a uma da outra. Uma terceira esfera carregada
está suspensa em um fio de massa desprezível. O ponto de
.J;};.iunos de uma olimpíada de flsica, no intuito de determinar o
módulo de Young de um material, montaram um experimento
um tanto quanto peculiar. Primeiramente, cortaram dois
pedaços, de mesmo comprimento(/~, do material de interesse.
••
suspensão é uma vez deslocado de tal modo que esta esfera
fique em estado de equilíbrio, exatamente sobre a primeira
esfera fixa, a uma distância a da mesma, e uma segunda vez,
sobre a segunda. Encontrar os angulos de desvio do fio, em
Em seguida, conseguiram acoplar cargas (+Q) na extremidade
das hastes e fixaram-nas em paredes rígidas com uma distância
fixa. Veja o esquema:
••
relação à vertical, sabendo-se que sobre a primeira esfera o
ângulo de desvio é duas vezes maior do que o ângulo de desvio
da segunda esfera (2<\_= a 1).
••
r·_ _ _ _ _ rT· ••
Fonte

1 '
''
'
'
''
' ,
,,
,,
, ,
,
'
Os alunos prodígios esquentam o sistema de modo que a
••
,,
, , "'
'' variação de temperatura é de (~9). A área transversal das
e
••
' hastes (S) é bem pequena e por isso a variação de tamanho é
, '
,
, '' 1 desprezlvel. Contudo, as hastes tendem a se dilatar, mas é a
~ a - -'é força elétrica entre as cargas que as mantém com o mesmo

w Q Q
comprimento.

~
\Y'
Na situação representada ao lado, duas
cargas negativas, de mesma massa,
Quando uma fonte de luz monocromática de comprimento
de onda (Ã) é acionada, a imagem formada no anteparo é de
um padrão de difração. Se a distância entre os dois primeiros
mínimos de difração é (d), determine o módulo de Young do
••
••
são lançadas em sentidos opostos a
uma distância R de um fio infinito, material do qual as hastes são formadas.
com densidade de carga igual a À, com
velocidades ~ e ½. respectivamente. Dados:
Do ponto A é emitido pela partícula As hastes possuem coeficiente de dilatação linear (a).
de velocidade v, uma onda sonora de
frequência f0, que é refletida pela parede
e reencontra as particulas no ponto B.
Suponha que a força provocada pelo fio
+
+
61. Um anel metálico se rompe com a ação de forças eletrostáticas
quando a quantidade de carga no anel é Q. Qual será a carga ••
••
Vista lateral
necessária para romper outro anel, idêntico ao anterior, mas
é muito maior do que a força de interação
feito com material de resistência mec:lnica dez vezes maior?
entre as duas partículas de tal modo que esta poderá ser desprezada. A) 10 Q
As partículas se encontram novamente no ponto B e seus B) 0,1 Q
vetores velocidades estão em sentidos opostos, mas são
fiõ Q

••
C)
paralelas com o vetor de onda. Sabendo que a frequência
percebida pela partlcula 2 é o dobro da frequência percebida D) 0,1fiõ Q
pela partlcula 1 no ponto B, determine a densidade linear de E) 100 Q
carga no fio.

•-
~ m dois pontos definidos pelos vetores i't e f2 se encontram
cargas positivas q1 = 4 µC e q2 = 9 µC , respectivamente.
Determine o vetor posição f 3 de uma carga q3 para que a
força resultante em cada carga seja igual a zero.
A) 2f1 + 3f2
5

B) 3f1 + 2f2
••
••
5

Vista superior C) Sf, - 3f2


Dados: 2
A carga da particula 2 vale quatro vezes a carga da particula 1
(q, = 2 µC);
A velocidade do som vale aproximadamente 300 m/s;
A massa de cada partícula vale 9P,~; b, l.\ "-'\
D) 3f1 -2f2
5

E) 571 + 3f2
••
••
A constante eletrostática vale 9 · 109 Nm2/C1l 8

ITA/IME
•- FíSICA
Volume 1
Ili

1.•• 63. Sete cargas idênticas q estão unidas mediante fios elásticos
iguais, como mostrado na figura abaixo. Depois de abandonar
as cargas no sistema, o comprimento de todos os fios é igual
a O. Determine a tensão em cada fio.
A) as equações dos componentes de velocidade v. e vr de P1
segundo os eixos X e Y, respectivamente.
B) os componentes da força elétrica F, e Fr em P, provocada
pela interação entre as cargas de P1 e P2 •
C) a equação do componente tangencial da força elétrica em
P, provocada pela interação entre as cargas P1 e P2•

•• 66. Uma carga de massa m loca lizada no ponto B desloca-se


momentaneamente com velocidade v para baixo, sem efeito da
gravidade, sofrendo apenas a interação elétrica com as cargas

•• 64. Duas pequenas esferas isolantes idênticas de carga Q e massa


fixadas nos pontos A e C, como mostra a figura. Em função
de Q1, Q2 , d, v e m, calcule, para a carga B:

B,
Tv,m, + 0
•• t ~o,
m estão ligadas por uma mola ideal de constante elástica R e 2
comprimento natural Lo- As esferas estão vinculadas a mover-se
através de um arame com a forma indicada na figura (em V, com 5d
angulo de abertura a) colocado em um plano vertical, numa + +Q,

••
regiêío de campo gravitacional g. Calcule o comprimento L da 'C
mola na posição de equilíbrio das esferas. Assinale a alternativa 12 d
que define L em função dos demais parametros do problema.
Considere a constante eletrostática do meio como K e que A) Sua aceleração centrípeta instantanea;
L » lo- B) Sua aceleração tangencial instantanea;

•• C) O raio de curvatura instantaneo da sua trajetória.


Considere a constante eletrostática k0 •

67. Três cargas pontua is, como miçangas, q 1, q2 e q3 estão

•• em equilíbrio com o auxilio de um fio liso e não condutor.


As pontas do fio são amarradas uma na outra e o formato do
fio é triangular, de forma que cada carga ocupe um vértice .
Determine a tensão do fio. O comprimento do fio vale I e a

•• 4 2
A) L R-tg( %) -L mg -KQ -tg( %) = O
2
permissividade elétrica no vácuo vale e0 •
A) (q,qi+ q,qi+ q,qi )
4neol'
B) (q,q1q3)" 3
(q,+q,+q3 ) 2 41reol2
(M +,fq,q; +,jq,q;)'
••
C) (q,qi+ q,qi + q,qi )1 D)
2 2
B) l! R-tg(%)-L mg-KQ -tg(%) = o (q,+~+q3)2 81teol' 41teal'
E) (q, + q, + q1)1

-•
2
C) l!R-tg(%)-L mg - KQ -tg(%)=o (Jqlql + Jq,ql + Jq,% )47teol2

4 3 2
D) L R-tg(%)-L mg - KQ -tg( %) = O 68. Duas ca rgas pontuais são colocadas nos pontos A e B.
O potencial elétrico a direita de B, sobre a linha que passa pelas
cargas, varia de acordo como mostrado na figura. A posiçêío

••
2 2
E) LR -tg( %)-L mg-KQ -tg( %) = O
Xi representa, a pa rtir de B, o valor máximo do potencial.
Determine x2 em função de x1 e L.
65. Um objeto P1 com carga +Q move-se sobre um trilho elíptico,
sendo as coordenadas de sua posição dadas pelas seguintes

•• equações:
X= a COS (wt)
y = b sen (wt)
L x,

••
No ponto central da elipse, encontra-se um objeto P2, também
com carga +Q. Determine, em função do tempo:
y

.- - A B X

••
pi (+Q)
/
/ '- X2
\

••
P2 (+Q) X A) Jx,(L+ x,) + x, B) ,Jx,(L-x,) + x,
" ........
-----
/
C) Jx,(L+x,)-x, D) ,Jx,(L+ x,)
E) ,Jx,(L- x,)

·•• ITA/IME
FíSICA
Volume 1
Ili --
. Professor Carlos Eduardo) Três cargas de mesmo módulo,
sinais representados na figura, estão presas por três barbantes
iguais. Quando a carga da direita é puxada com uma força
f = 150,J3N, o sistema acelera para a direita e percebe-se que
2

sen 8
4
4
C) q = 81t e0 cr1tR g(1 - cos 8)2

D) q = 27tE0CJ7tR g(1- cos 8)2


••
a frequência fundamental da corda que liga as duas cargas
positivas é o dobro das frequências fundamentais das outras
cordas, que ligam uma positiva e uma negativa. Sabendo que
E) N.D.A
sen ecos e

••
o comprimento de cada barbante é de 1O cm e considerando
K0 = 9,109 Nm2/C2, determine a carga das partículas.
+q
72. (Professor Carlos Eduardo) Três cargas, q 1, q2 e q3 , são fixadas
por três fios de comprimentos 11, 12 e 13, formando um triãngulo
isósceles de tal forma que a carga q I fique no vértice oposto ••
••
ao fio de comprimento 11, q2 no vértice oposto ao fio 12 e q3
oposta ao fio de comprimento ~- Determine a resultante das
trações sobre a carga q3. Sabe-se que a constante eletrostática
r no vácuo vale K0 •

+q
••
70. Duas esferas condutoras idênticas possuem cargas q 1 > O e
*
q2 > O(q2 q1) e estão separadas de uma distãncia d. As esferas
são colocadas em contato e em seguida são afastadas até a
distãncia original. Pode-se dizer que:
Campo Elétrico e Lei de Gauss

••
1. As cargas das esferas não se alteram;
li. A força nas esferas é maior que antes;
Ili. As superfícies equipotenciais não se alteram;
Introdução
É intrigante perceber que uma carga enxerga outra no
espaço a uma distãncia r , concorda? Como ele faz para visualizar
••
IV. Como houve passagem de cargas de uma esfera para outra,
a energia total diminui.

A) Existe apenas um item verdadeiro.


e ainda mais, para ditar a direção e o sentido da força, se elas
nem estão em contato? A resposta de tal questionamento surge
no século XIX, com o conceito de campo elétrico, proposto por
Michael Faraday.
••
B) Existem dois itens verdadeiros.
C) Todos os itens são verdadeiros.
D) Apenas um item é falso.
E) Todos os itens são falsos .
O conceito de campo se apresenta útil na explicação da
interação de corpos à distância. Sem o auxílio do conceito de
campo, essa interação ocorreria como se "telepaticamente" um
corpo tomasse conhecimento da presença, da posição e das
••
71 . (Professor Carlos Eduardo) Considere a configuração a seguir
com 3 moedas com densidade de massa por área iguais a cr.
propriedades do outro. Com o conceito de campo, este passa a ser
o agente transmissor das forças. A ideia de campo não é recente.
Começou com um artifício matemático para facilitar a exposição de
algumas teorias. A gravitação é um exemplo disso. ••
••
Um dos círculos é colocado sobre os outros dois de raios R.
O ponto de contato faz um ãngulo e com a horizontal. Definição
No centro de cada moeda de raio R são fixadas cargas +q e
O vetor Ê é chamado de campo elétrico das cargas fontes.
-q, respectivamente. Desprezando todos os atritos, determine r

••
Tal grandeza é função de (local onde você o calcula), pois
a menor carga posslvel para manter o sistema em equilíbrio r
depende intimamente de e da distribuição de cargas no espaço.
na configuração da figura. Considere a permissividade local Repare que ele não faz qualquer referência à carga de prova Q.
igual a t:0 • Fisicamente, podemos arranjar uma definição pragmática para

-•
campo elétrico: Força por unidade de carga que seria exercida sobre
uma carga de prova localizada em 1 r.
Assim, tomemos a força resultante sobre uma carga pontual
devido a N partlculas no espaço:

••
- - - - - N 1 qQ • -
F =F1+F2+FJ + ... +FN= I,- --:;- r =QE
,-o 47t Eo r,-
Logo, o campo que uma carga fonte (localizada na origem)
gera num ponto qualquer localizado pelo vetor é dado por: r

sen 8 cos 8
- 1 q.
E= - - - 2 r
41te0 r ••
' É importante ter em mente que a definiç3o de campo é um pouco abstrata. É Mcil
calculá-lo, mas temos um pouco de complicações quando o definimos. •.1
ITA/ IME

•- FíSICA
Volume 1
Ili

•• gráfico:
Esse resultado pode ser visualizado com o auxílio de um Aplicações

Campo devido a uma distribuição linear de

•• cargas (a uma distância a sobre a linha)


Campo no eixo de uma haste de comprimento L,
uniformemente carregada, com densidade linear de carga À e

•• carga total Q .

••
+--- L - - + +-- a ~

Gráfico do campo elétrico de uma carga pontual em função


da distância. - J Ã,' dr Jª
Ã. dx ~1 1 Q
~
A

•• Quando o campo enxerga uma carga "positiva" no ponto P, E= 41teo 7r= a+L4neo 7 = 41teo (a+L)
a carga sente força elétrica:
Campo devido a uma distribuição linear de
cargas (a uma distância a da linha)

•• d
Obteremos o campo elétrico à distância a de um fio infinito
e carregado com uma densidade de carga Ã.:

•• Q ~ r.
• E

1:
+-- a ---+ ,
..- - ~

Se a carga for negativa, o efeito é o inverso.


1•
Superposição de campos
Observe que se seguirmos essa linha de raciocínio, podemos
perceber que o principio da superposição é aplicado aos campos
Primeiramente , observemos a simetria na vertical.
As componentes verticais do campo se anulam, sobrando somente
componente na horizontal. Devemos ter:

•• elétricos da mesma forma que para força elétrica.

_ 1 q
N
E=I,-- - 2 r
A
E. =f Ãcose
41tEo
dyi= - Ã.- f - cosedyT
rz 4neo - a2+ y2

••
1., 47tE0 r;
= _Ã_ f _ a(sece)2 cos8d8 T
2
4nea - a2 (sec8)
Pode acontecer de a distribuição espacial de cargas fontes Ã. ½A Ã. A
= - -[sin8t 2 i = - -i

••
seja contínua. Teremos, então:
21tEo O. 21te0 O.

Campo gerado por um anel circular (num ponto

••
sobre o eixo)
Onde õq é o " pedacinho" de carga espalhado, esse limite
cai sobre uma integral.
. . . ... ... -E
•• - J- 1- -dqrA
E=
41te0 r2
_ __ __ J:-:. . . ~~ -- --·
~
1

•• Analogamente, para uma distribuição de carga linear,


superficial e volumétrica, teremos, respectivamente:

E_ J x r dr E_ J cr' r da' E_ J p' r d-r'


Da mesma forma que no exemplo anterior, existe uma
simetria que anula a componente do campo na vertical, restando

• 4neo rz ' 41tEo rz ' 47tEo r2 somente a componente horizontal. Vejamos como fica o campo
sobre o eixo a uma distância a do centro .

