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GESTÃO DA

PREVENÇÃO

CARLA CERQUEIRA
GESTÃO DA PREVENÇÃO
OBJETIVOS GERAIS

Conhecer conceitos básicos relacionados com a


segurança e saúde no trabalho.

Conhecer o enquadramento legal da segurança e


saúde no trabalho.

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
TRABALHO – conjunto de atividades ou tarefas

realizadas por um ou mais indivíduos, com o objetivo

de atingir uma determinada meta.

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
SEGURANÇA E SAÚDE NO
TRABALHO

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST

SAÚDE – “estado de bem estar

físico, mental e social completo

e não somente a ausência de

dano ou doença.”
Fonte: Organização Mundial de Saúde

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
SAÚDE NO TRABALHO – atividade que para além da

vigilância médica, tem por finalidade fomentar e

manter o nível mais elevado de bem-estar físico,

mental e social dos trabalhadores, por forma, a

prevenir os danos na sua saúde emergentes das

condições de trabalho.

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
MEDICINA DO TRABALHO – especialidade da medicina

cujo objetivo é a vigilância e o controlo do estado de

saúde dos trabalhadores.

↘ A vigilância da saúde é da responsabilidade técnica do

médico do trabalho.
Na pasta Regime Jurídico da SST encontra a Lei n.º 3/2014, onde pode analisar a
SAIBA + obrigatoriedade da Medicina no Trabalho (artigo 103.º).

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
MEDICINA DO TRABALHO

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
VIGILÂNCIA DA SAÚDE – “ação de monitorizar a saúde

das pessoas para detetar sinais ou sintomas de danos

para a saúde, relacionados com o trabalho, para que

possam ser tomadas medidas para eliminar, ou

reduzir, a probabilidade de ocorrência de mais

danos.”
Fonte: Autoridade para as Condições de Trabalho.

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
EXAMES DE SAÚDE

↘ Exames de admissão - antes do início da prestação de

trabalho ou, se a urgência da admissão o justificar, nos 15

dias seguintes.

↘ Exames periódicos - anuais para os menores e para os

trabalhadores com idade superior a 50 anos, e de 2 em 2

anos para os restantes trabalhadores.


Na pasta Regime Jurídico da SST encontra a Lei n.º 3/2014, onde pode analisar a
SAIBA + obrigatoriedade da realização dos exames de saúde (artigo 108.º, n.º 3).

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
EXAMES DE SAÚDE

↘ Exames ocasionais - sempre que existam alterações

substanciais nos componentes materiais de trabalho

que possam ter repercussão nociva na saúde do

trabalhador, bem como no caso de regresso ao

trabalho depois de uma ausência superior a 30 dias

por motivo de doença ou acidente.

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
FICHA DE APTIDÃO

↘ Portaria nº 71/2015, de 10 março:

§ Estabelece o modelo de ficha de aptidão a ser


emitida pelo médico do trabalho, dirigido aos
recursos humanos da empresa.

Na pasta Regime Jurídico da SST encontra a Lei n.º 3/2014, onde pode analisar a
SAIBA + obrigatoriedade da existência da Ficha de Aptidão para o Trabalho (artigo 110.º).

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
SEGURANÇA NO TRABALHO – combater os acidentes de

trabalho, eliminando as condições inseguras do

ambiente e educando os trabalhadores a cumprirem

com as medidas preventivas.

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
INCIDENTE
OCORRÊNCIA DECORRENTE DO TRABALHO OU NO CURSO DO MESMO, QUE RESULTA OU

PODERIA RESULTAR EM LESÃO E AFETAÇÃO DA SAÚDE.

QUASE ACIDENTE ACIDENTE


Um acidente em que não
ocorram quaisquer danos
para a saúde, ferimentos,
danos materiais ou qualquer
outra perda é designado
como um quase acidente.

Na pasta Norma SST encontra a ISO 45001, onde pode verificar o conceito de
SAIBA + incidente (subcláusula 3.35).

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
ACIDENTE DE TRABALHO – “aquele que se verifique no

local e no tempo de trabalho e produza direta ou

indiretamente lesão corporal, perturbação funcional

ou doença de que resulte redução na capacidade de

trabalho ou de ganho ou a morte”.


Fonte: Lei n.º 98/2009, de 4 de setembro,
artigo 8.º, n.º 1.

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
LOCAL DE TRABALHO – “todo o lugar em que o

trabalhador se encontra ou deva dirigir-se em virtude

do seu trabalho e em que esteja, direta ou

indiretamente, sujeito ao controlo do empregador.”

Fonte: Lei n.º 98/2009, de 4 de setembro, artigo 8.º, n.º 2,


alínea a).

Na pasta Acidentes de Trabalho encontra a Lei n.º 98/2009, onde pode analisar o
SAIBA + conceito “tempo de trabalho além do período normal de trabalho” (artigo 8.º, n.º
2, alínea b)).

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
HIGIENE NO TRABALHO – as metodologias da higiene do

trabalho têm em vista a prevenção de doenças

profissionais.

↘ O objetivo é controlar os agentes físicos, químicos e

biológicos, através de técnicas e medidas que incidem

sobre o ambiente de trabalho.

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
DOENÇA PROFISSIONAL – doença incluída na Lista das
Doenças Profissionais (Decreto Regulamentar n.º
6/2001, de 5 de maio, com alterações dos capítulos 3
e 4 pelo Decreto Regulamentar n.º 76/2007, de 17
de julho) de que esteja afetado um trabalhador que
tenha estado exposto ao respetivo risco pela natureza
da atividade ou condições, ambiente e técnicas do
trabalho habitual.
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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
DOENÇA PROFISSIONAL

↘ E ainda, para efeitos de reparação, a lesão corporal,

perturbação funcional ou doença não incluída na

Lista, desde que se prove ser consequência direta da

atividade exercida e não represente normal desgaste

do organismo.

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
LISTA DAS DOENÇAS PROFISSIONAIS

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
CONDIÇÕES DE TRABALHO –
conjunto de variáveis que
definem a realização de
uma tarefa concreta e o
ambiente em que esta se
realiza.

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
PERIGO – propriedade intrínseca de uma instalação,

atividade, equipamento, um agente ou outro

componente material do trabalho com potencial para

provocar dano.
Fonte: Lei n.º 102/2009, alterada e republicada pela Lei n.º 3/2014,
artigo 4.º, alínea g).

Identificação

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
RISCO – probabilidade de concretização do dano em

função das condições de utilização, exposição ou

interação do componente material do trabalho que

apresente perigo.
Fonte: Lei n.º 102/2009, alterada e republicada pela Lei n.º 3/2014,
artigo 4.º, alínea h).

Avaliação

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
COMPONENTES MATERIAIS DO TRABALHO

↘ Local de trabalho;

↘ Ambiente de trabalho;

↘ Ferramentas, máquinas, equipamentos e materiais;

↘ Substâncias e agentes químicos, físicos e biológicos;

↘ Processos de trabalho.

Na pasta Regime Jurídico da SST encontra a Lei n.º 3/2014, onde pode verificar o
SAIBA + conceito de “componentes materiais do trabalho” (artigo 4.º, alínea f)).

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CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
AVALIAÇÃO DE RISCOS – “consiste no processo de

identificar, estimar (quantitativa ou qualitativamente)

e valorar os riscos para a saúde e segurança dos

trabalhadores. Este processo visa obter a informação

necessária à tomada de decisão relativa a ações

preventivas a adotar.”
Fonte: Autoridade para as Condições de Trabalho.

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
CONTROLO DE RISCOS – processo de tomada de decisões

para tratar e/ou reduzir os riscos, para implementar

medidas corretivas/preventivas, exigir o seu

cumprimento e avaliar, de forma periódica, a sua

eficácia.

