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Aluno N.

º Turma Data - -

1 Seja f uma função de A em B , sendo A = {− 3 , − 2 , 1, 4} e B = {4 , 5 , 6 , 8} e f 2 1


a função inversa de f . O gráfico de f é Gf = {( − 3, 5 ) , ( − 2, 4 ) , (1, 6 ) , ( 4, 8 ) } .

Seja g uma função de domínio B definida por g ( x ) = 2 x − 4 .

Indica a afirmação verdadeira:


(A) f 2 1 ( 4) = 8 (B) ( g f ) (2 2 ) = f 2 1 ( 8 )
(C) (f g) ( 4) = ( g f ) ( 4) (D) f ( 6 ) = ( g f ) (2 3 )
21

2 Seja A = {− 3 , − 2 , − 1, 0 , 1, 2 , 3} e h uma função ímpar de A em ℝ .

h (1) = 4 , h ( − 2 ) = 3 e h ( 3 ) = − 5 . O contradomínio de h é:

(A) {− 5 , 3 , 4} (B) {− 5 , 0 , 3 , 4}

(C) {− 5 , − 4 , − 3 , 0 , 3 , 4 , 5} (D) {− 5 , − 4 , − 3 , 3 , 4 , 5}

3 Seja g uma função afim tal que g ( x ) = 2 x − 6 kx + 3 . Os valores de k que transformam g


numa função decrescente são os que pertencem ao conjunto:
 1 1 
(A) ]−∞ , 0[ (B) ]3 , + ∞[ (C)  − ∞ ,  (D)  3 , + ∞
 3  

4 Na figura está representada parte do gráfico de uma


função f de concavidade voltada para baixo.
A , B e C são pontos do gráfico de f , de abcissas a ,
b e c , respetivamente, e tais que a < b < c .
Sejam mAB e mBC os declives das retas AB e BC ,
respetivamente.
Quais os valores que podem corresponder a mAB e
mBC ?

(A) mAB = − 2 e mBC = −1 (B) mAB = − 2 e mBC = 1, 5

(C) m AB = −1, 4 e mBC = − 2 (D) mAB = 0 e mBC = 2

5 Dada uma função f sabe-se que Gf = {( − 4, − 1) , ( − 3, 2 ) , (1, 3 ) , ( 2, 5 )} .

x
Seja g a função definida por g ( x ) = f   .
4
Qual dos seguintes pontos pertence ao gráfico de g ?
(A) (1, 12 ) (B) (4 , 3) (C) ( −12 , 8 ) (D) ( − 1, − 1)
6 Acerca da função real de variável real f representada na figura, sabe-se que:
 é bijetiva;
 tem domínio [1, 4 ] ;

 tem contradomínio [ − 2 , 3] ;
 f (1) = 3 , f ( 3 ) = 0 e f (4) = − 2 .

Seja f 21 a função inversa de f .


6.1. Indica o valor de f −1 ( 3 ) .

6.2. Determina as coordenadas do ponto de interseção


do gráfico de f −1 com o eixo das ordenadas.

6.3. Considera a função g definida por g ( x ) = f ( x − 2 ) .


Identifica:
a) o domínio e o contradomínio de g ;
b) os zeros de g .

7 Na figura está representada graficamente uma função f


de domínio [ − 2 , 3 ] .

Sabe-se que nos pontos B e C a função atinge,


respetivamente, um máximo e um mínimo absolutos,
sendo B  − ,
3 11 
e C  , − 3  .
5

 2 4 2 

7.1. Indica o domínio e o contradomínio de cada uma


das seguintes funções:
5
a) g ( x ) = + f ( x + 4)
4
x
b) h ( x ) = f  
2

7.2. Seja i a função tal que i ( x ) = f ( x ) + 2k .


Determina os valores de k para os quais a equação i ( x ) = 0 é impossível.

7.3. Seja m a função do tipo m ( x ) = a + f ( x − b ) , a , b ∈ ℝ , tal que E ( 2 , 1) é o


ponto onde a função m atinge um mínimo absoluto.
Determina os valores de a e b .

