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Jubilut referente aos biomas brasileiros e após, RESPONDA:

1) Classifique os biomas de acordo com o IBGE e Romariz.

IBGE

Bioma Amazônia:

Floresta Ombrófila Densa (Floresta Tropical Pluvial), Aluvial, das Terras Baixas, Submontana, Montana,
Alto-Montana

- Floresta Ombrófila Aberta (Faciações da Floresta Ombrófila Densa), Aluvial, das Terras Baixas,
Submontana, Montana

Bioma Mata Atlântica

- Floresta Ombrófila Mista (Floresta de Araucária), Aluvial, Submontana, Montana, Alto-Montana

- Floresta Estacional Sempre-Verde (Floresta Estacional Perenifólia), Aluvial, das Terras Baixas, Submontana

- Floresta Estacional Semidecidual (Floresta Tropical Subcaducifólia), Aluvial, das Terras Baixas,
Submontana, Montana

- Floresta Estacional Decidual (Floresta Tropical Caducifólia), Aluvial, das Terras Baixas, Submontana,
Montana

Bioma Caatinga

- Campinarana (Caatinga da Amazônia, Caatinga-Gapó e Campina da Amazônia), Florestada

- Campinarana Florestada (Caatinga da Amazônia e Caatinga-Gapó)

- Campinarana Arborizada (Campinarana e Caatinga-Gapó)

- Campinarana Arbustiva (Campina da Amazônia e Caatinga-Gapó)

- Campinarana Gramíneo-Lenhosa (Campina da Amazônia)

Bioma Cerrado

- Savana (Cerrado), Florestada (Cerradão), Arborizada (Campo Cerrado, Cerrado Ralo, Cerrado Típico e
Cerrado Denso), Parque (Campo-sujo-de-Cerrado, Cerrado-de-Pantanal, Campo-de-Murundus ou Covoal e
Campo Rupestre), Gramíneo-Lenhosa (Campo-Limpo-de-Cerrado), Estépica (Savanas secas e/ou úmidas:
Caatinga do Sertão árido, Campos de Roraima, Chaco Mato-grossense-do-Sul e Parque de Espinilho da Barra
do Rio Quaraí),

- Savana-Estépica Florestada, Arborizada, Parque, Gramíneo-Lenhosa

Bioma Pampa

- Estepe (Campos do sul do Brasil), Arborizada (Árborea Aberta), Parque (Campo Sujo ou Parkland),
Gramíneo-Lenhosa (Campo Limpo)

- Sistema Edáfico de Primeira Ocupação: Restingas, Manguezal e Restingas

Dora Romariz

Formações Florestais: Floresta Latifoliada Equatorial, Floresta Latifoliada Tropical Úmida da Encosta,
Floresta Latifoliada Tropical Úmida, Floresta Latifoliada Tropical, Floresta Aciculifoliada

Formações Herbáceas: Campos Limpos, Campos, Campos Serranos

Formações Complexas: Caatinga, Cerrado, Complexo do Pantanal


Formações Litorâneas

2) Caracterize os biomas quanto aos aspectos abióticos (clima, relevo, solos) - use Aziz AB'Saber e
Romariz e outros artigos científicos.

Bioma Amazônico

“Em decorrência de sua localização numa planície, que apresenta uma das mais ricas redes hidrográficas
do globo, e é sujeita a precipitações elevadas durante grande parte do ano, compreende-se que parte dessa
imensa floresta amazônica se veja periódica, ou mesmos permanentemente inundada. (Romariz, pág. 4)

Daí a clássica distinção em “matas de igapó”, abrangendo as que permanecem alagadas; “matas de várzea”,
nas quais as inundações só existem na época das cheias e “matas de terra firme”, as que normalmente não são
atingidas pelas enchentes.”

“No cinturão de máxima diversidade biológica do planeta – que tornou possível o advento do homem – a
Amazônia se destaca pela extraordinária continuidade de suas florestas, pela ordem de grandeza de sua
principal rede hidrográfica e pelas sutis variações de seus ecossistemas, em nível regional e de altitude. Trata -
se de um gigantesco domínio de terras baixas florestas, disposto em anfiteatro, enclausurado entre a
grande barreira imposta pelas terras cisandinas e pelas bordas dos planaltos Brasileiro e
Guianense.” (Ab’Saber, pág. 65)

“De sua posição geográfica resultou uma fortíssima entrada de energia solar, acompanhada de um
abastecimento quase permanente de massa de ar úmido, de grande estoque de nebulosidade, de baixa
amplitude térmica anual e de ausência de estações secas pronunciadas em quase todos os seus subespaços
regionais, do golfão Marajoara até a face oriental dos Andes. Enfim, traz para o homem um clima úmido e
cálido, com temperaturas altas, porém suportáveis, chuvas rápidas e concentradas, muitos períodos
desprovidos de precipitações e raros dias de chuvas consecutivas.” (Ab’Saber, pág. 65)

