Você está na página 1de 112

Matemática 1

Matemática Básica
Pré-Vestibular
Teoria e Exercícios Propostos
índice.matemática 1

Capítulo 01. Potenciação


1. Definição ............................................................................................................. 9
2. Propriedades ..................................................................................................... 10
3. Situações Especiais ............................................................................................. 12

Capítulo 02. Radiciação


1. Definição ........................................................................................................... 14
2. Raiz Quadrada do Quadrado de um Número .......................................................... 14
3. Potências com Expoente Racional ......................................................................... 15
4. Propriedades ..................................................................................................... 15
5. Simplificação de Radicais .................................................................................... 17
6. Redução de Radicais ao Mesmo Índice .................................................................. 17
7. Racionalização de Denominadores ........................................................................ 18

Capítulo 03. Produtos Notáveis


1. Quadrado da Soma de Dois Termos ...................................................................... 21
2. Quadrado da Diferença de Dois Termos ................................................................. 21
3. Produto da Soma pela Diferença de Dois Termos ................................................... 21
4. Cubo da Soma de Dois Termos ............................................................................ 21
5. Cubo da Diferença de Dois Termos ....................................................................... 21

Capítulo 04. Fatoração


1. Definição ........................................................................................................... 22
1.1. Fator Comum ........................................................................................................... 22
1.2. Agrupamento .......................................................................................................... 22
1.3. Diferença de Quadrados .......................................................................................... 22
1.4. Trinômio Quadrado Perfeito ..................................................................................... 22
2. Trinômio Quadrado da Forma ax2 + bx + c ........................................................... 23
3. Soma e Diferença de Cubos ................................................................................. 23

Capítulo 05. Porcentagem


1. Introdução ......................................................................................................... 24
2. Definição ........................................................................................................... 24
3. Forma Decimal ................................................................................................... 24
PV2D-08-MAT-11

4. Cálculo de uma Porcentagem ............................................................................... 24


5. Lucro ................................................................................................................ 26
6. Aumento Percentual ............................................................................................ 27
índice.matemática 1

7. Desconto Percentual ............................................................................................ 27


8. Aumentos e Descontos Sucessivos ........................................................................ 28

Capítulo 06. Múltiplos e Divisores


1. Conceitos Básicos ............................................................................................... 31
1.1. Números Naturais .................................................................................................... 31
1.2. Números Inteiros ..................................................................................................... 31
1.3. Divisor de um Número Inteiro .................................................................................. 31
1.4. Múltiplos de um Número Inteiro ............................................................................... 32
1.5. Paridade de Números Inteiros .................................................................................. 32
1.6. Números Primos e Compostos .................................................................................. 32
1.7. Divisibilidade Aritmética ............................................................................................. 33
1.8. Fatoração Numérica ................................................................................................. 34
1.9. Número de Divisores de um Número Natural ............................................................ 34
1.10. Soma dos Divisores de um Número Natural ............................................................. 35
1.11. Determinação dos Divisores de um Número Natural ................................................ 36
2. Propriedades ..................................................................................................... 36
3. Máximo Divisor Comum ....................................................................................... 38
4. Mínimo Múltiplo Comum ...................................................................................... 38
5. MDC e MMC pelo Método da Decomposição Isolada ................................................ 38
6. MMC e MDC pelo Método da Fatoração Simultânea ................................................. 39
7. MDC pelo Método das Divisões Sucessivas ............................................................. 39
8. Propriedades do MDC e do MMC ........................................................................... 40

Capítulo 07. Teoria dos Conjuntos


1. Introdução ......................................................................................................... 42
2 . Notação e Representação ................................................................................... 42
2.1. Listagem dos Elementos ........................................................................................... 42
2.2. Uma Propriedade de seus Elementos ........................................................................ 42
2.3. Diagrama de Euler-Venn ........................................................................................... 42
3 . Relação de Pertinência ...................................................................................... 43
4. Relação de Inclusão ........................................................................................... 43
5. Conjuntos Especiais ............................................................................................ 44
6. Conjunto Universo .............................................................................................. 44
7. Conjunto de Partes ............................................................................................. 45
7.1. Determinação do Conjunto de Partes ....................................................................... 45
7.2. Número de Elementos do Conjunto de Partes .......................................................... 45
8. Igualdade de Conjuntos ....................................................................................... 45
índice.matemática 1

9. Operações com Conjuntos ................................................................................... 46


9.1. União de Conjuntos ................................................................................................. 46
9.2. Intersecção de Conjuntos ........................................................................................ 46
9.3. Diferença de Conjuntos ........................................................................................... 47
9.4. Conjunto Complementar .......................................................................................... 47
9.5. Associações das Operações ...................................................................................... 48
10. Número de Elementos da União e da Intersecção de Conjuntos .............................. 49
11. Conjuntos Numéricos ........................................................................................ 51
12. Operações com Intervalos em R (reais) .............................................................. 52

Capítulo 08. Equações


1. Introdução ........................................................................................................ 54
2. Resolução de uma Equação ................................................................................ 54
3. Equação do 1o Grau ............................................................................................ 55
4. Problemas do 1o Grau ........................................................................................ 56
5. Equação do 2o Grau ........................................................................................... 56
5.1. Resolução da equação do 2o grau ............................................................................ 57
5.2. Fórmula de Bhaskara ................................................................................................ 57
5.3. Discussão do Número de Soluções da Equação do 2o Grau ........................................ 58
6. Relações entre Coeficientes e Raízes .................................................................... 59
7. Resolução de Equações com Mudança de Variável .................................................. 60
8. Equações Irracionais ........................................................................................... 62
9. Mudança de Variável ........................................................................................... 63

Exercícios Propostos ................................................................................................................................. 65 PV2D-08-MAT-11


.01 Matemática Básica

Capítulo 01. Potenciação


1. Definição
Exemplos
Representamos por an, a potência de base
real a e expoente inteiro n. a) 50 = 1
Definimos a potência an nos casos abaixo: 1− 13 1 = 3
• 1º caso: Expoente inteiro maior que 1. b)
2 24
Potência de expoente inteiro maior que 1 é
o produto de tantos fatores iguais à base
quantas forem as unidades do expoente. • 4º caso: Expoente inteiro negativo
Assim: Toda potência de expoente inteiro negati-
vo e base não-nula é igual à potência de base
11 = 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 igual ao inverso da base dada e expoente igual
24 4344 5
11234567819
398 ao oposto do expoente dado.
Exemplos Assim:
a) 43 = 4 · 4 · 4 = 64
1−1 = 1 13 1
b) 15 = 1 · 1 · 1 · 1 · 1 = 1
c) (–2)4 = (–2) · (–2) · (–2) · (–2) = 16
2 14
Exemplos
1 3 1 31 3
−1 1 −1 −1 3
d) 2 4 2 42 4
2
=
2

2
=
12 a)
13 1 46 −3 = 13 2 46 3 = 32
2 25 2 15 4
• 2º caso: Expoente 1
Toda potência de expoente 1 é igual à base. 13 − 1 46 −1 = 13 − 2 46 1 = −3

Assim:
b) 225 215 24

5−16 1 = 12 −1234 = 322


a1 = a 1 −

c)
Exemplos
a) 51 = 5 Observação

1 13 1 = 1 Sendo n um número inteiro, temos:


b) 2 24 2 1º a = 0 e n > 0 ⇒ an = 0
• 3º caso: Expoente zero 2º a = 0 e n < 0 ⇒ E an ∈ R
Toda potência de expoente zero é igual a 1. 3º a > 0 ⇒ an > 0
4º a < 0 e n par ⇒ an > 0
Assim:
5º a < 0 e n ímpar ⇒ an < 0
a0 = 1
Justificativa: 9:9=1
32 : 32 = 1
30 = 1
• Qualquer base “a” , a ≠ 0, a0 = 1

Capítulo 01.Potenciação PV2D-08-MAT-11 9


Matemática Básica

2. Propriedades
1º. Sendo m > n, temos
Consideremos os números reais a e b, e os
números naturais m e n. Então são válidas as 24 1
4123435
344 5
seguintes propriedades. 11 1⋅1⋅1⋅ 1 ⋅1
= = 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 = 1 1− 2
1 2 16⋅ 4
1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 64748
• P1: Produto de potências de mesma base
4744 8
2123435
1 − 2 1234351 2
Para multiplicarmos potências de mesma 1
base, conservamos a base e adicionamos os 2º. Se m = n, 1 = 1 = 1 1 1 − 22 = 1 1 = 1
expoentes. 12

am · an = am + n
12 1
3º. Se m < n,
2431445⋅ 1
= =
Justificativa 13 1⋅1⋅

13 − 22
13
234546

11 = 1 ⋅ 1 ⋅ 1⋅ 1 ⋅ 1
24
1
4344
321 1 ⋅ 1 2 =
5
1 1 3 5 1 26 = 15 2 16

2 14

=
123435

1 = 1⋅1⋅1⋅ 1 ⋅1 3
2
24 4344
2
5
34
123435 Exemplos

= 1⋅1⋅1⋅ 1 ⋅1⋅1⋅1⋅1 1 ⋅1 11
24 4344 5 24345 a) = 26 – 2 = 24
1 123435 2123435 12

11
11 ⋅ 12 = 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 b) = 5x – 2
24 4344 5 11
Assim:
1 1 + 22 123435

1 1+1
c) = 4(x + 2) – (x – 3) = 45
2
11 ⋅ 1 = 11+ 2 1 1−2

Exemplos • P3: Produto de potências de mesmo ex-


a) 23 · 25 = 23 + 5 = 28 poente
b) 4x · 4–x + 2 = 4x + (–x + 2) = 42 Para multiplicarmos potências de mesmo
c) 3 · 32 · 36 = 31 + 2 + 6 = 39 expoente, conservamos o expoente e multi-
plicamos as bases.

• P2: Quociente de potências de mesma an · bn = (a · b)n


base Justificativa
Para dividirmos potências de mesma base,
conservamos a base e subtraímos os expoentes. 1
2
= 1⋅1⋅1⋅ 1 5⋅ 1
244344 e 11 = 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1
24 4344 5
122 1123435
11
123435

= 1 1− 2 1 1 ≠ 2
12 11 ⋅ 21 = 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 2 ⋅ 2 ⋅ 2 ⋅ 1 ⋅ 2 =
24 4344 5 24 4344 5
Justificativa 1123435 1123435

11 = 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 e 1 = 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1
1 = 12 ⋅ 12 ⋅ 12 ⋅ 1 ⋅ 12
24345 24345 244 43444 5
1 123435 1123435 1123435

10 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 01. Potenciação


Matemática Básica

Assim: an · bn = (ab)n • P5: Potência de uma potência


Exemplos Para elevarmos uma potência a um novo
a) 24 · 84 = (2 · 8)4 = 164 expoente, conservamos a base e multiplica-
mos os expoentes.
b) x3 · y3 · z3 = (x · y · z)3
(am)n = am · n
• P4: Quociente de potências de mesmo ex- Justificativa
poente
Para dividirmos potências de mesmo ex-
poente, conservamos o expoente e dividimos
11 1 22 = 21 144
⋅ 11 ⋅ 1 ⋅ 11
3445
2 12324
as bases.
2 12324
11 1 13 1
1 2
11
2
133233 4
1
21 2 2 4
= 1 2≠2 1+ 1+ + 1
=1 ⇒ (am)n = am · n

Justificativa Exemplos
a) (23)2 = 23 · 2 = 26
1 1 = 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 e 11 = 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1
24 4344 5 24 4344 5 3 111 22 5 1 = 11 2 1 = 131
4 6
1123435 1123435 ⋅ ⋅
b)
24 14344
123435
5
11 1⋅1⋅1⋅ 1 ⋅1
= = Observação
21 2⋅2⋅2⋅ 1 ⋅2
64 4744 8 As propriedades apresentadas podem ser
1123435
estendidas para os expoentes m e n inteiros.
11 1 13 1 13 1 13 1 13
=
2 42 42 4
2 1 22444
2 43
⋅1⋅
2 4444 25 24 Exemplos
1 12324 a) 23 · 2–2 = 23 + (–2) = 21 (P1)

1 13 1
11
Assim: 1 = 2 4 b)
11
= 1 1 −1 −2 2 = 1 1 + 2 = 1 3 21 3 4
2 2 1 −2
Exemplos c) 5–3 · 2–3 = (5 · 2)–3 = 10–3 (P3)

11 1 13 1
1 −1 1 13 1 2 3 1 = 3 (P )
−1

a)
21 2 24
= d)
2 −1
=
2 24 2 1 4 41
= 4

111 2 2 = 11 3 24 = 1 1 = 56 21 78 = 23 (P )
1
11 ⋅ 21 1 1 ⋅ 2 4 1

=3
2 3 65
⋅− −
e)
b) 5
31

Capítulo 01. Potenciação PV2D-08-MAT-11 11


Matemática Básica

3. Situações Especiais Exercícios Resolvidos


A. (– a)n e – an 01. Calcular o valor de A = 40 + (0,25)–2 – (0,5)–2
As potências (–a)n e –an, em geral, apre- Resolução
sentam resultados diferentes, pois:
34 5 5 1 13
1 2 3 43 43 4
−1 1
= −1 ⋅ −1 ⋅ −1 ⋅ 1 ⋅ −1
24444344445
3 4 Sabemos que: 1234 = = =
511 6 3 24
1123435
3 4
e e que: 123 = =
41 5
− 1 1 = −1 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 12
2443445 5
+7
1 33 2 8
− 2
1 33 −2

276 44

9 − 2 44
1123435 1
Logo , teremos: 1 = 2
Exemplos
a) (–2)4 = (–2) · (–2) · (–2) · (–2) = 16 Então:
b) –24 = – (2 · 2 · 2 · 2) = –16
1 23 1 − 1 23
− −2
c) (–2)3 = (–2) · (–2) · (–2) = –8
d) –23 = – (2 · 2 · 2) = –8
1 = 2+
2 3 4 2 34 = 2 + 31 − 32

A = 1 + 16 – 4 ⇒ 1 = 23

1 22
B. 1 1 1 11
1

2 2
2 02. Sendo x = (22)3; y = 1 1 e z = 1 1 , calcule
As potências 1 1 1 2 1 1 , em geral, apre-
1
1 o produto x · y · z.
sentam resultados diferentes, pois: Resolução

11 1 22 = 121 14444
2 ⋅ 11 1 24⋅ 131 14444
2 ⋅ 1 ⋅ 114152 x = (22)3 = 26
2
2 12324 y = 1 1 = 28
2
e z = 23 = 29
2 12324 Então:
13234
1 12 = 1 1⋅ 1⋅ ⋅ 11 x · y · z = 26 · 28 · 29 = 223
Resposta: 223
Exemplos

1 22 = (3 ) · (3 ) · (3 ) = 3
a) 1 1 2 2 2 2·3 = 36 03. Simplifique as expressões:
2 1 1 ⋅ 23 2
b) 1 1 = 32 · 2 · 2 = 38 a)
245 1

12 ⋅ 3 1 1+2 − 4 ⋅ 3 1 1
b)
56 ⋅ 23 1

12 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 01. Potenciação


Matemática Básica

Resolução b)

1 1 ⋅ 23 2 12 ⋅ 3 12+3 − 4 ⋅ 3 12 12 ⋅ 3 12 ⋅ 3 − 4 ⋅ 3 12
a) = =
2451
Sabemos que:
56 ⋅ 23 2
1 22
56 ⋅ 3 1

9 = 32 27 = 33 243 = 35
Então teremos:

1 2 ⋅ 23 4
12 4234 2 ⋅ 12 4434 4 45 ⋅ 41
= = = 12
2542 12 46 34 2 478
Resposta:
13

112 1
= 13
= 12 = 23
1 04. Se 10m = 64, então calcule o valor de 12 1 .
Resposta: 27 Resolução

Resposta: 4

Capítulo 01. Potenciação PV2D-08-MAT-11 13


Matemática Básica

Capítulo 02. Radiciação


1. Definição
Representamos por 1 1 , a raiz n-ésima de 2º caso – Índice natural ímpar e radican-
a, e dizemos que n é o índice da raiz e a é o do negativo
radicando.
Sendo a número real negativo (a < 0) e
Definimos, no conjunto dos números re- n um número natural ímpar, dizemos que
1 1 nos seguintes casos:
ais, 1
1 1 é o único número b (b < 0), tal que 1 = 2 .

1º caso – Índice natural não-nulo e radi- 1 1 = 2 ⇔ 21 = 1


cando não-negativo

Sendo a um número real não-negativo Exemplos


1 1 ≥ 32 e n um número natural não-nulo
1
1 2
a) 1 − 12 = − 2 1 3456 −2 1 = − 12
1 1 ≠ 32 , dizemos que 1 é o único número (raiz cúbica de – 64)
1 2
1
b 1 1 ≥ 32 , tal que 1 = 2 .
b) 1 −12 = − 2 1 3456 −2 1 = −12
1 1 (raiz quinta de – 32)
1 =2⇔2 = 1

Exemplos
2. Raiz Quadrada do Quadra-
a) 1 12 = 3 4 5678 3 1 = 12 (raiz quadrada de
16)
do de um Número
Sendo a um número real, dizemos que
b) 1 12 = 3 4 5678 3 1 = 12 (raiz quarta de 1
1 é um número não-negativo que elevado
81) ao quadrado resulta a, ou seja:
c) 1 1 = 2 3 4567 2 1 = 1 (raiz cúbica de 8)
1 1 = 1 2345 1 =
1217 65 1 ≥ 1 45
d) 1 1 = 1 2 3456 1 1 = 1 (raiz oitava de 0) 3− 17 65 1 < 16
Exemplos
e) 1 1 = 1 2 3456 11 = 1 (raiz primeira de 5)
a) 1 −1 2 1
= −1 = − 2 −1 3 = 1

Observação 11 = 1 = 1
b)
Por convenção, quando o índice da raiz é
2, dispensamos a sua indicação.
1
c) 11 − 2 2 1 = 1 − 2 = 1− 2
Assim 1= 1 = 2.
pois 1 4 2 > 3

d) 11 1 2 2 1 = 1 1 1
2 =1 11 2 = 2 11 2
pois 1 4 2 < 3

14 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 02. Radiciação


Matemática Básica

Observação
4. Propriedades
Devemos não confundir 1 = 2 com
Consideraremos os números reais a e b
1 = ±2 , que é falso de acordo com a defini- não-negativos e os números naturais não-
ção. nulos m, n e p. Então:

Então: 1 = 2 3 − 1 = − 2 P1: Produto de radicais de mesmo índice

Se considerarmos a equação x2 = 4, tere- Para multiplicarmos radicais com o


mos como solução as raízes 2 e -2, pois: mesmo índice, conservamos o índice e
multiplicamos os radicandos.
1 1 = 1 ⇒ 1 = ± 1 ⇒ 1 = ±2
1 1 ⋅ 1 2 = 1 12

3. Potências com Expoente Justificativa


Racional
1 2
1
1 1 1
1 1 ⋅ 1 2 = 1 1 ⋅21 = 1⋅2 = 1 1⋅2
Definição
Exemplos
Potência de base a (a > 0) e expoente a) 1 ⋅ 2 = 1 ⋅ 2 = 34 = 4

racional
1
2
1 2
1 ∈ 3 1 2 ∈ 4 2 é o número: b) 2 1 ⋅ 11 ⋅ 2 ⋅ 3 = 2 1 ⋅ 2 11 ⋅ 2 2 2 2 3

1 2 = 2 11
1
P2: Divisão de radicais de mesmo índice

Exemplos Para dividirmos radicais com o mesmo


1
índice, conservamos o índice e dividimos
a) 1 2 = 2 1 1 = 2 2 os radicandos.
1 1 1
11 ≠ 12
1
b) 1 2 = 2 1 1 = 2 =1
1 2
2
−1 2 2
c) 1 2 = 2 1 −1 = =
1 3
Justificativa
−1
1 1
d) 1234 −1 32 = 1234
1 13
12
= 21 = 1 1 1
1234 3 1 11 1 1
1
2
=
2
1
1
=
2 24 = 1
2
Observação Exemplos
Todas as propriedades apresentadas para 3
6 6 3
potências de expoentes inteiros são válidas a) =3 = 3
3 2
para expoentes racionais. 2

Capítulo 02. Radiciação PV2D-08-MAT-11 15


Matemática Básica

25 25 5
b) = = Exemplos
4 4 2
a) 2 1
1 = 2⋅1
1 =31
P3: Potência de uma raiz b) 1 = 1⋅1⋅1 1 = 2 1

Para elevarmos uma raiz a um expoente,


basta elevarmos o radicando a esse P5: Simplificação de radicais
expoente.
2 Quando multiplicamos ou dividimos o
1 2
1 1 = 1 12 índice de uma raiz e o expoente de seu
radicando por um mesmo número natural
não-nulo, o valor da raiz não altera.
Justificativa
2 2
2 1 1 = 2⋅3 1 1⋅3 3 ≠ 1 1 2
1 1 2 = 31 4
1 1
1 =
2
11 = 1 12

Justificativa
Observação 1⋅ 3
A propriedade P3 também é válida quan- 2 1 1 = 1 12 = 1 2⋅ 3 = 2⋅ 3 1 1⋅ 3
do o expoente m é inteiro negativo.

Exemplos
Exemplos
a) 2
12 1 = 2 ⋅1
12 1 ⋅1 = 4
12 3
a) 1 2 1
1
= 11
b) 3⋅ 2
11 = 1 1⋅2 = 5 1 34
b) 1 12 2
−2
1
= 1 12 −2 c) 1 = 2 11 = 4 13 = 5 12

c) 1 12 2
1
1
= 1 12 1 = 12
Observação
Como podemos observar nos exemplos, o
P4: Raiz de outra raiz valor de uma raiz não se altera quando divi-
dimos o índice do radical e o expoente do ra-
Para obtermos a raiz de uma outra raiz, dicando por um fator comum natural não-
basta conservarmos o radicando e mul- nulo.
tiplicarmos os índices.
2 11 = 2 3 11 3
1
1

2 1 1 = 2⋅1 1

Exemplos
Justificativa
2 253
1 1 a) 12 1 = 12 153 = 4 12 3
2 1 1 = 2 1 1 = 1 12 = 1 2⋅ 1 = 2⋅ 1 1
1

16 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 02. Radiciação


Matemática Básica

b) 3
1 12 = 364 1 1264 = 1 5 2 12 1 = 51 1 3 2 4 1 1 2 =
3 51
1 6 1 2 = 51 2 7
c) 2
1 1 = 4 13 = 1 b) 141 2 5 2
3
MMC (2, 3, 4)=12, então:

5. Simplificação de Radicais 1 =
23 1 4
1 1 2 =
23 5 23
2 1 5 3 = 34
Simplificar um radical significa
transformá-lo em uma expressão equivalen- Observações
te ao radical dado, porém escrita de forma
mais simples. Obtemos essa transformação 1) Conforme vimos nas propriedades P1 e
através da aplicação das propriedades ante- P2, a multiplicação e a divisão de raízes só
riormente vistas. deve ser efetuada se os radicais tiverem índi-
ces iguais, então esta operação para reduzir
os radicais ao mesmo índice é bastante im-
Exemplos portante nesses casos.

a) 3 12 ⋅ 1 1 ⋅ 2 2 ⋅ 3 3 = 3 3 4 ⋅ 1 1 ⋅ 22 ⋅ 3 3 = Exemplo
= 3 33 ⋅ 3 ⋅ 13 ⋅ 15 ⋅ 26 ⋅ 2 ⋅ 33 = 1
1 ⋅ 2 ⋅ 2 3 = 34 1 2 ⋅ 34 2 5 ⋅ 34 3 1 = 34 1 2 ⋅ 2 5 ⋅ 3 1
3 3 3
= 33 ⋅ 13 ⋅ 3 26 ⋅ 33 ⋅ 3 3 ⋅ 15 2 =
2) Para que possamos comparar raízes,
5 3 5 também devemos tê-las com os índices iguais,
= 3 ⋅ 12 3 3 1 2
e então a maior raiz será aquela que tiver o
3 maior radicando.
b) 1 1 ⋅ 2 2 ⋅ 1 = 3 1 1 ⋅ 2 3 ⋅ 2 ⋅ 1 = 23 1 1 21
1 2 3 1 2 1 Exemplo
c) 1 123 = 2 ⋅ 1 = 2 ⋅ 1 ⋅ 1 =
1
1 = 3 12 = 3 2 13
2⇒
1
= 1 22 ⋅ 1 = 11 42 1
1> 3
3= 3 =3 1 3
4 34
6. Redução de Radicais ao
Mesmo Índice
Para reduzirmos dois ou mais radicais a Exercícios Resolvidos
um mesmo índice, inicialmente calculamos o 01. Efetue as operações indicadas reduzin-
MMC de todos os índices, obtendo assim o do a um único radical e simplificando quan-
índice comum a todos os radicais. Em seguida, do possível:
dividimos o novo índice por todos os índices
a) 1 1 ⋅ 1 23 ⋅ 4 1 1
anteriores, multiplicando o resultado pelos
expoentes dos fatores do respectivo radicando. Resolução
1 1 ⋅ 1 23 ⋅ 41 1 = 41 1 ⋅ 23 ⋅ 1 =
a)
Exemplos
1
= 41 35 = 4 5 1 = 4 ⋅ 5 = 21
1 3 2
a) 2 ⋅2 1 2 2 ou
MMC (3, 4, 2) = 12, então:

Capítulo 02. Radiciação PV2D-08-MAT-11 17


Matemática Básica

1 1
1 1 ⋅ 12 ⋅ 21 1 = 2 1 ⋅ 12 ⋅ 1 = 1 1

1 2
1 2⋅
1
= 22 = 3
2 2 2
1
1 = 2 =2
= 2 13 = 2 ⋅ 14 = 2 ⋅ 3 = 41
Resposta: 4
Resposta: 12
04. Calcule o valor de:
1 ⋅ 23
b)
43 ⋅ 4 1− 12 − 1 2 1
+ 21
Resolução
Resolução
1 ⋅ 23 1 ⋅ 23 13 13
= = = = 4
43 ⋅ 4 43 ⋅ 4 53 53 1 − 2 − 1 + 1 = 1 − 1 1 2 23 + 1 =

Resposta = 1 1 2 1 + 2+ 1 = 3
Resposta : 7
02. Calcule:
7. Racionalização de Deno-
a) 1 2
1
1
2
minadores
Resolução Racionalizar um denominador significa

11 12 2 1
= 12 = 13 = 2
transformá-lo de um número irracional em
um número racional a fim de facilitar o
Resposta: 9 cálculo da divisão. Em termos práticos,
racionalizar um denominador significa eli-
minar o radical do denominador.
b) 1
1 A racionalização pode ser feita multipli-
Resolução cando-se o numerador e o denominador da
fração por um mesmo fator, obtendo, assim,
1
1 =21 uma fração equivalente à anterior. Esse fator
é chamado fator de racionalização ou fator
Resposta: 1 1 racionalizante.

1º caso: Denominadores do tipo


2 11
03. Calcule as potências:
a) 36½ Observemos que:
Resolução 2 11 · 1 112324 = 2 1 1 ⋅ 1 231 =

12
1
2 = 12 = 2 1 = 2 34 2 1 1 22 = 2 3 112341 = 1 11 = 1
Resposta: 6
Assim, nas frações que apresentarem
b) 80,666...
Resolução denominador do tipo 2 1 1 , basta multi-
plicarmos o seu numerador e o seu deno-
1

minador por 11 2 3 (fator racionalizante)


6 6 4
1 12333444 = 1 = 1 5 = 6 23 = 3 6 = 3
2

ou para eliminarmos o radical (número irracional)


do denominador.

18 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 02. Radiciação


Matemática Básica

Exemplos 1 1 6 2 + 47
Racionalizar os denominadores: b) = 3 5 12 + 3
2 − 4 6 2 − 47 6 2 + 47 4
1
1 1 3 2 2 11 12 11 12 1 1 5 4 1 − 16
a) 12
= 3
12 1 2
4 = c) = 2 3
2
1 1
2 2 4 1 + 1 5 4 1 + 1 6 5 4 1 − 16

1 1 1 1 1 1 1 1 24 1 − 13 7 − 1 1
= 2 3 = = 1 = = =4− 1
b) 1 1 1 1 54 − 6 1
11
Observações
1 3 1
1 3 1 3 6 3
c) 2 3 = 2 3 4 3 5 1
=
2⋅3
=
2 a) Para calcular 1 devemos dividir 3
2⋅ 3
1
Notemos que, se no denominador apare- por 1 = 2 63145 ... enquanto, na forma
cer uma raiz quadrada, o fator racionalizante
é outra raiz igual à existente no denomina- racionalizada dividiremos 1 por 3, que, evi-
dor da fração. dentemente, é mais simples.
1
b) Para calcular devemos dividir 2
1 2
2º caso: Denominadores do tipo 1 ± 2
Neste caso, vamos relembrar o produto por 1 1 = 1,7099..., na forma racionalizada
notável 123 4 3563123 7 3563 8 321 3 7 351 9 Nota- 1 1 12 dividiremos 11 12 por 5, que é um
mos que este produto notável, aplicado aos 2
pouco mais simples.
denominadores deste caso, produz resulta-
do racional. c) Para calcular 1 devemos divi-
Ou seja: 2+ 3
dir 4 por 1 = 2,2360... somada com
1 3 + 4 2 51 3 − 42 = 1 4 31 − 1 5 31 = 4 5 5
1 =1,4142...; na forma racionalizada vamos
Portanto, se tivermos que racionalizar
dividir 4 multiplicado por 1 3 2 por 3; é
denominadores do tipo 1 ± 2 , basta um pouco mais simples.
multiplicarmos o numerador e o denomi-
nador da fração pelo conjugado do deno- Exercícios Resolvidos
minador, eliminando assim o radical (nú-
mero irracional) do denominador. 01. Racionalizar o denominador:
Assim: 1 1
a) 1 b) 1
denominador: 1 + 2 → conjugado: 1 − 2 2 21
Resolução
denominador: 1 − 2 → conjugado 1 + 2
a) Devemos multiplicar 1 1 por 1 11 , pois
Exemplos
1 1
Racionalizar os denominadores: 1 1 ⋅ 12 = 11 = 1 , logo:

1 1 7 2 − 34 1 13 1 22 14
a) = 5 6 = =
2 + 3 7 2 + 34 7 2 − 3 4 12 1 2 ⋅ 1 22 2
14 2 − 3 5 14 2 − 3 5 1
= = 1
2−3 6 Resposta:
2

Capítulo 02. Radiciação PV2D-08-MAT-11 19


Matemática Básica

b) Inicialmente vamos simplificar b) Vamos multiplicar (numerador e denominador)


1 1 por 12 + 3 , pois 1 34 − 521 34 + 52 =
12 = 21 = 21 ⋅ 2 = 21 2
1

Para racionalizar, vamos multiplicar o numera- = 1 23 4 1 − 154 1 = 23 − = 1 6789


2
dor e o denominador por 1 11 , pois
1 1 ⋅ 4 12 + 15
1 1 ⋅ 1 12 1 = =
= 11 = 1 , logo: 23 − 1 4 23 − 154 23 + 15

12 + 3 3 8+3 3
2 2 1 1 × 4 23 4
8 =
5 5
= =
4
- 4
- 4
- - 4 56 7 − 437 56 − 8
32 2 2 2 4
2× 24 3 2
11 121 + 13 1 + 1
Resposta: = =
1 45 6

1+ 1
02. Racionalizar o denominador: Resposta :
2
1 1
a) b) 03. Calcule:
1+ 1 23 − 1
Resolução 1 1

a) Note que 12 + 23 ⋅ 12 − 23 = 4 − 2 = 5 , logo
1− 2 1+ 2
devemos multiplicar o numerador e o denominador
por 1 − 1 : Resolução

1 1 ⋅ 21 − 13 121 − 13 1 1 1⋅ 11 + 2 2 3 111 3 2 2
= = − = =
1 + 1 21 + 1321 − 13 2131 − 2 131 1− 2 1+ 2 11 3 2 2 ⋅ 11 + 2 2
121 − 13 121 − 13 1 − 1
= = = 1+ 2 11+ 2 2 2
4−1 5 6 = =12 2
1− 2 −1
1− 1
Resposta: Resposta: − 1 1
2

20 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 02. Radiciação


Matemática Básica

Capítulo 03. Produtos Notáveis


Os produtos notáveis obedecem a leis
especiais de formação e, por isso, não são
5. Cubo da Diferença de
efetuados pelas regras normais da multipli- Dois Termos
cação de polinômios. Apresentam-se em gran-
(a – b)3 = (a – b) (a2 –2ab + b2)
de número e dão origem a um conjunto de
identidades de grande aplicação. (a – b)3 = a3 – 2a2b + ab2 – a2b + 2ab2 – b3
Considere a e b, expressões em R, repre- (a – b)3 = a3 – 3a2 b + 3ab2 – b3
sentando polinômios quaisquer, apresenta-
mos a seguir os produtos notáveis. Exercícios Resolvidos
Desenvolver os produtos notáveis abaixo:
1. Quadrado da Soma de 01. (3x + 2)2 = (3x)2 + 2(3x)(2) + (2)2
Dois Termos Resposta: 9x2 + 12x + 4

1 1 + 33 = 1 1 3
1 1
1 13 1 + 1
(a + b)2 = (a + b) (a + b) = a2 + 2ab + b2
2 1 4 2 14 2 14
1
02. +2
(a + b)2 = a2 + 2ab + b2
1 1
Resposta: 1 + 2 + 1
2. Quadrado da Diferença 1
03. (3x – 2y)2 = (3x)2 – 2(3x) (2y) + (2y)2
de Dois Termos
Resposta: 9x2 – 12xy + 4y2

(a – b)2 = (a – b) (a – b) = a2 – 2ab + b2 1 11 4 1 4 1 = 1 11 4 1 4 3 1 1 1 4 1 1 4 + 1 1 4 1
04. 3 1 2 6
(a – b)2 = a2 – 2ab + b2 2 5 32 1 65 32 1 65 2 2 5 2 2 5
11 11 12
3. Produto da Soma pela Resposta:
1
4 +
2 32
Diferença de Dois Termos Observe que, quando desenvolvemos o
quadrado da soma ou da diferença de um
binômio, produzimos um trinômio chama-
(a + b) (a – b) = a2 – ab + ab – b2 do trinômio quadrado perfeito.
(a + b) (a – b) = a2 – b2 05. (3xy + 5) (3xy – 5) = (3xy)2 – (5)2
Resposta: 9x2y2 – 25

4. Cubo da Soma de Dois 06. 12 3 + 4512 3 6 45 = 2 3 1 2 − 344


1 1

Termos Resposta: 45 – 4 = 41
(a + b)3 = (a + b) (a + b)2 = (a + b) (a2 + 2ab + b2)
07. (x + 2)3 = (x)3 + 3(x)2 (2) + 3(x)(2)2 + (2)3
(a + b)3 = a3 + 2a2b + ab2 + a2b + 2ab2 + b3 Resposta: x3 + 6x2 + 12x + 8

(a + b)3 = a3 + 3a2b + 3ab2 + b3 08. (2x – 2)3 = (2x)3 – 3(2x)2 (2) + 3 (2x)(2)2–(2)3
Resposta: 8x3 – 24x2 + 24x – 8
Capítulo 03. Produtos Notáveis PV2D-08-MAT-11 21
Matemática Básica

