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DESINFECÇÃO
PROF. LÍGIA CARVALHEIRO

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RDC N. 15/2012

Desinfecção
Prof. Lígia Carvalheiro
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Processamento de Produtos

❖ Art. 1º Fica aprovado o Regulamento Técnico que estabelece os requisitos de BOAS


PRÁTICAS para o processamento de produtos para saúde, nos termos desta
Resolução.
❖ Art. 2º Este Regulamento tem o objetivo de estabelecer os requisitos de boas
práticas para o funcionamento dos serviços que realizam o processamento de
produtos para a saúde VISANDO A SEGURANÇA DOS PACIENTES E PROFISSIONAIS
envolvidos.
❖ Parágrafo único. Excluem-se do escopo desse regulamento o processamento de
produtos para saúde realizados em consultórios odontológicos, consultórios
individualizados e não vinculados a serviços de saúde, unidades de processamento
de endoscópios, serviços de terapia renal substitutiva, serviços de assistência
veterinária.
❖ Art. 3º Este Regulamento se aplica aos Centros de Material e Esterilização - CME dos
serviços de saúde públicos e privados, civis e militares, e às empresas
processadoras envolvidas no processamento de produtos para saúde.
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❖ Art. 4º Para efeito deste Regulamento Técnico são adotadas as seguintes
DEFINIÇÕES

❖ BARREIRA TÉCNICA

❖ CARGA DE MAIOR DESAFIO

❖ DATA LIMITE

❖ DESINFECÇÃO DE ALTO NÍVEL

❖ DESINFECÇÃO DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO

❖ DETERGENTE
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❖ Art. 4º Para efeito deste Regulamento Técnico são adotadas as seguintes
DEFINIÇÕES

❖ LAVADORA ULTRASSÔNICA

❖ LIMPEZA

❖ PRÉ-LIMPEZA: remoção da sujidade visível presente nos produtos para
saúde;

❖ Produtos para saúde CRÍTICOS

❖ produtos para saúde SEMICRÍTICOS

❖ produtos para saúde NÃO CRÍTICOS
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❖ Art. 4º Para efeito deste Regulamento Técnico são adotadas as seguintes
DEFINIÇÕES
❖ produto para saúde crítico de CONFORMAÇÃO COMPLEXA

❖ produto para saúde de CONFORMAÇÃO NÃO COMPLEXA

❖ PROCESSAMENTO DE PRODUTO PARA A SAÚDE

❖ RASTREABILIDADE

❖ RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE

❖ UNIDADES SATÉLITES

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Processamento de Produtos

❖ Art. 5º Para cumprimento desta resolução os CME passam a ser


classificados em CME Classe I e CME Classe II.
❖ §1º O CME Classe I é aquele que realiza o processamento de
produtos para a saúde não-críticos, semicríticos e críticos de
conformação não complexa, passíveis de processamento.
❖ §2º O CME Classe II é aquele que realiza o processamento de
produtos para a saúde não-críticos, semicríticos e críticos de
conformação complexa e não complexa, passíveis de
processamento.
❖ Art. 6º A responsabilidade pelo processamento dos produtos no
SERVIÇO DE SAÚDE é do Responsável Técnico.
❖ Art. 7º A responsabilidade pelo processamento dos produtos NA
EMPRESA processadora é do Representante Legal.
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❖ Art. 8º O serviço de saúde que realize mais de 500 cirurgias/mês, excluindo partos, deve
constituir um Comitê de Processamento de Produtos para Saúde - CPPS, composto
minimamente, por um representante:
I. da diretoria do serviço de saúde;
II. responsável pelo CME;
III. do serviço de enfermagem;
IV. da equipe médica;
V. da CCIH (Comissão de Controle de Infecção Hospitalar).
❖ Art. 11 Produtos para saúde classificados como CRÍTICOS devem ser submetidos ao
processo de ESTERILIZAÇÃO, após a limpeza e demais etapas do processo.
❖ Art. 12 Produtos para saúde classificados como SEMICRÍTICOS devem ser submetidos,
no mínimo, ao processo de DESINFECÇÃO DE ALTO NÍVEL após a limpeza.
❖ Parágrafo único. produtos para saúde semicríticos utilizados na assistência ventilatória,
anestesia e inaloterapia devem ser submetidos à limpeza e, no mínimo, à desinfecção
de nível intermediário, com produtos saneantes em conformidade com a normatização
sanitária, ou por processo físico de termo desinfecção, antes da utilização em outro
paciente;
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TIPO DE MATERIAL MÉTODO RECOMENDADO


CRÍTICOS Esterilização
SEMI CRÍTICOS Regra Geral: Desinfecção de alto nível ou esterilização
Exceção: Desinfecção de médio nível se forem materiais de
assistência ventilatória, anestesia e inaloterapia.
NÃO CRÍTICOS Limpeza (mínimo)

