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Estágio III ADAPTADO COVID

Estágio III Adaptado Covid (Universidade Anhanguera-Uniderp)

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JOSÉ BRUNO DOS SANTOS SILVA– RA: 2339087807


ANHANGUERA UNIDERP- CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
CURSO DE PEDAGOGIA

JOSÉ BRUNO DOS SANTOS SILVA– RA: 2339087807

RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR III OBRIGATÓRIO


EM PEDAGOGIA GESTÃO EDUCACIONAL E ESPAÇOS
NÃO ESCOLARES

RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR III OBRIGATÓRIO


EM PEDAGOGIA GESTÃO EDUCACIONAL E ESPAÇOS
NÃO ESCOLARES

Itapipoca
2020
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Relatório apresentado à Uniderp, como


requisito parcial para o aproveitamento da
disciplina Estágio Curricular em Pedagogia III
Gestão Educacional e Espaços Não Escolares:
do Curso de Pedagogia.

Tutor a Distância: Juliana Suelen Prudencio


Cantelli.
Tutor Presencial: Francisca Patricia Moura
Oliveira.

Itapipoca
2020

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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO........................................................................................6

2. DESENVOLVIMENTO.............................................................................7

3. PLANOS DE AÇÃO..............................................................................13

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS..................................................................16

5. REFERÊNCIAS.....................................................................................18

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INTRODUÇÃO

Este trabalho tem por objetivo relatar o processo de Gestão Educacional e


Espaços Não Escolares existentes na grade profissional. O objetivo desse relatório é
o aprofundamento do conhecimento sobre o trabalho desenvolvido, analisar sobre o
cotidiano escolar e a legislação vigente, juntando a proposta curricular prática e
teoria.
O presente artigo de estágio supervisionado III – Gestão Educacional e Espaços
Não Escolares contêm informações a respeito de estudos com ajuda de artigos,
filmes e textos de apoio.
As Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Pedagogia redimensionam a
função docente ao entendê-la na sua pluralidade, não restringindo apenas ao
espaço escolar, mas compreendendo-se como valiosa experiência que perpassa
valores, princípios e contextos politico, econômico, social e cultural.
Além disso, as Diretrizes se associam aos novos paradigmas sociais, mostrando
que a pedagogia não está restrita apenas ao exercício da docência em sala de aula,
e sim á formação de profissionais críticos e reflexivos acerca da sua função social, e
sendo capaz de criar e recriar, construir e reconstruir conceitos práticos que
atendam as necessidades de uma sociedade que se encontra em pleno estágio de
transformação e evolução.
A referida resolução determina que o Curso de Pedagogia destina-se á
formação de professores para exercer funções de magistério na Educação Infantil e
nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na
modalidade Normal, de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar e
em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos.
No contexto de ensino-aprendizagem educacional, muitas são as discussões sobre
a interdisciplinaridade como movimento propiciador de um conhecimento menos
sistematizado e focado nos distintos elementos conceituais.
Nesse sentido, as atividades docentes incluem a “(...) participação na
organização e gestão de sistemas e instituições de ensino”, em âmbito escolar e não
escolar (Art. 4°, CNE̸ CP N°.1, de 15̸ 05̸ 06). Nessa perspectiva, além das atividades
docentes o licenciado em pedagogia deve atuar na organização e gestão de
sistemas educacionais e instituições de ensino.

