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NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO

“A fertilidade é a capacidade do solo de ceder


nutrientes essenciais às plantas" (Raij, 1981; Braga,
1983). Alguns autores (Malavolta, 1976; Raij, 1981)
acrescentam que esta capacidade deve ser mantida
durante todo o ciclo de vida da planta, mesmo que esta
deixe de absorver ou utilizar, numa determinada fase.
LEIS DA FERTILIDADE DO SOLO

Lei do Mínimo

“O rendimento de uma safra é limitado pela


deficiência de qualquer um dos nutrientes
essenciais, embora todos os outros estejam
presentes em quantidades adequadas”.

Justus Von Liebig (1840)


LEIS DA FERTILIDADE DO SOLO

Lei dos incrementos decrescentes

500
Aumento de Produção, kg/ha

400 Algodão 22
31
47
300 67 “Para cada incremento
98 sucessivo da quantidade
200 de fertilizantes, ocorre
144 um aumento cada vez
100 menor na produção ”

0
0 10 20 30 40 50 60
Nitrogênio Aplicado, kg/ha
Como: via solo ou via folha.

1.Macronutrientes: pela quantidade


demandada, fornecimento via solo.
2.Micronutrientes: Combinar tecnologias,
avaliar cada situação em específico. Ex: Boro
e Calcio.
MECANISMOS DE ATUAÇÃO DOS NUTRIENTES
 1) Absorção:
 Contato
 Interceptação Radicular
 Fluxo de Massa
 Difusão
 Fatores que afetam a Velocidade
 2) Transporte:
 3) Redistribuição
 Móveis - N, P, K, Mg, Cl, Mo
 Pouco Móveis - S, Cu, Fe, Mn, Zn
 Imóveis - Ca, B
Caminhamento do soluto de um ponto do solo à rizosfera

Difusão (*)

soluto caminha no solvente parado em direção à rizosfera


no solo), devido ao gradiente de concentração do soluto
(lei de fick)

Fluxo de massa

soluto caminha junto com solvente em direção à rizosfera.


(lei de darcy-buckinghan)
(*) Interceptação radicular (no caso de fósforo): difusão a curta distância
A EXTRAÇÃO VARIA:

Em função da produtividade alcançada

• Do Híbrido;
• Nível de disponibilidade de nutrientes;
• Manejo da cultura;
• Condições Climáticas;
A EXPORTAÇÃO VARIA:

• De acordo com o fim a que se destina a cultura;


Milho grão

Extração Exportação

Autor (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) MÉDIA (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) MÉDIA
kg/t kg/t
N 20,9 27,7 25,2 27,6 21,2 20,3 24 14 16,3 15 12,8 14,5
P 4,3 4,6 3,8 4,7 4,2 3,6 4 3,4 4 2,9 3,1 3,4
K 21,3 17,5 22,9 16,3 25,4 16,9 20 4,2 5,1 3,5 3,9 4,2
Ca 4,3 4,2 4,3 3,4 5,5 3,1 4 0,1 0,6 0,1 0,1 0,2
Mg 4,7 4,6 4,8 6,4 5,6 3,0 5 1,2 1,7 0,8 1,1 1,2
S 2,3 2,6 2,4 2,7 2,5 3 1,3 1,1 1,4 1,2 1,3
g /t g /t
B 18 17 19 23 19 19 4,4 3 4,4 3,9
Fe 227 232 208 288 233 238 12,1 11,1 11,6
Mn 37 37 79 44 38 47 6,6 5,6 6,1
Cu 12 7 12 21 15 12 13 2,2 1 2,2 1,8
Zn 43 51 44 56 45 44 47 22 29 18,9 23,3
Mo 1 1 1 1 1 0,7 0,56 0,6

(1) PHILLIPS & LESSMAN, citado por GAMBOA, 1980


(2) HIROCE et al. , 1989
(3) SAYRE, 1955
(4) DRYSDALE, citado por ARNON, 1975
(5) ANDRADE et al., 1975 a,b
(6) BARBER & OLSON, 1969
(7) COELHO, citado por COELHO & FRANÇA, 1995
Milho silagem
Extração MN Exportação MN

