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DEVOCIONAL

com
BILLY
GRAHAM

B o m p a s to r
D E V Q C IQ N A L C O M BILLY G R A H A M

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E D IT O R A B O M P A ST O R
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Texto bíblico u tilizad o


Versão Revis^ta,^Corri|yda —Imprensa Bíblica Brasileira
[^salvo exceções)
Çk
^originalm ente em inglês sob o títu lo
Billy Graham
Unto The Hills - A Daily Devotional

P O R W O R D PU BLISH IN G

iraa u çao
Izabel Zwahlen / M aria José Arabicano

Revisão
Theófilo José Vieira

ISBN
' 8 5 - 8 6 0 9 6 - 24-5
PREFÁCIO

N O S S A fa m ília viveu p o r m u ito s anos n u m a confortável casa de m a d eira


nas m o n tan h as da C aro lin a do N o rte, 9 7 5 m etro s acim a do nível do mar.
H á algo de sereno no viver nas m o n tan h as ou n u m m o n te.
Q u an d o Jesus cham ou os doze ap ó stolo s, c h am o u -o s p ara os m o n tes, e
eles vieram a ele (M c 3 . 1 3 ) . N o sso S en h o r freq ü en te m en te se retirava
p ara os m o n te s ou m o n ta n h a s p ara m o m e n to s de so lid ã o , q u a n d o as
m u ltid õ e s se to rn avam m u ito grandes.
M a s, com o o escrito r inglês O sw ald C h am b ers observou, não fom os
feito s apenas para as experiências nas m o n tan h as. F om os feito s para o vale
da vida. A lg u m a s vezes D eus nos p erm ite u m a visão das m o n tan h as, mas
apenas para que sejam os refrigerad o s o b astan te p ara re to rn arm o s p ara o
vale — o n d e e stá a ação — a fim de p o d e rm o s serv i-lo . Os to p o s das
m o n tan h as são para co n te m p lar a vista e p ara insp iração , m as o fru to
cresce nos vales.
M e s m o que m in h a esp o sa R u te e eu g o s t e m o s de n o s s a casa nas
m o n tan h as da C aro lin a do N o rte, passam o s pouco tem p o lá, p o rq u e D eus
nos cham ou para o vale da vida onde estão as pessoas perdidas. Se gastarm o s
t o d o n o s s o t e m p o n o s m o n t e s , ou no to p o d as m o n t a n h a s , c o m o
p o d eríam o s servir a D eus eficazm ente?
Eu reun i algun s p en sam en to s de m ais de q u aren ta anos com o m in is tr o
do evangelho de Jesus C risto , esperando p od er eq u ip á-lo m e lh o r e n q u an to
você vive p ara C r is to no vale.
A lguns vão ler este livro enquan to p ro curam respostas para os problem as
do vale da vida. Já te n ta ra m tu d o o m ais e não e n co n traram satisfação . São
essas p essoas que esto u p a r tic u la r m e n te interessad o em alcançar.

o c i, o n ci í c o m B -J ly Ç r ei L ct m (/
O u t r o s já são c ristã o s mas ain da p rec isa m ass e g u ra r-s e de que, ao
cam in h ar pelo vale da som bra da m orte, Deus não os esqueceu e, na verdade,
ain da está com eles. Espero que este livro os ajud e tam bém .
C o n q u a n to os m o n tes c m on tan h as sejam um lu g ar m aravilh o so para
se “escapar de t u d o ”, devem os sem pre nos lem b rar de que nossa ajuda
fin al e certa vem do S e n h o r que fez as m o n tan h as e os vales. Davi expressa
isso dc fo rm a m u ito bela no S alm o 1 2 1 :
Elevo os m eus olhos para os m o n tes:
de onde m e virá o socorro?
O m eu socorro vem do Senhor,
que fez o céu e a terra.
(vv. 1 -2 )

Q u e o S e n h o r o abençoe e d irija en q u an to você lê D cvo cíon a l com B illy


Craham.

2) OVOCI O/?. Cl i c» m E d L j Ç ra L
a n e i r o
LOUSA LIMPA

Cria em m im , ó D eus, u m coração puro


e renova em m im um espirito reto. S alm o 5 1 -1 0

V O C Ê já teve a experiência na escola de apagar um a lousa inteira'? Q u an do


o quad ro negro está lim po , c com o se nada jam ais tivesse sido escrito nele.
Isto c o que D eus faz por nós quan d o chegam os a ele co n fessan d o
nossos p ecado s. I João 1.9 diz: “Se co n fessarm o s os nossos pecados, ele é
fie l e ju sto para nos p erd o ar os pecados e nos p u rific a r de to d a in ju s tiç a .
Q u a n t a s v ezes em s u a v id a você já d e s e jo u p o d e r c o m e ç a r t u d o
novam ente com um a lou sa lim pa, com um a nova vida? R esolva agora m esm o
p e r m it ir a D eus lim p a r sua lousa, co n fessan do seus p ecados e d e ix an d o -o
dar a você u m novo começo.
O ap ó sto lo Paulo fez isso quan d o disse: “...esq u ec en d o -m e das coisas
que para trás ficam e avançando para as que estão d ian te de m im , p ro ssig o
p ara o alvo, pelo p rêm io da soberana vocação de D eus em C risto Jesus
(Fp 3 .1 3 -1 4 ).

Nosso D eu s e Pai, co loco-m e diante de ti consciente dos m eus pecados c das minhas
f a lt a s , m as confio no teu a m or e na tua m isericórdia p o r mim. Obrigado p o r conceder-
m e tua m aravilhosa g r a ça e teu perdão e p o r deixar a lousa da minha vida totalmente
limpa. Perm ite que eu recom ece tudo contigo e que viva dentro do teu propósito para
m inha vida, agora e para sempre, através de J e s u s Cristo, m eu Salvador. Amém.

2 l l <’ j a n. G i r o

PERDIDOS E ACHADOS

Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida.


N inguém vem ao Pai senão p o r mim. João 14-6

R E C E N T E M E N T E , en q u an to voltava para m eu h o te l n u m a gran d e


cidade, o m o t o ris ta virou à esquerda, quan d o deveria ter virado p ara a

2 c>v o c i o n ci i c o ni i 1 1 Ç j 1' cl h ci ui
direita, e levou um certo tem p o p ara d esc o b rir com o chegar ao no sso
d estin o . Ele teve de p arar c c o n firm ar o cam inho no mapa.
M u it a s vezes na vida um a virada errada, apenas um a decisão errada,
p o de nos levar aonde não querem o s ir ou, m ais im p o rta n te , p o d e nos
im p e d ir de chegar aonde querem o s ir.
Existe u m provérbio an tigo que diz: “Todos os cam inhos levam a R o m a ”.
Q u an d o alg u ém está p erdido n o cam inho para R o m a ou para q u a lq u e r
o utro lugar, tu d o o que precisa para en co n trar seu cam inho é u m m ap a da
estrada ou info rm açõ es de alg u ém que conheça o c a m inho.
N e m to d o s os cam in h o s levam a D eus, com o su g e rem algun s. E xiste
u m o b stácu lo que im p ed e o h o m em de alcançar a D eus, não im p o rta qual
seja o c a m in h o q ue ele to m e. E ste o b s tá c u lo é o p ecad o . M a s D e u s
p ro viden cio u u m m apa —a Bíblia —e ele proveu A lgu ém que sabe o cam inho
e p o de dar direção —Jesus C risto .
C ris to disse: “N in g u é m vem ao Paí senão p o r m i m ”. Ele não apenas dá
a direção para o Pai através de si m esm o , ele ta m b ém nos dá in stru çõ es
diárias sobre a vo n tad e do Pai para nossas vidas. C o m o as direções de um
mapa ou de um a pessoa em nossas viagens, p o d em o s seg u i-las e chegar ao
d estin o d esejado ou p o d em os ign o rá-las e ficar p erdido s.
Lem bre-se, Jesus não disse: “Eu sou um dos cam inhos, ou um a das
direções que você pode to m ar para chegar ao Pai”. O que ele disse foi: “Eu
sou o c a m in h o ”. D e te rm in e se g u ir a C risto e nun ca ficar p erd id o !

Nosso D eu s e Pai, escolhas erradas sem saída m uitas vezes bloquearam minha
capacidade de v iv e r minha vida totalmente p o r ti. Tira m eu pecado e conduze-m e na
direção da plena aceitação da liderança que o Senhor proporciona através do Espírito
Santo. Seguirei J e su s com o o caminho, a verdade e a vida. Em nom e dele eu oro.
Amém.

3 Ác’ j a li t>i. r a

A MÁXIMA PROTEÇÃO

Porque ele disse: Não te deixarei,


nem te desampararei. E, assim, com confiança,
ousem os dizxr: O Senhor é o m eu ajudador, e não temerei. H eb reus I 3-5-6

2) e u o c i. o n. a. í c o m E d ly Ç r ti i ti m 3
A L G U N S anos atrás, quan d o nosso filho N c d en tro u n u m a nova escola,
ele conheceu algu n s m en in o s da cidade que pensavam q ue eram m u ito
fo rtes. N c d n un ca teve de co n fro n ta r m en in o s da rua que tin h a m m u ita
experiência em defender-se e que presen ciaram brigas com o um a ocorrência
regular. Os m e n in o s da cidade logo co m eçaram a p erseg u i-lo .
O u tro m enino, que era am igo de N ed, viu que para nosso filho sobreviver,
ele te ria de ap ren d er com o se defender; então, ele en sin o u lhe algu m as
bases de caratê e u m p o uco de o utras artes m arciais. D epois de m u ita
p rática, N e d d e m o n stro u sua nova h ab ilid ad e no m en in o que o estava
p ro vo can do, c os o utro s p araram de aborrecê-lo.
D eus q u e r nos en sin ar com o nos d efen derm os do pecado. S atan ás, o
p rin c ip a l p erturb ad o r, nos ataca em no ssos p o n to s m ais fracos e q u e r nos
d e rro ta r para que não sejam os ú te is para Deus.
N a B íblia D eus nos provê tre in a m e n to e s p ir itu a l q ue nos fo r tific a
i n te rio rm e n te da m esm a form a que o exercício físico e a d isc ip lin a p o d em
nos fo rtalecer exterio rm en te. M a s, com o o exercício ou tre in a m e n to nas
artes m arciais, p rec isam o s ser co n stan tes em nossa leitu ra das E scritu ras e
d ilig en tes na aplicação às situaçõ es e circu n stân cias ao nosso redor. D eus
não nos p ro m eteu p ro teger-n o s das dificu ld ad es, mas p ro m eteu p ro teg er-
nos em m eio às d ificu ld ad es. .
N a d a p o d e n os to c a r fo ra da v o n ta d e de D e u s. Se a lg u m a c o is a nos
to ca , p o d e m o s e s t a r c e r to s de q u e foi c o m o p r o p ó s i t o de n o s e d if ic a r
p ara se r m o s t e s t e m u n h a s m a is e fic a z e s e fo r te s , p ara q u e D e u s p o ss a
no s u s a r p ara b a t a lh a r co m o m a is c r u e l p e r t u r b a d o r da h is t ó r i a , o
d iab o .
L em b re-se, D eus n un ca o ab an do n ará nem o esquecerá!

Nosso D eu s e Pai, eu te agradeço p o r teu extraordinário a m o r e tua preocupação que


m e acom panham diariamente. E nsina-m e que o Senhor está no controle de tudo o que
acontece na minha vida. S into-m e confortado ao saber que sempre estás aí. A ju d a -m e a
aplicar a verdade das Escrituras, a ter com unhão de oração e com prom etim ento contigo
em minha vida diária. Através de Jesus. Amém.

2 ) OVOCl OII (l i CO111 E i ILj Ç ruh ai


O VALOR DE UM HOMEM

Q ue é o hom em m ortal para que te lembres dele? S a lm o 8 .4

CERTO h o m e m rico m o rreu , e em seu fu n e ral foi feita a s e g u in te


p erg u n ta: “Q u a n to ele d eix o u ?”
“Ele deixou t u d o ”, foi a resposta.
M u it a s vezes, eu ouço alg u ém ser ap resen tad o d esta form a: ‘ E ste é
R o b erto e ele trabalha para...”, com o se onde a pessoa trabalha determ in asse
seu valor. Eu percebi que são n o rm alm en te os que fazem algo m u ito bem
ou aqueles que são tido s com o b em -su ce d id o s que são ap resen tad o s dessa
m an eira.
C o n tu d o , D eus não nos ju lg a por sucesso. Ele ama cada p esso a da
m e sm a form a, p o rq u e o seu valor e o m eu não vêm d aq u ilo que fazem o s
ou tem o s, das roupas que usam os, da casa na q ual m o ram o s, ou do tip o de
carro que d irig im o s . N o sso valor vem do fato de que D eus nos crio u e que
C ris to m o rreu por nós. E, então, quer tenh am os coisas ou não, ainda tem o s
valor para D eus.
D eus deu tu d o o que ele tm h a — seu Filho, o S e n h o r Jesus C r is to —
p o rq u e ele nos deu alto valor, m esm o quan d o nós não o valo rizam os. Desde
q ue D e u s teve tal c o n sid era ção p or nós, não devem os m o s tr a r q u e o
valo rizam o s, c o lo c an d o -o em p rim eiro lu g a r em tu d o o q ue fazem o s —
n ossa vida familiar, nossos n egócios, nossa vida esp iritu al?
E xiste u m a canção que diz: “C o lo q u e Jesus em prim eiro lu g a r em sua
vida, d e ix e -o c u id a r de to d o s os p ro b le m a s q ue a p a r e c e re m em seu
cam inho...você tem p ro curad o cm vão p o r algu m a coisa; agora você não
q u er aq u ilo que encontrou. C o lo q u e Jesus em p rim eiro lu g ar e faça um a
m u d an ça cm sua v id a ”. '
O valor real de u m o b jeto é aquele que é dado pelo seu don o ou
com prador.
D eus m o s tro u o valor que ele colocou em você, ao enviar seu Filho para
o redimir.

Nosso D eus e Pai, cu rv o -m e hum ildem ente diante de ti, recordando m inha total
dependência de ti. Sem o Senhor não sou nada, m as p o r causa do teu Filho sou

(/ o c í. o n ci i c o m. d 3 i Ç /’ a fi ci m 5
sa n tifica d o , ju stific a d o i salvo. O brigado p o r m e va loriz a r tanto a p on to de
s a crifica r J e s u s no m eu lugar. Sou teu p o r causa do sa ngue do teu abençoado Filho,
Jesus. Amém.

5 cl e j ci n o i, r o

DEUS É UMA PESSOA

As m isericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos;


porque as suas m isericórdias não têm f im .
N ovas são cada manhã; gr a n d e é a tua fidelidade. L am en tações 3 -2 2 -2 3

QUANDO eu era m enino, pensava em D eus como um h o m em velho


co m u m a lon ga barba branca. A final, não foi assim que M iq u e lâ n g e lo o
p in to u ?
M a is tarde, quan d o eu li a Bíblia, e depois de te r aceitado a C ris to
com o m eu Salvador, percebi que D eus é esp írito , co n tu d o ele te m a trib u to s
de u m a p essoa: ele pensa, ele fala, ele se co m un ica, ele ama, ele fica irado,
ele sofre.
P orque D eus e um a pessoa, ele sente aq u ilo que sen tim o s. Também,
fom os criados à sua im agem , então é de se esperar que p o ssam o s co m u n icar
no ssos s e n tim e n to s m ais p ro fu n d o s e n ossas em oções para D eus.
D eus co m u n ica-se conosco de duas m an eiras. P rim eiro, ele se c o m u n ica
conosco através de sua Palavra escrita, a Bíblia. Ela nos fala q u e m D eus é,
q u e m so m os nós e p o r que p recisam o s de u m S alv ad o r para que ten h am o s
co m D eus aquele relacio n am en to que o pecado quebrou.
S e g u n d o , D eus co m u n ica-se conosco através de seu F ilho. Jesus disse
q ue n e n h u m h o m em p o de vir ao Pai a não ser através dele. N ó s te m o s esse
acesso a Jesus e, p o rtan to , a Deus, através da salvação.
D eus é o m esm o ontem , hoje e para sem pre. Ele n u n ca m uda.

Nosso D eus e Pai, algum as vezçs não consigo expressar minhas m ais profundas
emoções. Mas sei que J e su s pode exprimir m eu coração para ti e que o Senhor
compreende. O brigado, Pai, p o r tua gra n d e compaixão e teu am or fie l. Em nom e de
Cristo. Amém.

6 2) c>v o c ( a n a t con, E d i y Ç r a i ,
LIBERDADE DE ESCOLHA

Escolhei hoje a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam
dalém do Rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha
casa servirem os ao Senhor. . Jo su é 24-1 5

O U V I M O S m u ito sobre “lib erdade de esc o lh a” hoje em dia. M a s pense


so b re isso . A p r ó p r ia p a la v ra ‘ e sc o lh a p r e s s u p õ e p e lo m e n o s d u as
altern ativas.
Q u an d o Jo su é p ed iu aos israelitas: ‘ escolhei hoje a quem s irv a is” , a
escolha que ele lhes deu foi entre D eus e o deus falso, Baal. A ntes de
esp erar pela re sp o sta deles, Jo su é an un cio u a sua escolha: “Eu e a m in h a
casa servirem os ao S e n h o r ”.
As escolhas são oferecidas através da Bíblia com o são em nossa vida.
R e p e tid a m e n te , através das E scrituras, tanto D eus com o o h o m e m fizeram
escolhas.
D eus ordena ao h o m em fazer estas escolhas, m as só d ep o is de dar-lhe
su fic ie n te in fo rm ação para que suas escolhas sejam bem in s tru íd a s . N ão
se pode fazer u m em p réstim o , ou co m prar u m p ro d u to no su p erm ercad o
sem estar m u n id o de algum as inform ações.
Estas in stru çõ es são necessárias para se fazer escolhas in teligen tes. D eus
n o s d e u i n f o r m a ç õ e s s o b r e si m e s m o , i n c l u s i v e s u a s a n t i d a d e , a
p ecam m o sid ad e do hom em , a provisão de D eus pelos pecados, Jesus C risto ,
e m u ita s p ro m essas para o h o m em sobre o que acontece se ele aceita as
p ro m essas de D eus e o que acontece se ele não aceita. G álatas 6 .6 - 8 diz:
“E o que é in s tr u íd o na palavra reparta de todos os seus bens com aquele
que o in s tru i. N ão erreis: D eus não se deixa escarnecer; p o rq u e tu d o o que
o h o m e m semear, isso ta m b ém ceifará. Porque o que sem eia na sua carne
da carne ceifará a corrupção; mas o que sem eia no E sp írito do E sp írito
ceifará a vida e te rn a ”.
A lg u m te m p o atrás havia u m p ro gram a de televisão cham ado “V erdade
ou C o n s e q ü ê n c ia s ”. O ap resen ta d o r do p ro g ram a co stum ava d iz e r aos
p articip an tes: ‘Se você não disser a verdade, terá de pagar as co n seq ü ên cias”.
E a m e sm a coisa com as escolhas. Se fizer a escolha errada, você deverá
p ag ar as co nseq üên cias. M a s se fizer a escolha certa, você receberá todos

o c l o n a í c o nr r a ka m 7
os ben efício s. P o rtan to , é m e lh o r fazer um a escolha sábia, com o Jo su é fez,
p o rq u e as escolhas que fazem o s têm o p o ten c ial de afetar n ossas vidas
p ara m e lh o r ou p ara pior.

Nosso D eu s e Pai, quero servir-te de todo o m eu coração e de toda a minha alma.


A juda-m e, Senhor, a sem pre fazer escolhas sábias que m e conduzam à tua presença.
D á -m e sabedoria e discernim ento para qvie minha vida sempre o glorifique. Preciso da
tua direção e auxílio para cam inhar seguro pelo campo m inado de tentações e pecados
de Satanás. P m nom e de Jesus. Amém.

7 d e j ci n c i r o

O P O D E R DE D E U S R E V E L A D O A T R A V É S DA O R A Ç Ã O

O rai sem cessar. Em tudo dai graças,


porque esta é a vontade de D eu s em Cristo J esu s para convosco.
I T essalo n icen ses 5-17-1 8

Q U A N T A S vezes você já ouviu alg u ém dizer: “Tudo o que p o sso fazer


é orar ’ ?
T udo o que p o sso fazer é orar}!! Você p o de d izer ta m b ém para um a
pessoa fa m in ta: “Tudo o que posso fazer é oferecer-lhe c o m id a ”, ou para
um a pessoa d oente: “Tudo o que p o sso fazer é dar-lhe u m rem édio que o
curará , ou p ara um a criança pobre: “Tudo o que po sso fazer é co m prar
para você o b rin q u e d o que q u er no seu an iv ersário ”.
A oração abre as p o rtas do céu e libera o p od er de D eus. T ia g o 4-2 diz:
“N a d a tendes, p o rq u e não p e d is ”. E Jesus diz: “E tu d o o que p ed ird es na
oração, crendo, o receb ereis” ( M t 2 1 . 2 2 ) .
M u i t o s de nós querem o s fazer u m trab alho para D eus, mas p o uco s
q u erem o s g a s ta r horas cm oração a D eus. O rar é contra nossa in clin ação
n atu ral; é p rec isa m en te p o r isso que a oração conta tan to para D eus. O rar
não é n atu ral. E, na verdade, so b ren atu ral! E sem pre capta a atenção de
D eus.
Eu acho d ivertid o algu m as vezes quan do as pessoas m e d izem : “D eus
resp o n d eu à m in h a o ração .” O que q u erem d izer é que D eus lhes deu o
q ue estavam ped ind o. M a s se ele não tivesse aten dido seu p edid o, ele am da
teria re sp o n d id o às suas orações. E sq u ece m o -n o s de que “N ã o ” e “E sp ere”
são ta m b ém resp o stas, com o o é o “S i m ”.
Eu tenho resp o n dido a cada pedido que m eus filhos m e fazem. A resposta
n em sem p re é o que eles querem , m as sem pre é de acordo com o que eu
pen so que seja o m e lh o r para eles n aq u ela ocasião. D eus age da m esm a
m an eira, com a exceção de que suas resp o stas sem p re são certas e boas,
en q u an to que as m in h as p o d em ser ou não.
E lem b re-se, quer a oração m u d e ou não nossas situaçõ es, u m a coisa é
certa: A oração nos tran sfo rm a!

Nosso D eu s e Pai, obrigado pelas incríveis bênçãos que m e deste. L ouvo-te p o r tua
g r a n d e generosidade e teu constante cuidado. Por favor, dá~me u m coração que ouça
tuas respostas às m inhas orações, m esm o quando a resposta f o r “Espere” ou “N ão” .
A juda -m e a aceitar teu Senhorio sobre minha vida, sabendo que tu tens em m ente
sim plesm ente o m elhor para mim. Através de Cristo, m eu Senhor. Amém.

S d o r. u n o i r o

AS T E M P E S T A D E S DA V I D A

Tu conservarás em p a ^ a q u ele cu ja m ente está f i r m e em ti. Isaías 2 6 .3

C E R T A vez, enquanto viajava entre cidades do continente africano, comecei


a com p artilh ar m in h a fé em C risto com alguns repórteres que estavam me
acom panhando. N e n h u m deles parecia interessado em ouvir o evangelho.
S u b ita m e n te , o avião en tro u n u m a tu r b u le n t a te m p estad e. O avião
sac u d iu e com eçou a b alan çar para cim a e para baixo.
D e p o is q ue p a ssam o s com su ce sso através da te m p e sta d e , u m dos
re p ó rteres ap ro x im o u -se de m im e disse: “O que você estava d izen d o sobre
a vida depois da m o r te ? ”
Quando Jesus estava no m ar da Galiléia com alguns de seus discípulos, surgiu
uma tormenta que começou a sacudir o barco. Os discípulos clamaram de medo,
mas Jesus dormia na popa do barco, sem medo e sem ser intimidado pelo tempo.
Q u an d o eles o aco rdaram , ele os censurou p o r sua falta de fé e, então,
repreendeu a te m p estad e. T m t o a te m p estad e com o os d isc íp u lo s ficaram
em silên c io !

o c I o ti a í c o tn r ct í i
H á u m m aravilh o so hin o an tigo que diz: “Ele nos dá p az no m eio da
te m p e s t a d e ”. E xistem na vida vários tip o s de to rm en tas: to rm e n ta s da
in c re d u lid ad e , do m a te r ia lis m o (tra z id a s p o r aqueles q ue q u erem m ais
coisas m a te ria is do que já tê m ), tem p estad es do sec u larism o , decadência
m o ral e te nsõ es in tern ac io n ais.
Je su s estava cm paz no m eio daquela te m p estad e p o rq u e ele e seu Pai
c e le s tia l tin h a m u m re la c io n a m e n to que lhe dava p az. É este tip o de
re lacio n am e n to que D eus q u e r ter conosco.
As to rm e n ta s de sua vida estão fazendo você ter medo? Você p o d e ter
p a z apesar das tem p estad es. F iq u e p erto de Jesus C risto . Leia a Palavra de
D eus. Ore.

Nosso D eu s e Pai, venho diante de ti com as fru stra ções e tensões da m inha vida... O ro
convicto, para que tua p a ^ a liv ie minha alma dolorida e acalm e m eu coração agitado.
L em bra-m e do teu pod er para vencer o m undo e suas tensões. Em nom e daquele que
tra^ paç. Amém.

9 d e j a ne iro

ANJOS ,

O anjo do Senhor acam pa-se ao redor dos que o temem e os livra. S a lm o 34-7

HÀ alg u n s anos, havia u m a série de televisão ch am ada “Os A njos de


C h a r lie ” (cujo títu lo o rig in a l é “C h a rlie ’s A n g e ls”, vertido para o p o rtu g u ê s
com o “As P anteras'’) , Estes “a n jo s” eram três atraentes m ulh eres envolvidas
na lu ta co n tra o crim e. N o teatro, pessoas que fin an ciam p ro d u çõ e s m u ito
caras são ch am ad as de “a n jo s”, p o rq u e sem elas as peças n u n ca iria m para
o palco. Estas são as in terp retaçõ es m o d ern as da p alavra “a n jo ”, c o n tu d o a
idéia está correta.
A njos são seres que aju d am o utras pessoas co n tra as forças do m a l e
que d ese m p en h am certas tarefas, sem as quais nem sem pre p o d eríam o s
alcan çar certo s alvos ou fases na vida.
N a B íblia, existem várias ocasiões em que os anjos se revelaram ao
h o m e m . A p e s a r de essas o c a s iõ e s s e r e m em su a m a io r ia no A n t i g o
T e s t a m e n t o , ta lv e z a a p a r iç ã o m a is fa m o sa seja a o c o rr id a no N o vo
T estam en to , quan do M a ria foi visitada por um anjo que lhe disse que ela
seria a m ãe do Filho de D eus, Jesus C risto .
C o n tu d o , a m a io ria dos anjos é invisível. C laro que isto não os to rn a
m en o s reais do que você seria para m im , se eu estivesse com os olhos
vendados. N o ssa h ab ilid ad e de ver anjos ou não vê-los não te m nada a ver
com sua existência e com seu trab alh o de nos p ro teg er de al gu n s perigo s.
A p esar de não orarm os aos anjos, e de o hom em , 110 m o m en to , ser
apenas “u m pouco m en o r do que os an jo s”, eles são ju stam en te u m exemplo
a m ais de com o D eus cuid a de nós e nos p ro tege co n tra as forças de
S atan ás que co n stan te m e n te te n tam nos derrotar.
V erd adeiram en te, os anjos são os “agentes sec re to s” de D eus.

Nosso D eu s e Pai, obrigado p or teus anjos que me protegem todas os dias dos dem ônios
de Satanás, E obrigado p o r tudo 0 que estes “agentes secretos” ja z em para m e livrar do
mal. A ju da -m e a enxergá-los com m eu coração se não com os olhos. Em nom e de J esu s
Cristo. Amém.

10 cia j ci n e i r o

O FUNDAMENTO DO CASAMENTO

O que D eus a ju n tou não separe 0 bomem. M a te u s 19-6

COM a p o rc e n ta g e m de d ivó rcio ch egan d o aos 5 0 %, será que ain d a


existirão lares até o fin al do século? O im p acto do divórcio nas crianças é
c h o c a n te c a m d a p rec isa ser avaliad o co m o as fe r id a s p s ic o ló g ic a s e
em o cio n ais que aparecem para dan ificar as fam ílias 110 fu tu ro .
U m a das p rin cip a is razões para o ro m p im en to dos lares é que tem os
nos esqu ecid o dos m an d am en to s b íb lico s relacion ad o s com casam en to e
fam ília, m a n d am en to s que nunca m u d am . M e sm o alguns escritores cristãos
estão p u b lican d o livros atu alm en te que rejeitam o ensino rigo ro so da Bíblia
sobre divórcio. .
A B íb lia não p e r m it e o d ivó rcio com os m o tiv o s de “ele não me a m a ”
ou “ ela não m e a m a ”. A B íb lia d iz que D eus odeia o divó rcio . Ele o deia o
d iv ó rcio , p o rq u e , com o Je su s e n sin o u , o c a sam en to é u m exem p lo da
u n id a d e entre D eus o Pai, D eus o F ilh o e D eus o E sp ír ito S a n to . Q u a n d o
as pessoas se cíivorciam, elas estão ro m p en d o o m e sm o m a te r ia l da u n id ad e
de D eus.
Desde o início, Satanás tem tentado interro m per a unidade da Trindade.
Primeiro, ele tento u lazer parte da trindade, desejando ser igu al a Deus. Foi
seu pecado de orgulho que causou sua expulsão do céu. S egun do , Satan ás
foi bem -sucedido em tentar nossos p rim eiros pais no pecado, e com isso
quebrou u m relacionam ento único entre o hom em e seu Criador. Terceiro,
Satan ás tento u influenciar Jesus a desligar-se do seu relacionam ento com o
Pai quand o ele o tento u no deserto. H oje, Satanás está corroendo como um
enorm e cup im os fundam entos do casamento e da família.
S a t a n á s n u n ca m u d a, m as D eus ta m b é m não. D eus ain d a o d e ia o
divórcio.
N ão existe casam en to sem esperança de co n serto do p o n to de vista de
D eus. Se nós, antes de tud o, su b m eterm o s nossa vida a C ris to e, então,
n o sso casam en to ao seu cuid ado e proteção, nada é im p o ssível para D eus.
M a s p rec isam o s nos h u m ilh a r e deixar nosso o rgulh o e desejo de ag rad ar a
n ó s m e s m o s em seu a lta r . S o m e n t e e n tã o , D e u s p o d e r á r e s t a u r a r
se n tim e n to s c trazer cura para o casam en to com p ro b lem as. -
O p rim eiro passo para a cura no casam en to é nosso. D eus p ro m ete o
bálsam o que cura.

Nosso D eu s e Pai, coloco m eu orgulho c egoísmo diante de ti. P or favor, perdoa-m e,


Senhor, p o r p erm itir que Satanás perturbasse a unidade do m eu casamento. Por favor,
a ju d a -m e a restaurar o a m or e a dedicação ao m eu casam ento.através do m eu
relacionam ento com Jesus, m eu Senhor. Amém

11 c l e j ci n e i r a

A FAMÍLIA E O LUGAR DE T R A B A L H O

O s filh o s são herança do Senhor, e o f r u t o do ventre, o seu galardão. S a lm o 127-3

H O J E existe m a is p ressão sobre os lares do que talvez em n en h u m a


o u tra época na h is tó ria da h um an idade.
Por necessidade óu por desejo, mais mulheres trabalham hoje do que nunca
antes. M u ita s sentem-se culpadas por deixarem seus filhos sob os cuidados de
outras pessoas ou por terem eles de voltar para um lar vazio enquanto elas
estão trabalhando. M u ita s mulheres divorciadas precisam trabalhar para se
sustentar e a seus filhos, um fenômeno que está se tornando mais com um
nesta época em que vivemos. M as muitas mulheres (e homens também) devotam
mais tem po a suas carreiras e trabalhos do que o fazem para sua vida familiar.
Então, é de surpreender que m uitos casamentos estejam em crise?
Parafraseando a Bíblia, o que aproveita ao h o m em (o u à m u lh e r ) que
ganha o m u n d o todo m as perde sua p ró p ria fam ília? Q u al realização na
vida se co m p ara a u m lar feliz e filho s b em -su ce d id o s criado s para elogio
de seus pais? Todos os alvos m a teriais, m esm o que sejam alcançados, não
vão durar. M a s a h erança dos filh o s é eterna. A lg u ém já disse que no ssos
filh o s são n o ssa m e n sagem para o futuro . Eles vão falar a o u tro s que n un ca
nos co n h eceram q u em fom os nós.
M a is im p o rta n te , nossos filh o s nos foram co n fiado s p o r D eus, crianças
feitas à sua im ag e m e por quem C risto m orreu. N o s sa resp o n sab ilid ad e
p rim á ria não é nos assegu rar que ten h am as m elhores ro up as e que vivam
na m e lh o r casa. Ê nos assegu rar que cresçam n u m lar no q ual D eus está
presente e onde reina o am or de C risto , para que venham a conhecer a
D eus através de seu Filho.
O que p o d eria ter m ais valor do que filh o s b em -su ce d id o s e um a vida
fa m ilia r feliz?

Nosso D eu s e Pai, ouve minha hum ilde oração de agradecimento p o r m eu s filhos. Eles
são o m ais precioso de todos os presentes da terra que o Senhor j á m e deu. Trazem-me
m uita alegria e amor. A inocência deles lem bra-m e do C ordeiro inocente que m orreu na
cruz. A juda-m e a g u iá - lo s para Jesus, o ú nico C am inho para ti. No nom e dele. Amém.

