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Projeto de Pesquisa:

MONTAGEM DE HORTAS OU JARDINS DE PLANTAS MEDICINAIS EM


COMUNIDADES CARENTES DE RONDONÓPOLIS

Coordenador: Paulo Ricardo da Silva. Mestre


Doutorando em Ecologia e Evolução em
organismos biológicos– UNIC –
Rondonópolis.
Pesquisadores Colaboradores:
Dener Juliano Sasso Padilha
Biólogo colaborador da Associação Brasileira
para Pesquisa, Preservação e Proteção a
Biodiversidade – ABPbio.
Pós graduando em plantas medicinais
Pós-graduado em Administração hospitalar
Leandro Costa de Souza
Biólogo colaborador da Associação Brasileira
para Pesquisa, Preservação e Proteção a
Biodiversidade – ABPbio.

Rondonópolis- 2009
1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

1.1. Titulo do Projeto:

“MONTAGEM DE HORTAS OU JARDINS DE PLANTAS MEDICINAIS EM


COMUNIDADES CARENTES DE RONDONÓPOLIS ”.

1.2. Instituição:

Universidade de Cuiabá - Rondonópolis

1.3. Local de Execução

Laboratório de Biologia de Rondonópolis – Unidade Floriano Peixoto

1.4. Departamento Executor:

Ciências Biológicas

1.5. Duração da Pesquisa:

De 6 meses à 12 meses

1.6. Pessoal Envolvido:

Coordenação do Curso de Ciências Biológicas : Anderson Simão Duarte


Coordenador do Projeto: Doutorando Paulo Ricardo da Silva
Biólogos Colaboradores : Dener Juliano Sasso Padilha
Leandro Costa de Souza
Acadêmicos de Ciências Biológicas 1°,3° e 5° Semestre : A Selecionar
Alunos do terceiro ano de Escolas Públicas de Rondonópolis: A Selecionar
2 JUSTIFICATIVA

É provável que a utilização das plantas medicinais como medicamento seja tão
antiga quantas o próprio ser Humano o homem desenvolveu a arte de curar em
conseqüência de um longo processo de experimentação e observação cuja a existência
esta intimamente ligado a arte de curar, numerosa etapas marcaram a evolução da
medicina porem e difícil delimitar com exatidão considerando que ela esteve ligado as
praticas mágicas místicas e ritualista, consideradas ou não como seres espirituais as
plantas por suas propriedades terapêuticas ou tóxicas adquiriram fundamental
importância na medicina popular.
No Brasil a utilização de plantas no tratamento de doenças apresenta influencias
nas diversas culturas sendo elas indígenas africanas e naturalmente européias essas
influências deixaram marcas profundas nas diferentes áreas de nossa cultura material
ou espiritual elas constituem a base na medicina popular que algum tempo vem sendo
tomadas pela medicina natural procurando resgatar e restituir o ser humano a vida
natural.

• A Participação dos Cidadãos – democratização do conhecimento do processo saúde/


doença, estimulando a organização da comunidade para o efetivo exercício do controle
social na gestão do sistema. A descentralização somente será bem-sucedida se houver
participação da comunidade. Para que a rede regionalizada e hierarquizada se organize,
é necessário que o processo de descentralização seja bem conduzido; por sua vez, o
desenvolvimento da participação da comunidade exige que haja responsáveis locais a
quem a população possa se dirigir. A adequação da Assistência Farmacêutica ao modelo
descentralizado de gestão em saúde atualmente vigente no país tem como marcos à
extinção da Central de Medicamentos (Ceme), em 1997, e a publicação da Política
Nacional de Medicamentos (Portaria 3916/ 98), que dentre várias outras questões define
a competência de cada esfera de governo neste tema.
O conhecimento do uso de plantas medicinais em civilizações como a chinesa
desde 3000 AC, enquanto os assírios, egípcios e hebreus têm registro desta prática
desde 2.300 AC (MARTINS et al., 1994 in FARIA,1998). Além destes povos tem-se
observado que a fitoterapia foi amplamente empregada no passado de várias
civilizações fazendo parte ate hoje da cultura destas, como, por exemplo, na Dinamarca,
sendo difundida pelos Vikings (ROBINSON, 1994 in FARIA,1998) e no País de Gales,
cujos dados do século XIII revelam a atividade de médicos fitoterapêutas
(HENDERSON, 1994 in FARIA,1998).
Segundo CALIXTO (1996 in FARIA,1998), dos medicamentos produzidos nos
países do Primeiro Mundo, 60% vem de síntese orgânica, e os demais 40% são oriundos
de recursos naturais (30% de plantas e 10% de animais e microorganismos, sendo que
esta porcentagem varia, como é o caso da França , onde 82% da população tratam-se
com medicamentos naturais (GONÇALVES, 1997) e da Alemanha, onde os
fitoterápicos atingem cerca de 50% dos medicamentos adotados pelo receituário medico
( CALIXTO, 1996). MING (1995), observa que atualmente as plantas medicinais têm
sido revalorizadas, por diversas razões, entre as quais:
Aparecimento de efeitos colaterais após uso freqüente de medicamentos
sintéticos;
1 Possibilidade de descobertas de novos princípios ativos nas plantas;
2 Existência de resultados concretos na cura de algumas enfermidades através de
quimiossintetizados;
3 Forma mais acessível da população local curar suas enfermidades;
4 80% da população dos países em desenvolvimento as usam na terapêutica.

