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CHECK-LIST EMERGÊNCIAS

AVALIAÇÃO PRIMÁRIA

A
VIA AÉREA PÉRVIA
Ver se o paciente está falando
Enfisema
Sinais de fratura que possam atrapalhar a perviedade
Gasglow<8 (necessidade de intubação)
SAT02<92%: vni, catéter de 02…
Manobras para melhorar: chin-lift e jaw-thurst

CERVICAL
Garantir imobilização com o colar

B
Garantir a oxigenação
Inspecionar o tórax (desnivelamento da expiração)
Ausculta do tórax
ABOLIDO:
Pneumotórax:
radiografia
Hipertensivo:
Hipotensão, estase jugular
Radiografia com desvio contralateral do mediastino
Toracocentese (5º espaço intercostal na linha axilar média), jelco 16
Aspirativo:
Curativo de três pontas
Não aspirativo aberto e não hipertensivo fechado:
Drenagem
Hemotórax:
Reposição volêmica
Maciço: mais que 1500ml ou drenagem mais de 200ml/h- torocotomia

CREPITAÇÃO:
Diurético
Tomar cuidado com o volume

HIPOFÔNESE DE BULHA:
Tamponamento
US
Punção de Marfan (introduza a agulha 0,5 cm à esquerda do apêndice
xifóide, a 45° da pele, logo abaixo do esterno)
C
Pele
Pulso
Ausente: iniciar RCP
Perfusão
2 acessos venosos (jelco 16 ou 18)
Pressão
Hipotensão
1 litro de cristalóide aquecido, dar até 1500ml, senão sangue
Hemoconcentrado
Ác. Transâminico (1g EV nos primeiros 10 minutos e 1g nas próximas
8h)
Hipertensão
Nitroglicerina 3ml/h EV
anti-epilético (?)
EXAMES: Hemograma, lactato, tipagem sanguínea, coagulograma, gasometria com
eletrólitos, FAST e radiografias (se necessário), B-HCG (se mulher).
Parar grandes sangramentos
Estabilizar pelve (se necessário)

D
Escala de Coma de Gasglow
Pupilas
Glicemia

E
Expor
Aquecer
Identificar fraturas e hemorragias
Evitar novos traumas
Manter temperatura

AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA

SAMPLA
SINTOMAS
ALERGIAS
MEDICAÇÕES
PASSADO/PRENHEZ
LÍQUIDOS E ALIMENTOS
AMBIENTE
Exames de imagem a mais
Organizar transferência
MEGACODE

BRADICARDIA ESTÁVEL EM RITMO ESTÁVEL


ASSINTOMÁTICA
Encaminhar para atendimento ambulatorial com especialista
SINTOMÁTICO
Internar e monitorizar

BRADICARDIA INSTÁVEL EM RITMO ESTÁVEL


Atropina 1mg EV
Planejar implante de marcapasso

BRADICARDIA INSTÁVEL EM RITMO INSTÁVEL


garantir oxigenação
monitorização
acesso
Atropina 1mg EV, dar até 3 mg
Dopamina 5-20mg/kg/min ou epinefrina 2-10mcg/min
marcapasso transcutâneo
marcapasso definitivo

TAQUICARDIA ESTÁVEL
Manobra vagal
Beta-Bloqueador (metropolol 5mg/ev lento 3-5min) ou bloqueador de canal de cálcio
Chamar especialista

TAQUICARDIA INSTÁVEL
Sedação
Se QRS estreito adenosina (6mg rápido IV push, seguido de flush, segunda dose de
12 mg, se necessário)
Beta-Bloqueador (metropolol 5mg/ev lento 3-5min) ou bloqueador de canal de cálcio
Cardioversão (FA E FLUTTER 120J, resto 100J)
Desfibrilar + Sulfato de Magnésio (Torsades de pointes)

PARADA CARDIO RESPIRATÓRIA


RITMO CHOCÁVEL (TV E FV)
Choque carga máxima
RCP 2 mins
acesso IV/IO
Choque carga máxima
RCP 2 MINS+Epinefrina (1mg nos ciclos pares)
Via aérea avançada e capinografia
Choque carga máxima
Amiodarona (300mg, segunda dose 150 mg ciclo 3 e 5)
Buscar 5Hs e 5Ts

RITMO NÃO CHOCÁVEL (Assistolia ou AESP)


Epinefrina 1mg (repetir a cada 3-5 mins)
RCP 2 MINS
Via aérea avançada e capinografia
Buscar 5Hs e 5Ts

CUIDADOS PÓS-PARADA
Oxigenação > 92%, ventilar 10x por min
PaCO2 35-45mmHg
PAS>90mmHg e PAD>65mmHg
ECG
PUPILAS
COMATOSO
TMC
EEG
EXAMES: hemograma, função renal, função hepática, gasometria com eletrólitos
Encaminhar para tratamento necessário

INTUBAÇÃO

PREPARAÇÃO
Dispositivo vávula máscara (conectar no O2 15L)
Guedel
Material de aspiração
Laringoscópio
Tubos orotraqueais (mulher: 7 ou 7,5 e homem:7,5 ou 8, levar um de 0,5 de
diferença)

PRÉ-OXIGENAÇÃO
3-5 MINS para ajudar a manter o tempo de saturação acima de 90%
Ventilação manual para pacientes com SatO2 <91%

PRÉ-TRATAMENTO (se necessário)


Atropina: bradi e menores de um ano
Lidocaína: asmáticos, PIC e TCE
Fentanil: DC, PIC
PARALISIA COM INDUÇÃO
Midazolam: crise epiléptica
Etmoidato: choque e patologia intracraniana
Quetamina: asmático, choque, aumenta a pressão
Propofol: broncoespasmo, patologia intracraniana, abaixa a pressão

Succinilcolina:efeito mais rápido, hipercalemia


Rocurônio: efeito mais longo

PROTEÇÃO E POSICIONAMENTO
Evitar ventilação
Manobra de Sellick
Coxim nas costas

PLACEMENT
Tentar visualizar a glote
Passar tubo entre as cordas vocais (colocar 3x o tamanho do tubo)
Retirar o fio guia
Insuflar Cuff
Auscultar para confirmar

PÓS-INTUBAÇÃO
Fixar pós-confirmação
Radiografar, se possível
Manejar possíveis complicações (pneumotórax…)
Iniciar ventilação
Ajustar paramêtros

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