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
PREVENÇÃO – conjunto de políticas e programas, bem

como disposições ou medidas tomadas ou previstas

no licenciamento e em todas as fases de atividade da

empresa, do estabelecimento ou do serviço, que

visem eliminar ou diminuir os riscos profissionais a

que estão potencialmente expostos os trabalhadores.


Fonte: Lei n.º 102/2009, alterada e republicada pela Lei n.º 3/2014,
artigo 4.º, alínea i).

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
PREVENÇÃO INTEGRADA – modo de prevenção que

consiste em agir na fase de conceção, tendo presente

um número cada vez maior de fatores (organização

do trabalho, planificação do trabalho, ritmos de

trabalho, monotonia de tarefas, conceção do posto de

trabalho, cargas físicas e mentais do trabalho, fatores


de natureza psicossocial).

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
SISTEMAS DE PREVENÇÃO DE RISCOS PROFISSIONAIS – sistema
que visa a efetivação do direito à segurança e à proteção
da saúde no local de trabalho por via da salvaguarda da
coerência de medidas e da eficácia de intervenção das
entidades públicas, privadas ou cooperativas, que
exercem, naquele âmbito, competências nas áreas da
regulamentação, licenciamento, certificação,
normalização, investigação, formação, informação,
consulta e participação, vigilância da saúde e inspeção.
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GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONCEITOS BÁSICOS DA
SST
SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO –

parte de um sistema global de gestão que possibilita a


gestão dos riscos para a SST relacionados com as

atividades da organização. Estão compreendidos a

estrutura operacional, as atividades de planeamento, as

responsabilidades, as práticas, os procedimentos, os

processos e os recursos para desenvolver, implementar,

rever e manter a política de SST da organização.


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ENQUADRAMENTO
LEGAL DA SST

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
ENQUADRAMENTO LEGAL
DA SST

DIRETIVA N.º 89 / 391 / CEE

DECRETO-LEI N.º 441/91, DE 14 DE NOVEMBRO


O GADO
REVVISAM PROMOVER A SEGURANÇA,
CONTÉM OS PRINCÍPIOS QUE
HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO

DECRETO-LEI Nº 133/99, DE
Alterado 21 DE ABRIL
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GESTÃO DA PREVENÇÃO
ENQUADRAMENTO LEGAL
DA SST

LEI N.º 102/2009, DE 10 DE SETEMBRO


I ZA DO
AT UAL
REGIME JURÍDICO DA PROMOÇÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO

TRABALHO

Alterada

LEI N.º 42/2012, DE 28 DE AGOSTO

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
ENQUADRAMENTO LEGAL
DA SST

LEI N.º 102/2009, DE 10 DE SETEMBRO

REGIME JURÍDICO DA PROMOÇÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO

TRABALHO

Alterada

LEI N.º 3/2014, DE 28 DE JANEIRO

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
ENQUADRAMENTO LEGAL
DA SST

LEI N.º 102/2009, DE 10 DE SETEMBRO

REGIME JURÍDICO DA PROMOÇÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO

TRABALHO

Alterada

DECRETO-LEI N.º 88/2015, DE 28 DE MAIO

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
ENQUADRAMENTO LEGAL
DA SST

LEI N.º 102/2009, DE 10 DE SETEMBRO

REGIME JURÍDICO DA PROMOÇÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO

TRABALHO

Alterada

LEI N.º 146/2015, DE 9 DE SETEMBRO

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
ENQUADRAMENTO LEGAL
DA SST

LEI N.º 102/2009, DE 10 DE SETEMBRO

REGIME JURÍDICO DA PROMOÇÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO

TRABALHO

Alterada

LEI N.º 28/2016, DE 23 DE AGOSTO

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
ENQUADRAMENTO LEGAL
DA SST

LEI N.º 102/2009, DE 10 DE SETEMBRO

REGIME JURÍDICO DA PROMOÇÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO

TRABALHO

Alterada

LEI N.º 79/2019, DE 2 DE SETEMBRO

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
ENQUADRAMENTO LEGAL
DA SST

LEI N.º 102/2009, DE 10 DE SETEMBRO

REGIME JURÍDICO DA PROMOÇÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO

TRABALHO

Alterada

DECRETO-LEI N.º 20/2020, DE 1 DE


MAIO

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GESTÃO DA PREVENÇÃO
ENQUADRAMENTO LEGAL
DA SST
↘ Os empregadores devem estar a par dos progressos

científicos e tecnológicos recentes no que se refere à

conceção dos postos de trabalho, dos equipamentos

e dos sistemas laborais, tendo em conta os princípios

gerais de prevenção.

Na pasta Regime Jurídico da SST encontra a Lei n.º 3/2014, onde pode analisar os
SAIBA + princípios gerais de prevenção (artigo 15.º, n.º 2).

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COMPETÊNCIAS E
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS

CARLA CERQUEIRA
GESTÃO DA PREVENÇÃO
OBJETIVOS GERAIS

Aprender as competências e capacidades dos


organismos relacionados coma SST.

Conhecer os princípios deontológicos dos


Técnicos Superiores de Segurança.

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COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO

↘ A OIT assume um papel fundamental nas questões


relativas à SST, a nível mundial. A esta entidade estão
associados cerca de 150 países, os quais se reúnem
anualmente para produzir normas, convenções e
recomendações que, ao serem ratificadas, incutem a
obrigação da sua aplicabilidade nos países membros. As
recomendações, não sendo obrigatórias, são
complementares às disposições das convenções.
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COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO

↘ De forma sucinta, pode afirmar-se que a atividade da OIT

passa pelo estabelecimento de mecanismos que

estimulem os estados-membros no sentido de instituir


órgãos especializados, capazes de assumir a formulação de

normas e regulamentos relacionados com o trabalho, bem

como a sua atualização e aperfeiçoamento contínuos.

CARLA CERQUEIRA 44
COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO

↘ A OIT tem tido influência na aprovação de

instrumentos internacionais sobre a segurança e

saúde no trabalho, que vêm dominando as sucessivas

alterações empreendidas pelos estados-membros e o

inerente aperfeiçoamento dos diplomas legais

nacionais nesta matéria.

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COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO

↘ Não menos importante tem sido o apoio técnico

prestado aos estados-membros, mediante a

publicação de variada documentação, muitas vezes

pioneira, permitindo o estudo de novos riscos e

dando a conhecer a mais recente evolução

tecnológica e as medidas normativas ajustadas.

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COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO

↘ Algumas convenções aprovadas desde a data da

criação da OIT, no domínio das condições de trabalho:


1919 CONVENÇÃO N.º 4 – TRABALHO NOTURNO DAS MULHERES
1925 CONVENÇÃO N.º 17 – REPARAÇÃO DOS ACIDENTES DE TRABALHO
1980 CONVENÇÃO N.º 142 – FORMAÇÃO PROFISSIONAL
CONVENÇÃO N.º 155 – SEGURANÇA, SAÚDE DOS TRABALHADORES E AMBIENTE
1981 DE TRABALHO

2012 CONVENÇÃO N.º 184 – SEGURANÇA E SAÚDE NA AGRICULTURA

CARLA CERQUEIRA 47
COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE

↘ Criada em 1948, a OMS é uma agência especializada


das Nações Unidas que conta com 191 membros e
promove a cooperação técnica, em matéria de saúde,
entre várias nações, desenvolve programas para
controlar e erradicar a doença e incrementa
mecanismos de promoção da qualidade de vida.

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COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE

↘ A OMS tem quatro funções essenciais:

§ 1. Fornecer uma orientação à escala mundial, em matéria de


saúde;

§ 2. Estabelecer parâmetros globais para a saúde;

§ 3. Cooperar com os governos no reforço dos programas


nacionais de saúde;

§ 4. Desenvolver e transferir a tecnologia de saúde apropriada,


bem como a informação indispensável.