“Na direção de suas periferias extremas, há uma discreta acentuação de sazonalidade, incluindo ondas de
“friagem” desde o oeste de Rondônia até o Acre. Durante o inverno, isto se deve à força de penetração do
braço mais interior da massa de ar tropical atlântico para a Amazônia Ocidental. O fato de possuir terras nos
dois lados da linha do Equador reflete, diretamente, na marcha dos períodos de maior precipitação no espaço
total da Amazônia. Enquanto o sul da Amazônia Brasileira é dominado por chuvas de verão austral (de
janeiro a março), o norte da região recebe precipitações maiores durante o verão boreal (de maio a
julho).” (Ab’Saber, pág. 66)

“O mapa de solos dessa região mostra claramente que apenas 7% da área é ocupada por solos arenosos, ou
seja, por solos que apresentam menos de 15% de argila. Esses solos são classificados como NEOSSOLOS
QUARTZARÊNICOS E ESPODOSSOLOS. O restante da região (93%) é majoritariamente ocupado por solos
com uma porcentagem de argila superior a 15% e que, portanto, não podem ser considerados como arenosos

“LATOSSOLOS 2.103.440 km² = 41,05%; ARGISSOLOS 1.687.880 km² = 32,94%; PLINTOSSOLOS


376.260 km² = 7,34%; GLEISSOLOS 314.450 km² = 6,14%; NEOSSOLOS QUARTZARÊNICOS 246.540
km² = 4,81; NEOSSOLOS LITÓLICOS 133.150 km² = 2,60%; ESPODOSSOLOS 99.950 km² = 1,95%;
C.LATERÍTICOS 74.480 km² = 1,45; CAMBISSOLOS 40.250 km² = 0,79%; NITOSSOLOS 23.900 km² =
0,47%; OUTROS SOLOS 23.380 km² = 0,46%; TOTAL 5.123.680 km² = 100,00%” (Lima, pág. 2)

https://books.google.com.br/books?id=ckbBFiZrjroC&printsec=frontcover&hl=pt-
BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false

http://www.escola.agrarias.ufpr.br/arquivospdf/solos_amazonia.pdf

Bioma Cerrado

“Abrangendo tão vasta área, não se pode falar numa estreita relação com um determinado tipo de clima,
embora sua área principal predomine o clima tropical, com alternância bem marcada das estações chuvosa e
seca, esta durando de 3 a 4 meses.” (Romariz, pág. 37)
“Climaticamente, o domínio dos cerrados – em sua área nuclear – comporta de cinco a seis meses secos,
opondo-se a seis ou sete meses relativamente chuvosos. As temperaturas médias anuais variam de amplitude,
de um mínimo de 20 a 22ºC até um máximo de 24 a 26ºC, levando-se em conta o espaço total dos cerrados
desde o sul de Mato Grosso até o Maranhão-Piauí. Entretanto, a umidade do ar atinge níveis muito baixos no
inverno seco (38 a 40%) e níveis muito elevados no verão chuvoso (95 a 97%). Tal fato acentua a
sazonalidade que tem sido vista, sobretudo, em termos de alternância de estações chuvosas com estações
secas. Entretanto, no inverno seco, a taxa de umidade do ar no domínio dos cerrados é tão baixa quanto aquela
do domínio das caatingas na mesma época ou mesmo mais baixa.” (Ab’Saber, pág. 120).

“Predominância de Latossolos, tanto para áreas sedimentares como para terrenos cristalinos ou cristalofilianos
e eventuais exposições de basaltos. As áreas onde as crostas duras de laterita já foram eliminadas, ou nunca
existiram, têm melhores condições a ofertar para atividades agrícolas, sob a condição de calagem de calcários
ou de uso de adubos fosfatados. Em cima das espessas cangas de laterais fósseis – presuvilmente de idade
terciária, em alguns altos interflúvios de chapadões – somente sobrevivem mirrados cerrados substandards;”
(Ab’Saber, pág. 121)

“A imagem, geralmente obtida, de que a área dos cerrados seria constituída apenas por enormes chapadões,
posicionados como divisores entre as bacias do Prata e do Amazonas, não é totalmente verdadei ra.
Certamente, trata-se do domínio morfoclimático brasileiro, onde ocorre a maior extensividade de formas
homogêneas relativas de todo o Planalto Brasileiro. Planaltos Sedimentares cedem lugar – quase sem solução
de continuidade – a outros de estruturas mais complexas, nivelados por velhos aplainamentos de cimeira,
formando o grande Planalto Central, com altitudes médias de 600 a 1100 metros.” (Ab’Saber, pág. 122)

Bioma Caatinga

“As razões da existência de um grande espaço semi-árido, insulado num quadrante de um continente
predominantemente úmido, são relativamente complexas. Decerto, há uma certa importância no fato de a
massa de ar EC (Equatorial Continental) regar as depressões interplanálticas nordestinas. Por outro lado,
células de alta pressão atmosférica penetram fundo no espaço dos sertões durante o inverno austral, a partir
das condições meteorológicas do Atlântico Centro-Ocidental. No momento em que a massa de ar tropical
atlântica (incluindo a atuação dos ventos alísios) tem baixa condição de pen etrar de leste para oeste, beneficia
apenas a Zona da Mata, durante o inverno.” (Ab’Saber, pág. 84)