Capítulo 04. Fatoração


1. Definição 1.3. Diferença de Quadrados
Utilizamos a fatoração pelo método de
Fatorar uma expressão algébrica é mo- diferença de quadrados sempre que dispu-
dificar sua forma de soma algébrica para pro- sermos da diferença entre dois monômios
duto; fatorar uma expressão é obter outra cujas literais tenham expoentes pares. A
expressão que fatoração algébrica de tais expressões é obti-
a) seja equivalente à expressão dada; da com os seguintes passos:
b) esteja na forma de produto. Na mai- 1º) Extraímos as raízes quadradas dos
oria dos casos, o resultado de uma fatoração fatores numéricos de cada monômio;
é um produto notável. 2º) Dividimos por dois os expoentes das
Há diversas técnicas de fatoração que literais;
estudaremos em seguida, supondo a, b, x e y 3º) Escrevemos a expressão como pro-
expressões não fatoráveis. duto da soma pela diferença dos novos
monômios assim obtidos.
1.1. Fator Comum
Devemos reconhecer o fator comum, Por exemplo, a expressão a2 – b2 seria
seja ele numérico, literal ou misto; em segui- fatorada da seguinte forma:
da colocamos em evidência esse fator comum,
simplificamos a expressão deixando em pa- 1 1 1 2 1 = 2 1 + 232 1 1 23
rênteses a soma algébrica.
Observe os exemplos abaixo. 1.4. Trinômio Quadrado Perfeito
Uma expressão algébrica pode ser
a) ax + ay = a (x + y)
identificada como trinômio quadrado perfei-
b) 12 1 1 2 + 3 12 2 = 3 12 5 4 1 + 2 1 6 to sempre que resultar do quadrado da soma
ou diferença entre dois monômios.
1.2. Agrupamento Por exemplo, o trinômio x4 + 4x2 + 4 é
Devemos dispor os termos do polinômio quadrado perfeito, uma vez que corresponde
de modo que formem dois ou mais grupos a 1 1 1 + 32 1 .
entre os quais haja um fator comum, em se-
guida, colocar o fator comum em evidência. São, portanto, trinômios quadrados per-
feitos todas as expressões da forma
Observe:
1 1 ± 1 12 + 21 , fatoráveis nas formas seguin-
1 2+ 1 3+ 4 2+ 4 3 = tes:

= 1 1 2 + 32 + 4 1 2 + 3 2 = 1 1 + 1 12 + 2 1 = 2 1 + 23 1
5

= 1 1 + 421 2 + 3 2 1 1 4 1 12 + 2 1 = 2 1 4 231

22 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 04. Fatoração


Matemática Básica

Exercícios Resolvidos 3. Soma e Diferença de


Fatore as expressões abaixo.
Cubos
01. 1 12 1 + 2 1 + 2 13 + 3 3 = Se efetuarmos o produto do binômio a + b
13234 1 323 4
pelo trinômio a2 – ab + b2, obtemos o seguinte
2 1 5 1 1 + 46 + 3 351 1 + 46 desenvolvimento:
(a + b) (a2 – ab + b2) =
Resposta: 12 1 + 345167 + 85
= a3 – a2b + ab2 + a2b – ab2 + b3 ⇒
1
02. 12
13 4 13
412 + 21132
32 3241 =
4 33

15 1 4 1 26 + 2325 1 4 1 26 = (a + b) (a2 – ab + b2) = a3 + b3

Resposta: 12 + 345612 7 856


Analogamente, se calcularmos o produ-
to de a – b por a2 + ab + b2, obtemos a3 – b3.
1
1 2 3 4
03. 12 1 3 456 2 = 72 − 16 3
1
O que acabamos de desenvolver foram
produtos notáveis que nos permitem concluir
Resposta: (2x + 4y4) (2x – 4y4) que, para fatorarmos uma soma ou diferença
de cubos, basta-nos inverter o processo an-
04. 1 1 2 1 1 2 2 2 1 + 34 = 1 2 31 2 14 2 231 2 14 = teriormente demonstrado.
= 31 2 2 2531 2 14 Assim, dizemos que

Resposta: 12 + 3412 5 3412 5 64


a3 + b3 = (a + b) (a2 – ab + b2)

05. 1 1 + 1 12 + 2 1 = 31 + 2431 + 24 e

Resposta: 12 + 34 1 a3 – b3 = (a – b) (a2 + ab + b2)

06. 12 1 1 1 2 2 3 1 23 3 = 142 1 + 1 2 2 3 + 23 3 5
Exercícios Resolvidos
Resposta: 123 1 + 456 2
Fatorar as expressões seguintes:
01. 2x2 – 10x + 12 = 2 (x2 – 5x + 6)
2. Trinômio Quadrado da Resposta: 2 (x – 3) (x – 2)
Forma ax2 + bx + c 02. x2 – 4x – 21
Supondo sejam x1 e x2 as raízes reais do
Resposta: (x + 3) (x – 7)
trinômio, ax2 + bx + c (a ≠ 0), dizemos que:
03. x3 + 8 = x3 + 23
ax + bx + c = a (x – x1) (x – x2)
2
Resposta: (x + 2) (x2 – 2x + 4)
Lembre-se de que as raízes de uma equa- 04. a3 – 8b3 = a3 – (2b)3
ção de segundo grau podem ser calculadas Resposta: (a – 2b) (a2 + 2ab + 4b2)
através da fórmula de Bhaskara:
−2 ± Δ
(1 = 3 456784Δ = 21 − 2 34 )
13
Capítulo 04. Fatoração PV2D-08-MAT-11 23
Matemática Básica

Capítulo 05. Porcentagem


1. Introdução 3. Forma Decimal
Em conversa com um amigo, ele me diz: É comum representarmos uma porcenta-
gem na forma decimal, por exemplo, 75% na
forma decimal seria representado por 0,75.
O meu aluguel subiu R$ 200,00.

Para avaliarmos se o aumento foi grande 12


123 = = 5 612
ou pequeno, é preciso compararmos o acrés- 455
cimo com o valor anterior do aluguel. Isto
pode ser feito analisando o quociente entre os
dois valores. 4. Cálculo de uma Porcentagem
Assim, se o valor do aluguel era R$ 1 000,00
Para calcularmos uma porcentagem p% de
122 1
esta razão é 3222 , que costumeiramente ana- V, basta multiplicarmos a fração por V.
122
lisamos deixando o denominador da fração
igual a 100. p
p1 23 V = ⋅V
Desta forma: 455
Exemplo
122 12
= 12
3222 322 123 89 145 = ⋅ 145 = 77
1
655

Exercícios Resolvidos
Interpretamos a razão 12 dizendo que 01. Escrever sob a forma de número deci-
322
mal as seguintes porcentagens:
se o aluguel fosse R$ 100,00, o aumento teria
sido de R$ 20,00. Este modo de compararmos a) 23% b) 130%
dois números tomando o 100 como padrão, Resolução
utilizado desde o século XVII e denominado
34
porcentagem é o que estudaremos a seguir. 12 345 = = 7834
677
2. Definição 12 3456 =
345
= 374
Porcentagem é uma fração de denomina- 355
dor centesimal, ou seja, é uma fração de de- Resposta: a) 0,23
nominador 100. Representamos porcenta- b) 1,3
gem pelo símbolo % e lê-se: “por cento”.

Deste modo, a fração 12 é uma porcen- 02. (Fuvest-SP) (10%)2 =


322 a) 100% d) 1%
tagem que podemos representar por 20%.
b) 20% e) 0,1%
c) 5%

24 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 05. Porcentagem


Matemática Básica

Resolução

Resposta: D

03. Quatro é quantos porcento de cinco?


Resolução
Sendo x% a taxa percentual, temos pela defini- Se os 46 bilhões de reais gastos com a Pre-
ção que: vidência fossem totalmente repassados aos
1 4 demais setores de modo que 50% fossem des-
= ⇒ 1 = 637 tinados à saúde, 40% à educação e os 10% aos
233 5
outros, determine o aumento que o setor de
ou de outra forma: Saúde teria:
1 53 a) em reais;
= 345 = = 537
2 633 b) em porcentagem, em relação à sua dota-
Resposta: 80% ção inicial, aproximadamente.
Resolução
04. Quanto é 23% de 200 000? 12
a) ⋅ 45 = 67 bilhões de reais
Resolução 322
12
12 b) ≅ 3135
123 45 166 666 = ⋅ 166 666 = 89 666 34
766
08. (Unicamp-SP) Como se sabe, os icebergs
Resposta: 46 000
são enormes blocos de gelo que se despren-
05. Em uma pesquisa de mercado, consta- dem das geleiras polares e flutuam pelos oce-
tou-se que 67% de uma amostra assistem a anos. Suponha que a parte submersa de um
um certo programa de TV. Se a população é iceberg corresponda a 8/9 do seu volume total
de 56.000 habitantes, quantas pessoas assis- e que o volume da parte não submersa é de
tem ao tal programa? 135 000 m3.
Resolução a) Calcule o volume total do iceberg.
12 b) Calcule o volume de gelo puro do
123 45 61 777 = ⋅ 61 777 = 92 6
7 iceberg supondo que 2% de seu volume total é
877
Resposta: 37 520 pessoas. constituído de “impurezas”, como matéria
orgânica, ar e minerais.
06. Quanto é 20% de 70%? Resolução
Resolução V = volume total do iceberg
12 62 232 121
123 45 623 = ⋅ = 2879
793 a) 1 − 1 = 567 888 ⇒ 4 = 135 000
722 722 4 3
Resposta: 14% ⇒ V = 9 · 135 000 ⇒ V = 1 215 000 m3
07. (Vunesp) O gráfico publicado pela re-
vista Veja, de 28/7/99, mostra como são divi- b) Vimpurezas = 2% de V = 0,02 · 1 215 000 =
didos os 188 bilhões de reais do orçamento = 24 300 m3
da União entre os setores de Saúde, Educa- Vgelo puro = V – Vimpurezas = 1 215 000 – 24 300 =
ção, Previdência e outros.
= 1 190 700 m3
Capítulo 05. Porcentagem PV2D-08-MAT-11 25
Matemática Básica

5. Lucro Exercícios Resolvidos


Chamamos de lucro em uma transação 01. Um objeto custa R$ 75,00 e é vendido
comercial de compra e venda a diferença en- por R$ 100,00. Determinar:
tre o preço de venda e o preço de custo. a) a porcentagem de lucro em relação ao
Lucro = preço de venda – preço de custo. preço de custo;
Caso essa diferença seja negativa, ela será b) a porcentagem de lucro em relação ao
chamada de prejuízo. preço de venda.
Assim, podemos escrever:
Resolução
Preço de custo + lucro = preço de venda. Preço de custo + lucro = preço de venda
Preço de custo – prejuízo = preço de venda. 75 + lucro =100
Lucro = R$ 25,00
Podemos expressar o lucro na forma de 12345
porcentagem de duas formas: a) 64785 97 32
5 ⋅  ≅ 

12345
2345 b) 64785 97
enda ⋅ = 
12345675849656327
5 ·100%
495696327
5
2345 02. (PUC-SP) O preço de venda de um
123456758496
6 9
 ·100%
4956 96 9
bem de consumo é R$ 100,00. O comerciante
tem um ganho de 25% sobre o preço de custo
deste bem. O valor do preço de custo é:
Observação – A mesma análise pode ser
feita para o caso de prejuízo. a) R$ 25,00 d) R$ 80,00
b) R$ 70,50 e) R$ 125,00
Exemplo c) R$ 75,00
Uma mercadoria foi comprada por R$ 500,00 Resolução
e vendida por R$ 800,00. Pede-se:
Ganho = lucro
a) o lucro obtido na transação;
b) a porcentagem de lucro sobre o preço 12345
⋅  =  ⇒
de custo; 64785 97 32
5
c) a porcentagem de lucro sobre o preço ⇒ lucro = 0,25 · (preço de custo)
de venda. Preço de custo + lucro = preço de venda
Resolução Preço de custo + 0,25 (preço de custo) = preço de
a) Lucro = 800 – 500 ⇒ Lucro = R$ 300,00 venda
122 1,25 · (preço de custo) = 100
b) LC = = 2 642 = 425
322 Preço de custo = R$ 80,00
122 Resposta: D
c) LV = = 2 7145 = 14 756
322

26 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 05. Porcentagem


Matemática Básica

03. (Cesgranrio-RJ) João vendeu dois rá- 


dios por preços iguais. Um deles foi vendido 12345678 1
 
com lucro de 20% sobre o preço de custo e o =  = = = 
9

 3 8  
outro com prejuízo de 20% sobre o preço de 1

custo. No total, em relação ao capital investi-
do, João: Resposta: C
a) lucrou 4%.
b) lucrou 2%. 6. Aumento Percentual
c) perdeu 4%. Consideremos um valor inicial V que deve
sofrer um aumento de p% de seu valor. Cha-
d) perdeu 2%.
memos de A o valor do aumento e VA o valor
e) não lucrou nem perdeu. após o aumento. Então,
Resolução
1
Chamando os rádios de 1 e 2 temos: A = p% de V = ·V
122
Pv1 = Pv2 = P 1
VA = V + A = V + ·V
Total arrecadado = 2P 122
11 13 1 46
231
⋅ 4556 = 756 VA = 1 +
2
122
·V
5
L1 = 0,2 Pc1 13 1 46
Pc1 + L1 = Pv1
em que 1 +
2 122 5
é o fator de aumento.

Pc1 + 0,2 Pc1 = P Exemplos


Valor Aumento Fator de Valor
1
Pc1 = inicial percentual aumento aumentado
234
50 24% 1,24 1,24 · 50
123456781 40 5% 1,05 1,05 · 40
=

191 70 250% 3,50 3,50 · 70

Prej2 = 20% Pc2


Pc2 – Prejuízo2 = Pv2
7. Desconto Percentual
Consideremos um valor inicial V que deve
Pc2 – 0,2 Pc2 = P
sofrer um desconto de p% de seu valor. Cha-
1 memos de D o valor do desconto e VD o valor
Pc2 = após o desconto. Então,
234
1 1 47 1
Capital investido = Pc1 + Pc2 = + = 1 D = p% de V = ·V
234 536 24 122
12 1
Capital investido = 4; VD = V – D = V – ·V
31 122
12 13 p 46
Capital arrecadado = 2p =
31
4 VD = 1 −
2 122
⋅V
5
Capital arrecadado < capital investido ∴ teve pre-
1 13 1 46
juízo (perdeu)
12
3 em que 1 −
2 122 5
é o fator de desconto.

Capítulo 05. Porcentagem PV2D-08-MAT-11 27


Matemática Básica

Exemplos 3500
V= = 2 500
Valor Desconto Fator de Valor 1, 4
inicial percentual desconto descontado Resposta: R$ 2 500,00
50 24% 0,76 0,76 · 50
04. (Vunesp) O dono de um supermercado
40 5% 0,95 0,95 · 40
comprou de seu fornecedor um produto por
70 1,5% 0,985 0,985 · 70 x reais (preço de custo) e passou a revendê-lo
com lucro de 50%. Ao fazer um dia de promo-
ções, ele deu aos clientes do supermercado
Exercícios Resolvidos um desconto de 20% sobre o preço de venda
01. Dado o valor V, exprimir em função de V: deste produto. Pode-se afirmar que, no dia de
a) o valor de um aumento de 20%; promoções, o dono do supermercado teve,
sobre o preço de custo:
b) o valor após um aumento de 20%;
a) prejuízo de 10%.
c) o valor de um desconto de 30%;
b) prejuízo de 5%.
d) o valor após um desconto de 30%.
c) lucro de 20%.
Resposta d) lucro de 25%.
a) 0,2 V c) 0,3 V e) lucro de 30%.
b) 1,20 V d) 0,7 V Resolução
02. (Fuvest-SP) Aumentando-se os lados a
F 50 IF 20 I
e b de um retângulo de 15% e 20%, respectiva-
mente, a área do retângulo é aumentada de:
H
VA = 1+
100 KH
⋅ 1−
100 K
x = 1, 2x

F 20 I
a) 35%
b) 30%
H
V A = 1, 2x = 1 +
100
x
K
c) 3,5% Então, lucro de 20%
d) 3,8% Resposta: C
e) 38%
8. Aumentos e Descontos
Resolução
Área inicial: a · b Sucessivos
Área final: 1,15 · a · 1,20 · b = 1,38 · a · b = 1,38 · área Consideremos um valor inicial V, e vamos
inicial ⇒ aumento de 38%. considerar que ele irá sofrer dois aumentos
sucessivos de p1% e p2%. Sendo V1 o valor após
Resposta: E o primeiro aumento, temos:
03. Uma empresa admite um funcionário FGp1 IJ
no mês de janeiro sabendo que, já em março, V1 = V ⋅ 1 +
H
100 K
ele terá 40% de aumento. Se a empresa deseja Sendo V2 o valor após o segundo aumen-
que o salário desse funcionário, a partir de to, temos:
março, seja R$ 3 500,00, com que salário deve
FG p2 IJ
admiti-lo?
Resolução
V2 = V1 ⋅ 1 +
H 100 K
VA = 1,4 · V FG p1 IJ ⋅ FG1 + p IJ
H
V2 = V ⋅ 1 +
K H 100 K
2
3 500 = 1,4 · V 100

28 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 05. Porcentagem


Matemática Básica

Sendo V um valor inicial, vamos conside- Resolução


rar que ele irá sofrer dois descontos sucessi- 1º Aumento
vos de p1% e p2%.
112 3
Sendo V1 o valor após o primeiro descon-
to, temos:
11 = 1+
2133
1 = 1412 1
4
2º Aumento
13 31 46 1 3 ⋅ 25261 = 2572 1
11 1 1 2 1 3
2 122 5 11 = 2 +
2
3
244 4
2
Sendo V2 o valor após o segundo descon- 1+ = 145
to, temos: 133

13 31 46 1 = 234
11 = 12 ⋅ 1 −
2 122 5 Resposta: B

13 32 46 ⋅ 131 − 3 46 02. (Fuvest-SP) Barnabé tinha um salário de

2 5 2 122 5 x reais em janeiro. Recebeu aumento de 80% em


1
11 = 1 ⋅ 1 −
122 maio e 80% em novembro. Seu salário atual é:
a) 2,56 x d) 2,6x
Sendo V um valor inicial, vamos conside- b) 1,6x e) 3,24x
rar que ele irá sofrer um aumento de p1% e, c) x + 160
sucessivamente, um desconto de p2%.
Resolução
Sendo V1 o valor após o aumento, temos:
1 34 343 1 3
1 3 46
= 1 ⋅ 31 +
11 = 2 +
2 244
⋅ 2+
2444 2
⋅5
4
2 122 5
1
11
SA = 1,8 · 1,8x
Sendo V2 o valor após o desconto, temos: SA = 3,24x
Resposta: C
13 31 46
11 = 12 ⋅ 1 −
2 122 5 03. (Vunesp) Uma instituição bancária
oferece um rendimento de 15% ao ano para
13 32 46 ⋅ 131 − 3 46 depósitos feitos numa certa modalidade de
2 5 2 122 5
1
11 = 1 ⋅ 1 + aplicação financeira. Um cliente deste banco
122
deposita 1 000 reais nessa aplicação. Ao final
de n anos, o capital que esse cliente terá em
Exercícios Resolvidos reais, relativo a esse depósito, é:
01. (Mackenzie–SP) Um produto teve um a) 1 000 + 0,15n d) 1 000 + 1,15n
aumento total de preço de 61% através de 2 b) 1 000 · 0,15n e) 1 000 · 1,15n
aumentos sucessivos. c) 1 000 · 0,15n
Se o 1° aumento foi de 15%, então o 2º foi de: Resolução

1 1 = 132 2 +
a) 38% d) 44% 3 41
b) 40% e) 46%
6 ⋅1
244 5
7 8
2 2 = 3444 ⋅ 3635 1

c) 42% 13 46
35 1
22 = 3+
2 344 5 ⋅3444

Resposta: E

Capítulo 05. Porcentagem PV2D-08-MAT-11 29


Matemática Básica

04. (PUC-SP) Descontos sucessivos de 20% e no 4º ano: 0,7 · [(0,7)2 V] = (0,7)3 V


30% são equivalentes a um único desconto de: no 5º ano: (0,7)4 V
a) 25% no 6º ano: (0,7)5 V
b) 26% no 7º ano: (0,7)6 V
c) 44% no 8º ano: (0,7)7 V
d) 45% Resposta: A
e) 50%
Resolução 06. (Vunesp) O dono de um supermercado
1 34 3 ⋅ 1 2 − 54 3 ⋅ 6 comprou de seu fornecedor um produto por
2
11 = 2 −
244 4 2 244 4 x reais (preço de custo) e passou a revendê-lo
com lucro de 50%. Ao fazer um dia de promo-
VD = 0,8 · 0,7 · V = 0,56 · V ções, ele deu aos clientes do supermercado
1 22 3 um desconto de 20% sobre o preço de venda
2
VD = 0,56 V = 1 −
133 4
⋅4 deste produto. Pode-se afirmar que, no dia de
promoções, o dono do supermercado teve,
Assim, o valor de desconto é 44 %. sobre o preço de custo:
Resposta: C a) prejuízo de 10%.
b) prejuízo de 5%.
05. (Fuvest–SP) A cada ano que passa o c) lucro de 20%.
valor de um carro diminui em 30% em rela- d) lucro de 25%.
ção ao seu valor do ano anterior. Se V for o e) lucro de 30%.
valor do carro no primeiro ano, o seu valor
no oitavo ano será:
a) (0,7)7 V d) (0,3)8 V Resolução
b) (0,3)7 V e) (0,3)9 V 1 45 31 65 3
8
c) (0,7) V 2
11 = 3 +
355 42
⋅ 3−
355 4
6 = 3766

Resolução 1 65 3
Relacionando o valor do carro até o oitavo ano, 2
1 1 = 3766 = 3 8
355
6
4
temos:
Então, lucro de 20%
no 1º ano: V
Resposta: C
no 2º ano: 0,7 V (diminuição de 30%)
no 3º ano: 0,7 · (0,7 V) = (0,7)2 V

30 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 05. Porcentagem


Matemática Básica

Capítulo 06. Múltiplos e Divisores


1. Conceitos Básicos
1.1. Números Naturais 1.3. Divisor de um Número Inteiro
Os números 0, 1, 2, 3, ... formam o conjun- Sejam m e n dois números inteiros.
to dos números naturais que é representado Dizemos que m é divisor de n, se existir um
pelo símbolo N. número k, inteiro, tal que:
Assim sendo:
m·k=n
N = {0, 1, 2, 3, ...} Dizemos que 3 é divisor ou fator de 15,
Representamos o conjunto dos números pois existe um número inteiro k (neste caso
naturais não-nulos por N*. k = 5) tal que:
Assim sendo: 3 · k = 15
N* = {1, 2, 3, ...} = N – {0} Dizemos que 4 é divisor ou fator de – 24,
pois existe um número inteiro k (neste caso
1.2. Números Inteiros k = – 6) tal que:
Os números ..., – 3, – 2, – 1, 0, 1, 2, 3, ...
4 · k = – 24
formam o conjunto dos números inteiros que
é representado pelo símbolo Z. Assim sendo: Dizemos que 0 (zero) é divisor ou fator de 0
(zero), pois existe um número inteiro k (neste
Z = {..., – 3, – 2, – 1, 2, 3, ...} caso k pode ser qualquer número inteiro), tal que:
Representamos o conjunto dos números
0·k=0
inteiros não-nulos por Z*.
Assim sendo: No entando, 0 (zero) não é divisor de 5,
pois não existe um inteiro k, tal que:
Z* = {..., – 3, – 2, – 1, 1, 2, 3, ...}
0·k=5
Observemos que 1 é divisor de qualquer
Observemos algumas outras notações:
número inteiro k, pois sempre vai existir um
• Z+: conjunto dos inteiros não-negativos: número inteiro k tal que:

Z+ = {0, 1, 2, 3, ...} = N 1·k=k


Indicaremos por D (n) todos os divisores
• Z–: conjunto dos inteiros não-positivos: inteiros do número inteiro n.
Z– = {..., – 3, – 2, – 1, 0} Observemos algumas outras notações:
• D+* (n): divisores inteiros positivos (ou na-
• Z*+: conjunto dos inteiros positivos:
turais) do número inteiro n.
Z*+= {1, 2, 3, ...} = N*
• D*– (n): divisores inteiros negativos do nú-
• Z*– : conjunto dos inteiros negativos: mero inteiro n.

Z*–: {..., – 3, – 2, – 1}. Observação: Sendo n não-nulo


*
D+* (n) = D+ (n) e D – (n) = D–(n)

Capítulo 06. Múltiplos e Divisores PV2D-08-MAT-11 31


Matemática Básica

1.4. Múltiplos de um Número Inteiro 1.6. Números Primos e Compostos


Sejam m e n dois números inteiros. Dize- Um número inteiro é dito número primo,
mos que n é múltiplo de m, se existir um quando na sua relação de divisores inteiros
número k, inteiro, tal que: tivermos apenas quatro divisores.
n=k·m
p é primo ⇔ n [D(p)] = 4
Dizemos que 12 é múltiplo de 3, pois existe
Um número inteiro é dito número com-
um número inteiro k (neste caso k = 4 tal que:
posto quando na sua relação de divisores in-
3 · k = 12 teiros tivermos mais que quatro divisores.
Dizemos que – 21 é múltiplo de 7, pois existe
a é composto ⇔ n [D (a)] > 4
um número inteiro k (neste caso k = – 3), tal que:
– 21 = 7 · k Para reconhecermos se um número é pri-
mo, devemos dividir este número, sucessi-
Observemos que o 0 (zero) é múltiplo do
vamente, pelos números primos: 2, 3, 5, 7, 11,
número inteiro k, qualquer que seja k, pois
13, 17, ... até obtermos um quociente x menor
sempre podemos escrever:
ou igual ao divisor. Se até então não tivermos
0·k=0 obtido divisão exata, dizemos que o número
é primo.
Indicaremos por M(m), todos os múltiplos
inteiros do número inteiro m.
Exemplos
Observemos algumas outras notações: a) Reconhecer se o número 673 é primo.
• M+ (m): múltiplos inteiros não-negativos
(ou naturais) do número inteiro m.
• M– (m): múltiplos inteiros não-positivos
do número inteiro m.
• M *– (m): múltiplos inteiros positivos do
número inteiro m.
• M *– (m): múltiplos inteiros negativos do
número inteiro m.

1.5. Paridade de Números Inteiros


Dizemos que um número inteiro a é par se,
e somente se, a ∈ M(2). Sendo, então, a um
múltiplo de 2, temos que a forma geral de
apresentarmos um número par é:
a = 2k, em que k ∈ Z
Dizemos que um número inteiro b é ímpar
Na última divisão, o quociente já é menor
se, e somente se, b ∉ M(2). A forma geral de
que o divisor e ainda não obtivemos divisão
apresentarmos um número ímpar é:
exata, portanto o 673 é um número primo.
b = 2k + 1, em que k ∈ Z

32 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 06. Múltiplos e Divisores


Matemática Básica

b) Reconhecer se o número 391 é primo. • divisibilidade por 4: um número é divisível


por 4, quando o número formado pelos seus
dois últimos algarismos da direita for divi-
sível por 4.

b) 2 724 é divísivel por 4, pois o número 24 é


divisível por 4.

• divisibilidade por 5: um número é divisível


por 5, quando o seu algarismo da unidade
for zero ou cinco.
• divisibilidade por 6: um número é divisível
por 6, quando for divisível, separadamen-
Na última operação, obtivemos uma di- te, por 2 e por 3.
visão exata, portanto 391 não é um número • divisibilidade por 8: um número é divisível
primo. por 8, quando o número formado pelos três
últimos algarismos da direita for divisível
Observações Importantes por 8.
1) Os números –1, 0 e 1 não são classifica-
dos nem como primo nem como número
composto. c) 22 712 é divisível por 8, pois o número
712 é divisível por 8.
2) Todo número composto pode ser fatora-
do ou decomposto num produto de fatores
primos. • divisibilidade por 9: um número é divisí-
vel por 9, quando a soma dos algarismos
que o formam for múltiplo de 9.
1.7. Divisibilidade Aritmética
Podemos verificar quando um número é di-
visível por outro, efetuando a operação de di- d) 18 711 é divisível por 9, pois 1 + 8 + 7 + 1
visão. Existem, porém, critérios que nos permi- = 18 é múltiplo de 9.
tem reconhecer a divisibilidade entre dois nú-
meros sem que façamos a divisão. Tais critérios • divisibilidade por 10: um número é divisí-
se aplicam aos principais e mais usados vel por 10, quando o seu algarismo da uni-
divisores, como observaremos a seguir: dade for zero.
• divisibilidade por 11: um número é divisí-
• divisibilidade por 2: um número é divisível vel por 11, quando a diferença entre as so-
por 2 quando for par. mas dos valores absolutos dos algarismos
• divisibilidade por 3: um número é divisível de posição ímpar e a dos algarismos de po-
por 3, quando a soma dos algarismos que o sição par for divisível por 11.
formam for múltiplo de 3.
e) 83 765 é divisível por 11, pois a diferença
Exemplos da soma dos algarismos de posição ímpar (5 + 7
a) 8 421 é divisível por 3, pois 8 + 4 + 2 + 1 = + 8 = 20) e a soma dos algarismos de posição par
15 é um múltiplo de 3. (3 + 6 = 9) é um número divisível por 11.

Capítulo 06. Múltiplos e Divisores PV2D-08-MAT-11 33


Matemática Básica

• divisibilidade por 12: um número é divi- Exemplos


sível por 12, quando for divisível, separa-
damente, por 3 e por 4.

1.8. Fatoração Numérica


Todo o número composto pode ser decom-
posto ou fatorado num produto de números
primos. Assim, por exemplo, o número 90,
que não é primo, pode ser decomposto como:

90 = 2 · 45
90 = 2 · 32 · 5 300 = 22 · 3 · 52 72 = 23 · 32
O número 45, por sua vez, sendo compos-
to, pode ser fatorado na forma: 1.9. Número de Divisores de um
45 = 3 · 15 Número Natural
Desta forma poderíamos apresentar o Consideramos o número 12 na sua forma
número 90 com uma fatoração: fatorada e o que se propõe a seguir:

90 = 2 · 3 · 15 12 = 22 · 31

Sendo o número 15 também um número Divisores de 12:


composto, podemos apresentá-lo através do 20 · 30 = 1
seguinte produto: 20 · 31 = 3
15 = 3 · 5 21 · 30 = 2
Teremos, finalmente, a fatoração comple- 21 · 31 = 6
ta do número 90: 22 · 30 = 4
90 = 2 · 3 · 3 · 5 22 · 31 = 12
Como procedimento geral, podemos esta- D(12) = {1,2,3,4,6,12}
belecer uma regra para decomposição de um Observemos que os números obtidos são
número natural em fatores primos. divisores naturais do número natural 12 e
foram obtidos a partir da utilização dos seus
fatores primos 2 e 3. O fator primo 2, que apa-
Regra
rece na decomposição com o expoente 2, nos
Para decompormos um número natural divisores pode aparecer com o expoente 0, 1
em fatores primos, basta dividirmos o nú- ou 2, representando três opções. Pelo mesmo
mero dado pelo seu menor divisor primo; raciocínio verificamos que o fator primo 3,
dividimos o quociente obtido pelo seu me- que aparece na decomposição com o expoen-
nor divisor primo; procedemos da mesma te 1, pode se apresentar, nos divisores, com
maneira com os demais quocientes obti- expoente 0 ou 1, representando duas opções.
dos até chegarmos a um quociente igual a Notamos que com três opções para o expoen-
1. O produto indicado de todos os fatores te do fator 2 e duas opções do fator 3 e,pelo
primos obtidos representa o número fato- princípio multiplicativo da regra de conta-
rado. gem dos agrupamentos, temos:

34 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 06. Múltiplos e Divisores


Matemática Básica

1.10. Soma dos Divisores de um


Número Natural
Vamos, outra vez, considerar o número
12 na sua forma fatorada, ou seja, 12 = 22 · 31.
Observemos, também, os seus divisores na-
turais na forma que se apresentam:

resultando 6 divisores naturais do núme- 20 · 30 = 1 21 · 30 = 2 22 · 30 = 4


ros natural 12. 20 · 31 = 3 21 · 31 = 6 22 · 31 = 12
Devemos observar, também, que o núme- Vamos desenvolver o produto:
ro de opções para cada fator primo é o valor
(20 + 21 + 22)(30 + 31) = 20 · 3 0 + 20 · 31 + 21 · 30 +
do seu expoente mais 1. + 21 · 31 + 22 · 30 + 22 · 31
A partir desse desenvolvimento podemos
Não fica difícil observarmos que esta
estabelecer uma regra para determinação do
soma representa a soma dos divisores natu-
número de divisores naturais de um número
rais do número 12 e que podemos estabelecer
natural.
uma regra para determinação da soma dos
Regra divisores naturais de um número natural
sem que haja a necessidade de conhecermos
O número de divisores naturais de um
estes divisores.
número natural é igual ao produto dos ex-
poentes dos seus fatores primos aumenta-
do, cada expoente, do número 1. Regra
α β γ
Assim, se 1 ⋅ 2 ⋅ 3 , com a, b e c primos, A soma dos divisores naturais de um nú-
temos: mero é igual ao produto entre as somas
das potências geradas pelos seus fatores
n [D+ (N)] = (α + 1) (β + 1) (γ + 1) primos com os expoentes naturais que va-
riam de zero até o expoente com o qual o
Como observação podemos estabelecer fator se apresenta na decomposição do
que o número de divisores inteiros de um número natural.
número natural é o dobro do número de
divisores naturais, pois para cada divisor na- Assim, se N = 1α ⋅ 2 β ⋅ 3γ , com a, b e c pri-
tural existem dois divisores inteiros: um com mos, temos:
sinal positivo e o outro com sinal negativo. soma [D+ (N)] =
Assim:
(a0 + a1 + ... + aα)(b0 + b1 + ... + bβ)(c0 + c1 + ... + cγ)
n[D(N)] = 2 · n[D+ (N)]
Exemplo
Como observação podemos estabelecer
Consideremos: 60 = 22 · 31 · 51 que a soma dos divisores inteiros de um nú-
Temos que o número de divisores natu- mero natural é sempre zero, pois para cada
rais de 60 é: divisor inteiro positivo corresponde um ou-
tro divisor inteiro de mesmo valor, porém
n[D+ (60)] = (2 + 1)(1 + 1)(1 + 1) = 12
negativo, e na soma, eles se anulam.
Temos que, a partir deste resultado, o nú-
mero de divisores inteiros de 60 é: soma [D (N) = 0]

n[D (60)] = 2 · n [D+ (60)] = 2 · 12 = 24

Capítulo 06. Múltiplos e Divisores PV2D-08-MAT-11 35


Matemática Básica

Exemplo 2. Propriedades
Consideremos: 60 = 22 · 31 · 51 ·
Os múltipos e os divisores dos números
A soma dos divisores naturais de 60 é: naturais apresentam algumas propriedades
soma [D+ (60)] = que nos são muito úteis e que passaremos a
estudar a seguir.
= (20 + 21 + 22)(30 + 31)(50 + 51) = 168.
• Propriedade 1
A soma dos divisores inteiros de 60 é:
Se um número natural P dividido por um
soma [D (60)] = 0
número natural d deixa resto r, então (P – r)
é múltiplo de d.
1.11. Determinação dos Divisores de
um Número Natural Justificativa
Para determinação dos divisores naturais
de um número natural, devemos tomar o nú-
mero decomposto e utilizar cada um dos seus
fatores primos com o expoente que pode vari-
ar de zero até o expoente natural com o qual o
fator se apresenta na decomposição. Percor- portanto (P – r) é múltiplo de d.
rendo todas as situações, teremos todos os
divisores naturais do número considerado. Exemplo
Para executarmos esta tarefa com maior faci-
lidade, podemos estabelecer uma regra.