3 OBJETIVO GERAL

Fornecer informações a respeito das Plantas Medicinais aos acadêmicos de


Ciências Biológicas e alunos do Ensino Médio de nossa cidade, estimulando sua
Participação e a organização da comunidade junto ao Programa Hortas ou Jardins de
Plantas Medicinais FITOVIVA, na busca da qualidade de vida.

3.1 Objetivos específicos

1 Divulgar os programas fitoterápicos para a população do Município


Rondonópolis-MT, destacando a importância da ação curativa das plantas;
2 Capacitar os Usuários quanto ao uso Tradicional e cientifico das Plantas
Medicinais e Fitoterápicos, para assim preservar o conhecimento milenar adquirido
sobre as plantas medicinais;
3 Participar efetivamente do Projeto Horta e Jardins de Plantas Medicinais em
associação de bairros, escolas que tenham espaços e profissionais com interesse em
trabalhar com o conhecimento Tradicional X Cientifico.
4 Participar da construção das hortas e jardins medicinais.
5 Ensinar aos alunos do ensino médio técnicas laboratoriais de produção de mudas
e introduzir a iniciação científica na vida desses alunos através desse projeto.
6 Realizar estas ações abaixo:

 Estudar diferentes protocolos de micropropagação in vitro de plantas Medicinais


nativas (cerrado)
 Estudar diferentes tipos de vitaminas e hormônios para melhor produção,
crescimento da planta.
 Aperfeiçoar as proporções e a manutenção geral de meio de cultura para todas as
etapas de micropropagação e enraizamento “in vitro”.
 Produção de mudas para reflorestamento em matas ciliares.
 Prover variabilidade genética a programas de melhoramento genético.
 Construir um herbário medicinal com todas as informações sobre plantas
medicinais nativas e exóticas utilizadas pela população em geral

4 INTRODUÇÃO:

Grande perca da biodiversidade brasileira em espécies nativas da flora dos


biomas, se da devido às devastações quem vem crescendo de forma acelerada no Brasil.
Impulsionados pelos interesses em lucros pessoais, grandes produtores e até
mesmo grileiros estão destruindo as florestas no Brasil, prejudicando a natureza e a
biodiversidades, em todos os biomas
Os estudos de recuperação dessas áreas degradadas necessitam de grandes
investimentos para que não se perca a diversidades nativas de cada localidade. Pois as
floras nativas são necessárias para o controle da diversidade de cada bioma, fazendo
com que não afete o ciclo natural.
A flora nativa não traz desastres naturais, controla o clima, preserva a fauna,
regula o ciclo da água, economias de energia alem de manter a fertilidade dos solos.
A forma de exploração sustentável da terra faz com quem recursos possam
adquirir outras formas de lucros como a exploração de turista com grandes interesses
naturais.
No cenário mundial a um grande interesse por regiões ainda não exploradas que
conserve sua biodiversidade.
A uma grande necessidade de se montar um banco com a variabilidade genéticas
dessas espécies nativas é de forma essencial e tem que ser trabalhada de forma rápida e
progressiva pra garantira a pureza da espécie e conservação da tal.
O banco de germoplasma in vitro é a forma da se produzir e conservar essas
plantas em laboratórios para grandes recuperações de áreas degradadas eventuais
necessidades para o uso da espécie.
Importância principal dos bancos de germoplasma reside na sua capacidade de
prover variabilidade genética a programas de melhoramento genético (JULIANO
GOMES PÁDUA; FRANCISCO RICARDO FERREIRA 2007).