“Esses fatores contribuem para um vazio de precipitações, que dura de seis a sete meses no domínio geral dos
sertões. O prolongado período seco anual – que corresponde a uma parte do outono, ao inverno inteiro e à
primavera em áreas temperadas – acentua o calor das depressões interplanálticas existentes além ou aquém do
alinhamento de terras altas da Chapada do Araripe (800 a 1000 m) e do Planalto da Borborem a (670 a 1100
m). Assim, do norte do Rio Grande do Norte ao interior de Pernambuco, de Alagoas e de Sergipe, em faixas
sublitorâneas da Bahia até o sertão de Milagres, no município de Amargosa, instaura -se o império da aridez
sazonal. Paradoxalmente, o prolongado período de secura com forte acentuação de calor corresponde ao
inverno meteorológico.” (Ab’Saber, pág. 84)

“A temperatura, ao longo de grandes estirões das colinas sertanejas, é quase sempre muito elevada e
relativamente constante. Dominam temperaturas médias entre 25 e 29ºC. No período seco existem nuvens
esparsas, mas não chove. Na longa estiagem os sertões funcionam, muitas vezes como semidesertos
nublados.” (Ab’Saber, pág. 85)

“O mapa da vegetação é mais útil para definir os confins do domínio climático regional do que qualquer outro
tipo de abordagem, por mais racional que pareça. Mesmo assim, tudo indica que as isoietas (linhas de igual
volume de precipitações médias anuais) de 750 a 800 mm, que sob a forma de grande bolsão envolvem os
sertões – desde o nordeste de Minas Gerais e o vale médio inferior do São Francisco até o Ceará e o Rio
Grande do Norte – sejam os limites aproximados, em mapa, dos espaços dominados pela semi -aridez.”
(Ab’Saber, pág. 86)

“Enquanto no domínio dos cerrados a média anual de precipitações varia entre 1500 e 1800 mm, essa medida
no Nordeste seco está entre 268 e 800 mm. No entanto, o ritmo sazonal é muito similar, comportando chuvas
de verão e estiagem prolongada de inverno em ambos os domínios de natureza.” (Ab’Saber, pág. 86)

“Outro fator responsável pela paisagem quase desértica de alguns trechos dos sertões rústicos é a estrutura
geológico-litológica de certas áreas. Em alguns dos chamados “altos pelados”, constituídos de colinas
desnudas, atapetadas por fragmentos dispersos de quartzo, a presença de uma rocha metamórfica argilosa
(filitos) comporta-se como se fosse um chão de tijolos no dorso das ondulações. Nesse caso, não há condições
para formar um verdadeiro solo. Na linguagem seca da ciência, os solos dessas ár eas seriam considerados
solos litólicos.” (Ab’Saber, pág. 90)

“E, por fim, em áreas de granitos recortados por diaclases múltiplas criam-se conjuntos locais de “campos de
matacões” ou “mares de pedras”, sendo que entre os interstícios das grandes pedras redondas instalam -se
imponentes e espinhentos facheiros. A maioria dos morrotes do tipo inserlbergs, que servem de baliza e
referência da imensidão das colinas sertanejas, depende quase que exclusivamente do tipo de rochas duras que
afloram no local: lentes de quartzito resistentes, massas homogêneas de granitos, apena s espaçadamente
fraturados, ou outras exposições rochosas também resistentes.” (Ab’Saber, pág. 90)

Bioma Mata Atlântica

“O Brasil Tropical Atlântico, por sua vez, é caracterizado por uma compartimentação topográfica muito mais
complexa, sob uma vestuária norte-sul de florestas bastante contínuas, dotadas de marcante biodiversidade.
(...) Floresta azonal no Brasil Atlântico. (...) Rochas cristalinas e cristalofilianas – em geral muito
decompostas – No Brasil Tropical Atlântico.” (Ab’Saber, pág. 54)

“O domínio dos “mares de morros” corresponde a área de mais profunda decomposição das rochas e da
máxima presença de mamelonização topográfica em caráter regional de todo o país. A alteração das rochas
cristalinas e cristalofilianas atinge aí o seu maior desenvolvi mento, tanto em profundidade quanto em
extensão, chegando a ser universal para enormes setores das regiões serranas acidentadas dos planaltos
cristalinos do Brasil de Sudeste (núcleo sul-oriental do Escudo Brasileiro). É uma paisagem de forte
expressão areolar, que se estende por algumas centenas de milhares de quilômetros quadrados, refletindo a
ação dos processos morfoclimáticos úmidos em uma faixa hipsométrica cuja amplitude é superior a mil
metros (pois, a partir de dois ou três metros acima do nível do mar, pode atingir até 1000 a 1100 m ou um
pouco mais).” (Ab’Saber, pág. 57)

“Em todas as áreas mamelonizadas e florestadas do Brasil Tropical Atlântico, dotadas de certa amplitude
altimétrica, aparece a seguinte combinação de fatos fisiográficos.” (Ab’ Saber, pág. 59)

“Forte cota de umidade do ar, comportando certa estabilização das condições microclimáticas e ecológicas no
interior do ambiente florestal.” (Ab’Saber, pág. 61)

“Presença frequente de planícies alveolares em pontos de concentração de drenagem ou a montante de soleiras


e rochas resistentes, em áreas serranas de amplitude topográfica razoável;” (Ab’Saber, pág. 61)

“Presença de calhas aluviais em setores de vales subsequentes ou vales adaptados a diaclases tectônicas,
ângulos de falhas ou falhas” (Ab’Saber, pág. 62)

