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AVALIAÇÃO DA DURABILIDADE DE

ARGAMASSAS INORGÂNICAS COM


ADIÇÃO DE POZOLANA
Mota, João Santana, Pedro
Professor Doutor ENGENHEIRO CIVIL
INSTITUTO FEDERAL DE PERNAMBUCO/ BRASIL CSENG/Brasil
joaomota@recife.ifpe.edu.br pedro@campossantana.com.br

Moraes, João Santos, André


Graduando em engenharia civil Mestre
INSTITUTO FEDERAL DE PERNAMBUCO/ BRASIL INSTITUTO FEDERAL DE PERNAMBUCO/ BRASIL
joaovictor.o.moraes@gmail.com andresantos@recife.ifpe.edu.br

Lima, Miélix
Químico industrial e Mestrando
INSTITUTO FEDERAL DE PERNAMBUCO/ BRASIL
mielixlima@recife.ifpe.edu.br
1. INTRODUÇÃO
► Reforço com arg. armada → Alvenaria estrutrural;

► Argamassa para fachada (Objeto dessa pesquisa)

 Maior causa das manifestações patológicas


em revestimentos de fachadas, REDUZ a
extensão de aderência na interface
base/argamassas).

 O povoamento de cálcio nos poros do


substrato, ELEVA a extensão de aderência.

 Adições minerais: ↑ trabalhabilidade; ↓


exsudação e permeabilidade; ↑ a resistência
mecânica etc.

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2. OBJETIVOS

O presente estudo tem como objetivo analisar a


influência de diferentes teores de metacaulim na
durabilidade de argamassas.

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3. METODOLOGIA

 MATERIAIS: cimento Portland CP II Z – 32; cal tipo CH-I; pozolana


metacaulim; areia natural média.

 ENSAIOS: resistência à compressão; módulo de elasticidade dinâmico;


velocidade de propagação da onda ultrassônica; carbonatação; cloretos
solúveis.

 Os CP´s moldados em forma cilíndrica de 5 cm x 10 cm.

 Observou-se a matriz de consistência 200 +/- 20 mm determinado na


mesa de flow table.

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3. METODOLOGIA

 Método acelerado de
envelhecimento para avaliação
de desempenho

Carbonatação
(CPC-18, RILEM, 1988)

CP’s na câmara de carbonatação (seta vermelha);


Após a retirada da câmara com aspersão da solução de fenolftaleína
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3. METODOLOGIA
 Cloretos livres: câmara de
cloretos → 192 horas; umidade
(95 +/- 4)%; teor de cloreto PA de
5%; temperatura (55 +/- 5)°C.

 Aspersão de solução com nitrato


de prata → presença de cloretos. Corpos de prova no interior da câmara de cloretos

 Coletas das amostras análise do


teor de cloretos em relação ao
cimento em laboratório específico.

Corpos de prova após maturação à câmara de


cloretos com aspersão de nitrato de prata
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3. METODOLOGIA
Tabela 5 – Amostras analisadas nos ensaios de durabilidade
Traço médio – 1:1:6:1,5 Traço forte – 1:0,5:4,5:1,5
0% Metacaulim 0% Metacaulim
8% Substituição de parte do cimento 8% Substituição de parte do cimento
15% Substituição de parte do cimento 15% Substituição de parte do cimento
8% Adição pura em relação ao cimento 8% Adição pura em relação ao cimento

15% Adição em relação ao cimento 15% Adição em relação ao cimento

Ensaios: Resistência à compressão, módulo de elasticidade dinâmico, velocidade de


propagação da onda ultrassônica → aos 90 dias; carbonatação e cloretos → (condição (a):
10 meses; condição (b): mais 24 horas na câmara de carbonatação; condição (c): mais 72
horas de exposição.

Exemplares: 12 réplicas para as propriedades mecânicas; 3 réplicas para carbonatação e


para cloretos.
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4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

Módulo de elasticidade dinâmico (linhas de tendência


linear e barras de erros com desvio padrão)

Resistência à compressão (linha de tendência


linear e barras de erros com desvio padrão)

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4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

Classificação da velocidade ultrassônica em compósitos cimentícios (WHITEHURST, 1966 apud RODRIGUES, 2003)

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4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

Três condições de maturação traço médio (linhas de


tendência exponencial e barras com erros padrão)

Três condições de maturação traço forte forte (linhas de


tendência exponencial e barras com erros padrão)

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4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

• Para determinar o teor de


cloretos, utilizou-se o
método ASTM C 1152, em
laboratório específico por
titulação potenciométrica
usando eletrodo seletivo
para cloretos.

Teores de cloretos (Média com linhas de tendência exponencial e barras


com erros padrão)

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5. CONCLUSÕES

Os resultados mostraram com um traço “forte” e 15% de adição pura de


metacaulim, sobressaiu diante as demais amostras, de tal forma que se
poderá inferir, a saber:

(a) maior resistência à compressão e módulo de elasticidade → menor


porosidade;

(b) maior velocidade da onda ultrassônica → satisfatória densificação;

(c) menor espessura carbonatada → importante proteção em centros


urbanos;

( d) menor teor de cloretos solúveis → importante para regiões marinhas.

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6. AGRADECIMENTOS

• Instituto Federal de Pernambuco (IFPE).

• Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

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7. CONTATO

Prof. Dr. João Manoel de Freitas Mota.


Instituto Federal de Ciências e Tecnologia de Pernambuco

joaomota@recife.ifpe.edu.br

joaomanoelfreitas.wixsite.com/joaomanoel

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