Você está na página 1de 9

DAVID MATOS CONTEÚDO RETIRADO DO SITE:

ESTUDANTE DE FISIOTERAPIA HTTP://WWW.PODERDASMAOS.COM/SITE/?P=NEUROANATOMIA11731 Fisioterapia

Neuroanatomia

Sistema Nervoso Possui duas funções:


a. Homeostasia →Equilíbrio do nosso corpo.
b. Relação do corpo humano com o ambiente.

Divisão Anatômica do Sistema Nervoso Central (SNC): Encéfalo Cérebro Telencefálo Diencéfalo Tálamo Hipotálamo Epitálamo
Subtálamo Cerebelo Tronco encefálico* Bulbo ou medula oblonga Ponte ou protuberância Mesencéfalo Periférico Nervos
Espinhais 31 pares Cranianos 12 pares Gânglios Terminações nervosas *Quando atravessa o forame magno já é medula
espinhal. Divisão Funcional Sistema Nervoso Somático (SNS) Aferente Sistema Nervoso Visceral (SNV) Aferente Eferente. É
quando o impulso nervoso sai da periferia e vai para o SNC. Todo impulso aferente é também chamado de sensitivo. Eferente É
quando o impulso nervoso sai do SNC para a periferia, mas precisamente para um órgão efetor (músculo) podendo ser um
músculo ou glândula. Músculos (liso, cardíaco e esquelético). Quando o órgão efetor é um músculo a via eferente é também
chamada motora. Quando o órgão efetor é uma glândula a via eferente é chamada de secretora. O SNS (somática) inerva o
músculo esquelético. O SNV (Visceral) inerva o músculo cardíaco e glândulas. Tipos de células do SN Neuroglias ou células da
glia ou glias nutrição sustentação e regeneração do Sistema Nervoso (SN). Neurônios São unidades morfofuncionais do SN que
conduzem e traduzem os impulsos nervosos. Dividem-se em: Dentritos são prolongamentos pequenos e numerosos. Corpo
celular é o único onde encontramos a maioria das organelas e é responsável pela nutrição. Axônio é geralmente único e de
grande tamanho. Classificação dos neurônios Multipolar é aquele que apresenta um corpo celular ou axônio e vários dentritos.
Corresponde a maioria dos neurônios dos seres humanos. Bipolar possui 1 corpo celular, 1 axônio, 1 dentrito. É encontrado no
ouvido e no globo ocular, responsável pela visão e audição. Pseudo unipolar 1 corpo celular e 1 axônio que se bifurca ou se
divide, ele conduz a maioria dos impulsos sensitivos, menos visão e audição. Fluxo Axoplasmático Por não conter ribossomos,
os axônios são incapazes de sintetizar proteínas. Portanto, toda proteína necessária à manutenção da integridade axônica, bem
como às funções das terminações axônicas, deriva do...

Sistema Nervoso Possui duas funções: 1.Homeostasia Equilíbrio do nosso corpo. 2.Relação do corpo humano com o ambiente.
Divisão Anatômica do SN Central Encéfalo Cérebro Telencefálo Diencéfalo Tálamo Hipotálamo Epitálamo Subtálamo Cerebelo
Tronco encefálico* Bulbo ou medula oblonga Ponte ou protuberância Mesencéfalo Periférico Nervos Espinhais 31 pares
Cranianos 12 pares Gânglios Terminações nervosas *Quando atravessa o forame magno já é medula espinhal. Divisão
Funcional SN Somático Aferente SN Visceral Aferente Eferente Eferente Aferente É quando o impulso nervoso sai da periferia e
vai para o SNC. Todo impulso aferente é também chamado de sensitivo. Eferente É quando o impulso nervoso sai do SNC para
a periferia, mas precisamente para um órgão efetor (músculo) podendo ser um músculo ou glândula. Músculos (liso, cardíaco e
esquelético). Quando o órgão efetor é um músculo a via eferente é também chamada motora. Quando o órgão efetor é uma
glândula a via eferente é chamada de secretora. O SNS (somática) inerva o músculo esquelético. O SNV (Visceral) inerva o
músculo cardíaco e glândulas. Tipos de células do SN Neuroglias ou células da glia ou glias nutrição sustentação e regeneração
do SN. Neurônios São unidades morfofuncionais do SN que conduzem e traduzem os impulsos nervosos. Dividem-se em:
Dentritos são prolongamentos pequenos e numerosos. Corpo celular é o único onde encontramos a maioria das organelas e é
responsável pela nutrição. Axônio é geralmente único e de grande tamanho. Classificação dos neurônios Multipolar é aquele que
apresenta um corpo celular ou axônio e vários dentritos. Corresponde a maioria dos neurônios dos seres humanos. Bipolar
possui 1 corpo celular, 1 axônio, 1 dentrito. É encontrado no ouvido e no globo ocular, responsável pela visão e audição. Pseudo
unipolar 1 corpo celular e 1 axônio que se bifurca ou se divide, ele conduz a maioria dos impulsos sensitivos, menos visão e
audição.

Fluxo Axoplasmático Por não conter ribossomos, os axônios são incapazes de sintetizar proteínas. Portanto, toda proteína
necessária à manutenção da integridade axônica, bem como às funções das terminações axônicas, deriva do pericário. Por outro
lado, as terminações axônicas necessitam também de organelas como mitocôndrias e reticulo endoplasmático agranular. Assim,
é necessário um fluxo continuo de substâncias solúveis e de organelas do pericário à terminação axônica. Para renovação dos
DAVID MATOS CONTEÚDO RETIRADO DO SITE:
ESTUDANTE DE FISIOTERAPIA HTTP://WWW.PODERDASMAOS.COM/SITE/?P=NEUROANATOMIA11731 Fisioterapia