“Largas calhas aluviais embutidas em bacias sedimentares modernas, de compartimentos de planaltos (tipo
planície do Tietê-Pinheiros, planície do alto Iguaçu, planície do Médio Paraíba.) (Ab’Saber, pág. 62)

Bioma Pantanal

Bioma Pampas

“Será difícil, porém, falar num relacionamento entre tipos de campos e de solos, pois aqueles recobrem desde
os mais rasos e pobres, oriundos do arenito de Furnas, até os resultantes da decomposição do “trapp”, que são
ricos e profundos.” (Romariz, pág. 21)

“Igualmente não se pode ligar a presença de campos a um determinado tipo de clima, pois são encontrados
não somente de norte a sul do Brasil como também coexistem, lado a lado, com outras formações vegetais e,
portanto, num mesmo tipo de clima.” (Romariz, pág. 21)

3) Caracterize os biomas quanto a vegetação (fisionomia e relações com o meio abiótico) "Por que a
vegetação é como é?", ou melhor, o que o relevo e o clima influenciam na característica e aparência da
vegetação de cada bioma.

Bioma Amazônico
“Na grande competição que têm de enfrentar em busca da luz, as árvores da floresta equatorial atingem alturas
muito grandes. Esse acentuado crescimento em altura acarreta, em boa parte dos casos, a existência de troncos
não muito grossos e pouco ramificados, a não ser em sua parte mais alta.” (Romariz, pág. 5)

“Em decorrência de sua localização numa planície, que apresenta uma das mais ricas redes hidrográficas do
globo, e é sujeita a precipitações elevadas durante grande parte do ano, compreende -se que parte dessa imensa
floresta amazônica se veja periódica, ou mesmo, permanentemente inundada.” (Romariz, pág. 6)

“Daí a clássica distinção em: “matas de igapó”, abrangendo as que permanecem alagadas; “matas de várzea”,
nas quais as inundações só existem na época das cheias e “matas de terra firme”, as que normalmente não são
atingidas pelas enchentes.” (Romariz, pág. 6)

“Nestas últimas é que se encontram as árvores mais altas; entre estas, duas são bem características: a
castanheira e o caucho. Nas matas de várzea merece especial destaque, sobretudo pelo seu valor econômico, a
seringueira. As matas de igapó são, em geral, as mais baixas, embora também ricas e variadas em espécies,
sendo muito numerosas aí as palmeiras de diferentes gêneros.” (Romariz, pág. 6)

Bioma Cerrado

“A maior concentração de umidade ao longo do rio explica a presença da mata. A maior facilidade de
afloramento do lençol freático nas encostas possibilita ás gramíneas, que não dispõem de raízes profundas aí
se instalarem. A grande profundidade em que se acha o lençol d’água, no alto dos chapadões, faz com que o
mesmo só possa ser alcançado pelas profundas raízes das árvores do cerrado.” (Romariz, pág. 39)

“Quando o entalhamento dos vales se torna muito acentuado, as áreas de campo podem desapa recer,
coexistindo apenas a mata e o cerrado, à semelhança do que ocorre, por exemplo, em alguns pontos do norte
de Mato Grosso, nos limites da Amazônia mato-grossense. Aí essas duas formações vegetais se interpenetram:
enquanto os vales e encostas íngremes são ocupados pela floresta, o alto das chapadas constitui o domínio dos
cerrados.” (Romariz, pág. 39)

“Comparando-se a presente fotografia com a de nº 36, ambas de cerrados paulistas, pode -se notar que também
entre as duas existem diferenças. Estas, no caso, não são apenas fisionômicas. Também aparecem nesta
fotografia alguns elementos que não eram encontrados na área anterior.” (Romariz, pág. 41)

“Essa diferenciação poderá ser atribuída a uma diversificação dos solos que, no caso presente, são oriundos
dos arenitos Botucatu e Furnas. Classificados como de tipo Latossolo Vermelho Amarelo, fase arenosa, são
bem drenados e de textura leve, sendo bem mais profundos do que os da área de Sorocaba. Estes são
classificados como Podzólicos Vermelho Amaralo, variação Laras, embora também tenham sido formados à
base de arenitos.” (Romariz, pág. 41)

“Torna-se aqui muito comum a palmácea de caule muito reduzido, ou mesmo acaule ( Diplothemium
campestre) da qual podem ser vistos vários exemplares. Também ocorrem, frequentemente: o ipê-amarelo
(exemplar florido, ao fundo), o barbatimão, além do pau-santo, já citado anteriormente, dentre outras plantas.”
(Romariz, pág. 41)

“Percebe-se, ainda, a grande diversificação do estrato herbáceo, no qual as gramíneas e ciperác eas são
encontradas sempre em grande número, formando uma cobertura bastante densa.” (Romariz, pág. 41)

“O cerrado do Amapá ocupada uma faixa, de largura, variável, ao longo do limite oriental das áreas cobertas
pela floresta, estendendo-se, aproximadamente a 0º a 2º30’ de latitude norte, ou seja, de Macapá a Calçoene,
aproximadamente.” (Romariz, pág. 42)

