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Nome: Leonardo Narciso Barbosa Série: 3°ADM

Respostas:
1)
a) Não
b) Não, mas já ouvi falar
c) Desde o uso das palavras até mesmo a maneira de categorização
d) Formal, algo que não é comum nos dias de hoje.

e)
Capão: formação vegetal
Cismoso: preocupado
Desentreter-se: se distrair
Deslim: magro
Juriti: uma ave
Jururu: triste
Nhenhar: pessoa irritante
Roxoxol: junção da palavra roxo com sol, ou seja, o pôr do sol
Ruminação: regurgitação de pequenas quantidades de alimento do estômago
Fontes: Dicionario inFormal, e dicio.com
2)
a) “Sujeito pingadinho”, expressão acaba por indicar uma pessoa pequena, baixa
estatura, franzina.
b) O personagem é Manuel Fulô. As expressões que fazem referência a si são,
sujeito pingadinho, pequeno, quase menino, cara de bobo de fazenda, meio surdo,
gago, glabro.
c)
“um sujeito pingadinho, quase menino” Pequeno, franzino
“pepino que encorujou desde pequeno” Desde menino já era
baixo
“cara de bobo de fazenda” Faz tudo que pedem
“meio surdo, gago, glabro e alvar” Tem dificuldades para
ouvir e falar
“gostava de fechar a cara e roncar voz” Pessoa nervosa, brava
“todo enfarruscado, para mostrar brabeza” Todo agitado
“sorriso manhoso de dono de hotel” Sabia convencer,
enganar

3)
a) Descreve sobre a personagem em questão, o ambiente em volta e seus
pensamentos.
b) "e no comum não punha muita atenção nas coisas de todo o tempo [...]" não
prestava atenção nas coisas ao redor; "Só cismoso, ia entrando em si, em meio-
sonhada ruminação." Desconfiado enquanto remastigava; "Sem dela precisar de
desentreter-se, aparava o cavalo com firmeza de rédea" Sem precisar se distrair,
puxava com firmeza a rédea do cavalo.

c) Um homem cujo qual conhece muito bem o lugar onde vive, que por acaso é um
espaço rural.

1)
a) Ambos são narrativos.
b) Diatópica

2)
a) Nhenhar, desentreter-se, roxoxol, deslim, cismoso.
b) Juriti, capão, ruminação, jurur.

c) A linguagem de Guimarães Rosa representa a cultura do sertanejo brasileiro.

Isso se faz presente pela narração de histórias que fazem parte do imaginário
popular, seja em acontecimentos ou até mesmo nas falas.

1)
a) As aventuras/peripécias do ex-jagunço e de seu grande amor.
b) Romance, personagem-narrador que apresenta um relato sobre sua vida, desde
seus medos, amores, e outros fatores.
c) Linguagem regionalista.

2)
a) O assunto é sobre as obras de Guimarães Rosa, uma notícia pois apresenta as
principais obras propriamente ditas.
b) Foi publicado em um jornal, o autor é uma pessoa com um grande
conhecimento/aprecio sobre as obras de Guimarães Rosa e sua pessoa.
c) Alexandre Figueiredo, possui formação em mestrado e pós-doutorado pela USP.
d) Pessoas que gostam das coisas que giram ao redor de Guimarães Rosa.
e) Foi muito importante, tendo em consideração de ter sido um dos grandes autores
brasileiros.
f) Linguagem coloquial.
3)
a) Sim.
“No embalo, li o livro todo e, depois, fui para o Grande sertão:”, “... por conta de uma
viagem que fiz com dois camaradas pelo norte de Minas Gerais...”
b) Não, devido a oralidade presente que conta com a variação linguística.

1)
a) Mais ou menos, dependendo da situação acabo por me perder com as palavras
difíceis, porém nada que impeça de manter uma comunicação
b) Creio que sim, pois costumo gostar de ler e entender o que está por acontecer e
aprender novos conteúdos, desde literais, palavras, fórmulas, porém um dos
grandes impasses que tenho é a preguiça e a informalização que costumo colocar
em meus textos maiores.

1)
a) Não, afinal depende dos grupos de pessoas e sua forma de se comunicar.
b) Creio que dependa muito da questão do contexto em que o texto vai ser
publicado e como é escrito.
c) Sim, acho que um exemplo que podemos citar é a forma em que se tem deboche
com algum sotaque ou palavra.
d) Creio que assim como cada pessoa tenha seu jeito de se expressar, comunicar,
escrever e falar o entendimento acaba por ser diferente devido a algum
termo/palavra diferente no vocabulário, evitando o problema de escrever diferente
ou dizer algo está tudo certo
2)
Argumento 1
O Português é uma língua que pode ser considerada extensa e rica, devido as
diversas formas de se expressar ao redor do mundo.

Argumento 2
Levando dentro do Brasil mesmo, os índios que são povos antigos de nosso país
não possuíam uma única forma de falar e se comunicar, sempre existiram
variações, onde o português mesmo nunca impediu de ocorrer.

Argumento 3
A xenofobia presente em cidadãos ou até mesmo estrangeiros é crime,
independente de qual lugar a pessoa veio e a linguagem que fala.

3)
a) A variedade linguística.
b) Existe-se variedades desde antigamente e a xenofobia presente acaba por ser
um fator gigantesco, e sim elas se comunicam com a ideia principal, afinal um leva a
outro.
c) É possível perceber que nunca existiu uma forma considerada certa de se falar
quando falamos sobre nossa língua, pois é considerada rica devido a abrangência
que temos.
d) Sim.
e) Sim.
f) Sim.

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