componentes das terminações, é imprescindível o fluxo de substancias e organelas em sentido oposto, ou seja, em direção ao
pericário. Esse movimento de organelas e substancias solúvel através do axoplasma, é denominado fluxo axoplasmático. Há
dois tipos de fluxo que correm paralelamente: fluxo axoplasmático anterógrado, em direção à terminação axônica, e o fluxo
axoplasmático retrogrado, em direção ao pericário. Fluxo axoplasmático Anterógrado terminação axônica Retrógrado -pericário O
transporte axoplasmático retrógrado corresponde ao transporte de substâncias pelo axoplasma do axônio, partindo das
terminações axônicas em direção ao corpo celular. O neurônio apresenta tanto no corpo celular como nos dentritos e axônios as
seguintes propriedades: Condutibilidade quando excitado teremos a condução do impulso nervoso. Excitabilidade quando
estimulado qualquer uma destas partes, o neurônio se torna excitado. Axolema k+ (potássio) Terminação axônica -neurônio +(-
65mv eletronegatividade interna) Axoplasma Na (sódio) Cl (cloro) Potencial de Membrana ou Polarizado É o estado onde o
neurônio se encontra em repouso sem conduzir o impulso nervoso, onde o meio intracelular é eletronegativo com grande
concentração de potássio e o meio extracelular é eletropositivo com grande concentração de sódio e cloro. Potencial de Ação ou
despolarização É o estado onde o neurônio se encontra conduzindo impulso nervoso.

Primeiro é dado um estimulo, o local estimulado é chamado de zona de gatilho, este estimulo promove a abertura dos canais de
sódio localizados na membrana citoplasmática como existe uma grande quantidade de sódio no meio extracelular, o sódio entra
no citoplasma do neurônio deixando o eletropositivo e o meio extracelular eletronegativo. Esta inversão da polaridade ocorre em
direção à terminação axônica. Repolarização É o estado onde o neurônio volta ao estado inicial e ele ocorre em duas fases: 1ª
fase: O mesmo estímulo que promove a abertura dos canais de sódio promove também a abertura dos canais de potássio só
que tardiamente como existe uma maior concentração de potássio no meio intracelular, o potássio se desloca para o meio
extracelular deixando o meio intracelular eletronegativo e o meio extracelular positivo. 2ª fase: A bomba de sódio e potássio entra
em ação com ganho de energia (ATP) colocando 3 sódios para fora e 2 potássios para dentro dos neurônios, finalizando assim a
repolarização sendo que o neurônio agora tem a capacidade de incluir impulso nervoso. Condução Saltatória É a condução do
impulso nervoso através de um axônio bridonizado onde a despolarização ocorre saltando de nódulo de Ranvier. Como não há
necessidade de despolarizar toda a membrana citoplasmática e sim apenas o nódulo de Ranvier a velocidade de condução no
impulso nervoso é maior. Hiperpolarização É o estado onde o neurônio apresenta a inibição da condução do impulso nervoso,
devido ou pela entrada de cloro ou saída de potássio do neurônio deixando o meio intracelular mais eletronegativo ou
hiperpolarizado. Também é mais difícil de despolarizar. Observação: O laser de baixa potencia apresenta o efeito analgésico
pelo fato de que aumenta a produção de ATP a nível mitocondrial, esse ATP aumentado, aumenta a atividade da bomba de
sódio e potássio, deixando o neurônio hiperpolarizado inibindo a condução do impulso nervoso da dor. Sinapse É o processo
pelo qual o impulso nervoso passa de um neurônio para outra célula, esta pode ser um neurônio ou um órgão efetor. O órgão
efetor pode ser um músculo ou uma glândula, e os músculos pode ser liso cardíaco ou esquelético. Classificação Sinapse
interneuronal é uma sinapse entre 2 neurônios. Sinapse neuroefetuadora é uma sinapse entre o neurônio e um órgão efetor. Ela
pode ser subdividida em: somática e visceral.

Somática é quando a sinapse é entre um neurônio e o músculo esquelético. Visceral é quando a sinapse é entre um músculo
liso, cardíaco ou glândulas. Componentes de uma Sinapse Membrana pré-sináptica corresponde a membrana citoplasmática da
terminação axônica. Membrana pós-sináptica corresponde a membrana citoplasmática da outra célula. Fenda sináptica
corresponde a um espaço existente entre as duas membranas. No citoplasma da terminação axônica, existem vesículas
chamadas sinápticas que apresentam no seu interior substancias químicas chamadas neurotransmissores, na membrana pós-
sináptica existem receptores que são específicos para cada tipo de neurotransmissor na fenda sináptica existe uma grande
concentração de cálcio. Transmissão sináptica A despolarização chega à membrana pré-sináptica abrem-se os canais de cálcio,
como existe cálcio em grande quantidade na fenda sináptica, o cálcio entra no citoplasma da terminação axônica ativa proteínas
de ligação que unem as vesículas sinápticas a membrana pré-sináptica o neurotransmissor é lançado na fenda sináptica se
espalha pela fenda e é captado pelo receptor localizado na membrana pós- sináptica. Tipos de Neurotransmissores Excitatórios:
Acetilcolina, Adrenalina e Noradrenalina Inibitórios: GABA Ácido Gama Amíno Butírico O neurotransmissor excitatório promove
na membrana pós-sináptica a despolarização. O neurotransmissor inibitório promove na membrana pós-sináptica a
DAVID MATOS CONTEÚDO RETIRADO DO SITE:
ESTUDANTE DE FISIOTERAPIA HTTP://WWW.PODERDASMAOS.COM/SITE/?P=NEUROANATOMIA11731 Fisioterapia

hiperpolarização. Receptor da acetilcolina colinérgico Potencial Pós-sináptico Excitatório (PPSE) É o potencial gerado na
membrana pós-sináptica quando o receptor capta um neurotransmissor excitatório gerando na membrana pós-sináptica a
despolarização. Receptor do GABA Gabaérgico Potencial Pós-sináptico Inibitório (PPSI) É o potencial gerado na membrana pós-
sináptica quando o receptor capta um neurotransmissor inibitório gerando na membrana pós-sináptica a hiperpolarização. Ação
de fármacos Anestésico local bloqueia a abertura dos canais de sódio. Toxina botulínica (botox) atua paralisando o músculo
bloqueia a proteína de ligação (SNAP 25) na sinapse entre o neurônio e o músculo esquelético. Drogas curarizantes ocupa o
receptor localizado em uma sinapse entre o neurônio e o músculo esquelético.

