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MONITOR DE TEMPERATURA TM1

TM2

Manual Técnico
Índice
Parte Título Página
Segurança e Garantia ii
Histórico de Revisões iii
I Filosofia de Funcionamento I-1
II Projeto e Instalação II-1
III Colocação em Funcionamento III-1
IV Resolução de Problemas IV-1
V Apêndices V-1

Nota: No início de cada uma das partes encontra-se o índice


detalhado da mesma.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. i


SEGURANÇA E GARANTIA
Este manual deve estar disponível aos responsáveis pela instalação e
usuários dos Monitores de Temperatura TM1 e TM2.
A instalação, manutenção e operação de equipamentos em subestações de energia elétrica
requerem cuidados especiais e, portanto, todas as recomendações deste manual, normas
aplicáveis, procedimentos de segurança, práticas de trabalho seguras e bom julgamento devem
ser utilizados durante a instalação, operação e manutenção dos Monitores de Temperatura
TM1 e TM2.
AVISO
Para garantir a segurança dos usuários, proteção dos equipamentos e operação correta, os
seguintes cuidados devem ser seguidos durante a instalação e manutenção do TM1/TM2:
1) Leia cuidadosamente este manual antes da instalação, operação e manutenção
dos TM1/TM2. Erros na instalação ou nos ajustes do TM1/TM2 podem causar
operação insegura, envolvendo riscos ao equipamento, avaria e desligamento
indevido do transformador.
2) A instalação, ajustes e operação do TM1/TM2 deve ser feita por pessoal treinado e
familiarizado com dispositivos de controle e circuitos de comando de
transformadores de potência.
3) Atenção especial deve ser dada à instalação do TM1/TM2 (vide item 6), incluindo o
tipo e bitola dos cabos utilizados, bem como aos procedimentos para colocação em
serviço (item 8), incluindo a correta parametrização do equipamento.
4) Ao efetuar ensaios de rigidez dielétrica na fiação (tensão aplicada), desconectar os
cabos de terra ligados aos terminais 13 dos Monitores de Temperatura TM1 e TM2
a fim de evitar a destruição das proteções contra sobretensões existentes no
interior dos aparelhos devido à aplicação de tensões elevadas durante longo
período (por exemplo, 2kV por 1 minuto). Estas proteções estão internamente
conectadas entre os terminais de entrada/saída e o terra, grampeando a tensão em
cerca de 300V.
TERMO DE GARANTIA
O Monitor de Temperatura será garantido pela Treetech pelo prazo de 2 (dois) anos, contado a
partir da data de aquisição, exclusivamente contra eventuais defeitos de fabricação ou vícios
de qualidade que o tornem impróprio para o uso regular.
A garantia não abrangerá danos sofridos pelo produto, em conseqüência de acidentes, mau
uso, manuseio incorreto, instalação e aplicação incorretas, ensaios inadequados ou
rompimento do selo de garantia.
A eventual necessidade de assistência técnica deverá ser comunicada à TREETECH, ou a
uma assistência técnica por ela nomeada, com a apresentação do equipamento acompanhado
da respectiva Nota Fiscal de compra.
Nenhuma garantia, expressa ou subentendida, além daquelas citadas acima é provida pela
Treetech. A Treetech não provê qualquer garantia de adequação do TM1/TM2 a uma aplicação
particular.
O vendedor não será imputável por qualquer tipo de dano a propriedades ou por quaisquer
perdas e danos que surjam, estejam conectados, ou resultem da aquisição do equipamento, da
performance do mesmo ou de qualquer serviço possivelmente fornecido juntamente com o
TM1/TM2.
Em nenhuma hipótese o vendedor será responsabilizado por prejuízos ocorridos, incluindo,
mas não se limitando a: perdas de lucros ou rendimentos, impossibilidade de uso do TM1/TM2
ou quaisquer equipamentos associados, custos de capital, custos de energia adquirida, custos
de equipamentos, instalações ou serviços substitutos, custos de paradas, reclamações de
clientes ou funcionários do comprador, não importando se os referidos danos, reclamações ou
prejuízos estão baseados em contrato, garantia, negligência, delito ou qualquer outro.
Em nenhuma circunstância o vendedor será imputado por qualquer dano pessoal, de qualquer
espécie.

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Histórico de Revisões
Rev. No. Emitido Por Descrição
0 2004-01-23 Fco Emissão original
Incluída folha Histórico de Revisões; revisada Figura 4.13:
Dimensional TM1 e TM2 (inclusão números dos bornes);
1 2004-10-05 Fco
revisão Tabela 1 – Ajustes sugeridos (HS+ e HS*); troca
logotipo rodapé.
Adição do submenu PRT (seleção do Protocolo de
comunicação serial) e do parâmetro SUP4. Alteração da faixa
2 2004-11-11 Fco de ajuste para GEO e mapa de memória.
Nota: Esta revisão do manual se aplica apenas aos
aparelhos com versão de firmware V2.0.2
Inclusão funcionalidades refrigeração forçada, relógio e
calendário.
3 2004-11-11 Fco
Nota: Esta revisão do manual se aplica apenas aos
aparelhos com versão de firmware V2.0.4
Revisado Apêndice A, dados técnicos das saídas de
4 2005-02-17 Marcos
analógicas.
Alterada faixa de ajuste do parâmetro CNT (caps. 5.3.4.1 e
5.3.4.2). Acrescentado device profile para protocolo DNP3.0.
Acrescentadas variáveis Modbus 67...72.
5 2004-07-15 Marcos
Nota: Esta revisão do manual se aplica apenas aos
aparelhos com versão de firmware V2.0.7 e posteriores (a
menos esteja disponível nova versão de manual específica)
Reformulação das tabelas de indicação de erro, na parte IV -
6 2005-08-17 Fabrício
Resolução de Problemas
Atualização do manual para o novo TM com firmware V3.0
Nota: Esta revisão do manual se aplica apenas aos
7 2005-12-16 Fabrício
aparelhos com versão de firmware V3.0.0 e posteriores (a
menos esteja disponível nova versão de manual específica)
Incluídas recomendações para testes de tensão aplicada e
Leo/ folhas de parametrização. Revisados escalas de temperatura,
8 2006-10-31
Marcos mapas de registradores e troubleshooting. Revisão geral nos
textos.
Inclusão dos opcionais Memória de Massa e Diferencial de
Temperatura do OLTC;
9 2007-06-01 Marcos Nota: Esta revisão do manual se aplica apenas aos
aparelhos com versão de firmware V4.0.0 e posteriores (a
menos que esteja disponível nova versão de manual
específica)
Revisado Device Profile DNP3.0 –Incluídos Analog Inputs 42
a 49 e Binary Inputs 64 a 71. Revisado Mapa de
Registradores Modbus – Incluídos registradores 1025 a 1031,
1505 e 1506. Acrescentadas figuras 4.4 e 4.5.
10 2008-04-14 Marcos
Nota: Esta revisão do manual se aplica apenas aos
aparelhos com versão de firmware V4.0.3 e posteriores (a
menos que esteja disponível nova versão de manual
específica)
Revisado controle do Resfriamento Forçado, capítulos 2.2,
3.1, 3.4, 4.1, 4.2, 4.2.4, 4.3, 5.3, 5.3.5, 5.3.5.1, 5.3.5.2, 7.7 e
Apêndice D.
11 2008-07-15 Marcos Nota: Esta revisão do manual se aplica apenas aos
aparelhos com versão de firmware V4.0.5 e posteriores (a
menos que esteja disponível nova versão de manual
específica)

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Parte I – Filosofia de Funcionamento
Índice de Assuntos
Capítulo Título Página
1. Introdução I-2
2. Filosofia de Funcionamento I-4
2.1 Temperaturas de óleo e enrolamentos I-4
2.2 Controle do Resfriamento Forçado I-4
Diferencial de temperatura dos comutadores
2.3 I-4
sob carga
3. Operação I-6
3.1 Indicações iniciais I-6
3.2 Função das teclas I-8
3.3 Telas de consulta I-8
3.3.1 Telas de consulta TM1 I-8
3.3.2 Telas de consulta TM2 I-1
3.4 Comandos I-12

Índice de Figuras

Figura Título Página


1.1 Monitores de Temperatura TM1 e TM2 I-3
Medições de temperaturas de CSC,
2.1 I-5
transformador e diferencial de temperatura
Diferenciais de temperatura instantâneo e
2.2 I-5
filtrado
3.1 Indicações de temperaturas I-6
LED’s de Sinalização do Monitor de
3.2 I-7
Temperatura TM1
LED’s de Sinalização do Monitor de
3.3 I-7
Temperatura TM2
3.4 Indicações de autodiagnósticos I-7
3.5 Comando dos grupos de resfriamento forçado I-12

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1. INTRODUÇÃO

Os Monitores de Temperatura TM1 e TM2 da Treetech formam um sistema completo para


Monitoração de Temperaturas em transformadores e reatores imersos em óleo. Por ser um
sistema modular, pode ser utilizado em aplicações simples, que requerem baixo custo, bem
como em sistemas de monitoração completos. O sistema é composto pelos módulos TM1 e
TM2:

 TM1, monitora a temperatura do óleo e de um enrolamento. Está equipado com:

o Entrada configurável para um sensor RTD a 4 fios, para temperatura do óleo, ou


dois sensores a 3 fios - medição redundante da temperatura do óleo ou medição
simples da temperatura do óleo e de uma temperatura adicional (por exemplo,
ambiente ou comutador);
o Uma entrada de medição de corrente de carga, para cálculo da temperatura do
enrolamento.

 TM2, aplicado como complemento ao TM1, monitora a temperatura de um ou dois


enrolamentos adicionais. Está equipado com:

o Duas entradas de medição de corrente de carga, para cálculo das temperaturas de


dois enrolamentos adicionais;
o Entrada configurável para um sensor RTD a 4 fios, um sensor a 3 fios na entrada
A, um sensor a 3 fios na entrada B ou dois sensores a 3 fios nas entradas A e B,
para medição de temperaturas adicionais (por exemplo, ambiente, comutadores
sob carga ou outras).

Além destas funções básicas, estão disponíveis nos monitores TM1 e TM2 diversos opcionais.
Vide Funções Opcionais adiante.

Características Principais:
 Entradas para sensores Pt100 Ohms a 0ºC com auto-calibração, precisão 0,2% do fim de
escala e alta estabilidade em larga faixa de temperatura ambiente.
 Medição de temperatura do topo do óleo utilizando um sensor Pt100 a 3 fios, um Pt100 a 4
fios ou dois Pt100 a 3 fios (medição redundante de temperatura e validação da medição);
 Entradas universais de corrente AC True RMS de 0 a 10A, precisão 0,5% do fim de escala
para medição de carga e cálculo da temperatura do enrolamento pelo processo de imagem
térmica. Opcional de TC de janela seccionável externo;
 Displays tipo LED com 4 dígitos de alta luminosidade para fácil visualização, indicando as
temperaturas do óleo, dos enrolamentos ou outras selecionadas pelo usuário;
 Cálculo da previsão de gradiente final de temperatura óleo-enrolamento para a carga atual;
 Saídas de corrente para indicações remotas de temperaturas, com seleção da faixa de
saída (0...1mA, 0...5mA, 0...10mA, 0...20mA ou 4...20mA);
 Operação do resfriamento selecionável via teclado frontal em Automático ou Manual.
Alternância automática dos grupos de resfriamento forçado em estágios pré-programados,

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baseada nos seus tempos de trabalho, proporcionando uso uniforme dos ventiladores e/ou
bombas;
 Função opcional de Pré-resfriamento para redução da perda de vida da isolação em caso
de carregamentos elevados;
 Função opcional de Exercício do Resfriamento para prevenção de falhas nos ventiladores e
bombas;
 Contatos NA (NF ou combinações sob pedido) para alarmes por temperaturas do óleo ou
dos enrolamentos;
 Contatos NA (NF ou combinações sob pedido) para desligamentos por temperaturas do
óleo e dos enrolamentos com dupla segurança no acionamento (ordem simultânea dos 2
microcontroladores para operação). Temporização ajustável de 0 a 20 minutos com
contagem regressiva no display;
 Contatos NF para acionamento de até 4 grupos de resfriamento forçado (utilizando TM1 e
TM2) com temporização entre a partida dos grupos (mesmo com falta de alimentação para
o TM1 ou TM2) e operação forçada pelas rotinas de auto-diagnóstico em caso de falha ou
em falta de tensão;
 Contatos (NF) para indicação de falha interna ou falta de tensão detectado pelo auto-
diagnóstico;
 Contatos (NA) para indicação de entrada no modo de contagem para atuação do
desligamento ou alarme de diferencial de temperatura do(s) comutador(es) sob carga
(opcional);
 Protocolos de comunicação MODBUS-RTU (padrão) e DNP-3.0 (opcional);
 Protocolo DNP-3.0 (opcional) com time-stamp com resolução de 1ms para eventos como
alarmes e desligamentos, baseado em sincronismo de relógio por sinal de GPS no padrão
IRIG-B (apenas para TM1) ou sincronismo pelo protocolo DNP3.0;
 Memória de massa não-volátil para armazenamento das medições de temperaturas e
registro de operações da ventilação forçada e ocorrências de alarmes ou desligamentos;
 Relógio interno com ajuste mantido por 48 horas em caso de falta de alimentação, sem o
uso de baterias - equipamento livre de manutenção.

Figura 1.1 – Monitores de Temperatura TM1 e TM2

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2. FILOSOFIA DE FUNCIONAMENTO

2.1 TEMPERATURAS DE ÓLEO E ENROLAMENTOS

Baseado nas leituras da temperatura do óleo isolante e da corrente de carga do transformador,


o Monitor de Temperatura efetua o cálculo (imagem térmica) da temperatura do enrolamento
através do algoritmo implementado em seu firmware. Fazem parte deste algoritmo dados do
transformador que são programados pelo usuário, adaptando o modelo às suas características.

A medição da temperatura do óleo é feita diretamente, utilizando sensores resistivos, tipo


Pt100Ω a 0ºC. A medição de correntes de carga do transformador é efetuada através do
secundário de um ou mais transformadores de corrente (TCs) que se conectam ao TM1 e TM2
diretamente ou através de TCs de janela externos com núcleo seccionável (fornecimento
opcional).
2.2 CONTROLE DO RESFRIAMENTO FORÇADO

Os Monitores de Temperatura TM1 e TM2 podem efetuar o comando de até 4 grupos de


resfriamento forçado, em modo manual ou automático. No modo automático, o controle dos
grupos de resfriamento forçado é feito sempre com base no maior valor medido dentre as
temperaturas do óleo e dos enrolamentos 1, 2 e 3. Se estiver disponível a função opcional de
pré-resfriamento, o resfriamento forçado poderá ser comandado também com base nos
carregamentos percentuais dos enrolamentos, considerando o maior carregamento medido. A
função de pré-resfriamento faz com que, devido à inércia térmica do óleo e dos enrolamentos,
os grupos de resfriamento sejam acionados antes de o transformador atingir os níveis de
temperatura pré-estabelecidos nos ajustes para comando automático, reduzindo assim a
temperatura média de operação do transformador.

A função opcional de exercício dos equipamentos de resfriamento permite o acionamento diário


dos ventiladores e/ou bombas de circulação de óleo, com o objetivo de evitar que ocorram
falhas mecânicas devido a longos períodos sem utilização, com horário de início e tempo de
exercício programados pelo usuário.

2.3 DIFERENCIAL DE TEMPERATURA DOS COMUTADORES SOB CARGA

O Comutador Sob Carga (CSC) é uma das principais fontes de falhas em transformadores de
potência, devido principalmente à existência de partes móveis que conduzem e interrompem
altas correntes enquanto submetidas a elevados potenciais elétricos.

Alguns dos modos de falha mais comuns nos comutadores estão relacionados a contatos
deteriorados ou a desajustes mecânicos que causam elevação da resistência de contato e
levam a um aquecimento significativo, o qual tende a aumentar ainda mais esta resistência,
num efeito cascata que leva à falha completa, em geral com alto grau de severidade.

Em condições normais de operação, o CSC é uma fonte de aquecimento pouco relevante


comparada ao calor gerado pelas perdas do transformador, de forma que a temperatura do
óleo no tanque do comutador é influenciada principalmente pela temperatura do óleo do

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transformador. O gráfico da figura 2.1, elaborado a partir de medições reais, exemplifica esta
situação. Nele se observam, além das temperaturas individuais do transformador e do
comutador, a diferença de temperatura do comutador menos transformador, que é monitorada
para detecção de defeitos como os mencionados acima.

60
50
40
30
ÓLEO TRAFO (ºC)
20
ÓLEO CSC (ºC)
10
DIFERENÇA CSC-TRAFO (ºC)
0
-10
28/8/2002 30/8/2002 1/9/2002 3/9/2002 5/9/2002 7/9/2002
00:00:00 00:00:00 00:00:00 00:00:00 00:00:00 00:00:00

Figura 2.1 – Medições de temperaturas de CSC, transformador e diferencial de temperatura

Como o diferencial de temperatura está sujeito à influência de variáveis externas, tais como
acionamento de resfriamento forçado, variações rápidas nas condições atmosféricas e outras,
a monitoração é efetuada em dois modos distintos, ilustrados na figura 2.2, de forma a
aumentar a eficiência do diagnóstico e evitar alarmes falsos:
 Monitoração do Diferencial Instantâneo - a monitoração do Diferencial de Temperatura
Instantâneo proporciona alarmes com resposta rápida em caso de defeitos de grande
intensidade, mesmo que de curta duração.
 Monitoração do Diferencial Filtrado – o Diferencial de Temperatura Filtrado é obtido
submetendo-se o Diferencial Instantâneo a um filtro passa-baixa com constante de tempo
ajustável pelo usuário. Sua monitoração possibilita a detecção de tendência de evolução do
diferencial que indiquem defeitos permanentes de pequena intensidade, embora com
tempo de detecção mais longo.

4
DIFERENCIAL INSTANTÂNEO (ºC)
DIFERENCIAL FILTRADO (ºC)

-4

-8

Figura 2.2 – Diferenciais de temperatura Instantâneo e Filtrado

Os ajustes de alarmes dos diferenciais de temperatura Instantâneo e Filtrado podem ser


determinados automaticamente pelo Monitor de Temperatura, através de um período de
aprendizado do comportamento normal do comutador. Esses alarmes podem ser
posteriormente alterados de forma manual pelo usuário.

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A duração deste período de aprendizado pode ser ajustada pelo usuário, sendo empregado
tipicamente o valor de uma semana. Durante esse período, são registrados os valores máximos
atingidos pelos diferenciais de temperaturas instantâneo e filtrado, e a esses valores máximos
é adicionada uma margem de tolerância programada, obtendo-se assim os valores de alarme
por diferencial instantâneo e filtrado respectivamente.
Se os valores medidos para os diferenciais de temperaturas Instantâneo ou Filtrado
ultrapassarem seus respectivos valores de alarme, o Monitor de Temperatura sinalizará através
do LED correspondente em seu frontal (ver figura 3.2) e, se programado desta maneira,
acionará o contato de saída A1-A2 no TM1 e/ou TM2.
Assim como a temperatura do óleo do transformador, a medição da temperatura do óleo do
comutador sob carga é efetuada utilizando sensor tipo Pt100Ω a 0ºC, que é conectado a uma
das entradas disponíveis no TM1 ou no TM2. O Monitor de Temperatura TM1 possui
disponíveis 2 entradas para sensores Pt100; pelo menos uma delas deve ser empregada para
temperatura do óleo do transformador, e a outra pode ser usada para medição redundante do
óleo do transformador ou para temperatura do comutador, ambiente ou outras. O TM2 possui 2
entradas adicionais livres para medição de temperatura dos comutadores, ambiente ou outras.

3. OPERAÇÃO

Todas as operações nos Monitores de Temperatura TM1 e TM2 são realizadas através do
teclado de seu painel frontal, não sendo necessárias chaves seletoras externas. As
temperaturas do óleo, do(s) enrolamento(s) e do comutador sob carga (opcional) serão
indicadas nos displays, e as ocorrências de alarmes, desligamentos e operações da
refrigeração forçada serão indicadas pelos LED’s de sinalização.

3.1 INDICAÇÕES INICIAIS

Durante o modo normal de trabalho, o Monitor de Temperatura indicará a temperatura do óleo


e enrolamento (ou enrolamentos) a ele conectado(s).
Temperatura do Temperatura do
Óleo Enrolamento 2

Led’s de
sinalização

Temperatura do
Teclas de operação Enrolamento 1 Temperatura do
e programação Enrolamento 3

Figura 3.1 – Indicações de temperaturas

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Quando o valor de temperatura programado para um evento for atingido, o LED sinalizador
correspondente acenderá, acionando também o contato de saída deste evento.

Alarme / Desligamento
Temperatura do Óleo

Estado dos Grupos de


Resfriamento Forçado 1 e 2

Alarme / Desligamento
Temperatura do Enrolamento 1
Alarme de diferencial de
temperatura do comutador
(opcional)

Figura 3.2 – LED’s de Sinalização do Monitor de Temperatura TM1

Alarme / Desligamento
Temperatura do Enrolamento 2

Estado dos Grupos de Resfriamento


Forçado 1 e 2 (redundante) ou 3 e 4

Alarme / Desligamento
Temperatura do Enrolamento 3
Modo de indicação do display inferior:
temperatura ambiente (aceso) ou
temperatura do enrolamento 3 (apagado)

Figura 3.3 – LED’s de Sinalização do Monitor de Temperatura TM2

Caso ocorra alguma anomalia, o código de autodiagnóstico correspondente será indicado nos
displays. Neste caso, consulte as causas prováveis e procedimentos recomendados no sub-
capítulo 7.1, página IV-2.

Figura 3.4 – Indicações de autodiagnósticos

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3.2 FUNÇÃO DAS TECLAS:

Tecla de Programação: Acesso aos menus de programação e avanço para o


próximo parâmetro em um submenu.

Tecla Sobe: navegação para os menus e incrementa valores programados.

Tecla Desce: navegação para os menus e diminui valores programados.

Tecla Retorna: retorna ao menu anterior.

3.3 TELAS DE CONSULTA:

Os Monitores de Temperatura disponibilizam diversas informações para orientação quanto às


condições de trabalho do transformador. Estas informações são acessadas através das teclas,

e durante o modo normal de trabalho.

3.3.1 TELAS DE CONSULTA TM1:

Serão indicadas nos displays do aparelho as seguintes informações, de forma seqüencial ao

pressionar a tecla . Pressionando a tecla temos a ordem inversa ao indicado abaixo:


1) Temperatura máxima do óleo (MAX)
- É a temperatura máxima do óleo atingida no período, mostrada no display superior.

- Para reiniciar este registro após consulta, pressionar e manter pressionada a tecla

e pressionar a tecla : a indicação se iguala à temperatura atual do óleo.


2) Temperatura máxima do enrolamento 1 (MAX)
- É a temperatura máxima do enrolamento 1 atingida no período, mostrada no display
inferior.
- Para reiniciar este registro após consulta, pressionar e manter pressionada a tecla e

pressionar a tecla ·: a indicação se iguala à temperatura atual do enrolamento


1.
3) Gradiente final (GFN)
- Indica qual será a diferença entre as temperaturas de óleo e enrolamento 1 após a
estabilização térmica, mantendo-se a condição atual de carga.
4) Porcentagem de carregamento do enrolamento monitorado (%)
- É a carga no transformador, dada em percentual da corrente nominal do enrolamento
que está sendo monitorado.
5) Corrente medida do secundário do TC (AMP)
- É a corrente no secundário do TC de imagem térmica do enrolamento monitorado,
dada em amperes.

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6) Corrente do enrolamento em kA (kA)
- É a corrente do enrolamento do transformador onde está sendo monitorada a
temperatura, dada em KA.
7) Medição do sensor de temperatura A ligado ao TM1 (PTA)
- É a temperatura que está sendo medida através do sensor de temperatura “A”, dada
em °C.
8) Medição do sensor de temperatura B ligado ao TM1 (PTB).
- O aparelho só indica esta informação se for configurado para dois sensores (veja
programação submenu configuração – CNF)
- É a temperatura medida através do sensor de temperatura “B”, em °C, que pode ser a
temperatura do óleo, ambiente ou outra, de acordo com a programação no submenu
configuração – CNF.
9) Indicação de hora (HOR).
- Indicação da hora do relógio interno do aparelho.
10) Indicação de minutos (MIN).
- Indicação de minutos do relógio interno do aparelho.
11) Indicação de segundos (SEG).
- Indicação dos segundos do relógio interno do aparelho.
12) Indicação do dia (DIA).
- Indicação do dia do calendário interno do aparelho.
13) Indicação do mês (MES).
- Indicação do mês do calendário interno do aparelho.
14) Indicação do ano (ANO).
- Indicação do ano do calendário interno do aparelho.
15) Diferencial de temperatura do comutador sob carga (DTC).
- Esta indicação somente será mostrada se o TM1 possuir esta função opcional.

Pressionar a tecla para acessar as informações dos diferenciais de temperatura


dos Comutadores Sob Carga menos Transformador.

- Ao pressionar a tecla serão indicadas as seguintes informações, de forma

seqüencial. Pressionando a tecla será visualizada a ordem inversa:


15.1) DT1 - Diferencial de temperatura instantâneo do comutador sob carga 1.
15.2) DT2 - Diferencial de temperatura instantâneo do comutador sob carga 2.
15.3) DT3 - Diferencial de temperatura instantâneo do comutador sob carga 3.
15.4) DF1 - Diferencial de temperatura filtrado do comutador sob carga 1.
15.5) DF2 - Diferencial de temperatura filtrado do comutador sob carga 2.
15.6) DF3 - Diferencial de temperatura filtrado do comutador sob carga 3.
15.7) AAA - Tempo restante para a finalização do Ajuste Automático dos Alarmes de
diferencial de temperatura dos comutadores, em horas. O valor 0 (zero) indica que o
aprendizado para ajuste automático não está em curso.