Regra
Para estabelecermos os divisores de um
número natural, inicialmente devemos
decompor o número em fatores primos e à
direita desta fatoração passamos um tra-
• Propriedade 2
ço vertical. A seguir, colocamos ao lado di-
reito do traço e acima do primeiro fator, o
Se um número natural P dividido por um
número 1. Os demais divisores do número
dado são obtidos a partir da unidade, mul- número natural d deixa resto r, então P + (d – r)
tiplicando-se cada um dos fatores primos é um múltiplo de d.
que estão à esquerda do traço pelos núme-
ros que estão à direita e situados acima Justificativa
dele, evitando-se as repetições.

Exemplo
Determinar os divisores naturais do nú-
mero natural 60. Adicionando-se (d – r) aos dois membros
da igualdade I, teremos:
P + (d – r ) = d · q + r + (d – r)
P + (d – r) = d · q + d
Assim:
P + (d – r) = d · (q + 1)
Portanto, P + (d – r) é um múltiplo de d.

36 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 06. Múltiplos e Divisores


Matemática Básica

Exemplo Podemos extrapolar a idéia para todos os


números naturais, confirmando a propriedade.

Exercícios Resolvidos
01. (Fuvest-SP) O número de divisores po-
sitivos do número 40 é:
• Propriedade 3 a) 8 d) 2
Se um número A é múltiplo de um número b) 6 e) 20
B, então o número A será múltiplo de to- c) 4
dos os divisores de B. Resolução
Justificativa • Decompor 40 em fatores primos
Sendo A um múltiplo de B, temos que:
A = k · B, onde k ∈ Z (I).
Sendo m um divisor qualquer de B, temos
que:
B = k1 · m, em que k1 ∈ Z (II) • Adicionando 1 a cada expoente:
Substituindo (II) em (I), temos: 3+1 1+1
4 2
A = k · k1 · m, em que k · k1 ∈ Z
• Efetuando a multiplicação
Portanto, A é um múltiplo de m.
4·2=8
Exemplo
Resposta: A
O número 36 é múltiplo do número 12,
40 tem 8 divisores.
pois 36 = 3 · 12 e 3 é um número inteiro. Os
divisores naturais de 12 são: 1,2,3,4,6 e 12. 02. Mostre que, se a divisão de um núme-
ro natural n, com n positivo, por 5 dá resto 1,
Podemos observar que, de fato, 36 é múl-
então (n – 1)(n + 4) é múltiplo de 25.
tiplo de todos os divisores de 12.
Resolução
• Propriedade 4 Sabemos que:

Para um conjunto com n números natu- Pelas Propriedades dos Divisores:


rais não-nulos consecutivos, um deles é
• n – 1 é múltiplo de 5 n – 1 = 5 K1 (1)
múltiplo de n.
• n + (5 –1) é múltiplo de 5 n + 4 = 5 K2 (2)
Justificativa Multiplicando 1 por 2:
Consideremos a seqüência dos números (n – 1)(n + 4) = 5 K1 · 5 K2
naturais não-nulos:
(n – 1) (n + 4) = 25 K1 · K2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,... K1 · K2 = K
Observemos que os múltiplos do número Logo,
3 aparecem de três em três nesta seqüência e (n – 1)(n + 4) = 25 K
que, portanto, qualquer conjunto com três Assim, (n – 1)(n + 4) é múltiplo de 25.
números consecutivos vai apresentar, neces-
sariamente, um múltiplo de 3.
Capítulo 06. Múltiplos e Divisores PV2D-08-MAT-11 37
Matemática Básica

3. Máximo Divisor Comum 2. O número 8 e os seus múltiplos positivos:

1+1 (8) = {8, 16, 24, 32, 40, 48, 56, 64,...}
O máximo divisor comum (MDC) de dois
ou mais números é o maior número que é Podemos descrever, agora, os múltiplos
divisor comum de todos os números da- positivos comuns:
dos.
1+1 (6) ∩ 1+1 (8) = {24, 48, 72, ...}
Podemos estabelecer uma seqüência de
etapas até determinarmos o valor do máxi- Observando os múltiplos comuns, pode-
mo divisor comum de dois ou mais números mos identificar o mínimo múltiplo comum
como veremos a seguir, num exemplo. dos números 6 e 8, ou seja:
Consideremos: MMC (6, 8) = 24.
1. O número 18 e os seus divisores naturais:
D+ (18) = {1, 2, 3, 6, 9, 18}. 5. MDC e MMC pelo Método
2. O número 24 e os seus divisores naturais: da Decomposição Isolada
D+ (24) = {1, 2, 3, 4, 6, 8, 12, 24}. Para determinarmos o MDC e o MMC de
vários números, devemos colocar todos os
Podemos descrever, agora, os divisores números na forma fatorada. Após este pro-
comuns a 18 e 24: cedimento, podemos estabelecer que:
D+ (18) ∩ D+ (24) = {1, 2, 3, 6}
1) O máximo divisor comum (MDC) dos
Observando os divisores comuns, pode-
números é o produto de todos os fatores
mos identificar o maior divisor comum dos
comuns às fatorações com os menores ex-
números 18 e 24, ou seja:
poentes com os quais eles se apresentam
MDC (18, 24) = 6. nas suas respectivas decomposições.
2) O mínimo múltiplo comum (MMC) dos
4. Mínimo Múltiplo Comum números é o produto de todos os fatores
existentes nas decomposições, comuns ou
O mínimo múltiplo comum (MMC) de dois não, considerados com os maiores expo-
ou mais números é o menor número posi- entes com os quais eles se apresentam nas
tivo que é múltiplo comum de todos os suas respectivas decomposições.
números dados.
Exemplo:
Podemos estabelecer uma seqüência de Consideremos os números A, B e C, já fa-
etapas até determinarmos o valor do míni- torados:
mo múltiplo comum de dois ou mais núme-
A = 23 · 3 · 52
ros, como veremos a seguir, num exemplo.
B = 22 · 5 · 7
Consideremos:
C = 24 · 32 · 53
1. O número 6 e os seus múltiplos positivos:
Teremos que:
1+1 (6) = {6, 12, 18, 24, 30, 36, 42, 48, 54, ...} MDC (A, B, C) = 22 · 5 e
MMC (A, B, C) = 24 · 32 · 53 · 7.

38 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 06. Múltiplos e Divisores


Matemática Básica

6. MMC e MDC pelo Método 7. MDC pelo Método das


da Fatoração Simultânea Divisões Sucessivas
A determinação do MDC pelo método das di-
Podemos determinar o MDC e o MMC de visões sucessivas é um processo desenvolvi-
dois ou mais números pelo uso de um pro- do por Euclides e consiste, basicamente, em
cedimento que prevê a fatoração simultâ- dividir o número maior pelo número menor.
nea de todos os números dados. Se a divisão for exata, o MDC será o menor
Para este procedimento, inicialmente, de- número. Porém, caso a divisão apresentar
compomos, simultaneamente, os números, resto diferente de zero, devemos dividir o me-
dividindo sucessivamente pelo menor fa- nor número pelo resto e, assim, sucessivamen-
tor primo e, no caso de algum número ou te até chegarmos a uma divisão exata. O últi-
quociente não ser divisível pelo fator pri- mo divisor será o MDC dos números.
mo, o número deve ser repetido no
algoritmo. Obtemos o MMC multiplicando Exemplos
todos os fatores primos da decomposição. a) Determinar o MDC dos números 252 e
140.
Podemos, à medida que efetuamos
fatoração simultânea, ir assinalando quais
são os fatores primos que dividem, ao mes-
mo tempo, todos os números ou quocien-
tes. Obtemos o MDC multiplicando todos
estes fatores assinalados.

Exemplo MDC (252, 140) = 28


b) Determinar o MDC dos números 330,
Consideremos os números 2 520 e 2 700: 210 e 165.
Tomemos, inicialmente, os dois maiores
números:

MDC (330, 210) = 30


Posteriormente, tomamos o terceiro nú-
mero com o MDC dos dois primeiros:
Teremos que:

MDC (2 700, 2 520) = 22 · 32 · 5 e

MMC (2 700, 2 520) = 23 · 33 · 52 · 7.

MDC (330, 210, 165) = 15

Capítulo 06. Múltiplos e Divisores PV2D-08-MAT-11 39


Matemática Básica

8. Propriedades do MDC e Propriedade 5


Os múltiplos comuns de dois ou mais nú-
do MMC meros naturais são os múltiplos do MMC
Vamos observar, a seguir, uma proprie- destes números.
dade do MDC e MMC que pode facilitar a sua Propriedade 6
utilização: Dois números são considerados primos
Propriedade 1 entre si se o MDC deles for igual a 1.
MDC (A, B) · MMC (A, B) = A · B Os números 5 e 7 são primos entre si, bem
como 4 e 9, pois MDC (5, 7) = 1 e MDC (4, 9) =1.
Justificativa Notemos que, para que os números sejam
Consideremos os números A e B decom- primos entre si, não é necessário que eles se-
postos em fatores primos: jam primos.
Propriedade 7
1 = 2 α 1 ⋅ 3β1 ⋅ 4 γ 1 ⋅ ⋅⋅⋅ 5 δ 1 6
Dois números naturais consecutivos são,
7 = 2 α 2 ⋅ 3β2 ⋅ 4 γ 2 ⋅ ⋅⋅⋅ 5 δ 2 sempre, primos entre si.
Para o cálculo do MDC (A, B), tomamos os Propriedade 8
fatores comuns com os menores expoentes; Para os dois números primos entre si, o
para o cálculo do MMC (A, B), tomamos todos MMC é o produto deles.
os fatores, comuns e não comuns, com os mai-
ores expoentes. Vamos considerar o caso do Exercícios Resolvidos
fator a:
01. Duas composições de metrô partem si-
α1 < α2, teremos α1 no MDC e α2 no MMC.
multaneamente de um mesmo terminal fa-
α1 > α2, teremos α1 no MMC e α2 no MDC. zendo itinerários diferentes. Uma torna a
partir do terminal a cada 80 minutos; a outra
No produto A · B, o fator a terá expoente
a cada hora e meia. Determine o tempo per-
(α1 + α2). No produto MDC (A, B) · MMC (A, B),
corrido entre duas partidas simultâneas con-
o fator a também terá expoente (α1 + α2).
secutivas do terminal.
Fazendo a mesma consideração para to-
dos os outros fatores primos, verificaremos Resolução
que os mesmos fatores, com os mesmos expo- Sejam A e B as composições.
entes, que compõem o produto dos números A parte em instantes que são múltiplos de 80:
A e B, compõem, também, o produto do MDC
B parte em instantes que são múltiplos de 90.
e o MMC destes números e, portanto:
Vamos obter MMC (80, 90)
MDC (A, B) · MMC (A, B) = A · B

Propriedade 2

MDC (k · A, k · B) = k · MDC (A, B)

Propriedade 3

MMC (k · A, k · B) = k · MMC (A, B)


Propriedade 4 MMC (80,90) = 720 min
Os divisores comuns de dois ou mais nú-
123
meros naturais são os divisores do MDC des- Passando para horas = 52 6789

tes números. 43

40 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 06. Múltiplos e Divisores


Matemática Básica

Resposta: 123 = 41 ⋅ 12 ⋅ 5
As partidas simultâneas ocorrerão a cada 12 horas.
133 = 42 ⋅ 1 ⋅ 5 2
02. Sejam A e B o máximo divisor comum 6 = 42 ⋅ 1 ⋅ 5
e o mínimo múltiplo comum de 360 e 300,
respectivamente. Então o produto AB vale 7 = 41 ⋅ 12 ⋅ 5 2
a) 24 34 53 d) 26 33 52 6 ⋅ 7 = 43 ⋅ 1 1 ⋅ 5 1
Resposta: C
b) 25 32 52 e) 26 34 52
c) 25 33 53
Resolução:

Capítulo 06. Múltiplos e Divisores PV2D-08-MAT-11 41


Matemática Básica

Capítulo 07. Teoria dos Conjuntos


1. Introdução A = {verde, amarelo, azul, branco}
b) Seja B o conjunto das vogais do nosso al-
Como em qualquer assunto a ser estuda- fabeto, então:
do, a Matemática também exige uma lingua- B = {a, e, i, o, u}
gem adequada para o seu desenvolvimento.
c) Seja C o conjunto dos algarismos do sis-
A teoria dos Conjuntos representa instru- tema decimal de numeração, então:
mento de grande utilidade nos diversos de-
C = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9}
senvolvimentos da Matemática, bem como em
outros ramos das ciências físicas e humanas. 2.2. Uma Propriedade de seus Elementos
Devemos aceitar, inicialmente, a existên- A apresentação de um conjunto por meio
cia de alguns conceitos primitivos (noções da listagem de seus elementos traz o incon-
que adotamos sem definição) e que estabele- veniente de não ser uma notação prática
cem a linguagem do estudo da teoria dos para os casos em que o conjunto apresenta
Conjuntos. uma infinidade de elementos. Para estas si-
Adotaremos a existência de três conceitos tuações, podemos fazer a apresentação do
primitivos: elemento, conjunto e pertinência. conjunto por meio de uma propriedade que
Assim é preciso entender que, cada um de nós sirva a todos os elementos do conjunto e so-
é um elemento do conjunto de moradores mente a estes elementos.
desta cidade, ou melhor, cada um de nós é um A = {x / x possui uma determinada pro-
elemento que pertence ao conjunto de habi- priedade P}
tantes da cidade, mesmo que não tenhamos
definido o que é conjunto, o que é elemento e o Exemplos
que é pertinência. a) Seja B o conjunto das vogais do nosso al-
fabeto, então:
2 . Notação e Representação B = {x / x é vogal do nosso alfabeto}
A notação dos conjuntos é feita mediante b) Seja C o conjunto dos algarismos do siste-
a utilização de uma letra maiúscula do nosso ma decimal de numeração, então:
alfabeto e a representação de um conjunto C = {x/x é algarismo do sistema decimal
pode ser feita de diversas maneiras, como de numeração}
veremos a seguir.
2.3. Diagrama de Euler-Venn
2.1. Listagem dos Elementos A apresentação de um conjunto por meio
Apresentamos um conjunto por meio da do diagrama de Euler-Venn é gráfica e, por-
listagem de seus elementos quando relacio- tanto, muito prática. Os elementos são repre-
namos todos os elementos que pertencem ao sentados por pontos interiores a uma linha
conjunto considerado e envolvemos essa lis- fechada não entrelaçada. Dessa forma, os pon-
ta por um par de chaves. Os elementos de um tos exteriores à linha representam elementos
conjunto, quando apresentados na forma de que não pertencem ao conjunto considerado.
listagem, devem ser separados por vírgula Exemplo
ou por ponto-e-vírgula, caso tenhamos a pre-
sença de números decimais.
Exemplos
a) Seja A o conjunto das cores da bandeira
brasileira, então:

42 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 07. Teoria dos Conjuntos


Matemática Básica

3 . Relação de Pertinência
Quando queremos indicar que um deter-
minado elemento x faz parte de um conjunto
A, dizemos que o elemento x pertence ao con-
junto A e indicamos:
xÎA
em que o símbolo Î é uma versão da letra
Se o conjunto A está contido no conjunto
grega epsílon e está consagrado em toda mate-
B, dizemos que A é um subconjunto de B.
mática como símbolo indicativo de pertinên-
Como todo elemento do conjunto A pertence
cia. Para indicarmos que um elemento x não
ao conjunto A, dizemos que A é subconjunto
pertence ao conjunto A, indicamos:
de A e, por extensão, todo conjunto é
xÏA subconjunto dele mesmo.
Exemplo Importante – A relação de pertinência re-
Consideremos o conjunto: A = {0, 2, 4, 6, 8}. laciona um elemento a um conjunto e a rela-
O algarismo 2 pertence ao conjunto A: ção de inclusão refere-se, sempre, a dois con-
juntos.
2 Î A
Errado: 2 Ì {0,2, 4, 6, 8}
O algarismo 7 não pertence ao conjunto A:
{2} Î {0, 2, 4, 6, 8}
7ÏA
Correto: 2 Î {0, 2, 4, 6, 8}
4. Relação de Inclusão {2} Ì {0, 2, 4, 6, 8}
Dizemos que o conjunto A está contido no {2} Î {0, {2}, 4, 6, 8}
conjunto B se todo elemento que pertencer a
A, pertencer também a B. Indicamos que o {2} Ë {0, {2}, 4, 6, 8}
conjunto A está contido em B por meio da se- Podemos notar que existe uma diferença
guinte símbologia: entre 2 e {2}. O primeiro é o elemento 2, e o
AÌB (lê-se: A contido em B) segundo é o conjunto formado pelo elemento
Obs. – Podemos encontrar em algumas pu- 2. Um par de sapatos e uma caixa com um
blicações uma outra notação para a relação par de sapatos são coisas diferentes e como
de inclusão: tal devem ser tratadas.
Podemos notar, também, que, dentro de
1 ⊃ 2 (lê-se: B contém A)
um conjunto, um outro conjunto pode ser tra-
O conjunto A não está contido em B quan- tado como um de seus elementos. Vejamos o
do existe pelo menos um elemento de A que exemplo a seguir:
não pertence a B. Indicamos que o conjunto A
não está contido em B desta maneira: {1, 2} é um conjunto, porém no conjunto
A Ë B (lê-se: A não está contido em B) A = {1, 3, {1, 2}, 4} ele será considerado um
elemento, ou seja, {1, 2} Î A.
Uma cidade é um conjunto de pessoas que
representam os moradores da cidade, porém
uma cidade é um elemento do conjunto de
cidades que formam um Estado.

Capítulo 07. Teoria dos Conjuntos PV2D-08-MAT-11 43


Matemática Básica

5. Conjuntos Especiais caso, existe um elemento x que pertence ao


conjunto vazio e que não pertence ao conjun-
Embora conjunto nos ofereça a idéia de “reu- to A, o que é um absurdo, pois o conjunto va-
nião” de elementos, podemos considerar como zio não tem elemento algum. Conclusão: o
conjunto agrupamentos formados por um só conjunto vazio está contido no conjunto A,
elemento ou agrupamentos sem elemento algum. qualquer que seja A.
Chamamos de conjunto unitário aquele
formado por um só elemento. 6. Conjunto Universo
Exemplos Quando desenvolvemos um determinado
a) Conjunto dos números primos, pares assunto dentro da matemática, precisamos
e positivos: admitir um conjunto ao qual pertencem os
elementos que desejamos utilizar. Este con-
{2} junto é chamado de conjunto universo e é re-
b) Conjunto dos satélites naturais da Ter- presentado pela letra maiúscula U.
ra: Uma determinada equação pode ter di-
{Lua} versos conjuntos solução de acordo com o
conjunto universo que for estabelecido.
c) Conjunto das raízes da equação
Exemplos
x + 5 = 11:
a) A equação 2x3 – 5x2 – 4x + 3 = 0 apresenta:
{6}
12 121 5 − 25 445 se
Chamamos de conjunto vazio aquele for-
mado por nenhum elemento. Obtemos um
S =
33 6 U=R

conjunto vazio considerando um conjunto S = {–1, 3} se U = Z


formado por elementos que admitem uma S = {3} se U = N
propriedade impossível. b) O conjunto dos pontos eqüidistantes
Exemplos de um ponto dado pode ser formado:
a) Conjunto das raízes reais da equação: – por apenas dois pontos, se o conjunto uni-
verso for uma reta que passa pelo ponto dado;
x2 + 1 = 0
b) Conjunto: {x / x ¹ x}
O conjunto vazio pode ser apresentado de
duas formas: ∅ ou { } ( ∅ é uma letra de
origem norueguesa). Não podemos confundir
as duas notações representando o conjunto
vazio por { ∅ }, pois estaríamos apresentando – pelos infinitos pontos de uma circunferên-
cia, se o conjunto universo for um plano
um conjunto unitário cujo elemento é o ∅ .
que passa pelo ponto dado;
O conjunto vazio está contido em qual-
quer conjunto e, por isso, é considerado
subconjunto de qualquer conjunto, inclusive
dele mesmo.
Demonstração
Vamos admitir que o conjunto vazio não
esteja contido num dado conjunto A. Neste

44 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 07. Teoria dos Conjuntos


Matemática Básica

– pelos infinitos pontos de uma superfície de escrevermos todos os elementos do con-


esférica, se o conjunto universo for o es- junto P (A). Para isso, basta partirmos da idéia
paço a que o ponto dado pertence. de que cada elemento do conjunto A tem duas
opções na formação dos subconjuntos: ou o ele-
mento pertence ao subconjunto ou ele não per-
tence ao subconjunto e, pelo uso do princípio
multiplicativo das regras de contagem, se cada
elemento apresenta duas opções, teremos:

1 1 2 2 334 = 5 11 22
Para iniciarmos qualquer procedimento Observemos o exemplo anterior: o conjun-
matemático, é importante sabermos em qual to A = {2, 3, 5} apresenta três elementos e, por-
conjunto universo vamos atuar. tanto, é de se supor, pelo uso da relação apre-
sentada, que n [P (A)] = 23 = 8, o que de fato
7. Conjunto de Partes ocorreu.
Dado um conjunto A, dizemos que o seu
conjunto de partes, representado por P (A), é o 8. Igualdade de Conjuntos
conjunto formado por todos os subconjuntos Dois conjuntos são iguais se, e somente se,
do conjunto A. eles possuírem os mesmos elementos, em qual-
quer ordem e independentemente do núme-
7.1. Determinação do Conjunto de Partes ro de vezes que cada elemento se apresenta.
Vamos observar, com o exemplo a seguir, Vejamos os exemplos:
o procedimento que se deve adotar para a de-
terminação do conjunto de partes de um dado {1, 3, 7} = {1, 1, 1, 3, 7, 7, 7, 7} = {7, 3, 1}
conjunto A. Seja o conjunto A = {2, 3, 5}. Para Observação
obtermos o conjunto de partes do conjunto Se o conjunto A está contido em B (A Ì B) e
A, basta escrevermos todos os seus B está contido em A (B Ì A), podemos afirmar
subconjuntos: que A = B.
a) Subconjunto vazio: ∅ , pois o conjunto va-
Exercícios Resolvidos
zio é subconjunto de qualquer conjunto.
b) Subconjuntos com um elemento: {2}, {3}, {5}. 01. Dado o conjunto M = {1, 3, 5, 7}, pede-se:
c) Subconjuntos com dois elementos: {2, 3}, a) Quantos elementos possui P(M)?
{2, 5} e {3, 5}. b) Escreva os elementos de P(M).
d) Subconjuntos com três elementos: A = {2, 3, 5}, Resolução
pois todo conjunto é subconjunto dele mesmo. a) M = {1, 3, 5, 7}, então n(M) = 4, portanto
Assim, o conjunto das partes do conjunto n[P(M)] = 24 = 16.
A pode ser apresentado da seguinte forma:
b) P(M)= { {1}, {3}, {5}, {7}, {1,3}, {1,5}, {1,7},
P(A) = {∅, {2}, {3}, {5}, {2, 3}, {2, 5}, {3, 5}, {2, 3, 5}}
{3,5}, {3,7}, {5,7}, {1,3,5}, {1, 3, 7}, {1, 5, 7}, {3, 5, 7},
7.2. Número de Elementos do {1, 3, 5, 7} , Æ}
Conjunto de Partes 02. Se o conjunto P(R) tem 1 024 elemen-
Podemos determinar o número de elemen- tos, quantos são os elementos de R?
tos do conjunto de partes de um conjunto A Resolução
dado, ou seja, o número de subconjuntos do
Decompondo 1 024 em fatores primos, obteremos:
referido conjunto, sem que haja necessidade
1 024 = 210, então n(R) = 10.

Capítulo 07. Teoria dos Conjuntos PV2D-08-MAT-11 45


Matemática Básica

03. Considerando U = {–2, –1, 0, 1, 2, 3, 4} Graficamente, temos:


como conjunto universo, determinar o con-
junto solução de:

a) {x ∈ 1 x + 4 = 2}

b) {x ∈ 1 3x = 5}
Resolução
a) x + 4 = 2
x = –2
S = {–2}
b) 3x = 5
1
x= ÏU
2 Exemplo
S=Æ
Dados os conjuntos A = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7} e
B = {2, 4, 6, 8, 10}, calcular 1 ∪ 2 .
04. Os elementos dos conjuntos abaixo são
Resolução
números naturais. Escreva esses conjuntos
por meio de uma propriedade que os caracte- 1 ∪ 2 = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 10}
rize: Graficamente, teremos
a) D = {1, 3, 5, 7, 9, 11, ...}
b) A = {0, 3, 6, 9 ...60}

Resolução
a) D = { x ∈ N/x é número ímpar}
b) A = { x ∈ N/x é múltiplo de 3, maior ou igual
a zero e menor ou igual a 60}

Observe que os elementos comuns não são


9. Operações com Conjuntos repetidos.

9.1. União de Conjuntos 9.2. Intersecção de Conjuntos


Dados os conjuntos A e B, dizemos que a Dados os conjuntos A e B, dizemos que a
união dos conjuntos A e B, de notação A ∪ B intersecção dos conjuntos A e B, de notação
(lê-se: A união B), é o conjunto formado pelos 1 ∩ 2 (lê-se: A intersecção B), é o conjunto for-
elementos que pertencem a A ou B. Podemos mado pelos elementos que pertencem a A e a
representar a união de dois conjuntos pela B. Podemos representar a intersecção de dois
seguinte sentença. conjuntos pela seguinte sentença:

A ∪ B = {x / x ∈ A ou x ∈ B} A ∩ B = {x / x ∈ A e x ∈ B}

46 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 07. Teoria dos Conjuntos


Matemática Básica

Graficamente, temos: Graficamente, temos:

Exemplos 9.4. Conjunto Complementar


a) Sendo A = {2, 3, 5, 6, 8} e B = {3, 5, 8, 9} Quando dois conjuntos A e B são de tal
determinar 1 ∩ 2 . maneira que B está contido em A (B ⊂ A), di-
zemos que a diferença A – B é o conjunto com-
Resolução plementar de B em relação a A, cuja repre-
1 ∩ 2 = {3, 5, 8}, apenas os elementos comuns a sentação podemos ver a seguir:
A e B.
Graficamente: 112 = A – B
Graficamente, temos:

Exemplos
a) Calcular A – B, sabendo que
b) Calcule 1 ∩ 2 onde M = {2, 3, 5} e N = {4, 6}.
A = {3, 4, 6, 8, 9} e B = {2, 4, 5, 6, 7, 10}
1∩2 3 ∅ Resolução
Não há elementos comuns, nesse caso di- A – B = {3, 8, 9}
zemos que os conjuntos são disjuntos.
Elementos que estão em A mas não estão em B.
9.3. Diferença de Conjuntos Graficamente:
Dados os conjuntos A e B, dizemos que a
diferença dos conjuntos A e B, nessa ordem e
com notação A – B (lê-se: A menos B), é o con-
junto formado pelos elementos que perten-
cem a A e não pertencem a B. Podemos repre-
sentar a diferença de dois conjuntos por meio
da seguinte sentença:
A – B = {x / x ∈ A e x ∉ B}

Capítulo 07. Teoria dos Conjuntos PV2D-08-MAT-11 47


Matemática Básica

b) Sendo A = {1, 3, 5} e B = {0, 1, 3, 5, 6},


calcule: 1 2
b) 1 ∩ 2 ∪ 3

a) A – B
c) 11 − 22 ∩ 3
b) B – A
Resolução d)
a) A – B = ∅ , não existe elemento de A que não
pertença a B. Resolução
a)
b)

Graficamente

b)

c)

d)
Observação
Se A é um subconjunto do conjunto uni-
verso U, o complementar de A em relação a
U pode ser representado por A’ ou 1 , des-
sa forma, teremos
Exercícios Resolvidos
01. Classificar em falsa (F) ou verdadeira
(V) cada uma das seguintes afirmações:
a) 1 ∈311
b) 1 2 ⊂ 3∅2 15223142352144
c) 112 ∈ 512 312 346

d) ∅ = 1∅2
9.5. Associações das Operações Resolução
As operações estudadas podem aparecer
a) V — 0 é o elemento do conjunto.
associadas conforme veremos nos exemplos
abaixo: b) F – pois {5} é um elemento do conjunto.
01.Dados A = {0, 1, 3, 4}, B = {2, 3, 4, 5}, c) F – pois {x} não está no conjunto.
C = {4, 5} e D = {5, 6, 7}, calcule: d) F – O 1º é conjunto vazio, e o 2º um conjunto
a) 1 1 ∪ 22 ∩ 3 que tem o elemento ∅ .

48 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 07. Teoria dos Conjuntos


Matemática Básica

02. São dados os conjuntos Note que ao subtrairmos os elementos


1 2
1 = 1 ∈1 9 123245678 e 3 1 24
comuns 1 2 ∩ 3 evitamos que eles sejam

1 = 12 ∈ 1 2 2 < 32
contados duas vezes.
Observações
É correto afirmar que: a) Se os conjuntos A e B forem disjuntos ou se
a) 3 ∩ 2 tem dois elementos mesmo um deles estiver contido no outro,
b) 1 ∪ 2 tem dez elementos ainda assim a relação dada será verdadeira.
c) 1 ⊂ 2 ∩ 1 b) Podemos ampliar a relação do número de
d) 1 ∈ 2 elementos para três ou mais conjuntos
e) 3 ⊂ 2 com a mesma eficiência.
Resolução Observe o diagrama e comprove.
1 2
3 = 1 ∈ 3 1 123245678 = {2, 3, 5, 7, 11, 13, …}
1 = 12 ∈ 3 1 2 < 22 = {0, 1, 2, 3, 4}

1 ∩ 2 1 12342 , logo 3 ∩ 2 tem dois elementos.

03. Dados os conjuntos:


A = {a, b, c} B = {b, c, d} e C = {a, c, d, e}
1 2 1 2 1
Calcule 1 − 2 ∪ 2 − 3 ∪ 1 ∩ 3 ∩ 2 2
Resolução
A – C = {b}
C – B = {a, e}
1∩ 2 ∩ 3 1 4 12 1 1 ∪ 2∪3 = 2 4 1 2 + 4 1 22 + 4 132 − 4 1 2
∩2 −

112 ∪ 121 32 ∪ 142 = 121 11 41 32 1 4 1 2


∩3 − 4 1 2 ∩ 32 + 4 1 ∩ 2 ∩ 32
Resposta: {a, b, c, e} Exercícios Resolvidos
10. Número de Elementos da 01. (Fatec - SP)
O conjunto A tem 20 elementos, A ? B tem
União e da Intersecção de 12 elementos e A ? B tem 60 elementos. O
número de elementos do conjunto B é:
Conjuntos
a) 28 d) 48
Dados dois conjuntos A e B, como vemos na
b) 36 e) 52
figura abaixo, podemos estabelecer uma relação
c) 40
entre os respectivos números de elementos.
Resolução
Temos:
1 2
n (A) = 20 ; 1 2 ∩ 3 = 45 ; 1 2 ∪ 3 = 45 1 2
n (B) = x
1 2 1 2 12 1
1 2∪ 3 = 1 2 + 1 3 − 1 2∩ 3 2
60 = 20 + x – 12
x = 60 – 20 + 12
x = 52
1 1 2 ∪ 32 = 1 1 22 + 1 1 32 3 1 1 2 ∩ 32 Resposta: E

Capítulo 07. Teoria dos Conjuntos PV2D-08-MAT-11 49


Matemática Básica

02. A e B são dois conjuntos tais que 13


elementos pertencem a A e não pertencem a
B; 13 elementos pertencem a B e não perten-
cem a A e 39 elementos pertencem a A ou B. O
número de elementos que pertencem a A e B é:
a) 0 d) 26
b) 13 e) 23
c) 39
Resolução Para 1 1 2 ∩ 32 = 34 e já colocamos 10, restam
Fazendo um esquema: 20 elementos para completar a região A ? B ; para
completar A ? C faltam 30 e para completar B ? C
faltam 40.

n (A) = 13 + x 1 2 12 12 1
1 2∪ 3 = 1 2 + 1 3 − 1 2∩ 3 2
n (B) = 13 + x
1 2
1 2 ∪ 3 = 12 39 = 26 + x
x = 39 - 26
x = 13
Resposta: B Da mesma forma completamos os conjuntos A, B
e C; veja que 40 pessoas não tem preferência alguma.
03. (FVG-SP) Uma empresa entrevistou
300 de seus funcionários a respeito de três em-
balagens: A, B e C para o lançamento de um
novo produto. O resultado foi o seguinte: 160
indicaram a embalagem A; 120 indicaram a em-
balagem B; 90 indicaram a embalagem C; 30
indicaram a embalagem A e B; 40 indicaram as
embalagens A e C; 50 indicaram as embalagens
B e C; e 10 indicaram as 3 embalagens.
Pergunta-se:
a) quantas pessoas indicaram apenas a
embalagem A; Agora, consultando o diagrama final podemos
b) quantas pessoas indicaram as embala- responder às questões.
gens A ou B; a) 100 pessoas indicaram apenas a embalagem A;
c) quantas não indicaram a embalagem C; b) 100 + 30 + 10 + 20 + 50 + 40 = 250 indicaram
d) quantos não tinham preferência por ne- as embalagens A ou B;
nhuma das três embalagens?
c) 100 + 20 + 50 + 40 = 210 não indicaram a
Resolução embalagem C;
Usaremos os diagramas para resolver.
d) 40 pessoas não tinham preferência por nenhu-
Vamos começar por A ? B ? C que tem 10 elementos. ma embalagem.

50 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 07. Teoria dos Conjuntos


Matemática Básica

11. Conjuntos Numéricos Exemplos: 1 3 π 3 1 2


Evidentemente, para a Matemática, os con- • Conjunto dos números reais: R
juntos de maior importância são os conjun- R = {x / x é racional ou x é irracional}
tos numéricos, aqueles formados por núme-
ros. Destes, alguns são especiais pela sua gran- Os números reais podem ser associados
de utilização e, por isso, recebem nomes con- biunivocamente com cada ponto de uma
vencionais, como veremos a seguir: reta, estabelecendo o que nós chamaremos de
• Conjunto dos números naturais: N reta real ou eixo real.

