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UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA-UNAMA DISCIPLINA: Metodologia do Trabalho Científico PROFESSORA: Rosália Corrêa

O ato de ler visando conduzir o aluno a um diálogo com os autores, para que ele possa

compreender o conteúdo dos textos e não apenas memorizá-lo. Para isso o aluno deve considerar os 3 momentos fundamentais da leitura dirigida:

1° Leitura geral do texto para identificar o assunto tratado. Este também é o momento de

se buscar informações gerais sobre o autor do texto.

2º Leitura para identificar o argumento (o que está sendo problematizado) e as idéias

secundárias. Neste momento já podemos sublinhar trechos importantes, conceitos e palavras-

chave.

3º Leitura para manifestar um posicionamento crítico sobre o texto. Para isso é importante

procurar outras fontes de consulta, o que permitirá comparações e maior exploração do assunto

Certamente que não estamos estabelecendo uma conduta única para todos os textos,

considerando suas complexidades. Mas, esclarecer como o aluno deve proceder para o bom

aproveitamento da leitura.

Em seguida passamos do ato de ler para o ato de escrever. Começamos com a produção

do Resumo seguido da Resenha e do Fichamento.

O Resumo de textos é um trabalho acadêmico que apresenta a síntese das principais

idéias do autor lido. Nele não apresentamos qualquer opinião pessoal acerca do conteúdo do

texto.

TIPOS DE RESUMO

indicativo ou descritivo: faz referência às partes mais importantes do texto. Utiliza frases

curtas sendo que cada uma corresponde a um elemento importante da obra;

informativo ou analítico: apresenta todas as informações principais do texto e tem a

finalidade de informar o conteúdo e as principais idéias do autor, destacando: o assunto e

os objetivos; os métodos e as técnicas; resultados e conclusões. Ao final desse resumo,

indicam-se as palavras-chave;

crítico: formula um julgamento sobre o trabalho, apresentando uma crítica sobre a forma;

aspectos metodológicos; desenvolvimento da lógica da demonstração; da técnica de

apresentação das idéias principais. Não deve apresentar citações.

Sua estrutura apresenta primeiramente a fonte bibliográfica e em seguida o conteúdo. No

resumo podem ser feitas citações diretas (transcrições de passagens do texto) que devem ser

destacadas através de aspas, negrito ou itálico.

É importante lembrar que os textos apresentam um conjunto de idéias organizadas de

forma coerente e lógica. E, que a escrita deve seguir essa ordem onde se percebe: introdução,

desenvolvimento e conclusão, embora isso não seja mostrado explicitamente no resumo.

ESTRUTURA FÍSICA DO RESUMO

CAPA (folha 1)

FOLHA DE ROSTO

3 cm

Instituição (opcional)

3cm

AUTOR

(negrito/fonte 14)

TÍTULO

Local

ano

2 cm

2cm

AUTOR

3cm

3cm

(negrito/fonte 14)

TÍTULO

2cm

informação sobre o trabalho

Local

ano

2cm

MODELO DE RESUMO ANALÍTICO DE TEXTO

GARCIA, Ana Maria Felippe. O Conhecimento. In: HÜHNE, Leda. Metodologia

Científica: cadernos de textos e técnicas. 4 ed

Rio de Janeiro:Agir, 1990.

O texto trata do ato de conhecer e da capacidade que o homem tem de desenvolver

essa tarefa ao longo de sua vida através de três relações: fazer, usar e se posicionar. Segundo Garcia, o homem se destaca dos outros seres, pela sua racionalidade e capacidade de conhecer. “

O homem se marca como diferente dos outros seres pela sua capacidade de conhecer.

Diferentemente dos outros animais, o homem é o único ser que possui razão, isto é, capacidade

de relacionar e ir alem da realidade imediata. O homem é o ser que supera a sua animalidade com

a realidade.” A autora afirma que o homem produz a sua própria realidade e passa a fazer parte dela. Seu conhecimento avança a medida que ele faz novas descobertas sobre si mesmo e com isso se aperfeiçoa, pois “quanto mais evolui o conhecimento, tanto mais o homem se conhece e se elabora”. A autora conclui que o conhecimento não é algo estático, mas que ele está em constante movimento, se renovando de acordo à realidade existente, e o homem é o principal responsável por isso quando se mostra aberto ao mundo.