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COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE

↘ Em 1996 “Estratégia Global de Saúde do Trabalho para


todos” – aponta como prioridade:

§ Preparação de novas políticas;

§ Desenvolvimento de infraestruturas;

§ Reforço dos sistemas de informação que permitam


conhecer as carências e o potencial das atividades de
saúde do trabalho;

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COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE

§ Incremento da cobertura da segurança e saúde no

trabalho;

§ Construção dos suportes ajustados em matéria de

serviços e pessoas necessárias para implementar a

nova estratégia.

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COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
AUTORIDADE PARA AS CONDIÇÕES DE TRABALHO

↘ Criada em 2006 no âmbito do Programa de

Reestruturação da Administração Central do Estado

(PRACE), sucedendo ao Instituto para a Segurança,

Higiene e Saúde no Trabalho (ex-ISHST).

CARLA CERQUEIRA 52
COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
AUTORIDADE PARA AS CONDIÇÕES DE TRABALHO

↘ É um serviço de promoção da melhoria das condições

de trabalho, prevenção, controlo, auditoria e

fiscalização, integrado na administração direta do

Estado, que desenvolve a sua ação inspetiva no

âmbito de poderes de autoridade pública.

DECRETO REGULAMENTAR N.º 47/2012

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COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
AUTORIDADE PARA AS CONDIÇÕES DE TRABALHO

↘ Algumas atribuições:

§ Promover, controlar e fiscalizar o cumprimento das


disposições legais, regulamentares e convencionais,
respeitantes às relações e condições de trabalho, e relativas
à segurança e saúde no trabalho;

§ Promover o desenvolvimento, a difusão e a aplicação de


conhecimentos científicos e técnicos no âmbito da
segurança e saúde no trabalho;

CARLA CERQUEIRA 54
COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
AUTORIDADE PARA AS CONDIÇÕES DE TRABALHO

↘ Algumas atribuições:

§ Promover a formação especializada nos domínios da


segurança e saúde no trabalho e apoiar as organizações
patronais e sindicais na formação dos seus
representantes;

§ Promover e participar na elaboração de políticas de

segurança e saúde no trabalho;

CARLA CERQUEIRA 55
COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
AUTORIDADE PARA AS CONDIÇÕES DE TRABALHO

↘ Algumas atribuições:

§ Promover e assegurar a execução, de programas


de ação em matéria de segurança e saúde no
trabalho;

§ Assegurar a gestão do sistema de prevenção de


riscos profissionais;

CARLA CERQUEIRA 56
COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
AUTORIDADE PARA AS CONDIÇÕES DE TRABALHO

↘ Algumas atribuições:

§ Gerir o processo de autorização de serviços de


segurança e saúde no trabalho;
§ Coordenar o processo de formação e certificação
de técnicos superiores e técnicos de segurança e
higiene no trabalho.

CARLA CERQUEIRA 57
COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE

↘ Algumas competências:

§ Promover o diagnóstico das relações entre o


trabalho e a saúde/doença, avaliando o impacto
global da atividade laboral na saúde (incapacidade
e morte).

CARLA CERQUEIRA 58
COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE

↘ Algumas competências:

§ Desenvolver a prevenção dos riscos profissionais


definindo princípios, políticas, normas e
orientações temáticas de vigilância da saúde.

§ Desenvolver projetos e propostas de boas práticas


de saúde do trabalho.

CARLA CERQUEIRA 59
COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE
↘ A nível regional e local cabe às Autoridades de Saúde
também designados Delegados Regionais ou
Delegados de Saúde, a competência de fazer cumprir
as normas de defesa de saúde pública,
nomeadamente determinar as medidas corretivas
necessárias nos estabelecimentos da sua área.

CARLA CERQUEIRA 60
COMPETÊNCIAS E
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CAPACIDADES DOS
ORGANISMOS
DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE
↘ Algumas competências:

§ Fazer cumprir as normas de defesa da saúde;

§ Fiscalizar os serviços médicos do trabalho;

§ Vigiar o nível sanitário da população laboral,


determinando as medidas corretivas necessárias;

§ Desencadear ações de prevenção das doenças


profissionais e dos acidentes.

CARLA CERQUEIRA 61
PRINCÍPIOS
DEONTOLÓGICOS

CARLA CERQUEIRA
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PRINCÍPIOS
DEONTOLÓGICOS
PRINCÍPIOS DA DEONTOLOGIA APLICÁVEIS AOS TÉCNICOS
SUPERIORES DE SEGURANÇA NO TRABALHO:

↘ Considerar a segurança e saúde dos trabalhadores


como fatores prioritários da sua intervenção;

↘ Basear a sua atividade em conhecimentos científicos


e competência técnica e propor a intervenção de
peritos especializados, quando necessário;
Na pasta Regime Jurídico da SST encontra a Lei n.º 42/2012, onde pode verificar
SAIBA + esta informação relativa aos princípios deontológicos (artigo 7.º).

CARLA CERQUEIRA 63
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PRINCÍPIOS
DEONTOLÓGICOS
PRINCÍPIOS DA DEONTOLOGIA APLICÁVEIS AOS TÉCNICOS
SUPERIORES DE SEGURANÇA NO TRABALHO:

↘ Adquirir e manter a competência necessária ao


exercício das suas funções;

↘ Executar as suas funções com autonomia técnica,


colaborando com o empregador no cumprimento das
suas obrigações;
LEI N.º 42/2012

CARLA CERQUEIRA 64
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PRINCÍPIOS
DEONTOLÓGICOS
PRINCÍPIOS DA DEONTOLOGIA APLICÁVEIS AOS TÉCNICOS
SUPERIORES DE SEGURANÇA NO TRABALHO:

↘ Informar o empregador, os trabalhadores e seus


representantes, eleitos para a segurança, higiene e
saúde no trabalho, sobre a existência de situações
particularmente perigosas que requeiram uma
intervenção imediata;
LEI N.º 42/2012

CARLA CERQUEIRA 65
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PRINCÍPIOS
DEONTOLÓGICOS
PRINCÍPIOS DA DEONTOLOGIA APLICÁVEIS AOS TÉCNICOS
SUPERIORES DE SEGURANÇA NO TRABALHO:

↘ Colaborar com os trabalhadores e seus


representantes, melhorando as suas capacidades de
intervenção sobre os fatores de risco profissional e as
medidas de prevenção adequadas;

LEI N.º 42/2012

CARLA CERQUEIRA 66
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PRINCÍPIOS
DEONTOLÓGICOS
PRINCÍPIOS DA DEONTOLOGIA APLICÁVEIS AOS TÉCNICOS
SUPERIORES DE SEGURANÇA NO TRABALHO:

↘ Abster-se de revelar segredos de fabricação, comércio


ou processos de exploração de que, porventura,
tenham conhecimento em virtude do desempenho
das suas funções;

LEI N.º 42/2012

CARLA CERQUEIRA 67
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PRINCÍPIOS
DEONTOLÓGICOS
PRINCÍPIOS DA DEONTOLOGIA APLICÁVEIS AOS TÉCNICOS
SUPERIORES DE SEGURANÇA NO TRABALHO:

↘ Proteger a confidencialidade dos dados que afetem a


privacidade dos trabalhadores;

↘ Consultar e cooperar com os organismos da rede


nacional de prevenção de riscos profissionais.

LEI N.º 42/2012

CARLA CERQUEIRA 68
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO

CARLA CERQUEIRA
GESTÃO DA PREVENÇÃO
OBJETIVOS GERAIS

Examinar o conteúdo do plano de prevenção.

Conhecer os domínios e momentos da consulta,


informação e formação dos trabalhadores.

Conhecer os domínios e momentos da consulta


e participação dos representantes dos
trabalhadores.

CARLA CERQUEIRA 70
GESTÃO DA PREVENÇÃO
OBJETIVOS GERAIS

Conhecer as atividades de risco elevado.

Conhecer as ferramentas de gestão da


prevenção.

Determinar os custos dos acidentes de trabalho.

