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REPÚBLICA DE ANGOLA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TÉCNOLOGIA

LICEU JOAQUIM KAPANGO

HUAMBO

TRABALHO DE INFORMÁTICA

TEMA:

USO DA INFORMÁTICA NA CIÊNCIA

O DOCENTE
____________________
Osvaldo Jila
HUAMBO, 2021

REPÚBLICA DE ANGOLA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TÉCNOLOGIA
LICEU JOAQUIM KAPANGO
HUAMBO

TRABALHO DE INFORMÁTICA
TEMA: USO DA INFORMÁTICA NA CIÊNCIA

Nome: Número Cotação


Abel Mayaya Nº1
Abraão Vicango Nº2
Agostinho Catumbi Nº3
Agostinho Tomás Nº4
Ana Chilala Nº5
António Francisco Nº6
Antenor Iawanga Nº7
Azinaldo Ngola Nº8
Integrantes do Grupo nº1

Turma: 10.5
Classe: 10ª
Período: Manhã
Disciplina: Informática
O DOCENTE
________________________
Osvaldo Jila

HUAMBO, 2021

ÍNDIC
E

1. Introdução.........................................................................................................................2
2. A educação e a ulitilização da Informática..............................................................2
3. A Educação vs Computador........................................................................................6
4. A Revolução do Computador na Educação............................................................6
5. A Revolução do Computador na Educação............................................................7
6. Softwares Educativos....................................................................................................8
7. A importância da informática na ciência................................................................10
8. A utilidade da informática na escola.......................................................................11
9. A Informática na educação: Vantagens..................................................................12
10. A Informática na educação: desvantagens.......................................................15
Conclusão..............................................................................................................................18
Referencias Bibliografia.....................................................................................................19
1. Introdução
O presente trabalha enfatiza a repercussão da informática na
educação. Em nosso dia-a-dia a informática tem tornado-se algo
comum, como tomar banho ou mesmo realizar um lanche. Estamos
hoje na chamada “era digital”, bebês contemplam com os olhos as
telas dos notebooks de seus progenitores e com as mãozinhas
muitas vezes tocam no teclado, articulando sons como que
dominando e entendo tudo. Porém o Angola, um país em
desenvolvimento precisa capacitar-se, preparar-se para incorporar
esta tecnologia na vida, no trabalho, na escola de maneira que
venha acrescentar e potencializar o seu conhecimento, tanto aluno
como gestores e professores. Há benefícios e malefícios, mas cabe
ao homem administrar esta tecnologia.
2. A educação e a ulitilização da Informática
Os avanços tecnológicos têm dado grandes saltos nas últimas
décadas, com avanços e aprimoramentos extraordinários presentes
em todos os setores da sociedade.
Na educação, a utilização da tecnologia computacional na
educação aconteceu a partir da década de 70, com algumas
experiências em universidades que tem como objetivo provocar
mudanças pedagógicas profundas, preparando o/a aluno/a capaz
de se utilizar o computador como facilitador do processo de
aprendizagem nos ambientes tecnológicos e educacionais.
Foi nesse período que os governos iniciavam a desenvolver uma
política de informática para garantir o desenvolvimento e a
autonomia na ciência e na tecnologia.
É notório que hoje são grandes os avanços e os cursos oferecidos
para os educadores no sentido de relacionar e integrar as
tecnologias de informação no cotidiano educacional e as novas
perspectivas e necessidades ao mesmo tempo, de averiguar os
processos contínuos e interruptos nos quais, boa parte dos
educandos já estão habituados em seu cotidiano.