Palavras-chave: Conhecimento. Homem. Racionalidade.

RESENHA

Resenha é uma descrição minuciosa de uma obra. De acordo com Lakatos (1991)

Resenha crítica a apresentação do conteúdo de uma obra. Consiste na leitura, no resumo, na

crítica e na formulação de um conceito de valor do livro feitos pelo resenhista.

Deve ser elaborada por uma pessoa que tenha conhecimento do assunto abordado no livro.

A Resenha tem a mesma estrutura do resumo. Também apresenta as idéias do autor(de

que trata a obra; o que diz sobre o assunto; possui alguma característica especial;como o assunto

foi abordado; se exige conhecimento prévio para entende-lo; se autor apresenta conclusão e qual

a conclusão do autor). Porém, traz comentários pessoais do leitor como: questionamentos,

posições impressões, elogios a obra, falhas e erros de informações etc

ESTRUTURA FÍSICA DA RESENHA

3cm

3 cm

Instituição(opcional)

AUTOR

TÍTULO(negrito/fonte 14)

Local

ano

2 cm

2cm

3cm

AUTOR

3cm

(negrito/fonte 14)

TÍTULO (negrito/fonte 14)

2cm

informação sobre o trabalho

Local

ano

2cm

MODELO DE RESENHA

GARCIA, Ana Maria Felippe. O Conhecimento. In: HÜHNE, Leda. Metodologia Científica: cadernos de textos e técnicas. 4 ed. Rio de Janeiro: Agir, 1990.

O texto trata do ato de conhecer e da capacidade que o homem tem de desenvolver essa tarefa ao longo de sua vida através de três relações: fazer, usar e se posicionar. Segundo Garcia, o homem se destaca dos outros seres, pela sua racionalidade e capacidade de conhecer. “ O homem se marca como diferente dos outros seres pela sua capacidade de conhecer.Diferentemente dos outros animais, o homem é o único ser que possui razão, isto é, capacidade de relacionar e ir alem da realidade imediata. O homem é o ser que supera a sua animalidade com a realidade.” A autora afirma que o homem produz a sua própria realidade e passa a fazer parte dela. Seu conhecimento avança a medida que ele faz novas descobertas sobre si mesmo e com isso se aperfeiçoa, pois “quanto mais evolui o conhecimento, tanto mais o homem se conhece e se elabora”. A autora conclui que o conhecimento não é algo estático, mas que ele está em constante movimento, se renovando de acordo à realidade existente, e o homem é o principal responsável por isso quando se mostra aberto ao mundo.

O texto de Garcia sobre o conhecimento, apresentado de forma clara e coerente, nos permite compreender que o processo do conhecimento se dá através de três dimensões específicas: fazer, usar e se posicionar. A respeito da idéia acima exposta por Garcia, consideramos que tal processo decorre verdadeiramente dessas três dimensões. Porém, vale acrescentar que anterior a isso está a relação

sujeito/objeto, a partir da qual o conhecimento realmente se dá. Isso significa a apreensão do objeto pelo sujeito que quer conhecer. Em relação à racionalidade do homem, que o faz diferente de outros animais, consideramos que isso é que realmente lhe permite a capacidade de pensar e estabelecer relações com o mundo que o cerca, facilitando com isso a superação de suas próprias limitações. Quando Garcia afirma que o homem é capaz de produzir a sua própria realidade através do ato de conhecer, lembramos de Ruiz 1 que afirma ser o conhecimento necessário para o progresso do homem e ao mesmo tempo coloca o universo ao seu alcance. Nesse sentido, acreditamos que isso realmente ocorre por que, só através do conhecimento o homem investiga e faz novas descobertas acerca de sua realidade, enquanto busca cada vez mais o aperfeiçoamento evoluindo nos seus ideais. Em sua conclusão a autora afirma que o conhecimento é um processo dinâmico que está sempre em movimento e o homem é o principal responsável por isso. Concordamos plenamente com a autora, pois, acreditamos nesse movimento constante que o homem pratica para o seu próprio desenvolvimento. Isso significa dizer que o homem está constantemente renovando a sua realidade através do ato de conhecer o que estimula a sua evolução e a sua relação com o mundo.

