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ERX

KMSX

Manual de Serviço Técnico


Empilhadeira Mastro Retrátil FMX
ERX e KMSX – STILL BRASIL REV 01/08
MT 05/09/2008
Capítulo 00 GERAL

INDICE DOS GRUPOS CONTRUTIVOS

00 GERAL

01 CHASSIS

03 TRANSMISSÃO

04 RODAS

05 ELEMENTOS DE CONTROLE

06 DIREÇÃO

07 FREIO

08 COMPONENTES ELETRICOS

10 HIDRAULICA

11 MOTORES

31 DIAGNOSE

32 FERRAMENTAS ESPECIAIS

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 00-1


Capítulo 00 GERAL

Descrição:
1 Chassi 9 Controlador eletronico
2 Timão 10 Buzina
3 Freio eletromagnetico 11 Indicador Multifunção
4 Acelerador eletrônico 12 Chave de contato
5 Roda de tração 13 Bateria tracionária
6 Motobomba para elevação 14 Motor corrente alternada
7 Rodas de carga 15 Micro acionamento freio
8 Teclas de acionamento de
subida e descida dos garfos.

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Capítulo 00 GERAL
Comparativo entre ER e ERX/KMSX

ER ERX e KMSX

Controlador apenas para tração Controlador único para tração e


(Curtis) elevação (Zapi).
Motor de elevação com acionamento
gradual(rampa de aceleração).
Novo motor de tração em AC (corrente
alternada)
Eliminação do contactor para elevação
Indicador de carga da bateria e Indicador de carga da bateria e
horimetro da curtis horimetro da Zappi (MDI)
Código de falhas no controlador Código de falhas através do
controlador via lap top ou Hand set e
através do indicador de carga da
bateria (MDI).

Abaixo segue o detalhe interno das máquinas

ER ERX e KMSX
G13

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Capítulo 00 GERAL

Descrição do número de Série de máquina:

Exemplo:

71 0250 0 00001 = > Número completo de Série

Seqüencial de fabricação

Variante

Número do tipo de máquina

Fábrica onde foi produzido.

Fábrica:

34 : Rio de Janeiro (Brasil)


71 : Montataire (França)
33 : Luzara (Itália)

Tipo de Máquina:
0248 : EGV 14 0135 : EJE – ER 1032 : ER 1033 : ERX
0259 : EGV 16 0135 : EJE - KMS 0136 : KMS 0137 : KMSX

Variante:
0: Padrão

Número seqüencial:
00001 : É o número seqüencial de fabricação desde a primeira máquina.

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Capítulo 01 Chassi

Geral

O chassi dos modelos ERX e KMSX são de ferro com recortes em oxi-corte
ou plasma e soldas em equipamento MIG-MAG.

As carenagens de são de plástico ABS.


O tapete é ergonômico para minimizar o stress por impacto da coluna.

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Capítulo 2 Transmissão

CONTEÚDO

Página
Lubrificação do rolamento direcional......................................2

Troca de óleo da Transmissão...............................................3

Verificação do nível de óleo da Transmissão............................4

Desmontagem da transmissão..............................................5

Verificação do nível de óleo após montagem...........................5

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Capítulo 2 Transmissão
Lubrificação do rolamento direcional

Geral

O rolamento direcional deve ser lubrificado


a cada 3 meses para que um funcionamento
otimizado e uma longa vida sejam alcançados.

Procedimento
- Levantar a máquina

- Retirar a carenagem.

- Injetar graxa nos dois bicos de graxeira


(1 e 2) que se encontram em aberturas no
chassis ao lado do motor.

Tipo de graxa:

Graxa para uso em temperatura ambiente:


Ipiranga = Renolit 2 ; Castrol = Mobilgrease MP ; Esso = MP Grease ;
Petroquimica = Lubrax industrial GMA-2 ; Texaco = Max lub uso
geral.

Graxa para uso em temperatura frigorífica:


Ipiranga = Renolit JP1619 ; Castrol = Mobilgrease 28 ; Shell = TTF 52
ou Foodslip low temp,grease ; Petroquimica = Lubrax industrial GMA-
2.

A ERX vem montada com uma transmissão de marca KORDEL AG,


com identificação legível por placa.

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Capítulo 2 Transmissão

- Engrenagem do motor para transmissão KORDEL, com


uma relação de 19,03 voltas do motor para uma da roda.

Troca do óleo da transmissão

A troca de óleo deve ser feita a cada 2000 horas trabalhadas, ou em


metade do tempo se em uso frigorífico.

O parafuso (1) foi concebido para a troca de óleo como sendo o


parafuso de escoamento do óleo.

Lembrete: O óleo de transmissão deve ser trocado à temperatura de


trabalho.

ATENÇÃO: Perigo de queimaduras.


A temperatura máxima permitida é de 80 graus Celsius.

- Calçar as rodas de carga de forma segura;


- Colocar uma bacia com capacidade de 2 Litros sob a transmissão.
Girar o timão em sentido horário até o batente.

- Através da abertura (3) existente na estrutura de sustentação da


transmissão, retirar o parafuso de entrada do óleo (2).

- Retirar o parafuso de escoamento do óleo (1) e escoar o óleo.

- Colocar o parafuso de escoamento no seu lugar, atentando para


colocação de uma nova arruela de vedação de latão.

- Colocar através da abertura da estrutura de sustentação da


transmissão o novo óleo, com uma bomba manual (mais ou menos
1,8 litros).

O nível de óleo está certo, quando o óleo estiver na borda


inferior da abertura de nível (2).
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Capítulo 2 Transmissão

Atenção: Recolocar o parafuso do orifício de verificação com


um novo anel de vedação.

Verificação de Nível de Óleo da Transmissão

- Desligar o conector de bateria.


- O nível correto do óleo é indicado pelo pouco escoar de óleo
quando se abrir o parafuso de nível (2).

- Para um correto nível de óleo, colocar óleo até 1/3 da


engrenagem do eixo do pinhão.

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Capítulo 2 Transmissão
Retirada da Transmissão

Atenção: Na desmontagem da roda de tração o equipa-


mento fica sem freio. Por tanto é necessário que se
calce o equipamento a fim de que o mesmo não se mo-
vimente.

1. Desconectar o conector da bateria.


2. Elevar a paleteira contra uma parede, cerca de
230 mm.
3. Desmontar a roda de tração(3 no desenho abaixo).
4. Retirar o motor de tração(1)

Atenção: Os cabos de ligação não devem ser desligados!

5. Deixar escorrer o óleo da transmissão(veja pg 3).


6. Amarrar a transmissão com uma cinta.
7. Soltar os últimos 6 parafusos e descer com segurança a
transmissão.
8. Retirar a transmissão.

Atenção: Tampar a transmissão para que não entre sujeira.

Montagem da Transmissão

A montagem é executada em ordem


inversa a desmontagem.

Atenção: Antes da instalação da


transmissão é prudente verificar
A limpeza do respiro e das aletas
de dissipação de calor.

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Capítulo 4 Rodas

CONTEÚDO

Página
Troca da roda de tração......................................2
Rodas de apoio - ajuste e desmontagem...........2
Rodas de carga...................................................3

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Capítulo 4 Rodas

Troca da roda de tração

Medida da roda nova: 254x100mm

A roda deve ser trocada quando:


- Quando a roda estiver quebradiça ou ovalizada.
- Quando a medida da roda for <10% < 228 mm.

Desmontagem

1. Desconectar o conector da bateria..


2. Encostar a máquina contra uma parede e levantá-la 230 mm.
3. Virar a roda de tração (1) de tal formo que as 5 porcas(2) da roda possam ser soltas.
5. Soltar as porcas e retirá-las.
6. Retirar a roda de tração.

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Capítulo 4 Rodas

Montagem

1. Antes da montagem, verifique o perfeito estado do assento da roda e limpe-o.


2. Colocar a roda no lugar e apertar os 5 parafusos com a mão.
3. Apertar todos os parafusos com um torquimetro
e o torque específico.
4. Retirar o calço de madeira.

Medida das porcas da roda: A 12x1,5 DIN 74361,


Troque de aperto das porcas da roda: 83 Nm.

RODAS DE APOIO
AJUSTE DE RODA DE APOIO

1. Parafusos de fixação do suporte da roda de apoio.

2. Soltar os parafusos sextavados.

3. Colocar laminas de calço o suficiente para manter a


máquina nivelada e sem balanço excessivo para um dos
lados

4. Aperte os 4 (quatro) parafusos de fixação.

Verificar as medidas das rodas de apoio:


95 x 50mm. As rodas devem ser substituídas caso estejam
danificadas ou com desgaste maior que 10% = medida
mínima de 85mm.

Atenção: Após a montagem do conjunto, testar o funcio-


namento. Ao se fazer uma inversão de sentido de tração,
o conjunto da roda de apoio deve girar em um curto espa-
ço em sentido contrário.

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Capítulo 4 Rodas

OBS: Imagem extraída do catalogo de peças, somente para percepção de detalhes.

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Capítulo 4 Rodas

Rodas de carga

Geral

Medida de roda nova (mm) 83 x 160.


A roda de carga deve ser trocada quando:

- Estiverem quebradas ou não mais redondas,


- Sua medida for menor do que 75 mm,
- Seus rolamentos estiverem danificados.

Roda de carga simples

Desmontagem
- O lado no qual for feita a manutenção devem ser elevados 100 mm, e de forma segura.
- Extrair o pino elástico (7).
- Retirar o eixo (3).
- Se necessário trocar a roda (2), o rolamento(6) e as buchas (4 e/ou 5).

A montagem é feita em ordem inversa.

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Capítulo 5 Elementos de
Controle

CONTEÚDO

página
Timão: Geral, descrição das peças.....................................2

Cabeçote, placa do Timão e desmontagem


e montagem do acelerador...............................................3

Interruptores de segurança (interruptor de barriga)


e sentido de direção.........................................................4

Uso da elevação e de descida de garfos...............................5

Potenciômetro de aceleração.............................................6

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Capítulo 5 Elementos de
Controle
Timão

Geral

O timão nos é posto de forma encapsulada, no qual são


Integrados uma placa, 3 teclas (elevação, descida e buzina),
2 manípulos de aceleração e um interruptor de segurança
com tecla de acionamento integrada.

Em um defeito de funcionamento do timão, troca-se a


placa do timão.

Ao acionarmos um manipulo de aceleração estaremos


ativando um potenciômetro de forma proporcional à
variação do acionamento do manipulo. A mesma lógica
acontece quando acionarmos as teclas das funções hidrau-
licas, o acionamento será gradativo e livre de estágios. O
acionamento da buzina é feito por micro interruptor.

A comunicação entre o cabeçote do timão e a controladora


é feita através de comunicação serial.

Disposição das peças do Cabeçote do timão

1 : Micro interruptor de segurança (interruptor de barriga)

2 : Placa de controle do timão completa.

3 : Acionadores de aceleração

4 : Tecla de buzina.

5 : Tecla de elevação dos garfos.

6 : Tecla de descida dos garfos.

7 : Não utilizado nesta máquina.

8 : Não utilizado nesta máquina.

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Capítulo 5 Elementos de
Controle
Desmontagem do timão

- Desconectar a bateria.

- Soltar e retirar os quatro parafusos BTR (DIN 912, M6 x 12 – 8,8)(5).

- Tirar a tampa (1).

- Para soltar a tecla / botoeira de segurança,


deve-se somente puxá-la para cima. Esta tecla
é somente encaixada.

- O conector desta placa que se encontra


debaixo dela deve ser solto.
Marcar o sentido da conexão.
Em seguida soltar a segunda parte do corpo
do timão(6), soltando os 3 parafusos BTR
(FHC M8 x 12 x 12) (8).

- Desta forma está desmontado o timão.

Desmontagem da placa do timão

Soltar os parafusos BTR (DIN 912, M6 x 35


– 88) (2) que fixam a placa.

- Tirar a placa de controle(3) do timão de


cima de seus 3 pontos de apoio.

Desmontagem do acionador de
sentido de tração

Sacar as duas “borboletas” de acionamento


do acelerador com um extrator. As
borboletas de acionamento de sentido de
tração somente podem ser desmontadas
após a retirada da placa de dentro do corpo
do timão.

Montagem

A montagem é feita em ordem inversa a da desmontagem.

ATENÇÃO: No momento da montagem dos acionamentos de aceleração, atentar


para o correto posicionamento das borboletas e seu travamento.

O espaçador (9) deve ser necessariamente montado para haver o


contato entre o corpo do timão e as teclas de elevação e descida.

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Capítulo 5 Elementos de
Controle
Interruptor de segurança (Interruptor de barriga)

A interruptor de barriga (1) é acionado através da tecla típica de segurança (2) e tem
que estar submetida é uma diretriz de segurança.

Portanto seu livre e bom funcionamento devem ser verificados a cada serviço de
preventiva.

No caso de um acionamento do interruptor de segurança de barriga, acontece a


inversão de sentido de frente para ré.
Tão logo o botão de segurança deixe de ser acionado, a máquina para.

Para colocar novamente a máquina em


movimento, existem
somente duas possíveis soluções:

1 . Colocar a chave de contato em desligado


e ligar de novo.

2 . Colocar o timão em posição de freado.

Ao lado mostra-se uma foto que mostra o


principio de funcionamento do interruptor de
barriga.

ATENÇÂO: No serviço com o timão é proibido trocar a tecla por outra de uma máquina
antiga. Este procedimento estaria colocando em risco o livre e bom funcionamento do
interruptor, devido ao fato de os ganchos de fixação (3) e (4) serem diferentes.
Diante do fato de as duas teclas serem diferentes quanto a seus encaixes, diferenciou-
se também a cor interna das teclas (a nova é vermelha (3) por dentro e a velha é preta
(4) por dentro).

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Capítulo 5 Elementos de
Controle
Usando a “elevação” de garfos

Ao acionarmos a tecla “elevação” (1), o interruptor (3) emite o sinal de controle de


liberação para a função de “elevação”.

Usando o “descer” de garfos

Ao acionarmos a tecla de “descer”(2), o interruptor (4) emite o sinal de controle de


liberação para a função de “descer”.

ATENÇÂO: É impossível executar duas funções ao mesmo tempo; isto é demonstrado


como falha.

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Capítulo 5 Elementos de
Controle

Potenciômetro

O primeiro segmento em 5 graus (1) corresponde à região neutra de aceleração.


Quando este ponto é ultrapassado o sentido de direção (2) é selecionado. De 7,5 a 43
graus o potenciômetro está ativo (3); de 43 a 47 graus é enviado um sinal fixo de valor
máximo (4).

LEGENDA:
A Região de seleção de sentido de direção B Região de variação (P1)
(1S1) 13 Posição de repouso (amarelo)
10 Cursor do potenciômetro (vermelho) 14 sentido Ré (branco)
11 Posição “acelerador total” (verde) 15 Sentido Frente (preto)
12 Entrada de controle (azul)

Desenho em corte com o cursor Visão externa do potenciômetro


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Capítulo 6 Freio

Conteúdo
Página

Geral...........................................................2

Ajuste do braço do timão................................2

Ajuste da folga do freio...................................3

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Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 7-1


Capítulo 6 Freio
Geral

A gravura abaixo mostra o freio não O circuito magnético se fecha através


energizado, ou seja, freado. do platô do freio e da bobina do freio.
As molas de compressão (2 e 3)
pressionam o disco de freio (6) O platô de freio é atraído pela
axialmente contra o platô do freio (4) e magnetização e o espaço de ar “a” se
esta compressão é adiante também reduz a “zero”, deixando o disco de
aplicada contra o flange do motor (5). freio (4) livre.

Quando se tira o timão de sua posição O espaço de ar neste freio não é


de repouso, trazendo-o para a posição ajustável. De fábrica este espaço de
de trabalho, o interruptor ao pé do ar é ajustado em 0,2 mm e não pode
braço do timão é atuado. O interruptor ultrapassar 0,8mm de “entre-ferro”
envia um sinal liberador de tração para
o controlador, que por sua vez manda
tensão para a bobina do freio
magnético.

1 Bobina de freio 5 Flange do motor


2 Mola 6 Platô do disco
3 Mola 7 Trava de freio ajustável
4 Disco de freio 8 Placa de aço inoxidável

ALERTA: A placa de aço inoxidável impede que o disco de freio cole (especialmente em
função de umidade).

Estamos trabalhando com um freio eletromagnético sem ajuste.

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Capítulo 6 Freio
Ajuste do Timão

Uma mola traz o braço do Timão para


a posição de repouso e com isto o
freio fica freado. Este freio trabalha
como freio de estacionamento e de
emergência.

Desmontagem

- Desconectar a bateria.

- Calçar a máquina para que não


ande.

- Desconectar os fios do freio.

- Desmontar o braço do Timão. a = área de atuação do freio


b = área de liberação de trabalho
- Marcar a posição correta de fixação c = área de atuação do freio
do freio eletromagnético.

- Desparafusar os três parafusos


Allen (1).

- Desmontar o freio.

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Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 7-3


Capítulo 6 Freio
Teste da folga do freio

- Soltar o freio.

- Verificar a folga do freio com um calibre.

Folga <<a>> = 0,2 até 0,8 mm


Espessura mínima permissível do disco de
freio ....................... 4 mm

ATENÇÃO: O disco de freio deve ser


ajustado novamente quando a folga do
freio ultrapassar a medida de 0,8mm. No
caso de uma folga muito grande não se
pode garantir que a bobina consiga soltar o
freio.

Verificação da força do freio

- Carregar a empilhadeira com carga


nominal.

ATENÇÃO: Libere a área para fazer a


frenagem e se dê uma grande margem de
segurança.
1,20m
- Acelerar a máquina a 6 Km/h.

- Atuar o freio e medir o espaço de 6Km/h


frenagem.

Espaço máximo de frenagem: 1,20


m.

- Em caso de espaço de frenagem maior


que o acima citado, necessita-se trocar o
freio.

ATENÇÃO: Nunca utilize uma


empilhadeira com freios danificados ou
deficientes.

ALERTA: Quando uma bobina de freio em


uma folga de freio menor que 0,8 mm não
conseguir mais atracar o platô deve-se
verificar a tensão da bateria.
Uma bateria que não está em seu
estado perfeito de trabalho, prejudica
o bom funcionamento de liberação do
freio.

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 7-4


Capítulo 8 Componentes
Elétricos

Conteúdo
Página
Dados técnicos da controladora...........................................................2

Esquema elétrico...............................................................................3

Legenda...........................................................................................3

Descrição das conexões da controladora...............................................5

Tabela dos parâmetros padrões...........................................................8

Descrição do Menu de Testes..............................................................10

MDI - Indicador Digital Multi-funções..................................................10

Programação do horimetro MDI no controlador......................................13

Ajuste dos parâmetros de bateria.........................................................

Intervalo de manutenção....................................................................

