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GOVERNANÇA

CORPORATIVA NO BRASIL
Profa. Clea Beatriz Macagnan, PhD
GOVERNANÇA CORPORATIVA

• Transparência • Prestação de
Contas

Disclosure Accountability

Fairness Compliance

• Equidade • Cumprimento
de Leis
PRINCIPIOS DE GOVERNANCA

FAIRNESS: senso de justiça, equidade no tratamento dos acionistas.


Respeito aos direitos dos minoritários, por participação equânime com
a dos majoritários, tanto no aumento da riqueza corporativa, quanto
nos resultados das operações, quanto ainda na presença ativa em
assembleias gerais.
DISCLOSURE: transparência das informações, especialmente daquelas
de alta relevância, que impactam os negócios e que envolvem riscos.
ACCOUNTABILITY: prestação de contas, fundamentada nas melhores
práticas contábeis e de auditoria.
COMPLIANCE: Conformidade no cumprimento de normas reguladoras,
expressas nos estatutos sociais, nos regimentos internos etc.
ASSEMBLEIA GERAL

Órgão soberano da sociedade, cabendo-lhe


deliberações de alto impacto nos destinos da
companhia. Todo poder emana da Assembleia
Geral, os proprietários são os agentes outorgantes.
Conselho de Administração
• Escolher e destituir os auditores independentes;
• Zelar pelo cumprimento das leis e regulamentos por parte da companhia
• Definir objetivos estratégicos e monitorar os resultados alcançados
• Escolher os diretores e acompanhar seu desempenho
• Fixar a remuneração da diretoria
• Gerenciar situações de conflito de interesse envolvendo diretores,
conselheiros de administração e acionistas;
• Supervisionar o processo de divulgação de informações sobre as atividades
da companhia
• Garantir a integridade das demonstrações financeiras, incluindo a eficácia
do sistema de controle interno e de gerenciamento de riscos;
• Conselheiros devem: orientar, fiscalizar e avaliar a atuação da diretoria.
CONSELHO FISCAL

 Fiscalizar atos dos administradores;


 Opinar sobre o relatório anual de administração;
 Analisar e emitir opinião sobre as demonstrações
financeiras;
 Acompanhar o trabalho dos auditores independentes;
 Denunciar irregularidades e fraudes.
Diretoria Executiva
• Exercer a gestão dos negócios e das áreas funcionais da
companhia;
• Definir as estratégias e os planos operacionais, submetendo-os à
homologação do Conselho de Administração;
• Prestar amplas informações ao Conselho de Administração:
resultados, riscos e oportunidades;
• Produzir demonstrações patrimoniais e de resultados,
responsabilizando-se pela sua auditagem interna e pela sua
integridade.
• Com o Conselho de Administração e executa as diretrizes dele
emanadas.
COMITÊ DE AUDITORIA

• Acompanhar e avaliar o ambiente de controle:


auditoria - externa e interna;
• Identificar, avaliar e analisar os riscos relevantes
da companhia;
• Supervisionar a elaboração dos relatórios
financeiros.
AUDITORIA INTERNA

 Organizar o ambiente de controle interno;


 Interagir e contribuir com o sistema de auditoria estabelecido pela
Assembleia Geral e pelo Conselho de Administração;
 Implantar sistemas de controle e de auditoria, abrangendo todos
os processos, práticas e rotinas internas;
 Exigir que os relatórios contábil-financeiros sejam aderentes às
leis e regulamentos aplicáveis às operações da companhia,
confiáveis, abrangentes e oportunos.
Iniciativas de aperfeiçoamento ao modelo
de governança
 A reforma na Lei das S.As,
 A criação dos segmentos pela B3,
 Linhas de crédito oferecidas pelo BNDES, onde o acesso a
recursos exige determinadas práticas de governança,
 Regras de investimento por parte dos fundos de pensão,
 Código de Governança Corporativa, editado pelo IBGC,
 Cartilha CVM, com recomendações a boas práticas de
governança,
 Adoção dos padrões internacionais de demonstrações contábeis.
ADOÇÃO DA GOVERNANÇA CORPORATIVA

• Melhor acesso a recursos externos.


• Menor custo de capital.
• Melhor desempenho da organização.
• REDUCAO de conflitos.
• Menor grau de risco empresarial.
• Maior valor da companhia.

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