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A Influência Etrusca e os “Ludi Scenici”

No ano 364 a.C, Roma sofreu uma epidemia, peste, que se alastrava por todo o país.
Então, para afastar esta epidemia, o senado romano recorreu aos etruscos para
realizarem os ludi scenici (jogos cénicos). Estes jogos eram espectáculos de mimos que
incluíam danças e canções acompanhadas de flauta, e também invocações religiosas dos
deuses. Estes jogos eram realizados por profissionais, que serviam para satisfazer o
público. Não havia competição, nem era para prestígio pessoal, mas sim apenas
manifestações cívicas.

A junção da música com a dança fez grandes adeptos. A evolução dos bailarinos, ao
som dos instrumentos, e até a recitação de pequenos versos cativou rapidamente a
população.

A Importação e Modificação de Dramaturgia Grega

O teatro grego surgiu a partir da evolução das artes e das cerimónias gregas, tais como,
a festa em homenagem ao deus Dionísio. Nesta festa, as pessoas dançavam e cantavam
no templo deste deus, oferecendo-lhe vinho. Com o passar dos anos, esta festa começou
a ser representada para várias pessoas.

Durante o período clássico, no século V a.C, os estilos mais conhecidos do teatro eram a
tragédia e a comédia. Os dramaturgos mais importantes eram Ésquilo e Sófocles.

Nesta época, os teatros foram construídos ao ar livre, em montanhas e colinas de pedra,


assim a acústica era perfeita, de maneira que as pessoas sentadas na última fila podiam
ouvir bem os actores.

Os actores costumavam representar com máscaras e túnicas de acordo com a


personagem. Também costumavam fazer mímica. Os cenários eram bem montados e
decorados para dar mais realismo à encenação.

Os temas mais representados eram tragédias relacionadas com factos quotidianos,


problemas psicológicos, lendas e mitos ou homenagem aos deuses gregos.

As peças eram muitas vezes acompanhadas por músicas em coro.

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“Deverbia”, “Cântica” e “Coros nas obras de Plauto”

Deverbia eram diálogos ou monólogos interpretados por actores sem acompanhamento


de instrumentos musicais, enquanto Cântica era recitada ou cantada por um actor e
muitas vezes é acompanhada por instrumentos musicais, como a flauta.

Plauto era um dos autores mais importantes, tinha obras muito famosas como “Host”,
“Os Cativos” e “O Cartaginês”. A música tinha um papel muito importante nas suas
peças. As partes cantadas eram acompanhadas pelas tíbias.

A crescente helenização da cultura romana e a sua influência na poesia latina de


Catulo ou Horácio

 A cultura dos romanos era muito menor, a conquista da Grécia veio bem a calhar:
a avançada civilização grega oferecia-lhes tudo o que não tinham em ciência, arte e
refinamento. Recolhendo os melhores elementos do património grego, trataram de
copiá-los e depois apresentaram-nos como produto próprio entre os demais povos
que tinham sob domínio. Mas não foram muito além desse trabalho de divulgação.

A helenização de Roma exerceu-se praticamente em todos os domínios, mas


principalmente nos campos da filosofia, oratória, filologia e literatura.

Particularmente no caso da música, Roma quase nada acrescentou àquilo que se


havia desenvolvido na Grécia. Sua contribuição no progresso musical destacou-se,
contudo, pela invenção de alguns instrumentos como a Tíbia (uma espécie de gaita-
de-foles), a Tuba (precursora do trombone) e um órgão primitivo, provávelmente
hidráulico ou pneumático.

helenismo foi a concretização de um ideal de Alexandre, imperador e Roma, : o de levar e


difundir a cultura grega aos territórios que conquistava

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O legado de Catulo

Apesar de a sua obra se ter quase perdido e ser quase totalmente desconhecida durante
a maior parte da Idade Média, a influência de Catulo foi enorme, para além na
influência mais imediata que teve sobre os poetas romanos que lhe sucederam, como é
o caso de Horácio.

