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UNIVERSIDADE LICUNGO

FACULDADE DE CIENCIAS E TECNOLOGIAS


Curso de Química com Habilitações em Gestão em Laboratório

Albino José Joaquim


Albino Diniz João
Castro pereira António
Janeiro Alfredo

Avaliação Do Trabalho Dos Alunos Nas Actividades


Experimentais
- Instrumentos De Avaliação Da Actividade Experimental

Beira
2021
Albino José Joaquim

Albino Diniz João

Castro pereira António

Janeiro Alfredo

Avaliação Do Trabalho Dos Alunos Nas Actividades Experimentais


- Instrumentos De Avaliação Da Actividade Experimental

Trabalho a ser entregue ao Departamento de


Química, da Faculdade de Ciências e Tecnologias,
da Universidade Licungo, Extensão da Beira, para
fins avaliativos, na cadeira de Didáctica de
Química III

3º Ano 2º semestre

Docente: Msc. Crimíldia Chidassicua

de avaliação.

Beira

2021
Índice
Introdução................................................................................................................................... 3
Conceito de Avaliação ................................................................................................................ 4
Classificação de avaliação da aprendizagem ................................................................................ 5
Avaliação formal e avaliação informal ..................................................................................... 5
Avaliação diagnostica .............................................................................................................. 5
Auto-avaliação ........................................................................................................................ 5
Avaliação formativa ................................................................................................................ 5
Avaliação mediadora ou somática............................................................................................ 6
Técnica e Instrumentos de avaliação nas actividades experimentais ............................................ 6
Técnica de inquérito ................................................................................................................ 7
Técnica de Observação ............................................................................................................... 7
Técnica de análise de documentos ........................................................................................... 9
Relatório tradicional............................................................................................................. 9
V de Gowin ......................................................................................................................... 9
Caderno do laboratório....................................................................................................... 10
Pasta do aluno ou portfolio................................................................................................. 11
Ficha de auto-avaliação ...................................................................................................... 11
Potencialidades e limitações das diferentes técnicas e instrumentos de avaliação ....................... 12
Conclusão ................................................................................................................................. 13
Referências Bibliográficas ........................................................................................................ 14
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Introdução

Pretende-se com o presente trabalho, abordar sobre a avaliação do trabalho dos alunos nas
actividades experimentais – instrumentos de avaliação da actividade experimental. A
experimentação desperta um interesse entre alunos nos diversos níveis de escolarização.

As atividades experimentais no ensino de Ciências em sala de aula propõe uma execução,


aplicação e elaboração de conhecimentos científicos, o que amplia na apropriação de uma
construção mais significativa de saberes e questionamentos, o aluno passa ser um ativo do seu
próprio conhecimento, pela tentativa e erro, pelas tomadas de decisões e assim, tornando esse
método educacional um rico instrumento eficaz e progressivo, além de desenvolver
habilidades com capacidades individuais e coletivos e despertar o interesse no aluno que aprende
mais motivado. Assim, o professor deve estar preparado para avaliar esses procedimentos
investigativos, dando enfoque no que produziu, como saiu das situações e entender que as
atividades experimentais tem o papel importante nas inter-relações do aluno, um facilitador no
processo ensino-aprendizagem.

A elaboração deste trabalho deu-se através de pesquisas bibliográficas realizadas


em livros e na internet
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Conceito de Avaliação

Existem várias definições para o que vem a ser a Avaliação da aprendizagem algumas
parecidas, e outras diferentes. A seguir serão apresentados algumas definições de alguns autores
que tratam sobre avaliação de aprendizagem.

Segundo (Luckesi, 2002, pp. 28-29) a avaliação escolar é uma apreciação qualitativa
sobre dados relevantes do processo de ensino e aprendizagem que auxilia o professor a tomar
decisões acertadas em sua prática pedagógica.

Para (Estaban, 1996, pp. 14-20) avaliar- significa investigar o movimento de construção
do conhecimento pelo aluno, mediado pela acção escolar. Perrenoud compartilha de uma ideia
parecida e faz uma critica a supervalorização dos exames classificatórios.

