Você está na página 1de 6

Sociologia:

Os poderes do Estado:

Nasce o Estado moderno: as sociedades são formadas por grupos com interesses diversos e
contraditórios, que organizados tentam influenciar o Estado (em tese neutro) a priorizar suas demandas
e, consequentemente, normatizá-las, certificando-lhes segurança legal (jurídico). E é uma das funções
do Estado moderno acolher as demandas do seu povo dando as respostas possíveis para o seu bem-
estar e tem como características: ser um sistema judiciário centralizado, ser soberano sobre o território,
ter o monopólio da violência, garantir a propriedade privada, executar política em todas as áreas da vida
(pública e privada), tributar sobre bens e formar exércitos para defender o território. Teve origem a
partir de muitas e intensas transformações que a Europa sofreu no fim do século no fim do séc. XV e
começo do séc.XVI eram de ordem econômica, política e social. E logo depois teve a criação das teorias
absolutistas e teve vários filósofos que fizeram suas teorias ou afirmações, como Montesquieu, Thomas
Hobbes, Jacques Bossuet, John Locke, Jean-Jacques Rousseau.

Estado civil: é uma estrutura organizacional e política. Fruto de um contrato social ou de um pacto
político, que confere legitimidade ao governo, O Estado é soberano sobre um território e detêm o
monopólio do uso legítimo da violência física= polícia.

Thomas Hobbes: Ele afirma que precisamos do estado civil para manter a paz, porque “o homem é o
lobo do homem” = ele é mau por natureza querendo fazer de tudo para se beneficiar. Então teve o
Estado de guerra que foi todos x todos fazendo os cidadãos pactuarem entre si e transferem sua
autoridade para o soberano que é quem mantêm a ordem (segurança) [Contrato Social- Estado Civil].

Jean-Jacques Rousseau: Ele afirma que os seres humanos nascem naturalmente bons (estado de
natureza) e o que irá corrompê-los é a condição em que eles vivem. Segundo ele, “o indivíduo nasce
livre, e por toda a parte encontra-se acorrentado”. Na sequência de seu pensamento, aponta para o fato
de que o surgimento da propriedade privada teria desencadeado o processo de degeneração do ser
humano que fez a origem da desigualdade (Estado de Guerra). O primeiro homem que cercou um
pedaço de terra e se lembrou de dizer, isto é, meu, e encontrou gente simples o bastante para acreditar
nele, foi o verdadeiro fundador da sociedade civil (contrato social)e teve a criação de leis para tentar
diminuir essa desigualdade para tentar estabelecer como era no Estado de Natureza (estado civil).
Quantos crimes, guerras e assassinatos derivam desse ato! De quanta miséria e horror e raça humana
poderia ter sido poupada se alguém simplesmente tivesse arrancado as estacas, enchido os buracos e
gritado para seus companheiros: Não deem ouvidos a este impostor, Estarão perdidos se esquecerem
de que os frutos da terra pertencem a todos, e que a terra, ela mesma, não pertence a ninguém!

John Locke: Ele afirma que nós seres humanos somos folhas em branco e que o estado de natureza é
uma relativa “paz” já que há uma Lei da Natureza: essa Lei da Natureza é a razão que ensina todos os
homens a serem iguais e que nenhum dos indivíduos deve prejudicar outra pessoa “na saúde, na
liberdade ou nas posses”. Já o Estado de Guerra os indivíduos usam da força para ferir outro sem uma
legitimidade. Sempre que alguém emprega a violência para ferir algum inocente “faz-se a guerra contra
os sofredores que, não tendo para quem apelar na Terra para desagravá-los, ficam abandonados ao
único remédio em casos tais – um apelo aos céus”. E com isso teve a criação do direito natural e
propriedade privada (vida, liberdade, bens) [contrato social] que foram feitos pela criação de leis
[Estado Civil].

Maquiavel: O Estado é soberano e exerce o poder central de forma plena e exclusiva. “O Estado está
além do bem e do mal.”