“É encontrado em áreas de relevo suave, em que a drenagem se acha mais organizada, ficando a salvo as
alagações periódicas. A leste destas áreas, ou, muitas vezes, com elas se interpenetrando, acham-se aquelas
em que o alagamento é comum, e nas quais são encontrados os campos de várzea.” (Romariz, pág. 42)

“Penetrando-se em terras maranhenses, de sudoeste para nordeste, será possível apreciar algumas
diversificações que vão sendo apresentadas pelo cerrado.” (Romariz, pág. 43)

“De início continua com as mesmas características observadas no Centro-Oeste, inclusive ocupando áreas de
relevo idêntico: as grandes extensões, levemente onduladas, constituídas pelos chapadões, muitas vezes
arenosos. As espécies predominantes entre as árvores permanecem as mesmas: barbatimão, pequizeiro,
caraíba etc.” (Romariz, pág. 43)

“Quando, porém, são atingidos o centro e o nordeste do estado, a fitofisionomia já é um tanto difere nte, como
se pode ver por esta fotografia. Um trecho de cerrado, nos arredores de Caxias, acha -se aqui focalizado. Note-
se que as árvores já têm porte bem mais elevado do que as do cerrado típico, sendo seus troncos menos
tortuosos. Também o esgalhamento e a forma das copas são diferentes. Dificilmente são encontradas aqui os
muricis e as lixeiras, tão comuns no Planalto Central, o que representa uma outra diversificação.” (Romariz,
pág. 43)

Bioma Caatinga

“As variações fisionômicas verificam-se não só de área para área como também num mesmo local. Segundo
as condições climáticas, os contrastes apresentados pelas caatingas, nas ocasiões de secas ou de chuvas, são
muito acentuados. Aliás, as principais características desse tipo de vegetação devem ser atribuídas a uma
estreita correlação com o clima quente e semi-árido. A perda total das folhas durante a estação seca é a mais
flagrante dessas características. O reduzido tamanho das folhas e sua mobilidade, a grande ramificação desde
a parte inferior do tronco (o que dá a algumas árvores aparência arbustiva), a frequência de plantas
espinhentas, a presença das suculentas ou crassas, são alguns dos testemunhos da adaptação das plantas aos
rigores do clima nordestino.” (Romariz, pág. 26)

“Na Chapada do Araripe, local desta fotografia, bem como sobre várias outras elevações do Nordeste, a
vegetação apresenta-se sempre bem diferenciada das caatingas que rodeiam essas elevações. O obstáculo
oferecido por esses acidentes do relevo á ação dos ventos úmidos é a causa dessa diferenciação da vegetação,
que chega até mesmo a ser florestal úmida, como é o caso, por exemplo, das matas da Serra Negra.”
(Romariz, pág. 30)

“Na presente fotografia aparece um tipo de caatinga bastante diferente dos que foram apresentados nas
fotografias anteriores. Há grande número de árvores, embora, em sua maioria, de troncos finos e muito
ramificados, como bem se vê pelo angico, focalizado, em primeiro plano. Pelas árvores que ainda conser vam
parte de suas folhas, verifica-se que estas são bem pequenas, fato que denota sua adaptação ao longo período
seco.” (Romariz, pág. 30)

“Nota-se, também, que o estrato mais baixo, o herbáceo, só em áreas muito esparsas e limitadas é ainda
existente, deixando o solo quase totalmente desprotegido nesta fase seca.” (Romariz, pág. 30)

“A ausências das cactáceas é, também, outra característica da área em questão.” (Romariz, pág. 30)

“Depois de alguns dias de chuva, ás vezes mesmo de algumas horas, a paisagem vegetal da caatinga
transforma-se inteiramente. As cores amarelada, cinza e pardacenta, que predominavam no período seco,
rapidamente desaparecem, e os vários tons de verdes das novas brotações dão um colorido mais alegre à
paisagem.” (Romariz, pág. 31)

Bioma Mata Atlântica

“Acha-se este tipo de floresta estreitamente ligado ao relevo, ocupando quase exclusivamente as escarpas
voltadas para o mar. Esses paredões abruptos servem de anteparo aos ventos marinhos, carregados de
umidade, e provocam-lhes a frequente condensação. A isto somam-se ainda os fortes nevoeiros, aí muito
comuns, possibilitanto esta elevada umidade a presença de uma pujante floresta.” (Romariz, pág. 7)

“É ainda ao relevo que se acham ligadas essas características: recobrindo vertentes, dei xando a descoberto
apenas os paredões rochosos que, em virtude da grande declividade, não permitem a sua instalação. Quase
escondidas pela vegetação, despenham-se as impetuosas e encachoeiradas águas do rio Ipiranga, enquanto, ao
fundo, as florestas pouco visíveis através do nevoeiro.” (Romariz, pág. 7)

“Em nosso país, pertencem essas grandes samambaias, principalmente, a dois gêneros: Alsophila e Dicksonia,
este último constituindo o conhecido “xaxim”, tão utilizado pelos colecionadores de orquídeas.” (Rom ariz,
pág. 8)
“Exigem essas plantas, para seu desenvolvimento, clima quente e úmido, fazendo parte do estrato arbustivo
das matas de araucária. Nas que são encontradas em grotões ou vales úmidos da Serra da Mantiqueira (caso da
presente fotografia), a Dicksonia sellowiana destaca-se no denso sub-bosque. Atinge altitudes superiores a
1700 m e apresenta maior tamanho do que a Alsophila elegans que, normalmente, não é encontrada acima dos
1500 metros.” (Romariz, pág. 8)