1 RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. São Paulo: Atlas, 1976. p.85.

FICHAMENTO

É a tarefa de organizar em fichas os dados contidos nas fontes de referências selecionadas para a elaboração dos trabalhos acadêmicos. As fichas permitem ao estudante por em ordem o seu material, facilitando o desenvolvimento de suas atividades profissionais e acadêmicas.

TIPOS DE FICHAS:

Bibliográfica: descreve de forma breve o campo do saber; os problemas tratados;as conclusões que o autor chegou; as contribuições em relação ao assunto do trabalho; as fontes de dados utilizadas; os métodos utilizados; a utilização de recursos ilustrativos;

De Citação: apresenta reprodução fiel de passagens da obra consideradas importantes para

a elaboração do trabalho; De Resumo ou de conteúdo: apresenta uma síntese clara e concisa das idéias principais do

autor ou dos aspectos essenciais da obra; De Esboço: apresenta uma por uma das principais idéias expressas pelo autor, porém de forma mais detalhada; De Comentário ou Analítica: explicitação ou interpretação crítica pessoal das principais idéias expressas pelo autor.

PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

A pesquisa bibliográfica é a busca de informação nas fontes escritas (livros, jornais, revistas, teses etc.). Dado um tema, os alunos deverão ler pelo menos 3 autores sobre o assunto. As principais etapas dessa pesquisa são:

Escolha do tema;

Elaboração do plano de trabalho(estruturar o conteúdo do trabalho);

identificação

localização do material bibliográfico;

compilação do material;

seleção, leitura e fichamento;

análise e interpretação;

redação.

Após essas etapas os alunos iniciarão a elaboração do trabalho que terá como conteúdo o resultado dessa pesquisa.

O TRABALHO MONOGRÁFICO

Esse trabalho deve ter obrigatoriamente: capa, folha de rosto, sumário, resumo (informativo), introdução, desenvolvimento, conclusão e referências. Dedicatória e agradecimentos e epígrafe, são elementos opcionais. Resumo: apresenta de forma sucinta e objetiva os pontos relevantes do trabalho e apresentação das palavras-chave (palavras representativas do conteúdo do trabalho). Não pode ultrapassar 500 palavras; Introdução: apresenta uma formulação clara e simples do tema; a justificativa de sua escolha e/ou relevância do tema para a disciplina em estudo, o objetivo pretendido, o método utilizado e, a apresentação sintética do conteúdo de cada capítulo e da conclusão Desenvolvimento: esta palavra não deve aparecer no trabalho. Na verdade o desenvolvimento é o próprio texto, com capítulos, e sub-itens. É a parte mais extensa do trabalho e apresenta uma discussão do assunto à luz das teorias. Conclusão: apresenta o resumo completo, porém sintetizado, da argumentação desenvolvida na parte interior do trabalho, impressões gerais sobre o tema e as idéias dos autores lidos.

Referências: trata-se do conjunto de referências que foram citadas e consultadas para a realização do trabalho. Deve ser apresentada na ordem alfabética dos sobrenomes dos autores. Anexos: são elementos que tem a finalidade de enriquecer o conteúdo do trabalho, através de esclarecimentos, comprovações ou ilustrações. Para esse trabalho e todos os demais recomenda-se papel A-4, as margens do papel devem ser 3cm para as partes superior e esquerda e 2cm para as partes inferir e direita . O espaçamento entre linhas é de 1,5, fonte 12, tipo Times New Roman ou Arial. Os títulos das seções devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por espaço duplo. A paginação(numeração das folhas) deve começar no item Introdução, no canto superior direito da folha em algarismo arábico. Capa não conta para efeito de paginação. As demais folhas contam, mas não são paginadas. As folhas onde constam os anexos não são paginadas. Neste trabalho devem constar recursos como citações diretas e indiretas, e notas de rodapé.(anexo)