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15.8) DTC / MAX – Consulta aos valores máximos atingidos pelos diferenciais de

temperatura no período. Pressionar a tecla para efetuar a consulta. Ao

pressionar a tecla serão indicadas as seguintes informações, de forma

seqüencial. Pressionando a tecla será visualizada a ordem inversa:


DT1 / MAX – Valor máximo atingido pelo diferencial instantâneo do comutador 1.
DT2 / MAX – Valor máximo atingido pelo diferencial instantâneo do comutador 2.
DT3 / MAX – Valor máximo atingido pelo diferencial instantâneo do comutador 3.
DF1 / MAX – Valor máximo atingido pelo diferencial filtrado do comutador 1.
DF2 / MAX – Valor máximo atingido pelo diferencial filtrado do comutador 2.
DF3 / MAX – Valor máximo atingido pelo diferencial filtrado do comutador 3.
TC1 / MAX – Valor máximo atingido pela temperatura do comutador 1.
TC2 / MAX – Valor máximo atingido pela temperatura do comutador 2.
TC3 / MAX – Valor máximo atingido pela temperatura do comutador 3.
15.9) DTC / MIN – Consulta aos valores mínimos atingidos pelos diferenciais de

temperatura no período. Pressionar a tecla para efetuar a consulta. Ao

pressionar a tecla serão indicadas as seguintes informações, de forma

seqüencial. Pressionando a tecla será visualizada a ordem inversa:


DT1 / MIN – Valor mínimo atingido pelo diferencial instantâneo do comutador 1.
DT2 / MIN – Valor mínimo atingido pelo diferencial instantâneo do comutador 2.
DT3 / MIN – Valor mínimo atingido pelo diferencial instantâneo do comutador 3.
DF1 / MIN – Valor mínimo atingido pelo diferencial filtrado do comutador 1.
DF2 / MIN – Valor mínimo atingido pelo diferencial filtrado do comutador 2.
DF3 / MIN – Valor mínimo atingido pelo diferencial filtrado do comutador 3.

3.3.2 TELAS DE CONSULTA TM2:

Serão indicadas nos displays do aparelho as seguintes informações, de forma seqüencial ao

pressionar a tecla ·. Pressionando a tecla temos a ordem inversa ao indicado abaixo.


As informações do enrolamento 2 são mostradas no display superior, e as do enrolamento 3 no
display inferior.
1) Temperatura máxima do enrolamento 2 (MÁX)
- É a temperatura máxima atingida pelo enrolamento 2 no período.
- Para reiniciar este registro após consulta, pressionar e manter pressionada a tecla

e pressionar a tecla ·: a indicação se iguala à temperatura atual do enrolamento 2.


2) Gradiente final enrolamento 2 (GFN)
- Indica qual será a diferença entre as temperaturas de óleo e enrolamento 2 após a
estabilização térmica, mantendo-se a condição atual de carga.
3) Porcentagem de carregamento do enrolamento 2 (%)

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- É o carregamento percentual do enrolamento 2, referido à corrente nominal desse
enrolamento.
4) Corrente medida do secundário do TC auxiliar 2 (AMP)
- É a corrente no secundário do TC de imagem térmica do enrolamento 2, dada em
amperes.
5) Corrente do enrolamento 2 em kA (KA)
- É a corrente do enrolamento 2 do transformador, onde está sendo monitorada a
temperatura, dada em kA.
6) Temperatura máxima do enrolamento 3 (MAX)
- É a temperatura máxima atingida pelo enrolamento 3 no período.
- Para reiniciar este registro após consulta, pressionar e manter pressionada a tecla

e pressionar a tecla ·: a indicação se iguala à temperatura atual do


enrolamento 3.
7) Gradiente final enrolamento 3 (GFN)
- Indica qual será a diferença entre as temperaturas de óleo e enrolamento 3 após a
estabilização térmica, mantendo-se a condição atual de carga.
8) Porcentagem de carregamento do enrolamento 3 (%)
- É o carregamento percentual do enrolamento 3, referido à corrente nominal desse
enrolamento.
9) Corrente medida do secundário do TC auxiliar 3 (AMP)
- É a corrente no secundário do TC de imagem térmica do enrolamento 3, dada em
amperes.
10) Corrente do enrolamento 3 em kA (KA)
- É a corrente do enrolamento 3 do transformador, onde está sendo monitorada a
temperatura, dada em kA.
11) Medição do sensor de temperatura A ligado ao TM2 (PTA)
- É a temperatura que está sendo medida através do sensor de temperatura “A”, dada
em °C. Esta indicação somente será mostrada se a entrada de RTD A do TM2 estiver
habilitada.
12) Medição do sensor de temperatura B ligado ao TM2 (PTB).
- É a temperatura que está sendo medida através do sensor de temperatura “B”, dada
em °C. Esta indicação somente será mostrada se a entrada de RTD B do TM2 estiver
habilitada.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. I -11
3.4 COMANDOS:

Através das teclas , , e podemos ligar manualmente os grupos de refrigeração


forçada 1 a 4 ou manter seu controle em automático, através dos ajustes programados.

1) Pressione momentaneamente a tecla

O TM1 mostra a tela de controle do grupo de


resfriamento RF1.

2) Pressionar momentaneamente a tecla


ou para comandar o grupo RF1
ou para avançar para o grupo RF2

O grupo de resfriamento 1 é selecionado em


modo manual (ON) ou automático (AUT).

3) Pressionar momentaneamente a tecla


ou para comandar o grupo RF2
ou para avançar para o grupo RF3

O grupo de resfriamento 2 é selecionado em


modo manual (ON) ou automático (AUT).

4) Pressionar momentaneamente a tecla


ou para comandar o grupo RF3
ou para avançar para o grupo RF4

O grupo de resfriamento 3 é selecionado em


modo manual (ON) ou automático (AUT).

5) Pressionar momentaneamente a tecla


ou para comandar o grupo RF4
ou para retornar à indicação de
normal de temperatura.

O grupo de resfriamento 4 é selecionado em


modo manual (ON) ou automático (AUT).

Figura 3.5 – Comando dos grupos de resfriamento forçado

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. I -12
Parte II – Projeto e Instalação
Índice de Assuntos
Capítulo Título Página
4. Topologia do Sistema II-3
4.1 Entradas e Saídas II-4
4.2 Projeto e Instalação II-5
4.2.1 Sensores de Temperatura RTD II-5
4.2.2 Comunicações Seriais RS485 II-6
4.2.3 Transformadores de Corrente II-7
4.2.4 Controle de Resfriamento Forçado II-8
4.3 Diagramas de Aplicação Típicos II-16
4.4 Instalação Mecânica II-19
5. Parametrização II-20
5.1 Programação II-21
5.2 Acesso ao menu de programação II-21
5.3 Estrutura de acesso aos submenus II-23
5.3.1 Submenu RLG II-24
5.3.2 Submenu ALM II-25
5.3.2.1 Monitor de Temperatura TM1 – Submenu ALM II-25
5.3.2.2 Monitor de Temperatura TM2 – Submenu ALM II-26
5.3.3 Submenu CNF II-26
5.3.3.1 Monitor de Temperatura TM1 – Submenu CNF II-27
5.3.3.2 Monitor de Temperatura TM2 – Submenu CNF II-31
5.3.4 Submenu TRF II-34
5.3.4.1 Monitor de Temperatura TM1 – Submenu TRF II-34
5.3.4.2 Monitor de Temperatura TM2 – Submenu TRF II-35
5.3.5 Submenu RF II-37
5.3.5.1 Submenu CNF II-37
5.3.5.2 Submenu ER1, ER2, ER3 e ER4 II-39
5.3.6 Submenu DTC II-41
5.3.7 Submenu LOG II-43
5.4 Tabela 1 – Ajustes Típicos II-45

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-1
Índice de Figuras
Figura Título Página
4.1 Diagrama de Blocos II-3
Conexão da blindagem da interligação entre
4.2 II-6
sensores RTD e TM1/TM2
Conexão da blindagem da comunicação serial
4.3 II-7
TM1/TM2
Detalhe de Conexão de Transformadores de
4.4 Corrente diretamente aos Monitores de II-7
Temperatura
Detalhe de Conexão de Transformadores de
4.5 Corrente a Monitores de Temperatura para TCs II-8
externos de núcleo seccionável
Comando de 4 grupos iguais de resfriamento
4.6 forçado, com alternância na operação dos II-10
grupos
Comando de 1 grupo de resfriamento forçado
com bombas e 3 grupos iguais com
4.7 II-11
ventiladores, com alternância na operação
dos grupos de ventiladores
Comando de 2 grupos de resfriamento forçado
iguais com bombas e 2 grupos iguais com
4.8 ventiladores, com alternância na operação II-12
independente entre grupos de bombas e grupos
de ventiladores
Comando de 4 grupos de resfriamento forçado
iguais em 2 estágios de temperatura, com
4.9 II-14
temporização na partida dos motores e
alternância entre grupos
Comando de 2 grupos de resfriamento forçado
4.10 II-15
iguais com redundância no comando
4.11 Opção 1 – 2 RTD’s a 3 fios II-16
4.12 Opção 2 – 1 RTD a 4 fios II-16
4.13 Opção 3 – 1 RTD a 3 fios, RTD “A” II-17
4.14 Opção 4 – 1 RTD a 3 fios, RTD “B” II-17
4.15 Conexão TM1 / TM2 II-18
4.16 Conexão TM1 / MT2 II-18
4.17 Conexão MT1 / TM2 II-19
4.18 Conexão do TM1 a sinal de sincronismo IRIG-B II-19
4.19 Dimensional TM1 e TM2 II-20
5.1 Acesso ao menu de programação II-21
5.2 Estrutura de acesso aos submenus II-23

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4. TOPOLOGIA DO SISTEMA:

Basicamente, o sistema de Monitoração de Temperatura é composto de:

RTDs TC TC TC RTDs
(Óleo e outras) (Enrol.1) (Enrol.2) (Enrol.3) (Comutadores e Outros)

Sistema de Monitor de Temperatura Monitor de Temperatura TM2


Aquisição TM1
de Dados

- comando refrigeração
- alarmes
- desligamentos
- indicação remota
- auto-diagnóstico

Figura 4.1 – Diagrama de Blocos

Os itens necessários para o sistema são:

 Monitor de Temperatura TM1

 Sensores RTD (quantidade e tipo conforme configuração desejada)

 Monitor de Temperatura TM2 (somente se necessária medição de temperatura de mais


de um enrolamento ou de mais de 2 sensores RTD)

 Transformadores de corrente (TC de bucha do transformador)

 Cabo par-trançado blindado 2 vias para comunicação serial

 Cabo blindado 3 ou 4 vias (conforme opção de ligação adotada) para conexão do(s)
RTD(s)

 Caixa para instalação ao tempo (opcional)

 TCs externos de janela com núcleo seccionável (clip-on), de uso opcional.

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4.1 ENTRADAS E SAÍDAS:

Nos Monitores de Temperatura TM1 e TM2 estão disponíveis as seguintes entradas e saídas:

TERMINAIS
ENTRADAS TM1 TM2
1) Alimentação auxiliar e terra: 13 – terra 13 – terra
Entrada para alimentação universal 14 – cc/ca 14 – cc/ca
(38 ~ 265 Vcc/Vca, <8W, 50/60Hz). 15 – cc/ca 15 – cc/ca
2) Entrada para RTD no TM1:
Esta entrada permite a conexão de sensores RTD em
cinco configurações (vide diagramas de opções de
conexão):
a) - 2 RTD’s redundantes a três fios para medição de
temperatura do óleo;
b) - 1 RTD a quatro fios para medição de temperatura do 22, 23, 24, A5
óleo; e A6 (vide
c) - 1 RTD a três fios para medição de temperatura do diagrama de
óleo na entrada A; ligação)
d) - 1 RTD a três fios para medição de temperatura do
óleo na entrada B;
e) – 1 RTD a três fios para medição de temperatura do
óleo na entrada A e um RTD a 3 fios para medição de
outra temperatura (por exemplo, ambiente ou
comutador) na entrada B.
3) Entrada para RTD no TM2:
Esta entrada permite a medição de temperaturas
adicionais, por exemplo, ambiente, comutador ou outras,
22, 23, 24, A5
em quatro configurações (vide diagramas de opção de
e A6 (vide
conexão): -----
diagrama de
a) - 1 RTD a quatro fios;
ligação)
b) - 1 RTD a três fios na entrada A;
c) - 1 RTD a três fios na entrada B;
d) - 2 RTD’s a três fios, 1 na entrada A e 1 na entrada B.

4) Porta RS485 TM2:


Conexão com o Monitor de Temperatura complementar
TM2 via cabo de par trançado e blindado.
16 ( + )
Quando utilizado a opção de protocolo DNP – 3.0 com a -----
17 ( - )
função de IRIG-B que realiza o sincronismo do relógio do
equipamento via GPS utiliza-se esta porta, não se
podendo utilizar assim o TM 2.

5) Porta RS485 TM1:


16 ( + )
Conexão com o Monitor de Temperatura TM1, via cabo de -----
17 ( - )
par trançado e blindado.
A7 ( + )
6) Porta RS485 / RS232 - Scada:
A8 ( - )
Conexão com o sistema de aquisição de dados, protocolo
ou
MODBUS-RTU (padrão) ou DNP3.0 (opcional). A seleção -----
Conector
do padrão de comunicação RS485 ou RS232 é efetuada
DB9 (painel
na parametrização do equipamento.
traseiro)
7) Entrada para TC:
Entrada para medição direta do secundário do TC de
25 e 26 (TC 3)
bucha para imagem térmica ou para conexão de TC de 25 e 26 (TC 1)
27 e 28 (TC 2)
janela tipo clip-on. Faixa de medição selecionada através
do software do aparelho.

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TERMINAIS
SAÍDAS TM1 TM2
1) Saídas em loop de corrente: 18(+) 18(+)
Duas saídas com positivo comum para indicação remota 19( - ) 19( - )
das temperaturas medidas, programáveis pelo usuário.
Padrão de saída selecionado na parametrização (0...1, 20(+) 20(+)
0...5, 0...10, 0...20 ou 4...20 mA). 21( - ) 21( - )
2) Relé de alarme: 1 1
Dois contatos independentes, livres de potencial (NA), Óleo Enrol.2
2 2
sinalizam alarme por temperatura alta do transformador.
Sob pedido, estes contatos podem ser fornecidos 9
normalmente fechados (NF). Enrol.1 9 Enrol.3
10 10
3) Relé de desligamento: 3 3
Dois contatos independentes, livres de potencial (NA), Óleo Enrol.2
4 4
para proteção do transformador ou para alarme de 2º
nível. Estes contatos podem ser programados para 11 11
atuarem com temporização de até 20 minutos. 12 Enrol.1 12 Enrol.3

4) Relés de comando da refrigeração forçada:


Dois contatos (NF) independentes em cada Monitor de
Temperatura, livres de potencial, para comando de até 4 5 G.R.1 5 G.R.3 ou
grupos de resfriamento forçado (utilizando TM1 e TM2). 6 6 G.R.1
Ao energizar os Monitores de Temperatura, estes contatos
mudam de estado, retornando à posição de repouso para 7 G.R. 2 7 G.R.4 ou
ligar o resfriamento. Sob pedido, os mesmos podem ser 8 8 G.R.2
fornecidos normalmente abertos (NA).
5) Relé de autodiagnóstico:
Contato livre de potencial (NF), sinaliza falha de
alimentação, falha interna ou do sistema. Ao energizar o
Monitor de Temperatura, este contato muda de estado, A3 e A4 A3 e A4
retornando à posição de repouso na ocorrência de falha.
Sob pedido, este contato pode ser fornecido normalmente
aberto (NA).
6) Relé de sinalização de desligamento ou
diferencial de temperatura do comutador:
Contato (NA) livre de potencial programável para sinalizar
alarme por diferencial de temperatura do comutador ou
desligamento do transformador - atua instantaneamente
A1 e A2 A1 e A2
ao atingir temperatura para desligamento, sinalizando que
um ou mais contatos de desligamento estão atuados ou
em processo de temporização para atuar. Sob pedido,
este contato pode ser fornecido normalmente fechado
(NF).

4.2 PROJETO E INSTALAÇÃO


Alguns cuidados especiais devem ser seguidos para o projeto e a instalação do TM1 e TM2,
conforme descrito a seguir.

4.2.1 SENSORES DE TEMPERATURA RTD


Os diversos sensores de temperatura RTD (óleo, ambiente, comutador sob carga ou outros)
devem ser conectados aos Monitores de Temperatura TM1 e TM2 através de cabos blindados,
sem interrupção das malhas, que devem ser aterradas apenas na extremidade conectada ao
Monitor de Temperatura, o mais próximo possível deste. Caso haja a necessidade de bornes
intermediários para interligação dos sensores RTD, passar também a malha do cabo por borne,

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-5
evitando a interrupção da mesma. O trecho de cabo sem blindagem devido à emenda deve ser
o mais curto possível, como mostra a figura 4.2.

Figura 4.2 – Conexão da blindagem da interligação entre sensores RTD e TM1/TM2

4.2.2 COMUNICAÇÕES SERIAIS RS485


A comunicação serial (RS485) entre os Monitores de Temperatura TM1 e TM2 deve ser
interligada por meio de um cabo de par trançado blindado, mantendo a malha sem interrupção
até sua terminação na entrada específica dos aparelhos, aterrando apenas uma das
extremidades. O mesmo cuidado deve ser tomado ao conectar a comunicação serial RS485 do
Monitor de Temperatura TM1 a um Sistema de Aquisição de Dados, lembrando que a distância
máxima admitida para este tipo de comunicação serial é de 1300 metros.

Caso haja a necessidade de bornes intermediários para interligação da comunicação serial


RS485 e/ou dos sensores RTD, passar também a malha do cabo por borne, evitando a
interrupção da mesma. O trecho de cabo sem blindagem devido à emenda deve ser o mais
curto possível, como mostra a figura 4.3.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-6
Figura 4.3 – Conexão da blindagem da comunicação serial TM1/TM2

4.2.3 TRANSFORMADORES DE CORRENTE


As conexões dos transformadores de corrente devem ser efetuadas de acordo com o modelo
do Monitor de Temperatura adquirido:

• Para conexão direta dos secundários (0-10A) dos TCs de imagem térmica aos
Monitores de Temperatura, vide figura 4.4; ou

• Para conexão com o uso de TCs externos de núcleo seccionável (split-core), vide figura
4.5.

Em ambos os casos devem ser tomados os devidos cuidados para evitar a abertura dos
secundários dos TCs de imagem térmica, verificando que o transformador esteja
desenergizado e/ou que os secundários estejam curto-circuitados e aterrados durante a
instalação ou manutenção do sistema.

Figura 4.4 – Detalhe de Conexão de Transformadores de Corrente diretamente aos Monitores


de Temperatura

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-7
Figura 4.5 – Detalhe de Conexão de Transformadores de Corrente a Monitores de Temperatura
para TCs externos de núcleo seccionável

4.2.4 CONTROLE DE RESFRIAMENTO FORÇADO


Cada um dos Monitores de Temperatura TM1 e TM2 possuem dois contatos NF
independentes, livres de potencial, para comando de 1 a 4 grupos de resfriamento forçado,
conforme programado pelo usuário. Os grupos 1 e 2 são controlados pelos contatos 5-6 e 7-8
do TM1, e os grupos 3 e 4 pelos contatos 5-6 e 7-8 do TM2, respectivamente. Ao energizar os
Monitores de Temperatura, estes contatos mudam de estado, retornando à posição de repouso
para ligar o resfriamento. Sob pedido, os mesmos podem ser fornecidos normalmente abertos
(NA). A programação de operação do resfriamento forçado está dividida em 4 Estágios de
Resfriamento. Em cada Estágio é programada sua temperatura de atuação (também o
percentual de carga para atuação, caso o opcional de pré-resfriamento esteja disponível) e os
Grupos de Resfriamento que estão inscritos e estão disponíveis para utilização por esse
Estágio. A tabela a seguir exemplifica a programação dos Estágios de Resfriamento:

Estágio de Temperatura de Grupos de Resfriamento


Resfriamento Acionamento Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3 Grupo 4
ER1 RF1 = 60ºC SIM SIM NÃO NÃO
ER2 RF2 = 65ºC SIM SIM NÃO NÃO
ER3 RF3 = 70ºC NÃO NÃO SIM SIM
ER4 RF4 = 75ºC NÃO NÃO SIM SIM

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-8
Quando a temperatura de atuação de um dado Estágio é atingida, o mesmo acionará apenas
um dentre os seus Grupos de Resfriamento inscritos (os grupos inscritos no Estágio são
aqueles selecionados como “SIM”). A escolha de qual Grupo acionar será baseada nos tempos
de funcionamento dos Grupos: aquele que apresentar o menor tempo de funcionamento será o
escolhido. De forma similar, quando a temperatura cai abaixo do valor de desativação do
Estágio, o mesmo desligará apenas um dentre os Grupos de Resfriamento que estão ligados e
que estão inscritos no mesmo. A escolha de qual Grupo desligar será baseada nos tempos de
funcionamento dos Grupos: aquele que apresentar o maior tempo de funcionamento será o
escolhido. Dessa forma, a tendência será que os Grupos de Resfriamento tenham tempos de
trabalho equivalentes, evitando assim o desgaste excessivo de algum grupo em detrimento de
outros.

A seguir são apresentados alguns exemplos de diferentes possíveis aplicações para o


comando de resfriamento forçado do TM1/TM2, com suas respectivas configurações.

Exemplo 1 – Quatro Grupos de Resfriamento iguais com temperaturas de acionamento


escalonadas

Neste exemplo, como os 4 grupos são iguais, é desejável que exista alternância no
acionamento dos grupos à medida que se eleva a temperatura medida. Do contrário, se a
ordem de acionamento dos grupos fosse fixa, os grupos acionados com menor temperatura
poderiam ter desgaste significativamente maior que os demais. Para se obter a alternância total
entre os 4 grupos, todos eles são inscritos (selecionados como “SIM”) em todos os Estágios de
Resfriamento, como mostra a figura 4.6.

Para exemplificar esse conceito, digamos que os grupos de 1 a 4 têm os seguintes tempos de
operação acumulados: 1034, 1056, 993 e 1042 horas, respectivamente. Quando a temperatura
do enrolamento aumentar e atingir 60ºC, será acionado, dentre os Grupos inscritos no Estágio
1 (Grupos 1, 2, 3 e 4) aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 3. Quando a
temperatura atingir 65ºC, será acionado, dentre os Grupos inscritos no Estágio 2 e que ainda
não estão em operação, aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 1. De forma
similar, com 70ºC será acionado o Grupo 4 e com 75ºC o Grupo 2.

Dando continuidade ao exemplo acima, digamos que após algum tempo em funcionamento
com temperatura acima de 75ºC os tempos de operação acumulados para os grupos de 1 a 4
são: 1042, 1060, 1003 e 1048 horas, respectivamente. Supondo ainda um ajuste de histerese
de 1ºC, quando a temperatura do enrolamento reduzir-se abaixo de 74ºC será desligado,
dentre os Grupos inscritos no Estágio 4 e que estão em operação, aquele com maior tempo de
operação, no caso o Grupo 2. Quando a temperatura for menor que 69ºC, será desligado,
dentre os Grupos inscritos no Estágio 3 e que ainda estão em operação, aquele com maior
tempo de operação, no caso o Grupo 4. De forma similar, abaixo de 64ºC será desligado o
Grupo 1 e abaixo de 59ºC o Grupo 3.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-9
Figura 4.6 – Comando de 4 grupos iguais de resfriamento forçado, com alternância na
operação dos grupos

Exemplo 2 – Um Grupo de Resfriamento com bombas e Três Grupos de Resfriamento


iguais com Ventiladores com temperaturas de acionamento escalonadas

Neste exemplo, como o Grupo 1 é diferente dos Grupos 2 a 4, que por sua vez são iguais entre
si, não deve existir alternância do Grupo 1 com os demais, e é desejável que exista alternância
entre os Grupos 2, 3 e 4. Para isso, apenas o Grupo 1 é inscrito (selecionado como “SIM”) no
Estágio de Resfriamento 1, e para se obter a alternância entre os grupos 2, 3 e 4, eles são
inscritos nos Estágios de Resfriamento 2, 3 e 4, como mostra a figura 4.7.

Para exemplificar esse conceito, digamos que os grupos de 1 a 4 têm os seguintes tempos de
operação acumulados: 2011, 1245, 1191 e 1187 horas, respectivamente. Quando a
temperatura do enrolamento aumentar e atingir 60ºC, será acionado obrigatoriamente o Grupo
1, que é o único inscrito no Estágio 1. Quando a temperatura atingir 65ºC, será acionado,
dentre os Grupos inscritos no Estágio 2 (Grupos 2, 3 e 4) aquele com menor tempo de
operação, no caso o Grupo 4. Quando a temperatura atingir 70ºC, será acionado, dentre os
Grupos inscritos no Estágio 3 e que ainda não estão em operação, aquele com menor tempo
de operação, no caso o Grupo 3. De forma similar, com 75ºC será acionado o Grupo 2.

Dando continuidade ao exemplo acima, digamos que após algum tempo em funcionamento
com temperatura acima de 75ºC os tempos de operação acumulados para os grupos de 1 a 4

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-10
são: 2022, 1249, 1196 e 1197 horas, respectivamente. Supondo ainda um ajuste de histerese
de 1ºC, quando a temperatura do enrolamento reduzir-se abaixo de 74ºC será desligado,
dentre os Grupos inscritos no Estágio 4 e que estão em operação, aquele com maior tempo de
operação, no caso o Grupo 2. Quando a temperatura for menor que 69ºC, será desligado,
dentre os Grupos inscritos no Estágio 3 e que ainda estão em operação, aquele com maior
tempo de operação, no caso o Grupo 4. De forma similar, abaixo de 64ºC será desligado o
Grupo 3 e abaixo de 59ºC o Grupo 1, que é o único inscrito no Estágio 1.

Figura 4.7 – Comando de 1 grupo de resfriamento forçado com bombas e 3 grupos iguais com
ventiladores, com alternância na operação dos grupos de ventiladores

Exemplo 3 – Dois Grupos de Resfriamento iguais com bombas e dois Grupos iguais
com ventiladores, com temperaturas de acionamento escalonadas

Neste exemplo, os Grupos 1 e 2 são iguais entre si e diferentes dos Grupos 3 e 4, que são por
sua vez são iguais entre si. Com isso, não deve existir alternância do Grupo 1 e 2 com os
Grupos 3 e 4, embora seja desejável que exista uma alternância entre os Grupos 1 e 2 e outra
alternância independente entre os Grupos 3 e 4. Para isso, apenas os Grupos 1 e 2 são
inscritos (selecionado como “SIM”) nos Estágios de Resfriamento 1 e 2, e os Grupos 3 e 4 são
inscritos nos Estágios de Resfriamento 3 e 4, como mostra a figura 4.8.