Tipos de neuroglia SNC Astrócitos SNP Células Satélites Oligodentrocitos Células de Schawann Microgliócitos Células
ependimárias Tronco encefálico É dividido no sentido crânio caudal em mesencéfalo, ponte ou protuberância, bulbo ou medula
oblonga. Vista anterior do mesencéfalo existem duas estruturas chamadas pedúnculos cerebrais (esquerdo e direito) e tem a
função de unir o mesencéfalo aos hemisférios cerebrais. Entre os pedúnculos cerebrais existe uma cavidade chamada de fossa
interpeduncular onde se encontra a origem do III par craniano que é o nervo óculo motor. Vista posterior do mesencéfalo existem
quatro saliências chamadas de colículos ( 2 superiores e 2 inferiores). Abaixo dos colículos inferiores existem a origem do IV par
craniano que é o nervo troclear. Vista anterior da ponte separando a ponte do mesencéfalo, existe um sulco chamado sulco
pontino superior. Separando a ponte do bulbo existe o sulco pontino inferior, também chamada do de bulbo pontino. Na face
antero-lateral da ponte existe a origem do X par craniano o nervo trigêmeo. Vista posterior da ponte existem duas estruturas
chamadas pedúnculos cerebelares que estão localizados na região postero-lateral da ponte, servem para unir o cerebelo à
ponte. Obs.:entre o cerebelo e aponte existe uma cavidade chamada de IV ventrículo onde se encontra o líquor (cérebro espinal,
cefalorraquidiano) é liquido que banha o sistema nervoso central. No diencéfalo existe outra cavidade chamada de VIII ventrículo
que se comunica com o IV ventrículo através do aqueduto cerebral que é um canal localizado no interior do mesencéfalo. Vista
anterior do bulbo no sulco bulbo pontino existe a origem do VI abducente e o VIII vestíbulo troclear. Na linha média existe sulco
aprofundado chamado fissura mediana anterior. Na parte inferior do bulbo existe uma interrupção da fissura mediana anterior
chamada decussação das pirâmides onde ocorre o cruzamento da maioria dos neurônios motores.

Lateralmente a fissura mediana anterior existe outro sulco chamado sulco lateral anterior. Entre a fissura mediana anterior e o
sulco lateral anterior existe uma saliência chamada de pirâmide bulbar. No sulco lateral anterior existe a origem do XII nervo
hipoglosso. Entre o sulco lateral anterior e o sulco posterior existe uma saliência chamada oliva-bulbar. Vista posterior do bulbo
na linha média, existe um sulco mediano chamado posterior. Bem lateralmente ao sulco mediano posterior, existe o sulco lateral
posterior e entre o sulco mediano posterior e o sulco lateral posterior, existe o sulco intermédio. Na parte inferior do bulbo entre o
sulco mediano posterior e o sulco intermédio, existe uma estrutura chamada fascículo grácil que sobe e termina na parte superior
do bulbo em uma dilatação chamada tubérculo grácil. Entre o sulco intermédio e o sulco lateral posterior temos o fascículo
cuneiforme que sobe e termina na parte superior do bulbo, em uma saliência chamada tubérculo cuneiforme. No sulco lateral
posterior existe a origem do IX, X e XI nervos cranianos. Medula Espinhal É uma longa coluna de fibras nervosas aferentes
ascendentes que transmitem informações ao cérebro, de fibras nervosas eferentes descendentes que transmitem comandos do
cérebro, de interneurônios locais e de corpos celulares desses neurônios. A medula espinhal esta localizada dentro do canal
vertebral ou medular que é formado pela superposição das 33 vértebras (7 cervicais, 12 torácicas, 5 lombares, 5 sacrais e 4
coccigenas). Limite da medula: limite superior esta no nível da articulação ocipto-atlodiana. Limite inferior esta no nível da 2ª
vértebra lombar.

Abaixo de L2 não mais existe no canal vertebral a presença da medula espinhal, isto ocorre pelo fato de que na vida intra-uterina
existe uma diferença no crescimento ósseo (vertebral) em relação ao crescimento nervoso (medular). Medula espinhal 31 pares
nervos espinhais: 31 segmentos medulares: 8 cervicais 8 cervicais medulares 12 torácicas 12 torácicas medulares 5 lombares 5
lombares 5 sacrais 5 sacrais 1 cocígena 1 cocígena Abaixo de L2 vertebral o canal medular é preenchido por uma estrutura
chamada: cauda eqüina e é formada pelas raízes dos últimos nervos espinhais e pelo ligamento ou filamento terminal. Para
determinar o local de emergência ou exteriorizarão para medicamentos, utiliza-se as seguintes regras para os nervos cervicais:
DAVID MATOS CONTEÚDO RETIRADO DO SITE:
ESTUDANTE DE FISIOTERAPIA HTTP://WWW.PODERDASMAOS.COM/SITE/?P=NEUROANATOMIA11731 Fisioterapia

C1 seu nervo espinhal emerge entre o occipital e o atlas, os demais nervos seguem sucessivamente ou os nervos espinhais
emergem em cima das vértebras correspondentes com exceção do VIII nervo cervical que emerge abaixo de C7 e entre T1
vertebral. Os demais nervos se exteriorizam abaixo das vértebras correspondentes. Para determinar a possível localização dos
segmentos medulares em relação às vértebras utilizam-se as seguintes regras: Entre C2 e T10 vertebral para determinar o
segmento medular soma-se 2. T11 e T12 vertebral relacionando com as vértebras T11 e T12 encontra-se os 5 seguimentos
lombares e relacionando-se com a vértebra L1 encontram-se os 5 segmentos sacrais. Avaliação macroscópica da medula A
medula espinhal apresenta duas dilatações chamadas intumescência cervical e lombar elas existem graças à presença de
corpos celulares dos neurônios motores que se destinam aos membros superiores (intumescência cervical) ou para os membros
inferiores (intumescência lombar). No final da medula existe uma estrutura anatômica que apresenta uma forma cônica chamada
cone medular. Vista anterior da medula na linha media tem a fissura medial anterior bilateralmente encontra-se o sulco lateral
anterior. Vista posterior da medula na linha média existe o sulco mediano posterior, bilateralmente existe o sulco lateral posterior
e entre os segmentos medulares C1 e T6 encontra-se o sulco intermédio. Vista microscópica da medula.