1 2 d a j li n e i. r o

O QUE FAZER COM PROBLEMAS

Não estejais inquietos p o r coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo
conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças. Filipenses 4-6

O Q U E você faz quan d o tem um problem a? Você se preocupa? A m aio ria


de nós, sim. M a s a preocupação resolve o problem a? N ão , não resolve.
E ntão, se a p reo cup ação não resolve o p roblem a, p o r que se preocupar?
E zequias nos d eu u m a id éia p ara a solução de p ro b lem as; “R eceb en do ,
pois, E zequias as cartas das m ãos dos m e n sageiro s e len do -as, su b iu à casa
do S en h o r; c E zequias as esten d eu p eran te o Senhor. E orou E zequias
p eran te o S e n h o r e disse: O Senhor, D eus de Israel, que h ab itas en tre os
q u eru b in s, tu m esm o , só tu és D eus de tod o s os reinos da terra; tu fizeste
os céus e a te rra....”
Então Ezecjuias orou: A gora, pois, ó Senhor, nosso D eus, sê servido de
nos livrar da sua m ão; e, assim , saberão to d o s os rem o s da terra que só tu
és o S e n h o r D e u s ” (2 R s 19 - 14 - 1 5. 19)-
A oração d esp ren d id a de E zequias tin h a um p ro p ó sito , u m q ue D eus
não p o d e ria ignorar.
E zequias, que estava aco stu m ad o a levar seus p ro b lem as d ire ta m e n te a
D eus, levou d ireta m en te ao S en h o r o p ro b lem a do rei da A ssíria q ue estava
p restes a atacar Je ru salém . E D eus resp o n d eu , fazen do com que
m ila g ro sa m e n te aquele rei p o dero so fosse derrotado.
E m vez de nos vo ltarm o s para D e u s como p rim e ira instân cia, m u ita s
vezes vamos para ele como nosso últim o recurso. S iga a fórm ula de Ezequias.
V o lte-se p rim eiro para D eus com seus p ro b lem as, p o rq u e só ele é cap az de
m a n ejá-lo s de u m a form a que seja para o seu m e lh o r interesse.

Nosso D eu s e Pai, obrigado p o r sempre responder às minhas orações. Neste m om en to,


oro pedindo tua proteção e salvação. Som ente tu, ó Senhor; podes me salvar de m uitos
problem as trazidos pelo m eu inimigo, o diabo. D errota-o quando ele atacar minha
vida, Pai. M a n tém -m e perto de ti, através de Cristo Jesus, m eu Senhor Amém.

1 3 cie j a. u e i r o

CIRCUNSTÂNCIAS DES ES PER AD O R AS

E, havendo ele ga sta do tudo,... com eçou a padecer necessidades. Lucas 1 5 - 1 4

A S placas ao lon go da estrada estão lá para nos im p ed ir de ficar p erd id o s


e para nos m a n te r seguros, regulan do nossa velocidade e nos avisando das
curvas p erig o sas, dos re to rn o s e de o u tro s p erigo s. Q u a n d o ig n o ram o s
estes sin ais, fa z e m o -lo para nosso pró p rio risco.
N a co n h ecida h is tó ria do filho pró digo , o jovem ig n o ro u os sin ais que
D eus u n h a erigido para ajud á-lo a evitar circu n stân cias desesperadoras.
M u i t o antes de ele chegar ao ch iqueiro onde ele fin a lm e n te “recobrou o
j u í z o ”, teve in ú m e ra s o p o rtu n id a d e s para dar a volta, arre p e n d e r-se e
re to rn ar p ara casa.
Seu s p ro b lem as com eçaram m u ito antes de ele p ed ir ao pai sua herança,
c dep o is d e s p e rd iç a r com “vinho, m u lh eres e m ú s ic a ”. Ele não estava
s a tis fe ito em ficar na casa do pai onde todas suas necessid ad es estavam
sendo su p rid as. Ele q u eria m ais. Ele acreditava na m e n tira que coisas m ais
e m o cio n an tes estavam reservadas para ele lon ge de seu pai.
N ão é assim que nos co m p o rtam o s m u ita s vezes? Pensam os que D eus
está reten do algo de nós, que existe algo m e lh o r do que u m relacio n am e n to
ín tim o com nosso Pai celestial, que o m u nd o tem m ais em oções e p le n itu d e
para nos o ferecer do que D eus. Ao p en sar dessa form a, e, então, ag ir como
o filho p ró digo fez, c r ia lm o s nossas próprias circunstâncias desesperadoras.
E ntão, nos vo ltam o s para D eus e clam am o s do m eio de nosso desespero.
F elizm en te, com o na parábola do filho p ró digo , nosso Pai sem pre escuta
no sso p ra n to . M a s seria bem m e lh o r se não tivéssem o s chegado a estas
circu n stân cias. E p o r isso que D eus coloca os sin alizad o res na estrad a da
vida — para nos aju d ar a ficar longe dos p roblem as. Os sin ais in c lu em a
le itu ra de sua Palavra diariam en te, orar “sem c e s s a r ” e a d eterm in ação em
b u scar a sua vontade para nossas vidas.
Tal cam in h o com certeza nos leva para casa em segurança.

Nosso D eus e Paí1 ouve meti pedido de socorro! Andei p o r um cam inho im prudente e
agora estou tendo problemas. Resgata-me, ó Senhor, da minha tolice c sa lva -m e do m eu
pecado. Não posso sobreviver sem ti. O Senhor é a f o n t e de todo consolo e perdão. E sei
que o Senhor me receberá de braços abertos p o r causa do m eu Salvador; J e su s Cristo.
Amém.

1 4 Áe j a n e l r o

GOZO

A alegria do Senhor é a vossa fo rça . N eem ias 8 .1 0

O Q U E é gozo?

r ci (r ci m. 15
A lgu ns de nós p en sam que go zo é um estado de perene felicid ade, um a
p e rs o n alid ad e exuberante, a pessoa que está sem pre so rrin d o . E stas p o d em
ser expressões de gozo, mas o verdadeiro gozo é algo m ais p ro fu n d o do
que isso.
O go zo é p ro d u z id o em nossos corações quan do sabem os q ue D eus
nos ama, quan d o tem o s u m relacio n am en to ín tim o com ele através da
le itu ra da sua Palavra, da oração e do desejo de h o n rá-lo em tu d o o que
fazem o s, e servindo aos o utros.
G ozo não q u er d izer que n un ca ficam os tristes, que n u n ca choram os.
Em vez d isso , go zo é um a confiança quieta, u m estado de paz no coração
do cristão . A lg u m a s vezes se m a n ife sta p o r u m irro m p e r em cân tico s
e n q u a n to d ir ig im o s so zin h o s nosso carro. A lg u m as vezes estam o s tão
m a ravilh ad o s com o am o r de D eus que lág rim as de g ra tid ão b ro tam em
nossos olhos. O u tra s , é u m g lo rio so sen tim e n to de paz no m eio da guerra
e agitação.
P au lo d isse : “ Em tu d o s o m o s a t r ib u l a d o s ,’ m a s não a n O
g u s t ia d o s :’
p erplexos, m as não d e sa n im ad o s; p e rseg u id o s, mas não d e sa m p arad o s;
ab a tid o s, m as não d e s t r u í d o s ” ( 2 C o 4 - 8 - 9 ) . Paulo tin h a go zo . Jesus
tam bém , m esm o debaixo da so m bra da cruz.
C o m o a felicidade, o go zo não p o de ser p ro curad o . Ele vem de dentro.
E u m estado de alma.
N ão depende de circu n stân cias, mas triu n fa sobre elas. Ele p ro d u z um a
g e n tu e z a de esp írito e um a p erso n alid ad e m agnética.
E fácil d iz e r q u em são as pessoas cheias de gozo. São aquelas com
q u em os o utro s g o stam de estar.

Nosso D eu s e Pai, obrigado pelo Espirito Santo que v ive em mim. O brigado pela p a ç e
alegria que ele m e traç. Tu és o g o ç o do m eu coração, ó Deus. Tu és a alegria t a f e s t a
de todos os dias. Tu és digno de louvor. O brigado pelo presente de teu Filho, q u e f a ^
minha alegria ser perpétua. Amém.

15 cí e j ci l i ü / r o

PRECONCEITOS

Nao sabeis vós que sois o templo de D eus


e que o Espírito de D eu s habita em vós? I C o rín tio s 3.16
PRECONCEITO é um a palavra geralm en te usada em relação à raça
de' u m a pessoa. N e sse sen tid o , o p reco n ceito é sem pre errado, p o rq u e
ju lg a o valor da pessoa pela cor de sua pele, e D eus não te m favoritos.
M a s existe outro sen tid o no q ual a raiz da palavra preco nceito é algo
bom. O p re ju lg a r alg u m a coisa é n ecessário em algum as ocasiões.
C o n q u a n to não seja certo p re ju lg a r a p esso a p ela aparência, nível social,
ou falta de educação, nós p o d em os e devemos p re ju lg a r a lg u n s tip o s de
estab elecim en to s de diversão p or aq u ilo que a n u n ciam do lado de fora.
Podem os p re ju lg a r drogas, que se têm to rn ado u m terrível p ro b lem a
em n ossa cu ltu ra. Ao ver o que as drogas têm feito com o utras pessoas,
p o d e m o s evitá-las. Tvmbém, sabem os que o corpo é o te m p lo de D e u s e
que não devemos fazer com que se to rn e sujo, fazen do coisas, com o to m ar
drogas, q ue p o d em dan ificá-lo .
P o rta n to , vam os ev itar o p re c o n c e ito q u a n d o se tr a ta de raças ou
an tep assa d o s étn ico s ou circu n stân cias sobre as quais ele ou ela não têm
n en h u m controle. M a s p reju lgu em o s corretam ente aquelas pessoas e lugares
que D eus nos adverte em sua Palavra para evitar, para que não nos criem o s
pro b lem as.

Nosso D eu s c Pai, sei que tu és o J u i ç j u s t o . P or favor, dá-m e olhos que distingam o


bem do mal, o certo do errado, o útil do prejudicial. Q uero ser p u ro aos teus olhos, ó
Senhor. Q uero ter u m a caminhada santa ao longo desta vida até a alegria perpétua
contigo. Através de Jesus, o ú nico caminho. Amém.

1 6 d e J a n e i /’ o

SEGURANÇA DO LAR

R evesti-vos de toda a arm adura de Deus,


para que possais estar f i r m e s contra as astutas ciladas do diabo, E fésios 6 . 1 1

A S U A casa está c o n stru íd a sobre u m fu n d a m en to só lid o ) A sua casa é


segura? O u está cheia de tensões? E stá a p o n to de desm oronar?
A fa m ília é a in s titu iç ã o m a is im p o rta n te do m u n d o . Para começar, foi
id éia de D eus. N ão foi idéia de soció lo go s que p en sa ram que seria um a
boa m a n e ira para en tregar a co rresp o n dên cia!
A V I D A é com o um a som bra, com o um a nuvem p assageira m o v en do -se
d ian te do so 1. Davi disse: ' ‘So m o s estran h o s d ian te de ti e p e re g rin o s
com o to d o s os no ssos p a is ” ( i C r 2 9 - 1 5 ) - O m u n d o não é nosso lar
p erm an en te, é apenas te m p o rário . Davi p ro ssegu iu , d eclarando que “como
a so m bra são os nossos dias sobre a terra, e não há o utra e sp e ran ça”.
Q u an d o o p atrio ta inglês S ir W illia m R u sse l foi para a forca em 1 6 8 3 ,
ele tiro u seu relógio do bolso e o deu para o m édico que o aten d ia em sua
m o rte. ‘Poderia fazer a gen tileza de ficar com m eu r e ló g io ? ” ele p erg u n to u .
“N ã o tem mais u tilid ad e para num . Agora estou tratando com a etern id a d e.”
Para to do s nós o tem po está escap ulin do .
Eu tive um jovem amigo que foi para um passeio, um dia, com um amigo,
sem jamais pensar que seria seu últim o passeio na terra. Ele tentou desviar,
para evitar bater n um veículo, foi de encontro a outro, foi atirado para fora de
seu carro e morreu. Os jornais diários estão cheios de histórias de morte de
pessoas por acidentes, assassinatos ou pela guerra. Estas pessoas não sabiam
quando se levantaram da cama que estavam iniciando seu últim o dia na terra.
C o m o seria diferen te hoje se você soubesse que seria seu ú ltim o dia na
terra antes de en co n trar-se com D eus face a face? D evíam os nos esforçar
para viver cada dia com o se fosse o ú ltim o , p o rq u e u m dia o será!
A Bíblia ensina que D eus sabe o m o m en to exato q u an d o cada h o m em
vai m o rrer ( J ó 14-5)- E xistem lim ite s além dos quais não p o dem os passar.
E sto u convencido de que q u an d o um h o m em está preparado para morrer,
tam b ém está preparado para viver. O p rin cip al alvo na vida, p o rtan to , deveria
ser estar p rep arado para a m o rte. Tudo o m ais é secundário.

Nosso D eu s e Pai, quando m eu tempo nesta terra tiver acabado, p o r favor, leva-m e cm
segurança para teu lar celestial. O ro para que tu me leves para a tua presença quando
estiveres preparado para que eu vá. A juda-m e a estar preparado nessa hora. Se minha
obra na terra ainda não tiver terminado, então, p or fa vor, dá-m e f o r ç a espiritual para
continuar. Em nom e de Jesus. Amém.

1 8 cl e j ci n c>i r o

REFÚGIO EM TEMPO DE A N G Ú S T I A

D eu s é o nosso refúgio c fortaleza, socorro bem presente na angústia. S alm o 4 6 .1


O cen tcsim o an iversário da E stá tu a da L ib erdad e foi um a exp eriên cia
g lo rio sa e u m lem b re te de q ue a A m érica é u m a nação de im ig ra n te s. Q u ase
todos nós p o dem os d e te rm in a r nossas raízes em o u tras terras.
D epois da guerra do V ietn ã, dezenas de m ilhares de im ig ra n te s vieram
para a A m érica com o refugiado s. M u it o s m ais fo ram para o u tro s países
livres. Os re fu giad o s estavam buscan do u m lu g a r seguro para eles e suas
f a m ília s , lo n gO
e das gDu e r r a s , da fo m e e das n e c e s s id a d e s . A A m é r ic a
p ro v id en cio u ab rigo para m ilhõ es, u m lu g a r onde os im ig ra n te s p o d em
p e rs e g u ir sua esp eran ça e seus sonhos.
C o m o a tocha levantada pela m o ça no p orto, a lu z de D eus b rilh a para
sig n if ic a r que ele é u m re fú gio para todos que q u e ira m fu g ir das to rm e n ta s
da vida, "um ab rigo na te m p e s ta d e ”, com o d iz o hino.
M in h a esposa ouviu esta h is tó ria sobre um a pobre m u lh e r que foi para
o pé da m o n ta n h a n um a cidade chinesa para c o rtar gram a. Seu bebê estava
am arra do às costas e u m a criança p eq u en a andava a seu lado. Em sua mão
havia u m a fe r ra m e n ta p ara cortar a gram a.
Q u a n d o ela alcan ço u o to po de u m a m o n tan h a, o uviu u m ru g id o .
A m ed ro n tad a, ela se virou e viu u m a tigresa avançando cm sua direção,
seg u id a de seus dois filhotes.
A ile tra d a m u lh e r chinesa n un ca havia ido à escola ou à igreja, mas um
m iss io n ário , certa vez, falou com ela sobre Jesus, “que é capaz de aju d ar
c u a n d o estam o s cm d ific u ld a d e s ”. Q u an d o as patas da tig resa se cravaram
em seu braço, a m u lh e r clam o u: “ Ó Jesus, a ju d a -m e !” A tigresa, em vez de
atacar o u tra vez, s u b ita m e n te viro u-sc e fugiu.
A B íblia d iz: “P orque aos seus anjos dará o rdem a te u respeito, p ara te
gu a rd a re m em todos os teus c a m in h o s” (SI 9 3 - 1 1 ).
Q u e tip o s de “a n im a is ” o estão atacando? São poucas as chances de que
você seja atacado p o r an im ais selvagens, mas p o d e ser atacado p o r dúvidas,
p o r tem ores de o u tro s tipos, p o r preocupação, so lid ão o u desespero.
C la m e a Jesus c ele responderá tão certo com o o clam o r d esesp erad o
daq u ela m u lh e r ch in esa foi ouvido e resp o n did o .

Nosso D eu s e Pai, ouve m eu apelo! Estou com problem as e só o Senhor pode me sa lva r
P or favor, envia teus anjos para me proteger C erca-m e com a tua fo rça . Tu es a
fo r t a l e ç a da minha alma, m eu refúgio. C orro para ti em busca de consolo e abrigo.
Através de Cristo. Amém.
/ Ç d e j a n a ir o

MORTE E IMPOSTOS

Pela sua m alícia será lançado f o r a o ímpio,


m as o ju s t o até na sua m orte tem esperança. Provérbios 1 4 -3 2

ALGUÉM o b s e r v o u , c e r ta vez, q u e e x is t e m a p e n a s d o is g r a n d e s
e q u aliz ad o res na vida: m o rte e im p osto s. N a verdade, essa p esso a estava
p a rc ia lm e n te certa, p o rq u e algum as p essoas co n seg u em evitar p ag ar os
im p o sto s, ou devido a falhas na lei dos im p o sto s ou p o rq u e elas não têm
b a sta n te dinh eiro ,
O ú n ico verdad eiro e q u aliz ad o r é a m orte.
Todos m orrem .
O e s c r it o r aos H e b re u s d iz: “E, com o aos h o m e n s e stá o rd e n a d o
m o rrerem u m a vez, vindo, depois disso, o j u íz o ” (H b 9 -2 7 )-
A m a io ria do m u n d o faz de conta que a m o rte não existe. G o stam o s de
falar dos m o rto s com o os que ‘ p a r t ir a m ”, ou de pessoas que m o rreram
com o tendo “passado d esta p ara m e lh o r ”, ou “e x p irad o ”. N ão go stam o s
da palavra “m o r t e ”. Parece tão final, tão irreversível, tão sem esperança.
M a s não para a p esso a que co nfio u em C ris to com o Salvador. A m o rte
é apenas o com eço do com eço, não o fim.
C. S. Lew is observou, certa vez, que esta vida é apenas um a “terra de
so m b ra s ” co m p arada com a g ló ria que está p ara vir.
E xiste um a canção m aravilh o sa que diz: “É com o se víssem os através
de u m vidro em baça do, nossos olhos não p o d em ver através desse véu de
lág rim as, noss a do r atual.
Este m u n d o n un ca p o derá co m preender u m am o r que não te m fim,
um a vida que p erm an ece para sempre. P orque lá, além do lim ite do tem po,
está a sab edo ria divina, o trono da verdade, o cam inh o b rilh an te. Logo, em
m ajestad e, ele virá levar seu povo para o lar, e nesse dia g lo rio so e radiante...
o veremos com o ele é,7 D eus o Pai tão santo,’ a verdade em cgr>ló ria sem fim;’
nós o verem os com o ele é, a sabedoria de to d o s os tem p o s, aquele que
m o rreu para nos salvar. N ó s o v erem o s”.
Q u e p e n sa m e n to glo rio s o com o q ual p o d em os nos co n fo rtar, não
im p o rta quais sejam as circun stân cias. N ó s verem os a C r is to a lg u m dia, se
tiverm o s colocado nele nossa fé.

2) J com E d t y Ç ra L 21
Nosso D eu s e Pai, anseio pelo dia em que contem plarei a m agnífica f a c e de Jesus, m eu
Senhor. Não consigo im aginar a emoção de estar em tua imponente presença, m as sonho
em cantar teus gloriosos louvores p or toda a eternidade. O brigado p o r me salvar através
de tua g r a ça e do sangue de Jesus. Amém.

2 0 cl e j ci n e i . r o

ATÉ QUE O DIVÓRCIO NOS SEPARE

Assim devem os m aridos am ar a suas próprias m ulheres com o a seus próprios corpos.
Çhicm am a a sua m ulher am a-se a si mesmo. Efésios 5-28

M I L H A R E S de vezes n u m dia u m h o m em e um a m u lh e r co m p arecem


d ian te de u m ju iz ou m in is tr o para serem un ido s em m a trim ô n io . Em
quase to d as as cerim ô n ias eles ju ra m p erm an ecer casados “até que a m o rte
nos sep a re”.
Tragicam ente, um de cada dois desses votos nunca será cum prido, po rque
o divórcio agora separa u m de cada dois casam en to s. U m D e p artam e n to
de R ecen se am en to relata ter desco berto que das m ulh eres de tr in ta anos,
60% delas p o d em esperar o divórcio. S essen ta p o r cento!
E xistem três elem en to s para u m casam en to b e m -su ce d id o e cada um
deles p recisa estar presente para que o casam ento prevaleça. O p rim e iro é
amor. In felizm en te, o am o r foi red efin ido p o r H o lly w o o d e pela televisão
para s ig n ific a r algo que é apenas físico, apenas sen tim en to s. M a s o ap ó sto lo
P aulo defin e m arav ilh o sam en te o am o r em I C o rín tio s 13. L eia-o e você
vai saber com o D eus define o amor. Os ho m ens devem am ar suas esposas
com o C r is to am ou a igreja e se en trego u p o r ela. Q u a l m u lh e r não p o d eria
re sp o n d er e su b m eter-se a um a expressão desp ren d id a de am o r com o o de
Cristo'?
A m a tu rid a d e é o seg un do in g red ien te im p o rta n te para u m casam en to
b e m -s u c e d id o . M u i t o s estão p e d in d o o d ivó rcio ao p r im e ir o sin al de
d ificu ld ad e. D eus vai dar-lhe m a tu rid a d e para m an ejar seus p roblem as,
m e sm o no que possa parecer um “casam en to errad o ”, se você perm itir. Ele
fará isso p o rq u e D eus odeia o divórcio.
Terceiro, a fé deve ser u m ingrediente para o casam ento ser bem -sucedido.
O casam en to já é b astan te d ifícil nestes dias com todas as pressões da
vida, mas, sem C ris to no centro do casam ento e do lar, to rn a-se ain da m ais
difícil.
D e te r m in e colocar C ris to no centro de sua vida in d iv id u al e, então, no
centro de seu casam en to , e isso não pode falhar. Seja fiel na sua le itu ra da
B íb lia c no te m p o de o ração ... ju n to s ... co m o fa m ília e você e s ta rá
co n stru in d o um a fo rtaleza ao redor de seu casam ento, ejue poderá enfrentar
q u a lq u e r tem p estad e.

Nosso D eu s e Pai, dispo~me do m eu egoísm o, do m eu orgulho, do m eu m edo e coloco~os


no altar. Por favor, tira estas coisas de mim, para que meu casam ento e minha casa
possam scr p u ros c fortes. Dá~mc mansidão, bondade, paciência e am or no lugar dessas
coisas. E, p o r favor, dá~me f é c coragem para defender minha fa m íl ia contra as
perigosas armadilhas de Satanás. Em nom e de Cristo. Amém.

2 1 ele j a n o ir o

PUREZA

Q u em subirá ao m onte do Senhor ou quem estará no seu lugar santo?


Aquele que é limpo de m ãos c p u ro de coração. S alm o 2 4 - 3 - 4

A PUREZA E, provavelm ente, entre os jovens, a m enos ap reciada de


to das as v irtu d e s cristãs. C o n tu d o , a Bíblia ensina que deve haver co m p leta
fid e lid a d e d en tro dos laços do m a trim ô n io . Tam bém ensina que o sexo
antes do casam en to — fornicação, com o a Bíblia cham a — deve ser evitado.
N a verdade, a Bíblia diz que aquele que com ete fornicação (c a d u lté r io )
não terá p arte no reino dos céus. '
V iv e m o s n a ma i s p e r m i s s i v a s o c i e d a d e d e s d e os t e m p o s do
p a g a n is m o . As m a r q u is e s dos cin e m a s , as cap as de re v ista s c os c a r ta z e s
g r i t a m p ara n ó s m e n s a g e n s se n s u a is . “S c é bo m , f a ç a ” t o r n o u - s e um
lem a n a c io n a l.
C o n tu d o , se você conversar com pessoas que vieram para C r is to das
p ro fu n d ez as do pecado, elas dirão de seu arrep en d im en to e to rm en to . Elas
dirão que d ese jariam jam ais terem caído cm pecados tão hed iondo s.
M u i t o s livros cristão s m ais vendidos c o n ta m de h o m ens c m ulheres
que co m eteram crim es terríveis ou estavam envolvidos com os p razeres
sen suais. N ós nos alegram o s com eles que C ris to os tenha re d im id o e
p erd o ad o , m as o m e lh o r te ste m u n h o é n un ca ter caído em tais pecados.
O segredo da p ureza é D eus. Receba de D eus u m coração puro e você
p o d erá ser m u ito feliz, não im p o rta quais sejam as c ircu n stân cias ou o que
aco n teça ao seu redor.

Nosso D eu s e Pai, p urifica minha m ente e m eu coração. Apaga dos m eus desejos o mal
m u n d a n o que vejo ao m eu redor. A juda-m e a buscar a alegria eterna em v e ç do prazer
m om entâneo. P or favor, a ju d a -m e a m a n ter m eus olhos f ix o s em Jesus, Aquele que não
tem pecados e que m orreu p o r mim. A juda-m e a ser com o ele. Em nom e dele. Amém.

2 2 de j ci n e i. r o

TIRANDO VANTAGEM DA A D V E R S I D A D E

Todas as coisas contribuem ju n ta m e n te para o bem daqueles


que am am a Deus, daqueles que são chamados p o r seu decreto. R o m an o s 8 .2 8

H A p o u co tem po havia um a canção p o p u la r co m as seg u in te s palavras:


Eu sin to m u ito , eu nunca lhe p ro m eti u m jard im de ro sas”.
D eus, certam en te, criou para o h o m em o m aravilh o so ja rd im do Éden;
u m estado de perfeição no q ual o h o m em p o d eria viver livre de q u a lq u e r
desejo. M a s o h o m e m p ecou con tra D eus e ele o rem oveu do jard im .
C o n tu d o , ain da agora, D eus p ro m e te u nos livrar de nossas adversidades.
H á duas m an eiras de se resp o n der às adversidades. P odem os d e s is tir e
ficar d e p rim id o s ou p o d em o s vencê-las e ficar go zo so s. O p ro b lem a com
d e s is t ir e ficar d e p rim id o c que as adversidades não p aram , e, em vez
disso, p arecem piorar.
U m a das m elh o res m an eiras de vencer a adversidade é lou var a D eus no
m eio do tu rb ilh ão . C o m eça r a can tar a D eus ou ler os S alm o s em voz alta.
M e d it a r nas E scrituras, esp ecialm en te em p assagen s com o R o m an o s 8 . 2 8 ­
3 9, que in c lu em u m a seguran ça m aravilhosa: “P orque esto u certo de que
n em a m o rte , n em a vida, nem os anjos, nem os p rin c ip a d o s, n em as
p o testad es, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a pro fun d id ad e,
n em alg u m a o utra c riatu ra nos po derá separar do am o r de D eus, que está
em C ris to Jesus, nosso S e n h o r ”.

24 2), (/ o c i o n. ci l c 0m B i ll» Ç ra L
L em b re-se de que nossa esperança não está baseada em circu n stân cias.
“N o ssa esperança está edificada em nada m enos que no san g u e e na ju s tiç a
de Jesus...E m C ris to , a rocha só lid a, esto u firm ad o ; to do o terren o ao
red o r é areia m o v ed iça.”
T am bém , com o d iz a m ú sica: “Se eu n unca tivesse p ro b lem as, como
saberia que D eus pode resolvê-los? C o m o saberia o que a fé em D eus pode
fa z e r? ”
É nas adversidad es que ap ren dem o s a co n fiar em Jesus e, através da
confiança, vencê-las.
O lh e p ara as adversidades com o u m a o p o rtu n id a d e de D eus para você
crescer na fé e se to rn ar u m servo m ais forte.

Nosso D eu s e Pai, louvo-te p o r tua constância. L ouvo-te p o r tua gr a ça c misericórdia.


E agradeço teu a m or irrestrito que m e resgatou da m orte através da cru^ de Cristo.
Som ente tu és digno de ser louvado, ó Detis. O Senhor é minha esperança e m eu
cântico. Através do precioso nom e do teu Filho. Amém.

2 3 í! (3 j ci II c i r o

DEUS É NOSSA FORÇA

O Senhor é m inha lu ^ t a minha salvação; a quem temerei?


O Senhor é a-força da minha vida; de quem m e recearei? S alm o 27*1

V I S T O que é um a realidade que o S en h o r é a m in h a lu z e a m in h a


salvação, p o r que devo ter medo? Este versículo é u m a declaração dc um
fato, seg u id a de u m a p erg un ta.
O p e rso n ag em de film es e revistas em q u ad rin h o s, S u p e r-h o m e m , tem
m edo de algu m a coisa? N ão, p o rq u e ele tem força su p er-h u m an a. Para o
cristão , o S e n h o r é a nossa força ( S l 2 8 . 7 ) , e o S en h o r não tem e coisa
a lg u m a ; então, p o r que devemos ter medo? A E scritu ra ta m b ém declara
q ue D eus c ‘socorro bem p resen te na a n g ú s t ia ” ( S l 4 6 . 1 ) .
U m am igo co n ta a h is tó ria de ter p regado certa n o ite n u m culto na
p risão . Era N o ite de Ano Novo, e en q u an to ele e a esposa foram da p risão
p ara sua casa à u m a hora da m anhã, o carro teve alg u m p ro b lem a de m o to r
e parou.

2) e u o c i o n ci í c o m (B i i h j Ç r ci ! ci nr 25
A pesar cie seus esforços, eles não p u d eram co n tin uar. E stavam n u m
lu g ar rem o to , sem telefone, e o vento frio aum en tava sua aflição.
E n q u a n to se p e r g u n ta v a m o q ue fazer, veio u m carro c p a ro u . O
m o t o r is ta ofereceu para levá-los a u m telefo n e onde p o d e ria m p ed ir ajuda.
O carro que apareceu era u m R o lls R o yce am arelo. D eus ta m b é m te m
senso de h u m o r!
D eus pode, c na verdade ele quer, nos livrar de todo tip o de trib u lação .
Ele q u er nos dar forças para vencer a tentação ao pecado que o separa
daqueles que ele ama.
N ó s não p rec isam o s pecar. D eus nos ajud ará a vencer. M a s p recisam o s
p ed i-lo e p erm an ecer p erto de D eus para que ele possa nos dar sua força.
Q u an d o foi a ú ltim a vez que você p ed iu a D eus para livrá-lo de alg u m a
tentação e, então, determ in o u , com sua ajuda, vencer?

Nosso D eu s e Pai, tu és a minha fo rça . Tu és minha âncora em águas turbulentas. Tu


és a m inha l u ç neste m undo obscurecido pelo pecado. D evido ao teu a m or e graça, não
tenho m edo de viver. Não tenho m edo de morrer. L ivra-m e das tentações do dem ônio e
das armadilhas sutis para m e afastarem de ti. A juda-m e a p erm a n ecer perto de ti
através de Jesus Cristo, m eu Senhor. Amém.

2 4 cíe j a ir a i r o

FORÇA ATRVÉS DO SOFRIMENTO

D a i ao Senhor; ó filh o s dos poderosos, dai ao Senhor gló r ia e fo rç a . S a lm o 29-1

N A eco n o m ia de Deus existe a nuvem de so frim en to . R ecen te m en te recebi


u m a carta de u m a senhora que estava n u m leito de h o sp ita l so fren d o no
ú ltim o estágio de câncer. Ela não p ed iu que D eus a aliviasse do so frim e n to
c a levantasse, m as apenas que orássem os para que a graça de D eus fosse
su fic ie n te através da a n g ú s tia do so frim en to .
A Bíblia en sin a que o so frim en to h um an o é inevitável. D evem os aceitá-
lo com o p arte in te g ra n te da vida. Jó disse: “O h om em , n ascido da m ulher,
é de bem p o uco s dias e cheio de in q u ie ta ç ã o ” (Jó 14*I ) . N o ssa vida se
inicia com so frim en to . A duração da vida é m arcada p o r dor e trag éd ia e
n ossas vidas te rm in a m com u m in im ig o cham ado m o rte. A p esso a que

26 v o l i o l i ci í c o m E d L j Ç r ci I. a. n i
espera escap ar da ago n ia do so frim e n to e decepção s im p le sm e n te não tem
c o n h ecim en to da Bíblia, ou da h istó ria, ou da vida.
O gên io da m ú sica sabe que so frim e n to precede a gló ria e a aclam ação.
Ele sabe as horas, dias e m eses de p rática exaustiva e a u to -sa c rifíc io que
an tecip am a ún ica hora de p erfeita apresentação q u an d o seus esforços são
ap lau d id o s. O a r tis ta sabe que anos de trab alh o, sacrifício e s o frim e n to
com o ap ren d iz p recedem o ser p ro m o vido a dono de seu p ró p rio negócio.
O e s t u d a n t e sabe q u e anos de e s t u d o , a u t o - n e g a ç ã o e c o m p r o m is s o
antecedem o dia triu n fan te de form atura com honras. Os astronautas O
gastam
anos trein a n d o para u m vôo que p o de d u ra r apenas algu n s dias.
A Bíblia ensina que o so frim en to 6 p arte da vida n u m m u n d o pecam inoso.
Paulo disse: “Porque para m im tenho p or certo que as aflições deste tem p o
presente não são para co m p arar com a glória que em nós há de ser revelada”
(R m 8 .1 8 ).
Para essa q u erid a senhora em seu leito no h o sp ita l eu diria: "O lhe para
o céu, olhe p ara além das nuvens e você verá que o s o frim e n to que está
p assan d o aqui é nada co m p arado com a g ló ria que D eus te m p rep arad o
p ara você a lé m ”.

Nosso D eu s e Pai, m eu auxílio cm tempos difíceis, atribuo-te toda honra e toda glória.
Es tu quem m e ensina a ter paciência diante dos problemas. Es tu quem m e levanta
quando caio. Es tu, Senhor, que cu am o e p or quem anseio. A juda -m e a estar
preparado, Senhor, para quando vieres para m e levar contigo para sempre. Em Cristo.
Amém.

2 5 d o I ci n c>i r o

UMA VIDA DE FAVOR

Porque não passa de u m m om ento a sua ira;


o seu f a v o r dura a vida inteira. S a lm o 3 0 .5 a, E.R .A.