Para exemplificar esse conceito, digamos que os grupos de 1 a 4 têm os seguintes tempos de
operação acumulados: 1803, 1798, 1501 e 1509 horas, respectivamente. Quando a

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-11
temperatura do enrolamento aumentar e atingir 60ºC, será acionado, dentre os Grupos inscritos
no Estágio 1 (Grupos 1 e 2) aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 2.
Quando a temperatura atingir 65ºC, será acionado, dentre os Grupos inscritos no Estágio 2 e
que ainda não estão em operação, aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 1.
Quando a temperatura atingir 70ºC, será acionado, dentre os Grupos inscritos no Estágio 3 e
que ainda não estão em operação, aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 3.
De forma similar, com 75ºC será acionado o Grupo 4.

Dando continuidade ao exemplo acima, digamos que após algum tempo em funcionamento
com temperatura acima de 75ºC os tempos de operação acumulados para os grupos de 1 a 4
são: 1809, 1810, 1505 e 1512 horas, respectivamente. Supondo ainda um ajuste de histerese
de 1ºC, quando a temperatura do enrolamento reduzir-se abaixo de 74ºC será desligado,
dentre os Grupos inscritos no Estágio 4 e que estão em operação, aquele com maior tempo de
operação, no caso o Grupo 4. Quando a temperatura for menor que 69ºC, será desligado,
dentre os Grupos inscritos no Estágio 3 e que ainda estão em operação, aquele com maior
tempo de operação, no caso o Grupo 3. De forma similar, abaixo de 64ºC será desligado o
Grupo 1 e abaixo de 59ºC o Grupo 2.

Figura 4.8 – Comando de 2 grupos de resfriamento forçado iguais com bombas e 2 grupos
iguais com ventiladores, com alternância na operação independente entre grupos de bombas e
grupos de ventiladores

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Exemplo 4 – Quatro Grupos de Resfriamento iguais, com temporização na partida dos
motores

Neste exemplo, os Estágios de Resfriamento devem ser acionados em apenas 2 patamares


diferentes, 60ºC e 65ºC. Porém, com a finalidade de reduzir o pico de corrente devido à partida
dos motores, os ventiladores foram divididos em 4 grupos de resfriamento iguais, de forma que
quando qualquer um dos patamares de temperatura é atingido um grupo é acionado
imediatamente, e outro é acionado após uma temporização de 10 segundos.

Para que exista alternância no acionamento dos ventiladores, os Estágios de Resfriamento 1 e


2 são programados com a mesma temperatura de acionamento, porém no Estágio 1 são
inscritos apenas os Grupos 1 e 2 (selecionado como “SIM”) e no Estágio 2 são inscritos os
Grupos 3 e 4. De forma similar, os Estágios 3 e 4 são programados com a mesma temperatura
de acionamento, no Estágio 3 são inscritos apenas os Grupos 1 e 2 e no Estágio 4 são
inscritos os Grupos 3 e 4, como mostra a figura 4.9.

Para exemplificar o funcionamento, digamos que os grupos de 1 a 4 têm os seguintes tempos


de operação acumulados: 500, 503, 500 e 503 horas, respectivamente. Quando a temperatura
do enrolamento aumentar e atingir 60ºC, será acionado, dentre os Grupos inscritos no Estágio
1 (Grupos 1 e 2) aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 1, e após 10
segundos de temporização será acionado, dentre os Grupos inscritos no Estágio 2 (Grupos 3 e
4) aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 3. Quando a temperatura atingir
65ºC, será acionado, dentre os Grupos inscritos no Estágio 3 e que ainda não estão em
operação, aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 2, e após 10 segundos de
temporização será acionado, dentre os Grupos inscritos no Estágio 4 (Grupos 3 e 4) e que
ainda não estão em operação, aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 4.

Dando continuidade ao exemplo acima, digamos que após algum tempo a temperatura cai
abaixo de 59ºC e todos os grupos de resfriamento estão desligados, sendo agora os tempos de
operação acumulados para os grupos de 1 a 4: 509, 508, 509 e 508 horas, respectivamente.
Quando a temperatura do enrolamento aumentar e atingir 60ºC, será acionado, dentre os
Grupos inscritos no Estágio 1 (Grupos 1 e 2) aquele com menor tempo de operação, no caso o
Grupo 2, e após 10 segundos de temporização será acionado, dentre os Grupos inscritos no
Estágio 2 (Grupos 3 e 4) aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 4. Quando a
temperatura atingir 65ºC, será acionado, dentre os Grupos inscritos no Estágio 3 e que ainda
não estão em operação, aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 1, e após 10
segundos de temporização será acionado, dentre os Grupos inscritos no Estágio 4 (Grupos 3 e
4) e que ainda não estão em operação, aquele com menor tempo de operação, no caso o
Grupo 3.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-13
Figura 4.9 – Comando de 4 grupos de resfriamento forçado iguais em 2 estágios de
temperatura, com temporização na partida dos motores e alternância entre grupos

Em transformadores com apenas 2 grupos de resfriamento, os contatos do TM2 são utilizados


para controlar de forma redundante os grupos 1 e 2, devendo ser conectados em paralelo com
os contatos do TM1.

Exemplo 5 – Dois Grupos de Resfriamento iguais, com redundância no controle do


resfriamento

Neste exemplo, os Estágios de Resfriamento devem ser acionados em apenas 2 patamares


diferentes, 60ºC e 65ºC. Porém, como não existe necessidade de temporização na partida dos
motores, são utilizados apenas 2 Grupos de Resfriamento, e os contatos do TM2 são utilizados
para controlar de forma redundante os Grupos 1 e 2, devendo ser conectados em paralelo com
os contatos do TM1.

Para que exista alternância no acionamento dos 2 grupos, ambos são inscritos (selecionados
como “SIM”) nos dois Estágios de Resfriamento, como mostra a figura 4.10.

Para exemplificar o funcionamento, digamos que os grupos de 1 e 2 têm os seguintes tempos


de operação acumulados: 645 e 648 horas, respectivamente. Quando a temperatura do
enrolamento aumentar e atingir 60ºC, será acionado, dentre os Grupos inscritos no Estágio 1
(Grupos 1 e 2) aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 1. Quando a
temperatura atingir 65ºC, será acionado, dentre os Grupos inscritos no Estágio 2 e que ainda

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-14
não estão em operação, aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 2.

Dando continuidade ao exemplo acima, digamos que após algum tempo a temperatura cai
abaixo de 59ºC e todos os grupos de resfriamento estão desligados, sendo agora os tempos de
operação acumulados para os grupos 1 e 2: 651 e 650 horas, respectivamente. Quando a
temperatura do enrolamento aumentar e atingir 60ºC, será acionado, dentre os Grupos inscritos
no Estágio 1 (Grupos 1 e 2) aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 2.
Quando a temperatura atingir 65ºC, será acionado, dentre os Grupos inscritos no Estágio 2 e
que ainda não estão em operação, aquele com menor tempo de operação, no caso o Grupo 1.

Figura 4.10 – Comando de 2 grupos de resfriamento forçado iguais com redundância no


comando

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-15
4.3 DIAGRAMAS DE APLICAÇÃO TÍPICOS

Sensores RTD - OPÇÃO 1


Essa opção de ligação
pode ser utilizada:
a) Para medição
redundante de
temperatura do óleo –
neste caso ambos os
sensores de
temperatura, A e B,
devem estar
localizados na mesma
região do topo do óleo;
ou

b) Para medição de
temperatura do óleo
com o sensor A e de
uma segunda
temperatura, por
exemplo, ambiente ou
comutador sob carga,
com o sensor B.

Figura 4.11- Opção 1 - 2 RTD’s a 3 fios

Sensores RTD - OPÇÃO 2


Nesta opção de ligação
o sensor de temperatura
deve ser utilizado para
medição de temperatura
do topo do óleo.

Figura 4.12 - Opção 2 – 1 RTD a 4 fios

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-16
Sensores RTD - OPÇÃO 3
Nesta opção de ligação o
sensor de temperatura A
deve ser utilizado para
medição de temperatura
do topo do óleo.

Figura 4.13 - Opção 3 – 1 RTD a 3 fios, RTD “A”

Sensores RTD - OPÇÃO 4


Nesta opção de ligação
o sensor de temperatura
B deve ser utilizado
para medição de
temperatura do topo do
óleo.

Figura 4.14 - Opção 4 – 1 RTD a 3 fios, RTD “B”

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-17
Ω Ω

Figura 4.15 - Conexão TM1 / TM2

Figura 4.16 - Conexão TM1 / MT2

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-18

Figura 4.17 - Conexão MT1 / TM2

RS485
IRIGB

38

38 Ω

Figura 4.18 - Conexão do TM1 a sinal de sincronismo IRIG-B

4.4 INSTALAÇÃO MECÂNICA

Os Monitores de Temperatura devem ser instalados protegidos das intempéries, seja no interior
de painéis ou em abrigados em edifícios. Em qualquer dos casos, deve haver sistema anti-
condensação.

Os Monitores de Temperatura TM1 e TM2 são adequados para instalação do tipo embutida,
podendo ser fixados, por exemplo, em portas ou chapas frontais de painéis. As presilhas para
fixação são fornecidas com os aparelhos. Na figura abaixo são mostradas as principais

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-19
dimensões do equipamento, bem como as dimensões do recorte na chapa para inserção do
mesmo. Atenção especial deve ser dada à espessura das camadas de pintura da chapa onde é
feito o recorte, pois em alguns casos, quando é utilizada pintura de alta espessura, a
diminuição da área do recorte pode até mesmo impedir a inserção do equipamento. Os
terminais de ligação estão instalados na parte traseira do TM1 e do TM2, em 2 conectores
removíveis e em terminais aparafusados (conexão dos TC’s para imagem térmica), de forma a
2
facilitar as conexões. Podem ser utilizados cabos de 0,5 a 2,5mm , nus ou com terminais do
2
tipo “pino” (ou “agulha”) para os conectores removíveis, e até 6mm para os conectores dos
TC’s com terminais do tipo olhal apropriados.

13 14 15 16 1718 19 20 21 22 23 24A5 A6 A7 A8
4 4 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1112 A1 A2 A3 A4

Figura 4.19 - Dimensional TM1 e TM2

5. PARAMETRIZAÇÃO

Para garantir a correta operação do sistema, devem ser ajustados no TM1 e TM2 diversos
parâmetros que fornecerão ao equipamento as informações necessárias ao seu
funcionamento. Os ajustes podem ser efetuados por meio de seu teclado frontal, com o auxílio
do display, ou software de parametrização, através das portas de comunicação serial RS232 ou
RS485, disponível para o usuário no painel traseiro do aparelho.

Os parâmetros programáveis estão organizados em menus com acesso protegido por senha.
No menu principal o usuário terá acesso aos submenus de programação, onde poderá navegar
e ajustar os valores de acordo com as características do transformador e necessidades dos
usuários.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-20
5.1 PROGRAMAÇÃO

A programação dos parâmetros nos Monitores de Temperatura TM1 e TM2 deve ser realizada
durante os procedimentos de instalação e comissionamento do sistema. Os ajustes são
gravados em memória não volátil.

Quando o submenu desejado for mostrado na tela do aparelho, pressionar a tecla para
acessá-lo e proceder à programação de seus parâmetros.

5.2 ACESSO AO MENU DE PROGRAMAÇÃO


Para acessar o menu de programação dos Monitores TM1 e TM2, seguir o procedimento
abaixo:

O número inicial
que é mostrado
quando se chega a
este parâmetro
serve para
recuperar a senha.
Informar o número
ao nosso Depto. de
Assistência Técnica
para decifrá-lo.

1) Na tela de indicação de temperatura, 2) Será mostrada a tela de


pressionar e manter pressionada a senha de acesso (password).
tecla por 5 segundos

3) Utilizando as teclas e ajustar a senha. (faixa = 0 a 999)


Se a indicação inicial é 421 , então a senha é “0” que é o valor
original de fábrica. Esta senha pode ser alterada pelo usuário.

4) Após ajustar a senha pressionar e 5) Tela do menu principal, onde


se pode navegar para os
soltar a tecla para entrar no menu
submenus de programação.
de programação.
Figura 5.1 - Acesso ao menu de programação

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-21
Os parâmetros programáveis estão divididos em diversos submenus: RLG (relógio interno),
ALM (ajuste de alarmes e desligamento), CNF (configurações do aparelho), TRF (dados do
transformador), RF (acionamento da refrigeração forçada), DTC (diferencial de temperatura do
comutador, opcional) e LOG (memória de massa, opcional). Há ainda o submenu FAB (fábrica),
bloqueado por senha exclusiva da assistência técnica, e o submenu DWL (download), utilizado
para atualização de firmware.

Para selecionar um submenu, utilizar as teclas e . Quando o submenu for mostrado na

tela do aparelho, pressionar a tecla para proceder à programação. A qualquer momento

pressionar a tecla para retornar ao menu principal.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-22
5.3 ESTRUTURA DE ACESSO AOS SUBMENUS

Volta à indicação de temperatura

Menu Principal Senha de proteção

Submenu DWL Senha de assistência técnica

Retorna Avança Itens Opcionais

TTR
Submenu FAB TC1
TC2
TC3 NGR
Retorna Avança Itens Opcionais
CTF HIS
TAL RF1 HIC
TLG CV1 EVH
Submenu LOG MAA
HLG GR1 EVM
RST TAA
GR2 TEV
Retorna Avança AAA
ADI GR3
ADF GR4
Submenu DTC Itens Opcionais

CNF
Retorna Avança RF2
ER1
CV2
ER2
RF3 GR1
Submenu RF ER3
CV3 GR2
ER4 RF4 GR1 GR3
CV4 GR2 GR4
Retorna Avança
GR1 GR3
GR2 GR4
Submenu TRF GR3 Itens
GR4 Opcionais

Retorna Avança GEO


TE
HS+
Submenu CNF FSA
HS*
VA1
2*M
FE1
CNT
Retorna Avança IE1
CNS
VA2
FE2
Submenu ALM ALO
IE2
DSO
RL7 Itens
RDO
Retorna Avança RTD Opcionais
ALE
SML
DSE
DMT
Submenu RLG MES RDE
COM
DIA BDR
ANO END
HOR PRT
MIN SUP
IDI
NPW
Volta à indicação de temperatura

Figura 5.2 – Estrutura de acesso aos submenus

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-23
5.3.1 SUBMENU RLG:
RLG
Permite ajustar o relógio e calendário do aparelho. Este ajuste é efetuado somente no TM1.

Opcionalmente o ajuste do relógio pode ser efetuado pelo protocolo DNP3.0 ou pela entrada
IRIG-B, se disponíveis, que realizam o sincronismo do relógio via GPS.

- Com o display indicando mnu / RLG , pressionar a tecla


para ter acesso aos parâmetros ou; MNU
- Pressione a tecla para ir ao menu de configuração mnu / RLG
ALM , ou para retornar a indicação de medição.

- Em cada parâmetro, utilizar as teclas e para ajustar o valor desejado.

- MES – ajuste do mês do calendário

Faixa de ajuste: 1 a 12 meses, em passos de 1 mês.


MES
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro DIA 1
- DIA – ajuste do dia do calendário

Faixa de ajuste: 1 a 31 dias, em passos de 1 dia. dIA


Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro ANO 23
- ANO – ajuste do ano do calendário

Faixa de ajuste: 3 a 99 (ano 2003 a 2099), em passos de 1 ano.


ANO
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro HOR
4

- HOR – ajuste da hora do relógio

Faixa de ajuste: 0 a 23 horas, em passos de 1 hora. HOR


Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro MIN 16
- MIN – ajuste da hora do relógio

Faixa de ajuste: 0 a 59 minutos, em passos de 1 minuto. MIN


Pressionar a tecla ou para retornar ao menu principal 43

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-24
5.3.2 SUBMENU ALM:
Permite acesso a todos os parâmetros referentes a alarmes e desligamentos. Temperatura
estendida de -55 a 200°C para hardware com 4 teclas e de 0 a 150°C para hardware com 3
teclas.

- Com o display indicando mn u / a l m , pressionar a tecla


para dar ter acesso aos parâmetros de alarmes ou;
mnu
- Pressione a tecla para ir ao menu de configuração mn u /
ALM
c f n ou para retornar ao menu mn u / R L G.

5.3.2.1 MONITOR DE TEMPERATURA TM1 – SUBMENU ALM

- ALO – alarme por temperatura do óleo


Faixa de ajuste: -55 a 200ºC, em passos de 1ºC ALO
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro DSO 95
- DSO – desligamento por temperatura do óleo
Faixa de ajuste: -55 a 200ºC, em passos de 1ºC DSO
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro RDO 105
- RDO – retardo para desligamento por temperatura do óleo
Faixa de ajuste: 0 a 20 min., em passos de 0,1min. RDO
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro ALE 20
- ALE – alarme por temperatura do enrolamento 1
Faixa de ajuste: -55 a 200ºC, em passos de 1ºC ALE
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro DSE 105
- DSE – desligamento por temperatura do enrolamento 1
Faixa de ajuste: -55 a 200ºC, em passos de 1ºC DSE
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro RDE
120
- RDE – retardo para desligamento por temperatura do enrol. 1
Faixa de ajuste: 0 a 20 min., em passos de 0,1 min. RDE
Pressionar a tecla ou para retornar ao menu principal
20

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-25
5.3.2.2 MONITOR DE TEMPERATURA TM2 – SUBMENU ALM

- ALE – alarme por temperatura do enrolamento 2


Faixa de ajuste: -55 a 200ºC, em passos de 1ºC 105
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro DSE ALE
- DSE – desligamento por temperatura do enrolamento 2
Faixa de ajuste: -55 a 200ºC, em passos de 1ºC 120
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro RDE DSE
- RDE – retardo para desligamento por temperatura do enrol. 2
Faixa de ajuste: 0 a 20 min., em passos de 0,1 min. 20
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro ALE (enrol. 3) RDE
- ALE – alarme por temperatura do enrolamento 3
Faixa de ajuste: -55 a 200ºC, em passos de 1ºC ALE
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro DSE 105
- DSE – desligamento por temperatura do enrolamento 3
Faixa de ajuste: -55 a 200ºC, em passos de 1ºC DSE
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro RDE 120
- RDE – retardo para desligamento por temperatura do enrol. 3
Faixa de ajuste: 0 a 20 min., em passos de 0,1 min.
RDE
Pressionar a tecla ou para retornar ao menu principal. 20
5.3.3 SUBMENU CNF:
Permite acesso aos parâmetros referentes às configurações de funcionamento do aparelho.

- Com o display indicando mn u / C N F, pressionar a tecla


para dar ter acesso aos parâmetros ou;
MNU
Pressione a tecla para ir ao menu de configuração mn u / T R F ,

ou para retornar ao menu mn u / A L M .


CNF

- Em cada parâmetro, utilizar as teclas e para ajustar o valor desejado.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-26
5.3.3.1 MONITOR DE TEMPERATURA TM1 – SUBMENU CNF

- FSA – faixa da saída analógica (mA). Seleciona o padrão do


loop de corrente para indicação remota.
Faixa de ajuste: 0
1
=
=
0...1 mA
0...5 mA
FSa
2 = 0...10mA
3 = 0...20mA 4
4 = 4...20mA
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro Va1

- VA1 - variável associada à saída de corrente 1.


Seleção da variável associada à saída de corrente 1. Este parâmetro vA1
será apresentado somente se existir o opcional de Diferencial de
Temperatura do Comutador. Faixa de ajuste: 0
0 – Temperatura do óleo
1 – Temperatura do enrolamento 1
2 – Temperatura do enrolamento 2
3 – Temperatura do enrolamento 3
4 – Temperatura do enrolamento mais quente
5 – Sensor de temperatura A (PTA) ligado ao TM1
6 – Sensor de temperatura B (PTB) ligado ao TM1
7 – Sensor de temperatura A (PTA) ligado ao TM2
8 – Sensor de temperatura B (PTB) ligado ao TM2
9 – Diferencial de temperatura instantâneo do comutador 1
10 – Diferencial de temperatura instantâneo do comutador 2
11 – Diferencial de temperatura instantâneo do comutador 3
12 – Maior diferencial instantâneo dentre os 3 comutadores
13 – Diferencial de temperatura filtrado do comutador 1
14 – Diferencial de temperatura filtrado do comutador 2
15 – Diferencial de temperatura filtrado do comutador 3
16 – Maior diferencial filtrado dentre os 3 comutadores

- Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro FE1

- FE1 - ajusta o valor da variável para o fim de escala da saída de


corrente 1. FE1
Faixa de ajuste: -55 a 200ºC em passos de 1ºC. 150
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro IE1

- IE1 - ajusta o valor da variável para o início de escala da saída


de corrente 1. IE1
Faixa de ajuste: -55 a 200ºC em passos de 1 ºC.
0
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro VA2.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-27
- VA2 - variável associada à saída de corrente 2.
Seleção da variável associada à saída de corrente 2. Este parâmetro vA2
será apresentado somente se existir o opcional de Diferencial de
Temperatura do Comutador. Faixa de ajuste: 1
0 – Temperatura do óleo
1 – Temperatura do enrolamento 1
2 – Temperatura do enrolamento 2
3 – Temperatura do enrolamento 3
4 – Temperatura do enrolamento mais quente
5 – Sensor de temperatura A (PTA) ligado ao TM1
6 – Sensor de temperatura B (PTB) ligado ao TM1
7 – Sensor de temperatura A (PTA) ligado ao TM2
8 – Sensor de temperatura B (PTB) ligado ao TM2
9 – Diferencial de temperatura instantâneo do comutador 1
10 – Diferencial de temperatura instantâneo do comutador 2
11 – Diferencial de temperatura instantâneo do comutador 3
12 – Maior diferencial instantâneo dentre os 3 comutadores
13 – Diferencial de temperatura filtrado do comutador 1
14 – Diferencial de temperatura filtrado do comutador 2
15 – Diferencial de temperatura filtrado do comutador 3
16 – Maior diferencial filtrado dentre os 3 comutadores

- Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro FE2

- FE2 - ajusta o valor da variável para o fim de escala da saída de


corrente 2. FE2
Faixa de ajuste: -55 a 200 ºC em passos de 1 ºC.
150
- Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro IE2

- IE2 - ajusta o valor da variável para o início de escala da saída


de corrente 2.
IE2
Faixa de ajuste: -55 a 200 ºC em passos de 1ºC.
0
- Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro rL7.

- RL7 – Função de sinalização do relé de saída 7.


Seleção da função de sinalização associada ao relé de saída 7. Este RL7
parâmetro será apresentado somente se existir o opcional de Diferencial
de Temperatura do Comutador; caso contrário, o relé assume a função 1
padrão de sinalização instantânea de desligamento. Faixa de ajuste:

0 – Sinalização instantânea de desligamento - um ou mais contatos de


desligamento atuados ou em temporização.
1 – Alarme por diferencial de temperatura instantâneo
2 – Alarme por diferencial de temperatura filtrado
3 – Alarme por diferenciais de temperatura instantâneo ou filtrado.

- Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro RTD

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-28
- RTD – Opção de conexão dos sensores de temperatura.
Faixa de ajuste: RTD
2X3 = 2 sensores Pt100 a 3 fios redundantes para temperatura do óleo
1X4 = 1 sensor Pt100 a 4 fios para temperatura do óleo
X3A = 1 sensor Pt100 a 3 fios na entrada A para temperatura do óleo
o+A
X3B = 1 sensor Pt100 a 3 fios na entrada B para temperatura do óleo
O+A = 2 sensores Pt100 a 3 fios para medir as temperaturas do óleo
(sensor A) e outra temperatura, por exemplo, ambiente ou
comutador (sensor B)
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro SML

- SML – Verificação das entradas de Pt100 através de simulador


eletrônico de RTD. SML
Faixa de ajuste: ON = utilizar simulador eletrônico de sensor Pt100
externo para simulação. OFF
OFF = utilizar Pt100 para leitura de temperatura.
Durante a operação normal do sistema, este parâmetro deve estar
selecionado “OFF”. A cada vez que o aparelho é desligado e religado,
este parâmetro assume a seleção “OFF”.
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro DMT

- DMT – Diferença máxima de temperatura admissível entre os 2


Pt100 a 3 fios, quando utilizada a opção 2X3 no parâmetro RTD. DMT
Faixa de ajuste: 1 a 6 ºC, em passos de 0,1 ºC
3
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro COM

- COM – seleção da porta de comunicação a ser utilizada.


Faixa de ajuste: 232 = utilizar a serial RS232 (conector DB9) COM
485 = utilizar a serial RS485 (bornes A7 e A8).
485
O protocolo padrão utilizado é o MODBUS-RTU, e pode ser fornecido
opcionalmente o protocolo DNP-3.0 com time-stamp de 1ms.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro BDR

- BDR – seleciona a velocidade de transmissão de dados.


Faixa de ajuste: 9.6 = velocidade de 9,6 kbps BDR
19.2 = velocidade de 19,2 kbps
38.4 = velocidade de 38,4 kbps 9.6
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro END

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-29
- END – endereço do aparelho na rede de comunicação, utilizado
para aquisição de dados. END
Faixa de ajuste: 1 a 31, em passos de 1 endereço.
1
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro PRT (caso o exista
o opcional de protocolo DNP3.0) ou SUP.
- PRT – tipo do protocolo a ser utilizado para comunicação com
o aparelho e aquisição de dados. Este é um módulo opcional e
só será mostrado se estiver habilitado. PRT
Faixa de ajuste: MDB = MODBUS-RTU
DNP = DNP 3.0 com time-stamp de 1ms MDB
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro SUP

- SUP – modo de supervisão. Trata de quais aparelhos estão


conectados na rede local. SUP
Faixa de ajuste: 0 = apenas TM1
1 = TM1 + TM2 1
2 = Não Utilizado (opção reservada)
3 = Não Utilizado (opção reservada)
4 = TM1 + MT2
5 = TM1 + IRIG-B
Obs.:
1) Utilizando TM1 + MT2 (SUP = 4), o endereço do MT2 deverá ser 1.
2) Utilizando a conexão TM1 + IRIG-B não é possível a utilização do
TM2.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro IDI

- IDI – seleção do idioma para as legendas a serem


apresentadas.
POR = Português IDI
ENG = Inglês
Faixa de ajuste:
ESP = Espanhol
PYC = Russo. POR

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro NPW

- NPW – ajusta nova senha para acesso aos menus de


programação.
NPW
Faixa de ajuste: 0 a 999 em passos de 1.
A senha de fábrica é = 0.
0
Pressionar a tecla ou para retornar ao menu principal.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-30
5.3.3.2 MONITOR DE TEMPERATURA TM2 – SUBMENU CNF

- FSA – faixa da saída analógica (mA). Seleciona o padrão do


loop de corrente para indicação remota.
FSA
Faixa de ajuste: 0 = 0...1 mA
1
2
=
=
0...5 mA
0...10mA
4
3 = 0...20mA
4 = 4...20mA

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro VA1

- VA1 - variável associada à saída de corrente 1.


