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Renault SANDERO

Manual do proprietário
Bem-vindo a bordo de seu veículo
Este manual do usuário contém as informações necessárias:
– para conhecer bem o seu veículo para melhor utilizá-lo e obter os melhores benefícios das condições de utilização, de todas
as funcionalidades e aperfeiçoamentos técnicos que ele possui;
– para garantir que o veículo sempre forneça o melhor desempenho se você seguir a orientação simples, mas abrangente, da
manutenção regular.
– resolver, sem excessiva perda de tempo, os pequenos incidentes que não necessitem da intervenção de um especialista.
O tempo que dedicar à leitura deste manual será amplamente compensado pelas instruções adquiridas e pelas funcionalidades e
novidades técnicas que irá descobrir nele. Se alguns pontos permanecerem eventualmente obscuros, os técnicos da nossa rede
autorizada darão os esclarecimentos complementares que deseje obter com todo o prazer.
Para ajudar na leitura deste manual, você encontrará o seguinte símbolo:

Para indicar uma situação de risco ou de perigo ou uma recomendação sobre segurança.

Os modelos mencionados neste manual são descritos com base nas especificações técnicas conhecidas na data da elabo-
ração deste documento. O manual abrange todos os itens do equipamento (padrão e opcionais) disponíveis para esses
modelos, mas se eles são apropriados ou não para o veículo depende da versão, das opções selecionadas e do país
em que o veículo é vendido.
Portanto, alguns equipamentos a serem lançados futuramente podem já estar descritos neste documento.
Por último, em todo o documento, sempre que seja feita referência a uma Oficina Autorizada, trata-se de um representante
RENAULT.

Boa viagem ao volante do seu veículo.

Traduzido do francês. É proibida a reprodução ou a tradução, mesmo que parcial, sem a autorização prévia por descrito do titular dos direitos.

0.1
0.2
S U M Á R I O
Capítulos

Conheça seu carro ............................................... 1

Colocar em funcionamento ................................. 2

Conforto ................................................................ 3

Manutenção.............................................................. 4

Conselhos práticos ................................................. 5

Características técnicas.......................................... 6

Índice alfabético....................................................... 7

0.3
0.4
Capítulo 1: Conheça seu veículo

Chaves, controle remoto por radiofrequência: visão geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.2


Chaves, controle remoto por radiofrequência: uso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.4
Travamento e destravamento das portas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.5
Travamento automático das portas com o veículo em movimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.7
Abertura e fechamento das portas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.8
Alarme . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.10
Bancos dianteiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.11
Apoios de cabeça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.12
Cintos de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.13
Dispositivos complementares aos cintos de segurança dianteiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.17
Segurança de crianças: visão geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.21
escolha do banco para crianças. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.22
fixação do banco para crianças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.23
instalação do banco para crianças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.25
fixação usando um cinto de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.27
fixação usando o sistema ISOFIX . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.29
Retrovisores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.31
Posto de condução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.32
Volante da direção, Relógio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.34
Luzes indicadoras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.35
Visores e indicadores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.40
Computador de bordo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.41
Iluminações e sinalizações externas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.45
Sinalizações sonoras e luminosas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.46
Limpador de vidros, Lavador de vidros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.47
Tanque de combustível . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.49
1.1
CHAVES / CONTROLE REMOTO POR RADIOFREQUÊNCIA: visão geral

A B
2

4
1

Chave A Controle remoto por Responsabilidade do


1 Chave codificada do interruptor do radiofrequência B motorista
motor de partida e das portas. 2 Travamento das quatro portas e do Ao se afastar do veículo,
porta-malas. nunca abandone crianças,
3 Destravamento das quatro portas e adultos incapazes ou animais no
do porta-malas. seu interior, mesmo que por pouco
tempo. Essa atitude pode colocar
4 Chave codificada da ignição e da as pessoas em perigo. O motor ou
porta do motorista. os equipamentos (como levantado-
res de vidro, sistema de travamento
das portas, etc.) podem ser aciona-
dos indevidamente.
Além disso, sob sol e/ou clima
quente, a temperatura interna da
A chave não deve ser utilizada
cabine aumenta muito rapidamente.
para uma função diferente das que
são descritas neste manual. RISCO DE MORTE OU
FERIMENTOS GRAVES

1.2
CHAVES / CONTROLE REMOTO POR RADIOFREQUÊNCIA: visão geral
Alcance do controle remoto Interferências
Varia conforme o meio ambiente: aten- A presença de alguns objetos (metá-
ção ao manusear o controle remoto, licos, telefone celular, etc.) junto da
pois poderá ocorrer um travamento/ chave ou a utilização numa zona de in-
destravamento indesejado do veículo, tensos campos eletromagnéticos pode
devido aos pressionamentos indevidos criar interferências e/ou dificultar o fun-
dos seus botões. cionamento do sistema.
Atenção: Há risco de perda da codifi-
cação ao deixar as chaves perto de Substituição ou necessidade
fontes eletromagnéticas, como ímãs, de uma chave ou um controle
alto-falantes, entre outros. remoto complementar
Em caso de extravio ou se dese-
jar outra chave ou controle remoto,
dirija-se exclusivamente a uma
Oficina Autorizada.
Para substituir uma chave ou con-
trole remoto, é necessário levar
o veículo e todas as chaves ou
controles remotos a uma Oficina
Autorizada para reiniciar o conjunto.
É possível utilizar até quatro chaves
ou controles remotos por veículo.

Falha da chave ou do controle


remoto
Verifique sempre se a bateria está
em bom estado, é do modelo ade-
quado e está inserida corretamente.
Recomendação Para saber como substituir a bate-
Não aproxime o controle remoto de ria, consulte o parágrafo “Controle
uma fonte de calor ou frio e proteja A chave reserva pode não estar remoto por radiofrequência: bate-
da umidade. equipada com controle remoto por rias” no capítulo 5.
rádiofrequência.

1.3
CHAVES, CONTROLE REMOTO POR RADIOFREQUÊNCIA: utilização
Travamento das portas
Pressione o botão de travamento 1.
A chave não deve ser utilizada para
1 O travamento é visualizado por duas uma função diferente das que são
2 intermitências das luzes de advertên- descritas neste manual.
cia e dos indicadores de direção late-
rais.
Se alguma das portas estiver aberta ou
mal fechada, ocorrerá um travamento
e um destravamento rápidos, mas não
haverá sinal dos indicadores de dire-
ção nem do pisca-alerta. As portas não
serão travadas.

Fechamento à distância dos Responsabilidade do


Destravamento das portas vidros elétricos motorista
Pressione o botão de destravamento 2. (de acordo com a versão do veículo) Ao se afastar do veículo,
nunca abandone crianças,
O destravamento é visualizado por Ao exercer duas pressões consecu-
adultos incapazes ou animais no
uma intermitência do pisca-alerta e tivas sobre o botão de travamento 1,
seu interior, mesmo que por pouco
dos indicadores de direção. todos os vidros se fecham automatica-
tempo. Essa atitude pode colocar
Observação: se não for aberta uma mente.
as pessoas em perigo. O motor ou
das portas em 2 minutos (aproximada- Somente se recomenda utilizar este os equipamentos (como levantado-
mente) após o destravamento por con- sistema se o usuário tiver perfeita vi- res de vidro, sistema de travamento
trole remoto, as portas voltam a travar sibilidade do veículo e comprove que das portas, etc.) podem ser acio-
automaticamente. não há ninguém no interior. nados indevidamente. Além disso,
sob sol e/ou clima quente, a tem-
peratura interna da cabine aumenta
muito rapidamente quando as
portas e vidros estiverem fechados.
RISCO DE MORTE OU
FERIMENTOS GRAVES

1.4
TRAVAMENTO E DESTRAVAMENTO DAS PORTAS (1/2)

2
3

Comando manual Por dentro Travamento manual das


Em algumas versões do veículo, pres- portas em caso de pane
Por fora sione o botão 2 para travar e levante-o elétrica
Destrave as portas utilizando a chave para destravar.
Em caso de pane elétrica, em que não
em uma fechadura da porta 1.
seja possível fazer o bloqueio automá-
tico das portas, é possível travar as
portas individualmente através da ala-
vanca 3.
Com a porta aberta, desloque a ala-
Responsabilidade do mo- vanca para baixo com a ajuda da ponta
torista da chave. Feche a porta.
Se você decidir circular A porta estará, então, travada e não
com as portas travadas, poderá ser aberta pelo exterior.
lembre-se de que esta medida pode A abertura da porta só poderá ser feita
dificultar o acesso de socorristas ao Nunca abandone seu veí- pelo interior ou poderá ser destravada
habitáculo do veículo em caso de culo com a chave ou o con- com a chave através da fechadura da
emergência. trole remoto no interior. porta dianteira esquerda.

1.5
TRAVAMENTO E DESTRAVAMENTO DAS PORTAS (2/2)
Travamento das partes Luz indicadora de bloqueio
que podem ser abertas de portas
4 sem o controle remoto por Com a ignição ligada, a luz indicadora
radiofrequência integrada no interruptor 4 informa você
No caso de, por exemplo, bateria des- sobre o estado de travamento das
carregada, mau funcionamento do con- portas:
trole remoto por radiofrequência, utili- – luz indicadora acesa: as portas
zação da chave reserva... estão travadas;
Com o veículo desligado e uma porta – luz indicadora apagada: as portas
aberta, pressione o comando 4 por estão destravadas;
mais de cinco segundos (haverá um Ao travar as portas, a luz indicadora
travamento/destravamento rápido e permanece acesa e, depois, se apaga.
após alguns segundos um travamento
acompanhado da luz integrada no
botão).
Comando elétrico
Todas as portas estarão travadas ao
Por fora fechar a porta que estava aberta.
Destrave as portas utilizando o controle Esse procedimento trava todas as
remoto. portas e caso a chave seja esquecida
A chave comanda o travamento e o dentro do veículo ela ficará trancada no
destravamento das quatro portas. interior.
O destravamento poderá ser realizado
Por dentro através do controle remoto por rádio-
Para travar ou destravar as portas, frequência ou utilizando a chave na fe-
chadura. Nesse último caso, o alarme Responsabilidade do mo-
pressione o interruptor 4. As portas torista
dianteiras não podem ser travadas se irá disparar e só desligará ao colocar
estiverem abertas. a chave no contato (se equipado com Se você decidir circular
esse dispositivo). com as portas travadas,
lembre-se de que esta medida pode
Nunca abandone seu veí- dificultar o acesso de socorristas ao
culo com a chave ou o con- habitáculo do veículo em caso de
trole remoto no interior. emergência.

1.6
TRAVAMENTO AUTOMÁTICO DAS PORTAS COM O VEÍCULO EM MOVIMENTO
Princípio de funcionamento Responsabilidade do
1 Ao dar a partida, o sistema trava auto- motorista
maticamente as portas logo que o veí-
Ao se afastar do veículo,
culo atinja cerca de 7 km/h.
nunca abandone crianças,
adultos incapazes ou animais no
Irregularidades de seu interior, mesmo que por pouco
funcionamento tempo. Essa atitude pode colocar
as pessoas em perigo. O motor ou
Se você constatar uma irregularidade os equipamentos (como levantado-
de funcionamento (não travamento au- res de vidro, sistema de travamento
tomático), verifique, antes de tudo, se das portas, etc.) podem ser acio-
todos as partes que podem ser aber- nados indevidamente. Além disso,
tas estão bem fechadas. Se assim for sob sol e/ou clima quente, a tem-
e o problema persistir, dirija-se a uma peratura interna da cabine aumenta
Oficina Autorizada. muito rapidamente.
Antes de tudo, você deve decidir se Assegure-se também de que o trava- RISCO DE MORTE OU
deseja ativar esta função. mento não foi desativado por engano. FERIMENTOS GRAVES
Se este for o caso, consulte o procedi-
Para ativar mento de ativação.
Em algumas versões, com o motor
ligado, pressione o interruptor 1 por
cerca de 5 segundos até ouvir um sinal.
A luz indicadora integrada no interrup-
tor se acende quando todas as portas
estiverem travadas.

Para desativar
Se você decidir circular com
Com a ignição ligada, pressione o in- as portas travadas, lem-
terruptor 1 por cerca de 5 segundos até bre-se de que esta medida
ouvir um sinal. pode dificultar o acesso de
socorristas ao habitáculo do veículo
em caso de emergência.

1.7
ABERTURA E FECHAMENTO DAS PORTAS (1/2)
Alarme sonoro de faróis
acesos
Ao abrir a porta do motorista, um
alarme sonoro dispara se os fárois per-
maneceram acesos após desligar o
motor. Há risco de descarga da bateria.
1
Alarme de porta aberta ou
2 mal fechada
Conforme a versão do veículo, a porta
do motorista e/ou todas as partes que
podem ser abertas, possuem sensor
de abertura.
Com o veículo parado, se uma parte
Abertura por fora Abertura por dentro que pode ser aberta não estiver correta-
Portas destravadas (consulte o pará-
grafo “Travamento e destravamento
Puxe a alavanca 2.
mente fechada, uma luz indicadora
acende.
2
das portas” no capítulo 1), coloque a
mão sob a alça 1 e puxe em sua di- Em circulação, logo que o veículo
reção. atinge cerca de 20km/h, a luz indica-
dora acende acompanhada de um sinal
sonoro.

Por razões de segurança,


as manobras de abertura e
fechamento das portas só
devem ser realizadas com
o veículo parado.

1.8
ABERTURA E FECHAMENTO DAS PORTAS (2/2)

Responsabilidade do motorista
Ao se afastar do veículo, nunca abandone crianças, adultos incapazes
ou animais no seu interior, mesmo que por pouco tempo. Essa atitude
pode colocar as pessoas em perigo. O motor ou os equipamentos (como
3 levantadores de vidro, sistema de travamento das portas, etc.) podem ser acio-
nados indevidamente. Além disso, sob sol e/ou clima quente, a temperatura in-
terna da cabine aumenta muito rapidamente.
RISCO DE MORTE OU FERIMENTOS GRAVES

Segurança de crianças
Para impossibilitar a abertura das
portas traseiras por dentro, desloque a
alavanca 3 de cada uma das portas e
verifique, por dentro, se as portas estão
bem travadas.

1.9
ALARME
Dependendo do modelo, este veículo e girar a ignição até a posição M (con-
pode estar equipado com um alarme. sulte o parágrafo «rodagem, ignição de Instalação elétrica e
Foi desenvolvido para proteger as partida» no capítulo 2). acessórios eletrônicos
portas, o bagageiro e, dependo do – Qualquer intervenção no
modelo do veículo, o capô contra a en- circuito elétrico do veículo
trada forçada. Acionamento do alarme pode ser executada somente em
Se o alarme estiver ativado e o veículo uma Oficina Autorizada. Uma li-
for arrombado, o alarme será acionado. gação incorreta pode resultar em
Ativação deterioração da instalação elé-
Um ciclo de disparo corresponde a
Para ativar o alarme, é preciso que 30 segundos com a buzina acionada trica e/ou dos dispositivos que
todas as portas (dianteiras e traseiras, de maneira intermitente e as luzes de estão conectados.
capô do motor e porta-malas) estejam advertência acesas, mais 10 segundos – Em caso de montagem pós-
fechadas. somente com as luzes de advertência. venda de equipamento elétrico,
O alarme é ativado somente quando Esses ciclos ocorrem três vezes. O certifique-se de que a instalação
as portas, capô do motor e porta-ma- alarme é então desligado. está bem protegida por um fusí-
las são travados com o controle remoto vel. Informe-se da corrente do
por radiofrequência. As portas diantei- Em caso de violação do veículo pelos ampère e da localização deste
ras e traseiras, o capô do motor e o vidros, não haverá disparo do alarme, fusível.
porta-malas são monitorados imediata- uma vez que não há sensor de pre-
mente após a ativação. sença integrado.
O alarme não será ativado se alguma
porta, capô do motor ou porta-malas Mau funcionamento do
estiverem abertos. controle remoto por
radiofrequência
Desativação Se o controle remoto esta danificado
O alarme é desativado somente ao des- ou sem bateria, com o alarme ativado,
travar as partes que podem ser abertas basta abrir o veículo com a chave co-
(portas, capô do motor e porta-malas) dificada e dar a partida. O alarme dis-
através do controle remoto por radio- para, mas quando reconhece a chave
frequência. Então, as portas deixam de original o veículo dá a partida e desa-
ser monitoradas. tiva. O alarme periférico detecta a aber-
tura das portas, capô e porta-malas
Para desativar o alarme com a chave através dos sensores de abertura.
reserva é necessário entrar no veículo

1.10
BANCOS DIANTEIROS

Por segurança, não rea-


3 lize nenhuma regulagem
no banco com o veículo em
movimento.
2 Realize cada uma das regulagens
1 separadamente e de forma contro-
lada para evitar lesões
Para avançar ou recuar Para inclinar o encosto Verifique sempre o correto trava-
Levante a barra 1 para destravar. Acione a alavanca 3 para liberar o en- mento dos encostos dos bancos.
Deslize o banco até a posição dese- costo, ajuste o encosto e solte a ala-
jada, solte a barra 1 e assegure-se do vanca para travamento na posição de-
bloqueio correto do banco. sejada.
Cuidado ao realizar a regu-
lagem de altura e inclinação
Para levantar ou abaixar do encosto do banco. Uma
o assento do banco do regulagem descontrolada
Para não comprometer a pode resultar em lesões por esma-
motorista eficácia dos cintos de segu- gamento.
Conforme a versão do veículo, acione rança, recomendamos não
a alavanca 2 repetidamente para cima inclinar além do necessário
para subir o banco e para baixo para os encostos dos bancos. Não deve haver qualquer
abaixar o banco. Há risco de deslizar entre as faixas objeto no piso (local à frente
do cinto de segurança se o encosto do motorista): em caso de
do banco estiver reclinado além do frenagem brusca, estes ob-
necessário. jetos podem deslizar para baixo dos
pedais e impedir sua utilização.

1.11
APOIOS DE CABEÇA DIANTEIROS
Para remover o apoio de cabeça
Pressione o botão 1 e levante o apoio
de cabeça até o libertar (se necessário,
incline o encosto para trás).

Para recolocar o apoio de cabeça


Introduza as hastes nos orifícios do en-
costo, com as ranhuras na posição 1 e
abaixe o apoio de cabeça até a altura
desejada. Assegure-se do seu correto
1 travamento.

Para subir o apoio de cabeça


Puxe o apoio de cabeça para cima até
a altura desejada.

Para baixar o apoio de cabeça


Pressione o botão 1 e acompanhe o
apoio de cabeça usando os níveis mar-
cados na haste, até a altura desejada.
Dispositivo presente dependendo da
versão do seu veículo. O apoio de cabeça é um
elemento de segurança.
Utilize em todos os des-
locamentos e posicione
corretamente: a parte superior do
apoio de cabeça deve ficar o mais
próximo possível da parte superior
da cabeça.

1.12
CINTOS DE SEGURANÇA (1/4)
Para sua segurança, utilize o cinto de Antes de iniciar o trajeto, proceda
segurança em todos os deslocamen- primeiramente a regulagem do posto
tos. Além disto, obedeça a legislação de condução e, então, a dos demais
local em vigor no país em que circula. ocupantes do veículo. Todos os pas-
sageiros devem ajustar o cinto de
segurança para obter o máximo de
proteção.
1
Regulagem da posição de condução
(em algumas versões do veículo)
Para maior eficácia dos cintos de – Sente-se corretamente no fundo
segurança traseiros, verifique o cor- do banco (após ter retirado o
reto travamento do banco traseiro. casaco, a blusa, etc.). É essencial
Consulte “Banco traseiro: funciona- para um bom posicionamento das 2
lidade”, no capítulo 3. costas;
– regule o avanço do banco em
função dos pedais. Seu banco
Ajuste dos cintos de
deve estar na posição mais recuada segurança
de modo que permita pressionar Mantenha-se bem apoiado no encosto.
Cintos de segurança mal a fundo o pedal da embreagem. O
ajustados ou torcidos A faixa torácica 1 deve ficar o mais pró-
encosto deve ser regulado a fim de
podem provocar ferimentos ximo possível do pescoço, mas sem
deixar os braços ligeiramente dobra-
em caso de acidente. tocá-lo.
dos;
Nunca um cinto de segurança A faixa abdominal 2 deve ser levada
deve ser utilizado por mais de uma – regule a posição do apoio de
sobre a parte larga das coxas e contra
pessoa ao mesmo tempo, seja ela cabeça, se a versão do veículo for
o abdômen. O cinto deve ser trazido o
criança ou adulto. equipada deste dispositivo. Para um
mais próximo possível sobre o corpo.
Mesmo mulheres grávidas sempre máximo de segurança, a distância
Ex.: evite roupas muito espessas e ob-
devem utilizar o cinto de segurança. entre a cabeça e o respectivo apoio
jetos intercalados.
Neste caso, a faixa abdominal deve deve ser mínima;
ser colocada de modo que não seja – regule a altura do assento. Esta re-
exercida grande pressão sobre a gulagem permite otimizar sua visão
parte inferior da barriga, embora de condução;
sem folga excessiva.
– regule a posição do volante.

1.13
CINTOS DE SEGURANÇA (2/4)
Luz de aviso de lembrete
ß sobre o cinto de segurança
do motorista 6
Se, dada a partida no motor, o cinto de
segurança do motorista não estiver co-
locado corretamente e o veículo tiver
1 atingido, aproximadamente, 20 km/h,
essa luz acenderá no console central e
um bipe será emitido por aproximada-
mente dois minutos.
3 4
5
5

Travamento Regulagem da altura


Puxe o cinto lentamente e sem es- dos cintos de segurança
ticar muito e realize o engate da lin- dianteiros
gueta 3 na caixa 5 (verifique o bloqueio Desloque o botão 6 para selecionar
no tirante sobre a lingueta 3). sua posição de regulagem, de modo
Se o cinto ficar totalmente bloqueado, que a faixa torácica 1 fique conforme
puxe-o lentamente, mas de modo in- indicado anteriormente.
tenso, até conseguir deslocar a faixa Após efetuar a regulagem, assegure-
cerca de 3 cm. Deixe que recue um se do seu correto travamento.
pouco e puxe-o novamente.
Dirija-se a uma Oficina Autorizada se o
problema persistir.

Destravamento
Pressione o botão 4 da caixa 5, o cinto
é retornado pelo enrolador. Acompanhe
a lingueta para facilitar esta operação.

1.14
CINTOS DE SEGURANÇA (3/4)

7
11 10

9
8

Cintos de segurança Cinto de segurança traseiro


traseiros laterais central abdominal
Puxe lentamente o cinto 7 e engate a Prenda a lingueta deslizante 10 na
lingueta 8 na caixa de travamento 9. caixa 11.

Para maior eficácia dos cintos de Após manipular os bancos


A lingueta deslizante 10 do cinto de
segurança traseiros, verifique o cor- traseiros, verifique o bom
segurança traseiro central possui
reto travamento do banco traseiro. posicionamento e o correto
sua própria caixa de travamento 11,
Consulte o parágrafo «banco tra- funcionamento dos cintos
não permitindo o encaixe em ne-
seiro: funcionalidades» no capí- de segurança traseiros.
nhuma das demais.
tulo 3.

1.15
CINTOS DE SEGURANÇA (4/4)
As informações a seguir dizem respeito aos cintos dianteiros e traseiros do veículo.

– Não deve ser efetuada nenhuma modificação nos elementos do sistema de retenção montados originalmente:
cintos, bancos e respectivas fixações. Para casos particulares (ex. instalação de um banco para crianças), consulte
uma Oficina Autorizada.
– Não utilize dispositivos que possam provocar folgas nas faixas (exemplos: molas, pinças, etc.): pois um cinto de
segurança muito frouxo pode provocar ferimentos em caso de acidente.
– Nunca passe a faixa por baixo de seu braço, nem por trás das costas.
– Não utilize o mesmo cinto para mais de uma pessoa nem envolva o cinto em uma criança pequena ou de colo.
– O cinto não deve estar torcido.
– Após um acidente grave, substitua os cintos de segurança: eles foram projetados para uso em apenas um impacto. Da
mesma forma, substitua os cintos que apresentem qualquer deformação ou degradação.
– Insira o gancho do cinto na presilha adequada.
– Tenha o cuidado de não colocar, na zona da caixa de travamento do cinto, qualquer objeto suscetível de interferir com seu
correto funcionamento.
– O encosto do banco deve estar em posição vertical para não comprometer a eficácia dos cintos de segurança, há risco de
escorregar entre as faixas.
– Respeite todas as recomendações de regulagem sinalizadas. A eficiência dos cintos de segurança é maior quando os ocu-
pantes do veículo estão sentados corretamente, com a coluna ereta e encostados no banco. Ajustes mal realizados podem
causar ferimentos graves.

1.16
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES AOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (1/4)
O seu veículo pode estar equipado por:
– airbags frontais do motorista e do
passageiro;
– limitadores de esforço no tórax.
Estes sistemas estão previstos para
funcionar separados ou em conjunto,
em caso de colisão frontal que gere
uma desaceleração brusca transmitida
ao sensor das bolsas. Conforme o nível
de violência da colisão (intensidade da
desaceleração), o sistema pode desen-
cadear:
– o bloqueio dos cintos de segurança;
– os limitadores de esforço e o aciona-
mento do air bag frontal. um adesivo colado na parte inferior do
para-brisa ou no para-sol. O sistema de airbag utiliza
um princípio pirotécnico,
Limitador de esforço Cada sistema de air bag é composto
razão pela qual seu disparo
por:
A partir de uma certa violência de coli- gera calor, libera fumaça
são, este mecanismo entra em funcio- – um air bag e seu gerador de gases (que não significa início de incên-
namento para limitar, a um nível supor- montados no volante e no painel de dio) e produz ruído de detonação. O
tável, os efeitos do cinto de segurança bordo para o motorista e o passa- enchimento do airbag, que deve ser
no corpo. geiro, respectivamente; imediato, pode provocar ferimentos
– uma caixa eletrônica de monitora- na pele ou outros efeitos desagra-
mento do sistema comanda o deto- dáveis.
Air bags do motorista e do nador elétrico do gerador de gases;
passageiro
– uma luz indicadora de controle
Podem equipar os dois lugares diantei- A Renault não recomenda
ros. å única; a instalação de sistema de
retenção infantil no assento
A presença deste equipamento é indi- – sensores deslocados.
frontal devido aos riscos
cada pela palavra «air bag» gravada
à criança quando da atuação do
no volante e no painel de bordo e por
airbag.

1.17
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES AOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (2/4)
Indicação de funcionamento Funcionamento Irregularidades de
Ao ligar a ignição, a luz indicadora O sistema só se torna operacional funcionamento
depois de ligada a ignição.
å acende no painel de instrumen-
tos e apaga alguns segundos depois. Quando ocorre uma colisão violenta
Ao ligar a ignição, a luz indicadora
å se acende no painel de instru-
do tipo frontal, capaz de causar grande
Se, ao ligar a ignição, não acender ou mentos e se apaga alguns segundos
desaceleração percebida pelos sen-
acender com o motor funcionando, isto depois.
sores, o(s) airbag(s) se enche(m) ra-
indica uma falha do sistema. pidamente, para amortecer o impacto Se não se acender ao ligar a ignição
Nestes dois casos, consulte uma da cabeça e do tórax do motorista no ou acender com o motor funcionando,
Oficina Autorizada assim que possível. volante e do passageiro no painel de indica uma falha no sistema de airbags.
bordo. A seguir, imediatamente após Consulte uma Oficina Autorizada assim
a colisão, esvaziam-se automatica- que possível. Qualquer atraso nesta
mente, afim de evitar qualquer entrave etapa pode resultar numa perda da efi-
para sair do veículo. cácia da proteção.

– Após um acidente grave, mande verificar o conjunto do sistema de retenção.


– Qualquer intervenção no sistema (airbag, caixas eletrônicas, cabeamentos) ou sua reutilização em outro veículo,
ainda que idêntico, é rigorosamente proibido.
– Somente o pessoal qualificado da rede autorizada está habilitado a intervir nos dispositivos complementares aos cintos de
segurança dianteiros, a fim de evitar que o sistema dispare repentinamente e possa ocasionar acidentes.
– O controle das características elétricas do detonador deve ser efetuado exclusivamente por especialistas e com ferramen-
tas apropriadas.
– Se seu veículo tiver que ser sucateado, dirija-se à sua Oficina Autorizada para eliminar o gerador de gases dos airbags.