• ITA/IME
FíSICA
Volume 1
Ili --
Ex= JÀCOS 8 ~T
2
=J~ dl';
41te0 r 3
41te 0 r
,2.rR À.a dr ~
As linhas de força possuem as seguintes características:
1. As cargas positivas são fontes de linhas de força e as cargas
negativas são sumidouros de linhas de força, ou seja, as
linhas de força surgem nas cargas positivas e terminam nas
••
= Jo

=-
À
47tEo

aR ~
2e0 (R2+a2)
312 1
{R2+ a2}3121 cargas negativas.
2. As linhas de força são contínuas, exceto nas fontes e
sumidouros.
3. As linhas de força nunca se cruzam, pois, se o fizessem, o
••
Observação:
• Quando a é muito grande, o campo se reduz ao campo de
campo elétrico seria indeterminado no ponto de encontro .
4. Uma maior densidade de linhas de força indica uma maior
intensidade de campo elétrico nessa região.
5. O número de linhas de força que surgem (carga positiva)
••
uma carga pontual como vimos anteriormente.
• Quando a for zero (centro do anel), o campo é nulo. Isso indica
que não existe força sobre tal ponto.
ou desaparecem (carga negativa) é proporcional ao valor
absoluto da carga.

As linhas de força são radiais, divergindo a partir do ponto onde


••
••
se encontra a carga.

Campo gerado por uma placa infinita


Tomemos agora uma chapa metálica infinita 2.

••
__ __.. ____ _
As linhas de força são radiais, convergindo para o ponto onde
se encontra a carga. --
Vendo a figura acima, percebemos que podemos varrer tal
região através de vários círculos (anéis que calculamos anteriormente)
transformando apenas a densidade linear em superficial. Veja:
• ••
- _ f R027tí
E, - J,
o 2e0
adr
(R2+a2)
~ -~~
312 1 -
2e0
1
Observação: É válido salientar que os sentidos das linhas de
força são uma convenção ! Não existem tais "setinhas", apenas
o formato das linhas pode ser percebido no laboratório. ••
••
Irei poupá-los de resolver essa integral desnecessária Um dipolo elétrico constitui-se num par de cargas pontuais de
sinais opostos, mas iguais em valor absoluto:
neste momento. Nosso foco não é aprender técnicas de integrais.
Veremos mais adiante uma maneira satisfatória (eu diria brilhante)

••
de calcular esse campo novamente, porém sem necessidade de
tanto cálculo.

Linhas de For_
ça
O conceito de linhas de força foi introduzido por M. Faraday,
e constitui-se numa ferramenta bastante adequada para visualizar
a estrutura do campo elétrico devido a uma distribuição de cargas.
Par de cargas idênticas: observe atentamente a simetria das
linhas de força. O aspecto das linhas de força devido a um par
••
••
Uma linha de força é uma curva imaginária traçada de tal de cargas negativas idênticas é exatamente o mesmo, a ncio
forma que sua direção e sentido em qualquer ponto sejam os do ser pelo fato de a orientação das linhas ser invertida.
campo elétrico naquele ponto. Isto significa que, em qualquer ponto
do espaço, o campo elétrico é sempre tangente às linhas de força.

••
' Quando nos referimos ao termo infinito, queremos dizer que é muito grande para a
região que está sendo trabalhada. Éclaro que estamos fazendo aproximações e devemos
saber que calcular o campo de uma placa de dimensões consideráveis é extremamente
complicado devido aos efeitos de borda.
•., •
ITA/IME

-• FíSICA
Volume 1
Ili

1•
• Veja esse exemplo:
Uma carga positiva duas vezes maior em valor absoluto que uma
carga negativa. Sabemos que o número de linhas de força que
saem da carga positiva é igual ao dobro do número de linhas de
Vimos, anteriormente, que o campo de uma superfície plana
infinita é uniforme.

---1----1+1-------

•• força que chegam à carga negativa. ---1----1+1-------


---1----t+l-------
---1----1+1-------
---1----1+1---- - --
--------+1-------
---i-----1+1-------

••
- - - - -..... +------
Em todos os pontos do espaço, a intensidade, a direção
e o sentido do campo elétrico permanecem constantes. Como

•• As outras linhas devem terminar em outras cargas negativas . conclusão, temos linhas de força retilíneas e igualmente espaçadas.
Não importa onde estas estejam. Podemos ter duas placas paralelas formando um capacitor
plano .
Campo em condutores

•• Vamos agora a alguns exercidos que envolvem pouco


cálculo e muito raciocínio. Para isto precisaremos saber algumas
características físicas importantes dos condutores .
+----
+----
+1--- - -
* Se um condutor eletrizado estiver em equilíbrio
+---
+----
•• eletrostático, as cargas estarão distribuídas na superfície.
*Se um condutor eletrizado estiver em equilíbrio eletrostático,
o campo elétrico será nulo em todos os pontos do seu interior e
em pontos da superfície desse condutor E será perpendicular à ela +----
+1-----
+t--....- - i

••
(se houvesse componente horizontal, os elétrons se moveriam e o
condutor não estaria em equilíbrio). Dentro o campo é uniforme (dado pela superposição dos
campos devido às duas placas) e fora é nulo (também resultado da
superposição).

••
O campo na região interior é:
- - - cr
E=E1+Ei = -
Eo

•• Estes fenômenos físicos têm consequências físicas


Quando a região entre as placas é vácuo.
1
Quando temos Uf!la placa condutora localizada numa região
do espaço com campo Eo , as cargas se movem para a superfície


importantes. Por exemplo, uma cavidade no interior de um
(único lugar que elas podem estar no equilíbrio eletrostático) e
condutor é uma região que não será atingida por efeitos elétricos
automaticamente essas cargas geram um campo E1 de tal maneira
produzidos externamente, pois o campo elétrico nessa cavidade
que anule o externo. Dessa forma consegue-se determinar a

I• é sempre nulo e não há carga elétrica distribuída em sua parede


(a carga se localiza na superfície do condutor). Por este motivo um
densidade de carga como vimos anteriormente.

•• condutor oco pode ser usado para produzir blindagem eletrostática:


quando queremos proteger um aparelho qualquer contra influências
elétricas, nós envolvemos esse aparelho com uma capa metálica .
Nestas condições, dizemos que o aparelho está blindado, pois +
+
+
+
+

•• nenhum fenômeno elétrico externo poderá afetá-lo .


Se você observar o interior de um aparelho de TV, por
exemplo, poderá notar que algumas válvulas (e outros dispositivos)
se apresentam envolvidos por capas metálicas, estando, portanto,
--
-
-~+
-
+
1 +
+
+

••
+
blindadas por esses condutores. +
Um estudante verificou que a presença de uma carga Q +
estava perturbando o funcionamento de um aparelho elétrico P
(próximo de Q). Desejando evitar essas perturbações, ele envolveu

•• a carga Q com uma cúpula metálica, como mostra a figura.


Mas agindo dessa maneira ele não conseguiu o seu objetivo!
Como deveria ele ter procedido? (sem afastar Q do aparelho)?
É óbvio que ele deveria ter envolvido P com metal, e não Q !
Fluxo elétrico
Fluxo elétrico é a medida do "número de linhas de campo "
que passam através de uma área S. Isto foi colocado entre

•• aspas porque é claro que só podemos desenhar uma amostra


representativa das linhas de campo - o número total seria infinito.
Dessa forma, o fluxo relaciona a carga total dentro da superffcie s.


• ITA/IME
._
FíSICA
Volume 1
Ili •-
/
Tomemos o campo a uma distância R de uma carga
puntiforme. Para calcular o fluxo basta fazer:

<Pe= ~sE· dã =E~s da= E41tR2 =-4ne- R~ 4nR 2


1
•-
/
da

(<Pe=~ J
0

••
O resultado é válido para qualquer caso, porém a
demonstração exige uma matemática um pouco trabalhosa .
Entretanto, guardemos tal resultado para facilitar nossas vidas daqui ••
Se o campo é constante sobre a área, obtemos:
( <PE= E· S· cos 8 )
Onde 8 é o ângulo entre o vetor campo elétrico e o vetor área3•
para frente. Tentaremos, nesse momento, trabalhar em alguns
exemplos a fim de aplicação deste resultado.

Cálculo do campo elétrico num condutor esférico


de raio R
-•
••
Para uma superfície fechada, devemos integrar sobre toda a
superfície e representamos a integral de superfície da seguinte maneira:
Primeiramente, devemos perceber qual a simetria do
problema. Observe que sempre que uma superffcie simétrica é

-•
encontrada (superfície gaussiana), o problema fica extremamente
Este fluxo é positivo, quando as linhas da força saem facilitado pelo fato do campo elétrico ser constante sobre a
da superfície e é negativo quando as linhas de força entram na gaussiana, facilitando a integral.
superfície. Evidentemente, quando a quantidade de linhas de força Dentro da esfera é extremamente fácil de calcular o campo,
que entram é igual à quantidade de linhas de força que saem, o pois a carga encerrada pela gaussiana é nula, pois a carga no
fluxo elétrico total através da superfície é nulo. condutor se localiza na superfície.

+
+
+
••
.
••
ii +
.''
+
+
+ ' +
+ ''

••
+ Superfície
+ gaussiana
+

fl dã =Ef5 da =O

Fluxo elétrico através de uma superffcie fechada S, em três


casos: as linhas de força saem da superflcie, e o fluxo é positivo (a);
as linhas de força entra m na superflcie e o fluxo é negativo (b); as
(E= O)
Fora da esfera é diferente, pois agora uma gaussiana que
••
••
linhas de força apenas atravessam a superflcie (entram e saem) e envolve a esfera condutora possui carga no seu interior.
o fluxo é nulo (c). ri -. .. - ...... -
A Lei de Gauss estabelece essa relação, afirmando que, ---
"o fluxo elétrico total, através de uma superffcie fechada, é ..
••
proporcional à carga líquida contida em seu interior" . Esta superficie
fechada (real ou imaginária) é dita superffcie gaussiana e problemas '
de alta simetria poderão ser facilmente resolvidos, escolhendo-se + '
uma superfície gaussiana adequada. '
''

••
Em nenhum momento o enunciado acima da Lei de Gauss ,'~
nos diz qual é a constante de proporcionalidade, mas poderemos
descobri-la facilmente com um caso particular de simetria esférica: --
<p E·dã = E<p da =E41tr2 = _g_

••
S S Eo

~
'
l
~
'''
'' .
,
1
'
l

~ Superflcie 3
Onde r é o raio da gaussiana.

O vetor área é o vetor associado a uma superfície, sendo sempre perpendicular à ••


••
•• ____ •• ·' imaginária s n,
mesma. Pode-se representar da seguinte maneira: = s. onde é o vetor unitário n
normal à superflcie. É orientado que, sempre que a superfície for fechada, o vetor área
aponta para fora desta superflcie.

ITA/IME
_j

•• FíSICA
Volume 1
Ili

•• Veja que esse resultado é interessante e de extrema utilidade.


O campo de uma superfície condutora de formato esférica é, mesmo
que a carga esteja na superfície, equivalente ao de uma carga no

••
centro (de mesma intensidade da carga total do condutor) .
O gráfico do campo elétrico de um condutor esférico
carregado uniformemente, em função da distancia, é apresentado
a seguir.

••
E

1 ,t - - oA
1
1
-,:E ·da=EA=-

••
1 s Eo
1

~
1
1
1
r < R1
~

•• Linha infinita uniformemente carregada no vácuo


Seja um condutor infinito em forma de fio, eletrizado
Se o plano não for condutor, ou seja, uniformemente
carregado, teremos o seguinte:

-•
positivamente, com uma densidade linear de carga constante e
igual a À.. Pela simetria, devemos construir uma superfície gaussiana
cilíndrica, tal que o campo elétrico seja constante ao longo da
superfície lateral do cilindro e perpendicular às faces circulares .

-- Superfície
A A

••
gaussiana

T J.. - - aA
'f E· da = E2A = -

•• l E
S

~
~
Eo

•• Observe que a área total é 2ª (direita e esquerda) .

Esfera isolante

•• Aplicando a Lei de Gauss sobre a superfície cilíndrica


(Gaussiana) obtemos o seguinte:
Quando a esfera é isolante, a carga fica presa não
fluir para a superfície como no con u or. Assim, ao aplicarmos a
Lei de Gauss, devemos contabilizar somente a carga no interior da

•-
Gaussiãna. \7eJa:
.+-.- - Â.h
'f E-da=E21trh=-
s Eo

-•
Q -

Fácil? Sim, sempre que houver uma espécie de simetria


Gaussiana, podemos calcular campos facilmente (sem a necessidade

•• de cálculo aprofundado). Perceba que o campo é radial e por isso


não existe contribuição de fluxo nas bases do cilindro.

Plano infinito
gaussiana

•• Consideremos um condutor carregado de formato


completamente arbitrário, resultando numa densidade superficial
de carga cr variável.
- - p-
Ps E-da=E da=E41tr
S
2 q 41tr3p
= - =--
Eo 3 Eo

••
Pode-se calcular o campo elétrico nas proximidades do
condutor utilizando-se de uma superfície gaussiana cilíndrica ~
achatada (" caixinha de Vick"). A gaussiana passa nas proximidades ~
do condutor e por dentro dele (onde o campo é nulo).
~

• ITA/IME
fíSICA
Volume 1
Ili ••
E No segundo caso, devemos ter:

•-
K__g_
R2
••
Portanto: ••
••
Campo de uma esfera condutora em função da posição. v' ,,[3
Para r < R, o campo cresce linearmente. Para r > R, o campo A) v; = vztg30º --+ ....:l.
v
= -
3
2
cai com o inverso do quadrado da distância.
m2V2 q 4
B) cos 30º = - - --+ -1.. = - C
Obs: Estes resultados serão muito úteis daqui para frente. Eq2.6.t m2 3
Portanto, grave-os para obter rapidez no desenvolvimento da
apostila e dos vestibulares. 02. (Professor Carlos Eduardo) Uma partícula de massa m e
carga q é lançada com uma velocidade mlnima de forma
que consiga atingir um ponto P, situado nas coordenadas
••
Exercícios Resolvidos (x,y) = (d,h) no sistema de coordenada . Sabendo que
na região existe um campo elétrico E, que está dirigido
horizontalmente como mostrado na figura, determine a ••
--
velocidade mínima de lançamento. A gravidade local vale g.
01. Duas cargas q, e q 2 possuem inicialmente as mesmas
A relaçao entre os módulos das grandezas apresentadas no
velocidades (módulo e direção). Em seguida, um campo
elétrico atuou durante certo intervalo de tempo. A direção da enunciado é tal que: ~ = ~-
velocidade da primeira partlcula variou de 60º e a magnitude mg d
E

••
caiu pra metade. A direção da segunda carga variou de 90º.
A) A razão entre o módulo da velocidade final e a velocidade
y
inicial da partícula 2 será de?
B) Se a razão carga/massa da primeira partícula vale C, a razão
carga/massa da segunda partícula vale?