Seleção da variável associada à saída de corrente 1. Este parâmetro VA1
será apresentado somente se existir o opcional de Diferencial de
Temperatura do Comutador. Faixa de ajuste: 2
0 – Temperatura do óleo
1 – Temperatura do enrolamento 1
2 – Temperatura do enrolamento 2
3 – Temperatura do enrolamento 3
4 – Temperatura do enrolamento mais quente
5 – Sensor de temperatura A (PTA) ligado ao TM1
6 – Sensor de temperatura B (PTB) ligado ao TM1
7 – Sensor de temperatura A (PTA) ligado ao TM2
8 – Sensor de temperatura B (PTB) ligado ao TM2
9 – Diferencial de temperatura instantâneo do comutador 1
10 – Diferencial de temperatura instantâneo do comutador 2
11 – Diferencial de temperatura instantâneo do comutador 3
12 – Maior diferencial instantâneo dentre os 3 comutadores
13 – Diferencial de temperatura filtrado do comutador 1
14 – Diferencial de temperatura filtrado do comutador 2
15 – Diferencial de temperatura filtrado do comutador 3
16 – Maior diferencial filtrado dentre os 3 comutadores

- Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro FE1

- FE1 - ajusta o valor da variável para o fim de escala da saída de


corrente. Fe1
Faixa de ajuste: -55 a 200ºC em passos de 1ºC.
150
- Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro IE1

- IE1 - ajusta o valor da variável para o início de escala da saída


de corrente. IE1
Faixa de ajuste: -55 a 200ºC em passos de 1ºC.
0
- Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro VA2.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-31
- VA2 - variável associada à saída de corrente 2.
Seleção da variável associada à saída de corrente 2. Este parâmetro vA2
será apresentado somente se existir o opcional de Diferencial de
Temperatura do Comutador. Faixa de ajuste: 3
0 – Temperatura do óleo
1 – Temperatura do enrolamento 1
2 – Temperatura do enrolamento 2
3 – Temperatura do enrolamento 3
4 – Temperatura do enrolamento mais quente
5 – Sensor de temperatura A (PTA) ligado ao TM1
6 – Sensor de temperatura B (PTB) ligado ao TM1
7 – Sensor de temperatura A (PTA) ligado ao TM2
8 – Sensor de temperatura B (PTB) ligado ao TM2
9 – Diferencial de temperatura instantâneo do comutador 1
10 – Diferencial de temperatura instantâneo do comutador 2
11 – Diferencial de temperatura instantâneo do comutador 3
12 – Maior diferencial instantâneo dentre os 3 comutadores
13 – Diferencial de temperatura filtrado do comutador 1
14 – Diferencial de temperatura filtrado do comutador 2
15 – Diferencial de temperatura filtrado do comutador 3
16 – Maior diferencial filtrado dentre os 3 comutadores

- Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro FE2

- FE2 - ajusta o valor da variável para o fim de escala da saída de


corrente.
Faixa de ajuste: -55 a 200ºC em passos de 1ºC.
FE2
- Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro IE2 150
- IE2 - ajusta o valor da variável para o início de escala da saída
de corrente.
Faixa de ajuste: -55 a 200ºC em passos de 1ºC.
iE2
- Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro RL7. 0
- RL7 – Função de sinalização do relé de saída 7.
Seleção da função de sinalização associada ao relé de saída 7. Este RL7
parâmetro será apresentado somente se existir o opcional de Diferencial
de Temperatura do Comutador; caso contrário, o relé assume a função 1
padrão de sinalização instantânea de desligamento. Faixa de ajuste:

0 – Sinalização instantânea de desligamento - um ou mais contatos de


desligamento atuados ou em temporização.
1 – Alarme por diferencial de temperatura instantâneo
2 – Alarme por diferencial de temperatura filtrado
3 – Alarme por diferenciais de temperatura instantâneo ou filtrado.

- Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro RTD

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-32
- RTD – Opção de conexão dos sensores de temperatura RTD.
Faixa de ajuste: RTD
OFF = nenhum RTD conectado
1X4
X3A
= 1 sensor Pt100 a 4 fios
= 1 sensor Pt100 a 3 fios conectado na entrada A
A+B
X3B = 1 sensor Pt100 a 3 fios conectado na entrada B
A+B = 2 sensores Pt100 a 3 fios
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro END

- SML – Verificação das entradas de Pt100 através de simulador


eletrônico de RTD. SML
Faixa de ajuste: ON = utilizar simulador eletrônico de sensor Pt100
externo para simulação. OFF
OFF = utilizar Pt100 para leitura de temperatura.
Durante a operação normal do sistema, este parâmetro deve estar
selecionado “OFF”. A cada vez que o aparelho é desligado e religado,

este parâmetro assume a seleção “OFF”.


Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro DMT

- END – endereço do aparelho para comunicação com TM1.


Faixa de ajuste: 1 a 31 END
Quando utilizada a configuração TM1+TM2 este parâmetro deve ser = 1

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro IDI


1
- IDI – seleção do idioma para as legendas a serem
apresentadas.
POR = português IDI
ENG = inglês
Faixa de ajuste: ESP
PYC
=
=
espanhol
Russo.
POR

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro NPW

- NPW – ajusta nova senha para acesso aos menus de


programação. NPW
Faixa de ajuste: 0 a 999 em passos de 1.
A senha de fábrica é = 0.
000
Pressionar a tecla ou para retornar ao menu principal.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-33
5.3.4 SUBMENU TRF:
TRF
Permite acesso aos parâmetros referentes às características do Transformador / Reator.

- Com o display indicando m n u / TR F, pressionar a tecla


para dar ter acesso aos parâmetros ou; MNU
Pressione a tecla para ir ao menu de configuração mn u / R F, ou TRF
para retornar ao menu mn u / C N F

- Em cada parâmetro, utilizar as teclas e para ajustar o valor desejado.

5.3.4.1 MONITOR DE TEMPERATURA TM1 – SUBMENU TRF

- GEO – gradiente de temperatura óleo / enrolamento 1. É a


diferença entre a temperatura média do enrolamento 1 e a GEO
temperatura do topo do óleo, após estabilização térmica na
condição de carregamento nominal.
10
Este valor deve ser informado pelo fabricante do transformador / reator,
que o obtém em ensaio de aquecimento ou por cálculo.
Faixa de ajuste: 0 a 50ºC, em passos de 0,1ºC.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro TE.

- TE – constante de tempo do enrolamento. É a constante de


tempo em segundos, relacionada à inércia térmica do TE
enrolamento do transformador.
300
Este parâmetro pode ser medido durante o ensaio de aquecimento ou
calculado pelo fabricante do transformador. Caso não seja possível
obtê-lo por uma dessas duas formas poderá ser adotado o valor típico
de 300 s.
Faixa de ajuste: 72 a 999, em passos de 1.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro HS+

- HS+ – fator de hot-spot (ABNT e ANSI).

É a diferença entre a temperatura do ponto mais quente (hot-spot) HS+


e a temperatura média do enrolamento, conforme modelo adotado
pelas normas ABNT NBR 5416 e IEEE Std C57.91-1995. Caso não 0
sejam seguidas estas normas, este parâmetro obrigatoriamente
deve ser programado 0 (zero).
Faixa de ajuste: 0 a 20ºC, em passos de 0,1ºC.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro HS*

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-34
- HS* – fator de hot-spot (ANSI / IEC).

É a relação entre a temperatura do ponto mais quente (hot-spot) e a


HS*
temperatura média do enrolamento, conforme modelo adotado pela 1.3
norma IEC 354. Se esta norma não for a selecionada, este
parâmetro obrigatoriamente deve ser programado 1 (um).
Faixa de ajuste: 1 a 1,5 em passos de 0,01.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro 2*M

- 2*M – expoente de enrolamento. Constante definida pelo tipo


de resfriamento do transformador. 2*M
Faixa de ajuste: 1,6 (óleo natural e óleo forçado)
1,8 (uso ainda não previsto em normas) 1.6
2,0 (óleo dirigido)

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro CNT

- CNT – corrente nominal do enrolamento 1 do transformador,


onde está sendo determinada a temperatura. CNT
Faixa de ajuste: 0 a 99,8kA em passos de 0,01 kA.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro CNS


1

- CNS – É a corrente no secundário do TC de imagem térmica do


enrolamento 1, com o transformador na condição de
carregamento nominal.
CNS
Fórmula: CNS = CNT / relação do TC 5
Faixa de ajuste: 0,5 a 10A em passos de 0,01 A.

Pressionar a tecla ou para retornar ao menu principal.

5.3.4.2 MONITOR DE TEMPERATURA TM2 – SUBMENU TRF

- GEO – gradiente de temperatura óleo / enrolamento 2. É a


diferença entre a temperatura média do enrolamento 2 e a 10
temperatura do topo do óleo, após estabilização térmica, na
condição de carga nominal.
GEO
Este valor deve ser informado pelo fabricante do transformador / reator,
que o obtém em ensaio de aquecimento ou por cálculo.
Faixa de ajuste: 0 a 50ºC, em passos de 0,1ºC.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro TE.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-35
- TE – constante de tempo do enrolamento 2. É a constante de
tempo em segundos, relacionada à inércia térmica do 300
enrolamento 2 do transformador.
TE
Este parâmetro pode ser medido durante o ensaio de aquecimento ou
calculado pelo fabricante do transformador. Caso não seja possível
obtê-lo por uma dessas duas formas poderá ser adotado o valor típico
de 300 s.
Faixa de ajuste: 72 a 999, em passos de 1.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro HS+


- CNT – corrente nominal do enrolamento 2 do transformador,
onde está sendo determinada a temperatura. 5
Faixa de ajuste: 0 a 99,8kA em passos de 0,01 kA.
CNT
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro CNS
- CNS – É a corrente no secundário do TC de imagem térmica do
enrolamento 2, com o transformador na condição de 3.33
carregamento nominal.

Fórmula: CNS = CNT / relação do TC


CNS
Faixa de ajuste: 0,5 a 10A em passos de 0,01 A.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro GEO (enrol. 3)


- GEO – gradiente de temperatura óleo / enrolamento 3. É a
diferença entre a temperatura média do enrolamento 3 e a GEO
temperatura do topo do óleo, após estabilização térmica, na
condição de carga nominal.
10
Este valor deve ser informado pelo fabricante do transformador / reator,
que o obtém em ensaio de aquecimento ou por cálculo.
Faixa de ajuste: 0 a 50ºC, em passos de 0,1ºC.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro TE.


- TE – constante de tempo do enrolamento 3. É a constante de
tempo em segundos, relacionada à inércia térmica do TE
enrolamento 3 do transformador.
300
Este parâmetro pode ser medido durante o ensaio de aquecimento ou
calculado pelo fabricante do transformador. Caso não seja possível
obtê-lo por uma dessas duas formas poderá ser adotado o valor típico
de 300 s.
Faixa de ajuste: 72 a 999, em passos de 1.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro HS+

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-36
- CNT – corrente nominal do enrolamento 3 do transformador,
onde está sendo determinada a temperatura. CNT
Faixa de ajuste: 0 a 99,8kA em passos de 0,01 kA.
5
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro CNS

- CNS – É a corrente no secundário do TC de imagem térmica do


enrolamento 3, com o transformador na condição de
CNS
carregamento nominal.
3.33
Fórmula: CNS = CNT / relação do TC
Faixa de ajuste: 0,5 a 10A em passos de 0,01 A.

Pressionar a tecla ou para retornar ao menu principal.

5.3.5 SUBMENU RF:


RF
Permite acesso aos parâmetros referentes às configurações de operação do resfriamento
forçado do transformador. Os ajustes são efetuados somente no TM1. Algumas funções
especiais para controle dos equipamentos de resfriamento são opcionais.

Os ajustes de operação do resfriamento estão subdivididos em alguns submenus adicionais,


mostrados a seguir.

- Com o display indicando mn u / R F, pressionar a tecla para


dar ter acesso aos parâmetros de Resfriamento Forçado ou;
MNU
Pressione a tecla para ir ao menu mn u / D T C (caso exista o RF
opcional de diferencial de temperatura) ou mn u / L O G (caso exista o

opcional de memória de massa) ou pressione para retornar ao


menu mn u / T R F.

- Em cada parâmetro, utilizar as teclas e para ajustar o valor desejado.

5.3.5.1 SUBMENU CNF

Contém os parâmetros de configuração geral do Resfriamento Forçado.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-37
- NGR – número total de grupos de resfriamento forçado
Caso seja utilizado apenas o Monitor de Temperatura TM1, dois NGR
contatos de saída estarão disponíveis para o comando do resfriamento,
logo o parâmetro NGR permitirá faixa de ajuste de 1 a 2.
4
Caso sejam empregados TM1 e TM2, quatro contatos estarão
disponíveis e o parâmetro terá faixa de ajuste de 1 a 4. Neste caso, é
possível utilizar os contatos de comando de resfriamento do TM2 como
redundância aos contatos do TM1, bastando para isso programar o
número de grupos NGR como 2.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro HIS


- HIS – É a diferença entre a temperatura de partida e parada dos
ventiladores/bombas HIS
O parâmetro HIS (histerese) determina um valor de redução de
temperatura, abaixo da temperatura de partida do resfriamento, para
5
desligar os ventiladores/bombas, a fim de evitar que os mesmos sejam
ligados e desligados seguidamente com pequenas variações de
temperatura.

Faixa de ajuste: 0 a 9 ºC; passos de 1 ºC.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro HIC.

- HIC – É a diferença entre a porcentagem de carga para partida


e parada dos ventiladores/bombas HIC
O parâmetro histerese de carga (HIC) determina um valor de redução
do percentual de carga, abaixo da carga de partida do resfriamento,
5
para desligar os ventiladores/bombas, a fim de evitar que os mesmos
sejam ligados e desligados seguidamente com pequenas variações de
carga.
Este parâmetro somente será mostrado se o Monitor de Temperatura
possuir a função opcional de Pré-Resfriamento.

Faixa de ajuste: 0 a 9%, em passos de 1%

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro EVH.

- EVH – Hora de início do Exercício de Ventiladores/Bombas


Ajuste da hora em que deverão ser acionados os grupos de EVH
resfriamento forçado para o exercício diário dos ventiladores/bombas.
Este parâmetro somente será mostrado se o Monitor de Temperatura
22
possuir a função opcional de Exercício do Resfriamento.

Faixa de ajuste: 0 a 23, em passos de 1 hora.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro EVM

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-38
- EVM – Minuto de início do Exercício de Ventiladores/Bombas
Ajuste do complemento do horário (minuto) em que deverão ser EVM
acionados os grupos de resfriamento forçado para o exercício diário dos
ventiladores ou bombas.
30
Este parâmetro somente será mostrado se o Monitor de Temperatura
possuir a função opcional de Exercício do Resfriamento.

Faixa de ajuste: 0 a 59 minutos, em passos de 1 minuto.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro TEV


- TEV – Tempo de Exercício de Ventiladores
Ajuste do tempo total diário que os grupos de resfriamento forçado TEV
deverão permanecer acionados para o exercício de ventiladores ou
bombas. Caso seja necessário desativar a função Exercício de
45
Resfriamento, basta programar este parâmetro com o valor zero.
Este parâmetro somente será mostrado se o Monitor de Temperatura
possuir a função opcional de Exercício do Resfriamento.

Faixa de ajuste: 0 a 999 minutos, em passos de 1 minuto.

Pressionar a tecla ou para retornar ao submenu RF.

5.3.5.2 SUBMENUS er1 , er2, er3 E er4

Os submenus ER1, ER2, ER3 e ER4 permitem ajustar os parâmetros de


operação dos Estágios de Resfriamento forçado 1 a 4 respectivamente. Cada
um dos submenus possui basicamente os mesmos parâmetros, como
mostrado a seguir.

- RF1 / RF2 / RF3 / RF4 – Temperatura de atuação do 1º / 2º / 3º /


4º Estágio de Resfriamento Forçado RF1
Quando a temperatura de um dos enrolamentos do transformador
atingir o valor ajustado, será acionado um dos Grupos de Resfriamento
65
cadastrados no Estágio de Resfriamento correspondente (selecionados
como “SIM” nos parâmetros GR1, GR2, GR3 e GR4 de cada Estágio).
Vide item 4.2.4 para detalhes da filosofia de operação do resfriamento.

Faixa de ajuste: -55 a 200ºC, em passos de 1ºC

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro CV1 / cv2 / cv3 /


cv4.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-39
- CV1 / CV2 / CV3 / CV4 – Porcentual de Carregamento para
atuação do 1º / 2º / 3º / 4º Estágio de Resfriamento Forçado CV1
Quando o percentual de carga de um dos enrolamentos do
transformador atingir o valor ajustado, será acionado um dos Grupos de
65
Resfriamento cadastrados no Estágio de Resfriamento correspondente
(selecionados como “SIM” nos parâmetros GR1, GR2, GR3 e GR4 de
cada estágio). Vide item 4.2.4 para detalhes da filosofia de operação do
resfriamento.

Faixa de ajuste: 50 a 200%, em passos de 1%

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro GR1.


- GR1 – Inscrição do Grupo de Resfriamento 1 no 1º / 2º / 3º / 4º
Estágio de Resfriamento Forçado gr1
Permite selecionar se o Grupo de Resfriamento 1 estará inscrito ou não
no 1º / 2º / 3º / 4º Estágio de Resfriamento Forçado, ou seja, se poderá
sim
ser considerado disponível ou não para utilização pelo Estágio de
Resfriamento quando for atingida sua temperatura ou percentual de
carga de acionamento. Vide item 4.2.4 para detalhes da filosofia de
operação do resfriamento.

Faixa de ajuste: SIM ou NÃO

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro GR2.


- GR2 – Inscrição do Grupo de Resfriamento 2 no 1º / 2º / 3º / 4º
Estágio de Resfriamento Forçado Gr2
Permite selecionar se o Grupo de Resfriamento 2 estará inscrito ou não
no 1º / 2º / 3º / 4º Estágio de Resfriamento Forçado, ou seja, se poderá
sim
ser considerado disponível ou não para utilização pelo Estágio de
Resfriamento quando for atingida sua temperatura ou percentual de
carga de acionamento. Vide item 4.2.4 para detalhes da filosofia de
operação do resfriamento.

Faixa de ajuste: SIM ou NÃO

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro GR3.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-40
- GR3 – Inscrição do Grupo de Resfriamento 3 no 1º / 2º / 3º / 4º
Estágio de Resfriamento Forçado Gr3
Permite selecionar se o Grupo de Resfriamento 3 estará inscrito ou não
no 1º / 2º / 3º / 4º Estágio de Resfriamento Forçado, ou seja, se poderá
nao
ser considerado disponível ou não para utilização pelo Estágio de
Resfriamento quando for atingida sua temperatura ou percentual de
carga de acionamento. Vide item 4.2.4 para detalhes da filosofia de
operação do resfriamento.

Faixa de ajuste: SIM ou NÃO

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro GR4.


- GR4 – Inscrição do Grupo de Resfriamento 4 no 1º / 2º / 3º / 4º
Estágio de Resfriamento Forçado Gr4
Permite selecionar se o Grupo de Resfriamento 4 estará inscrito ou não
no 1º / 2º / 3º / 4º Estágio de Resfriamento Forçado, ou seja, se poderá
nao
ser considerado disponível ou não para utilização pelo Estágio de
Resfriamento quando for atingida sua temperatura ou percentual de
carga de acionamento. Vide item 4.2.4 para detalhes da filosofia de
operação do resfriamento.

Faixa de ajuste: SIM ou NÃO

Pressionar a tecla ou para retornar ao submenu RF.

5.3.6 SUBMENU DTC:


Permite acesso aos parâmetros referentes à monitoração do diferencial de temperatura dos
comutadores sob carga. Essa função de monitoração é opcional, portanto esse submenu
somente será mostrado quando o equipamento a possuir. Os ajustes são efetuados somente
no TM1.

- Com o display indicando mn u / D T C, pressionar a tecla para


dar ter acesso aos parâmetros de Diferencial de Temperatura ou;
MNU
Pressione a tecla para ir ao menu mn u / L O G (caso exista o DTC
opcional de memória de massa) ou para retornar ao menu m n u /
RF.

- Em cada parâmetro, utilizar as teclas e para ajustar o valor desejado.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-41
- TTR – seleção do sensor de temperatura do óleo do
transformador utilizado para os cálculos dos diferenciais TTR
Faixa de ajuste:
1 – Sensor RTD A do TM1
5
2 – Sensor RTD B do TM1
3 – Sensor RTD A do TM2
4 – Sensor RTD B do TM2
5 – Temperatura do topo do óleo

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro TC1


- TC1 – seleção do sensor de temperatura do comutador 1.
Faixa de ajuste: TC1
0 – Nenhum (diferencial de temperatura do comutador 1 não utilizado)
1 – Sensor RTD A do TM1
2
2 – Sensor RTD B do TM1
3 – Sensor RTD A do TM2
4 – Sensor RTD B do TM2

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro TC2


- TC2 – seleção do sensor de temperatura do comutador 2.
Faixa de ajuste: TC2
0 – Nenhum (diferencial de temperatura do comutador 2 não utilizado)
1 – Sensor RTD A do TM1
0
2 – Sensor RTD B do TM1
3 – Sensor RTD A do TM2
4 – Sensor RTD B do TM2

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro TC3


- TC3 – seleção do sensor de temperatura do comutador 3.
Faixa de ajuste: TC3
0 – Nenhum (diferencial de temperatura do comutador 3 não utilizado)
1 – Sensor RTD A do TM1 0
2 – Sensor RTD B do TM1
3 – Sensor RTD A do TM2
4 – Sensor RTD B do TM2

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro CTF


- CTF – constante de tempo para filtragem dos diferenciais de
temperatura dos comutadores sob carga CTF
Faixa de ajuste: 0 a 720 minutos, em passos de 1 minuto.
180
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro TAL

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-42
- TAL – temporização para emissão de alarmes por diferenciais
de temperatura dos comutadores TAL
Faixa de ajuste: 0 a 240 minutos, em passos de 1 minuto.
20
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro MAA
- MAA – margem de temperatura para ajustes automáticos de
alarmes por diferenciais de temperatura dos comutadores MAA
Faixa de ajuste: 1 a 10ºC, em passos de 1ºC
5,0
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro TAA
- TAA – tempo total de amostragem para ajuste automático de
alarmes por diferenciais de temperatura TAA
Faixa de ajuste: 1 a 720 horas, em passos de 1 hora.
336
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro AAA
- AAA – ajuste automático de alarmes por diferencial de
temperatura dos comutadores sob carga AAA
Permite iniciar (ON) ou interromper (OFF) o processo de ajuste
automático dos alarmes por diferenciais de temperatura instantâneo e
ON
filtrado.
Ao selecionar ON, será iniciada a contagem regressiva do tempo para o
ajuste automático, conforme programado no parâmetro TAA acima.
Faixa de ajuste: ON ou OFF.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro ADI


- ADI – alarme por diferencial de temperatura instantâneo dos
comutadores sob carga (consulta ou ajuste manual) ADI
Faixa de ajuste: -40 a +40ºC, em passos de 0,1ºC
10,0
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro ADF
- ADF – alarme por diferencial de temperatura filtrado dos
comutadores sob carga (consulta ou ajuste manual) ADF
Faixa de ajuste: -40 a +40ºC, em passos de 0,1ºC
10,0
Pressionar a tecla ou para retornar ao menu principal.

5.3.7 SUBMENU LOG:


Permite ajustar as configurações para gravação de medições e eventos na memória de massa
do TM. Esse submenu somente será apresentado se o TM possuir essa função opcional. A
memória de massa é do tipo FIFO (First In First Out), isto é, ao chegar ao final da memória os
dados mais antigos começam a ser sobrescritos por dados novos. Uma nova gravação na
memória pode ser iniciada por intervalo de tempo, por variação de temperatura maior que o
valor ajustado ou ainda pela ocorrência de qualquer evento (alarmes, desligamentos ou
acionamentos de ventilação forçada).

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-43
- Com o display indicando mn u / L O G, pressionar a tecla para
dar ter acesso aos parâmetros de Memória de Massa, ou;
MNU
Pressione a tecla para ir ao menu de fábrica mnu / F A B ou LOG
para retornar ao menu mn u / D T C ou R F.

- Em cada parâmetro, utilizar as teclas e para ajustar o valor desejado.

- TLG – Intervalo de tempo para efetuar gravação na memória


Determina o intervalo de tempo para que seja efetuada uma nova TLG
gravação na memória de massa, em minutos.

Faixa de ajuste: 1 a 120 minutos, em passos de 1 minuto.


60
Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro HLG
- HLG – Variação de temperatura para efetuar gravação na
memória HLG
Determina um valor de variação nas temperaturas medidas, em ºC, que
se excedido faz com que o TM efetue uma nova gravação na memória 5
de massa. Esse recurso permite prolongar o tempo para que os dados
mais antigos da memória sejam sobrescritos, evitando gravações caso
as medições não variem de forma significativa.

Faixa de ajuste: 1 a 20ºC, em passos de 1ºC.

Pressionar a tecla para avançar ao parâmetro RST


- RST – Comando para limpeza da memória
Permite reiniciar a memória de massa, apagando todos os dados RST
armazenados. O usuário deve confirmar selecionando a opção SIM e

pressionando a tecla . Esse processo poderá demorar vários


NAO
segundos. Nesse tempo o display manterá a indicação RST / SIM.