1.18
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES AOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (3/4)

Recomendações referentes ao air bag do motorista


– Nunca modifique o volante ou sua almofada.
1
– Nunca cubra a almofada do volante.
– Nunca fixe qualquer objeto (mola, logotipo, relógio, suporte de telefone
celular, etc.) sobre a almofada.
– A desmontagem do volante é proibida (exceto quando efetuada por pessoal
qualificado da rede autorizada).
– Não dirija em uma posição muito próxima ao volante: adote uma posição
de condução com os braços ligeiramente dobrados (consulte o parágrafo
«Regulagem da posição de condução» no capítulo 1). Nesta posição é asse-
gurado um espaço suficiente para um correto enchimento do airbag.

Recomendações referentes ao air bag do passageiro: local 1


– Não cole nem fixe objetos (molas, logotipos, relógio, suporte de telefone celu-
lar, etc.) ao painel de bordo, na zona do air bag.
– Não coloque nada entre o piso e o passageiro (animal, guarda-chuva, vara de
As indicações a seguir devem ser
pesca, pacotes, etc.).
observadas para que nada impeça
– Não coloque os pés no painel de bordo nem no banco, pois estas posições
o enchimento do air bag e evite feri-
podem provocar ferimentos graves. De um modo geral, deve ser mantida
mentos graves diretos no momento
afastada do piso qualquer parte do corpo (joelhos, mãos, cabeça, etc.).
de sua ativação.

A RENAULT NÃO RECOMENDA A INSTALAÇÃO DE SISTEMA


DE RETENÇÃO INFANTIL NO ASSENTO FRONTAL DEVIDO AOS
RISCOS À CRIANÇA QUANDO DA ATUAÇÃO DO AIRBAG.

1.19
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES AOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (4/4)
As indicações a seguir devem ser observadas para que nada impeça o enchimento do air bag e evite ferimentos graves
diretos no momento de sua ativação.

O airbag foi concebido para completar a ação do cinto de segurança; o airbag e o cinto de segurança constituem ele-
mentos indissociáveis do mesmo sistema de proteção. Assim, é obrigatório o uso permanente do cinto de segurança.
O desrespeito desta regra expõe os ocupantes do veículo a lesões mais graves em caso de acidente e também pode
agravar os riscos de lesões na pele (ainda que pequenos e reversíveis), inerentes ao disparo do próprio airbag.
O disparo dos airbags, em caso de capotamento ou colisão traseira mesmo violenta, não é sistemático. Choques sob o veí-
culo ao subir em ou descer de calçadas, buracos na pista, pedras, etc., podem provocar a ativação destes sistemas.
– Qualquer intervenção ou modificação no sistema completo de airbag, do motorista ou do passageiro (airbag, caixa eletrô-
nica, cabeamento, etc.), é rigorosamente proibida (exceto se for realizada por pessoal qualificado da rede autorizada).
– Somente técnicos qualificados da rede autorizada estão habilitados a intervir no sistema de airbag a fim de manter o bom
funcionamento e evitar que o sistema dispare repentinamente.
– Por medida de segurança, mande verificar o sistema de airbag, se o veículo tiver sido acidentado, roubado ou furtado.
– Ao emprestar ou vender o veículo, informe o usuário ou o novo proprietário destas condições de uso e entregue a ele este
manual.
– Se o veículo tiver que ser sucateado, dirija-se a uma Oficina Autorizada para eliminação do(s) gerador(es) de gases.

1.20
SEGURANÇA DE CRIANÇAS: visão geral
Transporte de crianças Crianças a partir de 7,5 anos não pre-
Dê o exemplo utilizando
cisam ser transportadas em sistema de
Crianças - e adultos - devem viajar retenção infantil. Elas devem ser trans- sempre o cinto de segu-
corretamente sentadas e presas com portadas no banco traseiro utilizando o rança e ensine as crianças
o cinto durante todos os percursos. cinto de segurança disponível no veí- a sempre afivelar correta-
Você é responsável pelas crianças que culo. Consulte sempre a regulamenta- mente o cinto, a entrar e sair do veí-
transporta. ção em vigor no país em que circula. culo pelo lado oposto ao do tráfego.
Uma criança não é como um adulto em Não utilize um banco para crianças
Antes de montar uma cadeirinha infan- inadequado ou sem o manual de
miniatura. Ela fica exposta a riscos de til leia seu manual e respeite as ins-
ferimentos específicos, pois seus mús- usuário.
truções que a acompanham. Em caso
culos e ossos estão em pleno desen- de dificuldade na instalação, entre em Garanta que nenhum objeto, no
volvimento. Utilizar somente o cinto de contato com o fabricante do equipa- banco para crianças ou próximo
segurança não é suficiente para seu mento. Guarde o manual de instruções dele, possa impedir a sua cor-
transporte. Utilize a cadeirinha infantil junto ao banco. reta instalação. Nunca deixe uma
apropriada e garanta sua correta utili- criança sem supervisão dentro do
zação. Uma colisão a 50 km/h re- veículo.
presenta uma queda de
Garanta que a criança permaneça
uma altura de 10 metros.
Utilização de um banco para Ou seja, não prender uma
presa e que sua cadeirinha ou seu
crianças cinto estejam corretamente ajusta-
criança ao assento equivale a
dos e regulados. Evite roupas muito
O nível de proteção oferecido pela ca- deixá-la brincar em uma varanda do
folgadas e espessas que causem
deira para crianças depende de sua ca- quarto andar sem para-peito!
folgas nas correias.
pacidade para reter a criança e de sua Nunca permita que uma criança
instalação. Uma má instalação compro- seja transportada no colo. Em caso Não permita que a criança coloque
mete a proteção da criança, em caso de acidente, é impossível segurá-la a cabeça ou os braços para fora da
de frenagem violenta ou de colisão. ainda que o passageiro que a trans- janela. Verifique se a criança per-
porta esteja utilizando o cinto. manece em uma postura correta
Antes de comprar uma cadeirinha in- Se o seu veículo esteve envolvido durante o percurso, principalmente
fantil, verifique se ela está em confor- em um acidente, substitua o banco se estiver dormindo.
midade com o regulamento do país em para crianças e mande verificar os
que se encontra e se pode ser insta- cintos e as fixações ISOFIX.
lado em seu veículo. Consulte uma
Oficina Autorizada para saber quais
Para impedir a abertura das portas por dentro, utilize o dispositivo
bancos são recomendados para o seu
“Segurança de crianças” (consulte a seção “Abertura e fechamento das
veículo.
portas” no capítulo 1).

1.21
SEGURANÇA DE CRIANÇAS: escolha do banco para crianças

Cadeirinha infantil de costas Banco para crianças com Banco elevador de altura
para a frente do veículo a frente voltada para a Crianças entre os 4 e 7,5 anos (ou
A cabeça de um bebê é proporcional- dianteira do veículo peso entre 18 kg e 36 kg) podem viajar
mente mais pesada que a do adulto e o As chamadas “cadeirinhas” devem ser em um banco elevador de altura (com
seu pescoço é muito frágil. Transporte utilizadas de acordo com o tamanho da ou sem encosto), que permite adaptar
a criança nessa posição pelo maior criança até pelo menos os 4 anos de o cinto de segurança à sua estrutura
tempo possível (pelo menos até a idade (ou até os 18 kg). corporal. O assento do banco eleva-
idade de 1 ano ou peso de 13 kg). Essa A cabeça e o abdome das crianças são dor de altura deve estar equipado com
as partes que devem receber proteção guias que façam o cinto passar sobre
posição prende a cabeça e o pescoço.
prioritária. Um banco para crianças as coxas da criança e não sobre o
Escolha um banco do tipo envolvente com a frente voltada para a dianteira do ventre. Recomenda-se que o encosto
para obter uma melhor proteção late- veículo, firmemente fixado ao veículo, deva ser regulável em altura e equi-
ral e faça sua substituição por outro reduz os riscos de impacto na cabeça. pado com uma guia para passar o cinto
quando a cabeça da criança passar Transporte a criança em um assento
sobre o centro do ombro. O cinto nunca
acima do encosto do banco. com a frente voltada para a dianteira do
deve passar sobre o pescoço, sob ou
veículo, com suporte de retenção, ou
amparo, quando a estatura da criança sobre o braço.
permitir. Escolha um banco do tipo en- Escolha um banco do tipo envolvente
volvente para obter uma melhor pro- para obter uma melhor proteção lateral.
teção lateral.
1.22
SEGURANÇA DE CRIANÇAS: fixação do banco para crianças (1/2)
Existem dois sistemas de fixação de Fixação pelo sistema ISOFIX
bancos para crianças: o cinto de segu- Os bancos para crianças ISOFIX auto-
rança e o sistema ISOFIX. rizados estão homologadas conforme o
Fixação usando o cinto de regulamento ECE-R44 num destes três
segurança tipos:

O cinto de segurança deverá estar – universal ISOFIX de 3 pontos, de


ajustado para garantir seu funciona- frente para a dianteira do veículo;
mento em caso de frenagem brusca ou – semiuniversal ISOFIX de 2 pontos;
impacto. – específico.
Respeite o percurso da cinta, indicado O cinto de segurança nunca
Nestes últimos dois tipos, verifique se o
pelo fabricante do banco para crianças. deverá estar folgado ou tor-
banco para crianças pode ser instalado
cido. Nunca faça ele passar
Verifique sempre se o cinto de segu- consultando a lista de veículos compa-
por baixo do braço ou por
rança está afivelado, puxando com tíveis.
trás das costas.
firmeza, e depois estique a correia ao Prenda o banco para crianças com os
Certifique-se de que o cinto não
máximo, empurrando o banco para fechos ISOFIX, se existirem no veículo.
seja danificado por arestas agudas.
crianças. O sistema ISOFIX assegura uma mon-
Se o cinto de segurança não estiver
Verifique se o banco está bem apoiado, funcionando corretamente, ele não tagem fácil, rápida e segura.
exercendo um movimento da esquerda poderá proteger a criança. Consulte O sistema ISOFIX inclui 2 argolas e,
para a direita e de frente para trás: o uma Oficina Autorizada. Não utilize em alguns casos, uma terceira argola.
banco deve se manter firmemente fixo. esse assento até que o cinto seja
Verifique se o banco para crianças está reparado.
alinhado com o banco e se não está
encostado contra um vidro. Antes de instalar um banco
para crianças ISOFIX que
tenha adquirido para um
Siga rigorosamente as ins- outro veículo, assegurese
Não use uma cadeirinha in- truções para fixação do de que a sua aplicação esteja auto-
fantil que possa destravar o banco para crianças con- rizada. Consulte a lista dos veículos
cinto que a retém: a base forme as instruções do fa- onde o banco pode ser instalado,
da cadeirinha não deve bricante. fornecida pelo fabricante do equipa-
ficar apoiada na fivela e/ou fecho do Em caso de dúvidas não hesite em mento.fornecida pelo fabricante do
cinto de segurança. consultar seu concessionário. equipamento.

1.23
SEGURANÇA DE CRIANÇAS: fixação do banco para crianças (2/2)

As fixações ISOFIX foram


estudadas exclusivamente
1 para serem utilizadas por
banco para crianças com
sistema ISOFIX. Nunca fixe nestes
pontos qualquer outro tipo de banco
para crianças, cinto ou outros obje-
tos.
2 Assegure-se de que nada impeça
a instalação do banco ao nível dos
pontos de fixação.
Se o veículo tiver estado envolvido
num acidente, mande verificar as fi-
xações ISOFIX e substitua o banco
para crianças.
Fixação pelo sistema ISOFIX O terceiro anel 2 é utilizado para pren-
(continuação) der a faixa superior de alguns bancos
Os dois anéis ISOFIX 1 estão situados para crianças.
entre o encosto e o assento de banco e Faça passar a faixa superior entre o
estão visíveis. encosto e o tampão traseiro. (para ex-
trair o tampão traseiro: consulte o capí-
tulo 3 “Tampa do porta-malas”).
Estique a faixa superior até que o en-
costo do banco para crianças fique em
contato com o encosto do banco do ve-
Verifique se o encosto da ículo.
cadeirinha de criança vol-
tada para a frente está em
contato com a parte traseira Os elementos do sistema
do banco do veículo. Se for o caso, montado originalmente não
a cadeirinha nem sempre ficará en- devem ser modificados:
costada na base do banco do veí- cintos, ISOFIX bancos e
culo. respectivas fixações.

1.24
SEGURANÇA DE CRIANÇAS: instalação do banco para crianças (1/2)
Alguns assentos não permitem a ins- Nos bancos equipados com cinto
talação de um banco para crianças. O de segurança de três pontos
esquema das páginas seguintes indica Um berço deve ser instalado no sen-
onde fixar um banco para crianças. tido transversal do banco e ocupa, no
Os tipos de banco para crianças men- mínimo, dois lugares.
cionados podem não estar disponí- Posicione de modo que a cabeça da
veis. Antes de utilizar outro banco para criança fique do lado oposto ao da
crianças, verifique junto ao fabricante porta do veículo.
se pode ser montado.
Avance totalmente o banco dianteiro
do veículo para instalar um banco para
crianças voltado para a traseira do ve-
ículo e depois recue ao máximo sem
contato com o banco para crianças.

Monte o banco para crian- Para segurança da criança na posi-


ças em um banco traseiro. ção voltada para a frente do veículo,
o banco que ficar à frente da criança
Certifique-se de que ao ins- só deve ser recuado até metade do
talar o banco para crianças seu curso, a inclinação do encosto não
no veículo não corre o risco de que deve ultrapassar 25°, sendo o banco
o mesmo se solte de sua base. levantado o máximo possível.
Se tiver que retirar o apoio de Verifique que o banco para crianças
cabeça, certifique-se de que fique voltado para a frente do veículo esteja
bem guardado de tal modo que não apoiado sobre o encosto do assento do
venha a machucar alguém em caso veículo.
de frenagem brusca ou choque.
NÃO SE DEVE INSTALAR
Fixe sempre o banco para crianças CADEIRINHA/BANCO Certifique-se de que o
no veículo mesmo que não esteja PARA CRIANÇAS NO banco para crianças ou os
sendo utilizado para que o mesmo BANCO DO PASSAGEIRO pés da criança não impe-
não se movimente e venha machu- DIANTEIRO. çam o correto bloqueio do
car alguém em caso de frenagem
banco dianteiro.
brusca ou de choque.
Consulte o parágrafo “Banco dian-
teiro” no capítulo 1.

1.25
SEGURANÇA DE CRIANÇAS: instalação do banco para crianças (2/2)

A
A

Estas instruções estão marcadas nas


etiquetas A situadas em cada lado do
para-sol do passageiro 1.
NUNCA use uma cadeirinha infantil vol-
ATENÇÃO tada em sentido contrário ao de marcha
do veículo em um assento protegido
Devido à incompatibili- com um AIRBAG ATIVO. Existe risco
dade entre o espaço ocu- de MORTE ou de ocorrerem SÉRIOS
pado pelo airbag dianteiro FERIMENTOS.
quando acionado e um banco para
crianças de costas para a frente do
veículo, NUNCA use uma cadeiri-
nha infantil voltada em sentido con-
trário ao de marcha do veículo em
um assento protegido com airbag.
Risco de morte ou ferimentos
graves em caso de acionamento
do airbag.

1.26
BANCOS PARA CRIANÇAS: fixação usando um cinto de segurança (1/2)

O transporte de crianças,
com menos de 10 anos, no
banco de passageiro dian-
teiro, somente é permitido
se previsto pela legislação do seu
país.

Banco para crianças fixado com au-


² Banco que não permite a insta- xílio do cinto de segurança
lação de cadeirinha/ banco para crian-
ças.
¬ Lugar que permite a fixação,
por cinto, de um banco homologado,
Sempre verifique, no
manual de utilização, a cor-
reta montagem do disposi-
desde que compatível com cinto de
tivo de retenção (cadeiri-
três pontas e que prevista pela legisla-
nha/banco) para crianças.
ção do país em que esteja trafegando.

NÃO SE RECOMENDA
A I N S TA L A Ç Ã O
DE SISTEMAS DE
RETENÇÃO INFANTIL A utilização de um sistema
NO ASSENTO FRONTAL DO de segurança para crian-
PASSAGEIRO DEVIDO AOS ças inadequado para este
RISCOS À CRIANÇA QUANDO veículo não protegerá cor-
DA ATUAÇÃO DO AIR BAG. retamente o bebê ou a criança.
Corre-se o risco de que sofra feri-
mentos graves ou fatais.

1.27
BANCOS PARA CRIANÇAS: fixação usando um cinto de segurança (2/2)
O quadro abaixo apresenta informações de acordo com a legislação vigente, recomendadas para o transporte de crian-
ças.

Banco dianteiro
Lugares traseiros Lugar traseiro
Tipo de banco para crianças Idade da criança do passageiro
laterais central
COM Air bag

Bebê-conforto ou Conversível
até 1 ano X U X
(de costas para a estrada)

Cadeirinha
1 à 4 anos X U X
(de frente para a estrada)

Banco de elevação ou “Buster” 4 à 7,5 anos X U X

X = Banco não adequado para a instalação de um dispositivo de retenção para crianças.


U = Banco que permite a fixação com o cinto de segurança de um banco para crianças comercial homologado.
A Renault não recomenda a montagem de dispositivos de retenção (cadeirinha/ bancos) para crianças no banco dianteiro em ve-
ículo que possua air bag, isto porque, em caso de acionamento ,o dispositivo poderá causar ferimentos graves.

1.28
BANCOS PARA CRIANÇAS: fixação usando o sistema ISOFIX (1/2)
A dimensão do banco para crianças
ISOFIX está identificada por uma letra:
– A, B e B1: para os bancos voltados
para a frente do veículo do grupo 1
(de 9 a 18 kg);
– C e D: banco em formato de concha
ou bancos virados para trás no grupo
+0 (menos de 13 kg) ou grupo 1 (9 a
18 kg);
– E: bancos virados para trás no grupo
0 (menos de 10 kg) ou +0 (menos de
13 kg);
– F e G: berços do grupo 0 (até 10 kg)

Banco para crianças fixada me-


² Banco que não permite a insta- diante a fixação ISOFIX
lação de cadeirinha/ banco para crian-
ças.
ü Lugar que permite a fixação de
uma cadeira para criança ISOFIX.
 Os lugares traseiros estão equi-
pados com um dispositivo que permite
fixar, de frente para a dianteira do veí-
culo, um banco para crianças ISOFIX
homologado como “Universal”. Os
pontos de fixação  estão situados
na parte traseira dos bancos traseiros.
A utilização de um sistema
de segurança para crian-
ças inadequado para este
veículo não protegerá cor-
retamente o bebê ou a criança.
Corre-se o risco de que sofra feri-
mentos graves ou fatais.

1.29
BANCOS PARA CRIANÇAS: fixação usando o sistema ISOFIX (2/2)
O quadro abaixo apresenta informações de acordo com a legislação vigente, recomendadas para o transporte de crian-
ças.

Lado do
Tipo de banco Peso da Dimensão do Lugares traseiros Lugar traseiro
passageiro
para crianças criança banco ISOFIX laterais central
(dianteiro)
Berço transversal
< 10 kg F, G X X X
Grupo 0

Estrutura de costas
< 10 kg e < 13 kg E X IL (1) X
Grupos 0 ou 0 +

Banco/cadeira de
costas para a frente < de 13 kg e de 9
C, D X IL (1) X
do veículo a 18 kg
Grupos 0+ e 1
Banco de frente para
a estrada 9 a 18 kg A, B, B1 X IUF - IL (2) X
Grupo 1
Banco elevador de
15 a 25 kg e 22 a
altura X IUF - IL (2) X
36 kg
Grupos 2 e 3
X = Lugar impróprio para a instalação de um banco para crianças ISOFIX.
IUF/IL = Em veículos equipados, o banco que permite que uma cadeirinha infantil com aprovação “Universal/semiuniversal ou
específica do veículo” seja instalada com o uso do sistema ISOFIX; verifique se ela pode ser instalada corretamente.
(1) Se necessário, recue ao máximo o banco do veículo. Avance totalmente o banco dianteiro do veículo para instalar um banco
para crianças voltado para a traseira do veículo e depois recue ao máximo sem contato com o banco para crianças.
(2) Em todas as situações, retire o apoio para cabeça do lugar onde o banco para crianças está montado. É obrigatório fazer isso
antes de instalar o banco para crianças. Consulte as informações em “Apoios de cabeça traseiros” na Seção 3. Mova para
frente o banco em frente à criança, mova o encosto para frente para evitar o contato entre o banco e as pernas da criança.

1.30
RETROVISORES

1
0
A B

2
Retrovisores externos de Retrovisores externos de Retrovisor interno
comando manual comando elétrico O retrovisor interno é orientável.
Para orientar o retrovisor, manuseie a Com a ignição ligada, manuseie o Em condução noturna, para não ser
haste 1. botão 2: ofuscado pelos faróis de um veículo
– posição A para regular o retrovisor atrás, manobre a haste 3.
esquerdo;
Retrovisores externos – posição B para regular o retrovisor
rebatíveis direito;
Os retrovisores externos são rebatí- – 0 é a posição inativa;
veis: basta rebate-los manualmente Manter sempre o interruptor na posição Os objetos observados
contra o vidro da porta. central - “0” - para evitar a descarga da pelos retrovisores estão re-
bateria. almente mais próximos do
que parecem. Para sua se-
gurança, tenha isso em considera-
ção para avaliar corretamente a dis-
Por segurança, efetue tância antes de qualquer manobra.
estas regulagens com o ve-
ículo parado.

1.31
POSTO DE CONDUÇÃO COM VOLANTE À ESQUERDA (1/2)

1 2 3 4 5 6 8 9 10 11
7

32 31 30 29 28 27 26 12
16 15 14 13

25 24 23 22 21 20 19 18 17

1.32
POSTO DE CONDUÇÃO COM VOLANTE À ESQUERDA (2/2)
A presença dos equipamentos DEPENDE DA VERSÃO DO VEÍCULO E DO PAÍS.

1 Difusor de ar lateral. 8 Friso de desembaçamento central. 22 Freio de estacionamento.


2 Frisos de desembaçamento lateral. 9 Local do airbag do passageiro. 23 Alavanca de câmbio.
3 Haste de: 10 Frisos de desembaçamento lateral. 24 Comando geral do regulador/limita-
– indicador de direção, 11 Difusor de ar lateral. dor de velocidade.

– iluminação externa, 12 Porta-luvas. 25 Comando dos levantadores de


vidros elétricos traseiros.
– faróis dianteiros de neblina, 13 Comando das luzes de advertência.
26 Ignição.
4 Painel de instrumentos. 14 Comando de travamento elétrico
das portas. 27 Comandos satélite do rádio.
5 Local para airbag do motorista e
buzina. 15 Local para rádio ou porta-objetos. 28 Interruptores do regulador/limitador
de velocidade.
6 – Haste do limpador/lavador de 16 Comandos de climatização.
vidros do para-brisas e do vidro 29 Comando de destravamento do
17 Comando dos levantadores de capô.
traseiro. vidros elétricos traseiros.
– Comando de passagem das in- 30 Comandos de:
18 Comando de bloqueio dos vidros
formações do computador de elétricos traseiros. – ativação/desativação do auxílio
bordo. de estacionamento;
19 Luz de aviso de lembrete sobre o
7 Difusores de ar centrais. cinto de segurança do motorista ou – ativação/desativação do sistema
do passageiro dianteiro Stop and Start.

20 Porta copos ou local para cinzeiro 31 Comando de regulagem dos retrovi-


(acessório opcional). sores externos.

21 Tomada de acessórios 32 Tampa de fusíveis.

1.33
VOLANTE DA DIREÇÃO/RELÓGIO
Pressione demoradamente o botão 3
2 para entrar no modo de acerto das
horas.
Quando apenas as horas piscarem,
pressione brevemente o botão 3 para
acertar as horas.
Pressione demoradamente o botão 3
1 para entrar no modo de acerto dos mi-
3
nutos.
Quando apenas os minutos piscarem,
pressione brevemente o botão 3 para
acertas os minutos.
Confirme ao pressionar demorada-
mente o botão 3.
Regulagem do volante Acerto do relógio
Conforme a versão do veículo, a posi- Ajuste das horas do relógio 2
ção do volante é regulável em altura.
Selecione a exibição “Hora” no painel
Puxe a alavanca 1 e coloque o volante de instrumentos ao pressionar o
na posição desejada. botão 3.
A seguir, empurre a alavanca para blo-
quear o volante.
Assegure-se do correto travamento do
volante.

Por segurança, efetue Nunca desligue o motor em Se houver interrupção da alimenta-


estas regulagens com o ve- uma descida, ou com o ve- ção elétrica (bateria desligada, cabo
ículo parado. ículo em movimento (su- de alimentação cortado...), poderá
pressão da assistência). ser necessário acertar o relógio.

1.34
LUZES INDICADORAS (1/5)
A presença e o funcionamento das luzes indicadoras DEPENDEM DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS.

Luz de posição (lanterna) Luz indicadora de multifun-


š Ò ção (vermelha ou laranja)
Luz indicadora de luz alta
A á Luz indicadora de parada
obrigatória na cor vermelha
Luz indicadora de luz baixa
k Acende ao ligar a ignição e apaga
quando o motor começa a funcionar. É
Luz indicadora dos faróis acesa junto com outras luzes indicado-
g dianteiros de neblina ras, sendo acompanhada de um sinal
sonoro.
Luz do indicador de direção
c esquerdo Para sua segurança, caso a luz indi-
cadora se acenda com o veículo em
Luz do indicador de direção
b direito movimento pare imediatamente, res-
peitando as leis de trânsito. Desligue o
Luz indicadora de portas motor e não tente dar a partida nova-
Painel de instrumentos A
Å abertas mente.
Acende com a ignição ligada quando Chame uma Oficina Autorizada.
Acende-se quando a ignição está uma das portas estiver aberta ou
ligada. mal fechada. Consulte o parágrafo Luz indicadora de alerta na cor
“Abertura e fechamento das portas” no laranja
capítulo 1. Acende ao ligar a ignição e apaga
A ausência do retorno quando o motor começa a funcionar.
visual ou sonoro do painel Pode se acender junto com outras
indica uma falha do painel luzes indicadoras no painel de instru-
de instrumentos. Diante mentos.
desta situação pare imediatamente A não observância das re-
o veículo, respeitando as regras de É necessário uma parada logo que pos-
comendações a seguir sível em uma Oficina Autorizada , con-
trânsito. Assegure-se de que o veí- pode implicar em danos ao
culo está corretamente estacionado duzindo com moderação. A não ob-
veículo e são de responsa- servância desta recomendação pode
e chame uma Oficina Autorizada. bilidade do condutor. implicar em risco de dano ao veículo.

1.35
LUZES INDICADORAS (2/5)
A presença e o funcionamento das luzes indicadoras DEPENDEM DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS.

Luz indicadora de pressão Luz indicadora de aciona-


À do óleo D mento do freio de estaciona-
mento e luz indicadora de detecção
Acende ao ligar a ignição e apaga
A alguns segundos depois. de incidente no circuito de freio

Se acender durante a condução, acom- Acende brevemente ao ligar a ignição.


panhado de um aviso sonoro, pare ime- Caso se acenda ao frear ou em circula-
diatamente e desligue a ignição. ção acompanhado de um sinal sonoro,
isto indica um baixo nível nos circuitos
Verifique o nível de óleo (consulte o de frenagem; pode ser perigoso con-
parágrafo “Nível de óleo de motor: ge- tinuar a viagem. Chame uma Oficina
neralidades” no capítulo 4). Se o nível Autorizada.
estiver normal, é proveniente de outra
Luz indicadora de antiblo-
causa. consulte rapidamente uma
Oficina Autorizada.
x queio das rodas

Luz indicadora de carga da Acende ao ligar a ignição e apaga

Painel de instrumentos A
Ú bateria alguns segundos depois.
Se não se apagar após ligar a ignição
Caso se acenda em movimento, ela
Luz indicadora de alerta de ou caso se acenda em movimento, si-
Ô temperatura do líquido de
refrigeração
indica uma descarga do circuito elé-
trico. Pare e consulte rapidamente uma naliza uma falha do sistema de antiblo-
Oficina Autorizada. queio das rodas. O sistema de freios é
Caso fique acesa em movimento assegurado como em um veículo não
Luz indicadora de airbag equipado com o sistema ABS.
acompanhada do sinal sonoro, signi-
fica um superaquecimento do motor.
å Acende ao ligar a ignição e Consulte rapidamente uma Oficina
Estacione e deixe o motor funcionando apaga alguns segundos depois. Se Autorizada.
em marcha lenta um ou dois minutos. A não ligar quando a ignição é ligada ou
temperatura deve baixar. Do contrário, piscar, sinaliza uma falha do sistema.
desligue o motor. Deixe o motor arrefe- Consulte rapidamente uma Oficina
cer antes de verificar o nível do líquido Autorizada.
de refrigeração. Chame uma Oficina
Autorizada, se necessário.

1.36
LUZES INDICADORAS (3/5)
A presença e o funcionamento das luzes indicadoras DEPENDEM DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS.