8 Dada uma função f do tipo f ( x ) = ax 2 , sabe-se que os pontos A ( −1, 3 ) , B ( 2 , − 1) e


C ( 3 , − 2 ) pertencem ao seu gráfico. Conclui se a é positivo ou negativo.
1 f −1 ( 4 ) = 8 é falsa pois f −1 ( 4 ) = − 2 ;

( g f )( − 2 ) = g ( f ( − 2 ) ) = g ( 4 ) = 4 ;

f −1 ( 8 ) = 4 . Então, (g f )( − 2 ) = f −1 ( 8 ) é verdadeira.

(f g )( 4 ) = f ( g ( 4 ) ) = f ( 4 ) = 8 ;

( g f )( 4 ) = g ( f ( 4 ) ) = g ( 8 ) = 12 . A afirmação é falsa.

f −1 ( 6 ) = 1 ;

( g f )( − 3 ) = g ( f ( − 3 ) ) = g ( 5 ) = 6 . A afirmação é falsa.

Opção: (B)

2
Atendendo a que h ( − x ) = − h ( x ) , ∀ x , − x ∈ Df , o contradomínio de h é
{− 5 , − 4 , − 3 , 0 , 3 , 4 , 5} .

Opção: (C)

3 g ( x ) = 2 x − 6 kx + 3 ⇔ g ( x ) = ( 2 − 6k ) x + 3

O gráfico de g é uma reta. Para g ser decrescente, 2 − 6 k < 0 , ou seja, k > 1 .


3
Opção: (D)

4 Como a concavidade está voltada para baixo e a < b < c , então mAB > mBC .
Isto acontece para m AB = −1, 4 e mBC = − 2 .

Opção: (C)

4
g ( 4 ) = f   = f (1) = 3 .
4
5
O ponto (4 , 3) pertence ao gráfico de g .

Opção: (B)

6.1. Seja f ( 3 ) = x . Então f ( x ) = 3 , ou seja, x = 1 .


−1

6.2. Pretende-se conhecer f ( 0 ) .


−1

Considerando f ( 0 ) = a , tem-se f ( a ) = 0 , ou seja, a = 3 .


−1

Então, o ponto de interseção do gráfico de f −1 com o eixo das ordenadas é (0 , 3) .


6.3. a) O domínio de f é [1, 4] . Então, o domínio de g é [3 , 6 ] .

O contradomínio mantém-se: [ − 2 , 3] .

b) Se 3 é zero de f , então 5 é zero de g .

7 7.
 7 
7.1. a) Dg = [ − 6 , − 1] e D' g =  − , 4 
 4 
 11
b) Dh = [ − 4 , 6 ] ; D' h =  − 3 ,
 4 

7.2. A equação i ( x ) = 0 é impossível se 2k > 3 ∨ 2k < − 11 , ou seja, k > 3 ∨ k < − 11 .


4 2 8

Então, k ∈  − ∞ , −  ∪  , + ∞  .
11 3
 8  2 

7.3. Como o ponto onde f admite o mínimo absoluto é  , − 3  , conclui-se que:


5
2 
−3 + a = 1 ⇔ a = 4 .
5 1
Por outro lado, +b=2⇔ b=− .
2 2

Então, a = 4 e b = − 1 .
2

8 Podemos observar que as abcissas de A , B e C são crescentes.


Sejam mAB e mBC os declives das retas AB e BC , respetivamente.

Então, tem-se:
−1− 3 4
mAB = =−
2 +1 3

−2 +1
mBC = = −1
3−2

Verifica-se que mAB < mBC , o que significa que os declives são crescentes, isto é, a
concavidade está voltada para cima. Então a > 0 , isto é, a é positivo.
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1 Relativamente à função definida por f ( x ) = − ( x − a )2 + b , a , b ∈ ℝ , sabe-se que o seu

contradomínio é  − ∞ ,  e que x = 3 é o eixo de simetria do seu gráfico. Então, pode


5
 2
concluir-se que:
5 5
(A) a= e b=3 (B) a= e b = −3
2 2
5 5
(C) a = −3 e b = (D) a=3 e b=
2 2

2 De uma função quadrática g , sabe-se que satisfaz as seguintes condições:


f ( − 1) = f ( 5 ) = 0

ℝ + ⊂ D 'f
f (a) > 0 , a ∈ ℝ

Então, pode concluir-se que:


