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Colégio Educação Adventista

Beatriz de lima rolim

Os conflitos no fluxo de comércio das commodities agrícolas.

Monografia/Dissertação/Tese

Ipatinga
2021
1

Figura 1 – Legend

Tabela 1 – Legend

ROTEIRO DE TRABALHOS 1º BIMESTRE – 2021 – 3° ano

DATA DE
CONTEÚDO DESENVOLVIMENTO
ENTREGA

Tema: Os conflitos no fluxo de comércio das


commodities agrícolas.Valor: 10,0 pontosA atividade foi
dividida em duas partes, sendo elas:- Parte l – pesquisa.-
Parte ll – uma reportagem sobre a importância das
26/03 GEOGRAFIA commodities na balança comercial brasileira.A pesquisa
deverá ser feita segundo as normas da ABNT, constando
na parte de anexos, fotos e reportagens sobre o
tema.Atenção: Estejam preparados para uma explicação
sobre o tema, durante a aula de Geografia.

ASSINATURA DOS PAIS OU RESPONSÁVEIS


2

1 Pesquisa

O comércio global de commodities agrícolas visa atender as demandas de agentes


econômicos que atuam na produção, no processamento e/ou na comercialização de produ-
tos agroalimentares, agroindustrializados e agroenergéticos. Dessa forma, a financeirização
das atividades produtivas nos mercados de commodities agrícolas in natura e/ou processa-
das, votadas para as exportações, tem demandado rede de infraestrutura e de serviços de
transportes eficazes e eficientes, nos quais se consideram as estratégias das interconexões,
rapidez, pontualidade, segurança e, preferencialmente, do baixo custo operacional na movi-
mentação de insumos e de produtos do setor agroindustrial. As interações entre produção,
comercialização e transportes são desafiadoras para os agentes econômicos que atuam
nas exportações de produtos do segmento de commodities agrícolas em um cenário de
competitividade no (agro)comércio global, que demandam diversos tipos de interconexões
redes – produtivas, comerciais, financeiras, de serviços, de transportes, de armazenagens,
de informações e de cooperações na tomada de decisões das corporações. Nessa arena,
a Geografia do Comércio Internacional tende a contribuir para as compreensões e as
explicações das dinâmicas socioespaciais das atividades agrocomerciais, considerando
os diálogos e as abordagens interdisciplinares. O questionamento exposto na estrutura
deste trabalho se pauta em verificar como as exportações de commodities agrícolas foram
inseridas nos mercados globais por meio da infraestrutura e dos serviços de transportes.
Com a crise do coronavírus, os mercados emergentes e as economias em desenvol-
vimento passaram a enfrentar não apenas uma crise de saúde, mas um forte choque da
demanda externa, condições financeiras muito mais restritas e queda dos preços das com-
modities, que terão impacto importante na atividade dos países exportadores.O diagnóstico
é do Fundo Monetário Internacional (FMI) em seu relatório Panorama Econômico Mundial
(World Economic Outlook)
No documento, o Fundo afirma que o grupo formado por mercados emergentes e
economias em desenvolvimento deve ter contração de 1% neste ano. A América Latina
deve cair 5,2%, prevê o Fundo.
Siga o Valor Investe:Segundo o FMI, indicadores como produção industrial, vendas
no varejo e investimento em ativos fixos sugerem que a contração da atividade econômica na
China no primeiro trimestre chegue a 8%, na variação anual.“Mesmo com uma recuperação
acentuada no restante do ano e um apoio fiscal considerável, a economia deverá crescer
1,2% em 2020”, diz o relatório, que prevê crescimento de 1,9% para a Índia e contração de
5,5% para a Rússia.
Segundo o Fundo, a América Latina deve encolher 5,2% neste ano, com quedas
previstas de 5,3% para o Brasil e 6,6% para o México. No Oriente Médio e Ásia Central a
contração deve ser de 2,8%, e na África do Sul, 5,8%.
Em países nos quais o setor informal tem um peso importante na economia, alerta
Capítulo 1. Pesquisa 3

o Fundo, programas de apoio que já existem devem ser expandidos e novos programas,
introduzidos.
O documento destaca a importância de políticas de amortecimento do choque para
famílias e empresas como transferências de renda, subsídios salariais, isenção de impostos
e extensão ou adiamento do pagamento de dívidas, como fizeram países como China e
Itália, ao suspender temporariamente pagamento de impostos para os setores mais afetados
economicamente pelo coronavírus.
No blog do Fundo, a economista-chefe do FMI, Gita Gopinath, afirma que “os
mercados emergentes e as economias em desenvolvimento enfrentam desafios adicionais,
com reversões sem precedentes nos fluxos de capital, à medida que o apetite pelo risco
global diminui, e pressões cambiais”.“Além disso, várias economias entraram nesta crise
em um estado vulnerável, com crescimento lento e alto nível de dívida”, lembra Gopinath.

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