N = {0, 1, 2, 3, 4, ...}
• Conjunto dos números inteiros: Z

Z = {..., –3, –2, –1, 0, 1, 2, 3, ...} A partir dessa representação gráfica, ire-
mos observar algumas propriedades impor-
No conjunto dos números inteiros (Z) po- tantes dos números reais.
demos individualizar dois subconjuntos: O eixo real apresenta uma ordenação dos
• Conjunto dos números inteiros não nega- números de tal maneira que qualquer núme-
tivos: Z+ ro colocado à direita de um outro será maior
que este outro.
Z+ = {0, 1, 2, 3, 4, ...} = N
• Conjunto dos números inteiros não posi-
tivos: Z–
Numa comparação entre números reais
Z– = {..., –3, –2, –1, 0} representados no eixo real, podemos estabe-
Vamos convencionar que qualquer con- lecer subconjuntos de extrema importância
junto numérico que, em sua representação, e que serão chamados de intervalos reais, cuja
tiver acrescentado o símbolo * (asterisco) fi- representação vamos estudar a seguir:
cará sem o elemento 0 (zero). Assim:

N* = {1, 2, 3, 4, ...}

Z* = {..., –3, –2, –1, 1, 2, 3, ...}


• Conjunto dos números racionais: Q

12
1 = 171 =
2
2345 2 ∈ 6 5 3 ∈ 6 8
45
3 3 6 Podemos “explicar” o aparecimento dos
conjuntos numéricos através da necessidade
Com relação aos números racionais, eles que a Matemática manifestava em apresen-
podem ser encontrados de três maneiras: nú- tar resultados que os conjuntos numéricos
mero inteiro ou número decimal exato ou nú- existentes até então não forneciam. A partir
mero decimal periódico (dízimas periódicas). dos conjuntos dos números naturais, opera-
Os números que não podem ser colocados ções como, por exemplo, a subtração 5 – 8 só
na forma de fração com numerador inteiro e puderam apresentar um resultado com o apa-
denominador inteiro não-nulo são chamados recimento do conjunto dos números inteiros.
de números irracionais. A divisão de número 8 por 3 só pode apresen-

Capítulo 07. Teoria dos Conjuntos PV2D-08-MAT-11 51


Matemática Básica

tar resultado dentro do conjunto dos núme- b) Dados A=]–1, 4] e B = [4, 6], determine:
ros racionais. O cálculo da raiz quadrada do a) A ∪ B
número 17, por exemplo, é um resultado pos- b) A ∩ B
sível somente dentro do conjunto dos núme-
ros irracionais. Pela reunião do conjunto dos c) B – A
números racionais com os números irracio- Resolução
nais obtivemos o conjunto dos números re-
ais. Por mais amplo que possa parecer o con-
junto dos números reais, não foi suficiente
para cumprir todas as exigências quanto a
esgotar as necessidades de resultados possí-
veis dentro da Matemática. Algumas opera-
ções matemáticas só puderam apresentar
resultados dentro do conjunto dos números
complexos.
1
1 ∪ 2 = 51 6 2 = 3 ∈ 4 51 < 3 ≤ 2 2
1∩ 2 = 1 12
1
1 5 2 = 1 62 = 3 ∈ 4 1 < 3 ≤ 2 2

Exercícios Resolvidos
01. (Fuvest - SP)
12. Operações com Dividir um número por 0,0125 equivale a
Intervalos em R (reais) multiplicá-lo por:
Vejamos com exemplos: 1
a) d) 12,5
a) Dados A = [0, 3] e B = [1, 5[, calcule: 123
a) A ∪ B 1
b) e) 80
b) A ∩ B 1
c) A – B c) 8
Resolução
Resolução
123
Note que 0,0125 = que, simplificada por
14 444
1
125, dará . Seja n o número, então:
23
1 23
1∪ 2 = 13 2 = 13 ∈ 5 4 1 ≤ 6 < 22 n:
23
= 4⋅
1
= 23 ⋅ 4

1 ∩ 2 = 13 2 = 13 ∈ 5 4 1 ≤ 6 ≤ 22 Resposta: E

1 1 2 = 4 2 5 = 13 ∈ 6 3 4 ≤ 7 < 52
52 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 07. Teoria dos Conjuntos
Matemática Básica

02. (Ulbra-RS) Resolução


Uma estrada está marcada em 5 partes Entre x e y existem 5 intervalos iguais de compri-
iguais conforme a figura abaixo. Se o carro x mento n:
está na posição 170,3 e o y na posição 231,8, a 170,3 + n = 231,8
localização do carro Z é:
n = 61,5
a) 207,2.
Cada intervalo terá:
b) 36,9.
61,5:5=12,3 unidades
c) 194,9.
De z para y temos duas unidades:
d) 182,6.
12,3 · 2= 24,6 unidades
e) impossível determinar.
A posição de Z será dada por:
231,8 – 24,6 = 207, 2 unidades
Resposta: A

Capítulo 07. Teoria dos Conjuntos PV2D-08-MAT-11 53


Matemática Básica

Capítulo 08. Equações


1. Introdução As raízes reais da equação são –2 e +2,
assim:
Consideremos as três igualdades abaixo:
S = {–2, +2}
1ª) 2 + 3 = 5
2ª) 2 + 1 = 5
3ª) 2 + x = 5 b) Resolver a equação:
Dizemos que as duas primeiras igual- x2 = 4 em N
dades são sentenças matemáticas fechadas,
pois são definitivamente falsas ou definiti-
vamente verdadeiras. No caso, a primeira é A única raiz natural da equação é 2,
sempre verdadeira e a segunda é sempre falsa. assim:
Dizemos que a terceira igualdade é uma S = {2}
sentença matemática aberta, pois pode ser
verdadeira ou falsa, dependendo do valor
atribuído à letra x. No caso, é verdadeira Na resolução das equações, podemos
quando atribuímos a x o valor 3 e falsa quan- nos valer de algumas operações e transformá-
do o valor atribuído a x é diferente de 3. Sen- las em equações equivalentes, isto é, que
tenças matemáticas desse tipo são chamadas apresentam o mesmo conjunto solução, no
de equações; a letra x é a variável da equa- mesmo universo.
ção, o número 3 é a raiz ou solução da equa- Vejamos algumas destas propriedades:
ção e o conjunto S = {3} é o conjunto solução P1 ) Quando adicionamos ou subtraímos
da equação, também chamado de conjunto um mesmo número aos dois membros de uma
verdade. igualdade, esta permanece verdadeira.
Exemplos
1 = 2⇔ 1+ 3 = 2+ 3
a) 2x + 1 = 7
12
3 é a única raiz, então S = {3}
b) 3x – 5 = –2 1 = 2⇔ 1− 3 = 2− 3
1 é a única raiz, então S = {1}
Conseqüência
2. Resolução de uma Equação Observemos a equação:
Resolver uma equação é determinar to- x+2=3
das as raízes da equação que pertencem a um
Subtraindo 2 nos dois membros da
conjunto previamente estabelecido, chama-
igualdade, temos:
do conjunto universo.
Exemplos x+2=3 ⇔ x+2–2=3–2
a) Resolver a equação: Assim:
x = 4 em R
2
x+2=3⇔ x=1

54 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 08. Equações


Matemática Básica

P2) Quando multiplicamos ou dividimos 21 1 1 2


os dois membros de uma igualdade por um 11 = 2 ⇔ =
número diferente de zero, a igualdade perma- 1 1
nece verdadeira. 21 2
1 = 2 ⇔ 1⋅ 4 = 2⋅ 4 11 = 2 ⇔ 1 =
1
32
2
1 2 Assim: 1 1 − 2 = 3 ⇔ 1 =
1=2⇔ = 1
4 4
De modo abreviado, fazemos:
Conseqüência
Observemos a equação: 21 22 2
11 − 2 = 3 ⇔ 1 1 = 2 ⇔ 1 =
1
–2x = 6
Assim:
Dividindo por –2 os dois membros da
igualdade, temos: 12 1 45
−1 1 2
1=
32 6
−1 1 = 2 ⇔ =
−1 −1
Assim: Podemos estabelecer uma fórmula para
resolver em R a equação:
−1 1 = 2 ⇔ 1 = −3
1 2
13 + 3 = 1 1 ≠ 1
3. Equação do 1º Grau Assim:
Chamamos de equação do 1º grau as 41 42 −3
equações do tipo: 12 + 3 = 1 ⇒ 12 = − 3 ⇒ 2 =
1
ax + b = 0
12 −2 45
a ≠ 0.
onde a e b são números conhecidos com 1=
336
Exemplo
Exemplo
3x – 5 = 0 (a = 3 e b = –5)
Resolver em R a equação:
Para resolvermos uma equação do
1º grau, devemos isolar a incógnita em um 2x + 5 = 0
dos membros da igualdade, usando as pro-
priedades P1 e P2 do item anterior.
1=1 12 ⇒ 3 = −2 = −2
2 = 23 1 1
Exemplo
Resolver em R a equação: 1 −1 4
1=2 5
3x – 5 = 0 326
21
11 − 2 = 3 ⇔ 11 − 2 + 2 = 3 + 2

21
11 − 2 = 3 ⇔ 11 = 2

Capítulo 08. Equações PV2D-08-MAT-11 55


Matemática Básica

4. Problemas do 1º Grau Resolução

Problema é uma proposição a resolver,


na qual figuram elementos conhecidos ou su-
postamente conhecidos, chamados dados, e ele-
mentos desconhecidos, chamados incógnitas.
Resolver um problema é determinar os Substituindo 1 em 2 :
valores das incógnitas que satisfazem às con-
4y = 2 (y + 5) + 8
dições impostas pelo enunciado.
4y = 2y + 18
A resolução de um problema possui três
fases: 2y = 18 → y = 9
1) Colocar o problema em equação; Substituindo y = 9 na 1:
2) Resolver a equação ou equações do x=9+5
problema; x = 14
3) Interpretar os resultados ou fazer Resposta: C
uma discussão sobre eles.
04. Um vidro cheio de remédio “pesa”
Exercícios Resolvidos 325 g. Se jogarmos metade do remédio fora,
seu “peso “se reduz a 180 g. O “peso” do vi-
Resolver as equações: dro vazio é:
01. 3x – 5 = 2x + 6 a) 20 g d) 45 g
Resolução b) 25 g e) nda
3x – 2x = 6 + 5 c) 35 g
x = 11 Resolução
S = {11} v + R = 325
02. 2 (x + 3) + 3 (x – 1) = 7 (x + 2) R = 325 – v
Resolução 2
1+ = 456
2x + 6 + 3x – 3 = 7x + 14 3
2x + 3x – 7x = 14 + 3 – 6 234 − 1
1+ = 567
–2x = 11 3

22 12 11 45 12 + 314 − 2 = 356
1=−
3
1= −
3 26 v = 35
Resposta: C
03. Dividindo o número x pelo número
y, obtém-se quociente 1 e resto 5. Se o
quádrupo de y dividido por x dá quociente 2
e resto 8, então: 5. Equação do 2O Grau
a) x + y = 32 d) x · y = 76 Chamamos de equação do 2º grau as
b) y – x = 5 e) x = 2y equações do tipo:
c) x – y = 5 ax2 + bx + c = 0
nas quais a, b e c são números conheci-
dos com a ≠ 0.

56 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 08. Equações


Matemática Básica

Exemplos x2 + 4x + 4 = 16 passa a ser (x + 2)2 = 16


a) 2x2 – 3x + 5 = 0 (a = 2, b = –3 e c = 5) Assim:
b) 5x2 + 7x = 0 (a = 5, b = 7 e c = 0) x2 + 4x + 4 = 16 ⇔ (x + 2)2 = 16
c) 4x2 – 11 = 0 (a = 4, b = 0 e c = –11) x2 + 4x + 4 = 16 ⇔ x + 2 = – 4 ou x + 2 = 4
x2 + 4x + 4 = 16 ⇔ x = – 6 ou x = 2
5.1. Resolução da equação do 2O
grau
Assim:
Exemplos
S = {– 6, 2}
a) Resolver em R a equação:
x2 – 16 = 0
d) Resolver em R a equação:

Notamos que nessa equação do 2º grau x2 – 6x + 5 = 0


o coeficiente b é igual a zero e, por isto, ela é Observamos que x2 – 6x + 5 não é um
chamada de equação do 2º grau incompleta. quadrado perfeito, donde se conclui que o pro-
Vamos acompanhar a sua resolução. cedimento utilizado no exemplo anterior não
x2 – 16 = 0 ⇔ x2 = 16 poderá ser repetido, a menos que façamos al-
gumas modificações na equação, como vere-
x2 – 16 = 0 ⇔ x = – 4 ou x = +4
mos a seguir.
x2 é “o quadrado do primeiro”, 6x é
Assim: “duas vezes o primeiro (que é x) pelo segun-
S = {– 4, +4} do”, logo, o segundo só poderá ser o número
3 e, assim, “o quadrado do segundo será igual
a 9”. Como o quadrado perfeito só aparecerá
b) Resolver em R a equação: se tivermos x2 – 6x + 9, acrescentaremos aos
dois membros da igualdade o número 9.
x2 + 11x = 0
Assim:
Notamos que, nessa equação do 2º grau,
x2 – 6x + 5 = 0 ⇔ x2 – 6x + 5 + 9 = 9
o coeficiente c é igual a zero e, por isto, ela é
chamada, também, de equação do 2º grau in- x2 – 6x + 5 = 0 ⇔ x2 – 6x + 9 = 4
completa. Vamos acompanhar a sua resolução. x2 – 6x + 5 = 0 ⇔ (x – 3)2 = 4
x2 + 11x = 0 ⇔ x(x + 11) = 0
x2 – 6x + 5 = 0 ⇔ x – 3 = –2 ou x – 3 = 2
x2 + 11x = 0 ⇔ x = 0 ou x + 11 = 0
x2 – 6x + 5 = 0 ⇔ x = 1 ou x = 5
x2 + 11x = 0 ⇔ x = 0 ou x = –11
Assim:
Assim:
S = {1, 5}
S = {–11, 0}
5.2. Fórmula de Bhaskara
Vamos resolver a equação: ax2 + bx + c = 0,
c) Resolver em R a equação: que é a forma geral da equação do 2º grau.
x2 + 4x + 4 = 16 Inicialmente, multiplicamos os dois
membros da igualdade por a. Teremos:
Observamos que x2 + 4x + 4 é, na sua a2x2 + abx + ac = 0
forma fatorada, igual a (x + 2)2, então:

Capítulo 08. Equações PV2D-08-MAT-11 57


Matemática Básica

Notamos que a expressão: Exemplo


1
Resolver em R a equação:
11 11 + 3 1 + 5x2 – 12x + 4 = 0
1
Temos, a = 5, b = –12 e c = 4.
é um quadrado perfeito e, assim, pode-
Substituindo na fórmula de Bhaskara.
mos acrescentar aos dois membros da igual-
1
dade o número 1 .
1=
1 2 1−122
− −12 ±
1
1 21 2
−34 3
1 2⋅4
31 3 1 12 ± 133 − 45 12 ± 63
1 1 2 1 + 132 + 14 + = = =
1 1 15 15
Logo: 12 ± 3
1=
ax2 + bx + c = 0 ⇔ 14
1
31 31 x = 2 ou 1 =
⇔ 1 1 1 1 + 132 + = − 14 2
1 1
ax + bx + c = 0 ⇔
2 12 1 4 145
Assim: 1 =
32 6
13 3 46 1
31 − 2 14 Observação – Se a equação não estiver
2
⇔ 12 +
1 5 =
2 na forma ax2 + bx + c = 0, deve ser preparada
Chamando b2 – 4ac de discriminante da através das operações conhecidas, tais como,
equação do 2º grau, que será representado eliminação de denominadores, retirada de
parênteses, dentre outras.
pela letra grega Δ (delta), teremos:

3 Δ 5.3. Discussão do Número de


12 1 + 32 + 4 = 1 ⇔ 12 + =± Soluções da Equação do 2º Grau
2 2
Quando resolvemos uma equação do
−3 − Δ 2º grau, já colocada na sua forma normal é
12 1 + 32 + 4 = 1 ⇔ 22 = ou
21 importante observar que três casos podem
surgir em relação ao cálculo do discriminante.
−2 + Δ Observe:
11 =
13
1º caso: Δ > 0 → A equação terá duas
raízes reais e distintas.
Dessa forma, resolvemos a equação do Exemplo - Resolver em R:
2º grau com os coeficientes literais a, b e c, o
x2 – 6x – 27 = 0
que nos permite estabelecer uma fórmula já
nossa conhecida, chamada “fórmula de a = 1, b = – 6 c = – 27
Bhaskara”, a qual resolverá qualquer equa- Δ = (–6)2 – 4(1) (– 27) = 144 > 0
ção do 2º grau, bastando substituir os coefi-
cientes pelos números na equação a resolver. − 2 ± Δ 2 ± 344 2 ± 31
1= = =
13 1⋅3 1
x1 = 9 ou x2 = –3
−2 ± Δ
1= , em que Δ = 1 1 − 1 31 Observe que x1 ≠ x2.
13
Assim: S = {–3, 9}

58 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 08. Equações


Matemática Básica

2º caso: Δ = 0 ⇒ A equação terá duas Δ = b2 – 4ac = (–3)2 – 4(2) (1) = 1


raízes reais e iguais.
Exemplo 1= = =
1 2
− 2 ± Δ − −5 ± 6 5 ± 6
34 3⋅ 3 7
Resolver em R:
1
4x2 – 4x + 1 = 0 x = 1 ou x =
2
a = 4, b = – 4 e c = 1
12 2 4245
Δ = b2 – 4ac = 16 – 16 = 0
1=
33 6
−2 ± Δ 2 ± 3
1= =
13 4 02. 2 (x – 1) (3x – 7) + 12 (x + 3) = 30 (3x – 7)
1 1 6x2 – 20x + 14 + 12x + 36 = 90x – 210
11 = ou 1 1 =
2 2 6x2 – 98x + 260 = 0
Observe que x1 = x2.
Resolução
112 45 Dividindo a equação por 2:
Assim: 1 =
2 36 3x2 – 49x + 130 = 0
3º caso: Δ < 0 ⇒ A equação não terá a = 3, b = – 49, c = 130
raízes reais. Δ = 841
Exemplo
23 ± 43
Resolver em R. 1=
5
3x2 + 2x + 4 = 0
23
a = 3, b = 2, c = 4 x = 13 ou 1=
4
Δ = b2 – 4ac = 4 – 48 = – 44 < 0
12 23 52445
1=
− 2 ± Δ −1 ± −22
=
1=
34 6
13 3
−11 ∉ R então não há raízes reais.
Assim:
S=∅
6. Relações entre Coeficien-
Exercícios Resolvidos
tes e Raízes
Resolver em R as equações abaixo: As equações do 2º grau, ax2 + bx + c = 0
1
1 2
1 ≠ 1 , possuem duas notáveis relações en-
01. 1 − 1 = 1 − 2 tre as raízes x1 e x2 e os coeficientes a, b e c.
2 3 São chamadas de relações de Soma e Pro-
Resolução duto ou relações de Girard.
Devemos preparar a equação:
2(x2 – 4) = 3 (x – 3) Consideremos a equação do 2º grau:
Retiramos os parênteses:
ax2 + bx + c = 0, com a ≠ 0 e com as raízes:
2x2 – 8 = 3x – 9
Escrevemos na forma padrão: −2 − Δ −2 + Δ
11 = 2 212 =
2x2 – 3x + 1 = 0 13 13
a = 2, b = –3, c = 1

Capítulo 08. Equações PV2D-08-MAT-11 59


Matemática Básica

Podemos estabelecer: que é uma das equações do 2º grau cujas


1º) A soma das raízes da equação do 2º raízes são 2 e 7.
grau por meio da relação: 2º) Resolver a equação do 2º grau:
x2 – 7x + 12 = 0.
Pela observação da sentença que repre-
senta a equação, temos:
S = 7 e P = 12.

−1 Basta, agora, com um “pouquinho” de


S = criatividade, reconhecer dois números cuja
2
soma é 7 e o produto é 12.
Claro que já percebemos que os números
2º) O produto das raízes da equação do são 3 e 4. Portanto:
2º grau através da relação:
S = {3, 4}
13 − 13 − Δ 46 ⋅ 13 −13 + Δ 46
1 = 21 ⋅ 2 2 =
2 14 5 2 14 5 7. Resolução de Equações
2 − 3 − Δ 32 − 3 + Δ 3
com Mudança de Variável
1 = 21 ⋅ 22 = Freqüentemente nos deparamos com
14 2
equações que, mesmo não sendo do 2º grau,
podem ser resolvidas com o auxílio dela. Nes-
sas situações, devemos nos valer de mudan-
ças nas variáveis da equação de tal forma que
12 1 ela se transforme, temporariamente, numa
1=
3 equação do 2º grau, como nos exemplos que
A partir desses valores e, dividindo a veremos a seguir:
equação ax2 + bx + c = 0 pela constante a (coe- Exemplos
ficiente de x2), teremos a equação apresenta- a) Resolver a equação:
da pela igualdade:
x4 – 3x2 – 4 = 0
x2 – Sx + P = 0
Notemos que esta é uma equação de quar-
em que S é a soma de suas raízes e P é o to grau, porém com uma característica par-
produto delas. ticular: apresenta apenas os termos de grau
Podemos dar a essa nova apresentação da par.
equação do 2º grau duas utilizações práticas: Se fizermos:
1º) Determinar uma equação do 2º grau
x2 = y
cujas raízes sejam os números 2 e 7.
Tendo as raízes, podemos determinar: teremos:

S = 2 + 7 = 9 e P = 2 · 7 = 14 y2 – 3y – 4 = 0

Com esses valores, podemos montar a Resolvendo esta equação, teremos:


equação:
y1 = –1 e y2 = 4
x2 – 9x + 14 = 0

60 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 08. Equações


Matemática Básica

Considerando que y está ocupando o lu- Exercícios Resolvidos


gar de x2, teremos: 01. Sejam x1 e x2 as raízes da equação
x2 = –1 ou x2 = 4 3x2 – kx – 1 = 0.
Considerando x ∈ R, teremos: Se 112 + 122 = 1 , então k2 é igual a:
x = – 2 ou x = 2 a) 2 c) 4
Assim sendo: b) 3 d) 5
Resolução
S = {–2, 2}
1 1
Sabemos que 11 + 12 = e 31 ⋅ 3 2 = −
1 2
b) Resolver a equação:
8 = 132 2 465
2
(x2 + x)2 – 14 (x2 + x) + 24 = 0 71 1 + 12
2

Evidentemente, os produtos e as potênci-


22
as indicados podem ser desenvolvidos origi- 112 + 1 11 12 + 122 =
nando uma equação do quarto grau com uma 1
certa complexidade na sua resolução. Obser- 22
vemos, por outro lado, que a expressão 112 + 122 + 1 11 12 =
12
3 3 4 124 2
(x2 + x) se apresenta na equação mais de uma
vez. Podemos tomar a iniciativa de substi- 1 13 = 1 1
tuí-la por uma única incógnita. 1+ 2 −
2 34 4
Se fizermos:
2 11
x2 +x=m 1− =
3 4
teremos: 3 11
= ⇒ 11 = 2
m2 – 14m + 24 = 0 2
A resolução desta equação nos leva a dois Resposta: B
valores de m: 2 e 12, que são, portanto, os va-
lores de x2 + x. 02. Resolver, em R, a equação:
Logo: x6 – 28x3 + 27 = 0
Resolução
x2 + x = 2 ou x2 + x = 12
Fazendo x3 = t, teremos x6 = t2, logo
Assim, determinaremos duas equações do
t2 – 28t + 27 = 0
2º grau:
Δ = 113 − 451 = 616
x2 + x – 2 = 0

e
Então, teremos:
x2 + x – 12 = 0
cujas soluções representarão as soluções da
equação original. Assim sendo, e pela resolu-
ção destas equações, teremos:
Resposta: S = {1, 3}
S = {– 4, – 2, 1, 3}

Capítulo 08. Equações PV2D-08-MAT-11 61


Matemática Básica

03. Deteremine m, positivo, para o qual sas equações, mas temos um processo de re-
uma das raízes da equação x2 – 3mx + 5m = 0 é solução prático e seguro que nos conduz a
o dobro da outra. equações cuja resolução já conhecemos.
Resolução Vamos acompanhar o método por meio
As raízes são x1 e x2 de um exemplo.
x2 = 2x1 Resolver a equação:
Sabemos que
1 + 1 +1=1
−2
31 + 3 2 = =1
4 1º passo: Isolamos o radical num dos
x1 + 2x1 = 3m membros da equação. Se existir mais de um
radical, escolher um deles e isolar.
3x1 = 3m
31 = 1 1+1 =1−1
2x1 = 2m, então
2º passo: Elevamos ao quadrado os dois
1 = 11 membros da equação.

2 = 31 − 4
3
Como 1 ⋅ 2 =
1
, temos: 1 +1
1 1

m · 2m = 5m x + 3 = 9 – 6x + x2
2m2 = 5m x2 – 7x + 6 = 0
2m2 – 5m = 0
3º passo: Resolvemos a equação.
Se na primeira vez que elevarmos a equa-
ção ao quadrado, continuar a existir a raiz
quadrada, ela deve ser isolada e a equação
As raízes serão será novamente elevada ao quadrado tantas
11 = 2 = 1 2 vezes forem necessárias até que não exista
x2 = 2m = 5 mais nenhum radical.
1
Resposta: = x2 – 7x + 6 = 0
2
que resolvida: x = 1 ou x = 6.
8. Equações Irracionais
Equação Irracional é uma equação em que 4º passo: Dessa maneira, obtemos uma
há incógnita em um ou mais radicais. São outra equação que não tem, necessariamente,
equações irracionais: o mesmo conjunto verdade da equação pro-
1) 1 posta. Quase sempre, a última equação admi-
1+1 =2
te todas as raízes da primeira e mais algumas
2) 1+1= 1−2 raízes, chamadas de raízes estranhas, que não
são raízes da primeira equação.
3) 11 + 2 + 1 − 2 = 3
Para contornar este problema, iremos efe-
As raízes podem ter qualquer índice, mas tuar uma verificação para eliminar as raízes
no nosso estudo trataremos apenas das equa- estranhas e obter o conjunto solução correto.
ções irracionais que apresentarem raízes qua- Esta verificação consiste em substituir na
dradas. Não existe fórmula para resolver es- equação original os valores de x obtidos.

62 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 08. Equações


Matemática Básica

Observe: b) Resolver em R a equação


para x = 1: 1 + 2 + 1 = 2
11 − 11 + 2 −
1 3
+ 1 =4 1 ≠ 4
1 1
1 2
1 + 3=1
2 + 1 = 3 (V) Primeiro, arrumamos a equação:
para x = 6: + 2 + =2 1 2
11 + − 21 − + 3 = 4
11 1
1 +2=3
3+6=3 1 1 3 −21 1 3 +3= 4
2 4 2 4
1
+ 1
+ (1)
9 = 3 (F)
Notamos que 1 é solução da equação mas
6 não é, assim sendo: Faremos a seguinte troca:
S = {1} 1
+ =1
9. Mudança de Variável
Como já vimos a mudança de variável tem
o objetivo de facilitar a resolução de equa- Elevando ao quadrado, teremos:
ções que apresentem grau de dificuldade con-
2 2
siderável. Veremos alguns exemplos de reso- 11 + 1 + 1
= 2 1 ⇒ 1 1 + 1 = 21 − 1
lução a seguir. 1 1
Exemplos
a) Resolver em R a equação Substituindo em (1):
(t2 – 2) – 4t + 5 = 0
x4 – 5x2 + 4 = 0
t2 – 4t + 3 = 0
Mudar a variável x2 = t (1)
4 2
Evidentemente x = t , e teremos:

t2 – 5t + 4 = 0
Voltando à mudança variável:

1 1
1+ =2 1+ =1
1 1
Voltando em 1:
11 − 21 + 1 = 3 11 − 1 + 1 = 3
x2 = 4 x2 = 1
2± 4 1 ± −4
1=± 1 1=± 1 1= 1= 567 8 9

5 5
x=±2 x=±1
Daí, teremos:

Daí, teremos: 1=
12 1 − 2 1+ 2
4
45
S = {–2, –1, 1, 2}
3 3 3 6

Capítulo 08. Equações PV2D-08-MAT-11 63


Matemática Básica

Exercícios Resolvidos
Então, 4 e 1 são raízes, logo:
01. Resolver em R a equação:
S = {1, 4}
1 − 1 + 1 −2=3
123 02. Resolver em R a equação
23
Resolução 11 + 1 + =4
• Isolar o radical assinalado (pode ser o outro). 11 + 1

1 − 1 =2− 1 Resolução
Vamos fazer a substituição:
• Elevar ao quadrado:
1 (1)
+ 1 =1
1 1− 2 = 12 − 2
1 1

Teremos:
1 − 1=3−1 1 +1 12
1+ =3
• Isolar novamente o radical: 1
t2 + 15 = 8t
=3+ + −3
t2 – 8t + 15 = 0
1 = 21 + 3
• Elevar ao quadrado novamente:
36x = 4x2 + 16x + 16 Voltando a (1):
4x2 – 20x + 16 = 0 1÷2 1
11 + 1 = 2 11 + 1 = 1
x2 – 5x + 4 = 0
x = 4 ou x = 1 1 1 + 1 = 32 11 + 3 = 3
1 1 = 45 11 =
• Fazendo a verificação: 1=± 6 1=
para x = 4: 1 − 2 + 2 − 3 = 4 Daí, teremos:
1 +2−3=4 S = {–4, 0, 4} Verifique!
1+2–3=0 (V)

para x = 1: 1 − 2 + 2 − 3 = 4

1 +2−3=4
2+1–3=0 (V)

64 PV2D-08-MAT-11 Capítulo 08. Equações


Matemática 1
Matemática Básica

Capítulo 1
01. 06. Inatel-MG
Calcule: 0, 05 ⋅ 0, 75 ⋅ (0, 5)−2
O valor da expressão é equiva-
a) 23 0,125 ⋅ (0, 25)−1
b) 35 lente a:
c) 06
3
d) 1n, n Î N a) 0,5 d)
5
e) 24
1 3
f) (–2)4 b) e)
5 10
g) –24
h) (–1)41 c) 52
i) (–6)1
07.
j) 230
Simplifique a expressão:
0 2. UECE
Se a = 32 e b = a2, então o valor do produto ab é
igual a:
a) 36 08. Unifor-CE
b) 38
c) 96 A expressão é equivalente a:
d) 98
a) 0,03%
0 3. PUC-MG b) 0,15%
Se 2n = 15 e 2p = 20, o valor de 2n–p+3 é: c) 0,3%
a) 6 d) 1,5%
b) 8 e) 3%
c) 14
09. Fuvest-SP
d) 16
O valor de (0,2)3 + (0,16)2 é:
04. a) 0,0264
−3 −2
 −2   −5  b) 0,0336
Calcule:   −  
 5   2 
c) 0,1056
05. UFMG d) 0,2568
O valor da expressão (a–1 + b–1)–2 é:
e) 0,6256

a) 10. Fatec-SP
Se x e y são números reais tais que x = (0,25)0,25 e
b) y = 16–0,125, é verdade que:
a) x = y
b) x > y
c) a2 + b2
c)
PV2D-08-MAT-14

d) x – y é um número irracional.
d)
e) x + y é um número racional não inteiro.

65
11. UEL-PR Para recuperar o resultado que estava na tela, o pai
Simplificando-se a expressão deverá apertar as teclas:
33 −n + 3 ⋅ 32 −n − 9 ⋅ 31−n
9 ⋅ 32 − n
para n ∈ IR, obtém-se:
a) 1/6 d) 1 – 31 – n a)
b) 1/3 e) – 3n + 1
c) 6 · 3n – 1 b)

12. UFRGS-RS
c)
Durante os jogos Pan-Americanos de Santo Domingo,
os brasileiros perderam o ouro para os cubanos por 37
centésimos de segundo nas provas de remo. Dentre d)
as alternativas, o valor mais próximo desse tempo,
medido em horas, é: 19. Vunesp
a) 1,03 · 10–4 d) 1,3 · 10–3 Assinale a alternativa que contém a afirmação correta.
b) 1,3 · 10–4 e) 1,03 · 10–2 a) Para a e b reais, sendo a ≠ 0, (2a–1) b = (b/2a).
c) 1,03 · 10–3 b) Para quaisquer a e b reais, a2 · b3 = (ab)6.
13. c) Para quaisquer a e b reais, 5a + 4b = 9ab.
Sejam a = 43 · 56, b=2· 25 2 eg= 25 · 52 d) Para quaisquer a e b reais, se a3 = b3, a = b.
Determine a quantidade de algarismos do produto e) Para a e b reais, sendo a > 0 e b > 0,
a · b · g. (a 2 + b 2 ) = a + b .
14. Fuvest-SP 20.
Se 416 · 525 = a · 10n, com 1 ≤ a < 10, então n é igual a: Calcule o valor de (–1)n + (–1)2n + (–1)3n para:
a) 24 d) 27 a) n par; b) n ímpar.
b) 25 e) 28 21. Unicamp-SP
c) 26 A tabela abaixo fornece as áreas, em hectares, ocu-
padas com transgênicos em alguns países do mundo,
15. FGV-SP
nos anos de 1997 e 1998.
Os números inteiros x e y satisfazem a equação
2x+3 + 2x+1 = 5y+3 + 3 · 5y. Então, x – y é: País 1997 1998
a) 8 c) 9 e) 7 Estados Unidos 8,1 · 106 20,5 · 106
b) 5 d) 6 Argentina 1,4 · 106 4,3 · 106
16. Fatec-SP Canadá 1,3 · 106 2,8 · 106
Considere que a massa de um próton é 1,7 · 10–27 kg, Outros países 2,0 · 105 3,4 · 106
o que corresponde a cerca de 1.800 vezes a massa
de um elétron. O Estado de S. Paulo, 18/07/1999.
Dessas informações é correto concluir que a massa Considerando apenas o que consta nessa tabela,
do elétron é, aproximadamente: pergunta-se:
a) 9 · 10–30 kg d) 2,8 · 10–31 kg Qual era a área total, em hectares, ocupada com
b) 0,9 · 10–30 kg e) 2,8 · 10–33 kg transgênicos em 1997?
c) 0,9 · 10–31 kg 22. UFES
17. Fuvest-SP Se a e b são dois números reais e 2a = m e 2b = n,
Dos números abaixo, o que está mais próximo de então 4a – b é igual a:

é: a) 2(m – n) c) e)

a) 0,625 d) 625
b) 6,25 e) 6.250 b) d)
c) 62,5
18. UFRN 23. FCC-SP
Uma calculadora apresentava, em sua tela, o resul- Se (x-1 + y-1)-1 = 2, então y é igual a:
tado da soma dos gastos do mês realizados por um x 2x x
a) c) e)
pai “coruja” que permitiu a seu filho apertar algumas 1 − 2x x−2 1+ x
teclas, alterando esse resultado. O pai observou que
x
o menino havia apertado as teclas, uma única vez, na b) − d) x − 2
ordem mostrada na figura 1. 1 − 2x 2x
66
Capítulo 2
24. 29. UECE
Dê o valor de:
A expressão numérica é igual a:
a)
a)
b)
b)
c)
c)
d)
d)
e) 30. UFAL

f) A expressão é igual a:
a) 0
g)
b)
h) c) 10 –

25. Inatel-MG d) 3
e) 90
Sendo e , calcule
o valor de . 31. ESA-RJ
Simplificando , obtemos:
26.
a)
Calcule:
a) b)
c)
b)
d)
27. Unifor-CE e)
Em qual das alternativas seguintes não está expresso
um número inteiro? 32. FGV-SP
a) (0,125)–1 Seja .
b) Podemos afirmar que M2 é:

c) 3 · (0,666...) a) primo.
b) múltiplo de 6.
d) c) divisor de 10.

e) d) ímpar.
e) maior que 14.