Na avaliação da aprendizagem, o professor não deve permitir que os resultados das


provas periódicas, geralmente de caráter classificatório, sejam supervalorizados em
detrimento de suas observações diárias, de caráter diagnóstico. A avaliação é um
processo que deve estar a serviço das individualizações da aprendizagem
(Perrenoud, 1999, p. 54)

A maioria das vezes o processo de avaliação da aprendizagem tem se resumido apenas a


exames classificatórios que não levam em consideração todo o processo de ensino-aprendizagem
e a participação do aluno nesse processo. Para compreender melhor a diferença entre esses dois
conceitos podemos nos apropriar das ideias de Luckesi, segundo o qual:

Avaliar é o ato de diagnosticar uma experiência, tendo em vista reorientá-la para


produzir o melhor resultado possível; por isso, não é classificatória, nem seletiva, ao
contrário, é diagnóstica e inclusiva. Já examinar é classificatório e seletivo, não se
destina à construção do melhor resultado possível (Luckesi, 2002, p. 54)

De salientar que os instrumentos convencionais como as provas são parte importante do


processo de avaliação da aprendizagem, mas estes não devem ser vistos como único meio para se
realizar a prática avaliativa.
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Classificação de avaliação da aprendizagem


A avaliação da aprendizagem pode ser classificada de várias maneiras dependendo da
forma como é apresentada aos alunos e de acordo com o que visa avaliar principalmente.
Associadas ao conceito de avaliação das aprendizagens dos alunos encontramos seguintes
modalidades de avaliações de aprendizagem.

Avaliação formal e avaliação informal


Segundo (Boas, 2006, pp. 75-90)a avaliação feita no âmbito escolar pode ser classificada
em formal e informal a primeira é a mais comummente usada que no geral tem data e horário pré-
estabelecido e conhecido por alunos e professores e que no geral tem um parecer em forma de
nota. Já a avaliação informal acontece sem tempo e espaço pré-estabelecido e é advinda da
interação entre alunos e professores. Dentro das avaliações formais e informais existem outras
classificações da avaliação da aprendizagem a seguir serão apresentadas algumas delas

Avaliação diagnostica
A prática diagnóstica tem o papel de verificar a presença e a ausência dos conhecimentos
adquiridos, que podem ser vistos como pré-requisitos para que o aluno possa iniciar a
aprendizagem a partir de determinado nível. Porém, nesse tipo de acção não há, necessariamente,
a intervenção do professor para possíveis melhorias. A função da avaliação diagnóstica para o
aluno está relacionada ao auto avaliação e seu desenvolvimento (Santos, 2008).

Auto-avaliação
A auto-avaliação é uma maneira de avaliar que tem o objectivo de fazer com que os
alunos avaliem seu próprio rendimento e reconheçam os pontos fortes e fracos no processo de
ensino e aprendizagem no qual se vê inserido.
Avaliação formativa
A avaliação formativa é baseada na interação do professor e do aluno e no
comprometimento de ambos com o processo de ensino e aprendizagem. Nesse tipo de abordagem
os erros adquirem uma conotação positiva e não mais negativa, pois é por meio deles que será
possível aperfeiçoar o processo de ensino-aprendizagem. A postura mediadora do professor é
essencial na avaliação formativa (Hoffmann, 2009)
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Avaliação mediadora ou somática


A concepção de avaliação mediadora proposta por (Hoffmann, 2009) assume, diante da
dinâmica da própria sala de aula, três tempos da avaliação. Em um primeiro momento o professor
deve se preocupar em saber como é, e não em como queria que fosse, é um tempo de aprender a
observar, registar, reunir dados, ler tarefas, escutar os alunos, trocar ideias com outros
professores.
Em um segundo momento o professor deve ter um tempo de reflexão, é tempo de aprender a
questionar hipóteses o tempo todo. E em um último momento o professor deve se reconhecer
como sujeito comprometido com o processo de ensino e aprendizagem. É tempo de estudo e
preparação.

Técnica e Instrumentos de avaliação nas actividades experimentais

A recolha de informação efetuada pelo professor acerca das aprendizagens realizadas


pelos alunos em associação com as actividades laboratoriais pode incidir na execução do
procedimento laboratorial e nos conhecimentos conceptuais e procedimentais mobilizados
pelos alunos, quer para compreender procedimentos fornecidos quer para interpretar dados
recolhidos, quer ainda para resolver problemas. Essa recolha de informação pode também
incluir a análise que os alunos fazem do trabalho por eles próprios realizado.

