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Vamos elaborar uma cruzadinha das competências socioemocionais:

Para isso leia o texto abaixo e formule 7 questões sobre ele, mas atenção, a resposta deve ser apenas 1 palavra, pois com essa
resposta você irá montar a cruzadinha.
Você deve entregar esta folha com as perguntas e a cruzadinha em branco, e outra folha somente com as respostas.
Mãos à obra!
EMPATIA
Empatia é a capacidade psicológica de sentir o que sentiria outra pessoa, caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. É
tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar o que sente outro indivíduo.
A empatia leva as pessoas a ajudarem umas às outras. Está intimamente ligada ao altruísmo - amor e interesse pelo próximo - e à
capacidade de ajudar. A empatia também ajuda a compreender melhor o comportamento alheio em determinadas circunstâncias e a forma como
outra pessoa toma as decisões. Um exemplo de empatia seria o caso de racismo, por exemplo. Ao ver ou saber que uma pessoa sofreu racismo,
você pode ter empatia por ela, tentando entender o que ela sentiu ao sofrer com o episódio. Mesmo que o caso de racismo não seja diretamente
com você, o sentimento de se colocar no lugar do outro e acolher a dor sofrida por ele são manifestações de empatia. Sendo assim, o  antônimo
da empatia seria a indiferença ao que o outro sofre. Com origem no termo em grego empatheia, que significava "paixão", a empatia pressupõe
uma comunicação afetiva com outra pessoa e é um dos fundamentos da identificação e compreensão psicológica de outros indivíduos.
Ser empático é se identificar com outra pessoa ou com a situação vivida por ela. É saber ouvir os outros e se esforçar para
compreender os seus problemas, suas dificuldades e as suas emoções. Quando alguém diz “houve uma empatia imediata entre nós”, isso significa
que houve um grande envolvimento, uma identificação instantânea. O contato com a outra pessoa gerou prazer, alegria, satisfação e
compatibilidade. Nesse contexto, a empatia pode ser considerada o oposto de antipatia.
Para ser empático é preciso conseguir ultrapassar as barreiras do egoísmo, do preconceito ou do medo do que é desconhecido ou diferente.
A empatia pode ocorrer em todos os tipos de relacionamentos humanos: nas relações familiares, nas amizades, no ambiente de trabalho e até
mesmo com pessoas desconhecidas.
Nas relações pessoais a empatia pode ser fundamental para a compreensão de dificuldades das pessoas com quem se convive, ajudando a
diminuir e evitar conflitos.
A empatia entre pessoas que não se conhecem é a mais difícil de ocorrer, já que se caracteriza por um sentimento de compreensão com
uma pessoa com quem não existe nenhum vínculo de afeto. Entretanto, é importante saber que a empatia é um sentimento que pode ser
praticado. Uma das maneiras de exercitar a empatia é treinar manter um olhar de afeto sobre as necessidades de outras pessoas.
Vamos elaborar uma cruzadinha das competências socioemocionais:
Para isso leia o texto abaixo e formule 7 questões sobre ele, mas atenção, a resposta deve ser apenas 1 palavra, pois com essa
resposta você irá montar a cruzadinha.
Você deve entregar esta folha com as perguntas e a cruzadinha em branco, e outra folha somente com as respostas.
Mãos à obra!
RESPONSABILIDADE
A criatividade pode receber várias definições a partir do ponto de vista com que é questionada. Sob o ponto de vista humano, a
criatividade é uma qualidade adquirida e iniciada na infância que busca em ideias a fonte para criar novas coisas. Durante essa fase é que o
potencial criativo é ou não ativado. Esse, que é a capacidade de produzir e transformar o ambiente segundo as necessidades, se desenvolve graças
aos estímulos e elogios que a criança recebe de outras pessoas.