D E V E M O S sofrer aflição ou disciplina, mas o salm ista continua dizendo:


O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela m a n h ã” (SI 3 0 .5 b ).
Para qu e u m a árvore ou q u a lq u e r p la n ta cresça e dê fruto , a sem en te
precisa ser p la n ta d a na terra e morrer. Para que o fru to apareça em nossas

o c i o a ci í c o nr r a k a nr 27
vidas, precisam os p rim eiro ser p lan tado s na Palavra de D eus e, então, m o rrer
p ara nós m esm o s. D ian te do castigo , adversidade, d iscip lin a e aflição, os
fru to s co m eçam a aparecer.
Este processo, com o o aço que precisa ser tem p erad o e feito m ais forte
p elo calor da fornalha, to rn a-n o s úteis para D eus. M a s qual bebê é m an d a do
para a guerra para lutar? O bebê p recisa crescer cm força, em ta m an h o c
em sab edo ria antes de p o der lutar. E a m esm a coisa p ara aqueles q ue D eus
deseja usar.
José n un ca p o d eria ter sido usado p o r D eus se não tivesse sido vend id o
com o escravo p o r irmãos que o odiavam e erroneam ente acusado p o r Potifar,
que o co lo co u na p risão. M e s m o depois de falar com o copeiro do Faraó
que seria re stau rad o na corte do rei e de p ed ir-lh e que con tasse a Faraó
sobre sua p risão in ju sta, Jose teve de esperar dois anos m ais antes de ser
lib ertad o da prisão.
Tudo isso foi o preparo de D eus para que fin alm en te José fosse elevado
a um a p o sição de p od er e au to rid a d e, o seg un d o depois de Faraó, um a
p o sição que ele uso u para a lim e n ta r todo o Israel d u ra n te a fome.
E n q u an to esp eram o s pelo Senhor, D eus, algu m as vezes, parece len to
cm vir cm nossa ajuda, mas ele n un ca chega tarde d em ais. Seu te m p o é
sem pre perfeito. C o m o poderia ser diferente com um D eus que nos favorece,
com o nós fazem os com nossos filhos, a vida toda?

Nosso D eu s e Pai, -por favor, ensina-m e a esperar pacientem ente pelo teu tempo para
minha vida. Q uero seguir o plan o que preparaste para mim. Q uero ser quem tu queres
que eu seja. D á -m e p a ç m ental enquanto espero p o r ti. A garro-m e a Jesus, o p eifeite
exemplo de sofrim ento paciente. No santo nom e dele. Amém.

2 6 de j a n e ir o

AS ÚLTIMAS PALAVRAS DE CRISTÃOS

Nas tuas m ãos encom endo o meu espírito; tu me remiste,


Senhor, D eu s da verdade. S alm o 31-5

A M O R T E do ju sto é m u ito d iferen te do que é p ara o não cristão . N ão


é algo para ser tem id o , nem para ser evitado. E a so m b ra dos p o rtais do

28 2 ) e u o c I o ii a í c o m r ci í. ci m
p alácio de D eus. N ão surp reen de que Paulo tenha declarado: “E sto u cm
aperto, te n d o desejo de p a r tir e estar com C risto , p o rq u e isto é ain da
m u ito m e lh o r ” (F p 1 .2 3 ) .
M u i t o s cristão s têm u m esp írito tr iu n f a n te na m an eira em que eles
en fren tam a m o rte. A lg u m as declarações feitas e re g istrad a s no leito de
m o r te são a b so lu ta m e n te em o cio n an tes:
“Nosso D eus c o D eu s de quem vem a salvação. D eu s é o Senhor p o r quem escapamos
da m o rte” — M a r tin h o Lutero.
“ Viver em Cristo, m orrer cm Cristot e a carne não precisa tem er a m o rte” — Jo h n
Knox.
“O m elhor de tudo é: D eu s está con osco” —John W esley.
“Eu tenho dor —m as eu tenho paz, eu tenho p a z f — R ic a rd o Baxter.
A u g u stu s Toplady, o a u to r de “R o ch a dos S é c u lo s ”, estava ju b ila n te e
tr iu n f a n te ao m o rrer com trin ta e o ito anos. “Eu d esfru to do céu, já agora
em m in h a a lm a ”, ele declarou. “M in h a s orações fo ram todas co n vertidas
em lo u v o re s.”
Q u an d o Jo sep h Everett estava m o rren do , ele disse: “G ló ria! G lória!
G ló r ia !” e co n tin u o u exclam ando gló ria por m ais de vinte e cinco m in u to s .
Em m in h a p ró p ria vida tive o p rivilégio de conhecer o que algun s santos
d isse ra m antes de irem para o céu. M in h a avó sen to u -se em sua cama,
so rriu e d isse: “Eu vejo Jesus, e ele tem as m ãos esten d id as para m im . E
Ben está lá, c ele tem seus dois olhos e suas duas p e rn a s ”. (Ben, meu avô,
rinha p erd ido um a perna e um olho em G e tty sb u rg .)
H avia um velho co m ercian te de Gales que vivia perto de nós, e m eu pai
estava a seu lado quan do ele estava m orrendo. Ele disse: “Frank, você pode
o uvir esta m ú sica? Eu nunca ouvi m ú sica como esta em toda m in h a vida —
as o rq u e stras, os coros, anjos c a n ta n d o ” — então ele se foi.

Nosso D eu s e Pai, quero enfrentar a morte com alegria e expectativa. Ajuda a fazer
com que minha vida termine com paz^quando eu v ir o rosto doce de J e su s dan do-m e as
boas-vindas no céu. Façe do meu cântico de m orte um ju b ila n te salm o de louvor.
Permite que aqueles que estiverem comigo, quando eu morrer, vejam u m reflexo da tua
paz^e da esperança prom etida em m eus olhos. Através de Jesus, m eu Salvador. Amém.
J2 7 ao j a n o l r o

PECADORES PERDOADOS

B em -a ven tu ra d o aquele cu ja transgressão é perdoada,


e cu jo pecado é coberto. S alm o 32.1

N A In g late rra, u m rap az m u ito sensível foi para o exército b ritân ico , m as,
q u an d o co m eçaram os tiro s e as bom bas, ele desertou. C o m o p assar do
tem p o , ele to rn o u -se u m gran de astrô n o m o e d esc o b riu u m novo p lan eta.
O rei G eorge m a n d o u b uscá-lo, mas o h o m em percebeu que sua vida estava
p e rd id a para o rei p o r sua deserção. O rei tam b ém o conhecia; o que fazer?
A ntes de ser visto pelo rei, p ed iram ao h o m em que abrisse u m envelope.
Era o p erdão real para ele. O rei o trouxe c disse: “Agora p o d em o s conversar,
c você deve vir m o rar no C astelo de W m d s o r ”. Ele era S ir W illia m H ersch el.
W i ll ia m H e rsc h e l era culpado e não o n ego u ! M a s o rei G eorge teve
m ise ric ó rd ia dele c o to rn ou m em b ro da casa real. E isto que D eus nos
p ro m e te : ‘ C o n v e r t a -s e ao S en h o r, que se co m p a d e c e rá dele... p o rq u e
g ra n d io so é em p erd o a r.” Para to do s nós pobres, p erd id o s, p ecad o res,
lib e rtin o s , a Bíblia diz: “Porque D eus enviou o seu Filho ao m u n d o não
para que co n den asse o m u ndo , mas para que o m u n d o fosse salvo p o r ele”.
O P rín cip e dos P rega d o res”, C h arles H a d d o n S p u rge o n , d isse desse
versículo :
D eus, que não pode m e n tir — D eus, que não p o d e-errar —, nos d iz o
q ue é ser abençoado. A qui ele declara que “abençoado é aquele cuja
tran sg ressã o é p erdo ada, cujo pecado é c o b erto ”. Este é u m o ráculo
que não deve ser con testado . O pecado perdo ad o é m e lh o r do que
riq u e z a s acum ulad as. A rem issão de pecados é in fin ita m e n te
p referível antes de todo deslum b re e b rilh o da p ro sp erid ad e do
m u n d o . A g ratificação das paixões e desejos terrestres das criatu ras é
ilu só ria — um a som bra, um a ficção; mas a b em -aven turan ça dos
ju s tific a d o s , a b em -aven turan ça dos h o m ens a q u em D eus im p u ta
ju s tiç a e su b s ta n c ia l e verdadeira.

N o Salm o 3 2 .2 Davi resum iu tudo para mim, quando ele diz: “Bem-
aventurado o homem a quem o Senhor não im puta maldade, c cm cujo espírito
não há engano”. Tenho certeza de que a isso Sir W illiam Herschel diria Amém!
Nosso D eu s e Pai, au tor do amor, la n ço -m c sobre tua santa graça. Som ente tu, ó
Senhor, podes perdoar minhas ofensas contra ti, porque é a tua lei que eu transgrido.
O brigado p o r tua misericórdia, teu perdão e teu a m or que não mereço. O brigado p or
J e s u s que m orreu para me resgatar. Amém.

2 8 de ja n eiro

DEUS É AMOR, MAS...

D eu s p rova o seu a m or para conosco cm que Cristo


m orreu p o r nós, sendo nós ainda pecadores. R o m an o s 5-8

E X I S T E u m a te n d ê n cia de fo calizar o am or de D eus e excluir os outros


asp ecto s da n atu reza de D eus. De fato, é algo terrível cair nas m ão s do
Senhor.
D eus ama, mas ta m b ém odeia. N a verdade, o am or seria se n tim e n ta l se
não fosse pelo seu o posto, o ódio. A E scritu ra nos d iz que D eus odeia o
divó rcio, q u e ele o deia os m e n tiro so s, u m olhar altivo e arro gan te, e to d as
o u tras m a n ife staç õ es de pecado. D eus p ro m eteu ju lg ar o pecado c o m to da
in te n sid a d e de seu ju lg a m e n to . (Veja Provérbios 6 . 1 6 - 1 9 - )
Davi disse: “C o n fe ss e i-te o m eu pecado e a m in h a m a ld ad e não encobri;
dizia eu: C o n fessarei ao S en h o r as m in h as tran sgressõ es; c tu p e rd o a ste a
m a ld ad e do m eu p ec a d o ” ( S l 3 2 .5 ) . E fácil ver nesse versícu lo que D eus
não trata o pecado levianam ente.
V ivem os n u m a época em que o pecado não e levado a sério e em que
D e u s é tr a ta d o com o a lg u é m q u e é in d u lg e n t e , m o le, co m p re e n siv o ,
to le ra n te com aqueles que q u eb ram seus m a n d am en to s. As pessoas, hoje
em dia, ach am d ifíc il de acreditar q ue D eus odeia q u a lq u e r coisa, m u ito
m enos o pecado.
Dr. Karl M e n n in gOe r observou co rretam en te a ausên cia do co n ceito de
pecado em nossa c u ltu ra co n tem p o rân ea quan d o ele escreveu o livro “O
q ue aco n teceu co m o p ecad o ?” (W hatever B ecam e o f Sin?'') Eu vou d izer a
voce que D eus não esqu eceu o pecado, apesar de algu n s h o m ens fin g ire m
que ele não existe.
A razão pela q ual D eus odeia o pecado é que o pecado, deixado sem
perdão, envia h o m ens e m ulh eres para um a etern idade no inferno. D eus
não deseja que n in g u é m se perca, mas que to do s ch eguem ao con h ecim en to
dele.
O que você está fazendo a respeito do pecado? Você co n fesso u seu
pecado a D eus e recebeu a C risto com o Salvador? Sc você já é u m cristão,
você deixou o pecado ra stejar de volta em sua vida e agora você não é m ais
u m vaso de honra para Deus?
C o n fesse hoje seu pecado. N ão espere. Receba o perdão de D eus c a
restauração para que você possa ser ú til para ele e d e sfru ta r do seu amor.

Nosso D eu s e Pai, f i e l e ju sto J u i ^ venho diante de ti com arrependim ento e tristeza.


N unca quero pecar contra ti, ó Senhor, e m esmo assim eu fa lh o com freqüência. Perdoa-
me, p or fa vor, Pai, c nun ca deixes que eu parta. Q uando eu com eça r a me perder,
estende tua mão e em pu rra -m e suavem ente dc volta para o Caminho.

2 9 c! (’ j a n o i r o

O QUE É FÉ? -

A f é é o firm e fu n d a m e n to das coisas que se esperam... H eb reus 1 1 . 1

A F E n ecessita ter um objeto. Fe na fé não tem sen tid o . D iz e r a um a


pessoa para crer sem dar-lhe n en h um a evidência ou razão para crer é com o
p ed ir-lh e para acreditar que a lua é feita dc queijo fresco.
D eus cjuer que nós conheçam os certos fatos a seu resp eito para que
te n h am o s fé nele e co n fiem o s nele sobre o resto.
U m a criança não p e rg u n ta re p e tid a m en te a seus pais se será levada ao
m édico se ficar doente, ou se haverá o utra refeição para com er (p elo m enos,
não é m u ito c o m u m em nossa c u ltu r a ). A razão pela q u al ela não faz tais
p e rg u n tas é que seus pais provaram para ela um a e o u tra vez que eles a
am am o b astan te para cuidar dc suas necessidades.
E a m e sm a coisa com D eus. D eus provou seu am o r por nós em que,
sendo nós ainda pecadores, ele enviou C ris to para m o rrer p o r nós. E ele
prova c o n tin u am en te o quan to ele nos ama, provendo às nossas necessidades
diárias.
D eus q u er que nós co n fiem o s eque ele vai c o n tin u a r a prover para nós. <
Isso é fé. Q u a n to seriam felizes os pais de um a criança que co n stan te m e n te

v o c i. a n ci t c o m r ci i ci in
os q u e s tio n a sc suas necessid ad es serão sup ridas? Os pais s e n tir-se -ia m
fr u str a d o s c tristes, talvez irad o s pelo fato dc a criança não co n fiar neles.
E xistem várias referências sobre a fé, o que po de fazer p o r nós e o
q u an to ela agrada a D eus. Jesus ficou surp reso que o so ld ad o rom ano
expressasse tan ta fé quando ele disse a Jesus para apenas “dizer um a p alavra”
e o seu servo seria curado. C risto tam b ém disse ao cego
D
e à m u lh e r enferm a:
“ Tua fé te s a lv o u ”.
D e u s v alo riza a fé, n o ssa co n fian ça nele, acim a de to d as as o u tras
q u a l i d a d e s dc c a r á t e r q u e o c r i s t ã o p o s s a d e s e n v o lv e r . E c o m o
desenvolvem os fé? Ao p assar tem p o na presença de D eus na oração e p o r
ap licar sua Palavra e suas prom essas em nossas vidas d iárias. D essa form a,
n ossa fé cresce e D eus se agrada. E quan d o D eus se alegra, nós ta m b é m
nos alegram o s.

Nosso D a is e Pai, coloco minha f é cm ti e som ente em ti. Sei que tu és fiel para me
p roteger e suprir, que posso confiar em ti e no teu tempo. Ajuda a fazer minha f é crescer,
ó Deus. Faze de m im um a pessoa espiritualm ente com pleta através da minha f é em ti e
no teu Filho, em cu jo nom e cu oro. Amém. .

3 0 t l <' j ci n c>i r o

GOZO EM MEIO ÀS TRIBULAÇÕES

O lhando para Jesus, autor e con su m ad or da fé... H eb reus 1 2 .2

D E onde tiram o s a idéia de que a vida cristã é para ser u m a vida descuidada,
sem trib ulaçõ es?
Q uan d o as tribulações vêm, algum as vezes agim os como se Deus estivesse
fora da cidade cm férias. Q uestio n am o s Deus: Por que isto está acontecendo
com igo? O que cu fiz para merecer isso? Afinal, cu vou à igreja regularm ente,
dou generosam ente meus dízim os e ofertas c falo a outros sobre C risto .
Então, por que estou passando estas circunstâncias tão difíceis?
Leia as p ro m essas das E scritu ras p ara u m a resp o sta. Jesus disse: “N o
m u n d o tereis aflições . Ele não disse que p o deria haver trib u lação ou que,
se você não fosse um a boa pessoa, a trib ulação viria em sua direção. Jesus
disse claram en te que terá trib ulação . E tão certo com o envelhecer. ,
Jesus disse tam b ém que, se ele foi p ersegu id o , você será p ers e g u id o
tam bém , p o rq u e ‘n en h u m servo é m a io r do que seu s e n h o r ”. N a verdade,
as p essoas não estão p erseg u in d o você ta n to q u an to estão p e rs e g u in d o
C r is to em você.
M a s a m aravilh o sa p ro m essa de C ris to é que, c o n q u an to você passe por
afliçõ es e trib u laçõ es, “tende bo m ânim o, eu venci o m u n d o ”. Então, Jesus
está dizen do que em bora as pessoas o estejam perseguindo (o u p ersegu in d o
Jesus em vo cê), não se preocupe. Ele já venceu o m u n d o , lu g ar das suas
aflições e trib ulaçõ es.
Você já se p reo c u p o u com u m déb ito financeiro, até que alg u ém veio
para d iz e r que você não precisava preo cup ar-se m ais, p o rq u e o u tra p essoa
p ag aria a despesa? Esta é um a experiência inesquecível de lib ertação .
E e xatam en te esta a experiência e a titu d e que D eus q u er que ten h am o s
no m eio de n ossas aflições. D eus q u er que o lhem os p ara Jesus, o a u to r e
co n su m a d o r da n o ssa fé. Ele já venceu aflições e trib u laçõ es sem elh an tes e
nos dará o p o d er p ara vencer tam b ém . Ele apenas q u er que lhe peçam os.

Nosso D eus e Pai, quando as tribulações e perseguições vierem para mim, oro para que tu me
dês graça e paciência para suportá-las com alegria. Ajuda-me a viver de uma fo r m a que
agrade a ti, que dê u m poderoso testemunho para os que me cercam de que o meu D eus é vivo
e cuida de mim. A juda-me a contar com Jesus para ter forças. No nome dele. Amém.

3 1 ci o j ct n a i r o

TRIUNFAR NA TRAGÉDIA

Toda boa dádiva e todo dom p e f e i t o vêm do alto, descendo do Pai das luzes,
em quem não há m udança, nem sombra de variação. T ia g o 1 .1 7

O D R A M A T U R G O W illia m Sh akcsp care escreveu vários clássicos,


algu n s dos quais são cham ado s de “t r a g é d ia s ”. H amlet, Macbeth, Rei Lear,
J ú li o C ésar e R om eu e Ju lieta são algu m as das suas trag éd ias m ais clássicas.
Você já p en so u algu m a vez por que estas peças descrevem trag éd ias, e
de fato, p o r que as h istó rias são, elas m esm as, trágicas? E p o rque, em cada
caso, os p erso n agen s são vítim as de suas p ró p rias c ircu n stân cias e não
p o d em sair delas.

3 4 2), u o c i o n ci í c o tn B d L r! Ç r ci í ci m
N ão é assim para o cristão. N ó s tem os o p o d er de tr iu n f a r sobre as
trag éd ias, m e sm o nas situaçõ es que p o ssam parecer, para o m u n d o , sem
esperanças de restauração. A chave para en ten d er tragéd ias é en ten d er de
onde elas vêm.
A morre, a dor e a tragéd ia vieram ao m u n d o por causa do pecado.
M u i t a s p essoas culp am a D eus pela tragédia, mas T ia g o nos d iz que "toda
boa dádiva e to d o dom p erfeito vêm do alto, descendo do Pais das lu z e s ”.
A trag éd ia é o resu ltad o de o pecado ter en trado no m u n d o .
M a s C ris to tr iu n fo u sobre a trag éd ia e ele q u er que nós façam os a
m e sm a coisa, p o rq u e com ta l vitó ria D eus é glo rificad o . De fato, tr iu n f a r
sobre a tragOéd ia é u m a fo rm a de te stific ar de C risto . Q u an d o algo
£> trágico
£>
acontece conosco — a perd a de a lg u é m querido , a p erda do trab alh o —, os
não crentes estão nos observando de p erto p ara ver se vamos agir de fo rm a
d iferen te do que eles fa n a m . Se não houver n en h um a diferença, se nos
d esesp erarm o s com o os não crentes o fazem, com o D eus pode ser honrado?
C o m o te ste m u n h a m o s de C risto e de seu poder?
L em b re-se: “E graças a D eus, que sem pre nos faz tr iu n f a r em C r i s t o ”
(2 Co 2 .1 4 ).

Nosso D eu s e Pai, obrigado p or traçeres esperança e perdão para dissipar o pecado da


m inha vida. A ju da -m c a triu nfa r sobre as inevitáveis tragédias da vida através da
confiança e da f é em ti. Permite que m eu gozo, no meio do desespero, te honre e
glorifiq u e através de Jesus. Amém.
7evereipo
.
CRISTO NA CRISE

Posso todas as coisas naquele que m e fortalece. F ilipenses 4-13

UM am igo co n to u -m e a h istó ria de um não cristão am igo seu q ue veio


para ele n u m dia de m u ita s lutas. Sab en d o que este m eu am igo é cristão , o
h o m e m lhe p e rg u n to u : S c eu nascer de novo, todos os m eus p ro b lem as
d esa p are c e rão ?”
“N ã o ”, disse m eu am igo , “m as você terá o p o d er para e n fr e n tá - lo s ”.
Pense sobre isso. N o sso s p ro b lem as não desaparecem , mas terem os o
p oder para en fren tá-lo s. O p oder para en fren tar pro b lem as p ro d u z cristão s
m u sc u lo s o s que são capazes de c o m b ater o in im igo . Se p u d éssem o s nos
d esfazer de to do s os nossos p ro b lem as apenas com u m gesto, seríam o s os
in d iv íd u o s m ais su p e rfic iais. S e ría m o s os covardes e s p iritu a is que não
co n seg u em sair de u m a sacola de papel!
A oração de Jesus no ja rd im do G e tsêm am é talvez a m a io r oração que
já foi feita. N o s so S e n h o r p ed iu que o cálice da crucificação que estava
p ara vir sobre ele fosse tirado. M a s, então, suas p ró xim a s palavras foram :
“Todavia, não seja com o eu quero, mas com o tu q u e r e s ” ( M t 2 6 . 3 9 ) . Q u e
oração! Q u e força! Q u e p o der!
Q u an do o apóstolo Paulo pediu a Deus para tirar seu “espinho na carn e”,
D eus não o tiro u ; em vez disso, d isse-lh e: “A m in h a graça te b a s t a ” ( 2 Co
1 2 . 9 ) . C r is to deseja estar com você em q u a lq u e r crise em que você possa
estar. C lam e pelo seu nome. Veja se ele não vai fazer com o p ro m eteu . Ele
não vai fazer com que seus p ro b lem as desapareçam , mas ele vai lhe dar o
p o d er para lid ar com eles e vencê-los.

Nosso D eu s e Pai, preciso da tua fo rça . Não consigo lidar com os problem as da minha
vida sem teu poder. C onfio que estarás com igo durante os m om entos difíceis. A umenta
minha f é e d á -m e coragem e paciência para v iv e r um dia dc cada v e ^ n a tua graça.
Através dc Cristo que trouxe esta g r a ça para mim. Amém.

38 JJavo cion a í com }. i l ij Cy r ci h u i ri


2 cí g f e v o r a t r o

UMA GAIVOTA DE DEUS

O anjo do Senhor acam pa-se ao redor dos que o temem e os livra. S a lm o 34-7

D U R A N T E a S e g u n d a G u erra M u n d ia l, o cap itão E d die R icken b acker


e o resto da trip u lação do B - I 7 no qual ele estava voando ficaram sem
g aso lin a e caíram no O ceano Pacífico. N ão se ouviu deles p o r sem anas. Os
jo rn ais re lataram o desap arecim ento , e, pelo país todo, m ilhares de p essoas
o raram . O p refeito La G u a rd ia p e d iu a to d a a cidade de N o v a York para
orar p o r ele. Então, ele voltou. Os jorn ais de do m in go d ivu lgaram a n o tícia,
e, n u m artig o , o capitão R icken b acker co n to u o que aconteceu. “E essa
p a rte eu h e sita r ia em c o n t a r ”, ele escreveu, “ s e não tivesse o utras seis
t e ste m u n h a s que viram co m igo . U m a gaivota apareceu, não sei de onde, e
p o u so u em m in h a cabeça — eu a p eguei g e n tilm e n te — eu a m atei e a
divid im o s entres nós em partes iguais. C o m em o s tudo, até m esm o os ossos.
N e n h u m a coisa jam ais pareceu tão sabo ro sa.” E sta gaivota salvou a vida de
R ic h e n b a c k e r e de seus com panh eiro s. Anos m ais tarde, eu lhe pedi que
me co n tasse p esso alm en te, p o rq u e foi através dessa experiência que ele
chegou a co n h ecer a C risto . Ele disse: Eu não tenho explicações, a não ser
que D eus enviou u m de seus anjos p ara n os r e s g a ta r ”.
D u ra n te m eu m in is té r io tenho ouvido ou lid o lite ra lm e n te m ilh ares de
h is tó ria s p arecidas. T eriam sido alucinações, ou co in cid ên cias, ou d estin o ,
ou sorte? O u fo ram anjos reais enviados p o r D eus para re alizare m certas
tarefas? Eu prefiro acred itar na últim a.

Nosso D eu s c Pai, Senhor dos Exércitos, cu rvo -m e diante de teu trono sagrado. O ro
para que envies teus espíritos mínistradores para protegerem -m e dos m eus inimigos.
Não posso v iv e r neste m undo tenebroso sem estar rodeado p o r anjos de luç. S usten ta-m e
nas tuas m ãos poderosas porque sou teu f il h o através de Cristo. Amém.

2) c>v o c t. o n ci l com E ilL i c ; /'*Cl i . < 39


CORAÇÕES PARTIDOS, ESPÍRITOS RESTAURADOS

Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e


salva os contritos de espirito. S alm o 34-18

ANTES dc me to rn ar sábio, eu preciso reconhecer que sou to lo . A ntes


dc receber po der, eu preciso co n fessar que não tenho n en h um . Eu preciso
lam en tar m eus pecados antes de poder regozijar-m e no Salvador. A angústia,
na seq ü ên cia de D eus, sem pre vem antes da exultação. B em -aven turado s
são aqueles que lam en tam sua indignidade, sua debilidade e sua insuficiência.
Isaías, o p o deroso p ro feta de D eus, sabia p o r experiência que é preciso
ajo elh ar-se e lam e n tar antes de p o d er levantar a voz em júb ilo. Q u an d o seu
p ecado pareceu feio e h edio n do à lu z b rilh an te da san tid a d e de D eus, ele
disse: “Ai de m im , que vou perecendo! Porque eu sou um h o m em dc lábios
im p u ro s c h ab ito no m eio de u m povo dc im p uro s lábios; e os m eus olhos
viram o rei, o S e n h o r dos E x é rc ito s !” (Is 6 .5 .)
N ão p o d em o s estar satisfeito s com nossa bondade depois de co n tem p lar
a san tid a d e dc D eus. M a s n o sso lam en to a respeito de nossa in d ig n id a d e c
p ec a m in o s id a d e deve ser de po uca duração, p o rq u e D eus disse: “Eu, eu
m esm o , sou o que apaga as tuas tran sgressõ es p o r am o r de m im e dos teus
pecados não me le m b ro ” (Is 4 3 - 2 5 ) -
Isaías teve dc exp erim en tar o so frim en to da in su ficiên c ia antes de p o der
p erceb er o go zo do perdão. Sc eu não tiver noção do so frim e n to pelo
peca do, com o p o sso conhecer a necessid ad e do arrep en d im en to ?
N a econom ia dc Deus, um a pessoa deve descer para o vale do so frim en to
an tes de ele ou ela p o d e re m escalar as a ltu r a s da g ló ria e s p ir itu a l. E
necessário to rn ar-se cansado e d ep rim id o de viver sem C ris to antes de
p o der b u scá -lo e en co n trar sua com un hão. E n ecessário chegar ao fim de
si m esm o antes de p o der com eçar a viver.

Nosso D eu s e Pai, estou m ergulhado na tristeza e lamento pelo m eu pecado intolerável.


Sou indigno; sou in ú til; sou i n c a p a ç a t é m esm o dc m e aproximar dc ti. E, ainda assim ,
reivindico tua promessa, Senhor, dc me perdoa r p o r toda minha falta de f é e pelas
minhas falhas. C obre-m e com tua gra ça e m isericórdia p o r intermédio dc Cristo, que
m orreu p o r mim. Amém.
4 do f a v o r o i r o

O SEGREDO DO GOZO DO CRISTÃO

E a m inha alm a se alegrará no Senhor; alegrar-se-á na sua salvação. S a lm o 3 5.9

QUANDO Jesus C risto é a fonte cio gozo, não existem palavras que
possam descrevê-lo. E um gozo “inefável e glo rio s o ” ( l Pe 1 .8 ). C risto 6 a
resposta para a tristeza e o desânimo, a discórdia e a divisão em nosso m undo.
C risto pode to m ar o de sânim o e o abatim ento de nossas vidas. O tim is m o
e e n tu sia sm o são re su ltad o s de conhecê-lo.
A Bíblia diz: “O coração alegre serve de bom rem édio , mas o esp írito
ab atido virá a secar os ossos (Pv 1 7 : 2 2 ) .
Sc o coração foi s in to n iz a d o com D eus através da fé em C ris to , então,
tran sb o rd a rá em o tim ism o go zo so e en tu siasm o .
C e rta vez, no O r ie n te havia u m p a sto r de ovelhas que tin h a u m violm o,
m as estava desafin ado . Ele não tin h a com o afinar; então, d esesp erad o, ele
escreveu p ara u m a e stação de rá d io e p e d iu - lh e s u m a c e r ta h o ra em
d ete rm in a d o dia para to car u m Dó. Os fu n cio n ário s da rádio d ecid iram
a ten d er o p ed id o do velho hom em , e n aq u ele dia a n o ta Dó foi tr a n s m itid a .
Seu vio lm o foi afinado , c n o vam ente sua cabana p o d ia ecoar co m a m á s ic a
alegre.
Se viverm os n ossas vidas afin ado s com o M e s tr e , nós, ta m b ém , nos
e n co n trare m o s rodeados pela sua m á s ic a m aravilhosa.

Nosso D eu s e Pai, tu és a m úsica da minha alma. Louvo~tc pela alegria e p a ^ d e vida


que encontro através de Jesus, teu Filho. Por favor, ajuda~me a afinar m eu coração
con tin u am en te com a tua vontade t o. v iv e r m inha vida em harmonia com t m plano
para ela. Amo a ti e a Cristo, em nom e de quem eu oro. Amém.

5 (! o j\> v e r t’ i r o

ATRÁS DAS NUVENS

A tua misericórdia, Senhor, está nos céus, e a tua fidelidade chega até às m ais excelsas
nuvens. S alm o 3 6.5

2) o v o c i o n (L 41
M I N H A casa está n u m a m o n tan h a a quase 1 2 0 0 m etros de altura. M u it a s
vezes p o d em o s ver abaixo de nós as nuvens no vale. A lg u m as m anh ãs,
d e s p e rta m o -n o s para desco brir que tem os um sol radiante, mas o vale
abaixo está co b erto de nuvens. Em o utras ocasiões, vem a te m p estad e, e
p o dem os ver os relâm p ago s e ouvir os trovões se desen cad eand o abaixo,
e n q u an to nós d esfru tam o s da lu z do sol e do céu claro acima.
M u i t a s vezes, eu me sen tei em nossa varanda rú stica e fiejuci o lh and o
as nuvens em baixo. Eu pensei nas nuvens de desân im o e s o frim e n to que
te m p o ra r ia m e n te en cob rem de nós o b rilh o do am or de D eus. M u it a s
p essoas vivem com um a nuvem pen den do sobre suas vidas. A lgu m as po d em
estar em leitos de h o sp ital; o utras, sofrendo privação e d esân im o . U m a
nuvem pesada está sobre elas.
A B íblia tem m u ito a d izer sobre as nuvens, p o rq u e elas m u ita s vezes
s im b o liz a m forças esp iritu ais que obscurecem a face de D eus. A Bíblia
in d ica que as nuvens nos são dadas com p ro p ó sito , que há glória nas nuvens
e que cada nuvem tem um forro de prata. Está escrito em Êxodo 3 6.3 0:
"Eles se viraram ... eis que a gló ria do S e n h o r apareceu na n u v e m ”. S em
nuvens não haveria escudo p ata o sol escaldante. N ão haveria os b e líss im o s
p o re s -d o -s o l, nem chuva, nem luz, nem beleza, nem p aisagen s pito rescas.
C harles K ingsley sen tiu esta verdade quando escreveu: “N e n h u m a nuvem
dian te do sol deixa de passar, por fim , e nos devolver, m a is u m a vez, a face
de D e u s ”. L o n gfello w tam b ém viu sig n ifica d o nas nuvens da vida q u an d o
disse: “A q u ie ta -te , coração triste, e deixa de lam en tação ; atrás das nuvens o
sol ain da está b r ilh a n d o ”.
A Bíblia d iz que D eus estava na nuvem e que ele falou com seu povo
através dela. O S e n h o r disse: “Eu virei a ti n u m a nuvem esp e ssa” (Ex
I 9 . 9 ) . N ovam ente, Deus cham ou a M o isés “do m eio da n uvem ” (Ex 24*1 6 ).
E xistem nuvens cm nossas vidas, dando som bra, refrigério e, algu m as vezes,
d e sc o rtin a n d o o n e gOru m e da noite,’ mas n un ca existem nuvens sem a lu z
b rilh an te.

Nosso D a is e Pai, busco tua lu^ através das nuvens da minha vida. Anseio p o r ver
adiante dos m a is problem as o brilho da tua face. Sei que estás aí, Senhor, m esmo
quando as n u v en s são tudo o que consigo enxergar. C onfio em ti, Pai, não importa o
que aconteça, p o r causa de Jesus, que trouxe a lu ^ para m im } Amém.
J* /o v or e tr

A FONTE DA V I D A

Porque cm ti está o m anancial i a vida; na tua lu ^ verem os a luç. S a lm o 3 6.9

QUANTO m ais co n h ecim en to ad q u irim o s, parece que te m o s m en o s


sabedoria. Q u a n to m ais seg uran ça econôm ica gan h am o s, geram o s m ais
tédio. Q u an to m ais d esfru tam o s dos prazeres m u n d an o s, m enos satisfeito s
e co n ten tes estam os com a vida. S o m o s como um m a r agitado
O ,’ en co n tran d o
um po uco de p az aqui, u m pouco de p razer ali, m as nada p e rm an e n te c
sa tis fa tó rio . E ntão,’ a busca co n tin u a! O h o m e m m ata,' m en te, engana,
O
rouba c vai para a guerra para sa tis fa z e r sua ânsia pelo poder, pelo p razer e
pelas riq u ezas, pen sando, com isso, ganhar para si m esm o , e para seu grup o
em p articular, a paz, seguran ça, c o n te n tam en to e felicidade.
C o n tu d o , d entro de nós, um a pequena voz co n tin u a d izen do : “N ão
devia ser assim —nós m erecem os coisa m e lh o r ”. N ó s tem os u m se n tim e n to
m iste rio so de que existe um a fonte em algu m lu g ar que co n té m a felicidade
que faz a vida valer a pena. C o n tin u a m o s a d izer para nós m e sm o s q ue em
alg u m lugar, alg u m dia, vamos desco brir o segredo. A lgum as vezes sen tim o s
que já encontram os —só para perceber que nos enganam os, ficar desiludidos,
perplexos e infelizes.
A felic id ad e que traz sen tid o p erm an en te à vida não é um a felicidad e
s u p e r fic ia l que depende das circu n stân cias. É a alegria e co n te n tam e n to
que enche a alma, m esm o no m eio das situações m ais aflitivas e do am bien te
m ais adverso.
Perto da m in h a casa existe um a fon te que n un ca varia seu flu ir cm
n en h u m a estação do ano. Pode haver inu ndaçõ es p o r p erto, m as ela não
au m en ta seu fluir. Pode vir um a lon ga
o seca no verão,’ m as ela não d im in u i.
E stá sem p re e p ere n em en te a m esm a. E ste é o tip o de fe lic id a d e que
desejam o s — e que só pode ser achada em C ris to !
Você já d esco briu sua fonte?

