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Aula-tema 4: Desenvolvimento Econômico da Índia

Passo 1: Elabore uma pesquisa sobre as condições institucionais da Índia,


como facilidade de abrir empresas, burocracia, relações de trabalho, corrupção,
entre outros fatores que possam afetar positiva ou negativamente os negócios
de uma empresa brasileira que deseja oferecer serviços de tecnologia de
informação a partir da índia.

Passo 2 – Procure por reportagens que tratem dos dados de


competitividadedoFórum Econômico Mundial e colete dados da Índia.

Passo 3 – Escreva um texto de no máximo uma página sobre o assunto.

Dica: acesse o site do Banco Mundial e conheça a pesquisa Doing Bussiness


sobre a abertura de negócios nos vários países do
Mundo. http://portugues.doingbusiness.org/Reports . Acesso em: 31 Jan 2011.

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”O estudo, que será divulgado hoje pela Firjan, conclui que


o custo médio para se abrir uma empresa no Brasil é de R$
2.038, três vezes mais que a média do Bric — blobo que
inclui Rússia, Índia e China — onde a despesa é de R$
672.”

Destaca-se que o gasto maior para se abrir uma empresa no país implica perda
de competitividade do Brasil em relação aos seus principais concorrentes.

De acordo com o estudo, em 2008, para a abertura de 247,5 mil empresas,


foram gastos R$ 430 milhões.

Considerando os custos para abrir empresas nos demais países que, junto com o
Brasil, formam o bloco chamado Bric (Rússia, Índia e China), o gasto no país
foi R$ 264 milhões maior. Ou seja, nesses três países o custo médio foi de R$
166 milhões.

— O custo da nossa ineficiência é de R$ 264 milhões, comparando com os


demais países do Bric, nossos grandes competidores — disse Prado.

Entre os países sul-americanos, a Colômbia é uma referência em facilidades


para abertura de empresas.

Além de ter menos burocracia, o custo no país é de R$ 1.213.


No ranking dos 21 estados pesquisados, o lugar mais caro para se abrir uma
empresa fica em Sergipe: R$ 3.597. O Estado do Rio é o quinto mais caro: R$
2.811. Já a Paraíba é o mais barato do país: R$ 963. São Paulo é o sétimo mais
barato, com um custo de R$ 1.711. Segundo Prado, os dados coletados
mostraram que o custo médio para se abrir uma empresa no Brasil varia até
431%, sem considerar os gastos com alvará sanitário, no caso de médias e
grandes empresas.

O estudo apurou também que os custos médios para se abrir uma indústria no
país variam de R$ 2.548, sem alvará sanitário, a R$ 3.134, com o alvará. Já
para se abrir um comércio os custos chegam a R$ 2.631, enquanto numa
empresa de serviços atingem R$ 2.600.

— A conclusão é que só é legal no Brasil o empreendedor que quer muito.


Porque o sistema todo está construído de uma forma que incentiva a não
legalização da empresa, dificultando ao máximo o processo, que também é
muito caro — destacou Prado.

De acordo com o executivo, na apresentação hoje do estudo a ideia é discutir o


assunto, com especialistas nacionais e internacionais, a fim de elaborar um
conjunto de sugestões a serem encaminhadas ao governo e aos candidatos à
Presidência da República. Integrar todos os processos será uma das sugestões
dos empresários. Prado explicou que a ideia é que todo o processo e
acompanhamento dos custos seja centralizado, por exemplo, na Junta
Comercial.

Entre sugestões, o fim da autenticação

Mas, além da simplificação do processo, a ideia da Firjan é apresentar


sugestões para reduzir os custos de abertura de empresas no país. Uma delas é
eliminar a exigência de ter o visto de um advogado no processo.

— O verdadeiro valor do advogado não é receber para dar o visto em um


documento, e sim o trabalho que faz de avaliação do negócio — afirmou Prado.

A redução do custo do alvará do Corpo de Bombeiros, que representa 25% dos


gastos totais, faz parte do rol de sugestões. Outras que certamente farão parte
do trabalho, segundo o executivo, é a eliminação dos custos com cartório e o
fim da necessidade de autenticar documentos.

— Só no Rio de Janeiro cada cópia autenticada custa R$ 5,09 — citou Prado


como exemplo.

ASN