A criatividade é uma qualidade adquirida por pessoas curiosas que buscam inspiração em informações e têm a sensibilidade de percebê-
las de forma diferente. Pessoas criativas possuem comportamentos diferentes: são curiosas ao extremo, são persistentes, são bem humoradas, são
independentes em seus atos e responsáveis por tais, possui rápida desenvoltura em atividades, fácil percepção, habilidade no aprendizado e ainda
são grandes visionárias, já que conseguem prever as consequências possíveis de ocorrer em suas criações por erros ou imprevistos.
A criatividade é uma qualidade que pode também se desenvolver após a infância. Para isso deve-se adquirir hábitos como dormir no
mínimo oito horas, anotar ideias que surgem no decorrer do dia para executá-las, caminhar ao ar livre, evitar locais que enfraquecem o cérebro
com barulhos e excessos, traçar objetivos, utilizar o tempo ocioso a favor da criatividade, sempre fazer anotações, ser curioso em todos os
aspectos.
Como dizia Thomas Edison “Minhas invenções são fruto de 1% de inspiração e 99% de transpiração”. E ainda Bernard Shaw (filósofo) “As
pessoas que vencem nesse mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e, quando não as encontram, as criam”.
A criatividade e a inovação são características presentes em toda história da humanidade. Grande parte das facilidades que temos na
atualidade, desde a roda até a eletricidade, surgiram a partir de pensamentos fora da caixa. São as ideias criativas e inovadoras que nos
fazem evoluir enquanto sociedade.  Para além dos grandes feitos e descobertas da história, diversas empresas na atualidade já se atentaram para a
importância de investir e estimular a criatividade e a inovação em seus ambientes de trabalho.   Quando pensamos em inovação, é comum que
descobertas ou criações geniais venham à nossa mente. 
Claro que esses grandes feitos têm altas doses de inovação em seu DNA, mas o conceito é bem mais simples do que pensamos.  A palavra
inovação deriva do termo latino innovatio, referindo-se a uma ideia, método ou objeto que é criado e que não se assemelha aos padrões
anteriores. Além disso, o conceito de inovação está muito associado à aplicabilidade. Ou seja, inovação é criar algo novo e que atenda a uma
necessidade real, impactando positivamente a qualidade de vida e o desenvolvimento humano.  
Vamos elaborar uma cruzadinha das competências socioemocionais:
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Mãos à obra!
SOCIABILIDADE E SOCIALIZAÇÃO
O mundo social é composto das características culturais e de estruturas sociais, institucionais ou não, que fundamentam e guiam o
comportamento daqueles que fazem parte deste mundo. Para que o indivíduo que nasce nesse meio o compreenda, ele deverá aprender os
aspectos culturais vigentes dessa sociedade. Esse processo de aprendizagem é chamado de socialização.
Como já sabemos, não nascemos com traços culturais embebidos em nossas mentes. A socialização, enquanto aprendizagem de uma
cultura, acontece no convívio diário da criança, que nasce já inserida em uma comunidade que possui formas definidas de compreender sua
realidade e de interagir com os demais membros de sua sociedade. Esse processo é responsável por garantir que o novo sujeito social aprenda
como se guiar em meio ao mundo de significados que a sua realidade possui, e exercerá grande influência sobre seu comportamento.
Embora se inicie na infância, o processo de socialização não termina na vida adulta. As experiências são diferentes nas várias etapas da
vida humana, onde entramos em contato com pessoas diferentes e convivemos com gerações diferentes que, por terem vivido um outro período
de tempo e visto que o comportamento e compreensão de mundo se altera no decorrer da vida, possuem formas diferentes de ver o mundo. Esse
contato com diferentes gerações garante a continuidade do processo de socialização. No decorrer da socialização de um indivíduo, ele entrará em
contato com um enorme número de contextos e grupos sociais que lhe apresentarão a um grande número de visões significativas (interpretações
de contextos) do mundo social.