Art. 15. O processamento de produtos deve seguir um fluxo direcionado sempre DA


ÁREA SUJA PARA A ÁREA LIMPA.
Art. 16 O processamento dos produtos para saúde PODE SER TERCEIRIZADO para
empresa processadora desde que esta esteja regularizada junto aos órgãos sanitários.
Parágrafo único. A terceirização do processamento dos produtos para saúde do
serviço de saúde deve ser formalizada mediante contrato de prestação de serviço.
Art. 17 O Serviço de Saúde é CO-RESPONSÁVEL pela segurança do processamento dos
produtos para saúde, realizado por empresa processadora por ele contratada.
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Art. 17, Parágrafo único. O serviço de saúde responde solidariamente por eventuais danos
ao paciente causados pela empresa processadora contratada, no que se refere às atividades
relacionadas ao processamento dos produtos para saúde.
Art. 21. A limpeza, preparo, desinfecção ou esterilização, armazenamento e distribuição de
produtos para saúde devem ser realizados pelo CME do serviço de saúde e suas unidades
satélites ou por empresa processadora.
Parágrafo único. O processamento de produtos para saúde não críticos pode ser realizado
em outras unidades do serviço de saúde desde que de acordo com Procedimento
Operacional Padronizado - POP definido pelo CME.
Art. 23. O Comitê de Processamento do serviço de saúde poderá definir CRITÉRIOS DE
ACEITABILIDADE de produtos para saúde, não pertencentes ao serviço, esterilizados em
empresas processadoras quando a tecnologia necessária para a esterilização do produto
não estiver disponível na CME do serviço de saúde.
Art. 24. Cada etapa do processamento do instrumental cirúrgico e dos produtos para saúde
deve seguir Procedimento Operacional Padrão - POP elaborado com base em referencial
científico atualizado e normatização pertinente.
Parágrafo único. O POP deve ser amplamente divulgado e estar disponível para consulta.
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Art. 26. O CME e a empresa processadora devem dispor de um sistema
de informação manual ou automatizado com registro do
monitoramento e controle das etapas de limpeza e desinfecção ou
esterilização constante nesta resolução, bem como da manutenção e
monitoramento dos equipamentos.
Parágrafo único. Os registros devem ser arquivados, de forma a
garantir a sua rastreabilidade, em conformidade com o estabelecido
em legislação específica ou, na ausência desta, por um prazo MÍNIMO
DE 5 ANOS, para efeitos de inspeção sanitária.
Art. 27. Todas as etapas do processamento de produtos para saúde
devem ser realizadas por profissionais para os quais estas atividades
estejam regulamentadas pelos seus conselhos de classe.

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Art. 29. Os profissionais da CME e da empresa processadora devem


receber CAPACITAÇÃO ESPECÍFICA e periódica nos seguintes temas:
I. Classificação de produtos para saúde;
II. Conceitos básicos de microbiologia;
III. transporte dos produtos contaminados;
IV. Processo de limpeza, desinfecção, preparo, inspeção,
acondicionamento, embalagens, esterilização, funcionamento dos
equipamentos existentes;
V. Monitoramento de processos por indicadores químicos, biológicos
e físicos;
VI. Rastreabilidade, armazenamento e distribuição dos produtos para
saúde;
VII. manutenção da esterilidade do produto.
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Art. 30 O trabalhador do CME e da empresa processadora deve utilizar
VESTIMENTA PRIVATIVA, TOUCA E CALÇADO FECHADO em todas as áreas técnicas
e restritas.
Art. 31 O trabalhador do CME e da empresa processadora deve utilizar os seguintes
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) de acordo com a sala/área, conforme
abaixo:
Avental
Óculos de Protetor
Sala(área)/EPI Máscara Luvas Impermeável Calçado fechado
Proteção Auricular
Manga longa
Impermeável
Recepção X X X X
Antiderrapante
Borracha, cano Impermeável
Limpeza, X X X X
longo Antiderrapante
Preparo,
Se
Acondicionament X X X
necessário
o Inspeção
Desinfecção Borracha, cano Impermeável
X X X
Química longo Antiderrapante

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Art. 32. Os trabalhadores não devem deixar o local de trabalho com os
equipamentos de proteção individual e as vestimentas utilizadas em suas
atividades.
Art. 33. Compete ao Responsável Técnico do serviço de saúde e ao Responsável
Legal da empresa processadora:
I. Garantir a implementação das normas de processamento de produtos para
saúde;
II. Prever e prover os recursos humanos e materiais necessários ao funcionamento
da unidade e ao cumprimento das disposições desta resolução;
III. Garantir que todas as atribuições e responsabilidades profissionais estejam
formalmente designadas, descritas, divulgadas e compreendidas pelos
envolvidos nas atividades de processamento de produtos para saúde;
IV. Prover meios para garantir a rastreabilidade das etapas do processamento de
produtos para saúde.
Parágrafo Único. O Responsável Técnico do serviço de saúde deve ainda qualificar a
empresa terceirizada de processamento de produtos para saúde.
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❖ Art. 34 Compete ao Profissional Responsável pelo CME do serviço de saúde:


I. Coordenar todas as atividades relacionadas ao processamento de produtos para saúde;
II. Avaliar as etapas dos processos de trabalho para fins de qualificação da empresa processadora,
quando existir terceirização do processamento;
III. Definir o prazo para recebimento pelo CME dos produtos para saúde que necessitem de
processamento antes da sua utilização e que não pertençam ao serviço de saúde;
IV. Participar do processo de capacitação, educação continuada e avaliação do desempenho dos
profissionais que atuam no CME;
V. Propor os indicadores de controle de qualidade do processamento dos produtos sob sua
responsabilidade;
VI. Contribuir com as ações de programas de prevenção e controle de eventos adversos em serviços
de saúde, incluindo o controle de infecção;
VII. Participar do dimensionamento de pessoal e da definição da qualificação dos profissionais para
atuação no CME;
VIII. Orientar as unidades usuárias dos produtos para saúde processados pelo CME quanto, ao
transporte e armazenamento destes produtos;
IX. Avaliar a empresa terceirizada segundo os critérios estabelecidos pelo Comitê de Processamento
de Produtos para Saúde.
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Processamento de Produtos
❖ Art. 35 Compete ao Responsável Técnico da empresa processadora:
I. Coordenar todas as atividades relacionadas ao processamento de
produtos para saúde;
II. Prover a capacitação dos profissionais que atuam na Empresa
Processadora;
III. Realizar o controle de qualidade do processamento dos produtos sob
sua responsabilidade, por meio de indicadores;
IV. Participar da aquisição dos equipamentos e insumos destinados ao
processamento;
V. Participar da definição do dimensionamento e da qualificação dos
profissionais para atuação na Empresa Processadora;
VI. Buscar contínua atualização das inovações tecnológicas relacionadas às
todas as etapas do processamento de produtos para saúde;
VII. Definir os indicadores para o controle de qualidade do processamento
dos produtos sob sua responsabilidade.
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Processamento de Produtos
Art. 44. O CME Classe I deve possuir, minimamente, os seguintes ambientes:
I. Área de recepção e limpeza (setor sujo);
II. Área de preparo e esterilização (setor limpo);
III. Sala de desinfecção química, quando aplicável (setor limpo);
IV. Área de monitoramento do processo de esterilização (setor limpo); e
V. Área de armazenamento e distribuição de materiais esterilizados (setor
limpo).
Art. 47. O CME Classe II e a empresa processadora devem possuir,
minimamente, os seguintes ambientes:
I. Sala de recepção e limpeza (setor sujo);
II. Sala de preparo e esterilização (setor limpo);
III. Sala de desinfecção química, quando aplicável (setor limpo);
IV. Área de monitoramento do processo de esterilização (setor limpo); e
V. Sala de armazenamento e distribuição de materiais esterilizados (setor
limpo).
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Art. 46. O CME Classe I deve possuir, no mínimo, barreira técnica entre o setor
sujo e os setores limpos.
Parágrafo único. A empresa processadora não poderá utilizar a desinfecção
química líquida por imersão como processo de desinfecção.
Art. 48. Para o CME Classe II e na empresa processadora é obrigatória a separação
física da área de recepção e limpeza dos produtos para saúde das demais áreas.
Art. 59. A sala de armazenamento e distribuição de produtos para saúde
esterilizados no CME Classe II e na empresa processadora deve ser dimensionada
de acordo com o quantitativo dos produtos e dimensões do mobiliário utilizado
para armazenamento.
Art. 60. O armazenamento de produtos para saúde deve ser centralizado em local
exclusivo e de ACESSO RESTRITO, não podendo ocorrer em área de circulação,
mesmo que temporariamente.
Art. 66. Na LIMPEZA MANUAL, a fricção deve ser realizada com acessórios não
abrasivos e que não liberem partículas.
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Processamento de Produtos
Art. 67 No CME Classe II e na empresa processadora, a limpeza de produtos para
saúde com conformações complexas deve ser precedida de limpeza manual e
complementada por limpeza automatizada em lavadora ultrassônica ou outro
equipamento de eficiência comprovada.
Parágrafo único. Para produtos para saúde cujo lúmen tenha diâmetro interno
inferior a cinco milímetros é obrigatório que a fase automatizada da limpeza seja
feita em lavadora ultrassônica com conector para canulados e que utilize
tecnologia de fluxo intermitente.
Art. 68 O enxágue dos produtos para saúde deve ser realizado com água que
atenda aos padrões de potabilidade definidos em normatização específica.
Parágrafo único. O enxágue final de produtos para saúde críticos utilizados em
cirurgias de implantes ortopédicos, oftalmológicos, cirurgias cardíacas e
neurológicas deve ser realizado com ÁGUA PURIFICADA.
Art. 70 O CME Classe I deve dispor de AR COMPRIMIDO MEDICINAL, GÁS INERTE
ou AR FILTRADO, seco e isento de óleo para secagem dos produtos.
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Art. 74. O CME Classe II e a empresa processadora devem realizar o monitoramento e
registro, com periodicidade definida em protocolo, da qualidade da água, incluindo a
mensuração da dureza da água, pH, íons cloreto, cobre, ferro, manganês e a carga
microbiana nos pontos de enxágue da área de limpeza.
Art. 76. A limpeza dos produtos para saúde, seja manual ou automatizada, deve ser
avaliada por
meio da INSPEÇÃO VISUAL, com o auxílio de lentes intensificadoras de imagem, de no
mínimo 8X de aumento, complementada, quando indicado, por testes químicos
disponíveis no mercado.
Art. 79. NÃO É PERMITIDO o uso de embalagens de papel Kraft, papel toalha, papel
manilha, papel jornal e lâminas de alumínio, assim como as embalagens tipo envelope
de plástico transparente não destinadas ao uso em equipamentos de esterilização.
Art. 80. A selagem de embalagens tipo envelope deve ser feita por TERMOSSELADORA
ou conforme orientação do fabricante.
Art. 81. NÃO É PERMITIDO o uso de CAIXAS METÁLICAS SEM FUROS para esterilização
de produtos para saúde.
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Art. 82. O CME que utiliza embalagem de tecido de algodão, deve possuir um plano
contendo critérios de aquisição e substituição do arsenal de embalagem de tecido
mantendo os registros desta movimentação.
Parágrafo único. Não é permitido o uso de embalagens de tecido de algodão
reparadas com remendos ou cerzidas e sempre que for evidenciada a presença de
perfurações, rasgos, desgaste do tecido ou comprometimento da função de barreira, a
embalagem deve ter sua utilização suspensa.
Art. 90. O CME deve realizar a monitorização dos parâmetros indicadores de
efetividade dos desinfetantes para ARTIGO SEMICRÍTICO, como concentração, pH ou
outros, no mínimo 1 vez ao dia, antes do início das atividades.
§ 1º Os desinfetantes para artigo semicrítico devem ser utilizados de acordo com os
parâmetros definidos no registro do produto.
§ 2º Os parâmetros, inicial e subsequentes, dos desinfetantes para artigo semicrítico,
devem ser registrados e arquivados pelo prazo mínimo de cinco anos.
Art. 91. É proibido o uso de autoclave gravitacional de capacidade superior a 100 litros.
Art. 92. Não é permitido o uso de estufas para a esterilização de produtos para saúde.
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Processamento de Produtos
Art. 93. É obrigatório a realização de teste para avaliar o desempenho do sistema de
remoção de ar (Bowie & Dick) da autoclave assistida por bomba de vácuo, no primeiro
ciclo do dia.
Art. 94. Não é permitido à alteração dos parâmetros estabelecidos na qualificação de
operação e de desempenho de qualquer ciclo dos equipamentos de esterilização.
§1º O ciclo de esterilização a vapor para uso imediato só pode ocorrer em caso de
urgência e emergência.
§2º O ciclo de esterilização a vapor para uso imediato deve ser documentado contendo
data, hora, motivo do uso, nome do instrumental cirúrgico ou produto para saúde,
nome e assinatura do profissional responsável pelo CME e identificação do paciente.
§3º O registro do ciclo mencionado no § 2º deve estar disponível para a avaliação pela
Autoridade Sanitária.
§4º O instrumental cirúrgico e os produtos para saúde processados conforme o § 1º
devem ser utilizados imediatamente após o processo de esterilização.
§5º O ciclo para uso imediato deve ser monitorado por integrador ou emulador
químico.
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Processamento de Produtos
Art. 96. O monitoramento do processo de esterilização deve ser realizado em cada
carga em pacote TESTE DESAFIO com integradores químicos (classes 5 ou 6), segundo
rotina definida pelo próprio CME ou pela empresa processadora.
Art. 97. O monitoramento do processo de esterilização com INDICADORES FÍSICOS deve
ser registrado A CADA CICLO.
Art. 98. No monitoramento do processo de esterilização dos produtos para saúde
implantáveis deve ser adicionado um indicador biológico, a cada carga.
Parágrafo único. A carga só deve ser liberada para utilização após leitura negativa do
indicador biológico.
Art. 99. O monitoramento do processo de esterilização com INDICADOR BIOLÓGICO
deve ser feito DIARIAMENTE, em pacote desafio disponível comercialmente ou
construído pelo CME ou pela empresa processadora, que deve ser posicionado no
ponto de maior desafio ao processo de esterilização, definido durante os estudos
térmicos na qualificação de desempenho do equipamento de esterilização.
Art. 111. Os RESÍDUOS DE INDICADORES BIOLÓGICOS utilizados como controle e
aqueles com resultados positivos devem ser submetidos a tratamento prévio antes de
serem descartados. 10352179708 - Josiane Roberta de Menezes
CONCEITOS IMPORTANTES

