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UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL

Curso: Pedagogia
Componente curricular: Teorias do Currículo
Fase: 7° fase (matutino)
Ano/semestre: 2020/1 Prof.: Noeli Gemelli Reali

CURRÍCULOS E SUAS IMPLICAÇÕES


POR QUE PRECISAMOS ALTERAR A NOSSA VISÃO SOBRE A CONSTRUÇÃO
DOS CURRÍCULOS ESCOLARES?

(Kerli Cristina Rauber Sehn)


(kraubersehn@gmail.com)

Resumo: O presente trabalho apresentará os conceitos de currículo escolar,


os tipos de currículos encontrados, aprofundando em dois deles. O
currículo Oculto e o currículo Turístico. Também contará com as relações
entre currículo e as festividades, quais as suas vantagens e desvantagens e
um brevíssimo estudo de gênero sobre algumas festividades em específico.
Um leve debate sobre o feminismo e o movimento LGBTQIA+ e as
necessidade e problematizações encontradas na escola em relação a esses
conteúdos. O fato de a escola ignorar as famílias homoparentais em suas
festividades e as relações que isso tem com o meio social em que os alunos
estão inseridos.
Sumário

1.OBJETIVOS DA DISCIPLINA.....................................................................................3
1.1 Geral........................................................................................................................3
1.2 Específico................................................................................................................3
2.OS CURRÍCULOS E SUAS DEFINIÇÕES..................................................................4
2.1 Tipos de
currículos...................................................................................................4
2.2 Currículo oculto e currículo turístico.......................................................................4
3.CURRÍCULOS E AS
FESTIVIDADES.........................................................................5
3.1 Olhares de gênero sobre o Dia das Mães, o Dia dos Pais e Dia da
Família..............6
4.O FEMINISMO E O MOVIMENTO LGBTQIA+: O QUE A ESCOLA TEM
HAVER?............................................................................................................................7
5. CONSIDERAÇÕES
FINAIS.........................................................................................8
6.
REFERÊNCIAS.............................................................................................................8
1.OBJETIVOS DA DISCIPLINA

        1.1. OBJETIVOS GERAIS


Compreender as narrativas teórico/discursivas sobre o currículo como resultado
de complexas disputas oriundas de diferentes posições filosóficas, políticas e
pedagógicas que constituem a arena social.  

        1.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS


1.2.1. Caracterizar as diferentes manifestações do currículo e suas implicações
nas práticas cotidianas da sala de aula.
1.2.2. Explicar o contexto histórico e as teses centrais do projeto curricular
tradicional destacando pontos de correlação nos currículos atuais.
1.2.3. Apontar características do modelo curricular tecnicista e seus possíveis
efeitos na formação dos sujeitos escolarizados situando o contexto histórico de
seu aparecimento no cenário nacional.
1.2.4. Posicionar-se criticamente frente à abordagem inter e multicultural do
currículo enquanto contribuições à educação contemporânea.
1.2.5. Contextualizar as posições curriculares feministas destacando suas
principais ideias ativas na contemporaneidade.  
1.2.6. Explicar os conceitos centrais do pensamento crítico e sua repercussão
no campo educacional nacional e mundial.
1.2.7.  Comentar teses e contribuições dos Estudos Culturais e suas possíveis
repercussões no campo escolar.
1.2.8. Problematizar os efeitos pedagógicos e excludentes das práticas
normalizadoras acerca da sexualidade.
1.2.9. Explicar os efeitos do pensamento binário na construção de práticas
sociais, culturais e escolares hierárquicas e segregadoras.
1.2.10. Mapear, pelo menos 20 temas/questões/ problemas curriculares que
podem ser transformados em projetos de pesquisa.
1.2.11.  Elaborar um texto, de pelo menos sete páginas, respondendo aos
objetivos específicos e ‘a questão central do semestre (SDPEE III) 
1.2.12. Aplicar as normas gramaticais e metodológicas na elaboração dos
trabalhos escritos.
1.2.13. Demonstrar postura solidária e corresponsável no ambiente da sala de
aula.
1.2.14. Demonstrar autonomia
2. OS CURRÍCULOS E AS SUAS DEFINIÇÕES