A medula é dividida em substancia branca e substancia cinzenta. A substância cinzenta tem formato em H e se encontra
internamente em relação a substancia branca. A substância cinzenta é dividida em colunas ou córnons podendo ser: coluna
anterior, coluna posterior e coluna lateral. A coluna lateral se encontra entre os segmentos medulares T1 a L2. A coluna lateral
existe pelo fato de que nela encontram-se os corpos celulares dos neurônios pré-ganglionares do sistema nervoso simpático. A
substância branca é dividida em funículos podendo ser: funículo anterior, funículo lateral e funículo posterior. Funículo anterior
esta localizado entre a fissura mediana anterior e o sulco lateral anterior. Funículo lateral -esta localizado entre o sulco lateral
anterior e o sulco lateral posterior. Funículo posterior esta localizado entre o sulco mediano posterior e o sulco lateral posterior.
Entre os segmentos medulares C1 a T6 o funículo posterior é dividido pelo sulco intermédio e pelo septo intermediário. Fascículo
grácil localizado mais medialmente e fascículo cuneiforme.

Formação dos nervos espinhais A partir dos sulcos laterais anterior e posterior de cada segmento medular, parte filamentos
nervosos (anteriores e posteriores) que se unem entre si formando as raízes anterior e posterior as raízes se unem formando o
nervo espinhal. Na raiz posterior existe uma dilatação chamada gânglio da raiz dorsal que é onde encontramos os corpos
celulares do neurônio pseudo-unipolar. Observação: Gânglio é uma região onde existe corpos celular localizado no SNP.
Condução de um impulso nervoso sensitivo O receptor é conduzido pelos neurônios pseudo-unipolar através dos nervos
espinhais e pela raiz. A raiz dorsal bem como a região posterior da medula são sensitiva. Se ocorrer uma lesão nestas regiões o
paciente perde a sensibilidade. Condução de um impulso nervoso motor O corpo celular do neurônio motor esta localizado na
coluna anterior da substancia cinzenta de onde parte os axônios que vão pela raiz ventral depois pelo nervo espinhal ate chegar
ao músculo esquelético. Pode-se concluir que a região anterior da medula bem como a raiz anterior são motoras. Se houver uma
lesão nestas regiões o paciente perde a motricidade. O nervo espinhal conduz tanto impulso nervoso sensitivo quanto motores
por isso ele é chamado de misto. Se um paciente sofre lesão no nervo espinhal ele perde tanto a sensibilidade quanto a
motricidade. Meninges O SNC (medula/encéfalo) apresenta revestimento por membrana chamadas meninges: Piamater que é a
mais interna e que se encontra aderida a medula. Aracnóide mais intermediaria. Duramater a mais externa. Espaços medulares:
espaço extradural/epidural esta localizado entre as vértebras e a duramater. Espaço subaracnóideo esta entre a duramater e a
aracnóide. Espaço subaracnóideo esta entre a aracnóide e a piamater é onde encontra-se o liquor. Sistema Nervoso Autônomo
Divisão funcional: SN somático aferente SN visceral aferente eferente eferente SN autônomo simpático parassimpático O SNA
corresponde a parte eferente do SN visceral. Diferença entre o SN somático e visceral no que diz respeito a porção eferente:
Como no SNV existem dois neurônios entre o SNC e o órgão efetor o segundo neurônio vai se encontrar no SN periférico e o
corpo celular dele em um gânglio o neurônio que esta antes do gânglio é chamado de neurônio pré-ganglionar e que esta depois
é chamado de neurônio pós-ganglionar. Diferenças entre o Sistema Nervoso Simpático e Parassimpático Sistema Nervoso
Simpático Sistema Nervoso Parassimpático Origem: toráco-lombar (T1 a L2) Origem: Crânio-sacral (tronco encefálico e nos
segmentos medulares sacrais S2 a S4). É o sistema nervoso da luta, da fuga do stress. É o sistema nervoso da tranqüilidade. O
neurônio pré-ganglionar é curto e o neurônio pós-ganglionar é longo.
DAVID MATOS CONTEÚDO RETIRADO DO SITE:
ESTUDANTE DE FISIOTERAPIA HTTP://WWW.PODERDASMAOS.COM/SITE/?P=NEUROANATOMIA11731 Fisioterapia

O neurônio pré-ganglionar é longo e o neurônio pós-ganglionar é curto. O neurônio pré-ganglionar faz sinapse com vários
neurônios pós-ganglionares. O neurônio pré-ganglionar faz sinapse com poucos neurônios pós-ganglionares. Os gânglios são
chamados de pré-vertebrais ou para-vertebrais (próximo a medula). O gânglio é chamado de intramural já que esta próximo ao
órgão efetor. Na sinapse entre o neurônio pós-ganglionar e o órgão efetor é liberado como o neurotransmissor noradrenalina e o
receptor é o adrenérgico. Na sinapse entre o neurônio pós-ganglionar e o órgão efetor o neurotransmissor liberado é acetilcolina
e o receptor é o colinérgico muscaríneo. Funções do Sistema Simpático e Parassimpático Órgão Simpático Parassimpático
Pupila Midríase (aumento) Miose (diminui) Glândulas salivares Secreção escassa e viscosa Secreção abundante e fluida.
Coração: músculo Taquicardia Bradicardia Pulmões: brônquios Brônquiodilatação Brônquioconstricção Trato digestivo
Peristaltismo (diminuição) Peristaltismo (aumento) Esfíncteres: bexiga Contração Relaxamento Fígado: gastrointestinais
Glicogenólise (quebra de glicose) Glicogênese (formação de glicogênio à partir da glicose) Pênis Ejaculação Ereção Músculo
pilocretores -pêlo Contração Não atua Vasos da periferia Vasoconstricção Não atua Glândulas sudoripas Sudorese (produz suor)
Não atua Nervos cranianos Nervos que tem origem a partir do encéfalo. Estão distribuídos em algarismo romano sendo que esta
numeração acompanha o local de emergência no sentido crânio-caudal. Divisão: Par Nervo Origem Tipo I Olfativo Diencéfalo
Sensitivo II Óptico Telencéfalo Sensitivo III Óculo-motor Tronco encefálico Motor IV Troclear Tronco encefálico Motor V Trigêmeo
Tronco encefálico Misto VI Abducente Tronco encefálico Motor VII Facial Tronco encefálico Misto VIII Vestíbulo coclear Tronco
encefálico Sensitivo IX Glossofaríngeo Tronco encefálico Misto X Vago Tronco encefálico Misto XI Acessório Tronco encefálico
Motor XII Hipoglosso Tronco encefálico Motor Nervo olfativo Origem: bulbo olfatório no diencéfalo. Forma de abandono pela
caixa craniana: pela lamina crivosa do osso etmóide. Função: inervar a mucosa da fossa nasal responsável por conduzir o olfato.
Nervo óptico Origem: quiasma óptico (cruzamento com nervo esquerdo com o direito). Forma de abandono pela caixa craniana:
pelo canal óptico. Função: inervar a retina sendo responsável pela condução da visão. Nervo óculo-motor Origem: fossa
interpeduncular. Forma de abandono pela caixa craniana: pela fissura orbital ou orbitaria superior.