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DESENVOLVIMENTO
O artigo tem como objetivo refletir as atribuições do pedagogo na organização
do trabalho escolar e extraescolar. Este é um profissional que pode atuar inclusive
em empresas e hospitais desenvolvendo projetos educativos, pois se trata de um
indivíduo preparado para alargar um trabalho de educação com qualidade de acordo
com todo o conhecimento e formação que o mesmo adquiriu em sua graduação e
em cursos, levando sempre em consideração a legislação vigente. A metodologia do
estudo consiste em pesquisa exploratória, a partir de uma análise bibliográfica,
mediante a leitura de livros, textos e trabalhos publicados, que relatam
conhecimentos pertinentes às atribuições condizentes ao pedagogo. Assim, o
pedagogo deve estar num processo de formação permanente de interlocução do
saber e do trabalho de investigação.
O tema referente à formação e área de atuação dos pedagogos vem ocupando
grande espaço nos estudos de pesquisadores e profissionais da educação e, em
especial, nos meios de comunicação do país. Há algumas décadas, acreditava-se
que depois de concluída a formação inicial, o profissional da educação estaria
preparado para atuar pelo resto de sua vida laboral, porém, a visão atual mudou de
forma significativa.
A educação do século XXI deve acompanhar o processo de mudanças que a
sociedade exige como contribuição para a formação de um novo sujeito. O
conhecimento é um diálogo, é uma expressão de liberdade, na medida em que
temos consciência de uma leitura crítica da realidade, onde a nossa reflexão deve
ser um constante devir, na perspectiva de indagação e de esquadrinhar com a
imaginação, sem acordo com resposta estanques e únicas.
Assim, a formação dos professores configura-se num desafio que tem a ver com
o futuro da educação e da própria sociedade brasileira e, diante das mudanças
ocorridas na política em nosso país, mais do que nunca há a necessidade de
construção de um projeto político e educacional, voltado para uma formação que se
efetive em bases consistentes, teoricamente sólidas e fundadas nos princípios de
qualidade e de relevância social. Essa formação, ao ser compreendido e trabalhado
numa perspectiva de constante reflexão sobre a natureza do ser professor e os
aspectos que permeiam a identidade docente, vem se consolidando a partir da
formação de um professor que atue profissionalmente, de maneira significativa e
transformadora.

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O artigo estudado visa aprimorar os conhecimentos abordados na área da


educação sendo escolar ou não. Trata-se de fomentar a gênese da Pedagogia e
seus diversos espaços executados. Embasa-se mostrando que a Pedagogia é a
área educativa que tem por finalidade ensinar a teoria e a prática, estimular o
aprimoramento do saber, ou seja, aplicar e disponibilizar para a sociedade o saber
científico.
Os vastos campos de atuação do pedagogo vão desde a construção civil,
órgãos municipais, estaduais e federais, escolas, hotéis, ONGs, instituições de
capacitação profissional, assessoria de empresas, museus, hospitais entre outros.
Em todos os ambientes o pedagogo atua para além de técnicas escolares ensinadas
na graduação. O pedagogo deve agregar suas experiências à de outros
profissionais, para que, então, em seu desempenho na gestão de pessoas e
coordenação de equipe propicie o desenvolvimento e a superação.
O novo cenário da educação se abre no século XXI com novas perspectivas
para o profissional que se insere no mercado de trabalho, sob diversas
abrangências, como nos mostra a própria sociedade, que vive um momento
particular discussões sobre globalização, neoliberalismo, terceiro setor, educação
on-line, enfim, uma nova estrutura se firma na sociedade, a qual exige profissionais
cada vez mais qualificados e preparados para atuarem neste cenário competitivo.
A educação em espaços não escolares vem confirmar esta discussão que
vivenciamos, o pedagogo sai então do espaço escolar, que até pouco tempo, era
seu espaço (restrito) de trabalho, para se inserir neste novo espaço de atuação com
uma visão redefinida da atuação deste profissional.
Empresas, hospitais, ONGs, associações, igrejas, eventos, emissoras de
transmissão (rádio e Tv), e outros formam hoje o novo cenário de atuação deste
profissional, que transpõe os muros da escola, para prestar seu serviço nestes locais
que são espaços até então restritos a outros profissionais. E esta atual realidade
vem com certeza, quebrando preconceitos e ideias de que o pedagogo está apto
para exercer suas funções na sala de aula. Onde houver uma prática educativa,
existe aí uma ação pedagógica.
Segundo estudos o curso de graduação em pedagogia oferece muitas
oportunidades além da atuação em escolas e instituições de ensino. São elas:
Pedagogo empresarial: o pedagogo empresarial pode atuar em empresas de
diversos ramos, em bancos, na área de acolhimento e ambientação de novos