Proteção contra falhas e acidentes

Colocação em funcionamento de baterias novas

Troca de baterias

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Capítulo 8 Componentes
Elétricos
Dados Técnicos do Inversor Combinado

Inversor Combinado Tração e elevação

Tipo de motor de tração Corrente Alternada para até 3,5Kw


Corrente continua, controle série
Tipo de motor de bomba
até 7Kw
Corrente Máxima 350 A (RMS) máximo 2’

Tensão 24 V
Freqüência de operação do
8 KHz
Inversosr
Freqüência do regulador de campo 800 Hz

Corrente máxima de saída 300 A

Temperatura de trabalho ambiente - 40°C á +40°C

Temperatura interna do controlador 85°C


230 x 150 x 128dissip (L x I x h)
Medidas
em mm

O Inversor controla a potencia dos


transistores dependendo do comando
de entrada até seu nível máximo
parametrizado.
Para controle da rotação e da potencia
dos motores de 0% a 100% varia o
pulso de controle dos transistores.
O Inversor é dotada de um
monitoramento de segurança interno e
externo, que pode desligar a
controladora por funcionamento
irregular.
O diagnóstico de falhas é feito
facilmente através do MDI (6P20) (2),
que se encontra no painel frontal.
Os ajustes no Inversor são feitos pelo
Notebook ou pelo Hand Set.
Para acessar o Inversor e todos os
outros componentes elétricos é
necessário a retirada da carenagem
frontal.

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 8-2


Capítulo 8 Componentes
Elétricos

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 8-3


Capítulo 8 Componentes
Elétricos

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 8-4


Capítulo 8 Componentes
Elétricos

Conexões do Inversor Combi AC

O conector usado no Inversor é o AMPSAAB 42 pinos, o mesmo dos


equipamentos ETV-FM e máquinas da Série R.

A1 NCLTXD Pino negativo de comunicação sérial.


A2 PCLTXD Pino positivo de comunicação sérial.
A3 NEVP Negativo da eletroválvula proporcional.
A4 PAUX Fonte positiva da eletroválvula. Esse conector deve receber
positivo do contactor principal e deve fornecer a todas eletroválvulas.
A5 DESCENT Requisição de descida. Ativado com sinal alto.
A7 TILLER Entrada do sinal do micro-interruptor do timão. Ativo com
sinal alto (+VB).
A8 ENC A Motor de tração, fase A do encoder.
A9 PENC Entrada positiva do codificador (+5 or +12Vdc)
A10 NENC Entrada negativa do codificador.
A11 CUTBACK Entrada #1 da chave redutora de velocidade. Sinal baixo ativo
(chave aberta)
A12 THMOT Entrada do sensor térmico do motor de tração. O PULL-UP
interno é fixo em 2mA (Max 5V) corrente da fonte.

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 8-5


Capítulo 8 Componentes
Elétricos
A13 +KEY Entrada do sinal da chave de contato.

A14 NEV1 Saída do excitador da eletroválvula 1 (condução à - bat)


A15 NEV2 Saída do excitador da eletroválvula 2 (condução à - bat)
A16 NEV3 Saída do excitador da eletroválvula 3 (condução à - bat)
A17 NMC Saída da linha de excitação da bobina do contator (condução
à - bat)
A18 FW Entrada do sinal de tração Frente. Ativo com sinal alto (+VB).
A19 BACK Entrada do sinal de tração Ré. Ativo com sinal alto (+VB).
A21 HORN Entrada da chave da Buzina. Ativo com sinal alto(+VB).
A22 ENC B Motor de tração, fase B do sensor encoder.
A23 NPOT Negativo do potenciômetro de aceleração, teste para o diagnostico
da desconexão do fio.
A24 CPOTTR Alavanca de contado do potenciômetro de aceleração.
A25 CPOTL Alavanca de contado do potenciômetro de elevação.
A26 PPOT Positivo dos potenciômetros; saída 10 volts; mantêm a carga maior
que 1kohm.
A27 CANH Nível alto da voltagem do CAN-BUS I/O.
A28 NEV4 Saída do excitador da eletroválvula 4 (condução à bateria)
A29 NCLRXD Pino negativo da recepção em série.
A30 PEB Positivo da bobina do freio eletromecânico.
A31 NEB EB saída da bobina de freio; PWM controla 2A contínuo (condução à -
bat).
A32 NEV5/HORN OUT Saída da eletroválvula 5/excitador da Buzina (condução à -
bat).
A33 BELLY Entrada da função inversão rápida, deve ser conectado ao
interruptor anti-prensagem do operador. Ativo com sinal alto (+VB).
A36 LIFT SW Entrada da chave de elevação. Ativo com sinal alto (+VB).
A37 LIFTING CUTOUT Entrada da parada de elevação. Ativo com sinal baixo.
A38 IN12 Entrada do sinal digital # 12.
A41 GND Negativo do potenciometro de elevação.
A42 CANL Nível baixo da voltagem do CAN-BUS I/O.

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 8-6


Capítulo 8 Componentes
Elétricos

Descrição das conexões de potencia do Inversor Combi AC1

-B Negativo da bateria.
+B Positivo da bateria.
+BF Positivo da bateria, antes do fusível.
-P Saída do motor da bomba.
U; V; W Barras da conexão das três fases do motor;
siga esta seqüência e a indicação no motor.

Edição: 06/08 Manual de

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Capítulo 8 Componentes
Elétricos
Tabela de ajuste de parâmetros

Nome do Inversor = AD1M2B SB0.02

Data de Memória = Segunda-feira, 23 de Junho 2008 as


15:23:00

[Code Name Position Menu Valor Valor em escala


0 ACCELER. DELAY Aceleração em seg. 0 0 35 3,5
11 RELEASE BRAKING Desaceleração em seg 1 0 40 4
248 TILLER BRAKING Desacel freio Timão 2 0 5 0,5
12 INVERS. BRAKING Desacel por reversão 3 0 10 1
Desacel por soltar
251 DECEL. BRAKING acelerador 4 0 90 9
13 PEDAL BRAKING = Desac freio Timão 5 0 10 1
Desacel quando
16 SPEED LIMIT BRK. tartaruga 6 0 28 2,8
30 MAX SPEED FORW Máx vel sentido Tração 7 0 100 100%
31 MAX SPEED BACK Máx vel sentido garfos 8 0 100 100%
21 CUTBACK SPEED 1 Veloc reduzida 1 9 0 30 30%
248 HS CUTBACK Veloc reduzida digital 10 0 10 10%
245 FREQUENCY CREEP Mínima veloc em Hz 11 0 6 0,60 Hz
63 MAXIMUM CURRENT Corrente máxima 12 0 100 100%
251 ACC SMOOTH Comportamento acel 13 0 10 1
252 INV SMOOTH Comportamento desac 14 0 10 1
253 STOP SMOOTH Comport fim aceler 15 0 10 10 Hz
241 BRK SMOOTH Comport fim desacel 16 0 10 1
243 STOP BRK SMOOTH Comport após o fim 17 0 10 10 Hz
56 AUXILIARY TIME Tempo aux ação ramp 18 0 4 0,4
246 TILLER SWITCH Interrup timão 0 1 0 HANDLE
125 HOUR COUNTER Horimetro 1 1 1 KEYON
121 BATTERY CHECK Teste bateria 2 1 2 LEVEL = 2
247 STOP ON RAMP Parada em rampa 3 1 1 ON
119 AUX OUTPUT #1 Saída auxiliar 4 1 0 BRAKE
100 QUICK INVERSION Reversão rápida 5 1 1 BELLY
241 SET MOT.TEMPERAT Ajuste temp motor 6 1 2 ANALOG
254 HANDBRAKE Freio de mão 7 1 0 ABSENT
252 CONNECTED TO Conectado a 0 2 2 TRACTION
145 SET BATTERY TYPE Tipo de bateria 0 3 0 24V
140 ADJUST BATTERY Ajuste tensão bateria 1 3 119 25,05 V
249 THROTTLE 0 ZONE Área morta do aceler 2 3 5 5%
252 THROTTLE X POINT Variação X acelerador 3 3 32 32%
253 THROTTLE Y POINT Variação Y acelerador 4 3 32 32%
248 BAT. MIN ADJ. Ajuste mínimo bateria 5 3 5 LEVEL = 5
247 BAT. MAX ADJ. Ajuste máximo bateria 6 3 3 LEVEL = 3
248 LOAD HM FROM MDI Carregar dados do MDI 7 3 0 OFF
242 CHECK UP DONE Preventiva executada 8 3 0 OFF
243 CHECK UP TYPE Tipo de preventiva 9 3 0 LEVEL = 0
251 MAIN CONT. VOLT Tensão no contator K1 10 3 80 80%
241 AUX OUTPUT VOLT Tesão no freio elétrico 11 3 80 80%
159 ADJUSTMENT #01 Reset MDI descarga 0 131 64 103%

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Capítulo 8 Componentes
Elétricos
158 ADJUSTMENT #02 Corte de elefação 1 131 60 96%
142 SET CURRENT Parâmetro sem acesso 2 131 35 350 A
141 SET TEMPERATURE Parâmetro sem acesso 3 131 99 18 °C
242 HIGH ADDRESS Parâmetro sem acesso 4 131 0 0
249 TOP MAX SPEED Parâmetro sem acesso 0 129 150 150 Hz
53 COMPENSATION Parâmetro sem acesso 1 129 1 ON
241 SLIP CONTROL Parâmetro sem acesso 2 129 1 ON
241 DC-LINK COMPENS. Parâmetro sem acesso 3 129 1 ON
242 SAT FREQUENCY Parâmetro sem acesso 4 129 90 90 Hz
14 BRAKING MODUL. Parâmetro sem acesso 5 129 100 100 Hz
254 MINIMUM VOLTAGE Parâmetro sem acesso 6 129 8 3,10%
250 BOOST AT LO FREQ Parâmetro sem acesso 7 129 26 26%
243 BOOST AT HI FREQ Parâmetro sem acesso 8 129 38 38%
244 BOOST CORNER FRE Parâmetro sem acesso 9 129 55 55 Hz
245 BRAKING BOOSTER Parâmetro sem acesso 10 129 0 0%
252 MOTOR RESISTANCE Parâmetro sem acesso 11 129 0 LEVEL = 0
246 SLIP COEFFICIENT Parâmetro sem acesso 12 129 0 LEVEL = 0
251 MAXSLIP RESET Parâmetro sem acesso 13 129 6 0,60 Hz
247 MAXSLIP 0 Parâmetro sem acesso 14 129 35 3,5 Hz
248 MAXSLIP 1 Parâmetro sem acesso 15 129 35 3,5 Hz
252 FREQSLIP 1 Parâmetro sem acesso 16 129 45 45 Hz
249 MAXSLIP 2 Parâmetro sem acesso 17 129 38 3,8 Hz
253 FREQSLIP 2 Parâmetro sem acesso 18 129 60 60 Hz
250 MAXSLIP 3 Parâmetro sem acesso 19 129 43 4,3 Hz
254 FREQSLIP 3 Parâmetro sem acesso 20 129 110 110 Hz
251 MAXSLIP 4 Parâmetro sem acesso 21 129 47 4,7 Hz
241 FREQSLIP 4 Parâmetro sem acesso 22 129 130 130 Hz
242 MAXSLIP 0 BRK Parâmetro sem acesso 23 129 28 2,8 Hz
243 MAXSLIP 1 BRK Parâmetro sem acesso 24 129 28 2,8 Hz
247 FREQSLIP 1 BRK Parâmetro sem acesso 25 129 40 40 Hz
244 MAXSLIP 2 BRK Parâmetro sem acesso 26 129 28 2,8 Hz
248 FREQSLIP 2 BRK Parâmetro sem acesso 27 129 60 60 Hz
245 MAXSLIP 3 BRK Parâmetro sem acesso 28 129 43 4,3 Hz
249 FREQSLIP 3 BRK Parâmetro sem acesso 29 129 110 110 Hz
246 MAXSLIP 4 BRK Parâmetro sem acesso 30 129 38 3,8 Hz
250 FREQSLIP 4 BRK Parâmetro sem acesso 31 129 135 135 Hz
93 OPTION 07 Parâmetro sem acesso 32 129 1 LEVEL = 1
92 OPTION 08 Parâmetro sem acesso 33 129 6 LEVEL = 6
94 OPTION 06 Parâmetro sem acesso 34 129 6 LEVEL = 6

Chopper_Name=AD1S2B SB0.02
User_Comment=máquina de treinamento prototipo
Save_Date=Thu Jun 26 11:06:51 2008

[Code Name Position Menu Value Scaled Value]


65 PUMP IMAX 0 0 9 LEVEL = 9
1 PU. ACCELER. DEL 1 0 15 1,5
6 PU. DECELER. DEL 2 0 1 0,1
26 SPEED LIMIT 3 0 100 100%
27 CREEP SPEED 4 0 10 10%
Edição: 06/08 Manual de

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Capítulo 8 Componentes
Elétricos
53 COMPENSATION 5 0 10 10%
48 HYD SPEED FINE 6 0 16 16%
49 HYDRO COMPENS. 7 0 10 10%
20 CUTBACK SPEED 8 0 255 100%
253 MIN EVP 9 0 16 6,3
252 MAX EVP 10 0 249 97,6
251 MIN EV1 11 0 16 6,3
250 MAX EV1 12 0 249 97,6
245 EVP OPEN DELAY 13 0 0 0
244 EVP CLOSE DELAY 14 0 0 0
243 EV1 OPEN DELAY 15 0 0 0
242 EV1 CLOSE DELAY 16 0 0 0
125 HOUR COUNTER 0 1 0 RUNNING
243 EVP TYPE 1 1 1 ANALOG
242 EV1 TYPE 2 1 0 DIGITAL
141 SET TEMPERATURE 3 1 0 NONE
84 MODEL TYPE 0 2 5 PUMP
253 THROTTLE 0 POINT 0 3 0 0%
252 THROTTLE X POINT 1 3 32 12%
251 THROTTLE Y POINT 2 3 32 12%
159 ADJUSTMENT #01 0 131 95 95%
142 SET CURRENT 1 131 35 350 A
119 AUX OUTPUT #1 2 131 15 LEVEL = 15
118 AUX OUTPUT #2 3 131 15 LEVEL = 15
250 HIGH ADDRESS 4 131 0 0
245 DITTER AMPLITUDE 5 131 5 7,00%
244 DITTER FREQUENCY 6 131 5 31,2 Hz

[End]

Lista de funções do menu “TESTER ”.

1) CORRENTE DO MOTOR Ampere. É a corrente do motor controlada pelo


Slave do combiac1.

2) VOLTAGEM DO MOTOR
É a voltagem do motor controlado pelo Slave do combiacI1, expressa
como uma porcentagem da voltagem máxima.

3) POTENCIA DO MOTOR
Watt. Valor estimado da potencia do motor de tração. Este parâmetro é
usado pelo Slave µC a fim de executar testes de segurança nas
funções da tração (controladas pelo Master µC).

4) CODIFICADOR Hz. Velocidade do motor de tração. Este parâmetro é


usado pelo Slave µC a fim de executar testes de segurança nas
funções da tração (controladas pelo Master µC).

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 8 - 10


Capítulo 8 Componentes
Elétricos
5) SLIP Hz. Estimativa do deslizamento do motor de tração. Este parâmetro
é usado pelo Slave µC a fim de executar testes de segurança nas
funções da tração (controladas pelo Master µC).

6) TEMPERATURA DO MOTOR
°C. Temperatura medida no motor da bomba.

7) CONTROLE DE LEVANTAMENTO
Volt. Medida do potenciometro de elevação (sinal CPOTLIFT: CNA#25
no conector AmpSaab, CNA#30 no conector AmpSeal).

8) HANDLE/SEAT SW Liga/Desliga: determina se o tiller é ativado ou não


(CNA#7 em AmpSaab, CNA#20 em AmpSeal).

9) INPUT 1 DIGITAL Liga/Desliga: determina se o input 1 é ativado ou não


(Lowering switch, CNA#5 em AmpSaab, CNA#20 em AmpSeal).

10) DIGITAL INPUT 2 Liga/Desliga: determina se o input 2 é ativado ou não


(Redução da velocidade #1 , CNA#11 em AmpSaab, CNA#6 em
AmpSeal).

11) DIGITAL INPUT 3 Liga/Desliga: determina se o input 3 é ativado ou não


(Avanço, CNA#18 em AmpSaab, CNA#32 em AmpSeal).

12) DIGITAL INPUT 4 Liga/Desliga: determina se o input 4 é ativado ou não


(Reverso, CNA#19 em AmpSaab, CNA#31 em AmpSeal).

13) DIGITAL INPUT 5 Liga/Desliga: determina se o input 5 é ativado ou não


(CNA#20 em AmpSaab, CNA#19 em AmpSeal).

14) DIGITAL INPUT 6 Liga/Desliga: determina se o input 6 é ativado ou não


(Belly switch, CNA#33 em AmpSaab, CNA#7 em AmpSeal).

15) DIGITAL INPUT 7 Liga/Desliga: determina se o input 7 é ativado ou não


(Redução da velocidade #3, CNA#34 em AmpSaab, CNA#35 em
AmpSeal).

16) DIGITAL INPUT 8 Liga/Desliga: determina se o input 8 é ativado ou não


(Homem morto, CNA#35 em AmpSaab, CNA#17 em AmpSeal).

17) DIGITAL INPUT 9 Liga/Desliga: determina se o input 9 é ativado ou não


(H&S switch, CNA#6 em AmpSaab, CNA#29 em AmpSeal).

18) DIGITAL INPUT 13 Liga/Desliga: determina se o input 13 é ativado ou não


(Horn switch, CNA#21 em AmpSaab).

19) SET POINT EVP Este parâmetro mostra o set ponto da válvula EVP

20) EV1 Mostra a porcentagem da voltagem aplicada na válvula Ev1.

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 8 - 11


Capítulo 8 Componentes
Elétricos
21) EV2 Liga/Desliga: determina se a válvula esta aberta ou fechada.

22) EV3 Liga/Desliga: determina se a válvula esta aberta ou fechada.

23) EV4 Liga/Desliga: determina se a válvula esta aberta ou fechada.

24) EV5 Liga/Desliga: determina se a válvula esta aberta ou fechada.

25) EV6 Liga/Desliga: determina se a válvula esta aberta ou fechada.

26) EV7 Liga/Desliga: determina se a válvula esta aberta ou fechada.

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 8 - 12


Capítulo 8 Componentes
Elétricos
Indicador Digital Multifunção

Este painel de instrumentos pode mostrar diversas


funções da empilhadeira.