Solução:

~o primeiro caso, temos:


gj

X
••
m,v;
Solução:

y
E ••
60°
gj
y'
x'

••
•-
m,v,

2
(l X
(Eq, .6.t2 )=(mv )2 + ( -m21-v1 ) -2mv mv 1
, , -'-'-

-•
, 1 2 2
Para determinar a velocidade mfnima, vamos trabalhar com
parábola de segurança. Devemos ajustar o sistema de eixos

../3 m,v, rotacionados tal que tga. = ~-


Eq, 11 t = - mg
2

Isso significa que o vetor campo elétrico faz 90° com o vetor v;.
Veja:
d') = ( co_sa. sina)(d)
( h' -sina cosa h
dcoscx+hsina)
= ( - dsincx+hcosa
••
m,v;
Eq 111t
Substituindo na equação da parábola de segurança, temos:

y
, V~
= - - -
a X
,2 ••

2a 2v~
60° 2

m1v1 h'= ~-~d''


2a 2v~

ITA/1~ .
-I•. FíSICA
Volume 1
Ili
-========================================================================================================
1

•• 2h'av! = v:-a 2d 12
vi -2h'av~-a2d'2 = O
V2 _2h'a
o-
__ ± ,/4h'2 2
_ _a_ +_
2
4a 2_d''
youatro cargas puntiformes Q = +2 µC estão localizadas nos
vértices de um quadrado no plano xy. Encontre a componente
Ez do campo elétrico no ponto P = (O, O, a).
Dados: a = 10-2 m;

•• Só convém a velocidade positiva. Logo:

2h' a+ 2a,/h'2 + d'2


V~= - - - - - -
K = 9,0 · 109 Nm 2/C2;

...z
+ p(O.O,a)

•• 77 r,Y
2 , •• • (a,a ,O)
= a(h'+ ,/h'2 + d'2 )

J(mg)' + (qE)' (-dsin(l+ hCOS(l + ,/h2 +d' )


z:,,/ .. (-a.a.O)+ Q ' +Q

•• m

Substituindo a, temos:

. qE
+Q
(·a, -a, O)

A) E, (O, O, a)= 1,80 x 108 N/C


8) E, (O, O, a)= 5,39 x 108 N/C
+Q (a,-a,O)

•• • sina= --.=======,cosa

2
J(mg), + (qE),

2
mg
= J(mg)>+ (qE),
JlE, (O, O, a)= 3, 11 x 108 N/C
(.Ql,'E, (O, o, a) = 1,39 x 108 N/C
E) E, (O, O, a) = 2,40 x 108 N/C

04. A figura abaixo mostra um corpo de massa m e carga q,


= J(mg) + (qE) ( hmg - dqE + ,/h>+ d1 )
abandonado na posição A sob a ação de seu peso P. Abaixo do


Vo
m J(mg)2 + (qE)2 plano horizontal n, atua um campo elétrico uniforme, vertical e

i: m
de intensidade E=2P/q. O tempo que o corpo leva para voltar
à posição A é:
Exercícios A

h
1 Considere o dipolo elétrico abaixo. Mostre que o módulo do
• campo elétrico no ponto P a uma distãncia r do centro dipolo
• J( ~
é dado por:

••
1

2 2
E= P J4(cos0) +(sin0)
4ne0 r3
Onde:
• p = ql
A) p2~m B) ~2~

•• • e 0 : permissividade elétrica
• ri:I
p
C) p~m D) lf
•• ~ Seja
E) J~m
um fio reti líneo infin itamente longo uniformemente

•• -q
f
+q
eletrizado com uma densidade linear de cargas Ã(coulomb/metro)
imerso num meio cuja constante eletrostática vale K. A força
elétrica que atua sobre uma carga puntiforme +q localizada a
uma distancia d desse fio vale:

•• /
oi A figura mostra as linhas de força para o sistema isolado
por duas cargas pontuais, q 1 e q2 • Medidos em unidades
de 10-19 Coulombs, dois possíveis valores para q 1 e q2 são,
respectivamente:

•• B) 2K · À. · q
d2

•• :-~
C) K·Ã..·Q
d
D) K·Ã..·q
~

ma camada esférica isolante, de raio interno R1 e raio externo

• A) 2 e - 1
,,Q._-32 e 8
(~ 96e-24
8) 4 e -2
D) 64 e-8
7 · ~2, conforme mostra a f igura, é eletrizada uniformemente.
O gráfico que melhor representa a variação da intensidade
do vetor campo elétrico E ao longo de uma direçêío radial r é:

ITA/IME
FíSICA
Volume 1
Ili ••
I Dois fios mutuamente perpendiculares com densidade linear
de cargas À. 1 e Ã. 2 estão representados na figura abaixo.
Entre várias linhas de força que representam os campos ••
elétricos, há a linha 1t que passa pelo ponto de intersecção dos
fios. Determine o valor do ãngulo a em função de À 1 e Ã. 2 e das
constantes pertinentes.

7t
••
, X

•• •
10. As partículas com massa m e carga q entram em um
condensador de comprimento L com um ãngulo ex em
relação ao plano das placas e saem formando um ãngulo ~-
••
••
07. Um condutor neutro esférico é colocado no interior de um Determine a energia cinética inicial das partículas, se a
capacitor de placas planas e paralelas. Em função da presença intensidade do campo dentro do condensador é E.
do condutor esférico, as linhas de campo sofrerão um rearranjo,
conforme figura abaixo.

+
+
+
+
+
~t\:l'.:l=l+ m,q
__ ,.,.-..
••
••
L
' "H--~...J+
+
+
+
+
1/ Na figura abaixo, temos uma carga Q no centro de um cilindro
+ / "· de altura H = 2R e cuja base é uma circunferência de raio 2.fi.R.

••
+ Determine o flu,co elétrico através da área lateral do cilindro.
+

-
Podemos afirmar que: : 2--l!R
A) somente as linhas de campo elétrico sofreram modificações,
isto ocorreu devido à superposição do campo elétrico das ..
cargas induzidas em todos os pontos do capacitar.
B) as linhas de campo elétrico e as equipotenciais sofreram
modificações em função da superposição do campo elétrico
das cargas induzidas em todos os pontos do capacitar.
•Q 2R ••
••
C) somente as linhas de campo elétrico sofreram modificações,
isto ocorreu devido à superposição do campo elétrico das
cargas induzidas na superfície do condutor esférico.
D) as linhas de campo elétrico e as equipotenciais sofreram
modificações em função do campo elétrico das cargas
induzidas na superfície do condutor esférico.
E) as linhas de campo elétrico e as equipotenciais sofreram
modificações devido ao campo elétrico das cargas induzidas
em todos os pontos (capacitar, superfície da esfera condutora
••
••
e interior da esfera condutora).

08. As linhas de força numa certa seção de um campo têm o @= _9_


3E
formato de arcos de círculos com centro no ponto O. Com 0
relação à intensidade do campo elétrico, podemos afirmar que:

~'

~
.. .'
~
D)

E)
IP = _Q_

<I>
·
4eo
= __g_
5e0
••
\ /
'tio
A) é inversamente proporcional à distãncia ao quadrado ao
ponto O.
I Uma partícula A de massa M e carga +Q está suspensa por
um fio de comprimento L. A partícula se encontra na presença ••
••
de um campo elétrico constante Ê, conforme mostra a figura
B) é inversamente proporcional à distãncia ao cubo em relação abaixo. Se a partícula adquire uma velocidade inicial Vo
ao ponto O. perpendicular à direção do campo elétrico, determine a tração
C) é inversamente proporcional à distãncia ao ponto O. na corda quando a partícula adquire a máxima altura em relação
D) não depende da distãncia ao ponto O. à posição inicial.
E) N.D.A.

ITA/IME
. ::::;;;;,
• FíSICA Ili
• Volume 1

•• 15. Duas placas condutoras idênticas aterradas estão separadas de


uma distãncia d como se indica na figura abaixo. A uma distancia
a da placa esquerda está localizada uma carga pontual +Q.

•• A
v•
Determine que carga se induz sobre a placa direita .
A)-Qa
d
-d-
•• r:\ 2QEL + 2Mgl - MVg
\_!:}) 2L
B) Q(d-a)

C) -Q
d

a
+Q

B) QEL+MgL - MVg

••
2L D) - Qa
2d
C) QEL + Mgl - MVt
2 E) Q(d+a)
d

•• D) 2QEL + 2Mgl - MV~

E) N.R.A.
L , 16. Uma esfera com densidade volumétrica de carga positiva
constante p tem uma cavidade também esférica de raio igual
à metade do seu próprio raio R. Qual a mlnima velocidade com

•• @ Uma lãmina dielétrica (permissividade E)


muito extensa e de espessura 2b, tem
densidade volumétrica de carga uniforme
p. Determine o campo elétrico em todos
que deve ser lançado um elétron do ponto O, no centro da
esfera para passar pelo orifício A na superflcie7

Dados:

•• os pontos do espaço e traçar o gráfico


cartesiano E= E(x).
Obs.: O meio tem permissividade e 0 .
e ~ carcja elementar
m ~ massa do elétron
E~ permissividade elétrica
Despreze os efeitos gravitacionais.

•• . Uma carga positiva puntiforme +q está envolvida por uma


superflcie gaussiana no formato de um cilindro, com dois ,/-~m um experimento clássico, R. A. Millikan (1868-1953) mediu a
hemisférios. A superfície pode ser analisada como formada
por três partes: 51, 52 e 53 como mostrado na figura 1. A altura
carga eletrônica. A figura mostra esquematicamente o aparelho
usado por ele. Formaram-se gotas de óleo por um atomizador,

•• do cilindro (superfície 52) é muito maior que os raios das duas


capas hemisféricas (5 1e 5/ A carga +q está no centro da base
superior do cilindro. Na figura li (superfície gaussiana idêntica
à da figura 1), além da carga +q, existe uma carga -q no centro
e algumas delas caíram por um orifício em uma região de um
campo elétrico uniforme entre as placas. Millikan podia observar
uma determinada gota através de um microscópio e determinar
sua massa medindo sua velocidade terminal. Millikan então

•• da base inferior do cilindro . carregou a gota, irradiando-a com raios X, e ajustou o campo
elétrico de modo que a gota ficasse em equilíbrio estático em
razão das forças gravitacionais e elétricas.
+q +q
Dados: g = 9,80 rn/s 2; e= lf' . 10- 19 (

•• -.-:(:.:...... .
. ...... .
.
•• ...... --· .......
"-s
1
-q

"-s
1
Bateria

•• Figura 1 Figura li Gota de óleo

, 1. Se cj, 1 é o fluxo através da superfície 51e 4'ci. 3, o fluxo através XQual é a carga em uma gota de massa 2,32·10-1 4
kg que
do restant:_ da_gau~ana, então, no caso da figura 1, temos f'' ~ermanece suspensa em um campo elétrico de 2,03·105 N/C7

••
quecj,<2· ~ -cj,1, V / Quantas cargas eletrônicas a gota do item A apresenta?
li . Se cj, 2 é o fluxo ~ s da superfície S2, considerando a figura I,
então cj, 2 > O; Obs.: Por esta experiência (1911) e por estudar o efeito
Ili. No caso da figura 11, com t59'6cação da carga -q, o fluxo fotoelétrico experimentalmente (1914), Millikan ganhou o
Nobel de Física de 1923.


cj, 2 passa a ser igual a zero .

É correta: • 1s. Uma esfera de raio R está uniformemente carregada e tem


A) somente 1. uma cavidade com raio r. Os centros da esfera e da cavidade
B) somente li. estão a uma distância a. A densidade volumétrica de carga é p.
C) somente Ili. Mostre que o vetor campo elétrico Ê (x, 0) dentro da esfera
@ Todas são corretas. como função da dis1ancia x (distãncia ao centro da esfera) e
E) Todas são incorretas. do ângulo 0, conforme figura é dado por:

ITA/IME
FíSICA Ili
Volume 1

E- ~ {(
1
- -;-( 2 -=r32=xa=co=se
J;::::::x2 =+a= ::;-r
)l-;-(J;::::::x2=+a=2 =~!=xa=co=se::;-r)']
22. Quatro cargas pontuais idênticas, no vácuo, ~ dispostas de modo
a formarem um tetraedro regular, com cada carga correspondendo
a um vértice, de acordo com a figura. O valor absoluto das cargas é
50 µC e a aresta do tetraedro mede 15 cm. Considere a constante
••
eletrostática do vácuo ~::;:; 9,O · 109 Nr2/C2 e calcule o campo elétrico
no ponto P, centro da face hachurada, em KN/C.
••
••
Obs.: e -+ permissividade do meio.
/ . Na figura está esquematizado um cubo de aresta d, com um
••
/ . : .rove que é impossível produzir um campo elétrico no qual
todas as linhas de força devem ser linhas retas paralelas,
com a densidade aumentando constantemente na direção
perpendicular às linhas de força. (ver figura).
dos seus vértices na origem de um sistema de coordenadas
cartesianas x, y e z. As arestas do cubo são paralelas aos eixos
coordenados. Um fio retilíneo r, paralelo ao eixo z, passa pelo
centro geométrico do cubo e está eletrizado com densidade
••
••
linear de carga À. O plano xz está carregado com densidade
superficial de carga cr. Supondo que o meio seja o vácuo e
sabendo que o campo eletrostático gerado por um plano
uniformemente eletrizado é dado por E::;:;~ , o fluxo do

od2 À.d
A)$ ::;:; - + -
2e0 4e0
2e0
vetor campo eletrostático resultante na face ABCD, é:

z
••
20. Sobre um lago tranquilo e extenso situa-se uma nuvem também
extensa e sensivelmente horizontal. Graças à eletrização da
nuvem, o nível da água se eleva de h em relação ao nível
B) $ = od + À.d

C) <I>
4E0

= od2
2

E0 B
••
••
que corresponderia ao equilfbrio na ausência da nuvem. 4E0 e
Determine a densidade elétrica superficial cr no lago.
Dados: e: permissividade elétrica. D) iP ="'d2
Eo
d: densidade da água.
od2 À.d

••
g: aceleração da gravidade. E) $::;:; - + -
2Eo 7têo
, / Uma casca esférica carregada uniformemente com carga total
/ ·· Q ::;:; -34 nC está centrada na origem, conforme figura abaixo. 24. O campo elétrico na atmosfera da superfície da Terra é de
aproximadamente 200 vim, dirigido para baixo. A 1400 m

••
Um cubo gaussiano com arestas alinhadas com os eixos e um
vértice na origem tem comprimento das arestas maior do que acima da superfície da Terra, o campo elétrico na atmosfera
o raio da esfera. Os fluxos para o cubo e para cada face do é de somente 20 v/m, novamente dirigido para baixo. Qual é a
cubo valem, respectivamente: densidade média da carga na atmosfera abaixo de 1400 m? Esta
2 consiste predominantemente de íons positivos ou pegativos?
Use para o valor da permissividade do meio: 8, 85 -10- 12 ~
N-m 25. Um campo elétrico não uniforme está orientado ao longo do eixo
••
••
y x para todos os pontos no espaço. O seu módulo varia com x,
porém não varia com y nem com z. O eixo de uma superfície
casca_ cilíndrica, de comprimento igual a 0,80 m e diãmetro igual
carregada a 0,20 m, é alinhado paralelamente ao eixo x. Os campos

••
gaussiano elétricos E1 e E2, nas extremidades da superfície cilíndrica
possuem módulos de 6000 N/C e 4000 N/C, respectivamente,
e são orientados como indicado na figura. A Garga englobada
~ - 480 N·m2 ·-160N ·m2 . no interior da superficie cilíndrica é aproximadamente igual a:
{e=
••
\.AJJ e · e Use:
12
8, 9 . 10- (SI)
2 2 1t = 3, 15
B) -160 N· m ·-480 N· m
e · e
2 2 ~

••
C) - 120N·m ·- 480N ·m
e · e E, • 6.000 N/C
~ 1
• 4 00~ N/C •
D) nulo, nulo
E) -480N ·m ·-120N ·m
e ·
2

e
2

l
)-.
••
,-

r
Eís1cA1U_ 1

Volume 1

•• A)+ 0,6 nC
C)-0,6 nc
E) N.D.A.