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colaboradores, treinamentos e formação continuada dos colaboradores. Elabora


projetos e participa do planejamento estratégico e da equipe de gestão de pessoas.
Pedagogia hospitalar: o pedagogo hospitalar é responsável pelas atividades de
ensino e aprendizagem das crianças hospitalizadas por um determinado período de
tempo. Ele acompanha o planejamento escolar e auxilia a criança na continuação de
seus estudos para que não haja prejuízo quando de seu retorno à escola. É
responsável também por desenvolver atividades lúdicas e tornar o ambiente
hospitalar mais acolher. Os grandes hospitais já possuem um local direcionado às
atividades lúdicas e de aprendizagem que atendem tanto à crianças e jovens
hospitalizados, como também aos filhos dos colaboradores.
Pedagogo nas penitenciárias: o pedagogo pode atuar em penitenciárias tanto na
gestão como na docência. Para atuar em penitenciárias estatais, o pedagogo deve
concursado e realizar processo seletivo interno. Para atuar nessa área é importante
que o Pedagogo tenha experiência com a Educação de Jovens e Adulto – EJA, visto
que o público a ser atendido é adequado a essa modalidade de ensino.
Empresas de consultorias educacionais: o pedagogo pode atuar em empresas de
consultorias educacionais e/ou montar sua própria empresa. As empresas de
consultoria educacional são muito requisitadas atualmente. Nessa área o pedagogo
será responsável pelo planejamento pedagógico da instituição, diagnosticando os
pontos fracos e os pontos pontes da empresa, para, a partir daí, propor projetos de
intervenção e de gestão pedagógica objetivando a otimização do ensino ofertado.
Produção e revisão de materiais didáticos: o pedagogo pode atuar na produção e
na revisão de materiais didáticos para educação infantil, ensino fundamental e
médio. Com o crescimento da modalidade de ensino a distância, a produção de
materiais didáticos e com linguagem dialógica têm sido muito requisitado por
instituições escolares. Pode atuar em empresas de publicidade por meio da
produção de conteúdo digital voltado para o público infanto-juvenil.
Pedagogo social: o pedagogo social pode atuar em ONGs e centros de
atendimento à jovens em cumprimento de medidas socioeducativas. É responsável
por desenvolver projetos sociais de atendimento à comunidade, bem como pelos
processos de ensino e aprendizagem.
Com a intenção de compreendermos o conceito de Regimento Escolar
buscamos em Ferreira (1975, p. 1207) a definição de Regimento que assim expõe:
“Ato, efeito ou modo de reger, de dirigir”. No dicionário, regimento é a ação ou efeito

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de reger, ou seja: de guiar, conduzir, orientar. E, de fato, a língua portuguesa explica


bem a função do tal regimento escolar.
1. Qual a função do regimento no ambiente escolar?
Interpretando a referida definição, pode-se entender Regimento como um conjunto
de normas e regras que regulam o funcionamento de uma instituição, um órgão.
Estas normas podem ser impostas ou consentidas.
No entanto, é fundamental que o regimento esteja em conformidade com a
legislação que é aplicada no país — como é o caso da Lei N° 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, a chamada Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da Educação
nacional — bem como a que é aplicada, especificamente, no estado e município em
que se encontra a escola.
O regimento escolar ainda deve estar de acordo com a Base Nacional Comum
Curricular (BNCC) e com o Projeto Político/Pedagógico do estabelecimento
educacional em questão.
No Direito Administrativo, Regimento é definido como: “Ato editado para reger, em
obediência aos princípios estabelecidos pelas leis, o funcionamento de um órgão ou
serviço e as atribuições de seus componentes” (SIDOU, 1996, p. 177).
O PPP (Projeto Político Pedagógico) direciona os educadores na elaboração
dos projetos e vivências de cada turma e nas formas de participação da comunidade
escolar. É uma forma de sistematizar os planos educacionais e refletir criticamente
sobre sua importância, assegurando a qualidade do trabalho desenvolvido com o
objetivo de garantir a educação de qualidade. É elaborado de acordo com as
regulamentações do Regimento Escolar, que busca estabelecer diretrizes para o
funcionamento das Unidades Educacionais.
2. Quais aspectos são contemplados em um regimento escolar?
Devem estar de acordo com a legislação e a ordem que é aplicada no país, estado e
município. Devem ser baseado em um texto referencial e em princípios
democráticos, adotados pela Secretaria de Estado da Educação que são a base
para promover a discussão, a reflexão e a tomada de decisão pelos membros da
escola. Ele deve estar de acordo com uma proposta de gestão democrática, assim
ele possibilitará a qualidade do ensino, fortalecendo a autonomia pedagógica e
valorizando a participação da comunidade escolar que está representada através
dos órgãos colegiados.