Medidor de Descarga

O Medidor de Descarga trabalha tão logo a bateria


é conectada a empilhadeira.
Tão somente, é necessário lhe permitir fazer o
check inicial completo, para somente então, poder
operar o equipamento.
Ele monitora a descarga da bateria e a protege de
uma descarga profunda. Quando a bateria estiver
com um resto de capacidade de carga de 20% ele
desligará a elevação.

Quando a bateria estiver totalmente carregada,


brilha somente o LED VERDE (1). Conforme for
havendo a descarga da bateria a indicação vai para
a esquerda (2-3-4).
Quando atingir uma descarga de 80% da bateria,
brilhará somente o LED VERMELHO (5). As
funções hidráulicas serão desligadas e a bateria
terá que ser carregada.
Quando os LEDs piscarem,veja de forma
individual cada falha no Grupo Construtivo 31,
onde está a lista de Aviso de Alarmes.

Horimetro

O contador (6) conta as horas trabalhadas pela empilhadeira (tração e elevação) até 99999.
Tão logo a máquina é ligada a ampulheta (relógio de areia) (9) começa a piscar e a mostrar que o
horimetro está trabalhando.

Código de Falhas

A janela (6) pode mostrar códigos sucessivos. Para ver descrição de falhas individuais, veja o Grupo
Construtivo 31, Lista de Aviso de Alarmes.

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 8 - 13


Capítulo 10 Hidráulica

Conteúdo
Página

Geral.....................................................................1

Dados....................................................................2

Diagrama hidráulico.................................................3

Unidade Hidraulica...................................................4

Válvula de descida...................................................4

Reservatório...........................................................5

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 10-1


Capítulo 10 Hidráulica

Dados Técnicos:

Motor hidráulico: Still

Código motor: 476875

Potencia: 2,2Kw

Tensão nominal: 24Vdc

Isolação: Classe F

Fator de Proteção: IP 43

Pressão de trabalho ERX e KMSX: 130 bar

Limitação de elevação por Interruptor


elétrico – fim de curso.

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 10-2


Capítulo 10 Hidráulica

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 10-3


Capítulo 10 Hidráulica

Unidade Hidraulica

A unidade hidráulica é um
conjunto contendo motor,
bomba filtro e válvula
solenóide.

Válvula de descida

O acionamento de descida é feito por


energização de uma válvula solenóide.

A resistência média deste válvula é


normalmente 40 Ohms.

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 10-4


Capítulo 10 Hidráulica

Reservatório

O reservatório deve ser preenchido com


óleo hidráulico conforme tabela do manual
de operação e manutenção do
equipamento.

A quantidade de óleo é 1,5 Litros.

A troca de óleo hidráulico deve ser feita no


máximo a cada dois anos ou 2000 horas.

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 10-5


Capítulo 11 Motor

Conteúdo

Dados técnicos.................................................................................................2

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 11-1


Capítulo 11 Motor

Dados Técnicos do motor da tração:

Motor Tração

Marca JULI

Tipo Trifásico Corrente Alternada

Tensão nominal 14V

Corrente Nominal 140ª

Potencia 2,5Kw

Giro 3500 RPM

Freqüência 120 Hz

Norma EM 1175

Isolação Classe F

Fator de segurança IP 00/21

Código 1011154

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 11-2


Capítulo 11 Motor

A seguir o motor se encontra instalado no equipamento onde percebe-se as aletas de dissipação de


calor e os pólos de fixação dos cabos trifásicos.

A fixação do motor é feita através de parafusos Allen cabeça cilíndrica diretamente no conjunto da
transmissão.

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 11-3


Capítulo 20 Sistema Elevação

Conteúdo

Cilindro de elefação............................................................................................2

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 20-1


Capítulo 20 Sistema Elevação

Cilindro de elevação

O cilindro de elevação tem o mesmo principio funcional dos cilindros usados na EGUs.
Para desmontagem é necessário retirá-lo da máquina e desmontá-lo de dentro para fora.

Para desmontar este cilindro é necessário retirar os itens 6 e 7 da primeira figura e então deslocar o
anel 5 da segunda figura para a cavidade mais profunda da aste do cilindro. Este procedimento tem
que ser feito com uma chave de fenda através do orifício 7 da segunda figura.

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 FOLHA NR. 20-2


Capítulo 31 Diagnose de
Falhas

Conteúdo

Página
Lista dos avisos de falhas do painel MDI......................................1

Lista dos avisos de falhas no controlador.....................................9

Conectar à máquina ................................................................14

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 F O L H A N R . 31-1


Capítulo 31 Diagnose de
Falhas
Listagem de aviso de falhas visível no MDI:

Visualização do Possíveis
Código Observação Ação Imediata
Aviso de Falha problemas
1 EVP NOT OK Não encontra Válvula magnética Testar:
válvula mal ou não - Fusível F3
magnética ou conectada ou - Fiação para a válvula
válvula válvula magnética magnética
magnética não não está sendo - Conector do chicote da válvula
controlada pelo controlada pelo - Bobina da válvula.
controlador controlador e por - se o motor bomba não está em
isso uma falha na curto entre B+ e P.
divisão de controle - Se a controladora não tem que
hidráulico. ser trocada devido ao curto entre
B+ e P

2 BRAKE DRIVER KO Tensão errada Freio Testar:


no conector da eletromagnético
bobina de freio mal ou não - Conexões do freio
conectado e/ou eletromagnético
curto circuito em - Estado da bobina do freio
algum cabo do eletromagnético
freio - Se não a curto circuito entre os
eletromagnético cabos de potencia do motor e os
cabos do freio eletromagnético
- se não há curto entre os cabos
do freio e do interruptor no pé do
braço do timão
Atenção: este problema pode vir
da chapa que fixa os cabos ao
motor

3 VFIELD NOT OK Oscilação da F1 ou F2 Testar:


tensão do motor desconectados ou - Estado dos cabos da armadura
curto circuito entre e do campo.
armadura e campo - Isolação do motor.
do motor - Se os cabos do motor estão
firmemente conectados
- possivelmente curto circuito na
controladora; trocar controladora

4 UP / DOWN NOT OK Sinal do Acionamento Testar:


potenciômetro simultâneo das - se as teclas de subir e descer
de elevação e teclas de subir e não estão acionadas
descida está descer simultaneamente.
com desvio em - Placa do timão com o Lap top
relação ao - Tensão dos dados com Lap top
habilitador de - talvez trocar a placa do timão
funcionamento

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 F O L H A N R . 31-2


Capítulo 31 Diagnose de
Falhas

Listagem de aviso de falhas

Visualização do Possíveis
Código Observação Ação Imediata
Aviso de Falha problemas
5 SERIAL ERROR #2 Sem Avaria do cabo do Testar:
Transmissão timão ou placa do - Estado do cabo do timão
para a placa do timão defeituosa - Funcionamento da placa do
timão timão
- Eventualmente trocar a placa
do timão.

6 SERIAL ERROR #1 Sem Avaria do MDI ou Testar:


transmissão para do respectivo cabo - O cabo do MDI.
o MDI - Eventualmente trocar o MDI
(Esta falha não impede o
funcionamento da máquina)
- Eventualmente trocar a
controladora.

8 WATCHDOG Problema no Controladora Tentar um reset, através da chave


auto teste da de contato,se o defeito
controladora persistir,trocar a controladora.

13 EEPROM KO Problema de Controladora Tentar um reset, através da chave


EPROM de contato,se o defeito
persistir,trocar a controladora.

15 OUT OF RANGE TR Problema de Valor do Verificar a faixa de atuação do


região de potenciômetro de potenciômetro, verificar o
atuação do tração está fora de funcionamento da placa do timão
potenciômetro escala. e se o problema persistir, trocar a
de tração placa do timão.

16 OUT OF RANGE PU Problema de Valor do Verificar a faixa de atuação do


região de potenciômetro de potenciômetro, verificar o
atuação do hidráulica está fora funcionamento da placa do timão
potenciômetro de escala. e se o problema persistir, trocar a
de hidráulica placa do timão.

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 F O L H A N R . 31-3


Capítulo 31 Diagnose de
Falhas
Listagem de aviso de falhas

Visualização do Possíveis
Código Observação Ação Imediata
Aviso de Falha problemas
18 LOGIC FAILURE #2 Potenciômetro Cabo do ENABLE Verificar a conexão dos cabos e
do hidráulico se interrompido os próprios cabos.
distanciou do Verificar os estado dos contatos
sinal de da tecla com o Lap top, se a
habilitação. entrada ENABLE estiver em
ordem então trocar a placa do
timão.
19 LOGIC FAILURE #1 Informações da Problema com a Verificar o cabo da placa do
placa do timão transmissão serial timão.
não puderam ser na placa de timão Eventualmente trocar a placa do
lidas. timão.

32 VMN NOT OK (VMN = Tensão Contator está Testar o contato do contator, se


negativa do desligado ou ele não estiver sujo e estiver
motor) A fusível fechando bem,verificar os
controladora quebrado,ou algum terminais da bateria, tensão da
compara a motivo que gere bateria, testar a densidade da
tensão entre B+ variação de tensão bateria...
e T. A no motor ao andar. Testar a bobina do contator,
diferença não cabos de potencia da bateria para
deve ser maior o controlador.
que 2 V caso Testar a controladora pois podem
contrário a haver MOSFETs em curto
controladora circuito.
desliga o
contator
principal
37 CONTATOR Contator Contator é Verificar se o contato do
CLOSED permanece desligado contator está colando ou se a
fechado mola de retorno do contato está
quebrada.
49 I ARM = 0 EVER Nenhuma tração Motor defeituoso Testar cabos do motor e o
Corrente de ou cabos próprio motor. Se a falha
armadura = 0 interrompidos continuar, trocar a controladora.
Atenção: O problema pode ter a
haver com a abraçadeira dos
cabos.
53 STBY I ARM HIGH Corrente de Controladora Trocar a controladora, mas testar
armadura muito também o motor e seu cabo
alta (limpeza do pó no interior do
motor,...)

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Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 F O L H A N R . 31-4


Capítulo 31 Diagnose de
Falhas

Listagem de aviso de falhas

Visualização do Possíveis
Código Observação Ação Imediata
Aviso de Falha problemas
57 HIGH FIELD CUR. Corrente de Controladora Trocar a controladora, mas testar
armadura muito também os cabos do motor e o
alta próprio motor (poeira no
motor,...)

58 NO FIELD CUR. Medição de Cabo do campo do Testar os cabos do motor e do


corrente = 0 motor interrompido contator.
ou curto circuito Verificar a tensão da bateria e
entre F1 e F2 ou a seu potencial de corrente.
bobina do contator Verificar o conector de bateria.
não fechou direito
ou contator abriu .

60 CAPACITOR Capacitor não Cabo da armadura Testar o cabo do motor


CHARGE carrega do motor rompido

66 BATERY LOW Carga de bateria Bateria Nível de carga de bateria <20% .


menor que 20%. descarregada Verificar com um multimetro, se
As funções de a tensão estiver em ordem, então
elevação serão verificar com o Lap top o
desligadas parâmetro “AJUSTMENT”
“AJUSTES”.

67 TH. PROTECTION Temperatura do Sobre aquecimento Verificar se foi posto pasta


controlador > do controlador térmica sob a controladora,
75°C verificar se as aletas de
ventilação do motor não estão
entupidas gerando um sobre
aquecimento no motor e uma
sobrecarga

73 POWER FAILURE #1 Curto circuito Curto circuito no Verificar fiação geral dos
freio seguintes componentes:
eletromagnético ou - Freio eletromagnético;
no contator - Contator principal;
principal ou na - interruptor na base do timão;
fiação do freio com - armadura do motor
interruptor do - Campo do motor
braço do timão ou
com os fios da
bobina de campo

74 MC DRIVER SHORT Curto circuito Controladora Verificar contator principal, se


no contator persistir, trocar a controladora.
principal

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Capítulo 31 Diagnose de
Falhas

Listagem de aviso de falhas

Visualização do Possíveis
Código Observação Ação Imediata
Aviso de Falha problemas
75 MC DRIVER OPEN Contator não Controlador Testar contator principal, se o
fecha problema persistir troque o
controlador.

78 FORW / BACK NOT Sinal do Falta o sentido de Verificar com o Lap top o
OK potenciômetro direção na placa do contato de sentido de direção da
frente e ré em timão. placa do timão.
ordem, mas Eventualmente trocar a placa do
nenhum sentido timão.
de direção é
possível
79 INCORRECT START Seqüência Interruptor ao pé Resetar a máquina através do
errada de do braço do timão desligamento da chave de
iniciação > demorando a abrir contato.
Ligar, abaixar o ou curto circuito. Verificar o estado do contato no
timão e só então interruptor ao pé do braço do
acionar o timão com Lap top.
acelerador. Verificar o estado do chicote.
Verificar se um dos sentidos de
direção está atuado ou não atua.
Se não resolver trocar a placa
do timão.
80 FORW + BACK Sentido de 2 sinais de sentido Testar se os 2 sinais de sentido
direção de direção atuados de direção estão sendo atuados
simultaneamente ao mesmo tempo. Se o
problema persistir trocar a placa
do timão.
81 LIFT / LOW REQ Elevação e Elevação e descida Verificar as teclas de subida e
descida atuadas estão atuadas ao descida;
simultaneamente mesmo tempo => Se o problema persistir troca a
as teclas estão placa de timão.
colando

82 AUX LIFT / LOW Elevação e Elevação e descida Teste as teclas de elevação e


REQ descida do do inicial estão descida do inicial;
inicial estão atuados = > as Se o problema persistir troque a
simultaneamente teclas estão placa do timão.
acionados. colando

83 STD+AUX L/L REQ Teclas de subida Teclas de subida e Testar teclas de subida e
e descida da descida da descida da elevação inicial e
elevação inicial elevação inicial e principal, se persistir, troque a
e principal principal atuadas placa do timão.
atuadas. => Teclas
prendendo...

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Capítulo 31 Diagnose de
Falhas

Listagem de aviso de falhas

Código Visualização do Observação Possíveis Ação Imediata


Aviso de Falha problemas
84 LIFT / AUX LIFT Elevação Elevação principal Testar as teclas de elevação
REQ principal e e inicial atuadas principal e inicial; se o
inicial atuadas => teclas problema persistir, troque a
prendendo placa do timão.

85 LOW / AUX LOW Teclas de Teclas de descida Testar as teclas de descida do


REQ descida do do principal e do principal e do inicial; se o
principal e do inicial estão problema persistir, troque a
inicial estão atuadas = > As placa do timão.
atuadas teclas estão presas

88 TILLER INC. START Seqüência Ligar mesmo Resetar a máquina desligando a


incorreta de estando o chave geral e verificar o estado
acionamento de interruptor ativado do interruptor no pé do braço
partida = > do timão. Testar o cabo do pé
Ligar a máquina do timão.
então abaixar o Testar se não existe um sentido
timão de direção ativado ou ocupado.
Se necessário trocar a placa do
timão
89 BELLY INC. START Seqüência Interruptor de Verificar se o interruptor de
incorreta de segurança de segurança de barriga está na
acionamento de barriga foi situação de funcionamento
partida = > erradamente normal livre ou se a tampa
Ligar a máquina acionado ao ligar a vermelha está travada ou
sem atuar o máquina ou / e prendendo.
interruptor de interruptor ao pé
segurança de do braço do timão.
barriga.

94 MDI está Na troca da Se aparecer a falha 94 após uma


comparando seu controladora ou troca de controlador, reter a
horimetro com o do MDI os dois máquina e conectar o Lap top.
do controlador comparam entre si Você tem somente um minuto,
os valores dos para trocar o Parâmetro “AUX
horimetros. FUNCTION # 1” para “ON”
Um deles tem o que fará então o MDI impor
horimetro em 0 hs sobre o controlador seu valor de
e o outro tem o horimetro, caso contrário o
estado atual da MDI receberá o horimetro do
máquina. controlador.
Se aparecer a falha 94 após uma
troca do MDI, aguardar 1
minuto para que então o
controlador envie seu horimetro
para o MDI.

Listagem de aviso de falhas


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Capítulo 31 Diagnose de
Falhas

Código Visualização do Observação Possíveis Ação Imediata


Aviso de Falha problemas
98 IMPUT ERROR #2 2 sinais do Defeito do Testar a placa de timão com o
interruptor de interruptor de Lap top, de outra forma trocar a
barriga barriga placa de timão.

99 IMPUT ERROR #1 Defeito da tecla / Testar a placa de timão com o


botão de segurança Lap top, de outra forma trocar a
de antiprensagem. placa de timão.

LED vermelho do Proteção para a Quando a bomba é Aguardar 20 segundos e em


MDI fica ligado lubrificação da atuada 3 x de 10 seguida o equipamento estará
ininterruptamente bomba segundos ou mais, novamente com as funções
em um minuto hidráulicas funcionando.

LED vermelho do Corte das Bateria Carregar bateria


MDI piscando funções descarregada
hidráulicas

LEDs verdes piscam Nenhuma O marcador de Verifique as células da bateria.


no MDI função de descarga efetuou Verifique se a bateria colou
hidráulica ou um reset devido a placas, se a curtos em células
tração uma recarga ou se existem pontes sobre
disponível parcial baixa da células.
bateria. De outra forma recarregue a
bateria completamente.

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Capítulo 31 Diagnose de
Falhas
Código de falhas legível no Hand Set ou no Lap Top
CODIGO DE ESTATUS
ERROS MESTRE CODIGOS DE DA
DO ERROS MÁQUINA PROCEDIMENTO
CONTROLADOR RELACIONADOS DESCRIÇÃO CONSEQUENCIA APÓS TESTE DE REINICIO
CAPACITOR Esperando pelo Tensão dos Válvula, Liga Verificar válvula,
CHARGE control tração capacitores da bomba, tração motor bomba ou
tração não parada, LC tração
aumenta aberto e EB
desligado.
VMN low Esperando pelo Tensão de Válvula, Liga Verificar válvula,
control tração saída menor bomba, tração motor bomba ou
que a esperada parada, LC tração
aberto e EB
desligado.
VMN high Esperando pelo Tensão de Válvula, Liga Verificar válvula,
control tração saída maior bomba, tração motor bomba ou
que a esperada parada, LC tração
aberto e EB
desligado.
Power MOS FETs Esperando pelo Curto circuito Válvula, Liga Verificar válvula,
shorted control tração nos mosfets bomba, tração motor bomba ou
parada, LC tração
aberto e EB
desligado.
Coil short hw ko Esperando pelo Problemas no Válvula, Liga Verificar válvula,
control tração Hardware que bomba, tração motor bomba ou
controla curto parada, LC tração
circuitos nas aberto e EB
bobinas Lc/Eb desligado.
Coil shorted Esperando pelo Curto circuito Válvula, stand-by, Verificar válvula,
control tração na bobina LC bomba, tração tração motor bomba ou
ou EB parada, LC tração
aberto e EB
desligado.
Driver shorted Esperando pelo Exitador da Válvula, Ligar, Verificar válvula,
control tração bobina esta em bomba, tração stand-by, motor bomba ou
curto, não parada, LC tração tração
capaz de abrir aberto e EB
o Lc desligado.
Contactor driver Esperando pelo Exitador da Válvula, stand-by, Verificar válvula,
control tração bobina esta bomba, tração tração motor bomba ou
danificado, não parada, LC tração
capaz de aberto e EB
fechar o Lc desligado.
Contactor open Esperando pelo A bobina do Lc Válvula, stand-by, Verificar válvula,
control tração foi exitada bomba, tração tração motor bomba ou
porem o Lc parada, LC tração
não fecha aberto e EB
desligado.
Contactor closed Esperando pelo Contato Lc Válvula, Ligar Verificar válvula,
control tração esta preso ou bomba, tração motor bomba ou
colado parada, LC tração
aberto e EB
desligado.

