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ALUNO : SÉRGIO ARI DIAS

MATRÍCULA:06204038 TURMA: 06317


PERÍODO:NOTURNO

Identificar 3 Artigos Científicos de 10 a 20 Páginas de Congressos ou


Periódicos na Área Contábil com Relação a Disciplina Contabilidade
Pública

1. Título – autores – ano – o nome do evento ou periódico.


Título: Custos no Serviço Público
Autores: Ana Paula Moreira Wiemer
Universidade de Brasília
Daniel Cerqueira Ribeiro
Universidade de Brasília
Ano: 07 e 08 de outubro de 2004
Nome do Evento: 4º Congresso USP – Controladoria e Contabilidade

Título: A Necessidade da Utilização de Sistemas de Custos e de Indicadores de


Desempenho na Administração Pública
Autores: Idenilson Lima da Silva
Universidade de Brasília
Romeu Bizo Drumond
Universidade de Brasília
Ano: 07 e 08 de outubro de 2004
Nome do Evento: 4º Congresso USP – Controladoria e Contabilidade

Título: O Ensino da Contabilidade nas IÉS Públicas do Estado do Rio de Janeiro


Autores: Vinícius Silveira Marques
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Alexandre Silveira Lopes
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Araceli Cristina de Souza Ferreira
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Roberto Breves Christo da Silva
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Ano: 26 e 27 de julho de 2007
Nome do Evento: 7º Congresso USP – Controladoria e Contabilidade

2. Selecionar um dos artigos de seu maior interesse – objetivo do artigo:


Artigo.
Titulo: Custos no Serviço Público
Autores: Ana Paula Moreira Wiemex
Universidade de Brasília
Daniel Cerqueira Ribeiro
Universidade de Brasília
Objetivo do artigo: A aplicação dos custos no Serviço Público e sua forma de
mensuração para avaliar a eficácia e eficiência do serviço público.

3. Descreva a contribuição do artigo com extensão de meia a uma pagina com


enfoque que trouxe de novo o que você aprendeu.
Em vista do constante aumento da demanda por serviços públicos sem um
crescimento proporcional da receita impõe ao Estado medidas de ampliação das
fontes de receitas e redução nos gastos de modo a não ser afetado o
comprometimento das metas fiscais.
Eis então uma razão poderosa para não se confiar na abordagem “esperar-
para–ver” do problema, que num futuro próximo pode ser profundamente
perigoso.
Uma vez que são cada vez maiores as reivindicações de aplicações de
investimentos públicos em setores sociais.
É de se salientar a importância das aplicações de verbas nos setores sociais.
Investimentos em transporte coletivo, moradias, educação, saúde, etc.
suprem as necessidades de adaptação à vivência e crescimento do indivíduo
como cidadão, além de despertar um sentimento de solidariedade humana ao
invés de despertar a cobiça, inveja e o “status” e, consequentemente, a
competição com os outros.
E porque só agora esta preocupação com a aplicação de custos no serviço
público?
O principal obstáculo à aplicação de custos no serviço público é certamente
a inércia a resistência à mudança de paradigma da Administração Pública. Aliado
a fatores culturais e especialmente político diante da necessidade e seriedade
quanto eficiência e a eficácia de gastos públicos.
Quanto ao fator cultural exige do cidadão uma educação e uma
conscientização para que possa ter ciência do problema, e avaliar dentro do
contexto social o qual está inserido a percepção de projetos sociais que viriam de
acordo com sua participação ativa na resolução,ou, no mínimo, distinguir a
diferença entre tipos de necessidade que incentivam ou que prejudicam a vida em
sociedade.
Já no plano político, o planejamento governamental e as destinações de
verbas públicas para aplicações sociais, com certeza, é a maior entrave da
avaliação dos indicadores de desempenho, como forma de medir a eficácia e
eficiência da gestão pública.
No planejamento governamental os interesses pessoais do político muitas
vezes interferem em sua integridade e, por conseguinte, na sua real capacidade
para direcionar os recursos para áreas consideradas prioritárias.
Mas para evitar tal desvirtuamento do planejamento só poderá ser
diminuído pela participação ativa do cidadão e sua comunidade no processo de
tomada de decisão buscando maneiras e métodos pelos quais possa controla-lo e
obter os recursos necessários para atender suas reinvidicaçoes.
Um planejamento de aplicações de verbas publicas, mesmo o mais
tradicional, deveria conter de forma obrigatória em seu conteúdo uma analise dos
mecanismo de custos e de sua avaliação de eficiência e eficácia, como
instrumento de avaliação.
Assim de forma institucional a Contabilidade de Custos surge como
ferramenta capaz de dar suporte à tomada de decisões, ao controle gerencial e a
transparência dos serviços públicos prestados a sociedade.
A dificuldade na aplicação de custos reside no fato de que a mensuração dos
serviços públicos, por si só, não é suficiente. É preciso também decidir qual o
melhor sistema de custeio.
Como o orçamento público é estruturado em programas, projetos e
atividades, os autores defendem a implantação do sistema baseado em atividades
(ABC).
A escolha do sistema de custeio ABC se dá pelo fato de que este sistema
atende às necessidades de cada entidade. Com o sistema de custeio ABC as
atividades e as ações desenvolvidas pelo governo são os verdadeiros centros de
custos. Por isso é necessário conhecer o que cada atividade consome em termos
de recursos financeiros para, então alocá-los aos produtos e, desta forma o
consumo das atividades.
Segundo os autores, com ele pode-se instrumentalizar cortes seletivos de
despesas em programas de ajuste fiscal, minimizando o impacto negativo destes
programas.