A primeira fase de socialização se dá na infância e é o período de maior aprendizagem cultural da vida do ser humano, que aprende sua
primeira língua e começa a ter seu comportamento moldado pelo convívio social com sua família. O segundo período acontece na fase mais
madura do ser humano, no fim de sua infância e no início de sua vida adulta. Nesse momento, outros agentes passam a ter maior impacto na
socialização do sujeito. A escola, os grupos de amigos que vêm de diferentes realidades, a mídia e posteriormente o âmbito do trabalho, trazem
consigo uma bagagem de valores, normas e crenças que estão agregadas à realidade social e cultural na qual o indivíduo se insere . O processo de
socialização é construído no meio social, mas não quer dizer que a individualidade do sujeito inexista ou que ela não esteja ligada ao processo.
Embora nosso convívio com os diferentes atores do mundo social exerça forte influência na construção do indivíduo social, a liberdade e a
individualidade também tomam parte na construção de nossa identidade. É a identidade do indivíduo que é parte fundamental da construção da
individualidade do sujeito, já que é nela que estão inseridas as particularidades de cada um: nossas prioridades de valores, crenças, orientação
sexual, nacionalidade etc.
Vamos elaborar uma cruzadinha das competências socioemocionais:
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Mãos à obra!
RESILIÊNCIA EMOCIONAL
Resiliência emocional é a capacidade de não se deixar abater por sentimentos e emoções controversas e seguir com os
planos traçados, mesmo quando tudo parece dar errado. É a confiança e o otimismo de que o objetivo precisa ser alcançado. Essa
habilidade não é inata. Isso quer dizer que é possível desenvolvê-la a partir das atitudes e dos hábitos corretos. Estimulando os
aspectos que orientam a resiliência, tem-se mais  equilíbrio, bom senso e saúde.
Resiliência emocional está relacionada à capacidade de alguém lidar com as próprias emoções, demonstrando equilíbrio e controle sobre
suas reações emocionais, como por exemplo raiva, insegurança e ansiedade, sem apresentar mudanças bruscas. Pessoas com maior nível dessa
competência confiam mais em suas capacidades para desenvolver tarefas e regular suas emoções. Já aquelas com níveis mais baixos tendem a ser
emocionalmente mais instáveis, afetando-se facilmente pelas situações cotidianas. Pode ser difícil para elas voltarem a um estado emocional de
tranquilidade uma vez que tendem a ser mais irritadiças, ansiosas e impulsivas. Podem apresentar também dificuldade em confiar em si mesmas e
em seu potencial, preocupando-se em não alcançar as expectativas. Indivíduos que desenvolvem resiliência emocional conseguem lidar com
situações adversas com tranquilidade e positividade.
Quando confiam em si mesmos e são capazes de gerenciar suas emoções, são menos propensos a se desestabilizarem frente a opinião dos
outros, críticas, situações desafiadoras ou aquelas que não estão sob seu controle. No fazer docente, essa macrocompetência pode se expressar
principalmente na capacidade do professor em regular as próprias emoções diante das demandas profissionais e de interação com os estudantes e
comunidade escolar como um todo, de modo a não gerar desgastes desnecessários a si mesmo e aos outros. A macrocompetência resiliência
emocional é composta por três competências socioemocionais: tolerância ao estresse, tolerância à frustração e autoconfiança, ligadas a
comportamentos que podem favorecer melhor adaptação ao ambiente.
O ponto-chave na resiliência emocional é compreender em que medida essas emoções nos ajudam ou apenas atrapalham no
desenvolvimento de nossas tarefas e relacionamento interpessoal. Sentidas de forma desproporcionais, a ansiedade, a raiva e a frustração podem
dificultar a resolução de nossos desafios, nos desgastando significativamente. Quando nos equilibramos emocionalmente e desenvolvemos a
resiliência, somos capazes de ver as situações com clareza, o que nos apoia para sermos assertivos, expormos nossas opiniões e tentarmos
modificar aquilo que nos desagrada.

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