Função: inervar a maioria dos músculos da oculomotricidade quais são eles: Músculo elevador da pálpebra superior eleva a
pálpebra superior Músculo reto superior globo ocular para cima Músculo reto inferior globo ocular para baixo Músculo reto medial
globo ocular para o lado Músculo obliquo menor rotaciona lateralmente o globo ocular Músculo circulares da pupila faz miose
Nervo troclear Origem: abaixo dos colículos inferiores. Forma de abandono pela caixa craniana: pela fissura orbital superior.
Função: inervar o músculo grande obliquo ou obliquo maior ou superior, rotacionar medialmente o globo ocular. Nervo trigêmeo
Origem na face antero-lateral da ponte. Apresenta três ramos: oftálmico (v1); maxilar (v2); mandibular (v3). Os ramos oftálmico e
maxilar são sensitivos e o mandibular é misto. Mesmo assim o nervo trigêmeo é considerado um nervo misto. Ramo oftálmico:
abandona a caixa craniana pela fissura orbital superior; o ramo maxilar pelo canal redondo e o mandibular pelo canal oval. O v1
é responsável por conduzir impulsos nervosos sensitivos gerais das regiões frontal, parte anterior do coro cabeludo, pálpebras
superiores, globo ocular, conjuntiva, pirâmide e mucosa nasal, células e seios faciais. Conduz fibras pós-sinápticas do simpático
à pupila (fibras radiais). Ramo maxilar: conduz impulsos nervosos sensitivos gerais oriundo das regiões jugal (bochecha), asa do
nariz, pálpebra inferior, abobada palatina, orofaringe, lábio superior, processo alveolar superior e dentes superiores. Conduz
fibras do parassimpático vindas do VII (secreção glândulas lacrimais). Ramo mandibular: conduz impulsos nervosos sensitivos
gerais dos dentes inferiores, lábio inferior, região temporal e mentoniana, 2/3 anteriores da língua e assoalho da boca.

Fibras motoras inerva a maioria dos músculos da mastigação e conduz fibras parassimpáticas oriundas do IX e VII pares
cranianos para as glândulas salivares maiores (parótida, submandibular e sublingual). Observação: Impulsos nervosos sensitivos
gerais: tato, temperatura, pressão e dor. Impulsos nervosos sensitivos especiais: gustação, visão, olfato, audição. Nervo
abducente Origem: sulco bulbo pontíno próximo a linha media. Forma de abandono pela caixa craniana: pela fissura orbital
superior. Função: inervar o músculo reto lateral motor. Nervo facial Origem: bulbo pontino lateralmente ao VI, apresenta dois
ramos o nervo facial propriamente dito e o facial bis também chamado de intermediário. Forma de abandono pela caixa craniana:
entrando pelo meato acústico interno e saindo pelo forame estilomastóideo. O nervo facial é misto, o propriamente dito é motor
para músculos cutâneos da face, plastima, occipital, auricular do estribo, estiloioideo, ventre posterior do digástrico. O Bis é
sensitivo para o meato acústico externo e a concha auricular, sensorial gustativo 2/3 da língua. Motor: Conduz fibras
DAVID MATOS CONTEÚDO RETIRADO DO SITE:
ESTUDANTE DE FISIOTERAPIA HTTP://WWW.PODERDASMAOS.COM/SITE/?P=NEUROANATOMIA11731 Fisioterapia

parassimpáticas para glândulas lacrimais, submandibulares, sublinguais e glândulas salivares menores. O olho oculto troca
trigêmeos, abusando fácil, vesgo glossítico, vagabundo assessorando hipócritas. Paralisia facial pode ser de foi tipos: central e
periférica Paralisia central paralisa o terço inferior da hemi-face a lesão esta localizada dentro do SNC a paralisia do lado
contrario da lesão e pode ocorrer contrações involuntárias das musculatura facial sobre fortes emoções. Paralisia periférica
paralise a musculatura facial da hemiface a lesão é no SNP a paralisia é do mesmo lado da lesão e não apresenta contrações
involuntárias sobre fortes emoções. Nervo vestíbulo-coclear Origem no sulco bulbo pontino lateralmente ao VII. É o único que
não abandona a caixa craniana ele entra no meato acústico interno e fica dentro do ouvido interno, apresenta dois ramos: ramo
vestibular e ramo coclear. E é sensitivo Ramo vestibular: responsável pelo equilíbrio Ramo coclear: responsável pela audição
Nervo glossofaríngeo Origem: sulco lateral posterior do bulbo. Forma de abandono pela caixa craniana: pelo forame jugular. É
um nervo misto. Motor músculo da estilofaringeo e com X par craniano, constritores da faringe e palatofaríngeo. Sensitivo
cavidade timpânica, trompa auditiva, regiões da tonsilas palatinas (amígdalas), mucosa da faringe e 1/3 posterior da língua
(sendo que pode ter sensibilidade geral e gustativa). Conduz fibras parassimpáticas para a glândula salivar parótida (porção
motora). Nervo vago Origem sulco lateral posterior do bulbo. Forma de abandono pela caixa craniana: pelo forame jugular. É um
nervo misto, ele é sensitivo e motor para faringe, laringe, vísceras da caixa torácica e da cavidade abdominal alta. A ação
parassimpática sobre as vísceras e da cavidade abdominal é realizada pelo nervo vago. Nervo acessório Origem: sulco lateral
posterior do bulbo e da medula. Forma de abandono pela caixa craniana: pelo forame jugular. Apresenta dois ramos: ramo
bulbar e ramo medular que se juntam formando o nervo acessório. Nervo motor inerva basicamente o esternocleidomastodeo e o
trapézio. Nervo hipoglosso Origem: sulco lateral anterior do bulbo e acima do XI. Forma de abandono pela caixa craniana: pelo
canal do hipoglosso.