Para começarmos a nossa conversa sobre currículo é necessário o conhecimento


de suas origens e definições.
A origem da palavra currículo vem do latim “currere” que significa rota,
caminho. Pode ser entendido como um exercício de poder, e o poder é movimento. O
currículo é uma ferramenta que se molda conforme o passar dos anos e isso é
fundamental para que ele se adapte a cada época. Ele necessita ter essa dimensão
integradora e precisa ser algo vivo, não estático.
Podemos defini-lo de várias maneiras diferentes. Para alguns é apenas o
conteúdo a ser estudado em sala de aula, para outros a maneira pedagógica que se
trabalha ou até o conteúdo de algumas provas. Entretanto vai além disso. A realidade é
que não se trata apenas de uma definição teórica, ele é a rocha que mantém o trabalho
pedagógico nas escolas firme, diariamente.
Conforme o passar dos anos, ele precisou modificar-se levando em conta os
meios sociais em que os alunos estão inseridos e as mudanças culturais ocorridas no
exterior da sala de aula. Por exemplo, a necessidade da formação de funcionários em
massa no século XVIII, justamente pelo início da Revolução Industrial, ocasionando a
urgência de mão-de-obra barata. O capital tem uma gigantesca influência nas mudanças
que ocorrem nos currículos escolares. E sendo ele, uma construção histórica-cultural,
não fica imune as essas influências. 1

2.1 TIPOS DE CURRÍCULOS

Em relação aos tipos de currículos vários nos são apresentados. Currículo oficial,
formal, em ação ou real, currículo oculto2, currículo turístico3, explicito e currículo
vazio ou currículo nulo.
Currículo oficial é aquele planejado para ser estudado em sala de aula em
diferentes disciplinas e séries de um curso. O que aparece nas Propostas Curriculares do
Estado e nas Propostas Curriculares das Secretarias da Educação. Currículo formal
contém todas as atividades e os conteúdos a serem trabalhados em classe. Os currículos
em ação ou real são as consequências de viver uma experiência de escolarização. O
currículo oculto são os valores e normas que estão implícitos em atividades e não
buscados intencionalmente. Currículos turísticos são as atividades que aparecem
esporadicamente entre uma atividade e outra, por exemplo as datas comemorativas (dia
das mães, páscoa, dia da família, etc.). Currículo explicito consiste nas aprendizagens
intencionalmente buscadas. E por fim o currículo vazio ou currículo nulo são os
conhecimentos ausentes, significativos e fundamentais para a compreensão da realidade.

2.2 CURRÍCULO OCULTO E CURRÍCULO TURÍSTICO

1
Ver artigo História do Currículo e Currículo como Construção Histórico-Cultural de Maria Aparecida da
Silva.
2
Amplamente discutido e abordado no decorrer do texto
3
Idem
Aprofundaremos aqui as concepções de currículo oculto e turístico. Muitas ações
pedagógicas minúsculas, auxiliam o fortalecimento de estruturas dominantes e
conservadoras da sociedade (APPLE, 1985). Isto é, o currículo oculto. Os efeitos não
desejáveis causados por ações como castigos, normas de trabalho, valores, repressões
refletem nesse tipo de currículo. Como observado anteriormente, o poder é movimento,
e por essa razão vários resultados negativos podem e serão encontrados em qualquer
relação de poder. Não excluindo a relação professor-aluno, mestre-discípulo. Tudo
dependerá de como essa disputa de poder venha a ocorrer (REALI, GUILHERME, s/d).
Esse tipo de currículo nos deixa com o desafio de desocultá-lo pois sua força estaria na
sua invisibilidade (SILVA, 1999) e (SANTOMÉ, 1994).
Contudo o currículo oculto não anda só. Vem acompanhado do currículo
turístico.
Está metáfora trazida por Torres Santomé (1995) indica a existência de um
tipo de conhecimento escolar traduzido em pequenas doses espaças durante o
ano escolar – dentre elas as datas comemorativas. Na tentativa, muitas vezes
de remediar ou atender demandas de histórias tradicionalmente excluídas dos
currículos conservadores, inventou-se o “dia d” que pode funcionar como
uma espécie de “agradinho” ou de “brindes curriculares” de pouco valor para
que “não haja reclamação”. (REALI, GUILHERME, s/d, p. 6)
Temos, no Brasil, inúmeros “dias d” dos quais poucos tem sido problematizados.
Comemoramos dia das mães, dia dos pais, páscoa, natal, festa junina (e afins), sem nos
darmos conta dos possíveis efeitos que podemos encontrar quando relacionarmos as
comemorações com a vida do aluno fora da escola, tendo a possibilidade de que essas
estejam fortalecendo preconceitos enraizados na nossa cultura e com os respectivos
grupos pertencentes, como explicarei a seguir.

