Você está na página 1de 3

As 6 causas do sofrimento humano

SIMBÓLICA – CONEXÃO DO SER COM AS COISAS. Sentido para a vida.

FÍSICO - A medicina cuida de questões físicas.

FONTE AFETIVA INTERNA (SENSAÇÕES)

FONTE AFETIVA EXTERNA (COMUNIDADE)

INTELECTUAL – (ACREDITAR EM ALGO ERRADO, DESCONHECIMENTO)

ESPIRITUAL -

O que o psicólogo tem que ter – feeling

O paciente não é só um corpo

Formação Humana

Existem certas coisas em nossas vidas que por mais que busquemos
explicação, mais perdidos ficamos. Existem vazios, magoas, rancores,
decepções que parecem não querer nos abandonar. Buscamos compensar
esses sentimentos com algum afazer. Por algum tempo até parece que
esquecemos, mas quando damos por si, as decepções ainda estão lá.
Passamos mais um período de amargor, na expectativa de que no próximo
fim de semana, ou época festiva, que isso vai melhorar, e que isso vai mudar
a minha vida, penso também no próximo emprego, ou aquela ida ao
shopping, ou no depois que eu casasar. Colocamos as nossas últimas fichas
em uma nova pessoa que acabamos de conhecer, ou que já conhecemos há
um tempo, mas achamos que "agora vai ser diferente". Quem nunca passou
por isso? Insistimos em fazer as mesmas coisas, na esperança de ser
diferentes. Insistimos em achar que um lugar, um objeto, uma ocasião, ou
uma pessoa tem a chave para os nossos problemas, "a solução para a nossa
felicidade". Buscamos fazer as mesmas coisas porque na verdade é só o que
sabemos fazer, buscamos fazer as mesmas coisas porque temos medo de
fazer algo novo, ou no que as outras pessoas vão pensar. Falo isso tudo com
autoridade, porque também já fiz parte disso, parte de um mundo em que as
portas parecem se fechar em sua cara, em que nada dá certo, onde parece
que o universo conspira contra você. Ficamos em tal ponto em que a
comiseração toma conta de nós. O que fazer em uma hora em que tudo diz
que não? Muitas vezes nos bate aquele sentimento de "já deu", mas o que
fazer? Desistir, se entregar? Ai quando chegamos a esse patamar, pioramos
tentando melhorar, buscamos escapes, fugas ou soluções piores do que os
quadros iniciais. Isso tudo para que no final sejamos felizes. Mas o que é ser
feliz? É algo universal ou subjetivo? Será que a felicidade é não é para mim?

Por que vivemos em uma geração tão consumista pela felicidade, mas que
não consegue vive-la de jeito nenhum? Talvez a felicidade não seja algo a ser
buscado, mas conquistado de forma secundária, como quase se fosse um:
“ih, fiquei feliz sem querer”! A realidade é feita de objetos significantes que
buscamos incessantemente, com isso, o meu fato de querer ser feliz, de uma
forma ou outra, vai acabar atravessando a felicidade do outro, que é
totalmente oposta a minha. Eu quero ser feliz usando a internet, mas vou
precisar ficar triste para ter que pagar a operadora, luz e o celular que vou
usar.
A felicidade não pode ser uma conquista suprema, uma causa final em si
mesma, uma vez que ela não pode estar em todo o tempo em nossas mãos.
Uma certa vez, um homem procurou um sábio para que este soubesse como
viver a vida. O sábio lhe deu um livro e disse:
- “Quando você estiver feliz, abra na página um”.
- “E quando você estiver triste, abra na página dois”.
O homem voltou para sua casa, e foi viver sua vida. Certa feita, sua vida ia de
vento em polpa, estava tudo como planejado. Ele estava feliz. Aí ele lembrou
do livro. Ele o pegou e leu a primeira página, que dizia:
- “Viva intensamente esse momento porque ele vai passar”.
Ele então, viveu aquele momento de benesses em sua vida, até que tudo
parece ter virado do lado ao contrário, e tudo ia mal. Ele se lembrou do sábio
e de seu livro, e foi até ao exemplar para poder ter uma noção de como sair
deste momento:
- “Viva intensamente esse momento porque ele vai passar”.
Era o que estava escrito na segunda página do livro. Moral da história viva a
vida, em seus altos e baixos, pois esses momentos vão passar, e o que ficará
é a experiência que isso deixará.

Você também pode gostar