A originalidade Catulo na paisagem da poesia latina provém, talvez, da franqueza com


que fala dos seus estados de alma seja sobre as suas relações pessoais, seja sobre o seu
tempestuoso relacionamento com Lésbia. É, como disse Américo da Costa Ramalho
“uma das vozes mais genuínas de toda a poesia de Roma”.

A LÍRICA.

CATULO.

Género literário intimista, a lírica não se coadunou, por muito tempo, com a mentalidade das camadas
cultas da população romana. Com a crise social e a decadência da vida pública ela faz a sua aparição,
tomando por base a lírica grega e, em particular, a rebuscada poesia alexandrina.

No século I ae, em Roma, um grupo de jovens poetas aristocráticos (Valério Catão, Licínio Calvo,
Valério Catulo, etc.) forma o seu círculo literário e iniciam a reforma da poética latina, abandonando os
arcaísmos de Énio e introduzindo as variedades métricas da lírica grega.

O mais famoso desses poetas foi Caio Valério Catulo (ap. 87 – 54), nascido em Verona (nordeste da
Itália) numa rica família de equites. Seguindo o “alexandrinismo”, então em voga, algumas das suas obras
estão redigidas num estilo artificioso, pleno de referências eruditas.

Escreveu também versos de carácter político. Inflamados epigramas contra César e a sua camarilha,
denunciando-lhes a pilhagem da Gália (Catulo, todavia, depressa se reconciliou com o futuro ditador).

Mas é nos versos inspirados pelo seu ardente e atormentado amor por Clódia (irmã do já nosso conhecido
Públio Clódio) que o grande poeta melhor se revela. Neles pinta todas as etapas e peripécias da sua
paixão, desde o primeiro encontro até ao trágico desfecho... «Odi et amo, quare id faciam, fortasse
requiris / Nescio, sed fieri sentio et excrucior» (Odeio e amo, porquê, perguntar-me-ás / Não o sei, mas
é assim que o sinto e sofro).

HORÁCIO.

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Bem diferente da lírica apaixonada e plena de contradições de Catulo será a de Horácio, serena e
equilibrada, em poemas que “sabem” apreciar a vida e gozar plenamente da felicidade que ela lhe oferece.

Quinto Horácio Flaco (65 – 8 ae) era filho de um liberto, possuidor de uma pequena propriedade na Itália
meridional. Na sua juventude Horácio fora republicano. Em Atenas, onde terminou os seus estudos,
ingressa no exército de Bruto como tribuno militar. Na batalha de Filipos, Horácio fugirá do campo de
batalha.

Os seus bens foram confiscados e Horácio é obrigado a permanecer no exílio durante algum tempo.
Amnistiado, regressa a Roma, onde trabalha como escrivão. As suas primeiras composições poéticas vão
atrair a atenção de Mecenas, que acabará por o proteger. Presenteado com uma pequena propriedade nos
montes Sabinos, levando ali uma existência amena, em contacto com a natureza e rodeado de amigos, o
poeta viverá então o seu período mais criador.

Elevou a métrica latina à perfeição absoluta. Ele próprio, exagerando, diz (Odes, III, 30): «Fui o
primeiro a transformar as canções eólicas em ritmos dos ítalos». Já antes Catulo e outros poetas se
haviam dedicado à reforma da métrica latina, mas Horácio superou-os pela variedade métrica, pela
riqueza da linguagem, pela elegância das imagens.

Nas odes a sua poesia alcança a plena maturidade. Os gramáticos romanos designavam por esse nome
composições poéticas breves, de tema diverso. Horácio chama-lhes simplesmente carmina (“poesias”).
Chegaram-nos cento e três poesias, reunidas em quatro livros. Além da perfeição da forma poética,
sobressai nelas um aprazível humanismo e a concepção epicurista da vida.