2/ Considere uma carga negativa -


B) + 1,4 nC
D) 2,8 nC
• 29. Uma esfera maciça isolante de raio
R, eletrizada posit ivament e com
densidade volumétrica de cargas +p,
tem em seu interior uma cavidade vazia _ _-< >--e

•• como mostrado abaixo. A esfera A


Q
localizada dentro de duas esferas,

tem raio R e o fluxo através dela é


de di:lmetro R. Uma carga puntiforme
+q foi posicionada no interior da
cavidade a uma dist:lncia d < R/4 do
centro da esfera , num meio de

••
cj>A, enquanto a esfera B tem raio
2R e o fluxo através dela é cpB. permissividade elétricas. A intensidade
R R
da força que atuará na carga puntiforme
Analise as sentenças abaixo. +q será :

••
I. ~ A) p-q·R p· q-R
B) - -
li~ -::~ 3-E 6 -E
Ili. cpA< cl>a f.o
IV. Se uma carga + 20 é adicionada fora das duas esferas, o C) p·q·d p -q -R
D ) --
fluxo através da esfera B aumentará. 3-E 2· E

•• ~(são) correta(s):
A) 1e IV.
B) li e IV.
,..QlllelV.
E) p·q ·(R-2d)
6 -E

30. Um pequeno corpo de massa m e carga q encontra-se no

•• \Q))somente li.
E) Nenhuma das sentenças é correta.

• 27. Considere um cilindro isolante


interior de um cilindro isolante de raio R. Inicialmente, o corpo
está em repouso sob a ação da gravidade e de um campo
elétrico uniforme E, como mostra a figura. O campo elétrico

••
é, então, subitamente anulado e o corpo passa a executar um
carregado uniformemente com
movimento harmônico. Considere-se o atrito desprezível.
densidade volumétrica de carga
+p. Neste cilindro, há um cilindro
oco, conforme mostrado na

•• figura. Uma carga +q é solta do


ponto O. Desprezando os efeitos
gravitacionais, determine o tempo
gasto para a carga +q atingir o
E

••
ponto 0.
Dados: e 0 = permissividade do meio
m = massa de carga +q

•• ~ ev;do ao fato de as linhas de força serem, em geral, curvas


-L:1/~\s que, num ponto considerado, determina-se a equação de
uma linha de força, ou melhor, de uma família de curvas numa
dada região, que representará as linhas de força nessa região.
A) Determine o :lngulo inicial de equilíbrio 00 •
B) Determine a velocidade do corpo no ponto mais baixo de
sua trajetória.

•• Veja o esquema abaixo: a tangente no ponto P representa o


vetor campo elétrico. Conhecendo-se as componentes Ex e Ey,
tem-se condição de determinar as coordenadas das linhas de
força em cartesianas retangulares.
C) Supondo-se que o :lngulo 00 é muito pequeno (tg80"' sen0),
determine a frequência de oscilação.

31 . Uma carga puntiforme está localizada no centro de duas

•• y
Ey :E•
1
1
1
esferas concêntricas. Na região da esfera de raio r1, a constante
dielétrica vale k1 e, na região que vai de r1 a r2, a constante
dielétrica vale k2 (figura a). A figura (b) representa o gráfico
log - log do campo elétrico em função da distancia ao centro

•-·
1
1
1
1
1 das esferas. A razão log ( ~) vale:
______.:
---:::,::....
1

Ex
Figura (a)

•• X

••
Agora considere uma região do plano na qual o campo elétrico
é dado por E= axT + ay} Podemos afirmar que as linhas de força
nessa região são:
A) hipérboles cujas assíntotas são os eixos x e y.
B'-Parábolas que- cortam apenas o eixo x.
C) parábolas que cortam apenas o eixo y.
G)
'
''
''
;
k2


''
D) parábolas que cortam os dois e[xos .
E) retas passando pela origem.

• ITA/IME
FíSICA
Volume 1
Ili ••
0,8
0,7
log(E) /34.A:>uas placas infinitas, delgadas e isolantes têm densidade
--1 superficial de carga +2cr e +cr, orientadas perpendicularmente
ao eixo x nas abscissas x = O e x = a, respectivamente.
Uma placa condutora de espessura a também perpendicular ao
••
••
0,6 eixo x, nas posições x = 3a e x = 4a, não carregada.
0,5
0,4
2o o
0,3
0,2
0,1

0,2
O a 3a 4a

••
32. Duas esferas de raios R com densidades uniformes + p e - p,
respectivamente, estão localizadas de tal forma que existe uma
intersecção parcial entre elas (figura abaixo). Seja d o vetor
Sobre a componente x do campo elétrico em x = 2a e a
densidade superficial de carga cr" na face direita da placa
condutora em x = 4a, podemos afirmar:
••
ligando o centro da esfera positiva ao centro F na região de
intersecção acima citada.
p -+ densidade volumétrica da carga.
3cr ,.
e) E =-ecr =+ cr
3
A) E, =Oecr· = - ; B) E =~ecr· =+ cr
• 2e0
3
D) E =~e cr" = + ª
••
E) E
• 2e0


=
3
ª
2eo
e cr· = O
• 2e 0 2

••
Determine o campo na região comum.
35. Determine a intensidade do campo elétrico de um segmento
esférico, carregado uniformemente no centro da esfera de raio R,
da qual ele foi cortado.
Dados:
••
33. Sabendo que a esfe r a oca
representada na figura está isolada
e sua carga total é nula, escolha,
dos gráficos a seguir, o que melhor
cr -+ densidade superficial de carga.
e0 -+ permissividade elétrica.

__ ... ··
.............. ••
representa a intensidade do campo
elétrico Ê em função da distancia r
ao centro comum. Tanto a esfera oca
como a esfera maciça que está em
E ••
••
seu interior são condutoras. A esfera
maciça está eletrizada.
E
..."1'----, ..........

••
A)
O R 2R 3R
36. Uma partícula de carga (Q) e massa m é lançada com velocidade
v0 perpendicularmente a um plano inclinado, de inclinação a
E com a horizontal, como mostra a figura. Determine:
----~ f'----
B)
O

E
R 2R 3R
••
C)
O R
••
D)
E
.... f'-: ~
A) a distância máxima AB que a partícula fica do plano
inclinado.
B) o alcance da particula ao longo do plano inclinado.
••
E)
o

E
R 2R 3R
C) a razão entre d1 e d2 mostrada na figura.
Obs.: Sendo A o ponto cuja partícula está à distancia máxima do
plano e B sua projeção sobre o mesmo, as distancias d1 e d2
••

são defin idas como a distância do ponto de lançamento a B,
o R 2R 3R e a distância de B ao ponto de retorno da partícula ao plano,
respectivamente. A gravidade local vale g.

ITA/IME
FíSICA Ili
Volume 1

•• 37. Um aluno muito curioso estava estudando eletricidade e teve


uma ideia nada convencional. Ele imaginou duas esferas de
mesmo raio R e com distribuições volumétricas de carga +p e
-p, respectivamente, e que estão posicionadas de forma que se
39. Na figura, vemos uma argola
circular isolante, disposta em
um cano vertical, imersa em um
campo horizontal uniforme E

•• sobrepõem parcialmente. Chame o vetor do centro positivo até


o centro negativo de d (a linha que liga os centros é horizontal).
Nesta região de interseção ele imaginou um pêndulo simples
(carregado) e este começa a oscilar com angulos pequenos.
É, e um campo gravitacional
uniforme g. Uma pequena
esfera de carga +q e massa m
pode deslizar, sem atrito, ao
D

•• Se m é a massa do pêndulo, g é o módulo da gravidade na


região, 1é o comprimento do fio e T é o período das pequenas
oscilações, o garoto pode afirmar que a carga do pêndulo é
dada por:
longo da argola. Após um leve
impulso inicial, a esfera passa a descrever um movimento
circular no sentido horário e a sua velocidade em A é o dobro
de sua velocidade em B. Além disso, sua velocidade em C é


••
igual a 3/2 da sua velocidade em D. Nessas condições, assinale
a alternativa que corresponde à força elétrica em função de m
e g.
A) F = mg B) F = 2 mg
C) F = ~ mg D) F = -5 mg
5 19

•• -p
E) N.R.A.

40. Determine a intensidade do campo


elétrico criado por uma secção de

•• A) Q = 3e0 m
12(~J +g2
uma certa esfera carregada
uniformemente com densidade
superficial de carga cr. Tal secção da

••
2pd esfera está localizada entre os três
planos de coordenadas e o campo
B) Q = Í3eom 12(211tJ-92 deve ser calculado no centro do z
2pd sistema de coordenadas cartesianas .
Sugestão: Na realidade, tal secção equivale a 1/4 de um


••
C) Q = 3~m
v2pd

2(ffJ- g2
D) Q= 2~;
~12 {2n IT)4 + 92

1
hemisfério.
e O ~ permissividade elétrica.

41 . Uma esfera de massa m e carga +q


está suspensa por um fio delgado,
E) 3~; 1(21n J- g2
Q=

••
2 isolante, de comprimento 1, dentro de
um capacitar plano, com as placas
38. Um cilindro infinito de raio R possui densidade volumétrica de formando com a horizontal um angulo ~-
carga igual a p. No interior dele existe uma cavidade esférica Determine o período das oscilações e

•• de raio R/2 com o centro sobre o eixo do cilindro, como mostra o angulo a que o fio forma com a
a figura. A magnitude do campo elétrico no ponto P, a uma vertical. Considere g a aceleração da
distancia 2R, é dada pela expressão: gravidade e Ê a intensidade do campo
elétrico.

••
23pR
16me0 42. A figura abaixo mostra quatro cargas pontuais e a secção
z transversal de uma superfície de Gauss. Qual das seguintes
afirmações é verdadeira sobre a sit uação descrita?

•• Superfície
Gaussiana ............,,-· - •• •••
I
,
Q ",
. 0 Q4

••
y : o 2 ·., p
\ ",
' ...... __ __ oQ3 \
........... '
o •• '
Q, ·- •• ~•

•• Podemos afirmar que o valor de m é:


A)3
B) 4
A) O fluxo elétrico liquido através da superfície depende de
todas as quatro cargas apresentadas, mas o campo elétrico
no ponto P depende apenas de cargas Q2 e Q3 •

••
C)S B) O fluxo elétrico líquido através da superffcie gaussiana

,.
D)6 depende apenas das cargas Q2 e Q3, mas o campo elétrico
E) 11 no ponto P depende de todas as quatro cargas .

/.
11A/IME
i'
FíSICA
Volume 1
Ili ••
C) O fluxo elétrico liquido através da superfície gaussiana
depende das cargas 0 2 e 0 3 e o campo elétrico no ponto P
depende apenas de cargas Q 2, 0 3 e 0 4 •
D) O fluxo elétrico líquido através da superfície gaussiana
46. Uma placa metálica infinita tem uma densidade superficial de
6
carga crL = - µ;, lado esquerdo e uma densidade superficial
4
m
de carga cr0 = + µ;, no lado direito. Uma superfície gaussiana
••
depende apenas em encargos Q 1 e 0 4 , e o campo elétrico
no ponto P depende apenas de cargas 0 2 e 0 3 .
E) Tanto o fluxo elétrico líquido através da superflcie gaussiana
quanto o campo elétrico no ponto P depende de todas as
m
na forma de um cilindro circular, com área A 12 cm2, está
localizada com o lado esquerdo dentro da placa e uma delgada
placa carregada à direita. A densidade superficial de carga da
••
••
quatro cargas.
placa metálica é crA.
43. Uma carga pontual +q está a uma
distancia d/2 de uma superflcie
quadrada de lado d e encontra-se
diretamente acima do centro do
quadrado, como é mostrado na
/
figura . Se a permissividade elétrica do meio vale e, determine
7 ••
o fluxo elétrico que passa através do quadrado.

44. Um longo fio com densidade linear de carga À e uma carga


pontual -Q estão separados por uma distancia a. O gráfico
••
abaixo representa o valor algébrico do vetor campo elétrico ao
longo do eixo x para as regiões I e Ili seguindo as seguintes
convenções.
• Valor algébrico negativo: vetor campo elétrico aponta para
Marque a opção correta com relação ao valor da densidade ••
••
a esquerda. superficial cr A e ao fluxo <i>e através da gaussiana.
• Valor algébrico positivo: vetor campo elétrico aponta para crA 4>e
a direita. A) + 4 µC/m 2
+ 271 N · m2/C
- 4 µC/m 2 + 1086 N · m2/C

••
+À E t Y B)
C) - 64 µC/m 2 - 1086 N · m2/C

D) -10 µC/m2 + 542 N · m2/C


E) + 2 µC/m2 + 1900 N · m2/C
X

47. Dois planos infin itos e delgados estão colocados


perpendicularmente ao eixo -x, conforme a figura. A densidade
••
A) O campo elétrico na região li é nulo.