Nosso D eu s e Pai, tu és a água viva que mata a s e ie eterna. Tu és a f o n t e que borbidha


com alegria e paç. C ondu ze-m e, diariamente, ó Pai, para a fo n te. A ju d a -m e a beber da
tua felicidade, a refrescar-m e da f o n t e de esperança que é J e s u s Cristo. No nom e dele.
Amém.

2 ) OVOCI. OII Cl t c o nr. E i l l y Ç rak , 43


7 cl e f e v o r e i. r o

AFLIGINDO... OU ENTREGANDO?

Não te indignes p o r causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que
praticam a iniqüidade f . . . ] Entrega o teu caminho ao Senhor;
confia nele, e ele tudo fará. S alm o 37-1, 5

N A O existem p ro b lem as que a n g u s tia m m ais a m e n te e d e sg asta m m ais


os nervos do que os p ro b lem as em p restado s. O s a lm ista diz: "N ão te
in d ig n e s ...”. A im p licação é que ind ign ação, queixas e an g ú s tia s da m e n te
são m u ita s vezes au to -fa b n e a d a s e p o d em ser m elh o r tratadas com m u d an ça
de a titu d e e tran sfo rm a ção do p en sam en to .
Você não pode acalm ar a ansied ade.de u m bebê d an d o -lh e u m chocalho
q u an d o ele está com tom e. Ele vai co n tin u ar chorando até que sua fom e
seja s a tis fe ita pela co m id a que seu p equen o corpo dem anda. T am p o uco a
alm a do h o m e m m a d u ro pode ser satis fe ita lo n ge de D eus. Davi descreveu
a fo m e de to d os os h o m ens q u an d o ele disse: "C o m o o cervo b ram a pelas
co rren tes das águas, assim susp ira a m in h a alma p o r ti, ó D e u s ” (SI 4 2 . 1 ) .
O filh o p ró d igo , que teve de ap ren der as lições da vida pelas experiências
do lo ro sas, disse: “Q u an to s trabalh ad ores de m eu pai tê m ab u n d ân cia de
pão, e eu aqui pereço de f o m e !” (Lc I 5 - I 7 - )
D uas forças co n flitan tes não podem existir no coração h um ano. Q u and o
rein a a dúvida, a fé não pode existir. O n de o ódio im pera, o am or está fora.
O n d e há ego ísm o , o am or não pode habitar. O nd e a p reo cupação está
presente, a co n fian ça não pode chegar.
A m e lh o r p rescrição para b an ir a preocupação en co n tra-se no S a lm o
37-5-' "Entrega o teu cam in h o ao S en h o r; confia nele, e ele tu d o fa r á ”. A
palavra “e n tr e g a ” sig n ifica confiar, dedicar-se in teiram en te.
A lguns anos atrás, alguém deu a meu filho u m dólar. Ele o trouxe para
mim, dizendo: “Papai, guarde isso para m im ”. M as, dentro de poucos m inutos,
ele voltou c disse: “Papai, é m elhor eu m esm o guardar meu d ó la r ”. Ele m eteu
o dólar no bolso e foi brincar. Dali a pouco, voltou com lágrim as nos olhos,
dizendo: ‘ Papai, eu perdi meu dólar. A jude-m e a en co n trá-lo ”. Q uantas vezes
nós entregam os nossas cargas ao Sen h or e depois falham os em confiar nele,
tom ando as coisas cm nossas próprias mãos. Depois, quando já co n fun dim o s
tudo, oram os: "O Senhor, por favor, ajude-m e, estou com p ro b lem a s”.

44 2) e tf o c l o n a B - J Lj Ç r cl í. ci ui.
A escolha c sua. Você q u er co n fiar sua vida ao “b o ls o ” de D eus ou
g u a rd á -la você m esm o?

Nosso D eu s c Pai, p o r favor, perdoa minha dúvida e medo. Tira de m im m inha f a l t a de


f é , m eu egoísm o e m inhas preocupações. A juda -m e a colocar minha total confiança em
ti, a entregar-m e a ti, ó Senhor, c oro para ter coragem de co n tin u a r sob teus cuidados.
P or favor, assum e o controle da minha vida e conduze-m e em segurança para o lar cm
ti através de Cristo. Amém.

8 cl e j- e v e r e / r o

O LADO BRILHANTE DA M O R T E

Nota o hom em sincero e considera o que é reto, porque o f u t u r o


desse hom em será de paz- S alm o 3 7 -3 7

N O S q ue fizem o s n o ssa p az com D eus devem os ser com o o evan gelista


D. L. M o o d y. Q u an d o ele percebeu que a m o rte estava p róxim a, ele disse:
“A terra retrocede, o céu se abre d ian te de m i m ”. Parecia que ele estava
so n h an d o . E ntão, ele disse: “N ão, isto não é sonho... é m aravilh o so, é
com o u m transe. Se isto é a m orte, é doce. N ão há vale aqüi. D eus está me
c h am an do , e eu tenh o de i r ”.
D epois de ter sido dado com o m o rto , M o o d y reviveu para in d ic ar que
D eus p e r m it iu - lh e ver além do véu que separa o m u n d o visível do invisível.
Ele havia estado “dentro dos po rtõ es e além do p o r t a l”, e teve u m vislum b re
de rostos fam iliares daqueles que ele tin h a “am ado antes de p erd ê-lo s p o r
um p o u c o ”. Então, ele se lem b ro u de quando, antes, em seu m in is té r io , ele
d eclarara fo rtem en te: “A lg u m dia, vocês lerão nos jo rn ais q ue D. L. M o o d y
do N o r t h f ic ld L este está m o rto . N ão acred item em n en h u m a palavra.
N a q u e le m o m en to , eu estarei mais vivo do que estou agora. Eu terei sub ido
m a is alto, isto é tu d o — desta casa de barro para u m a que é im o rtal; um
corpo que a m o rte não pode tocar, que o pecado não p o de manchar, um
corpo m o delo com o o seu corpo glo rificad o ... A quele que é n ascid o da
carne p o derá morrer. A quele que é nascido do E sp írito viverá e te rn a m e n te ”
(A V id a de D w ig h t L. M o o d y, por W. R . M o o d y ) . Se M o o d y pud esse
te stem u n h ar para nós agora, ele certam ente falaria das glo rio sas experiências
que sc to rn aram suas quan d o as ho stes de anjos o levaram à p resen ça do
Senhor.
Você pode en fren tar a m o rte com tal confiança? Você pode, se conhecer
as p ro m essa s de D eus sobre a vida e a m o rte e crer nelas, p ro m essas que
fiz eram com que M o o d y se re go zijasse em vez dc se desesperar.

Nosso D eu s e Pai, anseio p o r estar 11a tua presença. Sonho cm atravessar os portões dos
céus c en contra r-m e em casa contigo. A pida-m c a v iver d e fo r m a pu ra , ó Senhor, cheio
âe louvor, banhado pela tua santidade até en contrar tua maravilhosa p a ^ n o m eu
fa lecim en to. Permite que eu gr ite de alegria quando atravessar os portões dos céus. Por
causa de Jesus. Amém.

9 d o j ‘ v ür ü Ir o

SU A FORÇA, NOSSA FORÇA

A salvação dos j u s t o s vem o Senhor;


ele é a sua força no tempo da angústia. S alm o 3 7-3 9, K .j.V

QUAISQUER q u e s e ja m as c i r c u n s t â n c ia s , q u a l q u e r q u e seja o
cham ado, q u a lq u e r que seja o trabalho, q u alq u e r que seja o preço, q u a lq u e r
que seja o sac rifício — a força do S en h o r será sua força na sua hora de
n ecessid ade.
E xistem b enefícios físicos que vêm da vida cristã. O pecado e o senso
de in d ig n id a d e in te rio r p re ju d ic am o b em -estar físico e m en tal. A sensação
de im p ureza e im o ra lid ad e física, o sentido de ódio direcionado para nossos
sem elhan tes, a con sciên cia de nossa p ró p ria incap acid ad e e fru stração c
nossa in a b ilid ad e em alcançar os alvos que asp iram o s — essas são as razões
verdad eiras para doenças físicas e m en tais. O sen tim e n to de culpa e pecado
q ue o h o m e m n a tu ra l carrega co nsigo o to rn a incapaz de d esem p en h ar seu
trab alh o c o faz do en te da m ente e do corpo. N ão foi p o r acaso que Je su s
co m b in o u a cura com sua p regação e en sm o en q u an to estava na terra.
Existe um a relação real entre a vida do esp írito e a saúde do corpo e da
m en te.
Paz com D eus e a p az de D eus no coração do h o m em e o go zo da
co m u n h ão com C r is to tê m cm si m esm o s u m efeito b en éfico sobre o
corpo c a m e n te e levam ao d esen vo lvim ento e preservação da força física
e m e n tal. A ssim , C r is to p rom ove o m e lh o r interesse do corpo, com o da
m e n te e do esp írito , ju n ta m e n te com a paz interior, o desen vo lvim ento da
vida esp iritu al, o go zo c a com unhão com C risto , e a nova força que é
gerada com o novo nascim en to .

Nosso D eu s e Pai, é gr a n d e a felicid a d e e a alegria de ser teu filho. Sinto tua força em
minha alm a e em m eu corpo. Teu Espírito revigora-m e a cada dia, e eu celebro minha
união contigo. D escanso em tua p a ^ tran q ü ila e regozijo-m e na esperança da eternidade
contigo. P or causa de Cristo Jesus. Amém,

1 0 cl e ^ 0 u a r c i r a

OBEDIÊNCIA - A CHAVE PARA A O R A Ç Ã O EFICAZ

Esperei com paciência no Senhor,


e ele se inclinou para m im e ou v iu o m eu clamor. S alm o 4 0 .1

A O R A Ç A O eficaz é oferecida em fé. A Bíblia diz: “Por isso, vos digo que
tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis e tê -lo -eis” (M c 1 1 .2 4 ).
M a ltb ie B abcock disse: “N o ssas orações devem s ig n if ic a r algo para nós
se tiverem algu m sign ificad o para D e u s ”. N ão é preciso d izer que, se nossas
orações não são específicas, não têm sign ifica d o , e se são m is tu ra d a s com
dúvida, elas não serão aten d id as. O rar c m ais do que u m desejo direcion ad o
p ara o céu... c a voz da fé na direção de D eus.
Este tipo de oração dinâm ica em ana de um coração obediente.
A B íblia diz: “E q u alq u er coisa que lhe p edirm o s, dele a receberem os,
p o rq u e g u ard am o s os seus m an d am en to s e fazem os o que é agrad ável à
sua v is ta ” ( l Jo 3 -2 2 ).
Eu conheço u m pai m u ito rico que recusou dar para o filho um a bicicleta
p o rque o b oletim do rapaz m ostrava notas m u ito baixas, o jard im ficou sem
lim par e outras tarefas não foram realizadas. Eu tenho certeza de que aquele
pai não teria sido sábio em dar presentes para um filho desobediente e ingrato.
A Bíblia diz: “M a s, se não derdes ouvidos à voz do Senhor, mas, antes,
fordes rebeldes ao d ito do Senhor, a m ão do S en h o r será contra vó s...”
(I Sm 1 2 .1 5 ). .

o c i o n. ci f c o m. B i l t y Ç r ci ii ci m. 47
Se você q u ise r que suas orações ch egu em a D eus, e n tr e g u e -lh e sua
vo n tad e te im o sa, e ele ouvirá s e u clamor. O b e d iên cia e a chave para a
oração eh caz.

Nosso D eu s e Pai, venho a ti em f é , crendo que o Senhor responderá com sabedoria e


cuidado. Toma minha vida, Pai, e usa-a para tua gló r ia e somente para ela. Q uero ser
com o teu Filho Jesus. D á -m e tua compaixão, teu a m or e tua alegria. E agradeço-te p o r
m e salvar através do seu sangue. Amém.

11 cl a /„ v e r o i r o

DEZ MANDAMENTOS PARA O LAR

Salva o teu p ov o e abençoa a tua herança... S alm o 2 8 .9

O Q U E ap roveitará ao h o m em ou à m u lh er se ganharem o m u n d o todo


mas p erd erem sua p ró p ria fam ília?
C o m a p o rc e n tag e m de divórcio a 5 0 % e m ais e m ais fam ílias em que
os pais trab alh am , os lares com o conhecíam os no passado, de fato, com o
D eus os estabeleceu, são, na verdade, um a espécie cm p erigo de extinção.
C a sa m e n to s e fa m ílias não são idéias p ito rescas de u m a sociedade. A
fa m ília foi o rden ada p o r D eus antes de ele estab elecer q u a lq u e r o utra
in s titu iç ã o , m esm o antes de ele estabelecer a igreja.
Q uero su g e rir dez m an d am en to s para um lar sólido, feliz, que h o n re a
D eus:
1. E stabeleça a cadeia de com ando de Deus. A Bíblia en sin a que,
para o cristão, Jesus C ris to deve encabeçar o lar, com a esposa
so b a a u t o r i d a d e de u m m a r i d o c o m o C r i s t o , c f i l h o s
responsáveis d ian te de seus pais.
2 . O b edeça ao m an d am en to de am ar uns aos o utros.
3. M o s tre aceitação e apreciação p o r cada m em bro da fam ília.
4. Os m em b ro s da fam ília devem resp eitar a a u to rid a d e de D eus
sobre eles e a au to rid a d e que D eus d elego u d en tro da cadeia
de com ando.
E im p o rta n te ter trein a m en to e d isc ip lin a no lar, e não apenas
para o cachorro!
6. D e sfr u te m un s aos o utros c to m em tem po para d e sf ru ta r a
vida i armlvat juntos. T em po de q u alid a d e não é p ara s u b s titu ir
a q u a n tid a d e de tem po. A q u an tid ad e de tem p o é a q u alid a d e
do tem po.
7- N ão co m eta ad u ltério . O ad u lté rio destró i o casam en to e é
um pecado co n tra D eus e co n tra seu parceiro.
8. Todos na fam ília devem trab alh ar para o b en efício m ú tu o da
f a mí l i a . N e n h u m a c r i a n ç a d e v e n ã o t e r t a r e f a s o u o
co n h ecim en to de que o trab alh o traz realização.
9- O rem ju n to s e leiam a Bíblia ju n to s. N a d a fo rtalece m a is o
casam en to e a fam ília. N a d a c m e lh o r defesa co n tra S atan ás.
I 0. C ada m em b ro da fam ília deve estar envolvido a resp eito da
verdadeira experiência de salvação do outro. Isto se estende
para os p aren tes im ed iato s, com o avós, tio s e tias, p rim o s ,
sogros,
D
sogras,
O
cun h ado s e cunhadas.

N in g u é m é u m verdadeiro sucesso aos olhos de D eus se sua fa m ília é


um a deso rdem .

Nosso D eu s e Pai, oro p o r tuas bênçãos sobre a minha fa m ília . Precisam os de tí no


m eio de nós, P a i , pa ra dirigir-nos em un ião e paç. A juda-nos a crescer através do
a m or e da alegria, através do respeito e do perdão, através dos bons e dos m aus
m om entos. Une-nos, Senhor, para a vida. No nom e precioso do teu Filho. Amém.

12 cia ^ üv e r c i. r o

UM SOCORRO SEMPRE PRESENTE

Deus é o nosso refúgio e fortaleça, socorro bem presente na angústia. S a lm o 4 6 .1

DEUS é “socorro bem presen te na a n g ú s t ia ”, mas nós, alg u m a s vezes,


p e rm itim o s que a am argu ra o m an ten h a à d istân cia c, assim , perdem o s sua
ajuda.
U m jovem im ig ra n te irlan dês, Jo sep h Scriven ( l 8 2 0 - l 8 86 ) , estava
profundam ente enamorado de um a jovem senhora, e seus planos de casamento
estavam prontos. Não muito antes do dia do casamento, contudo, ela se afogou.

o c ío 11 a i c a m E d L j Ç r a í ci m 49
Por m eses, Scriven ficou am argu rad o , em co m p leto desespero. Por fim,
ele se vo ltou para C ris to e, p o r sua graça, en co n tro u paz e co n fo rto . D esta
exp eriên cia ele escreveu u m hin o fa m ilia r que te m trazid o co nsolo para
m ilh õ es de corações d o lo rid o s: Q u e am igo tem o s cm Jesus! Todos os
no ssos pecados e dores ele c a rre g o u ’
A lgu m as vezes, nosso cam inho está sob a lu z do sol. Foi assim para
Jo scp h Scriven q u an d o se aproxim ava do dia do casam ento. M a s, com o
ele, podem os descobrir que nosso cam inho tam b ém leva através das som bras
escuras da perda, dos d e sa p o n tam en to s c da tristeza. Em ocasiões assim ,
está cm nosso p o d er tra n sfo rm a r os so frim en to s cm o p o rtu n id a d e s para
nos ag arrarm o s firm em en te com D eus e fazerm o s deles canais através dos
quais u m a esperança segura e clara pode flu ir para nossas almas.
Perdas nos n egócios, ap o sen tad o rias que não p agam as contas, perda do
trab alh o, inflação, en ferm id ad es que nos p ro stra m , os so frim e n to s que
ro u b a m nossos lares de sua luz, filho s que se rebelam —tu d o se tra n sfo rm a
em bênçãos para aqueles que por elas se to rn am m enos apegados à terra e
m ais apegados a D eus.
As trib u laçõ es não nos m ach ucam a m enos que façam aquilo que m u ito s
de nós p erm itim o s que aconteça —endurecer-nos, fazer-nos amargos, azedos,
céticos.
Os so frim e n to s que enfren tam o s com confiança nos trazem u m a visão
nova de D eus e, com o resultado , desco brim os u m a nova m a n eira de encarar
a vida.
Sc fizerm os de nossos so frim entos e tribulações um a ocasião de aprender
m ais sobre o am or de D eus e sobre o seu p o d er para aju d ar e abençoar,
e n tã o , is s o n o s vai e n s in a r a te r u m a c o n f ia n ç a m a is f i r m e em su a
p ro vid ên cia; e, como re su ltad o d isso, o brilho de seu am o r vai encher
nossas vidas.
C o n fie em D eus com um a dependência de criança, e n en h um a trib ulação
p oderá d e stru í-lo . M e sm o na hora m ais escura da m o rte, quan do sua carne
e seu coração desfalecem , você poderá, em paz, d ep en d er dele que é “a
fo rtaleza do m eu coração e a m in h a porção para s e m p re ” ( S l 7 3 : 2 6 ).

Nosso D eu s e Pai, obrigado p o r estar sempre presente na minha vida. Pela f é , sinto teus
braços m e envolvendo. Vejo teus anjos m e protegendo através dos olhos da confiança.
D u rm o em paz^ porque tu m e g u a rd a s todas as horas. C ontigo em minha vida, nunca
estou sozinho. E com J esu s nos m eus pensamentos, n un ca tenho medo. Nele. Amém.

50 v o c i o n et ê c „ m f é i ê L j Ç ruL
13 d o o v e r o i. r o

DEUS É SEU PILOTO?

Porque este D eu s í o nosso D eus para sempre;


ele será nosso g u ia até à morte. S alm o 4 8 . 1 4

PROVAVELMENTE, você já viu u m adesivo que diz: “D eus c o


m eu c o -p ilo to ’.
Isto soa bem e bastan te esp iritu a l, até que você p en se a resp eito . D eus
não q u er c o m p a rtilh a r o co n trole sobre nossas vidas. Ele q u er que nós
re n u n c iem o s e deixem os que ele tenha o co n tro le de nossa vida.
C o n ta -se a h istó ria de u m a m e n in a cujo pai c p ilo to de avião. E n q u an to
cruzavam o A tlân tico , sobreveio u m a tem p estade. O co m issário de bordo
aco rd o u a m en in a e lhe diss e que apertasse o cin to de seguran ça p o rq u e
eles estavam no m eio de tu rb u lê n c ia. A m e n in a ab riu os olhos, viu os
relâm p ago s ao redor do avião e p erg u n to u : “O papai está no c o m a n d o ? ” O
co m issário de bordo respondeu: “S im , seu pai está na cabine de c o m a n d o ”.
A m e n in a so rriu , fechou os olhos e voltou a dormir.
Deus está no co n tro le de nossas vidas. O u melhor, ele q u er estar no
co ntro le. M a s ele nos dá lib erd ad e para c o n d u z irm o s nós m esm o s, se
q u ise rm o s. O p ro b lem a é que m u ita s vezes nos queb ram o s, tan to q u an to
p o d eríam o s esperar, se assu m im o s o co n trole de u m avião que não fom os
en sin ad o s a pilotar.
D eus n o s conhece, sabe com o fu n cio n am o s e o que é m e lh o r para nós.
Se nós lhe en tregarm o s os controles, ele fará com que ch eguem o s com
segurança.
E você? Q u e m ou o que está no co n tro le de sua vida? Você ain d a está
agarra do aos co n tro les ou já p e rm itiu a Deus fazê-lo? O que você está
esperando?

Nosso D eu s e Pai, trago para ti m eu coração e minha alma. Volto-os para ti para que
tu me dirijas, me guies, m e mostres com o v iv e r com o tu queres que eu viva. A ju da -m e a
p erm itir con tin u am en te que controles minha vida, sejas m eu Mestre e Senhor. Em nom e
de Jesus. Amém.

2) i c o ,n B i lt y Ç ru k ,
AMOR E AMENDOCREM

Vede que g r a n d e a m or nos tem concedido o Pai... I João 3-1, V R .

A P A L A V R A “a m a r ” é usad a para descrever m u ita s e variadas coisas.


D izem o s que “a m a m o s ” a casa que acabam os de comprar, ou que “a m a m o s ”
um d ete rm in a d o lu g ar onde p assam os as férias, ou que “a m a m o s ” um
san d u ích e de am en d o crem e geléia. T am bém “a m a m o s ” certos p ro gram a s
de televisão e ' am am o s no sso esposo ou esposa. È de se esperar que não
am em o s n o sso s esp o so s da m e sm a m an eira que am am o s sa n d u íc h e de
am en d o crem e geléia!
U m am igo observou certa vez: “O am or de que se fala é fácil de ser
ign o ra do, mas o am o r d em o n strad o é irre s is t ív e l”. D eus d em o n stro u seu
am o r p ara co n o sco “em que C r is to m o rreu p o r nós, sen do nós ain da
p ecad o res’ ( R m 5 -8 ). Agora isto é am o r verdadeiro!
Se D eus tivesse apenas falado sobre o q u an to ele nos amava e nunca
p rovasse, en vian do C ris to para p reench er nossa m a io r n ecessid ad e — o
perdão dos p ecado s e cura da brecha entre D eus e o h o m em q u an d o o
pecado en tro u no m u n d o —, ele teria sido um D eus m u ito cruel. M a s ele
fez mais do que falar. Ele d em o n stro u seu am or por nós enviando o presente
m ais p recio so que ele p odia oferecer: seu único Filho, sem pecado, que se
to rn o u pecado p o r nós para que p u d éssem o s ser lib erto s do pecado e ter
um lar no céu.
O am o r de D eus é eterno. Ele d ura m ais que q u a lq u e r coisa q ue o
i-.Drr.em possa jam ais amar, inclusive u m san duích e de am en do crem e geléia!
Ao ex p erim en tarm o s o am o r de D eus to rn a m o -n o s capazes de am ar os
o u tro s, m e sm o aqueles que nos parecem m ais d ifíceis de ser am ados.

Nosso D eu s e Pai, estou dom inado pelo incrível am or que m e tens demonstrado através
de Jesus. Fico humilhado com tua imensa misericórdia. A juda-m e, Senhor; a
dem onstrar um a m o r desinteressado pelo próx im o —minha família, m eus am igos, a
igreja e a té pelos m eu s inimigos. Eu te am o, Pai, m ais do que a vida, p o r causa de
Cristo. Amém.
15 d e j e v o r e i r o

MAIS ALVO DO QUE A NEVE

...lava-me, c f i c a r e i m ais alvo do que a neve... S alm o 51-7

POR séculos, a cor branca sig n ific a pureza. Isaías falou de p ureza cm
te rm o s da coisa m ais branca na qual ele podia p en sar —a neve —q u an d o ele
disse: “V in de, então, e argü i-m e, d iz o Sen h o r; ainda que os vossos p ecados
sejam com o a escarlata, eles se to rn arão brancos com o a neve...” (Is I . I 8 ) .
A neve é tão branca que se pode ver quase q u a lq u e r coisa q ue caia sobre
ela, m esm o à gran d e d istân cia. Podem os to m a r o o b jeto m ais branco q ue
p u d e rm o s encontrar, com o roupa recém lavada, mas q u an d o co lo carm os
p erto da neve, p o r co m paração, a roupa p arecerá suja.
N o s s a s vidas são ta m b é m assim . A lg u m a s vezes, p e n sa m o s de n ós
m esm o s com o m o ralm en te bons e decentes, co n ten tes que “não som os
com o o u tras pessoas . M a s , co m p arad os com a p ureza de D eus, estam os
sujos.
A p esar de no ssos pecados e im purezas, D eus ainda nos ama. Ele decid iu
prover a nós um a p ureza que n unca p o d eríam o s alcançar p o r nós m esm os.
E p o r isso que ele nos deu seu Filho, Jesus C risto , para m o rrer p o r nós na
cruz. E so m en te q u an d o no ssos pecados são lavados no san g u e de C r is to
q u e p a r e c e m o s b r a n c o s c o m o a neve aos o lh o s de D e u s . N e n h u m
“d e t e rg e n te ” h u m an o de boas palavras, ou p en sam en to s puros, pode nos
fazer tão brancos, tão puros. Só o precio so sangue de C r is to pode fazer
isso, c é apenas seu san g u e q ue p od e co n tin u ar a nos lim p a r do pecado
depois que ele nos salvou.
R e flita sobre essa verdade m aravilhosa. C lam e p o r isso em sua p ró p ria
vida.

Nosso D eu s e Pai, teu resplendor me cega. Não consigo olhar para 0 brilho da tua
p u r eça e santidade sem m e arrepender dos m eus pecados c das m anchas f e ia s do m eu
coração e da minha alma. O ro para que teu perdão lave minha alm a, pu rifican do-a
novam ente, deixando-a tão alva quanto a neve. Não posso v iver sem ti. Em nom e de
Jesus. Amém.

2 ) o c/o c i. o n ci Í c o m. /' Cl í. t 53
JUNTANDO OS PEDAÇOS

Os sacrifícios para D eus são o espírito quebrantado; a u m coração


quebrantado e contrito não despregarás, ó Deus. S alm o 5 1 -1 7

CORRIE TEN B O O M conta a h istó ria de um a m en in a que quebrou


um a xícara de sua mãe. A m en in a foi para a mãe, chorando: "O m am ãe, eu
sin to m u ito ; eu quebrei sua lin da x íc a ra ”.
A m ãe resp o n deu: “Eu sei que você está triste e eu a perdô o . A go ra não
chore m ais . A mãe, então, varreu os pedaços da xícara queb rada e jo g o u
no lixo. M a s a m en in a estava com um se n tim en to de culpa. Ela foi para a
lata de lixo, p ego u os pedaços da xícara, levou para a mãe e chorou: “M am ãe,
eu sm to m u ito ter quebrado sua xícara tão b o n it a ”.
D esta vez, a mãe falou firm em en te com ela: “Pegue estes pedaço s e
co lo que de volta no lixo. N ão seja tão tola para pegá-lo s novam ente. Eu já
disse que a perdô o , e não chore m ais, e não volte a p egar os p e d a ç o s ”.
A culpa é rem ovida com confissão e p urificação . “Se co n fessarm o s os
n ossos pecados, ele é fiel e ju sto para nos p erdo ar os pecados e nos p u rific ar
de toda in ju s t iç a .” ( l Jo 1.9.)
C o n tu d o , a h istó ria do pecado de Davi (SI 5 1 ) m o stra que o perdão
não exclui as co n seq üên cias n atu rais de nossos pecados. O h o m ic íd io pode
ser p erd o ado , mas não traz à vida o que foi m orto.

Nosso D eus c Pai, obrigado p or perdoar m eus pecados continuam ente. Através do
sangue pu rifica d o r de Jesus, sei que me ves p u ro e salvo. L ouvo-te p o r tua m isericórdia
e gr a ça insondáveis. A juda-m e, ó Senhor, a não j u n t a r os pedaços partidos da minha
vida novam ente, mas a deixá-los na cruç. Por causa de Cristo. Amém.

/7 cl e j !e v a r e i r o

UMA RESPOSTA À ANSIEDADE

Lança o teti m id a d o sobre o Senhor, e ele te susterá;


n un ca perm itirá que o ju sto seja abalado. S a lm o 5 5-22

54 2 ) g v o c i o n ci Í c o m B d L tj Ç r cl lr et nt
“D E U S m e conceda seren idade para aceitar as coisas que não posso
mudar, co ragem para m u d a r as coisas que posso e sabedoria para saber a
diferença. ’ Eu vi esta oração e é um a que todos devemos fazer.
A lgu ém disse certa vez: “A p reocupação é o juro que se paga à trib u lação
antes de vencer ’. Vamos lan çar nossos cuidado s sobre ele, lem b ran d o que
ele é “nossa salvação em tem p o s de a n g ú s t ia ”.
A co n fian ça é um a re sp o sta à an siedad e. D e sco b rim o s cm p rim e iro
lu g a r que devem os lan çar nossos cuid ad o s sobre o Senhor, e este deve ser
u m p ro ce sso co n tín u o . N ão devem os apenas levar n o ssos cu id ad o s ao
S en h o r, m as d evem o s d e ix á -lo s co m ele. A a n sie d a d e d e s n e c e s s á ria é
co n trária às lições da n atureza.
A lg u é m escreveu u m versinho que diz o seg uin te:
D isse o p m tarro xo ao pardal:
Eu go staria m esm o de saber
Por que esses seres h u m an o s an siosos
Se apressam , se p reo cup am tanto.
D isse o p ard al ao p in tarro xo :
A m igo , eu penso que deve ser
Porque eles não têm u m Pai celestial
C o m o o que cuida de você e de m im .

Jesus usou a a t itu d e despreocup ada dos pássaros para e n fa tiz a r o fato
de que a p reo cup ação não é n atural. O lhai para as aves do céu que não
sem eiam , nem segam , nem aju n tam em celeiros; e vosso Pai celestial as
a lim e n ta .” ( M t 6 .2 6 .) D a í ele c o n tin u o u com os lírio s do cam po. “O lh ai
para os lírio s do campo, como eles crescem ; não trab alh am n em fiam . E eu
vos d igo que nem m esm o Salo m ão , cm to da a sua glória, se v estiu com o
q u a lq u e r d e le s.” ( M t 6 . 2 8 - 2 9 0 . )
Se ele cuida dos pequenos passarinhos e das frágeis flores, por que não
podemos contar com ele em todos os aspectos de nossas vidas? Eu sei que a
vida m oderna sobrecarrega
* <P
a fé dos Darandes cristãos,’ mas nenhum de nós
deveria duvidar da capacidade de Deus para nos dar suficiente graça para nossas
aflições, m esm o em meio às demandas do século vinte. N o meio de nosso
m u n d o de problemas, os cristãos não podem apertar as mãos, gritando: “O
que podem os fazer?”, tendo mais tensão nervosa e preocupação do que os
outros. O cristão deve confiar quietam ente que Deus ainda está no trono. Ele
é um Deus Soberano, cuidando das coisas de acordo com seu próprio plano.
Nosso D eus e Pai, obrigado p o r teu cuidado constante. Por favor, dá -m e u m a f é
despreocupada e a confiança que as outras criaturas tuas demonstram. A juda -m e a
saber que o Senhor sempre estará presente para m e p ega r quando eu cair, ou para m e
conduzir pelos vales de tristeza. L embra-me do C alvário e do teu incrível a m o r p o r
mim. No nom e do S alvador Amém.

18 cl r j f u (J r e / r o

O FOGO REFINADOR

Bendizei, povos, ao nosso D eus e fazei o u v ir a voz^do seu louvor; ao que nos conserva
em vida e não consente que resvalem os nossos pés. Pois tu, ó Deus, nos tens provado;
tens nos refinado com o se refina a prata. Fizeste-nos entrar no laço; pesada carga
puseste sobre os nossos lombos....passamos pelo fogo e pela água, m as nos trouxeste
a um lugar de abundância. S alm o 6 6 . 8 - 1 2 , V.R.