Faixa de ajuste: NÃO ou SIM.

Pressionar a tecla ou para retornar ao menu principal.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-44
5.4. TABELA 1 – AJUSTES TÍPICOS

Norma / Classe de Temperatura


ABNT ANSI IEC
55 ºC 65 ºC 55 ºC 65 ºC 55 ºC 65 ºC
TE - Constante de tempo do enrolamento 300
1,6 para óleo natural e óleo forçado
2*M - Expoente de enrolamento
2,0 para óleo dirigido
HS+ Fator hot-spot conf. ABNT/ANSI (ºC) 10 15 10 15 0
HS* Fator hot-spot conf. IEC 1,0 1,3
RF1...RF4 - Temperaturas de partida dos
Conforme indicação do fabricante do
estágios do sistema de resfriamento
transformador
forçado
ALO - Temperatura de alarme de óleo 95 ºC
ALE - Temperatura de alarme de
105 ºC
enrolamento (ºC)
DSO - Temperatura de desligamento de
110 ºC
óleo (ºC)
DSE - Temperatura de desligamento de
120 ºC
enrolamento (ºC)
RdO e RdE - Retardo de desligamento
2
(minutos)
HIS – Histerese (ºC) 4...6
SUP – Modo de Supervisão SUP = 0  TM1
SUP = 1  TM1 + TM2
SUP = 4  TM1 + MT2
SUP = 5  TM1 + IRIG-B
END – Endereço dos TM’s na rede de TM1: END = 1 a 31 (endereço do
comunicação. aparelho na rede de comunicação,
utilizado para aquisição de dados)
TM2 / MT2: END = 1 (endereço para
comunicação com TM1)

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. II-45
Parte III – Colocação em Funcionamento
Índice de Assuntos
Capítulo Título Página
6. Procedimento para colocação em serviço III-2
Monitor de Temperatura TM1 - Folha de
III-3
parametrização
Monitor de Temperatura TM2 - Folha de
III-5
parametrização

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. III-1
6. PROCEDIMENTO PARA COLOCAÇÃO EM SERVIÇO

Uma vez efetuada a instalação dos equipamentos de acordo com a Parte III deste manual, a
colocação em serviço deve seguir os passos básicos a seguir.

• Certificar-se de que nenhuma operação dos contatos irá interagir com outros sistemas,
durante esta fase. Se necessário isolar todos os contatos de comando, alarme e
desligamento simplesmente desacoplando o conector removível inferior (terminais 1...A4).

• Verificar a instalação elétrica de acordo com as recomendações do capítulo 4. Checar a


correção das ligações elétricas (por exemplo, através de ensaios de continuidade).
• Certificar-se de que nenhum secundário de transformadores de corrente (TCs) estará
aberto durante a instalação e operação dos monitores de temperatura. Se o transformador
estiver energizado durante a instalação do TM1 e do TM2, curto-circuitar e aterrar os
secundários de TCs que serão conectados aos equipamentos antes de qualquer operação.
Depois de finalizada a instalação, proceder à minuciosa verificação destes circuitos antes
de retirar o curto-circuito dos secundários.

• Se for efetuar ensaios de rigidez dielétrica na fiação (tensão aplicada), desconectar os


cabos de terra ligados aos terminais 13 do TM1 e do TM2 a fim de evitar a destruição das
proteções contra sobretensões existentes no interior do aparelho. Estas proteções estão
internamente conectadas entre os terminais de entrada/saída e o terra, grampeando a
tensão em cerca de 300V. A aplicação de tensões elevadas durante longo período (por
exemplo, 2kV por 1 minuto) causaria a destruição dessas proteções.

• Reconectar os cabos de terra aos terminais 13 do TM1 e do TM2, caso tenham sido
desconectados para ensaios de tensão aplicada. Energizar o TM1 e o TM2 com qualquer
tensão na faixa de 38 a 265Vcc/Vca 50/60Hz.

• Efetuar toda a parametrização do TM1 e do TM2, de acordo com as instruções no sub-


capítulo 5. A parametrização efetuada pode ser anotada no formulário fornecido na página
seguinte.

• Conectar calibrador de temperatura, década resistiva ou verificar a temperatura do Pt100


conectado a cada entrada de medição do TM1, checando se as medições estão corretas.
• Injetar corrente ac nas entradas de medição de corrente dos monitores de temperatura
TM1 e TM2, verificando se as indicações estão corretas nas telas de consulta dos
equipamentos.

• Com um miliamperímetro dc, verificar se as saídas em loop de corrente apresentam


valores condizentes com os valores das temperaturas correspondentes.

• Com um medidor de continuidade, testar a atuação dos contatos de alarme, desligamento


e resfriamento forçado. A atuação dos contatos pode ser forçada, por exemplo, reduzindo
os respectivos ajustes a valores inferiores às medições atuais.

• Reconectar os contatos que porventura tenham sido isolados, re-acoplando o conector


inferior (terminais 1...A4).

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. III-2
Monitor de Temperatura TM1 – Folha de Parametrização
Nº. Série: Data: Responsável:
Submenu Parâmetro Descrição Valor Ajustado
ALO Alarme por temperatura do óleo ºC
DSO Desligamento por temperatura do óleo ºC
RDO Retardo do desligamento por temp. do óleo min
ALM
ALE Alarme por temperatura do enrolamento ºC
DSE Desligamento por temp. do enrolamento ºC
RDE Retardo do desligamento por temp. do enrol. min
FSA Faixa da Saída Analógica
VA1 (op.) Variável associada à Saída Analógica 1
FE1 Fim de Escala da Saída Analógica 1 ºC
IE1 Início de Escala da Saída Analógica 1 ºC
VA2 (op.) Variável associada à Saída Analógica 2
FE2 Fim de Escala da Saída Analógica 2 ºC
IE2 Início de Escala da Saída Analógica 2 ºC
RL7 (op.) Função de sinalização do Relé de Saída 7
CNF RTD Opção de conexão dos sensores de temper.
DMT Diferença máxima de temp. (opção RTD 2x3)
COM Porta de comunicação serial utilizada
BDR Baud-rate da comunicação serial bps
END Endereço na comunicação serial
PRT (op.) Protocolo de Comunicação
SUP Modo de supervisão
IDI Idioma para Interface
NPW Nova senha para acesso aos menus
GEO Gradiente de temperatura nominal enrol.-óleo ºC
TE Constante de tempo térmica do enrolamento seg.
HS+ Fator de hot-spot pelas normas ABNT e ANSI ºC
TRF HS* Fator de hot-spot pela norma IEC
2*M Expoente definido pelo tipo de resfriamento
CNT Corrente nominal do enr. 1 do transformador kA
CNS Corrente sec. do TC c/ enr. 1 em carga nom. A
NGR Número total de grupos de resfriamento
HIS Histerese de desacionamento do resfriamento ºC
HIC (op.) Histerese de carga p/ deslig. do resfriamento %
RF / CNF
EVH (op.) Hora de acionamento do resfriamento hora
EVM (op.) Minuto de acionamento do resfriamento min.
TEV (op.) Tempo de operação do resfriamento min.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. III-3
Submenu Parâmetro Descrição Valor Ajustado
RF1 Temp. de operação do 1º estágio de resfriamento ºC
CV1 (op.) Carga para operação do 1º estágio de resfriamento %
GR1 Inscrição do Grupo de Resfriamento 1 no 1º Estágio
RF / ER1
GR2 Inscrição do Grupo de Resfriamento 2 no 1º Estágio
GR3 Inscrição do Grupo de Resfriamento 3 no 1º Estágio
GR4 Inscrição do Grupo de Resfriamento 4 no 1º Estágio
RF2 Temp. de operação do 2º estágio de resfriamento ºC
CV2 (op.) Carga para operação do 2º estágio de resfriamento %
GR1 Inscrição do Grupo de Resfriamento 1 no 2º Estágio
RF / ER2
GR2 Inscrição do Grupo de Resfriamento 2 no 2º Estágio
GR3 Inscrição do Grupo de Resfriamento 3 no 2º Estágio
GR4 Inscrição do Grupo de Resfriamento 4 no 2º Estágio
RF3 Temp. de operação do 3º estágio de resfriamento ºC
CV3 (op.) Carga para operação do 3º estágio de resfriamento %
GR1 Inscrição do Grupo de Resfriamento 1 no 3º Estágio
RF / ER3
GR2 Inscrição do Grupo de Resfriamento 2 no 3º Estágio
GR3 Inscrição do Grupo de Resfriamento 3 no 3º Estágio
GR4 Inscrição do Grupo de Resfriamento 4 no 3º Estágio
RF4 Temp. de operação do 4º estágio de resfriamento ºC
CV4 (op.) Carga para operação do 4º estágio de resfriamento %
GR1 Inscrição do Grupo de Resfriamento 1 no 4º Estágio
RF / ER4
GR2 Inscrição do Grupo de Resfriamento 2 no 4º Estágio
GR3 Inscrição do Grupo de Resfriamento 3 no 4º Estágio
GR4 Inscrição do Grupo de Resfriamento 4 no 4º Estágio
TTR Seleção do sensor de temp. do óleo do trafo
TC1 Seleção do sensor de temp. do comutador 1
TC2 Seleção do sensor de temp. do comutador 2
TC3 Seleção do sensor de temp. do comutador 3
CTF Constante de tempo p/ filtragem de diferencial min.
DTC (op.)
TAL Temporização para alarmes por diferencial min.
MAA Margem para ajuste automático de alarmes ºC
TAA Tempo de amostragem p/ ajuste automático horas
ADI Alarme por diferencial de temp. instantâneo ºC
ADF Alarme por diferencial de temp. filtrado ºC
TLG Intervalo p/ gravação na memória de massa min.
LOG (op.)
HLG Variação de temp. p/ gravação na memória ºC

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. III-4
Monitor de Temperatura TM2 – Folha de Parametrização
Nº. Série: Data: Responsável:
Submenu Parâmetro Descrição Valor Ajustado
ALE (2) Alarme por temperatura do enrolamento 2 ºC
DSE (2) Desligamento por temp. do enrolamento 2 ºC
RDE (2) Retardo do desligamento por temp. do enr. 2 min
ALM
ALE (3) Alarme por temperatura do enrolamento 3 ºC
DSE (3) Desligamento por temp. do enrolamento 3 ºC
RDE (3) Retardo do desligamento por temp. do enr. 3 min
FSA Faixa da Saída Analógica
VA1 (op.) Variável associada à Saída Analógica 1
FE1 Fim de Escala da Saída Analógica 1 ºC
IE1 Início de Escala da Saída Analógica 1 ºC
VA2 (op.) Variável associada à Saída Analógica 2
FE2 Fim de Escala da Saída Analógica 2 ºC
CNF
IE2 Início de Escala da Saída Analógica 2 ºC
RL7 (op.) Função de sinalização do Relé de Saída 7
RTD Opção de conexão dos sensores de temper.
END Endereço para comunicação com TM1
IDI Idioma para Interface
NPW Nova senha para acesso aos menus
GEO (2) Gradiente de temperatura nominal enr. 2-óleo ºC
TE (2) Constante de tempo térmica do enrol. 2 seg.
CNT (2) Corrente nominal do enr. 2 do transformador kA
CNS (2) Corrente sec. do TC c/ enr. 2 em carga nom. A
TRF
GEO (3) Gradiente de temperatura nominal enr. 3-óleo ºC
TE (3) Constante de tempo térmica do enrol. 3 seg.
CNT (3) Corrente nominal do enr. 3 do transformador kA
CNS (3) Corrente sec. do TC c/ enr. 3 em carga nom. A

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. III-5
Parte IV – Resolução de Problemas
(troubleshooting)

Índice de Assuntos
Capítulo Título Página
7. Resolução de Problemas IV-2
O equipamento apresenta mensagens de
7.1 IV-2
autodiagnóstico no display
O TM1 e/ou TM2 faz leitura incorreta dos
7.2 IV-9
sensores de temperatura
O TM1 e/ou TM2 mede incorretamente as
7.3 IV-10
correntes de carga
O TM1 e/ou TM2 não indica corretamente as
7.4 IV-10
temperaturas dos enrolamentos
O TM1 não comunica com sistema de aquisição
7.5 IV-10
de dados
A indicação remota pela saída analógica está
7.6 IV-11
incorreta
O TM1 e/ou TM2 não aciona corretamente o
7.7 IV-11
resfriamento forçado

Índice de Figuras
Figura Título Página
7.1 Indicações de autodiagnóstico IV-2

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. IV-1
7. RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS:

Os softwares dos Monitores de Temperatura TM1 e TM2 verificam constantemente a


integridade de suas funções e dos sensores e módulos a ele conectados. Qualquer anomalia
verificada é sinalizada através de seu contato de falha. Mensagens serão indicadas no display
dos TM’s, auxiliando no processo de diagnóstico da falha.

Caso se encontrem dificuldades ou problemas na operação do sistema, sugerimos consultar as


possíveis causas e soluções simples apresentadas nos itens a seguir. Se estas informações
não forem suficientes para sanar a dificuldade, favor entrar em contato com a assistência
técnica da Treetech ou seu representante autorizado.

7.1 O EQUIPAMENTO APRESENTA MENSAGENS DE AUTODIAGNÓSTICO NO


DISPLAY

A função de autodiagnóstico implementada nos aparelhos TM1 e TM2 permite que eventuais
problemas externos ao equipamento ou mesmo falhas internas sejam detectadas e
diagnosticadas, permitindo que na maioria dos casos o próprio usuário identifique e corrija os
problemas com rapidez.

Ao detectar um problema, o TM indicará em seu display superior a sigla “ERR”, e em seu


display inferior o código do respectivo erro, como ilustra a figura 7.1. O significado dos códigos
indicados é mostrado nas tabelas a seguir, respeitando o dígito do display em que o código
aparece.

Display superior:
Indicação que há um
erro ativo.

Display inferior:
Indicação do código
do erro ativo.

Dígito 1 Dígito 2 Dígito 3 Dígito 4

Figura 7.1 - Indicações de autodiagnóstico

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. IV-2
Dígito 1

Código
Descrição Causas prováveis Ações recomendadas
Indicado
Sem falha
0 - -
neste dígito.
Mau-contato ou Verificar a existência de maus-contatos
desconexão em um dos ou desconexões em todo o percurso dos
cabos conectados aos cabos conectados aos terminais 1 e/ou 2
terminais 1 e/ou 2 do do sensor de temperatura A, incluindo a
sensor de temperatura A. conexão ao TM, aos bornes de
Vide figura 4.4, página II-7. passagem e a conexão ao sensor.
Utilização de cabo não- Verificar se está sendo utilizado cabo
Falha na blindado na ligação do blindado na ligação do sensor de
medição de sensor Pt100 ao TM. temperatura A ao TM.
temperatura Blindagens dos cabos de Verificar que a blindagem do cabo de
do sensor A ligação do TM ao sensor ligação do TM ao sensor de temperatura
1 – mudança Pt100 não aterrada ou A esteja aterrada somente em um lado
brusca de aterrada em mais de um da conexão e a outra extremidade
temperatura, local. isolada, conforme figura 4.3, página II-6.
superior a
5°C. Falha interna ao sensor de Substituir o sensor de temperatura A
temperatura A. defeituoso.
Após verificar e corrigir a causa da falha na medição, efetuar o reset
do erro pressionando e mantendo pressionadas as teclas e .
ATENÇÃO: ao efetuar este reset, estará sendo informado ao TM que
a medição atual de temperatura está correta. Se for feito o reset com
uma medição de temperatura incorreta, poderá ocorrer alarme
indevido, por exemplo, por diferencial de temperatura do comutador.
Mau-contato ou Verificar a existência de maus-contatos
desconexão em um dos ou desconexões em todo o percurso dos
cabos conectados aos cabos conectados aos terminais 1 e/ou 2
terminais 1 e/ou 2 do do sensor de temperatura B, incluindo a
sensor de temperatura B. conexão ao TM, aos bornes de
Vide figura 4.4, página II-7. passagem e a conexão ao sensor.
Utilização de cabo não- Verificar se está sendo utilizado cabo
Falha na blindado na ligação do blindado na ligação do sensor de
medição de sensor Pt100 ao TM. temperatura B ao TM.
temperatura Blindagens dos cabos de Verificar que a blindagem do cabo de
do sensor B ligação do TM ao sensor ligação do TM ao sensor de temperatura
2 – mudança Pt100 não aterrada ou B esteja aterrada somente em um lado
brusca de aterrada em mais de um da conexão e a outra extremidade
temperatura, local. isolada, conforme figura 4.3, página II-6.
superior a
5°C. Falha interna ao sensor de Substituir o sensor de temperatura B
temperatura B. defeituoso.
Após verificar e corrigir a causa da falha na medição, efetuar o reset
do erro pressionando e mantendo pressionadas as teclas e .
ATENÇÃO: ao efetuar este reset, estará sendo informado ao TM que
a medição atual de temperatura está correta. Se for feito o reset com
uma medição de temperatura incorreta, poderá ocorrer alarme
indevido, por exemplo, por diferencial de temperatura do comutador.
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1 e 2 Proceder como indicado para os códigos 1
3 dos códigos acima. e 2 acima
1 e 2 acima

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. IV-3
Dígito 2

Código
Descrição Causas prováveis Ações recomendadas
Indicado
Sem falha
0 - -
neste dígito.
O sensor A não está Desabilitar a medição dos sensores não
em uso, porém sua utilizados alterando o parâmetro RTD, sub-
medição está habilitada capítulo 5.3.3.1 página II-19 (TM1) ou
no parâmetro RTD. 5.3.3.2 página II-23 (TM2).
Falha na Mau contato no cabo Verificar a existência de mau contato em
medição de conectado ao terminal todo o percurso do cabo conectado ao
1
temperatura 1 do sensor de terminal 1 do sensor de temperatura A,
do sensor A. temperatura A. Vide incluindo a conexão ao TM, aos bornes de
figura 4.4, página II-7. passagem e a conexão ao sensor.
Falha interna ao sensor Substituir o sensor de temperatura A
de temperatura A. defeituoso.
O sensor B não está Desabilitar a medição dos sensores não
em uso, porém sua utilizados alterando o parâmetro RTD, sub-
medição está habilitada capítulo 5.3.3.1 página II-19 (TM1) ou
no parâmetro RTD. 5.3.3.2 página II-23 (TM2).
Falha na
Mau contato no cabo Verificar a existência de mau contato em
medição de
2 conectado ao terminal todo o percurso do cabo conectado ao
temperatura
1 do sensor de terminal 1 do sensor de temperatura B,
do sensor B
temperatura B. Vide incluindo a conexão ao TM, aos bornes de
figura 4.4, página II-7. passagem e a conexão ao sensor.
Falha interna ao sensor Substituir o sensor de temperatura B
de temperatura B. defeituoso.
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1 e 2 Proceder como indicado para os códigos 1
3
dos códigos 1 acima. e 2 acima
e 2 acima
O sensor A não está Desabilitar a medição dos sensores não
em uso, porém sua utilizados alterando o parâmetro RTD, sub-
medição está habilitada capítulo 5.3.3.1 página II-19 (TM1) ou
no parâmetro RTD. 5.3.3.2 página II-23 (TM2).
Falha na Mau contato nos cabos Verificar a existência de maus contatos em
medição de conectados aos todo o percurso dos cabos conectados aos
4
temperatura terminais 2 do sensor terminais 2 do sensor de temperatura A,
do sensor A. de temperatura A. Vide incluindo a conexão ao TM, aos bornes de
figura 4.4, página II-7. passagem e a conexão ao sensor.
Falha interna ao sensor Substituir o sensor de temperatura A
de temperatura A. defeituoso.
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1 e 4 Proceder como indicado para os códigos 1
5
dos códigos 1 acima. e 4 acima
e 4 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 2 e 4 Proceder como indicado para os códigos 2
6
dos códigos 2 acima. e 4 acima
e 4 acima
Tabela continua na página seguinte...

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. IV-4
Dígito 2 (continuação)

Código
Descrição Causas prováveis Ações recomendadas
Indicado
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1, 2 e 4 Proceder como indicado para os códigos
7
dos códigos acima. 1, 2 e 4 acima
1, 2 e 4 acima
O sensor B não está Desabilitar a medição dos sensores não
em uso, porém sua utilizados alterando o parâmetro RTD, sub-
medição está habilitada capítulo 5.3.3.1 página II-19 (TM1) ou
no parâmetro RTD. 5.3.3.2 página II-23 (TM2).
Falha na
Mau contato nos cabos Verificar a existência de maus contatos em
medição de
8 conectados aos todo o percurso dos cabos conectados aos
temperatura
terminais 2 do sensor terminais 2 do sensor de temperatura B,
do sensor B
de temperatura B. Vide incluindo a conexão ao TM, aos bornes de
figura 4.4, página II-7. passagem e a conexão ao sensor.
Falha interna ao sensor Substituir o sensor de temperatura B
de temperatura B. defeituoso.
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1 e 8 Proceder como indicado para os códigos 1
9
dos códigos 1 acima. e 8 acima
e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 2 e 8 Proceder como indicado para os códigos 2
A
dos códigos 2 acima. e 8 acima
e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1, 2 e 8 Proceder como indicado para os códigos
B
dos códigos acima. 1, 2 e 8 acima
1, 2 e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 4 e 8 Proceder como indicado para os códigos 4
C
dos códigos 4 acima. e 8 acima
e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1, 4 e 8 Proceder como indicado para os códigos
D
dos códigos acima. 1, 4 e 8 acima
1, 4 e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 2, 4 e 8 Proceder como indicado para os códigos
E
dos códigos acima. 2, 4 e 8 acima
2, 4 e 8 acima
Ocorrência
simultânea
Vide códigos 1, 2, 4 e 8 Proceder como indicado para os códigos
F dos códigos
acima. 1, 2, 4 e 8 acima
1, 2, 4 e 8
acima

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. IV-5
Dígito 3

Código
Descrição Causas prováveis Ações recomendadas
Indicado
Sem falha
0 - -
neste dígito.
O parâmetro RTD está
programado na opção
“2X3” no TM1, porém Corrigir a programação do parâmetro RTD,
apenas um sensor está sub-capítulo 5.3.3.1 página II-19, de
sendo utilizado para acordo com a configuração utilizada para
medição da os sensores de temperatura.
temperatura do topo do
óleo.
Parâmetro DMT
Corrigir a programação do parâmetro
(Diferença Máxima de
DMT, sub-capítulo 5.3.3.1 página II-19, de
Temperatura entre os
maneira que não fique menor que a
sensores redundantes
diferença normal de temperatura entre os
do topo do óleo A e B)
sensores redundantes do topo do óleo A e
programado com valor
B.
muito baixo no TM1.
Falha na Mau-contato ou
medição de desconexão em um dos Verificar a existência de maus-contatos ou
temperatura – cabos conectados aos desconexões em todo o percurso dos
(mudança terminais 1 e/ou 2 dos cabos conectados aos terminais 1 e/ou 2
brusca de sensores de dos sensores de temperatura A e/ou B,
temperatura temperatura A e/ou B. incluindo a conexão ao TM, aos bornes de
1 superior a Vide figura 4.4, página passagem e a conexão aos sensores.
5°C ou II-7.
diferença de Utilização de cabo não- Verificar se está sendo utilizado cabo
temperatura blindado na ligação dos blindado na ligação dos sensores de
elevada entre sensores Pt100 ao TM. temperatura ao TM.
os sensores A
e B). Verificar que as blindagens dos cabos de
Blindagens dos cabos
ligação do TM aos sensores de
de ligação do TM aos
temperatura estejam aterradas somente
sensores Pt100 não
em um lado da conexão e a outra
aterradas ou aterradas
extremidade isolada, conforme figura 4.3,
em mais de um local.
página II-6.
Falha interna ao sensor
Substituir o(s) sensor(es) de temperatura
de temperatura A e/ou
A e/ou B defeituoso(s).
B.
Após verificar e corrigir a causa da falha na medição, efetuar o reset
do erro pressionando e mantendo pressionadas as teclas e
do TM1 por cerca de 2 segundos. ATENÇÃO: ao efetuar este reset,
estará sendo informado ao TM1 que a medição atual de
temperatura está correta. Se for feito o reset com uma medição de
temperatura incorretamente alta, poderá ocorrer alarme ou
desligamento indevido do transformador.
Erro interno - Substituir o TM defeituoso e contatar a
2 Falha interna ao TM.
Conversor AD assistência técnica Treetech.
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1 e 2 Proceder como indicado para os códigos 1
3 dos códigos 1 acima. e 2 acima
e 2 acima
Tabela continua na página seguinte...