Os saberes escolares são instrumentos culturais que desenvolvem


no aluno com necessidades educativas especiais a capacidade de
dar sentido à informação, de fazer relações, de aprender a
aprender.
Portanto as tecnologias da informação e comunicação,
especificamente o uso do computador, é um recurso pedagógico
que traz vários benefícios para a educação, pois, propicia um
ambiente de aprendizagem, criando condições para que o aluno
exercite a capacidade de procurar e selecionar informações,
resolver problemas eaprender independentemente.
Estamos muito acostumados a nos referir a tecnologia como
equipamentos e aparelhos. Na verdade, a expressão tecnologia diz
respeito a muitas outras coisas além de máquinas. O conceito de
tecnologia engloba a totalidade de coisas que a engenhosidade do
cérebro humano conseguiu criar em todas as épocas, suas formas
de uso e suas aplicações. E acrescenta, que chamamos de
tecnologia um conjunto de conhecimentos e princípios científicos
que se aplicam ao planejamento, à construção e à utilização de um
equipamento em um determinado tipo de atividade.
Chamam-se de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs)
as tecnologias e métodos para comunicar surgidas no contexto da
Revolução Informacional, "Revolução Telemática" ou Terceira
Revolução Industrial. A imensa maioria delas se caracteriza por
agilizar, horizontalizar e tornar menos palpável o conteúdo da
comunicação, por meio da digitalização e da comunicação em
redes para a captação, transmissão e distribuição das informações.
São consideradas TICs:
• os computadores, as câmeras de vídeo os diversos suportes para
guardar e portar dados como as disquetes, discos rígidos ou hds,
cartões de memória, pendrives, zipdrives.
 A telefonia móvel, a TV, o correio eletrônico (e-mail), a
internet.
 As tecnologias digitais de captação e tratamento de imagens
e sons.
• A captura eletrônica ou digitalização de imagens (scanners), a
fotografia digital, o vídeo digital, o cinema digital, o som digital, a TV
digital e o rádio digital. Também temos as tecnologias de acesso
remoto como os Wi-Fi e Bluetooth. As Tecnologias da Informação e
da Comunicação consistem no tratamento da informação, articulado
com os processos de transmissão e de comunicação dessa
mesmainformação.
O termo Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC)
refere-se à conjugação da tecnologia computacional ou informática
com a tecnologia dastelecomunicações e tem na Internet e mais
particularmente na World Wide Web(WWW) a sua mais forte
expressão. Quando estas tecnologias são usadas para fins
educativos, nomeadamente, para apoiar e melhorar a
aprendizagem dos alunos e desenvolver ambientes de
aprendizagem, podendo assim considerar as TIC como um
subdomínio da Tecnologia Educativa.
Nesse sentido, para a criação de qualquer equipamento,
necessitamos pesquisar, planejar, elaborar e criar, observamos que
são várias as TIC, mas nesse caso vamos abordar a informática
computacional.
O ambiente de aprendizagem com a utilização do computador leva
o aluno com necessidades educativas especiais a construir a sua
própria aprendizagem:
o computador, além de ser um objeto deste ambiente, ele tem a
função de auxiliar o processo de resolução de problemas, tornando
possível a manipulação de conceitos envolvidos nos problemas
sendo resolvidos, portanto, propiciando meios para o aprendizado
destes conceitos.
Salientamos ainda que o aprendizado ocorre em todas as todas as
instâncias e instituições onde a pessoa perpassa durante a sua
vida. Assim sendo é primordial que o conhecimento adquirido fora
do âmbito educacional seja valorizado, como o que o aluno pode
aprender com a comunidade, bem como, auxiliar a mesma a
identificar problemas, resolve-los e apresentar a solução para ela”.
O computador tem varias funcionalidades como adaptação de
recursos tecnológicos que podem ser utilizados na alfabetização de
crianças portadores de necessidades especiais. Nesse contexto o
uso do computador pode facilitar o processo de aprendizagem das
crianças especiais, sendo assim o educador pode contar com esta
poderosa ferramenta, tanto no processo de alfabetização quanto no
de comunicação.
Com estas idéias quando afirma que construir ambiente de
aprendizagem com os recursos das novas tecnologias de
informação e comunicação, deve-se buscar novas metodologias
com estratégias e intervenção para que possa possibilitar/favorecer
o desenvolvimento cognitivo, afetivo e psicomotor de pessoas.
3. A Educação vs Computador
Na educação, o computador tem sido utilizado tanto para o ensino
de
computação, para adquirir conceitos computacionais, quanto para
ensinar praticamente qualquer assunto, ensino através do
computador.
O ensino através do computador significa que o aluno, por meio da
máquina, tenha condições de adquirir conceitos sobre qualquer
campo do conhecimento. Isto significa que, quando a informática é
utilizada dessa maneira, temos uma versão computadorizada dos
métodos tradicionais de ensino.
As mudanças culturais e de pensamento estão presentes e
modificam a ação cotidiana em sala de aula, pois, a nova geração,
desenvolveu capacidades perceptivas e é capaz de processar
muito mais informações do que as gerações precedentes, ainda
que de forma diferente de uma forma que privilegia uma grande
variedade de estímulos informativos, enquanto que na sala de aula
o que é
privilegiado é ainda a linguagem verbal e a escrita.