28. UPF-RS 33.


Forme uma sucessão decrescente com os números
Sendo , então A–1 vale: reais , e 2.

a) 4 34.
Calcule:
b) 8
c) 1/4 a)
PV2D-08-MAT-14

d) 1/8
b)
e) 14

67
35. Unimep-SP escocês John Napier e aperfeiçoado pelo matemático
O numeral mais simples que podemos dar à expressão inglês Henry Briggs, baseia-se no uso de tabelas, onde
números são escritos na forma de potências de dez, e
é: na manipulação dessas potências por meio de deter-
minadas propriedades dos números reais. Com base
a) 0 na tabela abaixo, onde alguns números são escritos
como potências de dez, é correto afirmar que:
b)

c)

d)

3
e)
16

36.
Simplificar:
01. 1 + 16,36258818 · 32,55127469 = 533,6231025.
a)
02. .
b) 04. 100279,694 : 129,852708 < 77,6243.
08. (77,62471166)3 + 10 = 4677350,1412
37.
41. Inatel-MG
Calcule o valor de cada expressão:
O quociente de 83x–4 por é:
a) a) 2 d) 1
b) 28x–10 e) 2x
b) c) 45x–7
42. FRB-BA
38. UFC-CE Considere as igualdades I, II, III e IV, abaixo.
O valor exato de é:
 31 -2
1
 1
a) 12 d) 9 I.  10 ⋅10 ⋅10 2  = 6 7
  10
b) 11 e) 8
II. 0,0317 = 31,7·102
c) 10
324
III. 0,32727... =
39. ESPM-SP 990

213 + 216 IV. 3+ 2= 5


Simplificando a expressão , obtemos:
215
A partir dos dados, é correto afirmar:
a) 2 01. As quatro igualdades são verdadeiras.
b) 1,5 02. Apenas II e IV são verdadeiras.
c) 2,25 04. São todas falsas.
08. Somente a I é verdadeira.
d) 27
16. São verdadeiras as igualdades I e III.
e) 1 32. A igualdade III é verdadeira.

40. UFMS 43. EFOA-MG


No final do século XVI e início do século XVII, em  
meio a buscas de métodos que simplificassem os Calculando o valor da expressão  a ⋅ a-1 a-1 a-1  ,
cálculos excessivamente trabalhosos de problemas  
da época, especialmente os de astronomia, surgiu um encontraremos:
método que, até o aparecimento das calculadoras, era 1
bastante usado para reduzir o grau de dificuldade na a) 6 d) 8
a
a
manipulação de números de muitos dígitos no que se
refere à multiplicação, à divisão e até mesmo à poten- b) 4 · a-1 e) a-1
ciação. Esse método, que foi criado pelo matemático
c) a-1
68
44. FGV-SP 48.
O valor da expressão a x b x , para a = 100, b = 1000 Calcule:
e x = 0,09, é:
a) 101,08
27
b) 10100
21
c) 10100 49. PUC-RJ
d) 101,09
Se , então:
e) 101,03
a) x é o inverso de y.
45. Mackenzie-SP b) x é o dobro de y.
 1  3  1  c) x é a metade de y.
I. Se k +   = 3, então k +  3   = 3 2 d) x=y
k    k 
e) x2 < y2

(3 + 5 ) + ( )
2
50. PUC-SP
II.  3 − 5  = 10
 
Se 2+ 3= (5 + 2 n ) , o valor de n é:
III. Não existe x real tal que
(
 x2 − 4x + 4

)  = x − 2 a) 0 d) 5
b) 2 e) 6
 ( x − 2) 
  c) 3
Relativamente às afirmações anteriores, é correto
afirmar que: 51. UCSal-BA
a) todas são verdadeiras. 1 1
Se x = 3 − 3 + − , então:
b) todas são falsas. 3+ 3 3 −3
c) somente I e II são verdadeiras. a) x ≥ 5
d) somente I e III são verdadeiras.
b) 3 ≤ x < 5
e) somente II e III são verdadeiras.
c) 1 ≤ x < 3
46. ITA-SP
d) 0 ≤ x < 1
Sobre o número , é correto afirmar
e) x < 0
que:
a) x Î ]0, 2[. 52. Fuvest-SP
b) x é racional.
2 2
− é igual a:
c) é irracional. 5− 3 32
d) x2 é irracional.
e) x Î ]2, 3[. a) 5+ 3+34

47. b) 5+ 3−32
Racionalize os denominadores e simplifique, se pos- c) 5− 3−32
sível, as frações.
d) 5+ 3−34
a)
e) 5− 3−34

b) 53. UEPB
Calculando o valor de 9–0,333..., obtemos:

c) a) d)

d) b) e)
PV2D-08-MAT-14

e) c)

69
54. 59. UFV-MG
Determine qual dos números a seguir é o maior.
Se a é um número real tal que 0 < a < 1, então a relação
entre os números x = a, y = a e z = a2 é:
ou
a) x < y < z
b) x < z < y
55. UEL-PR c) y < z < x
O valor da expressão d) z < y < x

(x 2
)
− 10 x + 25 − (x 2
)
+ 10 x + 25 , para x = 3,75, é: e) z < x < y

a) – 22
60. Unifor-CE
b) – 17,775
c) – 15 Efetuando-se , obtém-se:
d) – 11,375
e) – 7,5
a) d)
56. Fuvest-SP
b) e)
O valor da expressão é:

c)

61. Inatel-MG

A expressão é equivalente a:

57. Uespi

A expressão , na forma racionalizada,

é igual a:

62. Cesgranrio-RJ

Sendo x > 0, com denominador racionalizado, a razão

torna-se:

58.
Efetue:

a)

b)

70
63. ITA-SP 68. Favic-BA
O menor inteiro positivo n para o qual a diferença 2 x +1
n − n − 1 fica menor que 0,01 é: Simplificando-se a expressão para
x +1− x −1
a) 2499 d) 3600 x > 1, obtém-se:
b) 2501 e) 4900
c) 2500 2
a) − x − 1 − x − 1
64. Unifor-CE
b) − x + 1 − x 2 − 1
Se , então:
c) x − 1 + x 2 − 1
a) x<y<z
b) y<x<z d) x + 1 + x 2 − 1
c) z<y<x
d) x<z<y e) x + 1 − x 2 − 1
e) z<x<y
69. Unifor-CE
65.
Dados os produtos notáveis: Simplificando-se ,
e obtém-se:
,
racionalize os denominadores das frações: a) d)

a) b)
b) e) 6

66. c)
5
Usando 10 = 3,16, calcule o valor de . 70.
8
a) Racionalize os denominadores das frações:
67. Uneb-BA
O valor da expressão
0
 5 +1 5 − 1  1 1
 + −2   − é:
 5 − 1 5 + 1  5  1, 333...

a) – 2 d) 1
1
b) − e) 2
2 b) Calcule o valor de:
1
c)
2

Capítulo 3
71. 73.
Desenvolva os produtos notáveis: Desenvolva os produtos notáveis:
a) (2x + 3y)2 a) (x + 2y)3
b) (2x – y)3
b) (5x – 2y)2
c) (2x – 2y)3
c) (3a2 – b)2
74.
72.
Desenvolva os produtos notáveis:
Desenvolva os produtos notáveis:
 1  1
a) (x – 2y)(x + 2y) a)  x +   x − 
 x  x
PV2D-08-MAT-14

b) (a3 – 2b)(a3 + 2b)


 x y  x y 
c) (2xy + z2)(2xy - z2) b)  +   − 
 y x  y x 

71
75. 85.
Sendo x + y = 4 e x · y = 5, então x2 + y2 é igual a: Sendo x2 + y2 = 65 e x · y = 28, então x + y é igual a:
a) 6 d) 10 a) ± 5 d) ± 11
b) 4 e) – 1
b) ± 7 e) ± 13
c) – 6
c) ± 9
76.
86. ETF-RJ
Calcule 31 · 29 usando produto notável.
Qual a expressão que deve ser somada a x2 – 6x + 5
77. Ibmec-SP para que resulte o quadrado de (x – 3)?
A diferença entre o quadrado da soma e o quadrado a) 3x
da diferença de dois números reais é igual: b) 4x
a) à diferença dos quadrados dos dois números. c) 3
b) à soma dos quadrados dos dois números. d) 4
c) à diferença dos dois números. e) 3x + 4x
d) ao dobro do produto dos números.
87.
e) ao quádruplo do produto dos números.
1 1
Sendo x + = 2 , determine x 3 + 3 .
78. ESPM-SP x x
A expressão (a + b + c)2 é igual a: 88.
a) a2 + 2ab +b2 + c2 Desenvolva: (x – 1)2 – (2x + 4)(2x – 4).
b) a2 + b2 + c2 + 2ab + 2ac + 2bc
89. Fuvest-SP
c) a2 + b2 + c2 + 2abc
A diferença entre o cubo da soma de dois números
d) a2 + b2 + c2 + 4abc
inteiros e a soma de seus cubos pode ser:
e) a2 + 2ab + b2 + 2bc + c2
a) 4
79. b) 5
2 2
 1  1 c) 6
Sendo A =  x +  e B =  x −  , calcule (A + B)2.
 x  x d) 7
80. e) 8
Assinale a expressão que não é um trinômio quadrado
perfeito. 90. Fuvest-SP
a) a2 – 2a + 1 1 1
Se x + = b , calcule x 2 + 2 em função de b.
b) x4 – 4x2y + 4y2 x x
c) 1 – 2a4 + a8
91.
d) x2 + 2xy + y2
Num paralelepípedo retângulo de dimensões a, b e c,
e) x2 + 6x + 16
sabe-se que a área total S e a diagonal d são dadas
pelas fórmulas:
81.
3 S = 2ab + 2ac + 2bc
 1
Desenvolva:  a + 
 a d = a2 + b2 + c 2
Dado um paralelepípedo retângulo com S = 108 e
82. Fatec-SP
d = 6, obtenha a + b + c.
Efetuando-se (579.865)2 – (579.863)2, obtém-se:
a) 4 92.
b) 2.319.456 Sendo a um número inteiro positivo, x = a + a –1 e
c) 2.319.448 y = a2 + a–2 . É correto afirmar que:
d) 2.086.246 a) x2 = y
e) 1.159.728 b) x2 = y + 1
c) x2 = y – 1
83.
2 d) x2 = y + 2
 
Desenvolva:  x + y  e) x2 = y – 2
y x
93.
84. 1 1
 1
2
 1
2
Sendo x 2 − = 5 , então quanto vale x 4 + 4 ?
Sendo A =  e x + x  e B =  e x − x  , calcule (A + B)2. x2 x
 e   e 

72
94. UFPR 95.
Se 2x + 2-x = 3, o valor de 8x + 8-x é: Sendo E2 = 1 + 1155 ⋅ 1157 , com E > 0, então:
a) 12
a) E = 26
b) 18
b) E = 28
c) 21
c) E = 32
d) 24
d) E = 34
e) 28
e) E = 36

Capítulo 4
96. FGV-SP a) 8x3
2
m +m b) 8x3 – 12x2 – 2
Simplificando-se a fração , obtém-se:
5 m2 + 10 m + 5 c) 2x3
1 m +1 d) 8x3 + 1
a) d)
11 5m e) 8x3 + 12x2 + 6x – 6
m m 1
b) e) 107. F.M. Santos-SP
5 m + 1 5 m + 1
Calcule 9342872 – 9342862.
m a) 1868573 d) 1
c)
5 m - 1
b) 1975441 e) 934288
97. c) 2
Fatore as seguintes expressões algébricas:
a) mn + mx + x2 + nx 108.
b) x4 - 81a4 a2 − 8a + 16
Simplificando a fração , obtém-se
ab + 4a − 4b − 16
98.
Fatore a expressão: 8x3 – 6x2

99.
Fatore a expressão: x3 – x2 + x – 1

100.
Fatore o polinômio ab3 + 7ab2 – 3ab e dê o valor nu-
mérico sabendo que ab = 6 e b2 + 7b = 20.
109.
101.
Determine o valor numérico da expressão
Fatore a expressão: x2 – 25y2
x 2 − 36
para x = 36.
102. x 2 − 12x + 36
Fatore a expressão: x3y2 + x5y3 + x2y4 110.
1− x 8
O valor da expressão para
103. (1+ x ) ⋅ (1+ x 2 ) ⋅ (1 + x 4 )
x = 101 é:
Fatore a expressão: x4 y2 – x2 y4
a) – 100 d) – 101
104. b) – 10 e) – 1.000
Fatore completamente a expressão: c) – 10,1
x3 + x2 + 2ax2 + 2ax + a2x + a2
111.
105. Fatore: a4 + 5a2 + 9
x2 − 6x + 9
Determine o valor numérico da expressão
2x − 6 112.
para x = 32. Fatore: (x2 + 2xy + y2) + 2(x + y) + 1
PV2D-08-MAT-14

106. FCMSC-SP 113.


A soma 1(2x + 1)3 –3(2x + 1)2 + 3(2x + 1) – 1 equi- Fatore completamente a expressão:
vale a: (x2 + y2)2 – 4x2y2
73
114. 126.
Fatore completamente a expressão: Sendo (a + b)2 = 900 e ab = 200, calcule o valor de
y(xy + y – 2x – 2) + x + 1
a2 + b2.
115. 127.
Liber quadrattorum é uma obra brilhante, publicada
Sabe-se que 2x + y = 10 e 2x – y = 2, então calcule o
em 1225 por Leonardo de Pisa (Fibonacci). Nes-
se livro, o autor usa freqüentemente a identidade valor de 4x2 – y2.
(ac + bd)2 + (bc – ad)2 = (a2 + b2) (c2 + d2), conhecida 128. PUC-MG
por alguns como identidade de Fibonacci. Demonstre A diferença entre os quadrados de dois números ím-
essa igualdade. pares, positivos e consecutivos é 40. Esses números
pertencem ao intervalo:
116.
a) [3, 9] d) [10, 15]
Sendo A = x2 – 2x + 1, calcule A2 – 2A + 1.
b) [4, 10] e) [11, 14]
117. c) [8, 14]
Fatore: 100 – (3x – y)2 129. Vunesp
118. Por hipótese, considere
a = b
Fatore: 24a2b5 + 32a5b6 – 8a2b2 – 16a2b3 Multiplique ambos os membros por a
a2 = ab
119.
Subtraia de ambos os membros b2
Fatore: a4 + 6a3 + 10a2 + 6a + 9 a2 – b2 = ab – b2
Fatore os termos de ambos os membros
120. (a + b) · (a – b) = b(a – b)
a 4 + a2 + 1 Simplifique os fatores comuns
Simplifique a expressão: (a + b) = b
a2 + a + 1
Use a hipótese que a = b
121. 2b = b
Fatore as expressões: Simplifique a equação e obtenha
a) x2 – 4x + 3 2 = 1
b) – x2 + 4x - 3 A explicação para isto é:
a) a álgebra moderna quando aplicada à teoria dos
122. conjuntos prêve tal resultado.
Fatore as expressões: b) a hipótese não pode ser feita, pois como 2 = 1, a
a) 1 + 27x3 deveria ser (b + 1).
b) 8x3 + 27y3 c) na simplificação dos fatores comuns ocorreu divi-
são por zero, gerando o absurdo.
123. d) na fatoração, faltou um termo igual a – 2ab no
Fatore as expressões: membro esquerdo.
e) na fatoração, faltou um termo igual a +2ab no
a) a3 – 8b3
membro esquerdo.
b) x3y3 – 64z3
130.
124. Simplifique a expressão:
Fatore a expressão: 2y2 + y – 1 x3 − y3 x3 + y3

x−y x+y
125. Vunesp 131.
2
A expressão , para x ≠ ± 1 e x ≠ – 2, Fatore a expressão: x − (1 + 2 )x + 2
é equivalente a:
132.
Fatore a expressão: x6 - y6
a) d)
133.
b) e) 2x 2 − 2x − 12
Simplifique a expressão:
4 x 2 − 24 x + 36

c) 134.
x3 − 8
Simplifique a expressão: 2
2x + 4 x + 8
74
135. 141.
a2 + 5b + 5ab + a Determine o valor numérico da expressão
Simplifique a expressão:
a2 + ab − 20b2 2x 3 − 16
E= 2 , para x = 2768
4 x + 8 x + 16
136.
x 2 + ax − 6a2
Simplifique a expressão: 142. ESPM-SP
x 3 − 8a3
137. PUC-MG O valor da expressão x3 − x para x = 998 é:
Ao fatorar a diferença de dois cubos, obtém-se um x + 3 x 2 + 2x
3

produto de dois fatores, de acordo com a identidade: a) 0,998 d) 0,995


a3 – b3 = (a – b)(a2 + ab + b2). Utilizando-se essa infor-
mação, pode-se afirmar que o valor da expressão b) 0,997 e) 0,994
c) 0,996
, para , é:
143. UFG-GO
(x + y) − 2y ( y + x )
3 2

a) 0 c) 10 Simplificando , temos:
x − y2
2

b) 6 d) 12
(x + y)
2
x2 + y2
a) d)
138. Fatec-SP x−y x−y

O valor da expressão , para , é: b) x – y e) x + y

c) x – y – 2x2y
a) d) – 0,75
144.
b) e) Determine o valor numérico da expressão
x 6 − 64 x 4 + 4 x 2 + 16
E= para x = 98.
c) 2 x−2 x+2

139. 145. UFU-MG


Sendo (a + b)3 = a3 + 3a2b + 3ab2 + b3 e (a – b)3 =
a3 – 3a2b + 3ab2 – b3 , fatore as expressões: Sabendo-se que , qual é o
valor da expressão
a) 8x3 + 12x2 + 6x + 1
?
b) 8a3 – 12a2b + 6ab2 – b3

140. a) 30 d) 60/7
x 3 − 27 b) 30/7 e) 25
Simplifique a expressão: 3
x − 9 x 2 + 27 x − 27 c) 60

Capítulo 5
146. 148. FGV-SP
Represente as porcentagens na forma decimal e os Carlos recebeu R$ 240.000,00 pela venda de um imóvel.
decimais e frações na forma de porcentagem. Gastou metade dessa quantia na compra de um aparta-
a) 64% d) 1,35% mento no litoral e investiu em dinheiro que resultou em
fundos de investimentos de três instituições financeiras:
b) 142,7% e) 40% no banco A, 30% no banco B e 30% no banco C.
Após um ano, vendeu o apartamento do litoral por R$
144.000,00 e resgatou as aplicações, cujos rendimen-
c) 0,37% f) tos anuais foram de + 20%, – 10% e + 30%, respectiva-
mente, nos bancos A, B e C. É correto afirmar que, em
147. um ano, Carlos aumentou o capital de R$ 240.000,00,
recebido inicialmente, em:
PV2D-08-MAT-14

Calcule o valor de:


a) 80% d) 17%
a) 30% de 84 c) 0,1% de 460
b) 18,50% e) 20%
b) 2,5% de 44 d) 125% de 540
c) 36%

75
149. Unicap-PE 152. UFV-MG
Determine, em reais, 10% do valor de um bem, saben- Observando a figura, podemos dizer que a razão entre
do que 15% do preço do citado bem é R$ 18,00. a área colorida e a área do triângulo MNP é expressa,
na forma percentual, por:
150. UFRGS-RS
O gráfico abaixo representa o valor de um dólar em
reais em diferentes datas do ano de 2003.

a) 37,5% d) 53%
b) 37% e) 62,5%
c) 63%
153. UFPE
Se a liga A contém 25% de ouro e 75% de prata e a liga
B contém 55% de ouro e 45% de prata, quantos gramas
da liga A se deve misturar com a liga B de modo a se
obter 120 g de uma liga com a mesma concentração
A partir desses dados, pode-se afirmar que, no primeiro de ouro e prata?
semestre de 2003, o real, em relação ao dólar:
154. Fuvest-SP
a) desvalorizou 0,661.
Num colégio com 1.000 alunos, 65% dos quais são do
b) desvalorizou mais de 10%.
sexo masculino, todos os estudantes foram convidados
c) manteve seu valor. a opinar sobre o novo plano econômico do governo.
d) valorizou menos de 10%. Apurados os resultados, verificou-se que 40% dos
e) valorizou mais de 20%. homens e 50% das mulheres manifestaram-se favo-
ravelmente ao plano. A porcentagem de estudantes
151. Unirio-RJ favoráveis ao plano vale:
Apesar de a explosão do DVD no Brasil, no século XXI, a) 43,5% d) 17,5%
as grandes redes de locadoras ainda mantêm, em seu
acervo, uma grande variedade de títulos em VHS. b) 45% e) 26%
Observe os quadros I e II, anunciados em uma locadora. c) 90%
Quadro I
155. Vunesp
Quantidade Se um em cada 320 habitantes de uma cidade é en-
genheiro, então a porcentagem de engenheiros nessa
DVD VHS cidade é dada por:
a) 0,32% d) 0,3125%
Lançamentos 400 500
b) 3,2% e) 3,125%
Catálogo 1.200 2.000 c) 0,3215%

Quadro II 156. Inatel-MG


Nas últimas eleições presidenciais de um determinado
Preço em reais país, em que 9% dos eleitores votaram em branco e
11% anularam o voto, o vencedor obteve 51% dos
2ª a 4ª feira 5ª a Domingo votos válidos. Não são considerados válidos os votos
em branco e nulos.
Lançamentos 4 7
Pode-se afirmar que o vencedor, de fato, obteve de to-
Catálogo 2 5 dos os eleitores um percentual de votos da ordem de:
a) 38% d) 47%
Suponha que, num sábado, seja feita a locação de b) 41% e) 50%
60% dos lançamentos em DVD e de 80% dos filmes c) 44%
em catálogo em VHS.
O faturamento desta locadora, nesse sábado, será 157. Fuvest-SP
de: Em uma prova de 25 questões, cada resposta certa
a) R$ 9.680,00 vale + 0,4 e cada resposta errada vale – 0,1. Um aluno
resolveu todas as questões e teve nota 0,5. Qual a
b) R$ 9.168,00
porcentagem de acertos desse aluno?
c) R$ 8.240,00 a) 25% d) 16%
d) R$ 4.160,00 b) 24% e) 5%
e) R$ 2.480,00 c) 20%
76
158. Fuvest-SP 161. UFG-GO
Um recipiente contém uma mistura de leite natural e Hoje, são fabricados veículos, denominados flex, que
leite de soja num total de 200 litros, dos quais 25% são podem ser abastecidos com gasolina e/ou com álcool.
de leite natural. Qual a quantidade de leite de soja que O preço de um modelo flex é R$ 24.464,00 e o preço
deve ser acrescentada a essa mistura para que venha do mesmo veículo convencional é R$ 22.000,00.
a conter 20% de leite natural? Considere que o consumo usando apenas álcool,
no modelo flex, seja 30% maior que o consumo de
159. Vunesp gasolina no veículo convencional ou flex, e que o
Uma pesquisa realizada com pessoas com idade preço do litro de álcool seja 50% menor que o preço
maior ou igual a sessenta anos residentes na cidade do litro de gasolina. Quantos dias, no mínimo, serão
de São Paulo, publicada na revista Pesquisa/Fapesp necessários para que um taxista recupere o valor
de maio de 2003, mostrou que, dentre os idosos pago a mais no modelo flex, usando apenas álcool,
que nunca freqüentaram a escola, 17% apresentam se ele gasta 40 litros de gasolina todo dia com preço
algum tipo de problema cognitivo (perda de memória, de R$ 2,00 o litro?
de raciocínio e de outras funções cerebrais). Se a) 115
dentre 2.000 idosos pesquisados, um em cada cinco b) 90
nunca foi à escola, o número de idosos pesquisados c) 88
nessa situação e que apresentam algum tipo de d) 77
problema cognitivo é: e) 65
a) 680
162. UFV-MG
b) 400
A coleta seletiva permite a reciclagem de boa parte
c) 240 do lixo, trazendo economia para o país e evitando os
d) 168 perigos que os lixões representam para as nossas
e) 68 cidades. Segundo uma fonte de pesquisa, na cidade
de Curitiba, capital do Paraná, 99,2% da população
160. Unifesp têm acesso ao serviço de coleta seletiva, porém a
mesma fonte de pesquisa informa que, de 5.000
Num determinado local, o litro de combustível,
municípios brasileiros, apenas 135 possuem esse
composto de 75% de gasolina e 25% de álcool, é
tipo de coleta. Consciente de que este é um proble-
comercializado ao preço de R$ 2,05, sendo o litro
ma sério e de que os cidadãos devem trabalhar para
de álcool comercializado ao preço de R$ 1,00. Se os
que se criem políticas de reciclagem do lixo no maior
preços são mantidos proporcionais, o preço do litro
de gasolina é: número de cidades possível, calcule, com base nas
informações acima, a porcentagem dos municípios
a) R$ 2,15 brasileiros onde acontece a coleta seletiva do lixo. A
b) R$ 2,20 porcentagem correta é:
c) R$ 2,30 a) 7,5% d) 5,7%
d) R$ 2,40 b) 2,7% e) 6,7%
e) R$ 3,05 c) 8,5%

163. UFG-GO
A tabela abaixo descreve os valores gastos, no primeiro ano de vida, com cachorros e gatos.
O custo da dedicação:

Preço do Consulta Total do


Vacinas Ração Higiene Acessórios
animal veterinária 1º ano**
Cachorro
80 reais 180 reais 1.080 reais 650 reais 130 reais 2.120 reais
900 reais
Gato
95 reais 150 reais 180 reais 630 reais 175 reais 1.230 reais
1.000 reais
*Preço das raças mais vendidas, com pedigree ** Sem o preço do animal
Veja, São Paulo, 27 jul. 2005, p. 118. [Adaptado]

De acordo com a tabela, para um cachorro e um gato, o gasto com ração, no primeiro ano, representa em
relação ao custo total, incluindo o preço dos animais, a porcentagem de:
a) 52% d) 36%
PV2D-08-MAT-14

b) 48% e) 24%
c) 42%

77
As informações a seguir referem-se às questões 167. ITA-SP
164 e 165. Certa liga contém 20% de cobre e 5% de estanho.
O gráfico ilustra a evolução do número total de forma- Quantos quilos de cobre e quantos quilos de estanho
dos, nas universidades brasileiras, em milhares, de devem ser adicionados a 100 quilos dessa liga para
1962 a 2002, de dez em dez anos. a obtenção de uma outra com 30% de cobre e 10%
de estanho?

168.
Um objeto custa R$ 540,00 e é vendido por R$ 810,00.
Calcule:
a) a porcentagem de lucro em relação ao preço de
custo;
b) a porcentagem de lucro em relação ao preço de
venda.

169. Fuvest-SP
Um comerciante compra calças, camisas e saias e as
revende com lucro de 20%, 40% e 30% respectivamen-
164. Uespi te. O preço x que o comerciante paga por uma calça é
Qual das afirmações seguintes está em desacordo três vezes o que ele paga por uma camisa e duas vezes
com os dados do gráfico? o que ele paga por uma saia. Certo dia, um cliente
comprou duas calças, duas camisas e duas saias e
a) Entre 1962 e 2002, o número de formados cresceu
obteve um desconto de 10% sobre o preço total.
2.235%.
a) Quanto esse cliente pagou por sua compra, em
b) O número de formados em 2002 foi inferior ao
função de x?
dobro do número de formados em 1992.
b) Qual o lucro aproximado, em porcentagem, obtido
c) Em relação a 1982, o número de formados em
pelo comerciante nessa venda?
1992 cresceu mais de 4%.
d) Entre 1962 e 1972, o número de formados cresceu 170. Fuvest-SP
385%.
Um vendedor ambulante vende os seus produtos com
e) O número de formados em 1982 foi inferior ao triplo lucro de 50% sobre o preço de venda. Então o seu
do número de formados em 1972. lucro sobre o preço de custo é de:
165. Uespi a) 10%
Em 2003, o mercado de trabalho absorveu 40% dos for- b) 25%
mados de 2002. Quantos formados de 2002 não foram c) 33,333...%
absorvidos pelo mercado de trabalho em 2003?
d) 100%
a) 280.200
e) 120%
b) 270.300
c) 260.400 171.
d) 250.500 Uma mercadoria foi comprada e vendida sucessiva-
e) 260.600 mente por dois negociantes. O primeiro obteve um
lucro de 12% sobre o respectivo preço de compra. O
166. UERJ (modificado) segundo a negociou com um lucro de 20% sobre o
Um litro de combustível para aviões a jato tem massa respectivo preço de compra. Calcule o preço pelo qual
igual a 1,8 libras, medida de unidades no sistema o segundo negociante vendeu a mercadoria, sabendo
inglês. A mesma massa, no sistema internacional de que o primeiro a adquiriu por R$ 2.000,00.
unidades, equivale a 810 g.
Suponha que o tanque de um determinado tipo de 172. FGV-SP
avião, quando cheio, contém 900 kg de combustível.
Um lucro de 30% sobre o preço de venda de uma
Despreze possíveis influências de temperatura e de
pressão. mercadoria representa que porcentagem sobre o preço
Se, por um engano, o avião for abastecido com 900 de custo da mesma mercadoria?
libras ao invés de 900 kg, qual a porcentagem preen- a) 30%
chida do tanque desse avião? b) 15%
a) 9% c) 42,86%
b) 45% d) 7,5%
c) 50% e) 21,42%
d) 90%

78
173. 178.
Um negociante vendeu mercadorias compradas a Um motor vendido por R$1.200,00 deu um lucro de
R$ 4.000,00 por R$ 5.000,00. De quantos por cento 20% sobre o valor de venda. Qual o valor de custo
foi seu lucro sobre o preço de compra e sobre o preço desse motor?
de venda?
179. FGV-SP
174. PUC-SP Augusto comprou dois terrenos pagando um total de
A semi-reta representada no gráfico seguinte expressa R$ 45.000,00. O primeiro foi vendido com um lucro
o custo de produção C, em reais, de n quilos de certo igual a 20% do preço de custo; já o segundo foi vendido
produto. com um prejuízo de 10% do preço de custo. Todavia, no
total, Augusto acabou ainda lucrando R$ 3.000,00 em
relação ao que pagou. A diferença (em valor absoluto)
entre os preços pagos na compra foi de:
a) R$ 3.500,00
b) R$ 4.000,00
c) R$ 4.500,00
d) R$ 5.000,00
e) R$ 5.500,00
Se o fabricante vender um quilo desse produto pelo
preço de R$ 102,00, a porcentagem de lucro sobre o 180. Uespi
preço de custo será de: Joana e Marta vendem um perfume a domicílio. Joana
a) 25% d) 15% dá desconto de R$ 10,00 sobre o preço do perfume
b) 20% e) 14% e recebe de comissão 15% do preço de venda. Marta
vende o mesmo perfume com desconto de R$ 20,00 e
c) 18%
recebe 30% de comissão sobre o preço de venda. Se
175. FGV-SP as duas recebem o mesmo valor de comissão, qual o
preço do perfume?
Uma fábrica de camisas tem um custo mensal
dado por C = 5.000 + 15x, em que x é o número a) R$ 26,00
de camisas produzidas por mês. Cada camisa é b) R$ 27,00
vendida por R$ 25,00. Atualmente, o lucro mensal c) R$ 28,00
é de R$ 2.000,00. Para dobrar esse lucro, a fábrica
d) R$ 29,00
deverá produzir e vender mensalmente:
a) o dobro do que produz e vende. e) R$ 30,00
b) 100 unidades a mais do que produz e vende. 181. Vunesp
c) 200 unidades a mais do que produz e vende.
O lucro líquido mensal de um produtor rural com a venda
d) 300 unidades a mais do que produz e vende. de leite é de R$ 2.580,00. O custo de produção de cada
e) 50% a mais do que produz e vende. litro de leite, vendido por R$ 0,52, é de R$ 0,32. Para
aumentar em exatamente 30% o seu lucro líquido
176. FGV-SP mensal, considerando que os valores do custo de
Uma fábrica de bolsas tem um custo fixo mensal de produção e do lucro, por litro de leite, permaneçam
R$ 5.000,00. Cada bolsa fabricada custa R$ 25,00 e os mesmos, quantos litros a mais de leite o produtor
é vendida por R$ 45,00. precisa vender mensalmente?
Para que a fábrica tenha um lucro mensal de
a) 16.770
R$ 4.000,00, ela deverá fabricar e vender mensal-
mente x bolsas. O valor de x é: b) 12.900
a) 300 c) 5.700
b) 350 d) 3.870
c) 400 e) 3.270
d) 450
182. Fafeod-MG
e) 500
Um vendedor resolve aumentar o preço de venda de
177. Fuvest-SP um determinado produto em 30%. Sabendo-se que
Uma certa mercadoria, que custava R$ 12,50, teve um o lucro do vendedor antes do aumento era de 15% e
aumento, passando a custar R$ 13,50. A majoração que não houve alteração no preço de custo, podemos
sobre o preço antigo é de: afirmar que após o aumento seu lucro é de:
a) 1,0% a) 18%
b) 10,0% b) 15%
PV2D-08-MAT-14

c) 12,5% c) 45%
d) 8,0% d) 49,5%
e) 10,8% e) 19,5%

79
183. UFES Segundo a Petrobras, a participação de veículos
bicombustíveis nas vendas de veículos leves atin-
Energia, política e economia giu a taxa de 10% em outubro de 2003 e cresceu
linearmente até atingir 30% em setembro de 2004.
Automóveis bicombustíveis, que estão cada vez Se continuar crescendo linearmente, essa taxa
mais populares no Brasil, são aqueles que podem atingirá 70% em:
ser abastecidos com álcool, gasolina ou ambos a) fevereiro de 2006.
em qualquer proporção. O aumento do preço do
b) julho de 2006.
petróleo em relação ao álcool, a menor emissão
de poluentes no ar e a comodidade são fatores c) dezembro de 2006.
que têm levado muitos consumidores a optarem d) março de 2007.
pela compra desses modelos de carro. e) maio de 2007.

184. FGV-SP
Parabéns! Você foi aprovado no vestibular da FGV e durante os quatro primeiros semestres do curso destacou-
se com boas notas. Agora, no final do quinto semestre, tenta conseguir um estágio em uma grande empresa.
Uma das fases do teste de admissão consiste em calcular o valor líquido que deve receber um funcionário
demitido da empresa.
À sua frente há duas tabelas: uma delas contém instruções para calcular as quantias a que um funcionário faz jus
nesta hipótese e os descontos legais correspondentes; na outra, o modelo de um termo de rescisão contratual
que deverá ser preenchido com os valores calculados a partir das instruções. Mãos à obra!
Cálculo do valor líquido a receber pelo funcionário J.J. Silva Xavier, demitido em 30/09/2005 e cujo salário
mensal é R$ 3.600,00:
Retorno Saldo do Salário
Admissão Demissão
das férias FGTS mensal
01/02/2000 30/09/2005 31/01/2005 R$ 15.468,00 R$ 3.600,00

TERMO DE RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO

RECEBIMENTOS DESCONTOS
1. Saldo de salários R$ 4. Férias proporcionais R$ 8. INSS salários R$
2. Aviso prévio R$ 5. Abono constitucional R$ 9. INSS férias R$
3. 13º salário R$ 6. FGTS da rescisão R$ 10. INSS 13º salário R$
7. Multa por demissão R$ 11. Imposto de renda (IR) R$
TOTAL: ( 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7) R$ TOTAL: (8 + 9 + 10 + 11) R$
Valor líquido a receber: R$

TABELA DE INSTRUÇÕES
RECEBIMENTOS DESCONTOS
Saldo de salários: valor correspondente ao número INSS salários: 11% sobre (saldo de salários + aviso
de dias trabalhados no mês da demissão. prévio), limitado, esse desconto, a um valor máximo
de R$ 293,50.
Aviso prévio: valor correspondente a um salário
mensal.
13º salário: fração do salário mensal correspondente INSS férias: 11% sobre (férias proporcionais + abono
ao número de meses de permanência na empresa, constitucional), limitado, esse desconto, a um valor
em 2005, mais um mês de aviso prévio. máximo de R$ 293,50.