3. CURRÍCULOS E AS FESTIVIDADES

Sabemos que não é de hoje que vários grupos minoritários vêm sofrendo com o
preconceito estrutural existente no nosso país. As mulheres, os negros e o movimento
LGBTQIA+ são os grupos mais afetados. Felizmente, nos dias atuais os movimentos
em defesa desses grupos vêm crescendo fortemente. Contudo, como já apontado
precedentemente, a comemoração de algumas festividades dentro do âmbito escolar
pode estar fortalecendo noções preconceituosas em relação a essas datas. Diversidades
acabam sendo negadas e/ou não representadas em tais ocasiões, mulheres são
fragilizadas, orientações sexuais ignoradas e diferentes culturas representadas de formas
chulas e banais, diminuindo seu valor e sem dar espaço para o processo de
endoculturação, fortalecendo assim, o etnocentrismo do homem branco.
É extremamente necessária e urgente a compreensão de que não existem práticas
neutras de educação (REALI, GUILHERME, s/d, p.7). Uma vez que o currículo é uma
ferramenta moldável logo deveria ser além de adepto, receptivo as mudanças.
[...] o currículo também produz e organiza identidades culturais, de gênero,
identidades raciais, sexuais. Dessa perspectiva, o currículo não pode ser visto
simplesmente como um espaço de transmissão de conhecimentos. O currículo
está centralmente envolvido naquilo que somos, naquilo que nos tornamos,
naquilo que nos tornaremos. O currículo produz, o currículo nos produz.
(apud, REALI, s/d)
Desse modo, como pedagogas e mediadoras é imprescindível que deixemos esses pré-
conceitos fora da sala de aula.

3.1 OLHARES DE GÊNERO SOBRE O DIA DAS MÃES, DIA DOS PAIS
E O DIA DA FAMILIA

Cada vez mais as formações de família fogem da chamada “família tradicional”


originalmente composta por um homem, uma mulher e dois filhos, um de cada sexo.
Com o passar dos anos foi-se compreendendo a heterogeneidade das famílias e com
isso, urge também a necessidade dessa compreensão ser aplicada no espaço escolar.
Tanto no dia da mães como no dia dos pais, os conhecimentos curriculares são
baseados na antiga tradição curricular excluindo as outras concepções de mãe/pai
existentes na sociedade (REALI, GUILHERME, s/d, p.1), deixando a desejar na relação
escola-realidade.
Em algumas escolas pode ser encontrada a passagem turística do dia da família,
mas que também não abrange todos os tipos de família. As famílias homoparentais, por
exemplo, são bastante negligenciadas pela escola em tais festividades. Reali destaca,
não há problema, mas da escola é melhor manter distância.
Outra questão, igualmente importante é o fato das representações dessas famílias
em datas comemorativas. Geralmente o material midiático e os panfletos e cartazes
expostos trazem uma mulher branca, sorridente, “bonita”, magra, jovem, saudável,
amorosa, casada e hétero (REALI, GUILHERME, s/d, p. 11). Sabemos que cada
criança tem suas particularidades, então por que manter essas datas no currículo
escolar?
O machismo, o racismo e a homofobia que estão enraizados na nossa cultura
colocam a heteronormatividade como universal - o único modelo “certo” a ser seguido e
mascaram a multiplicidade de famílias existentes na sociedade.
Após longas pesquisas que se foi possível compreender a necessidade de pensar
de um modo não binário e introduzir essa linha de pensamento no âmbito escolar.
Foi Jaques Derrida quem se ocupou longamente em analisar o modo binário
de pensar bem como suas consequências desastrosas nas relações sociais e
culturais. Montado, a partir de pares binários como branco/negro,
magra/gorda, alto/baixo, limpo/sujo, cidade/campo, céu/inferno,
homem/mulher, heterossexual/homossexual, etc. ele cria uma racionalidade
hierarquizada, fixa e excludente onde a primeira posição se coloca em
vantagem sobre a segunda. O segundo encontra-se no polo negativo,
geralmente fora da norma. (REALI, s/d, p.5)
O pós-estruturalismo é quem problematiza essas posições e desconstrói as teses do
estruturalismo clássico. Dessa maneira os estudos de gênero das passagens turísticas do
currículo nos auxiliam com essa ideia de desconstrução cultural. Para o estudo dessas
teorias o termo gênero é considerado central em diversos grupos feministas e passa a ser
uma categoria de análise social (REALI, s/d, p.5).
O gênero torna-se, uma maneira de indicar “construções sociais” - a criação
inteiramente social de ideias sobre os papeis adequados aos homens e às
mulheres. É uma maneira de se referir às origens exclusivamente sociais das
identidades subjetivas dos homens e das mulheres. O gênero é, segundo essa
definição, uma categoria social imposta sobre um corpo sexuado. (apud,
REALI, s/d, p.5)
4. O FEMINISMO E O MOVIMENTO LGBTQIA+: O QUE A ESCOLA TEM
HAVER?