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Capítulo 31 Diagnose de
Falhas
CODIGO DE ESTATUS
ERROS MESTRE CODIGOS DE DA
DO ERROS MÁQUINA PROCEDIMENTO
CONTROLADOR RELACIONADOS DESCRIÇÃO CONSEQUENCIA APÓS TESTE DE REINICIO
Aux driv shrt Esperando pelo Quando o Válvula, Ligar, Verificar válvula,
control tração MOSFET do EB bomba, tração stand-by motor bomba ou
está em curto parada, LC sem tração
aberto e EB marcha
desligado.
Aux driv open Esperando pelo Exitador da Válvula, stand-by Verificar
control tração bobina Eb bomba, tração tração válvula,
esta parada, LC motor bomba
danificado aberto e EB ou tração
(não fecha) desligado.
Pos aux short Esperando pelo A saída Válvula, Ligar Verificar
control tração interna no bomba, tração válvula,
Smart Driver, parada, LC motor bomba
que fornece o aberto e EB ou tração
positivo da desligado.
bobina do Eb,
é elevada (=
+batt) quando
chave tiller é
aberta.
Logic Failure #1 Esperando pelo Alta/Baixa Válvula, Ligar, stand- Verificar
control tração voltagem é bomba, tração by, tração válvula,
detectada parada, LC motor bomba
aberto e EB ou tração
desligado.
Logic Failure #2 Esperando pelo Circuitos de Válvula, stand-by Verificar
control tração voltagem do bomba, tração imediato válvula,
motor estão parada, LC após motor bomba
danificados aberto e EB fechamento ou tração
desligado. do Lc
Logic Failure #3 Esperando pelo Falha na Válvula, Ligar, stand- Verificar
control tração proteção de bomba, tração by válvula,
alta corrente parada, LC motor bomba
HW do circuito aberto e EB ou tração
desligado.
Stand-by i high Esperando pelo Em Stand-by Válvula, Ligar, stand- Verificar
control tração (nenhuma bomba, tração by válvula,
corrente parada, LC motor bomba
aplicada ao aberto e EB ou tração
motor) os desligado.
dados atuais
são fora da
escala
permitida
Wrong set Esperando pelo A voltagem da Válvula, stand-by Verificar
Battery control tração bateria esta bomba, tração imediato válvula,
muito baixa parada, LC após motor bomba
ou muito alta aberto e EB fechamento ou tração
(<0,8V ou desligado. do Lc
>1,2

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Capítulo 31 Diagnose de
Falhas
CODIGO DE
ERROS MESTRE CODIGOS DE ESTATUS DA
DO ERROS MÁQUINA PROCEDIMENTO
CONTROLADOR RELACIONADOS DESCRIÇÃO CONSEQUENCIA APÓS TESTE DE REINICIO
Analog Input Esperando pelo Problemas no Válvula, Ligar, stand- Verificar
control tração conversor A/D bomba, tração by, tração válvula,
do uC central parada, LC motor bomba
aberto e EB ou tração
desligado.
Encorder Error Esperando pelo Problemas no Válvula, Ligar, stand- Verificar
control tração codificador bomba, tração by, tração válvula,
parada, LC motor bomba
aberto e EB ou tração
desligado.
Tiller Error Esperando pelo Incoerência Válvula, Ligar, stand- Verificar
control tração entre sinal do bomba, tração by, tração válvula,
interruptor do parada, LC motor bomba
timão e sinal aberto e EB ou tração
do timão desligado.
Watchdog Esperando pelo Erro de Válvula, Ligar, stand- Desligar e
control tração protocolo de bomba, tração by, tração Ligar a chave
transmissão parada, LC
de dados aberto e EB
desligado.
Hw Fault Esperando pelo uC central Válvula, stand-by Desligar e
control tração detectou que bomba, tração imediato Ligar a chave
uC aux não é parada, LC após
capaz de aberto e EB fechamento
parar a tração desligado. do Lc
No can msg N5 Esperando pelo Não há Válvula, Ligar, stand- Desligar e
control tração comunicação bomba, tração by, tração Ligar a chave
com o Uc parada, LC
auxiliar aberto e EB
desligado.
Wrong Set Point Esperando pelo uC central Válvula, Normal Desligar e
control tração detectou que bomba, tração Ligar a chave
o uC aux está parada, LC
com funções aberto e EB
hidráulicas de desligado.
setpoint
incorretas
Safety Feedback Esperando pelo Falha na Válvula, Normal Desligar e
control tração comunicação bomba, tração Ligar a chave
entre uC parada, LC
central e EVP aberto e EB
driver. desligado.

Obs: LC = Contator Principal ou Contator de Linha


EB = Freio Eletrico
uC = Micro processador

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Capítulo 31 Diagnose de
Falhas
CODIGO DE
CODIGOS DE ESTATUS DA
ERROS MESTRE PROCEDIMENTO
ERROS DESCRIÇÃO CONSEQUENCIA MÁQUINA APÓS
DO DE REINICIO
RELACIONADOS TESTE
CONTROLADOR
Pump Warning Alerta no uC aux
Erro nos Parada na Start-up, Requer tração
Slip profile parâmetros de tração stand-by,
ajuste do perfil tração
Os cursores são Parada na Start-up, Requer tração
ativados ao tração stand-by,
Foward+Backw mesmo tempo tração
ard nos dois sentidos
(frente e ré)
Seqüência de Parada na Start-up, Requer tração
Incorrect start inicialização tração stand-by,
incorreta tração
A aceleração é Parada na Start-up, Requer tração
maior que o tração stand-by,
menor valor tração
permitido, e as
Vacc not OK
chaves de
direção e
presença são
acionadas
O controlador Controlador de Continua
atingiu a tração reduz a funcionando
Hight
temperatura corrente
temperature
máxima de 85ºC máxima linear
até 0A ????
Bateria esta com A corrente Continua
10% de sua máxima é funcionando
capacidade reduzida a
Battery low
metade e há
uma redução
na velocidade
Erro é detectado Controlador Continua
no eeprom trabalha funcionando
Eeprom KO usando
parâmetros de
fábrica
Sensor de A corrente Continua
temperatura do máxima é funcionando
motor é reduzida a
Motor acionado (se metade e há
temperature digital) ou uma redução
alcança o ponto na velocidade
de 150ºC (se
analógico)
A saída do A corrente Continua
sensor térmico máxima é funcionando
Thermic sens do controlador reduzida a
KO esta fora da metade e há
escala. uma redução
na velocidade

Edição: 06/08 Manual de

Substitui a edição: Oficina E R-X Tipo 0137 F O L H A N R . 3 1 - 12


Capítulo 31 Diagnose de
Falhas
CODIGO DE
CODIGOS DE ESTATUS DA
ERROS MESTRE PROCEDIMENTO
ERROS DESCRIÇÃO CONSEQUENCIA MÁQUINA APÓS
DO DE REINICIO
RELACIONADOS TESTE
CONTROLADOR
Check up Manutenção
needed
Data O procedimento Parada na Stand-by Requer tração
acquisition de ajuste atual tração
máximo esta
em andamento
(NOTA: este
procedimento
tem que ser
feito somente
pelo
departamento
de teste de
Zapi)
Pedal wire KO A tensão Parada na Start-up, Requer tração
negativa do tração stand-by,
"poti" de tração
Acelerador
(Npot) está fora
da escala
(menos do que
0,3V ou > 2V)
Tiller open O equipamento Abertura LC Stand-by Requer
esta em Stand- bomba,
by com a chave válvula ou
do timão aberta tração
por mais de 30s
Current gain Os parâmetros Controladores start-up,
máximos do funcionam, stand-by
ganho atual são mas com
@ os valores de menor
defeito, que corrente
significa que o máxima
procedimento
de ajuste atual
máximo não
foram realizado
ainda.
Waiting for uC aux está na Continua
node condição de funcionando
alarme, uC
mestre está
esperando-a
para resolver
sua condição de
erro.

Edição: 06/08 Manual de

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Capítulo 31 Diagnose de
Falhas
Como conectar-se ao Inversor Combi AC1

- Usar Hand Set da Zapi modelo Ultra com acesso OEM, para técnicos Still.
Código IA0002305182

Ou

- Usar Lap Top com STEDS atualizado e os


seguintes cabos adaptadores:

Cabo Linde usado na comunicação com os


equipamentos R06, FMe I e II, FMX e EGV, código
IR0000157205

ATENÇÃO:

Em ambos casos, é necessário um cabo adaptador


MULTIVIAS código NR0002316270
O ponto de conexão para este cabo adaptador é o conector do
chicote no MDI.
Edição: 06/08 Manual de

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Capítulo 31 Diagnose de
Falhas
O diagnóstico pelo computador deve ser feito usando o STEDS:

Diagnose - Equipamentos operador a pé - EGV 10/12/14/16


Usar o Zapi Pc Console Versão 1.06

Edição: 06/08 Manual de

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA

INSTRUÇÃO TÉCNICA DE MONTAGEM No: ITM_03.1. 01


Data: 03/08/01 - Revisão: 00

Equipamento: EJE KMS / ER

Grupo: máquina básica

Componente: roda de apoio(código:2301699)

Procedimento:
Passo 1:Com o cilindro em repouso,calibrar em 206mm a altura entre o cilindro e a base
da roda de apoio.Será necessário utilizar calços entre a roda de apoio e a mesa da
prensa.

Passo 2:Descer o cilindro até que encoste na roda sem forçar. Medir a altura entre o
cilindro e a base da roda de apoio.Anotar este valor (cota “x”)!

Pág: 1 / 2
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA

INSTRUÇÃO TÉCNICA DE MONTAGEM No: ITM_03.1. 01


Data: 03/08/01 - Revisão: 00

Passo 3:Prensar a roda no curso de 30mm com esta cota o manômetro tem que marcar
41Kg/cm2+/-0,5 (vide figura),

Passo 4:Caso o conjunto da roda no curso de 30mm não marque no manômetro


41Kg/cm2 ( marque menos), calce as molas com arruelas conforme figura abaixo(torne a
medir conforme acima e caso não consiga chame a engenharia)

Calçar c/arruela 0550035(2peças),1 por mola


Calçar c/arruela 0559021(2 peças),1 por mola
Elaborado:
Fernandes - Engenharia

Aprovado:
Maurício - Engenharia
Pág: 2 / 2
manual de operação e manutenção
Índice
Capítulo 1 – NOTAS PRELIMINARES DAS INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO .....................................................5
1.1 - USO AUTORIZADO DE EMPILHADEIRAS/PALETEIRAS ......................................................................5
1.2 - INSTRUÇÕES DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES ..................................................................................5
1.3 - INSTRUÇÕES PARA O PESSOAL DE OPERAÇÃO ...............................................................................5
1.4 - SEGURANÇA OPERACIONAL .................................................................................................................5

Capítulo 2 – REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA ............................................................................................6


2.1 - MANDAMENTOS DO OPERADOR...........................................................................................................6

Capítulo 3 – DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO .................................................................................................10


3.1 - GERAL......................................................................................................................................................10
3.2 - DESCRIÇÃO TÉCNICA DO EQUIPAMENTO STANDARD....................................................................10
3.3 - DESCRIÇÃO TÉCNICA DOS OPCIONAIS .............................................................................................11
3.4 - ELEMENTOS DE COMANDO – EQUIPAMENTO STANDARD .............................................................11

Capítulo 4 – OPERAÇÃO INICIAL ......................................................................................................................12


4.1 - RECEBIMENTO DO EQUIPAMENTO .....................................................................................................12
4.2 - ITENS FORNECIDOS EM VOLUME SEPARADO ..................................................................................12
4.3 - LOCAL DE OPERAÇÃO..........................................................................................................................12
4.4 - LIBERAÇÃO DO EQUIPAMENTO ..........................................................................................................12

Capítulo 5 – INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO......................................................................................................13


5.1 - PARTIDA DO EQUIPAMENTO................................................................................................................13
5.2 - ELEVAÇÃO DOS GARFOS.....................................................................................................................13
5.3 - DESLOCAMENTO DO EQUIPAMENTO .................................................................................................13
5.4 - FRENAGEM DO EQUIPAMENTO ...........................................................................................................14
5.5 - FREIO DE EMERGÊNCIA........................................................................................................................14
5.6 - SENTIDO DE MOVIMENTO.....................................................................................................................14
5.7 - VELOCIDADE DE MOVIMENTO .............................................................................................................14
5.8 - REVERSÃO ..............................................................................................................................................14
5.9 - HORÍMETRO/ MARCADOR DE DESCARGA.........................................................................................14
5.10 - BOTOEIRA DE REVERSÃO DE EMERGÊNCIA ..................................................................................16
5.11 - PARTIDA EM RAMPAS .........................................................................................................................16
5.12 - BUZINA...................................................................................................................................................16
5.13 - ESTACIONAMENTO DO EQUIPAMENTO ...........................................................................................16
5.14 - RECARGA DA BATERIA.......................................................................................................................16
5.15 - SUBSTITUIÇÃO DA BATERIA UTILIZANDO O CARRO SUPORTE ..................................................17
5.16 - SUBSTITUIÇÃO DA BATERIA UTILIZANDO TALHA .........................................................................17
5.17 - OPERAÇÃO DE CARGA E DESCARGA..............................................................................................18

Capítulo 6 – MANUTENÇÃO ...............................................................................................................................20


6.1 - GERAL......................................................................................................................................................20
6.2 - SERVIÇO ..................................................................................................................................................20
6.3 - MEDIDAS ESPECIAIS A SEREM TOMADAS QUANDO DA EXECUÇÃO DE OPERAÇÕES DE
MANUTENÇÃO E SERVIÇO............................................................................................................................21
6.4 - VERIFICAÇÃO PERIÓDICA ....................................................................................................................21
6.5 - USO DE ACESSÓRIOS ...........................................................................................................................23

Capítulo 7 - Apêndice A ......................................................................................................................................25


7.1 - PLANO DE MANUTENÇÃO ....................................................................................................................25

Capítulo 8 – Apêndice B .....................................................................................................................................27


8.1 - PLANO DE LUBRIFICAÇÃO ...................................................................................................................27

Capítulo 9 - Apêndice C ......................................................................................................................................30


9.1 - MEDIDAS E REGULAGENS....................................................................................................................30

Manual de operação e manutenção ERX 3


Capítulo 10 - Apêndice D ....................................................................................................................................33
10.1 - GUIA PARA CORRETA OPERAÇÃO DE EMPILHADEIRAS/PALETEIRAS – TERMINOLOGIA E
DEFINIÇÕES. ...................................................................................................................................................33

Capítulo 11 - Apêndice E ....................................................................................................................................41


11.1 - USO DE ACESSÓRIOS .........................................................................................................................41

Capítulo 12 - Apêndice F.....................................................................................................................................42


12.1 - PROCEDIMENTO PARA OPERAÇÃO COM MÁQUINAS EM AMBIENTES FRIGORÍFICOS ...........42

Manual de operação e manutenção ERX 4


Capítulo 1
NOTAS PRELIMINARES DAS INSTRUÇÕES DE
OPERAÇÃO

1.1 - USO AUTORIZADO DE EMPILHADEIRAS/PALETEIRAS

Os fabricantes ou importadores de equipamentos técnicos, incluindo empilhadeiras/paleteiras de baixa


elevação, somente podem liberar o equipamento para uso se for fornecida proteção adequada contra qualquer
risco à vida e a saúde do operador do equipamento e a outras pessoas, estendido ao uso autorizado do
equipamento.
A responsabilidade do operador inclui a observação às regras de prevenção de acidente, e quaisquer outras
regras de segurança, como instruções de operação, serviço e manutenção.
Estas instruções de operação especificam o uso autorizado, as regras e os regulamentos para o uso das
empilhadeiras/paleteiras de plataforma de baixa elevação.
Somente esta aplicação é válida como uso autorizado.
Os riscos decorrentes do uso incorreto são responsabilidade pura do operador.

1.2 - INSTRUÇÕES DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

As notas abaixo são válidas para instruções impressas em itálico nas páginas seguintes:
ADVERTÊNCIA: É impresso na frente das instruções de segurança, deve ser observado para evitar dano à
vida e partes do corpo.
CUIDADO: É impresso na frente das instruções, deve ser observado para evitar danos maiores.
NOTA: É impresso na frente das explicações ou referências cruzadas para outros capítulos, nas instruções de
operação.

1.3 - INSTRUÇÕES PARA O PESSOAL DE OPERAÇÃO

Todo pessoal que usa ou é responsável pela operação de empilhadeiras/paleteiras com plataforma de
elevação, devem se familiarizar com o conteúdo das instruções de operação. O gerente deve assegurar-se que
as instruções de operação foram entendidas.
Todos os usuários devem saber dos perigos do uso do equipamento nos locais de operação.

1.4 - SEGURANÇA OPERACIONAL

Os procedimentos de verificação e operação descritos no capítulo “Manutenção”, devem ser seguidos em


intervalos regulares por pessoal qualificado. Somente peças originais podem ser usadas nos reparos. Peças
usadas devem ser jogadas fora, de acordo com regulamentos ambientais aplicáveis.
O retorno ao serviço, após o trabalho de manutenção, somente pode ocorrer após terem sido verificados os
itens de segurança. É proibido fazer modificações na empilhadeira/paleteira em particular nos itens de
segurança.
Modificações ou acréscimos, que alterem ou melhorem a operação do equipamento, somente são permitidas,
com autorização escrita do fabricante. Adicionalmente pode ser necessário permissão das autoridades locais,
esta permissão não substitui a autorização do fabricante.

Manual de operação e manutenção ERX 5


Capítulo 2
REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA
Leia atentamente todas as instruções deste manual.
Somente após conhecer perfeitamente todos os componentes, funções e limites do equipamento você poderá
operá-lo de forma segura.

2.1 - MANDAMENTOS DO OPERADOR

Não iniciar seu turno de trabalho sem inspecionar


detalhadamente o equipamento.

Não operar com equipamentos defeituosos ou


“modificados” sem aprovação do fabricante.