Férias proporcionais: fração do salário mensal cor-


respondente ao número de meses, mais um mês de INSS 13º salário: 11% sobre o 13º salário, limitado,
aviso prévio, contados a partir do retorno do último esse desconto, a um valor máximo de R$ 293,50.
período de férias até a data da demissão.
Abono constitucional: um terço do valor correspon-
dente às férias proporcionais. Imposto de renda (IR): 27,5% sobre (saldo de
salários + aviso prévio + 13º salário + férias propor-
FGTS da rescisão: 8% sobre (saldo de salários +
cionais), deduzindo-se, desse valor, a importância
aviso prévio + 13º salário + férias proporcionais)
de R$ 465,35.
Multa por demissão: 40% sobre (saldo do FGTS +
FGTS da rescisão).
80
185. acordo com os índices de inflação e que a pessoa con-
Sendo V um valor conhecido, dê um significado para tinuou consumindo as mesmas quantidades de energia
cada uma das expressões a seguir, identificando elétrica, combustível e telefone, determine:
se representa aumento ou desconto percentual em a) o salário dessa pessoa em 31 de maio de 2003,
relação a V. e quanto ela gastou, em reais, com cada um dos
a) 1,62 · V itens: energia elétrica, combustível e telefone nes-
se mês, considerando-se os índices mostrados no
b) 1,03 · V
gráfico;
c) 1,085 · V
b) a porcentagem total do seu salário comprometida
d) 0,96 · V
com energia elétrica, combustível e telefone em
e) 0,72 · V junho de 1994 e em maio de 2003.
f) 0,994 · V
189. Uneb-BA
186. Unicap-PE
O preço do cento de laranja sofreu dois aumentos
Uma escola fornece para o ano letivo de 2004 a
consecutivos de 10% e 20% passando a custar
redução de 25,6% na mensalidade vigente em 2003.
Assim, um aluno que pagou em 2003 a mensalidade R$ 5,28. O preço do cento da laranja antes dos
de R$ 700,00 pagará, em 2004, a mensalidade, no aumentos era de
valor em reais, de: a) R$ 4,00
a) 521,00 b) R$ 3,80
b) 520,00 c) R$ 3,70
c) 520,80 d) R$ 4,40
d) 540,00 e) R$ 4,20
e) 532,00
190. PUC-SP
187. UFPE Em uma indústria é fabricado certo produto ao cus-
O número de sócios de um clube aumentou 15% em to de R$ 9,00 a unidade. O proprietário anuncia a
2003 (relativo a 2002). Se o percentual de sócios do venda desse produto ao preço unitário de X reais,
sexo masculino aumentou 10%, e o percentual de para que possa, ainda que dando ao comprador um
sócios do sexo feminino aumentou 30%, qual era o desconto de 10% sobre o preço anunciado, obter um
lucro de 40% sobre o preço unitário de custo. Nessas
percentual de mulheres sócias do clube, em 2002?
condições, o valor X é:
a) 25% a) 24
b) 30% b) 18
c) 33% c) 16
d) 35% d) 14
e) 40% e) 12
191. Unifesp
188. Vunesp
Uma empresa brasileira tem 30% de sua dívida em dó-
O gráfico mostra, em valores aproximados, a inflação
lares e os restantes 70% em euros. Admitindo-se uma
medida pelo IPCA de 1º/07/1994 a 31/05/2003 e alguns
valorização de 10% do dólar e uma desvalorização de
itens de consumo da classe média que tiveram um
2% do euro, ambas em relação ao real, pode-se afirmar
aumento maior que a inflação. que o total da dívida dessa empresa, em reais:
a) aumenta 8%.
b) aumenta 4,4%.
c) aumenta 1,6%.
d) diminui 1,4%.
e) diminui 7,6%.
192. Fuvest-SP
Sobre o preço de um carro importado incide um impos-
to de importação de 30%. Em função disso, seu preço
para o importador é de R$ 19.500,00. Supondo que tal
imposto passe de 30% para 60%, qual será, em reais,
Em junho de 1994, uma pessoa que ganhava um o novo preço do carro para o importador?
salário de R$ 1.000,00 gastou no mês, com energia a) R$ 22.500,00
PV2D-08-MAT-14

elétrica, combustível e telefone, R$ 50,00, R$ 30,00 e b) R$ 24.000,00


R$ 60,00, respectivamente. Supondo que, de 1º/07/1994 c) R$ 25.350,00
a 31/05/2003, o salário dessa pessoa foi reajustado de d) R$ 31.200,00
e) R$ 39.000,00
81
193. Unifesp 198. FGV-SP
André aplicou parte de seus R$ 10.000,00 a 1,6% ao a) O faturamento de uma empresa neste ano foi 120%
mês, e o restante a 2% ao mês. No final de um mês, superior ao do ano anterior; obtenha o faturamento
recebeu um total de R$ 194,00 de juros das duas apli- do ano anterior, sabendo que o deste ano foi de
cações. O valor absoluto da diferença entre os valores R$ 1.430.000,00.
aplicados a 1,6% e a 2% é: b) Um comerciante compra calças a um custo
a) R$ 4.000,00 de R$ 26,00 a unidade. Pretende vender cada
b) R$ 5.000,00 unidade com um ganho líquido (ganho menos
c) R$ 6.000,00 os impostos) igual a 30% do preço de venda.
d) R$ 7.000,00 Sabendo que, por ocasião da venda, ele tem
e) R$ 8.000,00 que pagar um imposto igual a 18% do preço de
venda, qual deve ser esse preço?
194. Cesgranrio-RJ
199. Uespi
O GNV (gás natural veicular) é um combustível que
provoca menor impacto ambiental, pois, devido à Uma máquina que fazia 80 fotocópias por minuto foi
sua composição, produz uma queima mais limpa e substituída por outra que é 30% mais veloz Quantas
uniforme. Além disso, é mais econômico do que os fotocópias a nova máquina faz, em 30 segundos?
demais combustíveis (álcool, diesel ou gasolina), já a) 48
que 1 m3 de GNV rende quilometragem 20% superior b) 50
a 1 litro de gasolina e que o preço de 1m3 de GNV c) 52
corresponde a, aproximadamente, 50% do preço de d) 54
1 litro de gasolina. e) 56
www.inmetro.gov.br (adaptado)

Tomando-se como base as informações do texto 200. UEG-GO


acima, a redução nos custos referentes ao consumo No açougue do Chico, um quilograma (kg) de carne
de combustível de um automóvel a gasolina que é de primeira é vendido a R$ 5,00. Para compras de
convertido para GNV é, aproximadamente, de: 4 kg ou mais, ele concede um desconto de 10%
a) 55,6% d) 72,5% sobre o total. Se a compra for inferior a 4 kg, não
b) 58,3% e) 83,3% há desconto.
c) 59,4% a) O senhor Quincas comprou 3,8 kg de carne e o
senhor Juca, 4,1 kg. Quem pagou mais e qual foi
195. Vunesp o valor de sua compra?
No início de um mês, João poderia comprar M kg de b) Escreva uma função que representa o valor a
feijão, se gastasse todo o seu salário nessa compra. ser pago em termos da quantidade x kg de carne
Durante o mês, o preço do feijão aumentou 30% e o comprada.
salário de João aumentou 10%. No início do mês se-
guinte, se gastasse todo o seu salário nessa compra, 201. Mackenzie-SP
João só poderia comprar X% dos M kg.
Numa loja, um determinado produto de preço p é
Calcule X.
posto em promoção, do tipo “leve 5 e pague 3”. O
196. FGV-SP desconto que a promoção oferece sobre o preço p
As vendas de uma empresa foram, em 1982, 60% do produto é de:
superiores às vendas de 1980. Em relação a 1982, a) 40%
as vendas de 1980 foram inferiores em: b) 35%
a) 25% c) 30%
b) 42,5% d) 25%
c) 30% e) 20%
d) 27,50%
e) 37,5% 202. Unicamp-SP
Um vendedor propõe a um comprador de um deter-
197. FGV-SP minado produto as seguintes alternativas de paga-
Um aparelho de TV é vendido por R$ 1.000,00 em mento:
dois pagamentos iguais, sem acréscimo, sendo o 1º I. pagamento à vista, com 65% de desconto sobre
como entrada e o 2º, um mês após a compra. Se o o preço de tabela;
pagamento for feito à vista, há um desconto de 4%
II. pagamento em 30 dias, com desconto de 55%
sobre o preço de R$ 1.000,00. A taxa mensal de
sobre o preço de tabela.
juros simples do financiamento é aproximadamente
igual a: Qual das duas alternativas é mais vantajosa para o
a) 8,7% d) 5,7% comprador, considerando-se que ele consegue, com
uma aplicação de 30 dias, um rendimento de 25%?
b) 7,7% e) 4,7%
Justifique, com cálculos, a sua resposta.
c) 6,7%
82
203. PUCCamp-SP 210. UPE
Ao responder a um teste, um aluno acertou 20 das 30 Um certo produto é vendido nas lojas A e B. Na loja
primeiras questões e errou 64% do número restante. B, o produto é R$ 60,00 mais caro que na loja A. Se
Feita a correção, verificou-se que o total de acertos a loja B oferecer um desconto de 20% no produto, o
correspondia a 47,5% do número total de questões preço seria o mesmo nas duas lojas.
propostas. O preço do produto na loja A é:
Qual o número de questões desta prova? a) R$ 260,00 d) R$ 250,00
b) R$ 270,00 e) R$ 240,00
204. Mackenzie-SP
c) R$ 280,00
Numa loja, uma caixa com 5 barras de chocolate está
à venda com a inscrição “Leve 5, pague 4”. O desconto 211. Fuvest-SP
aplicado ao preço de cada barra corresponde, em Considere os seguintes dados, obtidos em 1996, pelo
porcentagem, a: censo do IBGE.
a) 8 d) 20 I. A distribuição da população, por grupos de idade, é:
b) 10 e) 25
c) 12,5 Idade Número de pessoas

205. UECE De 4 a 14 anos 37.049.723


Os empregados de uma empresa ganharam um re- De 15 a 17 anos 10.368.618
ajuste anual de salário de 20%, parcelado em duas
vezes, de modo que a primeira correspondeu a 60% De 18 a 49 anos 73.644.508
do reajuste anual. O percentual correspondente à
primeira parcela foi de: 50 anos ou mais 23.110.079
a) 10% c) 12%
II. As porcentagens de pessoas, maiores de 18 anos,
b) 11% d) 13%
filiadas ou não a sindicatos, órgãos comunitários,
órgãos de classe, são:
206. Unimontes-MG
Uma empresa dispensou 20% de seus empregados
e concedeu aos que permaneceram um aumento que
elevou a folha de pagamento em 10%. Em quanto
variou o salário médio da empresa?
a) 30% c) 20%
b) 17,5% d) 37,5%

207. UFRGS-RS
O salário bruto de uma pessoa sofre um desconto
de 25%. Com um novo desconto de 11% sobre do
seu salário bruto, o total de descontos sobre o salário
bruto será de:
a) 21,6% d) 33,3% III. As porcentagens de pessoas, maiores de 18 anos,
b) 26,4% e) 36,3% filiadas a sindicatos, órgãos comunitários e órgãos
c) 31,6% de classe, são:

208. Uespi
Suponha que em 2003, o PIB (Produto Interno Bruto)
de um país seja 500 bilhões de dólares. Se o PIB
crescer 3% ao ano, de forma cumulativa, qual será
o PIB do país em 2023, dado em bilhões de dólares?
(Dado: use a aproximação 1,0320 ≅ 1,80)
a) 900 d) 1.050
b) 950 e) 1.100
c) 1.000
A partir dos dados apresentados, pode-se afirmar que o
209. UECE número de pessoas, maiores de 18 anos, filiadas a ór-
Um capital de R$ 2.000,00 é aplicado a uma taxa de gãos comunitários é, aproximadamente, em milhões:
juros simples de 2% ao mês. O montante (capital mais a) 2 d) 21
PV2D-08-MAT-14

juros), em reais, no final do décimo mês é igual a: b) 6 e) 31


a) 2.440 c) 2.100
c) 12
b) 2.400 d) 2.040

83
212. Fuvest-SP 217. Mackenzie-SP
João, Maria e Antônia tinham, juntos, R$ 100.000,00. Nos três primeiros trimestres de um ano, a inflação foi,
Cada um deles investiu sua parte por um ano, com respectivamente, 5%, 4% e 6%. Nessas condições, a
juros de 10% ao ano. Depois de creditados seus inflação acumulada nesse período foi:
juros no final desse ano, Antônia passou a ter a) 15%
R$ 11.000,00 mais o dobro do novo capital de João.
b) 15,75%
No ano seguinte, os três reinvestiram seus capitais,
ainda com juros de 10% ao ano. Depois de credi- c) 16%
tados os juros de cada um no final desse segundo d) 16,75%
ano, o novo capital de Antônia era igual à soma dos e) 15,25%
novos capitais de Maria e João. Qual era o capital
inicial de João? 218. Fuvest-SP
a) R$ 20.000,00 O preço de certa mercadoria sofre anualmente um
acréscimo de 100%. Supondo que o preço atual seja
b) R$ 22.000,00 R$ 100,00, daqui a três anos será:
c) R$ 24.000,00 a) R$ 300,00
d) R$ 26.000,00 b) R$ 400,00
e) R$ 28.000,00 c) R$ 600,00
d) R$ 800,00
213. Vunesp e) R$ 1.000,00
O fabricante de determinada marca de papel higiênico
fez uma “maquiagem” no seu produto, substituindo as 219. Uespi
embalagens com quatro rolos, cada um com 40 metros, Um artigo é vendido à vista com 15% de desconto ou
que custavam R$ 1,80, por embalagens com quatro em duas parcelas iguais, sem desconto, uma paga
rolos, cada um com 30 metros, com custo de R$ 1,62. no ato da compra e a outra após um mês. Quais os
Nessas condições, pode-se concluir que o preço do juros mensais embutidos na compra a prazo? Indique
papel higiênico foi: o inteiro mais próximo.
a) aumentado em 10%. a) 41%
b) aumentado em 20%. b) 42%
c) aumentado em 25%. c) 43%
d) aumentado em 10%. d) 44%
e) 45%
e) mantido o mesmo.
220. UFBA
214. Uneb-BA
Um aparelho eletrodoméstico está à venda pelo preço
Um investidor fez uma aplicação a juros simples de
de R$ 300,00, numa loja que oferece as seguintes
10% mensal. Depois de dois meses, retirou capital
opções de pagamento:
e juros e os reaplicou a juros compostos de 20%
mensal, por mais dois meses e, no final do prazo, Plano A: à vista, com 5% de desconto;
recebeu R$1728,00. Plano B: pagamento no prazo de um mês, sem des-
Pode-se afirmar que o capital inicial aplicado foi de: conto nem acréscimo;
Plano C: pagamento no prazo de dois meses, com
a) R$1000,00
juros compostos de 5% ao mês.
b) R$1100,00 Uma segunda loja vende o mesmo aparelho por um
c) R$1120,00 preço 5% mais caro que o anterior, mas oferece um
d) R$1200,00 desconto de 10% à vista.
Com base nessas informações, é correto afirmar que,
e) R$1144,00 se um cliente
215. Fuvest-SP 01. optar pelo plano B, pagará 5% a mais que outro
que optar pelo plano A.
O preço de uma mercadoria subiu 25%. Calcule
a porcentagem que se deve reduzir do seu preço 02. preferir o pagamento à vista, será mais vantajoso
atual para que volte a custar o que custava antes comprar na segunda loja.
do aumento. 04. optar pelo plano C, pagará um valor maior que
R$ 330, 50.
216. Fuvest-SP 08. aplicar, no dia da compra, a uma taxa de 7% ao
A porcentagem de fumantes de uma cidade é de mês, o dinheiro que usaria para o pagamento à
32%. Se 3 em cada 11 fumantes deixarem de fumar, vista no plano A, após dois meses terá o suficiente
o número de fumantes será reduzido a 12.800. para o pagamento do valor correspondente ao
Calcule: plano C.
a) o número de fumantes; 16. comprar dois aparelhos à vista, um em cada loja,
b) o número de habitantes da cidade. a média dos preços dos aparelhos será inferior a
R$ 285,00.

84
221. UFBA b) Certa loja tem como política de vendas a crédito
Uma pessoa tomou um empréstimo de R$ 6.000,00 a exigir, como entrada, 20 % da valor à vista da
uma taxa de juros compostos de 10% ao ano e saldou mercadoria e o restante a ser liquidado no final
a dívida da seguinte maneira: de 3 meses. Neste caso, o saldo devedor é
● 2 anos após ter contraído a dívida, pagou acrescido de 10 % do valor à vista da mercado-
R$ 2.260,00; ria, a título de “despesas administrativas”. Qual
● 2 anos após o primeiro pagamento, pagou mais é a taxa anual de juros simples cobrada por essa
R$ 3.050,00; loja?
● 1 ano após o segundo pagamento, quitou a dívida.
223. Fuvest-SP
Nessas condições, pode-se afirmar:
a) Se os preços aumentam 10% ao mês, qual a
01. Depois do primeiro pagamento, a pessoa ficou porcentagem de aumento em um trimestre?
devendo R$ 4.340,00.
b) Supondo a inflação constante, qual deve ser a taxa
02. Após o segundo pagamento, a dívida correspondia trimestral de inflação para que a taxa anual seja
a 50% do valor do empréstimo. 100%?
04. No momento em que a pessoa quitou o emprésti-
mo, a dívida correspondia a R$ 3.300,00. 224. FVG-SP
08. O montante pago pelo empréstimo foi igual a O “Magazine Lúcia” e a rede “Corcovado” de hipermer-
R$ 9.000,00. cados vendem uma determinada marca de aparelho
16. O valor pago pelos juros da dívida correspondeu de som do tipo Home Cinema pelo mesmo preço à
a 43,5% do empréstimo. vista. Na venda a prazo, ambas as lojas cobram a taxa
de juros compostos de 10% ao mês, com planos de
222. FVG-SP pagamentos distintos.
a) Um televisor, cujo preço à vista é R$ 1.000,00, está Comprando a prazo no “Magazine Lúcia”, um con-
sendo vendido, a prazo, em 3 parcelas mensais, sumidor deve pagar R$ 2.000,00 no ato da compra
sucessivas e iguais a R$ 350,00, sem entrada. e R$ 3.025,00 depois de 2 meses, enquanto que na
João Augusto tem R$ 1.000,00 aplicados à taxa rede “Corcovado” ele pode levar o aparelho sem de-
de 2 % ao mês, pelo critério de juros compostos, sembolsar dinheiro algum, pagando uma parcela de
mas preferiu comprar o televisor a prazo. “Levo o R$ 1.980,00, 1 mês após a compra, e o saldo em 2
televisor sem gastar nada agora e, ainda, mante- meses após a compra.
nho o dinheiro aplicado. Pagarei as parcelas com a) Qual o valor à vista do aparelho de som?
retiradas mensais da aplicação”, pensou ele. João b) Se um consumidor comprar o aparelho de som a
Augusto raciocinou corretamente? Haverá dinheiro prazo na rede “Corcovado”, qual o valor da parcela
suficiente na aplicação para saldar a última parcela final, vencível 2 meses após a compra?
do financiamento?

Capítulo 6
225. 228. UFF-RJ
Dado o número inteiro 60: Shophie Germain introduziu em seus cálculos mate-
a) decomponha-o; máticos um tipo especial de número primo descrito
b) determine o seu número de divisores naturais; abaixo.
Se p é um número primo e se 2p + 1 também é um
c) determine o seu número de divisores inteiros; número primo, então o número primo p é denominado
d) determine todos os seus divisores naturais; primo de Germain.
e) determine todos os seus divisores inteiros. Pode-se afirmar que é primo de Germain o número:
226. Uespi a) 7
b) 17
O número de divisores do inteiro 1.800 é:
c) 18
a) 24 d) 60
d) 19
b) 36 e) 72
e) 41
c) 48
227. FGV-SP 229. ESPM-SP
Numa divisão, o quociente é 8 e o resto 24. Sabe-se O número natural N = 180 · p, em que p é um número
que a soma do dividendo, do divisor, do quociente e primo, possui 27 divisores naturais. O valor de p é:
do resto é 344. Então a diferença dividendo menos a) 2
PV2D-08-MAT-14

divisor é: b) 3
a) 127 d) 248 c) 5
b) – 127 e) – 248 d) 7
c) 100 e) 11
85
230. UEPE 235. Fuvest-SP
O número N = 63 ·104 · 15x, sendo x um inteiro positivo, Um número natural N tem três algarismos. Quando
admite 240 divisores inteiros e positivos. Indique x. dele subtraímos 396, resulta o número que é obtido
invertendo-se a ordem dos algarismos de N. Se, além
231. UFPE disso, a soma do algarismo das centenas e do algaris-
Um cubo tem aresta 23 · 32. Para quantos naturais n mo das unidades de N é igual a 8, então o algarismo
este cubo pode ser dividido em (mais de um) cubos das centenas de N é:
congruentes de aresta n? a) 4 d) 7
a) 7 b) 5 e) 8
b) 9 c) 6
c) 11
d) 13 236.
e) 15 Qual o menor número natural e não-nulo que deve
multiplicar 1.080 para se obter um número divisível
232. UFG-GO por 252?
Dois números são ditos “amigáveis” se um é a soma
dos divisores próprios do outro. Divisores próprios 237.
são todos os divisores positivos do número, exceto o Encontre o menor número natural e não-nulo pelo qual
próprio número. Verifique se os números 220 e 284 se deve multiplicar 25.725 para que se produza um
são amigáveis. número que é quadrado de um número natural.

233. Unifesp 238. Mackenzie-SP


Imagine uma fila de 50 portas fechadas e outra Uma empresa entrevistou k candidatos a um deter-
minado emprego e rejeitou um número de candidatos
de 50 estudantes, portas e estudantes numerados
igual a 5 vezes o número de candidatos aceitos. Um
conforme a posição em sua fila. Do primeiro ao
possível valor para k é:
quinquagésimo e em ordem crescente, o estudante
a) 156
que ocupa a n-ésima posição na fila deverá fechar ou
b) 280
abrir as portas de números n, 2n, 3n, ... (ou seja, múl-
tiplos de n), conforme estejam abertas ou fechadas, c) 490
respectivamente, não tocando nas demais. Assim, d) 548
como todas as portas estão inicialmente fechadas, e) 650
o primeiro estudante tocará em todas, abrindo-as.
239. FGV-SP
O segundo estudante tocará apenas nas portas de
números 2, 4, 6, ..., fechando-as, pois vai encontrá- Em uma sala de aula, a razão entre o número de
homens e o de mulheres é 3/4. Seja N o número total
las abertas. O terceiro estudante tocará apenas nas
de pessoas (número de homens mais o de mulheres).
portas de números 3 (fechando-a), 6 (abrindo-a), 9
Um possível valor para N é:
(fechando-a) e assim por diante. Se A significa “aber-
a) 46 d) 49
ta” e F “fechada”, após o quinquagésimo estudante
ter realizado sua tarefa, as portas de números 4, 17 b) 47 e) 50
e 39 ficarão, respectivamente: c) 48
a) F, A e A.
240. UFU-MG
b) F, A e F.
Considere a e b dois números inteiros, tais que
c) F, F e A. a – b = 23, sendo b > 0. Sabendo-se que na divisão
d) A, F e A. de a por b o quociente é 8 e o resto é o maior valor
e) A, F e F. possível nessa divisão, então a + b é igual a:
a) 29 c) 32
234.
b) 26 d) 36
Classifique em verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma
das seguintes afirmações. 241. UFES
a) ( ) Todo número par é divisível por 4. Deseja-se acondicionar 2.004 bolas de tênis em cai-
b) ( ) Todo número par que é divisível por 5 é, tam- xas de mesma capacidade, de modo que cada caixa
bém, divisível por 100. contenha o número de bolas determinado por sua
c) ( ) Se x + 1 = 1, pode-se dizer que x vale 1. capacidade. Dispõe-se de vários tipos de caixas, desde
d) ( ) O elemento neutro da multiplicação é zero. o tipo com capacidade para apenas uma bola até o tipo
e) ( ) Relativamente ao conjunto dos números com capacidade para todas as bolas.
inteiros, a propriedade de fechamento é Nessas condições, o número de todos os possíveis
válida para a divisão, para a adição e para a tipos de caixas para acondicionar as 2.004 bolas é:
multiplicação. a) 12 d) 25
f) ( ) Todo número divisível por 2 e por 7 é divisível b) 15 e) 30
por 14. c) 24

86
242. UFRR 250. UFF-RJ
A quantidade de números primos de 2 algarismos que, Com o desenvolvimento da tecnologia, novos dispo-
divididos por 13, deixam resto 3 é igual a: sitivos eletrônicos vêm substituindo velhos tabuleiros
a) 0 d) 3 ou mesa de jogos. Um desses dispositivos conhecido
b) 1 e) 4 como “dado eletrônico” é um circuito elétrico que, de
forma lógica, executa o seguinte procedimento: par-
c) 2
tindo de um número natural N, transforma-o em um
243. UEPB número natural R que corresponde ao resto da divisão
de N por sete; a seguir, apresenta no visor o número
Se k é um número inteiro positivo, então o conjunto A
R como sendo o número sorteado.
formado pelos elementos k2 + k é necessariamente:
Ao apertar o botão do “dado eletrônico”, uma pes-
a) o conjunto dos inteiros não negativos. soa gerou um pulso correspondente ao número
b) um conjunto de múltiplos de 3. natural N formado por 2002 algarismos, todos iguais
c) um conjunto de números ímpares. a 1. Assim sendo, o número R que aparecerá no
d) um conjunto de números primos. visor é:
e) um conjunto de múltiplos de 2. a) 0 d) 4
b) 1 e) 5
244. Unifor-CE c) 2
Considere três números naturais e múltiplos sucessi-
vos de 3, tais que o quádruplo do menor seja igual ao 251. Unicamp-SP
triplo do maior. A soma desses três números é: Numa linha de produção, certo tipo de manutenção é
a) par. feito na máquina A a cada 3 dias, na máquina B a cada
b) menor do que 50. 4 dias e na máquina C a cada 6 dias.
c) quadrado perfeito. Se no dia 2 de dezembro foi feita a manutenção nas
três máquinas, a próxima vez em que a manutenção
d) divisor de 124. das três ocorreu no mesmo dia foi:
e) múltiplo de 21. a) 5 de dezembro.
b) 6 de dezembro.
245. UFMG
c) 8 de dezembro.
Considera-se o conjunto M de todos os números intei-
ros formados por exatamente três algarismos iguais. d) 14 de dezembro.
Pode-se afirmar que todo N ∈ M é múltiplo de: e) 26 de dezembro.
a) 5 d) 17
252. PUC-MG
b) 7 e) 37 O terreno da figura tem a forma de um triângulo re-
c) 13 tângulo cujos catetos medem, respectivamente, 30 m
e 40 m. Em volta desse terreno, devem ser plantadas
246. Fuvest-SP n palmeiras igualmente espaçadas, considerando as
Mostre que se m é um número ímpar, então m2 – 1 é distâncias medidas sobre os lados do triângulo, de
divisível por 8. modo que a distância entre uma e outra planta seja a
maior possível e o número de palmeiras seja o menor.
247. Mackenzie-SP Nessas condições, o valor de n é:
Um número N é formado por dois algarismos a e b
tais que a + b = 7. Se N – 1 é divisível por 7, então
N + 1 é múltiplo de:
a) 11 d) 13
b) 9 e) 5
c) 3

248. Mackenzie-SP a) 10 c) 15
Ao ser dividido por 5, o número 4.758 + 118a · 25.847 b) 12 d) 20
deixa resto 1. Um possível valor do algarismo a, das
unidades, é: 253. Mackenzie-SP
a) 4 d) 7 Um painel decorativo retangular, com dimensões
b) 5 e) 8 2,31 m e 92,4 cm, foi dividido em um número mínimo
de quadrados de lados paralelos aos lados do painel
c) 6
e áreas iguais. Esse número de quadrados é:
249. Vunesp a) 10
Se p natural maior que 1 não é divisível nem por 2 e b) 8
nem por 3, então p2 – 1 é divisível por:
PV2D-08-MAT-14

c) 16
a) 18 d) 9
b) 24 e) 27 d) 14
c) 36 e) 12

87
254. ESPM-SP a) pode ter 32 páginas.
Um colégio de 2º grau tem alunos de 1ª, 2ª e 3ª séries. b) pode ter 24 páginas.
Na 2ª série, há 200 alunos; na 3ª, 160 alunos; e a 1ª c) tem 16 páginas.
tem 40% dos alunos do colégio. d) tem 18 páginas.
Sobre o número de alunos da 1ª série, pode-se afir- e) pode ter 12 páginas.
mar que:
a) é múltiplo de 15 e de 8. 260. Mackenzie-SP
b) é múltiplo de 15, e não de 8. Nas últimas eleições, três partidos tiveram direito,
por dia, a 90 s, 108 s e 144 s de tempo gratuito de
c) não é múltiplo de 15 nem de 8. propaganda na televisão, com diferentes números de
d) não é múltiplo de 15, mas é múltiplo de 8. aparições. O tempo de cada aparição, para todos os
e) é múltiplo de 18. partidos, foi sempre o mesmo e o maior possível. A
soma do número das aparições diárias dos partidos
255. Mackenzie-SP na TV foi de:
Os números compreendidos entre 400 e 1.500, divisí- a) 15 d) 18
veis ao mesmo tempo por 18 e 75, têm soma: b) 16 e) 19
a) 1.600 d) 2.700 c) 17
b) 2.350 e) 1.800
261. Cesgranrio-RJ
c) 1.350
Tempo de Tempo de Tempo
256. PUC-MG germina- floração para
A partir das 07h 00min, as saídas de ônibus de Belo ção (em (em sema- única co-
Horizonte para Sete Lagoas, Ouro Preto e Monlevade Variedade semanas, nas, após lheita (em
obedecem à seguinte escala: após o a germi- semanas,
• Para Sete Lagoas, de 35 em 35 minutos. plantio) nação) após a
• Para Ouro Preto, de 40 em 40 minutos. floração)
• Para Monlevade, de 70 em 70 minutos.
V1 4 3 1
Às sete horas, os ônibus saem juntos. Após as sete
horas, os ônibus para essas cidades voltarão a sair V2 2 3 1
juntos às: V3 1 2 1
a) 10h 20min c) 12h 10min
b) 11h 40min d) 13h 00min Certo botânico desenvolveu em laboratório 3 varie-
dades de uma mesma planta, V1, V2 e V3, que se
257. PUC-MG desenvolvem cada uma a seu tempo, de acordo com
a tabela anterior.
Um latifundiário decide lotear três terrenos com áreas
Plantando-se as 3 variedades no mesmo dia, confiando-
de 145 ha, 174 ha e 232 ha, de modo que os lotes
se na exatidão da tabela, não ocorrendo nenhum fato
sejam de áreas iguais e cada um deles tenha a maior
que modifique os critérios da experiência tabulada e
área possível. Nessas condições, o número de lotes,
levando-se em conta que, a cada dia de colheita, outra
depois de feita a divisão, é: semente da mesma variedade será plantada, o número
a) 15 c) 19 mínimo de sementes necessário para que a colheita das
b) 17 d) 21 três variedades ocorra simultaneamente será:
a) 24 d) 12
258. Unisul-SC b) 18 e) 8
Num painel de propaganda, três luminosos se c) 16
acendem em intervalos regulares: o primeiro a
cada 12 segundos, o segundo a cada 18 segundos 262. UFBA
e o terceiro a cada 30 segundos. Se, em um dado Tenho menos que 65 livros: contando-os de 12 em 12,
instante, os três se acenderem ao mesmo tempo, os 15 em 15 ou de 20 em 20, sobram sempre 3.
luminosos voltarão a se acender, simultaneamente, Calcule quantos livros possuo.
depois de:
a) 2 minutos e 30 segundos. 263. UCSal-BA
b) 3 minutos. Vivaldo costuma sair com duas garotas: uma a cada
6 dias e outra a cada 9 dias. Quando as datas coinci-
c) 2 minutos.
dem, ele adia os encontros com ambas para 6 e 9 dias
d) 1 minuto e 30 segundos. depois, respectivamente. Se em 18/05/98 ele adiou os
e) 36 segundos. encontros com as duas, em virtude da coincidência
das datas,a próxima vez em que ele teve que adiar
259. PUCCamp-SP os seus encontros foi em:
Dois livros, um dos quais tem 256 páginas e o outro a) 15/ 6/ 98 d) 12/ 6/ 98
160 páginas, são formados por fascículos com o
mesmo número de páginas (superior a 10 e inferior a b) 10/ 6/ 98 e) 6/ 6/ 98
50). Cada fascículo: c) 5/ 6/ 98

88
264. a) Prove que o máximo divisor comum entre dois
Os restos das divisões de 247 e de 315 por x são 7 e números consecutivos é igual a 1.
3, respectivamente. Os restos das divisões de 167 e b) Determine dois números consecutivos, sabendo
de 213 por y são 5 e 3, respectivamente. O maior valor que são positivos e o mínimo múltiplo comum entre
possível para a soma x + y é: eles é igual a 156.
a) 36
268. Vunesp
b) 34
Uma concessionária vendeu no mês de outubro n
c) 30 carros do tipo A e m carros do tipo B, totalizando 216
d) 25 carros. Sabendo-se que o número de carros vendidos
e) 48 de cada tipo foi maior do que 20, que foram vendidos
menos carros do tipo A do que do tipo B, isto é, n < m,
265. Unicamp-SP e que mdc (n, m) = 18, os valores de n e m são, res-
Uma sala retangular medindo 3 m por 4,25 m deve pectivamente:
ser ladrilhada com ladrilhos quadrados iguais. Su- a) 18,198 d) 126,90
pondo que não haja espaço entre ladrilhos vizinhos, b) 36,180 e) 162,54
pergunta-se: c) 90,126
a) qual deve ser a dimensão máxima, em centímetros,
de cada um desses ladrilhos para que a sala possa 269. Fuvest-SP
ser ladrilhada sem cortar nenhum ladrilho? Maria quer cobrir o piso de sua sala com lajotas qua-
b) quantos desses mesmos ladrilhos são necessá- dradas, todas com lado de mesma medida inteira, em
rios? centímetros. A sala é retangular, de lados 2 m e 5 m.
Os lados das lajotas devem ser paralelos aos lados
266. Unicamp-SP da sala, devendo ser utilizadas somente lajotas
Dividindo-se 7.040 por n, obtém-se resto 20. Dividindo- inteiras. Quais são os possíveis valores do lado
se 12.384 por n, obtém-se resto 9. Ache n. das lajotas?
270. Fuvest-SP
267. UFSCar-SP
O produto de dois números naturais a e b é 600.
Considere as informações abaixo.
a) Quais são os possíveis divisores naturais primos
I. O máximo divisor comum entre dois números de a?
também é divisor da diferença entre esses nú-
b) Quais são os possíveis valores do máximo divisor
meros.
comum de a e b?
II. Se o máximo divisor comum entre dois números
a e b é igual a 1, mdc (a, b) = 1, o mínimo múltiplo 271.
comum desses números será igual ao seu produto, Determine o menor número natural que, dividido por
mmc (a, b) = a · b. 18, 32 e 54, deixa sempre resto 11.