Desinfecção
Prof. Lígia Carvalheiro
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Conceitos Importantes

❖ LIMPEZA

❖ BIOFILME

LIMPEZA MANUAL SECAGEM DO INSPEÇÃO


OU MATERIAL VISUAL: OLHO
AUTOMATIZADA NU OU LUPA

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Conceitos Importantes

❖ DESINFECÇÃO

• Desinfecção de alto nível

• Desinfecção de médio nível ou intermediário

• Desinfecção de baixo nível

❖ ESTERILIZAÇÃO

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Empacotamento dos Artigos

Óxido de Vapor Radiação


Embalagem Autoclave Estufa Plasma
Etileno formaldeído ionizante
Tecido
S N N N N N
algodão
Contêiner S N S S S S
Vidro S S N N N N
Papel grau
S N S N S S
cirúrgico
Papel
S N S N S S
crepado
Filmes S N S N S S
Tyvek S N S S S S
Não tecido
S N S S S S
(SMS)
Caixa
S S S S S S
metálica

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Principais Saneantes
❖ GLUTARALDEÍDO: alto nível
• Tempo de exposição: 20 a 30 min Necessita de enxague abundante Necessita de
utilização de EPI
• Vantagens:
o não é corrosivo.
• Desvantagens:
o impregnação, principalmente em materiais porosos
o irritante para vias aéreas, ocular e cutânea.