B) A abscissa x, é igual a ..!( ..2..-2a)- -1 ( --2a


Q )2 -a2
superficial de carga dos dois planos estão denotados por cr 1 e cr2 .
Uma placa metálica de espessura a = 60 cm está localizada
entre os planos delgados e possui uma carga por unidade de
área igual a ª m·
Determine a densidade superficial induzida no
••
2 2Ã.
qualquer que seja o valor da carga Q.

C) A abscissa x2 é igual a ..!(..2..- 2a)-


2
4 2Ã. '

.! (..2.. - 2a)2 - a2
4 n ·
lado direito da placa metálica condutora.
Dados: a = 60 cm
cr 1 = 8,5 C/m2
••
••
2Ã.
qualquer que seja o valor da carga Q. cr2 = 1,5 C/m 2
crm = - 3,0 C/m 2
D) A abscissa ~ é igual a
02
_g_ + 2
+ Oa .
4Ã 161 2Ã

••
E) Os itens B, C e D estão corretos.

45. Um elétron está se movendo livremente ao longo de um tubo


com área de seção transversal variando, conforme mostrado
na figura.

••

- -
A B
A) 1,5 C/m2
a

nmm»»»n1íml(lln»11111111
mmmn7R11

Explique a mudança na intensidade da velocidade do ponto A


B) 2,0 C/m2
C) 4,0 C/m2
D) 5,0 C/m2
••
••1
para o ponto B. E) 7,0 C/m 2

ITA/IME
r: FíSICA
Volume 1
Ili

•• 48. Sejam três esferas condutoras positivas, QA > AB > AC,


respectivamente.
_ _ _s._ _ _ _ - - - - - - - - -
•• E

•• 1
tgl3
li
Velocidade v

•• A) Determine a carga induzida na superflcie externa das esferas


B e C.
A) tg a 1+
2qEd
mv2 cos 2 a
V
2qEd
1+ - -2
3mv

•• B) Determine o módulo do campo elétrico no ponto x.


C) Mostre analiticamente que o campo elétrico em y é nulo.
Obs.: Atente para a nomenclatura como por exemplo .
k --+ constante eletrostática.
B) tga 1+

C) tga 1+
qEd
mv2 cos 2 a

2qEd
V
V
2qEd
1+ - -
mv 2

2qEd
1+ - --


Rc, --+ raio interno da esfera C. mv2 sen2 a mv2tga
R0 --+ raio externo da esfera C.

•• D) Recalcule o campo elétrico no ponto x, sabendo que as


esferas B e C foram conectadas através de um condutor.
E) Se uma carga Q0 positiva for aproximada da superflcie
externa da esfera maior, o campo elétrico em x tenderia a
D) tga 1+
2qEd
mv2 sen2 a

2qEd
V 1+- -
2qEd
2 2-
mv tg a

2qEd

••
aumentar ou diminuir? Por quê? E) tga 1+ V 1+ --2
F) E caso QD fosse momentaneamente conectada à esfera mv2sen2a mv
maior, que alterações sofreria o campo elétrico x?
51. Um elétron (m = 9, 1 x 10-31 kg; - e = - 1,6 x 10-19 C) penetra

••
49. Na figura, um corpúsculo eletrizado, de massa de 300 g e em um campo elétrico uniforme gerado por duas placas
carga - 2µC, é abandonado do repouso no ponto A, sobre uma carregadas com cargas de sinais opostos, mas de mesma
superfície lisa de um hemisfério fixo do solo, numa região sujeita a
um campo elétrico uniforme F, de intensidade 106 N/C, e sujeita densidade superficial cr = 50,33p-;.. O elétron penetra com
m
a um campo gravitacional uniforme, de intensidade 10 m/s2 •

••
velocidade v0 = 5 x 105 m/s, conforme a figura. Após sair deste
O corpo começa então a deslizar e perde contato com o
hemisfério: campo penetra em outro campo com as mesmas condições,
mas com polaridade oposta .
A - É (Horizontal) ci

•• ! Dados: cos 9 = 0,6; sen 9 = 0,8; & = 8,85 x 10- 12;

W
e_ ,,8 11s1=1o m1s• - -.
2
N·m

·-------~... -/
+++++++
A

'.
••
li/// 7lll

Lc__,
12
A) no ponto B, com sen a =
13
5

••
B) no ponto B, com sena = -
13

C) no ponto B, com sen a =


3 f +; ~~ ++J1 cm 1-;;;--1 9cm
5

•• 3 Assinale a alternativa que corresponde à distãncia da origem


D) no ponto e, com sen 9 = ao ponto de impacto com o anteparo A .
5
A) 4$, cm B) 4vÍS1 cm
5
E) no ponto e, com sen 9 = - C) 2-/41 cm D) 4-/41 cm


13
E) 3J°41cm
:/;;;";Uma partlcula de massa m com carga q > O penetra em um
e u.,condensador plano, cujas armaduras são redes metálicas.
•• A intensidade do campo no condensador é E e a distãncia entre
as redes é d. A velocidade inicial v da partícula forma um ãngulo
a com o plano da primeira rede. Determine, respectivamente:
1. o ãngulo 13, com relação ao plano que a partícula sairá do
52. Quando um campo elétrico passa de um meio para outro, este
em geral muda de direção e intensidade como uma espécie
de " Lei de Snell ", a qual diz: & 1E1N = & 2 E2 N, onde & 1 e & 2 Seio as
constantes de permissividade dos respectivos meios e E1N e E2N

• condensador;
li . a velocidade (módulo) v que a partícula sairá do condensador.
são as componentes dos campos perpendiculares à superfície
de separação dos meios. Tendo em vista a figura e se &2 =
então a intensidade de E2 vale:
s.,.

• ITA/IME
FíSICA
Volume 1
Ili ••
55. Nós vivemos dentro de um enorme capacitor formado pela
superfície da Terra e pela eletrosfera. Esta é uma região condutora
de eletricidade da atmosfera superior cuja condutividade é
grande, devido às colisões ionizantes entre raios cósmicos e
••
••
moléculas. Supondo que nas condições atmosféricas normais o
campo elétrico seja de 165 Vim, encontre a energia armazenada
neste enorme capacitor, formado pela superfície da Terra e
a atmosfera, cuja altura é de 25 km. Considere 40000 km a
circunferência da Terra.

A) E1 sen8
Dado: e0 = 8,85 x 10-12 (SI)
A) 1,0 x 109 J
B) 1,5x 1011 J
C) 1,5 X 1012 J
••

5sen28
D) 2,5 x 109 J
C) E1 cos8 E) 2,5 X 1010 J
5cos28
E) 5E 1 tg 8

53. Uma fina argola de raio R posicionada no plano xy tem uma


56. Duas partículas carregadas (M + Q) e (m,- q) são colocadas
num campo elétrico uniforme E. Após as partículas serem
liberadas, ficam a uma distância constante uma da outra. Qual
••
densidade linear de carga +À na metade superior e igual
quantidade com densidade -À na metade inferior. Determine
o módulo do campo elétrico no ponto P, a uma distância d do ~
centro da argola.
é a distância (L)?

Uma linha de campo elétrico emerge de uma carga pontual


positiva + q1 em um ângulo a para a linha reta conectando-o
••
e0 ~ permissividade do meio. a um ponto negativo de carga q2. Em que o ângulo ~ será a
linha de entrada no campo de carga q2?
••
X

p "::>
/,, ,,(
q, q,
••
1!:JImagine um cubo com carga elétrica distribuída uniformemente
com uma densidade p volume. A intensidade do campo elétrico
no ponto A é E. Determine o valor do campo elétrico quando
cortado e removido um pequeno cubo de lado igual à metade
••
••
A) E= O do cubo de origem.
Ã.R 2
B) 3

2E0 {R2 + d2 )2

2ÀR
C) - - - - 3
2

Eo (R2+ d2)2 ••
D) i
2

E) N.R.A.
ÀR2

Eo(R2 + d2)2
3
59. Uma partlcula de carga q e massa m está sujeita a dois campos
elétricos ortogonais E, (t) e EY(t), dados pelas equações:

E. (t) = 5 sen (2t)


••
54. Uma esfera isolante de raio R,
uniformemente eletrizada com
densidade volumétrica de cargas +p
EY(t) = 12 cos (2t)

Sabe-se que a trajetória da partícula constitui uma elipse .


A velocidade escalar máxima atingida pela partícula é:
••
teve uma cavidade esférica de diâmetro
R aberta em seu interior, como mostra A)~ l~I ••

a figura ao lado. Um pêndulo simples
que normalmente oscila 30 vezes por
l~I
••
minuto sob ação exclusiva da gravidade, B) 5
foi colocado no interior da cavidade
e passa a executar 90 oscilações por minuto, devido à ação C) 6,~,
do campo elétrico que a esfera isolante causa no interior da
cavidade. Determinar o sinal e o módulo da carga elétrica da
esfera pendular.
Dados: m = massa da esfera pendular;
e = permissividade elétrica no interior da cavidade;
g = gravidade local.
E)
1
D) : l~I
131~1


ITA/IME

I·. FiSICA Ili
• Volume 1

•• 60.
Fonte de luz

~
63. Considere seis placas infinitas, + ,Q + ,Q + ,Q +,O +,O +,O
1, 2, 3, 4, 5 e 6, carregadas :
positiva e uniformemente (veja
figura ) com a mesma
: : : :

wl l l ll
E
'

•• d

d
'

:•q,m
111
densidade superficial de carga,
- a dispostas paralelamente.
Sejam P e Q pontos situados
entre a 1ª e a 2ª e entre a 2ª
p Q • •

•• ''' ea 3ªplacas, respectivamente,


' -5!.., entre
1 Anteparo •x determine a razão
Eo
x=O
os campos elétricos resultantes 2 3 4 s 6

••
A figura apresenta uma fonte de luz e um objeto com carga
nos pontos P e Q, nesta ordem .
+q e massa m que penetram numa região sujeita a um campo A) 1
elétrico E uniforme e sem a influência da força da gravidade. B) 2
No instante t = O, suas velocidades horizontais iniciais são v e C) 3

•• 2v, respectivamente. Determine:


A) o instante t em que o objeto se choca com o anteparo.
B) a equação da posição da sombra do objeto no anteparo em
função do tempo.
D)4
E) 6

64. Uma esfera de metal de raio 6a contém uma pequena cavidade

••
(esférica) de raio a, como mostrado abaixo. Dentro da cavidade
C) a velocidade máxima da sombra do objeto no anteparo. se encontra uma carga +q. Se E, e EYdenotam os campos nos
D) a equação da velocidade da sombra do objeto no anteparo
pontos x e y, respectivamente, determine o valor Er .
em função do tempo, caso o campo elétrico esteja agindo Er

•• /
horizontalmente da esquerda para a direita.

Um fio de densidade linear de carga positiva ").. atravessa três


superfícies fechadas, A , B e C, de formas respectivamente
'
'
:+q

•• cilíndrica, esférica e cúbica, como mostra a figura. Sabe·Se que


A tem comprimento L = diametro de B = comprimento de um
lado de e, e que o raio da base de A é a metade do raio da
esfera B. Sobre o fluxo do campo elétrico~. através de cada
V

2a
•fv, ____ x_
--.-. ~- --·-·----l-} 1

'
: ':
I 1

'' ''
'' '
:'
1

''
'''
-
: 2a
1

•• • superfície fechada, pode·se concluir que:

A B e À
A) 4
B) 16
C) 1
:2a 2a 2a
''

••
D).!_!
5

E) Cs1 J
•• 62. Duas placas planas e
paralelas, de comprimento 1,
estão carregadas e servem
L 65. Um cilindro de comprimento infinito e raio R possui densidade
volumétrica de cargas p constante e está imerso num meio de
permissividadeelétrica&. Calcule o módulo do campo elétrico E para

••
como controladoras de

raios catódicos. A distancia


o
TTTI-
-
elétrons em um tudo de V ._...... . ... ..... .
pontos a uma distancia d do centro do cilindro, nos seguintes
casos:
A) pontos internos ao cilindro, d ~ R.
das placas até a tela do tubo B) pontos externos ao cilindro, d > R.

•• é L. Um feixe de elétrons de
massa m penetra entre as
placas com uma velocidade vO' como mostra a figura. Qual é
o campo elétrico entre as placas se o deslocamento do feixe
66. Duas placas metálicas finas estão colocadas uma contra a
outra (figu ra 1). Duas cargas puntiformes iguais em módulo
séio colocadas ao longo da linha AB perpendicular às placas.

•• da tela do tubo é igual a d?

A) E= mv~d / [ el ( L -f)] B) E= mv~ / [ el ( L+ ~) ]


A +~·_d___•~•··~·• B

•••
C) E= mv~d/[el (L+fl]

E) E = mv~d / [ el ( ml -f)]
D) E=mv~ d/ [ ee (mL+ f )]

Figura 1

r
• 11A/IME
FíSICA
Volume 1
Ili ••
68. Considere uma superfície gaussiana dentro da qual está
localizada uma carga positiva. Na figura 1, a carga puntiforme
está no centro da superflcie cilíndrica, enquanto na figura 2, a
carga puntiforme está mais próxima do topo do cilindro. Já na
••
••
+q figura 3 coloca-se uma carga -q próxima à superfície superior
fechada do cilindro gaussiano.
• -q

••
Fig,2: A densidade de cargas diminui de Fig.3 A densidade de cargas é uniforme
Apara B. e +q • +q

e +q

Figura 1 Figura 2 Figura 3 ••


f'ig.4· A densidade de cargas diminuem
de A para B nas superlldes interna e
externa de cada pl«a.
Fig 5 As densidades de cargas diminuem
de A para 8 somente nas superffc,es
externas. enquanto nas n ternas as
dens.dades s.lo uniformes
Analise as sentenças e marque a opção correta.
1. O fluxo é maior no caso 1 (figura 1);
li. O fluxo é maior no caso 2 (figura 2);
Ili. O fluxo é o mesmo nos dois casos (figuras 1 e 2);
••
Podemos afirmar que:
A) as placas se afastarão em função da interação delas com as
IV. O fluxo é o mesmo na figura 3, isto é, igual aos fluxos das
figuras 1 e 2;
V. O fluxo na figura 3 é nulo.
••
••
cargas puntiformes, ficando conforme o esquema da figura 2.
B) as placas se afastarão em função da interação delas com as A) 1e V estão corretas.
cargas puntiformes, ficando conforme o esquema da figura 3. B) li e V estão corretas.
C) as placas não se afastarão, tendo em vista que o fluxo total C) Ili e IV estão corretas.
produzido pelas cargas puntiformes é nulo.
D) as placas somente se afastarão se um campo elétrico
uniforme for aplicado entre elas, ficando conforme o
esquema da figura 4.
D) Ili e V estão corretas.
E) 1e IV estão corretas.
••
••
69. A figura mostra três placas, todas com área muito grande.
E) as placas somente se afastarão se um campo elétrico for
As placas delgadas são feitas de material isolante e têm
aplicado entre elas, ficando conforme o esquema da figura 5.
densidades superficiais de carga ª• e crb. A outra é metálica
67. Uma esfera condutora sólida com carga positiva está localizada de largura w e está inicialmente descarregada. Determine o
dentro de uma casca condutora neutra . Qual das figuras
abaixo representa corretamente as linhas de campo elétrico
do sistema?
campo elétrico no ponto A.