Capítulo 7
272. UEL-PR
O “Sudoku” é um jogo de desafio lógico inventado
pelo Matemático Leonhard Euler (1707-1738). Na
década de 70, este jogo foi redescoberto pelos ja-
poneses que o rebatizaram como Sudoku, palavra
com o significado “número sozinho”. É jogado em
um quadro com 9 por 9 quadrados, que é subdivi-
dido em 9 submalhas de 3 por 3 quadrados, deno-
minados quadrantes. O jogador deve preencher o
quadro maior de forma que todos os espaços em
branco contenham números de 1 a 9. Os algarismos
não podem se repetir na mesma coluna, linha ou
quadrante.
LEÃO, S. Lógica e estratégia. Folha de Londrina, Especial 14, 17 de
setembro de 2006.

Com base nessas informações, o algarismo a ser a) 2 d) 7


PV2D-08-MAT-14

colocado na casa marcada com no quadro a b) 3 e) 9


seguir é:
c) 5

89
273. Uespi 279. UFG-GO
Seja o conjunto A abaixo: A afirmação “Todo jovem que gosta de matemática
A = {0, {0}, 1, {1}, {0,1}} adora esportes e festas” pode ser representada se-
É correto afirmar que: gundo o diagrama:
M = {jovens que gostam de matemática}
a) 0∉A
E = {jovens que adoram esportes}
b) {0, 1} ∈ A
F = {jovens que adoram festas}
c) {0, 1} Ë A

d) os elementos de A são 0 e 1.
e) o número de subconjuntos de A é 22 = 4. a)

274. UFF-RJ
Dado o conjunto P = { {0}, 0, ∅, {∅} }, considere as
afirmativas:
I. {0} ∈ P
II. {0} ⊂ P
III. ∅ ∈ P
Com relação a estas afirmativas, conclui-se que: b)
a) todas são verdadeiras.
b) apenas a I é verdadeira.
c) apenas a II é verdadeira.
d) apenas a III é verdadeira.
e) todas são falsas.

275.
c)
Diga se é verdadeira ou falsa cada uma das afirma-
ções.
a) ∅ ∈ A, A
b) ∅ ⊂ A, A
c) 0 ∈ ∅
d) ∅ ∈ {0}
e) ∅ ⊂ {0} d)

f) A ⊂ A, A
g) A ⊂ ∅, A
h) {5} ⊂ {∅, {1}, {5}, {1, 5}}
i) {x} ∈ {x, {x, y}}

276. UFPE e)
Qual o maior inteiro n para que 3n divida o produto
20 · 19 · 18 · 17 · 16 · 15 · 14 · 13 · 12 · 11 · 10 · 9 · 8 · 7 · 6 · 5 · 4 · 3 · 2 · 1?
a) 2
b) 7
c) 8
d) 9 280.
e) 20
Complete com os símbolos ∈, ∉, ⊂, ⊄, ⊃ ou não está
277. contido as sentenças a seguir, de forma a torná-las
Sendo A = {7, 8, 9}, obtenha o conjunto das partes do todas verdadeiras:
conjunto A. a) 5 ____ {2, 3, 4, 5, 6, 7}
b) {7, 9} ____ {1, 2, 3, 4, 5, 6, ... }
278.
Obtenha x e y de modo que: {0, 1, 2} = {0, 1, x} e c) ∅ ____ {8}
{2, 3} = {2, 3, y}. d) {5, 7} ____ {5}

90
281. a) ∅ d) {1, 3, 4}
De acordo com a figura, classifique com V ou F cada b) {1} e) U
uma das afirmações.
c) {1, 2}

287. Vunesp
Suponhamos que:
A ∪ B = {a, b, c, d, e, f , g, h}
A ∩ B = {d, e}
 A – B = { a, b, c}
a) A ∈ r e) AB ⊂ r
  Então:
b) A ⊂ r f) DE ⊂ AE a) B = {f, g, h}
c) {A} ⊂ r g) A ∈ AC b) B = {d, e, f, g, h}
 c) B = {a, b, c, d, e}
d) AB ∈ r h) A ⊂ AC
d) B = {d, e}

282. FCMSC-SP e) B = ∅
Um conjunto A possui n elementos, e um conjunto B 288. UFRGS-RS
possui um elemento a mais do que A. Sendo x e y os
números de subconjuntos de A e B, respectivamente, O conjunto A é subconjunto de B e A ≠ B, A ∪ (B – A) é:
tem-se que: a) B d) A – B
a) y é o dobro de x. b) A e) A ∩ B
b) y é o triplo de x c) ∅
x
c) y = + 1
2 289.
d) y = x + 1 Sejam os conjuntos X e Y, cujos elementos são as
e) y pode ser igual a x. letras das palavras Maria e Mariana, respectivamente.
O número de elementos do conjunto X ∩ Y é:
a) 11 d) 5
283.
b) 9 e) 4
Considere um conjunto A com n subconjuntos. Acres- c) 6
centamos a este conjunto quatro elementos distintos
entre si e aos já existentes. O número de elementos 290. UFPI
que passará a ter o novo conjunto de partes do con-
Considere os conjuntos M e N tais que
junto A será:
M ∪ N = {1, 2, 3, 4, 5, 6}, M ∩ N = {1, 2} e N – M = {3, 4}.
a) n + 4 d) 4n
Assinale a alternativa correta.
b) n + 16 e) 16n
a) M = {1, 2, 3} d) N = {1, 2}
c) n4
b) M = {1, 2, 5, 6} e) M = {1, 2, 3, 4}
284. UFC-CE c) N = {1, 2, 4}
Se um conjunto A possui n elementos, então o conjunto
291. PUC-RS
P(A), das partes de A, possui 2n elementos. Qual é
Dados os conjuntos A = {a, b, c}, B = {a, d} e C = {a, b, d},
o número de elementos do conjunto das partes de
o conjunto X tal que A ∪ C = B ∪ X e B ∩ X = ∅ é:
P(A)?
a) {a} d) {a, b}
a) 2n d) 8n
b) {b} e) {b, c}
b) 4n e) 16n c) {c}
n
c) 22
292. PUC-MG
285. Considere os seguintes subconjuntos de números
Dados os conjuntos A = {0, 1, 2}, B = {1, 2, 5} e naturais:
C = {0, 1, 2, 3, 4, 5}, determine: N = { 0, 1, 2, 3, 4, ...}
P = { x ∈ |N / 6 ≤ x ≤ 20}
a) A ∪ B d) B ∪ (A – C) A = { x ∈ P / x é par}
b) A ∩ C e) A ∩ B ∩ C B = { x ∈ P / x é divisor de 48}
C = { x ∈ P / x é múltiplo de 5}
c) B – C
O número de elementos do conjunto (A – B) ∩ C é:
PV2D-08-MAT-14

286. Cesgranrio-RJ a) 2 d) 5
Sejam os conjuntos U = {1, 2, 3, 4} e A = {1, 2}. O b) 3 e) 6
conjunto B tal que B ∩ A = { 1 } e B ∪ A = U é: c) 4

91
293. UFPI 296. Udesc
Considerando os conjuntos A, B e C na figura a seguir, Seja A o conjunto dos naturais menores que 10 e seja
a região hachurada representa: B o outro conjunto tal que:
A ∪ B = A,
A ∩ B é o conjunto dos pares menores que 10.
Então o conjunto B é:
a) vazio
b) A ∩ B
c) {x ∈N | x < 10}
d) {x ∈N | x é par}
e) qualquer conjunto de números pares que contenha
A∩B

a) B – (A – C) 297. Cefet-PR
Dados os conjuntos A = {1, 2, 3, 4, 5}; B = {4, 5, 6, 7};
b) B ∩ (A – C)
C – A = {7, 8, 9}; C – B = {3, 8, 9} e A ∩ B ∩ C = {4}. O
c) B ∪ (A ∩ C) número de elementos do conjunto C é:
d) B ∩ (A ∪ C) a) 6
e) B – (A ∪ C) b) 7
c) 3
294. d) 4
Dados dois conjuntos não vazios A e B, se ocorrer e) 5
A ∪ B = A, podemos afirmar que:
a) A ⊂ B. 298. ITA-SP
b) Isto nunca pode ocorrer. Considere as seguintes afirmações sobre o conjunto
c) B é subconjunto de A. U = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9}:
d) B é um conjunto unitário. I. ∅ ∈U e n(U) = 10
e) A é subconjunto de B. II. ∅ ⊂ U e n(U) = 10
295. UFF-RJ III. 5 ∈ U e {5} ⊂ U
Os conjuntos não-vazios M, N e P estão, isoladamente, IV. {0, 1, 2, 5} ∩ {5} = 5
representados abaixo. Pode-se dizer, então, que é (são) verdadeira(s):
Considere a seguinte figura que estes conjuntos a) apenas I e III.
formam. b) apenas II e IV.
c) apenas II e III.
d) apens IV.
e) todas as afirmações.

299. Uespi
Seja o conjunto complementar de um conjunto X
qualquer, em relação ao conjunto universo U. Então, a
parte destacada do diagrama abaixo corresponde a:

a)
A região hachurada pode ser representada por:
a) M ∪ (N ∩ P) b)
b) M – (N ∪ P) c)
c) M ∪ (N – P)
d) N – (M ∪ P) d)
e) N ∪ (P ∩ M) e)

92
300. UFU-MG a) quantos fazem capoeira e não fazem muscula-
Considere os conjuntos A = {a, b, c, d, e}, B = {c, d, e, f} ção?
e C = {a, b, f}. Sabendo-se que D é um conjunto tal b) quantos fazem natação e capoeira e não fazem
que A ∪ D = A, B ∪ D = B e C ∪ D = A ∪ B, pode-se musculação?
afirmar que:
a) D possui exatamente três elementos. 305. UFMG
b) existem sete possíveis conjuntos distintos D nas Dados os conjuntos A, B e C, não vazios, com A ⊂ B
condições acima. e C ⊂ A, então, sempre é verdadeiro que:
c) D = B a) B = C d) A ⊃ (B ∪ C)
d) D possui exatamente dois elementos. b) B ⊃ C e) A ⊂ (B ∩ C)
c) B ⊂ C
301.
Dados os conjuntos A = {a, b, c}, B = {a, b, c, d, e, f, g} 306. Unifei-SP
e C = {a, c}, determine: No diagrama abaixo, é correto afirmar que a parte
sombreada representa:
a)

b)

c)

302. ESPM-SP
Dados os conjuntos:
A = {2, 3, 4, 5, 6, 7, 8}, B = { 3, 4, 5, 6, 8, 9} e C = {4, 6, 8}, a) (F ∩ G) – E c) F ∩ G ∩ E
determine o complementar de C em relação à inter-
secção dos conjuntos A e B. b) G – (E ∩ F) d) (E ∩ G) – F

303. Unifor-CE 307. UFF-RJ


Na figura abaixo têm-se os conjuntos não vazios A, B Os muçulmanos não se limitam aos países de etnia
e C, contidos no universo U. árabe, como muitos imaginam. Por exemplo, a maior
concentração de muçulmanos do mundo encontra-se
na Indonésia, que não é um país de etnia árabe.
Adaptado da Superinteressante, ed. 169, out. 2001.
Considere T o conjunto de todas as pessoas do mundo;
M o conjunto de todas aquelas que são muçulmanas e
A o conjunto de todas aquelas que são árabes. Saben-
do que nem toda pessoa que é muçulmana é árabe,
pode-se representar o conjunto de pessoas do mundo
que não são muçulmanas nem árabes por:
a) T – (A ∩ M)
b) T – A
c) T – (A ∪ M)
Se é o complementar do conjunto X em relação d) (A – M) ∩ (M – A)
ao universo U, então a região sombreada representa e) M – A
o conjunto:
308. Esam-PI
a) d) C ∪ A
Sejam os conjuntos A, B e C tais que A ∩ B = A e
b) e) A – (B ∪ C) A ∩ C = C. Nestas condições, é verdade que:
a) A = B d) B ∩ C = ∅
c) b) A ≠ C e) C ⊂ A ⊂ B
c) B ≠ C
304. UFV-MG
Uma academia de ginástica possui 150 alunos, 309. ITA-SP
sendo que 40% dele fazem musculação, 20% fa-
Sejam U um conjunto não vazio e A ⊂ U, B ⊂ U.
zem musculação e natação, 22% fazem natação e
Usando apenas as definições de igualdade, união,
capoeira, 18% fazem musculação e capoeira e 12%
intersecção e complementar, prove que:
fazem as três atividades. O número de pessoas que
fazem natação é igual ao número de pessoas que I. Se A ∩ B = ∅, então B ⊂ AC
PV2D-08-MAT-14

fazem capoeira. II. B \ AC = B ∩ A


Pergunta-se: Notações: A \ B = { x ∈ A; x ∉ B}
XC = U \ X, para x ⊂ U, U ≠ ∅
93
310. UEPA (Sugestão: utilize o diagrama de VENN para facilitar
Cabelo e vestuário são itens que se destacam no rol os cálculos.)
de preocupações das adolescentes que costumam a) 25% d) 40%
freqüentar as “baladas” belenenses – é o que aponta b) 30% e) 45%
a pesquisa realizada com 650 meninas, na faixa
c) 35%
etária entre 15 e 19 anos. Destas, 205 comparecem
a esse tipo de festa se adquirem um traje inédito;
382 se fazem presentes após uma boa “escova” no
cabeleireiro; 102 aparecem nos locais onde aconte-
cem as “baladas” com traje inédito e depois de uma
“escova” no cabeleireiro. Pergunta-se: quantas são as
adolescentes consultadas que não se preocupam em
ir ao cabeleireiro fazer “escova”, nem em vestir uma
roupa inédita?
a) 39 d) 165
b) 63 e) 177
c) 102 315.
No curso de matemática noturno existem 70 alunos
311. PUC-RJ matriculados em Álgebra III e Álgebra IV. Desses
Numa pesquisa de mercado, verificou-se que 15 alunos, 6 estão matriculados nas duas disciplinas ao
mesmo tempo e 37 alunos cursam Álgebra III. Com
pessoas utilizam pelo menos um dos produtos A ou
base nas informações apresentadas, o número de
B. Sabendo que dez destas pessoas não usam o
alunos matriculados em Álgebra IV é:
produto B e que duas destas pessoas não usam o
a) 32 d) 40
produto A, qual é o número de pessoas que utilizam
os produtos A e B? b) 39 e) 35
c) 34
312. Acafe-SC
Dos 540 alunos incritos em uma academia, 200 fazem 316. Ufla-MG
musculação, 250 natação e 240 fazem outras moda- Em um avião os passageiros são de quatro nacionali-
lidades de esportes. dades: argentina, brasileira, colombiana e dominicana,
Assinale a alternativa correta. nas seguintes proporções: 20% de argentinos, 85%
a) O número de alunos que faz apenas musculação de não colombianos e 70% de não dominicanos. As
é 100. porcentagens de passageiros que são brasileiros, que
são argentinos, e que não são brasileiros e não são
b) O número de alunos que faz apenas natação é 50.
dominicanos, são respectivamente:
c) 450 alunos fazem natação ou musculação.
a) 50%, 35% e 35%
d) 150 alunos fazem natação e musculação.
b) 35%, 50% e 30%
e) 300 fazem apenas uma modalidade de esporte.
c) 35%, 35% e 35%
313. UFAC d) 30%, 50% e 35%
Numa universidade estudam, nos diversos cursos ofe- e) 25%, 30% e 60%
recidos, 1.500 alunos. Destes, 35 cursam Engenharia
317.
Elétrica, 30 cursam Engenharia Civil e 8 cursam ambos
Numa classe de 30 alunos, 16 alunos gostam de Ma-
os cursos. O número de estudantes da universidade
temática e 20, de História. O número de alunos desta
que não estuda em nenhum dos dois cursos é:
classe que gosta de Matemática e de História é:
a) 1.450 d) 1.435
a) exatamente 16 d) no mínimo 6
b) 1.443 e) 1.427
b) exatamente 10 e) exatamente 18
c) 1.440 c) exatamente 6
314. PUC-PR 318. UEPA
Em uma pesquisa feita com 120 empregados de uma As belezas naturais da cidade de Salinópolis, locali-
firma, verificou-se o seguinte: zada aproximadamente a 220 km de Belém, estado
– têm casa própria: 38 do Pará, fazem dessa cidade um centro turístico,
– têm curso superior: 42 recebendo milhares de turistas ao ano. Numa pes-
quisa encomendada por uma empresa de turismo,
– têm plano de saúde: 70
verificou-se que, dos turistas consultados, 120.000
– têm casa própria e plano de saúde: 34 visitaram a Praia do Atalaia, 80.000 visitaram a Praia do
– têm casa própria e curso superior: 17 Maçarico, 60.000 visitaram essas duas praias e 10.000
– têm curso superior e plano de saúde: 24 não visitaram nenhum dos dois lugares. O número de
– têm casa própria, plano de saúde e curso superior: 15 turistas consultados foi de:
a) 100.000 d) 270.000
Qual a porcentagem dos empregados que não se
enquadra em nenhuma das situações anteriores? b) 150.000 e) 370.000
c) 200.000
94
319. Uneb-BA 324. UFMG
Em um vestibular, 80 alunos acertaram pelo menos Em uma pesquisa de opinião, foram obtidos estes
uma questão entre as questões nº 1 e nº 2. Sabe-se dados:
que 70 deles acertaram a questão nº 1 e 50 acertaram • 40% dos entrevistados lêem o jornal A.
a questão nº 2. O número de alunos que acertou ambas • 55% dos entrevistados lêem o jornal B.
as questões é igual a:
• 35% dos entrevistados lêem o jornal C.
a) 40 d) 60
• 12% dos entrevistados lêem os jornais A e B.
b) 35 e) 120
• 15% dos entrevistados lêem os jornais A e C.
c) 20
• 19% dos entrevistados lêem os jornais B e C.
320. UPF-RS • 7% dos entrevistados lêem os três jornais.
Feita uma pesquisa com 600 estudantes sobre as • 135 pessoas entrevistadas não lêem nenhum dos
universidades em que pretendem prestar vestibular, três jornais.
observou-se que 245 pretendem prestar vestibular Considerando-se esses dados, é correto afirmar que
na universidade A; 270, na universidade B; 285, na o número total de entrevistados foi:
universidade C; 130, nas universidades A e B; 120, a) 1.200 c) 1.250
nas universidades A e C; 110, nas universidades B b) 1.500 d) 1.350
e C; e 50, nas três universidades citadas (A, B e C).
Com base na pesquisa, é incorreto o que se afirma 325.
na alternativa: Num colégio, para um grupo de 200 alunos, 170
a) 230 estudantes pretendem prestar vestibular ape- gostam de estudar, 140 usam uniforme, 150 vão de
nas em uma universidade. carro para a escola e 160 possuem bolsa de estudo.
b) 110 estudantes não pretendem prestar vestibular Dentre esses 200 alunos, o número máximo deles
nas três universidades. que, ao mesmo tempo, não gostam de estudar, não
c) 80 estudantes pretendem prestar vestibular apenas usam uniforme, não vão de carro para a escola e não
na universidade B. possuem bolsa é:
d) 70 estudantes pretendem prestar vestibular apenas a) 20 d) 50
na universidade C. b) 30 e) 60
e) 210 estudantes pretendem prestar vestibular em c) 40
duas das três universidades citadas.
326. Vunesp
321. Ufla-MG
Suponhamos que numa equipe de 10 estudantes, 6
Numa sala de aula, 21 alunos falam francês, 20 não
usam óculos e 8 usam relógio. O número de estudantes
falam inglês, 32 só falam inglês e 45 só falam um
desses dois idiomas. Pergunta-se: que usam, ao mesmo tempo, óculos e relógio é:
a) qual o total de alunos da sala? a) exatamente 6.
b) quantos falam os dois idiomas? b) exatamente 2.
c) no mínimo 6.
322. FCMSC-SP d) no máximo 5.
Analisando-se as carteiras de vacinação das 84 crian- e) no mínimo 4.
ças de uma creche, verificou-se que 68 receberam a
vacina Sabin, 50 receberam a vacina contra o sarampo 327. UFRJ
e 12 não foram vacinadas. Quantas dessas crianças Uma amostra de 100 caixas de pílulas anticoncepcio-
receberam as duas vacinas? nais fabricadas pela Nascebem S.A. foi enviada para
a) 11 d) 23 a fiscalização sanitária.
No teste de qualidade, 60 foram aprovadas e 40
b) 18 e) 46
reprovadas, por conterem pílulas de farinha. No teste
c) 22 de quantidade, 74 foram aprovadas e 26 reprovadas,
por conterem um número menor de pílulas que o
323. UEL-PR especificado.
um grupo de estudante resolveu resolveu fazer uma O resultado dos dois testes mostrou que 14 caixas
pesquisa sobre as preferências dos alunos quanto ao foram reprovadas em ambos os testes.
cardápio do Restaurante Universitário. Nove alunos Quantas caixas foram aprovadas em ambos os testes?
optaram somente por carne de frango, 3 somente
por peixes, 7 por carne bovina e frango, 9 por peixe e 328. UERJ
carne bovina e 4 pelos três tipo de carne. Consideran- Considere um grupo de 50 pessoas que foram identifi-
do que 20 alunos manifestaram-se vegetarianos, 36 cadas em relação a duas categorias: quanto à cor dos
não optaram por carne bovina e 42 não optaram por cabelos, louras ou morenas; quanto à cor dos olhos,
peixe, assinale a alternativa que apresenta o número azuis ou castanhos. De acordo com essa identificação,
de alunos entrevistados. sabe-se que 14 pessoas no grupo são louras com
PV2D-08-MAT-14

a) 38 d) 62 olhos azuis, que 31 pessoas são morenas e que 18


têm olhos castanhos.
b) 42 e) 78 Calcule, no grupo, o número de pessoas morenas com
c) 58 olhos castanhos.
95
329. FGV-SP 333. Unisa-SP
Numa cidade do interior do estado de São Paulo, uma Assinale a afirmação verdadeira.
prévia eleitoral entre 2.000 filiados revelou as seguintes
informações a respeito de três candidatos A, B e C, a) ( )(
5 +1 ⋅ )
5 − 1 é irracional e 0,999... é racional.
do Partido da Esperança (PE), que concorrem a três
cargos diferentes. b) ( 5 + 1) ⋅ ( 5 − 1) é racional e 0,999... é racional.
I. Todos os filiados votaram e não houve registro de
voto em branco, tampouco de voto nulo; c) ( 5 + 1) ⋅ ( 5 − 1) é racional e 0,999... é irracional.
II. 280 filiados votaram a favor de A e de B;
III. 980 filiados votaram a favor de A ou de B, mas d) ( 5 + 1) ⋅ ( 5 − 1) é irracional e 0,999... é irracional.
não de C;
IV. 420 filiados votaram a favor de B, mas não de A e) ( 5 + 1) ⋅ ( 5 − 1) e 0,999... não são números reais
ou de C;
V. 1.220 filiados votaram a favor de B ou de C, mas 334. Fuvest-SP
não de A; Na figura estão representados geometricamente os nú-
VI. 640 filiados votaram a favor de C, mas não de A meros 0, x, y e 1. Qual é a posição do número x · y?
ou de B;
VII. 140 filiados votaram a favor de A e de C, mas não
de B.
a) À esquerda de 0.
Determine o número de filiados ao PE que: b) Entre 0 e x.
a) votou a favor dos três candidatos. c) Entre x e y.
b) votou a favor de apenas um dos candidatos. d) Entre y e 1.
e) À direita de 1.
330. IMT-SP
Em determinado ano, a análise dos dados dos inscritos 335. UEPB
em um concurso vestibular para cursos de Engenharia Em uma simulação do consumo de energia elétrica
e Administração permitiu constatar que de três motores monofásicos, obviamente, o pico do
• 70% dos candidatos eram do sexo masculino; consumo irá ocorrer quando todos os motores estive-
• 90% dos candidatos optaram por Engenharia; rem em pleno funcionamento. Se o motor A é ligado
• 50% dos candidatos à Administração eram do sexo das 13 às 17 horas, o motor B das 8 às 15 horas e o
masculino; motor C fica ligado as 24 horas do dia, então o horário
de pico ocorrerá:
• 300 mulheres optaram por Administração.
a) antes das 13 horas.
Calcule o número de candidatos do sexo masculino
que optou por Engenharia nesse vestibular. b) das 13 às 15 horas.
c) depois das 15 horas.
331. UECE d) das 8 às 13 horas.
Num certo grupo de pessoas, metade lê o jornal A
e) das 15 às 17 horas.
Notícia e um terço lê O Informativo, mas somente um
sexto lê ambos os jornais. Do grupo, a quantidade 336. UEPB
de pessoas que não lê nem A Notícia e nem O Infor-
mativo é: O número p − 3 pertence ao intervalo:
a) a metade 1   1
a)  , 1 d)  0, 
b) um terço 2   2
c) um quarto
d) um sexto  3  1 
b)  1,  e)  − , 0 
 2  2 
332. Unisinos-RS
Chama-se conjunto dos números racionais o con- 3 
c)  , 2
junto: 2 
a) {x / x ∈ R}
337. PUC-MG
a  Sendo A = {x ∈ R / − 2 ≤ x < 3} e B = {x ∈ Z / − 2 < x ≤ 3} ,
b)  / a ∈ Z, b ∈ Z e b ≠ 0 
b  é correto afirmar:
a  a) A ∪ B = A
c)  / a ∈ N, b ∈ N
b  b) A ∪ B ⊂ Z
d) { }
x ∈ R / x = a, a ∈ Q c) A ∩ B = A
d) A ∩ B ⊂ Z
a 
e)  / a ∈ R, b ∈ R e b ≠ 0  e) A ∩ B = B
b 
96
338. UEPA 342.
Em conseqüência da aquisição de hábitos nada Qual dos conjuntos abaixo é unitário?
saudáveis, como sedentarismo e alimentação exces-
sivamente calórica, Camilla, Daniela e Giselle estão a) {x ∈ Z / x < 1}
engordando. Para combater o sobrepeso, resolveram b) {x ∈ N / 1 < 2x < 4}
seguir uma dieta e praticar exercícios físicos. Porém,
devido ao intenso ritmo dos estudos dedicados ao c) {x ∈ R / x2 = 1}
cumprimento das tarefas escolares, estão com dificul-
d) {x ∈ Q / x2 < 2}
dades para destinar um horário em que, juntas, as três
possam freqüentar a mesma academia. e) {x ∈ Z / x2 > 0}
Os horários disponíveis de cada uma correspondem
aos seguintes intervalos fechados: Camilla, das 17h 343. UFMG
às 20h; Daniela, das 18h às 21h; Giselle, de 16h às Considere x, y e z números naturais. Na divisão de x
19h. Neste caso, o intervalo que corresponde ao
horário disponível comum às três para a prática de por y, obtém-se quociente z e resto 8. Sabe-se que a
exercícios físicos é: representação decimal de é a dízima periódica
a) [16; 17] 7,363636...
b) [17; 18]
c) [18; 19] Então, o valor de x + y + z é:
d) [19; 20] a) 190
e) [20; 21] b) 193
c) 191
339. UFRR d) 192
3 8
Considere o intervalo J =  ,  . Assinale a única 344. UFSM-RS
7 7
afirmativa verdadeira sobre J: Assinale verdadeira (V) ou falsa (F) em cada uma das
afirmações a seguir.
a) Não existem valores inteiros J.
( ) A letra grega p representa o número racional que
b) Existem infinitos números reais no intervalo J. vale 3,14159265.
c) Não existem números irracionais no intervalo J. ( ) O conjunto dos números racionais e o conjunto
d) Existem exatamente quatro números racionais no dos números irracionais são subconjuntos dos
intervalo J. números reais e possuem apenas um ponto em
e) Existem exatamente seis números racionais no comum.
intervalo J. ( ) Toda dízima periódica provém de uma divisão
de dois números inteiros, portanto é um número
340. UECE racional.
Sejam: A seqüência correta é:
R: conjunto dos números reais a) F – V – V
X1 = {x ∈ R / 7 x − 5 < 16 + 4 x} b) V – V – F
c) V – F – V
X2 = {x ∈ R / 9 + 4 x > 3 x + 11}
d) F – F – V
O conjunto X1 ∩ X2 é: e) F – V – F
a) {x ∈ R / 2 < x < 7} 345. PUC-MG
b) {x ∈ R / 3 < x < 6} Quatro intervalos reais A, B, C e D são tais que:
c) {x ∈ R /1 < x < 5} x ∈ A ⇔ −10 ≤ x ≤ 10
x ∈B ⇔ 0 < x ≤ 5
d) {x ∈ R / 0 < x < 8}
x ∈ C ⇔ −3 ≤ x < 2
e) {x ∈ R / − 2 < x < 7} D =B−C
341. PUC-MG Sendo D o complementar de D em relação ao conjunto
Considere os seguintes conjuntos de números na- A, então:
turais:
a) x ∈ D ⇔ −10 ≤ x < 2 ou 2 < x ≤ 10
A = {x ∈ N / 0 ≤ x ≤ 25} e {B = x ∈ N / 16 ≤ x < 25}.
b) x ∈ D ⇔ −10 ≤ x < −3 ou 5 < x ≤ 10
O número de elementos do conjunto A ∩ B é:
c) x ∈ D ⇔ −10 ≤ x ≤ 0 ou 2 < x ≤ 10
PV2D-08-MAT-14

a) 9 c) 11
d) x ∈ D ⇔ −10 ≤ x ≤ 2 ou 2 ≤ x ≤ 10
b) 10 d) 12
e) x ∈ D ⇔ −10 ≤ x < 2 ou 5 < x ≤ 10

97
346. UFRGS-RS Dados os seguintes subconjuntos de IR:
Considere as proposições abaixo, em que a, b, c são a) N e) R–
números reais quaisquer. b) Q f) Q*
I. Se ac < bc, então a < b.
c) Z g) R*
II. Se ab < 1, então a < 1 e b < 1.
d) R+
III. Se a < b, então a2 < b2.
Analisando-as, conclui-se que: a) Quais desses subconjuntos são fechados em
a) apenas I é falsa. relação a soma?
b) apenas I e II são falsas. b) Quais desses subconjuntos são fechados em
relação a subtração?
c) apenas II e III são falsas.
c) Quais desses subconjuntos são fechados em
d) apenas I e III são falsas.
relação a multiplicação?
e) I, II e III são falsas.
349. UFPE
347. Unifor-CE
Analise as afirmações a seguir referentes aos núme-
Dados os conjuntos ros reais positivos que são medidas associadas aos
{
A = {x ∈  −2 ≤ x < 3},B = x ∈  x 2 = 2 e } triângulos eqüiláteros.
( ) Se o lado de um triângulo eqüilátero é racional,
C = {x ∈  1 ≤ x < 4} é verdade que :
então a altura do triângulo é irracional.
a) A ⊃ C ( ) Se a mediana de um triângulo eqüilátero é irracio-
b) B ⊂ (A ∩ C) nal, então o lado do triângulo é irracional.
c) B ∪ C = ∅ ( ) Se o lado de um triângulo eqüilátero é racional,
então a área do triângulo é irracional.
d) A ∩ B = A
( ) Se a altura de um triângulo eqüilátero é racional,
e) (A ∪ B) ⊂ (A ∩ C) então o perímetro do triângulo é racional.
( ) Se o perímetro de um triângulo eqüilátero é racio-
348. nal, então a área do triângulo é irracional.
– Um subconjunto A do conjunto IR é fechado para
a operação de adição, quando a soma de dois 350. Inatel-MG
elementos quaisquer de A é também um elemento No texto a seguir há uma argumentação e uma con-
de A. 1
clusão. “Como = 0, 333... , multiplicando ambos os
x ∈ A e y ∈ A → x + y ∈ A ∀x ∀y 3
membros por 3 encontramos 1 = 0,999... . Portanto,
– Um subconjunto A do conjunto IR é fechado para a
operação de subtração, quando a diferença de dois 0,999...= 1”. Assim, podemos afirmar que:
elementos quaisquer de A é também um elemento
de A. a) A conclusão está incorreta, pois 0,999... < 1.
1
x ∈ A e y ∈ A → x – y ∈ A ∀x ∀y b) A argumentação está incorreta, pois não é igual
3
– Um subconjunto A do conjunto IR é fechado para a 0,333... .
a operação de multiplicação, quando o produto c) A argumentação está incorreta, pois 3 x 0,333...
de dois elementos quaisquer de A é também um não é igual a 0,9999... .
elemento de A.
d) A argumentação e a conclusão estão incorretas.
x ∈ A e y ∈ A → x · y ∈ A ∀x ∀y e) A argumentação e a conclusão estão corretas.