Luz indicadora de alerta de Luz indicadora de controle


L nível mínimo de combustível Ä dos gases de escape
Acende-se ao ligar a ignição e apaga Acende ao ligar a ignição e apaga
A alguns segundos depois. Se acender alguns segundos depois.
em circulação acompanhada de um – Se ficar acesa continuamente, con-
sinal sonoro, reabasteça assim que sulte o quanto antes uma Oficina
possível. A autonomia restante é de Autorizada;
aproximadamente 50km a partir da pri-
meira vez que a luz se acende. – Se piscar, desacelere até desapa-
recer a intermitência. Consulte uma
Luz indicadora de alerta de
 nível mínimo de combustível
no tanque secundário Hi-Flex
oficina Autorizada assim que possí-
vel.
Consulte o parágrafo “Recomendações:
Acende ao ligar a ignição e apaga controle de poluição, economia de
alguns segundos depois. Se acender combustível, condução” no capítulo 2.
com o veículo em movimento, com-
Painel de instrumentos A Luzes indicadoras de
plete o mais rápido possível o tanque
secundário Hi-Flex localizado no com- äæ assistência à troca de
partimento do motor. marchas e à economia de combustí-
vel
É recomendável encher o tanque se-
Os indicadores de alerta de cundário com gasolina aditivada e com Acendem-se para aconselhá-lo a
nível mínimo de combustí- o motor desligado. mudar para uma marcha superior (seta
vel funcionam de maneira para cima) ou inferior (seta para baixo).
independente. A presença do indicador
do tanquinho adicional de-
A luz do tanquinho adicional pende da versão do seu
 se acende quando ele está
com nível baixo, o qual não tem re-
veículo. Se ele não for
equipado com esse dispositivo, é
necessário fazer a verificação visual
lação com o indicador L que
trata apenas do tanque principal.
periodicamente do nível de com-
bustível nesse reservatório.

1.37
LUZES INDICADORAS (4/5)
A presença e o funcionamento das luzes indicadoras DEPENDEM DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS.

Luz indicadora de controle


 eletrônico da estabilidade
(ESC) e sistema antipatinagem
A A luz de aviso pode acender por várias
razões: consulte as informações em
“Dispositivos de correção e assistência
à condução” no capítulo 2.
Luz indicadora do modo de
 espera ativado
Consulte o item “Função Stop and
Start” no capítulo 2.
Luz indicadora do modo de
 espera não disponível A não observância das re-
comendações a seguir
Consulte o item “Função Stop and pode implicar em danos ao
Painel de instrumentos A Start” no capítulo 2. veículo e são de responsa-
Luzes indicadoras do bilidade do condutor.
Ϧ regulador de velocidade
Consulte o parágrafo “Regulador de
velocidade” no capítulo 2.
Luz indicadora do limitador A ausência do retorno
Ð de velocidade visual ou sonoro do painel
indica uma falha do painel
Consulte o parágrafo “Limitador de ve- de instrumentos. Diante
locidade” no capítulo 2. desta situação pare imediatamente
o veículo, respeitando as regras de
trânsito. Assegure-se de que o veí-
culo está corretamente estacionado
e chame uma Oficina Autorizada.

1.38
LUZES INDICADORAS (5/5)
A presença e o funcionamento das luzes indicadoras DEPENDEM DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS.

A não observância das re-


comendações a seguir
pode implicar em danos ao
Console B veículo e são de responsa-
Luz de aviso de lembrete bilidade do condutor.
ç sobre o cinto de segurança
do motorista
Se, dada a partida no motor, o cinto de
segurança do motorista não estiver co- A ausência do retorno
locado corretamente e o veículo tiver visual ou sonoro do painel
atingido aproximadamente 20 km/h, indica uma falha do painel
essa luz acenderá no console central e de instrumentos. Diante
um bipe será emitido por aproximada- desta situação pare imediatamente
mente dois minutos. o veículo, respeitando as regras de
trânsito. Assegure-se de que o veí-
culo está corretamente estacionado
e chame uma Oficina Autorizada.

1.39
VISORES E INDICADORES

3
1 2

4
Conta-giros 1 (rpm x 1000) Velocímetro 2 (km/h) Indicador do nível de
combustível 3
O número de traços acesos indica o
nível de combustível. Quando o nível
atinge o mínimo, não há qualquer traço
exibido e a luz indicadora 4 se acende
dentro de alguns quilômetros.

Computador de bordo A
Consulte o parágrafo “Computador de
bordo” no capítulo 1.

1.40
COMPUTADOR DE BORDO (1/4)
a) hodômetro total, Interpretação de alguns
b) hodômetro parcial, valores exibidos após uma
c) relógio
1 d) combustível consumido,
sinalização de partida
e) consumo médio, (reset via tecla de seleção 2)
f) consumo instantâneo,
g) distância percorrida, Os valores de consumo médio, autono-
h) velocidade média, mia e velocidade média são cada vez
i) autonomia de abastecimento. mais significativos e estáveis à medida
em que se aumenta a distância percor-
2 As tabelas das páginas a seguir mos- rida desde o último ponto de referência.
tram exemplos de indicações possí-
veis. Nos primeiros quilômetros, após o
último ponto de referência, pode-se
constatar que a autonomia aumenta
Reinicialização do hodômetro em movimento. Isto se deve ao fato
parcial desta autonomia levar em conta o con-
Display multifunção 1 Para reiniciar o hodômetro parcial, o sumo médio realizado desde o último
visor deve estar selecionado em “hodô- ponto de referência. Ora o consumo
pode diminuir quando:
Tecla de seleção da metro parcial”.
exibição 2 Pressione demoradamente o botão 2. – o veículo sai de uma fase de ace-
leração;
A exibição depende do veículo e do
país. – o motor atinge a temperatura de
funcionamento;
Os itens de c à i só estão disponíveis
nas versões equipadas com computa- – você passa de uma circulação
dor de bordo urbana para uma circulação em
estrada.
Percorra as informações seguintes ao
pressionar sucessivamente a tecla 2: Por consequência, se o consumo
médio diminui, a autonomia aumenta.

1.41
COMPUTADOR DE BORDO (2/4)
A exibição das informações descritas a seguir DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE DESTINO.

Exemplos de seleção da
informação mostrada ao Interpretação da informação
pressionar sucessivamente 2

a) Hodômetro total da distância percorrida.

b) Hodômetro parcial da distância percorrida.

c) Relógio (para informações sobre ajuste das horas, consulte o pará-


grafo “Relógio” no capítulo 1).

d) Combustível consumido desde a último ponto de referência.

1.42
COMPUTADOR DE BORDO (3/4)
A visualização das informações seguintes DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE COMERCIALIZAÇÃO.

Exemplos de seleção da
informação mostrada ao Interpretação da informação
pressionar sucessivamente 2

e) Consumo médio desde o último ponto de referência.


Este valor só é exibido após percorrido 400 metros e leva em conside-
ração a distância percorrida e o combustível consumido após o último
ponto de referência

f) Consumo instantâneo.

g) Distância percorrida desde o último ponto de referência.

h) Velocidade média desde o último ponto de referência.


Este valor só é exibido após percorrer cerca de 400 m.

1.43
COMPUTADOR DE BORDO (4/4)
A exibição das informações descritas a seguir DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE DESTINO.

Exemplos de seleção da
informação mostrada ao Interpretação da informação
pressionar sucessivamente 2

i) Autonomia de abastecimento
Distância restante a percorrer até o próximo abastecimento.
Realize um abastecimento o mais rapidamente possível ao receber a indica-
ção “----“.
Observação: a autonomia de abastecimento depende do estilo de condução (circulação
frequente a baixa velocidade, percurso porta a porta, circulação prolongada em marcha
lenta, tração de reboque, etc.). A distância restante a percorrer até o próximo abastecimento
pode, em certos casos, diminuir mais rapidamente que a distância realmente percorrida (o
veículo entra em uma fase de aceleração; você passa de uma circulação em estrada para
uma circulação urbana, etc.).
A periodicidade do abastecimento independe do programa de manutenção do veículo: con-
sulte o documento de manutenção do seu veículo.
Reinicialização: para reinicializar a autonomia de abastecimento, pressione por cerca de
10 segundos,sem interrupção, a tecla de reinício em zero, até que a autonomia de abaste-
cimento seja exibida sem piscar.
Para descobrir a média de consumo de forma mais precisa, é necessário zerar o computa-
dor de bordo logo após o abastecimento, no início de um novo trecho/viagem, ou ainda em
troca de percurso (cidade/estrada).

1.44
ILUMINAÇÃO E SINALIZAÇÕES EXTERNAS
Para retornar à posição de luz baixa, Desligamento dos
puxe a haste 1 na sua direção. e faróis de neblina
Gire o anel central 3 da haste até o sím-
Desligamento
1 2 3 e Traga a extremidade da
bolo ficar na direção do marcador 2.
A luz indicadora correspondente se apa-
haste 1 até o símbolo ficar na direção ga no painel de instrumentos.
do marcador 2.
Ao desligar a iluminação externa,
também são desligados os faróis dian-
Alarme sonoro de faróis teiros de neblina.
acesos
Ao abrir a porta do motorista, um
alarme sonoro dispara se os fárois per-
maneceram acesos após desligar o
motor. Há risco de descarga da bateria.
Luz de posição
š (lanterna) Faróis dianteiros de
Gire a extremidade do manípulo 1 até
o símbolo ficar na direção do marca-
g neblina
dor 2. Gire o anel central 3 da haste até o sím-
bolo ficar na direção do marcador 2.
O farol de neblina só funciona se a ilu-
Faróis baixos
k Gire a extremidade do ma-
minação externa estiver ligada. Uma
luz indicadora acende no painel de ins-
nípulo 1 até o símbolo ficar na di- trumentos.
reção da marcação 2. Esta luz in- Antes de iniciar uma
Não se esqueça de desligar estes viagem noturna, verifique
dicadora se acende no painel
faróis assim que não necessite mais o bom funcionamento do
de instrumentos.
deles para não incomodar os outros equipamento elétrico.
motoristas.
De um modo geral, verifique se os
Luz alta
á Com a luz baixa acessa, em-
faróis não estão obstruídos (sujeira,
lama, neve, transporte de objetos
purre a haste 1. Esta luz indicadora se que os possam tampar, etc.).
acende no painel de instrumentos.
1.45
SINALIZAÇÕES SONORAS E LUMINOSAS

1 2 3

Sinais luminosos Luzes de advertência Indicadores de direção


o Para fazer um sinal luminoso,
é Pressione o interruptor 3. Manuseie a haste 1 no plano do volante
puxe a haste 1 em sua direção. Este dispositivo aciona simultanea- e no sentido que deseja virar o mesmo.
mente todos os indicadores de direção, Modo impulsional
Buzina incluindo os laterais.
ì Pressione a zona 2. Este sinal só deve ser utilizado em
Na condução, a rotação do volante
pode ser insuficiente para retornar au-
caso de perigo, para avisar os outros tomaticamente a haste para a posição
motoristas de que foi obrigado a parar inicial.
em um local inadequado, ou mesmo
proibido, ou que está em condições de Nesses casos, mova a haste 1 até
condução ou de circulação particula- antes da posição de travamento e li-
res. bere-a: ela retornará para a sua posi-
ção original, mas a luz indicadora de
direção piscará três vezes.

1.46
LIMPADOR DE VIDROS, LAVADOR DO VIDRO DIANTEIRO
Lavador do vidro Com temperaturas muito baixas, verifi-
1
s dianteiro que se as palhetas dos limpadores de
vidros não estão imobilizadas pelo gelo
Com a ignição ligada, puxe a haste 1 (risco de aquecimento do motor).
A em sua direção.
Inspecione o estado das palhetas. Elas
Uma ação breve aciona o lavador de devem ser substituídas assim que sua
B vidros e provoca também um movi- eficácia diminua. Limpe regularmente o
mento de vai e vem do limpador de para-brisas.
C vidros.
Se você desligar a ignição antes da
Uma ação prolongada ativa, além parada do limpador de vidros (posi-
D do lavador de vidros, bem como, três ção A), as palhetas param na posição
movimentos de vai e vem no limpador em que estiverem.
de vidros.
Ao voltar a ligar a ignição, desloque
simplesmente a haste 1 à posição A
para levar à posição de parada.
Limpador do vidro
n dianteiro
Com a ignição ligada, manobre, parale-
lamente ao plano do volante, a haste 1:
A Parado.
B Varredura intermitente.
Entre duas varreduras, as palhetas
param durante alguns segundos.
C Varredura contínua lenta. Antes de qualquer ação no
D Varredura contínua rápida. para-brisas (lavagem do
veículo, descongelamento,
Em intervenções sob o limpeza do para-brisas,
capô, assegure-se de que etc.) coloque a haste 1 na posi-
a haste do limpador de ção A (parada).
vidros esteja na posição A
(parada). Risco de ferimentos. Risco de ferimentos e/ou deteriora-
ção.

1.47
LIMPADOR DE VIDROS, LAVADOR DO VIDRO TRASEIRO
Lavador do vidro
p traseiro
1 2 Com a ignição ligada, gire a extremi- Antes de utilizar o limpador do vidro
dade da haste 2 até o símbolo ficar na traseiro, verifique se nenhum objeto
direção do marcador 1. transportado pode impedir o livre
Esta ação aciona o lavador de vidros e funcionamento da palheta.
provoca também movimentos de vai e Com tempo muito frio, verifique se
vem do limpador de vidros. as palhetas do limpador de vidros
Ao soltar a haste, esta volta à posição não estão imobilizadas pelo gelo
do limpador do vidro traseiro. (risco de aquecimento do motor).
Inspecione o estado das palhetas.
Particularidade Devem ser substituídas assim que
Se o limpador do vidro dianteiro esti- sua eficácia diminua.
ver em funcionamento ou desligado a Limpe regularmente o vidro traseiro.
Limpador do vidro menos de dois minutos, o limpador do
Y traseiro vidro traseiro é acionado automatica-
mente ao engatar a marcha ré.
Com a ignição ligada, gire a extremi-
dade da haste 2 até o símbolo ficar na
direção do marcador 1.

1.48
TANQUE DE COMBUSTÍVEL (1/3)
Reabastecimento de
combustível
Para reabastecer seu veículo, retire a
chave da ignição. Introduza a pistola
para empurrar a válvula até o batente
A antes de iniciar o reabastecimento
2 (caso contrário, existe o risco de espir-
ros e salpicos de combustível).
A capacidade útil do tanque de com-
1 bustível será atingida quando da ter-
ceira parada automática da pistola de
abastecimento. Não ultrapasse este
ponto a fim de preservar o volume de
expansão do tanque e para evitar va-
zamentos.
Capacidade útil do tanque: cerca de Para abrir a portinhola do tanque de
50 litros combustível A, puxe o comando 2 à es- No momento do reabastecimento de
querda do banco do motorista. combustível, tenha cuidado para não
Para abastecer, consulte o parágrafo entrar água. A válvula e a respectiva
“abastecimento de combustível”. zona periférica devem permanecer
Estacione seu veículo corretamente limpas.
(desligue o motor do veículo e puxe o Tampa de reabasteci-
freio de mão/deixe engatado em pri- mento: é específica. Se
meira marcha ou marcha-ré). tiver que substituí-la, certi-
Durante o abastecimento, um porta- fique-se de que seja idên- Utilize um combustível de
tampa 1 é previsto no batente da por- tica à tampa original. Consulte uma boa qualidade que res-
tinhola. Oficina Autorizada. peite as normas em vigor
em cada país e obrigato-
Após o abastecimento, verifique o fe- Nunca manuseie a tampa na proxi- riamente conforme as indicações
chamento da tampa e da portinhola. midade de uma chama ou fonte de da etiqueta situada na portinhola do
calor. tanque de combustível A. Consulte
Nunca lave a zona de rea- Nunca lave a zona de abasteci- a tabela “Características dos moto-
bastecimento com um dis- mento com um lavador de alta pres- res” no capítulo 6.
positivo de alta pressão. são.

1.49
TANQUE DE COMBUSTÍVEL (2/3)
Qualidade de combustível Veículos Hi-Flex (bicom- A correta indicação de com-
Utilize somente gasolina tipo C, gaso- bustíveis): utilize somente bustível após o reabasteci-
lina aditivada ou álcool etílico hidratado gasolina tipo C, gasolina mento ocorre realizando a
(etanol). aditivada ou álcool etí- operação sem a chave no
Lembre-se sempre de verificar e encher lico hidratado (etanol). Lembre-se contato e adicionando no mínimo
o reservatório de partida a frio, com sempre de manter cheio o reserva- 10L de combustível, sendo a preci-
gasolina, preferencialmente aditivada tório de partida a frio e sempre com são de mais ou menos 1 barra indi-
(este tanque não pode conter álcool). gasolina, preferencialmente aditi- cadora do display.
vada. Em viagens para fora do país,
Em viagens para fora do país não abas- não abastecer em hipótese alguma
teça em hipótese alguma com gasolina com gasolina com chumbo ou gaso-
com chumbo ou gasolina pura com oc- lina pura com octanagem inferior a
tanagem inferior a 95 octanos. 95 octanos.
Quando mudar o combustível de gaso-
lina para etanol e vice-versa, saiba que
o sistema de injeção de combustível
necessita de alguns quilômetros para
adaptar-se à nova alimentação.

Odor persistente de
combustível
Veículo equipado com a função No caso de sentir um odor É rigorosamente proibida
Stop and Start persistente de combustível, pare qualquer intervenção e/
Para o reabastecimento de com- o veículo conforme as condições ou modificação do sistema
bustível, o motor deve estar desli- de circulação e desligue a ignição. de alimentação de com-
gado (e não em modo de espera): Ative o sinal de alerta e peça aos bustível (caixas eletrônicas, cabe-
desligue a ignição girando a chave ocupantes que saiam do veículo e amentos, circuito de combustível,
para a posição «stop» St. (consulte se mantenham afastados da zona injetor, tampas de proteção, etc.),
«Partida, parada do motor»). de circulação e chame uma Oficina por razões de segurança (exceto
Autorizada. quando efetuadas por pessoas qua-
lificadas da rede autorizada).

1.50
TANQUE DE COMBUSTÍVEL (3/3)

Não complete nem misture


3 gasolina do reservatório de
3
partida a frio no comparti-
mento de água do lavador
do para-brisa. A presença de gaso-
lina no reservatório de água repre-
senta risco de incêndio.

Se a pistola de abasteci-
mento de gasolina não for
corretamente introduzida
no bocal, o combustível
pode transbordar ou derramar. Isto
é perigoso e há risco de incêndio ou
Reservatório de partida a frio 3 lesões.
O reservatório do sistema de partida a ATENÇÃO: A tampa do re-
frio 3, está localizado no compartimento servatório de partida a frio
é VERMELHA. A tampa do Reabasteça o reservatório
do motor. Este reservatório tem capaci- com cautela para evitar que
dade de aproximadamente 0,75 litros reservatório de água do
lava vidros é PRETA. No momento a gasolina derrame. Caso
e deve estar sempre abastecido com isso ocorra, tampe o reser-
gasolina, preferencialmente aditivada do abastecimento não inverta ou
misture os fluidos. vatório e remova o combustível der-
(este tanque não pode conter álcool). ramado.

No momento das interven-


Não complete nem misture ções perto do motor, pro-
água do lavador de para- ceda com cuidado, pois
brisa no reservatório de pode estar quente. Além
partida a frio. A presença disso, o ventilador do motor pode
de água no compartimento de ga- entrar em funcionamento a qual-
solina pode danificar o motor e não quer instante.
ocorrerá partida. Riscos de ferimentos.

1.51
1.52
Capítulo 2: Condução
(recomendações de utilização ligados à economia e ao meio ambiente)

Rodagem, Ignição de partida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.2


Partida, parada do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.3
Função Stop and start . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.4
Particularidades versões gasolina e flex . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.8
Recomendações: controle de poluição, economia de combustível, condução . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.9
Meio ambiente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.12
Alavanca de câmbio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.13
Freio de estacionamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.13
Direção assistida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.13
Dispositivos de correção e assistência à condução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.14
Piloto automático (controlador de velocidade de cruzeiro): limitador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.17
regulador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.20
Auxílio de estacionamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.24
Câmera de marcha à ré. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.26
Caixa de câmbio automatizada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.28
2.1
RODAGEM, IGNIÇÃO DE PARTIDA
Versão a gasolina e etanol Posição «Partida» D
Até atingir os primeiros 1.000 km, não Se o motor não der a partida, você
ultrapasse 130 km/h na troca de marcha deve girar a chave para trás, antes de
mais elevada ou 3.000 a 3.500 rpm. acionar de novo o motor de partida.
No entanto, só após cerca de 3.000 km, Solte a chave logo que o motor dê a
seu veículo irá proporcionar todo seu partida.
desempenho.
Periodicidade de abastecimentos:
consulte o documento de manutenção
do seu veículo.

Posição «Stop» St
Posição na qual o motor encontra-se
desligado.

Posição «Acessórios» A
Com a ignição desligada, na posição
A, os acessórios eventuais (rádio, etc.)
continuam funcionando.

Posição «Marcha» M
A ignição está ligada. Você pode colo-
car o motor para funcionar.

2.2
PARTIDA, PARADA DO MOTOR
Partida do motor Parada do motor
– Acione o motor de partida sem ace- Com o motor em marcha lenta, gire a
lerar. chave para a posição «Stop» St
– Solte a chave de partida do motor. Responsabilidade do
Ao utilizar etanol segure a chave por motorista
mais tempo durante a partida. Neste Ao se afastar do veículo,
caso é normal ouvir ruídos durante a nunca abandone crianças,
partida. O reservatório de partida a frio adultos incapazes ou animais no
deve estar abastecido com gasolina seu interior, mesmo que por pouco
aditivada para assegurar a partida do tempo. Essa atitude pode colocar
motor. as pessoas em perigo. O motor ou
Após a partida do motor, especialmente os equipamentos (como levantado-
depois que o veículo permaneceu res de vidro, sistema de travamento
parado por algumas horas, a rotação das portas, etc.) podem ser acio-
de marcha lenta ficará acelerada por nados indevidamente. Além disso,
alguns minutos. Esse funcionamento é sob sol e/ou clima quente, a tem-
normal e tem como objetivo reduzir as peratura interna da cabine aumenta
emissões de poluentes. muito rapidamente.
RISCO DE MORTE OU
FERIMENTOS GRAVES

Nunca desligue a ignição


antes do veículo estar
completamente parado. A
parada do motor suprime
as funções de assistência: freios,
direção, etc., e dos dispositivos de
segurança passiva como os air-
bags.

2.3
FUNÇÃO STOP AND START (1/4)
Seu veículo pode estar equipado com Condições para o Para veículos equipados com caixa
esta função. acionamento do modo de de câmbio manual
Este sistema permite reduzir o con- espera – a caixa de câmbio estiver em ponto
sumo de combustível e as emissões morto;
Após superada certa velocidade desde
de gases do efeito estufa. Assim que é e
a última parada, o motor será colocado
dada a partida no veículo, o sistema é
em modo de espera quando: – o pedal da embreagem estiver libe-
ativado automaticamente. Em circula-
ção, o sistema desliga o motor (modo Para veículos equipados com caixa rado
de espera) durante uma parada do ve- de câmbio automatizada
ículo (congestionamento, parada de
trânsito, etc.).
– a caixa de câmbio estiver na posição Se a luz indicadora  piscar,
significa que o pedal da embreagem
D, M ou N;
não está completamente liberado;
e
– o pedal do freio estiver pressionado e
(suficientemente forte); – a velocidade do veículo é inferior a 4
Se freio de estacionamento estiver km/h.
acionado e a posição N engatada, Para todos os veículos, a luz indica-
o motor continuará em modo de
espera mesmo que o pedal do freio dora  fica acesa no painel de ins-
trumentos, avisando que o motor está
seja liberado.
e em modo de espera.
– o pedal do acelerador não estiver Os equipamentos do veículo permane-
pressionado ; cem funcionando durante a parada do
e motor.
– o veículo estiver parado por cerca de
2 segundos.

Não permita o movimento


Com o motor em modo de do veículo enquanto o Antes de sair do veículo, é
espera, os sistemas de as- motor estiver em modo de obrigatório desligar a igni-
sistência de frenagem não espera (a luz indicadora ção girando a chave para a
são mais operacionais.  está acesa no painel de ins-
trumentos).
posição «stop» St.

2.4
FUNÇÃO STOP AND START (2/4)
Impedir o acionamento do Saída do modo de espera do Para veículos equipados com caixa
modo de espera do motor motor de câmbio manual
Em certas situações, como a transpo- O motor do veículo volta a funcionar – a caixa de câmbio estiver em ponto
sição de um cruzamento, é possível quando: morto e o pedal da embreagem for
manter o motor funcionando, prepa- ligeiramente pressionado;
Para veículos equipados com caixa
rado para arrancar rapidamente. de câmbio automatizada ou
Para veículos equipados com caixas – o pedal do freio for liberado e a posi- – a caixa de câmbio estiver com uma
de câmbio automatizadas: ção D ou M estiver engatada; marcha engatada e o pedal da em-
Mantenha o veículo parado com pouco breagem for totalmente pressio-
ou nado.
esforço no pedal do freio
– o pedal do freio for liberado, a posi-
Para veículos equipados com caixas ção N estiver engatada e o freio de
de câmbio manuais: estacionamento for liberado;
Mantenha o pedal da embreagem pres- ou
sionado
– o pedal do freio for pressionado no-
vamente, com a posição N engatada
e com o freio de estacionamento
acionado;
ou
– a posição R for engatada;
ou
– o pedal do acelerador for pressio-
nado.

Para o reabastecimento de com-


bustível, o motor deve estar desli- Caso o motor apague ao arrancar,
gado (e não em modo de espera): é possível dar a partida novamente
desligue a ignição girando a chave ao pressionar o pedal da embrea-
para a posição «stop» St. (consulte gem.
«Partida, parada do motor»).

2.5
FUNÇÃO STOP AND START (3/4)
Condições que impedem o – em aclives acentuados, para veícu- Casos particulares
modo de espera los equipados com caixa de câmbio
automatizada; Com o motor em espera, se o motorista
Certas condições não permitem que o abrir o capô, a ignição será desligada.
motor entre em modo de espera, espe- ou
Para reativar o sistema Stop and Start,
cialmente quando: – A função “desembaçamento rápido” assegure-se de que o capô esteja bem
– a marcha ré está engatada; está ativa (consulte a seção “Ar fechado e dê a partida novamente
condicionado automático” no capí- por meio da chave (consulte «Partida,
ou tulo 3); parada do motor» no capítulo 2).
– o capô não está travado; ou
ou – a temperatura do motor é insufi-
– a porta do motorista não está fe- ciente;
chada; ou
ou – ...
– a temperatura exterior é muito baixa
ou muito alta (inferior a aproximada-
A luz indicadora  aparece no
painel de instrumentos indicando que
mente 0°C ou superior a aproxima-
o modo de espera do motor não está
damente 30°C);
disponível.
ou
– a bateria não está suficientemente
carregada;
ou
– a diferença entre a temperatura in-
terna do veículo e a temperatura ex-
Após o reabastecimento com qual-
terna é elevada demais;
quer proporção de combustível,
ou pode haver impedimento do modo
de espera durante o período de
aprendizagem da injeção eletrô- Desative a função Stop
nica. Para maiores detalhes, con- and Start ao executar qual-
sulte o parágrafo «Abastecimento quer operação no comparti-
Flex». mento do motor.