Não operar o equipamento sob o efeito de medicação


forte ou bebidas alcoólicas.

Não permitir a passagem sob os garfos quando


elevados.

Manual de operação e manutenção ERX 6


Não fumar no local de recarga da bateria.

Não transportar pessoas (caronas).

Não trafegar com braços e pernas fora do


equipamento.

Não permitir que pessoas não habilitadas operem seu


equipamento.

Não trafegar com velocidade acima do permitido para


o local.

Manual de operação e manutenção ERX 7


Não frear bruscamente, sem necessidade,
principalmente quando estiver com carga.

Não levantar cargas somente com um dos garfos.

Não elevar cargas mais pesadas que as indicadas


nas plaquetas de identificação.

Não conduzir a empilhadeira com os garfos elevados.

Não operar sem visibilidade. Sempre que possível,


andar em sentido oposto aos garfos.

Manual de operação e manutenção ERX 8


Não se deslocar em rampas acentuadas (nas rampas
a carga deve sempre estar voltada para o lado mais
alto da rampa).

Não estacionar ou abandonar o equipamento em local


não permitido.

Não abandonar o equipamento sem acionar o freio de


estacionamento.

Não estacionar com garfos elevados.

Manual de operação e manutenção ERX 9


Capítulo 3
DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO

3.1 - GERAL

A ERX é uma paleteira elétrica que possui duas rodas de carga, uma roda de tração, com acionamento elétrico
por bateria, projetadas para transporte de bens paletizados.
Fabricada com limite de carga de 2750 kg e com centro de carga de 600 mm.
Uma grande atenção foi destinada à segurança do trabalho e disposição ergométrica do timão.
Os elementos de comando são dispostos para facilitar e assegurar o máximo de conforto.
A ERX foi projetada para atender às exigentes normas internacionais de segurança em vigor e proporcionar o
máximo desempenho nas operações de movimentação de cargas.
A capacidade nominal da empilhadeira/paleteira é mostrada na plaqueta de identificação.

3.2 - DESCRIÇÃO TÉCNICA DO EQUIPAMENTO STANDARD

Chassi: De chapas soldadas (1), 11


projetado para ter baixo centro de
gravidade e grande rigidez. 12
Direção: Timão (2) direcional com design
8
ergonômico, com duplo controle de 4 2
aceleração, elevação, descida, buzina e
reversão automática de emergência. Com
ângulo de giro de 180 graus.
Freio: Eletromagnético (3) com atuação no
eixo do motor, acionado pelo micro switch
(15).
10
Controle motriz: Aceleração suave e 13
gradual, por meio de uma manopla (4) que 15
comanda o sistema eletrônico de 6
velocidade. 3
Roda de tração: Revestida de 14
7
poliuretano (5) com 254 mm de diâmetro e
100 mm de largura.
Elevação e descida: Acionamento 5
hidráulico por uma motobomba (6). 9
Elevação e descida por meio de botoeiras
(8).
1
Rodas de carga(7): Em poliuretano
com 83 mm de diâmetro e 160 mm de
largura, montadas sobre rolamentos.
Figura 1

Controlador eletrônico de velocidade (9): Permite acelerações contínuas e progressivas, reduzindo


o consumo de energia da bateria e aumentando a autonomia do equipamento. Invertendo-se a posição da
manopla, o equipamento reduzirá a velocidade até a imobilidade e em seguida iniciará o deslocamento em
sentido contrário.
Instalação elétrica: Sistema de 24 V sem ligação à massa. O circuito incorpora buzina (10), horímetro e
medidor de descarga da bateria digitais (11), e chave de contato removível (12).
Bateria: Tracionária (13) 24 V, que proporciona autonomia para um turno completo de operação. Não
havendo necessidade de sua retirada para recarga. Tampa sobre a bateria articulável para inspeção diária.

Tração: Motor elétrico em regime alternado (14), de elevado torque e eficiência comprovada, capaz de
Manual de operação e manutenção ERX 10
suportar sobrecargas instantâneas e temperaturas elevadas sem alterar suas características de isolamento.
Transmissão: Engrenagens de aço, temperadas e retificadas, formam um redutor de velocidade com dupla
redução, tipo coroa e pinhão, com lubrificação a óleo, garantindo excelente durabilidade.
Rodas de apoio: Em poliuretano com 95mm de diâmetro e 50mm de largura, montadas em suporte
ajustável e móvel.

3.3 - DESCRIÇÃO TÉCNICA DOS OPCIONAIS

Proteção IP 44: Sistema de proteção do equipamento contra materiais sólidos em suspensão de dimensões
superiores a 1 mm e contra respingos de líquidos.
Carro suporte para bateria: Acessório utilizado para retirada da bateria e seu transporte até o setor de
recarga.
Carregador de bateria: O carregador Still utiliza um retificador SCR e opera com limitação da corrente de
carga. Efetua equalização automática dos elementos da bateria, e desliga-se ao completar a carga da bateria.

3.4 - ELEMENTOS DE COMANDO – EQUIPAMENTO STANDARD

POSIÇÃO DESCRIÇÃO
1. Chave de contato
2. Manopla direcional
3. Botoeira da buzina
4. Botoeira de elevação dos
garfos
5. Botoeira de descida dos
garfos
6. Timão
7. Tomada da bateria
8. Marcador de descarga /
Horímetro
9. Botoeira de reversão de
emergência

Manual de operação e manutenção ERX 11


Capítulo 4
OPERAÇÃO INICIAL

4.1 - RECEBIMENTO DO EQUIPAMENTO

Após a chegada do equipamento, todos os itens devem ser observados antes mesmo do desembarque do
mesmo. Caso seja constatada alguma divergência, falta ou avaria, esta deve ser imediatamente descrita no
relatório de recebimento que acompanha a nota fiscal.
Nota: Número de série e dados do equipamento estão gravados na plaqueta de localizada no chassi da
máquina.

4.2 - ITENS FORNECIDOS EM VOLUME SEPARADO

 Cabos de bateria;
 Cabos do carregador;
 Chaves de contato;
 Fusíveis sobressalentes;
 Catálogo (Peças de reposição);
 Manual de Operação e Manutenção.

4.3 - LOCAL DE OPERAÇÃO

Certificar-se de que o equipamento foi colocado em área adequada à operação.


Cuidado: Com as condições do piso, condições ambientais (Temperatura, umidade, atmosfera), altura mínima
das passagens e rampas com aclives acentuados.

4.4 - LIBERAÇÃO DO EQUIPAMENTO

Certificar-se de que o equipamento está montado, completo, com TODOS os itens originais recomendados
pela Still.
Nota: Utilizar somente baterias recomendadas pela Still. Baterias alternativas prejudicam a estabilidade, a
capacidade de carga do equipamento e sua autonomia.

Manual de operação e manutenção ERX 12


Capítulo 5
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO
Antes de colocar em operação a empilhadeira/paleteira, faça uma verificação visual do equipamento e seus
conjuntos, como parte do procedimento, deve ser executada uma verificação funcional de todo o conjunto e
das instalações de segurança.
Nota: As empilhadeiras/paleteiras somente devem ser operadas com a bateria. O cabo de bateria não deve
exceder 6 metros de comprimento.

5.1 - PARTIDA DO EQUIPAMENTO

Conectar a tomada da bateria à tomada do equipamento.


Inserir a chave no contato e girar para a direita.
Verificar a faixa de leds verde do marcador de descarga está acesa.
Se a faixa de leds vermelha estiver acesa, colocar a bateria para recarregar. Em caso de problemas na
instalação elétrica, verificar:
 Se a tomada da bateria está encaixada.
 Se os fusíveis estão em perfeito estado.
Advertência: Em caso de emergência e/ou manutenção, antes de abrir a tampa do sistema elétrico/hidráulico,
desligue o equipamento e solte a tomada da bateria.

Para maiores detalhes quanto à carga da bateria, vide item 5.9 – HORÍMETRO/MARCADOR DE DESCARGA.

5.2 - ELEVAÇÃO DOS GARFOS

Elevar os garfos pressionando a botoeira de elevação no timão.


Descer os garfos pressionando a botoeira de descida no timão.

Maiores detalhes quanto às botoeiras do timão, vide item 3.4 – ELEMENTOS DE COMANDO.

5.3 - DESLOCAMENTO DO EQUIPAMENTO

Figura 4

Puxar o timão para posição L a fim de liberar o freio.


Pressionar suavemente a manopla direcional do timão à frente ou à ré.
Manual de operação e manutenção ERX 13
Para aumento de velocidade, acionar totalmente a manopla.
Verificar o funcionamento do freio, posicionando o timão na vertical V ou horizontal H.
Nota: O timão na posição V ou H desativa o motor de tração e freia o equipamento.

5.4 - FRENAGEM DO EQUIPAMENTO

Recomenda-se utilizar a frenagem por contracorrente girando-se a manopla direcional em direção contrária ao
sentido de deslocamento. Desta forma o equipamento reduzirá a velocidade até total imobilidade, quando a
manopla deverá ser liberada.
Advertência: Caso a manopla não seja liberada, o equipamento reduzirá a velocidade até a imobilidade e
iniciará o deslocamento em sentido contrário.
Ao liberar a manopla enquanto a máquina em movimento, esta freia mais suavemente.

5.5 - FREIO DE EMERGÊNCIA

Mover o timão para cima ou para baixo, isto é, para uma das áreas de frenagem: vertical V ou horizontal H.

5.6 - SENTIDO DE MOVIMENTO

Gire a manopla direcional para o sentido desejado (Frente ou Ré).

5.7 - VELOCIDADE DE MOVIMENTO

A velocidade do equipamento é controlada eletronicamente via atuação manual da manopla direcional. Quanto
mais se girar a manopla, maior será a velocidade de deslocamento. Recomenda-se pressionar lenta e
gradualmente a manopla.

5.8 - REVERSÃO

Durante o movimento, o sentido de deslocamento pode ser invertido através da manopla direcional. O
equipamento reduzirá sua velocidade até a imobilidade, quando iniciará o movimento em sentido oposto.

5.9 - HORÍMETRO/MARCADOR DE DESCARGA

5.9.a - Marcador de descarga


Cinco LEDs indicam a energia residual da bateria, quatro verdes e um vermelho. Quando a bateria está
totalmente carregada, todos os LEDs verdes ficam acesos. Conforme a bateria descarrega os LEDs verdes vão
Manual de operação e manutenção ERX 14
apagando progressivamente, um após o outro, proporcionalmente à energia residual da bateria, até que atinja
80% de descarga. Nesse momento o LED vermelho começará a piscar indicando que a bateria está
descarregada. O medidor de descarga possui dispositivo que desliga o sistema hidráulico (elevação) quando a
bateria atingir 20% da carga residual, permitindo somente que o operador conduza o equipamento até o local
de recarga.

% DA CARGA Nº DE LEDs ACESOS


Entre 90 e 100% 4 LEDs VERDES
Entre 70 e 90% 3 LEDs VERDES
Entre 50 e 70% 2 LEDs VERDES
Entre 30 e 50% 1 LED VERDE
Abaixo de 30% 1 LED VERMELHO

 A bateria deve ser recarregada quando o marcador indicar entre 30 e 10%. Isso aumentará a vida útil
da bateria.

5.9.b - Horímetro
O horímetro indica o tempo total em horas que o equipamento está com a chave ligada.

5.9.c - Alarmes
O mesmo display pode também mostrar códigos de erro. Para chamar a atenção do operados o LED vermelho
começará a piscar quando um código de erro for gerado. Os códigos de falha são indicados pelos códigos AL.

Listagem de aviso de falhas:

Código Observação Possível problema Solução


66 Carga da bateria menos que Bateria descarregada Recarregar bateria.
20%. As funções de elevação
serão desligadas.
78 Seqüência errada de Não foi obedecida a seqüência: Religar a máquina e só
inicialização. Ligar > abaixar o timão > acelerar depois de posicionar o
Acionar o acelerador. timão na posição L.
79 Seqüência errada de iniciação. Não foi obedecida a seqüência: Religar a máquina seguindo a
Ligar > abaixar o timão > seqüência de iniciação.
Acionar o acelerador.
LED Funções hidráulicas serão Bateria descarregada. Carregar bateria.
vermelho cortadas.
piscando

No aparecimento de outros códigos ou ao persistirem as falhas, um técnico deverá ser contatado.

5.9.d - Outras informações


Três símbolos são usados para informar o operador:

Manual de operação e manutenção ERX 15


Tartaruga:
Indica a ativação do modo “lento”. Velocidade e aceleração máxima são reduzidos.

Chave de Grife:
Indicador de erro.

Ampulheta:
Aparece quando o horímetro está acionado.

5.10 - BOTOEIRA DE REVERSÃO DE EMERGÊNCIA

Quando a botoeira de reversão de emergência é pressionada o equipamento se moverá imediatamente no


sentido oposto até que a mesma seja liberada.
Nota: Este dispositivo de segurança só é disponível quando se está deslocando o equipamento no sentido F.

5.11 - PARTIDA EM RAMPAS

Este equipamento é provido de um controlador eletrônico que evita que a paleteira mova-se rampa a baixo. É
admissível, porém que a mesma mova-se rampa a baixo numa velocidade muito baixa.
Proceda como a seguir:
 Puxe o timão para a faixa (L).
 Gire a manopla direcional no sentido (R). A empilhadeira iniciará o movimento de subida.
Cuidado: A carga deve sempre estar apontada para o lado de subida da rampa independente do sentido de
deslocamento (subida ou descida).

5.12 - BUZINA

Pressione a botoeira da buzina.

Maiores detalhes sobre botoeiras do timão no item 3.4 – ELEMENTO DE COMANDO.

5.13 - ESTACIONAMENTO DO EQUIPAMENTO

Descer os garfos de carga para a posição de base.


Colocar a chave de contato na posição desligado.
Retirar a chave.
Desconectar a tomada da bateria.

5.14 - RECARGA DA BATERIA

Desligar a chave de contato.


Manual de operação e manutenção ERX 16
Desconectar a tomada da bateria.
Conectar a tomada do carregador à tomada da bateria.
Nota: Verificar as instruções do manual de operação do carregador de bateria.

5.15 - SUBSTITUIÇÃO DA BATERIA UTILIZANDO O CARRO SUPORTE – Fig. 5

5.15.a - Remoção da bateria


Girar a chave de contato (1) para posição de desligado.
Desconectar a tomada da bateria (2).
Posicionar o carro suporte (4) ao lado da bateria.
Retirar a chapa (3) trava de bateria.
Puxar a bateria para cima dos roletes do carro suporte.
Levar a bateria ao setor de recarga.

5.15.b - Recolocação da bateria


Posicionar o carro suporte da bateria (4) ao lado da bateria.
Empurrar a bateria para cima dos roletes do chassi.
Colocar a chapa (3) trava de bateria.
Conectar a tomada da bateria.

5.16 - SUBSTITUIÇÃO DA BATERIA UTILIZANDO TALHA

Figura 5A

Manual de operação e manutenção ERX 17


5.16.a - Remoção da bateria
Girar a chave de contato para posição de desligado.
Desconectar a tomada da bateria.
Levantar a tampa de proteção da bateria.
Içar a bateria utilizando o dispositivo apropriado (1) – fig. 5A.
Levar a bateria ao setor de recarga.

5.16.b - Recolocação da bateria


Posicionar a bateria no compartimento da mesma.
Baixar a tampa de proteção da bateria.
Conectar a tomada da bateria.

5.17 - OPERAÇÃO DE CARGA E DESCARGA

Parar a paleteira próximo ao palete

Posicionar devagar os garfos no palete

Manual de operação e manutenção ERX 18


Elevar a carga

Transportar a carga

Manual de operação e manutenção ERX 19


Capítulo 6
MANUTENÇÃO

6.1 - GERAL

Siga rigorosa e estritamente as recomendações contidas neste manual. Somente desta forma serão
preservadas as características de segurança e desempenho do equipamento.
Utilize unicamente peças originais. Lembre-se que seu equipamento foi projetado, desenvolvido e testado,
peça por peça, pela Still. Só a Still tem condições de determinar e garantir a qualidade das peças destinadas à
reposição.
Imobilize imediatamente o equipamento quando notar qualquer anormalidade em seu funcionamento.

6.1.a - Pessoal de serviço


Somente pessoal qualificado e autorizado pode executar serviços no equipamento. A Still tem à disposição
técnicos de campo especialmente treinados. Nós, entretanto recomendamos um contrato de manutenção com
o serviço autorizado Still.

6.1.b - Peças de Reposição


Para garantir a operação plena e segura do equipamento e evitar acidentes somente devem ser usadas peças
de reposição Still.

6.1.c - Inspeção de Segurança


Pelo menos uma vez por ano, como também após qualquer incidente o equipamento deve ser inspecionado
por um inspetor qualificado. O inspetor deve fazer sua avaliação sem influência de condições técnicas e
econômicas, e deve ser guiado somente por condições de segurança. O inspetor deve ter conhecimento
adequado e experiência suficiente com empilhadeiras/paleteiras, de forma a ser capaz de julgar sua condição e
a eficiência das instalações de segurança de acordo com as regras técnicas aplicadas e regulamentos de
inspeção.
A inspeção deve incluir uma verificação completa da condição técnica do equipamento, com relação aos
aspectos de segurança. Os equipamentos devem ser rigorosamente inspecionados com relação a danos
possivelmente causados por negligência ou uso incorreto. As ocorrências devem ser registradas no relatório de
inspeção. O relatório de inspeção deve ser guardado pelo menos até a próxima inspeção a ser feita. O
operador tem que assegurar que todos os defeitos sejam imediatamente corrigidos.

6.1.d - Uso após operações de manutenção


Após a execução das operações de manutenção e serviço, todos os procedimentos de segurança devem ser
refeitos e os mesmos devem ser inspecionados quanto ao funcionamento seguro. Antes de colocar o veículo
em operação, deve ser feita uma verificação completa de desempenho.

6.2 - SERVIÇO

Um serviço completo e eficiente é um dos mais importantes requisitos para reativação segura do equipamento.
O descuido na manutenção regular, leva a indisponibilidades desnecessárias do equipamento e também a
perigo para o pessoal e para o trabalho. A descrição “manutenção” diz respeito a todo trabalho necessário para
preservar a operação segura e evitar desgastes ou falhas prematuras.

6.2.a - Freqüência e intervalos de serviços de manutenção


A manutenção dos equipamentos deve ser executada de acordo com nossas instruções de serviços ou por
nosso serviço de manutenção.
As instruções de serviço são baseadas em condições de operação normal e operação de um turno. No caso de
uso pesado ou operação de múltiplos turnos, as manutenções devem ser efetuadas com mais freqüência.