Capítulo 8
351.
Se zero é solução da equação , então o
Observe:
valor de m é:
Na equação , o número 2 não é raiz, pois a) 1/2 d) 0
b) –1 e) 2
substituindo x por 2 temos: c) –3
352. UFV-MG
Sabendo-se que –1 é a raiz da equação
Já o número zero é raiz da equação, visto que: (m + 5)x + 3m = 3(x – 2) e sendo K = 2m2 – 5, en­
tão K é igual a:
a) 8 d) 5
Agora resolva o exercício: b) – 13 e) 3
c) – 8
98
353. PUC-MG 359. Ufla-MG
O valor de x que verifica a igualdade Em um quintal há galinhas e coelhos, perfazendo o total de
14 cabeças e 38 pés. Calcule o número de galinhas.
é:
360. UFV-MG
Vicente levou três dias para pintar um muro. No primeiro
a) c)
dia, pintou 1/3 do comprimento do muro, no segundo
dia, 3/4 do que faltava para ser pintado e no terceiro dia
encerrou sua tarefa, pintando os 22 metros restantes.
b) d) Qual o comprimento do muro?
a) 142 m d) 152 m
354. FGV-SP b) 164 m e) 144 m
A soma de 3 números inteiros consecutivos é 60. c) 132 m
Assinale a afirmação verdadeira.
361. UFRJ
a) O quociente do maior pelo menor é 2.
Clarissa é uma típica consumidora de shopping. Seu
b) O produto dos 3 números é 8000. pai lhe deu uma certa importância em dinheiro, para
c) Não existem números nestas condições. que comprasse algumas coisas. Ao passar por uma
d) Falta informação para encontrar os 3 números. sapataria, encantou-se com um tênis e pagou por ele
1/5 do que recebeu. Em seguida, entrou numa loja de
e) O produto dos 3 números é 7980. roupas e comprou uma calça, pagando com 1/4 do que
lhe restou. Clarissa ficou ainda com R$ 120,00.
355. UFS-SE
Pergunta-se: qual foi a quantia que Clarissa recebeu
2 de seu pai?
O número que somado aos seus resulta 30 é:
3
a) ímpar 362. Vunesp
b) primo Uma estrada foi percorrida por um ciclista em dois dias.
c) múltiplo de 9 No primeiro dia percorreu 0,35 da estrada pela manhã,
d) quadrado perfeito 1/5 à tarde e 15/100 à noite.
A parte da estrada que deixou para percorrer no dia
e) divisor de 30
seguinte foi de:
356. UFMG a) 0,7 d) 2/10
2 b) 0,3 e) 75/100
De um recipiente cheio de água tiram-se de seu c) 0,35
3
conteúdo. Recolocando-se 30 d de água, o conteúdo
363. Mackenzie-SP
passa a ocupar a metade do volume inicial. A capaci-
Uma pesquisa realizada com k pessoas, a respeito
dade do recipiente é: da preferência de cada uma delas pela leitura de um
a) 45 d d) 150 d dos jornais A, B e C, revelou que preferem A,
b) 75 d e) 180 d
preferem B, preferem C e 70 pessoas não gostam
c) 120 d
de nenhum dos três jornais. O número k de pessoas
357. Acafe-SC consultadas foi:
Para acelerar a pavimentacação de uma estrada, três a) 1.600 d) 2.400
empreiteiras, A, B e C, foram contratadas. Coube à
b) 1.800 e) 2.800
emprenteira A, 3/8 da estrada, à empreiteira B, 5/32 da
estrada e o restante, de 45 km, para a empreiteira C. c) 2.000
Assinale a alternativa correta. 364. UFJF-MG
a) O total a ser pavimentado é de 90 km. Num terreno retangular, deseja-se construir uma casa,
b) A empreiteira A pavimentou 21 km a mais que a uma área de lazer, uma área de serviço e uma gara-
empreiteira B. gem. O terreno possui comprimento igual a 15 metros
c) A empreiteira A pavimentou 15 km. e está dividido em quatro quadrados, conforme mostra
d) A empreiteira C pavimentou 17/32 da estrada. a figura abaixo. Determine a largura do terreno.
e) A empreiteira B pavimentou 36 km.
358.
De uma quantidade de puras flores de lótus, uma terça
parte, um quinto e um sexto, foram oferecidas para os
deuses Shiva, Vishnu e Bhavani. Os seis lótus restan-
PV2D-08-MAT-14

tes foram dados ao venéravel preceptor. Determine o


número total de flores de lótus.
(Problema registrado por volta do ano 1.150 d.C.,na
Índia).
99
365. Unicamp-SP 369. UFRJ
O índice de desenvolvimento humano (IDH), divulgado Maria faz hoje 44 anos e tem dado um duro danado
pela ONU, é um número entre 0 e 1 usado para comparar para sustentar suas três filhas: Marina, de 10 anos,
o nível de desenvolvimento dos países e resulta da média Marisa, de 8 anos e Mara, de 2 anos. Maria decidiu
aritmética de três outros índices: o índice de expectativa que fará uma viagem ao Nordeste para visitar seus
de vida (IEV), o índice de escolaridade (IES) e o índice do
pais, no dia do seu aniversário, quando sua idade for
produto interno bruto per capita (IPIB). Os últimos relatórios
igual à soma das idades de suas três filhas. Com que
fornecem os seguintes dados a respeito do Brasil.
idade Maria pretende fazer a viagem?
Ano Posição IEV IES IPIB IDH 370. UFMG
1998 74 0,700 0,843 0,700 0,747 Um estudante planejou fazer uma viagem de férias
e reservou uma certa quantia em dinheiro para o
2000 73 0,712 0,835 0,723 0,757 pagamento de diárias. Ele tem duas opções de hos-
pedagem: a Pousada A, com diária de R$ 25,00, e a
a) O índice de expectativa de vida (IEV) é calculado Pousada B, com diária de R$ 30,00. Se escolher a
pela fórmula: IEV = (E – 25)/60, em que E repre- Pousada A, em vez da Pousada B, ele poderá ficar três
senta a expectativa de vida, em anos. Calcule a dias a mais de férias. Nesse caso, é correto afirmar
expectativa de vida (E) no Brasil, em 2000. que, para o pagamento de diárias, esse estudante
b) Supondo que os outros dois índices (IES e IPIB) reservou:
não fossem alterados, qual deveria ter sido o IEV a) R$ 300,00. c) R$ 350,00.
do Brasil, em 2000, para que o IDH brasileiro b) R$ 600,00. d) R$ 450,00.
naquele ano tivesse sido igual ao IDH médio da
América Latina, que foi de 0,767? 371. UEL-PR
Uma turma de torcedores de um time de futebol quer
366. encomendar camisetas com o emblema do time para
Hoje a soma das idades de um pai e de seu filho é 65 a torcida. Contataram com um fabricante que deu o
anos. Daqui a 2 anos o pai terá exatamente o dobro seguinte orçamento:
da idade do filho. Determine a diferença de idade • arte-final mais serigrafia: R$ 90,00, independente-
entre pai e filho. mente do número de camisetas;
• camiseta costurada, fio 30, de algodão: R$ 6,50 por
367. Fuvest-SP camiseta.
Quantas camisetas devem ser encomendadas com
Carlos e sua irmã Andréia foram com seu cachorro o fabricante para que o custo por camiseta seja de
Bidu à farmácia de seu avô. Lá encontraram uma velha R$ 7,00?
balança com defeito que só indicava corretamente
a) 18 d) 180
pesos superiores a 60 kg. Assim eles se pesaram dois
b) 36 e) 200
a dois e obtiveram as seguintes marcas:
c) 60
Carlos e o cão pesam juntos 87 kg;
Carlos e Andréia pesam 123 kg, e 372. Uneb-BA
Andréia e Bidu pesam 66 kg.
Para receberem suas mesadas, dois irmãos, A e B,
Podemos afirmar que: deveriam resolver, todo mês, um problema. Este mês,
a) cada um pesa menos que 60 kg. o problema foi o seguinte: se A der R$ 50,00 de sua
b) dois pesam mais que 60 kg. mesada para B, os dois receberiam a mesma quantia,
c) Andréia é a mais pesada. e se B der 1/3 de sua mesada para A, então A rece-
berá R$ 20,00 a menos que o triplo do que restou da
d) o peso de Andréia é a média aritmética dos pesos
mesada de B.
de Carlos e Bidu.
e) Carlos é mais pesado que Andréia e Bidu juntos. Assim, neste mês, A e B receberão juntos
a) R$ 500,00
368. UFMG b) R$ 460,00
Pai e filho, com 100 fichas cada um, começaram um c) R$ 400,00
jogo. O pai passava 6 fichas ao filho a cada partida
d) R$ 320,00
que perdia e recebia dele 4 fichas quando ganhava.
Depois de 20 partidas, o número de fichas do filho e) R$ 278,00
era três vezes o do pai. Quantas partidas o filho
373. UESB-BA
ganhou?
Há 5 anos a idade do pai era o quíntuplo da idade do
a) 10
filho. Se hoje o produto das duas idades é 300, então
b) 11 eles têm juntos?
c) 12
a) 30 anos d) 60 anos
d) 13 b) 40 anos e) 68 anos
e) 14 c) 56 anos

100
374. Unicamp-SP 383. Cesgranrio-RJ
Uma lanchonete vende hambúrgueres a R$ 6,00 cada Sobre a equação 1983x2 – 1984x – 1985 = 0 a afir-
um. Sabendo-se que 1/5 desse preço é o custo do pão mação correta é:
e dos demais ingredientes e que 1/3 corresponde às a) não tem raízes reais.
outras despesas, calcule o lucro obtido na venda de
b) tem duas reais e distintas.
cada hambúrguer.
c) tem duas raízes simétricas.
375. Fuvest-SP d) tem duas raízes positivas.
Um açougue vende dois tipos de carne: de primeira a e) tem duas raízes negativas.
R$ 12,00 o quilo e de segunda a R$ 10,00 o quilo.
Se um cliente pagou R$ 10,50 por um quilo de carne, 384. Fuvest-SP
então necessariamente ele comprou: No segmento AC , toma-se um ponto B de forma que
a) 300 g de carne de primeira. AB BC .
=2
b) 400 g de carne de primeira. AC AB
BC
c) 600 g de carne de primeira. Então, o valor de é:
AB
d) 350 g de carne de primeira.
e) 250 g de carne de primeira.

376.
Resolva as equações em R:
a) x2 – 5 = 0
b) x2 + 5 = 0

377.
Resolva as equações em R: 385.
a) x2 – 6x = 0 Para a equação do 2º grau (m – 2) x2 + (2m – 5) x +
b) 2x2 + 5x = 0 + (1 – 2m) = 0, determine m nos seguintes casos:
a) O produto das raízes é – 1.
378. b) As raízes são números opostos.
Resolva as equações em R: c) Uma das raízes é o número zero.
a) 2x2 – 5x + 3 = 0
386. UFRJ
b) – x2 + 3x – 2 = 0
Maria deseja saber o significado da palavra escrutar.
Abriu o dicionário e verificou que o primeiro verbete da
379.
página 558 é escrutínio e o último é escutar.
Resolva as equações em R: Indique qual das três alternativas a seguir é a cor-
a) 4x2 – 8x + 4 = 0 reta.
b) 2x2 – 7x + 7 = 0 I. A palavra procurada encontra-se na página 558.
II. A palavra procurada encontra-se em uma página
380. anterior à 558.
Resolva a equação em R: 2(x – 1)(x + 3) – 3x = 4 III. A palavra encontra-se em uma página posterior à
558.
381. UFPI
Um criador de aves verificou que, após colocar n + 2 387. Fuvest-SP
aves em cada um dos n viveiros disponíveis, sobraria O conjunto verdade da equação:
apenas uma ave. O número total de aves, para qual- é:
quer valor de n Î N, é sempre:
a) {– 2}
a) um número par.
b) {– 2; – 1}
b) um número ímpar. c) {2; – 1}
c) um quadrado perfeito.
d) O
d) um número divisível por 3. e) {– 2; 1}
e) um número primo.
388. Unimep-SP
382.
A soma das raízes da equação: é:
Resolva a equação em R:
PV2D-08-MAT-14

3 ( x + 2 ) ( x − 1) ( 2x + 3 ) ( x + 4 ) a) 0 d) 5
− =0
2 7 b) 1 e) 6
c) 4
101
389. a) 0 d) 1/4
A equação x2 + ax – 5 = 0 tem como raiz o menor número b) – 4 e) 1/5
natural primo. Resolva a equação ax2 – 3x + 4 = 0. c) – 5

390. Unicamp-SP 396. FGV-SP


Um fio de 48 cm de comprimento é cortado em duas Considere a equação x2 – 4x – 7 = 0 e sejam x1 e x2
partes, para formar dois quadrados, de modo que a suas raízes. Então, x12 + x 22 vale:
área de um deles seja quatro vezes a área do outro.
a) Qual deve ser o comprimento de cada uma das a) 1 d) 30
partes do fio? b) 2 e) 31
b) Qual será a área de cada um dos quadrados for- c) 3
mados?
397. FESP
391. A equação do 2º grau ax2 + x – 6 = 0 tem uma raiz cujo
Resolva em R: valor é 2. A outra raiz é:
x +1 x −1 a) – 3 d) 1
+ =0
x2 − 3x + 2 x2 − 6x + 8 b) – 2 e) 3
c) – 1
392. Fuvest-SP
Dada a equação: , então: 398.
A maior raiz da equação – 2x2 + 3x + 5 = 0 vale:
a) V = ∅ a) – 1 d) 2,5
b) V = {–1, 0, 1}
b) 1 e) (3 + 19 ) / 4
c) V = {–1, 1}
c) 2
d) V = {–1, 0}
e) V = {0} 399. ENEM
Vinte anos depois da formatura, cinco colegas de
393. turma decidem organizar uma confraternização. Para
Uma caixa foi montada a partir de um quadrado de marcar o dia e o local da confraternização, precisam
papelão, de onde foram retirados quadrados de 2 comunicar-se por telefone. Cada um conhece o tele-
cm de lados, um em cada canto, como mostra a fone de alguns colegas e desconhece o de outros. No
figura. quadro a seguir, o número 1 indica que o colega da
linha correspondente conhece o telefone do colega
da coluna correspondente; o número 0 indica que o
colega da linha não conhece o telefone do colega da
coluna. Exemplo: Beto sabe o telefone do Dino que
não conhece o telefone do Aldo.

Aldo Beto Carlos Dino Ênio


Aldo 1 1 0 1 0
Beto 0 1 0 1 0
Carlos 1 0 1 1 0
Dino 0 0 0 1 1
Desse modo, a caixa ficou com 48 cm2 de área.
Qual é a medida do lado do quadrado de papelão Ênio 1 1 1 1 1
usado no início do processo?
O número mínimo de telefonemas que o Aldo deve
394. fazer para se comunicar com Carlos é:
Resolva em R: a) 1 d) 4
b) 2 e) 5
x3 + 8
+ x2 = 4 c) 3
x 2 − 2x + 4
400.
395. O valor de x na equação (x2 – 2x) / (3x – 6) = 1 é:
Uma das raízes da equação x2 + bx + c = 0, em que a) 3 d) 1
b e c são números inteiros, é 1 − 5 . Qual o valor do b) 2 e) – 3
coeficiente c? c) 2 e 3

102
401. 408.
O conjunto verdade da equação 10x2 – 7x + 1 = 0 é: Os valores de m, para os quais a equação
3x2 – mx + 4 = 0 tem duas raízes reais e iguais, são:
a) V = {1/ 2, − 1/ 5}
b) V = {−1/ 2,1/ 5} a) − 5 e 2 5 d) 2 e 5
c ) V = {1/ 2, + 1/ 5}
b) − 4 3 e 4 3 e) – 6 e 8
d) V = {−1/ 2, − 1/ 5}
e) V = {∅} c) 3 2 e − 3 2

402.
409.
A equação 4x2 + x + m = 0 tem uma única raiz. Então,
Resolva em R:
m é igual a:
a) 0 d) 1/32 ( )
x 2 − 1+ 2 x + 2 = 0
b) 1/16 e) – 1
c) 2 410.
Resolva em R:
403.
A soma das raízes da equação 3x2 + 6x – 9 = 0 é x2 – ( )
3 −1 x − 3 = 0
igual a:
411.
a) 4 d) 3
Dada a equação 2x2 – 5x – 7 = 0 com raízes x1 e x2,
b) 1 e) – 3
obtenha:
c) – 2
a) x1 + x2
404. b) x1 · x2
A soma e o produto das raízes da equação x2 + x – 1 = 0
são respectivamente: c) x 2 + x 2
1 2
a) – 1 e 0 d) +1 e 0
412. UEPI
b) 1 e – 1 e) – 1 e – 1
Sejam x1 e x2 as raízes da equação 4x2 – 20x + 24 = 0.
c) – 1 e 1
O valor de é:
405.
A soma das raízes da equação (k – 2) x2 – 3kx + 1 = 0,
com k ≠ 2, é igual ao produto dessas raízes. Nessas a) d)
condições, temos:
a) k = 1/2 d) k = 2/3 b) e)
b) k = 3/2 e) k = – 2
c) k = 1/3 c)

406.
Considere as seguintes equações: 413.
I. x2 + 4 = 0 Sendo r e s as raízes da equação 2x2 – 5x + 1 = 0
II. x2 – 2 = 0 obtenha:
III. 0,3x = 0,1 r s
a) +
Sobre as soluções dessas equações é verdade que s r
em:
1 1
a) II são números irracionais. b) +
r 2 s2
b) III é um número irracional.
c) I e II são números reais.
414. UFSCar-SP
d) I e III são números não reais.
Considere a equação x2 + kx + 36 = 0, onde x’ e x”
e) II e III são números racionais.
representam suas raízes. Para que exista a relação
407. , o valor de k na equação deverá ser:
Se x1 e x2 são as raízes da equação 3x2 – 2x – 8 = 0,
PV2D-08-MAT-14

sendo x1 < x2, então 3x22 – 2x1 – 8 é igual a: a) –15 d) +15


a) 2/3 c) 16/3 b) –10 e) +36
b) 8/3 d) 20/3 c) +12
103
415. FGV-SP
Considere a seqüência a seguir: a) {2} d)

1 · 9 + 2 = 11
b) {0,2} e)
12 · 9 + 3 = 111
123 · 9 + 4 = 1111
–––––––––––– c) {0}
––––––––––––
423.
––––––––––––
Nestas condições, é verdade que o número 1111111111
Resolva x + ( 2x 2
)
+ x−2 =0:
pode ser escrito como: a) V = {1} d) V = {–2}
a) 123.456 · 9 + 6 b) V = {–1} e) V = {–3}
b) 1.234.567 · 9 + 8
c) V = {2}
c) 12.345.678 · 9 + 9
d) 123.456.789 · 9 + 10 424. PUCCamp-SP
e) 12.345.678.910 · 9 + 11 A tabela a seguir mostra os preços cobrados por um
digitador, por página impressa.
416.
As raízes da equação x2 + bx + 47 = 0 são naturais. Tipo de trabalho Preço
Determine a diferença entre essas raízes. somente texto R$ 1,50

417. texto com figuras R$ 2,50


Se as raízes x1 e x2 da equação x2 – 3ax + a2 = 0 Ele digitou 134 páginas e cobrou R$ 250,00 por esse
satisfazem a condição x12 + x22 = 1,75, podemos trabalho. Se T é o número de páginas digitadas só com
concluir que o valor de a é: texto e F o de digitadas com texto e figuras, então é
verdade que:
a) F = 53 d) T = 2F
b) T = 80 e) F < 30
c) F = 49

425.
O produto das raízes positivas de x4 – 11x2 + 18 = 0
vale:

a) 2 3 d) 4 2

418. b) 3 2 e) 5 3
Resolva em R: 3 x − 2 = 4 c) 4 3

419. 426.
16 + x + 4 = 5 Em R, resolver x4 – 3x2 – 4 = 0
Resolva em R:
a) V = {2, 0} d) V = {0}
420. EFEI-MG b) V = {0, 2} e) V = {2, – 2}
Considerando-se um texto que contém 100 palavras, c) V = {2}
é válido afirmar-se que:
a) todas as letras do alfabeto foram utilizadas. 427.
b) há palavras repetidas. Subtraindo-se 3 de um certo número, obtém-se o dobro
c) pelo menos uma letra foi utilizada mais do que 3 da sua raíz quadrada. Qual é esse número?
vezes. a) 2 d) 9
d) uma das letras do alfabeto não foi utilizada. b) 3 e) 11
e) não há palavras repetidas. c) 7
428.
421.
Resolva, em R, a equação:
Resolva em R: x − 2 + 3 x − 2 = 10

422. PUC-SP
O conjunto de soluções inteiras da equação 429.
Resolva, em R, a equação:
é:

104
430. FEI-SP 433.
Seja V o conjunto dos números reais que são soluções Resolva, em R, a equação: 7 + x +1 = 3
da equação irracional
434.
Assim: Resolva, em R, a equação: x4 – 20x2 – 21 = 0
a) V = {2; 18}
435.
b) V = {2} Resolva em R: x6 – 4x3 + 3 = 0
c) V = {18}
436.
d) V = ∅
Resolva em R: (x2 + 2)2 – 5(x2 + 2) + 6 = 0
e) V = {–2; –18}
437. Mackenzie-SP
431. UFV-MG Sejam x e y dois números reais e positivos, de tal forma
Com relação à equação , é correto que ocorra a igualdade x2 + 2xy + y2 + x + y – 6 = 0.
afirmar que: Assim, a soma x + y vale:
a) 2
a) seu conjunto solução é vazio.
b) 3
b) seu conjunto solução é formado por dois números c) 4
inteiros negativos.
d) 5
c) seu conjunto solução é unitário. e) 6
d) seu conjunto solução é formado por dois números
inteiros positivos. 438.
4 2 2
e) seu conjunto solução é formado por dois números Resolva em R: x + 2x + 1 + x + 1 = 2
simétricos. x2 − 4x + 4 x−2
439.
432.
Resolva, em R, a equação:
Resolva, em R, a equação: x +2 − x −3 =1

PV2D-08-MAT-14

105
106
Matemática 1 – Gabarito m n + mx + x 2 + nx =
2 2 2
x 4  81a4=+xx 2 x +n9a
= B =
01. a) 8 f) 16 48. a) 1 94. B = m n + x95. D 96.
b) 243 g) –16 2 − 10 =  xx 2++n9a
97. a)=  m+ xx  9a  =
2 2 2
b)
c) 0 h) –1 49. D 50. E 51. C b)=  x 2 + 9a2   x + 3a  x  3a
d) 1 i) – 6 52. D 53. A
98. 2x2 (4x – 3)
e) 16 j) 1 7− 3 11 − 2
<
54. =y 99. (x2 + 1) (x – 1)
02. A 03. A 11 + 2 7+ 3
100. 102
−3.157 55. E 56. A 57. A
04. 101. (x + 5y) (x – 5y)
200
2 1 2−4 −2 2 − 2 102. x2y2 (x + x3y + y2)
05. D − E=
06. = ·58. a)=
4 2 4· 2 4· 2 2 4 103. x2y2(x + y)(x – y)
07. 3.000 b) 2 − 3
104. (x + a)2 (x + 1)
08. C 09. B 10. A 59. E 60. B 61. B
11. B 12. A 62. E 63. B 64. A 29
105.
2
13. 13 algarismos 65. a)= 9 − 6 + 4
3 3 3
106. A 107. A 108. B
14. D
17. E
15. B
18. B
16. B
19. D
b) 2 ( 3
4 + 3 2 +1 ) 109. 7/5 110. A
66. 0,79 111. (a2 + a + 3)(a2 – a + 3)
20. a) 3
67. E 68. D 69. B 112. (x + y + 1)2
b) – 1
113. [(x + y)(x – y)]2
21. 11 · 106 hectares 70. a) I. 2 −1
114. (x + 1)(y – 1)2
22. D 23. C II. 3− 2
115.
24. a) 9 b) 2 c) 5 III. n + 1 − n 1º membro = (ac + bd)2 + (bc – ad)2 =
d) – 5 e) 0 f) 1,5 b) 10
71. a) 4x2 + 12xy + 9y2 a2c 2 + 2abcd + b2d2 +
g) 0,2 h) 0,2
b) 25x2 – 20xy + 4y2 + b2c 2 − 2abcd + a2d2
25. 5
c) 9a4 – 6a2b + b2 = a2c2 + b2c2 + b2d2 + a2d2 =
26. a) 21 2
2 3 ; 3 2;2 72. a) x2 – 4y2
b) 64 6 = c2 (a2 + b2) + d2 (b2 + a2) =
b) a6 – 4b2
22.E
27. 3; 32.2 ;28.
4 4
2 E 29. A = (a2 + b2) (c2 + d2) = 2º membro
c) 4x2y2 – z4
4
12 ; 4D
30. 18; 4 16 31. D 32. B c.q.d
73. a) x3 + 6x2y + 12xy2 + 8y3
116. x4 – 4x3 + 4x2
33. , 3 2 > 2 > 2 3
Logo b) 8x3 – 12x2y + 6xy2 – y3
= 44.3.3 244 .33.4.4 333 =1212 244.333 =1212 432 117. (10 + 3x – y) (10 – 3x + y)
2 . 3 = 2 .3 a)= 432 c) 8x3 – 24x2y + 24xy2 – 8y3
34. 118. 8a2b2 (3b3 + 4a3b4 – 1 – 2b)
( ) ( )
24 6.44.3.3 2444.4.4 +12 216169 12 
( )
3 4 −2 −2
−2 −2 1 x4 − 1
a)
2 =  2 =12 2 15b)=12 =2 6. 2 + 3 =
x 274.
− a) = 119. (a + 3)2 (a2 + 1)
4 5 = 3.4 3.5 = 2 = 2
2 22 x2 x2
( )
15
25 3 − 3.4 52231.5 = 3135. −2 B 5 = 31 − 15  9 + 4  13 2 2 4 4
120. a2 – a + 1
( ()
2 3 −= 65.  2=+3 −
)
36.
2  =a)6.  +  = 6. 
 = 6. 2−222 + 3 −32 =5 = 34− 5 9  36  6
= x
y2 x2
y x −y
− b)= 2 2
x y
121. a) (x – 1)(x – 3)
( )
 1 − 3 2 = 1 − 3b)= 3 − 1 b) (1 – x)(x – 3)
( )
1− 3 = 1− 3 = 3 − 1 75. A 76. 899 77. E
122. a) (1 + 3x)(1 – 3x + 9x2)
(
 1 1  4  93 + 24 −1 13 2
) ( )
−1
.b) +3. 2= 6−. 2.37. 8 a)  == 3. 2 − 2. 3 23.2 = 78. B
4 9  36  6 b) (2x + 3y)(4x2 – 6xy + 9y2)
4
1 79. 4 x 4 + 8 + 123. a) (a – 2b)(a2 + 2ab + 4b2)
= (12 − 8 ) = 4−b)
−1 1
= x4
b) (xy – 4z)(x2y2 + 4xyz +
( )
−1 4
= 3.22 − 2. 3 23.2 = 80. E
38. C 39. B + 16z2)
1 40. 01. V ; 02. F ; 04. F ; 08. F 3 1
= 81. a3 + 3a + + 1
4 a a3 124. 2 (y + 1)(y – )
41. C 2
42. São corretas: 16 e 32. 82. B
125. C 126. 500 127. 20
43. D 44. A 45. C x2 y2 128. C 129. C 130. 2xy
83. 2
+2+ 2
46. B y x
4 131. ( x − 1)( x − 2 )
5 15 84. 4 e4x + 8 + 4 x
·47. a)= d) 2 2 e 132. (x + y)(x – y)(x4 + x2 y2 + y4)
5 5 5 85. D 86. D 87. 2
PV2D-08-MAT-14

14 7 14 · 7 x+2
· = b) = 2 7 e) 8 + 3 7 88. – 3x2 – 2x + 17 133.
7 7 7 2 ( x − 3)
6 7c) 42 89. C 90. b2 – 2
· =
91. 12 92. D 93. 27 134. x − 2
7 7 7 2
107
a +1 188. a) Salário: R$ 2.500,00 c) 24
135. Energia elétrica: R$ 200,00 d) {1, 2, 4, 3, 6, 5, 10, 12, 15,
a − 4b
Combustível: R$ 114,00 20, 30, 60}
x + 3a
136. Telefone: R$ 336,00 e) {±1, ±2, ±3, ±4, ±5, ±6, ±10,
x 2 + 2ax + 4a2
b) Julho/1994 – 14% ±12, ±15, ±20, ±30, ±60}
137. B 138. A Maio/2003 – 26% 226. E 227. D 228. E
139. a) (2x + 1)3 189. A 190. D 191. C 229. C 230. x = 1
b) (2a – b)3 192. B 193. D 194. B 231. C
x2 + 3x + 9 195. 85% 196. E 197. A 232. Sim, são amigáveis.
140.
( x − 3)2 198. a) R$ 650.000,00 233. E
141. 1.383 b) R$ 50,00 234. F, F, F, F, F, V
142. B 143. E 199. C 235. C 236. 7
144. 10.000 200. a) Quincas pagou mais 237. 21 238. A 239. D
(R$ 19,00)
145. C 240. A 241. A 242. B
146. a) 0,64 d) 0,0135% b) 243. E 244. E 245. E
201. A 246. Se m é um número ímpar, então
b) 1,427 e) 104%
202. Seja V o preço de tabela. m = 2k +1.
c) 0,0037 f) 80%
Pagamento à vista: 0,35 · V Assim, m2 – 1 = (2k +1)2 – 1 →
147. a) 25,20 c) 0,46 → m2 – 1 = 4k (k + 1). Sendo
Pagamento em 30 dias: 0,45 · V
b) 1,10 d) 675 Aplicação: k e k + 1 dois números inteiros
148. D consecutivos um deles é um
1,25 · (0,35.V) = 0,4375 · V
149. R$ 12,00 número par, admitindo portan-
Considerando que após a apli­
to, o fator 2. Considerando-se
150. E 151. A 152. E cação não haverá dinheiro
que já existe o fator 4, pode-se
153. 20 g de A su­ficiente ­para o pagamento
concluir que m2 – 1 é divisível
154. A 155. D 156. B a prazo, melhor seria o paga-
por 8.
157. B mento à vista.
247. A 248. A 249. B
158. 50 litros de leite de soja 203. 80 204. D 205. C
250. E 251. D 252. B
159. E 160. D 161. C 206. D 207. C 208. A
253. A 254. A 255. D
162. B 163. E 164. C 209. B 210. E 211. C
256. B 257. C 258. B
165. A 166. B 212. A 213. B 214. A
259. A 260. E 261. A
167. 17,5 quilos de cobre e 7,5 qui­ 215. 20%
262. 63 263. C 264. C
los de estanho. 216. a) 17.600 b) 55.000
265. a) 25 cm
168. a) 50% 217. B 218. D 219. B
b) 204 ladrilhos
b) 33,33% 220. Estão corretas: 02, 04 e 16.
266. n = 45
221. Estão corretas: 02, 04 e 16.
169. a) 25,02 x b) 14% 267. a) mdc (a, b) é divisor de
6 222. a) Ao final do 1º mês de aplica-
(a – b)
ção, ele terá 1.000 · 1,02 =
170. D Assim, mdc (n + 1, n) é divi-
= 1.020 reais e, pagan-
171. R$ 2.688,00 sor de [(n + 1) – n] = 1. Como
do a 1ª parcela, restarão
172. C o único divisor natural de
1.020 – 350 = 670 re-
173. Respectivamente, 25% e 20% 1 é o próprio 1, podemos
ais. Após o 2º mês de
afirmar que o mdc de dois
174. B 175. C 176. D aplicação, lhe resta-
números inteiros consecu-
177. D 178. R$ 960,00 rão 670 · 1,02 – 350 =
tivos é igual a 1.
= 333,40 · 1,02 = 340,07 reais,
179. D 180. E 181. D b) 12 e 13.
insuficientes para pagar a últi-
182. D 183. B 268. C
ma parcela do financiamento.
184. R$ 17.469,35 Logo, João Augusto não racio­ 269. Os possíveis valores para o
185. a) Aumento de 62% cinou corretamente. lado das lajotas, em cm, são 1,
b) Aumento de 3% b) 50% ao ano 2, 4, 5, 10, 20, 25, 50 e 100.
c) Aumento de 8,5% 223. a) 33,1% 270. a) 2, 3 e 5
d) Desconto de 4% b) Aproximadamente 19%. b) 1, 2, 5 e 10
e) Desconto de 28% 224. a) R$ 4.500,00 271. n = 875
f) Desconto de 0,6%
b) R$ 3.267,00 272. B 273. B 274. A
186. C 225. a) 22 · 3 · 5 275. a) F; b) V; c) F; d) F; e) V;
187. A b) 12 f) V; g) F; h) F; i) F.
108
276. C 329. a) 80 386. Por ordem alfabética, Maria irá
277. P(A) = {∅; {7}; {8}; {9}; {7, 8}; b) 1.420 encontrar a palavra escrutar
{7, 9}; {8, 9}; {7, 8, 9} 330. 3.900 em uma página anterior à
278. x = 2 e y = 2 ou y = 3 página 558. Portanto, a única
331. B 332. B 333. B
alternativa correta é a II.
279. C 334. B 335. B 336. B
387. E 388. C
280. a) ∈ c) ⊂ 337. D 338. C 339. B 5+7
xI == {2,4}= 3
389. S
b) ⊂ d) ⊃ 340. A 341. A 342. B 4
390. a) 165 −cm
7 e1 32 cm
281. a) V; b) F; c) V; d) F; e) V; f) V; 343. C 344. D 345. E xII = =−
g) V; h) F; b) 164cm2 e264 cm2
346. E 347. B
282. A 283. E 284. C  1 
348. a) N ; Z ; R– ; R* ; Q ; R+ ; Q* 391. S = − , 3 
285. a) {0, 1, 2, 5}  2 
b) Z ; Q
b) {0, 1, 2} c) N ; Z ; R* ; Q ; R+ ; Q* 392. E 393. 8 cm
c) ∅ 349. V, F, V, F, V 394. S = {–2, 1}
d) {1, 2, 5} 350. E 351. E 352. E 395. B
e) {1 , 2} 353. B 354. E 355. C 396. D 397. A 398. D
286. D 287. B 288. A 356. E 357. B 399. C 400. A 401. C
289. E 290. B 291. E 358. 20 359. 9 360. C 402. B 403. C 404. E
292. A 293. E 294. C 361. R$ 200,00 405. C (
x 2 − 3 406. )
− 1 x A− 3 = 0
407. D
295. B 296. B 297. E 362. B 363. E 408. B
Soma : 3 − 1
298. C 299. C 300. A 364. 9 m 409. Pr { }
1, 2: ( − 1) 3
S =oduto
(− 1, 3)
301. a) = {d, e, f , g} 365. a) 67,72 anos
410. S = {− 1, 3}
b) 0,743
b) = {b, d, e, f, g}
366. 23 anos 411. a) 5/2
c) = {b} 367. E 368. D b) –7/2
302. {3, 5} 369. 56 anos c) 53/4
303. A 370. D 371. D 372. B 412. C
304. a) 54 alunos 373. B 374. R$ 2,80 413. a) 21/2
b) 90 alunos 375. E x = ± 5 b) 21
305. B 306. A 307. C {
376. a) S = _ 5 , 5 } 414. A 415. D 416. ±46
308. E b) S =−Ø 417. C 418. S = {6}
55+ 1 3 419. S = {77}
309. I. Se B ⊄ AC, então ∃ x / x ∈ B e 377. a) S xI===2{0, =
4 6} 2 420. C
{ }
x ⊄ AC; logo, x ∈ B e x ∈ A. −5 5− 1
Assim, A ∩ B ≠ ∅ (contradi- b) SxII== 2 =, 01 421. S = {6} 422. A 423. D
4
ção), donde B ⊂ AC. 424. C 425. B 426. E
II. ∀ x ∈ B \ AC, então x ∈ B e { }
378. a) S = 1, 3 2
427. D 428. S = {3}
x ∉ AC; logo, x ∈ B e x ∈ A. − 1+ 9
b)
xI =S = {1, =2}2 429. S = {–1, –2}
Portanto, x ∈ (B ∩ A), donde 4
379. a) S = {1} 430. C 431. B
B \ AC = B ∩ A. − 1− 9 − 5
xII =S = ∅ =
b) 432. V = {7}
4 2
310. D 311. 3 312. D
{
380. S = − 5 , 2 } 433. Vx == {3}
± 21
313. B
316. C
314. A
317. D
315. B
318. B 381. C
2
{
434. S = − 21, 21 }
435. S = { 3,1}
3
319. A 320. D 382.
436. S = {0, – 1, 1}
321. a) 60 383. B 437. A
b) 8 alunos
384. B 438. S = {1, – 3}
322. E 323. C 324. B
439. S = {– 2, 0, 3}
325. B 326. E 385. a) m = – 1
327. 48 caixas foram aprovadas em 5
ambos os testes. b) m =
2
328. 13 1
c) m =
PV2D-08-MAT-14

109
110
PV2D-08-MAT-14

111
112

Você também pode gostar