crmetal ••
A) B)

••
w ••
••
C) D) d, =4 cm
d2 = 12 cm
w=3cm
ª •= - 2,5 µC/m 2
cr b =+ 7,5 µC/m 2

0 me1a1

t0
=o
= 8,85 · 10-12
N-m
7
2 ••
E)

A) IÊ
A1 = 1, 4 · 105 N/C B) IEAj = 2,8-105 N/C ••
C) IÊAI = 5,6 -105 N/C

E) N.R.A.
D) IEAI =11,2· 105 N/C

• •
ITA/IME • 1

,........- 1
•• FíSICA
Volume 1
Ili

•• 70. Um anel carregado de raio 0,5 m tem uma abertura (veja figura)
de 0,02 m. Calcule o campo elétrico (módulo) no centro do
anel, cuja carga uniformemente distribuída é igual a + 1C.
N-m2
73. A figura representa uma esfera de raio
R uniformemente carregada com carga
positiva . No interior há duas cargas
pontuais negativas (-Q cada uma)

•• Dado: k0 = 9 · 109 c2 colocadas sobre um mesmo diametro da


esfera e equidistantes do centro. O sistema
é eletricamente neutro. Este é o bem
conhecido modelo atômico de Thomson

••
(no caso, para o átomo de hélio).
Notas: se b << a · (a + b)2 :::. a2 + 2ab
J_ se x << 1, (1 + x)- 1 :::. 1 - x
0,02 m
T
••
A) Determine a distancia r a que devem estar as cargas
negativas do centro da esfera para que o sistema esteja em
equilíbrio eletrostático .
B) Calcule a frequência de pequenas oscilações radiais de

•• 71 . Considere a distribuição de carga elétrica representada na figura cada um dos elétrons (admita que o outro permanece em
formada por três esferas pequenas e outra maior. A densidade repouso), sendo m a massa do elétron.
de carga elétrica nas várias regiões do espaço está indicada na
figura, sendo p uma constante. O raio da esfera maior é R e o 74. A figura (a) mostra três placas delgadas infinitas com densidades
uniformes de cargas cr 1, cr2 e cr3, respectivamente. A figura (b)

••
de cada uma das esferas menores é R'.
representa um gráfico de campo elétrico (na direção) x entre
as regiões. Na escala abaixo, o valor de E, = 6,0. 105 N/C.
Calcule a relação entre a densidade de carga na placa 3 e a
densidade de carga na placa 2.

•• (a)
1

----1--------+---x
2 3

•• A) Calcule a carga total da distribuição.


'

•• B) Calcule o campo elétrico no centro da esfera maior e no


centro de uma das esferas menores.

72. Uma infinita placa metálica tem uma densidade superficial de


3
(b)
3
1
X

•• carga +o . Uma placa não delgada está localizada~ direita da A) -- B) +-


2 2
placa delgada e está descarregada.
5 1
+ cr C) - - D)+-
2 3

••
+
+ 4
........... E) +-
+ ......\, 5
+
·····X+: X 75. A superfície da caixa da figura abaixo é uma Gaussiana cuja

••
+ A / a carga interna vale 24,0 E 0 e o campo em qualquer ponto da
+ .... _,. /
superfície é dado por: E=[(10,0+2,00x)i-3,00}+bzk]N!C,
+
+ com x e z em metros e b uma constante. A face inferior está

••
sobre o plano xz e a face superior está a uma altura y2 = 1,00 m.
Analise as sentenças abaixo .
1. O campo elétrico no ponto A é zero em função da blindagem Para x1 = 1,00 m, x2 = 4,00 m, 2 1 = 1,00 me 2 2 = 3,00, quanto
da placa não delgada e neutra; deve valer b?
li. A densidade superficial de carga induzida no lado esquerdo A) 3,00 y

•• da placa não metálica tem módulo maior que a densidade


induzida no lado direito, porque a superflcie do lado
esquerdo está mais próxima da placa delgada;
111. Considere a superfície esférica pontilhada na figura. O fluxo
B) 4,00
C) 2,00
D) 2,50

•• elétrico total passando por ela é zero.


Podemos afirmar que:
A) todas as sentenças são verdadeiras.
B) todas as sentenças são falsas.
E) 3, 75

•• • C) somente I é verdadeira .
D) somente li é verdadeira.
E) somente 111 é verdadeira .

11A/IME
FiSICA
Volume 1
Ili ••
Perto do ponto A (Figura abaixo), localizado no limite entre vidro
e vácuo, a intensidade do campo elétrico no vácuo é igual a E0 ,
79. Em uma placa infinita, uniformemente carregada com
densidade volumétrica p, é feita uma cavidade esférica como
••
••
o !lngulo entre o vetor e E0 e a normal n da linha de fronteira mostrada na figura a seguir.
que é igual a a 0 • Assinale o item que contém a intensidade do
campo E no vidro perto do ponto A e o /lngulo entre o vetor
campo resultante no vidro e a normal n.

••
E(vídro)
Dados: A permissividade relativa do vidro é: E = - -
Eo

As espessura da placa é h. Determine a razão entre os módulos


dos campos elétricos nos pontos A e B.
A) EA = 2
~
B) EA =
~
2
4
••
C) EA = ~
~ 2
2
D) EA =
~
2
2 ••
••
E) EA =
A) E= E0 (sinao)2+(;cosa0 y e a=arctg(e·tg(a0 ))
Ee 3

80. A figura mostra uma barra inclinada AC, que está ancorada por
um cabo de 5 mm de di!lmetro e sustenta um cubo com aresta de


B) E=E0 ~(sinao}2+(cosao}2 e a=arctg(e·cotg(o. 0 )) 50 cm de comprimento. O ponto A é fixo e permite rotação. Após
a adição de uma carga de 1 C no cubo, este se desloca para uma
nova posição de equillbrio (não mostrado na figura). Considerando
a barra indeformável e o cabo inextensível, determine o valor da
força de tração no cabo por unidade de área, em MPa, para que
o conjunto barra, cabo e cubo permaneça em equillbrio estável.
••
E) E= E0 e a = o.0
e --······
0,5 m
••
77. Duas cargas pontuais, (+q) e (-q), são separadas pela dist!lncia 2
L. Sabendo que a placa de raio R (R « L) variou a temperatura
de (ó8), determine a variação de fluxo elétrico através da
1,5m

••
••
placa entre a situação final (após dilatada) e a situação inicial.
Despreze qualquer efeito de indução.
1,5 m
Dados:
• Massa específica linear da barra: 4 kg/m;

+q
•· ....
t
• Massa específica volumétrica do cubo: 600 kg/m3;
• Aceleração da gravidade: 1O m/s2;
• Campo elétrico na horizontal: 103 N/C. ••
78. Uma esfera condutora de raio R é carregada com carga Q que
81 . Um campo elétrico é dado pela expressão: Ê = 2xi -2y} + Ok .
Assinale a figura que representa as linhas de campo.
A) B) ••
*· •• ••
fica uniformemente distribuída em sua superfície. Em seguida
é dado um corte a uma altura h acima do centro.
/'i (

••
C) D)

-JJV ~

• Yrt'
X

i'
A) Determine a força que uma parte da casca faz na outra.
E)
••
B) Determine a carga necessária que deverá ser colocada no
centro para que as esferas não se separem.

•• •
ITA/IME
.1
• I
•• FíSICA
Volume 1
Ili

•• 82. Qual carga Q pode ser dada a uma gota metálica de raio
R, se o coeficiente de tensão superficial é igual a a ? Tensão
superficial é a razão entre a força por unidade de comprimento .
A permissividade no vácuo é e 0 •
86. Determinar o período das pequenas oscilações de uma molécula
polar em um campo elétrico homogêneo, cuja intensidade é
E = 3,104 Vim. A molécula polar pode ser apresentada como
um haltere de comprimento d= 1o~ cm, nos extremos do qual

••
encontra-se massas pontuais iguais a m = 10-24 g, portadoras
83. Uma longa casca cilíndrica possui carga superficial positiva de cargas +q e -q, correspondentemente a q = 15,7 · 10-20 C.
na superfície superior e mesma carga superficial, com sinal
contrário, na metade inferior. As linhas de campo elét rico nas 87. (Professor Carlos Eduardo) Uma partícula, carregada com carga
proximidades do cilindro estão melhor representadas por: q = 5 C, segue uma trajetória representada pela equação

•• A) B) (para x > O m):

y(x) = x2 - 2x + 1

•• C)
No plano XY existe um campo elétrico do tipo Ê= - 2 ~ i + 2 ~}.
c c

••
D) O coeficiente de atrito cinético entre a partícula e o plano (XY)

vale ~ . Sabendo que a massa da partícula seja igual a 2 kg


e a gravidade local a 1O m/s2, determine a coordenada y da

••
trajetória para que a resultante das duas forças (elétrica e atrito)
E) N.D.A. seja paralela ao eixo X.
Observação: Todo o movimento ocorre sobre o plano
84. Um bastão (finito) uniformemente carregado gera campo horizontal (XY)

•• elétrico no espaço. Dado um ponto C qualquer, podemos A)y=3m


afirmar que: B) y = 5 m
C) y = 0,25 m
D) y = 0,3 m

••
E) y = 2,5 m

88. (Professor Carlos Eduardo) Um corpo rígido e homogêneo


apresenta seção reta com dimensões representadas na figura
abaixo. Uma carga +q será fixada neste corpo a uma certa

•• altura (a partir do solo) de modo que as reações sobre a base


do corpo sejam iguais. Determine tal altura.

••
A) O campo elétrico aponta sempre na bissetriz do triangulo
ACB.
B) O campo elétrico aponta na direção perpendicular à barra .
C) O campo elétrico aponta em uma direção que depende de d

••
onde se encontra o ponto C, ou seja, não necessariamente
bissetriz do triangulo ACB .
D) o campo elétrico cresce com a distancia entre C e o bastão. E
E) As linhas de campo são todas paralelas entre si e não curvam
em nenhum ponto. [

••
85. (Professor Carlos Eduardo) Nos vértices de um polígono
regulares com N lados, estão dispostas cargas elétricas cujos
valores formam uma progressão geométrica de razão igual a 2
formando a seguinte sequência: q, 2q, ..., 2N- 1 q. A distancia
·1
a partir do centro do polígono com qualquer dos seus vértices

••
é R. Encontrar a magnitude do campo elétrico E no cent ro do
polígono.
A) y = 26 d
25
2q 4q
•A, •
••
27
A2 B) y = d
25

q • Ao • A3• C) y = 25 d
o 27

•• 2N-l q
. AN- 1

D) y = 25 d

E) Y= d
26

,.
• ITA/IME
FíSICA
Volume 1
Ili ••
89. Do interior de uma superfície esférica é lançada uma esfera
de massa m e carga +q . Ao colidir elasticamente, retorna
exatamente à posição original. O tempo do lançamento da
esquerda para a direita é t , e do lançamento de volta, da direita
92. (Professor Carlos Eduardo) A gravura a seguir representa as
linhas de campo de qual das configurações?
y ••
••
para a esquerda, vale t 2 . Sabe-se que existe um campo elétrico
apontado para baixo e sua intensidade vale E. Determine o raio
da esfera.

E ••
A) Pode representar duas cascas de vidro com o formato de
hemisférios, sendo a de cima carregada positivamente e a ••
B) R= ( g + ~Er~; t~
de baixo negativamente.
B) Pode rep resentar uma esfera condutora carregada
uniformemente e em equilíbrio eletrostático.
C) Pode ser um anel metálico carregado com sua ca rga ••
D) R = ( g + ~ E) t~ 2 distribuída uniformemente.
D) Pode ser uma esfera condutora sobre a influência de um
campo externo vertical de baixo para cima.
E) Pode ser urna casca esférica de vidro carregada uniformemente. ••
90. Analise as afirmações abaixo.
1. Todo campo elétrico é conservativo;
li. Todo campo magnetostático é conservativo;
Ili. Em um ponto Pno espaço, a intensidade
93. No vértice de um polígono equilátero de N lados são colocadas
cargas elétricas da seguinte forma: q, 2q, 3q, ... , Nq.
2q
•A2
3q

••
••
A3
do campo elétrico produzido por uma
carga puntiforme q, que se movimenta
com velocidade constante ao longo de qe A1 .
o A,i •
uma reta, é igual ao campo elétrico
produzido por uma carga estática se as
duas estão simultaneamente a uma
mesma distãncia deste ponto.
A) Todas as alternativas são falsas. Determine o módulo do campo elétrico no centro (O) gerado
••
B) Somente a alternativa I é verdadeira.
C) Somente a alternativa Ili é verdadeira.
D) Somente a alternativa li é verdadeira.
E) As alternativas I e li são verdadeiras.
por este conjunto de cargas.
A) E=
2
Nq
167tE0R sen C:)
B) E=
2
Nq
2nE0R sen (~)
•••
91. Qual a intensidade do campo elétrico no ponto O devido
à presença de dois arames de formato semicircular, de mesmo
raio, com cargas Q, e Q2 iguais a 3q e 4q, respectivamente?
C) E = (N + 1)q
2
87tE0R sen ( ~ )
D) E= Nq
2
8nEaR sen un ••
E) E= (N - 1)q
2
4nE0R sen u~) ••
94. (Professor Carlos Eduardo) Uma esfera de raio R possui carga
+Q uniformemente distribuída em seu volume. Um elétron de •
carga -e é livre para se mover dentro ou fora da esfera sobre
influência somente da carga da esfera. Considere uma órbita
circular com raio r < R.
A) Determine o período da órbita em função de r, R, Q, e e
••
A) ~ Koq
2 7tí2
B) .Js Koq
rz
das constantes fundamentais.
B) A potência irradiada por uma carga acelerada é da forma
P= _
1 2
__g_ a"·
61t E0C3
••
C) .Js Koq
2
E) 5 Koq
7tí2

rz
D) 10 Koq
7tí2 Onde a é a aceleração da carga . Determine n.
C) Considerando que a órbita co ntinua circular após o
elétron perder energia, determine a variação da energia
(considerando que t.r « r) durante um período.
••
ITA/IME
••
•• FíSICA
Volume 1
Ili