Autor (1) (2) (3) (4) (5) (6) MÉDIA (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) MÉDIA
kg/t kg/t
N 2,6 3,5 3,2 3,5 2,7 2,5 3,0 2,6 3,5 3,2 3,5 2,7 2,5 3,0
P 0,5 0,6 0,5 0,6 0,5 0,5 0,5 0,5 0,6 0,5 0,6 0,5 0,5 0,5
K 2,7 2,2 2,9 2,0 3,2 2,1 2,5 2,7 2,2 2,9 2,0 3,2 2,1 2,5
Ca 0,5 0,5 0,5 0,4 0,7 0,4 0,5 0,5 0,5 0,5 0,4 0,7 0,4 0,5
Mg 0,6 0,6 0,6 0,8 0,7 0,4 0,6 0,6 0,6 0,6 0,8 0,7 0,4 0,6
S 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,0 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,0 0,3
g /t g /t
B 2 2 2 3 2 2 2 2 2 3 2 2
Fe 28 29 26 36 29 30 28 29 26 36 29 30
Mn 5 5 10 6 5 6 5 5 10 6 5 6
Cu 1 1 1 3 2 2 2 1 1 1 3 2 2 2
Zn 5 6 5 7 6 6 6 5 6 5 7 6 6 6
Mo

(1) PHILLIPS & LESSMAN, citado por GAMBOA, 1980


(2) HIROCE et al. , 1989
(3) DRYSDALE, citado por ARNON, 1975
(4) ANDRADE et al., 1975 a,b
(5) BARBER & OLSON, 1969
(6) COELHO, citado por COELHO & FRANÇA, 1995
Soja
Extração Exportação

Autor (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) MÉDIA (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) MÉDIA
kg/t kg/t
N 76 77 82 82 82 83 80,4 64 64 51 58 59 51 56,9
51
P 5,7 6 7,5 10 7,5 15 8,68 5 4,7 5 7,6 5,2 5 10 6,1
K 32 32 25 40 25 38 31,8 18 17 17 24 19 17 20 18,7
Ca 20 13 12 7,2 12 12 12,8 3 3,2 3 3,2 1,9 3 3 2,9
Mg 9,1 4,4 6,7 8 6,7 6,7 6,93 2 2,2 2 3,2 2,2 2 2 2,2
S 3,1 7,7 15 6,8 15 9,68 2 2,3 5,4 2 3,2 5,4 5,4 3,7
g /t g /t
B 77 77 77 24 2 2 2 8
Fe 460 460 460 115 70 218 70 70 109
Mn 130 130 130 43 30 28 30 30 32
Cu 26 26 26 14 10 15 10 10 12
Zn 61 61 61 43 40 30 40 40 39
Mo 6 7 7 7 6,75 5 5 5 5 5

(1) BATAGLIA & MASCARENHAS, 1977


(2) CORDEIRO et al., 1977
(3) BORKERT,1986
(4) DARWICH, 1993
(5) TANAKA et al., 1994
(6) Potafós
(7) EMBRAPA
Estádios fenológicos e curva de absorção do nitrogênio

Potássio

Nitrogênio

Fósforo

Fonte: FANCELLI, 1986, adaptada de HANWAY, 1996 e NEL & SMIT, 1978
Acúmulo médio de Ca, Mg e S pela parte aérea de 5 hys de milho

40

Mg

30
Ca,Mg e S (kg/ha)

Ca
20

Teor Colmo + Folhas


S
0,4
Ca, Mg e S (%)

Ca
10 0,3
Mg
0,2

0,1 S

20 40 60 80100 120

0 20 40 60 80 100 120
Dias após a emergência
(adaptada de ANDRADE et al., 1975).
Marcha de absorção: micronutrientes
Absorção de Micronutrientes
1600

1400

1200

1000

800 CU
Zn
Mo
600 Fe

400

200

0
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110
Dias após a emergência
(Fancelli & Dourado-Neto, 1998)
acúmulo (kg/ha)
Soja
PROCESSOS DE ABSORÇÃO DE NUTRIENTES PELAS PLANTAS:

M = elemento químico no solo


Fluxo de massa = “carona” na água absorvida pela raiz

M H2O

Difusão = diferença de gradiente de concentração na


solução do solo, próximo da superfície das raízes

M
Argila
Matéria orgânica

M Interceptação = raiz em crescimento “topa” com o elemento


PROCESSOS DE ABSORÇÃO

Elemento Interceptação Fluxo de Massa Difusão Recomendação


------------- % do Total -------------
N 1 99 0 Distante, cobertura
P 2 4 94 Perto, localizado
K 3 25 72 Perto, localizado
Ca 28 72 0 Lanço
Mg 13 87 0 Lanço
S 5 95 0 Distante, cobertura
B 3 97 0 Distante, cobertura
Cu 70 20 10 Lanço, localizado
Fe 50 10 40 Lanço, localizado
Mn 15 5 80 Perto, localizado
Mo 5 95 0 Lanço
Zn 20 20 60 Perto, localizado
CALCÁRIO
Benefícios da Calagem
Diminuição da toxidez de H+, Al+3;
Disponibilidade de nutrientes, notadamente N, S, P e B;
Aumento na disponibilidade de Cálcio e Magnésio;
Resultando em aumento de produtividade.

calcário calcítico 45 a 55% CaO 1 a 5 % de


MgO

calcário 33 a 44% de CaO 6 a 12 % de


magnesiano MgO

calcário 25 a 32 % de CaO 13 a 21 % de
dolomítico MgO
Definição da Dose por V%

NC(t/ha)= (V2-V1)xTxF/100

Em que:
V1 = valor da saturação das bases trocáveis do solo, em
porcentagem, antes da correção (V1 = 100 S/T)
sendo:
V2 = Valor da saturação de bases trocáveis que se deseja;
T = capacidade de troca de cátions
F = fator de correção do PRNT do calcário f = 100/PRNT.
Gesso

Garantia mínima: 16% Ca + 13% S;


Vantagens:
Corrige deficiências de Ca em Subsuperfície;
Corrige Saturação por Aluminio.
Adiciona S na fórmula, tendo em vista que os solos do
cerrado tem baixa concentração deste elemento;
Aumentos crescentes nas culturas de adubos isentos de
enxofre como: Uréia, MAP e DAP.
Recomendação = 25 x argila (%) – Lopes (1992)
Fonte Eduardo Caires
Características
e
Funções
dos
Nutrientes
P
• Função: - Fornecimento e transporte de energia
- Favorece a fotossíntese
- Desenvolvimento vegetativo
- Produção de grãos
- Crescimento radicular

• Forma de absorção: - Difusão 94%

• Fontes de Assimilação: - H2PO4-


- HPO4-2

• Sintomas de Deficiência: - Arroxeamento de plantas jovens


- Colmo roxo
- Granação deficiente
- Encurvamento da espiga
Fósforo Deficiência

Milho Arroxeamento de plantas


jovens
Colmo roxo
Granação deficiente
Encurvamento da espiga
As raízes das culturas funcionam como veículo de
distribuição de P no perfil do solo, uma vez que o não
revolvimento do solo restabelece um rearranjo estrutural e
desenvolve uma nova arquitetura de poros. A decomposição
das raízes libera formas inorgânicas e orgânicas de P no
perfil do solo.
N
• Função: - Área foliar
- Taxa de fotossíntese
- Crescimento do Sistema Radicular
- Tamanho de espiga
- Peso de grãos
• Forma de absorção: - Fluxo de Massa 99%
• Fontes de Assimilação: - NO3- NH4+
• Sintomas de Deficiência: - Requeima (V invertido)
- Porte reduzido da planta
- Espigas pequenas deformadas nas
pontas
- Baixo peso de grãos
Nitrogênio Deficiência

Milho Requeima (V invertido)


Porte reduzido da planta
Espigas pequenas e deformadas
nas pontas;
Baixo peso de grãos
NITROGÊNIO
 Volatilização:

SPD com bastante palha (milho sobre milho) a


volatilização é acentuada, devido ao alto teor de
uréase na palha.
Nitrogênio e Enxofre (Sulfato de amônio)
Soja Inoculação
1.Aberturas de áreas, utilização do dobro da
dose de inoculante utilizada em áreas velhas.
2.Áreas velhas importante continuar
reaplicando mesmo com resultados menores
na ordem de 1 a 3 sacos/ha.
• Função: - Regulagem estomatal
K
- Tolerância ao quebramento de colmo
- Tolerância a doenças
- Tolerância stress hídrico
- Formação de grãos
- Tolerância a pragas

• Forma de absorção: - Difusão 72%


- Fluxo de massa 25%

• Fontes de Assimilação: - K+

• Sintomas de Deficiência: - Clorose nas margens e ponta das folhas


- Plantas com crescimento reduzido
- Plantas acamadas e com internódios curtos
- Espigas deformadas
Potássio Deficiência

Milho Clorose nas margens e ponta das


folhas
Plantas com crescimento reduzido

Plantas acamadas e com


internódios curtos
Espigas deformadas
Deficiência de K
Perdas de Potássio do solo
 Lixiviação
 Perdas variam entre 2 e 70 kg ha-1 de K2O por ano;

 Condições que favorecem as perdas de K por lixiviação:

- Solos arenosos

- Solos pobres em matéria orgânica

- Solos com baixa CTC

- Alta precipitação pluviométrica


S
• Função: - Formação de membrana e amido
- Formação de clorofila
- Tolerância variações de temperatura

• Forma de absorção: - Fluxo de massa 95%

• Fontes de Assimilação: - SO4-2

• Sintomas de Deficiência: - Folhas novas amareladas


- Estria verde amarelada nas folhas
- Sintomas em fase vegetativa até
florescimento
- Atraso maturação
Enxofre na Planta - SOJA
ENXOFRE
Indicação de adubação de correção e manutenção com enxofre, conforme as faixas e teores de
enxofre no solo a duas profundidades no perfil do solo para cultura da soja , na região Central do
Brasil

Análise de S no Solo
Quantidade de S por
Faixa de Solo Solo aplicar
Interpretação
0 - 20 20 - 40
Enxofre
> 40% de argila
0 - 20 20 – 40
≤ 40% de argila
0 - 20 20 - 40 kg/ha
Baixa Baixa < 5,0 < 20,0 < 2,0 < 6,0 80 + M
Baixa Média < 5,0 20 – 35 < 2,0 6 ,0- 9,0 60 + M
Baixa Alta < 5,0 > 35,0 < 2,0 > 9,0 40 + M

Média Baixa 5 – 10 < 20,0 2,0 – 3,0 < 6,0 60 + M


Média Média 5 – 10 20 – 35 2,0 – 3,0 6 ,0- 9,0 40 + M
Média Alta 5 – 10 > 35,0 2,0 – 3,0 > 9,0 M

Alta Baixa > 10,0 < 20,0 > 3,0 < 6,0 40 + M
Alta Média > 10,0 20 – 35 > 3,0 6 ,0- 9,0 M
Alta Alta > 10,0 > 35,0 > 3,0 > 9,0 M

M = 15 kg para cada 1000 kg de


produção esperada
Mg
• Função: - Síntese de óleo
- Clorofila
- Sistema de respiração da planta

• Forma de absorção: - Fluxo de massa 87%


- Interceptação radicular 13%

• Fontes de Assimilação: - Mg+2

• Sintomas de Deficiência: - Folhas + velhas amareladas e


avermelhadas
- Estrias amarelas no limbo foliar
Mg
Ca
• Função: - Estimula desenvolvimento de raízes e
folhas
- Metabolismo do N
- Reforça parede celular da planta
- Maior tolerância doenças e pragas
- Reprodução plantas

• Forma de absorção: - Fluxo de massa 76%


- Interceptação radicular 24%

• Fontes de Assimilação: - Ca+2

• Sintomas de Deficiência: - Sistema radicular pouco desenvolvido


- Plantas raquíticas
- Folhas finas
Considerações

Elemento móvel no solo;