Na contemporaneidade existem inúmeras possibilidades de discutir as questões


que relacionam a homoparentalidade com as crianças. Chega a ser revoltante o fato de
termos cada vez mais novos elementos a disposição, em todos os campos, e ainda assim
continuarmos com discursos machistas, sexistas e heteronormativos que tornam notória
a desigualdade em que algumas famílias se encontram.
[...] é a partir deles que se reproduzem os meios e relações de produção de
subjetivações capitalísticas, de modalizações do ser humano instauradas
desde a infância, através de sistemas de conexão entre as máquinas de
controle social e as nossas percepções do mundo. [...] é no cruzamento de
determinações coletivas [...] que a subjetividade se produz. (HERNÁNDEZ,
UZIEL, 2014, p.11)
A escola tem um papel mais que fundamental na discussão da temática da
homoparentalidade e da sexualidade, o que tem acontecido de um modo superficial
dentro da sala de aula. Apesar da força que o tema carrega, sendo o currículo uma
ferramenta de acesso universal, os discursos são apropriados e modificados de “uma
forma que se sigam as linhas de poder e saber que são politicamente convenientes para
o sistema” (apud HERNÁNDEZ, UZIEL, 2014 p. 12).
No âmbito escolar aprendemos com os dispositivos que nos são apresentados.
Os materiais didáticos, os procedimentos de ensino, as normas e os currículos são
alguns exemplos. Seria responsabilidade da escola a apresentação dos temas como a
questão da sexualidade, gênero, etnia e classe? E apresentá-los de forma aberta e
amplamente discutidos?
Hernández aponta que essa responsabilidade, não seria da escola pois a mesma
não teria capacidade de abranger o assunto, mas ressalta a urgência de reconhecer que
as proposições, imposições e proibições alteram parte significativa da vida pessoal dos
alunos. Também se preocupa com o fato de que as relações do cotidiano escolar e as
ações realizadas pela escola e pelo sistema educativo sobressaltam e sustentam uma
supremacia masculina e heteronormativa4, promovendo dessa forma uma série de
situações discriminatórias com quem foge desse padrão.
Rogério Junqueira (2007) aponta que o sistema binário, disciplinador,
normatizador e normalizador dá expressão social à heterossexualidade
mediante e a partir da noção de que o gênero corresponde naturalmente a um
sexo determinado, natural e dado e, portanto, deve existir uma coerência
entre anatomia, comportamento, sexualidade e identidade. (HERNÁNDEZ,
UZIEL, 2014, p. 15)
Entretanto, julgo necessário, o destacamento de que a escola deveria introduzir e/ou
apresentar os temas propostos, porém a responsabilidade não é unicamente dela. Ela
pode esculpir um território de transformação social, para que não aconteçam conflitos
discriminatórios, onde a diferença seja vista além da desigualdade pois as
particularidades oferecem uma riqueza a vida familiar (HERNÁNDEZ, UZIEL, 2014,
p.22).