“No norte do Paraná, onde a fotografia foi tomada, apresenta algumas diferenciações conforme se ache em
solos de terra roxa ou nos oriundos do arenito Caiuá. Passando-se do primeiro para o segundo tipo, nota-se
uma considerável diminuição do número de indivíduos das espécies que ocorrem no primeiro, principalmente
no tocante às que são consideradas como padrão de terra boa (peroba, palmito, figueira branca, etc.). Algumas
chegam mesmo quase a desaparecer, como parece ocorrer com o pau d’alho.” (Romariz, pág . 9)

Bioma Pantanal

“A essas diferentes condições de relevo e, portanto, ao fato de serem ou não as terras atingidas pelos
alagamentos periódicos, acham-se relacionados os diversos tipos de vegetação. Nas áreas baixas das águas, ao
recuarem, deixam em seu lugar áreas de campo que, se a estiagem for muito prolongada, poderão se
transformar em savanas arbustivas, dado o grande número de arbustos que aí aparecem. Ao longo dos rios,
pequenas faixas de mata indicam a permanência de maior umidade. Sobre as elevaç ões, nunca atingidas pelas
enchentes, dominam os cerrados. Quando nelas o solo é calcário, surgem tipos de matas baixas e
semicaducifólias. Este tipo também é encontrado nas encostas do maciço do Urucum, até cerca de 800 m de
altitude. Daí para cima, passam a predominar os campos. Nos limites setentrionais do Pantanal encontram-se
elementos de transição para a floresta amazônica e, nos meridionais, formações vegetais que constituem uma
penetração das do Chaco.” (Romariz, pág. 44)

Bioma Pampas

“A presença dos campos acha-se mais relacionada à profundidade em que se encontra o lençol d’água do que
à existência de um determinado tipo de clima ou de solo. Relacionam-se, também, os campos ás condições
topográficas, sendo típicos de áreas em que o relevo é, em ger al, suave.” (Romariz, pág. 18)

4) Cite 2 árvores típicas de cada bioma e alguns animais dispersores.

Bioma Amazônico

Castanheira do pará (Bertholletia excelsa)

Sumaúma (Ceiba pentandra)

Cutia (Dasyprocta spp), Arara azul (Anodorhynchus hyacinthinus), Macaco aranha (Ateles paniscus)

Bioma Cerrado

Angico do Cerrado (Anadenanthera peregrina)

Ipê do Cerrado (Tabebuia ochracea)

Seriema (Cariama cristata),Ema (Rhea americana), Queixada (Tayassu pecari)

Bioma Caatinga

Barriguda (Ceiba glaziovii)

Carnaúba (Copernicia prunifera)

Tatu peba (Euphractus sexcintus), Preá (Cavia aperea), Sagui de tufos brancos (Callithrix jacchus)

Bioma Mata Atlântica

Farinha seca – Albizia niopoides

Canelinha – Nectandra megapotamica


Anta (Tapirus terrestres), Paca (Cuniculus paca), Bugio (Alouatta caraya), Tucano (Ramphastos sulfuratus)

Bioma Pantanal

Maminha (Zanthoxylum rigidum)

Marmelada (Alibertia sessilis)

Jabuti do cerrado (Chelonoidis carbonária), Quati (Nasua nasua), Tatu canastra (Priodontes maximus)

Bioma Pampas

Capim treme treme (Chascolytrum uniolae)

Capim mimoso (Agrostis montevidensis)

Bracatinga (Mimosa scabrella)

Canjerana (Cabralea oblongifoliola)

Macaco prego (Sapajus apela), Jacutinga (Aburria jacutinga), Perdigão (Rynchotus rufescens), Sagui

5) No relatório da ONG Map biomas (https://mapbiomas.org/) baixe o relatório de desmatamento de


2019 e responda:

a) Quais foram os biomas mais desmatados e por que?

Mais de 60% da área desmatada está na Amazônia, com 770 mil hectares devastados. O segundo bioma em
que mais houve perda foi o Cerrado, 408,6 mil hectares. Bem atrás estão: Pantanal (16,5 mil ha), Caatinga
(12,1 mil ha), Mata Atlântica (10,6 mil ha) e Pampa (642 ha).

O provável motivo é a expansão de fronteiras agropecuárias com objetivo principal para o plantio de grãos.
Como a soja, e para a pecuária, com a criação de gado.

B) Ainda no site da ONG acesse (https://plataforma.mapbiomas.org/map) e escolha um cruzamento com


base nos dados fornecidos e interprete.

No campo de “Estatísticas” para o segmento de cobertura florestal, há um gráfico do modelo linear na qual
mostra o desenvolvimento das diferentes classes de classificação com o parâmetro de área em hectares.
Visualizando estas informações podemos analisar pontos interessantes como, em 1985 havia 464.651.609,80
há de formação florestal e em 2018 o número cai para 407.982.688,88 há, para a formação savânica é o
mesmo destino, em 1985 havia 127.407.811,22 há e em 2018 a área de 101.3023.370,36 há, enquanto que a
classificação de pastagem é a qual há maior aumento, em 1985 havia 134.097.564,69 há e em 2018 chega-se a
183.242.824,48 há, desta forma baseando-se nestes gráficos e no mapa do site, conseguimos concluir
facilmente que este aumento de pastagem foi consequência da destruição do bioma amazônico e do cerrado, o
que nos ajuda a confirmar a tese apresentada na questão anterior.