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Toda escola precisa de equilíbrio em sua condução. Sobre tudo as principais


atribuições do(a) diretor(a) da escola são ter responsabilidade por tratar com
igualdade os pilares administrativo, pedagógico e comunitário. O diretor trabalha de
forma coletiva com os outros atores do processo escolar, o mesmo precisa se
inteirar sobre as questões pedagógicas, o coração da equipe pedagógica dentro da
escola são os professores e a própria equipe pedagógica, que vão direcionando
dentro do currículo, dentro dos conteúdos a serem ministrados, dentro das
metodologias que esse professor utiliza.
O diretor precisa acompanhar, não só a questão das notas, das avaliações, mas
principalmente a questão da evasão, aprovação e reprovação por conselho de
classe. A equipe pedagógica e os professores trazem essas informações para o
diretor e nesse sentido estabelecem-se estratégias para resgatar esse aluno da
evasão, e dificuldade de aprendizagem.
O diretor estabelece estratégias junto com a equipe pedagógica e junto com os
professores auxiliando nessa implementação, o diretor é o condutor de todas essas
ações pedagógicas e ele deve dar além de todo o suporte administrativo da
estrutura pedagógica, materiais didáticos, valorização da biblioteca, a possibilidade
de organizar essa escola dentro das metodologias da tecnologia da informação e da
comunicação para que dentro da sua função enquanto diretor do escopo pedagógico
possa direcionar os recursos e os encaminhamentos pedagógicos junto com a
equipe pedagógica e com os professores.
Sobre a questão administrativa, em especial a financeira. O diretor é o
responsável por cuidar do dinheiro que entra e prestar as contas do dinheiro que sai.
A transparência deve ser algo levado muito a sério e a população tem todo o direito
de saber onde seu dinheiro está sendo aplicado, mesmo que seja escola pública, há
dinheiro do povo envolvido. Ter conhecimentos sobre a legislação, acerca dos
direitos e deveres de todos os agentes escolares, os projetos que devem ser
implantados nas escolas, as portarias abertas, e outras questões legais essenciais.
Quando houver a necessidade de reivindicar alguma ação junto à Secretaria de
Educação, o diretor terá o respaldo e os saberes para dar continuidade.
Outra atribuição do cargo de diretor é a de manter as instalações e a estrutura
física em perfeita ordem e excelentes condições de funcionamento, inclusive no que
diz respeito a limpeza e organização do lugar.. O Projeto Político Pedagógico tem
que ser conduzido pela direção escolar, buscando mobilizar a comunidade para