CITAÇÕES É a menção, no texto, de uma informação colhida em outra fonte, para apoiar, esclarecer, confirmar ou ilustrar uma idéia. Podem ser:

Citação direta: quando transcrevemos as palavras do texto citado. Neste caso apresentamos entre aspas “ ” e no final abrimos parênteses para indicar o sobrenome do autor, o ano da obra e o número da página de onde foi tirada a citação.Ex:

“ O conhecimento científico pressupõe uma aprendizagem superior”(FACHIN, 1993, p.23)

* Quando a citação for direta, é preciso especificar após a autoria o ano seguido de virgula e a página da citação. Na citação indireta a indicação da página é opcional;

* As citações diretas de até três linhas devem vir entre aspas duplas no texto. As aspas simples indicam citação dentro de outra citação;

* As citações diretas, no texto, com mais de três linhas, devem ser destacadas com recuo de 4 cm

de margem esquerda com letra menor que o texto e sem as aspas;

* Quando os dados obtidos forem por informação verbal (palestras, debates, entrevistas) é preciso informar entre parênteses a expressão “informação verbal”, mencionando se os dados disponíveis em nota de rodapé.

Citação Indireta: quando são interpretadas as idéias do autor usando as próprias palavras. Neste caso mencionamos o nome do autor e o ano da obra entre parênteses.Ex:

Segundo Fachin (1993), para que se alcance o conhecimento científico, é necessário se valer de um conjunto de procedimento técnicos e teóricos, que englobam uma seqüência de etapas que caracterizam o método. Citação da citação: Transcrição direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original, quando há uma fonte intermediária (citação da citação). Neste caso, usamos a expressão “apud”, que significa “citado por”. Ex: Ruiz (apud FACHIN, 1993, p.4) esclarece que Citações longas: são aquelas com mais de três linhas. Devem aparecer em parágrafo próprio, com letra diferente, espaço simples entre as linhas, sem aspas e recuadas da margem esquerda 4 cm . Citações curtas: até três linhas. Devem vir incorporadas no parágrafo.

NOTAS DE RODAPÉ São recursos adicionais ao texto, que não se caberiam no seu conteúdo. Podem ser:

bibliográficas ou explicativas. Bibliográficas: informações bibliográficas 2 incorporadas ao texto Explicativas: explicações referentes à passagens do texto que comprometeriam a redação se fossem à ele incorporadas. As notas de rodapé aparecem no pé da página, 1 cm abaixo da última frase do texto, abaixo de um travessão. Devem apresentar uma numeração seqüencial. No trabalho as citações e notas de rodapé devem ser digitadas com fonte tamanho 10. Ex: 1 Informações referentes aos elementos de uma fonte bibliográfica

ESTRUTURA DO TRABALHO MONOGRÁFICO CAPA

UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA- UNAMA

Samuel Silva

GANGUES: um estudo da ação desses grupos nas escolas de Belém

Belém

2007

2 Informações referentes aos elementos de uma fonte bibliográfica

FOLHA DE ROSTO

Samuel Silva

GANGUES: um estudo da ação desses grupos nas escolas de Belém

Trabalho monográfico apresentado como requisito para avaliação da disciplina Conhecimento

e Método.

Orientador:a: Prof. Ms.

João da Silva

Belém

2007

FOLHA DE APROVAÇÃO

Samuel Silva

GANGUES: um estudo da ação desses grupos nas escolas de Belém

Trabalho monográfico apresentado como requisito para avaliação da disciplina Conhecimento

e Método.

Orientador:a: Prof. Ms. João da Silva

.

Prof.

Apresentado em :

/

/

Conceito:

 

BELÉM

2007

DEDICATÓRIA Aos nossos mestres pela capacidade e desempenho. A Dedicatória é opcional, se o autor

DEDICATÓRIA

Aos nossos mestres pela capacidade e desempenho.

A Dedicatória é opcional, se o autor optar por fazê-la, deve prestar uma homenagem ou dedicar o seu trabalho à alguém.