•• Potencial Elétrico
Trabalho da força elétrica
Como você já viu em mec~nica, podemos calcular o trabalho
de uma força indo do ponto a até um ponto b, como:

•• Introdução
'•b= J;i=(r)-dr

Para o caso da força elétrica sobre uma carga +q produzida

•• Posso começar esse capitulo atentando você, caro leitor,


para não confundir esse termo potencial elétrico com energia
potencial elétrica. É óbvio que se você chegou até aqui, já deve ter
por uma carga pontual +Q localizada na origem, temos:

T = Qq
41te0
r~dr
r
= Qq (~-~)
2
41te r. rb

••
ab •
estudado energia potencial e, embora seja atrativo confundir as 0

duas grandezas, são duas coisas distintas. Existe sim uma ligação
entre elas e vamos ver isso mais adiante. Definimos o potencial elétrico como:
Dada uma distribuição de cargas, queremos encontrar o
Q 1

••
campo elétrico em um certo ponto no espaço. Bom, aqui temos V(r)=-·-
que encontrar três componentes, pois o campo é uma grandeza 4ru::0 r
vetorial. Dependendo da distribuição de cargas, podemos cair em
um problema extremamente complicado (um não, três problemas} . Obtemos a energia potencial multiplicando o potencial

••
O campo elétrico (mais precisamente o campo eletrostático) é uma eletrostático pela carga de prova (carga que está sentindo o
função vetorial especial. Eis a propriedade especial: potencial):
Dada uma carga q fixa na origem, calculemos a integral Qq 1
de linha do campo elétrico sobre a curva que liga os pontos a e b. U(r)= - ·-
4ru::0 r

•• z De maneira que podemos relacioná-los da seguinte maneira:


U(r} = qV(r)

•• y
Dessa forma, temos:

'•b = - [U(rJ- U(r.}] = - L\U


Isso é uma característica de forças conse rvativas 22 . Temos
que parar um pouco nesse momento e observar alguns pontos
J•b-E-de=
- - q fb-r- 1
4ru::o • r2
~-
dl importantes.
Não se consegue medir potencial na natureza, mas sim a

••
diferença de potencial (através da expressão acima, por exemplo}.
Atente para o seguinte detalhe: Entretanto, se a distribuição de carga for local (não se estender
ao infinito}, podemos dizer que: quanto maior for a di~ncia do
ponto em questão à distribuição de cargas, menor será seu termo

••
de potencial. Ou seja, o potencial vai a zero quando r ~ oo. Veja
os gráficos:

•• r-dt = dr

•• Assim, temos:

b- -q Ib-dr
J• E-df=-
41te r
, -=q-( -, - -, )
0 •
2
41te r. rb 0
a

••
b
Isso nos diz que, se tomarmos a integral de linha sobre um Gráfico representativo do potencial elétrico como funçao da distAncia do ponto a uma carga
caminho fechado, o resultado é sempre zero. pontual positiva(a)enegativa (b). Observe que o nível 2ero do potencial elétrico está no infin~o .
Sempre que uma função vetorial possui essa peculiaridade,

••
podemos escrever t al função como a derivada de uma função Adotamos assim, que o potencial é zero no infinito e dessa
escalar. Aqui está uma motivaçao enorme para estudar a funçao forma podemos determinar o potencial num certo ponto. Observe
potencial: Basta resolver um só problema, pois é uma função escalar que não podemos fazer o mesmo se a distribuição de cargas também
e depois derivar (que, geralmente, é bem mais fácil de integrar} e se estende até o infinito!


encontrar o campo. 1

,.•
1 De maneira mais formal. existe um teorema que afirma o seguinte: Sempre que
o rotacional de um campo vetorial for nulo, tal campo pode ser expresso como o 2 Ver página 114 - Nussenzveig.
gradiente de um potencial. H. Moyses. Curso de Física BAsica, Vol. 1, Ed. Blucher ltda, 4• Ediçao.

ITA/ IME
FíSICA
Volume 1
Ili ••
A unidade do potencial
O potencial elétrico, bem como a d.d.p., é medido no SI
em volts, tal que:
Superfície equipotencial
Percebemos que a função potencial é uma função de
ponto, ou seja, não depende do caminho seguido desde o infinito
••
Observação:
1V=~
1(
até tal ponto. Com esse raciocínio, podemos observar que existem
várias posições que possuem o mesmo potencial. Esse conjunto de
pontos que possuem o mesmo potencial leva o nome de superfícies
equipotenciais.
••
Na realidade, o volt é mais apropriadamente definido
como sendo a d.d.p. entre as seções transversais de um condutor
que, percorrido por uma corrente de 1A (ampere), produz uma
potência de 1W (watt).
V(x,y,z) = V(constante)

Sabemos que a diferença de potencial entre dois pontos


é dada pela integral de linha do campo elétrico. No caso de dois

••
pontos quaisquer pertencentes a uma superfície equipotencial,

••
temos:
No CGS, a unidade de potencial elétrico é o stat Volt, tal que:

lsV = 1erg
1sC
Para que o deslocamento entre os dois pontos de superfície
Pode-se verificar que o fator de conversão entre estas
unidades é:
lsV = 300 V
A partir do volt pode-se definir uma unidade de energia: o
equipotencial se dê ao longo de uma linha contida nesta superfície,
devemos ter:

dV =-Ê-dl =0

••
elétron-volt (eV). O elétron-volt é a energia cinética adquirida por Ou seja, toda contribuição infinitesimal para potencial
uma partícula que contenha a carga elementar (e = 1,6 x 10-19 C)
quando acelerada a partir do repouso por uma diferença de
potencial de 1V.
Qual a relação existente entre o elétron-volt e o joule?
ao longo de uma linha sobre a superfície equipotencial é nula .
Desde que estejamos numa região de campo elétrico não nulo,
podemos concluir que: ••
••
Ê-dl~Ê..Ldl
Superposição O campo elétrico é perpendicular a qualquer deslocamento
Em geral, o potencial para uma carga pontual Q é: infinitesimal ao longo da superfície equipotencial. A única maneira

V(r)=_g_-~
4ne0 r

Recorrendo ao princípio de su perposição para uma


de fazermos isto acontecer é tendo a superfície equipotencial como
sendo normal às linhas de força do campo elétrico.

Exemplo 1: Superfície Equipotencial devido a uma carga pontual.



distribuição de cargas, temos:

1 N Qi
V(r)=- í : -
41te0 ,. , r
linha de força
••
Para o caso de uma distribuição contínua no espaço,
devemos encontrar: ••
V(r) = _l_ J dQ
47t60 r
= _ l_J p(r')di:'
4ns0 r
Superfície equipotencial devido a uma carga pontual.

Neste caso, o potencial é dado por v = KQ.


r
Pa ra V ••
/'
constante, temos r constante, o que corresponde, enquanto lugar
geométrico, à superfície da esfera de raio r.
Exemplo 2: Superfícies equipotenciais de um dipolo ••
q

Adaptando para uma distribuição linear e superficial, é óbvio


••
que devemos ter (como visto anteriormente):

V(r) = _ l_ J Ã(r')dl'
4ns0 r
•• •
V(r) = _ l_ J cr(r')da'

••
4ne0 r Superfície equipotencial de um dipolo elétrico.

ITA/IME
•• FíSICA
Volume 1
Ili

•• Observe que uma das superfícies equipotenciais é o plano


equidistante das duas cargas para o qual V= O.
Exemplo 3: Campo elétrico uniforme
Condutores
Como vimos em nossa primeira nota de aula, os materiais
ditos condutores caracterizam-se pela presença, em seu interior, de

•• '
elétrons livres, ou seja, de elétrons debilmente ligados aos átomos
do material, ou de outros portadores de carga, com liberdade de
movimento.
Esta característica possibilita que as cargas excedentes em

••
p um condutor encontrem uma configuração, em condições de
• 1'
' ' equilíbrio eletrostático, tal que a distancia entre elas seja a maior
p
• :'
'
.. possível devido à repulsão eletrostática .
Graças a essa possibilidade, toda a carga excedente de

•• Superfície equipotencial numa região de campo elétrico um condutor localiza-se em sua superfície exterior. A seguir,
uniforme. debateremos algumas experiências que podem evidenciar facilmente
A5 superfícies equipotenciais são planos normais à direção este fato:
do vetor campo elétrico. Exemplo 1: Consideremos uma esfera condutora, oca, eletrizada,

•• Exemplo 4: Fio infinito uniformemente carregado dotada de um orifício e posicionada sobre um suporte isolante, e
um bastão condutor, neutro (figura abaixo). Se tocarmos a esfera
.. ---·------- ----------, ...- .. -· ~ com o bastão na sua parte interna, o bastão permanece neutro .
\ ' \ Porém, se o fizermos na parte externa, o bastão adquire carga de

•• __ ,. ___. ........................
'' .............' ' ' _
mesmo sinal que a carga da esfera .

••
~ _, ,___

Superfícies equipotenciais devido a um fio infinito


uniformemente carregado.

•• A5 superficies equipotenciais são superfícies cilíndricas


coaxiais, cujo eixo comum é exatamente o fio.

Movimento de uma partícula provocado externa.


Esfera condutora oca e eletrizada dotada de um orifício e
bastão condutor. A carga da esfera localiza-se em sua superfície


É visível que a dependência do potencial com a distancia
por uma diferença de potencial é inversamente proporcional. Isso explica porque a configuração

•• Para nosso estudo, objetivo e restrito à eletrostática, todos exige maior afastamento das cargas, pois quanto mais afastadas,
os campos são conservativos e não consideraremos efeitos de menor energia acumulada.
radiação. Portanto, se uma partícula possui num certo ponto a,
energia cinética K. e já num outro ponto b, uma energia cinética Exemplo 2 : Hemisférios de Cavendish

•• ic;,, podemos escrever o seguinte:


t.b =-óU = óK
Ou seja, o trabalho da força elétrica é igual à variação de
Tomemos uma esfera metálica eletrizada sobre um suporte
isolante e dois hemisférios perfeitamente adaptáveis à ela.
Quando encaixamos os hemisférios sobre à esfera, toda

••
energia cinética (considerando que só exista essa força). Podemos a carga anteriormente disposta sobre ela passa aos hemisférios.
prosseguir da seguinte maneira: Quando estes são retirados, a esfera fica neutra.
óU + LlK = O +
U• + K. = Ub + Kb
(a) =([): + :: (D=
••
Em outras palavras, temos mais uma vez a conservação da
energia mecanica para nos tirar de várias situações problemáticas.
Essa é uma salda aprimorada para resolver problemas. Observe
que não precisamos saber como, ou por onde a partícula

••
evolui de um ponto a out ro para saber a sua velocidade .
Basta conhecer sua posição e tudo estará resolvido .
Bom, parece simples, mas eu aconselho praticar bastante nos
exercícios, pois poderá haver situações onde precisaremos explorar
simetrias, além da conservação de energia .

•• Observação:
É importante perceber que, no caso de um movimento
espont!lneo de uma carga numa região de campo elétrico, a

••
trajetória pode ser bastante complicada. No caso em que as
linhas de campo são retilíneas (como nos casos de um campo Hemisférios de Cavendish adaptáveis a uma esfera
uniforme ou de uma carga pontual, por exemplo), uma partícula condutora eletrizada (a) são encaixados sobre ela e a carga antes
abandonada em repouso segue as linhas de campo. Entretanto, na esfera passa aos hemisférios (b) que, sendo retirados, deixam a

••
isto não é verdade para todos os casos. esfera neutra (b) .

ITA/IME
FíSICA
Volume 1
Ili ••
Essa propriedade nos leva, pela Lei de Gauss, a constatar que
o campo elétrico, no interior de um condutor, é nulo. Obviamente,
se houvesse campo elétrico, as cargas elétricas sofreriam a ação das
forças, e não haveria equilíbrio eletrostático.
Alguns exemp los ilustrativos do poder das pontas são
apresentados a seguir.
Exemplo 1: Linhas de campo de um ovoide:
••
Da mesma forma não deve haver componente tangencial do
campo elétrico na superfície do condutor, pois, neste caso, haveria
movimento de cargas sobre a superfície. Conclui-se, portanto, que o
campo nas proximidades de um condutor é normal à sua superfície
Linhas de força devido a um
"ovoide" e uma placa, carregadas com
cargas de mesmo valor absoluto e sinais
contrários. A maior densidade de linhas
••
••
nas extremidades dos condutores indica
e tem módulo dado, pela Lei de Gauss, como sendo:
um campo elétrico mais intenso.
E=~
Eo Exemplo 2:

As linhas de campo, portanto, são normais à superfície do


condutor, partindo dela ou terminando.
Os para-raios são dispositivos destinados a proteger
aparelhos e construções de danos causados por raios. Um tipo
simples é uma haste condutora com uma extremidade no ponto
mais alto da construção. Esta haste é ligada por um fio a outra
••
+
E1
+ +
haste, enterrada. Esta montagem permite que o acúmulo de cargas
induzidas na construção (por uma nuvem eletrizada, por exemplo)
concentre-se na extremidade dos para-raio. Nestas condições, o
raio, ou seja, a descarga elétrica entre as nuvens e a Terra, "cai"
••
no para-raio e não na construção.

C.+~ . . ... ++_}


~ ••
••
••
Campo devido a um condutor nulo no interior, e normal à
superfície nos pontos externos próximos à ela.
Quanto ao potencial, é fácil verificar que, em um condutor,
em equilfbrio eletrostático, não existe diferença de potencial entre Uma nuvem carregada positivamente induz cargas negativas

••
quaisquer dois pontos, caso contrário haveria movimento de cargas: que se concentram na extremidade do para-raios (a). O raio "cai"
Além disso, se o campo no interior do condutor é nulo, anula-se sobre os para-raios, não afetando a construção.
também a sua integral de linha entre dois pontos quaisquer.
Sendo assim, podemos afirmar que a superfície de um Exemplo 3:
condutor em equilíbrio eletrostático é uma superfície equipotencial.

+ +
Consideremos um dispositivo condutor provido de uma
extremidade pontiaguda, e continuamente carregado com carga
negativa, conforme a figura. A grande concentração de carga
••
••
negativa atrai moléculas do ar ionizadas positivamente, ou mesmo
8
• e
• +
por simples indução, ao se chocarem com o condutor, estas
moléculas adquirem carga negativa, sendo, então, violentamente
+ repelidas. Estas moléculas formam o vento elétrico, que pode ser

••
VA =VB=V=V
e
+ + + verificado por meio de uma vela acesa próxima às vizinhanças da
O
+---+-~+ extremidade pontiaguda. O mesmo raciocínio pode ser seguido
para o condutor carregado positivamente.
Potencial devido a um condutor.