(A) a ∈] − 1, 5[ (B) a ∈ ℝ+
(C) a ∈ ]− ∞ , − 1[ ∪ ]5 , + ∞[ (D) a ∈ ]5 , + ∞[

3 No referencial da figura estão representadas


graficamente duas funções f e g , definidas por
polinómios do 3.° e 2.° graus, respetivamente. Pode
concluir-se que o conjunto-solução da condição
f ( x ) × g ( x ) ≥ 0 é:
(A) ]− ∞ , 3 ] (B) ]1, 2[ ∪ ]3 , + ∞[
(C) [1, 2] ∪ [ 3 , + ∞[ (D) [1, 2] ∪ [3 , + ∞[ ∪ {− 2}

4 De uma função quadrática f sabe-se que tem vértice (2 , − 4) e f (5) > 0 .

Sendo g uma função tal que g ( x ) = f ( x ) − 1 , pode concluir-se que o contradomínio de g é:

(A) [3 , + ∞[ (B) [ − 1, + ∞[
(C) [1, + ∞[ (D) [− 5 , + ∞[

5 Na figura está representada graficamente uma função h


definida por uma expressão do tipo h ( x ) = a + b x − c ,
a , b , c ∈ ℝ , sendo a ≠ 0 .
A partir da informação dada na figura conclui-se que os
valores de a , b e c são:
(A) a = 2 , b = 4 e c = 2 (B) a = 4 , b = 6 e c = 2
(C) a = 4 , b = −1 e c = 2 (D) a = 4 , b = 1 e c = 2
6 Seja f uma função quadrática definida por f ( x ) = − 2 ( x + 1)2 − 3 e a família de funções g
do tipo g ( x ) = k ( x − 1)2 + k 2 − 9 , k ∈ ℝ \ {0} .

6.1. Relativamente à função f , identifica:


a) o seu domínio e contradomínio;
b) coordenadas do vértice e eixo de simetria do seu gráfico.

6.2. Considera k = 1 e determina os valores de x para os quais g ( x ) ≤ 0 .

6.3. Determina o (s) valor (es) de k para o (s) qual (ais) o contradomínio de g é ]−∞ , 16 ] .

7 Na figura está representada uma função f definida


em [3 , 7 ] por f ( x ) = ( x − 5 ) + 1 .
2

Sabe-se que os pontos C e D , de abcissas


respetivamente 3 e 7 , têm ordenada b .

7.1. Determina o contradomínio de f .

7.2. Considera os pontos A e B pertencentes ao


gráfico de f e com a mesma ordenada.
Seja x a abcissa de A .
a) Mostra que a área do trapézio [ABCD] é dada por A ( x ) = x − 17 x + 91x − 147 .
3 2

b) Recorrendo à calculadora gráfica, determina as coordenadas do ponto A para as


quais a área do trapézio [ABCD] é máxima.
Apresenta o resultado arredondado às décimas (nos cálculos intermédios, se
procederes a arredondamentos, conserva pelo menos 3 casas decimais).

8
No referencial da figura encontra-se representada
graficamente uma função g definida por
g ( x ) = 6 x − x 2 e a reta y = 2 que interseta o gráfico
de g nos pontos A e B .

8.1. Sabendo que o domínio de g é um intervalo do tipo


[0 , a ] , calcula a .
8.2. Determina as coordenadas dos pontos A e B .

8.3. Seja h a função afim definida por h ( x ) = 3 − 2 x .


3
a) Resolve a inequação h ( x ) = g   .
5
b) Determina os valores de x para os quais g ( x ) − h ( x ) < 0 .
5
f ( x ) = − ( x − 3) +
2
1
2
Opção: (D)

2 Se ℝ + ⊂ D' f , a parábola tem a concavidade voltada para cima.

Como - 1 e 5 são zeros da função, então f ( a ) > 0 § a ∈ ]−∞ , − 1[ ∪ ]5 , + ∞[

Opção: (C)

x -? −2 1 2 3 +?
f (x) - 0 + 0 - - - 0 +
g (x) + 0 - - - 0 + + +
f (x)× g (x) - 0 - 0 + 0 - 0 +

Opção: (D)

4 Se o vértice é (2 , − 4 ) e f ( 5 ) > 0 , então o contradomínio de f é [− 4 , + ∞[ .

Assim, pode concluir-se que o contradomínio de g é [−1, + ∞[ .