2.6
FUNÇÃO STOP AND START (4/4)
Particularidade de partida Irregularidades de
automática do motor funcionamento
Sob certas condições, o motor pode Caso a luz indicadora 2 integrada ao
dar a partida sem intervenção, para ga- interruptor 1 acender sem que haja
rantir sua segurança e conforto. uma desativação intencional, o sistema
Isto pode ocorrer especialmente pode estar com alguma falha.
quando: 1 Consulte uma Oficina Autorizada.
– a temperatura exterior é muito baixa 2
ou muito alta (inferior a aproximada-
mente 0°C ou superior a aproxima-
damente 30°C);
– A função «desembaçamento rápido»
está ativa (consulte a seção «Ar con-
dicionado automático» no capítulo
3);
– a bateria não está suficientemente
Desativação, ativação da
carregada; função
– a velocidade do veículo está acima O sistema é ativado automaticamente a
de 5 km/h (em descida etc.); cada partida do veículo dada por meio
da chave (consulte «Partida/parada do
– há acionamentos repetidos no pedal motor» no capítulo 2).
do freio ou necessidade do sistema
de freios; Pressione o interruptor 1 para desativar
a função. A luz indicadora 2 integrada
– ... ao interruptor acenderá.
Uma nova pressão reativa o sistema. A
luz indicadora 2 integrada ao interrup-
tor 1 apagará.
Se o motor estiver em modo
de espera, em caso de uma
Com o motor em espera, é possível
emergência é possível dar
dar a partida novamente ao pressio-
nova partida no motor pres-
nar o interruptor 1.
sionando o pedal da embreagem

2.7
PARTICULARIDADES VERSÕES GASOLINA E FLEX
Condições de funcionamento de seu Se constatar as irregularidades de fun- Abastecimento Flex
veículo, como: cionamento descritas anteriormente,
dirija-se, assim que possível, a uma Após um abastecimento com mudança
– circular muito tempo com a luz indi- de combustível, de gasolina para
cadora de combustível na reserva Oficina Autorizada para executar os re-
paros necessários. etanol ou vice-versa, conduza o veículo
acesa; por uma distância de 7 a 10 km ou, no
– utilizar gasolina com chumbo; Levar regularmente seu veículo a uma mínimo, por 10 minutos para que o sis-
Oficina Autorizada, obedecendo a pe- tema de injeção de combustível iden-
– utilizar aditivos para lubrificantes ou riodicidade de manutenção prescrita tifique e se adapte ao novo combustí-
combustível não recomendados. no documento de manutenção, ajuda vel, evitando problemas na partida do
Ou irregularidades de funcionamento a evitar que esses incidentes ocorram. motor e perda de desempenho.
como: Se o veículo ficar imobilizado por falta
– sistema de ignição com defeito, falta Problemas de partida de combustível, abasteça o veículo
de combustível ou velas desconec- com o mesmo tipo de combustível que
Para evitar danos ao catalisador, não
tadas, provocando falhas de ignição havia previamente no tanque (gasolina
insista com tentativas de partida (uti-
ou esticões durante a condução; ou etanol).
lizando o motor de partida ou empur-
– perda de potência; rando/puxando o veículo), sem identi- Caso seja necessário abastecer o veí-
ficar e corrigir a causa da falha. culo com um combustível diferente do
provocam o aquecimento excessivo do que havia previamente no tanque po-
catalisador e, por isto, diminuem sua Não insista em dar a partida no motor e
derão ocorrer os problemas citados
eficácia, podendo ainda provocar chame uma Oficina Autorizada.
acima.
sua destruição ou danos térmicos
no veículo. Ao abastecer seu veículo certifique-se
sempre de que a chave está totalmente
desligada.

Não estacione, nem ligue


o motor em locais onde
substâncias ou matérias
combustíveis, como folhas
secas ou jornais, possam entrar em
contato com o sistema de escapa-
mento quente.

2.8
RECOMENDAÇÕES: controle de poluição, economia de combustível, condução (1/3)
Por concepção (regulagens de origem, Economia de combustível Regulagens do motor
consumo moderado, etc.) o seu veículo
atende às normas vigentes de controle Para otimizar o consumo, uma luz in- – ignição: não é necessária a regula-
de poluição. dicadora no painel de instrumentos in- gem.
forma o melhor momento para engre- – velas: as melhores condições de
Seu veículo participa ativamente nar a marcha superior ou inferior:
na redução de emissão de gases po- consumo, rendimento e desempe-
nho impõem uma rigorosa observân-
luentes e na economia de energia.
No entanto, os níveis de emissão de
\ mude para a marcha superior; cia às especificações estabelecidas
por nossos departamentos de estu-
gases poluentes e consumo do veículo
também dependem de você. Assegure
[ mude para a marcha inferior. dos.
a correta manutenção e uso de seu ve- Em caso de substituição das velas,
ículo. Controle dos gases do utilize as marcas, tipos e afasta-
escapamento mentos específicos ao motor do veí-
culo. Para isto, consulte uma Oficina
Manutenção O sistema de controle dos gases do Autorizada.
É importante notar que a não obser- escapamento permite detectar irregu-
laridades de funcionamento no disposi- – marcha lenta: não é necessária a
vância das normas de controle de po- regulagem.
luição pode expor você à ação punitiva tivo de controle de poluição do veículo.
das autoridades. Além disso, a substi- Estas irregularidades podem provocar – filtro de ar: um filtro sujo diminui o
tuição das peças do motor ou do sis- liberações de substâncias nocivas ou rendimento. É necessário substituí-
tema de alimentação e escapamento, danos mecânicos. lo.
por outras não recomendadas pela
montadora, pode modificar a conformi-
dade do seu veículo às regulamenta-
ções de controle de poluição.
Mande efetuar em uma Oficina
Autorizada as regulagens e os contro-
les de seu veículo, conforme as ins-
truções contidas no programa de ma-
nutenção: esta dispõe de todos os
recursos materiais que permitem ga-
rantir as regulagens originais de seu
veículo.

2.9
RECOMENDAÇÕES: controle de poluição, economia de combustível, condução (2/3)
Esta luz indicadora no painel – Numa subida, ao invés de tentar
Ä de instrumentos indica eventu-
ais falhas no sistema:
manter a velocidade, não acelere
mais que em terreno plano: de prefe-
Acende ao ligar a ignição e apaga três rência, mantenha a mesma posição
segundos depois. do pé no acelerador.
– Se permanecer acesa, consulte uma – Dupla embreagem e aceleração
Oficina Autorizada assim que possí- antes de desligar o motor são inúteis
vel. em veículos modernos.
– Se piscar, desacelere até desa- – Não circule em estradas inundadas,
parecer a intermitência. Consulte, se a altura da água ultrapassar a
assim que possível, uma Oficina borda inferior dos aros das rodas.
Autorizada.

Condução
– Ao invés de aquecer o motor com o
veículo parado, dirija sem pressa até – A condução «esportiva» custa caro:
atingir a temperatura normal de fun- prefira uma condução «moderada».
cionamento. – Freie o menos possível. Avalie cor-
retamente a distância que o separa
de um obstáculo ou curva; muitas
vezes, basta aliviar o acelerador.
– Evite acelerações bruscas.
Risco na condução
– Nas trocas intermediárias, não au-
mente demais o regime do motor. Caro motorista, utilize obri-
Utilize sempre a marcha mais ele- gatoriamente os tapetes
vada possível, sem, no entanto, adaptados ao veículo, que
forçar o motor. se encaixam aos elementos insta-
Nas versões com caixa de câmbio lados previamente e verifique regu-
automatizada, utilize de preferência larmente sua fixação. Não sobrepo-
a posição D. nha vários tapetes.
Risco de emperramento dos
pedais.

2.10
RECOMENDAÇÕES: controle de poluição, economia de combustível, condução (3/3)
– Nos veículos equipados com ar-
condicionado é normal que se
constate um aumento do consumo
de combustível (especialmente em
tráfego urbano) durante sua utili-
zação. Para os veículos equipados
com ar-condicionado sem modo au-
tomático, desligue o sistema quando
não precisar mais dele.
Recomendações para reduzir o
consumo e, como consequência,
preservar o meio ambiente:
Se o veículo permanecer estacio-
nado em situação de muito calor ou
sob o sol, considere ventilar durante
Recomendações de alguns minutos para eliminar o ar – Evite a utilização «porta a porta»
quente antes de dar a partida. (percursos curtos com paradas pro-
utilização
– Evite completar de combustível além longadas), pois o motor nunca chega
– A eletricidade é «combustível sendo a alcançar uma temperatura ideal de
do travamento automático da pis-
consumido». Portanto, desligue funcionamento.
tola: isso evita que transborde.
qualquer aparelho elétrico que não
seja realmente necessário. – Não mantenha o bagageiro de teto
montado se não estiver em uso. Pneus
Mas (segurança acima de tudo)
conserve as luzes acesas sempre – Para o transporte de objetos volu- O aumento de consumo de combustí-
que a visibilidade exigir (ver e ser mosos é melhor utilizar um reboque vel pode ser devido a:
visto). (verifique se seu veículo é adequado – pneus com pressão insuficiente;
para este uso e se o motorista possui
– De preferência, utilize os difusores – uso de pneus não recomendados.
a habilitação necessária para condu-
de ar. Circular com os vidros abertos
zir nestas condições).
a 100 km/h aumenta em até 4% o
consumo de combustível.

2.11
MEIO AMBIENTE
O seu veículo foi concebido para res- Emissões Reciclagem
peitar o meio ambiente ao longo de
sua vida: tanto na fabricação quanto na O seu veículo foi concebido de modo O seu veículo é reciclável em 85 % e
utilização e até finalizar a sua vida útil. a emitir menos gases com efeito de reaproveitável em 95 %.
estufa (CO2) enquanto circula e, por- Para alcançar esses objetivos, numero-
Este compromisso está ilustrado na eti- tanto, para consumir menos.
queta eco² da Renault. sas peças do veículo foram projetadas
Além disso, os veículos estão equipa- de forma a permitir a respectiva reci-
dos com um sistema de controle de po- clagem. As arquiteturas e os materiais
Fabricação luição que inclui o catalisador, a sonda foram especialmente estudados para
lambda e o filtro de carvão ativado facilitar a desmontagem destes com-
O seu veículo é produzido em instala-
(este último impede a saída para a at- ponentes e o respectivo tratamento por
ções industriais que aplicam avança-
mosfera dos vapores de gasolina pro- empresas especializadas.
das tecnologias para redução dos im-
venientes do tanque)… Com o objetivo de preservar os recur-
pactos ambientais para a população
residente e para a natureza (redução sos naturais em termos de matérias-
do consumo de água e de energia, po- Contribua você também para primas, este veículo integra numerosas
luição sonora e visual, emissões à at- um melhor meio ambiente. peças em matérias plásticas recicladas
mosfera e resíduos líquidos, separação ou matérias renováveis (tanto vegetais
seletiva e valorização de resíduos). – As peças gastas e substituídas du- como animais, tais como o algodão e a
rante a manutenção periódica do lã, respectivamente).
seu veículo (bateria, filtro de óleo,
filtro de ar, baterias do cartão...) e
as latas de óleo (vazias ou com óleo
queimado...) devem ser entregues a
organismos especializados no trata-
mento destes materiais.
– Ao fim de sua vida, o veículo deve
ser entregue nos centros autoriza-
dos de forma a assegurar a sua reci-
clagem.
– Em qualquer caso, respeite a legis-
lação local.

2.12
ALAVANCA DE CÂMBIO/FREIO DE ESTACIONAMENTO/DIREÇÃO ASSISTIDA
Direção assistida
1 Com o motor funcionando e o veículo
parado, não gire o volante totalmente
para quaisquer dos lados até batente
3 (risco de deterioração da bomba de as-
sistência de direção).
Nunca circule com uma bateria fraca.
Com o motor parado ou em caso de
2 avaria do sistema, sempre é possível
girar o volante. A força a ser exercida
será ainda maior.

Durante a circulação, o
freio de estacionamento
Passagem em marcha ré Freio de estacionamento deve estar completamente
(com o veículo parado) liberado (luz indicadora ver-
Para destravar
Siga o esquema desenhado no punho melha apagada); caso contrário,
da alavanca 1. Puxe a alavanca 2 ligeiramente para existe o risco de aquecimento ex-
cima, pressione o botão 3 e desca a cessivo ou mesmo de deterioração.
A luz de marcha ré se acende assim alavanca até o piso.
que é engrenada (ignição ligada).
Se você circular com o freio de estacio-
Com o veículo parado e/ou
namento parcialmente acionado, a luz
conforme o grau de inclina-
A eventual colisão no indicadora vermelha do painel de ins-
ção e a carga do veículo,
quadro sob o piso do veí- trumentos permanece acesa.
pode ser necessário puxar
culo (contato com meio-fio, a alavanca mais dois dentes e en-
calçada mais elevada, etc.) Para travar
grenar marcha (1ª ou marcha ré).
na parte inferior pode danificá-lo Puxe a alavanca 2 para cima e asse-
(ex. deformação de um eixo, etc.). gure-se de que o veículo esteja bem
imobilizado. Nunca desligue o motor em
Para evitar o risco de acidente, ve- uma descida, nem de ma-
rifique seu veículo em uma Oficina neira geral em movimento
Autorizada. (supressão da assistência).

2.13
DISPOSITIVOS DE CORREÇÃO E AUXÍLIO À CONDUÇÃO (1/3)
Seu veículo pode estar equipado com: ABS (antibloqueio de rodas) Irregularidades de funcionamento
– sistema de frenagem antibloqueio No momento de uma frenagem intensa, – Se em movimento, a luz indicadora
(ABS); o ABS permite evitar o bloqueio das
– controle eletrônico da estabili-
rodas otimizando a distância de frena-
gem, mantendo o controle sobre o veí-
x for exibida no painel de ins-
trumentos, a frenagem é sempre
dade (ESC) com controle de sub- culo. Nestas condições, é possível des- assegurada;
viragem e de tração; viar de obstáculos, mesmo com o freio
– auxílio de partida em subida. acionado. Além disso, o sistema per-
mite otimizar as distâncias de parada,
– Se as luzes indicadoras x e

mesmo que a aderência do piso seja


precária (piso molhado, etc.).
D forem exibidas no painel de
instrumentos, isto indica uma falha
A entrada em ação do dispositivo se nos dispositivos de frenagem.
manifesta por uma vibração do pedal do Neste caso, o ABS é igualmente desa-
freio. O ABS não permite, em nenhum tivado.
caso, aumentar os desempenhos “físi-
cos” à aderência dos pneus ao solo. As Consulte uma Oficina Autorizada.
Estas funções constituem regras de prudência devem ser obri-
um auxílio suplementar em gatoriamente respeitadas (distância
situações de condução crí- entre veículos, etc.).
tica, para adaptar o com-
portamento do veículo ao tipo de
condução.
Entretanto, as funções não inter-
vêm no lugar do motorista. Não re-
movem as limitações do veículo
e nem devem servir de estímulo
à condução em alta velocidade.
Por isso, o sistema nunca poderá Em caso de emergência, o pedal A frenagem de emergên-
substituir a vigilância e a respon- do freio deve ser acionado a fundo, cia reduz bruscamente
sabilidade do motorista durante as com uma pressão forte e contí- a velocidade do veículo.
manobras (o motorista deve estar nua. Não é necessário agir com Certifique-se de que essa
sempre atento a situações impre- pressões sucessivas (bombea- ação esteja compatível com as con-
vistas que possam ocorrer durante mento). O ABS modula o esforço dições de circulação do trânsito.
a condução). aplicado no sistema de freios.

2.14
DISPOSITIVOS DE CORREÇÃO E AUXÍLIO À CONDUÇÃO (2/3)
Controle eletrônico da Controle de subesterço Anomalia de funcionamento
estabilidade (ESC) com Este sistema otimiza a ação do ESC Quando o sistema detecta uma falha
controle de subviragem e de em caso de um subesterço acentuado
tração (perda de aderência dos pneus diantei- 
de operação, a luz de aviso apa-
rece no painel de instrumentos. Nesse
ros).
caso, o ESC e o sistema de controle de
Controle dinâmico de condução
Sistema antipatinagem tração são desativados.
ESC
Este sistema destina-se a limitar a pati- Consulte uma Oficina Autorizada.
Este sistema ajuda a manter o con-
trole do veículo em situações “críticas” nagem das rodas motrizes e conservar
de condução (evitando um obstáculo, a trajetória do veículo em situações de
perda de aderência em curva, etc.). partida, aceleração ou desaceleração.
Princípio de funcionamento
Princípio de funcionamento
Usando os sensores de rodas, o sis-
O volante possui um sensor que per- tema mede e compara a velocidade
mite ao sistema reconhecer o tipo de das rodas motrizes em todos os mo-
condução escolhido pelo motorista. mentos e retarda a sobrerrotação. Se
Há outros sensores, distribuídos pelo uma roda estiver começando a derra-
veículo, que permitem avaliar a sua tra- par, o sistema freia automaticamente
jetória real. até que a rotação fique compatível no-
vamente com o nível de aderência sob
O sistema compara as informações do a roda.
motorista sobre a trajetória real do veí-
culo e corrige a trajetória, se for neces- O sistema também atua para ajustar o
sário, por meio do controle do freio de regime do motor à aderência possível
algumas das rodas ou da potência do ao piso, independentemente da pres-
motor. Quando o sistema estiver atu- são exercida no pedal do acelerador.

ando, a luz indicadora


no painel de instrumentos.
 piscará

2.15
DISPOSITIVOS DE CORREÇÃO E AUXÍLIO À CONDUÇÃO (3/3)
Auxílio de partida em subida O sistema de auxílio de par-
(HSA) tida em subida não impede
Esse sistema ajuda você a arrancar totalmente o veículo de
em subidas. Dependendo da inclina- recuar ou avançar em al-
ção, ele impede que o veículo recue, gumas situações (declives muito ín-
aplicando os freios automaticamente gremes, etc.).
quando o motorista tira o pé do pedal O motorista pode, em qualquer
do freio para pressionar o pedal do caso, acionar o pedal do freio e,
acelerador. desta forma, impedir que o veículo
recue.
Funcionamento do sistema
O sistema de auxílio à partida em
O sistema somente funciona se a ala-
subida não deve ser utilizado para
vanca de câmbio não estiver em ponto
manter o veículo parado durante
morto (posição diferente de N nas
muito tempo; para isso utilize o
caixas de câmbio automatizadas) e
pedal do freio.
o veículo estiver totalmente parado
(pedal do freio pressionado). Esta função não foi concebida para
imobilizar o veículo de modo perma-
O sistema retém o veículo durante,
nente.
aproximadamente, 2 segundos. Em
seguida, a força de frenagem é aliviada Se necessário, utilize o pedal do
progressivamente (o veículo recua em freio para manter o veículo parado.
função da inclinação do piso). O motorista deve manter-se particu-
larmente atento quando circular em
pisos escorregadios ou pouco ade-
rentes e/ou muito inclinados.
Existe o risco de ferimentos graves.

2.16
PILOTO AUTOMÁTICO (controlador de velocidade de cruzeiro): limitador (1/3)

2 3 4 5
1

O limitador de velocidade é uma função Comandos Ativação


que permite escolher e definir uma ve-
locidade máxima de circulação, cha- 1 Interruptor geral Liga/Desliga. Pressione o interruptor 1 lado . A luz
mada velocidade limitada, e ajuda a 2 Ativação, memorização e variação indicadora 6 se acende em laranja e a
evitar que essa velocidade seja exce- crescente da velocidade limitada (+). mensagem “LIMIT” aparece no painel
dida. de instrumentos acompanhada de
3 Variação decrescente da velocidade traços para indicar que a função de ve-
limitada (-). locidade limitada está ativa e aguarda
4 Ativação com chamada da veloci- o registro de um limite de velocidade.
dade limitada memorizada (R). Para registrar a velocidade atual, pres-
sione o interruptor 2 (+): a velocidade
5 Suspensão da função (com memori- limitada substitui os traços.
zação da velocidade limitada) (O). a velocidade mínima registrada será de
30 km/h.

2.17
PILOTO AUTOMÁTICO (controlador de velocidade de cruzeiro): limitador (2/3)
Variação da velocidade Ultrapassagem da velocidade
limitada limitada
Você pode variar o limite de velocidade, É possível, a qualquer momento, ul-
ao pressionar sucessivamente em: trapassar a velocidade limitada. Para
– o interruptor 2 (+) para aumentar a fazer isso: pressione com força e a
2 3 fundo o pedal do acelerador (além do
velocidade;
ponto duro).
– o interruptor 3 (-) para diminuir a ve-
locidade. Durante o tempo em que a velocidade
limitada for excedida, ela ficará pis-
cando no painel de instrumentos.
A seguir, e na medida do possível, solte
o pedal do acelerador: a função do limi-
tador de velocidade é recuperada logo
que o veículo atinja uma velocidade in-
ferior à velocidade armazenada.
Condução
Após a memorização da velocidade li- Impossibilidade pela função, de
mitada, se o veículo trafegar a uma ve- respeitar a velocidade limitada
locidade inferior à velocidade memori- Em caso de descida com forte inclina-
zada, tudo se passa como se o veículo ção, em que o limite de velocidade não
não tivesse limitador de velocidade. pode ser mantido pelo sistema, a velo-
Logo que você atinja a velocidade regis- cidade memorizada pisca no painel de
trada, qualquer ação no pedal do acele- instrumentos para sua informação.
rador não permite exceder a velocidade
programada, exceto em caso de emer-
gência (vide parágrafo “Ultrapassagem
da Velocidade Limitada”).

A função limitador de ve-


locidade não atua em ne-
nhuma circunstância no sis-
tema de freios.

2.18
PILOTO AUTOMÁTICO (controlador de velocidade de cruzeiro): limitador (3/3)
Chamada da velocidade
limitada
Se uma velocidade for memorizada, é
possível indicá-la ao pressionar o inter-
ruptor 4 (R).
2 3 4 5

Função em espera Interrupção da função


A função do limitador de velocidade A função do limitador de velocidade é
pode ser suspensa; para isto, pres- interrompida se você pressionar o in-
sione o interruptor 5 (O). Neste caso, a terruptor 1; neste caso, a velocidade li-
velocidade limitada permanece memo- mitada deixa de ser memorizada. A luz
rizada e a mensagem “MEM” acompa- indicadora em laranja  apagada no
nhada da velocidade memorizada são painel de instrumentos confirma a inter-
exibidas no painel de instrumentos. rupção da função.

Quando o limitador está


suspenso, pressionar o in-
terruptor 2 (+) reativa a
função sem que o disposi-
tivo con- sidere a velocidade me-
morizada: a velocidade conside-
rada será aquela em que o veículo
circula neste momento.

2.19
PILOTO AUTOMÁTICO (controlador de velocidade de cruzeiro): regulador (1/4)

2 3 4 5

Esta função é uma ajuda


suplementar à condução.
Entretanto, a função não
intervém no lugar do moto-
rista.
O regulador de velocidade é uma Em nenhum caso, o sistema pode Comandos
função que ajuda a manter a veloci- substituir o cumprimento dos limi-
dade de circulação em um valor cons- 1 Interruptor geral Liga/Desliga.
tes de velocidade, nem a vigilância
tante selecionado, chamado de veloci- (esteja sempre pronto a frear em 2 Ativação, memorização e variação
dade de regulação. quaisquer circunstâncias), nem a crescente da velocidade de regula-
Esta velocidade de ajuste é regulável responsabilidade do motorista. ção(+).
continuamente a partir de 30 km / h. O controle de velocidade de cru- 3 Variação decrescente da velocidade
zeiro não deve ser utilizado quando de regulação (-).
as condições de circulação forem 4 Ativação com indicação da veloci-
de tráfego intenso, estradas sinuo- dade de ajuste memorizada (R).
sas ou escorregadias (gelo, aqua-
planagem, cascalhos etc.) e as 5 Função em espera (com memoriza-
condições meteorológicas forem ção da velocidade de ajuste) (O).
adversas (nevoeiro, chuva, vento
A função do regulador de lateral etc.).
velocidade não atua, em Risco de acidente.
nenhuma circunstância, no
sistema de freios.

2.20
PILOTO AUTOMÁTICO (controlador de velocidade de cruzeiro): regulador (2/4)

2 3

6 7

Ativação Regulagem da velocidade Condução


Pressione o interruptor 1 lado . A uma velocidade estabilizada (supe- Quando uma velocidade regulada é
rior a cerca de 30 km/h), pressione o memorizada e o modo está ativo, o mo-
A luz indicadora 6 se acende em verde
interruptor 2 (+): a função é ativada e a torista pode retirar o pé do acelerador.
e a mensagem “CRUISE” aparece no
velocidade atual é salva.
painel de instrumentos acompanhada
de traços para indicar que a função do A velocidade regulada substitui os
regulador está ativa e aguardar a indi- traços e a regulagem é confirmada pela
cação de uma velocidade de regula- exibição da mensagem “CRUISE” e da
gem. luz indicadora 6  em verde e depois
da luz indicadora 7 .

Atenção: entretanto, é
aconselhável manter os
pés perto dos pedais, a
ponto de intervir em caso
de emergência.

2.21
PILOTO AUTOMÁTICO (controlador de velocidade de cruzeiro): regulador (3/4)
Ultrapassagem da velocidade
de regulação
A velocidade regulada pode ser ultra-
passada em qualquer momento pi-
sando-se no acelerador. Durante o
2 3 tempo em que a velocidade do veículo
estiver ultrapassado a velocidade re-
gulada, o seu valor fica piscando no
painel de instrumentos.
A seguir, solte o pedal do acelerador:
alguns segundos depois, o veículo
volta automaticamente à velocidade de
regulação inicial.

Impossibilidade de respeitar a
Variação da velocidade de velocidade regulada
ajuste Em caso de descida com forte incli-
Você pode variar a velocidade de nação em que o sistema não possa
ajuste acionando sucessivamente ao manter a velocidade de ajuste; a velo-
pressionar: cidade memorizada pisca no painel de
instrumentos para sua informação.
– o interruptor 2 (+) para aumentar a
velocidade,
– o interruptor 3 (-) para diminuir a ve-
locidade.

A função do regulador de
velocidade não atua, em
nenhuma circunstância, no
sistema de freios.

2.22
PILOTO AUTOMÁTICO (controlador de velocidade de cruzeiro): regulador (4/4)
Restauração da velocidade regulada
Se uma velocidade for memorizada, é
possível indicá-la após você assegurar
que as condições de circulação sejam
adequadas (trânsito, estado da es-
2 3 4 5 trada, condições meteorológicas, etc.).
Pressione o interruptor 4 (R) quando a
velocidade do veículo for superior a
30 km/h. 1
Ao restaurar a velocidade memorizada,
a ativação do regulador é confirmada
pela luz indicadora  que se acende.
Observação: Se a velocidade anterior-
mente registrada for muito superior à
velocidade atual, o veículo acelera in-
Função em espera tensamente até seu limite definido. Interrupção da função
A função é suspensa quando você A função do regulador de velocidade é
pressiona: interrompida ao pressionar o interrup-
– o interruptor 5 (O) ; tor 1; neste caso, a velocidade não é
mais memorizada. O desligamento das
– o pedal do freio; luzes indicadoras verdes  e  no
– o pedal da embreagem. painel de instrumentos confirma a de-
sativação da função.
Nos três casos, a velocidade de ajuste
se mantém memorizada e a mensa-
gem “MEM” aparece no painel de ins-
trumentos. Se o regulador estiver suspenso,
A suspensão ou a interrup-
A suspensão da função é confirmada pressionar no interruptor 2 (+) rea-
ção da função do regulador
pelo desligamento da luz indicadora tiva a função sem que o regulador
de velocidade não causa a
. leve em conta a velocidade memo-
diminuição rápida da velo-
rizada: a velocidade considerada
cidade: você deve frear usando o
será aquela em que o veículo cir-
pedal do freio.
cula no momento.

2.23
AUXÍLIO DE ESTACIONAMENTO (1/2)
Princípio de funcionamento
Os sensores por ultra-som, instalados
no para-choque traseiro do veículo,
“medem” a distância entre o veículo e
um obstáculo, durante a marcha ré.
Esta detecção é traduzida por bips so-
noros, cuja frequência aumenta com
a aproximação do obstáculo, até se
tornar um som contínuo quando o obs-
táculo se situa a cerca de 40 centíme- 1
tros do veículo.
Ao passar para a marcha ré, é emitido
um bip.
Observação: Para que estes sensores
funcionem de maneira eficaz, eles não Funcionamento
podem estar obstruídos ou tampados
(sujeira, lama, neve, etc.). Ao engatar a marcha ré, a maioria dos
Ao ligar o veículo, o sistema de objetos que se encontram a menos de
De acordo com a versão do veículo, em 1,20 metros da traseira do veículo são
navegação leva alguns segundos
complemento aos sinais sonoros, a tela detectados. Um bipe sonoro soa e, de
para inicializar. Este funcionamento
1 permite visualizar o ambiente traseiro acordo, com o veículo, a imagem da
é normal e pode retardar a exibi-
externo. parte traseira aparece no navegador 1.
ção do ambiente traseiro externo no
visor ao engatar a marcha ré.

Esta função é um auxílio complementar que indica, através de sinais sonoros, a distância entre o veículo e um obstá-
culo ao engatar a marcha ré. Entretanto, em nenhum caso, substitui a vigilância, nem a responsabilidade do motorista
nas manobras de marcha ré.
O motorista deve estar atento às situações imprevistas que possam surgir durante a condução. Portanto, você deve
estar sempre atento à presença de obstáculos móveis (crianças, animais, bicicletas, etc.) ou de um obstáculo pequeno ou fino
demais (pedras de pequena dimensão, um poste estreito) no momento da manobra.