K I M W I C K E S , q ue foi à m a io ria de nossas cruzad as, era um a m e n in a


cega, p o rq u e as retin as de seus olhos foram d estru íd as q u an d o ela o lh ou a
ex p lo sã o de u m a b o m b a. O pai te n t o u m a tá - la , a t ir a n d o - a n u m rio.
D e sesp erad o e no fin al de suas forças, devido à guerra e à fom e, o pai de
Kim a deixou n um a casa para crianças cegas e surdas em T aegu, na C o réia.
M a is tarde, ela foi ado tada p o r alguns am erican o s e com eçou os anos de
estudo e treinam en to que resultaram n um testem un h o cm palavras e canções
que tem em o cio n ad o m ilhõ es. Seu s estu d o s a levaram às m elho res escolas
do m u n d o , inclusive cm V iena. Os eventos na vida de Kim p o d e ria m ter
d e stru íd o a m u ita s pessoas, mas pela graça de D eus ela tr iu n f o u sobre a
adversidade.
H o je existem m ilhares de cristãos no m u ndo todo que estão enfrentando
dores diárias, perseguição c oposição p o r sua fé. E stam os agora aprendendo
de suas vitó rias c sobrevivência em m u ita s partes do m u n d o . S u a fé em
C r is to é p ro fu n d a c forte. S u a disp o sição para en fren tar a p erseg u ição nos
envergonha.
O
Eu não co m p reen do com o o corpo h um an o pode prevalecer sobre tal
p e r s e g u i ç ã o co m o a lg u n s de n o s s o s ir m ã o s c ir m ã s cm C r i s t o têm
exp erim en tad o hoje —como em U gan d a. Eu só sei que, quan do Jesus C risto
está com um a pessoa, ela su p o rta os m ais p ro fu n d o s so frim e n to s e, de
alg u m a m aneira, to rn a-se u m cristão m e lh o r c m a is fo rte devido a eles.
C o m o o fogo refina a prata, o so frim en to e a p erseguição p u rific a m os
cristão s.

Nosso D eu s e Pai, tu cs o refinador da m inha fé. Tu és o fogo dentro da minha alma


que p urifica meu coração c minha mente. E nsina-me a aceitar o sofrim ento com
alegria, a saber que ele m e purificará e m e preparará para v iv e r contigo eternamente.
C oloco minha confiança cm ti através de Cristo. Amém.

1 9 c i e j- e v e r e i r o

ATIVIDADE ANGÉLICA

O s carros de D eu s são vinte milhares, até milhares de anjos: o Senhor está entre eles,
com o no Sinai, no lugar santo. S alm o 6 8 . 1 7, K.J.V

CHEGAM à m in h a atenção rep o rtagen s de m u ito s lugares no m u n d o


to do , co n tan d o de v isitan tes an gélicos aparecendo, m in is tr a n d o , tend o
co m un h ão e desaparecendo. Eles an un ciam o ju lg am en to im in e n te de Deus,
eles m o s tra m a te rn u ra de seu amor, eles suprem necessidades d esesp eradas
e, então, eles se vão. De um a coisa p o dem os ter certeza: os anjos n un ca
b u scam atenção para si m esm o s, mas tr ib u ta m gló ria a D eus e en tregam
sua m en sag em aos ouvintes, preservando e su s te n ta n d o as palavras de um a
ordem superior.
A adoração a Satan ás e a atividad e d em o n íaca estão au m en tan d o em
to das as p artes do m u ndo . O m im ig o está vivo e m ais ativo agora do que
cm n e n h u m o utro tem po. A Bíblia d iz que desde que ele percebeu que seu
tem p o é curto, sua atividade a u m en to u . Através de in flu ên c ias d em o n íacas
ele te m sido b em -su ce d id o em desviar algun s da fé verdadeira; mas ainda
p o dem os d izer que suas ativid ades m align as são c o m b atid as pelo povo de
D eus através de seus esp írito s m im s tra d o re s, os seres an gélicos c santos.
El es são vigo
D ro so s ao lib e rta r os herdeiros da salvação
5 dos estratagem
£> as
dos h om ens m aus. Eles não p o dem falhar.
Crentes, levantem os olhos —tenham coragem. Os anjos estão m ais perto
do que voccs pensam. Afinal, Deus “aos seus anjos dará ordem a teu respeito,
para te guardarem cm todos os teus caminhos. Eles te susten tarão nas suas
mãos, para que não tropeces com o teu pé em p ed ra” (SI 9 1 .1 1 , 1 2 ).

2) n a í c o ni B i t l , t! Ç r a í a m S7
Nosso D eu s e Pai, através dos olhos da f é vejo teus anjos lutando contra as f o r ç a s do
mal. Obrigado p o r proteger-m e do maligno. O brigado, Pai, p o r teus exércitos dc anjos
lutando a m eu favor. Através de Cristo, que é C apitão do exército celestial. Amém.

2 0 de $ c v o r o /r o

FORÇA E FRAQUEZA

...a alegria do Senhor é a vossa fo rça . N eem ias 8 .IO

A I D E I A dc D eus dc força c a ideia do h o m em são opostas.


O S e n h o r disse a Paulo: “O m eu p o d er se aperfeiçoa na f r a q u e z a ”
(2 Co 1 2 . 9 ) . Tendo aprendido essa lição, Paulo pôde, então, dizer: “Q uan do
esto u fraco, então, sou fo r te ” (2 Co 1 2 . 1 0 ).
E verdade que a força de D eus se aperfeiçoa na fraqueza. Dc o utro
m od o , não seria a força dc Deus, nem ele receberia a glória. É p o r isso que
n o A n tig o T estam en to D eus o rd en o u aos líderes de Israel que re d u z is se m
o ta m an h o de seus exércitos, ou ele anunciava de an tem ão o lu g a r e a hora
do co n flito c q ual lado seria vencedor. Deus q u er que a fé do h o m em
esteja colocada nele e não em arm as hum an as ou força física. D eus quer
que ten h am o s um esp írito qu eb ran ta do em nossas vidas, para que ele possa
nos fazer fo rtes nestes lu gares quebrados.
O h o m e m g o s t a dc c o lo c a r sua s e g u r a n ç a cm m í s s e is e arm a s , e o
m u n d o a gOo ra te m m a is arm as n u c le a re s e m a is h o m e n s d eb aix o das
a rm a s do q u e n u n c a an te s na h is t ó r ia . T o das essas arm as, to d o s esses
e x é r c it o s tr o u x e r a m m a is s e g u r a n ç a p a ra a h u m a n id a d e ? Ao c o n tr á r io ,
eles t r o u x e r a m m e n o s se g u r a n ç a , p o r q u e o h o m e m a in d a n ão co n fia
em D e u s.
Isaías disse: “M a s os que esperam no S e n h o r renovarão as suas forças e
sub irão com asas como águias; O > correrão e não se cansarão;' cam in h arão c
não se fa tig a rã o ” (Is 4 0 .3 i ) . Este é o tipo dc força que D eus está p rep arad o
p.;r.; n e s dar se apenas lhe ped irm o s.
Você tem essa força? Você p od e tê-la. A penas peça!

Nosso D eu s e Pai, cu rv o -m e diante dc ti com fraqueza e fragilidade. Sem ti não sou


nada; f i c o desamparado, sem esperanças. Preciso da tua fo rça , 6 Deus, para v iv e r neste
m undo de f o r ç a s m alignas e espíritos assustadores, A juda-m e a depender de ti, e
somente de ti, através de Jesus, m eu irmão. Amém.

2 1 d c j e uo r o i r o

MAIS DO QUE VENCEDORES

...somos m ais do que vencedores, p o r aquele que nos amou. R o m an o s 8.3 7

M U I T O S cristãos vivem vidas derrotadas. Talvez isso seja devido a alguns


te rm o s que têm en trado p ara o nosso vocabulário. N ossas inten çõ es são
boas q u an d o falam os sobre retiradas, entrega e outras, mas a B íblia fala de
vitó ria, ocupação e to rn a rm o -n o s grandes co n q u ista d o res. A lin g u a g e m é
o vo cab ulário da guerra. S ó os exércitos v ito rio so s c o n q u ista m e ocupam .
E xércitos d erro tad o s en tregam e retiram .
C a n ta m o s “A dian te, fiéis so ldad o s, m a rch an d o p ara a b a t a lh a ”, m as
m u ita s vezes S atan ás m o n ta um ataq u e co n tra nós e nos co m p o rtam o s
com o se fô ssem os p risio n eiro s de guerra, ou pior, d ed icado s op o n entes.
M a s, com o cristão s, não p recisam o s viver vidas d erro tad as. D eus q u er que
nós vivamos vidas vitoriosas, vidas que estão co n stan tem en te co n q u ista n d o
o pecado.
E xiste apenas um a m an eira de o b ter vitó ria sobre o pecado. E é and ar
tão p erto de C ris to que o pecado não m ais reme em nossa vida, que o
pecado se to rn e u m a exceção e não a regra, com o era antes.
D escubra o que é andar no cam inho de C risto . Conheça que em ocionante
exp eriên cia é d esp e rtar cada m an h ã e se n tir sua presen ça! Perceba que
experiência alegre é, ao p ô r-d o -so l, a p az de D eus, e, então, q u an d o você se
deitar, dorm ir, com o o fazem so m ente aqueles que conhecem a C ris to !
Se você d e te rm in a r an dar com C ris to e, então, o fizer, ficará su rp reso
com a força que ele lhe dá para vencer o pecado. N a q u e le dia, você ta m b ém
será m a is do que vencedor através d aquele que o ama.

Nosso D eu s e Pai, quero seguir tua direção na batalha contra Satanás. Sei que com o
Senhor ao m eu lado posso vencer os pecados e os fracassos. A juda-m e a p erm a n ecer f i r m e
na f é , Pai, e a derrotar o diabo. No poderoso nom e de Jesus, o vencedor. Amém.
2 2 cie f e v e r o i. r o

ANELO POR DEUS

A m inha alm a está anelante e desfalece pelos átrios do Senhor;


o m eu coração e a m inha carne clam am pelo D eus vivo. S alm o 84-2

O QUE q u er d izer “a n e la r ” por alguém ? S ig n ific a que a p esso a está


in s a tisfe ita p o rq u e existe alg u ém de q u em ela deseja estar p erto , ouvir
aquela certa voz, ou ex p erim en tar essa co m p an h ia especial.
Em geral, p a r tic u la r m e n te q u an d o o o b jeto é alg u ém m u ito am ado pela
pessoa q ue está an elando pela outra, quase não existe u m m o m e n to no
q ual esta pessoa está acordada, cm que ela não está p en sand o na o u tra pela
q ual ela anela.
Você já ficou debaixo da água p o r u m p erío d o de tem po que foi m a io r
do que você esperava? Você sabe, en q u an to o tem po passa, com o você fica
d esesp erado para alcançar a su p erfície e respirar. Q u an to m a io r o tem p o
debaixo da água, m ais aum en ta a n ecessidade dc respirar, até que este desejo
to m a conta de você, que se apressa para chegar à su p erfície o m ais ráp ido
possível. Você não tem n en h u m o utro p en sam en to a não ser sa tis fa z e r sua
necessidade p o r ar.
É isso que s ig n ific a “anelar por D e u s ”. Em o u tro contexto, é o que
q u er d iz e r “ter fom e e se d e ” de ju stiç a com o m esm o desejo que nos leva
a sa tis fa z e r nossas n ecessidades físicas p o r alim en to s e água.
Q u a n to s de nós estam os con ten tes em dar a D eus apenas u m breve
m o m e n to de n o sso tem po, um a rápida oração antes das refeições, a lg u m a s
m o ed as de o ferta no d o m in go , e nos esquecer dele o resto do tem po?
D eus q u er que nós an siem o s por ele p o rq u e n este desejo é que som os
sa tis fe ito s e d o m in ad o s por D eus e pelo reflexo, cm nossas vidas, de seu
F ilho, o S e n h o r Jesus C risto .
N u n c a ficam o s m ais satisfeito s do que quan d o nosso anseio p o r D eus
é s a tis fe ito p o r sua presença em nossas vidas.

Nosso D eu s e Pai, tu és o ú n ico de quem eu preciso. Anseio p o r ti, para que tu enchas
m eu coração e minha vida com sentido. Anseio p or ser satisfeito espiritualmente. Q uero
estar na tua presença, agora e para sempre. Não perm itas que eu m e afaste de ti, ó
Senhor. M a n tém -m e perto de ti através dc Cristo. Amém.

ÓO a 1/ o c i. (} n. d t c o m (1 3 i. i l l j Ç j r ci h ci n i
2 3 d e f- e v e r e i r o

AVIVAMENTO

Aviva, á Senhor, a tua obra no m eio dos anos. H a b ac u q u e 3.2

V O C E já viu um a pessoa inco nscien te? A pessoa, n o rm alm en te , te m os


sin ais vitais, mas não percebe nada do que está ocorrendo. E xiste tam b ém
um a falta de percepgão da realidade.
H á u m a diferenga entre reviver e ressuscitar. R e s s u s c ita r é q u an d o a
p esso a está m o rta e os m éd ico s estão te n tan d o trazê-la de volta à vida.
Reviver é p ara a p esso a que está viva, m as inco nscien te. E sp iritu alm e n te ,
p o d em o s estar in c o n s c ie n te s e c o m p le ta m e n te fora de co n ta to com o
E sp írito de D eus. Podem os estar d esp erceb ido s do D eus que nos crio u e
do que cie quer fazer em e através de nós.
Q u an d o alg u ém chega a C ris to cm fé e nasce de novo, ele (o u ela) é
tr a z id o da m o rte p ara a vida. M a s quan d o u m avivam ento acontece, a
pessoa que já é cristã é traz id a dos lim ite s da apatia, de ig n o rar a D eus e
te n ta r viver com suas p ró p rias forças. Isso p o de ser m o r ta l p ara outro s,
p o rq u e o cristão que precisa de avivam ento não está p ro d u z in d o n en h um
fru to para D eus. “Eu já tenho o meu, é só o que im p o r t a ” não é um a
atitu d e que agrada a D eus.
N ão tem o s visto um avivam ento na A m érica desde pouco tem p o depois
do in íc io do séc u lo vm te. M a s, com o d iz o h m o : “S en h o r, envia u m
avivam ento, e deixa com eçar em m i m ”. Se vamos ver um avivam ento cm
nossa nação, deve com eçar no coração de in d iv íd u o s cristão s. O que vocc
está fazendo em sua cam inhada diária com o S en h o r que trará o avivam ento
em sua vida?

Nosso D eu s c Pai, oro p o r teu perdão e misericórdia. Sei que preciso ser a vivado da
apatia em determ inadas áreas da minha vida espiritual. Por favor, renova m eu espirito,
Senhor. C oloca novam ente dentro de m im um f o g o que aqueça os corações dos que me
rodeiam. O ro isto através de Jesus, m eu com panheiro constante. Amém.
DEUS FALA

Escutarei o que D eus, o Senhor, disser; porque falará


de p a ^ a o seu p ov o e aos seus santos... S alm o 85-8

EM todo bom rom ance ou peça deve existir u m co n flito . M a s nem


m esm o Sh akesp eare p o deria ter criado u m a tram a m ais p o dero sa do q ue o
d ilem a divino. Sabem os que o hom em é pecador e separado de D eus. Porque
D eus c santo, ele não p o d eria, a u to m aticam en te , p erd o a r ou ig n o ra r a
rebeld ia do h om em . Porque D eus e amor, ele não p o d eria deixar o h o m em
de la d o c o m p le t a m e n t e . C o n f l i t o . C o m o D e u s p o d e r i a s e r j u s t o e
ju stific a d o r? E sta e a p e rg u n ta que Jó fez: “Porque, com o se ju s tif ic a r ia o
h o m e m para com D e u s ? ” (Jó 9 -2 .)
O rádio estava aparecendo q u an d o eu era m en in o . N ó s nos reun íam o s
ao redor de u m tosco aparelho feito em casa, para girar os três bo tõ es de
sin to n ização num esforço de estabelecer contato com o transm issor. M u ita s
vezes o so m q ue saía do a m p lific a d o r era u m ch iado ou g r u n h id o de
in terferên cia. N ão era m u ito em p o lgan te ouvir todos aqueles sons sem
sen tid o , mas co n tin uávam o s na expectativa com os co ntroles. S ab íam o s
que em alg u m lu g a r havia um tr a n sm iss o r invisível, e se o co n tato fosse
estab elecid o e os botões fo ssem ajustad o s, p o d eríam o s o uvir a voz alta e
clara. D ep o is de um tem p o de trab alh osa sin to n ização , o d ista n te som da
m u sica ou da voz aparecia de repente, e u m so rriso de tr iu n fo brilhava no
rosto de cada um na sala. Fin alm en te, tín h am o s co n seg u id o !
Talvez você esteja perplexo que os p ro fetas te n h a m dito que D eus falou
com eles. Ele fala conosco? Ele nos diz onde está —como podem os encontrá-
lo —, com o p o d em os acertar as coisas com ele? D eus resolveu o p ro b lem a;
ele nos fala a seu resp eito e de seu am or cuid ado so . A chave é a lin h a de
co m un icação que é a “revelação”.
Revelação quer dizer “fazer conhecido” ou “desvendar”. Revelação requer
um revelador” que neste caso e Deus. T tnibem requer ouvintes” —os profetas
escolhidos e apóstolos que registraram na Bíblia o que ele lhes disse. Revelação
e comunicação na qual Deus está de um lado e o homem do outro.
N a revelação que D eus estabeleceu entre ele e nós, p o d em o s en co n trar
um a nova d im en são de vida, mas p recisam os estar “s in to n iz a d o s ”. O s níveis
de vida que nós n unca atin g im o s nos esperam . Paz, satisfação e go zo que
n un ca exp erim en tam o s estão d isp o n íveis para nós. D eus está te n ta n d o
co m un icar-se. Os céus estão cham ando e D eus está falando!
Você já ouviu a voz de Deus? Ao m esm o tem po que você está b u scan d o
p o r D eus, ele está falando com você.

Nosso D eu s e Pai, estou procu rand o o u v ir tua vo^. Q uero f a z ç r a tua vontade. Q uero
estar sintonizado com tua m ente c espirito. Por favor, transpõe minha teimosia e
orgidho, Pai, para que eu possa o u v ir teu chamado p ara m inha vida. Espero tua
direção. A través de Jesus, m eu Senhor, Amém.

2 5 de / ,t>v o r o Ir o

JUSTIÇA

Porque o Senhor conhece o caminho dos justos;


mas o caminho dos ímpios perecerá. Salm o 1.6

O Q U E quer d izer scr justo?


D eus se agrada com a ju stiça; de fato ele nos m an d o u ser ju s to s (não
a u to ju stiç a , que sig n ifica p en sar m ais de nós m esm o s do que é devido —
existe u m a d iferen ç a).
A ju s tiç a não tem nada a ver com fazer boas obras, apesar de que boas
obras são resu ltad o de ser ju sto . Jesus falo u de D eus com o o ú n ico que é
v erd ad eiram e n te bom. A palavra “b o m ” é sin ô n im o de ju sto ; então, seg u e-
se que ser ju sto é scr com o D eus. M a s como p o de algu ém ser com o D eus,
que é san to e perfeito?
Existem centenas de referências nas Escrituras sobre a justiça e o justo. Tilvez
o maior entendimento acerca dessa palavra se encontre em Gênesis 1 5 -6 , quando
Abraão creu na promessa de Deus “e foi-lhe imputado isto por justiça”.
Ju s tiç a , sig n ific a n d o ser j u s t o , o u c c r t o , c o m e ç a c o m crer em Deus.
Parece m u it o sim p les, mas q u an tas vezes nós d escrem o s de D eus? As
fó rm u las de D eus são tão sim p les que as ign oram os, p o rq u e p en sam o s
que devem ser m ais do que isso.
Todo pecado tem sua ra iz na in credulid ade. Toda ju s tiç a tem sua raiz
no crer. C reia em D eus p o r todas as suas p ro m essas c ele co n tará isso para
vocc com o ju stiça. C reia no S e n h o r Jesus C risto , o p rin c ip a l p adrão de
D eus c encarnação da ju stiça, e seja salvo. C reia em Jesus C ris to , para
lib ertá-lo no dia de an g ú s tia e aprenda o que a ju stiç a de C r is to pode fazer
cm e através de você.

Nosso D eu s e Pai, sou u m pecador a teus olhos e venho em hum ilde arrependimento.
C obre-m e com tua bondade e justiça, com tua alegria e pa^ Q uero ter um
relacionam ento ju s t o contigo, ó D eus; nada m ais importa na vida. E sei que posso ter
u m relacionam ento ju sto contigo através de Jesus. Amém.

26 J e j- c>v g r e i r o

A RESPOSTA À PREOCUPAÇÃO

Tu dom inas o ímpeto do mar; quando as suas ondas se levantam,


tu as façes aquietar. S a lm o 89-9

“ P R E O C U P A Ç A O ” , diz Vance Havner, “é com o sen tar-se n u m a


cadeira de balanço. Dá algu m a coisa para você fazer, mas não o leva a lu g ar
a l g u m ”. A preocupação e a an siedade têm p ersegu id o a raça h um an a desde
o com eço dos tem pos, c o h om em m od ern o com todas as suas inovações
ainda não en co n tro u a cura para a praga da preocupação.
M é d ic o s nos d iz em que 7 0 % de todas as en ferm id ad es são im ag in árias,
tendo com o causa a ago n ia m e n tal ou preocupação. Lendo centenas dc
cartas de pessoas com problem as esp iritu ais, estou convencido de que no
topo da lista está a preocupação. Já foi alistada pelos especialistas de coração
co m o a causa n úm ero um para os p roblem as de coração.
O s p s iq u ia tra s nos d izem que a preocupação p ro d u z colapsos nervosos
e d eso rden s m e n tais. A p reocupação faz m ais lin h as no rosto do que o
tem po . É d esastrosa para a saúde, rouba o en tu sia sm o pela vida, b lo q u eia
o p en sa m en to co n stru tiv o e criativo e incapacita a alma.
Q uand o S ir W alter R ale igh ficou sobrecarrega do por um a dívida enorme,
seu m édico lhe disse um dia: “S ir Walter, se não parar de se preocupar, vai
m o r r e r ”. Ele levantou os olhos, tristem ente, e disse: “Eu não posso deixar
de me preocupar, enquanto aquela dívida estiver sobre nun h a cabeça. T ilvez
me mate, mas você pode tanto dizer ao meu cozinheiro para ordenar à água
na chaleira para não ferver, como eu ao m eu cérebro para não se p re o c u p a r’ .
Q u al é a resposta? O escrito r dc hinos, E dw ard H e n ry B ickersteth, deu
um a p ista q u an d o escreveu: “Paz, p erfeita paz, neste m u n d o escuro de
pecado? O san g u e dc Jesus su ssu rra a paz in t e r i o r ”.
O m a r estava b aten do contra as rochas cm ondas enorm es e bravias. Os
relâm p ago s riscavam o ccu, a te m p estad e rugia, o vento soprava; m as o
p assarin h o estava d o rm in d o na fenda da rocha, com a cabeça seren am en te
debaixo da asa, p ro fu n d a m e n te ado rm ecido . Isso é p az — p o d er d o rm ir na
to rm en ta! Em C risto , estam os descansados c em paz no m eio das confusões,
surp resas c perp lexidades d esta vida. A to rm en ta ruge, mas no ssos corações
des cansam . E n co n tram o s a p az — por fim !

Nosso D eu s e Pai, descanso cm ti e encontro refúgio para as tensões e fru s tra çõ e s da


minha vida. A bençoa-me, Pai, com tua constante p a ^ m e n ta l e tranqüilidade de alma.
Sem ti, certam ente serei assolado pela vida. Mas contigo estou seguro, em paz, e posso
descansar. Obrigado, através do teu Filho. Amém.

2 7 de fe v o r e ír o

DEUS CUIDA:

D irei do Senhor: Ele é o m eu Deus, o m eu refúgio,


a minha fortaleza, e nele confiarei. S alm o 91-2

UM re fú gio é u m lu g ar a salvo do p erigo . U m a fo rtalez a é u m p réd io


fo rtific ad o que c v irtu a lm e n te im p en etrável pelo s m eios convencionais.
M a r tin h o L utero escreveu aquele hino m aravilh o so que d iz: “C astelo
fo rte é n o sso D eus; um a fo rtaleza que nunca cai. N o ssa ajuda no m eio da
in u n d ação ; prevalecendo sobre as aflições m o r t a is ”. Q ue declaração sobre
o m a g n ífic o poder e proteção de D eus!
D eus cu id a de você e de m im ? Q ue prova m aio r p rec isam o s a não ser
que D eus enviou seu Filho, Jesus C risto , para m o rrer em n o sso lugar?
R e c en te m en te, d o is h o m ens fo ram enforcados p o r p o rte de drogas n um
país no q ual a pena cap ital é requerida para tais crim es. Im agin e o que
estes h o m ens deveriam ter sen tid o se o u tro h o m em sc an tecip asse um
pouco antes de as cordas serem colocadas em seu pescoço e se oferecesse
p ara to m a r o lu g ar deles, d e ix an d o -o s livres p ara irem para seus lares c
fam ílias. Que gozo im enso e sen tim en to de alívio viriam sobre esses hom ens
co n den ado s!
D e u s fez ex a ta m e n te isso p or nós. Ele cu id a tão b em de nós que,
m e sm o q u a n d o nós éram o s p ecad o res e rebeldes, ele en vio u seu ú n ico
F ilh o para m o r re r cm n o sso lugar, so fren d o a p e n a lid a d e que j u s ta m e n te
era n o ssa. E D eus c o n tin u a d an d o . Ele su p re n o ssas n ec e s sid a d e s d iárias,
ele nos livra do m al q u an d o estam o s p erto dele. E não e x iste o casião cm
q ue e stam o s sep a rad o s de seu c u id a d o p o r nós. C o m o poderia, ser? S eu
F ilh o m o r re u p o r nós. Você p o d e p en sa r n u m a razão m e lh o r p ara D eus
c u id a r de nós?

Nosso D a is c Pai, obrigado p o r tai surpreendente aiidado e preocupação comigo.


Apesar dos m eus m uitos pecados, ó Senhor, tu te inclinaste para tocar-m e com am or e
graça. Tira de m im m eu espírito rebelde; restaura em m im tua m ansidão e esperança.
A juda -m e a m a n ter minha vida centralizada na cmz^de Cristo. Amém.

2 8 cí o f- o v o r <
-’ i. r o

ANJOS TRABALHANDO?

Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te gu a rd a rem
cm todos os tevis caminhos [de obediência e serviçoj . S a lm o 9 3 .1 1

O T R E M expresso b ritân ico correu através da noite, com seu p od eroso


farol p en etran d o nas trevas. A ram h a V itó ria era u m a p assageira no trem.
D e repente, o m a q u in is ta viu algo surp reen den te. R evelada pelo b rilh o
lu z do trem, estava uma fig u ra estranha, envolta n um a capa preta, parada
"o m eio dos trilh o s e agitan d o os braços. O m a q u in is ta agarro u os freios
e trouxe o trem a um a parada súbita.
Ele e seus co m p an h eiro s do trem desceram para ver o que os tin h a
p arado . M a s não p u d e r a m en co n trar n e n h u m v estígio da estran h a figu ra.
C o m u m p re s se n tim e n to , o m a q u in is ta an do u algun s m etro s ad ian te sobre
os trilh o s. De repen te ele parou e fico u olhando p ara d en tro da neblina,
aterro riza d o . U m a p o n te havia caído m ais à frente deles, dentro dc um
ribeiro cheio. Se o m a q u in is ta não tivesse obedecido à aparição, o trem
te ria caído den tro do ribeiro.
E n q u an to a p o n te e os trilh o s estavam sendo rcpatad os, a trip u lação
deu um a busca m ais intensiva pela estranha figura. M a s, e n q u an to não
ch egaram
O a L ondres, o m istério não foi resolvido.
D ebaixo da lâm p ad a da loco m o tiva o m a q u in is ta d esco b riu u m a enorm e
m a rip o s a m o rta. Ele fico u o lh an d o p o r a lg u n s in s ta n te s, dep o is n u m
im p u lso m o lh o u as asas e g ru d o u 110 vidro da lâm pada.
V o ltan do à sua cabine, cie acendeu a lu z e viu o “sin a le iro ” no brilho,
seg u n d o s antes de o trem a tin g ir a p o n te caída. N a n eb lina, pareceu um a
fig u ra fa n tasm ag ó rica, acenando co m os braços.
Q u an d o a rainha V itó ria ouviu desses estran h o s aco n tecim en to s, ela
disse: “Tenho certeza de que não foi p o r acaso. Foi a m an eira de D eus nos
p ro teger .
N ão, a figura que o m a q u in ista viu no brilho da luz da locom otiva não
foi u m anjo... contudo, D eus, m u ito provavelm ente, através do m in istério de
seus anjos invisíveis, colocou a m ariposa nas lentes da lâmpada, exatam ente
onde e quando era necessário. N a verdade, ele “aos seus anjos dará ordem a
teu respeito, para te guardarem em todos os teus cam in h o s” (SI Ç l. 1 l ) .

Nosso D eu s e Pai, tu me protegeste tantas vezes dos possíveis desastres da m inha vida.
Tu me conduziste através da névoa dos pensam entos im puros de volta para u m a m ente
correta diante de ti. Tu me resgataste âa cova dos m eus próprios procedim entos.
Obrigado, Deus, p o r en via r teus a njos para m e gu a rd a rem todos os dias. Em nom e de
Jesus. Amém.

.2 9 d e f e v e r e i. r o

OS AGENTES SECRETOS DE DEUS

Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te gu ardarem
em todos os teus caminhos. S alm o 9 1 .1 1

U M agen te secreto é aquele que trab alh a para p ro teg er seu país, seu rei,
ou o p resid en te co n tra as forças do m al que se o p õ em àquele que ele serve.
N e stes dias, q u an d o pen sam o s em agentes secretos, o p erso n ag em fictício
James Bond n o rm alm en te vem à mente. M a s D eus tem seus próprios agentes
secretos — os anjos.
O serviço secreto Americano te m a re s p o n s a b ilid a d e de p r o t e g e r o
p re s id e n te dos E stados U n id o s. N o rm a lm e n te , eles fazem u m excelente
trabalh o, mas m esm o eles dirão que não são p erfeito s, e alg u ém que esteja
fero zm e n te d eterm in ad o a assassin ar o presiden te, m ais cedo ou m ais tarde
será b em -su ce d id o .
Os anjos de D eus, contudo, n un ca falh am cm suas tarefas. N u n c a vamos
saber q u an to s aciden tes cm p o ten c ial fo ram evitados devido à p ro teção
dos anjos divinos.
V ocê s a b ia q u e a B íb lia g a r a n t e q u e c ad a c r is t ã o se rá e s c o lt a d o
p e sso alm en te à p resen ça de C ris to pelos san to s anjos? O que você fa ria se
tivesse de se en co n trar com a rain h a da In glaterra? Você faria p rep arativo s
para que estivesse vestido ap rop riad am en te, e para d izer as coisas certas.
E ntão, você deveria estar-se p rep aran do ta m b ém p ara en co n trar-se com
C ris to , p o rq u e n in g u é m sabe a que dia ou hora a vida te rm in a e os anjos
que o têm estado protegendo irão, então, m tro d u z i-lo na presença de C risto .

Nosso D eu s e Pai, eu aguardo com alegria o dia cm que adentrarei o portão do céu e
verei a tua santa presença. Contudo, estremeço dc tem or só de pensar em estar diante de
ti. Por favor, envia teus anjos para m e preparar, ó Senhor, para estar contigo. O brigado
p or p r o v e r teus anjos, que me conduzirão à tua presença no tempo certo, p o r meio de
Jesus. Amém.
w arço
A FAMÍLIA

Todos os teus filh o s serão ensinados do Senhor;


e apaz^dt teus filh o s será abundante. Isaías 54-13

A FAMÍLIA é a u n id ad e básica da sociedade. M a s desde o com eço,


d e s d e q u e o h o m e m p e c o u c o n t r a D e u s , a f a m í l i a te m e s t a d o em
d ificu ld ad es.
Em algu n s p ro d u to s en co n tra-se a se g u in te etiq u eta: ‘ Para m elh o res
re su ltad o s, siga as in stru çõ es do fa b ric a n te ”. Para m elhores re su ltad o s no
casam en to , na criação de filhos e na edificação de u m lar estável, siga as
in s tru çõ es d aquele que celebrou o p rim eiro casam en to no ja rd im do Eden.
Essas instruçõ es estão na Bíblia. A razão pela qual a fam ília está em condição
tão crític a h oje deve-se ao fato de te rm o s n e g lig e n c ia d o as regras, os
re g u lam e n to s e a fó rm u la para u m lar b em -suced id o .
Você pode ter o tipo certo de lar. Seu lar pode ser un ido se estiver dividido
agora. Talvez haja tanta tensão e infelicidade que você se p ergunta o quan to
ainda pode agüentar. Talvez você esteja pensando seriam ente em divórcio.
N ão faça isso! Deus pode curar qualquer casamento se lhe p erm itirm o s.
U m b o m am igo , que tem aconselhado casais com p ro b lem as p o r m u ito s
anos, disse que to da vez que ouve algu ém dizer: “Eu não a a m o ”, ou: “Eu
não o amo m a is ”, a p rim e ira p erg u n ta que ele faz é a seg u in te : ‘ M a s você
está disposto (o u d isp o sta ) a am a r?”
Se não estiverm o s disp o sto s a am ar no sso cô n juge, então D eus não
p o de re stau rar o am or que tivem os p o r nosso com panh eiro . Lem bre-se,
se n tim e n to s vêm do c o m p ro m isso e sacrifício. A m am o s a D eus p o rq u e ele
nos am ou p rim eiro . C o m eçam o s a sen tir e en ten der o am o r de D eus depois
que ele o ofereceu na pessoa de seu Filho, Jesus C risto .
R eceb a o am or de D eus e p eça-lhe para re stau rar seu am or p o r seu
cô njuge. Ele o fará.

Nosso D eu s t Pai, sei que tu me amaste de todo coração quando enviaste J e su s para me
salvar. A juda-m e a am ar minha fam ília com o me amaste. Q uero am á-los com um
a m or p u ro e doce. Q uero am á-los incondicionalmente. Q uero conduzi-los fielm ente
para ti. Através de C risto, minha f o r ç a e esperança. Amém.
A NUVEM DE DESÂNIMO

Ora, o D eu s de paciência e ânim o vos conceda um a vida de harmonia u n s


para com os outros, conform e Cristo Jesus. R o m an o s 15-5, R .S . V

A R A I Z do desân im o é a in c red u lid ad e. C o n sid e re o que o desanim a.