CARLA CERQUEIRA 71
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
↘ Planeamento na fase de projeto

↘ Medidas de engenharia

↘ Medidas organizacionais

↘ Sinalização de segurança

↘ Planos de prevenção

↘ Sistemas de Gestão: ISO 45001 (opcional)

↘ Medidas de proteção individual

↘ Formação e Informação

CARLA CERQUEIRA 72
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
PLANEAMENTO NA FASE DE PROJETO

↘ Dimensão das áreas de trabalho;


↘ Dimensionamento das vias de circulação/emergência e saídas de
emergência;

↘ Áreas de descanso;

↘ Instalações de ventilação e ar condicionado;

↘ Temperatura e humidade;

↘ Níveis de iluminância;
↘ Níveis de ruído e vibrações (processos e equipamentos);

↘ Formação dos trabalhadores.

CARLA CERQUEIRA 73
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
PLANEAMENTO NA FASE DE PROJETO

↘ Uma correção/adaptação após o estabelecimento dos

locais de trabalho possui na generalidade dos casos

um custo muito superior, do que aquele que estaria

associado numa fase prévia.

CARLA CERQUEIRA 74
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
MEDIDAS DE ENGENHARIA

↘ O objectivo principal da aplicação das medidas de engenharia


é a modificação das situações de risco, através de projectos e
técnicas adequadas.

↘ Exemplos:

§ Introdução de barreiras acústicas;

§ Isolamento de espaços de trabalho;

§ Modificação de equipamentos.

CARLA CERQUEIRA 75
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
MEDIDAS DE ORGANIZACIONAIS

↘ Estas medidas são tomadas ao nível da organização do trabalho,


evitando desta forma que os trabalhadores corram riscos
desnecessários, fruto muitas vezes de uma má gestão do
trabalho.

↘ Exemplos:

§ Rotação de postos de trabalho;

§ Criação/aprovação de procedimentos;

§ Desenho de turnos.

CARLA CERQUEIRA 76
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

↘ Instalação de sinalização adequada aos riscos e às

necessidades de informação coletiva.

DECRETO-LEI N.º 141/95

DECRETO-LEI N.º 88/2015

PORTARIA N.º 1456-A/95

PORTARIA N.º 178/2015

CARLA CERQUEIRA 77
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

↘ Conjunto de sinais que se destinam a alertar de uma

forma rápida e inteligível para a existência de um

risco, para condicionar comportamentos e transmitir

informações de segurança.

CARLA CERQUEIRA 78
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
PLANO DE PREVENÇÃO

↘ O objetivo principal do Plano de Prevenção é o de

garantir que o trabalhador tem direito à prestação de

trabalho em condições de segurança e de saúde.

CARLA CERQUEIRA 79
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
PLANO DE PREVENÇÃO
↘ O Plano de Prevenção deve ser desenvolvido segundo
princípios, que visam:
§ A definição das condições técnicas a que devem obedecer
a conceção, a fabricação, a importação, a instalação, a
organização, a utilização e as transformações dos
componentes de trabalho em função da natureza e grau
dos riscos e, ainda, as obrigações das pessoas por tal
responsáveis;

CARLA CERQUEIRA 80
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
PLANO DE PREVENÇÃO

§ A determinação das substâncias, agentes ou processos


que devam ser proibidos, limitados ou sujeitos a
autorização ou controlo da autoridade competente;

§ Definição de valores limite de exposição dos


trabalhadores e agentes químicos, físicos e biológicos e
das normas técnicas para a amostragem, medição e
avaliação dos resultados;

CARLA CERQUEIRA 81
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
PLANO DE PREVENÇÃO

§ Promoção e vigilância da saúde dos trabalhadores;

§ O incremento da investigação no domínio da SST;

§ A educação, formação e informação para


promover a SST;

§ A eficácia de um sistema de fiscalização do


cumprimento da legislação relativa à SST;

CARLA CERQUEIRA 82
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
PLANO DE PREVENÇÃO
↘ O desenvolvimento e aplicação dos Planos de
Prevenção devem ser apoiados por uma coordenação
dos meios disponíveis, pela avaliação dos resultados
quanto à diminuição dos riscos profissionais e dos
danos para a saúde dos trabalhadores e, ainda, pela
mobilização dos agentes de que depende a sua
execução, particularmente os empregadores e os
trabalhadores.

CARLA CERQUEIRA 83
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
PLANOS DE PREVENÇÃO

PLANO DE PREVENÇÃO CONTRA O RUÍDO OCUPACIONAL


PLANO DE SINALIZAÇÃO DE SST
PLANO DE ARRUMAÇÃO E LIMPEZA
PLANO DE ORGANIZAÇÃO DA CIRCULAÇÃO
PLANO DE FORMAÇÃO
PLANO DE SAÚDE OCUPACIONAL
PLANO DE VERIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
CARLA CERQUEIRA 84
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
SISTEMAS DE GESTÃO: ISO 45001

↘ Um sistema de gestão de SST certificado demonstra

um compromisso da empresa em proteger a saúde e

assegurar a segurança dos seus trabalhadores.

CARLA CERQUEIRA 85
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
SISTEMAS DE GESTÃO: ISO 45001

↘ Fornece às organizações os elementos de um sistema


de gestão da SST eficaz, que possa ser integrado com
outros requisitos de gestão e auxiliar as organizações
a alcançar objetivos de segurança e saúde e
económicos.

CARLA CERQUEIRA 86
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

↘ Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) devem


garantir uma proteção adequada contra os riscos que se
destinam a prevenir.

↘ Exemplos:

§ Capacete de proteção;
§ Luvas de proteção;

§ Máscara de proteção.

CARLA CERQUEIRA 87
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

↘ São as medidas menos eficazes, pois podem não estar

corretamente adaptadas ao utilizador, porque

dependem muito da qualidade do próprio

equipamento e fundamentalmente da utilização que

o utilizador lhe dá, e porque não protegem o corpo na

sua totalidade, mas sim parte(s) dele.

CARLA CERQUEIRA 88
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

↘ Os EPI´s devem ser escolhidos de acordo com os


seguintes elementos:

§ O(s) riscos(s) a que está exposto o trabalhador;

§ As condições em que trabalha;

§ A parte do corpo a proteger;

§ As características do próprio trabalhador.


CARLA CERQUEIRA 89
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

↘ Independentemente do risco, de que se pretende proteger o

trabalhador, os EPI´s devem ter as seguintes características:

§ Ser ergonómicos;

§ Não produzirem riscos;

§ Ser confortáveis (adaptados à anatomia do utilizador e leves);

§ Ser eficazes (sólidos na sua construção e compatíveis entre si);

§ Disporem de manual de informações do fabricante.

CARLA CERQUEIRA 90
GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANEAMENTO DA
PREVENÇÃO
FORMAÇÃO E INFORMAÇÃO

↘ Os trabalhadores devem receber formação e

informação numa fase inicial, complementar ou na

sequência de mudança de posto de trabalho.