Poder: é a capacidade ou possibilidade de um indivíduo ou grupo impor sua vontade sobre os demais
indivíduos ou grupo. Todo poder possui fonte e finalidade. Poder é potencialidade, possibilidade.
Dominação é o poder posto em prática, em exercício. O poder como fenômeno social está presente nas
sociedades, nas relações sociais e na forma de expressá-las. A palavra poder tem como definição a
capacidade de agir, decidir, exercer uma autoridade. Todas as sociedades necessitam de uma
organização política do poder, de forma que, no Brasil, o Estado possui os poderes públicos, autoridades
que detêm o poder no país, e os três poderes da República: Legislativo, Executivo e Judiciário.

Governo: quem desempenha o poder.

Diferenças entre estado e governo: Estado é uma força organizacional de natureza política. É uma
entidade com poder soberano para governar um povo dentro de uma área territorial delimitada
chamado de estado. Governo é uma forma organizacional de natureza política. Cujo, a entidade com
poder soberano para governar um povo na área total daquele país.

3 poderes da República: Executivo (é o poder exercido, por exemplo, pelo presidente da República (em
nível federal) no qual administravam o governo e sancionar leis feitas e aprovadas pelo poder
legislativo), legislativo (é o poder exercido, por exemplo, pelos senadores e deputados federais (em nível
federal) no qual fazem a fiscalização das medidas e ações tomadas pelo poder executivo e criam e
aprovam leis em benefício da população e aprovam leis através de votações, feitas pelo poder
executivo), judiciário (é o poder exercido, por exemplo, por magistrados nas diversas instâncias da
Justiça no qual é responsável por administrar a justiça no país, possibilitando o cumprimento das leis, no
qual eles fazem a fiscalização dos poderes executivo e legislativo e aplicam e garantem o cumprimento
das leis) = Montesquieu “somente o poder limita o poder” e com a teoria da Separação de poderes=
essa ideia proposta por Montesquieu. Como filósofo iluminista, ele criticava o absolutismo das
monarquias da Europa e os abusos de poder. Segundo Montesquieu, “Para formar um governo
moderado, devem-se combinar os poderes, regulá-los, temperá-los, fazê-los agir, dar, por assim dizer,
maior peso a um deles, para coloca-lo em condições de resistir a outro; é uma obra-prima da legislação,
que o acaso cria raramente e que raramente deixa à prudência” (O Espírito das Leis). Esse pensador
iluminista propôs a divisão do Estado em 3 poderes harmônicos e equilibrados entre si. Para
Montesquieu, “A lei é a razão humana enquanto governa todos os povos da Terra; e as leis políticas e
civis de todas as nações não devem ser senão os casos particulares em que se aplica essa razão
humana.”

(Quem Exercem?) Executivo: presidente, (vice), ministros (federal) [sancionam as leis para os deputados
federais e senadores aprovarem]. Governador, (vice), secretários (estadual) [sancionam as leis para os
deputados estaduais aprovarem]. Prefeito, (vice), secretários (municipal) [sancionam as leis para os
vereadores aprovarem].

Legislativo (voto): deputados federais= câmara federal (513), senadores= senado (3) [Congresso]
{federal}. Deputados Estaduais (ALEP) [estadual]. Vereadores (câmara municipal) [municipal]

Judiciário: Supremo Tribunal Federal. Conselho Nacional de Justiça (ausência de função jurisdicional,
somente funções administrativas), Tribunais e juízes dos estados, do Distrito Federal e dos territórios.

Política: é a arte ou a ciência de, por meio da razão e da comunicação, sintetizar interesses em prol de
bem comum. A política visa organizar o grupo de indivíduos, fazendo uso do poder. Pode ser
considerada com a ciência da organização, da administração das nações ou de Estados. A palavra
política é derivada do grego e indica procedimentos relacionados à pólis ou a cidade-Estado. O poder
político tem a posse de instrumentos até para exercer a força o que lhe distingue das outras formas de
poder. Entretanto, isso não quer dizer que ele tenha que usar a força, sendo assim, isso não é suficiente
para a existência do poder político. O poder ideológico tem como base a ingerência sobre as ideias e
ideais de uma pessoa, moldando a conduta dos cidadãos. Essa atuação do poder ideológico sobre os
comportamentos se dá pela influência sobre o conhecimento, os valores, e também por coesão ou até
por coerção.