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estar presente e ajudar a definir as prioridades e objetivos a serem alcançados,


sendo um processo totalmente democrático do começo ao fim. Realizar o
acompanhamento do cotidiano escolar, ou seja, ir às salas de aulas, conversar com
os professores, verificar como anda o aprendizado dos alunos, estar ao lado de todo
esse processo. Criar parcerias com o coordenador pedagógico, o qual atua
diretamente na gestão do aprendizado da garotada. E ainda incentivar a elaboração
e a prática de projetos e inciativas que visam trazer inovação e mudanças positivas
para o ambiente escolar. Proporcionando o material, espaço e o suporte necessário
para a implantação. Por fim, a direção irá gerenciar a atuação do corpo de docentes,
da equipe da coordenação, a de orientadores e demais funcionários, além de fazer a
articulação e mediação da comunicação entre eles.
A atuação desse profissional quanto ao atendimento aos alunos e aos docentes
é que o diretor tem como papel atender aos alunos e docentes de forma respeitosa,
compreendendo as necessidades e buscando soluções para entraves. O diretor
escolar é uma figura central de um determinado centro de ensino, apresentando por
isso grande relevância diante da comunidade escolar. Este deve saber agir com
diplomacia e respeito para com os indivíduos, tanto inerentes ao próprio ambiente de
ensino, quantos elementos externos.

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PLANO DE AÇÃO
Plano de Ação Escolar da Escola de Educação Básica Professor José Ribeiro
Damasceno. A escola de Educação Básica está situada na Rua Pinto Filho, 273,
Bairro Canaan, município de Trairi – CE. É coordenada e pertence à Secretaria
Municipal de Educação do Estado de Ceará.
Descrição da situação-problema Falta de interesse dos alunos; Alunos faltosos;
Indisciplina; Evasão escolar.

Proposta de solução Realização de um bom planejamento


estratégico; Com as necessidades e melhorias
mapeadas:
Investir em novas abordagens pedagógicas;
Planejamentos de atividades atraentes que
gerem interesse; Ouvir com frequência as
demandas apresentadas pela comunidade
escolar; Avaliar como tem sido a comunicação
entre professores e alunos; Melhorar o
relacionamento da escola com as famílias;
Criar um ambiente convidativo aos pais,
responsáveis e alunos é importante para evitar
a evasão escolar. A escola precisa ser um
lugar onde eles encontram apoio e atenção.
Realizar encontros para entender melhor as
demandas, preocupações, desejos e
expectativas da comunidade escolar. Investir
em gestão participativa colabora com essa
aproximação. A comunicação escolar deve
construir relacionamento com seu público,
ouvir seus feedbacks e aproximar família e
alunos dos processos de ensino com
prioridade.
Objetivos do plano de ação Criar alternativas que visem o acesso e a permanência
alunos na escola; Identificar os pontos positivos e os pon
serem melhorados na gestão e planejamento escolar; Rea

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investimentos que visem à qualificação do processo en


aprendizagem e a melhoria da estrutura física escolar.
condições e estimular experiências para o aprimoramen
processo educativo; Manter a legalidade, a regularida
autenticidade da vida escolar dos alunos; Manter o ensin
aprendizagem como centro do diálogo e atenção de
equipe escolar; Manter claramente definidas as funçõ
atribuições de todo pessoal da escola, deixando claro
expectativas em relação à equipe escolar; Gerir os recu
financeiros destinados à escola, com segurança e de ac
com os princípios de autonomia, legalidade, moralid
impessoalidade e da publicidade.
Abordagem teórica-metodológica Desta forma procurou-se identificar as dificuldades q
escola publica enfrenta em permanecer com o alun
ambiente escolar, portanto o trabalho procura compreende
causas e passa a oferecer subsídios que amenizem o qu
da evasão escolar que aflige a referida escola. Diante
fundamentos literários o estudo passa a enfocar os asp
metodológicos, configurando-se aos segmentos ge
docente e discente da referida entidade educacional.
como fundamentos autores que tratam a problemátic
evasão escolar, dentre eles com destaque: Bossa (2
Estebam (1992), FINI (1996), Oliveira (1995), Scoz (1
entre outros.

Recursos Vídeo, livros, apostilas, artigos, meios


tecnológicos, Datashow.