5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

O processo ensino-aprendizagem é visto como uma relação interativa,


promovida pelo Profissional, entre o sujeito do processo (usuário) e o seu objeto
(conteúdo da aprendizagem). Proporcionar uma formação ampliada, que desenvolva o
pensamento crítico, através do resgate e da problematização de toda a experiência
vivenciada pelo usuário-indivíduo/usuário-grupo/usuário-profissional é ponto de partida
para a construção coletiva dos novos conhecimentos.
A operacionalização do projeto do curso ficará sob a responsabilidade da
Supervisão do Programa FITOVIVA UNIC e FARMACIA HOMEOPATICA
MEDIFLORA o acompanhamento técnico/pedagógico/administrativo do curso será
realizado pela Diretoria de Coordenação do projeto. A assessoria técnica de suporte,
necessária para que o bom desempenho das atividades relacionadas a este curso, será
feita por acadêmicos de ciências biológicas parceiros de outras instituições envolvidas
neste projeto.
O Projeto desenvolvera um curso que será desenvolvido num período de seis
meses a doze meses, sendo 50% da sua carga horária destinada para as aulas teóricas e
50% para as aulas práticas, para alunos do terceiro anos das escolas públicas de
Rondonópolis.
Construção de uma horta medicinal em bairros e colégios que tiverem interesse,
ensinando técnicas de cultivo e produção de mudas.
Introduzir o ensinamento cientifico aos alunos de ensino médio dos colégios
parceiros através de experimentos realizados nos laboratório de biologia da
Universidade de Cuiabá. Sendo que estas pesquisas serão do tipo experimental,
realizando-se vários técnicas e protocolos para micropropagação in vitro de plantas
nativas do bioma do cerrado.

5.7 Material Biológico

Será utilizado plantas nativas novos com no máximo 3 anos, cultivados em


viveiros, onde será tratados com fungicidas e bactericidas para facilitar a introdução dos
mesmos in vitro.
Serão coletados meristemas apicais e laterais para realização do trabalho, nas
plantas nativas de nossa região.
Também será realizada a germinação de sementes in vitro para a utilização dos
meristemas posteriormente.

5.8 Estudo de protocolos para micropropagação e enraizamento

O material utilizado será desinfetado com hipoclorito (1%) até (10%) durante
uma variação de tempo de 10 minutos até 20 minutos, sendo posteriormente lavado com
água destilada esterilizada.
Os experimentos serão realizados em três repetições com 10 tubos cada.
Serão testados diferentes explantes (meristemas, internos e folhas), que serão
mantidos a uma temperatura de 22 a 24 °C, luminosidade de 2000 lux e fotoperiodo de
16 horas luz/dia.
Inicialmente serão utilizados os meios de cultivo Murashige & Skoog(1962) e
WPM (Lloyd & McCown, 1980), sendo posteriormente, se necessário, utilizado outros
meios, e mudanças nas concentrações bases destes meios, e a busca de meios
alternativos para micropropagação e enraizamento.

5.9 Estudo da influência de deferentes reguladores de crescimento para


micropropagação, enraizamento e morfogênese.

 Benziladenina (BA) – 0,1 ~ 10 mg/L


 6-benzilaminopurina (BAP) – 0,1 ~ 10 mg/L
 Isopenteniladenina (2iP) – 0,1 ~ 10 mg/l
 2,4-diclorofenoxiacético (2,4-D)- 0,1 ~ 5 mg/L
 Ácido naftalenoacético (NAA)- 0,1 ~ 5 mg/L
 Ácido Indolacético (IAA)- 0,1 ~ 5 mg/L
 Ácido Indolbutírico (IBA)- 0,1 ~ 5 mg/L
 Geberelina (GA)- 0,5 ~ 10 mg/L

5.10 Estudo da influência dos componentes minerais nos meios de cultura para
micropropagação.

Estudar as diferentes concentrações de minerais que formam os macro elementos


e micro elementos dos meios de cultura para micropropagação.
Para estes testes serão utilizadas plantas de diversas espécies nativas do cerrado
que serão micropropagadas neste projeto de pesquisa

5.11 Estudo da influência de diferentes reguladores de crescimento sobre o


enraizamento.
 Benziladenina (BA) – 0,1 ~ 10 mg/L
 6-benzilaminopurina (BAP) – 0,1 ~ 10 mg/L
 Isopenteniladenina (2iP) – 0,1 ~ 10 mg/l
 Ácido naftalenoacético (NAA)- 0,1 ~ 5 mg/L
 Ácido Indolacético (IAA)- 0,1 ~ 5 mg/L
 Ácido Indolbutírico (IBA)- 0,1 ~ 5 mg/L

5.12 Construção de hortas e jardins Medicinais nos bairro e colégios parceiros.

Serão construídas hortas e Jardins Medicinais dentro das técnicas mais modernas
de cultivo e produção de mudas. Será utilizado o espaço físico das instituições parceiras,
bem como mão de obra e recursos.

6 MATERIAL UTILIZADO

Será utilizado material básico para construção das hortas e jardins Medicinais, sendo
aproveitado o material que as instituições tiverem.
As mudas serão preparadas em laboratório através dos experimentos realizados
pelos alunos do ensino médio.