A informação pode ser recolhida à custa de três técnicas diferentes (DeKetele & Roegiers,
1996)

 Por observação dos alunos aquando da realização das actividades laboratoriais;


 Por inquérito, através de respostas dadas pelos alunos, por escrito ou oralmente, a
questões que lhes são colocadas antes, durante ou após a execução do procedimento
laboratorial;
 Com base em documentos produzidos pelos alunos.
As diversas técnicas podem ser concretizadas através de um ou mais tipos de
instrumentos, conforme se indica no quadro a seguir:

Quadro 1 - técnicas e instrumentos de avaliação das actividades experimentais


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Técnicas Instrumentos

Testes escritos
Inquérito Questionários (de opinião e atitude)
Entrevistas
Grelhas de observação
Observação Listas de verificação

Caderno de laboratório
Portfolios
Análise de documentos Relatórios
Fichas de auto-avaliação

Técnica de inquérito
No caso do inquérito pode recorrer-se a testes escritos (vocacionados essencialmente para
a avaliação de conhecimentos do domínio cognitivo) ou a questionários (mais vocacionados para
a avaliação de aspectos relacionados como domínio afectivo, como as opiniões e as atitudes), aos
quais os alunos responderão por escrito, e a entrevistas mais ou menos longas e mais ou menos
estruturadas, a que os alunos irão respondendo oralmente, à medida que as questões lhes vão
sendo colocadas, também oralmente. Enquanto os testes escritos e os questionários são,
geralmente, aplicados em momentos temporais bem definidos, as entrevistas podem ter lugar
antes, durante e/ou após a execução do procedimento laboratorial (Tamir, 1990, pp. 242-266),
permitindo avaliar em profundidade a compreensão da actividade.

Técnica de Observação
A técnica de observação pode concretizar-se de uma forma não estruturada, ou seja
sem que haja qualquer instrumento formal de recolha e registo de dados, ou de uma forma
mais estruturada, à custa de grelhas de observação ou de listas de verificação ( (Gott & Duggan,
1995)

As grelhas de observação orientam a atenção do observador para aspectos dos domínios


cognitivo, afectivo ou psicomotor que, por serem considerados importantes no contexto da
actividade a realizar e/ou por terem sido selecionados para observação, foram incluídos na grelha.

Quadro 2 - Exemplos de itens de uma grelha de observação a utilizar com grupos de alunos
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Fonte: LEITE, 2000

Pode ser mais ou menos estruturada e pode também limitar-se a exigir o registo do
juízo do observador (com todas as desvantagens que isso tem devido à subjetividade da
observação), ou pode exigir que sejam registadas também as evidencias que conduziram a um
dado juízo (criando assim condições para a realização de juízos mais fundamentados e de
condições mais objectivas para reapreciação dos mesmos), ou podem ainda ser mistas, como no
caso apresentado no quadro 2, onde há aspectos a observar que são factuais e outros que exigem
que seja efetuada e registada uma apreciação. Para além disso, pode aplicar-se a alunos,
individualmente, ou a grupos de alunos.

A lista de verificação contém geralmente uma enumeração de aspectos que se pretende


verificar se o aluno domina e/ou é capaz de executar ou não (Quadro 3). Sendo particularmente
adequada para avaliar o domínio de skills e de técnicas (Tamir, 1990, pp. 242-266),, requer que o
professor observe os alunos e vá assinalando os itens que se aplicam a cada sujeito.

Quadro 3 - Exemplos de itens a incluir numa lista de verificação


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Fonte: LEITE, 2000

Técnica de análise de documentos


Análise de documentos, pode socorrer-se de documentos de vários tipos. Podemos,
contudo, referir que o caderno de laboratório, a pasta do aluno ou portfolio, os relatórios e as
fichas de auto-avaliação são as mais comuns, embora com muito diferentes frequências de
utilização.

Os relatórios são, sem dúvida, o documento mais utilizado. Sendo considerados uma parte
integrante do trabalho laboratorial (Tamir, 1990, pp. 242-266), eles podem assumir, pelo menos,
duas formas: o relatório tradicional e o V de Gowin.