2.24
AUXÍLIO DE ESTACIONAMENTO (2/2)

Ativação e desativação do
sistema
O sistema pode ser ativado/desativado
ao pressionar o interruptor 2.
Quando o sistema estiver desativado, a
luz indicadora integrada no interruptor
fica acesa permanentemente. Um impacto no pára-cho-
que traseiro do veículo
Irregularidades de pode resultar em danos ao
funcionamento sistema (por exemplo des-
vios de montagem dos sensores,
Quando o sistema detecta uma irregu- curto-circuito ou rompimento no cir-
laridade de funcionamento, ao passar cuito elétrico do sistema, etc.).
para a marcha ré, emite um sinal
sonoro, durante cerca de 3 segundos, Para evitar qualquer risco de aci-
para alertá-lo. Consulte uma Oficina dentes, leve o seu veículo para re-
Autorizada. visão por um concessionário auto-
rizado.

2.25
CÂMERA DE MARCHA À RÉ (1/2)

2
1

Funcionamento Particularidade:
Esta função é uma ajuda
Dependendo do veículo, ao engatar a – verifique se a câmera de marcha à complementar. Por isto, em
marcha à ré (e até cerca de 5 segun- ré não esta obstruída (sujeira, lama, nenhum caso, o sistema
dos até trocar para outra marcha), a neve etc.); pode substituir a atenção e
câmera 1 colocada ao lado das luzes – dependendo do veículo, algumas a responsabilidade do motorista.
mostra uma imagem dos arredores da configurações podem ser ajustadas O motorista deve sempre estar
traseira do veículo na tela de toque 2, a partir da tela de toque 2. Consulte atento aos acontecimentos inespe-
acompanhada de um medidor fixo. o manual do equipamento. rados que podem se apresentar du-
rante a condução: verifique que não
haja obstáculos móveis (tais como
crianças, um animal, um carrinho de
criança, bicicleta…) ou um obstá-
culo pequeno ou fino demais (pedra
de tamanho médio, estaca muito
fina…) durante a manobra.

2.26
CÂMERA DE MARCHA À RÉ (2/2)

3
C
B
A

Área fixa 3
O medidor fixo 3 possui marcas de
cores A, B e C que indicam a distância
atrás do veículo: A tela representa uma imagem in-
vertida.
– A (vermelho) cerca de 30 centíme-
tros do veículo; As linhas auxiliares são uma repre-
sentação projetada sobre terreno
– B (amarelo) a perto de 70 centíme- plano, esta informação deve ser
tros do veículo; ignorada quando sobreposta a um
– C (verde) a perto de 150 centímetros objeto vertical ou colocado no chão.
do veículo; Os objetos que são exibidos na
Esta área permanece fixa e indica a borda da tela podem aparecer de-
trajetória do veículo em função do ali- formados.
nhamento das rodas. Em caso de luminosidade exces-
siva (neve, veículo ao sol, etc.), a
imagem captada pela câmera pode
sofrer interferência.

2.27
CAIXA DE CÂMBIO AUTOMATIZADA (1/3)

2
1
6
3 7

5 4

Câmbio de seleção 1 Diagrama de seleção Aviso no painel de


Permite selecionar o modo automa- O visor 6, situado no painel de instru- instrumentos
tizado de condução, a marcha ré, o mentos, informa o modo e a marcha 7: A: modo automatizado acio-
neutro, bem como trocar as marchas engatada. nado
em modo manual. 2: R: marcha ré c: luz indicadora de que o freio deve
É possível passar do modo automati- 3: N: neutro (ponto morto) ser pressionado
zado ao manual, ou vice-versa, com o
veículo parado ou em movimento. 4: D: modo automatizado A marcha engatada (1, 2, ..., 5, N, R)
aparece indicada em 6 no painel de
O sistema reconhece somente os mo- 5: M: modo manual
instrumentos.
vimentos na alavanca realizados com a –: para reduzir
ignição ligada. A posição da alavanca é Quando em modo automatizado, o in-
confirmada pela indicação no painel de +: para aumentar marcha dicador A se acende, bem como a
instrumentos 6. Caso a alavanca tenha marcha que está engatada.
sido movida com a ignição desligada,
ao ligar a ignição poderá ser necessá-
rio acionar o pedal do freio (indicador
no painel).

2.28
CAIXA DE CÂMBIO AUTOMATIZADA (2/3)
Partida do veículo, o perfil da estrada e o estilo uma marcha para se ter um freio motor
de condução escolhido. melhor.
Ligue a ignição, verifique no painel que
a alavanca está na posição N. Gire a Em estradas muito sinuosas podem
chave e segure até o motor entrar em Condução em modo manual ocorrer mudanças frequentes das mar-
funcionamento. Caso a alavanca não chas, neste caso aconselha-se passar
Este modo pode ser ativado/desati- para o modo manual.
esteja na posição N, o indicador c vado a qualquer momento com o motor
piscará no painel de instrumentos. em funcionamento passando o câmbio
Será necessário pressionar o pedal do da posição D para a posição M, ou Condução urbana e
freio e colocar a alavanca na posição N vice-versa. manobras
para dar a partida. Impulsos sucessivos na alavanca per- Ao parar em um congestionamento
Após a partida do motor, especial- mitem efetuar manualmente as mudan- ou semáforo não é necessário colo-
mente depois que o veículo perma- ças de marcha: car a alavanca na posição N. Pode-se
neceu parado por algumas horas, – para reduzir de marcha, dê um im- manter o carro parado apenas pressio-
a marcha lenta ficará acelerada por pulso na alavanca para frente (–). nando o freio.
alguns minutos e o câmbio pode fazer
a troca de marchas com uma rotação – para passar a uma marcha superior, Durante manobras, quando for passar
do motor mais alta. Esse funciona- dê um impulso para a trás (+). de D para R, ou vice-versa, o veículo
mento é normal e tem como objetivo deve estar, preferencialmente, parado
A indicação da marcha engatada apa- ou em velocidade inferior a 5km/h.
fazer com que o motor atinja mais rapi- rece no painel de instrumentos.
damente sua temperatura ideal de fun- Nestas situações, mova a alavanca
cionamento. Isto contribui para reduzir Dois movimentos sucessivos atrás per- para a marcha desejada. Caso essa
a emissão de poluentes. mitem aumentar a marcha duas vezes, condição não seja respeitada, o indi-
bem como dois movimentos a frente cador c pode se acender no painel
baixam duas marchas. para lembrá-lo de que é preciso pres-
Condução em modo Em uma desaceleração, as marchas sionar o freio. Se o veículo não esti-
automatizado reduzem automaticamente a medida ver parado ou o freio não for acionado
que a velocidade do veículo diminui. pode ser necessário repetir o movi-
Coloque a alavanca na posição D.
mento da alavanca.
Na maior parte das condições de cir- Em caso de condução crítica o sistema
pode atuar automaticamente elegendo Com a alavanca em D ou R em terreno
culação, não será mais necessário
a marcha mais adequada. plano, ao retirar o pé do freio, o veículo
tocar na alavanca: as mudanças de
se movimentará lentamente para faci-
marcha ocorrerão no momento certo e Em descidas, pode ser conveniente litar manobras. Esta velocidade reduz
no regime de rotações conveniente do passar para o modo manual e reduzir com a inclinação do terreno. Em subi-
motor. O sistema leva em conta a carga
das íngremes retire o pé do freio de-

2.29
CAIXA DE CÂMBIO AUTOMATIZADA (3/3)
vagar e acione o acelerador para se Estacionamento do veículo
mover lentamente.
No plano, após imobilizar o veículo, co-
Se a porta do motorista for aberta com loque a alavanca em N, acione o freio
o câmbio engrenado e o motor em fun- de estacionamento e desligue o veí-
cionamento, por questões de segu- culo.
rança, o câmbio selecionará o modo
Se estiver em rampa, é possível manter
neutro. Para voltar para a posição D
8 a marcha engatada na posição D ou R.
ou R pressione o freio e selecione no-
Puxe o freio de estacionamento e então
vamente o modo desejado (D ou R).
desligue o veículo.

Aceleração e ultrapassagem Reboque do veículo com


Para obter uma aceleração progres- câmbio automatizado
siva do veículo, pressione o acelera-
dor. Para obter a potência máxima do Se o câmbio estiver bloqueado em uma
veículo, tanto em modo manual quanto marcha:
automatizado, pressione no acelerador A função de arranque sem aceleração
– ligue a ignição;
até passar o ponto duro. será inibida temporariamente.
– selecione o neutro;
O não seguimento desta recomenda-
ção poderá inibir o funcionamento da – confirme que o neutro está real-
Paradas em subida caixa de câmbio até a redução da tem- mente engatado;
Para manter o veículo parado em su- peratura da embreagem. – tire a chave da ignição;
bidas utilize o pedal do freio ou o freio
de estacionamento. O uso do pedal do Se não conseguir colocar a marcha
acelerador para esta finalidade pode neutra, o veículo deverá ser rebocado
superaquecer a embreagem e reduzir com as rodas dianteiras suspensas.
a vida útil de seus componentes. Assim como em um veí-
Quando a embreagem atinge uma tem- culo com caixa de câmbio
peratura limite de funcionamento, a luz manual, o veículo com
caixa de câmbio automa- Não tente ligar o motor em-
indicadora de multifunção Ò
indicador 8 se acendem no painel. O
e o tizada não se mantém parado em
uma descida se o freio de estacio-
purrando o veículo se a ba-
teria estiver descarregada
veículo apresentará leves trancos indi- namento não está puxado ou se o (a luz indicadora 6 do painel
cando a necessidade de se pressionar pedal de freio não está acionado. de instrumentos permanece apa-
o freio para não forçar a embreagem. gada ao dar o contato da chave).

2.30
Capítulo 3: Conforto

Difusores de ar, saídas de ar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.2


Aquecimento, Ventilação, Ar condicionado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.4
Ar condicionado automático . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.7
Ar condicionado: informações e recomendações de utilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.11
Levantadores de vidro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.12
Iluminação interna . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.14
Para-sol, Alça de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.15
Disposições, arrumações na cabine . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.16
Cinzeiro e tomada de acessórios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.18
Banco traseiro: funcionalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.19
Apoios de cabeça traseiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.21
Porta-malas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.22
Tampão traseiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.23
Transporte de objetos no porta-malas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.24
Transporte de objetos: reboque, atrelagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.25
Barras de teto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.26
Equipamentos multimídia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.27
3.1
DIFUSORES DE AR, saídas de ar (1/2)

1 2 3 4 5 6

7 8 7
1 Difusor de ar lateral esquerdo 5 Friso de desembaçamento do
vidro lateral direito
2 Friso de desembaçamento do
vidro lateral esquerdo 6 Difusor de ar lateral direito

3 Friso de desembaçamento do 7 Saída de aquecimento para os pés


para-brisa dos ocupantes dianteiros

4 Difusores de ar centrais 8 Painel de comando

3.2
DIFUSORES DE AR, saídas de ar (2/2)
Orientação
11 Difusor de ar 9
9
Gire o difusor de ar 9.

Difusor de ar 11
Manobre o cursor 12 ou 13 para a po-
13 12 sição desejada.

10

Fluxo Difusor de ar 11
Fechamento: manuseie o cursor 12 ou
Difusor de ar 9 13 para o interior do veículo além do
Para abrir, pressione o difusor de ar ponto duro.
(ponto 10) em função da abertura de- Abertura: manobre o cursor 12 ou 13
sejada. para o exterior do veículo.

Não introduza nada no cir-


Para eliminar os maus odores cuito de ventilação do veí-
em seu veículo, utilize exclusiva- culo (por exemplo, para eli-
mente dispositivos concebidos para minar um mau odor, etc.).
este efeito. Consulte uma Oficina Risco de degradação ou de in-
Autorizada. cêndio.

3.3
AQUECIMENTO, VENTILAÇÃO, AR CONDICIONADO (1/3)
Regulagem da temperatura
1 2 3 4 5 do ar
Gire o comando 5 em função da tempe-
ratura desejada. Quanto mais o cursor
estiver na zona vermelha, mais ele-
vada será a temperatura.

Regulagem da velocidade de
ventilação
Gire o comando 3 de 0 para 4. Quanto
mais para a direita estiver o comando,
6 maior é a entrada de ar na cabine. Se
você desejar fechar totalmente a en-
trada e desligar o sistema, coloque o
Comandos Informações e recomendações de comando 3 em 0.
uso: consulte o parágrafo “Ar condicio- O sistema está parado: a velocidade de
A presença de comandos depende do nado: informações e recomendações
equipamento instalado no veículo. ventilação do ar na cabine é nula, com
de uso”. o veículo parado. No entanto, você
1 Repartição do ar.
2 Funcionamento ou parada do ar ainda pode sentir um leve fluxo de ar
condicionado. com o veículo em movimento.
3 Regulagem da velocidade de venti-
lação.
4 Descongelamento/desembaça-
mento do vidro traseiro.
5 Regulagem da temperatura do ar.
6 Funcionamento do modo de isola-
mento da cabine; reciclagem do ar. A utilização prolongada da recicla-
gem do ar na posição 0 pode pro-
vocar o embaçamento dos vidros
laterais e do para-brisa, além de
odores devidos ao ar não renovado
na cabine.

3.4
AQUECIMENTO, VENTILAÇÃO, AR CONDICIONADO (2/3)
Desembaçamento rápido
1 3 4
Desloque os comandos 1, 3 e 6 para as
posições W :
– ar exterior;
– ventilação máxima;
– desembaçamento.
O uso do ar condicionado permite ace-
lerar o desembaçamento.

Vidro traseiro com


6 V desembaçador
Com o motor funcionando, pressione
Ativação do modo isolamento A reciclagem do ar permite: a tecla 4 (a luz indicadora se acende).
da cabine / reciclagem do ar – isolar-se do ambiente externo (circu- Esta função ativa o desembaçamento
lação em zonas poluídas, etc.); do vidro traseiro.
Mova o comando 6 para a posição Conforme a versão do veículo, o fun-
â. – atingir com mais eficiência a tempe- cionamento para:
Nestas condições, o ar entra na cabine ratura desejada na cabine. – automaticamente após uma duração
e é reciclado sem admissão do ar ex- determinada pelo sistema (a luz indi-
terno. cadora se apaga);
– ou pressionando novamente a
tecla 4 (a luz indicadora se apaga).

A utilização prolongada da reciclagem de ar pode provocar o embaçamento dos


vidros laterais e do para-brisa e provocar desconforto devido ao ar não renovado
na cabine.
É recomendado passar de novo ao funcionamento normal (ar exterior) movendo
o comando 6 para a direita logo que a reciclagem do ar não seja mais necessária.

3.5
AQUECIMENTO, VENTILAÇÃO, AR CONDICIONADO (3/3)
Funcionamento ou parada do
1 2 3
ar condicionado
O botão 2 permite ativar (luz indicadora
acesa) e desativar (luz indicadora apa-
gada) o ar-condicionado.
A ativação não pode ser efetuada se o
comando 3 for posicionado em 0.

A utilização do ar condicionado
permite:
– baixar a temperatura no interior da
cabine;
– desembaçar rapidamente os vidros.
O ar condicionado não funciona quando
Repartição do ar na cabine O fluxo de ar é dirigido princi-
Gire o comando 1 para escolher sua re-
F palmente aos pés dos ocupan-
tes e aos difusores de ar do painel de
a temperatura externa é muito baixa.

partição. bordo.
O fluxo de ar é dirigido aos di- Para dirigir o fluxo de ar apenas aos
J
bordo.
fusores de ar do painel de pés, feche os difusores de ar do painel
de bordo.
O fluxo de ar é dirigido aos di- O fluxo de ar é dirigido a todos
G fusores de ar do painel de
bordo e aos pés de todos os ocupan-
i os difusores de ar, desemba-
çadores dos vidros laterais dianteiros,
tes. entradas de desembaçamento do para-
brisa e aos pés dos ocupantes.
O fluxo de ar é dirigido para o
W desembaçamento do para-bri-
sas e aos vidros laterais dianteiros.
O funcionamento do ar condicio-
nado provoca um aumento do con-
sumo de combustível (desligue-o
quando não for mais necessário).

3.6
CLIMATIZAÇÃO AUTOMÁTICA (1/4)
1 2 3 4 5 Modificação da velocidade de
ventilação
Em modo automático, o sistema con-
trola a melhor velocidade de ventilação
para atingir e manter o conforto.
Para aumentar ou diminuir a veloci-
dade de ventilação, você deve regular
o comando 6.

Regulagem da temperatura
do ar
Gire o comando 2 em função da tempe-
8 7 6 ratura desejada.
Comandos Funcionamento do modo Quanto mais o comando for posicio-
nado para a direita, mais elevada é a
1 Modo automático automático. temperatura.
2 Regulagem da temperatura do ar. A climatização automática é um sis-
Particularidade: as regulagens ex-
tema que garante (exceto em casos ex-
3 Função desembaçador. tremas permitem o sistema produzir o
tremos de uso) o máximo conforto no
máximo frio ou o máximo calor (“18°C”
4 Regulagem da repartição do ar na habitáculo e mantém bom nível de vi-
e “26°C”).
cabine. sibilidade com otimização do consumo.
O sistema atua na velocidade de ven-
5 Comando do ar condicionado.
tilação, na repartição do ar, na recicla-
6 Regulagem da velocidade de venti- gem de ar e na temperatura do ar, além
lação. de ativar e desativar o ar condicionado.
7 Reciclagem do ar. AUTO: otimização para atingir o nível
8 Descongelamento/desembaça- de conforto escolhido em função das
condições exteriores. Pressione a A cada seleção de nova função do
mento do vidro traseiro. ar condicionado, a informação se
tecla 1.
exibe por alguns segundos na tela
do navegador, de acordo com a
versão do veículo.

3.7
CLIMATIZAÇÃO AUTOMÁTICA (2/4)
Função desembaçador 1 3 5
Pressione o botão 3: a luz indicadora
integrada acende.
Esta função permite um descongela-
mento e um desembaçamento rápido
do para-brisas, do vidro traseiro e dos
vidros laterais dianteiros.
Esta função ativa automatica-
mente o ar condicionado e o desconge-
lamento do vidro traseiro.
Pressione a tecla 8 para desativar o
funcionamento do desembaçador no
vidro traseiro, a luz indicadora inte-
8 6
grada se apaga.
Para desativar esta função, pres- Funcionamento ou parada do Descongelamento e
sione a tecla 3 ou 1. ar condicionado desembaçamento do vidro
Em modo automático, o sistema con- traseiro
trola a ativação e a desativação do ar Pressione a tecla 8, a luz indicadora
condicionado em função das condições integrada se acende. Esta função per-
climáticas externas. mite um desembaçamento rápido dos
Pressione a tecla 5 para forçar o desli- vidros traseiros.
gamento do ar condicionado: a luz indi- Para sair desta função, pressione no-
cadora integrada se acende. vamente a tecla 8; senão, o funcio-
namento para automaticamente após
12 minutos.

Alguns botões têm uma luz indica-


dora do estado de operação.

3.8
CLIMATIZAÇÃO AUTOMÁTICA (3/4)
4

Modificação da distribuição O fluxo de ar é repartido princi-


do ar na cabine
Ø palmente entre desembaçado-
res de vidros laterais dianteiros e os
Pressione em uma das teclas 4. A luz frisos de desembaçamento do para-
indicadora integrada da tecla selecio- brisa.
nada se acende.
O fluxo de ar é dirigido princi-
É possível combinar duas ou três posi-
ções por vez, pressionando sobre duas
½ palmente aos difusores de ar
do painel de bordo.
ou três das teclas 4.
O fluxo de ar é dirigido princi-
¿
tes.
palmente aos pés dos ocupan-

3.9
CLIMATIZAÇÃO AUTOMÁTICA (4/4)
Uso manual
1
Pressione o botão 7: a luz indicadora
integrada acende.
A utilização prolongada desta posição
pode causar odores devidos à falta de
renovação do ar, como também o em-
baçamento dos vidros.
É recomendado passar ao modo auto-
mático pressionando de novo a tecla 7
logo que a reciclagem do ar não seja
necessária.
Para sair desta função, pressione de
novo a tecla 7.
7 6
Parada do sistema
Reciclagem de ar (isolamento Observação:
Gire o comando 6 para “OFF” para
do habitáculo) K – Durante a reciclagem, o ar é reco-
lhido na cabine e reciclado, sem ad-
parar o sistema. Para iniciá-lo, gire de
novo o comando 6, depois regule a
Esta função é regulada automatica- missão de ar externo;
mente, mas você também pode con- velocidade do ventilador ou maneje o
– A reciclagem do ar permite o isola-
figurá-la manualmente, neste caso, a botão 1.
mento do ambiente externo (circula-
função é confirmada pelo acendimento ção em zonas poluídas, etc.).
da luz indicadora integrada à tecla 7. – Essa função permite atingir com
mais eficiência a temperatura dese-
jada no habitáculo.

O desembaçamento/descongela-
mento, em todos os casos, tem prio-
ridade sobre a reciclagem do ar.

3.10
AR CONDICIONADO: informações e recomendações de utilização
Consumo Irregularidades de Não introduza nada no cir-
Com o ar condicionado em funciona- funcionamento cuito de ventilação do veí-
mento, é normal constatar um aumento De um modo geral, em caso de irregu- culo (por exemplo, em caso
no consumo de combustível (sobretudo laridade de funcionamento, consulte de mau odor etc.).
em meio urbano). uma Oficina Autorizada. Risco de degradação ou de in-
Nos veículos equipados com ar condi- – Perda de eficácia no nível de des- cêndio.
cionado sem modo automático, desa- congelamento, desembaçamento
tive o sistema quando não for mais ne- ou ar condicionado.
cessário. Isto pode ser proveniente da sujeira
Recomendações para reduzir o con- do cartucho do filtro da cabine.
sumo e, como consequência, pre- – Falta de produção de ar frio.
servar o meio ambiente Verifique o posicionamento correto
Circule com os difusores de ar abertos dos comandos e o bom estado dos
e os vidros fechados. fusíveis. Senão desligue o sistema.
Se o veículo estiver estacionado ao sol,
mantenha os vidros abertos durante Presença de água sob o
alguns minutos para deixar sair o ar veículo.
quente.
Após o uso prolongado do ar condi-
cionado, é normal o aparecimento de
Manutenção água sob o veículo proveniente da con-
densação.
Consulte o documento de manutenção
de seu veículo para conhecer as perio-
dicidades de verificação.

Não abra o circuito de


fluido refrigerante. Pois é
perigoso aos olhos e à pele.

3.11
LEVANTADORES DE VIDRO (1/2)

3 4
1 2

Levantadores de vidros No lugar do motorista ber um clique, que aciona o segundo


manuais Pressione ou puxe o interruptor con- estágio. Neste caso o vidro sobe ou
tinuamente para baixar ou levantar o desce automaticamente, sem que seja
Manuseie a manivela 1 para baixar ou necessário manter o interruptor acio-
subir o vidro até a altura desejada. vidro até a altura desejada. Utilize o in-
terruptor 2 para o lado do motorista e nado.
3 para o lado do passageiro dianteiro. Qualquer toque no interruptor durante
Levantadores de vidros o funcionamento impulsional inter-
elétricos dianteiros No lugar do passageiro dianteiro rompe o movimento do vidro.
Os levantadores de vidros elétricos Acione o interruptor 4. Quando o vidro encontra uma resistên-
funcionam com a ignição ligada. cia ao final do percurso (dedos,...), ele
Modo impulsional para e volta a descer alguns centíme-
Em algumas versões, este sistema é tros.
acrescentado ao funcionamento dos
Uma ação, mesmo que
vidros elétricos.
despretensiosa, nos levan-
tadores de vidro pode oca- No modo impulsional, o vidro sobe ou
sionar ferimentos graves desce completamente com apenas um Evite apoiar objetos em um vidro
nos demais ocupantes do veículo. toque. Ao colocar um pouco mais de entreaberto: risco de danificar o le-
pressão no interruptor pode-se perce- vantador de vidro.

3.12
LEVANTADORES DE VIDRO (2/2)

6 8
5 A
7

Levantadores de vidros Interruptores nas portas traseiras Travamento e destravamento


elétricos traseiros Acione o interruptor 7. dos levantadores de vidros
traseiros
Interruptores no painel de bordo A
Com a ignição ligada, pressione a Segurança dos
parte inferior do interruptor 5 ou 6, para passageiros
baixar o vidro ou a parte superior do
interruptor 5 ou 6 para levantar até a O motorista pode bloquear
altura desejada. o funcionamento dos levan-
tadores de vidros traseiros ao pres-
Responsabilidade do motorista sionar no interruptor 8.
Ao se afastar do veículo, nunca abandone crianças, adultos incapazes
ou animais no seu interior, mesmo que por pouco tempo. Essa atitude Ao acionar os levantadores
pode colocar as pessoas em perigo. O motor ou os equipamentos (como de vidros assegure-se que
levantadores de vidro, sistema de travamento das portas, etc.) podem ser acio- nenhuma parte do corpo
nados indevidamente. Além disso, sob sol e/ou clima quente, a temperatura in- depasse o veículo. Risco
terna da cabine aumenta muito rapidamente. de ferimentos graves.
RISCO DE MORTE OU FERIMENTOS GRAVES

3.13
ILUMINAÇÃO INTERNA

2
3

Luz de teto Luz do porta-malas 3


O interruptor 1 comanda a luz central É acesa ao abrir a tampa do porta-ma-
de teto. Além do comando manual de las.
liga/desliga, é possível obter uma ilu-
minação comandada pela abertura de
uma das portas.
A luz se apaga apenas quando todas
as portas estiverem corretamente fe-
chadas e após uma temporização.

Luzes de leitura
Pressione o interruptor 2 para o lado do
passageiro dianteiro. O destravamento e a abertura das
portas ou da tampa do porta-ma-
las provoca o acendimento tempo-
rizado das luzes interiores do veí-
culo.

3.14
PARA-SOL/ALÇA DE SEGURANÇA

1 5
4
2
3

Para-sol dianteiro Porta-objetos do para-sol 4 Alça de segurança 5


Baixe o para-sol 1 ou 3 sobre o para- Ele pode ser utilizado para colocar tí- Serve para se segurar durante a
brisas ou o desencaixe e o desloque quetes de estrada. viagem.
para o vidro lateral.

Espelhos de cortesia 2
Conforme a versão do veículo, o para-
sol está equipado com um espelho
de cortesia.

Não utilize a alça de segu-


rança para subir ou descer
do veículo.

3.15
DISPOSIÇÕES, ARRUMAÇÕES NA CABINE (1/2)

2
4

Porta-luvas Porta-objetos no console Porta-objetos de porta 4


Para abrir, puxe a lingueta 1. central 2

Porta-objetos superior do
painel de bordo 3

Não coloque objetos duros,


pesados ou pontiagudos
que ultrapassem o espaço
disponível ou fiquem em Não deve haver qualquer
má posição, nas disposições “aber- objeto no piso (local à frente
tas”, de modo que possam ser pro- do motorista): como resul-
jetados sobre os ocupantes, em tado, em caso de frenagem
caso de curva, frenagem brusca ou brusca, estes objetos podem desli-
colisão. zar para baixo dos pedais e impedir
sua utilização.

3.16
DISPOSIÇÕES, ARRUMAÇÕES NA CABINE (2/2)

7
5 8
6

Porta-objetos 5 Bolsões dispostos nos Local para copos 8


bancos dianteiros 7
Local para copos 6

Não coloque objetos duros,


pesados ou pontiagudos
que ultrapassem o espaço
Quando fizer uma curva, disponível ou fiquem em
acelerar ou frear, tenha cui- má posição, nas disposições “aber-
dado para que o líquido dos tas”, de modo que possam ser pro-
recipientes colocados no jetados sobre os ocupantes, em
porta-bebidas não transborde. caso de curva, frenagem brusca ou
Há risco de queimaduras, caso o lí- colisão.
quido esteja quente e derrame.

3.17
TOMADA DE ACESSÓRIOS E LOCAL PARA CINZEIRO
Tomada para acessórios 3
É prevista para a ligação de acessórios
homologados pelos serviços técnicos
da marca.
2 3 Consulte o parágrafo “Acessórios” no
1
capítulo 5.

Cinzeiro 1
Ele pode se encaixar em um dos
locais 2 ou 4.
Para abrir, levante a tampa.
Para esvaziar, puxe o conjunto, o cin-
zeiro sai do seu alojamento.

Ligue apenas acessórios


cuja potência máxima não
O cinzeiro é um acessório opcio-
exceda 120 watts (12V)
nal que pode ser adquirido em uma
Oficina Autorizada. Risco de incêndio.

3.18
BANCO TRASEIRO: funcionalidade (1/2)

B 1
B
C

C
A

Conforme a versão do veículo, o as- Para rebater o encosto B ou C Para reposicionar o encosto B ou C
sento e o encosto podem ser rebatidos – Insira a lingueta do cinto de segu- – Levante o encosto até o travamento;
para permitir o transporte de objetos rança traseiro no alojamento 1;
volumosos. – Assegure-se do correto travamento
– Retire ou abaixe totalmente os do banco.
Para rebater o assento apoios de cabeça (consulte o pará- – Recoloque os apoios de cabeça.
Rebata o assento A contra os bancos grafo “Apoios de cabeça traseiros”
dianteiros. no capítulo 3); Para reposicionar o assento A
– Puxe o botão 2. Para recolocar o assento, proceda no-
– Abaixe o encosto. sentido inverso. Assegure-se da colo-
cação correta do assento.