❖ ÁCIDO PERACÉTICO: alto nível


• Tempo de exposição: 5 a 10 min Necessita de utilização de EPI
• Vantagens
o pouco tóxico, efetivo na presença de matéria orgânica.
• Desvantagens:
o instável quando diluído,
o corrosivo para metais.
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Principais Saneantes
❖ COMPOSTOS FENÓLICOS: médio nível (concentração de 2 a 5%)
• Tempo de exposição: 20 a 30 min Necessita de utilização de EPI
• Vantagens:
o pouco afetado na presença de matéria orgânica.
• Desvantagens:
o impregnam materiais porosos.
❖ HIPOCLORITO DE SÓDIO: nível intermediário / alto nível (controvérsias na literatura]
• Tempo de exposição: depende da concentração
• superfícies limpas: solução 0,025% por 10 min;
• artigos de lactário e cozinha: 0,020% por 60 min;
• artigos de inaloterapia e oxigenoterapia: 1% por 30 min Necessita de utilização de EPI
• Vantagens:
o baixo custo, ação rápida, baixa toxicidade.
• Desvantagens:
o inativado na presença de matéria orgânica
o odor forte
o irritante de mucosa
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Principais Saneantes

❖ ÁLCOOL a 70%: médio / baixo nível


• Utilizados para artigos e superfícies, por meio da fricção. É
inativado por matérias orgânica.
• Vantagens
o baixo custo, ação rápida, compatível com metais
• Desvantagens
o resseca borracha
o opacifica acrílico
o pode danificar equipamentos ópticos.
o inflamável.

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Métodos de Esterilização - Físicos
❖ AUTOCLAVE (Vapor saturado sob pressão) – compatível com materiais
termorresistentes

Indicado para esterilização de artigos críticos e semicríticos termorresistentes,


e de líquidos, sendo que, para estes, deve-se interromper a fase de secagem. É
IMPRÓPRIO PARA A ESTERILIZAÇÃO DE ÓLEOS, PÓS E GRAXAS.

❖ ESTUFA (Calor seco) – Forno de Pasteur

❖ Radiação (raios gama - cobalto 60)

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Métodos de Esterilização – Químicos e Físico-Químicos

❖ Conforme a RDC 8/09, fica suspensa a esterilização química por


imersão, utilizando agentes esterilizantes líquidos, para o
instrumental cirúrgico e produtos para saúde, exceto para
endoscópios.

❖ Óxido de etileno (ETO) – para artigos termossensíveis

❖ Plasma de peróxido de hidrogênio

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Controle do Processo - Monitoramentos Físico e Químico

❖ Físico: Consiste na observação e registro dos dados colhidos nos


mostradores dos equipamentos, como a leitura da temperatura, da
pressão e do tempo em TODOS OS CICLOS DE ESTERILIZAÇÃO.

❖ Os indicadores químicos se dividem em Classes (I, II, III, IV, V e VI).


• Classe I
• Classe II
• Classe III
• Classe IV
• Classe V
• Classe VI
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Controle do Processo - Monitoramentos Biológico
❖ É o realizado por meio de indicadores biológicos contendo uma população
de 105 a 106 de microrganismos esporulados, resistentes ao agente
esterilizante.
❖ A recomendação é que seja realizado diariamente no primeiro ciclo da
autoclave. Sendo a leitura realizada 3 horas após a incubação, só após a
análise destes monitoramentos, as cargas serão liberadas.
❖ As cargas não devem ser liberadas quando:
• houver alteração nos parâmetros físicos (tempo, temperatura e pressão);
• os indicadores químicos presentes no papel grau cirúrgico sugerem que os
materiais não foram expostos à esterilização;
• indicador biológico der resultado positivo.
❖ Se a carga for liberada antes dos resultados do indicador biológico e
posteriormente, esse indicar falha no processo, todos os materiais desde a
última carga deverão ser recolhidos e considerados não estéreis.
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QUESTÕES

Programa Nacional de Segurança do Paciente


Prof. Lígia Carvalheiro
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01. FGV / TJSC – 2018
Após um procedimento de ressuscitação cardiopulmonar, o profissional de
enfermagem separou alguns dos materiais utilizados para posterior
processamento. Entre esses estavam: cânula de Guedel, máscara de ambú,
estetoscópio e lâmina de laringoscópio.
Com base nas normas referentes ao processamento de produtos para saúde, o
processo indicado, respectivamente, para cada um desses materiais, é:
a) esterilização, desinfecção, desinfecção e esterilização;
b) desinfecção, esterilização, limpeza e esterilização;
c) limpeza, desinfecção, desinfecção e esterilização;
d) desinfecção, desinfecção, limpeza e desinfecção;
e) esterilização, esterilização, desinfecção e desinfecção.