••
íons negativos
Outra propriedade concernente aos condutores carregados é
o chamado poder das pontas. A grosso modo, podemos justificar a -*--::::::
concentração de cargas nas " pontas" sob dois aspectos: a repulsão :---
eletrostática entre os portadores livres levando-os às regiões mais
distantes do condutor (as suas extremidades), e a dependência
do potencial que, no caso de distribuições limitadas de carga,
varia linearmente com a carga e inversamente com a distancia. ••
••
Neste caso, esperamos que em pontos mais afastados, haja uma
maior concentração de carga, de forma a manter o condutor a um
potencial constante3 •
Graças a essa propriedade, o campo elétrico próximo às
io

regiões pontiagudas de um condutor é mais intenso.

.,.,
Dispositivo condutor carregado (a) negativamente,
JA rigor, isto só pode ser verificado por meio da resoluç~o da equaç~o de Laplace
para o potencial eletrostático.
produzindo um vento elétrico de lons negativos.

ITA/IME
•• FiSICA
Volume 1
Ili

•• Métodos das imagens (opcional)


O método das imagens, proposto por Lord Kelvin tem como
objetivo simplificar alguns problemas, em que distribuições de
Errado! A configuração da
figura (b) é impossível, já que existem
agora, de fato, dois condutores e a carga
total de cada um deles é zero. Uma das
e~
••
cargas podem ser substituídas por uma única carga ou um sistema maneiras de rearranjar as cargas nesses
de cargas bem mais simples. condutores é não tendo carga em lugar e
Antes de começar a descrever o método, vou enunciar dois algum e, portanto, campo zero em toda
teoremas de unicidade sobre potencial eletrostático. Não cabe nesse parte (figura c). Pelo segundo teorema de unicidade, essa deve ser
momento a demonstração destes, mas serão de extrema importancia

••
a solução: a carga irá fluir pelos fios minúsculos, cancelando-se.
para o entendimento do método das imagens .
Agora estamos prontos para entender o método das
Primeiro teorema de unicidade: imagens. Suponha que uma carga pontual q seja mantida a
A solução da equação de Laplace em um volume v é uma distancia d acima de um plano condutor infinito e aterrado


exclusivamente determinada se V for especificado na superfície (figura abaixo). Pergunta: qual é o potencial na região acima do
de contorno S. 1
plano? Se você respondeu - - · .9. , errou, pois o condutor terá

•• V especificado
4m0 r
cargas induzidas e isso irá alterar o potencial.

•• nesta superfície
(5) ~

•• O que este teorema quer dizer é que, se for fornecido o


y

••
potencial no contorno, é possível calcular o potencial dentro da
regi,fo e esta solução será única (por isso se chama teorema da Agora como podemos calcular esse potencial? De um
unicidade). ponto de vista matemático, nosso problema é resolver a equação
de Poisson na região z > O, com uma única carga pontual q em
Segundo teorema de unicidade: (0,0,d), sujeita às seguintes condições de contorno:

•• Em um volume v cercado por condutores e contendo uma


densidade de carga especificada p, o campo elétrico é determinado
univocamente se a carga total de cada condutor for dada. 44
Superfícies de integração
1. V = O, quando z = O(plano aterrado);
2. V~ O no infi nito.
O primeiro teorema de unicidade (na verdade seu corolário)

•• garante que só existe uma função que satisfaz esses requisitos .


Se por um t ruque ou suposição inteligente conseguirmos descobrir
tal função, ela tem de ser a resposta certa .

••
Vamos ao truque: esqueça o problema real; vamos estudar
uma situação completamente diferente. Este novo problema consiste
em duas cargas pontuais +q (0,0,d) e uma-q (0,0,-d), sem o plano
condutor (ver figura) .

•• "- Contorno externo -


pode estar no infinito

Caso você ache que o segundo teorema é óbvio, analisemos


z

+q

•• a seguinte situação do Purcell: A figura (a) abaixo mostra uma


configuração eletrostática confortável que consiste de quatro
condutores com cargas ±Q, situados de forma que os positivos
estejam próximos dos negativos. Parece bem estável, concordam? y


••
Agora, o que acontece quando juntamos em pares através de fios
minúsculos, como mostra a figura (b)? Como as cargas positivas
estão muito próximas das negativas (que é onde elas preferem
ficar), podemos muito bem supor que nada irá acontecer. Certo? X

•• :: C:J Para esta config uração, posso facilmente expressar o


potencial:

V(x y z) = - -[-.=:==q======--.===q
1
Jxi yi ===]

a b
' ' 41teo Jx2 + y2 + (z- d)2 + + (z+ d)2
4Asdemonstraçõespodemserencontradas na ~ gina82 de D. Griffiths. EletrodinAmica.
3• Edicçao

• ITA/ IME
FíSICA
Volume 1
Ili ••
Perceba que temos:
1. V= O, quando z = O, e
2. V~ O no infinito.
Entendendo melhor a eletrização
Eletrização por contato ••
Ea única carga na região z > Oé a carga pontual em (0,0,d}.
Mas estas são precisamente as condições do problema original.
Evidentemente, a segunda configuração produz exatamente o
Analisamos anteriormente o caso do contato entre duas
ou mais esferas idênticas. Agora, veremos como se distribuem
as cargas quando o contato se dá ent re condutores esféricos de
dimensões quaisquer.
••
••
mesmo potencial que a primeira configuração, na região superior. Sejam as esferas A e B de raios RAe R8 , respectivamente, a
Conclusão: o potencial de uma carga pontual acima de um condutor primeira está carregada com uma carga Q e a segunda está neutra:
infinito aterrado é dado pela equação anterior.
Atente ao papel crucial desempenhado pelo teorema de
unicidade neste argumento, sem ele ninguém acreditaria nesta
solução, já que ela foi obtida para uma distribuição completamente
diferente. Q (a} O (b} ••
Outra aplicação desse método é a seguinte:
Uma carga q está a uma distância a do centro de uma esfera
condutora aterrada de raio R. Encontre o potencial fora da esfera. ••
a
Nas condições de equilíbrio eletrostático, ambas as esferas
••
••
adquirem o mesmo potencial V:
q

Analisemos o seguinte problema : uma carga pontual


2
q' = - q~ localizada a uma distância b = R do centro da esfera.
Além disso, QA+ Q8= Q, pela Conservação da Carga Elétrica.

Daí temos: ••
a
O potencial da configuração é:

[q q']
V(r) =1- - +--;-
a

••
41t&0 r r

No caso de condutores quaisquer, interferirá a geometria


de cada um deles. Mais adiante, quando estudarmos capacitância,
••
••
poderemos resolver esse problema.

Eletrização por indução


Vimos que a indução eletrostática corresponde à redistribuição
de carga em um condutor (induzido devido à influência do campo
elétrico criado pelas cargas de outro 'indutor'}.
Essa redistribuição se dá de modo tal que, no equilíbrio
eletrostático, o potencial seja uniforme no condutor.
••
••
Para ilustrar a situação, façamos o seguinte: tomemos
b q' q um indutor A, carregado com uma carga elétrica q, positiva.
A tem o formato de uma esfera condutora e está em equilíbrio
a eletrostático. O potencial, como função da distância ao centro da
esfera, está representado a seguir pela curva 1.

Perceba que o potencial se anula em todos os pontos da


esfera e, portanto, encaixa-se nas condições de contorno do nosso
problema anterior.
V

••
Observação:
Não se pode colocar a carga imagem na região onde ••

você deseja calcular o potencial. Isso alteraria p e mudaria sua
equação de Poisson.
Potencial devido a um condutor esférico .

ITA /IME •
•• FíSICA
Volume 1
Ili

•• Ao aproximarmos outro condutor, B, de A , a situação se


modifica. Antes do equillbrio eletrostático se estabelecer, B não
tem um potencial uniforme, o que provoca o movimento das cargas
livres, que se redistribuem. Como o potencial inicial no ponto P
Exercícios Resolvidos

•• é maior que no ponto Q (ver figura), as cargas livres (negativas)


deslocam-se das proximidades de Q (menor potencial) para as
proximidades de P (maior potencial), até que o acúmulo de cargas
negativas em torno de P forneça uma contribuição negativa ao
01. Determine a diferença de potencial entre o centro da esfera,
uniformemente carregada com densidade p e raio R, e o centro
do buraco, de raio r. A distancia entre os cent ros vale a.

•• potencial desta região, e que o déficit de cargas negativas em


torno de Q forneça uma contribuição positiva ao potencial desta
região. Estes novos " potenciais" são tais que, ao se superporem
ao potencial original, tornam B uma região equipotencial. O efeito

•• sobre o condutor A é o de redução do potencial e também o de


redistribuição de suas cargas. O potencial fina l é ilustrado pela
curva 2, como vemos a seguir.
V
a

•• A) _ P_ {a3 -2r 3+3r2a} B) _P_ {a3 -r3 +r2a}

••
r 6e0 a 6e0 a

C) _ P_ {a3 -2r3 +r2a} D) _e_ {a3 - 3r3+ 3r2 a}


3e0 a 3a
Potencial devido à indução eletrostática.

•• Caso o induzido seja ligado à Terra, seu potencial se reduzirá


até que, no equilíbrio eletrostático, ele seja igual ao potencial da
Terra, que adotamos V = O. Neste caso, temos a situação ilustrada
E) _ P_ {3a3 -2 r 3 +3r 2a}
6e0 a

Solução:

••
pela curva 3, na figura a seguir:
O potencial em um ponto genérico da esfera (no interior)
V uniformemente preenchida é dado por:

V= koO(3Rz- rz)

•• ......
2R 3
Por superposição de potenciais, temos:

1. Potencial no centro da esfera: VA

•• Potencial devido à indução eletrostática, com o induzido


ligado à Terra .
Observe que, neste caso, o induzido adquire uma carga
3koP(
4 3
VA = ----'----'-
2R
;R
) koP(
4 3
)

a
;R

•• ~ denominada carga induzida. Quando lql = lq'I, dizemos que a


indução é total e, quando lql > lq'I, a indução é parcial. Isto significa
que na indução total todas as linhas de força que nascem no indutor
terminam no induzido, ou vice-versa. Na indução parcial nem todas
li. Potencial no centro do buraco: V8

Va =
2R
4 3
3
+
4 3
3koP( 7tí ) koP( 1tR )
3
3
(3R2 - a2 )
2R

•• as linhas de força que saem do indutor terminam no induzido, ou


o contrário.

Observação:
Assim,

¼-
3k oP(41tR3) koP(4ml ) 3koP(4m l
¼= -~---'- 3 - ~-3 ~ + - ~ -3 ~

•• É importante lembrar que, quando todas as linhas de


campo que saem de uma superfície carregada chegam à
outra superfície, a carga induzida é igual à carga indutora.
2R a
koP(_4 n
2r

_R_3)
_....,___
3__,_(3R2- ai)

••
Chamamos isso de indução total.
2R3

=- p l
3 (41tR
3

)
3
(4m ) 3 (4m )
3
(41tR )
3
}

••
+ 4neo 3 __3_ + 3 _ _3_ (3Rz-az)
3
+ + 2 a 2r 2R
+ +
+ 43
= L{2R2 - r +2r2 -±-(3R2 - a2 )}
4E0 3a 3

••
+

10.1 = 1- 0. 1= l+0, 1 + +
+ + + + = _ P - {a3 - 2r3 + 3r2 a}
6 eo a

,.• ITA/IME
FíSICA
Volume 1
Ili ••
02. Do contagotas 1 até a esfera metálica 2, de raio R, caem gotas
de água, a cada gota é comunicada uma carga q. Qual deve
ser a altura mínima de queda das gotas para que a esfera se
preencha completamente. Assuma que o raio da gota é muito
03. Uma certa região do espaço varia o potencial com a posiçi'.lo
da seguinte maneira (ver gráfico). Determine o módulo da
intensidade do campo elétrico para x = 1 m. A curva representa
um quarto de circunferência.
••
menor que o raio da esfera (r «: R).
Obs: A altura é a medida entre o contagotas e o orifício.
Considere que esta altura é muito maior que R.
VM
••
••
Dados:
• Permissividade do meio: e 0;
• Densidade da água: p;
• Aceleração da gravidade: g.

••
••
1,25 x(m)

A) 4 N/C
B) 1/3 N/C
C) 4/3 N/C
D) 3/2 N/C
E) 1 N/C

Solução:
••
3q2R2
A)-__;_ __
41t2Eo pgr6
q2R2
B) ----'---
Como o gráfico é uma circunferência, podemos escrever:
V2+x 2 = 1,252
Para determinarmos o campo elétrico na posição x = 1m,
••
161t2 E pgr6
2q2R2
C ) - - -6
0

161t2 Eo pgr
devemos fazer:

E(x =1) =- -dV- =---,=~=


1 4
· 2 · 1 =- N/C
2~1, 2 52 -12
••
••
dx<,-1) 3
D) 9q2R2
16 E 0 pgr6
3q2R2
E) - - -6
161t2E0 pgr
Exercícios

Solução:
Após preenchida, a esfera não deixará mais nenhuma gota
penetrar. Podemos dizer, para a próxima gota, que:
01 . (OBF/2001) Um quadrado de lado L tem uma carga puntiforme
+Q fixa em cada um de seus vértices, como indicado na figura a
••
mgh+ koOq = koOq
R+h R
seguir. No centro O do quadrado é fixada uma carga puntiforme
--q. O ponto P, localizado ao longo do eixo perpendicular ao
plano do quadrado e que passa pelo seu centro, dista d do
ponto O. Considere que todo o sistema se encontra no vácuo,
••
mgh=- koOq+ koOq =k OQq,_h_
R+ h

Qq
R

41t Eo mgR
R(R+ h)

R= h "' Qq
41t Eo mgR
e que a constante eletrostática do vácuo é denotada por K.

p •


1
••
••
1

L
A carga de cada gota é dada por: ·- - -- -•,'
41tR3
Q = nq = 3 3 q = (~)] q
41tr
3
r +Q +Q ••
Substituindo, temos:

h= (~J ql 3q2R2
A) Calcule o valor da carga localizada no centro, para que o
campo elétrico resu ltante em P seja nulo.
B) Calcule o valor da carga localizada no centro para que
o potencial elétrico total em P seja nulo. Nesta situação,
••
••
3
=-~--
l61t2 Eo pgr6
determine o trabalho total realizado pelas forças elétricas
47t e0 p -4m- ) gR sobre uma carga de prova qualquer para trazê-la do infinito
( 3 até o ponto P, segundo uma trajetória arbitrária.

ITA/IME

•• FíSICA
Volume 1
Ili-

•• 02. A f i g u f a m o s t r a ,
esquematicamente, uma
campainha eletrostática.
A e B são condutores
!