Cuidar com doses elevadas de Gesso;
Usar rotação e consorcio para ciclagem do nutriente;
Deficiências nas adubações no Sudoeste Goiano.
Micro Nutrientes
Zn
• Função: - Alongamento dos entre-nós
- Produção do Triptofano Crescimento
- Estimula a frutificação

• Forma de absorção: - Difusão 60%


- Fluxo de massa 20%
- Interceptação radicular 20%

• Fontes de Assimilação: - Zn+2


- Zn(OH)2

• Sintomas de Deficiência: - Encurtamento dos entre-nós


- Escurecimento da região do cólo da planta
- Banda esbranquiçada no limbo
- Plantas raquíticas
Fe

• Elemento: - Fe (Pouco Móvel)

• Função: - Fotosíntese fixa o N


- Crescimento

• Forma de absorção: - Interceptação Radicular 60%


- Difusão 40%

• Fontes de Assimilação: - Fe+2

• Sintomas de Deficiência: - Coloração pálida no limbo foliar


- Rara deficiência no Brasil
Mn

• Função: - Fotosíntese
- Crescimento

• Forma de absorção: - Difusão 80%

• Fontes de Assimilação: - Mn+2

• Sintomas de Deficiência: - Estrias esbranquiçadas na


limbo foliar as quais tornam-se
marrons no centro
Mn
B
• Função: - Formação reprodutiva
- Crescimento
- Melhora granação

• Forma de absorção: - Fluxo de massa 97%

• Fontes de Assimilação: - B(OH)3

• Sintomas de Deficiência: - Má formação de espiga


- Plantas sem espigas
- Espigas estéreis
- Retenção da espiga e pendão
Cu

• Função: - Crescimento
- Formação reprodutiva
- Tolerância a doenças

• Forma de absorção: - Interceptação radicular 70%

• Fontes de Assimilação: - Cu+2

• Sintomas de Deficiência: - Bordas foliares necrosadas


similar a deficiência do potássio
- São raros os sintomas de
deficiência
Mo

• Elemento: - Mo (Móvel)

• Função: - Qualidade de grão


- Desenvolvimento

• Forma de absorção: - Fluxo de massa 95%


• Fontes de Assimilação: - HMoO 4+

• Sintomas de Deficiência: - Ressecamento foliar


Cobre:
Solos arenosos com baixos teores de matéria orgânica podem
tornar-se deficientes em cobre em função de perdas por
lixiviação.
Manganês:
Solos arenosos, com baixa CTC e sujeitos a altos índices
pluviométricos são os mais propensos a apresentar problemas de
deficiência.
Zinco:
Deficiências de zinco podem ocorrer quando se usam altas
doses de fertilizantes fosfatados .
Alguns solos quando recebem doses de corretivos para elevar o
pH acima de 6,0, podem desenvolver sérias deficiências de
zinco, principalmente se forem arenosos.
Nutrição
Necessidade da Planta:
1) O que a planta precisa?
2) Por que a planta precisa?
3) Quanto a planta precisa?
4) Quando a planta precisa?
5) Como a planta precisa?
TEORES FOLIARES
LIÇÃO DAS INTERAÇÕES:

Equilíbrio!

• O equilíbrio entre todos os nutrientes


essenciais é TÃO importante QUANTO o
valor absoluto de qualquer um deles,
olhado isoladamente!
• Este conceito se coaduna perfeitamente
com a ”Lei do Mínimo”!
7 SEGREDOS PARA PRODUTIVIDADES
EXCEPCIONALMENTE ALTAS
Segredo 1 – Tenha uma atitude vencedora – esteja disposto a mudar –
tenha uma finalidade em mente;

Segredo 2 – Saiba mais sobre seu solo;

Segredo 3 – Maneje a compactação do solo – a textura e composição


da camada radicular e estimule a atividade biológica;

Segredo 4 – Balanço, época de aplicação, posição e disponibilidade dos


nutrientes;

Segredo 5 – Adubação foliar;

Segredo 6 – Avalie de dois a três novos conceitos e novas tecnologias a


cada ano;

Segredo 7 – Meça seus resultados – Se você não puder medi-los, você


também não pode gerenciá-los;

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