4. A Revolução do Computador na Educação


A grande revolução que o computador promove é permitir uma
educação massificada, no sentido de que há muita informação
disponível e, ao mesmo tempo, individualizada. Com o andar dos
anos o que vai acontecer é que o ensino não vai mais se reduzir ao
livro didático. Os livros estarão melhores e adequados à
informática, até mesmo com sugestões de sites e atividades.
As aulas expositivas, o papel, as pesquisas de campo, os trabalhos
de laboratórios, as consultas na web são recursos complementares
que devem ser utilizados de maneira integrada e inteligente.
Exatamente o oposto do que se faz na educação convencional, que
desperdiça o mais precioso de todos os recursos... o Professor,
fazendo dele mero fornecedor de informações, quando deveria ser
um organizador de situações de aprendizagem.

5. A Revolução do Computador na Educação


A escolha do software a ser adotado está diretamente ligada aos
objetivos que o educador deseja alcançar. Conhecer o produto,
conhecer algumas teorias de aprendizagem e ter um instrumento
de avaliação são elementos que podem fornecer alguns indicativos
para ajudar nessa escolha e no planejamento de suas atividades.
Existem diferentes maneiras de classificar os programas
computacionais que podem ser utilizados na Educação. Uma das
maneiras, por exemplo, consistiria em categorizar de acordo com a
natureza do software e suas propriedades. Uma outra forma seria
classificar pela finalidade para a qual o programa computacional é
utilizado no processo educacional, assim como, informação,
reforço, entre outros.
A forma mais elementar deste tipo de classificação consistiu na
divisão do software educativo em dois grandes grupos: software
genérico que é utilizável em qualquer disciplina, ou em outras
atividades não educativas. São exemplificativos deste tipo de
produtos, os processadores de texto, as folhas de cálculo, entre
outros e o software específico onde trata-se de um tipo de software
concebido com a finalidade de ser usado no ensino, e
nomeadamente na aprendizagem de temas concretos.
São exemplo deste tipo de produtos, os programas de simulação
usados no ensino de temas de ciência, de prática de idiomas, de
exercícios de matemática, entre outros.
6. Softwares Educativos
De acordo com os Fundamentos Educativos os softwares se
classificam como:
 Paradigma Instrucional. Este software assenta no
pressuposto que o ensino é uma simples transmissão de
conteúdos, utilizando para tal um conjunto de metodologias e
técnicas mais ou menos eficazes. O centro da atenção é o
programa. O aluno é visto como um mero receptor de
mensagens. A instrução apresenta-se como uma seqüência
de operações previamente definidas das mais simples para as
mais complexas.
 Paradigma da Descoberta. Este software assenta no
pressuposto que a aprendizagem é sobretudo uma
descoberta, devendo por isso ser facultado aos alunos meios
para desenvolverem a sua intuição em relação ao campo de
estudo. O centro da atenção são os alunos. O software
procura criar ambientes de exploração e de descobrimento,
sendo muito freqüentes as simulações de ambientes reais. Os
alunos avançam na aprendizagem introduzindo dados para
descobrirem as reações ou os efeitos que os mesmos
provocam.
 Paradigma das Hipóteses Construtivas. Este software
assenta no pressuposto que o saber é essencialmente uma
construção, O centro da atenção são os alunos na sua
interação com o meio. O software procura criar uma espécie
de micro-mundos informáticos que possibilitem que os alunos
manipularem idéias, conceitos ou modelos na compreensão
da realidade. Os alunos avançam na aprendizagem
construindo saberes.
 Paradigma Utilitarista. Não se trata de um novo tipo de
software, mas sim de uma maneira de encarar qualquer a
utilização dos computadores em geral, e os programas
informáticos em particular. Estes são vistos como meras
ferramentas, cuja grande utilidade consiste na libertação dos