Função: inervar os músculos da língua, responsável pela contração coordenada da musculatura da língua. Reflexo vago vagal é
desencadeado ou pela irritação química da mucosa nasal, compressão do globo ocular e compressão do plexo hipogástrico
(murro na boca do estomago) Ativa a porção parassimpática do vago, chegando a diminuir a freqüência cardíaca e respiratória e
da pressão arterial. Exemplo: lança perfume e pressão do globo ocular. Reflexos Os reflexos são mecanismos subconscientes
de respostas a estímulos. Todo reflexo é involuntário, não tem a participação do córtex cerebral. Componentes: 1. Receptor
capta o estimulo gerando impulso nervoso 2.Via aferente conduz impulso nervoso do receptor ao centro nervoso. 3.Centro
nervoso localizado dentro do SNC. 4.Via eferente conduz e envia resposta do centro nervoso ao órgão efetor. 5.Órgão efetor
quem efetua a ação. Classificação do reflexo Quanto à localização do receptor: Superficiais é quando o receptor esta localizado
superficialmente. Ex: a pele. Profundos camada profunda. Quanto à localização do centro nervoso: Espinhais localizado na
medula espinhal, centro nervoso. Craniano localizado no encéfalo. Quanto ao tipo de órgão efetor: Somáticos músculo
esquelético. Vísceras músculo liso, cardíaco ou glândulas. Quanto ao número de sinapses: Monossinápticos uma única sinapse
no SNC. Polissinápticos mais de uma sinapse no SNC.

Quanto ao número de segmentos envolvidos: Unisegmentar um único segmento. Polisegmentar vários segmentos. Tipos de
reflexo Reflexo condicionado é aquele reflexo que o individuo não nasce com ele, adquire depois. Ex.:sentir cheiro e associar ou
encher a boca d água. Reflexo incondicionado todo individuo já nasce com ele. Reflexo da inibição recíproca ao contrair a
musculatura agonista obrigatoriamente por uma ação reflexa ocorre o relaxamento da musculatura antagonista. Reflexo patelar
batida com o martelo no joelho, perna projeta para frente. Reflexo coreano ou palpebral ou lacrimal. Reflexo mandibular
fechamento brusco da boca, ação do músculo masseter. Reflexo miotático inverso. Evacuação do conteúdo gástrico irritação da
mucosa. Reflexo pupilar ou foto motor estimula a retina com a luz, miose. Reflexo consensual estimula a retina de um olho e
observa a contração do outro. Conclusão: Importantes no diagnóstico e na localização das lesões neurológicas, bem como no
tratamento. Diencéfalo É dividido em: tálamo, epitálamo, subtálamo e hipotálamo. O hipotálamo é divido em três regiões e em
cada região encontra-se núcleos: Supra óptico (núcleo supraquiasmático, supra-óptico e paraventricular). Tuberal (núcleo
arqueado, ventromedial e dorsomedial). Mamilar ( núcleo posterior, mamilares). Funções do hipotálamo 1)Regulação do sistema
endócrino a hipófise apresenta duas regiões: hipófise posterior também chamada de neurohipófise e hipófise anterior chamada
de adenohipófise. Relação do hipotálamo com a neurohipófise: é uma relação neuronal onde os núcleos paraventricular e supra
DAVID MATOS CONTEÚDO RETIRADO DO SITE:
ESTUDANTE DE FISIOTERAPIA HTTP://WWW.PODERDASMAOS.COM/SITE/?P=NEUROANATOMIA11731 Fisioterapia

óptico são produzidos os hormônios ADH ou vasopressina ou hormônio antidiurético e ocitocina (atua principalmente nas mamas
para ejeção do leite e contração uterina). Estes hormônios são transportados pelo citoplasma do axônio até a neurohipófise onde
são secretados na corrente sanguínea e vão atuar em uma célula alvo à distância. Relação entre o hipotálamo e adeno hipófise:
é uma relação neuro vascular onde o hipotálamo mais precisamente no núcleo arqueado são produzidos hormônios chamados
hipotalâmicos que são transportados pelo citoplasma do axônio cai na corrente sanguínea e chega à adeno hipófise fazendo com
que a adeno hipófise produza outro hormônio que é liberado na corrente sanguínea e atua em uma célula-alvo à distância.
Hormônios hipotalâmicos Hormônios hipofisários Célula alvo CRH hormônio liberador da corticotropina ACTH corticotropina h.
adrenocorticotrófico Glândula adrenal (no córtex) TRH h. liberador da tireotropina TSH tireotropina Glândula tireóide GnRH h.
liberador das gonadotropinas FSH h. folículo estimulante e h. luteinizante Gônadas (testículos e ovários) GRH h. liberador do h.
do crescimento GH h. do crescimento