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. IV-6
Dígito 3 (continuação)

Código
Descrição Causas prováveis Ações recomendadas
Indicado
Falha na
medição da Substituir o TM defeituoso e contatar a
4 corrente de Falha interna ao TM.
assistência técnica Treetech.
carga
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1 e 4 Proceder como indicado para os códigos 1
5
dos códigos 1 acima. e 4 acima
e 4 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 2 e 4 Proceder como indicado para os códigos 2
6
dos códigos 2 acima. e 4 acima
e 4 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1, 2 e 4 Proceder como indicado para os códigos
7
dos códigos acima. 1, 2 e 4 acima
1, 2 e 4 acima
Falha na
medição da Falha interna ao TM. Substituir o TM defeituoso e contatar a
8
corrente de assistência técnica Treetech.
carga
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1 e 4 Proceder como indicado para os códigos 1
9
dos códigos 1 acima. e 4 acima
e 4 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 2 e 8 Proceder como indicado para os códigos 2
A
dos códigos 2 acima. e 8 acima
e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1, 2 e 8 Proceder como indicado para os códigos
B acima.
dos códigos 1, 2 e 8 acima
1, 2 e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 4 e 8 Proceder como indicado para os códigos 4
C acima.
dos códigos 4 e 8 acima
e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1, 4 e 8 Proceder como indicado para os códigos
D acima.
dos códigos 1, 4 e 8 acima
1, 4 e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 2, 4 e 8 Proceder como indicado para os códigos
E acima.
dos códigos 2, 4 e 8 acima
2, 4 e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1, 2, 4 e 8 Proceder como indicado para os códigos
F dos códigos acima. 1, 2, 4 e 8 acima
1, 2, 4 e 8
acima

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. IV-7
Dígito 4

Código
Descrição Causas prováveis Ações recomendadas
Indicado
Sem falha
0 - -
neste dígito.
Verificar a existência de maus-contatos,
Mau contato ou
desconexões ou inversões em todo o
inversão nos cabos
percurso dos cabos conectados aos
conectados aos
terminais 16 e/ou 17 dos Monitores de
terminais 16 e/ou 17 do
Temperatura TM1 e/ou TM2, incluindo a
TM1 e/ou TM2. Vide
conexão aos monitores e aos bornes de
figura 4.2, página II-6.
passagem.
Utilização de cabo não-
blindado na interligação Verificar se está sendo utilizado cabo
entre os Monitores de blindado na interligação entre os Monitores
Temperatura TM1 e de Temperatura TM e TM2.
Erro de TM2.
comunicação
1 Blindagens do cabo de Verificar que a blindagem do cabo de
entre TM1 e
interligação entre TM1interligação entre TM1 e TM2 esteja
TM2.
e TM2 não aterrada ou aterrada somente em um lado da conexão
aterrada em mais de e a outra extremidade isolada, conforme
um local. figura 4.2, página II-6.
Corrigir a programação do parâmetro SUP,
Programação incorreta sub-capítulo 5.3.3.1 página II-19, conforme
do parâmetro SUP. seja utilizado ou não o Monitor de
Temperatura TM2.
Versões de firmware Os Monitores de Temperatura TM 1 ou
incompatíveis na TM2 só podem ser conectados a
aplicação da linha TM monitores da linha MT com versão de
com a linha antiga MT. firmware V2.2 ou superior.
Foi programado no Corrigir a programação do parâmetro SUP,
Programação
parâmetro SUP uma sub-capítulo 5.3.3.1 página II-19, utilizando
incorreta do
2 das opções não uma das opções válidas (0, 1, 4 ou 5),
parâmetro
utilizadas (opções 2 ou conforme seja empregado apenas o TM1
SUP
3). ou TM1 com TM2.
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1 e 2 Proceder como indicado para os códigos 1
3
dos códigos 1 acima. e 2 acima
e 2 acima
Falha na
Falha interna ao TM. Substituir o TM defeituoso e contatar a
4 memória
assistência técnica Treetech.
EEPROM
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1 e 4 Proceder como indicado para os códigos 1
5 acima.
dos códigos 1 e 4 acima
e 4 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 2 e 4 Proceder como indicado para os códigos 2
6
dos códigos 2 acima. e 4 acima
e 4 acima
Tabela continua na página seguinte...

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. IV-8
Dígito 4 (continuação)

Código
Descrição Causas prováveis Ações recomendadas
Indicado
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1, 2 e 4 Proceder como indicado para os códigos
7
dos códigos acima. 1, 2 e 4 acima
1, 2 e 4 acima
Overflow nas Falha interna ao TM. Substituir o TM defeituoso e contatar a
8
medições assistência técnica Treetech.
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1 e 4 Proceder como indicado para os códigos 1
9
dos códigos 1 acima. e 4 acima
e 4 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 2 e 8 Proceder como indicado para os códigos 2
A acima.
dos códigos 2 e 8 acima
e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1, 2 e 8 Proceder como indicado para os códigos
B acima.
dos códigos 1, 2 e 8 acima
1, 2 e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 4 e 8 Proceder como indicado para os códigos 4
C acima.
dos códigos 4 e 8 acima
e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1, 4 e 8 Proceder como indicado para os códigos
D acima.
dos códigos 1, 4 e 8 acima
1, 4 e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 2, 4 e 8 Proceder como indicado para os códigos
E acima.
dos códigos 2, 4 e 8 acima
2, 4 e 8 acima
Ocorrência
simultânea Vide códigos 1, 2, 4 e 8 Proceder como indicado para os códigos
F dos códigos acima. 1, 2, 4 e 8 acima
1, 2, 4 e 8
acima

7.2. O TM1 E/OU TM2 FAZ LEITURA INCORRETA DOS SENSORES DE


TEMPERATURA

Prováveis Causas Possíveis Soluções


Seleção incorreta da quantidade de Corrigir a programação do parâmetro RTD, (sub-capítulo
sensores e da forma de ligação no 5.3.3.1, pág. II-19, para TM1 e 5.3.3.2, pág. II-23, para
parâmetro RTD. TM2), de acordo com a quantidade e forma de ligação dos
sensores de temperatura.
Mau-contato ou desconexão em Verificar a existência de maus-contatos ou desconexões
um dos cabos conectados aos em todo o percurso dos cabos conectados aos terminais 1
terminais 1 e/ou 2 dos sensores de e/ou 2 dos sensores de temperatura, incluindo a conexão
temperatura. Vide figura 4.4, ao TM, aos bornes de passagem e a conexão aos
página II-7. sensores.
Tabela continua na página seguinte...

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. IV-9
Prováveis Causas Possíveis Soluções
Utilização de cabo não-blindado na Verificar se está sendo utilizado cabo blindado na ligação
ligação dos sensores Pt100 ao TM. dos sensores de temperatura ao TM.

Blindagens dos cabos de ligação Verificar que as blindagens dos cabos de ligação do TM
do TM aos sensores Pt100 não aos sensores de temperatura estejam aterradas somente
aterradas ou aterradas em mais de em um lado da conexão e a outra extremidade isolada,
um local. conforme figura 4.3, página II-6.

Falha do sensor de temperatura. Substituir o sensor de temperatura defeituoso e contatar a


assistência técnica Treetech.

7.3. O TM1 E/OU TM2 MEDE INCORRETAMENTE AS CORRENTES DE CARGA.

Prováveis Causas Possíveis Soluções


Secundário do TC (transformador Verificar se o secundário do TC está curto-circuitado.
de corrente) curto-circuitado Verificar que o secundário do TC está corretamente
conectado ao monitor de temperatura antes de retirar o
curto-circuito, evitando que o secundário do TC
permaneça aberto.
Ultrapassada a potência do TC. Verificar se a carga oferecida pela fiação do secundário do
TC faz com que seja ultrapassada sua potência máxima,
causando erro na medição (a impedância de entrada do
TM pode ser desprezada). Aumentar a bitola dos cabos
para diminuir a carga.
Programação incorreta da corrente Corrigir a programação do parâmetro CNT para cada
nominal do enrolamento do enrolamento monitorado conforme sub-capítulos 5.3.4.1 e
transformador no parâmetro CNT. 5.3.4.2, páginas II-25, II-26 e II-27.

7.4. O TM1 E/OU TM2 NÃO INDICA AS TEMPERATURAS DOS


ENROLAMENTOS CORRETAMENTE.

Prováveis Causas Possíveis Soluções


Erro na medição da corrente secundária do TC Proceder conforme o item 7.3 acima.
conectado aos Monitores de Temperaturas.
Nem todas as entradas para medição de É normal que, para as entradas de corrente
correntes AC são utilizadas. não utilizadas, a indicação de temperatura do
enrolamento correspondente seja igual à
temperatura do óleo.
Programação incorreta de um ou mais dos Verificar e corrigir a programação dos
seguintes parâmetros: GEO, TE, HS+, HS*, 2*M parâmetros para cada enrolamento
e CNS. monitorado conforme sub-capítulos 5.3.4.1 e
5.3.4.2, páginas II-24 a II-27.

7.5. O TM1 NÃO COMUNICA SISTEMA DE AQUISIÇÃO DE DADOS

Causas Prováveis Ações recomendadas

Programação incorreta dos parâmetros Verificar a programação correta dos seguintes


da comunicação serial no TM1. parâmetros no submenu CNF (sub-capítulo 5.3.3.1,
páginas II-19 e II-20):
- Porta de comunicação – parâmetro COM
- Baud-rate – parâmetro BDR
- Endereço – parâmetro END
- Protocolo – parâmetro PRT
Tabela continua na página seguinte...

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. IV-10
Prováveis Causas Possíveis Soluções
Mau-contato, desconexão ou inversão Verificar a existência de maus-contatos, desconexões
em um dos cabos de comunicação ou inversões em todo o percurso do cabo de
serial. comunicação, incluindo a conexão ao TM1, a bornes
de passagem e ao sistema de aquisição de dados.
Vide figura 4.2, página II-6.

Uso de cabo sem blindagem, blindagem Utilizar cabo blindado, conectado de acordo com as
sem aterramento ou com aterramento recomendações do sub-capítulo 4.2, página II-5, e
incorreto na ligação do sistema de figura 4.2, página II-6.
aquisição ao TM1.

Tipo de cabo utilizado incorreto O cabo de comunicação deve ser do tipo par-
trançado blindado. Vide sub-capítulo 4.2, página II-5.

Distância entre extremos da rede de Caso o circuito exceda a distância de 1300 metros, é
comunicação superior a 1300 metros necessária a utilização de módulos repetidores ou
aplicação de fibra ótica.

7.6. A INDICAÇÃO REMOTA PELA SAÍDA ANALÓGICA ESTÁ INCORRETA.

Prováveis Causas Possíveis Soluções

Programação incorreta dos parâmetros Verificar a programação dos seguintes parâmetros no


relacionados à saída de corrente menu CNF (sub-capítulo 5.3.3.1, pág. II-17, para TM1
e 5.3.3.2, pág. II-21, para TM2):
- Faixa da saída de corrente – FSA
- Variável da saída analógica 1 – VA1
- Fim de escala da saída 1 – FE1
- Início de escala da saída 1 – IE1
- Variável da saída analógica 1 – VA2
- Fim de escala da saída 2 – FE2
- Início de escala da saída 2 – IE2
Ligação incorreta do cabo de ligação Verificar a correta ligação dos cabos (polaridade,
eventuais curtos-circuitos, links abertos, aterramento)
entre os monitores TM1 e TM2 e o sistema de
medição. Vide figura 4.8, página II-9.

Carga máxima permitida excedida Verificar a carga máxima permitida para cada padrão
de saída selecionado. (ver Dados Técnicos -
Apêndice A, pág. V-2)

Falta de aterramento, aterramento A falha de aterramento pode permitir que ruídos e


interrompido ou cabo aterrado nas duas transientes induzidos venham a impossibilitar a
extremidades do circuito. medição do loop de corrente. Proceder à verificação
do cabo e conexões (bornes de passagem) e
aterramentos.

7.7. O TM1 E/OU TM2 NÃO ACIONA CORRETAMENTE O RESFRIAMENTO


FORÇADO

Prováveis Causas Possíveis Soluções


Programação incorreta dos Corrigir a programação dos parâmetros de controle do
parâmetros de controle do resfriamento forçado, conforme indicações dos sub-
resfriamento forçado. capítulos 4.2.4, pág. II-8, e 5.3.5, 5.3.5.1 e 5.3.5.2, pág. II-
37 a II-41.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. IV-11
Parte V – Apêndices
Índice
Apêndice Título Página
A Dados Técnicos V-2
B Especificação para Pedido V-3
C Ensaios de Tipo V-4
D Comunicações seriais V-5
D.1 Protocolo Modbus RTU V-5
D.2 Protocolo DNP3.0 (opcional) V-13

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-1
APÊNDICE A – DADOS TÉCNICOS
Tensão de Alimentação: 38 a 265 Vac/Vdc 50/60Hz
Consumo máximo: <8W
Temperatura de Operação: -40 a +85 ºC
Grau de Proteção: IP 20
Conexões - exceto entradas de TC: 0,3 a 2,5mm2, 22 a 12 AWG
2
Conexões - entradas de TC: Um ou dois 1,5 a 2,5mm , 16 a 12 AWG
utilizando terminais tipo olhal apropriados
Fixação: Fixação embutida em painel
Saídas analógicas: 2 (com positivo comum) por equipamento (TM1
ou TM2)
• Erro máximo: 0,5 % do fim de escala
• Opções (selecionáveis) e carga máxima: 0...1 mA, 10kΩ
0...5 mA, 2kΩ
0...10 mA, 1kΩ
0...20 mA, 500Ω
4...20 mA, 500Ω
Saídas a relés: Contatos livres de potencial
• Tipo e funções (padrão): 5NA (alarmes/deslig.)+3 NF (2 R.F.+1 autodiag.)
por equipamento (TM1 ou TM2)
• Potência máxima de chaveamento: 70 W (dc) / 220 VA (ac) não-indutivo
• Tensão máxima de chaveamento: 250 Vdc / 250 Vac
• Corrente máxima de condução: 5A
Medições diretas de temperatura (por Entradas para sensores RTD com autocalibração
exemplo, óleo, ambiente, comutadores, etc.): contínua
• Sensor: Pt100Ω a 0ºC
• Faixa de medição: -55...200ºC
• Erro máximo a 20ºC: 0,4% do fim de escala
• Desvio por variação de temperatura: 20ppm/ºC
• Opções de conexão em cada 2 sensores a três fios, ou,
equipamento (TM1 ou TM2): 1 sensor a quatro fios, ou,
1 sensor a três fios.
Medição de temperatura do enrolamento: Calculada
• Modelos matemáticos aplicados: ABNT NBR 5416 (1997)
IEEE C57.91 (1995)
IEC 354 (1991)
Entradas de medição de corrente AC: Medição direta ou com TC externo clip-on
• Faixa de trabalho: 0...10 A
• Erro máximo a 20ºC: 0,5% do fim de escala (1% com TC clip-on)
• Desvio por variação de temperatura: 50ppm/ºC
Protocolos de comunicação (acesso pelo Modbus RTU (padrão)
TM1): DNP3.0 level 1 (opcional)
Portas de Comunicação Serial: 1 RS 485 para interligação TM1/TM2 ou IRIG-B
1 selecionável RS 485 / RS232 para sistema de
supervisão (somente no TM1)
Memória de Massa (opcional):
• Intervalo de gravação: 1 a 120 minutos
• Variação de temperatura p/ gravação: 1 a 20ºC
• Capacidade:
- TM1 sem Diferencial Temp. OLTC: 1465 registros
- TM1 com Diferencial Temp. OLTC: 948 registros
- TM1+TM2 sem Difer. Temp. OLTC: 848 registros
- TM1+TM2 com Difer. Temp. OLTC: 645 registros

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-2
APÊNDICE B – ESPECIFICAÇÃO PARA PEDIDO

Os Monitores de Temperatura TM1 e TM2 são equipamentos universais, tendo a maioria de


suas características selecionadas em seus menus de programação. Estes ajustes podem ser
feitos diretamente em seu painel frontal ou pelas portas de comunicação serial RS232 ou
RS485. A entrada de alimentação é universal (38 a 265 Vcc/Vca 50/60Hz).

Deste modo, no pedido de compra do aparelho padrão, somente é necessário informar:

• Monitor de Temperatura TM1 (temperatura do óleo e de um enrolamento):

- Quantidade;
- Funções opcionais desejadas – pode ser especificado mais de um item opcional para o
mesmo equipamento.
o Opcional 1 – Protocolo de comunicação DNP3.0 nível 1 (em adição ao protocolo
padrão Modbus RTU)

o Opcional 2 – Pré-resfriamento (item 5.3.5.2)

o Opcional 3 – Exercício de ventiladores (item 5.3.5.3)

o Opcional 4 – Diferencial de Temperatura de Comutadores sob Carga (item 5.3.6)

o Opcional 5 – Memória de Massa (item 5.3.7).

- Tipo de conexão de TC: padrão para conexão direta de TC (0 a 10A) ou opcional para
conexão de TC externo com núcleo seccionável (TC’s externos não incluídos - devem
ser especificados separadamente como Acessórios Opcionais).
- Configuração física de cada relé individualmente (NA ou NF), caso seja diferente do
padrão mostrado na figura 4.15, página II-18.

• Monitor de Temperatura TM2 (temperatura de dois enrolamentos adicionais):

- Quantidade.
- Tipo de conexão de TC: padrão para conexão direta de TC (0 a 10A) ou opcional para
conexão de TC externo com núcleo seccionável (TC’s externos não incluídos - devem
ser especificados separadamente como Acessórios Opcionais).
- Configuração física de cada relé individualmente (NA ou NF), caso seja diferente do
padrão mostrado na figura 4.15, página II-18.

Obs.: O Monitor de Temperatura TM2 trabalha obrigatoriamente com o Monitor de Temperatura


TM1, não podendo ser aplicado em separado.

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-3
APÊNDICE C – ENSAIOS DE TIPO

Imunidade a Surtos (IEC 60255-22-5):


• Surtos fase-neutro: 1 kV, 5 por polaridade (+/-)
• Surtos fase-terra e neutro-terra: 2 kV, 5 por polaridade (+/-)
Imunidade a Transitórios Elétricos (IEC 60255-22-1
e IEEE C37.90.1):
• Valor de pico 1º ciclo 2,5 kV
• Freqüência: 1,1 MHz
• Tempo e taxa de repetição: 2 segundos, 400 surtos/seg.
• Descaimento a 50%: 5 ciclos
Impulso de Tensão (IEC 60255-5):
• Forma de onda: 1,2 / 50 µseg.
• Amplitude e energia: 5 kV
• Número de pulsos: 3 negativos e 3 positivos, intervalo 5s
Tensão Aplicada (IEC 60255-5):
• Tensão suportável à freqüência industrial 2 kV 60Hz 1 min. contra terra
Imunidade a Campos Eletromagnéticos Irradiados
(IEC 61000-4-3 / IEC60255-22-3):
• Freqüência: 26 a 1000 MHz
• Intensidade de campo: 10 V/m
Imunidade a Perturbações Eletromagnéticas
Conduzidas (IEC 60255-22-6):
• Freqüência: 0,15 a 80 MHz
• Intensidade de campo: 10 V/m
Descargas Eletrostáticas (IEC 60255-22-2 e IEEE
C37.90.3):
• Modo ar: 8 kV, dez descargas por polaridade
• Modo contato: 6 kV, dez descargas por polaridade
Imunidade a Transitórios Elétricos Rápidos
(IEC60255-22-4 e IEEE C37.90.1):
• Teste na alimentação, entradas e saídas: 4 kV
• Teste na comunicação serial: 2 kV
Ensaio Climático: (IEC 60068-2-14):
• Faixa de temperatura: -40 a +85ºC
• Tempo total do teste: 96 horas
Resposta à vibração: (IEC 60255-21-1):
• Modo de Aplicação: 3 eixos (X, Y e Z), senoidal
• Amplitude: 0,075mm de 10 a 58 Hz
1G de 58 a 150 Hz
• Duração: 8 min/eixo
Resistência à vibração: (IEC 60255-21-1):
• Modo de Aplicação: 3 eixos (X, Y e Z), senoidal
• Freqüência: 10 a 150 Hz
• Intensidade: 2G
• Duração: 160 min/eixo
Sobrecarga de curta duração (IEEE C57.109-1993 e
NBR 8145/83): Entradas de medição de corrente AC

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-4
APÊNDICE D – COMUNICAÇÕES SERIAIS

As informações deste apêndice permitem que todas as leituras, seleções e comandos do TM1
e TM2 sejam efetuados por meio da porta de comunicação serial RS485 ou RS232 do TM1. A
utilização desta comunicação serial é opcional. Protocolos disponíveis: Modbus RTU (padrão) e
DNP3.0 nível 1 (opcional).

D.1 – PROTOCOLO MODBUS-RTU


Informações gerais
Modo: RTU (binário)
Taxa de transmissão: 9600, 19200 ou 38400 bps
Bits de dados: 8
Bits de parada: 2
Paridade: Nenhuma
Tipo de variável de memória: 40000
Comandos implementados: 03 (Leitura, em blocos ou individualmente)
06 (Escrita em um único registrador)
16 (Escrita em um bloco de registradores)
Faixa de Escrita
Regis-
Bit Descrição Medição ou Passo ou
trador
Estado Leitura
0 = auto
0 Modo Automático / Manual Grupo R.F.1 - E/L
1 = manual
0 = auto
1 Modo Automático / Manual Grupo R.F.2 - E/L
1 = manual
2 Não Utilizado - - -
1
3 Não Utilizado - - -
0 = auto
4 Modo Automático / Manual Grupo R.F.3 - E/L
1 = manual
0 = auto
5 Modo Automático / Manual Grupo R.F.4 - E/L
1 = manual
2 - Parâmetro ALO (Alarme do Óleo) -55...200 1 E/L
3 - Parâmetro DSO (Desligamento do Óleo) -55...200 1 E/L
4 - Parâmetro RDO (Retardo Desligamento do Óleo) 0...20 0,1 E/L
5 - Parâmetro RF1 (Temperatura de partida do E.R.1) -55...200 1 E/L
6 - Parâmetro RF2 (Temperatura de partida do E.R.2) -55...200 1 E/L
7 - Parâmetro ALE (Alarme do Enrolamento 1) -55...200 1 E/L
8 - Parâmetro DSE (Desligamento do Enrolamento 1) -55...200 1 E/L
9 - Parâmetro RDE (Retardo Desligamento Enrol. 1) 0...20 0,1 E/L
10 - Parâmetro HIS (Histerese do resfriamento) 0...9 1 E/L
11 - Parâmetro GEO (Gradiente Enrolamento 1 / Óleo) 0...50 0,1 E/L
12 - Parâmetro TE (Constante de Tempo Enrolamento 1) 72...999 1 E/L
13 - Parâmetro HS+ (Fator de Hot-Spot ABNT/ANSI) 0...20 0,1 E/L
14 - Parâmetro HS* (Fator de Hot-Spot IEC) 1...1,5 0,01 E/L
0 = 1,6
15 - Parâmetro 2*M 1 = 1.8 1 E/L
2 = 2.0
16 - Parâmetro CNT (Corrente Nominal Enrolamento 1) 0...99,8 0,01 E/L
Parâmetro CNS (Corrente Nominal no Secundário do
17 - 0,50...10,00 0,01 E/L
TC para o Enrolamento 1)
18 - Registro de Temp. Máxima do Enrolamento 1 (MAX) -55...200 0,1 L
19 - Registro de Temperatura Máxima do Óleo (MAX) -55...200 0,1 L

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-5
Faixa de Escrita
Regis-
Bit Descrição Medição ou Passo ou
trador
Estado Leitura
20 - Valor atual da Temperatura do Óleo -55...200 0,1 L
21 - Valor atual da Temperatura do Enrolamento 1 -55...200 0,1 L
22 - Valor atual do Gradiente Final Enrolamento 1 (GFN) 0...200 0,1 L
23 - Valor atual da Corrente no Enrolamento 1 (kA) 0...655,35 0,01 L
0 = desligado
0 Estado do Relé de Alarme do Óleo - L
1 = ligado
0 = desligado
1 Estado do Relé de Desligamento do Óleo - L
1 = ligado
0 = desligado
2 Estado do Relé do G.R.1 (TM1) - L
1 = ligado
0 = desligado
3 Estado do Relé do G.R.2 (TM1) - L
1 = ligado
24
0 = desligado
4 Estado do Relé de Alarme do Enrolamento 1 - L
1 = ligado
0 = desligado
5 Estado do Relé de Desligamento do Enrolamento 1 - L
1 = ligado
Estado do Relé de Sinalização de Desligamento Óleo / 0 = desligado
6 - L
Enrolamento 1 1 = ligado
0 = desligado
7 Estado do Relé de Auto-Diagnóstico - L
1 = ligado
25 - Percentual de Carga Enrolamento 1 0...3000 0,1 L
26 - Parâmetro ALE (Alarme do Enrolamento 2) -55...200 1 E/L
27 - Parâmetro DSE (Desligamento do Enrolamento 2) -55...200 1 E/L
28 - Parâmetro RDE (Retardo Desligamento do Enrol. 2) 0...20 0,1 E/L
29 - Parâmetro ALE (Alarme do Enrolamento 3) -55...200 1 E/L
30 - Parâmetro DSE (Desligamento do Enrolamento 3) -55...200 1 E/L
31 - Parâmetro RDE (Retardo Desligamento do Enrol. 3) 0...20 0,1 E/L
32 - Parâmetro GEO (Gradiente Enrolamento 2 / Óleo) 0...50 0,1 E/L
33 - Parâmetro TE (Constante Tempo Enrolamento 2) 72...999 1 E/L
34 - Parâmetro CNT (Corrente Nominal Enrolamento 2) 0...99,8 0,01 E/L
Parâmetro CNS (Corrente Nominal no Secundário do
35 - 0,50...10,00 0,01 E/L
TC para o Enrolamento 2)
36 - Parâmetro GEO (Gradiente Enrolamento 3 / Óleo) 0...50 0,1 E/L
37 - Parâmetro TE (Constante Tempo Enrolamento 3) 72...999 1 E/L
38 - Parâmetro CNT (Corrente Nominal Enrolamento 3) 0...99,8 0,01 E/L
Parâmetro CNS (Corrente Nominal no Secundário do
39 - 0,50...10,00 0,01 E/L
TC para o Enrolamento 3)
40 - Registro de Temperatura Máxima do Enrolamento 2 -55...200 0,1 L
41 - Registro de Temperatura Máxima do Enrolamento 3 -55...200 0,1 L
0 = desligado
0 Estado do Relé de Alarme do Enrolamento 2 - L
1 = ligado
0 = desligado
1 Estado do Relé de Desligamento do Enrolamento 2 - L
1 = ligado
0 = desligado
2 Estado do Relé da G.R.3 (TM2) - L
1 = ligado
0 = desligado
42 3 Estado do Relé do G.R.4 (TM2) - L
1 = ligado
0 = desligado
4 Estado do Relé de Alarme do Enrolamento 3 - L
1 = ligado
0 = desligado
5 Estado do Relé de Desligamento do Enrolamento 3 - L
1 = ligado
Estado do Relé de Sinalização de Desligamento 0 = desligado
6 - L
Enrolamento 2 ou 3 1 = ligado