AGRADECIMENTOS

AGRADECIMENTOS

Á instituição ??????????????que permitiu a realização da

pesquisa em suas dependências. Ao profº ////////////que contribuiu com o seu conhecimento e material bibliográfico. À ?/////////////////////////////////////????????pela revisão do texto.

Folha opcional, onde agradece às pessoas ou instituições que contribuíram de forma significativa para a apresentação do trabalho

EPÍGRAFE

“o criminoso mais cruel foi, um dia, uma criança pura e inocente como todas as outras”

Carlos Torres Pastorino

A Epígrafe é um elemento opcional que apresenta uma citação que está relacionada com o conteúdo do trabalho. Deve ser apresentada entre aspas, com indicação da autoria.

RESUMO

Este trabalho sobre o tema Gangues, mostra, a partir de estudos realizados pelos autores ,

, formaram, suas ações em estabelecimentos de ensino público no município de Belém e que medidas estão sendo tomadas para coibir essa prática violenta. Com base nessas informações conclui-se que trata-se de mais uma manifestação de extrema violência, praticada por jovens que agem movidos por um ímpeto de agressividade e revolta, atingindo jovens estudantes e ao mesmo tempo um patrimônio público. E, apesar das providência tomada pela Segurança Pública do Estado, ainda não foi possível conter esses atos violento nas escolas de Belém.

o que caracteriza esses grupos, como se

,

Palavras-chave: Gangue. Escola. Violência.

LISTA DE TABELAS

TABELA 1 – TÍTULO 01 TABELA 2 – TÍTULO 12 TABELA 2 – TÍTULO 34 TABELA 4 – TÍTULO 52 TABELA 5 – TÍTULO 58 TABELA 6 – TÍTULO 66 TABELA 7 – TÍTULO 72

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

ILUSTRAÇÃO 1 – TÍTULO 01 ILUSTRAÇÃO 2 – TÍTULO 02

ILUSTRAÇÃO 3 – TÍTULO

03

ILUSTRAÇÃO 4 – TÍTULO

04

ILUSTRAÇÃO 5 – TÍTULO

05

ILUSTRAÇÃO 6 – TÍTULO

06

LISTA DE SIGLAS ABNT – Associação Brasileira de Nor- mas Técnicas. ANPAd – Associação Nacional dos Programas de Pós-graduação em Administração. ANPEd – Associação Nacional de Pósgraduação e Pesquisa em Educação. CFC – Conselho Federal de Contabilidade. EMERJ – Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro. HTML – Hypertext Markup Language. IBICT – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia MADE – Mestrado em Administração e Desenvolvimento Empresarial. OAB – Ordem dos Advogados do Brasil. UANAMA - Universidade da Amazônia

SUMÁRIO

1

INTRODUÇÃO

. 7

2

A

VIOLÊNCIA URBANA E A FORMAÇÃO

DE GANGUES

10

2.1 OSPRIMEIROSGRUPOS

13

3

A

AÇÃO DAS GANGS NAS ESCOLAS

DE BELÉM

16

4

AS MEDIDAS PREVENTIDAS PARA COIBIR

A

AÇÃO DAS GANGS NAS ESCOLAS

19

5

CONCLUSÃO

21

REFERÊNCIAS

24

1 INTRODUÇÃO

7

10 2 A VIOLÊNCIA URBANA E A FORMAÇÃO DE GANGUES 2.1 OSPRIMEIROSGRUPOS     16

10

2 A VIOLÊNCIA URBANA E A FORMAÇÃO DE GANGUES

2.1 OSPRIMEIROSGRUPOS

   

16

3

A

AÇÃO

DAS

GANGS

NAS

ESCOLAS

DE

BELÉM

 
 

19

4 AS MEDIDAS PREVENTIDAS PARA COIBIR A

AÇÃO DAS GANGS NAS ESCOLAS

 
21 5 CONCLUSÃO 24 REFERÊNCIAS ANEXO
21
5 CONCLUSÃO
24
REFERÊNCIAS
ANEXO

O SEMINÁRIO

O Seminário como uma atividade acadêmica envolve pesquisa, leitura, estudo, discussão

e debate. Pode ser de dois tipos: Seminário de textos e Seminários de temas.