CARLA CERQUEIRA 91
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO DOS
TRABALHADORES

CARLA CERQUEIRA
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
CONSULTA DOS TRABALHADORES

↘POR ESCRITO;

↘PELO MENOS, UMA VEZ POR ANO, PREVIAMENTE OU EM TEMPO

ÚTIL, OS REPRESENTANTES DOS TRABALHADORES PARA A SEGURANÇA E

SAÚDE OU, NA SUA FALTA, OS PRÓPRIOS TRABALHADORES SOBRE:

§ Avaliação de riscos (incluindo grupo de trabalhadores

sujeitos a riscos especiais);


LEI N.º 3/2014, ARTIGO 18.°
CARLA CERQUEIRA 93
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
CONSULTA DOS TRABALHADORES

§ Medidas de segurança e saúde antes de serem postas

em prática ou, logo que possível, em caso de aplicação

urgente das mesmas;

§ Medidas que, pelo seu impacte nas tecnologias e nas

funções, tenham repercussão sobre a SST;

LEI N.º 3/2014, ARTIGO 18.°


CARLA CERQUEIRA 94
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
CONSULTA DOS TRABALHADORES

§ Programa e a organização da formação no âmbito da

SST;

§ Designação do representante do empregador que

acompanha a atividade da modalidade de serviço

adotada;

LEI N.º 3/2014, ARTIGO 18.°


CARLA CERQUEIRA 95
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
CONSULTA DOS TRABALHADORES

§ Designação e a destituição dos trabalhadores que

desempenham funções no âmbito da SST;

§ Modalidade de serviços a adotar;

§ Equipamento de proteção que seja necessário utilizar;

LEI N.º 3/2014, ARTIGO 18.°


CARLA CERQUEIRA 96
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
CONSULTA DOS TRABALHADORES

§ Riscos para a segurança e saúde, bem como as

medidas de proteção e de prevenção e a forma como

se aplicam;

§ Lista anual dos acidentes de trabalho mortais e dos que

ocasionem incapacidade para o trabalho superior a três

dias úteis;
LEI N.º 3/2014, ARTIGO 18.°
CARLA CERQUEIRA 97
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
CONSULTA DOS TRABALHADORES

§ Relatórios dos acidentes de trabalho.

LEI N.º 3/2014, ARTIGO 18.°

No separador Outros Documentos de Apoio encontra um exemplo da um


SAIBA + questionário relativo à consulta dos trabalhadores, desenvolvido pela ACT.

CARLA CERQUEIRA 98
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
INFORMAÇÃO DOS TRABALHADORES

↘TRABALHADORES E OS SEUS REPRESENTANTES DEVEM DISPOR DE

INFORMAÇÃO ATUALIZADA SOBRE:

§ Riscos para a segurança e saúde, bem como as

medidas de proteção e de prevenção e a forma como

se aplicam;
LEI N.º 3/2014, ARTIGO 19.°
CARLA CERQUEIRA 99
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
INFORMAÇÃO DOS TRABALHADORES

§ Medidas e as instruções a adotar em caso de perigo

grave e iminente;

§ Medidas de emergência e primeiros socorros, de

combate a incêndios e de evacuação dos trabalhadores

em caso de sinistro, bem como os trabalhadores ou

serviços encarregues de as colocar em prática.


LEI N.º 3/2014, ARTIGO 19.°
CARLA CERQUEIRA 100
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
INFORMAÇÃO DOS TRABALHADORES

↘ QUANDO DEVEM RECEBER A INFORMAÇÃO ANTERIORMENTE

MENCIONADA?

LEI N.º 3/2014, ARTIGO 19.°


CARLA CERQUEIRA 101
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
INFORMAÇÃO DOS TRABALHADORES
↘ Admissão na empresa:
§ Esta é uma fase de particular importância para
sensibilizar os novos trabalhadores para os aspetos de
segurança, já que sendo o primeiro contacto do futuro
trabalhador com a empresa é este o momento
oportuno para lhe começar a enraizar as normas e
valores da cultura de segurança e a importância que
internamente lhe é reconhecida.
LEI N.º 3/2014, ARTIGO 19.°
CARLA CERQUEIRA 102
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
INFORMAÇÃO DOS TRABALHADORES
↘ Mudança de posto de trabalho ou de funções:

§ Cada posto de trabalho e funções tem os seus riscos

característicos. Para além de ser fundamental

informar/alertar o trabalhador para os riscos inerentes ao

novo posto de trabalho e as medidas a adotar, é uma

oportunidade para mais uma vez reforçar a importância da

segurança em geral.
LEI N.º 3/2014, ARTIGO 19.°
CARLA CERQUEIRA 103
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
INFORMAÇÃO DOS TRABALHADORES
↘ Introdução de novos equipamentos de trabalho ou alteração
dos existentes:
§ Cada equipamento tem riscos específicos de que os
trabalhadores devem ter um conhecimento total, assim
como as formas de os poderem controlar. Por outro lado, em
situações de alterações de máquinas, mais oportuno se
torna dada a familiaridade do trabalhador com as
características anteriores da máquina e os riscos associados.
LEI N.º 3/2014, ARTIGO 19.°
CARLA CERQUEIRA 104
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
INFORMAÇÃO DOS TRABALHADORES

↘ Adoção de uma nova tecnologia:

§ Na introdução de novas tecnologias: é fundamental que


nestas situações o trabalhador seja informado/formado
sobre os pormenores da própria operação, mas de igual
modo sobre os procedimentos de segurança a observar
de modo a que este seja envolvido naquilo que o afete
diretamente.
LEI N.º 3/2014, ARTIGO 19.°
CARLA CERQUEIRA 105
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
INFORMAÇÃO DOS TRABALHADORES

↘ Atividades que envolvam trabalhadores de diversas


empresas:

§ É uma forma de consciencializar todos os

trabalhadores com hábitos de trabalho e culturas de

segurança diversas para as condições de trabalho reais

e para as regras a observar de forma comum integrada.

LEI N.º 3/2014, ARTIGO 19.°


CARLA CERQUEIRA 106
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
INFORMAÇÃO DOS TRABALHADORES

↘ O empregador deve comunicar a admissão de


trabalhadores com contratos de duração
determinada, ao serviço de segurança e saúde no
trabalho e aos trabalhadores com funções específicas
no domínio da segurança e saúde no trabalho.

LEI N.º 3/2014, ARTIGO 19.°


CARLA CERQUEIRA 107
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
FORMAÇÃO DOS TRABALHADORES

↘O TRABALHADOR DEVE RECEBER UMA FORMAÇÃO ADEQUADA NO

DOMÍNIO DA SST, TENDO EM ATENÇÃO O POSTO DE TRABALHO E O

EXERCÍCIO DE ATIVIDADES DE RISCO ELEVADO.

LEI N.º 3/2014, ARTIGO 20.°


CARLA CERQUEIRA 108
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
FORMAÇÃO DOS TRABALHADORES

↘ Formação, em número suficiente, tendo em conta:

§ Dimensão da empresa;

§ Os riscos existentes;

§ Os trabalhadores responsáveis pela aplicação das


medidas de primeiros socorros, de combate a
incêndios e de evacuação.
LEI N.º 3/2014, ARTIGO 20.°
CARLA CERQUEIRA 109
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
FORMAÇÃO DOS TRABALHADORES

Trabalhadores
↘ Formação permanente designados para as
atividades de SST

LEI N.º 3/2014, ARTIGO 20.°


CARLA CERQUEIRA 110
REPRESENTANTES DOS
TRABALHADORES PARA
A SST

CARLA CERQUEIRA
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
REPRESENTANTE DOS TRABALHADORES

↘ “Trabalhador eleito para exercer funções de

representação dos trabalhadores nos domínios da

segurança e saúde no trabalho”.

LEI N.º 3/2014, ARTIGO 4.º, ALÍNEA D)

CARLA CERQUEIRA 112


GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
REPRESENTANTE DOS TRABALHADORES

LEI N.º 3/2014, ARTIGO 21.°


CARLA CERQUEIRA 113
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
REPRESENTANTE DOS TRABALHADORES

↘ Processo eleitoral realizado na empresa;

↘ Mandato de 3 anos;

↘ Crédito de 5 horas/mês para o exercício de funções.


LEI N.º 3/2014, ARTIGO 21.°
CARLA CERQUEIRA 114
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
REPRESENTANTE DOS TRABALHADORES

↘ Formação permanente para o exercício das respetivas


funções;

↘ Instalações adequadas, meios materiais e técnicos


necessários;

↘ Direito a distribuir informação relativa à SST e


afixação em local adequado.
LEI N.º 3/2014, ARTIGO 22.°; 24.º
CARLA CERQUEIRA 115
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONSULTA, INFORMAÇÃO E
FORMAÇÃO
REPRESENTANTE DOS TRABALHADORES

↘ Direito de reunir com o órgão de gestão da empresa,

pelo menos uma vez por mês, para discussão e

análise dos assuntos SST.