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02. (TRT 20ª REGIÃO / FCC – 2016)
O profissional de enfermagem que realiza o processamento de produtos para
saúde deve conhecer as boas práticas para processamento de produtos para
saúde que visam à segurança do paciente e dos profissionais envolvidos.
Dentre os requisitos, consta que:
a) a área de preparo e esterilização é considerada um setor sujo.
b) o processamento deve seguir um fluxo direcionado sempre da área limpa
para a área suja.
c) a selagem de embalagens tipo envelope deve ser feito por termo seladora
ou conforme orientação do fabricante.
d) o armazenamento de produtos deve estar centralizado em área de
circulação e de acesso livre.
e) na limpeza manual a fricção deve ser realizada com acessórios abrasivos.
Parte superior do formulário
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03. CESPE / EBSERH – 2018
No que se refere a tipos de processos de esterilização de produtos
médico-hospitalares, julgue o item subsequente.
A limpeza prévia dos produtos médico-hospitalares deve ser rigorosa para
garantir a eficácia da esterilização, independentemente do material e do
método de esterilização.

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04. (CONSULPLAN / CÂMARA DE BELO HORIZONTE/MG – 2018)
A descontaminação é entendida como:
a) Método capaz de eliminar todos os micro-organismos patogênicos das
superfícies.
b) Método de eliminação dos micro-organismos presentes nos artigos
contaminados de forma a torná-los seguros para o uso.
c) Processo utilizado para a remoção de matéria orgânica presente nos artigos
com a finalidade de prepará-los para a esterilização.
d) Processo com a finalidade de reduzir o número de micro-organismos
presentes nos artigos sujos de forma a orna-los seguros para o manuseio.

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05. (FCC – TRT 11ª REGIÃO – 2017)
Ao preparar um instrumental a ser esterilizado, o técnico de enfermagem não
realizou a limpeza adequadamente. Nessa situação hipotética:
a) a esterilização em óxido de etileno é o processo indicado.
b) a matéria orgânica não altera o processo de esterilização.
c) o tempo de esterilização do instrumental deve ser aumentado.
d) o tipo de embalagem escolhida influenciará no processo de esterilização.
e) a matéria orgânica impede que o agente esterilizante entre em contato com
o instrumental.

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06. (FCC – TRE/SP – 2017)
O profissional de enfermagem deve saber que o produto para saúde
semicrítico utilizado na assistência de inaloterapia, antes da utilização em
outro paciente, deve ser submetido à:
a) limpeza e, no mínimo, à desinfecção de nível intermediário, com produtos
saneantes, ou por termo desinfecção.
b) pré-limpeza e limpeza, sendo optativo o processo de desinfecção e
esterilização.
c) esterilização em autoclave gravitacional.
d) desinfecção por métodos de imersão química líquida com a utilização de
saneantes a base de aldeídos.
e) desinfecção de alto nível em estufa.

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07. (CESPE / EMAP – 2018)
Com relação ao preparo, à desinfecção e à esterilização de materiais e
equipamentos para uso na área da saúde, julgue o item subsequente.

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08. (CONSULPLAN – CÂMARA DE BELO HORIZONTE – 2018)
Em relação ao processo de desinfecção dos artigos hospitalares, assinale a
afirmativa INCORRETA.
a) Pode ser classificada em diferentes níveis.
b) Pode ocorrer por processo químico ou físico.
c) Envolve também a destruição garantida dos esporos bacterianos.
d) O artigo deve estar totalmente limpo e seco antes de ser submetido a esse
processo.

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09. (IBFC – EBSERH – 2016)
Pela natureza de suas funções, o profissional de saúde corre mais riscos de contrair
doenças infecciosas. Para reduzir os riscos profissionais o Ministério da Saúde preconiza
algumas medidas que proporcionem maior segurança no manuseio de amostras
biológicas. Os equipamentos reutilizáveis não devem ser utilizados em outros pacientes
antes de serem limpos, desinfetados e esterilizados. Assinale a alternativa incorreta em
relação ao processo de esterilização.
a) É um processo que procura destruir todas as formas de microrganismos
b) É um processo que destrói microrganismos por meio de atividade física e química
c) Esterilizantes físicos como umidade e calor seco são os mais comuns métodos de
esterilização utilizados em hospitais e são indicados para a maioria dos materiais,
exceto para aqueles que são sensíveis ao calor ou compostos químicos tóxicos ou
voláteis
d) O método de filtração é útil para remover bactérias e fungos do ar, entretanto, são
incapazes de remover vírus e algumas bactérias menores
e) É um processo que destrói microrganismos exceto esporos bacterianos
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10. (FCC / TRT - 15ª Região (SP) – 2018)
Após ter recebido o devido treinamento para a preparação de pacotes e montagem da
carga na autoclave para a esterilização de instrumentais cirúrgicos, o técnico de
enfermagem deve, durante o preparo dos pacotes para o processo de esterilização a
vapor, verificar se
a) a embalagem de papel grau cirúrgico utilizada é apropriada ao processo, pelo fato
desse material permitir uma selagem eficaz e de ter indicador químico impregnado.
b) os instrumentos estão dispostos de modo que ocupem, no mínimo, 95% da
capacidade do estojo, de modo a favorecer o contato do agente esterilizante com a
superfície de todos eles.
c) a embalagem apresenta delaminações suficientes na sua superfície, a fim de
promover uma secagem segura após a etapa da esterilização.
d) todos os instrumentais estão mantidos devidamente montados e fechados dentro
das caixas, sem expor suas articulações, facilitando deste modo, o processo de contato
do agente esterilizante com toda superfície do material.
e) o invólucro escolhido é adequado ao processo e se possui alta memória, pois esta
facilita a abertura dos pacotes,10352179708
mas não- Josiane
impede sua confecção.
Roberta de Menezes
11. (NUCEPE – FMS – 2017)
Processo utilizado para destruir todas as formas de vida microbiana,
por meio do uso de agentes físicos e químicos:
a) Desinfecção.
b) Limpeza.
c) Ebulição.
d) Esterilização.
e) Pasteurização.