4. Identificar pelo menos dois pontos fortes e dois pontos fracos que
encontrarem no artigo.

PONTOS FORTES
1º Ponto Forte
O estimulo à avaliação do desempenho da gestão publica está cada vez mais
exigindo a mensuração dos objetivos, metas e resultados alcançados, tanto em
relação ao proposto e planejado (orçamento público), como em relação aos custos
despendidos.

2º Ponto Forte
Com elaboração de indicadores de desempenho poderão ser avaliados os
recursos disponíveis, já tão escassos, e a sua melhor aplicação em programas
sociais, e o mais importante, atingir aos objetivos com baixa custos.

PONTOS FRACOS
1º Ponto Fraco
A sociedade continuará sendo confrontada com a premissa falsa e
desconcertante de que a escolha de “burocratas administrativos” em conjunto
com o custo do serviço público irá sanar os problemas sociais existentes. Ou seja,
continuará a sociedade a ser parte de um sistema alienado, e pior, acabará sendo
atraída para o seu papel passivo.
Porque sempre haverá acordo político quanto à necessidade de reduzir
gastos, mas pouco acordo na hora de se fazer investimentos públicos na área
social.
Do ponto de vista político, muitos eleitores desejam gastos menores, desde
que ocorram redução dos gastos que beneficiem a terceiros.
Na maioria das vezes “esquece” o eleitor – cidadão que um plano de
redução de gastos economiza muito pouco dinheiro no primeiro momento, mas,
causa grande estrago social no longo prazo.
2º Ponto Fraco
Deve-se evitar basear as aplicações de recursos públicos somente nos
métodos de custeio.
Pois a organização poderá atingir padrões de eficácia e eficiência na
prestação de serviços que têm pouca importância para os cidadãos.
Ou seja, deixando-se atingir a eficácia e a eficiência nas atividades que
devem ser prioritárias para a Administração Pública.

5. Sugerir formas ou abordagens para aprimorar ou continuar a pesquisa no


futuro.
Num universo menor mas de suma importância como em uma prefeitura
seriam publicados e divulgados relatórios periódicos, informando o resultado
alcançado, os custos envolvidos no trabalho e a receita auferida, se houver, o
balanço contábil daquele serviço especifico e relatório dos resultados em relação
às metas pretendidas.
O que demonstraria a importância da transparência no serviço público e o
seu alcance social.
Além de permitir um maior controle e acompanhamento do uso dos
recursos.
Outra sugestão seria a criação de um conselho comunitário formado por
membros da comunidade com conhecimento em contabilidade, economia e
administração pública.
Este conselho teria como objetivo acompanhar os custos de projetos da sua
comunidade e aplicação dessas verbas aplicadas e o efetivo valor social para a
comunidade em geral.