LEI N.º 3/2014, ARTIGO 25.°


CARLA CERQUEIRA 116
ATIVIDADES DE RISCO
ELEVADO

CARLA CERQUEIRA
GESTÃO DA PREVENÇÃO
ATIVIDADES DE RISCO
ELEVADO
↘ Trabalhos em obras de construção, escavação,
movimentação de terras, de túneis, com riscos de
quedas de altura ou de soterramento, demolições e
intervenção em ferrovias e rodovias sem interrupção
de tráfego;

↘ Atividades de indústrias extrativas;

↘ Trabalho hiperbárico;
LEI N.º 3/2014, ARTIGO 79.°
CARLA CERQUEIRA 118
GESTÃO DA PREVENÇÃO
ATIVIDADES DE RISCO
ELEVADO
↘ Atividades que envolvam a utilização ou
armazenagem de produtos químicos perigosos
suscetíveis de provocar acidentes graves;

↘ Fabrico, transporte e utilização de explosivos e


pirotecnia;

↘ Atividades de indústria siderúrgica e construção


naval;
LEI N.º 3/2014, ARTIGO 79.°
CARLA CERQUEIRA 119
GESTÃO DA PREVENÇÃO
ATIVIDADES DE RISCO
ELEVADO
↘ Atividades que envolvam contacto com correntes
elétricas de média e alta tensões;

↘ Produção e transporte de gases comprimidos,


liquefeitos ou dissolvidos ou a utilização significativa
dos mesmos;

↘ Atividades que impliquem a exposição a radiações


ionizantes;
LEI N.º 3/2014, ARTIGO 79.°
CARLA CERQUEIRA 120
GESTÃO DA PREVENÇÃO
ATIVIDADES DE RISCO
ELEVADO
↘ Atividades que impliquem a exposição a agentes

cancerígenos, mutagénicos ou tóxicos para a

reprodução;

↘ Atividades que impliquem a exposição a agentes

biológicos do grupo 3 ou 4;

↘ Trabalhos que envolvam exposição a sílica.

LEI N.º 3/2014, ARTIGO 79.°


CARLA CERQUEIRA 121
GESTÃO DA PREVENÇÃO

NOVO
EXERCÍCIO!

Vamos colocar a “mão na massa”?

Que é como quem diz a “mão na


legislação”!

CARLA CERQUEIRA 122


FICHA DE ATIVIDADE
1

CARLA CERQUEIRA
GESTÃO DA PREVENÇÃO

Na plataforma moodle, encontra a Ficha


de Atividade N.º 1, para responder.

CARLA CERQUEIRA 124


FERRAMENTAS DE
GESTÃO DA PREVENÇÃO

CARLA CERQUEIRA
GESTÃO DA PREVENÇÃO
FERRAMENTAS DE GESTÃO
DA PREVENÇÃO
ESTATÍSTICAS DE ACIDENTES DE TRABALHO

ÍNDICES DE SINISTRALIDADE:

§ ÍNDICE DE FREQUÊNCIA

§ ÍNDICE DE INCIDÊNCIA

§ ÍNDICE DE GRAVIDADE
§ ÍNDICE DE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE

INDICADORES DE DESEMPENHO DA SST:

§ INDICADORES DE ORDEM REATIVA

§ INDICADORES DE ORDEM PRÓ-ATIVA

CARLA CERQUEIRA 126


GESTÃO DA PREVENÇÃO
ESTATÍSTICAS DE
ACIDENTES DE TRABALHO
↘ A estatística constitui um método frequente de

análise de riscos, permitindo ao Técnico Superior de

Segurança no Trabalho um conhecimento efetivo da

sinistralidade laboral e das doenças profissionais, e a

consequente definição de prioridades no controlo dos

diferentes riscos.

CARLA CERQUEIRA 127


GESTÃO DA PREVENÇÃO
ESTATÍSTICAS DE
ACIDENTES DE TRABALHO
↘ A ocorrência de acidentes de trabalho constitui um

indicador significante da existência de disfunções nos

locais de trabalho e nas respetivas envolventes.

Visite o site da ACT onde encontra as mais recentes estatísticas relativas aos
SAIBA + acidentes de trabalho: http://www.act.gov.pt/(pt-
PT)/CentroInformacao/Estatistica/Paginas/default.aspx

CARLA CERQUEIRA 128


GESTÃO DA PREVENÇÃO
COMUNICAÇÃO

ACIDENTES DE TRABALHO

↘ O empregador deve comunicar à Autoridade para as


Condições de Trabalho, nas 24 horas seguintes à
ocorrência, os casos de:

§ Acidentes mortais ou

§ Que evidenciem lesão física grave.

Na pasta Regime Jurídico da SST encontra a Lei n.º 3/2014, onde pode verificar
SAIBA + esta informação relativa à comunicação dos acidentes de trabalho (artigo 111.º).

CARLA CERQUEIRA 129


GESTÃO DA PREVENÇÃO
INDICADORES DE
DESEMPENHO DA SST
INDICADORES DE ORDEM REATIVA

↘ Incidentes;

↘ Absentismo por doença;

↘ Reclamações/sugestões (ex. por membros do


público);

↘ Atuações por parte das autoridades (ex. multas


relacionadas com requisitos legais).

CARLA CERQUEIRA 130


GESTÃO DA PREVENÇÃO
INDICADORES DE
DESEMPENHO DA SST
INDICADORES DE ORDEM PRÓ-ATIVA

↘ Período de tempo sem ocorrência de acidentes;

↘ Percentagem de investimentos na área da segurança;

↘ Percentagem de medidas preventivas e corretivas


desenvolvidas;

↘ O número de pessoas que receberam formação em


SST;

CARLA CERQUEIRA 131


GESTÃO DA PREVENÇÃO
INDICADORES DE
DESEMPENHO DA SST
INDICADORES DE ORDEM PRÓ-ATIVA

↘ Eficácia da formação;

↘ Número de avaliações de risco completadas


relativamente às requeridas;

↘ Número de inspeções ou auditorias efetuadas;

↘ Intervalo de tempo para implementar as


recomendações das auditorias de SST;

CARLA CERQUEIRA 132


GESTÃO DA PREVENÇÃO
INDICADORES DE
DESEMPENHO DA SST
INDICADORES DE ORDEM PRÓ-ATIVA

↘ Relatórios de vigilância médica;

↘ Uso do equipamento de proteção individual.

CARLA CERQUEIRA 133


CUSTOS DOS ACIDENTES
DE TRABALHO

CARLA CERQUEIRA
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CUSTOS DOS ACIDENTES DE
TRABALHO

CUSTOS DOS ACIDENTES

DIRETOS INDIRETOS

CARLA CERQUEIRA 135


GESTÃO DA PREVENÇÃO
CUSTOS DOS ACIDENTES DE
TRABALHO
CUSTOS DIRETOS (CD) ou custos segurados, abrangem o

salário, indemnizações, gastos com assistência médica.

CUSTOS INDIRETOS (CI) ou não segurados, englobam o tempo

perdido pelo acidentado e pelos colegas, o tempo perdido


na investigação do acidente, o tempo necessário à seleção

e formação de um substituto, perdas de produção,

reparação de produtos e equipamentos, etc.