6) ESCOLHA UM BIOMA PARA CRIAR UM JOGO EDUCATIVO SOBRE ELE. 1) tire fotos no caso
de fazer impresso ou faça em arquivo digital. 2) Escreva um plano de aula, modo de jogar, objetivos,
etc.

Banco Imobiliário – Versão Biomas Brasileiros

Os alunos poderão compreender como estão distribuídos os biomas brasileiros ao longo dos estados, e ainda
tem a oportunidade de desenvolverem estas regiões quando adquirem os Estados/Propriedades, contudo no
lugar de construir casas e hotéis, eles passarão por índices de desenvolvimento com base em práticas que
respeitem o tripé do desenvolvimento sustentável, como pode ser lido no manual do jogo.

No sorte ou revés também há oportunidade de inserir informações sobre os biomas, havendo recompensas ou
prejuízos.
Exemplo:

Carta da Sorte: “A bacia amazônica abrange uma área de 7 milhões de quilômetros quadrados, sendo a maior
bacia hidrográfica do mundo, é responsável por cerca de um quinto do fluxo fluvial total do mundo, sendo que
a água que flui pelos rios amazônicos equivale a 20% da água doce líquida da Terra.” Receba R$ 1000,00

Carta do Revés: “Mais de 60% da área desmatada está na Amazônia, com 770 mil hectares devastados. O
segundo bioma em que mais houve perda foi o Cerrado, 408,6 mil hectares. Bem atrás estão: Pantanal (16,5
mil ha), Caatinga (12,1 mil ha), Mata Atlântica (10,6 mil ha) e Pampa (642 ha). ” Perca R$ 200,00

É com um jogo interativa e de fácil acesso que poderá assimilar conhecimentos de um tema tão importante
para os alunos.

Qual o objetivo do jogo?

Conquistar a maior quantidade de territórios possível, demonstrando como todo ele pode ser ocupado e
desenvolvido por atividades produtivas que sejam baseadas no pilar es econômico, social e ambiental, com o
intuito de transformar o Brasil e levar os outros jogadores à falência.

Preparação

Os jogadores, de 2 a 6, deverão escolher o peão e posicioná-los na casa ‘início’. Escolha um dos jogadores
para ser o Governo Brasileiro. Ele será responsável pelos pagamentos e recebimentos do Banco e entregas de
Títulos de Posse, lembrando que o Governo Brasileiro também joga.

Embaralhe as cartas de sorte ou revés e coloque-as no espaço indicado no tabuleiro.

O banqueiro deverá distribuir, no início do jogo, o dinheiro para todos os jogadores .

Começa o Jogo

Dispute nos dados quem será o primeiro a jogar. Quem tirar o maior número no dado começa o jogo, seguido
pelo jogador à sua esquerda.

O jogador começa a rodada jogando os dois dados e somar o resultado, então avançar com o peão a
quantidade de casas e cumprir o que determina aquela casa.

Caso o jogador tire nos dados dois números iguais, ele tem direito a novo lançamento. Caso tire dois números
iguais três vezes, ele vai para a prisão.

Atenção antes de começar a jogar:

 O Governo Brasileiro precisa ter cuidado para não misturar seu dinheiro com o do Banco.
 Separe os Títulos de Posse por cor e deixe-os com o Governo Brasileiro.

Movimentando o Peão

Caso seu peão caia em uma propriedade sem dono, você terá o direito de comprá -la pelo preço indicado no
tabuleiro. Entregue o dinheiro ao Governo Brasileiro e ele entregará o Título de Posse.

Sempre que seu peão passar ou parar na casa ‘início’, você deverá receber dinheiro do Governo Brasileiro
pelos serviços prestados.

Sorte ou Revés
Caso seu peão pare na casa Sorte ou Revés, você deve pegar a primeira carta do monte, cumprir o que ela
indica e a devolver para o final do monte após concluir a tarefa.

Se a carta sorteada informar Habeas Corpus ou Compra Livre, você deve guardá -la para usar depois. Ela pode
ser utilizada em qualquer momento que você deseja. Após utilizada, deve ser retornada ao final do monte.

A carta Habeas Corpus te dá o direito de saída livre da prisão sem a necessidade de tirar uma dupla nos dados
ou pagar fiança.

Dica: Está precisando de dinheiro? Você pode negociar a venda da carta Habeas Corpus com outro jogador.

Propriedades

Para comprar alguma propriedade, é necessário que seu peão caia em uma das casas, caso já não seja o dono.

Caso a propriedade seja de outro jogador, se o seu peão parar na casa, você deverá pagar ao dono desta
propriedade o valor do aluguel indicado no título da propriedade.