O Seminário de textos é realizado a partir de textos específicos indicados pelo professor; o

Seminário de temas pode ser de livre escolha dos alunos ou sugestão do professor. Neste caso,

após a escolha ou sugestão, os alunos iniciam um levantamento bibliográfico (procura do assunto

em fontes escritas: livros, revistas, jornais, teses, etc.). Para a realização do Seminários os alunos

devem formar grupos (de 3 a 6 pessoas), lembrando que há uma distribuição de funções neste

grupo, que será assim dividida: 1 coordenador, 1 secretário e os expositores.

O coordenador tem a tarefa de iniciar o Seminário apresentando o tema; os componentes

do grupos, o tempo estabelecido para a apresentação e para o debate. Em seguida ele

apresenta a introdução. Após a apresentação de todos os expositores ele retorna para fazer a

conclusão e iniciar o debate.

O secretário tem a tarefa de ouvir atentamente o debate e no final apresentar uma

avaliação, apresentando as contribuições que enriqueceram o conteúdo do assunto

apresentado; as questões que não eram pertinentes ao assunto e que não foram contempladas

para efeito de estudo, ainda, se houve dificuldade do grupo para esclarecer determinadas

questões que foram levantadas.

O expositores tem a tarefa de expor os assuntos que foram estudados referentes ao tema.

Isso deve ser feito de forma clara, objetiva e compreensível, para que todos possam

compreender o que está sendo apresentado. Devem usar uma linguagem simples, mas não

vulgar e, em nenhum momento usando gírias ou expressões chulas, lembrando sempre que se

trata de um trabalho acadêmico e que está sendo avaliado.

O Seminário não é uma simples apresentação oral, pois culmina num debate. Portanto, a

platéia tem que participar, e para isso deve estar preparada. Sendo assim, as equipes devem

distribuir para a turma uma semana antes de cada seminário um roteiro, que deve apresentar

essas informações:

Tema;

breve introdução(introdução do assunto tratado);

divisões e subdivisões do conteúdo (síntese de cada capítulo);

conclusão;

referências bibliográficas;

nome dos componentes do grupo;

data da apresentação.

MODELO DO ROTEIRO DE SEMINÁRIO

ROTEIRO DE SEMINÁRIO

TEMA: (apresentar o tema do trabalho)

INTRODUÇÃO: (apresentar uma breve introdução do assunto)

CAP. 1 (escrever o título do capítulo): (apresentar uma síntese do primeiro capítulo do trabalho)

CAP. 2 (escrever o título do capítulo): (apresentar uma síntese do segundo capítulo do trabalho)

CAP. 3 (escrever o título do capítulo): (apresentar uma síntese do terceiro capítulo do trabalho)

CONCLUSÃO: (apresentar uma síntese da conclusão)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: (listagem de todos os autores consultados)

COMPONENTES DA EQUIPE: (nomes dos componentes da equipe)

DATA DA APRESENTAÇÃO: (data da apresentação do seminário)

TIPOS DE REFERÊNCIAS (NBR 6023/2002)

É a representação dos documentos efetivamente citados no trabalho. Fixa a ordem dos elementos das referências e estabelece convenções para transcrição e apresentação da informação originada do documento e de outras fontes de informação.

Livro ARAUJO, Ulisses F. A construção de escolas democráticas: histórias sobre complexidade, mudanças e resistências. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2002. 158 p.

Capítulo de livro ALMEIDA, Alzira Jerônimo de Melo. O professor e a valorização de sua atividade docente. In: FELTRAN, Regina Célia de Santis. Avaliação na educação superior. Campinas: Papirus, 2002. p. 45-66.

Folheto FERREIRA JUNIOR, Walter. Manual de xadrez para iniciantes: baseado na obra prima de Paul Morphy. Divinópolis: Gráfica, 2005. 31f.

Trabalhos acadêmicos CARDOSO, Suzana. O Bibliotecário multipresente atuando no ensino a distância. 2004. 76f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biblioteconomia) – Universidade Federal do Pará, Belém, 2004.

