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Ipcop

Tabela de conteúdo

[esconder]

• 1 Instalando o IPCOP

o 1.1 Requisitos de

hardware

o 1.2 O procedimento

de instalação

• 2 Utilização básica do ipcop

o 2.1 O menu de

sistema

o 2.2 verificar o

estado

o 2.3 Serviços

o 2.4 Firewall

o 2.5 Detecção de

intrusão

• 3 Ligações

Instalando o IPCOP

Antes de instalar o ipcop deve-se ter uma noção do que se quer fazer com esta firewall já que objectivos mais

ambiciosos podem implicar a necessidade de utilização de uma máquina mais robusta.

A redefinição da nossa rede deve ser considerada já que vamos ter uma rede verde, a rede que queremos proteger,

uma rede vermelha, de onde vem o tráfego considerado perigoso, uma rede laranja, usada para servidores que

acedem à Internet, e ainda uma rede azul para redes sem fios. A rede vermelha e verde são obrigatórias.

No limite podemos ter uma situação deste tipo:


Requisitos de hardware

Disco Duro

O Ipcop não precisa de um disco duro muito grande.

Mínimo — 200 MB

Dependendo dos extras que adicionarmos e dos registos que queremos manter, precisaremos de mais espaço mas

nada que ultrapasse os 10GB

O procedimento de instalação

Após fazermos o download do ISO e gravá-lo para um CD podemos dar início à instalação.

O processo completo de instalação demora cerca de 15 minutos.

Nos ecrãs que nos vão aparecer e como não temos rato acessível, temos
que usar as teclas:

tab e setas --> mudar entre opções

espaço --> seleccionar opções


Inicia-se a máquina com o CD do Ipcop na drive e aparece-nos o seguinte ecrã:

Tal como se pode ver, há uma mensagem avisando que a instalação do Ipcop vai destruir todos os dados existentes no

disco duro. Se tivermos a certeza de que é realmente seguro continuar, então carregamos em Enter e no ecrã seguinte

podemos escolher a língua em que queremos que o sistema fique.

Após esta escolha obtemos um ecrã de boas vindas já na língua escolhida.


O próximo passo é a escolha do meio de instalação. O Ipcop pode ser instalado através de FTP ou HTTP para

máquinas que não tenham uma drive de CDROM. Neste caso o arranque seria feito por disquete e seria feito o

download do correspondente ao conteúdo do CD. No meu caso tenho uma uma drive de CD logo escolho a opção

CDROM. Também podia escolher realizar a instalação através de uma memória USB.

Seguidamente somos avisados que o sistema vai particionar o disco duro e depois formatá-lo. Digamos que este é o

ponto sem retorno já que se carregarmos em ENTER podemos ter a certeza que o disco é completamente apagado e

de que qualquer informação que lá esteja é destruída. Esta etapa demora 1 ou 2 minutos para um disco grande.
No ecrã seguinte é-nos dada a oportunidade de fazer o restauro de uma configuração anterior guardada numa

disquete, numa memória USB ou num sítio FTP/HTTP. Se não for o caso de realizar o restauro escolhemos "Saltar".

Chegou a etapa em que podemos seleccionar a interface de rede verde, aquela que corresponde à nossa rede local. O

método mais fácil de realizar esta tarefa é deixar que o próprio instalador encontre o driver para a placa de rede.

Normalmente esta operação corre sem problemas, mas se quisermos também podemos indicar manualmente o

modelo e a marca da placa.


Após o teste automático à placa de rede verde recebemos uma confirmação e podemos, de seguida, indicar os

endereços para essa placa.

E pronto! Está concluída a primeira fase da instalação. Retira-se o CD da drive e aguarda-se a continuação, para a

fase 2, onde se vai indicar outros parâmetros que completam a configuração do sistema.
A segunda fase inicia-se com a definição do mapeamento do teclado. No nosso caso o tipo de teclado é pt.

Em seguida escolhe-se o fuso horário em que estamos a trabalhar.

Agora temos que dar um nome (hostname) à máquina onde vai residir o ipcop. Este nome pode ser ipcop, firewall ou

então podemos escolher um nome de acordo com o esquema de nomes da nossa rede.
Também é preciso definir qual o nome de domínio

O próximo ecrã tem que ver com a configuração da RDIS. Se não temos RDIS então a única coisa a fazer aqui é

desactivar.

Chegamos agora a uma fase muito importante da configuração do Ipcop: a configuração da rede. Neste ecrã podemos

aceder ao menu de configuração de rede onde podemos definir o tipo de configuração da rede, fazer a atribuição de

drivers e placas, configurar os endereços, configurar o DNS e Gateway, e ainda configurar o servidor de DHCP.
No tipo de configuração de rede podemos escolher para além de vermelha e verde, a rede laranja e azul, com algumas

diferenças caso haja RDIS.

Após a escolha do tipo de rede é natural aparecer o seguinte ecrã:

Cada placa de rede no nosso sistema tem que ser reconhecido. Isso é conseguido facilmente no ecrã seguinte

carregando em "ok".
Concluída a detecção das placas de rede podemos então indicar os endereços para cada uma delas
Falta ainda indicar os endereços de DNS e Gateway que vão ser usados caso o servidor DHCP estiver desactivado na

interface vermelha.

No último ecrã pertencente ao menu de configuração da rede apenas temos que confirmar se queremos activar o

servidor DHCP e no caso de querermos esta situação, temos que indicar os endereços. Na imagem o servidor está

desactivado.
Resta-nos agora indicar as palavras passe de root, de admin (utilizador da interface web) e de backup.
Já só falta deixar a configuração terminar:

E temos então o ecrã com o boot loader.

Temos 5 segundos para tocar no teclado, antes que o GRUB inicie a configuração padrão. Se não escolhermos

nenhuma configuração, o Ipcop vai iniciar. Podemos usar as setas do teclado para seleccionar uma nova configuração

do kernel.
Temos aqui várias opções:

IPCOP

Esta configuração de kernel é apropriada para máquinas de processador único com motherboards que não suportam o

Advanced Configuration and Power Interface. Esta configuração é a mais básica e deve rodar na maioria dos

processadores e motherboards, mesmo aqueles cobertos por outras configurações de kernel.

IPCOP SMP

Esta configuração de kernel é apropriada para motherboards que possuem mais de um processador, Symetric

Multiprocessing. Deve-se escolher esta configuração se a motherboard do sistema possuir mais de que um

processador. Se o(s) chip(s)do processador do sistema suportam hyperthreading então a opção a escolher deverá ser

ACPI HT kernel.

IPCOP (ACPI enabled)

O Advanced Control and Power Interface, ACPI, permite que o Ipcop faça o monitoramento das métricas do hardware

como power e processor temperature. Se necessário, o Ipcop desliga-se automaticamente para proteger o processador

e a motherboard.

IPCOP SMP (ACPI HT enabled)

Esta configuração de kernel suporta chips processadores com hyperthreading (HT), SMP e ACPI. Alguns

processadores Intel suportam hyperthreading, no qual é tratado como uma configuração multiprocessada SMP.

Utilização básica do ipcop


O menu de sistema
verificar o estado
Serviços
Firewall
Detecção de intrusão
Ligações

Página oficial do ipcop

Fórum sobre o ipcop em Inglês

Fórum sobre o ipcop em Alemão

Fórum sobre o ipcop em Francês

Livro sobre ipcop das publicações Packt

http://www.esaof.edu.pt/wiki/index.php/Ipcop (acesso em maio/2010)