Manual de operação e manutenção ERX 20


6.3 - MEDIDAS ESPECIAIS A SEREM TOMADAS QUANDO DA EXECUÇÃO DE
OPERAÇÕES DE MANUTENÇÃO E SERVIÇO

De maneira a evitar qualquer acidente quando da execução de operações de manutenção e serviços, todas as
medidas de segurança devem ser tomadas. Deve ficar assegurado que as empilhadeiras/paleteiras não podem
ser acidentalmente movimentadas ou colocadas em operação. Quando estiver ocorrendo a manutenção
desconecte o cabo da bateria. Quando for trabalhar sob garfos elevados lembre-se de apoiá-los para evitar
abaixamento.

6.3.a - Levantamento de equipamentos e apoio sobre macacos


Quando for necessário levantar um equipamento, os mecanismos de sustentação somente devem ser ligados
nos pontos especialmente fornecidos para este fim. Quando apoiar sobre macacos, medidas adequadas
devem ser tomadas para imobilizar o equipamento (calços, cunhas, batentes e etc).

6.3.b - Operações de limpeza


Não devem ser usados líquidos inflamáveis quando da execução de operações de limpeza. Medidas de
segurança adequadas devem ser tomadas para evitar qualquer arco causado por curto circuito (ex.:
desconexão da bateria). Os componentes elétricos e eletrônicos devem ser limpos usando-se aspirador de
baixa pressão, ar comprimido ou escovas não metálicas.
Se for usado jato de água ou vapor para limpeza, o equipamento e a bateria devem ser eletricamente isolados.
Todos os componentes sensíveis, especialmente conjuntos eletro-eletrônicos devem ser cuidadosamente
cobertos. Umidade pode causar mal funcionamento. Antes de colocar o equipamento em operação de novo,
deve ser assegurado que os componentes eletro-eletrônicos estejam secos. Se necessário, deve ser usado ar
comprimido para secagem. Antes de colocar o equipamento em operação, acione o freio repetidamente. Todas
as superfícies de deslizamento e correntes devem ser lubrificadas novamente.
As partes que são susceptíveis à corrosão devem ser adequadamente tratadas.

6.3.c - Operações nos sistemas elétricos


Qualquer operação em sistema elétrico, só pode ser efetuada após o sistema ter sido desenergizado.
Verificações funcionais, inspeções e ajustes em sistemas energizados, somente podem ser executados por
pessoas especialmente treinadas e autorizadas, observando os regulamentos de segurança aplicáveis. Anéis,
braceletes de metal, etc... devem ser removidos antes do início das operações nos conjuntos eletrônicos.

6.3.d - Operações de soldagem


Para evitar dano aos sistemas eletrônicos, todos componentes eletrônicos devem ser removidos do
equipamento antes de ser executada qualquer operação de soldagem.

6.3.e - Ajustes
Quando forem efetuados reparos ou substituição de conjuntos hidráulicos e/ou elétricos, é essencial que sejam
mantidos os ajustes específicos do equipamento. De modo algum devem ser alteradas as velocidades de
trabalho.

6.3.f - Rodas
A qualidade das rodas afeta a estabilidade e o comportamento da direção dos equipamentos. Somente podem
ser feitas mudanças após consultas ao fabricante. Quando substituir rodas, deve ficar assegurado que não
resultará nenhuma inclinação no equipamento (as rodas devem ser sempre trocadas em pares). No caso de
rodas com bandagem em duas partes, devem ser observadas as instruções especiais cobrindo a substituição
das bandagens.

6.4 - VERIFICAÇÃO PERIÓDICA

A freqüência e intervalo de serviço recomendados baseiam-se no equipamento operando em condições


normais com um turno de trabalho diário de 8 horas ou 2.000 horas por ano.

Manual de operação e manutenção ERX 21


6.4.a - Sistema Hidráulico
Verificar o nível do óleo hidráulico do reservatório. Completar nível / substituir periodicamente elemento filtrante
e fluido hidráulico.
O óleo deve ser completado através do bocal de enchimento.
Verificar mangueiras quanto a vazamentos, fixação e aperto das conexões – Substituir mangueiras danificadas.
Verificar cilindro e válvulas hidráulicas quanto a vazamentos.
Verificar o motobomba quanto a fagulhamento no coletor, condições das escovas e rolamentos, cavitação e
ruídos estranhos na bomba.

6.4.b - Sistema de Tração


Verificar acoplamento da tração ao chassi que é feito pelo rolamento de sustentação da tração. Este
acoplamento não possui folga. Caso seja detectada, procurar imediatamente o Serviço Autorizado Still para
sua correção.
Verificar o estado da graxa da tração. Removendo-se os parafusos da tampa da tração a graxa ficará exposta.
Substituir a graxa periodicamente.
Observar ruídos estranhos ao funcionamento do conjunto de tração, que poderão indicar desgastes excessivos
ou danos nos rolamentos ou pares de engrenagens (coroa e pinhão).

6.4.c - Rodas de Tração


Verificar desgaste da roda de tração e possível achatamento após longas paradas. Neste caso deve-se
estacionar o equipamento em local apropriado e calçá-lo de modo que a roda de tração não permaneça em
contato com o piso. Substituir a roda, quando esta atingir sua tolerância, ou seja, 228 mm de diâmetro.
Reapertar periodicamente as porcas dos estojos da roda de tração com torque de 105Nm.

6.4.d - Rodas de Carga


Verificar o desgaste das rodas de carga. Substituí-las quando atingirem sua tolerância, ou seja, 75 mm de
diâmetro.
A substituição das rodas de carga deve ser feita em pares, e não separadamente, a fim de evitar desníveis no
equipamento.

6.4.e - Roda de apoio


Verificar o desgaste das rodas de apoio. Substituí-las quando atingirem sua tolerância, ou seja, 85 mm de
diâmetro.
A substituição das rodas de apoio deve ser feita em pares, e não separadamente, a fim de evitar desníveis no
equipamento.

6.4.f - Sistema de direção


Verificar folgas excessivas na fixação do timão. Estas folgas são perceptíveis com facilidade durante o giro do
timão, para ambos os lados ou na frenagem do equipamento.
Verificar o funcionamento das manoplas (se não estão travando).
Verificar o batente do timão, quanto à quebra ou avaria.
Verificar as condições da bandagem de tração.

6.4.g - Sistema de freio


O freio magnético é de atuação mecânica (por meio de molas) e liberado eletricamente.
Verificar a eficiência de frenagem do sistema durante a operação.

6.4.h - Sistema elétrico


Verificar chicotes e cabos desconectados e/ou carbonizados.
Verificar a atuação do micro que desativa o motor de tração quanto à instalação ou quebras.
Verificar o contator quanto ao atraque, fagulhamento nos contatos, contatos gastos ou soltos e aquecimento
exagerado.
Verificar o funcionamento dos componentes do painel: horímetro, marcador de descarga, manopla de reversão
e chave de contato. O perfeito funcionamento do horímetro é fundamental para o acompanhamento dos prazos
de manutenção e garantia.
Verificar se o chicote do timão está danificado ou mal conectado.
Verificar se a tomada de bateria está quebrada ou com dificuldade de conexão, bem como fusíveis, relés e
conectores.

Manual de operação e manutenção ERX 22


Nota: Somente ligar o equipamento com bateria de tensão idêntica a especificada na plaqueta de identificação
do equipamento.

6.4.i - Chassi
Verificar se as chapas de proteção e tampas estão bem alinhadas e fixadas.
Verificar as plaquetas de identificação e adesivos indicadores de operação, se estão soltos ou ilegíveis e
efetuar sua substituição.
Verificar o timão e a tampa de comando se estão danificados ou soltos.
Verificar as pontas das patolas quanto a desgaste provocado pela redução do diâmetro das rodas de carga.

6.4.j - Sistema de elevação


Efetuar a lubrificação periodicamente.
Verificar folgas excessivas durante a operação.

6.4.k - Bateria
Baterias têm função importante na estabilidade do equipamento, sua substituição deve ser feita por outra de
mesmo peso.
Não retirar contra pesos adicionais.
A recarga da bateria deve ser efetuada sempre ao término dos serviços, conforme manual do fabricante da
bateria.
O nível da solução deve ser observado diariamente, em todos os elementos da bateria.
Normalmente só é necessário completar o nível uma vez por semana com água destilada.
O nível da solução deve ser mantido conforme manual do fabricante da bateria.
Uma bateria nunca deve ser deixada sem carga por mais de duas horas.
Mantenha sempre a bateria limpa e seca externamente. Ela pode ser lavada em suas partes externas
superiores com uma solução de bicarbonato de sódio a 10% em água comum (estando as tampas de
ventilação colocadas no lugar) e depois seca com jato de ar comprimido e pano seco. Deve-se efetuar esse
tipo de limpeza nos bornes e terminais. Se for necessário mantenha os terminais de molho na solução de água
+ bicarbonato de sódio por 30 minutos e em seguida seque e lubrifique-os com vaselina em pequena
quantidade.
A limpeza do estrado da bateria deve ser feita com água corrente seguida de jato de ar comprimido e
lubrificação dos roletes com graxa comum em pequenas quantidades. Para maiores informações, consulte o
manual do fabricante da bateria.

Cuidado: Sais de chumbo são venenosos. Ácido sulfúrico é corrosivo. Os gases desprendidos são explosivos.

6.5 - USO DE ACESSÓRIOS

6.5.a - Geral
Somente deverão ser usados acessórios em tarefas para as quais eles foram especialmente projetados. As
instruções de operações publicadas pelo fabricante devem ser observadas, e o operador deve ter sido treinado
na operação dos acessórios.

6.5.b - Compatibilidade
Quando os acessórios não forem fornecidos pelo fabricante do equipamento, junto ao mesmo, somente devem
ser usados se puder ser obtida operação segura, observando a capacidade de carga e estabilidade do
conjunto.

6.5.c - Fixação dos acessórios


Muito cuidado deve ser tomado com relação a fixação dos acessórios e a ligação da fonte de energia
respectiva para acessórios eletro-mecânicos. Sempre que o acessório tiver sido montado, deverá ser
executada uma verificação funcional, antes de iniciar as operações de elevação de carga.

6.5.d - Capacidade de carga


A capacidade de carga admissível dos acessórios e a capacidade de carga reduzida da combinação
acessório/equipamento não deve ser excedida. A inclinação mudará quando elevar cargas excêntricas, quando

Manual de operação e manutenção ERX 23


alterar o centro de gravidade de carga e quando mover uma carga através do acessório. Todas as instruções
de capacidade de carga do equipamento ou dos acessórios devem ser observadas.

6.5.e - Recolhimento de cargas através dos acessórios


As cargas somente devem ser transportadas através dos acessórios, quando puderem ser seguramente
mantidas. Se necessário, as cargas devem ser especialmente presas para evitar qualquer escorregamento,
rolamento, queda, oscilação ou inclinação.

Manual de operação e manutenção ERX 24


Capítulo 7 - Apêndice A

7.1 - PLANO DE MANUTENÇÃO

HORAS PROCEDIMENTO DE MANUTENÇÃO


50 100 500 1000 2000 Chassi
x Comprove o perfeito funcionamento da plataforma de elevação.
x Verifique todas as conexões parafusadas
Transmissão
x Verifique a transmissão quanto a ruído e vazamento
x Verifique o nível de óleo da transmissão
k x Troque o óleo da transmissão
Rodas
x Verifique quanto a desgaste e danos [a]
k x Verifique os rolamentos
Sistema de direção
x Verifique partes mecânicas da árvore de direção e engraxar partes
móveis
Sistema de freio
K x Comprovar funcionamento e efetuar ajustes
x Verifique o desgaste das lonas de freio
Sistema de elevação
k x Verifique as condições e lubrificação dos rolamentos, elementos de
elevação e batentes
k x Verifique os garfos e suportes quanto a desgaste e danos
Sistema hidráulico
k x Verifique o desempenho
k x Verifique todas as conexões quanto a vazamentos e danos [b]
k x Verifique o cilindro quanto à fixação, vazamentos. Reaperte as conexões
k x Verifique o nível de óleo
k x Troque o óleo hidráulico
k x Troque o elemento do filtro hidráulico [c]
Sistema elétrico
x Verifique o desempenho
x Verifique o aperto de todos os cabos e conexões elétricas. Verifique
eventuais danos causados aos cabos.
x Verifique a amperagem correta dos fusíveis
x Verifique o contator e substitua se necessário
x Verifique funcionamento de interruptores e microchaves.
k x Verifique os dispositivos de advertência quanto ao funcionamento
Motores elétricos
x Verifique o desgaste da escova de carvão do motobomba
k x Aspirar o motor e verificar eventual desgaste no coletor
x Verifique a fixação dos motores
Bateria
kx Verifique a densidade, nível do eletrólito e a tensão da célula
k x Verifique as conexões de aperto dos terminais
k x Limpe os conectores da bateria e verifique o encaixe rígido
x Limpe e verifique as tomadas quanto a danos e fixação aos cabos
x Lave e lubrifique o gabinete da bateria
x Verifique os cabos da bateria quanto a dano, troque se necessário
Medições gerais
x Verifique se há fuga à terra no sistema elétrico
x Verifique a velocidade de condução e distância de frenagem
x Verifique os dispositivos de segurança e de parada de emergência

Manual de operação e manutenção ERX 25


Demonstração
x Faça um teste com carga nominal
k x Após a execução do serviço demonstre-o para a pessoa responsável

x: Máquinas standard

k: Máquinas frigoríficas
[a]: As porcas da roda de tração devem ser verificadas nas primeiras 100 horas de trabalho, aperte-as se
necessário.
[b]: Conexões hidráulicas devem ser inicialmente verificadas quanto à vazamento, após 100 horas de trabalho,
aperte-as se necessário.
[c]: Primeira troca com 500 horas.
Notas:
 Máquinas que operam em câmaras frigoríficas necessitam de óleo e graxa específicos para este tipo
de manutenção. Verificar especificações dos lubrificantes em tabela específica enviada em anexo.
 Os intervalos de manutenção são para condições normais de serviço. Em condições mais severas os
intervalos devem ser devidamente reduzidos.

Manual de operação e manutenção ERX 26


Capítulo 8 – Apêndice B

8.1 - PLANO DE LUBRIFICAÇÃO

Detalhe A1: Entrada de óleo hidráulico;


Detalhe A2: Indicador de nível do óleo hidráulico (1,5L);
Detalhes B, C, D, E e G: Graxeiras;
Detalhe F1: Bujão de Nível da Transmissão (2L);
Detalhe F2: Bujão de dreno.

8.1.a - LUBRIFICANTES
Manuseio de materiais de serviço: O manuseio de materiais de serviço deve ser feito sempre de maneira
apropriada. As instruções do fabricante devem ser observadas.
O manuseio impróprio é prejudicial à saúde, à vida e ao meio ambiente. Materiais de serviço devem ser
armazenados em recipientes adequados e limpos. Eles podem ser inflamáveis e por isso não devem entrar em
contato com componentes quentes e com fogo.
É proibido misturar materiais de serviço de diferentes qualidades e categorias, exceto se a mistura for
expressamente recomendada nestas instruções de operação. Evite o derramamento. O líquido derramado
deve ser removido imediatamente com um reagente adequado e a mistura do reagente com o material de
serviço deve ser descartada de acordo com as normas.
Cuidado: O nível só deve ser verificado com os garfos completamente abaixados e a máquina desligada.

A tabela a seguir mostra os óleos recomendados para cada aplicação. Ao escolher o óleo à utilizar, favor
atentar à temperatura de trabalho do equipamento.

Manual de operação e manutenção ERX 27


Manual de operação e manutenção ERX

Especificação
DIN
AGIP MOBIL FUCHS TEXACO PETROQUIM SHELL ESSO CASTROL IPIRANGA APLICAÇÃO / APLICACIÓN
Especificación
DIN
Sistema hidráulico, correntes,
temperatura negativa até -40C[1].
ROTRA MOBIL TITAN TEXAMATIC HYDRAFLUID DONAX ESSO TQ AT FLUIDO tipo
ATF Sistema hidráulico, cadenas,
FTA ATF 200 ATF 10 ATF TQ A TM ATF tipo A A
temperatura negativa hasta -40C.
(0967064)
Rolamentos sem pontos de
lubrificação, articulações, temperatura
positiva.
MOBILUX EP2 RENOLIT SPECIAL Long TIME
- - - - - - Rodamientos sin puntos de
(-29C a 110C) FLM 2 GREASE ICE PD2
lubrificación, articulaciones,
temperautra positiva.
(0967058)
Guias e graxeiras em geral, rolamentos
sem pontos de lubrificação,
temperatura negativa até -20C.
MOBILUX EP2 RENOLIT SPECIAL MOLUB ALLOY
- - - - - - Guías y graseras en general,
(-29C a 110C) FLM 2 GREASE ICE 860220 2
rodamientos sin puntos de
lubrificación, temperatura negativa
hasta -20C.(0967058)

FLUIDO P/FREIO
AKO MOBIL BREAKE SHELL RESPONSE SUPER Sistema de freio. Sistema de freno.
- - - - FLUIDO P/
4 FLUID DOT 4 DOT 4 DOT 4 Premium (0967065)
FRENO

TRICORR ULTRA
MOBIL EXTRA
ou/o GERALYN MEROPA Correntes, temperatura positiva.
BLASIA HECLA SUPER HYDRAN OMALA CYLESSO ALPHA IPIRANGA SP
FOOD GRADE 150 - Cadenas, temperatura positiva.
150 CYLINDER OIL SP 150 150 TK 100 SP-150 100
SPRAY 20 (0967066)
MINERAL
(-40ºC)

MOBILGREASE
Guias e graxeiras em geral,
MP
LITHOLINE MP GRAXA / GRASA temperatura positiva.
MP (temp. positiva) RENOLIT MULTIFAK TARGA AERO GRAXA /
- ou / o “E” Guias y graseras en general,
GREASE ou/o 2 EP2 35 SHELL GRASA EPL 2
IPIFLEX 2 DIN 51825 temperatura positiva
MOBIL GREASE
(0967067)
28

Guias e graxeiras em geral, rolamentos


sem pontos de lubrificação,
articulações, temperatura negativa até
GRAXA / GRASA -40C.
MOBIL GREASE 28 RENOLIT SPECIAL OPTITEMP
- - - - - “F” Guías y graseras en general,
(-55C a 200C) JP1619 GREASE ICE TT1 (-60C)
DIN 51825 Rodamientos sin puntos de
lubrificación, articulaciones,
temperautra negativa hasta -40C.
(0979442)

Transmissão, temperatura positiva.