MACIEL, Carlos Alberto Batista. Rito, poder e socialização nos programas de atendimento aos meninos e meninas de rua. 2000. 112f. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) – Departamento de Antropologia, Universidade Federal do Pará, Belém, 2000.

Trabalhos apresentados em eventos Considerada no todo CONGRESSO BRASILEIRO DE ASSISTENTES SOCIAIS, 11., 2004, Fortaleza.

Anais

Considerada em parte PETRELE JUNIOR, Miguel. Pesca na Amazônia. In: SEMINARIO INTERNACIONAL SOBRE O MEIO AMBIENTE, POBREZA E DESENVOLVIMENTO NA AMAZÔNIA,

5., 1993, Belém. Anais

Fortaleza: CFESS, 2004. 368p.

Belém: Governo do Pará, 1992. p. 72-78.

Artigo de revista CAMINHOS DA TERRA. São Paulo: Peixes, 2006. Mensal. ISSN 0104 – 1541. LOPES, Mauricio. Um modelo híbrido. Revista T&D: desenvolvendo pessoas, São Paulo, v.11, n. 124, p. 40-41, abr. 2003.

Artigo de jornal ALVES, Joeldson. Nepotismo chega ao fim no judiciário. O Liberal, Belém, 17 fev.

2006. Painel, p. 1.

Constituição MORAES, Alexandre de. Constituição do Brasil interpretada. 5. ed. São Paulo: Atlas,

2005.

Emenda Constitucional BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 45, de 30 de dezembro de 2004. São Paulo: Saraiva, 2005.

Legislação BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. LEX: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 60, p. 3719-3739, dez. 1996.

Medida provisória BRASIL. Medida provisória nº 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Estabelece multa em operações de importação, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. de 1997. Seção 1. p. 29514.

DOCUMENTOS EM MEIOS ELETRÔNICOS Documentos consultados na Internet VASCONCELOS, J. L. M. Influência da nutrição sobre performance reprodutiva em gado leiteiro. Piracicaba: Agripoint, 2001. Disponível em: <http://www.milkpoint.com.br>. Acesso em: 4 jun. 2001.

Textos recebidos por e-mail MUNIZ, Solange J. Cliente satisfeito. [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <MSN_NewslettersBR@hotmail.com> em 20 fev. 2006. Cd-Rom / Dvd / Disquete BALDASSARINE JUNIOR, Sérgio. A arte na pré-história e na antiguidade. São Paulo: SBJ Produções, 1997. v.1. (Educação Artística Brasileira e Universal). 1 DVD.

Artigo de periódico e jornal VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n. 2, 1994. 1 CD-ROM.

Evento em meio eletrônico CARVALHO, Kátia de. O profissional da informação: o humano multifacetado. Ciência da Informação, DF, v. 3, n.5, out. 2000. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/out02/Art- 03.htm>. Acesso em: 11 abr. 2003. PEREIRA, João Carlos. Pará perde Moraes Rego. O liberal, Belém, 20 fev. 2006. Disponível em: <http://www.orm.com.br>. Acesso em: 20 fev. 2006. SOUSA, Thiago Lincka de. Biblioterapia: divulgando o profissional da informação. In:

ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE BIBLIOTECONOMIA,

DOCUMENTAÇÃO, GESTÃO E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 28., 2005, Belém.

Anais

Acesso em: 20 fev. 2006. Documento jurídico BRASIL. Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Dispõe sobre o estatuto do idoso e dá outras providências. Disponível em:

<http://www.presidencia.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10741.htm>. Acesso em: 20 fev. 2006.

Belém: [s.n], 2005. Disponível em: <http://www2.ufpa.br/enebd/home.htm>.

ENTREVISTA SOBRENOME DO ENTREVISTADO, Nomes. Título da entrevista. Meio de divulgação. Local, data. Nota de entrevista.

Informação verbal SPARTI, S. C. M. A mulher em busca de seu espaço. Diário de Sorocaba, São Paulo, 05 abr. 1990. p. 2. Entrevista. WATKINS, M. Ensaios de inglês. Curitiba, 1980. Entrevista concedida a N. H. N. Iwersen em 30 out. 1980.