6.8 Material permanente:

 Capela de fluxo laminar  Balança digital


contínuo vertical com ventilação  Autoclave
estéril  Bisturi
 Lâmpada germinicida (UV)  Pinças
 Ph metro  Bico de Bunsen com torneira
 Agitador magnético c/ para regulagem de gás
aquecimento.  Botijão de gás
 Câmara de Germinação  Lamparina á álcool
 Destilador  Tripé de ferro
 Tela de amianto  Micropipetas
 Suporte para tudo de ensaio
 Vidrarias

6.9 Material de consumo:

 Bacto-agar
 Sacarose
 Carvão vegetal ativado
 Álcool 100%

6.10 Macronutriente:
 Nitrato amônia
 Nitrato potássio
 Cloreto cálcio
 Sulfato magnésio
 Fosfato potássio

7. 0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Almeida, Samuel; DOSSIÊ AMAZÔNIA BRASILEIRA I.

CMI BRAIL, Floresta amazônica, Disponível em: www.midiaindependente.org acesso em


2006.

FERREIRA, FRANCISCO RICARDO 2007. Importância principal dos bancos de


germoplama

Ferreira, Leandro Valle; DOSSIÊ AMAZÔNIA BRASILEIRA I.

HOMMA, A. K. O. Extrativismo vegetal na Amazônia: limites e oportunidades. Brasília:


EMBRAPA-SPI, Centro de Pesquisa Agro florestal da Amazônia Oriental, 1993. 201 p.

Idec, Lisa Gunn ECOL NEWS, disponível em: www.ecolnews.com.br/ acesso em 2008
MANTOVANI, WALDIR (Depto de Ecologia IB - USP 2005).

PÁDUA, JULIANO GOMES 2007. Importância principal dos bancos de germoplama

PINTO, M. N. Cerrado: caracterização, ocupação e perspectives. Brasília, DF: Universidade


de Brasília, 1993. 681 p.

POZO, O. V. C. O pequi (Caryocar brasiliense): uma alternativa para o desenvolvimento


sustentável do cerrado no norte de Minas Gerais. 1997. 100 f. Dissertação (Mestrado) –
Universidade Federal de Lavras, Lavras, 1997.

RIBEIRO, A. E. O espaço, o homem e o seu destino no norte de Minas. In: UNIVERSIDADE


FEDERAL DE LAVRAS. Departamento de Administração e Economia. Manejo sustentado
do cerrado para uso múltiplo: subprojeto agroecologia e desenvolvimento. Lavras, 1996. p.
11-18.

RIBEIRO, J. F.; WALTER, B. M. T. Fitofisionomias do bioma cerrado. In:

Venticinque, Eduardo; DOSSIÊ AMAZÔNIA BRASILEIRA I.

AUTORIA. Título : subtítulo. Edição. Local : Editora, ano. Total de páginas.


Exemplos:

- ALONSO, J.R. Tratado de fitomedicina. Buenos Aires : Isis Ediciones, 1998. 1039 p.
- PDR for herbal medicines. Montvalle,NJ : Medical Economics Company, 1998. 1244 p.
- SERVICE EUROPEEN DE LA QUALITE DU MEDICAMENT. Conseil de l’Europe a
Strasbourg. Pharmacopee europeenne. 3. ed. Stasbourg : Secretariat de la Pharmacopee
Europeenne, 1996. 1918 p.

PARTES DE LIVRO:
AUTORIA DA PARTE DA OBRA. Título da parte. In: AUTORIA DA OBRA. Título da
obra: subtítulo. Local : Editora, ano. Página inicial-final da parte.
Exemplos:
- HELME, J.-P.; CHAZAN, J.-B.; PERRIN, J.-L. Les antioxydants. In: MARTINI, M.-C.;
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significa que é o mesmo autor.)

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- BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Alerta SNVS/Anvisa/Ufarm n. 5 de


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Manual de Medicina Alternativa para profissional
CHARLES W.FETROW / JUAN R. W AVILA, PHARMED Compyright 1999 by
Springhouse corporation Editora Guanabara Koogan

FERRO DEGMAR
Fitoterapia : conceitos clínicos /Degmar Ferro – São Paulo
Editora Atheneu , 2006 . 1 Clinica Médica 2. Ervas – Uso terapêutico

Instituto Brasileiro de Plantas Medicinais – IBPM – Guia de Orientações para Implantação do


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YAMADA, Cristina S. Beerends. Fitoterapia : sua história e importância. Revista Racini,


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YAMADA, Cristina S. Beerends. Curso de Fitoterapia. 2004. 54 P. (apostila)

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