CARLA CERQUEIRA 136


GESTÃO DA PREVENÇÃO
CUSTOS DOS ACIDENTES DE
TRABALHO

↘ Os custos totais serão a soma destas duas parcelas:

CT = CD + CI

CT Custos Totais CD Custos Diretos CI Custos Indiretos

CARLA CERQUEIRA 137


GESTÃO DA PREVENÇÃO
CUSTOS DOS ACIDENTES DE
TRABALHO
↘ Seguro
§ Salários pagos
§ Assistência médica e medicamentos
§ Indemnizações

↘ Socorro das vítimas


↘ Agravamento do prémio do seguro
↘ Quebra produtividade
↘ Custos administrativos
↘ Reparação de equipamentos e colocação de
proteções adequadas
↘ Perda de competitividade:
§ Atraso de encomendas
§ Redução de capacidade de resposta
↘ Degradação da imagem da empresa
↘ Despesas com substitutos ou trabalho extra

CARLA CERQUEIRA 138


GESTÃO DA PREVENÇÃO
CUSTO-BENEFÍCIO DAS
AÇÕES PREVENTIVAS

↘ Todas as medidas preventivas se traduzem num custo

e a sua verdadeira rentabilidade só poderá ser

confirmada mediante uma adequada análise custo-

benefício.

CARLA CERQUEIRA 139


GESTÃO DA PREVENÇÃO
CUSTO-BENEFÍCIO DAS
AÇÕES PREVENTIVAS
O balanço entre custos e benefícios pode ser expresso

pelo seguinte gráfico.

Fonte: Miguel, 2007.

CARLA CERQUEIRA 140


GESTÃO DA PREVENÇÃO

VAMOS
CALCULAR OS
CUSTOS DOS
ACIDENTES DE
TRABALHO?

CARLA CERQUEIRA 141


FICHA DE ATIVIDADE
2

CARLA CERQUEIRA
GESTÃO DA PREVENÇÃO

Na plataforma moodle, encontra a Ficha


de Atividade N.º 2, para responder.

CARLA CERQUEIRA 143


INVESTIGAÇÃO
DOS INCIDENTES

CARLA CERQUEIRA
GESTÃO DA PREVENÇÃO
INVESTIGAÇÃO DOS
INCIDENTES
↘ O processo de investigação de um incidente deve

englobar:
↘ Determinação objetiva do que ocorreu. Os dados e

informações podem ser conseguidos através de:


↘ Visita ao local;

↘ Depoimento de testemunhas;

↘ Recolha de evidências (provas) físicas.

CARLA CERQUEIRA 145


GESTÃO DA PREVENÇÃO
INVESTIGAÇÃO DOS
INCIDENTES
↘ Pesquisa da origem do problema (porque ocorreu, quais as

causas e respetiva sequência, que culminaram na ocorrência

do incidente);

↘ Apresentação de recomendações (medidas de prevenção

e/ou proteção que devem ser implementadas para evitar ou

minimizar ocorrências futuras);

↘ Preparação do registo/relatório;

↘ Implementação das recomendações.

CARLA CERQUEIRA 146


GESTÃO DA PREVENÇÃO
INVESTIGAÇÃO DOS
INCIDENTES

O que se deve investigar?


- Todos os incidentes.

Até onde deve ir a investigação?


A investigação só deve terminar quando as causas (o agente ou
conjunto de agentes que contribuíram para a ocorrência do incidente)
não possam ser controladas pela empresa.

O que se deve incluir a investigação?


- A cadeia de acontecimentos que contribuíram para a
ocorrência do incidente.
- A série de causas: imediatas, de base ou organizacionais.
- As ações recomendadas para a prevenção de acontecimentos
parecidos.

CARLA CERQUEIRA 147


GESTÃO DA PREVENÇÃO
INVESTIGAÇÃO DOS
INCIDENTES
↘ A principal dificuldade na investigação de um incidente
está na recolha de informação.

↘ Os principais dados advêm das declarações das


testemunhas, as quais, resultantes das diferentes
perceções da realidade, relativas à condição humana,
agravadas pela tensão e sobressalto que a observação de
um incidente provoca, levam a uma enorme subjetividade
dos testemunhos.

CARLA CERQUEIRA 148


GESTÃO DA PREVENÇÃO
INVESTIGAÇÃO DOS
INCIDENTES
↘ Para transpor esta dificuldade, deve recolher-se o maior número
de testemunhos possível e realizar o seu cruzamento e
depuramento, por forma a conseguir dados fiáveis.

↘ As provas devem ser recolhidas o mais célere e cuidadosamente


possível.

↘ Sempre que executável, devem ser tiradas fotografias ao local


do incidente, antes de se proceder à sua arrumação e à limpeza,
e de se iniciarem as entrevistas.
Em caso de acidentes graves ou mortais (que têm que ser comunicados à ACT) o
SAIBA + local do acidente não deve ser modificado sem autorização expressa da ACT.

CARLA CERQUEIRA 149


GESTÃO DA PREVENÇÃO
INVESTIGAÇÃO DOS
INCIDENTES
↘ A entrevista das testemunhas tem como objetivo obter
resposta às seguintes questões:
↘ Quando ocorreu o incidente?
(Sempre que seja possível, o primeiro a ser entrevistado deve ser o encarregado,
chefe de equipa, ou outra chefia que supervisionava diretamente o(s) sinistrado(s)
quando decorreu o incidente.)

↘ Onde ocorreu o incidente?

↘ Qual foi a sequência dos acontecimentos?

↘ Quem esteve envolvido?

CARLA CERQUEIRA 150


GESTÃO DA PREVENÇÃO
INVESTIGAÇÃO DOS
INCIDENTES

↘ Porquê?
(Ou seja, quais os motivos percecionados pelo entrevistado, que possam
“explicar” o incidente.)

↘ Quais as consequências registadas e qual poderia ser a pior

consequência possível?

↘ Como poderia ser evitado?

↘ Como se pode evitar que volte a ocorrer?

CARLA CERQUEIRA 151


GESTÃO DA PREVENÇÃO
INVESTIGAÇÃO DOS
INCIDENTES
↘ Para conseguir adquirir a melhor informação possível das

testemunhas, o investigador deve seguir algumas regras ao


proceder à recolha dos depoimentos, designadamente:

1 Procurar todos os envolvidos, para recolher o maior número


possível de testemunhos.

2 Entrevistar as pessoas isoladamente e ter em consideração o seu


comportamento (físico e psicológico).

3 Permitir que as pessoas descrevam a sua versão da história (isto é,


não deve ser diretivo na forma como conduz as entrevistas, dando
aos interlocutores a liberdade de se expressarem) e só deve
interromper para realizar questões oportunas e necessárias ao
esclarecimento de pormenores relevantes (comparar o testemunho
com os factos conhecidos, pois as diferenças podem ajudar a
CARLA
decidir que questões importa CERQUEIRA
efetuar. 152
GESTÃO DA PREVENÇÃO
INVESTIGAÇÃO DOS
INCIDENTES
4 Realizar questões abertas que exijam respostas completas e não
perguntas fechadas que possam ser respondidas com um sim ou
um não.

5 Nunca fazer críticas ao entrevistado.

6 Iniciar as entrevistas esclarecendo que a investigação do incidente


não é um inquérito policial, mas sim uma pesquisa que tem como
objetivo descobrir as causas para prevenir incidentes futuros.

7 A visualização é muito relevante. Se considerar importante,


solicite ao entrevistado que desenhe croquis e/ou no próprio local
aponte locais ou equipamentos específicos, exemplifique que
tarefa(s) estava(m) a ser realizada(s) e como.

8 Agrupar as possíveis causas à medida que vão sendo referidas.

CARLA CERQUEIRA 153


GESTÃO DA PREVENÇÃO
INVESTIGAÇÃO DOS
INCIDENTES
9 Comparar o testemunho com os factos conhecidos, pois as
diferenças irão direcionar se existirão questões que ainda importa
fazer para aclarar certos pormenores ou esclarecer visões
contraditórias.

10
Incentivar a participação sincera. Anote os factos mais relevantes
e, no fim, deve ler esses factos, verificando se o entrevistado
concorda.

11 Compreender corretamente as razões de cada causa indicada pela


testemunha, e caso necessário, pedir esclarecimentos adicionais.

12 Finalizar a entrevista agradecendo o depoimento, afirmando que o


depoimento foi importante para a investigação. Faculte sempre um
contacto, incentivando o entrevistado a contactar, caso se lembre
de algum pormenor que lhe pareça importante.