Opção: (B)

5 O domínio de h é caracterizado por x ≥ c . Então, c = 2 .


Atendendo a que h ( 2 ) = 4 , então a = 4 . Por outro lado, h ( 6 ) = 2 . Então, b = −1 .

Opção: (C)

6
6.1. a) Df = ℝ e D' f =] − ∞ , − 3 ]

b) Vértice: ( − 1, − 3 ) ; eixo de simetria: x = −1 .

6.2. Para k = 1 , tem-se g ( x ) = ( x − 1) − 8 .


2

g ( x ) ≤ 0 § x 2 − 2 x − 7 ≤ 0 . Zeros de g : 1 − 2 2 e 1 + 2 2

x -? 1− 2 2 -1+ 2 2 +?
f (x) + 0 - 0 +

Então, x ∈ 1 − 2 2 , 1 + 2 2  .
 

6.3. Para o contradomínio de g ser ] − ∞ , 16 ] , deve verificar-se k 2 − 9 = 16 ∧ k < 0 .

k 2 = 25 ∧ k < 0 § (k = 5 ∨ k = − 5) ∧ k < 0 § k = −5 .
7

7.1. f ( 3 ) = f ( 7 ) = 5 . O vértice tem coordenadas ( 5 , 1) . Então, D 'f = [1, 5] .


a) Sabe-se que b = 5 e CD = 7 − 3 = 4 . Atendendo à simetria da parábola,
AB = 4 − 2 ( x − 3 ) = 10 − 2 x . A altura do trapézio é dada por 4 − f ( x ) .

( )
Então, A ( x ) = 4 + 10 − 2 x × ( 5 − f ( x ) ) = 14 − 2 x × 5 − ( x − 5 )2 − 1 =
2 2
= ( 7 − x ) × ( − x 2 + 10 x − 21) = − 7 x 2 + 70 x − 147 + x 3 − 10 x 2 + 21x =
= x 3 − 17 x 2 + 91x − 147

b) Inserindo na calculadora a expressão da área


A ( x ) = x 3 − 17 x 2 + 91x − 147 e definindo uma janela de
visualização ajustada ao domínio [ 3, 7 ] , visualiza-se
uma representação gráfica da função da qual se
identifica o máximo.
A abcissa de A é 4,3333 . Então:
f ( 4,3333 ) = ( 4,3333 − 5 ) + 1 ≈ 1, 4 . Tem-se A ( 4,3 ; 1, 4 ) .
2

8.1. 6 x − x 2 ≥ 0 § x ∈ [0 , 6] .
x -? 0 6 +?
f (x) - 0 + 0 -
Conclui-se que a = 6 .

8.2. g ( x ) = 2 § 6 x − x 2 = 2 § 6 x − x = 4 ∧ x ∈ Dg §
2

− 6 ± 36 − 16
§ − x2 + 6x − 4 = 0 ∧ 0 ≤ x ≤ 6 § x = ∧0≤ x ≤6 §
−2
§ x =3− 5 ∨x =3+ 5

(
A 3 − 5, 2 ) (
e B 3+ 5 , 2 )
3 2
9 §
8.3. a) h ( x ) = g   § 3 − 2 x = 6 × 3 −  3  § 3 − 2 x =
 
5 5 5 5

§ 3 − 2 x = 9 ∨ 3 − 2 x = − 9 § 15 − 10 x = 9 ∨ 15 − 10 x = − 9 §
5 5
§ x = 0,6 ∨ x = 2,4
b) g ( x ) − h ( x ) < 0 § 6x − x2 < 3 − 2x § 6x − x2 < 3 − 2x §
6 x − x 2 < ( 3 − 2x )
2
‹ 0 ≤ x ≤ 6 ‹ 3 − 2x > 0 §

§ 6 x − x 2 < 9 − 12 x + 4 x 2 ∧ 0 ≤ x ≤ 6 ∧ x < 3 § − 5 x 2 + 18 x − 9 < 0 ∧ 0 ≤ x < 3


2 2
3
Cálculo auxiliar: − 5 x 2 + 18 x − 9 = 0 § x = ∨ x = 3
5
3 3 3 3
Então, − 5 x 2 + 18 x − 9 < 0 ∧ 0 ≤ x < § x < ∧0≤ x < § 0≤x<
2 5 2 5
 3
x ∈ 0, 
 5

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