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Função Exócrina:

Está associada fundamentalmente ao processo de digestão de carboidratos, lipídios e


proteínas.
A produção de sua secreção não se limita aos períodos pós-prandiais precoces, mas
também se faz presente nos períodos interdigestivos.
O suco pancreático possui cloro e bicarbonato como seus principais ânions; e sódio e
potássio como seus
principais cátions.
A secretina e a colecistoquinina (CCK) são os principais secretagogos pancreáticos.
A secretina possui como função primordial estimular as células ductais e centroacinares
a produzir secreção hidroeletrolítica, fundamentalmente rica em bicarbonato de sódio.
A CCK tem como principal finalidade estimular as células acinares a produzir secreção
rica em enzimas que atuam no processo digestório. Entre essas enzimas estão as
responsáveis pela digestão das proteínas (tripsina, quimiotripsina, elastase e
carboxipeptidases), do amido (amilase) e dos lipídios (lípase, colipase e fosfolipase
A2).
A maioria das enzimas produzidas são, na verdade, pró-enzimas (ou zimogênios) que
necessitam da ação de co-fatores (principalmente a tripsina) para que se tornem
substâncias biologicamente ativas.
Função Endócrina:
As ilhotas de Langerhans constituem 1-2% da massa pancreática, mas recebem 20% do
fluxo sanguíneo ao pâncreas.
Existem quatro tipos de células conhecidas: alfa (20%), beta (75%), delta e delta-1.
As células alfa secretam glucagon, as beta insulina e as delta contém gastrina e
somatostatina.
As células delta-1, que ocorrem raramente, podem produzir peptídeo intestinal
vasoativo (VIP) ou polipeptídeo pancreático humano (HPP).
A secretina possui como função primordial estimular as células ductais e centroacinares
a produzir secreção hidroeletrolítica, fundamentalmente rica em bicarbonato de sódio.
A CCK tem como principal finalidade estimular as células acinares a produzir secreção
rica em enzimas que atuam no processo digestório. Entre essas enzimas estão as
responsáveis pela digestão das proteínas (tripsina, quimiotripsina, elastase e
carboxipeptidases), do amido (amilase) e dos lipídios (lípase, colipase e fosfolipase
A2).
A maioria das enzimas produzidas são, na verdade, pró-enzimas (ou zimogênios) que
necessitam da ação de co-fatores (principalmente a tripsina) para que se tornem
substâncias biologicamente ativas.
As ilhotas de Langerhans constituem 1-2% da massa pancreática, mas recebem 20% do
fluxo sanguíneo ao pâncreas.
Existem quatro tipos de células conhecidas: alfa (20%), beta (75%), delta e delta-1.
As células alfa secretam glucagon, as beta insulina e as delta contém gastrina e
somatostatina.
As células delta-1, que ocorrem raramente, podem produzir peptídeo intestinal
vasoativo (VIP) ou polipeptídeo pancreático humano (HPP).
A insulina reduz a glicemia pelo aumento da captação da glicose pelas células do
organismo, promovendo a glicogênese e inibindo a glicogenólise. A insulina também
estimula a lipogênese, inibe a lipólise e aumenta a síntese protéica.
Os estímulos para a liberação de insulina incluem hiperglicemia, aminoácidos, ácidos
graxos. A hipoglicemia inibe a liberação de insulina.
O glucagon aumenta a glicemia pela glicogenólise hepática e gliconeogênese. Os
estímulos para a sua liberação são hipoglicemia, aminoácidos, catecolaminas, sistema
nervoso simpático e CCK. A hiperglicemia e a insulina inibem a liberação do glucagon.
Em sua maior parte, o abuso de álcool por períodos prolongados está associado a pancreatite
crônica com episódios de agudização, enquanto a litíase biliar está relacionada a episódios
agudos.
A litíase biliar está relacionada a ocorrência de pancreatite aguda quando um cálculo é
responsável por causar obstrução do ducto pancreático levando a hipertensão ductal e
precipitando a pancreatite. A teoria do refluxo biliar, também conhecida como “teoria do canal
comum”.
Vômitos, febre e taquicardia, são relativamente inespecíficos. Os pacientes geralmente
apresentam-se agitados, procurando uma posição mais confortável. Taquipnéia, taquicardia e
hipotensão podem estar presentes e estão relacionados a hipovolemia causada pela perda de
líquidos para o terceiro espaço devido a influência dos fatores inflamatórios.
Icterícia pode estar presente nos casos de etiologia biliar por obstrução por cálculos, ou ainda
ocorrer pela própria inflamação pancreática com compressão ductal ou por colestase pela
própria gravidade da doença.
Os níveis de amilase e lipase tem pico dentro das primeiras 24 horas do início dos sintomas, e a
amilase tem uma meia-vida um pouco mais curta no plasma. Como resultado, os níveis de lipase
têm uma sensibilidade um pouco maior que os níveis de amilase, particularmente quando
medidos mais tarde, cerca de após um dia do início dos sintomas.
Proteína C reativa (PCR), é facilmente acessível e sobe com a gravidade da doença, contudo, é
útil para identificar doença grave apenas 48 horas após o início dos sintomas.
Características clínicas e laboratoriais de necrose pancreática infectada, como significativa
leucocitose e febre, também são observados em necrose estéril grave.
Um crescente corpo de literatura sugere que o peptídeo para ativação do tripsinogênio pode ser
um marcador útil de gravidade da doença, sendo evidenciados níveis elevados na urina de
pacientes com pancreatite aguda.

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