Relatório tradicional
O relatório tradicional é o tipo de relatório mais utilizado e inclui, normalmente, uma
apresentação do relatório e do autor, uma introdução com fundamentação teórica, uma
listagem do material utilizado, a descrição da metodologia ou do procedimento laboratorial
adotados, a apresentação dos resultados, a discussão dos resultados, a conclusão do trabalho
e a listagem da bibliografia consultada. Exige, portanto, que o aluno relate a actividade
realizada, focando os aspectos característicos de um artigo de investigação.

V de Gowin
O V de Gowin, por sua vez, é um diagrama em forma de V que integra um lado
conceptual, o qual inclui os conceitos, os princípios e a teoria, que servem de suporte a um lado
metodológico, que inclui os registos dos dados, as transformações efetuadas a esses dados e as
conclusões retiradas da análise dos mesmos. Os dados são recolhidos de um acontecimento que é
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selecionado ou provocado para se poder responder a uma questão que orienta, desde o início,
todo o trabalho (Novak & Gowin, 1996).

Figura 1 - Representação esquemática do V de Gowin

Fonte: LEITE, 2000

Comparando a estrutura do relatório tradicional com a do V de Gowin, podemos


facilmente constatar que o V de Gowin (ou V de conhecimento) inclui todos os elementos
fundamentais que aparecem no relatório tradicional, embora os deva representar de uma forma
mais sintética.

Caderno do laboratório
O caderno de laboratório segundo (Tamir, 1990) é um documento que informa
continuamente sobre o progresso dos alunos, uma vez que, em cada actividade laboratorial, eles
devem anotar no caderno os procedimentos utilizados e os dados recolhidos, bem como a síntese,
a análise e a interpretação dos resultados obtidos.
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Pasta do aluno ou portfolio


A pasta do aluno ou portfolio é, segundo (Fernandes, 1993), uma coleção organizada e
devidamente planeada de trabalhos produzidos por um aluno ao longo de um determinado
período de tempo, de modo a dar uma visão do trabalho e do desenvolvimento do aluno em
diferentes componentes consideradas relevantes. No contexto laboratorial, estes documentos
podem incluir a preparação das actividades a realizar na aula, notas de laboratório, análise e
interpretação dos resultados, etc.

Ficha de auto-avaliação
A reflexão dos alunos sobre o trabalho por eles próprios realizado pode também ser
fomentada à custa de fichas de auto-avaliação, as quais lhe permitem tomar consciência do que
conseguiu e do que não conseguiu fazer (Gott & Duggan, 1995).

Estas fichas podem também constituir documentos de avaliação a utilizar pelo professor,
na medida em que lhe dão informação sobre a evolução das capacidades metacognitivas do aluno.

Quadro 4 - Exemplo de itens a incluir numa ficha de auto-avaliação

Fonte: LEITE, 2000

Numa dada situação de avaliação, pode recorrer-se a uma única técnica, usar-se
alternadamente diferentes técnicas ou utilizar-se conjuntamente diversas técnicas. A utilização de
diversas técnicas e instrumentos permite dar cumprimento a uma recomendação dos actuais
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programas de ciências e faz sentido na medida em que permite avaliar a globalidade do trabalho
realizado pelo aluno, tirando partido do facto de as vantagens de uma técnica compensarem as
desvantagens de outra.

Potencialidades e limitações das diferentes técnicas e instrumentos de avaliação


A recolha de informação por observação é difícil de implementar em turmas grandes, pois
requer que o professor encontre formas de observar cada um dos seus alunos. No entanto, a
observação tem a grande vantagem de permitir recolher dados no contexto em que os
conhecimentos são adquiridos e é mesmo a única técnica de recolha de dados capaz de permitir
avaliar adequadamente os conhecimentos procedimentais relacionados com capacidades manuais
e alguns dos relacionados com capacidades de investigação, como por exemplo, observação,
medição e domínio de técnicas laboratoriais (Verkerk, 1984; Giddings, Hofstein & Lunetta,
1991).