CARLA CERQUEIRA 154


PLANOS DE
PREVENÇÃO

CARLA CERQUEIRA
GESTÃO DA PREVENÇÃO
OBJETIVO GERAL

Analisar o modelo de gestão da prevenção de


riscos profissionais.

CARLA CERQUEIRA 156


GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANOS DE PREVENÇÃO

↘O planeamento constitui uma das atividades

fundamentais da gestão preventiva. O empregador

deve planificar a prevenção na empresa, num

sistema coerente que tenha em conta a componente

técnica, a organização do trabalho, as relações sociais

e os fatores materiais inerentes ao trabalho.

CARLA CERQUEIRA 157


GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANOS DE PREVENÇÃO

↘ A sua adequada execução requer um diagnóstico da

situação, em função da análise das condições de

trabalho, quer a nível global da empresa, quer do

posto de trabalho.

CARLA CERQUEIRA 158


GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANOS DE PREVENÇÃO

↘ Em função do diagnóstico, é possível estabelecer os

objetivos, uns de caráter geral, outros, de carácter

específico, de acordo com as prioridades detetadas.

CARLA CERQUEIRA 159


GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANOS DE PREVENÇÃO

↘ A planificação reporta-se a múltiplos aspetos, porque

supõe uma definição clara dos fins e das iniciativas

necessárias nesse sentido. Ao que deve ser

acrescentado uma política, uma metodologia e uma

estratégia. Estes elementos serão articulados através

de programas que integrem uma definição temporal


das etapas a seguir e os meios da realização concreta.

CARLA CERQUEIRA 160


GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANOS DE PREVENÇÃO
↘ A elaboração de um Plano de Prevenção abrange:

§ O diagnóstico da situação, em termos de identificação e


avaliação de riscos:

§ Levantamento geral dos riscos inerentes a cada posto de


trabalho;

§ Acidentes de trabalho e doenças profissionais (evolução


e indicadores);

§ Métodos pró-ativos ou reativos de avaliação


desenvolvidos.

CARLA CERQUEIRA 161


GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANOS DE PREVENÇÃO
§ Definição de objetivos, na sequência da avaliação de riscos:

§ Gerais – constituem o núcleo central do plano; não são


avaliáveis no período de vigência do plano, dado que
representam mais uma orientação estratégica do que uma
meta a alcançar;

§ Específicos – estabelecem-se para cada uma das áreas


preventivas (Segurança, Higiene, Ergonomia, Saúde do
Trabalho, etc.); são avaliáveis e acompanhados, em cada
caso, por um programa de atuações a curto, médio e longo
prazo.

CARLA CERQUEIRA 162


GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANOS DE PREVENÇÃO

§ Definição dos campos de ação preventiva:

§ Organização do trabalho;

§ Prevenção técnica;

§ Formação;

§ Informação;

§ Vigilância da saúde;

§ Ergonomia;

§ Organização de emergência.

CARLA CERQUEIRA 163


GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANOS DE PREVENÇÃO

§ O estabelecimento de prioridades, de acordo com a


natureza, o grau de risco, o número de trabalhadores
expostos;

§ A identificação dos programas de prevenção e


proteção a desenvolver em cada caso;

§ A afetação de recursos materiais e humanos para


cada um dos programas de atuação e para o plano no
seu conjunto;

CARLA CERQUEIRA 164


GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANOS DE PREVENÇÃO
§ A afetação das competências da gestão, dos TSHT, das
chefias intermédias, dos representantes dos trabalhadores e
dos trabalhadores;

§ A definição de um cronograma de atuações;

§ O controlo da execução do plano (registos, documentos,


etc.);

§ A determinação dos programas de seguimento, controlo e


avaliação, para aferir o grau de eficácia e eventual
reformulação.

CARLA CERQUEIRA 165


GESTÃO DA PREVENÇÃO
PLANOS DE PREVENÇÃO

↘ A finalidade do planeamento da prevenção é a


identificação das ações necessárias para um controlo
eficaz dos riscos, em dois momentos:

§ Identificar os objetivos e estabelecer meios para a


execução;

§ Estabelecer normas e procedimentos que permitam:

§ Desenvolver uma cultura de prevenção;

§ O controlo de riscos.

CARLA CERQUEIRA 166


SISTEMAS DE
GESTÃO DA SST

CARLA CERQUEIRA
GESTÃO DA PREVENÇÃO
CONCEITOS

SISTEMA DE GESTÃO:

§ São estruturas organizadas que se baseiam na

medição sistemática do desempenho com

parâmetros objetivos e quantificáveis.

CARLA CERQUEIRA 168


GESTÃO DA PREVENÇÃO
SISTEMAS DE GESTÃO DA
SST
O QUE É UM SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO
TRABALHO?

Um Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho


(SGSST) é parte integrante de um sistema de gestão de toda e
qualquer organização que se baseia na gestão da prevenção, e
surge como a ferramenta ideal para a implementação de
medidas preventivas, dotando as empresas de meios de gestão
dos aspetos de segurança e saúde no trabalho de uma forma
estruturada.
CARLA CERQUEIRA 169
GESTÃO DA PREVENÇÃO
SISTEMAS DE GESTÃO DA
SST
QUAIS AS PRINCIPAIS VANTAGENS DE UM SGSST?

↘ Melhorias significativas nas condições de trabalho;

↘Redução de riscos de acidentes e de doenças

profissionais;

↘Redução de custos (indemnizações, seguros,

prejuízos de acidentes de trabalho, perda de dias de

trabalho);
CARLA CERQUEIRA 170
GESTÃO DA PREVENÇÃO
SISTEMAS DE GESTÃO DA
SST
QUAIS AS PRINCIPAIS VANTAGENS DE UM SGSST?

↘ Melhoria da imagem da empresa;

↘Diferenciação em relação à concorrência;

↘Evidência do compromisso de cumprimento da

legislação;

↘Motivação dos trabalhadores com a promoção de

um ambiente de trabalho seguro e saudável.


CARLA CERQUEIRA 171
GESTÃO DA PREVENÇÃO
SISTEMAS DE GESTÃO DA
SST
QUAIS AS PRINCIPAIS DESVANTAGENS DE UM SGSST?

↘ Burocracias;

↘Tempo utilizado;

↘Afetação de recursos;

↘Criação de suporte documental.

CARLA CERQUEIRA 172


GESTÃO DA PREVENÇÃO
SISTEMAS DE GESTÃO DA
SST
NP ISO 45001

A conformidade com a norma não dispensa o

cumprimento das obrigações legais.

CARLA CERQUEIRA 173


GESTÃO DA PREVENÇÃO
SISTEMAS DE GESTÃO DA
SST
NP ISO 45001

Desenvolvida para ser compatível com as normas de


sistemas de gestão da qualidade e sistemas de gestão
ambiental; Requisitos e linhas de orientação para facilitar a
integração dos sistemas de gestão da segurança e saúde
como sistemas de gestão da qualidade e como sistemas de
gestão ambiental.

CARLA CERQUEIRA 174


GESTÃO DA PREVENÇÃO
SISTEMAS DE GESTÃO DA
SST
NP ISO 45001

Baseada no modelo de gestão do tipo - PDCA

CARLA CERQUEIRA 175


GESTÃO DA PREVENÇÃO
SISTEMAS DE GESTÃO DA
SST
NP ISO 45001

↘ O ciclo PDCA, é um ciclo de desenvolvimento que tem foco


na melhoria contínua.

↘ O ciclo inicia-se pelo planeamento, em seguida a ação ou


conjunto de ações planeadas são executadas, verifica-se se
o que foi realizado estava de acordo com o planeado,
constantemente e implementa-se uma ação para eliminar
ou mitigar situações anómalas detetadas.

CARLA CERQUEIRA 176


GESTÃO DA PREVENÇÃO

FIM!

CARLA CERQUEIRA 177

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