alunos de tarefas penosas e repetitivas. Esta atitude anda em
geral associada a uma concepção utilitarista da educação, na
qual esta é reduzida a uma mera resposta mais ou menos
eficaz a necessidades específicas do cotidiano. É conveniente
que o professor possa refletir e decidir sobre a qualidade
técnica-estética e curricular, a sua adequação às
características dos alunos, bem como às concepções teóricas
que lhe dão suporte e, não somente de softwares, mas de
quaisquer outros materiais que lhe são apresentados. É claro
que para tal é necessário que o professor receba em sua
formação inicial, uma capacitação adequada para a utilização
destes recursos. A Internet também pode ser uma ferramenta
poderosa, quando trabalhada com inteligência, para ser
utilizada com os alunos como instrumento de aprendizagem.
Para isso é necessária uma mudança de atitude frente ao
conhecimento que se encontra disponível na rede. Para que
seja usada de forma útil ao processo de ensino aprendizagem
é necessário que o professor possua uma sólida formação
docente e que sua ação educativa situe-se tendo como
referência uma programação didática precisa e eficaz.
Para garantir o êxito da incorporação do recurso informático
como instrumento útil para a atividade intelectual, criativa e
profissional, é preciso que se garanta uma capacitação docente
ao somente a nível técnico, como também, fundamentalmente
pedagógica. O professor precisa apropriar-se da tecnologia em
função de seus interesses profissionais, para que possa situar-
se, avaliar e planejar sua aplicação em aula. A partir dos cursos
de capacitação, os professores poderão desenvolver projetos
educativos que integrem o uso da Internet e da Informática aos
temas curriculares.

7. A importância da informática na ciência


Cada vez mais há necessidade de recursos dinâmicos na área de
ensino, não só de matemática, mas também, de outras ciências.
Educadores e pesquisadores dos mais diversos pontos mundiais
buscam recursos que facilitem a interação professor x aluno.
Desta forma, conquista-se espaço para a criação e o crescimento
de um raciocínio criativo e lógico. Os recursos de informática nos
ambientes e meios de ensino têm chamado a atenção de docentes
e discentes para o potencial didático de sua utilização.
São muitos os programas que vêm sendo desenvolvidos e
aperfeiçoados como Mathematica, Maple e Cabri-Géomètre, que
motivam o ensino e a pesquisa da matemática, ampliando e
renovando metodologias. As propriedades de novos softwares
devem ser reconhecidas e aplicadas como objeto de estudo por
professores. Muitos fatores nos levam a acreditar em técnicas
inovadoras, entretanto, a escolha de um programa a ser aplicado
em um ambiente educacional que estimule a pesquisa e o aprender
a aprender, tem como fator mais importante a preparação de
profissionais na utilização adequada de programas e equipamentos.
Sendo assim, um laboratório de informática numa escola ou
universidade onde não haja investimento em seus profissionais
deixa a desejar em eficiência e coerência de seus trabalhos.
8. A utilidade da informática na escola
Através do uso da informática tem se consegudo ótimos resultados,
é uma alternativa de ensino-aprendizado. È algo que faz parte da
vida cotidiana, em todas áreas usamos o computador e a
informática por isso a importância de aprendermos a usar esta
ferramenta.
Porém devemos lembrar que por muitos esta tecnologia pode ser
usada de maneira errônea, negativa causando conseqüências
diversas e tristes.
A escola como formadora de cidadãos necessita dominar esta
tecnologia e ensinar a melhor maneira de utilizarmos. Deve
propiciar e incentivar professores, alunos, pais e comunidade em
geral a usarem este recurso buscando um acréscimo significativo
no aprendizado e crescimento pessoal. E cabe a escola auxiliar,
preparar, capacitar e incentivar os educadores para sua atuação na
informática como ferramenta para desempenharem melhor suas
aptidões e dos seus alunos.