BLASIA MOBILGEAR 600 RENOLIN UNIVERSAL HYDRAN OMALA SPARTAN EP OPTIGEAR IPIRANGA CLP 100
Transmissión, temperatura positiva.
100 P 100 COMPOUND 103 EP SAE80W SP 100 100 100 BM100 SP100 DIN 51517
(0979452)

RENOLIN B15 HYDRAN AW 46 Sistema hidráulico, temperatura


OSO MOBIL (-20C) ou/o RANDO TELLUS NUTO HYSPIN IPITUR H-LP 46 positiva.
46 DTE 25 RENOLIN MR15T HDB 46 HIDRÁULICO 46 H 46 AWS 46 AW 46 DIN 51524 Sistema hidráulico, temperatura
(-40C) AW 46 positiva. (2300615)

Caixa de redução da direção alétrica


NOTROPEEN até -40C ou temperaturas positivas.
MOBILITH SPECIAL LONG TIME G 00 G
- LXG00 - - - - Caja de reducción de la dirección
SHC 007 GREASE ICE PD 00 DIN 51826
(-40C) eléctrica hasta -40C o temperaturas
28

positivas. (2303861)
Manual de operação e manutenção ERX

de servicio (C)
Temperatura de serviço / Temperatura
Classe / Clase NLGI
Penetração / Penetración a 25C
Ponto de gota / Punto de gota (C)
Saponificação / Saponificación
Graxa / Grasa

[1] Usado em transmissões temperatura -40ºC (FRIGORÍFICAS)


PROMAX PETROBRÁS MOLIKOTE APLICAÇÃO / APLICACIÓN

Usado en transmisiones temperatura -40ºC (FRIGORIFICAS)


Sistema hidráulico, correntes,
temperatura negativa até -40C[1].
MAXLUB LUBRAX
- Sistema hidráulico, cadenas,
ATF ATF
temperatura negativa hasta -40C.
(0967064)
Rolamentos sem pontos de
lubrificação, articulações, temperatura
LUBRAX positiva.
- INDUSTRIAL BR2 Rodamientos sin puntos de
GCL-2-EP lubrificación, articulaciones,
temperautra positiva.
(0967058)
Guias e graxeiras em geral, rolamentos
sem pontos de lubrificação,
LUBRAX temperatura negativa até -20C.
- INDUSTRIAL BR2 Guías y graseras en general,
GCL-2-EP rodamientos sin puntos de
lubrificación, temperatura negativa
hasta -20C.(0967058)

FLUIDO PARA

-35/+120
2
265-295
185
Lítio
E
Sistema de freio. Sistema de freno.
DOT 4 FREIOS -
(0967065)
ESPECIAL BR

LUBRAX Correntes, temperatura positiva.


MAXLUB
INDUSTRIAL - Cadenas, temperatura positiva.
MA 90 EP
CM 680 (0967066)

-52/+100
1
310-340
x
x
F
Guias e graxeiras em geral,
LUBRAX temperatura positiva.
MAXLUB
INDUSTRIAL - Guias y graseras en general,
GP
GCL-2-EP temperatura positiva
(0967067)

Guias e graxeiras em geral, rolamentos


sem pontos de lubrificação,
articulações, temperatura negativa até
TTF 52 ou/ o
-40C.
FOODSLIP
- - Guías y graseras en general,
LOW TEMP.
Rodamientos sin puntos de
GREASE
lubrificación, articulaciones,
temperautra negativa hasta -40C.
(0979442)

LUBRAX Transmissão, temperatura positiva.


MAXLUB
INDUSTRIAL - Transmissión, temperatura positiva.
MA-80 EP
GF-100-PS (0979452)

Sistema hidráulico, temperatura


LUBRAX
MAXLUB positiva.
INDUSTRIAL -
MA-15 Sistema hidráulico, temperatura
HR-46-EP
positiva. (2300615)

Caixa de redução da direção alétrica


até -40C ou temperaturas positivas.
TTF
- - Caja de reducción de la dirección
52
eléctrica hasta -40C o temperaturas
29

positivas. (2303861)
Capítulo 9- Apêndice C

9.1 - MEDIDAS E REGULAGENS

9.1.a - FREIO
Folga 1 mínima: 0,3mm
Folga 1 máxima: 0,8mm
Verificar a cada 100 horas – 50h em ambientes frigoríficos – a folga 1 – fig. 6. Seu valor deve ser 0,3 mm
podendo com o desgaste da lona de freio chegar a 0,8 mm. O valor da folga deve ser necessariamente igual
em todo o diâmetro. Para garantir isto se deve verificar a folga com uma lâmina calibrada, no mínimo em 3
pontos do diâmetro.

Figura 6
Trocar a lona de freio quando a folga máxima for atingida.

Testando a força de frenagem:

 Em linha reta, coloque a máquina a 6 km/h;


 acione o freio até a parada total da máquina;
 meça a distância do acionamento do freio à parada.
Distância máxima de frenagem: 1,2 m

9.1.b - RODAS
Porcas de fixação da roda de tração: 105Nm
Tração: Diâmetro mínimo: 228 mm;
Carga: Diâmetro mínimo: 75 mm;
Apoio: Diâmetro mínimo: 85 mm.

Ao atingirem o diâmetro mínimo as rodas deverão ser substituídas.

9.1.c - FUSÍVEIS
Circuito de controle: F2 e F3 = 10A
Potência: 425A

9.1.d - CAPACIDADE DE LUBRIFICANTES


Transmissão: 2 litros de óleo
Manual de operação e manutenção ERX 30
Reservatório de óleo hidráulico: 1,5 litros

9.1.e - ESCOVA
Motobomba de elevação: Comprimento mínimo: 11 mm

9.2 - DADOS TÉCNICOS

'HDFRUGRFRPDVQRUPDV9',HVWDHVSHFLILFD©¥RVHDSOLFDDSHQDVDRPRGHORSDGU¥R%DQGDJHQVHWLSRVGHPDVWUR
DOWHUQDWLYRVRXHTXLSDPHQWRVDX[LOLDUHVSRGHPUHVXOWDUHPYDORUHVGLIHUHQWHV
 )DEULFDQWH  67,//
 0RGHOR  (5;
&DUDFWHU¯VWLFDV
&DUDFWHU¯VWLFDV

 6XSULPHQWRGHHQHUJLD  %DWHULD


 7LSRGHFRQWUROH  2SHUDGRUDERUGRHPS«
 &DSDFLGDGHGHFDUJD 4 NJ  
 &HQWURGHFDUJD  F PP  
 'LVW¤QFLDGDFDUJD  [ PP  
 'LVW¤QFLDHQWUHDVURGDVGDEDVH  \ PP  
 3HVR FRPDEDWHULD    NJ 
3HVR
3HVR

 &DUJDQRVHL[RV FRPFDUJD    WUD©¥RFDUJD NJ 


 &DUJDQRVHL[RV VHPFDUJD    WUD©¥RFDUJD NJ 
 5RGDV  SROLXUHWDQR
%DQGDJHQV
5RGDV%DQGDJHQV
%DQGDJHQV

 7DPDQKRGDURGDGHWUD©¥R PP Ø [


 7DPDQKRGDVURGDVGHFDUJD PP Ø [
 7DPDQKRGDVURGDVGHDSRLR PP Ø [
 5RGDVQ¼PHUR [ URGDGHWUD©¥R WUD©¥RFDUJD  [
5RGDV

 /DUJXUDHQWUHURGDVGHDSRLR E PP  


 /DUJXUDHQWUHURGDVGHFDUJD E PP  
 (OHYD©¥RP£[LPDGRVJDUIRV K PP  
 $OWXUDGRFK¥R¢SODWDIRUPD K PP  
 $OWXUDGRFK¥RDRWLP¥RP¯QLPRP£[LPR K PP  
 $OWXUDGRFK¥RDRVJDUIRVDEDL[DGRV K PP  
 &RPSULPHQWRWRWDO  , PP  
'LPHQV·HV
'LPHQV·HV

 'LVW¤QFLDGRFKDVVLDW«DIDFHGRVJDUIRV , PP  


 /DUJXUDWRWDO % PP  
 'LPHQV¥RGRVJDUIRV  VHO PP  
 /DUJXUDVREUHRVJDUIRV E PP  
 (VSD©RHQWUHRFK¥RHRVJDUIRVQRFHQWURGDEDVH P PP  
 /DUJXUDGRFRUUHGRUGHWUDEDOKRFRPSDOHWHGH[  $VW PP  
 5DLRGHJLUR  :D PP  
 9HORFLGDGHGHGHVORFDPHQWRFRPFDUJDVHPFDUJD NPK 
 7HPSRGHHOHYD©¥RFRPFDUJDVHPFDUJD V 
'HVHPSHQKR
'HVHPSHQKR

 7HPSRGHDEDL[DPHQWRFRPFDUJDVHPFDUJD V 


 &DSDFLGDGHGHYHQFHUUDPSDVFRPFDUJDVHPFDUJD  
 7HPSRGHDFHOHUD©¥R SHUFXUVRGHP FRPFDUJDVHPFDUJD V 
 )UHLRGHVHUYL©R  regenerativo
 )UHLRGHHVWDFLRQDPHQWR  eletromagnético
0RWRUHV(O«WULFRV

 0RWRUGHWUD©¥RUHJLPH6 PLQ N: 


0RWRUHV(O«WULFRV

 0RWRUGHHOHYD©¥RUHJLPH6  N: 


 9ROWDJHPGDEDWHULDFDSDFLGDGHQRPLQDO. 9$K YHUWDEHOD
 3HVRGDEDWHULD GHSHQGHQGRGRIDEULFDQWH  NJ YHUWDEHOD
URV
2XW
URV

 &RQWUROHGDWUD©¥R  HOHWU¶QLFR

Manual de operação e manutenção ERX 31


  1¯YHOGHUX¯GR¢DOWXUDGRVRXYLGRVGRRSHUDGRU G% $  
   
 0HGLGDVSDUDJDUIRVGHPP  
 &DOFXORFRQVLGHUDQGRJDUIRVHRSHUDGRUFRPNJ

 $ODUJXUDGRFRUUHGRU$VWLQFOXLXPDIROJDGHRSHUD©¥RGHPP

 &DOFXORFRQVLGHUDGRFRPEDWHULD$K

Manual de operação e manutenção ERX 32


Capítulo 10 - Apêndice D

10.1 - GUIA PARA CORRETA OPERAÇÃO DE EMPILHADEIRAS/PALETEIRAS –


TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES.

10.1.a - INTRODUÇÃO
O fabricante ou distribuidor de equipamentos que requerem alguma técnica, incluindo empilhadeiras/paleteiras,
deve somente colocar o equipamento no mercado funcionando conforme foi projetado, de tal forma que,
nessas condições e com uso adequado, não haverá danos ao usuário ou a terceiros.
Qualquer dano resultante de uso impróprio ou incorreto é de responsabilidade do operador, e não do
fabricante.
O uso adequado e correto refere-se ao modo como as empilhadeiras/paleteiras devem ser operadas.

Escopo

O objetivo desse manual é informar ao operador de empilhadeira/paleteira os limites dentro dos quais as
mesmas devem ser usadas com segurança, e quais regulamentos de segurança foram observados. O manual
fornecido ao operador deve estar disponível para a equipe encarregada da operação e manutenção da
empilhadeira/paleteira. Caso regulamentos suplementares sejam introduzidos para o uso adequado e projeto
específico da empilhadeira/paleteira, os mesmos também devem ser observados. Qualquer regulamento
nacional excedente ao escopo desse manual atual, se torna aplicável sem restrição.

Definições

Empilhadeiras/paleteiras: são, conforme coberto por esse manual, todos os veículos motorizados com rodas,
com exceção de veículos em trilhos, os que são projetados para transportar, empurrar, puxar, levantar,
empilhar, depositar ou remover delas cargas de todo tipo, e que são guiadas por pessoas a pé ou operadas por
um operador que senta num assento especialmente fornecido para este, preso ao chassi, ou ainda em pé
numa posição própria para operar a empilhadeira/paleteira.

Acessórios: são partes do equipamento a serem fixos ao suporte dos garfos ou ao dispositivo de elevação de
carga da empilhadeira/paleteira. Eles são usados para mover ou segurar cargas e são projetados para
aumentar a flexibilidade das empilhadeiras/paleteiras.

Corredor: É uma passagem entre as prateleiras de um depósito, para ser usado exclusivamente pelas
empilhadeiras/paleteiras que o atendem. Os corredores não devem ser usados por veículos ou pessoas. A
largura do corredor é determinada pela máxima largura da empilhadeira/paleteira usada, ou pela carga
utilizada. Nos corredores a distância de segurança é menor do que 500 mm de cada lado.

Operações de abastecimento de prateleiras: As operações de abastecimento de prateleiras, como coberto


pelo manual, são empilhamentos e desempilhamentos de cargas, como também remoção de pequenas
quantidades ou componentes individuais (seleção de pedidos).

Usuário: usuário de empilhadeira/paleteira, como definido nesse manual, é qualquer pessoa física ou jurídica,
que use a empilhadeira/paleteira. Em casos especiais, como arrendamento ou contratação de
empilhadeiras/paleteiras, o usuário é a pessoa cuja responsabilidade é assegurar que as instruções descritas
no manual sejam observadas, de acordo com o contrato entre o proprietário e o usuário da
empilhadeira/paleteira.

Supervisor: O supervisor é a pessoa apontada pelo proprietário para instruir o operador a operar a
empilhadeira/paleteira de acordo com as instruções de operação aplicáveis, e quem, senão estipulada de outra
forma, organizará as operações de revisão e o desempenho das operações regulares de manutenção e
inspeção.

Manual de operação e manutenção ERX 33


Operador: O operador é a pessoa indicada pelo usuário, ou seu representante, ou por qualquer outra pessoa
contratualmente estipulada, encarregada do uso adequado e responsável pelas empilhadeiras/paleteiras.

Operador pedestre: O operador pedestre é a pessoa que controla a empilhadeira/paleteira, ao lado do


veículo, com a sua velocidade não excedendo a velocidade de caminhada.

10.1.b - REGULAMENTOS DE SEGURANÇA APLICÁVEIS À OPERAÇÃO DAS


EMPILHADEIRAS/PALETEIRAS COM GARFO.
Para garantir condições seguras de trabalho relacionadas com o uso das empilhadeiras/paleteiras, deve ser
assegurado que o equipamento e a área de trabalho estejam em condições satisfatórias. A operação da
empilhadeira/paleteira deve ser tal que não resulte em perigo às pessoas, ou danos à carga.
Os pontos seguintes são transcritos de cláusulas legais e manuais publicados por Federações e Associações
Alemã e Internacional.

Permissão para operar

Assento do operador e posição do operador: As empilhadeiras/paleteiras equipadas com assento de


operador ou posição de operador, somente devem ser dirigidas por pessoas qualificadas, com pelo menos 18
anos de idade, que tenham sido treinadas na operação de empilhadeiras/paleteiras, que tenham mostrado ao
usuário ou seu representante, habilidade de dirigir tais veículos e operar com cargas, e que tenham sido
expressamente autorizados por ele para operá-las.

Veículos operados por pedestre: Os veículos operados por pedestres somente devem ser dirigidos por
pessoas treinadas adequadamente para este propósito e que tenham provado para o proprietário ou seu
representante, habilidade para operar veículos deste tipo.

Uso específico dos veículos

As empilhadeiras/paleteiras somente devem ser usadas em tarefas para as quais elas foram especificamente
projetadas. Elas não devem ser usadas para puxar veículos, nem empurrar veículos ou cargas de qualquer
tipo. Esta restrição não se aplica a empilhadeiras/paleteiras que foram especificamente projetadas ou
equipadas para atividades deste tipo.

Estabilidade

A estabilidade das empilhadeiras/paleteiras foi testada de acordo com os regulamentos técnicos aplicáveis.
Esses regulamentos levam em consideração somente as forças de inclinação dinâmicas e estáticas, que são
encontradas durante condições de operação normal e quando o veículo é usado corretamente. O perigo de
exceder os limites de inclinação por operação negligente ou incorreta do veículo, não consegue ser eliminado
mesmo pelas condições de estabilidade mais rigorosas. Sem a aprovação do fabricante, nenhuma modificação
deve ser executada para aumentar a capacidade, pois isso afetaria a estabilidade do veículo.

Capacidade de carga

A capacidade de carga, conforme indicado para as empilhadeiras/paleteiras, não pode ser excedida. A
capacidade de carga é função do centro de gravidade da carga e da altura de elevação. Todas as informações
fornecidas em etiquetas no veículo, devem ser respeitadas. O acréscimo de peso extra ou inclusão de outra
pessoa a bordo com a finalidade de aumentar a capacidade de carga, é proibido.

Proteção do operador

O operador deve ter proteção especial (grade de proteção), quando existir a possibilidade de materiais
empilhados no garfo caírem sobre o operador. Uma tela de proteção deve ser instalada quando fizer transporte
de pequenos itens, capazes de cair sobre o operador.

Manual de operação e manutenção ERX 34


Percursos de transporte

Sempre que tiver que ser feito percurso de transporte, o equipamento de elevação de carga deve ser abaixado
e o mastro inclinado para trás, tanto quanto possível. No caso de mastros com retração, o mesmo deve ser
completamente retraído. Somente quando estiverem sendo feitas operações de empilhamento ou
desempilhamento o veículo pode ser operado com carga elevada. O veículo deve ser dirigido lentamente e
com máximo cuidado. O mastro somente deve ser inclinado para frente quando posicionado na área de
empilhamento, a menos que o veículo tenha sido especialmente projetado e testado para tais operações.

10.1.c - Operação em vias públicas


Todas as empilhadeiras/paleteiras projetadas para uso em estradas públicas devem respeitar os requisitos
especiais aplicáveis no país onde elas irão operar. A permissão de operação deve ser obtida das autoridades
competentes.

Condições ambientais

As empilhadeiras/paleteiras a serem operadas sob condições extremas de temperatura, clima ou outras


condições ambientais tais como, instalações frigoríficas ou veículos que têm que agir de acordo com os
regulamentos de proteção contra explosão e supressão de ruído, devem ser especialmente certificados, se
requerido.

Dano ou defeito

Qualquer dano ou defeito identificado no veículo ou seus acessórios, deve imediatamente ser relatado para o
seu encarregado. As empilhadeiras/paleteiras e acessórios que não estiverem seguros para operar, não devem
ser usados até que todos os defeitos sejam satisfatoriamente corrigidos. Os dispositivos de segurança e as
chaves não devem ser removidas ou desativadas. Os ajustes fixos ou permanentes não devem ser alterados.

Área perigosa

Nenhuma pessoa deve ser autorizada a utilizar a área de perigo das empilhadeiras/paleteiras. Área de perigo,
é considerada qualquer área na qual pessoas correm risco pelo movimento do veículo, seus componentes, seu
equipamento de elevação de carga ou pela própria carga. Isto também inclui a área onde uma pessoa poderia
se ferir por queda de cargas ou ainda queda de equipamentos e/ou acessórios. É portanto, estritamente
proibido permanecer ou andar sob garfos e acessórios levantados, independentemente se o veículo estiver em
funcionamento ou não. É estritamente proibido subir ou escalar conjuntos móveis de empilhadeira/paleteira
(como a torre de elevação, equipamento transversal, acessórios, equipamentos de elevação de carga, etc.).