Ao recolocar o encosto
no lugar, assegure-se do
Deixe girar naturalmente e sem seu travamento correto.
forçar o banco em torno do seu eixo Por segurança, efetue Verifique a posição correta
de rotação, acompanhando sua estas regulagens com o ve- dos cintos de segurança e volte a
descida até ao piso. ículo parado. colocar os apoios de cabeça.

3.19
BANCO TRASEIRO: funcionalidade (2/2)

Por segurança, efetue Ao manusear o banco tra- Ao recolocar o encosto


estas regulagens com o ve- seiro, assegure-se que no lugar, assegure-se do
ículo parado. nada interfira com os seu travamento correto.
pontos de fixação do banco Em caso de utilização de
(devem ser extraídos cascalhos, capas de bancos, assegure-se de
Após cada manuseio do panos ou qualquer outro elemento
banco traseiro, verifique se que estas não impedem o trava-
que possa impedir o bloqueio cor- mento correto do encosto.
os cintos de segurança tra- reto do banco).
seiros estão bem posicio- Verifique a posição correta dos
nados e funcionam corretamente. cintos de segurança.
Volte a colocar os apoios de cabeça.

3.20
APOIOS DE CABEÇA TRASEIROS

A A
B

Para regular a altura dos Posição de ajuste do apoio


apoios de cabeça A e B de cabeça B
Os apoios de cabeça laterais A e cen- A posição totalmente abaixada do
tral B possuem somente uma posi- apoio de cabeça é apenas para uma
ção de regulagem. Levante o apoio de posição de ajuste. Não deve ser uti-
cabeça até o travamento da lingueta 1. lizada quando um passageiro estiver
sentado.
Para retirar os apoios de
cabeça A e B Para reposicionar os apoios
Pressione as linguetas do travamento 1 de cabeça A e B O apoio de cabeça é um
elemento de segurança;
a seguir, retire o apoio de cabeça. Introduza as hastes nos orifícios do en- utilize em todos os desloca-
costo com a ranhura na posição 1 e mentos e posicione corre-
abaixe o apoio de cabeça até o trava- tamente: a parte superior do apoio
mento do mesmo. de cabeça deve ficar o mais pró-
ximo possível da parte superior da
cabeça.

3.21
PORTA-MALAS

3
1
2

Para abrir Por dentro Para fechar


Puxe a alavanca 2 e depois levante a Baixe a tampa do porta-malas 3.
Por fora
tampa do porta-malas.
Insira a chave na fechadura do porta-
malas 1, gire-a e levante a tampa do
porta-malas.

De acordo com a versão do veículo,


o mesmo pode estar equipado por
alarme.
Desativação: consulte o parágrafo
«alarme» no capítulo 1.

3.22
TAMPÃO TRASEIRO

1 1

Remoção Levante ligeiramente a prateleira 2 e


puxe em sua direção.
Solte os dois cabos 1 (nos lados da
tampa do porta-malas). Para recolocar, proceda em ordem in-
versa da remoção.

3.23
TRANSPORTE DE OBJETOS NO PORTA-MALAS

Sempre coloque os objetos a serem


transportados de modo que os maio-
res fiquem apoiados contra:

A
– os encostos do banco traseiro, que
é a situação normal de transporte
(exemplo A);

– os bancos dianteiros quando os B


encostos traseiros são rebatidos
(exemplo B). Consulte o parágrafo
“Banco traseiro: funcionalidade” no
capítulo 3.

Sempre coloque os ob-


jetos mais pesados di-
Sempre coloque os objetos mais pe-
retamente sobre o piso.
sados diretamente sobre o piso.
A carga deve ser co-
Coloque sempre os objetos de modo locada de modo que nenhum
que os mais pesados fiquem apoiados dos objetos possa ser projetado
contra o encosto do banco traseiro. para a frente, sobre os ocupantes,
em caso de uma frenagem brusca.
Prenda os cintos de segurança dos
assentos traseiros, mesmo que não
tenham ocupantes.

3.24
TRANSPORTE DE OBJETOS: reboque, atrelagem

A = 781 mm

Carga admitida no engate de atre-


lagem, peso máximo de reboque
com e sem freio:
Consulte o parágrafo “Pesos” no
capítulo 6.
Para a montagem do reboque e
saber as condições de uso, con-
sulte as instruções de montagem
Se a esfera do reboque ocultar a
do fabricante.
placa de matrícula ou uma luz tra-
seira do veículo, você deve removê- É recomendado guardar este
la quando não fizer o reboque. manual com os outros documentos
do veículo.
Em qualquer situação, respeite a le-
gislação local.

3.25
BARRAS DE TETO LONGITUDINAIS

Se o veículo estiver equipado, você


pode transportar bagagens ou disposi-
tivos complementares (porta-bicicletas,
porta-esquis, etc.):
Para escolher o equipamento
– em um bagageiro de teto; adequado ao seu veículo, reco-
– em barras transversais de teto fi- mendamos consultar sua Oficina
xadas nas barras longitudinais do Autorizada. Para montar o equipa-
teto 1; mento e conhecer as condições de
utilização, consulte as instruções de
– diretamente nas barras longitudinais montagem do fabricante.
de teto.
Guarde este manual junto com os
É proibido montar barras longitudinais outros documentos do veículo.
de teto em veículos que não sejam
equipados originalmente. Carga admitida no bagageiro de
teto: consulte o parágrafo «Pesos»
no capítulo 6.

3.26
EQUIPAMENTO MULTIMÍDIA

1
3

A presença e a localização desses Comando integrado telefone


equipamentos dependem do equipa- mãos livres
mento multimídia do veículo.
1 Rádio; Nos veículos que são equipados, utilize
2 Comando sob o volante; o microfone 3 e os comandos sob o vo-
3 Microfone. lante 2.

Utilização do telefone ce-


lular
Para saber como utilizá-los, con-
Lembramos a necessidade
sulte o manual do equipamento,
de respeitar a legislação
que recomendamos guardar junto
em vigor sobre a utilização desse
com os outros documentos do ve-
tipo de aparelho.
ículo.

3.27
3.28
Capítulo 4: Manutenção

Capô . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.2
Nível de óleo do motor: visão geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.3
Nível de óleo do motor: enchimento, abastecimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.4
Níveis: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.6
Fluido de freios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.6
Líquido de refrigeração do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.6
Fluido de direção assistida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.7
Lavador de vidros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.8
Filtros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.8
Bateria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.9
Pressões de enchimento de pneus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.10
Manutenção da carroceria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.11
Manutenção das guarnições internas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.13
4.1
CAPÔ

3 No momento das interven-


ções no capô, assegure-se
de que a haste do limpador
de vidros esteja na posição
de parada. Risco de ferimentos.
4
2
Em caso de colisão, mesmo
que leve, contra a grade
A frontal ou o capô, mande
1 verificar, assim que pos-
sível, o sistema de travamento do
capô em uma Oficina Autorizada.

Para abrir, puxe a haste 1. Abertura do capô


Levante o capô e acompanhe-o; ele
Desbloqueio de segurança do capô é mantido fixo com o auxílio de uma Após qualquer interven-
Para destravar, empurre ligeiramente a vareta de suporte 4. ção no compartimento do
lingueta do capô 2 no sentido da seta A motor, certifique-se de que
para liberar o gancho 3. Fechamento do capô não esqueceu nada (pano,
Verifique se nada ficou esquecido no ferramentas, etc.).
Evite se apoiar no capô: compartimento do motor.
risco de fechamento invo- Para voltar a fechá-lo, segure o capô De fato, estes podem danificar o
luntário. pela parte central dianteira, acompa- motor ou provocar um incêndio.
nhe-o até 30 cm da posição de fecho e
solte-o. Ele irá se fechar pela ação de
No momento das interven- seu próprio peso. Assegure o travamento cor-
ções perto do motor, pro- reto do capô. Assegure-se
ceda com cuidado, pois de que nada impeça o
pode estar quente. Além Desative a função Stop and ponto de fixação do trava-
disso, o ventilador do motor pode Start antes de qualquer in- mento (cascalho, pano, etc.).
entrar em funcionamento a qual- tervenção no comparti-
quer instante. Risco de ferimentos. mento do motor.

4.2
NÍVEL DE ÓLEO DO MOTOR: visão geral
Os motores consomem óleo para lu-
brificação e refrigeração das peças B
móveis e é normal ter que realizar
acréscimos de óleo para complemen- A
tar o nível, entre uma revisão e outra. B
No entanto, se após o período de ama- C A
ciamento os acréscimos de óleo forem
superiores a 0,5 litros a cada 1.000 km,
consulte uma Oficina Autorizada. B
Periodicidade: verifique regular-
mente o nível do óleo, principal- A
mente antes de iniciar uma viagem
mais longa, para não correr o risco
de danificar o motor.

Leitura do nível de óleo


Ultrapassagem do nível máximo
– retire a vareta e limpe-a com um de óleo do motor
pano adequado e sem lanugem;
– introduza a vareta ao máximo (para A leitura do nível só deve ser reali-
veículos equipados com “bujão-va- zada com a vareta, conforme foi in-
Em caso de descida anormal ou re- dicado anteriormente.
pentina do nível do óleo, consulte reta” C, aperte totalmente o bujão);
uma Oficina Autorizada. – retire novamente a vareta; Se o nível máximo for ultrapassado,
– verifique o nível: nunca deve estar não dê a partida no motor de
abaixo de “mín.” A, nem acima de seu veículo e chame uma Oficina
“máx.” B. Autorizada.
Depois de ler o nível, insira a vareta até
o batente ou aperte totalmente o bu-
jão-vareta.
O nível máximo de enchi-
A fim de evitar salpicos, recomen- Desative a função Stop and mento B nunca deve ser
damos utilizar um funil ao efetuar Start antes de qualquer in- ultrapassado: corre o risco
o enchimento / reabastecimento de tervenção no comparti- de danificar o motor e o ca-
óleo. mento do motor. talisador.

4.3
NÍVEL DE ÓLEO DO MOTOR: enchimento, abastecimento (1/2)
Esvaziamento do motor
Periodicidade: consulte o documento
de manutenção de seu veículo.
1 Capacidades médias de
1
esvaziamento
Consulte o documento de manutenção
2 de seu veículo.

2 Qualidade do óleo do motor


Consulte o documento de manutenção
de seu veículo.

Enchimento/Abastecimento – Desaperte o bujão 1;


O veículo deve estar em piso hori- – restabeleça o nível (para informa-
zontal, com o motor parado e frio (por ção, a capacidade entre as marcas
exemplo, antes da primeira partida do “mín.” e “máx.” da vareta 2 é de 0,8
dia). a 1,2 litros, conforme o motor); Reabastecimento: aten-
– aguarde cerca de 20 minutos para ção no momento de fazer
permitir que o óleo escorra; enchimentos para não der-
ramar óleo sobre as peças
– verifique o nível do óleo com a
do motor (risco de incêndio). Não
Nunca ultrapasse o nível ‘máx.’ e vareta 2 (tal como foi indicado ante-
se esqueça de fechar corretamente
lembre-se de recolocar o bujão 1 e riormente).
o bujão; caso contrário, pode haver
a vareta 2. Depois de ler o nível, insira a vareta até risco de incêndio provocado por
o batente ou aperte totalmente o bujão- projeção de óleo sobre as peças
vareta. quentes do motor.
Desative a função Stop and
Start antes de qualquer in-
tervenção no comparti-
mento do motor.

4.4
NÍVEL DE ÓLEO DO MOTOR: enchimento, abastecimento (2/2)

No momento das interven- Não deixe o motor funcio-


ções perto do motor, pro- nando num local fechado:
ceda com cuidado, pois os gases do escapamento
pode estar quente. Além são tóxicos.
disto, o ventilador do motor pode
entrar em funcionamento a qual-
quer instante.
Risco de ferimentos.

Esvaziamento do motor:
se você realizar o esvazia-
mento com o motor quente,
tenha cuidado para não se
queimar com o óleo.
Em caso de descida anormal ou
repentina do nível, consulte uma
Oficina Autorizada.

4.5
NÍVEIS (1/3)

Fluido de freios Reabastecimento Líquido de refrigeração


Deve ser verificado com frequência e Sempre que intervenções sejam feitas Com o motor parado e em solo horizon-
sempre que sinta uma diferença, ainda no circuito hidráulico, o fluido deve ser- tal, o nível a frio deve se situar entre as
que ligeira, na eficácia do sistema de substituído por um especialista. marcas “MINI” e “MAXI” indicadas no
frenagem. Utilize obrigatoriamente um fluido ho- bocal 3.
O controle do nível é efetuado com o mologado pela Assistência Técnica e Complete o nível a frio antes de atingir
motor parado e em solo horizontal. em embalagem lacrada. a marca “MINI”.
O nível deve se situar entre as marcas
1 “MINI” e 2 “MAXI”.
Após desligar o veículo, o ventilador No momento das interven-
Normalmente, o nível baixa à medida do motor (ventoinha) pode perma-
que as pastilhas dos freios se desgas- ções perto do motor, pro-
necer ligado por aproximadamente ceda com cuidado, pois
tam, mas nunca deve estar abaixo da 10 minutos para garantir o correto
cota de alerta 1 “MINI”. pode estar quente. Além
resfriamento do motor. disso, o ventilador do motor pode
Periodicidade de substituição Caso o fluido apresente diminuição entrar em funcionamento a qual-
anormal ou repetida do nível, con- quer instante.
Consulte o documento de manutenção
sulte uma Oficina Autorizada. Risco de ferimentos.
de seu veículo.

4.6
NÍVEIS (2/3)
Periodicidade de verificação do
nível
Verifique regularmente o nível do lí-
quido de refrigeração (a falta de líquido
de refrigeração pode provocar graves
danos no motor).
4
Se for necessário acrescentar fluido, 5
utilize apenas produtos homologados
pelos serviços técnicos que garantem:
– proteção anticongelante;
– proteção contra corrosão do cir-
cuito de refrigeração.

Periodicidade de substituição
Consulte o documento de manutenção Fluido de direção assistida 4
de seu veículo.
ou 5
Desative a função Stop and Quando o bocal estiver visível Se sentir uma diferença na eficácia
Start antes de qualquer in- Nível: para leitura correta do nível a frio da direção assistida, consulte uma
tervenção no comparti- pare o motor em terreno plano. O nível Oficina Autorizada.
mento do motor. deve se situar entre as marcas “MINI” e
“MAXI” no bocal 4 ou 5.
Para operações de manutenção da di-
Caso o fluido apresente diminuição reção assistida, dirija-se a uma Oficina
anormal ou repetida do nível, con- No momento das interven-
Autorizada.
sulte uma Oficina Autorizada. ções perto do motor, pro-
Outros casos ceda com cuidado, pois
pode estar quente. Além
Consulte uma Oficina Autorizada. disto, o ventilador do motor pode
Não realize intervenções
quando o motor estiver entrar em funcionamento a qual-
quente. quer instante.
Risco de queimaduras. Risco de ferimentos.

4.7
NÍVEIS (3/3) / FILTROS
Filtros
6 A substituição dos vários elementos fil-
6 trantes (filtro de ar, filtro do habitáculo,
etc.) está prevista nas operações de
manutenção de seu veículo.
Periodicidade de substituição dos
elementos filtrantes: consulte o docu-
mento de manutenção de seu veículo.

Lavador de vidros
ATENÇÃO: A tampa do re-
Enchimento servatório de partida a frio
Com o motor parado, abra a tampa 6. é VERMELHA. A tampa do
reservatório de água do Desative a função Stop and
Complete até ver o líquido e volte a
lava-vidros é PRETA. No momento Start antes de qualquer in-
colocar a tampa. Este reservatório ali-
do abastecimento não inverta ou tervenção no comparti-
menta os lavadores de vidros dianteiro
misture os fluidos. mento do motor.
e traseiro (quando equipado com este).
Não complete nem misture gasolina
Líquido: produto do lavador de vidros do reservatório de partida a frio no
(produto anticongelante no inverno). compartimento de água do lavador No momento das interven-
Jatos: Para regular a altura dos jatos do para-brisa. A presença de gaso- ções perto do motor, pro-
do lavador de vidros do para-brisa, uti- lina no reservatório de água repre- ceda com cuidado, pois
lize uma ferramenta pontiaguda. senta risco de incêndio. pode estar quente. Além
disto, o ventilador do motor pode
entrar em funcionamento a qual-
Não complete, nem misture água do lavador de parabrisa no reservatório quer instante.
de partida a frio. A presença de água no compartimento de gasolina pode
danificar o motor e não ocorrerá partida. Risco de ferimentos.

4.8
BATERIA
A carga da sua bateria pode diminuir
principalmente se utilizar o seu veículo: A 2 3 4
– em pequenos trajetos;
– em circulação urbana;
– quando a temperatura cai;
– após utilização prolongada, com o
A motor parado, de elementos que
1
consomem energia (rádio…).

Substituição da bateria
Devido à complexidade dessa opera-
ção, é aconselhável que seja feita em 7 6 5
uma Oficina Autorizada.
A bateria 1 não necessita de manuten- Etiqueta A
ção. Siga as instruções fornecidas com a
Desative a função Stop and bateria:
Você não deve nem abrir, nem acres- Start antes de qualquer in-
centar líquido. – 2 Proibida a chama viva e proi-
tervenção no comparti- bido fumar;
mento do motor. – 3 Proteção obrigatória dos olhos;
Manuseie a bateria com – 4 Manter as crianças afastadas;
precaução, pois contém – 5 Materiais explosivos;
ácido sulfúrico que não – 6 Consulte o manual;
deve entrar em contato com A bateria é específica (pre- – 7 Materiais corrosivos.
os olhos ou a pele. Se isto ocor- sença de um tubo de des-
rer, lave a zona atingida com água gaseificação que possibilita
abundante e, se necessário, con- a saída de gases corrosi- Ao realizar intervenções
sulte um médico. vos e explosivos ao exterior); por perto do motor, leve em
isto, deve ser substituída por uma conta que o mesmo pode
Mantenha todos os elementos da bateria que permita a ligação deste estar quente. Além disso, o
bateria longe de chamas ou qual- tubo flexível. Consulte uma Oficina ventilador do motor pode começar a
quer ponto incandescente: risco de Autorizada funcionar a qualquer momento.
explosão.
Há risco de ferimentos.

4.9
PRESSÕES DE ENCHIMENTO DE PNEUS
Segurança dos pneus e montagem
A de correntes
Consulte o parágrafo “pneus” no capí-
tulo 5 para saber quais as condições de
manutenção e, de acordo com as ver-
sões, qual a possibilidade de montar
A correntes nos pneus do seu veículo.
C D G Particularidade dos veículos utiliza-
B dos em plena carga (Peso Máximo
E F G
Autorizado em Carga) e com reboque
C D G
B A velocidade máxima é limitada a
E F G 100 km/h e deve-se acrescentar
0,2 bars à pressão dos pneus.
Consulte o parágrafo “Pesos” no capí-
tulo 6.
Etiqueta A B: dimensão dos pneus que equipam
o veículo.
A pressão de enchimento dos pneus
está indicada na etiqueta A localizada C: pressão de enchimento dos pneus
na portinhola do tanque de combustí- dianteiros para circulação fora da ro-
vel. dovia.
As pressões de enchimento devem ser D: pressão de enchimento dos pneus
verificadas com pneus frios. traseiros, para circulação fora da ro-
dovia. Quando for necessário
Caso a verificação das pressões não substituir, recomenda-se
possa ser efetuada com os pneus E: pressão de enchimento dos pneus que monte sempre um jogo
frios, é necessário aumentar as pres- dianteiros, para circulação em rodo- de pneus da mesma marca,
sões indicadas de 0,2 a 0,3 bar (3 PSI). via. do mesmo tipo, da mesma dimen-
Jamais esvazie um pneu quente. F: pressão de enchimento dos pneus são e da mesma estrutura.
traseiros, para circulação em rodo- Eles devem: ser idênticos aos do
via. equipamento original ou corres-
G: pressão de enchimento do estepe. ponder aos recomendados por
uma Oficina Autorizada.

4.10
MANUTENÇÃO DA CARROCERIA (1/2)
Um veículo bem cuidado permite con- O que não deve ser feito O que se deve fazer:
servá-lo durante mais tempo. Assim é Desengordurar ou limpar os elemen-
recomendado cuidar regularmente do Lavar frequentemente o veículo, com
tos mecânicos (por exemplo, compar- o motor parado, com produtos sele-
exterior do veículo. timento do motor), parte inferior da car- cionados por nossa assistência téc-
Seu veículo é beneficiado por técnicas roceria, peças com dobradiças (por nica (nunca produtos abrasivos). Lavar
anticorrosão de alto desempenho. No exemplo, interior das portas) e peças antes com excessivo jato:
entanto, é submetido à ação de diver- plásticas pintadas (por exemplo, para- – materiais resinosos que caem das
sos parâmetros. choques) com equipamentos de lim- árvores ou poluições industriais;
peza de alta pressão ou com a pulve- – a lama que formam pastas úmidas
Agentes atmosféricos corrosivos rização de produtos não homologados nos para-lamas e na parte inferior da
– poluição atmosférica (cidades e pelo nosso departamento técnico. Isto carroceria;
zonas industriais), pode provocar riscos de oxidação ou – excrementos de aves que produ-
– salinidade da atmosfera (zonas mau funcionamento. zem uma reação química com a pin-
marítimas, sobretudo em tempo Lave o veículo ao sol ou com tempera- tura produzindo uma rápida ação
quente), turas negativas. descolorante, podendo até provo-
– condições climáticas sazonais e hi- car a descoloração da pintura;
grométricas (sal espalhado pelas Remover lama ou sal raspando, sem
umidificação prévia. É obrigatório lavar imediatamente
ruas no inverno, água de lavagem o veículo para eliminar estas man-
de ruas, etc.). Deixar acumular sujeira no exterior. chas, pois é impossível fazê-las
Deixar aumentar a ferrugem a partir de desaparecer com um simples poli-
Arranhões acidentais mento;
pequenos arranhões acidentais.
Ações abrasivas – o sal, sobretudo nos para-lamas e
Tirar manchas com solventes não sele- na superfície inferior da carroceria,
Poeiras atmosféricas, areia, lama, cas- cionados por nossa assistência técnica
calhos atirados por outros veículos, etc. após circular em regiões onde foram
e que possam atacar a pintura. espalhados produtos ou resíduos
Um mínimo de precauções é imposto e Circular sobre neve e lama sem lavar o químicos.
que permite evitar certos riscos. veículo, particularmente os para-lamas Remova regularmente materiais orgâ-
e a parte inferior da carroceria. nicos de árvores (resinas, folhas, etc.)
do veículo.

É proibido lavar com jato à alta pressão o compartimento do motor: risco


de danificar os componentes elétricos e eletrônicos do compartimento
do motor.

4.11
MANUTENÇÃO DA CARROCERIA (2/2)
Respeite a legislação local sobre la- Particularidade dos veículos Lavagem em rolo
vagem de veículos (por exemplo, não com pintura fosca
lavar o veículo na via pública). Coloque as hastes dos limpadores de
Este tipo de pintura requer certas pre- vidros na posição estacionária (con-
Mantenha certa distância de outros cauções. sulte a seção “Limpador de vidros, la-
veículos quando trafegar em estradas vador de vidro dianteiro” no capítulo 1).
com cascalho, para evitar danificar a O que não deve ser feito Verifique a fixação dos equipamentos
pintura. externos, faróis adicionais, retrovisores
– utilizar produtos à base de cera (po-
Providencie rapidamente os retoques e fixe com fita adesiva as palhetas dos
limento);
em arranhões na pintura, para evitar a limpadores de vidro.
– esfregar de modo intenso;
propagação da corrosão. Se o veículo estiver equipado com chi-
– passar o veículo sob um pórtico de
cote de antena do rádio, retire-o.
Seu veículo tem o benefício da garantia lavagem;
Lembre-se de retirar a fita adesiva e
anticorrosão. Não deixe de fazer visi- – lavar o veículo com um aparelho à
repor o chicote da antena, após termi-
tas periódicas à sua Oficina Autorizada. alta pressão;
nar a lavagem.
Consulte o documento de manutenção – colar adesivos sobre a pintura (risco
do veículo. de marcação).
Caso seja necessário limpar os compo-
Limpeza dos faróis/lanternas
O que se deve fazer:
nentes mecânicos, dobradiças etc., é Para limpar os faróis/lanternas utilize
obrigatório proteger de novo com uma Lavar o veículo com água abundante e um pano macio ou algodão. Se isto não
pulverização de produtos homologados à mão, com um pano macio, esponja for suficiente, umedeça ligeiramente
por nosso departamento técnico. macia, etc. um pano macio ou algodão com água
e sabão, e a seguir lave por completo.
Termine a limpeza, secando com cui-
dado com um pano macio.
O emprego de produtos à base de
álcool é totalmente proibido.

Selecionamos produtos de manu-


tenção que podem ser encontrados
nas concessionárias da marca.

4.12
MANUTENÇÃO DAS GUARNIÇÕES INTERNAS (1/2)
Um veículo bem cuidado permite con- Vidros de instrumentos Têxteis (bancos, guarnição
servá-lo durante mais tempo. Assim é (ex.: painel de instrumentos, relógio, de portas, etc.)
recomendado cuidar regularmente do visor de temperatura externa, visor do
interior do veículo. rádio, etc.) Aspire regularmente os têxteis.
Uma mancha sempre deve ser tratada Utilize um pano macio (ou algodão). Mancha líquida
rapidamente. Se isto não for suficiente, utilize um
Utilize uma solução de água e sabão.
Qualquer que seja a origem da mancha, pano macio (ou algodão) ligeiramente
utilize uma solução de água fria (ou umedecido em água com sabão e, em Absorva ou enxugue ligeiramente
morna) com sabão natural. seguida, limpe com um pano macio ou (nunca esfregue) com ajuda de um
algodão úmido. pano macio, lave e absorva o exce-
O emprego de detergentes (líquidos Finalize a limpeza com cuidado com dente.
para louça, produtos em pó, produ- um pano seco e macio.
tos à base de álcool, etc.) é total- Mancha sólida ou pastosa
mente proibido. O emprego de produtos a base de
álcool é totalmente proibido. Remova imediatamente e com cui-
Utilize um pano macio. dado o excedente de material sólido ou
Enxágue e tire o excesso de água. pastoso com uma espátula (da borda
Cintos de segurança para o centro, para evitar espalhar a
Devem ser conservados sempre mancha).
limpos. Limpe conforme indicado para uma
Utilize os produtos selecionados por mancha líquida.
nossa assistência técnica (oficina au-
torizada) ou água morna com sabão Particularidade de bombons, gomas
aplicada com uma esponja e, a seguir, de mascar
seque com um pano. coloque um cubo de gelo sobre a
O emprego de detergentes ou pro- mancha para cristalizar e proceda a
dutos químicos é proibido. seguir conforme indicado para uma
mancha sólida.

Para qualquer recomendação de


manutenção interna e/ou de resul-
tado não satisfatório, consulte uma
Oficina Autorizada.

4.13
MANUTENÇÃO DAS GUARNIÇÕES INTERNAS (2/2)
Desmontar / montar O que não deve ser feito
novamente os equipamentos É desaconselhável colocar objetos
imóveis montados como desodorizadores, difusores de
originalmente no veículo perfume, na altura dos difusores de ar,
já que podem danificar o revestimento
Se tiver que retirar os equipamentos do painel de bordo.
fixos para limpar a cabine (por exem-
plo, os tapetes), verifique se sempre os
coloca de novo corretamente e no lado
certo (os tapetes do motorista devem
ser colocados no lado do motorista,
etc.) e se os fixa utilizando elementos
fornecidos com o equipamento (por
exemplo, tapetes do motorista sempre
devem ser fixados com a ajuda dos ele-
mentos de fixação pré-instalados).
Em todo o caso, e com o veículo parado,
verifique se nada impede a condução
(obstáculo no curso dos pedais, calca-
nhar preso no tapete, etc.).

É expressamente desacon-
selhado utilizar um apare-
lho de limpeza de alta pres-
são ou de pulverização no
interior da cabine: sem cuidados de
utilização, estes aparelhos podem,
entre outras situações, prejudicar o
bom funcionamento de componen-
tes elétricos e eletrônicos presentes
no veículo.