Você não tem b astan te din h eiro (você não está convencido de que D eus
p o de e su p rirá tod as as suas n e c e s sid a d e s); você está fru stra d o em seu
trab alh o (você re cu so u acred itar que p o d e estar co n te n te em q u a lq u e r
situ ação em que estiv e r); você está p reo cup ad o sobre p ro b lem as de saúde
(D e u s não é o m édico dos m édico s? Ele não fez o seu corpo e não sabe
como funciona cada célula? Ele não pode curar você, quando e se ele q u iser?).
O d esân im o é u m a nuvem gran de que, com o todas as nuvens, obscurece
o calor e o go zo do sol. N o caso de desân im o e sp iritu al, o Filho de D eus,
o S en h o r Jesus, está ofuscado em nossas vidas. O desân im o cega nossos
o lh o s à m is e r ic ó r d ia de D e u s e nos faz perceber apenas as c ircu n stân cias
desfavoráveis.
E xiste apenas um a fo rm a de d issip ar o desân im o , e não é co m n o ssas
p ró p rias forças e h ab ilid ad es. A Bíblia diz: “Espera no Senhor, an im a-te , c
ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no S e n h o r ” (S I 2 7 - 1 4 ) -
Eu n un ca conheci n in g u é m que tenha passado tem p o d iariam e n te em
oração e em estudo da Palavra de D eus e que tenh a um a fé forte, que
ficass e de san im a d o p o r m u ito tem po. Você não pode ficar desan im ad o , se
estiver p erto D a q u ele que dá to d a esperança e tu d o para ficar encorajado.
“ Tende b om â n im o ”, Jesus nos diz. “Eu venci o m u n d o .”

Nosso D eu s e Pai, tu és a minha f o r ç a e a minha coragem. A juda-m e, Senhor, a ser


f o r t e na f é e a estar próxim o de ti. Louvo teu poderoso nom e e m e g lo r io na cr u ^ d e
J e s u s Cristo, através de quem tenho salvação e esperança. Amém.
NO PRINCÍPIO

Porque D eu s vos escolheu desde o princípio.,. 2 T essalonicenses 2.1 3, V.R.

O AMOR de D eus não in icio u no C alvário. A ntes de as estrelas da


m an h ã do m u n d o p ré-E den com eçarem a can tar ju n tas, antes de o m u n d o
ser b atiz ad o com a p rim e ira luz, antes de as p rim eira s tenras ervas verdes
b ro tarem , D eus era amor.
Volte para os tem pos anteriores à co n tagem dos m ilênios, antes que Deus
cham asse a terra à existência, quando a terra era “sem forma e vazia” e o
pro fun do e silencioso espaço escuro formava um abismo entre o brilho da
glória de D eus e seus querub in s e serafins, que cobriam seus rostos com
suas asas em tem o r e reverência para com A quele que é exaltado e santo.
C ontudo, elevados quanto os céus possam ser, e puros como a santidade
resplendente de Deus, chega a nossos ouvidos a palavra que a majestade de seu
amor se moveu por nós, e o Cordeiro foi m orto desde a fundação do mundo.
D eus p en so u em você desde lá, m esm o antes de criar o m u n d o , m esm o
antes de criar você. E esse D eus que o am a e deseja ter o relacio n am e n to
m ais p ro fu n d o e chegado p ossível com você.
Ê assim que era desde o p rin cíp io . Ê assim que é ain da hoje, p o rq u e
D eus n un ca m u d a, tan to em sua p erso n alid ad e com o em seu am o r por
você.

Nosso D eu s e Pai, não consigo com preender tua natureza eterna. Minha m ente tão
pequena não consegue com preender tua grandeza, tua m agnificência, teu a m or e cuidado
eternos. C u rv o -m e cm lou vo r e adoração, Pai, c agradeço-te o am ar-m e, m esm o antes da
m inha existência. Através do teu Filho eterno. Amém.

4 d e março

A C O R U J A E O P E L IC A N O

Sou semelhante ao pelicano no deserto;


cheguei a ser com o a coruja das ruínas. S alm o 1 0 2 . 6 , V.R.
M I N H A esposa tem um a queda p o r livros —esp e cialm en te livros velhos
selecio nado s, religioso s, que já não se im p rim e m m ais. C e rta vez, Foyles,
em L o nd res, tin h a u m gran de d ep artam en to de livros usados. U m dia,
d u ra n te a C ru z a d a de 1 9 5 4 cm L ondres, ela estava folh eand o os livros em
Foyles, q u an d o um vendedor, m u ito nervoso, apareceu sain do de detrás
das p ra teleiras e p e rg u n to u se cia era M r s . G raham . Q u an d o ela disse que
era, ele co m e ç o u a c o n ta r-lh e um a h is tó r ia de c o n fu são , d ese sp ero e
fru straçõ es. O casam en to dele estava arru m a do, seu lar estava q u eb rad o c
os p ro b lem as com os n egó cio s estavam au m en tan d o . Ele explicou que já
tin h a explo rad o tod as as p o ssib ilid a d es de ajuda e, com o ú ltim o recurso,
havia p la n ejad o ir para o culto no estád io H a rrin g a y n aq u ela n o ite. R u th
ass e g u ro u -lh e q ue iria orar p o r ele, e ela o fez. Isso foi em 1 9 5 4 -
Em 1 9 5 5 vo ltam o s a L ondres. N o vam ente, m in h a esposa foi para o
d ep artam en to de livros usados de Foyles. D essa vez o m esm o fu n cio n ário
apareceu, com o rosto ilu m in ad o pelo sorriso. D epois de expressar o q u an to
estava feliz em vê-la novam ente, ele explicou que tin h a ido à H a r n n g a y
aquela n o ite cm I 9 5 4 , com o dissera que fa n a , que e n co n tro u o S alv ad o r c
que os p ro b lem as em sua vida se resolveram .
D ep o is, ele p e rg u n to u a R u th se ela estaria in teressad a em saber qual
versíc u lo tin h a “falado com ele”. Ela estava. N o v am en te ele d esap areceu
atrás dos livros e reapareceu com um a Bíblia velha na mão. A b riu no S alm o
1 0 2 , q ue eu lera na n o ite em que ele com pareceu à cruzada. Ele m o s tro u o
versículo 6 : S o u sem elh an te ao p elican o no deserto ; ch eguei a ser com o a
co ru ja das r u í n a s ”. Isso tin h a d esc rito tão p e rf e ita m e n te p ara ele sua
condição q ue ele p ercebeu pela p rim e ira vez quão c o m p le ta m e n te D eus
e n te n d ia e cuidava. C o m o resultad o , ele estava co nvertid o ao S e n h o r Jesus
C risto . E, co n seq ü en tem en te, to da sua fam ília.
M in h a esposa estava em Londres d u ra n te 1 9 7 2 , na época da reun ião
em H a rrin g ay. Q u an d o se encerrava a cerim ônia, u m sen h or ap ro x im o u -se
para falar com ela, mas ele não precisava ser ap resen tado . Ela reconheceu o
fu n c io n á rio da Foyles. Ele estava feliz; ap resen to u sua fa m ília cristã e
explicou com o eles estavam to do s agora no serviço do S e n h o r — tu d o
p o rq u e D eus falo u com ele quan do ele era “a coruja das r u ín a s ” !
C o m o gracio sam en te D eus fala conosco em nossas necessidades... m u itas
vezes através de u m a p assag em obscura!
Nosso D eu s e Pai, ]ouvo~te p o r me conduzires para as passagens exatas que eu preciso
diariam ente no teu Livro. B u sco-te entre as páginas e n un ca m e desaponto, pois sempre
estás lá. A m o tua Palavra, Senhor. A juda-m e a m oldar minha vida de m odo que ela se
ajuste aos teus preceitos e promessas, através do teu Filho. Amém.

5 cí e nr a r ç o

PARA SEMPRE

Porque o homem, são setis dias com o a erva; com o a f l o r do campo,


assim floresce. S alm o 1 0 3 -1 5

A B I B L I A nos lem bra de que nossos dias são com o a erva. Eles estão
cheios de p equenos m in u to s de ouro com eternidade neles. So m o s exortados
a re m ir o te m p o p o rq u e os dias são m aus.
N o s sa s vidas são ta m b ém im o rtais. D eus fez o h o m e m d iferen te das
o u tras c riatu ras. Ele o criou à sua im agem , alm a vivente. Q u an d o este
corpo m o rre e nossa existência terrena term in a, a alm a co n tin u a a viver
para sem pre. D a q u i a m il anos, você estará m ais vivo do que está neste
m o m en to . A Bíblia ensina que a vida não te rm in a no cem itério . E xiste um a
vida fu tu ra com D eus para aqueles que colocam sua co n fian ça em seu
F ilho, Jesus C risto . E xiste tam b ém u m infern o fu tu ro de separação de
D eu s, para o qual estão m d o to d o s que recu saram , re je ita r a m e
n e g lig e n c ia ra m receber seu Filho, Jesus C risto .
V ic to r H u g o disse certa vez: “Eu sin to em m im a vida f u t u r a ”. D iz-se
que C iro , o G rande, d eclaro u: “N ão posso im ag in ar que a alm a viva apenas
e n q u an to estiver n este corpo m o r ta l”.

Nosso D eu s e Pai, sei que fui feito à tua imagem imortal. Porém, alguns dias, eu
sim plesm ente não m e sinto imortal, Pai; sinto-m e cansado, sozinho e sem esperança.
M as hoje sinto teu consolo, teu Espírito cheio de energia e tua esperança. S into-m e
anim ado com a vida em teu Filho, que trouxe felicidade e esperança à minha vida. No
nom e dele agradeço-te e louvo-te. Amém.
VAMOS PARA UM LUGAR

Vou preparar-vos l u g a r .. João 14-2

O SENHOR JESUS p o deria ter usado q u a lq u e r palavra, q u a lq u e r


sím b o lo para nos d izer onde p assaríam o s a eternidade. M a s ele sem pre
escolheu palavras com m u ito cuidado, e desta vez ele u so u a palavra " l u g a r ”.
Eu vivo n u m lugar,O no alto da m o n tan h a, n um a cabana de m a d eira na
C aro lin a do N o rte. Este lu g ar tem um endereço. S e você enviar u m a carta
para m im , o carteiro sabe onde en tregá-la.
Ao d iz e r que ele ia p reparar um lu g ar para nós, Je su s estava d izen d o
que, q u an d o nós m o rrem o s, vamos para u m a localid ad e precisa. N ó s não
evaporam os ou desaparecem os. De fato, ele disse: “N a casa de m e u Pai 'kj..
m u ita s m o rad as . N ós vam os ter um lu gar
O no céu se tiverm o s co n fiad o cm
C r is to com o no sso Salvad o r —não apenas a u m lugar, m as u m a m ansão!
Q u an d o m o rrem o s com o cristãos, vamos d ireta m en te para a presença
de C ris to , direto para esse lugar, d ireto para essa m an são no céu p ara
p assar a e tern id a d e co m D eus. E stam o s s im p le sm e n te m u d a n d o no sso
endereço, da m esm a form a com o faríam o s se m u d ássem o s para o u tro lu g ar
a qui na terra. Se o correio fosse capaz de en tregar a co rresp o n d ên cia no
céu, p o d eríam o s preencher um a m u d an ça de endereço, p o rq u e o lu g ar para
onde vam os te m u m endereço da m esm a form a com o o lu g a r no qual
m o ra m o s agora.
E u m lu g a r real.

Nosso D eu s e Pai, estou anim ado a ir estar contigo nesse lugar especial que J e su s
preparou para mim. Anseio p o r esse dia com expectativa e alegria. Q u an do chegar a
hora, com alegria m udarei do m eu endereço para o teu. Enquanto isso, en sin a-m e a
esperar com paciência e expectativa pela volta do m eu Senhor Jesus. Amém.
ANJOS AO MEU REDOR

B end irei ao Senhor, anjos seus, m agníficos em poder, que cum pris as suas ordens,
obedecendo à v o ç da sua palavra. S alm o 103.20

E X I S T E M m u ita s n o tícia s hoje em dia sobre d em ô n io s e adoração ao


diabo. Film es com o “O E x o rcista” atraem gran de in teresse e en ch em os
cinem as. L em os sobre culto s que d ed icam sacrifício s de an im ais e, algu m as
vezes, de seres h um an o s.
Até re centem ente, p restava-se m u ito m enos atenção aos anjos, talvez
p o rq u e a m íd ia esteja m a is p reo c u p ad a com as forças do m al 110 m u n d o
e sp iritu a l e não do bem. M a s se você for u m crente em C risto , espere anjos
po dero so s aco m p an h an d o -o cm suas experiências de vida. Você nem sem pre
vai p o d er se n tir sua presença. Você não percebe que escolheu um a certa
rua e não o utra, p o rq u e u m anjo o d irig iu para lon ge de problem as.
A Bíblia en sin a que anjos falam e que eles aparecem e reaparecem. T ilv ez
você n un ca tenha visto um, mas existe m u ita coisa que você não viu que
ain da assim existe. Talvez você n un ca tenha estado 110 P ólo N o r te , mas ele
existe.
M u i t a s vezes, nós deixam os de sen tir as forças esp iritu ais ao nosso
redor p o rq u e op eram o s m u ito através dos sen tid o s físico s da visão, do
tato e do paladar. S in t o n iz e -s e 110 m u n d o e sp iritu a l através da Palavra de
D eus e da oração re gu lar e sin ta os anjos e o trab alh o do E sp írito S a n to
em sua vida. Ê com o s in to n iz a r um rádio. Os sin ais já estão no ar, mas
você precisa virar os botões para trazê-lo s.

Nosso D eu s e Pai, dá-m e discernim ento espiritual para sentir a presença de anjos ao
m eu redor. Abre m eu coração para que eu possa perceber melhor. C reio que eles estão ao
m eu redor, Pai. A juda -m e a superar minha incredulidade seguindo 0 exemplo de J e s u s
confiou cm ti em todas as circunstâncias da vida. Nele. Amém.
SATISFAZENDO A ALMA SEDENTA

Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas m aravilhas


para com os filhos dos hom ens! Pois f a r t o u a alm a sedenta '
e encheu de bens a alm a fa m in ta . S a lm o 1 0 7 - 8 -9

Q U A N D O Satan ás te n to u Jesus para cair na arm ad ilh a feita de “c o is a s ”


que se d u z e m os h o m ens atu alm en te, C ris to disse: “N e m só de pão viverá
o h o m em , m as de toda a palavra que sai da boca de D e u s ” ( M t 4 - 4 ) . O pão
é im p o rta n te —mas não é tudo. O p ra zer e a recreação têm seu lu g ar —mas
não p rec isa m ter o p rim eiro lugar. O din h eiro é n ecessário , m as o o uro não
é um s u b s titu to sa tis fa tó rio para Deus.
A go ra, com o n aq u ela ocasião, a Palavra de D eus resso a em n o sso s
o uvidos: “O u v i-m c a ten tam en te e com ei o que é bom, e a vossa alm a se
deleite com a g o r d u r a ’ (Is 5 5 - 2 ). Este é o segredo da satisfação da alma:
D eixe sua alm a se d eleitar na go rdura. R em ova os o b stáculo s, d erru b e as
barreiras e deixe sua alm a descobrir a p le n itu d e de seu desejo m ais p ro fu n d o
de co m u n h ão com D eus.
Eu p o d e ria d izer de m u ita s pessoas q ue exploraram to d o s os recurso s
te rren o s para a fe lic id a d e e fracassaram , m as ev e n tu a lm e n te ch egaram
arrep en d id as e com fé a C risto c nele en co n traram satisfação. A p rin c ip a l
razão pela q u al o c o m u n ism o p erdeu terreno no m u n d o é que ele p ro m ete
p ro sp erid ad e m a te ria l sem satisfação esp iritu al. C o isas, m en o s D eus, igu al
m isé ria . E sta equação e tão verdadeira q u an to dois m ais dois é ig u a l a
quatro. C o m o Eddie Rickenbacker disse certa vez: “Deixe chegar o m o m en to
q u an d o nada m ais resta, senão a vida, e você vai d esco brir que você não
h esita sobre o d estin o das p o ssessõ es m a te r ia is ”.

Nosso D eu s e Pai, enche-m e com teu Espírito. A juda-m e a saber que tu és tudo o que
preciso. L ivra-m e das tentações deste m undo e tira m eu desejo p o r coisas m ateriais que
só m e prenderão a este m undo cheio de pecado. Permite que eu encontre m inha satisfação
em ti. Através de Jesus, meu Salvador. Amém.
BUSCA

M eu espírito investigou... S alm o 77-6

QUANDO u m a nave espacial reto rn a de seu vôo o rbital, existe um


p e r í o d o de b le c a u t e de cerca de q u a t r o m i n u t o s q u a n do t o d a s as
com un icações são co rtadas. Isso se deve ao inten so calor que é gerado pela
en trad a recente da nave na atm osfera terrestre.
A Bíblia ensina que o h o m em está n u m perío do de b le cau te e sp iritu al.
E sp iritu a lm e n te , ele está cego. "A palpamos as paredes co m o cegos; sim,
com o os que não têm olhos, andam os apalpando. T ropeçam os ao m e io -d ia
com o nas trevas e nos lu gares escuros so m os com o m o r to s .” (Is 5 9 - 1 0 .)
“O deus deste século cegou os en te n d im en to s dos in c ré d u lo s .” (2 Co
4-4-)
E sp iritu a lm e n te , o h o m em tam b ém é surdo. “Tem ouvidos para ouvir e
não ouve.” (E z 1 2 . 2 .) Jesus foi m ais longe, dizen do : “Se não ouvem a
M o is é s e aos P rofetas, tam p o u co acreditarão , ainda que a lg u m dos m o rto s
r e s s u s c ite ” (L c 1 6 . 3 1 ) .
E s p ir itu a lm e n te , o h o m e m está até m orto. “E stan do vós m o rto s em
ofensas c p e cad o s.” (E f 2 . 1 .)
Tudo isso s ig n ific a que a co m un icação entre D eus e o h o m e m está
queb rada. E xiste u m m u n d o m aravilh o so de gozo, luz, h arm o n ia, p a z e
satisfação para o q ual m ilhõ es dc pessoas são cegas e surdas, e até m e sm o
m o rtas. Elas b u scam p o r serenidade, desejam felicidade, m as parece que
n un ca en co n tram .
M u i t o s d esistem da b usca e se en tregam ao p ess im is m o . M u it a s vezes
seu a b atim en to leva a u m frenético carro ssel de festas e co q u etéis nos
quais gran d es q u an tid ad e s dc álcool são ingerid as. A lgum as vezes, leva-os
para as dro gas ou sexo ilícito . Tudo isso é p arte da d esesp erada b usca do
h o m e m p ara e n c o n tra r u m escape da re alid ad e fria dc u m a ex istê n cia
fru strad a no pecado. O tem p o todo D eus está falando e acenando. D eus
está enviando sua m e n sag em dc amor, mas p recisam o s estar na sin to n ia
certa. P recisam o s estar d isp o sto s a receber sua m e n sag em e então o bedecer
a ela.
Nosso D a is e Pai, renova em m eus olhos espirituais um a visão perfeita de ti. R eanim a
m a is ouvidos espirituais para que eu somente ouça a tua v o z jn e chamando. E liberta
meu coração, m ais um a ve^ do laço m ortal da apatia espiritual. M ostra-m e teu
glorioso m undo de alegria, lu^ harmonia e p a r q u e está à minha disposição através de
Cristo, meti Senhor. Amém.

10 ci a m a r ç o

UMA LÂMPADA E UMA LUZ

Lâmpada para os m eus pés é a tua palavra e


lu^ para o meu caminho. S a lm o 1 1 9 -1 0 5

P R E C I S A M O S estar enraizados na Bíblia. C o m o cristãos, tem os apenas


um a au to rid a d e, um com passo: a Palavra de Deus.
Em um a carta a um amigo, A braham Lincoln disse: “Estou em penhado
em ler a Bíblia proveitosam ente. Tome tudo desse Livro sobre a razão de que
você pode e o equilíb rio da fé, e você vai viver e m orrer um h o m em m e lh o r ”.
C o le r id g e disse acred itar que a Bíblia é a Palavra de D eus, p o rque,
com o ele expressou, “ela me e n c o n tra ”.
“Se você quiser encorajamento”, John Bunyan escreveu, “estude as promessas”.
M a r t m h o L utero disse: “N a E scritura, m e sm o u m p equen o lírio se
torn a um a c a m p in a ”.
A B íblia é nosso ún ico O
guia seguro
C? num m u n d o inseguro
£> .
G ran d es líderes fiz e ra m dela seu Livro p rin c ip a l e um guia fid ed ig n o .
H e rb e rt J. Taylor, an tig o p resid en te in tern ac io n al do R o tary, c o n to u -
m e que ele com eça cada dia lendo o S erm ão do M o n t e em voz alta. O
p r e s id e n t e R o n a ld R e a g a n reverenciava a B íb lia de ta l fo r m a q u e ele
p ro clam o u I9 & 4 ° "ano da B íb lia”.
D everíam o s co m eçar cada dia com o Livro e, quan do chegasse ao final,
d eixar a Palavra falar sua sab edo ria às nossas almas. D eixar que ela seja o
firm e fu n d a m e n to sobre o q ual co n stru ím o s nossa confiança. D eixar
que ela seja o S u s t e n to da Vida, com o q ual n o sso esp írito é alim en tad o .
D eixar q ue seja a Espada do E sp írito , que corta o m al de nossas vidas e
nos m o d ela à sua im agem e sem elhança.
Nosso D eus e Pai, obrigado pela tua Palavra viva. Ela toca m eu coração com sabedoria.
Ela conduz^me neste m u n d o tenebroso e m antém m eus pés no C am inho para ti. A m o tua
Palavra, Senhor. E amo J e su s que a dem onstrou na terra. Amém.

11 de
í e m ei r c o

REVELAÇÃO NA ESCRITURA

Para sempre, ó Senhor, a tua palavra perm anece no céu. S alm o 1 19*89

O Q U E q u er d iz e r revelação? Q uer dizer que algo que escava esco nd ido


foi feito co n hecido . D eus, que existe para sem pre, revelou a si m esm o para
nós através da E scritura.
D eus tem dois livros de texto (u m livro de texto é u m livro q ue dá ao
leitor fatos e in stru çõ es). U m dos livros dc texto de Deus é sobre a natureza.
O o u tro é sobre a revelação.
As leis que D eus revelou no livro de texto da n atu reza n unca m u d aram .
Elas nos d iz em do p o d er c da m ajestad e de D eus.
N o livro dc texto da revelação, a Bíblia, D eus falo u verb alm en te; e esta
palavra falada sobreviveu a todos os rabiscos da pena hum ana. Ela sobreviveu
aos assalto s dos cépticos, ag n ó stico s c ateus. N u n c a foi provada errada
p o r q u a lq u e r d esco b erta arq u eo ló g ica. Ela p erm an ece su p r e m a cm sua
revelação da redenção.
O s esc rito res da Bíblia rep etid am en te afirm am que D eus falou. O u
D e u s falo u m e sm o ou esses ho m ens fo ram os m aio res m e n tir o so s da
história. M a s para eles terem contado duas m il m en tiras sobre um só assunto
seria incrível.
J e s u s f r e q ü e n t e m e n t e m e n c io n o u o A n t i g o T e s t a m e n t o . E le n u n c a
d i s s e d u v i d a r da E s c r i t u r a . O a p ó s t o lo P a u lo c i t o u a E s c r i t u r a . N a
v e r d a d e , P a u lo d is s e : “ T o d a E s c r i t u r a é d i v in a m e n t e i n s p i r a d a ” (2
Tm 3 . 1 6 , V . R . ) . S e r á q u e J e s u s e, P a u l o f o r a m enganados por
“m e n t i r o s o s ” ?
N ão , D eus falou realm en te na h istó ria, e ele ainda fala co nosco hoje,
-.:r.-.vc5 da m esm a Palavra, que p erm an ece para sem pre p o rq u e é a Palavra
Deu?.
C^r.heça a Palavra de D eus e você chegará m ais p erto dele.
Nosso D eu s t Pai, revela -m e tua vontade específica para m inha vida. A juda -m e a
aproxim ar-m e m ais de ti estando sempre perto da tua Palavra, a Bíblia. Sei que tua
Palavra contém a chave para a vida eterna. Este conhecim ento m aravilhoso m e compele
a com partilhar com os outros as boas-novas de J e s u s que estão reveladas na tua
Palavra. A juda -m e a com partilhá-la em a m or e no nom e dele. Amém.

1 2 cie in ci r ç o

PARA OS MONTES

Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro?


O m eu socorro vem do Senhor, q u e f e ^ o céu e a terra. S alm o 1 2 1 . 1-2

ISRAEL, a n a ç ã o na q u a l a B íb lia fo i e s c r it a , é u m p a ís m u it o
m o n tan h o so . E xistem m on tes e m o n tan h as em to d a parte. D e fato, a Bíblia
fala de ‘‘su b ir para J e r u s a lé m ” que é “um a cidade estab elecid a sobre um
m o n t e ”. Através da E scritu ra existem referências sobre esses m o n tes e
m o n tan h as e e n co rajam en to para os israe litas o lh arem para cima, para os
m o n tes e para o céu.
Os discíp ulo s o lharam e viram o C risto ressurrecto sub in do para seu Pai
no céu. D izem -n o s que quando Jesus voltar, ele virá nas nuvens e nós o
veremos vir do céu, assim como ele foi. O lh ar para cima tira a atenção do
homem e da m ulher de suas circunstâncias terrestres. M od ifica sua perspectiva.
S e você já viajo u de avião, sabe que sua p ersp ectiva do que está no chão
é m u ito d iferen te de quan d o você está no chão. Fotos da Terra q ue foram
tirad a s da Lua e do espaço m o s tra m a Terra com um a ap arên cia m u ito
d iferen te de nossa p ercepção do p laneta en q u an to estam os nele. Este é o
tip o de p ersp ectiva que D eus q u er que tenh am o s. Q u an d o o lh am o s para
D eus em vez de para nós m e sm o s ou para nossas circu n stân cias, nossa
p ersp ectiva se tran sfo rm a.
N ão fiq u e a to lad o nas c ircu n stân cias da vida. O lh e para os m o n tes p ara
a orientação de C risto . M a n te n h a os olhos no céu. “Levantai as vossas
cabeças, p o rq u e a vossa redenção está p r ó x im a .” (Lc 2 1 . 2 8 .)

Nosso D eu s e Pai, Senhor dos m ontes, trago para ti m eu coração e m inha vida. Elevo
m eus olhos para ti, buscando ajuda para v iv e r minha vida com o tu queres que eu a
viva. Sei que tu és a'fonte de inspiraçao e entusiasmo pela vida. Eu te amo, Pai. Faze
com que J esu s me encontre vigilante quando ele voltar. Amém.

13 d e m ci r ç o

O CO N STRU TO R SÁBIO

Se o Senhor não edificar a casa, em vã o trabalham os que a edificam;


se o Senhor não g u a r d a r a cidade, em vão vigia a sentinela. S alm o I 2 7 - I

VOCÊ deve se le m b ra r de que no co n to dos “Três p o r q u in h o s os


p o rq u in h o s c o n stru íra m três casinhas para si m esm o s para se p ro tegerem
contra o Lobo M a u . U m dos p o rq u in h o s c o n stru iu sua casa de palha. O
seg u n d o c o n s tru iu sua casa de m ad eira. O terceiro p o rq u in h o c o n stru iu
sua casa de tijo lo s. Q u an d o o Lobo M a u chegou, ele “b u fo u e s o p r o u ” c as
casas que fo ram co n stru íd as com palha e m ad eira caíram , mas ele não
c o n seg u iu m over a casa feita de tijolos.
E xiste um a canção que é cantada até hoje na Escola D o m in ical: “Sobre
a rocha, o sábio c o n stru iu , a sua casa ele c o n s tru iu ...’ O h o m e m sábio
co n stró i sua casa sobre a rocha — o S e n h o r Jesus C ris to — p o rq u e nada
c o n stru íd o de ou sobre q u a lq u e r o utra su b stân cia vai a g ü e n ta r os testes
do tem p o .
N as grandes cidades eu vejo as com panhias derrubando velhas estru tu ras
para dar lu g a r às novas. A lgum as dessas “velhas e s t r u t u r a s ” na A m érica
têm, freqüen tem en te, m enos de 100 anos de idade. N a Europa, co nstruções
de algu n s séculos são m ais com uns. M a s m esm o esses p réd io s p o d em ser
d estru íd o s, p o r de sastres n atu rais, se não pelo h om em .
Só o que é c o n stru íd o no só lid o fu n d a m en to de C ris to vai perm anecer.
C o m o d iz o poem a: “Apenas um a vida, que logo passará. Só o que é feito
para C r is to d u rará .

Nosso D eu s e Pai, és a Rocha dos S écu los e o sólido alicerce da m inha vida. E difico
esperanças e sonhos em ti, Senhor. C oloco m eu f u t u r o nas tuas m ãos p orque
sei que tu controlas a eternidade. A ju d a -m e a lem brar con stan tem en te que so m en te
aquilo que eu fizer p o r ti neste m u n d o va i perm anecer. O ro no santo n o m e de Jesus.
Amém.
A OBRA DO ESPÍRITO SANTO

Porquanto o am or de D eu s está derramado em nossos corações


pelo Espírito Santo que nos foi dado. R o m an os 5-5

O ESPÍRITO S A N T O de D eus tem dois papéis im p o rtan tes.


Prim eiro, ele convence o hom em do pecado: “Q uan do ele vier, convencerá
o m u n d o do pecado, da ju s tiç a c do j u íz o ” (Jo I 6 . 8 ) . E p o r isso que antes
de nos to rn arm o s cristãos precisam os reconhecer nosso pecado. Precisam os
re n u n c iar o pecado. O E sp írito S an to nos faz se n tir d esco nfortáveis e
aguça n o ssa consciência. Ele nos faz p erceber c a d m it ir p ara nós m esm o s
c p ara D e u s q ue so m os pecadores, e então ele nos dá fo rça e p o d er p ara
deixar o pecado.
O seg u n d o p ap el do E sp írito S a n to é com o m estre, u m guia p ara toda
a verdade. D epois de term os en tregu e nossa vida a C risto , o E sp írito S an to
nos ajud a a en ten d er a Palavra escrita de D eus. Ele é n o sso in stru to r. Ele
ta m b ém é no sso C o n so la d o r em te m p o s de a n g ú s tia e so frim en to .
E por essa razão que o hom em n atu ral não entende as coisas do E spírito
(I Co 2 . 1 4 ) , que o hom em não regenerado não tem o Espírito Santo, po rque
seus pecados ainda não foram perdoados e, assim, ainda não recebeu seu
“líder a toda verdade”, e não pode com preender as E scrituras. S e n a com o
tentar ler u m livro em um a outra lin gu agem não familiar. Seria impossível.
N o m o m e n to em que recebi a Jesus C ris to com o Salvador, o E sp írito
S an to p asso u a re sid ir em meu coração. O p roblem a, com o A.W. Tozer
diz, é que “apesar de que cada cristão tem o E sp írito San to , o E sp írito
S a n to não tem cada c r is t ã o !”
Para u m alun o ser ensinado, ele p recisa o uvir e-querer ap ren der de seu
professor. Para o cristão crescer em sabedoria e co n h ecim en to da Palavra
de D eus, ele p recisa estar d isp o sto a estu d ar a Palavra de D eus e a ser um
alun o do E sp írito S an to de Deus.

Nosso D eu s t Pai, o teu Espírito é o m aior Mestre i a vida, co n ven cen d o-m e do meu
pecado e en sin ando-m e a tua veriade. Obrigado pela presença do Espírito Santo na
minha vida, ó Senhor. M a n tem -m e perto dele. E m a n tém -m e no teu imenso am or
através do teu Filho. Amém.
BUSCAR E RESGATAR

... te propus diante de ti a vida e a morte... escolhe, pois, a vida,


para que vivas, tu e a tua descendência. D e u te ro n ô m io 3 0 .1 9 , V.R.

A N T E S do p r o g r a m a p o n t e aérea e s p a c ia l, b a r c o s a m e r i c a n o s e
h elicó p tero s eram usad os para resgatar do m ar os astro n au tas que haviam
re to rn ad o à terra. A p eq u en a nave espacial era lo c alizad a no vasto oceano e
o astro n a u ta levan tado de sua cápsula para o helicóp tero que, então, o
levava para a seg uran ça do navio.
Pensei m u itas vezes, en quanto assistia a essas cenas pela televisão, que
esta operação e como Deus. Deus paira sobre o m u ndo inteiro, buscando
arrancar do pecado as almas im ortais que estão em perigo de se “a f o g a r ” 110
inferno. Ele atira um a linha para todos os que estão em dificuldades. A lguns
se agarram à linha de Deus e de bom grado recebem o presente de seu Filho,
Jesus C risto . Eles são puxados para a segurança e, eventualm ente, levados ao
céu. O utro s ign oram a linha, acreditando que eles p o dem fazer tud o sozinhos.
Você p o de im a g in a r u m astro n au ta ou q u alq u e r pessoa com p ro b lem as
no m ar se recusando ser resgatado? C o n tu d o , u m grande n úm ero de pessoas
re cu sam d ia ria m e n te a ajuda de D eus.
As nações recusam sua ajuda tam bém . Apesar de D eus ter d ito: “A ju stiça
exalta um a nação, mas o pecado e um a vergonha para q u a lq u e r p o v o ”, as
nações e líderes n acion ais p en sam que p o d em sobreviver sem a ajuda de
D eus. N ó s tem o s esta expressão “Em D eus nós c o n fia m o s ” gravada nas
cédulas do d ó lar am ericano, mas me p erg u n to : q u an tas vezes co n fiam o s
re alm en te e no dinheiro?
N o ssas alm as enviam u m sin al de socorro para D eus. Q u an d o D eus se
inclin a para nós, p en d en d o u m a linha salva-vidas, recusam os sua ajuda ou
nos agarram o s à linha para que p ossam os ser salvos? A escolha é u n icam en te
nossa. E x istem b en efício s eternos que p o d em vir da escolha certa. T am b cm
ex istem co n seq ü ên cias eternas por fazer a escolha errada. Q u ais escolhas
você tem feito em sua vida?

Nosso D eu s e Pai, sa lva -m e deste m u n d o maligno. B u sca -m e e resgata-m e do m eu


próprio pecado e dos m eus fracassos. Preciso da tua salvação; preciso da tua g r a ça e
misericórdia. A juda -m e a sempre f a z e r as escolhas certas em minha vida para que eu
esteja preparado para ir quando tu me chamares para m inha casa. Através ãe Cristo.
Amém.