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Considerações finais A gestão democrática envolve todos os


segmentos da escola. Esse presente plano
de ação requer planejamento, criatividade
na realização das atividades, trabalha em
equipe, compreensão histórica da
educação e da realidade socioeconômica,
cultural, cognitiva e étnica dos alunos.
Tornam-se possíveis ações que visem a
melhoria geral da escola e promovam a
autonomia dos sujeitos que nela estão
interagindo e que possuem ideias, cultura e
valores diferenciados é a proposta deste
plano de trabalho. Para que a escola possa
cumprir sua função social o plano de
gestão irá nortear as atividades e ações
que serão desenvolvidas durante o período
de vigência. Busca-se em nível de escola
elevar os índices das avaliações externas,
o percentual de aprovação e a qualidade.
do ensino e, na mesma proporção, diminuir
a evasão e repetência dos alunos.

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CONSIDERAÇÕES FINAIS
O trabalho do pedagogo não se limita ao exercício de atividades isoladas, é um
trabalho diversificado que exige competência e comprometimento para eficiência em
sua execução. Durante o estágio em gestão escolar, mostrou-se como um tema bem
abrangente tendo em vista somando mais ainda em meus conhecimentos enquanto
aluno. Pode-se compreender um pouco do dia-a-dia da coordenação e ainda,
desenvolver um trabalho de intervenção por meio da elaboração de um plano de
ação. Esta ação nos permitiu conhecer uma das muitas ações do pedagogo e
pensar estratégias que pudessem contribuir com a melhoria do trabalho dos grupos
de estudos.
A disciplina de Estágio supervisionado na Gestão em espaços não escolares
proporcionou uma experiência muito válida, nos permitiu pensar e repensar a prática
pedagógica. Parece-nos clara a contribuição que essa experiência de estágio nos
proporcionou, pois por meio dele o aluno pode identificar novas estratégias para
solucionar problemas que talvez não imaginasse que fosse encontrar na área
profissional. É pelo estágio que se desenvolve de uma maneira mais eficaz o
raciocínio, a capacidade e o espírito crítico, além da autonomia para investigação
das atividades desenvolvidas no campo de trabalho, sendo uma oportunidade para a
escolha da área de atuação dos futuros profissionais.
O propósito deste estudo não foi questionar se o pedagogo deve ou não atuar
em outros espaços que não seja o ambiente escolar, o objetivo foi refletir sobre as
possibilidades e desafios do gestor da educação no espaço não escolar.
Josso (2004), referenda que a autoformação é um processo que possibilita ao
sujeito o caminhar para si, na perspectiva do reconstruir-se e responsabilizar-se na
relação com o outro e com o mundo. É uma ação educativa que o sujeito realiza na
vivência de experiências com outros sujeitos, ou seja, unidos às dimensões
subjetivas expressas nas espirais e a intersubjetividade que conduz à
transcendência.
Percebeu-se que o fazer pedagógico no espaço não escolar está diretamente
relacionado às atividades que envolvem trabalho em equipe, planejamento,
formação pessoal, orientação, coordenação, como dever do gestor da educação,
direcionando as transformações dos sujeitos envolvidos na prática pedagógica.
Acredito que, as experiências da vida de cada um, tanto pessoais, quanto
profissionais, acabam determinando seu desempenho e comportamento dentro das