Valorizando seus terrenos

Você poderá fazer investimentos em sua propriedade, desde que você tenha 3 ou mais propriedades com o
mesmo Bioma (a exceção vale para o Bioma dos Pampas e do Pantanal, que podem ser desenvolvidos se para
o caso do Pantanal adquirir o Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul, e no Pampa basta adquirir o Rio Grande
do Sul). Por exemplo, você poderá iniciar o desenvolvimento de sua propriedade quando adquirir o Acre,
Amazonas e Rondônia.

Os Estados que possuem mais de um bioma são mais diversos e desta forma podem fazer mais combinações.
Por exemplo, o Estado do Mato Grosso pode combinar com estados que tenham o Bioma Amazônico, Cerrado
e Pantanal. Desta forma ele pode combinar-se com o Tocantins e o Maranhão por exemplo.

São possíveis 4 upgrades do Território, passando do nível 01 ao 04. No manual terá apresentado quanto custa
para fazer cada upgrade e também um resumo do que será está atividade na qual será desenvolvida. Após feito
o upgrade, deverá ler em voz alta qual será este novo sistema de produção.

Por Exemplo: No Bioma Amazônico

Nível 01 – Valor R$ 1.000,00 – Instale Centros de Pesquisa e Atraia Pesquisadores para conhecer novas
potencialidades florestais – Retorno = R$ 250,00

Nível 02 – R$ 1.500,00 – Defina Unidades de Conservação, Áreas Extrativistas e Desenvolva estudos junto a
população nativa - Retorno = R$ 350,00

Nível 03 – R$ 2.000,00 – Desenvolva um Plano de Desenvolvimento Sustentável, que proporcione


desenvolvimento econômico, social e ambiental - Retorno = R$ 450,00

Nível 04 – R$ 3.000,00 – Torne seu Bioma em Referência Mundial no Turismo Ecológico e Natural. -
Retorno = R$ 550,00

Lei da oferta e da procura: quando todos os níveis do jogo acabarem, você terá que esperar até que outro
jogador se desfaça de pelo menos um de seus níveis. Porém, a qualquer momento você poderá fazer uma
oferta pela propriedade desejada, desde que não haja construções nela.

Se houver uma negociação de propriedade com imóvel, primeiramente o proprietário deverá vender os seus
níveis para o Governo Brasileiro pela metade do valor pago. Só assim é possível negociar a propriedade.

Atenção: Você só poderá construir um segundo nível em uma propriedade, se todas as outras daquele grupo
de cores já tiverem pelo menos um nível. Para construir a terceira, todas deverão ter pelo menos dois níveis, e
assim sucessivamente.
Prisão

Existem três formas de se ir para a prisão:

Caindo na casa nº 20 que indica “Vá para a prisão”


Tirar 3 duplas seguidas no dado
Pegar uma carta de Sorte ou Revés que te manda para a prisão

“Se acontecer alguma dessas situações, mova seu peão até a casa ‘Prisão” , em seguida escolha uma das 3
opções no mapa e leia no manual informações sobre estes lugares (Arquipélago de Fernando de Noronha, Ilha
do Mel, Arquipélago de São Pedro e São Paulo”.

Para sair da prisão não é tão complicado. Existem três formas:

 Tirar duas duplas nos dados – na próxima jogada após ser preso, você deve jogar os dados. Se tirar
números iguais, você pode sair da prisão e andar o número de casas indicados no dado.
 Pagar a fiança – Você tem a opção de pagar a fiança enquanto estiver preso, confira o valor no
manual da sua versão. Após três rodadas que não conseguir tirar as duplas no dado, você é obrigado
a pagar a fiança. Feito isso, jogue novamente os dados e avance o número de casas indicados.
 Utilizar o seu cartão de Habeas Corpus – No início de sua rodada na prisão, mostre a todos os
jogadores o seu cartão de Habeas Corpus, o descarte e jogue os dados para avançar no tabuleiro
novamente.

Hipoteca

Você pode hipotecar a sua propriedade que não tiver imóveis.

Para isso, basta recorrer ao banqueiro, que deverá pagar a quantidade exata que está descrita no título. Essa
propriedade não poderá ser negociada com nenhum outro jogador sem a autorização do proprietário.

Enquanto o nível estiver hipotecado, nem o proprietário e nem o Governo Brasileiro receberão aluguel.

Para recuperar o Título, o proprietário deverá pagar uma multa sobre o valor do Título.

Dica: Você só poderá resgatar a sua propriedade na sua vez de jogar.

Está no sufoco?

Veja algumas dicas para te ajudar a sair dessa!

Desfaça-se de suas casas e/ou hotéis vendendo-as ao Governo Brasileiro pela metade do preço.
Coloque um ou mais imóveis na hipoteca
Negocie suas propriedades com outros jogadores ou com o Governo Brasileiro.

Atenção: NÃO são permitidos empréstimos entre jogadores e com o Banco durante todo o jogo.

Falência

Se mesmo após vender seus níveis, hipotecar ou negociar suas propriedades, você não conseguir dinheiro
suficiente para quitar sua dívida, você declarará falência e estará fora do jogo. Deixe todo o seu dinheiro e
propriedades restantes com o jogador a quem você deve.
Caso haja propriedades hipotecadas o Governo Brasileiro irá recolher os Títulos de Posse e entregará o
dinheiro arrecadado para o credor.

Caso ainda falte dinheiro, o credor ficará no prejuízo.

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