Carpe diem (“aproveita o dia presente”): «Não te importe saber o que trará o amanhã, aceita contente
a jornada de hoje que te foi concedida pela sorte e não descuides, amigo meu, nem a dança nem as
carícias da amada».

É célebre a trigésima ode do livro III, designada “Monumento”: «erigi um monumento mais perene que
o bronze, mais alto que as pirâmides reais...

Entre as suas outras obras têm particular importância as epistulae, um novo género poético por ele criado
(todas as epístolas estão compostas em hexâmetros). A terceira epístola do livro II, dirigida aos irmãos
Pisão e intitulada De arte poetica, é um tratado teórico sobre a arte poética, em especial, a dramática.
Nela Horácio expõe com concisão as teorias estéticas gregas, fundando-se sobretudo em Aristóteles. Esta
epístola foi durante muito tempo guia para a criação dramática. No século XVII, o poeta francês Boileau
usará essas teorias estéticas para compor a sua “Art poétique” (1674), que serviu de fundamento teórico
ao “classicismo” dos tempos modernos.

A Lira e a Lírica na Grécia


 

Mas indiscutivelmente, foram os gregos que estabeleceram as bases para a cultura


musical do Ocidente. A própria palavra música nasceu na Grécia, onde "Mousikê"
significa "A Arte das Musas", abrangendo também a poesia e a dança. O ritmo era o
denominador comum das três artes, fundindo-as numa só. Dessa forma a Lírica era

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um gênero poético, mas seu traço principal era a melodia e até seu nome deriva de
um instrumento musical - a Lira. como os demais povos antigos os gregos
atribuíam aos deuses sua música, definindo-a como uma criação integral do
espírito, um meio de alcançar a perfeição.
Seu sistema musical apoiava-se numa escala elementar de quatro sons - o
Tetracorde. Da união de dois tetracordes formaram-se escalas de oito notas, cuja
riqueza sonora já permitia traçar linhas melódicas. Estas escalas mais amplas - os
Modos - tornaram o sistema musical grego conhecido posteriormente como Modal.
O canto prendia-se a uma melodia simples, a Monodia, pois os músicos da Grécia
ignoravam as combinações simultâneas de sons (harmonias). Mas nem por isso
deixavam de caracterizar com seus Modos um sentido moral - o Ethos -, tornando
os ritmos sensuais, religiosos, guerreiros, e assim por diante.
Uma vez que os ritos religioso quase não mudavam, conservando a tradição, com o
tempo criaram-se melodias-padrão, muito fáceis e conhecidas de todos. Eram os
Nomoi, cujo acompanhamento se fazia com a Cítara e o Aulos. A cítara descendia
da lira e, como ela, tinha cordas. O aulos era um instrumento de sôpro, ancestral
do nosso oboé.
Partindo dos Nomoi, a música da Grécia evoluiu para a lírica solista, o canto
conjunto e o solo instrumental. Depois, vieram as grandes tragédias inteiramente
cantadas, que marcaram o apogeu da civilização helênica (do século VI ao século IV
a.C.).
Daí por diante, a decadência do povo encaminhou a música da Grécia para o
individualismo e o culto às aparências. Parecendo prever a dominação que lhes
seria imposta pelos romanos, os gregos ironizavam a sua própria destruição.
 
Em Roma, a arte da cópia
 

 A cultura dos romanos era muito menor do que o seu poderio, de maneira que a
conquista da Grécia lhes veio bem a calhar: a avançada civilizção grega oferecia-
lhes tudo o que não tinham em ciência, arte e refinamento. Recolhendo os
melhores elementos do patrimônio grego, trataram de copiá-los com capricho e
depois apresentaram-nos como produto próprio entre os demais povos que tinham
sob domínio. Mas não foram muito além desse trabalho de divulgação.