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organizações, marcando assim, o olhar que pude ter em relação à gestão no espaço
não escolar vivenciado.
É fundamental manter a formação do educador voltada para a atuação em
diferentes contextos culturais e sociais, destacando a formação generalista desse
profissional, ampliando assim sua visão de mundo, pois as possibilidades de ensino-
aprendizagem estão em todas as partes, não sendo prioridade unicamente do
ambiente escolar. Sendo assim, confirma-se a necessidade do trabalho pedagógico
em qualquer espaço em que os objetivos principais sejam a concretização e
argumentação de ideias e a formação humana.
Contudo o gestor educacional no espaço não escolar deve estar aberto às
novas aprendizagens como a de tomar decisões sobre os problemas da organização
da educação, das formas de gestão, da organização e prática na sala de aula e fora
dela, dentre outras; conhecer, informar-se e dominar o conteúdo das discussões
para ser um participante atuante e crítico; dominar métodos e procedimentos de
pesquisa, bem como, as modalidades e instrumentos de avaliação do sistema de
ensino, da organização e da aprendizagem; elaborar plano, com metas e ações
educativas e sociais.
Esta sistemática de trabalho proporcionou momentos de ponderação sobre a
própria prática e oportunizou aprofundamento teórico.
Portanto, com a prática vivenciada e o olhar direcionado ao gestor da educação no
espaço não escolar, nessa pesquisa, pude compreender a grande importância do
gestor educacional nos espaços não escolares, com paradigma fundamentado no
trabalho democrático e participativo entre os membros das instituições, em
contribuição às mudanças necessárias para uma vida digna de seus agentes
participantes. Finalizo com uma frase à qual também me incentivou na pesquisa pela
temática e que acredito ser o que constantemente devemos almejar: “um amanhã
sobre o qual não possuímos certezas, mas que sabemos possibilidades” CORTELLA
(2002).

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REFERÊNCIAS

ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação do professor. In: MIZUKAMI, M.


et al (orgs) Formação de Professores: Tendências Atuais, São Carlos:
EdUFSCar, 1996, p. 95-105.

BACELAR, L. P. O papel do Conselho Escolar para a democratização da gestão.


Forlaleza: UEC, 2008.

BARRENECHE, C. J.O método autobiográfico e a pesquisa social, testemunhos e


histórias de vida. Mímeo, 2008.

BRASIL. Estatuto da Criança e Adolescente. Lei 8.069, de 13 de julho de 1990.


Brasília, 1990.

Brasil. Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos. Plano Nacional de


Educação em Direitos Humanos: 2007. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos
Humanos, 2007. 76 p.

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<http://portal.mec.gov.br > Acesso em: 02 nov. 2013.

BRASIL. RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. Disponível em


<http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rcp01_06.pdf > Acesso em 02 nov 2013.

BOLIVAR, A. (Dir.). Profissão professor: o itinerário profissional e a construção da


escola. Bauru, SP: EDUSC, 2002.

CANÁRIO, Rui. A escola tem futuro? Das promessas às incertezas. Porto Alegre:
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FONSECA, D. M. Gestão e Educação. Campinas, SP: Papirus, 1994.

FRANCO, Maria Amélia Santoro. Pedagogia como ciência da educação. Campinas,

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SP: Papirus, 2003.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa.


8. ed. São Paulo : Paz e Terra, 1996.
GOHN, Maria da Glória. Educação Não-Formal e Cultura Política. SP: Cortez, 1999.

GOHN, Maria da Glória. Educação não formal e cultura política: impactos sobre o
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GOHN, Maria da Gloria. Educação não formal e cultura política: impactos sobre o
Associativismo do terceiro setor.2 ed. São Paulo, Cortez, 2005

JOSSO, Marie-Christine. Experiência de vida e formação. São Paulo: Cortez, 2004.


LIBÂNEO, J.C. Pedagogia e pedagogos, para quê?.2.ed. São Paulo: Cortez, 1999.
LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5 ed.
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LIBÄNEO, Jose Carlos. Diretrizes curriculares da Pedagogia: um adeus à Pedagogia


e aos pedagogos? Novas subjetividades, currículos, docência e questões
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LIBÂNEO, J.C.; OLIVEIRA, J.F.de; TOSCHI, M. Educação escolar:


políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2007.

Livro A Escola e o Conhecimento Fundamentos Epistemológicos e Políticos do autor


Mário Sérgio Cortella (2002)

LUCK. Heloísa. A escola participativa: o papel do gestor escolar. Rio de Janeiro,


Dp&A, 2000

LUCK, Heloísa. A evolução da Gestão Educacional, a partir da mudança


paradigmática. Revista Gestão em Rede, n. 3,p. 13-18, 1997.

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