/6 cí e nr a r ç o

CONHECER A DEUS REALMENTE

Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-m e e conhece os meus pensamentos. Ve se


há em m im algum caminho mau eg u ia -m e pelo caminho eterno. Salm o 1 3 9*23, 2 4

A qui está u m a sábia c o n h ss ão de um grande líder. Davi sabia que um


povo não pode crescer m ais econôm ica, cien tífic a e p o litic a m e n te do que
seu nível de recursos esp iritu ais. A qui está um a ad m issão h u m ild e e um
re co n h e cim en to de que a en ferm id ad e de um a nação pode ser a trib u íd a às
suas doenças esp iritu ais.
C a n s a d o de a s s e m b lé ia s , c o n s u l t a s , c o n f e r ê n c ia s e i n v e s t i aOa ç-Sõ e s
d esign ad as para revelar a raiz da causa das d ificu ld ad es de E stado, Davi
volto u sua face para o altar de D eus. Ele orou fervo ro sam en te para que
D eus c o m eçasse o re av iv a m en to em sua nação, a c e n d e n d o o fo go do
reavivam ento em seu p ró p rio coração.
Ele não apenas orou para que conhecesse a D eus, mas para que D eus o
conhecesse. “S o n d a-m e, ó D e u s !”
S e u coração ansiava, como tam b ém o nosso hoje, p o r u m a in tim id a d e
p esso al e vital com Deus. Em resumo, ele estava orando por um a experiência
real, nova e d efin itiva com seu Deus.
A m enos que Deus seja revelado a nós através de um a experiência pessoal,
n u n ca p o d ere m o s conhecê-lo. M u i t o s de nós conhecem os sobre D eus, mas
isso é m u ito d iferen te de realm en te conhecer a Deus.
N ã o é ló g ico acred itar que o único que pode recriar-nos é aquele que
nos crio u antes? S e seu relógio estivesse com defeito, você não o levaria a
um ferreiro. Se seu carro n ecessita de b alan ceam en to , você não o leva para
o b om b eiro. S e você p recisa de u m a operação, você não vai a u m a loja de
m á q u in as.
N o ssos p ro b lem as e s p iritu a is so m en te p o d em ser resolvidos p or D eus,
q u e nos c r io u o r ig in a lm e n t e . Ele nos c r io u à sua p r ó p r ia im a g e m e
sem elhança; hoje, pela graça de seu Filho, ele pode reen ar-nos na sem elhança
de sua ressurreição . Através da fé em Jesus C risto , som os recria dos c nos
to rn am o s p a rtic ip a n te s de sua vida.
“A ssim que, se a lg u é m está em C risto , nova c riatu ra é: as coisas velhas
já p assaram ; eis que tu d o se fez n o vo .” (2 C o 5*17-)
A o ração de D avi, r e la ta d a no S a lm o 1 3 9 , c o n té m u m a se q ü c n c ia
apropriada. P rim eiro , ele orou para que D eus o conhecesse; então, ele orou
p ara que D eus o lim p asse; e, p o r ú ltim o , para que D eus o d irig iss e. A
tran sfo rm a ção de Davi, com o resu ltad o dessa oração, foi plena e co m p leta.
Da m esm a fo rm a, sua nação, Israel, foi traz id a em h arm o n ia com D eus.
N ó s, tam b ém , p o dem os en co n trar paz quan do estiverm o s co rreta m en te
relacio n ad o s com D eus — e este é o ún ico cam inho para a paz.

Nosso D eu s e Pai, olha no fu n d o do m eu coração e conhece~me completamente.


P u rifica -m e i e todo pecado contra ti, Senhor, e dirige~me no teu caminho santo. A juda -
m e a com eçar um a viva m en to espiritual nesta terra reacendendo o f o g o do teu am or
dentro de m im m esm o prim eiro. Mantém~me a salvo de toda m alignidade através do
p od er de Jesus, m eu Salvador, Amém.

1 7 d a nr tl r ç o

QUANDO DEUS PARECE SILENCIOSO

Perto está o Senhor de todos os que o invocam,


de todos cs que o invocam em verdade. S alm o 1 4 5 :1 8

N O nível n atu ral, tem os a tendên cia de n eg lig e n c iar o p riv ilég io da oração
a té q u e e n c o n t r a m o s o s o f r i m e n t o ou a l g u m t i p o de d i f i c u l d a d e .
G eralm en te, p rec isam o s ser levados à oração pelas circu n stân cias que nos
cercam .
D w ig h t L. M o o d y m o s tro u que e x iste m três tip o s de fé em Je su s
C ris to : f é batalhadora, que é com o o h o m em atrap alh ad o cm águas p e rig o sas
e p ro f u n d a s ; f é agarradora, q ue é com o o h o m e m q ue se p e n d u ra nos lados
de u m b o te; e f é repousante, na q u al o h o m e m se e n c o n tra em se g u ra n ç a
d e n tr o do b arco — fo rte e seg u ro o b a s ta n te p ara este n d e r a m ão e a ju d a r
o u tro s.
É esse tip o de fé que você e eu tem os de a d q u irir para serm os eficazes
como cristão s —e tal fé pode ser nossa através do m in is té rio do so frim e n to
em nossa vida.
O s o f r im e n to ta m b é m nos en sin a p ac iê n c ia. E stas p alav ras fo ram
en co ntras afixadas na p arede de um a cela de p risão na Europa: "Eu creio
no sol, m esm o quan do ele não brilha; eu creio n o amor, m e sm o quan d o
não o sin to ; eu creio em D eus, m esm o quan d o ele está em s ilê n c io ”.
A lg u m a s vezes, D eus parece tão q u ie to ! C o n tu d o , q u an d o vem os a
m a n e ir a q u e ele t r a b a l h a nas v id as a p r is i o n a d a s p e la s p a r e d e s d as
circu n stân cias, q u an d o ouvim os sobre com o a fé pode b rilh a r através de
in certezas, com eçam os a perceber o fru to da p aciên cia q u e p o d e crescer da
experiência do so frim en to .

Nosso D eu s e Pai, estou prestando atenção para o u v ir a tua voç. Sei que sempre estás
aí, m esm o no silêncio. Sei que a tua lu^ brilba p o r trás das nuvens. C onfio em ti para
a ju d a r-m e a o u v ir as tuas respostas d e fo r m a s únicas e significativas. A umenta minha
fé, ó Senhor, e sa lva -m e p o r interm édio de Jesus. Amém.

i 8 cie ma r ç o

O AMOR COMEDIDO DE DEUS

O Senhor am a os justos. S a lm o 146.8

N A verdade, é o am o r de D eus pelos h o m ens que o im p ede de rem over o


m a l de n osso m u n d o através da m an ifestação de seu poder. O plan o de
D eus é rem over o m al pela m an ifestação de seu am o r — o am o r que ele
d e m o n stro u no C alvário. Ê no am or de D eus que en co n tram o s a chave
para a so lução final do p ro b lem a do so frim en to . A resp o sta para a an tiga
q u estão do s o frim e n to está no en te n d im en to e na apreciação do caráter de
D eus.
F o i i s t o q u e Jó d e s c o b r i u . N o c ú m u l o de s e u s o f r i m e n t o e
q u e s tio n a m e n to , D eus se revelou em vários aspectos de seu caráter a Jó. Jó
recebeu um a su rp reen d en te d em o n stração da sabedoria de D eus. Através
dessa experiência ele p asso u a perceber que se pode co nfiar em D eus tendo
seu caráter com o base. A p esar de que Jó não p o d ia en te n d er o p ro p ó sito
fin al para to d as as agões de D eus, ele pôde co n fiar em D eus. P orque D eus
conhece e en ten de to das as coisa, p ode-se confiar que ele vai fazer o melhor.
S e m p r e e x is t ir ã o s e g re d o s e m o t iv o s de D e u s q ue e stã o a lé m da
c o m p re e n sã o do h o m e m . D e u s é i n f in it o ; o h o m e m é f in it o . N o s s o
c o n h e c im e n t o e e n t e n d im e n t o são lim it a d o s . M a s , b a s e a d o s 110 que
co nh ecem o s do caráter de D eus, d em o n strad o na cruz, p o d em o s co n fiar
que ele está fazen do o que é m elh o r para nossas vidas.
C o m o C o rric t.cn Boom explicou certa vez: “Pense n um bordado colocado
entre você e D eus, com o lado d ireito voltado para D eus. O h o m e m vê os
p o n to s so lto s e os nós; mas D eus vê o d ese n h o ”.
D eus está 110 co ntrole. Seja o que for que venha em nossas vidas, não
im p o rta quão d ifíc il e p erigo so possa ser, p o dem os d izer com confiança:
“S ab em o s que todas as coisas concorrem para o bem d aqueles que am am a
D eus, d aqueles que são ch am ado s seg un d o o seu p r o p ó s ito ” ( R m 8 . 2 8 ,
V .R .).

Nosso D eu s e Pai, sei que tu estás fa z en d o aquilo que í m elhor para minha vida,
m esm o que nem sempre eu entenda isto. C onfio em ti, Senhor, para conduzir-m e
diariam ente no C am inho c, no final, levar-m e para a tua presença p o r toda a
eternidade. Senhor, assum e 0 controle da m inha vida, do m eu coração, da m inha m ente
e do m eu espírito. M olda-os com o 0 Senhor achar mais adequado. Em nom e de Jesus.
Amém.

1 9 d e m ci r c n

O HOMEM NA M O N T A N H A

Grande é 0 nosso Senhor c de gr a n d e poder;


0 seu entendim ento é infinito. S alm o 147-5

A L G U N S te ó lo go s te n ta ra m ro ub ar a D eus de seu calor, seu p ro fu n d o


am o r pela h u m a n id ad e c sua sim p atia pelas suas criatu ras. M a s o am o r de
D e u s é im utável. Ele nos ama, apesar de nos conhecer com o realm en te
so m o s. De fato, ele nos crio u p o rq u e ele queria outras criatu ras à sua
im ag e m no un iverso sobre as quais ele p o d eria derram ar seu amor, e que,
em reto rn o , o am ariam v o lu n tariam en te. Ele q u er pessoas com a h ab ilid ad e
de d izer “s i m ” ou “n ã o ” em seu re lacio n am en to com ele. O am o r não se
sa tis fa z n u m a u tô m ato — naquele que não te m escolha, a não ser am ar e
obedecer. N ão é u m am o r m ecânico, mas u m am or v o lu n tário que sa tis fa z
o coração de D eus.
Se não fo sse pelo am or de D eus, n en h u m de nós jam ais teria chance de
um a vida fu tu ra!
A lg u n s anos atrás, u m am ig o m eu estava no to p o de u m a m o n ta n h a ,
na C a r o lm a do N o r te . As estrad a s, n aq u e le s dias, eram ch eias de curvas,
e era d if íc il ver m u ito ad ian te. Esse h o m e m viu do is carro s in d o u m na
direção do o u tro . Ele p erc eb eu q ue eles não p o d ia m ver-se. U m te rceiro
carro ap areceu e co m eço u a u ltr a p a s s a r u m dos carro s, ap esar de não
haver esp aço s u f ic ie n t e p a ra o o u tr o carro a p r o x im a n d o -s e p e la curva.
M e u a m ig o g r it o u u m aviso, m as os m o t o r is ta s não p o d ia m o uvir e houve
u m a b a t id a fatal. O h o m em na m o n tan h a viu tudo.
E a ss im q ue D eus olha para nós cm sua o n isciên c ia. Ele vê o que
aco n teceu, o que está aco n tecen do e o que vai acontecer. N as E scritu ras
ele no s avisa u m a vez ap ó s o u tr a so b re as d if ic u ld a d e s , p r o b le m a s ,
so frim en to s e o ju lg am e n to que estão adiante. M u ita s vezes, nós ign o ram o s
seus avisos.
Deus vê tu d o e conhece todas as coisas. M a s estam o s m u ito lim ita d o s
pelas circ u n stâ n c ia s para ver “o q u ad ro m a io r ”.

Nosso D eu s e Pai, louvo-te p o r tua sabedoria e conhecimento. A juda -m e a o u v ir os


teus avisos e a seguir tua direção cheia de a m or para minha vida. D á -m e a sabedoria para
ver “o quadro m a io r ” da minha vida com o tu o v e s e a seguir o cam inho que traçaste para
m im. Obrigado p o r Jesus que m e conduç. Amém.

20 d e m ct r ç o

O MELHOR LUGAR PARA COMEÇAR

A soberba precede a ruína, e a aítive^


do espírito precede a queda. Provérbios I 6. 1 8

O R E I Davi sabia que, se a m aré do pecado de orgulh o co n tin u a ss e a


subir, sua nação estaria arruin ada esp iritu alm e n te. Ele sabia que a depressão
eco n ô m ica, a d e s in te g r a ç ã o m o ral, ou as d e rro ta s m ilita re s se g u iria m ,
in evitavelm en te, o d eclín io esp iritual.
E n tã o , ele fez o q u e to d o h o m e m i n t e li g e n t e d ev eria fa z e r q u a n d o
c h e g a ao f in a l de su a co rd a — ele v o lto u - s e p ara D e u s. Ele p a r o u de
p e d ir a D e u s p ara d e s t r u i r se u s in im ig o s . O E s p ír it o S a n t o de D e u s
re v e lo u p a r a ele que o n ív el e s p i r i t u a l de sua n aç ão n ão p o d e r ia ser
m a is elevado q u e o n ív el e s p i r i t u a l de seu p r ó p r io co ração . Por isso , ele
c a iu de jo e lh o s cm h u m i l d a d e e fez a s e g u in t e o ra ção : “S o n d a - m e , ó
D e u s , e c o n h e c e o m e u c o r a ç ã o ; p r o v a - m e c c o n h e c e os m e u s
p e n s a m e n t o s . V ê se há em m im a lg u m c a m in h o m a u e g u ia - m e p elo
ca m in h o e t e r n o ” (S I 13 9*23, 2 4 ) .
Se h oje p u d éssem o s p erceber que um a nação não pode se elevar m ais,
ser m a is forte, ou m e lh o r do que os in d ivíd uo s que a co m p õ em ! N ão
existe n ada errado com o m u n d o . O p ro b lem a está nas pessoas do m u n d o .
Sc o m u n d o é m au, são as pessoas que são m ás. S e o m u n d o é co n fuso , são
as p essoas que estão 110 m u n d o que são confusas. Sc este é u m m u n d o sem
D eus, são as p essoas que estão sem Deus.
Davi p ercebeu esta verdade; e, com sabedoria, co n clu iu que p o d eria
com eçar fazendo as coisas certas co n sigo m esm o ! C ad a u m de nós precisa
ch egar
D
a esta m esm a conclusão.

Nosso D eu s e Pai, sonda o m eu coração com o tu fizeste com D avi. P urifica minha
alm a de toda m alignidade e ra n cor que encontrar nela. A juda-m e a esvaziar-m e para
que eu possa ser cheio com o teu Espírito. C oloca -m e cada vez jiia is perto de ti e aju d a -
m e a levar outras pessoas à tua presença, através do pod er e da cr u ^ d e Cristo. Amém.

2 1 de in ci r ç o

A BUSCA DA FELICIDADE

B em -a ven tu ra d o aquele que tem o D eu s de J a c ó p or seu auxílio c cu ja esperança está


posta no Senhor, seu Deus. S alm o 1 4 6 .5

E U q uase chego a desejar que T h o m a s Jefferso n não tivesse escrito sobre


“a b u sca da fe lic id a d e ”. Jefferso n estava certo sobre que devem os ter o
“d ir e ito ” a p ro cu rar a felicidad e, mas o pro b lem a hoje é que m u ita s pessoas
es tã o b u s c a n d o a f e l ic id a d e sem c o n h e c e r e x a t a m e n t e o q u e e s t ã o
p ro cu ran d o ou onde encontrar.
A f e lic id a d e é u m s u b p r o d u to , não u m fim em si m e s m a . F e lic id a d e
n ão p o d e ser p r o c u r a d a m a is do q ue a lg u é m p o d e b u s c a r u m d ia sem
n u v en s, a g a r r á - lo , c o lo c á -lo n u m vidro e, e n tã o , s o l t á - lo n u m dia de
chuva c d e s f r u t á - l o n o v a m e n te . A v e r d a d e ir a f e lic id a d e não é s u p e r f ic ia l
e f u g a z , c o m o u m d ia de p a s s e io no p a r q u e p o d e ser. A f e l ic id a d e
v e r d a d e ir a co m eça q u a n d o se está n u m r e la c io n a m e n to c o rr e to com
D eus.
De fato, D eus é a única fonte de verdadeira felicidade, p o rq u e ele oferece
aquelas coisas in a tin g ív eis, que nós, erroneam ente, acred itam o s p o derem
ser en co n trad as na terra: co n te n tam en to , segurança, p az e esperança para
o f u t u r o . N e n h u m a d e la s p o d e s e r e n c o n t r a d a no t r a b a l h o , n u m
relacio n am e n to hum an o , no dinheiro, no poder ou na p osição. Pertencem
a D eus, para serem dadas.
Por isso, o S en h o r Jesus, em seu Serm ão do M o n te , d isse onde está a
felic id ad e final, quan d o disse: “B em -aventurad os os que têm fom e e sede
de ju stiça, p o rq u e eles serão fa r to s ”.

Nosso D eu s t Pai, venho cm hum ilde submissão diante de ti. Venho em arrependimento.
Venho com tem or e assombro diante da tua santidade e pureza. D á -m e u m a sede
insaciável de justiça, Pai. Enche-me do teu Espirito e de esperança, pois sei que só então
serei verdadeiram ente feliç. Em nom e de Jesus. Amém.

2 2 d o in ci r c o

TREINANDO CRIANÇAS

Instrui o m enino no caminho em que deve andar, e, a té quando envelhecer, não se


desviará dele. Provérbios 22.6

C A D A criança é um agen te m o ral livre. M a s existem certas verdades que


p o d em o s en sin ar e certos exem plos que p o d em os estab elecer que farão
com que seja m u ito m ais fácil para a criança aceitar a Jesus C r is to com o
Salvador quando tiver idade para fazer uma decisão. E para a criança rebelde,
que se afasta de D eus, trab alh ar com p rin cíp io s b íblicos n u m a ten ra idade
p o de a u m e n ta r a p o ss ib ilid a d e de que D eus possa usar essas verdades para
tra z e r a crian ça erran te de volta ao redil.
E im p o rta n te que sigam o s o m a n d am en to : ‘E vós, pais, não p ro vo queis
à ira vossos filhos, mas criai-o s na d iscip lin a e ad m o estação do S e n h o r ”
( E f 6 . 4 , Y R . ) . Os pais nunca deveriam dar ordens ab surdas e repetitivas.
N e m deveriam dar um a o rdem que não querem que seja cum p rid a.
As crianças q u erem que seus pais se in teressem o b astan te p o r elas para
serem severos. A Bíblia nos ensina a d isc ip lin a r no ssos filh os. “O que
re tém a sua vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, a seu tem po, o
c a s t i g a . ” (P v I 3 - 2 4 - ) D evem o s tr e in a r n o ss o s filh o s “p r e c e ito sobre
p receito , regra sobre regra, u m pouco aqui, u m p o uco a li” (Is 2 8 . 1 0 , V .R .).
Em o utras palavras, quan do o m en in o chega aos doze anos, não p o dem os,
su b ita m e n te , dizer: “E dem asiad o tarde, mas vou te n tar com eçar agora a
en ch ê-lo co m r e lig iã o ”. Isso deve com eçar no m o m en to em que ele tenha
q u a lq u e r e n te n d im en to . Preceito sobre preceito, regra sobre regra, deve
ser u m p o uco aqui e u m pouco ali.
A m a io ria das crianças a d q u ire m as caracte rísticas e os h áb ito s dos
p ais. O que elas estão aprendendo de nós?

Nosso D eu s e Pai, assim com o um a criança aprende com os pais, a ju d a -m e a aprender


tuas características e qualidades divinas. A juda-m e a ter com paixão, com o tu és
compassivo. A juda -m e a ter amor, com o tu tens amor. A juda-m e a ser alegre, com o tu
és alegre. Q uero ser com o 0 Senhor e teu Filho, em cu jo nom e eu oro. Amém.

23 J e m ti r ç o

DAR

Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e trasbordando vos darão; porque
com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo. Lucas 6 .3 8

/
A B I B L I A en sin a que as bênçãos seg u em aqueles que dão lib era lm en te.
Provérbios 1 1 .2 5 diz: “A alm a generosa engordará, e o q ue regar ta m b ém
será re Dg a d o ”.
Eu tenho ouvido inú m ero s te stem u n h o s de h o m e n s e m u lh eres que
t in h a m m e d o de provar a p ro m essa de D eus dan do o d íz im o , com o é
o rden ado na E scritura, p o r tem o r de que n un ca te ria m o su ficien te. Claro,
eles n u n ca tin h a m “b a s t a n te ” p o rq u e não davam o d ízim o . Então, q u an d o
fin alm e n te d ecid iram obedecer a D eus e dar para ele o p rim eiro décim o de
to da sua renda, eles co m eçaram a p ro sp erar e a provar para si m e sm o s o
que já foi com provado por to do s que já fizeram isso, q ue n in g u é m pode
dar m ais q ue Deus.
D u as coisas aco n tecem quan do dam os. P rim eiro, D eus q u er p r o d u z ir
em nós a a titu d e de que o que tem o s não é re alm en te nosso. Tudo o que
p o ss u ím o s p erten ce a D eus.
S e g u n d o , o dar é u m a form a pela q ual su p rim o s as necessid ad es de
o utro s aos quais D eus ta m b ém ama. Ao dar para o u tro s te stific a m o s do
am o r de D eus p o r eles. Então, o dar to rn a-se não apenas um a m a n eira de
su p r ir n ecessidades das pessoas, mas tam b ém um a form a de evangelism o,
q ue nos p e rm ite falar do m a io r presen te de Deus, seu Filho, o S en h o r
J e s u s C r i s t o , q u e s u p r ir á m u it o m a is q u e suas n e c e s s id a d e s f ís ic a s
m o m en tâ n eas.
O dar para D eus é um in v e stim e n to g a r a n tid o com re to rn o certo.
In v estim en to em D eus é um n egó cio sem risco, sem pre rendoso, que não
está sujeito aos caprichos do m ercado de ações, ou às incertezas econôm icas.
Já foi dito que nossas vidas devem parecer u m canal, não u m reservatório.
U m reservató rio arm azena ásjua.
C> U m canal está flu in d o c o n stan tem en te.
D eus q u er que sejam os u m canal de bênçãos para o utros. Q u an d o nós o
som os, so m os nós que recebemos a m a io r de to das as bênçãos.

Nosso D eu s e Pai, obrigado pela gr a n d e generosidade que tu tens dem onstrado para
comigo. Tu me abençoaste tão ricam ente que não consigo compreender. P or que e u ? Não
m ereço o teu favor. A juda-m e, Deus, a dar com a tua generosidade para os outros para
que eles te veja m vivendo dentro de m im . A juda-m e a dar no espírito com que J e s u s
deu para m im na cruz^ Amém.

2 4 d o m ci r ç a

SANTO, SANTO/SANTO

Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos;


toda a terra está cheia da sua glória. Isaías 6.3
A BÍBLIA ensina que D eus e santo, sem falha, p erfeito e co m p leto . De
G ên esis a A p o calip se, D eus revela a si m esm o como um D eus santo. Ele é
tão santo que não pode su p o rta r pecado, nem sequ er olhar.
Foi a san tid a d e de D eus que o fez virar as costas quan do o S e n h o r
Jesus C risto to m o u sobre si m esm o o pecado do m u n d o inteiro no C alvário.
Foi a ún ica vez na eterna u n id ad e da T rin dade que D eus o Pai e D eus o
F ilh o tiveram um ro m p im en to de seu relacio n am en to .
C r is t o c la m o u na c r u z : D eu s m eu , D e u s me u , p o r q u e me
d e s a m p a r a s te ? ” Q u e m o m en to terrível e a m ed ro n ta d o r foi aquele quan do
toda a escurid ão do pecado do h o m em fez com que o Pai se afastasse em
de sg o s to ! C o n tu d o , que glo rio so in stan te foi aquele quan do C ris to to m o u
sobre seu ser santo e sem pecado toda a p en alid ad e que deveria ser nossa
devido à nossa p ecam in o sid ad e!
E agora, D eus nos m anda sermos santos como ele é. M a s como podem os
ser santos? Q uan d o aceitam os a Jesus C risto como nosso Salvador, ele vem
viver em nosso coração e em nossa vida, lim pa-nos do pecado e faz m orada
em nós. N esse m o m en to , com eçam os a crescer na semelhança de C risto (os
teólogos cham am esse processo “san tificação ”) e co n tin uam o s a crescer até
o m o m en to quando vamos para C risto e recebemos nosso corpo glorificado.
C o m o devem os ser agrad ecido s p o rq u e foi C r is to que fez tu d o isso
possível!

Nosso D eu s e Pai, sei que és santo e não podes su-portar o m eu pecado. E ainda assim,
sei que tu m c amas, apesar da minha fraqueja, p o r causa do sacrifício que o teu Filho
f c ^ n a cr u ^ p o r mini. Obrigado, Pai, p o r teu m aravilhoso Filho. Obrigado p o r m c
salvar através dck. Amém.

2 3 (l e i n a /’ c o

NOSSO DESFILE DE V O L T A PARA CASA

Aniquilará a m orte para sempre, c assim enxugará o Senhor D eus


as lágrim as de todos os rostos. Isaías 25-8, V.R.

U M A vez eu estava cm L ondres para ver a rainha E lizab eth v o ltar dc um a


viagem a o utro país. Eu vi o d esfile das au to rid ad es, a ban da m archan do ,
os m i l i t a r e s , as b a n d e ir a s t r e m u l a n d o . Eu vi to d o o e s p le n d o r q ue
aco m p anh a a volta da rainha ao lar. C o n tu d o , aq u ilo era nada co m parad o
com a chegada do verdadeiro cristão que disse adeus aqui a to do so frim en to
desta vida e ío i im e d ia ta m e n te cercado pelos anjos que o levaram para
cima, para a g lo rio sa recepção que aguarda os rem idos no céu.
O cristão deveria jam ais co n sid era r a m o rte com o um a tragéd ia. Em
vez disso, deveria ver como os anjos vêem: eles percebem que o gozo deveria
m arcar a jo rn ad a do tem po para a etern idad e. O cam in h o para a vida é
através do vale da m orte, mas a estrada é m arcad a com v itó ria p o r todo o
p ercurso . O s anjos d eleitam -se com o p o der da ressurreição de Jesus, que
nos asseg u ra de nossa ressurreição e nos g aran te um a p assagem segura
para o céu.
O go zo deveria m arcar nossas vidas, não apenas no p o n to de tran sição
desta vida para a p róxim a. O falecido A. W. Tozer descreve a a u tê n tic a vida
c rista d esta form a:
‘George M u e lle r não pregava enquanto seu coração não estivesse feliz na
graça de Deus; Jan Van Ruysbroeck, o m ístico do século quatorze, não escrevia
en quan to se sentisse deprim ido , mas retirava-se para um lu g ar quieto e
esperava cm Deus até que sentisse inspiração. E bem conhecido que o elevado
espírito dos morávios convenceu John W esley da realidade de sua religião e
ajudo u a levá-lo, pouco tempo depois, à verdadeira conversão.”
C o m o d iz aq u ele h ino : “Q u a n d o to d o s c h egarm o s ao céu, que dia
g lo rio so será; quan do to do s virm os Jesus, cantarem os a v itó r ia ”. E p o r que
não? O convidado de honra não deve receber u m a parada de boas vindas?

Nosso D eu s e Pai, não consigo im aginar com o será a entrada 110 céu. M inha m ente
f i n i t a é in ca p a ç de v c r a cena divina que me dará as boas-vindas lá. M as creio que os
anjos com preendem sua m agnificência. Louvo tua m ajestade e g ló r ia , ó Senhor, e oro
para ter preparo espiritual para en contrar Jesus 110 seu retorno triunfante. Amém.

2 6 d a nr a r c o

DESCANSO DO TRABALHO

A niquilará a m orte para sempre, e assim enxugará 0 Senhor D eu s as lágrim as de todos


os rostos... Isaías 2 5 .8 , V;R.

2 ) t>VOCi- O11. CLe c „ m E - J L j ç r a i. a nr 95


A B Í B L I A tala sobre a m o rte, p ara o c ristão , com o o d esc an so do
labor. A Bíblia diz: “B em -aven turado s os m o rto s que, desde agora, m o rrem
no S en h o r...p ara que d e sc an sem dos seus tr a b a lh o s ...” (Ap 1 4 - 1 3 ) . É
com o se o S e n h o r da seara d isse s se aos seus can sad o s tra b a lh a d o re s:
“Vocês fo ram fié is em seu trab alh o ; ven h am e s e n te m - s e no ab rig o da
v aran d a de m e u p alá c io e d e sc an sem de seu trab alh o — e n tr e m ag o ra 110
g o z o de seu S e n h o r ”.
A lg uns san to s de D eus fazem m ais cm algu n s p o uco s anos do que
o u tro s na vida toda. A Bíblia diz: “Portanto, resta ain d a u m re po uso p ara o
povo de D e u s ’ ( H b 4 -9 )- Esse descanso não pode co m eçar enquanto-xos
anjos da m o rte não os to m ar pela m ão e os levar para a g lo rio sa pre>aiiç\
do Senhor. ^ O
E Paulo disse: “M a s tem o s confiança e d esejam o s, antes este
corpo, para h ab itar com o S e n h o r ” (2 Co 5-8).
V icto r H u g o disse sobre a m orte: “Q uan do eu c^sceávM\òrfttílo, poderei
dizer, com o m u ito s o utro s: eu te rm in ei m e y não poderei
d izer q ue te rm in ei m in h a vida. M e u dia de trachuno co m eçará na p ró x im a
m anhã. M e u tú m u lo não é u m beco sen um a via expressa. Fecha
ao e n ta rd ecer para se ab rir ao amírrhec<(r^ ) )
C o n fia d o s no fato de que a n i m A t ó ^ o final, mas o com eço, p o d em o s
d izer com o ap ó sto lo Paulo>^OndeS>tá, ó m o rte, a tua vitória'? O n d e está,
ó m o rte, o teu aguilh ãi < ( ( © C > 1 5 . 5 5 , V .R .).

Nosso D eu s e tuas gra n d es promessas. S into-m e livre das m inhas


fru s tra çõ e s e M n sõ çN m en a s quando entro na tua serena presença através da Palavra.
Q uanda^m hikkvfM tiver-sc acabado aqui, Pai, sei que será apenas 0 início da vida
eterna ç ^ t j ^ - D eleito-m e com a idéia de repousar à beira do rio da vida na tua santa
avés de Jesus, 0 Pacificador. Amém.

2 7 cl o ni a r í o

PAZ PESSOAL

Tu, Senhor, conservarás cm pa^ a q u clc cu jo propósito é firme;


porque ele confia em ti. Isaías 2 6 .3 , E.R.A.
E U sei que a vida m o d ern a desafia a fé dos m aiores cristão s, m as n en h u m
de nós deveria d uvid ar da h ab ilid ad e de D eus em dar-nos s u fic ie n te graça
para n ossas lu tas, m esm o no m eio das dem an das do século vinte.
N o m eio dos p rob lem as de no sso m u n d o , o cristão não deve se agitar,
esfregando
D as m ãos,7 O
g rita n d o “Q u e devem os fa z e r?’ 7, tend o m ais tensão
nervosa que q u a lq u e r outro. O cristão deve con fiar q u ie ta m e n te que D eus
está no tro n o. Ele é o D eus soberano, executando to d as as coisas de acordo
com seu plano.
Em alg u m a s p artes de um a lin h a de trem expresso b ritân ic a en co n tra-
se u m ninho de tordo debaixo dos trilhos, e a fêmea tr a n q ü ila m e n te sen tada
sobre os ovos, sem se in c o m o d ar pelo ru íd o dos trens ao seu redor e acima.
A Bíblia d iz: “Tu, Senhor, conservarás em p erfeita paz aquele cujo p ro p ó sito
é f ir m e ”. A cred ite-m e, a graça de D eus é m a is do que adequad a para esses
tem pos. Eu esto u aprendendo em m in h a p ró p ria vida, dia após dia, a m an ter
m in h a m e n te c e n tra liz a d a cm C ris to , e as p reo cup açõ es, a n sied ad es e
in q u ietaçõ es do m u nd o passam , e nada a não ser a “perfeita p a z ” p erm anece
no coração hum an o .
D eus a ss u m iu a re sp o n sab ilid ad e p o r nosso cu id ad o e aflição. Q u e m de
nós não se p e rg u n to u em tem pos de aflição e dificu ld ad e: D eus se preocupa
co m igo ? O sa lm ista expressou os se n tim en to s de m u ito s de nós quan do
ele disse: “...refúgio me faltou; n in gu ém cuidou da m in h a a lm a ” (SI 1 4 2 -4 )-
M a rta , su p erp reo cu p ad a com suas tarefas diárias, disse p ara Je su s: “Senhor,
não te im p o rtas? Q u an tas mães fiéis e am orosas, esm agadas pelo peso da
m a te r n id a d e , c la m a ra m an sio sa m e n te : “S enhor, não te im p o r t a s ? ” Os
d iscíp u lo s, em p u rra d o s pelo m ar tu rb u le n to , grita ram : “Senhor, não te
im p o rtas que pereçam os?
Essa p erg u n ta foi resp o n d id a para sem pre, nas palavras tra n q u iliz a d o ra s
de Pedro: ‘ Ele cuida de v ó s”. Essa é a Palavra de D eus, e o m u n d o vai
p assar antes que ela possa ser alterada. Você pode estar a b so lu ta m e n te
certo de que D eus cuida de você, e se D eus cuida de você e p ro m eteu
carregar
O sua canja
u> c cuid a dos,7 então,’ nada deveria an £
g>u s tiá -lo .