Particularmente no caso da música, Roma quase nada acrescentou àquilo que se


havia desenvolvido na Grécia. Sua contribuição ao progresso musical destacou-se,
contudo, pela invenção de alguns instrumentos como a Tíbia (uma espécie de gaita-
de-foles), a Tuba (precursora do trombone) e um órgão primitivo, provávelmente
hidráulico ou pneumático. Entretanto, parece que esse órgão não era original.
Alguns pesquisadores afirmam que um egípcio chamado Ctesíbio já havia criado um
aparelho do mesmo tipo dois ou três séculos antes da era cristã.
 
 
A Idade Média

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Melodia - Um instrumento de fé
O cristianismo mostrou ao homem um mundo interior que ele desconhecia, e essa
revelação transformou a sua visão de si mesmo, bem como a sua posição face às
coisas.
Movidos por esse novo modo de ser, os primeiros cristãos desenvolveram sua
própria arte com o objetivo de exteriorizar não somente sensações, mas
sentimentos de integração religiosa. Esta ideologia que se generalizou nos séculos
iniciais da Idade Média foi a causa de origem da monodia cristã.
Os Hinos e Cânticos da nova concepção musical inspiravam-se nos Salmos da
Bíblia. Solo e Côro, ou Coros alternados, dialogavam nas orações musicadas, sendo
que a participação de um dos grupos vocais às vezes não ia além dos "aleluias" e
"améns" que marcavam o fim de cada passagem.
Aos poucos, formaram-se artistas profissionais que aperfeiçoaram o canto das
melodias. A princípio, dividiram o texto em sílabas, atribuindo apenas um som a
cada uma delas (canto silábico). Mais tarde, por influência da música oriental, as
sílabas já reuniam vários sons, enriquecendo-se com um ornamento vocal
(melisma).
Os grandes centros da Igreja - Bizâncio, Roma, Antioquia e Jerusalém - eram
também os grandes centros da música, cada qual com sua liturgia musical
particular.
No século IV, em Milão, Santo Ambrósio criou um estilo que tomou o seu nome -
ambrosiano. Na mesma época, Santo Hilário compunha na França uma música de
características diferentes - o chamado estilo galicano. E três séculos depois, na
Espanha, Santo Isidoro seguiria uma terceira tendência - o estilo moçárabe.
Contudo, foi em Roma que se estabeleceram os padrões que deram ao canto
litúrgico da Igreja Romana uma forma fixa. Quem os organizou foi o fundador da
Schola Cantorum, Papa Gregório Magno - o que explica o nome de Canto
Gregoriano com o qual se tornou conhecido esse gênero musical. Caracterizava-se
por uma melodia linear e plana - o "cantus planus". Por isso chamam-no também,
mais tarde, de cantochão.
 
"Ars antiqua" - Antiga só no nome
Ao longo dos séculos e sob a influência de novas maneiras de cantar, o Gregoriano
se modificou, mas conservando o seu caráter monódico, uma vez que ele favorecia
a concentração religiosa. No século XIII, certos contracantos clandestinos se
infiltraram na melodia tradicional, subvertendo a liturgia que fixava os Tons da
Igreja. Com reprovação, os religiosos viram também que sua música começava a
denotar traços da criação musical erudita que se cultivava nos castelos e até das
canções populares dos aldeões.
Livre da rigidez litúrgica, esta música profana que podia reunir várias melodias no
mesmo canto era uma escapada na direção da polifonia. E o povo, ajudado pelos
trovadores, acabaria impondo sua fusão com o canto tradicional.
Apesar de todos os progressos feitos no campo musical durante esse período, a
História registrou-o com o nome de "Ars Antiqua". Na verdade, ao fim do século a
música já era uma arte nova.
Grande parte dos avanços da "Ars Antiqua" deve ser atribuída ao Mestrre Leoninus
e a seu aluno, Perotinus, que trabalhavam na Catedral de Notre-Dame, em Paris.
Mas, esses dois compositores, assim como outros da Idade Média, não puderam ir
muito longe, tolhidos pela precariedade dos meios de escrita musical. Havia
sistemas de notação, mas eram ruins.
O primeiro que apareceu baseava-se no alfabeto: as sete primeiras letras
representavam os sete sons da escala, começando pela nota lá. Depois, criaram-se
os neumas, sinais oriundos dos acentos grave, agudo, circunflexo, e do ponto.
Porém, a notação neumática tinha o defeito de não indicar a altura nem a duração
dos sons. Melhor que ela, era o método do monge Guido d'Arezzo (995-1050), que
adotou uma pauta de quatro linhas e definiu as claves de fá e dó para registrar a
altura dos sons. 