9. A Informática na educação: Vantagens


As tecnologias trouxeram outras perspectivas para o ensino da
informática nas escolas, mudaram as práticas pedagógicas, foi
incluída no currículo escolar, para ser trabalhado e desenvolvido
em todas as disciplinas e assim transformando os modelos
estruturais da educação básica do país.
Podem se destacar inúmeras vantagens com a inclusão do ensino
da informática nas escolas, esses benefícios iniciam no âmbito
escolar e depois são transmitidos para toda a sociedade, onde a
escola está inserida. Podemos dizer que os professores
capacitados fazem toda a diferença no uso da informática em sala
de aula, pois esses são os detentores de informações sobre as
tecnologias e que de forma pedagógica transmitiram para seus
alunos os conhecimentos a cerca da informática. Os alunos
acabam conhecendo e compartilhando os seus conhecimentos para
toda a comunidade, o aluno passa também a desenvolver seu
próprio conhecimento com o uso corretas das tecnologias voltadas
para a educação.
Atualmente a escola possui o papel de transformar a realidade de
vida dos alunos, com o uso planejado do ensino e aprendizagem
com as tecnologias, as escolas vão disponibilizar alunos com novas
habilidades e com conhecimentos para ter uma vida profissional
direcionada. As escolas também estão cientes que os alunos já
nasceram na era das tecnologias e precisam disponibilizar as
mesmas para tornar as aulas mais atrativas e que possam envolver
os alunos com suas habilidades em uma aprendizagem e
conhecimentos. O ensino da informática deve ser pensado como
um uso baseado na busca pelo conhecimento e por novas
possibilidades que as tecnologias podem disponibilizar para a
escola, para os professores, alunos e para toda a sociedade
escolar.
O uso adequado da informática nas escolas podem possibilitar
muitos benefícios aos alunos como habilidades de lidar com
problemas, habilidades de pesquisa, habilidade para novos
pensamentos, aumenta o intelecto, abre oportunidades,
disponibiliza aos alunos a possibilidade de obter novas informações
e conhecer um novo mundo, ter acesso a varias culturas, conhecer
história de populações antigas e ser novo personagem da escrita
da sua própria história na sociedade.
Além dessas vantagens já citadas anteriormente o ensino da
informática também transforma o aluno como indivíduo, pois os
alunos tornam se mais pensantes, críticos, criativos, dinâmicos,
autônomos, e possuem habilidades de interagir e conhecer pessoas
de forma constante e continuada, bem como outras enumeras
habilidades que os alunos podem obter com a inclusão da
informática nas escolas brasileiras. Pensando em todas essas
transformações que passam a fazer parte do perfil do aluno, as
escolas devem se adaptar para uma atualização constante a cerca
da utilização das novas tecnologias, ser flexíveis com o ensino das
disciplinas curriculares, desenvolver e incentivar formação
continuada para seus professores, tudo isso pode ser definido,
como um novo momento, identificado como investimento no capital
humano, onde a escola está preocupada com o desenvolvimento
dos seus professores e dos seus alunos.
A inserção da informática educativa nas escolas também
possibilitou aos professores desenvolverem atividades, dinâmicas,
exercícios, jogos entre outros softwares e aplicativos, no auxílio do
aluno com dificuldade de aprendizagem, pois pode ser estudado o
caso de cada criança e desenvolvido atividades especificas para o
desenvolvimento desses alunos, que por isso podem se sentir
inseridos no ensino e aprendizagem, bem como possuem novas
habilidades para conseguir obter conhecimento. Não existem limites
para incluir o ensino da informática nas escolas, mas sim que as
mesmas possibilitem uma grande variedade de alternativas para
desenvolver as aulas com o uso dessas tecnologias em sala de
aula.
Uma vantagem muito importante em se tratando da inserção do
ensino da informática nas escolas é a construção do conhecimento,
construção do novo saber, geralmente quando falamos sobre esse
desenvolvimento ele pode ser identificado como adquirir novos
conceitos científicos, construção de novas habilidades, construção
de questões sócio cognitivas, competências em receber, armazenar
e transmitir informações, habilidades de comunicação, seja ela
realizada de forma pessoal ou virtual. Os atores desse processo
são os professores, alunos e toda escola que possuem em seus
registros profissionais que são capazes de reconstruir e
desenvolver novas histórias de ensinar e aprender novos conceitos.
Os alunos estão habituados a essas realidades e precisam cada
vez mais de informações concisas, convincentes e próximos da
realidade. O ensino da informática não disponibiliza todas essas
vantagens como um processo único, ou demostra um caminho
certeiro, mas sim disponibiliza variáveis, disponibiliza formas e
intermédios para o acesso entre a informação e conhecimento,
tanto para os professores, quantos para os alunos.