Quase todo o corpo GIH h. inibidor do h. do crescimento GH h. do crescimento Quase todo o corpo PIH h. inibidor da prolactina
PRL prolactina Glândulas mamárias PRH h. liberador da prolactina PRL prolactina Glândulas mamárias 2)Regulação do Sistema
Nervoso Autônomo: através do centro simpático e parassimpático (no hipotálamo) 3)Regulação da temperatura corpórea: graças
ao centro da perda de calor que esta na região anterior do hipotálamo e o centro da conservação do calor que esta na região
posterior do hipotálamo. O centro da perda do calor atua principalmente promovendo a: 1) vasodilatação; 2) sudorese; 3)
aumento da freqüência respiratória. O centro de conservação de calor: 1) tremores (contrações musculares); 2) fome ( come-se
mais com isso aumenta o metabolismo conseqüentemente aumenta o calor; 3) hiper atividade voluntaria ( se esfregar); 4)
hipersecreção dos hormônios tireotrofina (atua na T3 e T4 produz calor). 4)Regulação do comportamento emocional: centro da
raiva localizada no núcleo dorsomedial e o centro do prazer no núcleo ventromedial ambas na região tuberal. 5)Regulação da
ingestão de alimento: centro da fome localizada na região lateral e o centro da saciedade localizada no núcleo ventromedial.
Fatores que inibem o centro da saciedade: glicemia baixa, baixa utilidade de glicose celular, frio aumento do apetite, calor
diminuição do apetite, dist. gástrica diminuição do apetite. 6)Regulação da ingestão de água: centro da sede (lateral nesta região
ocorre os osmorecptores), alta osmolaridade aumento da sede (mais liquido que solvente), baixa osmolaridade diminuição da
sede (mais solvente que soluto). 7)Regulação da diurese: centro da diurese no núcleo supra óptico paraventricular ocorre no
osmorreceptores. Alta osmolaridade aumento do ADH antidiurético (mais soluto que solvente), baixa osmolaridade queda do
ADH (mais liquido que solvente) não precisa de ADH. O álcool inibe a produção de ADH, mais água no sangue a pressão é
maior, quando bebemos muito ocorre aumento da sede porque urinamos muito conseqüentemente perde-se muito liquido o
sangue fica mais soluto que solvente. Telencéfalo O telencéfalo é formado por dois hemisférios cerebrais direito e esquerdo, eles
não são completamente unidos nem completamente separados quem uni o hemisfério é o corpo caloso e quem separa é a
fissura longitudinal do cérebro. O telencéfalo apresenta várias saliências chamadas de giros, varias depressões chamadas de
sulco e no interior do telencéfalo existem duas cavidades chamadas de ventrículos laterais esquerdo e direito. O telencéfalo é
dividido em regiões chamados lobos frontal, parietal, temporal, occipital e insula. As insulas é visualizada separando o lobo
frontal do lobo temporal. O telencéfalo apresenta três sulcos principais: Sulco central: frontal +parietal Sulco lateral: frontal
+temporal Sulco parieto occipital: parietal +occipital A parte interna do nosso telencéfalo/cérebro é chamado de substancia
branca e a externa de substancia cinzenta ou córtex cerebral.

O córtex cerebral apresenta áreas funcionais divididas em: Projeção (primárias) podem ser sensitivas e motoras. Associação
(secundarias e terciárias) as secundarias podem ser sensitivas e motoras. Sensitivas primarias: Área somestésica: 3, 2, 1 de
Brodmann (giro pós central) localização lobo parietal é responsável por interpretar impulsos nervosos sensitivos gerais (dor
aguda, temperatura, pressão, tato, etc.). Área visual: 17,18 e 19 de Brodmann (lobo occipital) é responsável por interpretar
impulsos nervosos sensitivos da visão. Área auditiva: 41 e 42 (lobo temporal) é responsável por interpretar impulsos nervosos
sensitivos da audição. O homúnculo de Penfield apresenta lábios grandes, mãos grandes e língua grande. Pelo fato de que
essas áreas são mais sensíveis conseqüentemente existem regiões maiores no córtex cerebral responsável por interpretar
impulsos nervosos sensitivos dessas áreas sensíveis. Área vestibular: localizada no lobo parietal próximo a área somestesica da
face. É responsável por interpretar impulsos nervosos sensitivos do equilíbrio. Área olfatória: localizada na parte anterior do
DAVID MATOS CONTEÚDO RETIRADO DO SITE:
ESTUDANTE DE FISIOTERAPIA HTTP://WWW.PODERDASMAOS.COM/SITE/?P=NEUROANATOMIA11731 Fisioterapia

úncus e do giro do hipocampo, é responsável por interpretar impulsos nervosos sensitivos do olfato. Área gustativa: localizada na
área 43 de Brodmann (na ínsula), é responsável por interpretar impulsos nervosos sensitivos da gustação. Área motora primaria:
localizada na área 4 de Brodmann no giro pré-central do lobo frontal, é responsável por enviar impulsos nervosos motores para
contrair voluntariamente a musculatura esquelética. Área secundaria sensitiva: área somestésica secundaria ( 5 e 7 de
Brodmann) área visual secundaria (20, 21 e 37 de Brodmann) área auditiva secundaria ( 22 de Brodmann) Área secundaria
motora: área motora suplementar: localizada na parte superior da área 6 de B. e área pré motora localizada na parte lateral da
área 6 de B.,são responsáveis pelo planejamento da contração voluntaria da musculatura esquelética. área de Broca (44 e parte
da 45 de Brodmann), é responsável pela expressão da linguagem falada e escrita. área de Wernicke (parte posterior da área 22
de B.), é responsável pela percepção da linguagem (auditiva). Área terciária área pré-frontal: localizada na parte anterior não
motora do lobo frontal, é responsável pela escolha de opções e estratégias comportamentais, manutenção da atenção e do
controle emocional. área temporo-parietal: localizada na área 39 e 40 de B.,é responsável pela percepção espacial e imagens
das partes do próprio corpo. áreas límbicas: localizada nos giros cíngulo e hipocampo, é responsável pela memória e
comportamento emocional. A falta de consciência corporal ocasiona muitas lesões, cujas causas, ás vezes, até são
desconhecidas. Os exercícios de propriocepção nada mais são do que a percepção do próprio corpo através de um estimulo ou
movimento. Ato de desafios, estimulamos o SN, propiciando uma adaptação que resultara na melhora da capacidade física. Vias
Trato ou fascículo é um conjunto de axônio do SNC.