Estado: soberania, território, leis, moeda, língua, símbolos nacionais, forças armadas. É uma instituição
social que tem o poder de governar, além de possuir o monopólio do uso da força sobre os povos da
nação. Para a consolidação de um Estado são necessários um território com reconhecimento das demais
nações, uma bandeira nacional e uma força militar para defender soberania.
Nação: é formada por um grupo de pessoas com laços históricos, que falam o mesmo idioma e
apresentam os mesmos hábitos e costumes, possuindo ainda um sentimento de pertencimento por
viverem em um território comum.

Território: é uma área delimitada em relação à qual existe uma relação de posse, que resguarda a
soberania de uma nação. É a superfície de um Estado, na qual é exercido o seu poder.

Estado Totalitário: sistema político em que o Estado, sob o controle de uma pessoa ou partido político
único, não reconhece limites para exercer sua autoridade, atuando sobre todos os âmbitos da vida,
sejam públicos ou privados. Caracteriza-se pela forte adesão das massas à ideologia hegemônica e pelo
culto à personalidade do ditador, estruturas amparadas por um aparelho de propaganda altamente
organizado. Ex: “1984” livro de George Orwell.

As Formas de governo: O Brasil atual após a Constituição de 1988 é uma República democrática
presidencialista.

Democracia (política ou ciência política ou ideologia): governo em que o povo exerce a soberania.
Sistema político em que os cidadãos elegem os seus dirigentes por meio de eleições periódicas. A
palavra democracia tem origem no grego que significa o poder pelo povo, o qual elege seus
representantes em eleições por meio do voto. É exercida atualmente em grande parte dos países na
forma participativa. As formas mais comuns de exercê-la são a direta e a indireta. Na democracia direta,
ocorre a participação do povo por meio do plebiscito ou consultas populares. Na democracia indireta,
ocorre a participação do povo por meio do voto ao eleger os seus representantes como vereadores,
deputados e senadores, o que pode ser chamado de democracia representativa. E a democracia no
Brasil? Em 1984, teve início no Brasil uma transição para a democracia, com a possibilidade de eleições
para um presidente civil. A campanha “Diretas Já” impulsionou o processo de redemocratização tão
esperado pelos brasileiros. Somos uma democracia no que diz respeito a direito ao voto, direito à
informação, liberdade de expressão, eleições livres e elegibilidade para cargos públicos. Entretanto
ainda estamos caminhando para atingir uma democracia social, política e cultural pois, segundo
Tocqueville “só há democracia onde a liberdade política convive com a igualdade social.” Sugere
eleições para a escolha de representantes para o país, os estados e os munícipios. As eleições são
processos realizados periodicamente, cuja função é a legítima oportunidade de pessoas concorrem a
cargos públicos e da população comum poder escolher seus representantes na política. Na democracia
representativa, por exemplo, tal processo acontece para a escolha dos representantes ao poder. Isso é
possível pelo voto da população que possui a capacidade de votar de acordo com a lei vigente, por isso,
são considerados eleitores. No Brasil, de acordo com a Constituição de 1988 e de acordo com o Código
Eleitoral, são utilizadas eleições majoritárias, proporcionais e majoritárias em dois turnos. As eleições
majoritárias são realizadas para escolha dos chefes do poder executivo: Presidente da República,
governadores, prefeitos e também para o Senado federal. Nelas, é eleito o candidato que receber a
maioria dos votos, que vencerá as eleições no primeiro turno se receber 50% ou mais dos votos
considerados válidos. Se isso não acontecer, será realizado o segundo turno com os dois candidatos
concorrentes que receberam maior número de votos. No caso de eleições para prefeitos, só acontecerá
o segundo turno em cidades com mais de 200 mil eleitores. Esse sistema pode ser criticado pelo fato de
os eleitores não poderem escolher o vice de seu candidato, o que nos deixa uma questão a ser revista.
Nas eleições chamadas de proporcionais, ou sistema de lista aberta, são eleitos candidatos para os
cargos de vereadores, deputados estaduais e deputados federais. Nesse tipo de contagem o candidato
recebe os votos de seu partido. Assim, os maiores partidos e coligações partidárias têm,
consequentemente, maiores oportunidades de eleger seus candidatos. A luta política no Brasil, hoje é
tanto uma luta pelo poder quanto uma luta em torno do significado de democracia. Em outras palavras:
a democracia é o terreno onde grupos e partidos que representam interesses e ideologias diversas
lutam pelo poder. É por isso que todos (ou quase todos) têm de incluir entre seus objetivos a conquista
da democracia ou, para os setores mais ligados ao regime o aprimoramento da democracia. É evidente
que, na medida em que aparece como instrumento para o poder, a democracia é concebida como um
instrumento. Mas também me parece evidente que, na medida em que se constitui no terreno da luta, a
democracia passa a ser um objetivo comum geral, do conjunto das forças políticas. A luta política no
Brasil, hoje, é tanto uma luta pela democracia quanto uma luta pela hegemonia dentro da democracia.