4.14
Capítulo 5: Recomendações práticas

Pneu furado, estepe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2


Ferramentas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.3
Calotas - aros de roda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.4
Troca de roda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.5
Pneus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.7
Faróis dianteiros: substituição de lâmpadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.10
Faróis de neblina: substituição de lâmpadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.11
Luzes traseiras e laterais: substituição de lâmpadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.12
Iluminação interna: substituição de lâmpadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.15
Fusíveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.16
Controle remoto por radiofrequência: bateria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.19
Bateria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.20
Palhetas dos limpadores de vidros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.22
Reboque: reparo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.23
Dispositivos de segurança. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.24
Equipamento prévio, rádio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.25
Acessórios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.26
Irregularidades de funcionamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.27
5.1
FURO, ESTEPE
– levante o tapete do porta-malas e
coloque na vertical, contra o encosto
Observação: assegure-se de que o
do banco traseiro, ou a tampa do ba-
estepe, ou a roda com furo, e o alo-
gageiro, se estiver equipado;
2 jamento da roda estejam bem dis-
– desaperte a fixação central 1;
1 postos, para permitir a correta fixa-
– retire o estepe 2.
ção do tapete do porta-malas.
Após o rebatimento, garanta que o
tapete do porta-malas esteja corre-
tamente colocado nos respectivos
batentes de posicionamento, para
evitar danos (se o veículo estiver
equipado).

Se o estepe for guardado durante muitos anos, peça a um técnico verifi-


Estepe car se continua adequado e pode ser utilizado sem perigo.
Está situado no porta-malas. Veículo equipado com um estepe menor que as outras quatro rodas:
Para acessar: – Nunca monte mais de um estepe no mesmo veículo.
– Abra o porta-malas; – Uma vez que a roda furada é maior que o estepe, a altura da carroceria ao
– dependendo do veículo, retire a solo passa a ser menor.
tampa do bagageiro ou faça-o reco-
lher tanto quanto possível; – Substitua assim que possível o estepe por uma roda idêntica à original.
– Durante o uso, que deve ser temporário, a velocidade de circulação não deve
ultrapassar a velocidade indicada na etiqueta situada na roda.
– A montagem do estepe pode modificar o comportamento habitual do veículo.
Evite acelerações e desacelerações bruscas e reduza a velocidade ao virar.
Quando for retirar e colocar – Se tiver que utilizar correntes de neve, monte o estepe no eixo traseiro e veri-
o estepe cuidado, pois ele fique as pressões de enchimento.
é pesado e pode cair brus-
camente.

5.2
FERRAMENTAS

1 2
4

Acesso às ferramentas Chave da calota 2


A presença de ferramentas depende da Permite retirar as calotas da roda.
versão do veículo. Nunca deixe ferramen-
tas soltas no veículo: risco
Chave de roda 3 de projeção no momento
Macaco 1 Permite bloquear/desbloquear os para- de uma frenagem brusca.
Para utilizar o macaco, desaperte fusos de roda. Após o uso, guarde as ferramenta
a porca 4. Contraia corretamente o nos respectivos lugares: Risco de
macaco, antes de colocar de volta em ferimentos.
seu alojamento. Aperte a porca 4 para Se o conjunto de ferramentas incluir
fixar o macaco. parafusos de roda, utilize exclusiva-
mente para o estepe: consulte a eti-
queta situada no estepe.
O macaco se destina à troca de
rodas. Em nenhum caso deve ser
utilizado para efetuar qualquer
reparo ou acessar embaixo do ve-
ículo.

5.3
CALOTAS - AROS DE RODA

Nunca deixe ferramentas


soltas no veículo: risco de
projeção no momento de
uma frenagem. Após o uso,
guarde as ferramentas nos respec-
tivos lugares: risco de ferimentos.
2 Se o conjunto de ferramentas incluir
D parafusos de roda, utilize exclusiva-
C mente para o estepe: consulte a eti-
1 queta situada no estepe.
B
O macaco se destina à troca de
A rodas. Em nenhum caso deve ser
utilizado para efetuar qualquer
3 reparo ou acessar embaixo do ve-
ículo.
Calota 1
Retire com a chave de calota 2, introdu-
zindo a chave no orifício da válvula 3.
Para recolocar, oriente em relação à
válvula 3. Pressione os ganchos de
fixação, começando pelo lado da vál-
vula A, depois B e C e termine no lado
oposto ao da válvula D.

5.4
TROCA DE RODA (1/2)
Veículos equipados com Coloque o macaco 4 horizontalmente.
macaco e chave de rodas A cabeça do macaco deve ser posicio-
nada obrigatoriamente na altura do
Se necessário, remova a calota. reforço de chapa 1 mais próximo da
2
Desaperte os parafusos da roda com a roda a substituir, sinalizada por uma
chave de rodas 3. Posicione de modo seta 2.
3 que o esforço seja de cima para baixo. Comece apertando o macaco 4 manu-
almente para assentar conveniente-
mente a base (levemente inserida sob
1 o veículo).
Dê algumas voltas na manivela até le-
vantar a roda do solo.
4

Se o veículo não estiver equipado


Ative o pisca-alerta. com macaco nem chave de rodas,
Estacione o veículo em podem ser adquiridos em uma
lugar afastado da circula- Oficina Autorizada.
ção, em piso plano, firme, e
que não deslize (se necessário, co-
loque uma base sólida por baixo do Se estacionar ao lado da
macaco). via de circulação, você
Puxe o freio de estacionamento e deve alertar os outros mo-
engrene uma marcha (primeira ou toristas sobre a presença
marcha ré). de seu veículo com um triângulo de Para evitar acidentes ou
sinalização ou com outros disposi- danos no veículo, abra
Peça aos ocupantes que saiam do tivos exigidos pela legislação local
veículo e se mantenham afastados o macaco até a roda a
do país em que se encontra. ser substituída ficar, no
da zona de circulação.
máximo, a 3 cm do solo.

5.5
TROCA DE RODA (2/2)
Desaperte os parafusos e retire a roda.
Coloque o estepe no cubo central e
gire para fazer coincidir os furos de fi-
xação da roda e do cubo.
Se o estepe for fornecido com para-
fusos, utilize exclusivamente neste
estepe.
Aperte os parafusos, assegurando-se
de que a roda esteja bem encostada
ao cubo, e baixe o macaco.
Com as rodas no solo, aperte forte-
mente os parafusos; mande verificar o
aperto dos parafusos e a pressão de
enchimento do estepe o mais rápido
possível.

Em caso de furo, substitua


Parafuso de travamento a roda o mais rápido possí-
Se você utilizar parafusos de trava- vel. Um pneu que tenha so-
mento, localize o desenho gravado frido um furo sempre deve
no interior da calota da roda para o ser examinado (e reparado, se pos-
posicionamento do parafuso. (risco sível) por um especialista.
de impossibilidade de montagem da
calota da roda).

5.6
PNEUS (1/3)
Segurança de pneus - rodas Assim que o relevo dos sulcos seja
1 desgastado até o nível das saliências
Os pneus, sendo o único meio de con- indicadoras, estas tornam-se visí-
tato entre o veículo e a estrada, devem veis 2. Assim é necessário substituir
ser mantidos em bom estado. os pneus, já que a profundidade dos
Devem ser observadas obrigatoria- sulcos é de aproximadamente 1,6 mm,
mente as normas locais previstas no o que significa má aderência em es-
código de trânsito. tradas molhadas.
Um veículo sobrecarregado, longos
percursos em rodovia, condições extre-
2 mas de calor e condução frequente em
estradas precárias, contribuem para a
deterioração mais rápida dos pneus e
influem na segurança.

Manutenção dos pneus


Os pneus devem estar em bom estado
e os sulcos devem apresentar uma pro-
fundidade satisfatória. Os pneus homo-
logados pelos nossos serviços técni-
cos incluem indicadores de desgaste 1
Além disso, quando for ne- constituídos por ressaltos incorporados
cessário substituir, é reco- aos sulcos do pneu. Os incidentes de condu-
mendado que sempre seja ção, como «toques no meio
montado um jogo de pneus fio», podem causar danos
de mesma marca, dimensão, tipo e nos pneus e nos aros das
estrutura. rodas, assim como provocar desali-
Eles devem ser idênticos aos ori- nhamento no trem dianteiro ou tra-
ginais, isto é, correspondentes seiro.
aos recomendados pela Oficina Neste caso, mande verificar seu
Autorizada. estado numa Oficina Autorizada.

5.7
PNEUS (2/3)
Pressões de enchimento As pressões devem ser verificadas a Rodízio de pneus
frio: não leve em conta pressões altas
É importante observar as pressões dos que possam ser atingidas com tempe- Esta prática não é recomendada.
pneus (incluindo a do estepe). Devem ratura elevada ou após percurso reali-
ser verificadas, em média, uma vez por zado em alta velocidade.
mês e antes de viagens longas (con- Estepe
sulte a etiqueta colada na portinhola do Caso a verificação das pressões não Consulte os parágrafos “Furo” e “Troca
tanque de combustível ou no canto da possa ser realizada com os pneus frios, de roda” no capítulo 5.
porta do motorista). é necessário acrescentar às pressões
indicadas entre 0,2 e 0,3 bars.
Substituição de rodas/pneus
Nunca esvazie um pneu quente.

Por segurança, esta opera-


ção deve ser confiada ex-
clusivamente a um espe-
cialista.
Uma tampa de válvula au-
Pressões insuficientes sente ou mal apertada pode Uma montagem de rodas/pneus di-
provocam o desgaste pre- prejudicar a estanqueidade ferente dos originais pode modifi-
maturo e o aquecimento do pneu e ocasionar perdas car:
anormal dos pneus, com de pressão. – a conformidade de seu veículo
todas as consequências de segu- diante das regulamentações em
rança que possam decorrer disso: Adquira sempre tampas de válvulas
idênticas às originais e as aperte vigor;
– má aderência na estrada, totalmente. – seu comportamento em curvas;
– risco de estouro ou descolagem – o peso da direção;
da banda de rodagem.
Se estacionar ao lado da – a montagem de correntes em
A pressão dos pneus dependerá da caso de neve.
carga e da velocidade de utilização via de circulação, você
do veículo. As pressões devem ser deve alertar os outros mo-
ajustadas em função das condições toristas sobre a presença
de utilização (consulte a etiqueta de seu veículo com um triângulo de
colada na portinhola do tanque de sinalização ou com outros disposi-
combustível ou no canto da porta tivos exigidos pela legislação local
do motorista). do país em que se encontra.

5.8
PNEUS (3/3)
Pneus de «neve» ou de «borracha
térmica»
Recomendamos montar as quatro
rodas do veículo com a mesma qua-
lidade de pneus, a fim de preservar a
máxima capacidade de aderência.
Atenção: estes pneus se compor-
tam às vezes com um sentido de cir-
culação e um índice de velocidade
máxima que pode ser inferior à ve-
locidade máxima que seu veículo
pode atingir.
Este tipo de pneu não é comercializado
no Brasil, mesmo assim é importante
saber que caso viaje para o exterior
com seu veículo RENAULT, existem
pneus específicos para utilização na
neve.

É proibido montar correntes


de neve apenas nas rodas
traseiras.
A montagem de correntes
de neve só é possível em pneus de
dimensões idênticas às dos pneus
originais de seu veículo. As rodas Em quaisquer dos casos, consulte
podem ser montadas com corren- uma Oficina Autorizada, que saberá
tes, se forem utilizadas correntes recomendar a escolha dos equipa-
específicas. Consulte uma Oficina mentos que melhor se adaptam ao
Autorizada. seu veículo.

5.9
FARÓIS DIANTEIROS: substituição de lâmpadas
Luz de posição dianteira
Remova a tampa B. Puxe o porta-lâm-
2 pada 2 para fora do farol.
3
Tipo de lâmpada: W5W.
A B
Indicador de direção
C Puxe o porta-lâmpada 3 para fora do
1 4 farol.
5 Tipo de lâmpada: PY21W.

Tenha cuidado ao substituir


as lâmpadas. A troca de po-
sição entre elas pode oca-
Você pode substituir as lâmpadas des- Luz alta sionar falha no funciona-
critas a seguir. No entanto, recomenda- mento da lanterna.
mos mandar efetuar esta substituição Remova a tampa C.
em uma Oficina Autorizada, se o manu- Remova o conector da lâmpada 5.
seio parecer difícil. Extraia a mola 4 e solte a lâmpada.
Conforme a legislação local ou por
Tipo de lâmpada: H1. precaução, obtenha numa Oficina
Luz baixa Autorizada uma caixa de emergên-
Nunca toque no vidro da lâmpada.
Remova a tampa A. Segure pela base. cia com um jogo de lâmpadas e
Rebata o porta-lâmpada 1 para desen- outro de fusíveis.
Localize o posicionamento correto da
caixar e substituir a lâmpada. lâmpada antes da desmontagem para
Tipo de lâmpada: H7. garantir o posicionamento correto du- No momento das interven-
rante a remontagem. ções perto do motor, pro-
Após trocar a lâmpada, reposicione a ceda com cuidado, pois
As lâmpadas estão sob tampa corretamente. pode estar quente. Além
pressão e podem estourar disto, o ventilador do motor pode
durante a substituição. entrar em funcionamento a qual-
Risco de ferimentos. quer instante.

5.10
FARÓIS DE NEBLINA: substituição de lâmpadas
Faróis adicionais
Se você desejar equipar o veículo Conforme a legislação local ou por
com faróis de “neblina”, consulte uma precaução, adquira em uma Oficina
Oficina Autorizada. Autorizada uma caixa de emergên-
cia, composta por um jogo de lâm-
padas e outro de fusíveis.

Faróis de neblina dianteiros 1


Consulte uma Oficina Autorizada.
Tipo de lâmpada: H16LL. Tenha cuidado ao substituir
as lâmpadas. A troca de po-
sição entre elas pode oca-
sionar falha no funciona-
Qualquer intervenção (ou
mento da lanterna.
modificação) no circuito
elétrico deve ser realizada
em uma Oficina Autorizada,
pois uma ligação incorreta pode No momento das interven-
provocar a deterioração da instala- ções perto do motor, pro-
ção elétrica (cabeamento, compo- ceda com cuidado, pois
nentes, em particular o alternador) pode estar quente. Além
e, além disto, dispõe das peças ne- disto, o ventilador do motor pode
As lâmpadas estão sob
cessárias às adaptações. entrar em funcionamento a qual-
pressão e podem estourar
durante a substituição. quer instante.
Risco de ferimentos. Risco de ferimentos.

5.11
LUZES TRASEIRAS E LATERAIS: substituição de lâmpadas (1/3)

3 4

2 5

1
7

3 6

Luz de posição / freio, de Desencaixe o porta-lâmpadas pelas 4 Luz de posição e de freio


direção e de marcha ré linguetas 3. Tipo de lâmpada 4 P21/5W.
Observe a posição correta do cabea- 5 Indicador de direção
mento 1 antes de desmontar, para po-
Tipo de lâmpada 5: PY21W.
sicionar corretamente na remontagem.
6 Luz de marcha ré
Retire o parafuso 2 e desencaixe o
bloco de lanternas traseiras por fora. Tipo de lâmpada 6: P21W.
7 Luz de posição
Tipo de lâmpada 7: W5W.

Tenha cuidado ao substituir


Conforme a legislação local ou por
as lâmpadas. A troca de po-
precaução, obtenha numa Oficina
sição entre elas pode oca-
Autorizada uma caixa de emergên-
sionar falha no funciona-
cia com um jogo de lâmpadas e
mento da lanterna.
outro de fusíveis.

5.12
LUZES TRASEIRAS E LATERAIS: substituição de lâmpadas (2/3)

10
9 12

11

Terceira luz de freio 8 Gire o porta-lâmpadas 10 um quarto de Luzes de placa de


volta, desencaixe e retire a lâmpada. matrícula 11
A lâmpada da terceira luz de freio 8 é
acessível pelo porta-malas. Tipo de lâmpada: W16W. Desencaixe a tampa 11, apertando a
Desencaixe com cuidado o porta-lâm- Remontagem lingueta 12 com uma ferramenta do
padas, pressionando as linguetas 9. tipo chave de fenda.
Para montar novamente, proceda com
cuidado no sentido inverso para não Retire a tampa para acessar à lâm-
danificar o cabeamento. pada.
Tipo de lâmpada: W5W.

Tenha cuidado ao substituir


As lâmpadas estão sob as lâmpadas. A troca de po-
pressão e podem estourar sição entre elas pode oca-
durante a substituição. sionar falha no funciona-
mento da lanterna.
Risco de ferimentos.
LUZES TRASEIRAS E LATERAIS: substituição de lâmpadas (3/3)

A A A
B

14

13

Indicadores de direção Desplugue o soquete do repetidor 14,


laterais 13 como indicado em B e substitua a lâm-
pada.
Com o auxílio de uma chave de fenda
alivie os três clipes localizados atrás
do vidro do espelho em A. Remova a
capa.
Tipo de lâmpada: WY5W. Tenha cuidado ao substituir
as lâmpadas. A troca de po-
sição entre elas pode oca-
sionar falha no funciona-
mento da lanterna.

As lâmpadas estão sob


pressão e podem estourar
durante a substituição.
Risco de ferimentos.
ILUMINAÇÃO INTERNA: substituição de lâmpadas

1
2

Luz de teto Luz de porta-malas Substitua a lâmpada no sentido da seta


A.
Desencaixe o difusor 1 com uma ferra- Desencaixe a lâmpada 2 com uma fer-
menta tipo chave de fenda. ramenta tipo chave de fenda, pressio- Tipo de lâmpada: W5W.
Retire a lâmpada em questão. nando a lingueta para rebater a lâm-
pada para o interior do porta-malas.
Tipo de lâmpada 1: W5W.

Tenha cuidado ao substituir


As lâmpadas estão sob as lâmpadas. A troca de po-
pressão e podem estourar- sição entre elas pode oca-
durante a substituição. sionar falha no funciona-
mento da lanterna.
Risco de ferimentos.

5.15
FUSÍVEIS (1/3)

B
1

Fusíveis na cabine A Pinça 1 Fusíveis no compartimento


Se algum dos aparelhos elétricos não Conforme a versão do veículo, retire o do motor B
funcionar, verifique o estado dos fusí- fusível com a pinça 1, situada na parte Algumas funções estão protegidas por
veis. traseira da tampa A. fusíveis situados no compartimento do
Desencaixe a tampa A utilizando o en- Para extrair a pinça, deslize-a lateral- motor, dentro da caixa B.
talhe 1. mente. Devido à acessibilidade reduzida, re-
Recomendamos não utilizar os espa- comendamos fazer a substituição
ços livres para fusíveis. destes fusíveis em uma Oficina
Autorizada.

Verifique o fusível em questão e substitua-o, se necessário, por um


fusível obrigatoriamente de mesma amperagem que o origi-
Conforme a legislação local ou por nal.
precaução, obtenha numa Oficina
Um fusível de amperagem alta demais pode, em caso de con-
Autorizada uma caixa de emergên-
sumo anormal de um equipamento, provocar o aquecimento excessivo do
cia com um jogo de lâmpadas e
circuito elétrico (risco de incêndio).
outro de fusíveis.

5.16
FUSÍVEIS (2/3)
Atribuição dos fusíveis na caixa A
(a presença dos fusíveis DEPENDE DO NÍVEL DE EQUIPAMENTO DO VEÍCULO)

1 2

35
3 4 5 6 7 8 9
36
10 11 12 13 14 15 16
37

17 18 19 20 21 22 23 24 25

26 27 28 29 30 31 32 33 34

38

39
40
41

5.17
FUSÍVEIS (3/3)

Número Atribuição Número Atribuição Número Atribuição

Levantadores de vidro Local reservado


1 Luz de teto, levantadores
acionados pelo motorista 25 aos equipamentos
de vidro acionados pelo
15 complementares
motorista, ar condicionado,
Local reservado
luz porta-luvas. 26 Indicador de direção
2 aos equipamentos
complementares Unidade central do
Sensor de 27
habitáculo
Levantadores dos vidros 16 estacionamento,
3 desembaçador traseiro Unidade central do
elétricos dianteiros 28
habitáculo
4 Luz alta esquerda Marcha ré, limpador de
17 29 e 31 Comando sob o volante
vidro traseiro
5 Luz alta direita
30 Alarme
Regulador/Limitador de
6 Luz baixa esquerda velocidade, retrovisor com 32 Não utilizado
descongelamento, vidro
18 33 Painel de instrumentos
7 Luz baixa direita traseiro, alerta de não uso
do cinto de segurança,
multimídia 34 Rádio
8 Luz de posição esquerda
35 Motor de partida
9 Luz de posição direita 19 Não utilizado
Limpador do vidro
20 Luz de freio 36
Levantadores dos vidros dianteiro
10
elétricos traseiros Injeção, local reservado
21 aos equipamentos 37 Ventilação do habitáculo
11 Não utilizado complementares
38 Acendedor de cigarros
12 Buzina 22 Airbag Tomada de diagnóstico e
39
Conforme versão do rádio
Travamento automático
13 23 veículo, falha do circuito Retrovisor com
das portas 40
de combustível gasolina descongelamento
14 ABS 24 Direção assistida 41 Retrovisores elétricos

5.18
CONTROLE REMOTO POR RADIOFREQUÊNCIA: bateria

Substituição da bateria do Substitua a bateria 2, observando o


controle remoto A modelo e a polaridade gravada na
tampa.
Ou desencaixe a tampa do controle
remoto A com uma chave de fenda Observação: no momento da substi-
plana em 1. tuição da bateria não toque no circuito
eletrônico gravado na tampa da chave.

As baterias estão disponíveis em


uma Oficina Autorizada.
Observe se não há sinais de tinta
na bateria: risco de mau contato
elétrico. Não jogue as baterias
gastas em lixo doméstico.
No momento da substituição, asse- Entregue a um órgão habili-
gure-se de que a tampa esteja bem tado a efetuar a reciclagem
encaixada e o parafuso correta- de baterias.
mente apertado.

5.19
BATERIA: reparo (1/2)
Para evitar qualquer risco de Reciclagem da bateria
faísca Devolva a bateria usada ao concessio-
– Assegure-se de que os «consumido- nário no ato da troca. Conforme resolu-
res de energia» (luzes de teto, etc.) ção Conama 401/2008 de 04/11/2008.
estejam desligados, antes de conec- TODO CONSUMIDOR / USUÁRIO
tar ou desconectar os bornes da ba- FINAL É OBRIGADO A DEVOLVER
teria; SUA BATERIA USADA A UM PONTO
– ao deixar carregando, desligue o DE VENDA. NÃO A DESCARTE NO
carregador antes de conectar ou LIXO.
desconectar a bateria; OS PONTOS DE VENDA SÃO
– não coloque objetos metálicos sobre OBRIGADOS A ACEITAR A
a bateria, a fim de não provocar DEVOLUÇÃO DE SUA BATERIA
curto-circuito entre os bornes; USADA, BEM COMO ARMAZENÁ-LA
EM LOCAL ADEQUADO E A
– após desligar o motor, aguarde pelo DEVOLVÊ-LA AO FABRICANTE PARA
menos um minuto antes de desco- RECICLAGEM.
nectar a bateria;
Composição Básica: chumbo, ácido
– ao voltar a conectar a bateria, verifi- sulfúrico diluído e plástico.
que se os bornes estão bem aperta-
dos. A reciclagem obrigatória também se
aplica para as pilhas do controle remoto
de abertura das portas.

Certas baterias podem Manuseie a bateria com precaução, pois contém ácido sulfúrico que
apresentar particularidades não deve entrar em contato com os olhos ou a pele. Se isto ocorrer,
em termos de recarga, siga lave a zona atingida com água abundante e, se necessário, consulte um
a recomendação de sua médico.
Oficina Autorizada. Evite qualquer Mantenha todos os elementos da bateria longe de chamas ou qualquer ponto in-
risco de faísca, pois pode provocar candescente: risco de explosão.
uma explosão imediata e carregue
a bateria num local bem arejado. Ao realizar intervenções perto do motor, leve em conta que este pode estar
quente. Além disso, o ventilador do motor pode começar a funcionar a qualquer
Risco de ferimentos graves. momento. Risco de ferimentos.

5.20
BATERIA: reparo (2/2)
Partida do motor com a Utilização de um carregador
bateria de outro automóvel O carregador deve ser compatível
Se para dar a partida no motor você com bateria de tensão nominal de
1 4 12 volts.
utilizar a bateria de outro veículo, ad-
quira cabos elétricos apropriados Não desligue a bateria enquanto o
(seção considerável) em uma Oficina B
motor estiver em funcionamento. Siga
Autorizada ou, caso já possua, asse- as instruções de utilização dadas
gure-se de que estão em bom estado. pelo fornecedor do carregador de
As duas baterias devem ter uma 1 bateria utilizado.
tensão nominal idêntica: 12 volts. A
A bateria que fornece a corrente deve
ter uma capacidade (ampère, A) no 3
mínimo igual à bateria descarregada.
2
Assegure-se de que não há qualquer
contato entre os dois veículos (risco Fixe o cabo positivo (+) A ao borne
de curto circuito durante a ligação dos (+) 1 da bateria descarregada, depois
polos positivos) e de que a bateria des- ao borne (+) 2 da bateria de alimenta-
carregada está bem ligada. Desligue a ção de corrente.
ignição do seu veículo.
Fixe o cabo negativo (–) B ao borne
O motor do veículo que fornece a cor- (–) 3 da bateria de alimentação de cor-
rente deve estar funcionando em um rente, depois ao borne (–) 4 da bateria
regime intermediário. descarregada. Certifique-se de que não
Dê a partida no motor normalmente. haja qualquer contato entre
Assim que seja acionado, desligue os os cabos A e B e que o
cabos A e B na ordem inversa (4-3-2- cabo positivo A não esteja
1). em contato com nenhum elemento
metálico do veículo que fornece a
corrente.
Risco de ferimentos graves e/ou
danos no veículo.

5.21
PALHETAS DOS LIMPADORES DE VIDROS

Durante a substituição da palheta,


4 5
proceda cuidadosamente para que
o braço não caia sobre o vidro:
existe o risco de quebrar o vidro.
A
Inspecione o estado das palhetas
3 do limpador de para-brisa. A vida
útil delas depende de você:
C – limpe regularmente as palhetas e
1 o para-brisas com água e sabão;
2
– não acione as palhetas quando o
para-brisas estiver seco;
B – desgrude-as do para-brisas se
ficarem sem funcionar por muito
tempo.
Substituição das palhetas do Ao realizar as operações de substitui-
limpador de para-brisa 1 ção do conjunto, não segure na borra-
cha da palheta 1.
Com as palhetas na posição de re-
pouso e a ignição desligada, levante
o braço do limpador de para-brisa 2, Substituição da palheta do
pressione a lingueta 3 (movimento A) limpador do vidro traseiro 4
e empurre a palheta para cima até de-
Com a ignição desligada, levante o
sencaixar o conjunto.
braço do limpador de vidros 5. Gire a
Para montar palheta 4 até encontrar uma resistência – Em temperaturas muito
(movimento B). Puxe a palheta (movi- baixas, verifique se as pa-
Faça a palheta deslizar pelo braço até
mento C) para liberá-la. lhetas não estão imobiliza-
encaixar. Certifique-se de que a pa-
das pelo gelo (risco de so-
lheta está bem travada. Recoloque
Para montar breaquecimento do motor).
a haste do limpador na posição de
parada. Puxe a palheta no tirante (movi- Proceda no sentido inverso, para – Inspecione o estado das palhe-
mento A) para liberá-la. montar novamente a palheta do limpa- tas regularmente, devem ser
dor de vidros. Certifique-se do correto substituídas logo que sua eficá-
travamento da palheta. cia diminua.

5.22
REBOQUE: reparo
O volante não deve estar travado; a
chave de ignição deve estar na po-
sição “M” (marcha) que permite a
sinalização (luzes de freio, luzes de
advertência, etc.). À noite, o veículo
deve estar iluminado.

E aconselhável, sempre, utilizar um


serviço de reboque para rebocar o
seu veículo. Desta forma, o veículo Não retire a chave do inter-
poderá ser seguramente susten- ruptor de ignição durante o
tado pelas rodas dianteiras ou tra- reboque.
seiras, ou ainda, apoiado em plata-
formas específicas sobre o próprio
caminhão-guincho. Com o motor desligado, os
Além disso é obrigatório respeitar sistemas de assistência de
as condições de reboque definidas direção e frenagem não são
pela legislação em vigor no país. mais operacionais.
Não utilize correntes ou cabos de
aço para rebocar o veículo
Nunca deixe ferramentas
soltas no veículo: risco de
que elas sejam projetadas,
causando ferimentos, em
caso de frenagem. Depois de uti-
lizá-las, guarde corretamente as fer-
ramentas no bloco de ferramentas
e, de acordo com a versão do veí-
culo, arrume o bloco em seu devido
lugar.
Risco de ferimentos.