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-6
Faixa de Escrita
Regis-
Bit Descrição Medição ou Passo ou
trador
Estado Leitura
43 - Valor atual da Temperatura do Enrolamento 2 -55...200 0,1 L
44 - Valor atual da Temperatura do Enrolamento 3 -55...200 0,1 L
45 - Percentual atual de Carga Enrolamento 2 0...3000 0,1 L
46 - Percentual atual de Carga Enrolamento 3 0...3000 0,1 L
47 - Valor atual do Gradiente Final Enrolamento 2(GFN) 0...200 0,1 L
48 - Valor atual do Gradiente Final Enrolamento 3 (GFN) 0...200 0,1 L
49 - Valor atual da Corrente Medida Enrolamento 2 (kA) 0...655,35 0,01 L
50 - Valor atual da Corrente Medida Enrolamento 3 (kA) 0...655,35 0,01 L
51 - Parâmetro DMT (Dif. Máx. de Temp. sensores A e B) 1...6 1 E/L
52 - Parâmetro FSA TM1 (Faixa das saídas analógicas) 0...4 1 E/L
53 - Parâmetro RTD TM1 (Config. sensores temperatura) 0...4 1 E/L
54 - Parâmetro SUP (Modo de Supervisão) 0...4 1 E/L
55 - Parâmetro IDI TM1 (Idioma de interface do TM1) 0...2 1 E/L
56 - Corrente secundária atual no TC do enrol. 1 (AMP) 0...10 0,01 L
57 - Medição atual sensor de temperatura A TM1 (PTA) -55...200 0,1 L
58 - Medição atual sensor de temperatura B TM1 (PTB) -55...200 0,1 L
59 a
- Não Utilizado - - -
62
63 - Parâmetro FSA TM2 (Faixa das saídas analógicas) 0...4 1 E/L
64 - Parâmetro IDI TM2 (Idioma de interface do TM2) 0...2 1 E/L
65 - Corrente secundária atual no TC do enrol. 2 (AMP) 0...10 0,01 L
66 - Corrente secundária atual no TC do enrol. 3 (AMP) 0...10 0,01 L
67 - Parâmetro CV1 (Percentual de Carga para E.R.1) 50...200 1 E/L
68 - Parâmetro CV2 (Percentual de Carga para E.R.2) 50...200 1 E/L
69 - Parâmetro HIC (Histerese de carga para resfriamento) 0...9 1 E/L
70 - Parâmetro EVH (Hora p/ exercício dos ventiladores) 0...23 1 E/L
71 - Parâmetro EVM (Minuto exercício dos ventiladores) 0...59 1 E/L
72 - Parâmetro TEV (Tempo de exercício dos ventiladores) 0...999 1 E/L
0 = Temp. Óleo
1 = Temp. Enrol. 1
2 = Temp. Enrol. 2
3 = Temp. Enrol. 3
4 = Maior Enrolamento
5 = PTA TM1
6 = PTB TM1
7 = PTA TM2
Parâmetro VA1 TM1 (Variável de saída
73 - 8 = PTB TM2 1 E/L
analógica 1)
9 = Diferencial DT1
10 = Diferencial DT2
11 = Diferencial DT3
12 = Maior Diferencial
13 = Diferencial DF1
14 = Diferencial DF2
15 = Diferencial DF3
16 = Maior Dif. filtrado
74 - Parâmetro FE1 TM1 (Fundo Escala saída analógica 1) -55...200 1 E/L
75 - Parâmetro IE1 TM1 (Início Escala saída analógica 1) -55...200 1 E/L

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-7
Faixa de Escrita
Regis-
Bit Descrição Medição ou Passo ou
trador
Estado Leitura
0 = Temp. Óleo
1 = Temp. Enrol. 1
2 = Temp. Enrol. 2
3 = Temp. Enrol. 3
4 = Maior Enrolamento
5 = PTA TM1
6 = PTB TM1
7 = PTA TM2
Parâmetro VA2 TM1 (Variável de saída
76 - 8 = PTB TM2 1 E/L
analógica 2)
9 = Diferencial DT1
10 = Diferencial DT2
11 = Diferencial DT3
12 = Maior Diferencial
13 = Diferencial D1F
14 = Diferencial D2F
15 = Diferencial D3F
16 = Maior Dif. filtrado
77 - Parâmetro FE2 (Fundo de Escala da saída analógica 2) -55...200 1 E/L
78 - Parâmetro IE2 (Início de Escala da saída analógica 2) -55...200 1 E/L
0 = Aviso de
desligamento
1 = Alarme dif.
Parâmetro RL7 TM1 (Configuração do
79 - instantâneo 1 E/L
Relé Programável)
2 = Alarme dif. filtrado
3 = Alarme dif.
instantâneo ou filtrado
80 - Parâmetro TLG (Intervalo entre gravações no LOG) 1...120 1 E/L
81 - Parâmetro HLG (Histerese para gravações no LOG) 1...20 1 E/L
82 - Parâmetro ADI (alarme por diferencial instantâneo) -40,0...40,0 0,1 E/L
83 - Parâmetro ADF (alarme por diferencial filtrado) -40,0...40,0 0,1 E/L
84 - Parâmetro MAA (margem de temp. p/ ajuste autom.) 1...10 1 E/L
85 - Parâmetro TAA (tempo de amostragem p/ ajuste auto) 1...720 1 E/L
86 - Parâmetro CTF (constante de tempo para dif. filtrado) 0...720 1 E/L
87 - Parâmetro TAL (temporização p/ alarmes diferenciais) 0...240 1 E/L
1 = RTD A TM1
2 = RTD B TM1
Parâmetro TTR (seleção sensor de temperatura
88 - 3 = RTD A TM2 1 E/L
do óleo para diferencial)
4 = RTD B TM2
5 = Temp. óleo
0 = Desabilitado
1 = RTD A TM1
Parâmetro TC1 (seleção sensor de temperatura
89 - 2 = RTD B TM1 1 E/L
comutador 1)
3 = RTD A TM2
4 = RTD B TM2
0 = Desabilitado
1 = RTD A TM1
Parâmetro TC2 (seleção sensor de temperatura
90 - 2 = RTD B TM1 1 E/L
comutador 2)
3 = RTD A TM2
4 = RTD B TM2
0 = Desabilitado
1 = RTD A TM1
Parâmetro TC3 (seleção sensor de temperatura
91 - 2 = RTD B TM1 1 E/L
comutador 3)
3 = RTD A TM2
4 = RTD B TM2
Parâmetro AAA (iniciar/interromper processo de 0 = OFF (interr.)
92 - 1 E/L
ajuste automático de alarmes diferenciais) 1 = ON (iniciar)

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-8
Faixa de Escrita
Regis-
Bit Descrição Medição ou Passo ou
trador
Estado Leitura
93 - Parâmetro DIA (Ajuste do Relógio) 1...31 1 E/L
94 - Parâmetro MÊS (Ajuste do Relógio) 1...12 1 E/L
95 - Parâmetro ANO (Ajuste do Relógio) 00...99 1 E/L
96 - Parâmetro HORA (Ajuste do Relógio) 0...23 1 E/L
97 - Parâmetro MIN (Ajuste do Relógio) 0...59 1 E/L
98 - Parâmetro NGR (Número de Grupos de Resfriamento) 1...4 1 E/L
99 - Parâmetro RF3 (Temperatura de partida do E.R.3) -55...200 1 E/L
100 - Parâmetro RF4 (Temperatura de partida do E.R.4) -55...200 1 E/L
101 - Parâmetro CV3 (Percentual de Carga para E.R.3) 50...200 1 E/L
102 - Parâmetro CV4 (Percentual de Carga para E.R.4) 50...200 1 E/L
103 - Parâmetro GR1/E.R.1 (Inscrição do grupo 1 no E.R.1) 0=Não 1=Sim 1 E/L
104 - Parâmetro GR2/E.R.1 (Inscrição do grupo 2 no E.R.1) 0=Não 1=Sim 1 E/L
105 - Parâmetro GR3/E.R.1 (Inscrição do grupo 3 no E.R.1) 0=Não 1=Sim 1 E/L
106 - Parâmetro GR4/E.R.1 (Inscrição do grupo 4 no E.R.1) 0=Não 1=Sim 1 E/L
107 - Parâmetro GR1/E.R.2 (Inscrição do grupo 1 no E.R.2) 0=Não 1=Sim 1 E/L
108 - Parâmetro GR2/E.R.2 (Inscrição do grupo 2 no E.R.2) 0=Não 1=Sim 1 E/L
109 - Parâmetro GR3/E.R.2 (Inscrição do grupo 3 no E.R.2) 0=Não 1=Sim 1 E/L
110 - Parâmetro GR4/E.R.2 (Inscrição do grupo 4 no E.R.2) 0=Não 1=Sim 1 E/L
111 - Parâmetro GR1/E.R.3 (Inscrição do grupo 1 no E.R.3) 0=Não 1=Sim 1 E/L
112 - Parâmetro GR2/E.R.3 (Inscrição do grupo 2 no E.R.3) 0=Não 1=Sim 1 E/L
113 - Parâmetro GR3/E.R.3 (Inscrição do grupo 3 no E.R.3) 0=Não 1=Sim 1 E/L
114 - Parâmetro GR4/E.R.3 (Inscrição do grupo 4 no E.R.3) 0=Não 1=Sim 1 E/L
115 - Parâmetro GR1/E.R.4 (Inscrição do grupo 1 no E.R.4) 0=Não 1=Sim 1 E/L
116 - Parâmetro GR2/E.R.4 (Inscrição do grupo 2 no E.R.4) 0=Não 1=Sim 1 E/L
117 - Parâmetro GR3/E.R.4 (Inscrição do grupo 3 no E.R.4) 0=Não 1=Sim 1 E/L
118 - Parâmetro GR4/E.R.4 (Inscrição do grupo 4 no E.R.4) 0=Não 1=Sim 1 E/L

Faixa de Escrita
Regis-
Bit Descrição Medição ou Passo ou
trador
Estado Leitura
501 - Não Usado - - -
502 - Não Usado - - -
0 = Temp. Óleo
1 = Temp. Enrol. 1
2 = Temp. Enrol. 2
3 = Temp. Enrol. 3
4 = Maior Enrolamento
5 = PTA TM1
6 = PTB TM1
7 = PTA TM2
Parâmetro VA1 TM2 (Variável de saída
503 - 8 = PTB TM2 1 E/L
analógica 1)
9 = Diferencial DT1
10 = Diferencial DT2
11 = Diferencial DT3
12 = Maior Diferencial
13 = Diferencial D1F
14 = Diferencial D2F
15 = Diferencial D3F
16 = Maior Dif. filtrado
504 - Parâmetro FE1 TM2 (Fundo Escala saída analógica 1) -55...200 1 E/L
505 - Parâmetro IE1 TM2 (Início Escala saída analógica 1) -55...200 1 E/L

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-9
Faixa de Escrita
Regis-
Bit Descrição Medição ou Passo ou
trador
Estado Leitura
0 = Temp. Óleo
1 = Temp. Enrol. 1
2 = Temp. Enrol. 2
3 = Temp. Enrol. 3
4 = Maior Enrolamento
5 = PTA TM1
6 = PTB TM1
7 = PTA TM2
Parâmetro VA2 TM2 (Variável de saída
506 - 8 = PTB TM2 1 E/L
analógica 2)
9 = Diferencial DT1
10 = Diferencial DT2
11 = Diferencial DT3
12 = Maior Diferencial
13 = Diferencial D1F
14 = Diferencial D2F
15 = Diferencial D3F
16 = Maior Dif. filtrado
507 - Parâmetro FE2 TM2 (Fundo Escala saída analógica 2) -55...200 1 E/L
508 - Parâmetro IE2 TM2 (Início Escala saída analógica 2) -55...200 1 E/L
0 = Aviso de
desligamento
Parâmetro RL7 TM2 (Configuração do 1 = Alarme dif. instant.
509 - 1 E/L
Relé Programável) 2 = Alarme dif. filtrado
3 = Alarme dif.
instantâneo ou filtrado
510 - Parâmetro RTD (Conf. Sensor Temp. TM2) 0...4 1 E/L

Faixa de Escrita
Regis-
Bit Descrição Medição ou Passo ou
trador
Estado Leitura
1001 - Diferencial de Temperatura 1 (DT1) -145...+255 0,1 L
1002 - Diferencial de Temperatura 2 (DT2) -145...+255 0,1 L
1003 - Diferencial de Temperatura 3 (DT3 -145...+255 0,1 L
1004 - Diferencial de Temperatura Filtrado 1 (DF1) -145...+255 0,1 L
1005 - Diferencial de Temperatura Filtrado 2 (DF2) -145...+255 0,1 L
1006 - Diferencial de Temperatura Filtrado 3 (DF3) -145...+255 0,1 L
1007 - Menor valor de Diferencial de Temperatura 1 -145...+255 0,1 L
1008 - Menor valor de Diferencial de Temperatura 2 -145...+255 0,1 L
1009 - Menor valor de Diferencial de Temperatura 3 -145...+255 0,1 L
1010 - Menor valor de Diferencial de Temperatura Filtrado 1 -145...+255 0,1 L
1011 - Menor valor de Diferencial de Temperatura Filtrado 2 -145...+255 0,1 L
1012 - Menor valor de Diferencial de Temperatura Filtrado 3 -145...+255 0,1 L
1013 - Maior valor de Diferencial de Temperatura 1 -145...+255 0,1 L
1014 - Maior valor de Diferencial de Temperatura 2 -145...+255 0,1 L
1015 - Maior valor de Diferencial de Temperatura 3 -145...+255 0,1 L
1016 - Maior valor de Diferencial de Temperatura Filtrado 1 -145...+255 0,1 L
1017 - Maior valor de Diferencial de Temperatura Filtrado 2 -145...+255 0,1 L
1018 - Maior valor de Diferencial de Temperatura Filtrado 3 -145...+255 0,1 L
1019 - Maior valor de temperatura do comutador 1 -145...+255 0,1 L
1020 - Maior valor de temperatura do comutador 2 -145...+255 0,1 L
1021 - Maior valor de temperatura do comutador 3 -145...+255 0,1 L
1022 - Tempo restante p/ ajustes automáticos de diferenciais 0...720 1 L

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-10
Faixa de Escrita
Regis-
Bit Descrição Medição ou Passo ou
trador
Estado Leitura
0 Erro de comunicação entre TM1 e TM2. - L
1 Programação incorreta do parâmetro SUP - L
2 Falha na memória EEPROM TM1 - L
3 Overflow nas medições TM1 - L
4 Falha medição temperatura do óleo - L
5 Falha no Conversor AD TM1 - L
6 Falha na medição da corrente de carga 1 TM1 0 = Normal - L
1023
7 Não usado 1 = Erro - L
8 Falha medição de temperatura sensor A TM1 (term. 1) - L
9 Falha medição de temperatura sensor B TM1 (term. 1) - L
10 Falha medição de temperatura sensor A TM1 (term. 2) - L
11 Falha medição de temperatura sensor B TM1 (term. 2) - L
12 Falha medição temp. sensor A TM1 - mudança brusca - L
13 Falha medição temp. sensor B TM1 - mudança brusca - L
0 Não usado - - L
1 Não usado - - L
0 = Não
1024 2 Atingida temperatura de desligamento enrolamento 1 - L
1 = Sim
0 = Não
3 Atingida temperatura de desligamento do óleo - L
1 = Sim
1025 - Ponteiro da memória de massa 1 L
1026 - Temp. do óleo do trafo p/ diferencial do Comutador 0.1 L
1027 - Temperatura do óleo do Comutador 1 0.1 L
1028 - Temperatura do óleo do Comutador 2 0.1 L
1029 - Temperatura do óleo do Comutador 3 0.1 L
0 Não usado - L
Alarme diferencial de temperatura instantâneo do 0 = Normal
1 - L
1030 Comutador 1 = Alarme
Alarme diferencial de temperatura filtrado do 0 = Normal
2 - L
Comutador 1 = Alarme
1031 - Tempo restante p/ desligamento por temp. do óleo 0.1 L
1032 - Tempo restante p/ desligamento por temp. do enrol. 1 0.1 L

Faixa de Escrita
Regis-
Bit Descrição Medição ou Passo ou
trador
Estado Leitura
1501 - Medição atual sensor de temperatura A TM2 (PTA) 0,1 L
1502 - Medição atual sensor de temperatura B TM2 (PTB) 0,1 L
0 Erro de comunicação entre TM1 e TM2. - L
1 Não Usado - L
2 Falha na memória EEPROM TM2 - L
3 Overflow nas medições TM2 - L
4 Não Usado - L
5 Falha no Conversor AD TM2 - L
6 Falha na medição da corrente de carga 1 TM2 0 = Normal - L
1503
7 Falha na medição da corrente de carga 2 TM2 1 = Erro - L
8 Falha medição de temperatura sensor A TM2 (term. 1) - L
9 Falha medição de temperatura sensor B TM2 (term. 1) - L
10 Falha medição de temperatura sensor A TM2 (term. 2) - L
11 Falha medição de temperatura sensor B TM2 (term. 2) - L
12 Falha medição temp. sensor A TM2 - mudança brusca - L
13 Falha medição temp. sensor B TM2 - mudança brusca - L

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-11
Faixa de Escrita
Regis-
Bit Descrição Medição ou Passo ou
trador
Estado Leitura
0 Não usado - - L
1 Não usado - - L
1504 0 = Não
2 Atingida temperatura de desligamento enrolamento 2 - L
1 = Sim
0 = Não
3 Atingida temperatura de desligamento enrolamento 3 - L
1 = Sim
1505 - Tempo restante p/ desligamento por temp. do enrol. 2 0.1 L
1506 - Tempo restante p/ desligamento por temp. do enrol. 3 0.1 L

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-12
D.2 – PROTOCOLO DNP 3.0 (OPCIONAL)

DNP V3.0
DEVICE PROFILE DOCUMENT

This document is accompanied by table 1, Supported DNP 3.0 Objects, Function Codes and
Qualifiers, and table 2, Point List.

Vendor Name: TreeTech Sistemas Digitais

Device Name: Monitor de Temperatura TM1 e Monitor de Temperatura TM2

Highest DNP Level Supported: Device Function:

For Requests: Level 1 Master Remote


For Responses: ______

Notable Objects, functions, and/or qualifiers supported in addition to highest DNP Levels Supported:

• Reads of Binary Inputs (Object 01, Variation 01, Qualifier 00, 01 and 06)

• Reads of 16-bit Analog Inputs (Object 30, Variation 04, Qualifier 00, 01 and 06)

GENERAL INFORMATION:

Maximum Data Link Frame Size (octets): Maximum Application Frame Size (octets):

Transmitted: 292 Transmitted: 500


Received: (must be 292) Received: 200

Maximum Data Link Re-tries: Maximum Application Layer Re-tries:

None None
Fixed at ___ Configurable, range ___ to ___
Configurable, range 0 to 255 (Fixed is not permitted)

Requires Data Link Layer Confirmation:

Never
Always
Sometimes If Sometimes, when? ______________________________
Configurable as: __________________________________________

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-13
Requires Application Layer Confirmation:

Never
Always (Not recommended)
When reporting Event Data (Slave devices only)
When sending mult-fragment responses (Slave devices only)
Sometimes: If ‘Sometimes’, when? __________________________________________
Configurable: If ‘Configurable’, how? _________________________________________

Timeouts while waiting for:

Data link confirm: None Fixed at _____ Variable Configurable*


Complete Appl. Fragment: None Fixed at _____ Variable Configurable*
Application Confirm: None Fixed at _____ Variable Configurable*
Complete Appl. Response: None Fixed at _____ Variable Configurable*
Others: ______________________________________________________________________
*Attach explanation if ‘Variable’ or ‘Configurable’ was checked for any timeout

Sends/Executes Control Operations:

WRITE Binary Outputs: Never Always Sometimes Configurable


SELECT/OPERATE: Never Always Sometimes Configurable
DIRECT OPERATE: Never Always Sometimes Configurable
DIRECT OPERATE-No ACK: Never Always Sometimes Configurable

Count > 1: Never Always Sometimes Configurable


Pulse On: Never Always Sometimes Configurable
Pulse Off: Never Always Sometimes Configurable
Latch On: Never Always Sometimes Configurable
Latch Off: Never Always Sometimes Configurable

Queue: Never Always Sometimes Configurable


Clear Queue: Never Always Sometimes Configurable

Attach explanation if 'Sometimes' or 'Configurable' was checked for any operation.

FILL OUT THE FOLLOWING ITEM FOR MASTER DEVICES ONLY:

Expects Binary Input Change Events:

Either time-tagged or non-time-tagged for a single event.


Both time-tagged and non-time-tagged for a single event.
Configurable (Attach explanation)

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-14
FILL OUT THE FOLLOWING ITEMS FOR REMOTE DEVICES ONLY:
Default Status Object/Variation: Default Analog Object/Variation:

No Status objects reported No Analog objects reported


Configurable (attach explanation) Configurable (attach explanation)
Default Static Object_____________ Default Static Object______________
Default Static Variation __________ Default Static Variation ___________
Default Event Object_____________ Default Event Object______________
Default Event Variation __________ Default Event Variation ___________
Point-by-point list attached Point-by-point list attached

Default Counter Object/Variation: Counters Roll Over at:

No Counters reported No Counters Reported


Configurable (attach explanation) Configurable (attach explanation)
Default Static Object____________ 16 Bits
Default Static Variation__________ 32 Bits
Default Event Object____________ Other Value _________
Default Event Variation _________ Point-by-point list attached
Point-by-point list attached

Default Frozen Counter Object/Variation: Counters frozen by means of:

No Frozen Counters reported No Frozen Counters reported


Configurable (attach explanation) Remote device time based
Default Static Object____________ Fixed time
Default Static Variation__________ Configurable; range _____ to _____
Default Event Object____________ Master Request (see implementation table)
Default Event Variation __________ Both
Point-by-point list attached

Analog Deadbands: Configuring Analog Deadbands:

Fixed Not Applicable


Configurable: ____ Configuration Software
Per Point Using Object 34 from the master station
Per Analog Type Both configuration software and Object 34
Global

Are the updated deadband values preserved through a device reset:

YES
NO

The number of multiple objects allowed in a single read request message:

Number of multiple objects allowed: 3

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-15
Ability to DISABLE/ENABLE DNP database points: IIN 1-6 Device Trouble Bit:

Not Applicable Never used


Per point Reason for setting:
Per object
Global

Time Sync Information:

Time Sync Period:

Never
Fixed at ______ seconds
Configurable, range ______ to _______ seconds
Only at IED startup

a) Maximum time base drift over a 10 minute interval: < 36 ms


b) Maximum Internal Time Reference Error when set via DNP: _________ ms
c) Maximum Delay Measurement error: 200 ms
d) Maximum Response time: 500 ms
e) Event data time-tag error – if different than ( c ) :
Binary Input Change Events __________ ms
Counter Change Events __________ ms
Frozen Counter Change Events __________ ms
Analog Change Events __________ ms
Frozen Analog Change Events __________ ms

Sends/Executes Digital Control Operations:

SELECT/OPERATE* Never Always Sometimes Configurable


DIRECT OPERATE* Never Always Sometimes Configurable
DIRECT OPERATE – NO ACK* Never Always Sometimes Configurable

*Attach explanation if ‘Sometimes’ or ‘Configurable’ was checked for any operation.


*To support control operations and conform to the Subset Definitions, either ‘Always’ or ‘Configurable’ must
be selected.

Count > 1 Never Always Sometimes Configurable


Pulse On Never Always Sometimes Configurable
Pulse Off Never Always Sometimes Configurable
Latch On Never Always Sometimes Configurable
Latch Off Never Always Sometimes Configurable
Trip/Close Never Always Sometimes Configurable
Raise/Lower Never Always Sometimes Configurable

Queue Never Always Sometimes Configurable


Clear Queue Never Always Sometimes Configurable

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-16
Sends/Executes Analog Control Operations:

SELECT/OPERATE* Never Always Sometimes Configurable


DIRECT OPERATE* Never Always Sometimes Configurable
DIRECT OPERATE – NO ACK* Never Always Sometimes Configurable

*Attach explanation if ‘Sometimes’ or ‘Configurable’ was checked for any operation.


*To support control operations and conform to the Subset Definitions, either ‘Always’ or ‘Configurable’ must
be selected.

Queue Never Always Sometimes Configurable


Clear Queue Never Always Sometimes Configurable

The maximum number of objects supported in a single control request for objects 12 and 41.