10. A Informática na educação: desvantagens


 Sistema educacional tradicional
Se considerarmos nosso sistema educacional convencional,
podemos constatar que o fracasso em alguns pontos é uma
realidade. Vamos considerar os altos índices de evasão da escola
(obrigatória) até o ensino médio. Muita gente sai da escola pública
com a sensação de que não aprendeu nada. Quem faz parte do
meio acadêmico sabe que as dificuldades geradas pelas
deficiências da escola são sentidas enquanto se faz um curso
superior e tornam a vida acadêmica um processo moroso e árduo.
Um curso à distância exige do aluno dedicação, interesse, disciplina
e autonomia, mas, a nossa formação escolar não contempla estas
características. Todos têm de aprender a mesma coisa, sem
justificativas, dentro de um protocolo antigo onde o aluno assiste
passivamente. Assim, o aluno acaba desgostando do ambiente
escolar, torna-se indisciplinado em seus estudos e dependente das
cobranças dos professores e dos pais.
 As dificuldades na adequação da tecnologia
Se o ensino a distância não for muito bem pensado e estruturado
estará fadado ao fracasso. A tecnologia tem aberto um enorme
caminho para a construção de métodos de ensino que antes não
eram possíveis. Hoje, a transmissão de imagem e voz é realizada
instantaneamente, a interação do usuário com o computador se
tornou um processo amigável através de programas que se
apresentam às pessoas de um modo educativo utilizando artifícios
de imagens e cores que tornam o ambiente virtual muito atraente.
Assim, é um desperdício de potencial continuar realizando apenas
tarefas repetitivas de cópia e decoreba que refletem uma
concepção behaviorista de aprendizagem.
 As dificuldades do professor no ensino à distância
Existe a ilusão de que à distância, um professor pode assumir
quantos alunos se queira e ainda assim o conhecimento será
transmitido de forma uniforme, mas é necessário que o professor
tenha contato direto com cada aluno e que conheça um pouco do
histórico de vida de cada um para que exista, mesmo à distância,
uma diferenciação no seu tratamento.
O contato pessoal (não necessariamente presencial), com o aluno é
importante. Perguntar por que ele não fez a lição ou responder a
uma dúvida do aluno ajuda a manter a motivação, o aluno sente
que sua participação é entendida como uma contribuição para o
curso. No fundo, todo mundo é carente e quer atenção, basta
lembrarmos como éramos nos primeiros anos de escola. Os alunos
gostam de uma atenção especial e isso ajuda a manter a
participação deles nos cursos.
Num curso a distância o professor gasta muito tempo para preparar
o material, pois tem de colocar no papel, ou melhor, na tela, tudo
que iria falar. Além de preparar material, propor questões e
explicações para as questões, o professor tem de enviar
mensagens para seus alunos, cobrar a participação dos que não
estão participando, ler todas as mensagens que recebe e, de
alguma forma, respondê-las. Em suma, o curso a distância dá ao
professor, no mínimo, tanto trabalho – quanto o curso presencial. O
lado bom é que no curso presencial o aluno pode ficar ‘voando’ na
sala de aula, mas no curso a distância a participação dele é
obrigatoriamente ativa.