Relativamente aos relatórios, aos cadernos de laboratório ou aos portfolios. Nota-se,


contudo, que os primeiros podem, teoricamente, contribuir para desenvolver nos alunos
competências de comunicação que são também importantes nos cientistas. Na verdade, a
estrutura do relatório é semelhante à estrutura de um artigo científico. Contudo, o que se passa na
prática é que os relatórios têm dificuldade em contribuir para o desenvolvimento de tais
competências, devido ao facto de a quase totalidade das actividades laboratoriais realizadas nas
escolas e nas instituições de ensino superior serem apoiadas por protocolos que apresentam uma
estrutura semelhante à do relatório. Assim, quando os protocolos são do tipo receita, fazer um
relatório é quase só fazer uma cópia do protocolo ou de outros relatórios que, em alguns casos,
podem ser encontrados na internet (Giddings, Hofstein & Lunetta, 1991).

Contudo, neste tipo de actividade, o processo é mais importante do que o produto. O


relatório apresenta o produto (Tamir, 1990), pelo que não será suficiente para avaliar
adequadamente o trabalho do aluno. Um teste, também não seria capaz de avaliar o percurso
seguido pelos alunos na actividade, mas talvez uma grelha de observação fosse útil para
complementar a informação recolhida com o relatório. Uma ficha de auto-avaliação poderia
também ser útil, ajudando o aluno a analisar um processo que, tal como demonstra (Hodson,
1992), não é linear nem reprodutível e onde o conhecimento tácito também joga um papel
importante, que a auto-avaliação poderia tornar um pouco mais consciente.
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Conclusão
A partir do trabalho realizado pode-se concluir que existem várias formas e várias
técnicas de avaliação do aluno num desenvolvimento das actividades experimentais. Contudo,
nenhuma técnica ou instrumento de recolha de informação é, por si só, suficiente para avaliar
adequadamente a diversidade de aprendizagens que podem estar associadas às actividades
experimentais. Uma conjugação apropriada de diversas técnicas e instrumentos de avaliação será
necessária, não só para possibilitar uma avaliação justa mas também, e acima de tudo, para
promover o envolvimento dos alunos na aprendizagem dos diversos tipos de conhecimento e para
fornecer ao professor informações que lhe permitam melhorar o processo de ensino.
Por fim, as interações sociais estabelecidas durante a atividade experimental professor-
aluno adquiridas contribuem no processo ensino-aprendizagem e no desenvolvimento do
conhecimento científico. Pois é durante o acompanhamento da turma, que são identificadas as
principais deficiências de conteúdos e habilidades relacionadas aos experimentos realizados, a
fim de que a avaliação possa ser planejada da melhor maneira possível e possa de fato ser uma
grande facilitadora no processo de ensino-aprendizagem.
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Referências Bibliográficas

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Linhas Criticas (Vol. 12). Brasilia.

DeKetele, J., & Roegiers, X. (1996). Méthodologie du recueil d’information. Paris : DeBoeck.

Dourado, L. (2001). Trabalho Prático, trabalho laboratorial, trabalha de campo etrabalho


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Ensino experimental das ciências. Lisboa .

Estaban, M. T. (1996). A avaliação no cotidiano escolar (Vol. 2). Sao Paulo.

Fernandes, D. (1993). Para uma teoria de avaliação no dominio das aprendizages . ISCTE -
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Gott, R., & Duggan, S. (1995). Investigative work in the science curriculum. Buckingham:
Open University Press.

Hodson, D. (1992). Assessment of practical work. Science & Education (1 ed.).

Hoffmann, j. (2009). Avaliação mediadora:Uma prática em construção da pré-escola à


universidade (19 ed.). Porto Alegre: Editora Mediação.

Leite, L. (2000). Contributos para uma utilização mais fundamentada do trabalho


laboratorial no ensino das ciências. Cadernos Didácticos de Ciências. Lisboa : DES.

Luckesi, C. C. (2002). Avaliação da aprendizagem escolar (Vol. 1). São Paulo.

Novak, J., & Gowin, B. (1996). Aprender a aprender. Lisboa: Plátano Editora.

Perrenoud, P. (1999). A avaliação no espírito da exelência e do êxito escolares. Porto Algre:


Artes Médicas Sul.

Santos, J. G. (2008). História da avaliação: do exame à avaliação diagnóstica In: 4ºSemana do


Servido e 5°Semana Acadêmica – UFU 30 anos . Uberlândia.

Tamir, P. (1990). Evaluation of student laboratory work and its role in developing policy.
InHeggarty-Hazel, E. (Ed.). The student laboratory and the science curriculum. Londres:
Routledge.

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