Ditadura: os direitos são banidos ou restritos. Com a promulgação da Constituição de 1988, o país pôde
repensar o que social, política e culturalmente esperava para o seu futuro. É uma forma de governo
autoritário exercido com controle, censura e supremacia.

Outros sistemas políticos chamam a tenção na história da humanidade. Certamente provocaram muitas
alterações nas vidas das pessoas e são temas que merecem nossa análise. São eles: Aristocracia: é uma
forma de governo no qual poucos dentro de uma determinada classe detêm o monopólio do poder.
Oligarquia: é o sistema político no qual o poder está nas mãos de um grupo de pessoas, que controla o
sistema político, social e econômico visando e seus próprios interesses.

Anarquismo: foi um movimento político com influências das ideias de Karl Marx e Friedich Engels. No
movimento anarquista foi pensada uma sociedade diferente com base na organização de comunidades,
sem propriedade privada e sem limites estabelecidos pelo governo. Uma ausência de poder pautada na
liberdade com ética para uma sociedade mais igualitária.

Importante: Entretanto, é fundamental que os movimentos aconteçam para buscar uma nova solução
aos impasses de uma sociedade. Os interesses governamentais não devem se sobrepor aos interesses
governamentais não devem se sobrepor aos interesses de uma coletividade. Uma tarefa extremamente
difícil é estabelecer critérios para que se chegue a um equilíbrio e as diferenças sociais diminuam.

Contexto Religioso: não pode ser argumento para distanciar pessoas de seus direitos; isso, sim, seria
ferir os direitos universais. As novas tecnologias da comunicação colocam alguns fatos em rede mundial
simultânea e mostram aos demais países a necessidade de fazer prevalecerem os direitos humanos
sobre os aspectos econômicos ou políticos.

Presidencialismo: exercido por presidente, chefe de estado, chefe de Governo e ele é eletivo e
temporário.

Parlamentarismo: é um sistema de governo em que o Poder Legislativo (parlamento) define o


representante do Poder Executivo. Todos os projetos, leis e outras decisões do governo são submetidos
a votação do parlamento.

República federativa do Brasil (democracia representativa) [Rés-pública=coisa= o povo é soberano]:


sistema federativo- (3 esferas= federal [união], estadual [estados/UF], municipal [município]) é um
sistema de divisão do território de um estado em porções menores, com governos e atribuições
(funções/responsabilidades) próprios. É uma forma de governo cujo representante (presidente) é
escolhido pelo povo por meio de eleições para ser o chefe de Estado e, normalmente, é o chefe do
Poder Executivo. Nesse caso temos uma forma de república presidencialista. No parlamentarismo, o
povo elege os membros do Poder legislativo, isto é, do parlamento, que elegerão um líder a fim de se
tornar o primeiro-ministro. Este poderá ser retirado do poder caso não apresente procedimentos
esperados. Quando o chefe de Estado e demais funcionários representam o povo e devem governar sob
atual lei constitucional, caracteriza-se uma República Constitucional.

Monarquia: é a forma de governo representada pelo monarca, na qual o poder é transmitido por uma
linha de sucessão com base na hereditariedade. Existem algumas exceções nas quais o chefe de Estado é
eleito, mas permanece o sistema monárquico. A palavra monarquia vem do grego e significa
“um/singular, líder/chefe”. A monarquia absolutista é representada pela figura do rei, o qual detém o
trono e o poder ao governar com poderes absolutos e incontestáveis. Existem sistemas de governo mais
participativos, como a exemplo das monarquias parlamentaristas. Na monarquia parlamentarista, o
monarca é o chefe de Estado, cujos poderes são protocolares e determinados pela Constituição.
Nomeado pelo monarca e aprovado pelos parlamentares, o primeiro-ministro exerce a chefia do
governo.
Simulado regional:
Instituições sociais: Conceito: é um sistema complexo e organizado de relações sociais permanentes
que incorpora valores e procedimentos comuns e atende a certas necessidades. Algumas instituições
surgem espontaneamente, com o decorrer do tempo, e suas normas podem não estar codificadas em
leis ou regulamentos. Se desenvolvem conforme as necessidades do povo.