5.23
DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA
A presença destes equipamentos DEPENDE DO VEÍCULO E DO PAÍS DE COMERCIALIZAÇÃO.

Para utilizá-lo ligue o pisca-alerta de Instalação de extintor de


seu veículo e coloque o triângulo apro- incêndio
ximadamente 50 metros antes do ve-
ículo, de forma que fique visíve aos O seu veículo conta com pré-disposi-
demais motoristas que seu veículo está ção para instalação do suporte de ex-
parado. tintor de incêndio. O local para fixação
encontra-se abaixo de um dos assen-
Importante: evite ao máximo parar em tos frontais, indicado por um recorte no
locais perigosos ou de pouca visibili- tapete.
dade.

Triângulo de segurança Atenção: a correta insta-


Está localizado no porta-malas. lação do suporte do extin-
tor é importante para a se-
gurança dos ocupantes do
veículo. Isto garantirá que o equi-
pamento não seja projetado sobre
os ocupantes em caso de frenagem
brusca, colisão ou curva acentu-
ada. O equipamento também pode
se desprender e deslizar para baixo
dos pedais e impedir sua utilização.
Devido aos riscos de uma insta-
lação falha, recomendamos que
mande executá- la em uma Oficina
Autorizada.

5.24
EQUIPAMENTO PRÉVIO, RÁDIO

2 3
Ainda que não esteja equipado com um Localização do alto-falante
sistema de áudio, seu veículo dispõe dianteiro 2 ou traseiro 3
de um equipamento prévio com espa-
ços previstos para:
– rádio 1;
– alto-falantes nas portas 2 e 3.
Para instalar um equipamento, con-
sulte uma Oficina Autorizada.

Localização do rádio 1
Desencaixe e extraia o porta-objetos 1.

– A instalação de qualquer acessório elétrico e/ou eletrônico somente pode ser


executada em uma Oficina Autorizada, pois ligações incorretas podem causar
a deterioração da instalação e o mau funcionamentos dos dispositivos elétri-
cos e/ou eletrônicos do veículo

5.25
ACESSÓRIOS
Os acessórios adquiridos e instalados numa Oficina Autorizada podem ter o seu modo de funcionamento diverso ao descrito
neste manual. Ao adquirir algum acessório na concessionária solicite orientações sobre o modo de funcionamento.

Acessórios elétricos e eletrônicos


Antes de instalar um dispositivo (especialmente para os transmissores e receptores: faixa de frequências, nível de
potência, posição da antena...), assegure-se de que ele é compatível com o seu veículo. Para isso, solicite orientação
de uma Oficina Autorizada.
Instale somente acessórios cuja potência máxima seja de 120 watts. Há risco de incêndio. Em caso de utilização de mais de
uma tomada de acessórios ao mesmo tempo, a potência total dos acessórios ligados não pode depassar 180 watts.
As modificações em qualquer circuito elétrico do veículo somente poderão ser executadas em uma Oficina Autorizada, pois
uma ligação incorreta poderia causar a deterioração da instalação elétrica e/ou dos dispositivos que estão ligados a ela. Em
caso de montagem posterior de um equipamento elétrico, certifique-se de que a instalação está corretamente protegida por
um fusível. Solicite as informações da amperagem e localização desse fusível.
Utilização da tomada de diagnóstico
A utilização de acessórios na tomada de diagnóstico pode ocasionar graves perturbações nos sistemas eletrônicos do veí-
culo. Para sua segurança recomendamos utilizar somente acessórios homologados. Consulte uma Oficina Autorizada. Risco
de acidentes graves.

Utilização de aparelhos transmissores e receptores (celulares, rádios Faixa Cidadão).


Os celulares e aparelhos Faixa Cidadão equipados com antena integrada podem provocar interferências nos sistemas eletrô-
nicos que equipam o veículo original. Recomenda-se apenas a utilização de aparelhos com antenas externas. Além disso,
lembramos que é necessário respeitar a legislação local em vigor sobre a utilização desses aparelhos.

Montagem pós-venda de acessórios


Se desejar instalar acessórios no veículo: consulte uma Oficina Autorizada.
Além disso, para garantir o bom funcionamento do seu veículo e evitar quaisquer riscos que possam afetar a sua segurança,
aconselhamos a utilizar somente acessórios homologados, adaptados ao seu veículo e que são os únicos garantidos pelo
fabricante.
Se desejar utilizar uma barra antifurto, fixe-a exclusivamente no pedal de freio.
Utilize obrigatoriamente tapetes adaptados ao veículo, que se encaixam aos elementos instalados e verifique regularmente
sua fixação. Não sobreponha vários tapetes. Risco de emperramento dos pedais.

5.26
IRREGULARIDADES DE FUNCIONAMENTO (1/4)
As recomendações a seguir permitem ajudá-lo de forma rápida e provisória; por segurança, assim que possível, con-
sulte uma Oficina Autorizada.

Ao acionar o motor de partida CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER

As lâmpadas das luzes indicado- Terminais da bateria mal aperta- Reaperte, ligue ou limpe, se estiverem oxi-
ras ficam fracas ou não acendem e o dos, desligados ou oxidados. dados.
motor de partida não é acionado.

Bateria descarregada ou fora de Conecte a bateria a outra bateria car-


uso. regada. Consulte o parágrafo «Bateria:
reparo», no capítulo 5, ou substitua a bate-
ria, se necessário.

O motor não quer dar partida. As condições de partida não foram Consulte o parágrafo “Partida/parada do
cumpridas. motor” no capítulo 2.

Fumaça branca anormal no escapa- Avaria mecânica: junta da tampa Pare o motor.
mento. deteriorada. Chame uma Oficina Autorizada.

A direção assistida torna-se dura. Correia rompida. Mande substituir a correia.

Falta de óleo de direção assistida Para as operações de manutenção da di-


reção assistida, dirija-se a uma Oficina
Autorizada.

5.27
IRREGULARIDADES DE FUNCIONAMENTO (2/4)
Em estrada CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER

Vibrações. Pneus com pressão incorreta, mal Verifique a pressão dos pneus; se esta não for a
calibrados ou danificados. causa, mande verificá-los numa Oficina Autorizada.

Borbulhamento no bocal do Avaria mecânica: junta da tampa Pare o motor.


líquido de refrigeração. deteriorada, bomba de água com Chame uma Oficina Autorizada.
defeito.

Avaria no ventilador do motor. Chame uma Oficina Autorizada.

Fumaça sob o capô. Curto-circuito ou fuga do circuito Pare, desligue a ignição e afaste-se do veículo;
de refrigeração. chame uma Oficina Autorizada.

A luz indicadora de pressão


do óleo acende:

ao virar ou frear O nível de óleo do motor está Complete o óleo do motor (consulte o parágrafo
baixo demais. “Nível de óleo do motor: enchimento, abastecimento”
no capítulo 4).

em marcha lenta Pressão do óleo fraca. Dirija-se a uma Oficina Autorizada mais próxima.

A luz indicadora da pres- Falta de pressão de óleo. Pare e chame uma Oficina Autorizada.
são de óleo demora em
apagar ou permanece
aceso em aceleração.

5.28
IRREGULARIDADES DE FUNCIONAMENTO (3/4)
Em estrada CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER

Assobio Antena de teto mal posicionada. Oriente a antena.

O motor aquece. A luz indicadora de Avaria no ventilador do motor. Pare o veículo e desligue o motor. Chame
temperatura do líquido de refrigera- uma Oficina Autorizada.
ção acende.
Vazamentos de líquido de refrigera- Pare o veículo, desligue o motor e verifique
ção. o bocal do depósito do líquido de refrige-
ração: o depósito deve conter líquido. Se
não contiver líquido, consulte sua Oficina
Autorizada assim que possível.

A luz indicadora de alerta de troca Reinicialização do alerta após o es- Reinicie o alerta após proceder a troca
de óleo do motor se mantém aceso vaziamento não realizado. de óleo do motor; consulte o parágrafo
após o esvaziamento “Computador de bordo” no capítulo 1.

Radiador: No caso de falta significativa de líquido de refrigeração, lembre-se que nunca deve ser acrescentado lí-
quido de refrigeração frio se o motor estiver muito quente. Após qualquer intervenção no veículo que tenha implicado
o esvaziamento, mesmo parcial, do circuito de refrigeração, este deve ser enchido com nova mistura conveniente-
mente dosada. Recordamos que é obrigatório utilizar apenas produtos selecionados por nossos serviços técnicos.

5.29
IRREGULARIDADES DE FUNCIONAMENTO (4/4)

Aparelhos elétricos CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER

O limpador de vidros não funciona. Palhetas do limpador de vidros coladas. Descole as palhetas antes de utilizar o
limpador de vidros.

Circuito elétrico com defeito. Consulte uma Oficina Autorizada.

O limpador de vidros não pára. Comandos elétricos com defeito. Consulte uma Oficina Autorizada.

Frequência mais rápida de acendi- Lâmpada queimada. Substitua a lâmpada.


mento dos indicadores de direção.

Os indicadores de direção não fun- Circuito elétrico com defeito. Consulte uma Oficina Autorizada.
cionam.

Os faróis não acendem ou não Circuito elétrico ou comando com de- Consulte uma Oficina Autorizada.
apagam. feito.

Vestígios de vapor de água nos faróis Isto não é uma irregularidade. A pre-
dianteiros e lanternas traseiras. sença de sinais de condensação é um
fenômeno natural ligado às variações de
temperatura.
Estes sinais desaparecerão com a utili-
zação dos faróis e lâmpadas.

5.30
Capítulo 6: Características técnicas

Identificação do veículo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.2


Características dos motores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.3
Dimensões. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.4
Pesos (em kg) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.6
Peças de reposição e reparos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.7
Comprovantes de manutenção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.8
Controle anticorrosão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.12
6.1
IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO

A
1 2

3 A
A

Placas de identificação do Identificação do veículo


motor Seu veículo é identificado, segundo
As indicações que figuram na placa as normas internacionais, pelo VIN
do motor ou a etiqueta A devem ser (Número de Identificação do Veículo).
referidas em todas as suas corres- O VIN é uma combinação alfanumé-
pondências ou solicitações. rica que identifica seu veículo forne-
(a localização poderá variar, de acordo cendo informação codificada sobre o
com a motorização) fabricante, peculiaridades do modelo
1 Tipo do motor. etc, como também, um número que
2 Índice do motor. o diferencia de outro veículo de igual
3 Número do motor. modelo.
É gravado no piso sob o assento dian-
teiro direito.

6.2
CARACTERÍSTICAS DOS MOTORES
1.6 16V Flex 1.6 16V Flex Cross
Versões 1.0 12V Flex
Manual/Automatiz Manual/Automatiz.
Tipo de motor (indicado na placa do motor) B4D H4M H4M

Cilindrada (cm³) 999 1.598 1.598

Diâmetro x Curso (mm x mm) 71 x 84,1 78,0 x 83,6 78,0 x 83,6


Utilize somente gasolina tipo C, gasolina aditivada ou etanol hidratado em qual-
Tipo de combustível quer proporção entre eles. O motor também aceita gasolina pura com octana-
Índice de Octano gem superior a 95 octanos. O reservatório de partida a frio aceita somente gaso-
lina tipo C ou gasolina aditivada.

Torque máximo (m.kgf @ rpm)


10,2 / 10,5 @ 3.500 16 / 16 @ 4.000 16 / 16 @ 4.000
Gasolina / Etanol

Potência máxima (cv @ rpm)


79 / 82 @ 6.250 115 / 118 @ 5.500 115 / 118 @ 5.500
Gasolina / Etanol
Utilize apenas velas especificadas para o motor do seu veículo, conforme indi-
cado na etiqueta colada no compartimento do motor. Em caso de dúvidas, con-
Velas
sulte uma Oficina Autorizada. A montagem de velas não especificadas pode pro-
vocar a deterioração do motor.
Troca de marchas sugeridas Siga as indicações do painel de instrumentos.
83,5 @ 4,125 / 84,1 @ 4,125 /
Limite máximo de ruído (1) (dB(A) @ rpm) 83,9 @ 4.687
80,0 @ 3.320 79,8 @ 3.320
Emissão de CO em marcha lenta (%) < 0,2

Avanço inicial da ignição (graus) 5 +/- 2 12 +/- 3 12 +/- 3

Velocidade angular do motor em marcha


950 +/- 50 750 +/-50 750 +/-50
lenta (rpm)

(1) Este veículo está em conformidade com a legislação vigente de controle da poluição sonora para veículos automotores.
6.3
DIMENSÕES (em metros) (1/2)

0,812 2,589 0,656 1,497

1,994
4,057

1,527 (*)

1,486

(*) Vazio

6.4
DIMENSÕES (em metros) (2/2)

0,812 2,589 0,656 1,497

4,057 1,994

1,566 (*)

1,486

(*) Vazio

6.5
PESOS (em kg)
Os pesos indicados se referem a um veículo básico e sem opcionais: eles podem variar conforme o equipamento de seu
veículo. Consulte uma Oficina Autorizada.

1.6 16V 1.6 16V 1.6 16V Cross 1.6 16V Cross
Versões 1.0 12V
Manual Automatiz. Manual Automatiz

Massa do veículo vazio (tara)


1.002 1.049 1.052 1.098 1.103
em ordem de marcha, sem motorista

Massa máxima autorizada (massa bruta) 1.470 1.525 1.530 1.555 1.560

Massa máxima para reboque sem freio 535 560 560 585 585

Massa máxima para reboque com freio 800 800 800 800 800

Massa total admissível


(massa máxima autorizada com carga + 2.270 2.325 2.330 2.355 2.360
reboque com freio)

Carga admitida na bola de reboque* 75

Carga admitida no bagageiro do teto 80 (bagageiro de teto incluído)

6.6
PEÇAS DE REPOSIÇÃO E REPAROS
As peças de reposição originais foram projetadas de acordo com especificações muito rigorosas e passam por testes específicos.
Dessa forma, o seu nível de qualidade é equivalente ao das peças utilizadas nos veículos novos.
A utilização consistente de peças de reposição originais assegura a preservação do desempenho do seu veículo. Além disso,
os reparos executados nas Oficinas Autorizadas com peças originais recebem o benefício das condições de garantia indicadas
no verso da ordem de serviço.

6.7
COMPROVANTES DE MANUTENÇÃO (1/4)

VIN: ..................................................................................

Data: Km: N° da fatura: Observações/ diversos


Tipo de operação: Carimbo
Revisão □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data: Km: N° da fatura: Observações/ diversos


Tipo de operação: Carimbo
Revisão □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data: Km: N° da fatura: Observações/ diversos


Tipo de operação: Carimbo
Revisão □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

6.8
COMPROVANTES DE MANUTENÇÃO (2/4)

VIN: ..................................................................................

Data: Km: N° da fatura: Observações/ diversos


Tipo de operação: Carimbo
Revisão □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data: Km: N° da fatura: Observações/ diversos


Tipo de operação: Carimbo
Revisão □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data: Km: N° da fatura: Observações/ diversos


Tipo de operação: Carimbo
Revisão □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

6.9
COMPROVANTES DE MANUTENÇÃO (3/4)

VIN: ..................................................................................

Data: Km: N° da fatura: Observações/ diversos


Tipo de operação: Carimbo
Revisão □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data: Km: N° da fatura: Observações/ diversos


Tipo de operação: Carimbo
Revisão □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data: Km: N° da fatura: Observações/ diversos


Tipo de operação: Carimbo
Revisão □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

6.10
COMPROVANTES DE MANUTENÇÃO (4/4)

VIN: ..................................................................................

Data: Km: N° da fatura: Observações/ diversos


Tipo de operação: Carimbo
Revisão □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data: Km: N° da fatura: Observações/ diversos


Tipo de operação: Carimbo
Revisão □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data: Km: N° da fatura: Observações/ diversos


Tipo de operação: Carimbo
Revisão □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

6.11
CONTROLE ANTICORROSÃO (1/4)
Se o prazo de garantia depender da execução de um reparo, o mesmo deve ser indicado abaixo.

VIN: .........................................................

Realizar reparo devido à corrosão: Carimbo

Data de reparo:

Reparo que deve ser efetuado: Carimbo

Data de reparo:

Reparo que deve ser efetuado: Carimbo

Data de reparo:

6.12
CONTROLE ANTICORROSÃO (2/4)
Se o prazo de garantia depender da execução de um reparo, o mesmo deve ser indicado abaixo.

VIN: .........................................................

Realizar reparo devido à corrosão: Carimbo

Data de reparo:

Reparo que deve ser efetuado: Carimbo

Data de reparo:

Reparo que deve ser efetuado: Carimbo

Data de reparo:

6.13
CONTROLE ANTICORROSÃO (3/4)
Se o prazo de garantia depender da execução de um reparo, o mesmo deve ser indicado abaixo.

VIN: .........................................................

Realizar reparo devido à corrosão: Carimbo

Data de reparo:

Reparo que deve ser efetuado: Carimbo

Data de reparo:

Reparo que deve ser efetuado: Carimbo

Data de reparo:

6.14
CONTROLE ANTICORROSÃO (4/4)
Se o prazo de garantia depender da execução de um reparo, o mesmo deve ser indicado abaixo.

VIN: .........................................................

Realizar reparo devido à corrosão: Carimbo

Data de reparo:

Reparo que deve ser efetuado: Carimbo

Data de reparo:

Reparo que deve ser efetuado: Carimbo

Data de reparo:

6.15
6.16
ÍNDICE ALFABÉTICO
A calota ................................................................................... 5.4
abertura das portas .................................................... 1.8 – 1.9 câmbio automático ............................................... 2.28 → 2.30
ABS ...................................................................... 2.14 → 2.16 câmera de estacionamento .................................. 2.24 → 2.27
acessórios ................................................................ 3.18, 5.26 capacidade do tanque de combustível .............................. 1.49
airbag.................................................................... 1.17 → 1.20 capacidades dos componentes mecânicos ......................... 4.3
airbag .............................................................. 1.17 → 1.20 capô do motor...................................................................... 4.2
alarme antifurto.................................................................. 1.10 características dos motores................................................. 6.3
alarme sonoro.................................................... 1.8 – 1.9, 1.45 características técnicas ....................................... 6.2 – 6.3, 6.7
alavanca de câmbio........................................................... 2.13 carga máxima no teto .......................................................... 6.6
antipoluição cargas rebocáveis ............................................................... 6.6
conselhos ...........................................................2.9 → 2.11 catalisador ........................................................................... 2.8
aparelhos de controle ........................................... 1.34 → 1.45 chave de calota ................................................................... 5.3
apoios de cabeça ..................................................... 1.12, 3.21 chave de roda ...................................................................... 5.3
aquecimento ............................................................3.2 → 3.11 chave/controle remoto por radiofrequência
ar condicionado .......................................................3.2 → 3.11 utilização ................................................................. 1.2, 1.4
assentos infantis .......................................... 1.21, 1.23 → 1.26 chaves ...................................................................... 1.2 → 1.4
assistência de direção ....................................................... 2.13 substituição da bateria ................................................. 5.19
autofalantes cintos de segurança ............................................. 1.13 → 1.20
localização ................................................................... 5.25 cinzeiros ............................................................................ 3.18
auxílio à partida em terreno inclinado................... 2.14 → 2.16 comando integrado de telefone viva voz ........................... 3.27
auxílio ao estacionamento .................................... 2.24 → 2.27 comandos ............................................................... 1.32 – 1.33
combustível
B abastecimento.............................................................. 1.50
banco traseiro ......................................................... 3.19 – 3.20 dicas para economizar .......................................2.9 → 2.11
bancos dianteiros .............................................................. 1.11 qualidade ..................................................................... 1.49
regulagem .................................................................... 1.11 computador de bordo ........................................... 1.41 → 1.44
bancos traseiros condução ........................... 2.2 – 2.3, 2.8 → 2.11, 2.13 → 2.25
funcionalidades ................................................. 3.19 – 3.20 conselhos práticos ....................5.10 – 5.11, 5.19, 5.27 → 5.30
barras de teto .................................................................... 3.26 contator de partida............................................................... 2.2
bateria.................................................................................. 4.9 controle anticorrosão ............................................ 6.12 → 6.15
conserto ............................................................ 5.20 – 5.21 controle remoto de travamento................................... 1.2 – 1.3
baterias (controle remoto) ................................................. 5.19 controle remoto de travamento elétrico das portas ............. 1.4
buzina ................................................................................ 1.46 crianças ............................................................................. 1.21
C D
calibragem dos pneus ....................................................... 4.10 degelo de parabrisa ................................................ 3.7 → 3.10
7.1
ÍNDICE ALFABÉTICO (cont.)
desembaçador função Stop and Start ............................................... 2.4 → 2.7
vidro traseiro ................................................................ 1.48 furo ...................................................................... 5.2, 5.5 – 5.6
desembaçamento do para-brisa ............................. 3.7 → 3.10 fusíveis .............................................................................. 5.16
desembaçamento
para-brisa .......................................................... 3.7 → 3.10 G
vidro traseiro ..................................................... 3.7 → 3.10 guarnições ........................................................................... 5.4
difusores ..................................................................... 3.2 – 3.3 guarnições interiores
dimensões .................................................................. 6.4 – 6.5 manutenção ...................................................... 4.13 – 4.14
direção assistida ................................................................ 2.13
dispositivos complementares aos cintos de segurança diantei- I
ros......................................................................... 1.17 → 1.20 identificação do veículo ....................................................... 6.2
dispositivos de retenção para crianças ....... 1.21, 1.23 → 1.26 iluminação de porta-malas
substituição das lâmpadas........................................... 5.15
E iluminação interior:
economia de combustível ........................................2.9 → 2.11 substituição das lâmpadas........................................... 5.15
elevação do veículo iluminação:
troca de roda ......................................................... 5.5 – 5.6 exterior ................................................... 1.45, 5.10 → 5.14
engate de reboque .............................................................. 6.6 interior .......................................................................... 3.14
equipamentos multimídia................................................... 3.27 incidentes
ESP: controle de estabilidade dinâmica ............... 2.14 → 2.16 falhas de funcionamento ................................. 5.27 → 5.30
espera do motor ....................................................... 2.4 → 2.7 indicadores de controle ...................1.35 → 1.39, 1.41 → 1.44
estepe ................................................................ 5.2, 5.7 → 5.9 indicadores:
extintor ............................................................................... 5.24 painel .............................................................. 1.40 → 1.44
seta .............................................................................. 1.46
F instalação de rádio ............................................................ 5.25
falhas de funcionamento ...................................... 5.27 → 5.30
faróis ......................................................................... 1.45, 5.10 J
adicionais ..................................................................... 5.11 justificativas de manutenção ...................................6.8 → 6.11
faróis:
de neblina .................................................................... 5.11 L
farol: lâmpadas
de marcha a ré ................................................ 5.12 → 5.14 substituição ..................................................... 5.10 → 5.14
fechamento das portas ............................................... 1.8 – 1.9 lavador de parabrisa .......................................................... 1.47
fluido de arrefecimento do motor ......................................... 4.6 lavadores de parabrisa ...................................................... 1.48
fluido de freio ....................................................................... 4.6 lavagem .................................................................. 4.11 – 4.12
freio de mão....................................................................... 2.13 levantador de vidros ............................................... 3.12 – 3.13

7.2
ÍNDICE ALFABÉTICO (cont.)
limitador de velocidade ......................................... 2.17 → 2.19 P
limpador de parabrisa ............................................. 1.47 – 1.48 painel .................................................................... 1.35 → 1.44
limpador de parabrisa/lavador de parabrisa painel de bordo ....................................................... 1.32 – 1.33
substituição das palhetas............................................. 5.22 palheta do limpador de para-brisa ..................................... 5.22
limpeza: particularidades dos veículos a gasolina ............................. 2.8
interior do veículo.............................................. 4.13 – 4.14 partida......................................................................... 2.2 – 2.3
lugar do motorista ................................................... 1.32 – 1.33 partida do motor ....................................................... 2.3 → 2.7
luzes de freio peças sobressalentes .......................................................... 6.7
substituição das lâmpadas.............................. 5.12 → 5.14 pega-mão .......................................................................... 3.15
luzes de leitura .................................................................. 3.14 pintura
luzes: manutenção ...................................................... 4.11 – 4.12
cruzamento ......................................................... 1.45, 5.10 pisca ......................................................................... 1.46, 5.10
da placa .......................................................... 5.12 → 5.14 placas de identificação ........................................................ 6.2
de seta ................................................................ 1.46, 5.10 pneus ............................................................... 4.10, 5.7 → 5.9
de teto .......................................................................... 3.14 porta-luvas ......................................................................... 3.16
porta-malas........................................................................ 3.22
M porta-objetos........................................................... 3.16 – 3.17
macaco ................................................................ 5.3, 5.5 – 5.6 portas........................................................................ 1.7 → 1.9
manutenção: pré-equipamento rádio ...................................................... 5.25
carroceria .......................................................... 4.11 – 4.12 pressão dos pneus ..................................................... 4.10, 5.8
guarnições interiores......................................... 4.13 – 4.14 proteção anticorrosão ........................................................ 4.11
mecânica.....................................................4.3, 6.8 → 6.11
massas ................................................................................ 6.6 Q
meio ambiente ................................................................... 2.12 qualidade de combustível ........................................... 1.49, 6.3
mensagens no painel ........................................... 1.41 → 1.44 quebra-sol.......................................................................... 3.15
motor
características ................................................................ 6.3 R
rack de teto
N barras de teto ............................................................... 3.26
navegação ......................................................................... 3.27 rádio................................................................................... 3.27
níveis ................................................................................... 4.3 pré-equipamento .......................................................... 5.25
nível de óleo do motor ................................................ 4.4 – 4.5 reboque ............................................................................... 6.6
conserto ....................................................................... 5.23
O engate .......................................................................... 3.25
óleo do motor............................................................ 4.3 → 4.5 regulador de velocidade ....................................... 2.20 → 2.23
regulador/limitador de velocidade......................... 2.17 → 2.23

7.3
ÍNDICE ALFABÉTICO (cont.)
regulagem da temperatura ..................................... 3.7 → 3.10 travamento das portas ......................................... 1.4 – 1.5, 1.8
regulagem do lugar do motorista .......................... 1.13 → 1.16 troca de roda .............................................................. 5.5 – 5.6
regulagem do posto do motorista ...................................... 3.21 troca do óleo do motor......................................................... 4.5
regulagem dos bancos dianteiros...................................... 1.11
regulagens ......................................................................... 1.13 V
relógio ................................................................................ 1.34 vareta de nível de óleo do motor .............................. 4.3 → 4.5
reservatório ventilação
fluido de arrefecimento .................................................. 4.6 ar condicionado...........................................3.4 → 3.6, 3.11
fluido de freio ................................................................. 4.6 ventilação ............................................................... 3.7 → 3.10
retenção complementar aos cintos de segurança 1.17 → 1.20 vidro traseiro
retenção de crianças ................................... 1.21, 1.23 → 1.26 desembaçamento ........................................................ 1.37
retrovisores ............................................................... 1.31, 3.15 vidros ...................................................................... 3.12 – 3.13
rodagem .............................................................................. 2.2 visor ................................................................................... 1.40
volante de direção
S regulagem .................................................................... 1.34
segurança de crianças ........... 1.2, 1.4, 1.9, 1.21, 1.23 → 1.26
sensor de estacionamento ..................................... 2.24 – 2.25
sinais luminosos ................................................................ 1.46
sinal de perigo ................................................................... 1.46
sinalização/iluminação....................................................... 1.45
sistema de antibloqueio de frenagem: ABS.......... 2.14 → 2.16
sistema de navegação....................................................... 3.27
sistema de retenção das crianças ............... 1.21, 1.23 → 1.26
substituição de lâmpadas ..................................... 5.10 → 5.14
Stop and Start........................................................... 2.4 → 2.7

T
tampa do porta-malas........................................................ 3.23
tampa do tanque de combustível ...................................... 1.49
tanque de combustível ......................................... 1.49 → 1.51
telefone .............................................................................. 3.27
transporte de crianças ................................. 1.21, 1.23 → 1.26
transporte de objetos
no porta-malas ............................................................. 3.24
travamento automático das portas com o veículo em movi-
mento................................................................................... 1.7

7.4
Este veículo está em conformidade com o PROCONVE – Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos
RENAULT S.A.S. SOCIÉTÉ PAR ACTIONS SIMPLIFIÉE AU CAPITAL DE 533 941 113 € / 13-15, QUAI LE GALLO
92100 BOULOGNE-BILLANCOURT R.C.S. NANTERRE 780 129 987 — SIRET 780 129 987 03591 / TÉL. : 0810 40 50 60
NU 1192-8 – 99 91 072 16R – 08/2017 – Edition brésilienne
à999107216Ròñêä NY

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