 A visão da internet e suas facilidades


Facilidade, conforto, economia e democratização são
características ligadas ao uso da internet quando se pensa em:
pesquisar conteúdo para trabalhos escolares, verificar onde
comprar pelo menor preço, aproveitar todas as facilidades dos sites
bancários, etc. Porém, existe uma diferença entre educação à
distância e a maioria dos usos que se faz na internet, “o tempo”,
pois muitas pessoas ligam a agilidade da internet com economia de
tempo e na educação não existe economia de tempo. Diante dessa
realidade, a exigência de disciplina e esforço é muito maior que em
um curso tradicional, pois é muito mais fácil abandonar um curso
em que você está afastado e não conhece ninguém ou não se sinta
parte integrante do curso.
 Trabalho colaborativo
Um fator que ajuda a diminuir a evasão é o trabalho colaborativo,
ou seja, atividades que fazem com que os alunos entrem em
contato com os outros são muito bem aceitas, pois educação a
distância não significa necessariamente educação solitária.
Atividades em duplas, pequenos grupos bem como discussões em
que todo o grupo participa costumam ser altamente motivantes e
produtivas. Encorajar o diálogo entre os alunos e criar situações em
que haja a necessidade de comunicação entre eles. Procuramos
fazer com que os alunos se envolvam com as atividades e sejam
responsáveis pelo sucesso delas.
É bom saber que as distâncias diminuíram, que as pessoas podem
ter mais acesso ao saber. Cabe agora, aos professores e às
instituições aproveitarem essa oportunidade e não deixarem que
ela passe, como aconteceu com o rádio e a televisão.

Conclusão
A informática quando utilizada devidamente na educação esta
passa a ser a ferramenta pela qual o aluno desenvolve alguma
coisa, e a aprendizagem ocorre pelo fato do aluno estar executando
uma tarefa por meio do computador. Processadores de textos,
banco de dados, planilhas, editores eletrônicos são aplicativos úteis
tanto para os alunos como para os professores. É necessário que o
professor conheça bem as potencialidades desses materiais, pois
eles podem ter um uso bastante extenso, atendendo à quase todas
as disciplinas, em vários aspectos do conhecimento e ainda usados
de acordo com o interesse e a capacidade dos alunos. Os
softwares utilizados na educação permitem ao professor
constantemente descobrir novas maneiras de planejar atividades
que atendam seus objetivos.
O profissional em educação não deve pensar que irá perder seu
emprego por conta da informática e sim utilizá-la como um meio
para melhorar a qualidade de ensino. O papel do profissional em
educação é mostrar ao aluno para que serve o
conhecimento. Ele precisa enxergar-se, apenas, como uma parte
do processo de aprendizado.
A Tecnologia não é responsável por toda a transformação cultural
que ela impulsiona. A mudança tecnológica apenas cria novos
espaços de possibilidades a serem, então explorados e o educador
precisa acompanhar a evolução tecnológica, para que o processo-
ensino-aprendizagem ocorra de forma eficaz.

Referencias Bibliografia

1. BRASILEIRO, Sheila Alvarenga. O computador como


mediador dos processos pedagógicos. Um estudo
exploratório em escolas de Belo Horizonte. Belo
Horizonte:UFMG, 1996. 111p.
2. SILVA, D. Educação, Tecnologia e seus caminhos. Centro de
referencia educacional. 2005.

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