Empilhadeiras/paleteiras deixadas sem uso

Antes de deixar o veículo, o operador deve verificar se o motor de tração está desligado, se o freio de
estacionamento está aplicado, com os garfos totalmente abaixados e que todos os controles estejam
desligados ou na posição neutra.

Transporte de empilhadeiras/paleteiras

Devem ser observadas todas as instruções de operação do veículo indicadas pelo fabricante quando do
transporte de empilhadeiras/paleteiras. Quando levantar empilhadeiras/paleteiras ou acessórios individuais, os
equipamentos de elevação devem ser presos nos pontos especialmente fornecidos para esse fim pelo
fabricante.

Manual de operação e manutenção ERX 35


10.1.d - REGRAS APLICÁVEIS AOS CORREDORES E LOCAIS DE TRABALHO
Somente as áreas para este propósito, devem ser usadas pelo usuário ou seu representante. O usuário ou o
encarregado tem que assegurar que nenhuma pessoa não autorizada entre na área de trabalho. Cargas,
somente devem ser armazenadas em locais especialmente definidos para esse propósito.

Condições dos pisos

A superfície dos pisos deve ser suficientemente firme e nivelada tanto quanto possível. Valas de dreno,
cruzamentos com trilho, etc., devem ser nivelados de alguma maneira, possivelmente com rampas que possam
ser usadas pelo veículo, com pequeno solavanco. Todas as pistas devem ser claramente marcadas e devem
ser mantidas livres de obstáculos. As faixas de tráfego não devem ser usadas para armazenagem. O piso das
áreas de armazenagem de carga deve ser liso, nivelado e firme. Qualquer dano, obstáculos e defeitos que
impeçam o tráfego devem ser mencionados à pessoa encarregada e devem ser corrigidos e eliminados
imediatamente.

Dimensões das pistas

As pistas devem ser construídas em locais sem curvas fechadas, sem inclinações excessivas e sem
passagens estreitas e pequenas. A largura mínima das faixas de tráfego é função da largura da
empilhadeira/paleteira, ou da carga (a maior delas). Adicionar à largura da empilhadeira/paleteira, ou da carga,
uma margem lateral de 500 mm para cada lado para tráfego com velocidade de até 20km por hora ao longo de
uma faixa. Em caso de tráfego em duas faixas deve ser acrescida uma margem adicional de 400 mm. O
operador deve verificar se a distância vertical de no mínimo 200 mm é mantida entre a parte mais alta do seu
veículo, ou carga, e quaisquer partes da construção, ponto de iluminação, tubulação, etc... Se por exemplo,
existem vigas ou similares na área de elevação, a velocidade do veículo em tais locais deve ser muito pequena
e todo cuidado deve ser tomado.

Pontos perigosos

Os pontos perigosos devem ser claramente indicados por sinais de tráfego habitualmente usados para tais
propósitos, ou se necessário, por sinais de advertência suplementares. Deve ser tomada atenção à tempo com
obstáculos, antes de alcançá-los e os mesmos devem ser claramente identificados. A altura das passagens
deve ser adequada aos veículos que as usam, mas nunca deve ser menor que 2.500 mm. A altura de qualquer
passagem deve ser claramente e visualmente indicada.

Áreas perigosas

As empilhadeiras/paleteiras que operam em áreas onde exista perigo de explosão ou fogo devem ser
especialmente equipadas para esse tipo de trabalho. Tais áreas perigosas devem ser claramente marcadas
com sinais de aviso.

Inclinações

As inclinações ou rampas utilizadas por empilhadeiras/paleteiras devem ter uma superfície suficientemente
áspera e a inclinação não deve exceder 8%. Em ambos os lados, superior ou inferior das inclinações ou
rampas, devem ser feitas áreas de transição adequadas para evitar que a carga bata no solo e evitar dano ao
chassi do veículo.

Acesso às áreas de armazenagem

Nas áreas de armazenagem somente devem entrar pessoas autorizadas. Medidas adequadas como sinais,
linhas limites, isolamentos etc., devem ser usadas para manter as pessoas não autorizadas afastadas.

Manual de operação e manutenção ERX 36


10.1.e - DIREITOS, DEVERES E PRÁTICAS DOS OPERADORES DE
EMPILHADEIRAS/PALETEIRAS
Antes de ser concedida permissão para operação da empilhadeira/paleteira, os operadores devem ser
instruídos sobre seus direitos e deveres, como também na operação de seu veículo. Devem ser concedidos os
direitos devidos aos operadores.

Prevenção contra uso não autorizado do veículo

O operador é responsável pela empilhadeira/paleteira durante as horas de trabalho e deve impedir que
qualquer pessoa não autorizada dirija ou opere as empilhadeiras/paleteiras. Ele também deve assegurar que
nenhuma pessoa não autorizada suba nas empilhadeiras/paleteiras, suba nos garfos ou acessórios, a menos
que o veículo seja especialmente projetado e equipado para o transporte de pessoas. O número de pessoas
oficialmente permitido nas empilhadeiras/paleteiras não deve ser excedido.

Pessoas presentes em áreas de perigo

Antes de começar qualquer trabalho, o operador deve assegurar que ninguém esteja presente dentro da área
de perigo e deve manter as pessoas não autorizadas longe dessa área. A ninguém deve ser permitido
permanecer ao alcance de qualquer parte móvel. Um sinal de aviso deve ser dado a tempo quando existir
qualquer possibilidade de perigo pessoal. O operador deve parar todas as operações de imediato e dar
segurança ao veículo contra uso não autorizado se apesar de seu aviso a pessoa não abandonar a área
perigosa.

Verificações anteriores ao início do trabalho

Antes de colocar o veículo em operação o operador tem que assegurar que este está em condição de
operação segura. Cada vez que for começar o trabalho deve ser verificado:
 Se os freios de serviço e de estacionamento funcionam corretamente;
 Se a chave geral, que evita o uso não autorizado do veículo funciona corretamente;
 Se o dispositivo de segurança que evita a elevação e deslocamento do garfo funciona corretamente;
 Se o dispositivo de elevação de carga está livre de danos visíveis (deformação, trincas ou desgaste
excessivo);
 Se as correntes de carga estão uniformemente tensionadas;
 Se o dispositivo de advertência funciona corretamente;
 Se o sistema de iluminação e luzes de freio estão funcionando;
 Se os pneus estão em boas condições e com a pressão necessária;
 Se os pedais estão seguros para operação;
 Se o jogo de direção não é excessivo;
 Se a proteção do operador está bem presa e sem dano;
 Se a proteção de carga (se fornecida) está instalada e bem apertada;
 Se os movimentos de carregamento (elevação, descida, inclinação e, caso haja, acessórios) funcionam
corretamente;
 Se o sistema de proteção contra colisão funciona corretamente no caso de veículos operados por
pedestre;
 Se a conexão de carga da bateria e as conexões do cabo da bateria estão em ordem e se as tampas
dos elementos estão secas e limpas;
 Se o conector da bateria está conectado seguramente;
 Se qualquer dispositivo de segurança suplementar está instalado em ordem (coberturas, protetores,
chaves de segurança, lâmpadas de advertência).

Regras de tráfego

Dentro do perímetro da companhia a direção está sujeita às mesmas regras e regulamentos aplicados ao
tráfego normal. A velocidade do veículo deve ser selecionada de acordo com as condições de tráfego.
Condução lenta é obrigatória quando passar por vigas, passagens estreitas, portas, pontos cegos ou
superfícies desiguais. O operador deve sempre manter uma distância segura do veículo da frente e deve
Manual de operação e manutenção ERX 37
sempre estar com controle completo do veículo. Frenagem brusca, giro rápido e ultrapassagens em pontos
cegos ou perigosos devem ser evitados. As empilhadeiras/paleteiras equipadas com assento para operador
não devem ser operadas do piso (isto não se aplica a veículos com plataforma e também equipado com timão,
projetado para operação alternativa). Quando o veículo está em movimento, é proibido:
 Manter braços e pernas para fora do veículo;
 Estender o corpo além da margem do veículo;
 Transferir-se de um veículo para outro diretamente, ou do veículo para estruturas sólidas.

Campo de visão

O operador deve sempre olhar para onde está dirigindo e deve ter visão adequada sobre a área de trabalho. O
operador deve estar absolutamente seguro de que a área atrás está livre, quando reverter a direção. Cargas
que impeçam o campo de visão do operador devem ser transportadas com o operador na frente ou, quando
não for possível, uma segunda pessoa deve andar na frente do veículo agindo como guia. Em tais casos o
operador deve dirigir em velocidade lenta e com extremo cuidado.

Dirigindo em ladeiras e inclinações

Quando dirigir para baixo em ladeiras ou para cima em rampas, a carga deve sempre ser carregada apontando
para cima. O operador deve somente usar seu veículo em rampas ou inclinações, quando estas forem
marcadas como pistas e quando a especificação técnica do veículo permitir a utilização nas mesmas. Ele deve
verificar se o solo está limpo e se permite um bom movimento das rodas. Não é permitida a direção diagonal
para cima ou para baixo, ou manobra em rampas, como também o estacionamento de veículos. A velocidade
do veículo deve ser reduzida quando este for dirigido rampa abaixo.

Dirigindo sobre pontes de carregamento

Antes de dirigir sobre pontes de carregamento, o operador deve estar consciente de que a ponte está em
ordem, é segura e também que a ponte de carregamento tem a capacidade de carga necessária. As pontes de
carregamento devem ser atravessadas lentamente e com cuidado.

Recolhimento de cargas

Para assegurar que as cargas estejam arrumadas no garfo, o operador deve verificar se os garfos estão
espaçados o suficiente e que estejam tanto quanto possível passando por baixo da carga. A carga não pode
sobressair significativamente das extremidades do garfo (não mais que 50 mm). O operador deve verificar se
carga está em condição satisfatória. Somente cargas corretamente alinhadas devem ser transportadas.

Transporte de estrados (paletes)

Como regra geral, estrados devem ser transportados individualmente. Somente é admissível o transporte de
cargas múltiplas se:
 A pessoa encarregada tiver dado instruções específicas para este transporte;
 Respeitadas as condições técnicas exigidas para tal transporte.

Manual de operação e manutenção ERX 38


Aplicações especiais das empilhadeiras/paleteiras

Sempre que o veículo tiver que ser usado para operações além do escopo das aplicações normais da
empilhadeira/paleteira, e o operador não tiver certeza de que tais operações possam ser feitas com segurança,
deve ser obtida permissão do encarregado. Em casos especialmente difíceis, como no uso simultâneo de dois
veículos para transporte de cargas pesadas ou volumosas, o encarregado deve estar presente para coordenar
as operações.
Quando empilhadeiras/paleteiras forem usadas para operação de montagem, uma plataforma de trabalho
instalada com proteções adequadas (grade, guarda joelho e guarda pés) deve ser fixada ao equipamento de
elevação de carga. A plataforma deve ser imobilizada para evitar inclinamento e deslize. O sistema de
elevação, especialmente as correntes de elevação e o garfo, devem ser inspecionados quanto a danos,
desgaste e conexão segura, antes de pessoas serem elevadas.

Reparos

Sem treinamento especial e autorização, não é permitido ao operador executar nenhum reparo ou qualquer
modificação na empilhadeira/paleteira ou seus acessórios. Sob nenhuma circunstância deve ser neutralizado
qualquer dispositivo de segurança ou alterado qualquer ajuste.

10.1.f - ACIONAMENTO ELÉTRICO POR BATERIA


Quando instalar e operar estações de carregamento de bateria, todos os regulamentos legais pertinentes
devem ser observados. Os seguintes regulamentos de segurança se aplicam ao serviço, carregamento e
substituição de baterias:

Medidas de proteção contra incêndio

São proibidos o fumo e o uso de chamas quando se manusear baterias. Substâncias combustíveis e materiais
capazes de produzir arco, não devem ser mantidas dentro de uma distância de 2 metros dos veículos
estacionados para recarregamento ou para troca de bateria. Locais usados para carregamento de bateria
devem ser bem ventilados e devem estar disponíveis equipamentos de combate a incêndio.

Estacionamento seguro de veículos

O veículo deve ser deixado com segurança antes de qualquer trabalho na bateria. O veículo só deve ser posto
em operação de novo, após todas as tampas terem sido recolocadas e todas as conexões refeitas.

Peso e dimensões de bateria

O peso e as dimensões da bateria têm uma responsabilidade na estabilidade do veículo. Baterias só podem
ser substituídas por outra do mesmo tipo. Pesos extras não devem ser removidos e sua posição não deve ser
alterada.

Fixação das baterias

Após cada substituição de bateria, deve ser verificado se as baterias estão bem fixadas a fim de evitar danos
causados por movimentos acidentais.

Danos a cabos

Quando da instalação ou remoção de baterias, deve ser assegurado que nenhum dano seja causado aos
cabos da bateria. Antes de começar a operação de recarga, o cabo da bateria e o cabo do recarregador devem
ser inspecionados e substituídos se necessário.

Manual de operação e manutenção ERX 39


Manutenção da bateria

As coberturas dos elementos da bateria devem ser mantidas secas e limpas. Ácido de bateria espirrado deve
ser neutralizado imediatamente. Bornes e terminais devem ser mantidos limpos e cobertos levemente com
graxa. As conexões devem estar bem apertadas.

Recarga da bateria

Os conectores e terminais somente devem ser separados após o veículo e o carregador de bateria terem sido
desligados. Durante a recarga da bateria a superfície superior dos elementos da bateria, devem estar livres
para assegurar ventilação adequada. Não devem ser colocados objetos metálicos sobre as baterias.

Manual de operação e manutenção ERX 40


Capítulo 11 - Apêndice E

11.1 - USO DE ACESSÓRIOS

11.1.a - Geral
Somente deverão ser usados acessórios em tarefas para as quais eles foram especialmente projetados. As
instruções de operações publicadas pelo fabricante devem ser observadas, e o operador deve ter sido treinado
na operação dos acessórios.

11.1.b - Compatibilidade
Quando os acessórios não forem fornecidos pelo fabricante do equipamento, junto ao mesmo, somente devem
ser usados se puder ser obtida operação segura, observando a capacidade de carga e estabilidade do
conjunto.

11.1.c - Fixação dos acessórios


Muito cuidado deve ser tomado com relação à fixação dos acessórios e à ligação da fonte de energia
respectiva para acessórios eletro-mecânicos. Sempre que o acessório tiver sido montado, deverá ser
executada uma verificação funcional, antes de iniciar as operações de elevação de carga.

11.1.d - Capacidade de carga


A capacidade de carga admissível dos acessórios e a capacidade de carga reduzida da combinação
acessório/equipamento não deve ser excedida. A inclinação mudará quando elevar cargas excêntricas, quando
alterar o centro de gravidade de carga e quando mover uma carga através do acessório. Todas as instruções
de capacidade de carga do equipamento ou dos acessórios devem ser observadas.

11.1.e - Recolhimento de cargas através dos acessórios


As cargas somente devem ser transportadas através dos acessórios, quando puderem ser seguramente
mantidas. Se necessário, as cargas devem ser especialmente presas para evitar qualquer escorregamento,
rolamento, queda, oscilação ou inclinação.

Manual de operação e manutenção ERX 41


Capítulo 12 - Apêndice F

12.1 - PROCEDIMENTO PARA OPERAÇÃO COM MÁQUINAS EM AMBIENTES


FRIGORÍFICOS

12.1.a - Introdução:
As empilhadeiras Still frigoríficas são construídas com componentes e proteções específicas para uso em
ambiente frigorífico, devendo ser operadas em conformidade com os itens abaixo.

12.1.b - Proteção:
Todos os componentes metálicos, assim como os eletro-eletrônicos são protegidos contra oxidação, exceto
componentes móveis eletro-mecânicos tais como: microchaves, relês, contatos e potenciômetros, nos quais
suas partes móveis devam permanecer livres de graxas ou silicones (protetores contra oxidação).

12.1.c - Operação:
As máquinas devem ser operadas continuamente dentro das câmaras frigoríficas ou entre a câmara frigorífica
e sua antecâmara.
As máquinas devem ser operadas somente se todos os componentes específicos para uso em ambiente
frigorífico estiverem presentes e perfeitamente operantes, tais como: resistências de aquecimento, termostatos
(quando existirem), graxa específica, etc.
As máquinas não devem permanecer estacionadas no interior da câmara frigorífica.
Após a jornada de trabalho o equipamento deverá ser deslocado para a antecâmara com temperatura abaixo
de -2ºC, devendo permanecer neste local até a próxima jornada sem bateria ou com bateria totalmente
carregada.
A exposição do equipamento à temperatura ambiente superior a 0ºC, em caso de extrema necessidade, deve
se limitar a um período de tempo em que não ocorra a condensação da água. Em caso da ocorrência da
condensação, a máquina somente deverá retornar a operação no interior da câmara ou antecâmara, quando
estiver completamente seca, inclusive partes internas.

12.1.d - Troca de bateria:


A troca de bateria deverá ocorrer na antecâmara com temperatura abaixo de -2ºC.

12.1.e - Carga de baterias:


A carga da bateria deve ser realizada em temperatura ambiente (de 0 à 40ºC), em locais de ventilação e
exaustão suficientes para evitar o acúmulo de H2 (hidrogênio), que é altamente explosivo quando em contato
com o fogo, centelhas ou faíscas elétricas.

12.1.f - Garantia:
A não observação dos procedimentos acima provoca oxidação do equipamento, deterioração prematura dos
componentes, falhas elétricas ou eletrônicas, etc.A ocorrência freqüente de condensação de água ou vestígios,
acarretará na suspensão da garantia ao produto.

12.1.g - Observações gerais:


A autonomia da bateria utilizada em ambientes frigoríficos é tanto menor quanto menor for a temperatura do
frigorífico.
A freqüência de lubrificação do equipamento é tanto maior quanto menor for a temperatura do frigorífico ou da
antecâmara. Consulte o manual de manutenção para informações a respeito dos lubrificantes a utilizar.
Em ambientes frigoríficos, quanto menor a temperatura maior a probabilidade de congelamento do eletrólito
(ácido da bateria), com a empilhadeira desligada.
Sugerimos a construção de um pequeno quarto no interior da câmara frigorífica mantendo a temperatura entre
-2 e -3ºC. Quando o equipamento não for usado, deverá ser estacionado no interior desse quarto a fim de
evitar sua retirada da câmara frigorífica.
Num quarto como este é possível manter-se o equipamento por até 10 horas.

Manual de operação e manutenção ERX 42


Manual de operação e manutenção ERX 44

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