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Além disso, d'Arezzo deu nome às notas, tirando as sílabas iniciais de um
hino a São João Batista:
Ut queant laxis       Para que possam
REsonare fibris       ressoar as maravilhas
MIra gestorum      de teus feitos
FAmuli tuorum      com largos cantos
SOLve polluti        apaga os erros
LAbii reatum        dos lábios manchados
Sancte Ioannes.   Ó São João. 

(O UT mais tarde passou a chamar-se DÓ. Mas não se sabe quem o batizou, assim
como se ignora quem foi o padrinho do SI.) O Mensuralismo, inventado por Walter
Oddington e Franco de Colônia no século XII, também ajudou a evoluir a técnica
musical. Era um sistema que permitia medir o tempo sonoro, determinando uma
duração espeçífica para cada nota (breve, semibreve, mínima, semínima, colcheia,
semicolcheia, fusa, semifusa, quartifusa).
 
A novidade da "Ars nova"
Quando nasceu, na França, a polifonia erudita consistia numa forma bastante
simples de tirar efeito de um som contra outro. Mas esse jogo de "punctus contra
punctus" - o contraponto - facilitou a criação de novas formas vocais, como o
Motete, o Conducto e o Rondó. Era uma música diferente que se articulava.
Receberia o nome de Ars Nova.
O grande teórico da Ars Nova foi o Bispo Filipe de Vitry. Entretanto muitos outros
também cuidaram de dar precisão matemática às regras do canto coral, tornando
já conscientes certas combinações harmônicas.
Sem poder competir com as inovações da música profana, o canto católico se
encerrou nas igrejas. Esse recolhimento não o prejudicou: ao contrário, foi a partir
de então que ele se desenvolveu numa forma de expressão litúrgica, a Missa.
Graças a ela, ganharam evidência os organistas e mestres de capela. E ganhou
celebridade um compositor - Guillaume de Machaut (1310-1377). Poeta da côrte
francesa de Carlos V, criador de cantigas e baladas profanas, Machaut escreveu a
Missa da Sagração, que é considerada até hoje uma obra-prima.
Contudo, o verdadeiro espírito da Ars Nova do século XIV se revela é na fusão da
música erudita com a popular.
Compositores também notáveis desse período foram Jacopo da Bologna,
Gherardello da Firenze, Witzlav von Ruegen, Francesco Landino, Giovanni da
Cascia, Jean de Grouchy, Jean de Garlande e Johannes Ciconia.
 
A Renascença

 http://amartinho.home.sapo.pt/escola/latim/latim12/cultura/helenizacao
deroma.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Catulo

http://humanaelitterae.blogspot.com/2006/05/catulo-parte-ii.html

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http://www.educacional.com.br/upload/blogSite/5048/5048578/8577/1serie%202bim
%20Teatro%20Romano136201017549.pdf

http://www.scribd.com/doc/7252191/Nascimento-Do-Teatro-Em-Roma

http://www.museuteatroromano.pt/oteatro/TeatroClassico/Paginas/Hist
%C3%B3ria.aspx

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http://www.filologia.org.br/viiicnlf/anais/caderno08-05.html

http://www.suapesquisa.com/musicacultura/teatro_grego.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro

http://it.wikipedia.org/wiki/Deverbia

http://it.wikipedia.org/wiki/Cantica

http://rabuladeforo.blogspot.com/2009/12/la-musica-en-la-antigua-roma.html

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