Processo de institucionalização: é o processo pelos quais certas atividades vão adquirindo padrões. São
atividades esperadas e aprovadas que visam atingir objetivos. Com o processo de institucionalização os
comportamentos deixam de ser espontâneos.

Características: Tem como objetivo a satisfação das necessidades específicas e desempenha várias
funções. Há uma relação de interdependência entre as instituições.

Família: diversas funções (biológicas, socialização, assistencial…), grau de parentesco, sendo um grupo
relacionado entre si.

Educação: transmite além do conhecimento, herança cultural, papéis sociais, processo de socialização.

Religião: toda sociedade reconhece ao menos uma que transmite controle social e contém conflitos.

Política: relações de poder.

Cidadania e direitos: -Cidadania: é o exercício do equilíbrio entre direitos e deveres. Pode ser dividido
em 2 aspectos: Pertencimento [a cidadania que você tem ou não tem! Documento provando que você
existe e pertence aquele lugar ou possui os mesmos direitos e deveres do lugar para você. Ex: dupla
cidadania.] e exercício [na prática no cotidiano exercer o equilíbrio entre os direitos e deveres. Ser
cidadão pleno é o equilíbrio entre direitos e deveres! Ex: Dever de se preocupar com o outro e exercer
isso.] (que descrevem os direitos e deveres + os dois se complementam!) (direitos e deveres em
equilíbrio.)

Constituição federal (1988) (apelido): Constituição Cidadã- Se opondo contra ditadura= época sem
direito individual e com a nação na frente protegendo contra os comunistas (em decorrência AI-5 com
censura.) Primeiro a segurança nacional depois o individual (volta a valer a democracia e o direito à vida
é o maior e não é absoluto! Porque não é absoluto, pois ao cometer crime você perde o direito à vida!
Abaixo do direito à vida e a liberdade de pensamento que é sagrado também que é liberdade de pensar.
E logo depois a liberdade de expressão é a liberdade de expressar o seu pensamento sem censura! (Eu
sou responsável por o que eu expresso!)

Direitos: (em ordem cronológica) De acordo com a constituição federal de 1988. 1- Civis: São aqueles
que consideramos que já tínhamos antes! Naturais do ser humano. Vida, liberdades individuais-
pensamento, expressar o pensamento (expressão), ir e vir, religiosa (crença), sexual, propriedade
(privada), trabalho (escolher sustento e profissional), igualdade de direitos. 2- Políticos: (se tirarem os
direitos políticos nós não conseguimos exigir os sociais e civis! Até oficializar a Constituição federal de
1988.) Já que eu tenho direito civil também posso escolher quem me representa pelo Brasil de forma
política. Voto, ser eleito, livre associação, partido político, movimento social, ONG= sindicato ou
associação, livre manifestação ou protesto. 3- Sociais: (garantidos pelo estado!) Por poder exigir direitos
políticos nós também podemos exigir dos políticos (Estado) os direitos sociais. Educação, saúde,
transporte, moradia, segurança, saneamento, alimentação, emprego, previdência, lazer.

Direitos difusos/coletivos: São direitos de um tipo de indivíduo E não do indivíduo.! São exs: CLT
(trabalho), ECA (em defesa só das crianças), Estatuto do idoso (em defesa dos idosos.), Código de defesa
do consumidor (em defesa de ter uma troca comercial favorável e justa).

Cidadania Formal: (Conjunto de direitos fundamentados no papel, lei e teoria) (está escrito
oficialmente!) Cidadania real: (é a prática dessas leis escritas que nem todo mundo tem direito.)
Marcadores sociais de diferença: São questões que não podem ser mudadas que podem favorecer ou
não as pessoas de acordo com as características, como cor de pele. Ex: tipo branco (que não sofre
nenhum preconceito social na economia!) ou negro. Tem que avaliar o contexto da região! Corrupção e
violência e desigualdade social atrapalha isso! Características do indivíduo que faz favorecer eles a
conseguirem ter acesso à cidadania real como uma hierarquia.

Você também pode gostar