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12. (CESPE / EMAP – 2018)
Com relação ao preparo, à desinfecção e à esterilização de materiais e
equipamentos para uso na área da saúde, julgue o item subsequente.
Pinças com bordas lisas e materiais cirúrgicos de pequena
complexidade podem ser esterilizados em estufas, desde que se
realizem testes periódicos para o controle de qualidade.

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13. CESPE / EBSERH - 2018
No que se refere a tipos de processos de esterilização de produtos
médico-hospitalares, julgue o item subsequente.
A esterilização de pós e pomadas deve ser feita em estufas e em vapor
saturado sob pressão (autoclaves).

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14. (FEPESE – SES/SC – 2017)
No processo de esterilização de materiais o tipo de invólucro precisa ser adequado ao
método utilizado.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao assunto.
( ) Em calor seco, podem ser usados: tecido de algodão, papel grau cirúrgico e papel
crepado.
( ) Em calor úmido, podem ser usados: tecido de algodão, papel grau cirúrgico e caixas
metálicas perfuradas.
( ) Em óxido de etileno, podem ser usados: papel grau cirúrgico, papel crepado e filme
transparente.
( ) Em radiação ionizante, podem ser usados: tecido de algodão, papel grau cirúrgico e
papel crepado.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
a) V • V • F • F d) F • V • V • F
b) V • F • V • V e) F • F • V • F
c) F • F • V • V
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15. (IBFC – EBSERH – 2016)
O Enfermeiro tem um papel fundamental na Central de Material e
Esterilização (CME) e deve ter o conhecimento a respeito da
compatibilidade de embalagens disponíveis no mercado e os métodos
de esterilização. Para os métodos de vapor sob pressão e calor seco,
são embalagens compatíveis, respectivamente:
a) Tecido de algodão e caixa metálica
b) Papel grau cirúrgico e papel crepado
c) Filmes e Tyvec
d) Não tecido (SMS) e papel grau cirúrgico
e) Container rígido e não tecido (SMS)

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16. (FCC – TRT 15 – 2015)
Os indicadores disponíveis para validação do processo de esterilização
de materiais e equipamentos cirúrgicos são:
a) biológico, químico e barreira térmica
b) barreira de tecido, físico e químico
c) físico químico, químico e biológico
d) biológico, validação de óxido e toxicidade
e) físico, etimológico e biológico

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17. (CONSULPLAN – TRE/RJ – 2017)
Os indicadores biológicos são testes realizados para monitorar o
processo de esterilização atestando a qualidade do processo. São
produzidos em tubos plásticos com tampa permeável ao vapor e
preparados com uma população padronizada de micro-organismos
viáveis, reconhecidamente resistentes ao método de esterilização a ser
monitorado. Geralmente, esses micro-organismos são:
a) Vírus.
b) Bactérias.
c) Vírus e bactérias.
d) Esporos bacterianos.

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18. (IBFC – EBSERH – 2016)
Sobre a monitorização dos processos de esterilização, assinale a
alternativa que contemple um exemplo de meio biológico.
a) Observação de pressão, tempo e temperatura
b) Teste de Bowie & Dick em autoclaves pré-vácuo
c) Integradores químicos
d) Indicadores na parte externa das embalagens
e) Testes biológicos

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19. (FCC / TRE-PR /2012)
A efetividade do processo de esterilização pode ser avaliada por meio
de indicadores do tipo:
a) Biológico como o Teste de Bowie & Dick
b) Químico como as tiras de papel contendo esporos
c) físicos como os discos rígidos impregnados de enzimas
d) químico como os emuladores
e) físicos como os discos rígidos impregnados com tinta termocrômicas.

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20. (VUNESP / Prefeitura de São José dos Campos – SP – 2015)
Para garantir a eficiência dos processos de esterilização, a UBS deve
contar com um programa de monitoramento para avaliar e controlar
todas as suas fases, detectar possíveis falhas e onde elas ocorrem. A
preparação padronizada de esporos bacterianos, que, após passar pelo
processo de autoclavagem, são incubados para verificação do
crescimento e viabilidade dos microrganismos, é um processo de
monitoramento por
a) identificação de produtos.
b) monitoração mecânica.
c) indicador químico.
d) indicador biológico.
e) práticas de trabalho.
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21. FUNDEP / HRTN – MG – 2015
Todos os métodos de esterilização devem passar por testes específicos
para comprovar a sua eficiência.
Sobre a esterilização por vapor saturado sob pressão, assinale a
alternativa que apresenta o teste utilizado para medir a eficiência do
sistema de vácuo do equipamento.
a) Teste com indicador químico.
b) Teste com indicador biológico.
c) Teste de Bowie & Dick.
d) Teste com fita listrada.