4
Trazendo à tona as preocupações já abordadas sobre o currículo oculto fortalecer as estruturas
dominantes e conservadoras da sociedade.
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Estamos cansados de saber que a escola é um dos principais pilares da


sociedade. Sendo assim, deveria representá-la de um modo fielmente verdadeiro,
levando para a construção escolar as problematizações encontradas nos meios sociais
em que os alunos, professores, colaboradores e comunidade estão inseridos, deixando de
lado a invisibilidade das suas realidades e ignorando os pré-conceitos, se tornando
assim, algo além do resultado de um jogo político onde posições culturais, sociais,
econômicas e de gênero são levados em conta. É necessário que a escola se torne um
estabelecimento que, não só mantenha os modelos, mas que também seja um
estabelecimento transformador.
Os currículos ocultos pertencentes ao grupo escolar necessitam ser
profundamente investigado para que sejam banidas as práticas e estratégias reguladoras
e os dispositivos camuflados. Da mesma forma, sendo a escola um lugar de exercício de
democracia, justiça social e bem estar, é inadiável que se busquem maneiras de tornar o
currículo algo realmente pluralista e que englobe, não só as novas configurações
familiares, mas que as torne algo estável, para que não sejam somente passagens
turísticas.
Rubem Alves escreve que o “voo só acontece se houver vazio” e o que seria o
vazio, se não a ausência de certezas? Queremos voar, porém temos medo do vazio,
necessitamos das certezas para continuar em frente, por isso trocamos nossa liberdade
por gaiolas. “As gaiolas são o lugar onde as certezas moram”, acrescenta. Como
pedagogos e pedagogas precisamos abrir as portas da nossa gaiola e nos transformamos
cada vez mais. Só vamos conseguir mudar o mundo, o dia que mudarmos a educação.

6.REFERÊNCIAS

REALI, Noeli Gemelli. Inocência e encantamento a serviço da dominação. In:


SANTIN, Myriam Aldana (Org.). Grifos: Dossiê gênero e cidadania. Chapecó: Argos,
2004.
REALI, Noeli Gemelli. Olhares de gênero sobre o dia das mães. Disponível em:
<https://www.google.com/search?q=olhares+de+g%C3%AAnero+sobre+o+dia+das+m
%C3%A3es&rlz=1C1OKWM_pt-BRBR793BR793&oq=olhares+de+g
%C3%AAnero&aqs=chrome.1.69i57j69i59j0.14207j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-
8>
REALI, Noeli Gemelli. Culturas negadas, corpos “sarados” e sensuais na mídia
escolar: o livro didático novamente em questão. In. HERMES, Dirceu (org.). Mídia,
educação e cultura – múltiplos olhares sobre a comunicação regional. Chapecó: Argos,
208u06.
REALI, Noeli Gemelli. Homoparentalidade e escola: que conjugalidade é essa?
Disponível em: <http://32reuniao.anped.org.br/arquivos/trabalhos/GT23-5637--Int.pdf>
Acessado em 09 abr 2020.
REALI, Noeli Gemelli. Dispositivos homo e lesbofóbicos na escola. Digitado. sd. (esse
texto não foi publicado)
GARAY HERNÁNDEZ, Jimena de; UZIEL, Anna Paula. Famílias homoparentais e a
escola: entre a vigilância e a transformação, Momento, ISSN, 2014, p.9-24
SENNA, Instituto Ayrton. Qual o papel do currículo escolar no ambiente
educacional? Disponível em: < https://institutoayrtonsenna.org.br/pt-br/meu-educador-
meu-idolo/materialdeeducacao/qual-o-papel-do-curriculo-escolar-no-ambiente-
educacional.html#:~:text=Quanto%20%C3%A0%20origem%20da%20palavra,ao
%20desenvolvimento%20pleno%20do%20estudante.> Acessado em 06/11/2020

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