Nervos é um conjunto de axônio do SNP. Núcleo é uma região do SNC onde são encontrados corpos celulares. Gânglio é uma
região do SNP, onde são encontrados corpos celulares. As vias localizadas no SNC são classificadas como vias ascendentes e
vias descendentes são também chamadas de motoras ou secretoras e as ascendentes são também chamadas de sensitivas. As
vias descendentes são classificadas em: Piramidais e extra-piramidais levando em consideração a passagem ou não dos
axônios pela pirâmide bulbar. Vias piramidais No córtex cerebral mais precisamente na área 4 de Brodmann partem axônios em
direção a pirâmide bulbar formando o trato cortico espinhal. Na pirâmide bulbar a maioria dos axônios (em torno de 90%) do trato
cortico espinhal, cruza de lado pela decustação das pirâmides vão descer pela medula através do funículo lateral, formando o
trato cortico espinhal lateral. Os axônios do trato cortico espinhal lateral vão fazer sinapse na coluna anterior da substancia
cinzenta com o neurônio motor em cada segmento medular. Este neurônio motor sai da medula pela raiz anterior e depois vai
através do nervo espinhal até o músculo esquelético. A menor parte dos axônios que não cruzaram de lado na decustação das
pirâmides descem pela medula através do funículo anterior formando o trato cortico espinhal anterior que em cada segmento
medular os axônios cruzam de lado que vão fazer sinapse na coluna anterior da substancia cinzenta com o neurônio motor que
saem da medula pela raiz anterior e depois vai através do nervo espinhal fazer sinapse com o músculo esquelético. Uma lesão
acima da decussação das pirâmides no trato cortico espinhal vai promover a paralisia no lado contro-lateral. Uma lesão abaixo
da decussação das pirâmides no funículo lateral lesando o trato cortico espinhal lateral vai promover a paralisia no lado
homolateral ou hipselateral (mesmo lado). E a lesão do nervo espinhal vai promover a paralisia do lado homolateral. Uma lesão
abaixo da decussação das pirâmides no funículo anterior lesando o trato cortico espinhal anterior vai promover a paralisia no
lado contro-lateral. Vias extrapiramidais Não passam pela pirâmide bulbar e são formados pelos tratos: Trato tecto espinhal: sai
dos coliculos e vai para a medula, mesmo que tecto mesencefalico. Função: musculatura axial, reflexos visuais. Trato vestíbulo
espinhal: núcleos vestibulares. Função: manutenção do equilíbrio e da postura básica, musculatura axial. Trato rubro espinhal:
núcleo rubro. Função: motricidade distal dos membros. Trato reticulo espinhal: formação reticular. Função: manutenção do
equilíbrio e da postura básica, musculatura axial e proximal, o mais importante. Vias ascendentes a)Função posterior (fascículo
grácil e cuneiforme) Função é a capacidade que temos de determinar a posição ou o movimento. Propriocepção consciente
(cinestesia) Fato discriminativo ou epcrítico é o tato mais refino. Sensibilidade vibratória Estereognosia é a capacidade de
determinar o formato dos objetos pelo tato. Condução do impulso nervoso O receptor capta o estimulo, gera impulso nervoso que
é conduzido pelo neurônio pseudo-unipolar até a medula espinhal. Ao chegar à medula o axônio sobe ou pelo fascículo grácil ou
pelo fascículo cuneiforme chegando à região anterior e superior do bulbo fazendo sinapse com o segundo neurônio ou tubérculo
grácil ou cuneiforme. Esse segundo neurônio cruza de lado e vai ate o tálamo fazendo sinapse com o terceiro neurônio e vai
conduzir o impulso nervoso até a área somestésica.
DAVID MATOS CONTEÚDO RETIRADO DO SITE:
ESTUDANTE DE FISIOTERAPIA HTTP://WWW.PODERDASMAOS.COM/SITE/?P=NEUROANATOMIA11731 Fisioterapia

Se ocorrer uma lesão no neurônio pseudo unipolar, no funículo posterior unilateralmente vai ocorrer à perda da sensibilidade do
mesmo lado da lesão. Se a lesão for acima do bulbo vai perder a sensibilidade do lado contro-lateral. b)Funículo anterior: trato
espino talâmico anterior. Função: pressão e tato leve (protopático) Condução do impulso nervoso da poção e o tato leve: O
receptor capta o estimulo, gera impulso nervoso, e é conduzido pelo neurônio pseudo unipolar até a medula, chegando à medula
pela raiz posterior do nervo espinhal. O neurônio pseudo unipolar faz sinapse com o segundo neurônio na coluna posterior da
substancia cinzenta, o segundo neurônio cruza de lado e sobe pelo funículo anterior através do trato espinotalâmico anterior. O
tálamo faz sinapse com o terceiro neurônio que vai conduzir impulso nervoso até a área somestesica do córtex cerebral. Se
houver uma lesão no neurônio pseudo unipolar vai ocorrer à perda da sensibilidade do mesmo lado da lesão. Se houver uma
lesão na medula ou no encéfalo unilateralmente, vai ocorrer à perda da sensibilidade ao lado contrario da lesão. c)Funículo
lateral: trato espino talâmico lateral. Função conduzir impulso nervoso da temperatura e a dor aguda. Condução do impulso
nervoso: O receptor capta o estimulo, gera impulso nervoso, e é conduzido pelo neurônio pseudo unipolar até a medula,
chegando à medula pela raiz posterior do nervo espinhal. O neurônio pseudo unipolar faz sinapse com o segundo neurônio na
coluna posterior da substancia cinzenta, o segundo neurônio cruza de lado e sobe pelo funículo anterior chegando ao tálamo
através trato espinotalâmico lateral. No tálamo o segundo neurônio faz sinapse com o terceiro neurônio que vai conduzir impulso
nervoso na área cerebral até a parte somestesica. Se houver uma lesão no neurônio pseudo unipolar vai ocorrer à perda da
sensibilidade do mesmo lado da lesão. Se ocorrer uma lesão unilateralmente na medula ou no encéfalo vai ocorrer à perda da
sensibilidade do lado contrario da lesão. Trato espino cerebelar anterior: sai da medula e vai para o cerebelo pela parte anterior
do funículo lateral. Trato espino cerebelar posterior: sai do funículo lateral. Ele tem uma única função: propriocepção
inconsciente.

REFERÊNCIA
Neuroanatomia. Disponível em:< http://www.poderdasmaos.com/site/?p=Neuroanatomia11731>.Acesso em: 9 abr. 2011.