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22. (FGV / Prefeitura de Cuiabá – MT – 2015)
Os indicadores químicos internos servem para indicar falhas no
equipamento em relação à penetração do calor, além de ajudar na
identificação dos pacotes que foram esterilizados. Existem diferentes
tipos de indicadores internos, que são divididos em classes diferentes,
de acordo com sua função.
Um indicador pertencente à Classe 4 é projetado para
a) medir dois ou mais parâmetros críticos do processo de esterilização.
b) testar o sistema de vácuo nas autoclaves de pré-vácuo.
c) demonstrar que o material passou pelo processo de esterilização.
d) medir um dos parâmetros críticos do processo de esterilização.
e) reagir com todos os parâmetros críticos do processo de esterilização.

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23. (CESGRANRIO/UNIRIO/2016)
O conjunto de células que são aderidas irreversivelmente a um
substrato, a uma interface ou entre si, e que diminui a eficácia da
limpeza e da esterilização é denominado
a) Biofilme
b) Endotoxinas
c) Pirogênio
d) Esporo
e) Bioburden

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24. (CESGRANRIO/UNIRIO/2016)
Um instrumentador, durante a montagem da mesa operatória,
constatou que o pacote contendo 2 capotes cirúrgicos estéreis estava
úmido.
Ao apresentar o problema ao enfermeiro da sala, ouviu a seguinte
explicação:
a) o pacote era de dimensões mínimas.
b) o teste de Bowie e Dick não foi utilizado.
c) o integrador químico estava fora da validade.
d) o vapor da autoclave não estava superaquecido.
e) o posicionamento do pacote durante a esterilização foi errado.

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25. (CESPE/TCE-PA/2016)
Julgue certo ou errado o item subsequente, relativo ao processamento
de produtos para saúde e a centros de material e esterilização (CME).
As áreas destinadas ao preparo e à esterilização em CME são
consideradas como setores sujos e limpos, respectivamente.

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26. (PREFEITURA DE FORTALEZA-CE/PREFEITURA DE FORTALEZA-CE/2016)
Monitorar o processo de esterilização requer a observação da qualificação operacional dos
equipamentos, por meio de testes biológicos, químicos e físicos. Leia as afirmações abaixo
e assinale a alternativa correta.
I. Os testes químicos podem ser realizados com tiras de papel que mudam de cor
(termocrômicas) ou tiras de papel impregnadas com substâncias termotrópicas.
II. As classes inerentes ao teste físico são seis que podem variar de indicadores de processo
a indicadores simuladores.
III. Os testes biológicos podem se caracterizar por um preparado de esporos bacterianos
autocontidos em ampolas separadas dos meios de cultura, havendo mudança de cor, caso
haja crescimento bacteriano.
IV. O teste de Bowie e Dick, teste químico, deve ser colocado no centro dos pacotes,
objetivando monitorar a presença de vapor neste ponto.
V. O monitoramento do processo de esterilização com indicadores físicos deve ser
registrado a cada dois ciclos de esterilização.
a) Somente os itens I, II e III são verdadeiros. b) Somente os itens I e III são verdadeiros.
c) Somente o item II é verdadeiro d) Somente os itens II e IV são verdadeiros.
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27. (IBFC/EBSERH/2016)
A equipe de enfermagem do Centro de Material e Esterilização necessita
esterilizar os materiais embalados em tecido de algodão. Assinale a
alternativa que apresenta o método de esterilização ideal:
a) Calor seco
b) Vapor sob pressão
c) Óxido de etileno
d) Plasma de peróxido de hidrogênio
e) Radiação ionizante

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28. (IBFC/EBSERH/2016)
Sobre o teste de Bowie & Dick, analise as afirmativas abaixo, dê valores
Verdadeiro (V) ou Falso (F) e assinale a alternativa que apresenta a
sequência correta de cima para baixo.
( ) Realizar o teste no último ciclo do dia da autoclave.
( ) Quando a mudança na coloração da folha for uniforme em toda a sua
extensão, demonstrando não haver ar residual, o teste será considerado
positivo (+).
( ) Deve-se colocar a folha teste no meio de uma pilha de campos de
tecido com 25 a 28 cm de altura. Esta pilha pode ser embalada em tecido
ou papel, podendo ser atada com fita adesiva.
( ) Iniciar o ciclo, que poderá ser interrompido antes da fase de secagem e
após o tempo determinado pela temperatura.
a) F,V,F,V b) V,V,V,V c) V,F,V,F d) F,F,V,V e) V,V,F,F
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29. (CESGRANRIO/UNIRIO/2016)
Na embalagem de materiais estéreis, a folha de empacotamento interno é
um(a)
a) sistema de embalagem
b) sistema estéril de barreira
c) pacote de dispensação
d) embalagem de proteção
e) embalagem de transporte

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30 (CESGRANRIO/UNIRIO/2016)
Um instrumentador cirúrgico identificou manchas brancas em pinças da
caixa cirúrgica.
Ao abordar o Enfermeiro da Central de Material Esterilizado sobre o
motivo dessa ocorrência, ele lhe explicou que esse problema ocorre
porque há
a) resíduo orgânico ressecado
b) resíduo de ferro no vapor
c) restos de detergente contendo polifosfato
d) alta concentração de minerais na água
e) uso de detergente contendo amônia

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OBRIGADA
PROF. LÍGIA CARVALHEIRO

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