Number of objects allowed for object 12: 1


Number of objects allowed for object 41: 1

Control Points per address: Do all indices support the same control codes:

Configurable YES – Controls codes 3 and 4


1 control point per address NO – attached points list stating configuration
2 control points per address ability and supported control codes per point or
group of points

Maximum Select/Execute Delay Time: Ability for REMOTE/LOCAL control mode:

Not Applicable Not Applicable


Fixed at _____ seconds Per point
Configurable, range ______ to ______ seconds Per object
Global

Sends Unsolicited Responses: Sends Static Data in Unsolicited Responses:

Never Never
Configurable (attach explanation) When Device Restarts
Only certain objects When Status Flags Change
Sometimes (attach explanation)
*No other options permitted.
ENABLE/DISABLE Unsolicited: Minimum number of events and/or minimum time
before transmission of an unsolicited message.
Not Supported
Configurable # of events:__________
Function codes 20,21 supported min. amount of time(msec) :___________

Assign Class Function code supported: Is the Event Buffer size configurable:

NO NO fixed size: _______


YES YES: range: _________to_________
Per Object
Per Point Configurable Per Class buffer:
Configurable
NO
YES

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-17
Are the updated ENABLE/DISABLE unsolicited Are the updated Assign Class settings saved
settings saved through a device reset: through a device reset:

YES YES
NO NO

Supports Collision Avoidance:

Never
Always (attach explanation)
Configurable (attach explanation)

Source Address Filtering:

Not Supported
Configurable (attach explanation)

Supports Multi-drop communications: Yes No

Sends Multi-Fragment Responses: Yes No

Table 1: Supported DNP 3.0 Objects, Function Codes, and Qualifiers

REQUESTS RESPONSES
OBJECTS
(slave will parse) (master must parse)
Function Qualifier Function Qualifier
Object Variation Description
Codes Codes(hex) Codes Codes(hex)
01 01 Binary Input 01 06 00, 129 00, 01
10 01 Binary Output 01, 02 06 00, 129 00, 01
12 01 Control Relay Output Block 05, 06 17, 28 00, 129 Echo
30 04 16 bit Analog Input without flag 01 06 00, 129 00, 01
40 02 16 bit Analog Output Status 01 06 00, 129 00, 01
41 02 16-bit Analog Output Block 05, 06 17, 28 00, 129 Echo
50 - Read / Write Date & Time 01, 02 - 129 -
60 01 Class 0 Data 01 06 129 00, 01
60 02 Class 1 Data 01 06 129 00, 01
60 03 Class 2 Data 01 06 129 00, 01
60 04 Class 3 Data 01 06 129 00, 01
80 01 Internal Indications 02 00, index=7 129 -
- - Cold Restart 13 - 129 -

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-18
Table 2: Point List
Default Static / Event Variation
Description Index Scale Point Name
Object Var. Description
Binary output 0 12 01 No status - Modo Auto / Manual Grupo R.F.1
Binary output 1 12 01 No status - Modo Auto / Manual Grupo R.F.2
Binary output 2 12 01 No status - Não Usado
Binary output 3 12 01 No status - Não Usado
Binary output 4 12 01 No status - Modo Auto / Manual Grupo R.F.3
Binary output 5 12 01 No status - Modo Auto / Manual Grupo R.F.4
Binary output 6...7 12 01 No status - Não Usado
Analog output block 0 41 02 16-bit - Parâmetro ALO (Alarme do Óleo)
Parâmetro DSO (Desligamento do
Analog output block 1 41 02 16-bit -
Óleo)
Parâmetro RDO (Retardo do
Analog output block 2 41 02 16-bit -
Desligamento do Óleo)
Analog output block 3 41 02 16-bit - Parâmetro RF1 (Partida do E.R.1)
Analog output block 4 41 02 16-bit - Parâmetro RF2 (Partida do E.R.2)
Parâmetro ALE (Alarme do
Analog output block 5 41 02 16-bit -
Enrolamento 1)
Parâmetro DSE (Desligamento do
Analog output block 6 41 02 16-bit -
Enrolamento 1)
Parâmetro RDE (Retardo do
Analog output block 7 41 02 16-bit -
Desligamento Enrolamento 1)
Parâmetro HIS (Histerese do
Analog output block 8 41 02 16-bit -
resfriamento)
Parâmetro GEO (Gradiente
Analog output block 9 41 02 16-bit 1x10
Enrolamento 1/Óleo)
Parâmetro TE (Constante de Tempo
Analog output block 10 41 02 16-bit -
Enrolamento 1)
Parâmetro HS+ (Fator de Hot-Spot
Analog output block 11 41 02 16-bit -
ABNT/ANSI)
Parâmetro HS* (Fator de Hot-Spot
Analog output block 12 41 02 16-bit 1x100
IEC)
Parâmetro Expoente 2M
0 = 1.6
Analog output block 13 41 02 16-bit -
1 = 1.8
2 = 2.0
Parâmetro CNT (Corrente Nominal
Analog output block 14 41 02 16-bit 1x100
Enrolamento 1)
Parâmetro CNS (Corrente Nominal
Analog output block 15 41 02 16-bit 1x100 no Secundário do TC para o
Enrolamento 1)
Registro de Temperatura Máxima do
Analog output block 16 41 02 16-bit -
Enrolamento 1
Registro de Temperatura Máxima do
Analog output block 17 41 02 16-bit -
Óleo
Parâmetro DMT (Dif. Máx. de
Analog output block 18 41 02 16-bit 1x10
Temp. sensores A e B)
Parâmetro FSA (Faixa das saídas
Analog output block 19 41 02 16-bit -
analógicas TM1)
Parâmetro RTD (Config. dos
Analog output block 20 41 02 16-bit -
sensores de temperatura do TM1)

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-19
Default Static / Event Variation
Description Index Scale Point Name
Object Var. Description
Parâmetro IDI (Idioma de interface
Analog output block 21 41 02 16-bit -
do TM1)
Analog output block 22 41 02 16-bit - Uso Interno
Parâmetro ALE (Alarme do
Analog output block 23 41 02 16-bit -
Enrolamento 2)
Parâmetro DSE (Desligamento do
Analog output block 24 41 02 16-bit -
Enrolamento 2)
Parâmetro RDE (Retardo
Analog output block 25 41 02 16-bit -
Desligamento do Enrol. 2)
Parâmetro ALE (Alarme do
Analog output block 26 41 02 16-bit -
Enrolamento 3)
Parâmetro DSE (Desligamento do
Analog output block 27 41 02 16-bit -
Enrolamento 3)
Parâmetro RDE (Retardo
Analog output block 28 41 02 16-bit -
Desligamento do Enrol. 3)
Parâmetro GEO (Gradiente
Analog output block 29 41 02 16-bit 1x10
Enrolamento 2 / Óleo)
Parâmetro TE (Constante Tempo
Analog output block 30 41 02 16-bit -
Enrolamento 2)
Parâmetro CNT (Corrente Nominal
Analog output block 31 41 02 16-bit 1x100
Enrolamento 2)
Parâmetro CNS (Corrente Nominal
Analog output block 32 41 02 16-bit 1x100 no Secundário do TC para o
Enrolamento 2)
Parâmetro GEO (Gradiente
Analog output block 33 41 02 16-bit 1x10
Enrolamento 3 / Óleo)
Parâmetro TE (Constante Tempo
Analog output block 34 41 02 16-bit -
Enrolamento 3)
Parâmetro CNT (Corrente Nominal
Analog output block 35 41 02 16-bit 1x100
Enrolamento 3)
Parâmetro CNS (Corrente Nominal
Analog output block 36 41 02 16-bit 1x100 no Secundário do TC para o
Enrolamento 3)
Registro de Temperatura Máxima do
Analog output block 37 41 02 16-bit -
Enrolamento 2
Registro de Temperatura Máxima do
Analog output block 38 41 02 16-bit -
Enrolamento 3
Parâmetro FSA (Faixa das saídas
Analog output block 39 41 02 16-bit -
analógicas TM2)
Parâmetro IDI (Idioma de interface
Analog output block 40 41 02 16-bit -
do TM2)
Parâmetro CV1 (Percentual de Carga
Analog output block 41 41 02 16-bit -
para E.R.1)
Parâmetro CV2 (Percentual de Carga
Analog output block 42 41 02 16-bit -
para E.R.2)
Parâmetro HIC (Histerese de carga
Analog output block 43 41 02 16-bit -
para resfriamento)
Parâmetro EVH (Hora p/ exercício
Analog output block 44 41 02 16-bit -
dos ventiladores)
Parâmetro EVM (Minuto exercício
Analog output block 45 41 02 16-bit -
dos ventiladores)
Parâmetro TEV (Tempo de exercício
Analog output block 46 41 02 16-bit -
dos ventiladores)

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-20
Default Static / Event Variation
Description Index Scale Point Name
Object Var. Description
Analog output block 47 41 02 16-bit - Ajustar Dia
Analog output block 48 41 02 16-bit - Ajustar Mês
Analog output block 49 41 02 16-bit - Ajustar Ano
Analog output block 50 41 02 16-bit - Ajustar Horas
Analog output block 51 41 02 16-bit - Ajustar Minutos
Parâmetro VA1 (Variável de saída
analógica 1 do TM1):
0 = Temp. Óleo
1 = Temp. Enrol. 1
2 = Temp. Enrol. 2
3 = Temp. Enrol. 3
4 = Maior Enrolamento
5 = PTA TM1
6 = PTB TM1
Analog output block 52 41 02 16-bit - 7 = PTA TM2
8 = PTB TM2
9 = Diferencial DT1
10 = Diferencial DT2
11 = Diferencial DT3
12 = Maior Diferencial
13 = Diferencial D1F
14 = Diferencial D2F
15 = Diferencial D3F
16 = Maior Dif. filtrado
Parâmetro FE1 (Fundo de Escala da
Analog output block 53 41 02 16-bit -
saída analógica 1 do TM1)
Parâmetro IE1 (Início de Escala da
Analog output block 54 41 02 16-bit -
saída analógica 1 do TM1)
Parâmetro VA2 (Variável de saída
analógica 2 do TM1):
0 = Temp. Óleo
1 = Temp. Enrol. 1
2 = Temp. Enrol. 2
3 = Temp. Enrol. 3
4 = Maior Enrolamento
5 = PTA TM1
6 = PTB TM1
Analog output block 55 41 02 16-bit - 7 = PTA TM2
8 = PTB TM2
9 = Diferencial DT1
10 = Diferencial DT2
11 = Diferencial DT3
12 = Maior Diferencial
13 = Diferencial D1F
14 = Diferencial D2F
15 = Diferencial D3F
16 = Maior Dif. filtrado
Parâmetro FE2 (Fundo de Escala da
Analog output block 56 41 02 16-bit -
saída analógica 2 do TM1)
Parâmetro IE2 (Início de Escala da
Analog output block 57 41 02 16-bit -
saída analógica 2 do TM1)

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-21
Default Static / Event Variation
Description Index Scale Point Name
Object Var. Description
Parâmetro RL7 (Configuração do
Relé Programável do TM1):
0 = Aviso de desligamento
Analog output block 58 41 02 16-bit - 1 = Alarme dif. instantâneo
2 = Alarme dif. filtrado
3 = Alarme dif. instantâneo ou
filtrado
Parâmetro TLOG (Intervalo entre
Analog output block 59 41 02 16-bit -
gravações no LOG)
Parâmetro HLOG (Histerese para
Analog output block 60 41 02 16-bit -
gravações no LOG)
Parâmetro ADI (alarme por
Analog output block 61 41 02 16-bit -
diferencial instantâneo)
Parâmetro ADF (alarme por
Analog output block 62 41 02 16-bit -
diferencial filtrado)
Parâmetro MAA (margem de temp.
Analog output block 63 41 02 16-bit -
p/ ajuste autom.)
Parâmetro TAA (tempo de
Analog output block 64 41 02 16-bit -
amostragem p/ ajuste auto)
Parâmetro CTF (constante de tempo
Analog output block 65 41 02 16-bit -
para dif. filtrado)
Parâmetro TAL (temporização p/
Analog output block 66 41 02 16-bit -
alarmes diferenciais)
Parâmetro TTR (seleção sensor de
temperatura do óleo p/ diferencial):
1 = RTD A TM1
Analog output block 67 41 02 16-bit - 2 = RTD B TM1
3 = RTD A TM2
4 = RTD B TM2
5 = Temp. óleo
Parâmetro TC1 (seleção sensor de
temperatura comutador 1):
0 = Desabilitado
Analog output block 68 41 02 16-bit - 1 = RTD A TM1
2 = RTD B TM1
3 = RTD A TM2
4 = RTD B TM2
Parâmetro TC2 (seleção sensor de
temperatura comutador 2):
0 = Desabilitado
Analog output block 69 41 02 16-bit - 1 = RTD A TM1
2 = RTD B TM1
3 = RTD A TM2
4 = RTD B TM2
Parâmetro TC3 (seleção sensor de
temperatura comutador 3):
0 = Desabilitado
Analog output block 70 41 02 16-bit - 1 = RTD A TM1
2 = RTD B TM1
3 = RTD A TM2
4 = RTD B TM2

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-22
Default Static / Event Variation
Description Index Scale Point Name
Object Var. Description
Parâmetro AAA (iniciar/interromper
processo de ajuste automático de
Analog output block 71 41 02 16-bit - alarmes diferenciais):
0 = OFF (interromper)
1 = ON (iniciar)
Parâmetro VA1 (Variável de saída
analógica 1 do TM2):
0 = Temp. Óleo
1 = Temp. Enrol. 1
2 = Temp. Enrol. 2
3 = Temp. Enrol. 3
4 = Maior Enrolamento
5 = PTA TM1
6 = PTB TM1
Analog output block 72 41 02 16-bit - 7 = PTA TM2
8 = PTB TM2
9 = Diferencial DT1
10 = Diferencial DT2
11 = Diferencial DT3
12 = Maior Diferencial
13 = Diferencial D1F
14 = Diferencial D2F
15 = Diferencial D3F
16 = Maior Dif. filtrado
Parâmetro FE1 (Fundo de Escala da
Analog output block 73 41 02 16-bit -
saída analógica 1 do TM2)
Parâmetro IE1 (Início de Escala da
Analog output block 74 41 02 16-bit -
saída analógica 1 do TM2)
Parâmetro VA2 (Variável de saída
analógica 1 do TM2):
0 = Temp. Óleo
1 = Temp. Enrol. 1
2 = Temp. Enrol. 2
3 = Temp. Enrol. 3
4 = Maior Enrolamento
5 = PTA TM1
6 = PTB TM1
Analog output block 75 41 02 16-bit - 7 = PTA TM2
8 = PTB TM2
9 = Diferencial DT1
10 = Diferencial DT2
11 = Diferencial DT3
12 = Maior Diferencial
13 = Diferencial D1F
14 = Diferencial D2F
15 = Diferencial D3F
16 = Maior Dif. filtrado
Parâmetro FE2 (Fundo de Escala da
Analog output block 76 41 02 16-bit -
saída analógica 2 do TM2)
Parâmetro IE2 (Início de Escala da
Analog output block 77 41 02 16-bit -
saída analógica 2 do TM2)

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-23
Default Static / Event Variation
Description Index Scale Point Name
Object Var. Description
Parâmetro RL7 (Configuração do
Relé Programável do TM2):
0 = Aviso de desligamento
Analog output block 78 41 02 16-bit - 1 = Alarme dif. instantâneo
2 = Alarme dif. filtrado
3 = Alarme dif. instantâneo ou
filtrado
Parâmetro RTD (Configuração do
Analog output block 79 41 02 16-bit -
sensor de temperatura TM2)
Parâmetro NGR (Número de Grupos
Analog output block 80 41 02 16-bit -
de Resfriamento)
Analog output block 81 41 02 16-bit - Parâmetro RF3 (Partida do E.R.3)
Analog output block 82 41 02 16-bit - Parâmetro RF4 (Partida do E.R.4)
Parâmetro CV3 (Percentual de Carga
Analog output block 83 41 02 16-bit -
para E.R.3)
Parâmetro CV4 (Percentual de Carga
Analog output block 84 41 02 16-bit -
para E.R.4)
Parâmetro GR1/E.R.1 (Inscrição do
Analog output block 85 41 02 16-bit -
grupo 1 no E.R.1) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR2/E.R.1 (Inscrição do
Analog output block 86 41 02 16-bit -
grupo 2 no E.R.1) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR3/E.R.1 (Inscrição do
Analog output block 87 41 02 16-bit -
grupo 3 no E.R.1) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR4/E.R.1 (Inscrição do
Analog output block 88 41 02 16-bit -
grupo 4 no E.R.1) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR1/E.R.2 (Inscrição do
Analog output block 89 41 02 16-bit -
grupo 1 no E.R.2) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR2/E.R.2 (Inscrição do
Analog output block 90 41 02 16-bit -
grupo 2 no E.R.2) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR3/E.R.2 (Inscrição do
Analog output block 91 41 02 16-bit -
grupo 3 no E.R.2) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR4/E.R.2 (Inscrição do
Analog output block 92 41 02 16-bit -
grupo 4 no E.R.2) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR1/E.R.3 (Inscrição do
Analog output block 93 41 02 16-bit -
grupo 1 no E.R.3) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR2/E.R.3 (Inscrição do
Analog output block 94 41 02 16-bit -
grupo 2 no E.R.3) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR3/E.R.3 (Inscrição do
Analog output block 95 41 02 16-bit -
grupo 3 no E.R.3) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR4/E.R.3 (Inscrição do
Analog output block 96 41 02 16-bit -
grupo 4 no E.R.3) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR1/E.R.4 (Inscrição do
Analog output block 97 41 02 16-bit -
grupo 1 no E.R.4) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR2/E.R.4 (Inscrição do
Analog output block 98 41 02 16-bit -
grupo 2 no E.R.4) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR3/E.R.4 (Inscrição do
Analog output block 99 41 02 16-bit -
grupo 3 no E.R.4) - 0=Não / 1=Sim
Parâmetro GR4/E.R.4 (Inscrição do
Analog output block 100 41 02 16-bit -
grupo 4 no E.R.4) - 0=Não / 1=Sim
Analog input 0 30 04 Without flag 1x10 Valor atual da Temperatura do Óleo
Valor atual da Temperatura do
Analog input 1 30 04 Without flag 1x10
Enrolamento 1

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-24
Default Static / Event Variation
Description Index Scale Point Name
Object Var. Description
Valor atual do Gradiente Final
Analog input 2 30 04 Without flag 1x10
Enrolamento 1 (GFN)
Valor atual da Corrente no
Analog input 3 30 04 Without flag 1x100
Enrolamento 1 (kA)
Analog input 4 30 04 Without flag 1x10 Percentual de Carga Enrolamento 1
Corrente secundária atual no TC do
Analog input 5 30 04 Without flag 1x100
enrol. 1 (AMP)
Medição atual sensor de temperatura
Analog input 6 30 04 Without flag 1x10
A (PTA) TM1
Medição atual sensor de temperatura
Analog input 7 30 04 Without flag 1x10
B (PTB) TM1
Valor atual da Temperatura do
Analog input 8 30 04 Without flag 1x10
Enrolamento 2
Valor atual da Temperatura do
Analog input 9 30 04 Without flag 1x10
Enrolamento 3
Percentual atual de Carga
Analog input 10 30 04 Without flag 1x10
Enrolamento 2
Percentual atual de Carga
Analog input 11 30 04 Without flag 1x10
Enrolamento 3
Valor atual do Gradiente Final
Analog input 12 30 04 Without flag 1x10
Enrolamento 2(GFN)
Valor atual do Gradiente Final
Analog input 13 30 04 Without flag 1x10
Enrolamento 3 (GFN)
Valor atual da Corrente Medida
Analog input 14 30 04 Without flag 1x100
Enrolamento 2 (kA)
Valor atual da Corrente Medida
Analog input 15 30 04 Without flag 1x100
Enrolamento 3 (kA)
Corrente secundária atual no TC do
Analog input 16 30 04 Without flag 1x100
enrol. 2 (AMP)
Corrente secundária atual no TC do
Analog input 17 30 04 Without flag 1x100
enrol. 3 (AMP)
Medição atual sensor de temperatura
Analog input 18 30 04 Without flag 1x10
A TM2 (PTA)
Medição atual sensor de temperatura
Analog input 19 30 04 Without flag 1x10
B TM2 (PTB)
Analog input 20 30 04 Without flag 1x10 Diferencial de Temperatura 1 (DT1)
Analog input 21 30 04 Without flag 1x10 Diferencial de Temperatura 2 (DT2)
Analog input 22 30 04 Without flag 1x10 Diferencial de Temperatura 3 (DT3)
Diferencial de Temperatura Filtrado
Analog input 23 30 04 Without flag 1x10
1 (DF1)
Diferencial de Temperatura Filtrado
Analog input 24 30 04 Without flag 1x10
2 (DF2)
Diferencial de Temperatura Filtrado
Analog input 25 30 04 Without flag 1x10
3 (DF3)
Menor valor de Diferencial de
Analog input 26 30 04 Without flag 1x10
Temperatura 1
Menor valor de Diferencial de
Analog input 27 30 04 Without flag 1x10
Temperatura 2
Menor valor de Diferencial de
Analog input 28 30 04 Without flag 1x10
Temperatura 3
Menor valor de Diferencial de
Analog input 29 30 04 Without flag 1x10
Temperatura Filtrado 1

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-25
Default Static / Event Variation
Description Index Scale Point Name
Object Var. Description
Menor valor de Diferencial de
Analog input 30 30 04 Without flag 1x10
Temperatura Filtrado 2
Menor valor de Diferencial de
Analog input 31 30 04 Without flag 1x10
Temperatura Filtrado 3
Maior valor de Diferencial de
Analog input 32 30 04 Without flag 1x10
Temperatura 1
Maior valor de Diferencial de
Analog input 33 30 04 Without flag 1x10
Temperatura 2
Maior valor de Diferencial de
Analog input 34 30 04 Without flag 1x10
Temperatura 3
Maior valor de Diferencial de
Analog input 35 30 04 Without flag 1x10
Temperatura Filtrado 1
Maior valor de Diferencial de
Analog input 36 30 04 Without flag 1x10
Temperatura Filtrado 2
Maior valor de Diferencial de
Analog input 37 30 04 Without flag 1x10
Temperatura Filtrado 3
Maior valor de temperatura do
Analog input 38 30 04 Without flag 1x10
comutador 1
Maior valor de temperatura do
Analog input 39 30 04 Without flag 1x10
comutador 2
Maior valor de temperatura do
Analog input 40 30 04 Without flag 1x10
comutador 3
Tempo restante p/ ajustes
Analog input 41 30 04 Without flag -
automáticos de diferenciais
Temp. do óleo do trafo p/ diferencial
Analog input 42 30 04 Without flag 1x10
do Comutador
Analog input 43 30 04 Without flag 1x10 Temper. do óleo do Comutador 1
Analog input 44 30 04 Without flag 1x10 Temper. do óleo do Comutador 2
Analog input 45 30 04 Without flag 1x10 Temper. do óleo do Comutador 3
Tempo restante p/ desligamento por
Analog input 46 30 04 Without flag 1x10
temperatura do óleo
Tempo restante p/ desligamento por
Analog input 47 30 04 Without flag 1x10
temperatura do enrol. 1
Tempo restante p/ desligamento por
Analog input 48 30 04 Without flag 1x10
temperatura do enrol. 2
Tempo restante p/ desligamento por
Analog input 49 30 04 Without flag 1x10
temperatura do enrol. 3
Binary input 0 01 01 No status - Estado do Relé de Alarme do Óleo*
Estado do Relé de Desligamento do
Binary input 1 01 01 No status -
Óleo*
Binary input 2 01 01 No status - Estado do Relé da R.F.1 TM1*
Binary input 3 01 01 No status - Estado do Relé da R.F.2 TM1*
Estado do Relé de Alarme do
Binary input 4 01 01 No status -
Enrolamento 1*
Estado do Relé de Desligamento do
Binary input 5 01 01 No status -
Enrolamento 1*
Binary input 6 01 01 No status - Estado do Relé Programável TM1*
Binary input 7 01 01 No status - Estado do Relé de Autodiagnóstico*
Estado do Relé de Alarme do
Binary input 8 01 01 No status -
Enrolamento 2*

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-26
Default Static / Event Variation
Description Index Scale Point Name
Object Var. Description
Estado do Relé de Desligamento do
Binary input 9 01 01 No status -
Enrolamento 2*
Binary input 10 01 01 No status - Estado do Relé da R.F.3 TM2*
Binary input 11 01 01 No status - Estado do Relé da R.F.4 TM2*
Estado do Relé de Alarme do
Binary input 12 01 01 No status -
Enrolamento 3*
Estado do Relé de Desligamento do
Binary input 13 01 01 No status -
Enrolamento 3*
Binary input 14 01 01 No status - Estado do Relé Programável TM2*
Binary input 15 01 01 No status - Não Usado
Erro de comunicação entre TM1 e
Binary input 16 01 01 No status -
TM2.*
Programação incorreta do parâmetro
Binary input 17 01 01 No status -
SUP*
Binary input 18 01 01 No status - Falha na memória EEPROM TM1*
Binary input 19 01 01 No status - Overflow nas medições TM1*
Falha na medição de temperatura do
Binary input 20 01 01 No status -
óleo – mudança brusca*
Binary input 21 01 01 No status - Falha no Conversor AD TM1*
Falha na medição da corrente de
Binary input 22 01 01 No status -
carga 1 TM1*
Binary input 23 01 01 No status - Não usado
Falha na medição de temperatura do
Binary input 24 01 01 No status -
sensor A TM1 (terminal 1)*
Falha na medição de temperatura do
Binary input 25 01 01 No status -
sensor B TM1 (terminal 1)*
Falha na medição de temperatura do
Binary input 26 01 01 No status -
sensor A TM1 (terminal 2)*
Falha na medição de temperatura do
Binary input 27 01 01 No status -
sensor B TM1 (terminal 2)*
Falha medição temp. sensor A TM1
Binary input 28 01 01 No status -
- mudança brusca*
Falha medição temp. sensor B TM1
Binary input 29 01 01 No status -
- mudança brusca*
Binary input 30...31 01 01 No status - Não Usado
Erro de comunicação entre TM1 e
Binary input 32 01 01 No status -
TM2*
Binary input 33 01 01 No status - Não Usado
Binary input 34 01 01 No status - Falha na memória EEPROM TM2*
Binary input 35 01 01 No status - Overflow nas medições TM2*
Binary input 36 01 01 No status - Não usado
Binary input 37 01 01 No status - Falha no Conversor AD TM2*
Falha na medição da corrente de
Binary input 38 01 01 No status -
carga 1 TM2*
Falha na medição da corrente de
Binary input 39 01 01 No status -
carga 2 TM2*
Falha na medição de temperatura do
Binary input 40 01 01 No status -
sensor A TM2 (terminal 1)*

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-27
Default Static / Event Variation
Description Index Scale Point Name
Object Var. Description
Falha na medição de temperatura do
Binary input 41 01 01 No status -
sensor B TM2 (terminal 1)*
Falha na medição de temperatura do
Binary input 42 01 01 No status -
sensor A TM2 (terminal 2)*
Falha na medição de temperatura do
Binary input 43 01 01 No status -
sensor B TM2 (terminal 2)*
Falha medição temp. sensor A TM2
Binary input 44 01 01 No status -
- mudança brusca*
Falha medição temp. sensor B TM2
Binary input 45 01 01 No status -
- mudança brusca*
Binary input 46...47 01 01 No status - Não Usado
Binary input 48 01 01 No status - Não Usado
Binary input 49 01 01 No status - Não Usado
Atingida temperatura de
Binary input 50 01 01 No status -
desligamento do Enrolamento 1*
Atingida temperatura de
Binary input 51 01 01 No status -
desligamento do Óleo*
Binary input 52...55 01 01 No status - Não Usado
Binary input 56 01 01 No status - Não Usado
Binary input 57 01 01 No status - Não Usado
Atingida temperatura de
Binary input 58 01 01 No status -
desligamento do Enrolamento 2*
Atingida temperatura de
Binary input 59 01 01 No status -
desligamento do Enrolamento 3*
Binary input 60...63 01 01 No status - Não Usado
Binary input 64 01 01 No status - Não Usado
Alarme por Diferencial de
Binary input 65 01 01 No status -
Temperatura Instantâneo
Alarme por Diferencial de
Binary input 66 01 01 No status -
Temperatura Filtrado
Binary input 67...71 01 01 No status - Não Usado

* Os itens marcados com um asterisco (*) estão disponíveis no objeto Class 1

Configurações Adicionais:
• Velocidade: Configurável (9600, 19200 ou 38400bps)
• Stop Bits: 2
• Paridade: Nenhuma

Manual Técnico Monitor de Temperatura TM1/TM2 MA-006 15/07/2008 Rev.11 Pág. V-28