Nosso D eus e Pai, trago a ti minhas angústias e dificuldades. Trago a ti minhas


preocupações e temores, m eus problem as c provações. E ntrego-os todos-a ti, Senhor. Por
favor, aju d a -m e a não tom a-los de volta de ti, m as a dorm ir tranqüilam ente na tua
pa^ divina com J esu s do m eu lado. Amém.
DEUS É NOSSO PASTOR

C om o pastor, apascentará o seu rebanho; entre os braços, recolherá os corieirinhos e os


levará no seu regaço; as que am am entam , ele as g u ia r á mansamente. Isaías 4 0 .1 I

A F I G U R A m aravilhosa, cie D eus com o nosso p a sto r é en co n trad a em


m u ito s lugares no A n tig o T estam en to . U m dos salm os com eça assim : "O
p a sto r dc Israel, dá ouvidos; tu, que guias a José com o a u m rebanho (SI
80 . l ) . Ê m aravilh o so saber que o D eus Eterno, o C ria d o r to d o -p o d ero so ,
curva-se para ser o p a sto r dc seu povo.
Davi ie z desse re lacio n am en to algo p esso al em u m dos salm os m ais
co n h ecido s: “O S e n h o r é o meu p a s t o r ”; ele clam a exultan te: “ nada me
faltará (SI 2 3 - 1 , itálico do a u t o r ). O resto do salm o nos d iz que nada vai
nos faltar. Isso nos fala da provisão do p a sto r en q u an to ele nos leva aos
pastos verdes, sua direção nas veredas da justiça (o que quer dizer o cam inho
c e r to ), sua p resença conosco no vale escuro. Por isso, Davi te stifica: “m eu
cálice tr a s b o r d a ” (versículo 5) — com as ilim itad as bênçãos de D eus.
Isaías acrescenta m a io r d im ensão ao quadro quan do diz: “C o m o pastor,
ap ascen tará o seu rebanho; entre os braços recolherá os co rd e irin h o s e os
levará 110 seu regaço (Is 4 0 . 1 1 ) . A fig u ra aqui m d ica o delicado cuidad o
com o q u al o S e n h o r su s te n ta seu povo na jo rn ad a e o fo rte am o r com o
q ual ele o envolve.
N o Novo Testam ento Jesus usa a m esm a figura para aplicá-la a si m esm o.
Ele diz: “Eu so u o bom p asto r; o bom p asto r dá a sua vida pelas ovelhas.
M a s o que é m ercen ário , e não pastor, de q u em não são as ovelhas, vendo
vir o lobo, deixa as ovelhas c foge; c o lobo as arrebata e dispersa. Eu
sou o bom p asto r; conheço as m in h as ovelhas, e elas m e co n h ecem (Jo
1 0 . 11 - 14, V . R . ) .
N o te q u atro coisas sobre Jesus o Bom Pastor. Ele é 0 dono das ovelhas:
elas p erten cem a ele. Ele gu a rd a as ovelhas: ele nun ca as ab an do n a quan d o
o p erigo se aproxim a. Ele conhece as ovelhas: conhece cada u m a pelo n om e e
as gu ia (veja versículo 3 ) . E ele dá a sua vida pelas ovelhas: tal é a m e d id a do
seu amor.
Por isso, com o u m p a sto r de verdadeiras ovelhas, Jesus é d ign o dc ser
seguido
O .
Nosso D eu s e Pai, com o Senhor com o m eu Pastor tenho tudo o que preciso. Tu me
procu ras quando me pcrco e m e conduzes em segurança de volta para o lar. Tu me dás
gra n d es presentes com o alimento, roupas e abrigo. Tu me proteges dos m eus inimigos.
Sempre te seguirei, Senhor, em nom e de Jesus, o B om Pastor. Amém.

2 9 ti c m. ti r ç a

A PAZ DE DEUS

Não temas, porque cu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu D eus; eu te
esforço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça. Isaías 4 1 . 1 0

TODOS que conhecem o S en h o r Jesus C risro p o d em atravessar


q u a is q u e r p roblem as, e en fren tar a m orte, e ainda ter a p az de D eus cm
seu coração. Q u an d o sua esposa morre, ou seus filh o s ficam doentes, ou
você p erde o em prego, você pode ter uma p az que você não entende. Você
po de ter lágrim as ao lado do tú m u lo , mas pode ter um a p az s u s te n ta d o ra
e q u ie tu d e .
U m p s iq u ia tra foi m en cio n ado em um jo rn al p or d izer que não p o d ia
acrescentar nada sobre a receita do ap ó sto lo para a p reo cup ação hum ana.
Paulo disse: “N ão andeis an siosos p o r coisa algum a; antes, em tu d o sejam
os vossos p ed id o s conhecidos d ian te de D eus pela oração e súp lica, com
ações de graças; e a paz de D eus, que excede todo o en ten d im en to , gu ard ará
os vossos corações e os vossos p en sam en to s em C risto J e s u s ” (Fp 4 . 6 - 7 ,
V R . ) . N ão andar an sio so p o r coisa algum a. Q u an tas vezes você e eu nos
aflig im o s c co rrem o s, p ro cu ran d o um p o uco de paz? A paz de D eus pode
estar em nossos corações — agora m esm o.
C o lo ssen ses 3 4 5 diz: “E a paz de C risto... do m in e em vossos co ra çõ es”.
Al gun s crêem que conhecem a Jesus C risto com o seu Salvador, m as ain da
não o fiz eram seu Senhor. Estão perd en d o a paz de D eus em suas lutas,
tu m u lt o s , a n g ú s tia s e pressões da vida. H á a p az de D eus em seu coração?
Todos estam os fa m iliariz ad o s com a tran sfo rm ação que aconteceu com
S au lo no cam in h o para D am asco, quan d o C risto en tro u em seu coração e
o tr a n s f o r m o u de u m de seus m ais d estru tiv o s in im igOo s em u m dos seus
m ais po d ero so s advogados. M u ita s m u d an ças d ram áticas com o essa estão
aco n tecen d o h oje em o u tras p erso n alid ad es e são efetu ad as da m e sm a
m an eira que S a u lo foi tran sfo rm a d o em Paulo — pelo novo n asc im en to
através de Jesus C ris to !
N ã o e x is te f i lo s o f ia h u m a n a q u e p o s s a a lc a n ç a r ta l m u d a n ç a ou
p ro v id en ciar tal força. E sta força poderosa está h sua disp o sição a q u a lq u e r
m o m en to .
N e n h u m h o m e m pode trazer a paz a u m m u n d o p ro b lem á tic o p o rq u e
não é sua para dar. C r is to disse: “M in h a paz vos do u ..,.”. N ão é a p az do
h o m em , m as a paz de Deus. N ão pod em os dar aquilo que não nos p ertence.
Peça a D eus sua paz e veja a tran sfo rm ação que aco n tecerá em sua vida.

Nosso D eu s c Pai, obrigado p o r transform ar meu coração e sa lva r-m e do meu próprio
pecado. A juda-me, ó Senhor, a ser um instrum ento da tua p a ^ n o m undo. A ju d a -m e a
levar união e esperança onde eu estiver ao f a l a r sobre ti às pessoas que encontro. Permite
que eu com ece com a tua santa p a ç reinando em m eu próprio coração p o r causa de
Cristo na c r u z Amém.

3 0 da m ci r ç o

ATRAVÉS DAS PROVAS

Eis que te purifiquei, m as não com o a prata;


provei-te na fornalha da aflição. Isaías 48. 1 0

U M p risioneiro recentem ente liberto de m u ito s anos de trabalhos forçados,


sem a B íblia, a lim e n to u -se e s p iritu a lm e n te de p assagen s da E sc ritu ra que
m e m o r i z o u d e sd e sua co n v e r sã o q u a n d o era m e n in o . U m a q u e ele
m e n c io n o u foi o S a lm o 66. Q u an d o eu li esse salm o, im p re s sio n o u -m e o
fato de que o salm ista não tenha reconhecido n en h u m niDtivo secun d ário .
C o m eça n d o no versículo 10 ele diz: “Pois tu, ó Deus, nos provaste, tu nos
afin aste com o se afina a p r a ta ”. V ersículo I I : “Tu nos m e teste n a rede;
.aflig iste os nossos lo m b o s”. Versículo 12: “ (Tu) F izeste com que os hom ens
cavalgassem sobre as nossas cabeças; p assam os pelo fogo e p ela água; m as
tro u x este-n o s a um lu g ar de a b u n d â n c ia ” (itálic o s do a u t o r ).
N a s E scritu ras, en co n tram o s que isso é verdade no caso de J ó . J ó não
sabia que S atan ás tin h a o b tid o p erm issão de D eus antes que p u d esse to car
' em Jó, m u ito m enos cm suas possessões. C o n tu d o , quan do Jó perd eu tudo ,
ele não d isse: "O S e n h o r me deu e o diabo t o m o u ”, mas "O S e n h o r o deu
c o S e n h o r o tomou; b e n d ito seja o n o m e do S e n h o r ” (Jó 1 .2 1 , itálico s do
au to r).
E ntão, q u an d o estam os feridos, é im p o rta n te lem b rar que o S e n h o r o
p e rm itiu p o r u m p ro p ó sito .
Foi u m te ó lo g o do século dezenove, E dw ard B. Pusey, que disse tão
bem: "D eus não tira nossas t n b ul ações ou nos carrega através delas, mas
através delas ele nos fo rta le c e ”.

Nosso D eu s e Pai, sei que tu estás no controle de tudo o que acontece comigo. Sei que tu
dás as bênçãos e as tomas, m uito embora eu nem sempre com preenda p o r quê. A juda-
m e a confiar em ti, Senhor, cm todas as circunstâncias. E aju d a -m e a ser alegre durante
m inhas provações com o J e su s f o i durante as dele. Amém.

3 1 da m a r ç o

ABENÇOADO PELAS CARGAS

Exultai, d céus, e alegra-te tu, terra, e vós, montes, estalai dl júbilo, p o r q m o Senhor
consolou o seu p ov o e dos aflitos se compadecerá. Isaías 49-1 3

O C O N F O R T O e a p ro sp eridade n unca en riq u eceram o m u n d o ta n to


q u an to a ad versidad e o faz. Do m eio da dor e dos p rob lem as saíra m as
m e lo d ia s m a is doces, os p o em as m ais com o ven tes c as h is tó r ia s m ais
cativantes. Do so frim en to e das lágrim as saíra m os e sp írito s m ais nobres c
as vidas m ais abençoadas.
J. R . M i ll e r escreveu: “M u it o s de nós acham a vida d ifíc il c cheia de
dores. N ão p od em os evitar essas coisas; m as deveríam os não p e rm it ir que
as experiências duras m a tassem nossa sensibilidade, ou nos fizessem rígido s
ou ra b u g en to s. O verdadeiro p ro b lem a de viver é m a n ter n osso coração
doce e g e n til nas condições e experiências m ais d u r a s ”.
N o s sa filh a m a is velha casou-se com u m suíço. Eles têm sete filh o s e,
n o rm a lm e n te , p assam o verão na S u íça e o inverno na A m érica. A lgum as
vezes nós os v isitam o s na S u íça c levamos as crianças acima, nos A lpes, nos
te lefé rico s. A travessam os q u ilô m etro s de terra, olh an d o para baixo, para
alg u m a s das m ais b o n itas flores que se p o d em en co n trar em q u a lq u e r
lu g a r do m u n d o . Essas flores sobrevivem às pesadas nevascas do inverno.
O peso do gelo, da neve c as te m p estad es de inverno acrescen tam ao seu
b rilh o beleza e crescim ento. É d ifíc il acreditar que apenas algu m as sem anas
antes essas flo res estavam en terradas debaixo de vários m etro s de neve.
N o ssas cargasO devem ter o m esm o efeito em nossas vidas.
Q u a n d o os cristão s se dep aram com os ventos da adversid ade e as
te m p e sta d e s de p roblem as, eles sobem com o a cotovia. Eles são com o as
árvores que sobrevivem à te m p estad e p o rq u e suas raízes são p ro fu n d as.
Eles são com o as árvores que crescem nas encostas de n o ssa m o n ta n h a na
C aro lin a do N o rte — árvores açoitadas pelos ventos, co n tud o , árvores nas
q u ais en co n tram o s a m adeira m ais forte.
A cotovia, as flores, as árvores — tud o isso ilu stra as palavras de Jó:
"P ro v a n d o -m e ele, sairei como o o u r o ’ (Jó 2 3 . 1 0 , V .R .). O c ristão que
en ten d e esse aspecto da n atu reza de D eus pode en co ntrar co n fo rto em seu
so frim e n to e paz cm sua dor. “Eis que b em -aven turad o é o h o m em a quem
D eus corrige; não desprezes, pois, a correção do T o d o -P oderoso. Pois ele
faz a ferida c ele m esm o a liga; ele fere, e as suas m ãos c u r a m .” (Jó 5-17,
1 8 , V .R .)

Nosso D eu s e Pai, obrigado pelas bênçãos e pelos fa r d o s da minha vida. P or favor,


a ju d a -m e a ser m anso e meigo, apesar das experiências duras e dos tempos difíceis.
E nsina-m e a ser hum ilde nos bons tempos. Permite que os outros veja m tua f o r ç a e
a m or brilhando através da minha vida em todas as ocasiões. P or causa de Cristo.
Amém.

102 (/() C t <>II LI t c , , m E d L j Ç r u i ,


- À h r i t
O TOLO

D i^ o néscio no seu coração: Não há Deus. S alm o 1 4 - 1, V R .

O D I A p rim e iro de abril é o “D ia da M e n t ir a ”. N ão sei com o é cjue


ch ego u a ter esse nome, mas é n o rm alm en te quan d o um a p esso a p rega
peças na o utra, fa z e n d o -a acreditar em algo que não é verdade. Ela pode
dizer: “S u a casa está pegando fo g o ”, e, quando você corre para ver e descobre
que não está, ela grita: “p rim eiro de a b r il”, fazendo com que você se sin ta
com o u m to lo que caiu na travessura dela.
D eus não é com o esses brin calh õ es. Ele fala a verdade e n un ca m en te.
P o rtan to , en q u an to o h o m em parece to lo por acreditar n u m a m e n tira na
fo rm a de u m a piada, D eus cham a a pessoa que recusa acred itar nele de
tolo. N o o u tro caso, a pessoa é tola p o r crer em algo que não seja verdade,
que foi inventado. N e ste caso, a pessoa é d escrita como tola quan d o se
recusa a perceber as am plas evidências da existência de D eus, de seu am or
p o r nós, de seu desejo de que ch eguem o s a conhecê-lo através de Jesus
C r is to e da sua provisão para nossa vida.
Q u an d o alg u ém acredita nas m e n tiras das piadas de p rim e iro de abril,
ele fica um pouco em baraçado, mas logo se recupera. Q u an d o a lg u é m se
r e c u sa a crer no q u e D e u s lhe fala, lo g o d e s c o b r ir á co m o fo i to lo .
In felizm en te, será m u ito tarde e ele se descobrirá no inferno, na co m p an h ia
de o u tro s tolos.
N ó s recebem os apenas u m a vida d u ra n te a q ual tem o s m u ita s chances
de con h ecer a D eus. So m o s os m aio res tolos de todos se co m eterm o s o
eterno equívoco de rejeitar a verdade que D eus te m nos co m un icad o .

Nosso D eu s e Pai, reconheço tua onipresença. C om gratidão recebo teu imenso am or p o r


m im e oro para Ur u m conhecim ento m ais íntimo de ti e do teu Filho. D á -m e
sabedoria; Senhor; para que eu sempre perm aneça no caminho para ti. A poiar-m e-ei em
J e su s, m eu Senhor; para ter f o r ç a s para a minha vida diária. Amém.
EM DIREÇÃO AO CÉU

Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de
D eu s um edifício, u m a casa não feita p o r mãos, eterna, nos céus. 2 C o r ín t io s 5.1

Q U A N D O você se prepara para uma viagem, há várias coisas que deve lazer.
P rim eiro, você precisa d ecidir para onde está indo. N ão adian ta preparar-
se p ara viajar se você estiver inseguro sobre seu d estin o final. Em seguida,
se você for viajar de avião, ô n ib us, trem ou navio, você precisa reservar u m a
p assag em e d izer ao agen te de viagem q ual é seu d estin o . E ntão, você
precisa p ag ar sua p assagem c, fin alm en te, fazer as m alas com o que vai
precisar en q u an to estiver fora.
Preparar-se para o céu é m u ito p arecido com sair de viagem. P rim eiro ,
você p rec isa d e c id ir que o céu é o lu g a r para onde deseja ir. D ep o is, p recisa
co m p rar sua p assagem . M a s espere! Você não p o d e ir para o céu de avião,
navio, trem ou de carro.
Jesus disse: “Eu sou o cam inho, e a verdade, e a vida. N in g u é m vem ao
Pai senão p o r m i m ” (Jo 1 4 -6 ) . Jesus é o ún ico cam in h o p ara o céu, e
apenas ele p o de co m p rar a p assagem . N ã o p o dem os pagar, não im p o rta
q u an to d inh eiro , poder, ou in flu ên c ia tenh am o s, não im p o rta q u an tas boas
obras ten h a m o s feito. S o m e n te o sangue de C ris to é su fic ie n te preço para
co m p rar esta p assagem , e é só p o r co n fiar em C ris to que a recebem os,
g r a t u i t a m e n t e . Você vê, ele já fez a co m p ra e esp era a n s io s a m e n t e a
o p o rtu n id a d e de dá-la para nós, com to d as as despesas pagas. A gora, quem
de nós não go staria de ganhar um a viagem com to das as despesas p agas
para o lu g a r m ais m aravilh o so que p o deríam o s visitar?
D e p o is de nos to rn ar-m o s cristãos, to d a nossa vida se to rn a u m preparo
para no ssa jorn ada. D eus q u er p rep arar-n o s através de n ossas atitu d e s, de
n o sso serviço para ele, através de n o sso te ste m u n h o , dos d íz im o s, da
fid elid ad e aos culto s e de u m a vida santa, p ara u m lu g ar onde tais atitu d e s
e co m p o rta m e n to serão com uns.
Você vai para o céu? Você já com eçou a se preparar?

Nosso D eu s e Pai, sou teu para ser conduzido e guiado. Por fa vor, a ju à a -m e a
preparar-m e para v iv e r contigo durante a eternidade. D á -m e coragem p ara dar um
testemunho f i e l de ti cm m eu m undo e ensina-m e a servir os outros enquanto v iv o um a
vida santa através de Jesus, o exemplo perfeito. Amém.

3 cí e a L r i "1

A MENSAGEM DA P Á S C O A

Porém ele [ o anjo] disse-lhes: Não vos assusteis; buscais a Jesus, o Nazareno,
que f o i crucificado; j á ressuscitou, não está aqui;
eis aqui o lugar onde o puseram. M a rc o s 16.6 '

CERTA vez, ao a ss is tir a um n o ticiá rio na televisão, vi u m rep ó rter


p e rg u n ta r às pessoas que encontrava na rua o que a Páscoa sign ificava para
elas. U m a pessoa disse: “O h! coelho de Páscoa, ovos de chocolate, um
te m p o d ivertid o para as crianças . O u tra observou: “Ovos co lo rid o s, um a
caçada ao ovo de Páscoa, jan tar com a fa m ília ”. U m a terceira pessoa disse
que a Páscoa para ela era “algu m as roupas novas, talvez um novo c h a p é u ”.
A penas u m a p essoa de to d as aquelas en trev istad a s disse que a P áscoa
sign ificava a “ressurreição de Jesus C r i s t o ”.
C o m o o N a t a l, a P á sc o a foi p o p u la r iz a d a e c o m e r c ia liz a d a p elo s
n eg o cian tes c estab elecim en to s seculares. M a s a m e n sag em da Páscoa é a
ênfase do cristian ism o .
O apó sto lo Paulo disse: “E, se C n s t o não foi re ssu sc ita d o , é vã a vossa
fé, e ainda estais nos vossos p e c a d o s” ( i C o I 5-17)* E assim tão sim p les.
S c C r is to ainda está m o rto , então, cie não pode ser nosso Salvador, po rque
ele não era o Filho de D eus e m o rreu com o to do s os hom ens.
M a s, com o as E scrituras ensinam e centenas de testem u n h as te stificaram
(n e n h u m a delas jam ais re trato u -s e de seu te stem u n h o , apesar das am eaças
e da m o rte p ara m u it a s ) , se C risto re ssu sc ito u , então, tem o s a esperança
fin al da h u m a n id a d e —vida eterna com D eus que nos crio u e esperança de
vida além do tú m u lo .
O que a P áscoa sig n ifica para você? Para n um , s ig n ific a que C ris to
re ssu rgOiu ! A leluia!

Nosso D eus e Pai, louvo teu incom parável nom e com minha canção, com m eu coração e
com minha vida pela surpreendente ressurreição do teu Filho. O brigado p o r m aravilhar

106 2 ) o v O C l O U Cl t ca m E i l i , Ç r ci í i i i m
o m u n d o com tua onipotência. Obrigado p o r dar-nos a vitória sobre a m orte através da
m orte e ressurreição dele. Em Cristo. Amém.

4 d o a i r Ll

A RESSURREIÇÃO É A CHAVE

O ra, D eu s não som ente ressuscitou ao Senhor, m as também nos


ressuscitará a nós pelo seu poder. I C o rín tio s 6 . 1 4

T O D O o plano para o fu tu ro tem sua chave na ressurreição . A m enos


que C ris to tenha sido levantado da m orte, não pode existir reino n em Rei
vo ltando. Q u an d o os d iscíp u lo s estavam no lu g ar onde Je su s deixou a
terra, que é cham ado de lu g ar da ascensão, eles receberam dos anjos a
seg uran ça de que o C ris to da ressurreição seria o C ris to da gló ria que há
de vir. “Varões g alileu s, p o r que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que
den tre vós foi recebido em cim a no céu, há de vir assim com o para o céu o
vistes i r ” (At I . I I ).
A ressurreição é um evento que nos prepara e co n firm a para nós o
evento fu tu ro , quan d o ele vier o utra vez.
S im , Je su s C r is to vive.
O bviam en te, a ressurreição física de C ris to é um a p arte essen cial do
plan o de D eus para nos salvar. Você já se en trego u a esse C ris to vivo?
U m a senhora escreveu-nos o seguinte: “A n o ite passada eu estava so zinha
a s s is tin d o à televisão. Eu não tenho a revista da T V A lgD u m a coisa fez com
que eu m u d asse o canal para um p ro gram a de pregação do evangelho. Eu
estava com d ificu ld ad es com um gran de problem a. Eu estava, e ainda estou,
en fren tan d o a m orte, e talvez tenha ou não esperança através de cirurgia.
Eu estava p ro telan d o a operação p o rq u e tin h a m edo de te r sido co rtad a de
D eus. Eu com ecei a buscar ao Senhor. A m e n sagem que ouvi foi a m aneira
de D eus falar co m igo e resp o n d er às m in h as orações. A gora eu me sin to
c o m p letam en te em paz com m in h a a lm a ”.
S c você confia no C ris to ressurrecto com o seu S e n h o r e Salvador, ele
vai estar com você quan do você m o rrer e lhe dará vida com ele para sem pre.
Devido à ressurreição, você pode “nascer de n o v o ”.
Nosso D eu s e Pai, venho a ti em esperança e alegria. Sei que tu irás m e ressuscitar no
ú ltim o dia, exatamente com o fizeste com Jesus. Anseio pelo dia do retorno do Rei para
receber-m e no céu para sempre. Sou nascido de novo e sei que sou salvo através do teu
Filho e m eu Salvador. Amém.

5 ií e u b r l l

O CASAMENTO ESTÁ OBSOLETO?

Portanto, deixará o hom em a seu pai e a sua mãe e u n ir-se-á à sua mulher,
e serão u m a só carne. G ênesis 2 .2 4 , V.R.

D E Z E N A S de m ilhares de casais h oje estão vivendo ju n to s fora do


casam en to . O jo rn al The N ew York Times m o s tra que existe m nove vezes
m ais desses casais agora do que existiam há dez anos.
Parece que há u m a crescente rebelião contra o casam en to pelo m u n d o
todo. O viver ju n to s sem casam ento não é apenas aceito, explicado, film ad o
e g lam o u ro so , mas até m esm o algun s líderes de igrejas estão d ilu in d o os
p rin cíp io s e as regras para o casam en to n u m a te n tativ a de m in im iz a r o
pro b lem a. E xiste u m a gran d e p ressão em n o ssa c u ltu ra , ta m b ém , para
estab elecer os casam en to s entre in d iv íd u o s do m esm o sexo com o n o rm ais.
M a s a verdade e as leis de D eus n unca m u d am . Isso não é p o rq u e D eus
seja u m tiran o rígido , exigindo to tal obediência de seus sú d ito s, m ais fracos
do que ele. Ê p o rq u e ele sabe o que é m e lh o r para nós e com o fu n cio n am o s
m elhor, física e esp iritu alm e n te . A final, aquele que fab rica o p ro d u to sabe
m ais sobre ele do que n in gu ém . E por essa razão que um m an u al acom panha
a m aio ria dos p ro d u to s, para dizer-n os como ju n ta r os itens e com o m a n tê-
los fu n cio n an d o ad eq u ad am en te.
O m a n u al de D eus é a Bíblia. D eus d iz que o casam en to é san to e
sag rad o e que não deve ser efetuad o sem seriedade. D eus ta m b ém d etesta
o divórcio, p o rq u e é algo que o h o m em inventou para m in a r o que D eus
ju n to u .
Pode ex istir q u alq u e r dúvida de que as doenças sociais que assolam
nossa terra, com o talvez nunca antes, sejam u m in d icad o r de que o h o m em
não p o de ig n o ra r as leis de D eus sem pagar alg u m tip o de p en alid ad e por
sua rebeldia?
M a s co lo que C risto p rim eiro em sua vida e depois em p rim e iro lugar
em seu casam en to e você terá laços entre você, seu cô n ju ge e o S e n h o r que
n in g u é m pode quebrar.

Nosso D eus e Pai, obrigado pela Bíblia que e ten m an u al sagrado de vida. Estimo a
tua Palavra com o u m a luz^confiávtl e f i e l para o meti caminho. A juda-m e a aplicar suas
verdades em m eu casam ento e em m eus relacionam entos fam iliares. A juda-m e, Pai, a
colocar-te em prim eiro lugar, e tudo o m ais entrará no seu lugar. Em nom e de Jesus.
Amém.

ó ([ o ír Lr i /

 SEGUNDA VINDA DE CRISTO

O Senhor virá cm fogo, e os seus carros, com o u m toi~velinho, para tornar a sua ira cm
f u r o r e a sua repreensão, em chamas d efo g o . Isaías 66.1 5

O Q U E você d iria sobre um a p essoa que fez um a centena de p ro m essas


para você e cu m p riu n o ven ta e nove delas? Você p ro vavelm en te p en saria
que ela seria h o n esta o b astan te para c u m p rir a ú ltim a p ro m essa tam b ém ,
não é m esm o ?
Jesus C ris to cu m p riu cada prom essa que fez, m en o s um a. Ele ainda não
volto u. Será que ele voltará?
Tanto no A n tig o com o no N ovo T estam en to existem referên cias ao
re to rn o do Senhor. Jerem ias disse que, na vinda do Senhor, Je ru sa lé m será
o trono de sua gló ria e as nações se ajun tarão com seus represen tan tes.
E zeq u iel d iz de Je ru salém que deve ser restaurada, de u m te m p lo que deve
ser re c o n stru íd o e de um a terra q ue deve ser reclam ada e abençoada com
p ro s p e rid ad e na volta do Senhor. S o fo m a s nos dá a nova canção q ue o
S e n h o r en sin ará a Israel e descreve a queda do falso C n s to .
N o Novo T estam en to , M a te u s assem elha C ris to ao noivo ch egan do
p ara receber sua noiva. M a rc o s o vê como o dono da casa in d o para um a
lo n ga
&
viag;em
D
e deixan do alg;umas
O
tarefas com seus servos até seu reto rn o .
Para Lucas, Jesus é um nobre que vai para u m país d ista n te para realizar
algu n s n egó cio s e deixa suas p ossessões com seus servos para que n egociem
com elas até seu regresso.
João cita C ris to d izen d o: “Vou preparar-vos lugar. E... virei o u tra vez e
vos tom arei para n u m m e sm o ” (Jo 1 4 -2 , 3, V R . ) . Todo o livro de A pocalipse
fala da g lo rio sa vinda de C risto . E po dem os dizer com o ap ó sto lo João,
que escreveu aquele livro: ‘A m em ! Ora, vem, S e n h o r Jesus!
O q ue você fa n a diferen te se soubesse que ele está vo ltan d o hoje?

Nosso D eus e Pai, tu és o Senhor do tempo e da eternidade. E eu sei que tu cs fiel para
sempre m a n ter tuas promessas. Espero ansioso pelo glorioso retorno do teu Filho.
E ncontrá-lo-ei no ar e irei para casa contigo para sempre. Por favor, a ju d a -m e a estar
preparado, Senhor. Em nom e de Cristo. Amém.

~7 í l o a I r í H

DOIS TIPOS DE SABEDORIA

M as D eu s escolheu as coisas loucas deste m u n d o para co n fu n d ir as sábias; e D eus


escolheu as coisas fracas deste m undo para co n fu n d ir as fortes. I C o rín tio s 1 .2 7

H O J E existe m ais co n h ecim en to no m u n d o do que n u n ca antes. Os


co m p u tad o re s p o dem tr a n s m it ir inform ação em m ilé sim o s de seg u n d o
para q u a lq u e r p arte do globo, através de satélites. M a is in fo rm ação foi
p ro cessad a, m ais fatos fo ram d escoberto s neste século do q ue em to d o s os
o utro s século s da h istó ria da h u m a n id ad e ju n to s.
C o n tu d o , o h o m e m n un ca esteve tão d ista n te de resolver seu p ro b lem a
b ásico q ue é a alien ação dos o u tro s h o m e n s. E esta alien aç ão que p r o d u z
gu e rra s, crim es c to d as as o u tras do en ças so ciais. As N a çõ es U n id a s ,
su p õ e -se , d ev eriam ser u m fó r u m no q u al o h o m e m p o d e ria reso lver
suas d iferen ç as. Em vez d isso , tê m sid o u m fó r u m de a u m e n to dessas
d iferen ç as.
O S a lm o 1 1 1 . 3 0 diz: “O te m o r do S en h o r é o p rin cíp io da s a b e d o ria ”.
As d ificu ld ad es c os p ro b lem as da raça h um an a o rig in a ram -se no fato de
ela ter se O
g u id o a sab edo ria do m u n d o em vez da sabedo ria do Senhor.
A Bíblia d iz que existem dois tipos de sabedoria no m u n d o . P rim eiro ,
há a sab edo ria que é dada por Deus, a sabedoria que, seg u n d o a m e n te de
C risto , vê a vida cm te rm o s de etern id ade. A E scritu ra d iz a re sp eito dessa
sabedoria: “M a s a sabedoria que vem do alto é, p rim eiram en te , pura, depois,
pacífica, m oderada, tratável, cheia de m isericó rd ia e de bons fru to s, sem
p a rc ia lid a d e e sem h ip o c r is ia ” ( T g 3 •í 7 ) •
A seg un da é a “sabedoria deste m u n d o ”, da qual D eus diz: “D e stru irei...”
(I C o I . I 9 ) .
A g o ra q u e você co n h ece as esc o lh a s, q u a l tip o de s a b e d o r ia você
escolherá?

Nosso D eus e Pai, quão gra n d e é o m eu temor de ti! Tua grandeza me dom ina novam ente
a c a ia manhã. E nche-m e da sabedoria divina c perm ite que esta sabeioria m anifeste-se em
qualidades suaves e pacíficas em minha vida. Ajuda outras pessoas a serem atraídas para
ti através de m im enquanto sigo o exemplo de J e su s Cristo. Amém.

MINHA ESPERANÇA ESTÁ EDIFICADA EM NADA


MENOS

Bendito o varão que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor. Jerem ias 17-7

UM dos gran des hinos da igreja, “A Rocha S ó lid a ”, p o r E w ard M o t e e


W illia m Bradbury, com eça assim : “M in h a esperança está ed ific ad a em nada
m enos que o san g u e e a ju stiç a de Jesus; N ão me atrevo a co n fiar na m ais
doce e stru tu ra , mas ap oiar in teiram en te no nom e de Jesus. Em C risto , a
R ocha só lida, eu me encontro; todo outro solo é areia m o v e d iç a ”.
Sobre o que está baseada a sua esperança? Você pode esperar u m aum en to
de salário no trabalho. Você pode ter esperança de passar n um exame na
escola. Pode ter esperança de vencer um concurso para o qual tenha se inscrito.
T i is esperanças estão baseadas em coisas externas sobre as quais tem os pouco
controle: um a opinião favorável de nosso chefe de trabalho, o p rofessor
fazer a p erg un ta certa, nosso nome ser escolhido entre m ilhares de outros.
M a s a esperança que tem o s cm C ris to é um a certeza ab so luta. N ão
deixa nada ao acaso. E baseada no fato da ressurreição de C ris to e no fato
de que ele foi à n o ssa frente p ara p reparar n o ssa m o rad a antes de nossa
chegada.
Em m in h as viagens
O )iá estive em m u ito s h o téis no m u n d o todo. A lgu
O m as
vezes, q u an d o eu chego ce do, as cam areiras ainda não tiveram tem p o de
lim p a r o q u a rto e fazer as cam as; então, eu tenho de esperar. Eu po sso ter
esperança de en co n trar o q u arto p ro n to no hotel, mas não tenho controle
sobre isso.
P odem o s estar seg uro s de que o lu g ar q ue C r is to está p rep aran d o para
nós estará p ro n to quan do ch egarm o s p o rq u e com ele nada é deixado ao
acaso. T udo o que ele p ro m eteu ele vai cum prir, com o d isse que faria.
“B em -aven turado aquele que tem o D eus de Jacó p o r seu au x ílio e cuja
esperança está p o sta no Senhor, seu D e u s.” (SI I 4 6 - 5 -)

Nosso D eus c Pai, minha esperança está edificada cm ti com o a Rocha dos Séculos.
Fico m u ito seguro p o r saber que estás me sustentando enquanto vivo. E sei que posso me
apoiar em ti e estarei seguro. Obrigado, Pai, p o r seres minha salvação e p o r Jesus, que é o
alicerce sólido da minha vida. Amém.

9 de a brii

FOI A M O R .

C om am or eterno te amei; também com amável benignidade te atrai. Jerem ias 31-3

F O I amor, o am o r de Deus, que colocou estas palavras na boca e no


coração dos p ro fetas: “Todos nós an dam o s desgarrado s com o ovelhas; cada
u m se desviava p elo seu cam in h o , m as o S e n h o r fez c air so b re ele a
in iq ü id a d e de nós t o d o s ” (Is 5 3 .6 ).
Foi amor, o infalível am o r de D eus, que trouxe essas p ro fecias a u m
c u m p rim e n to preciso. N u m dia específico marc ado no calend ário da terra
e em u m lu g ar específico m arcado no m ap a da terra, o Filho de D eus veio
a este p lan eta.
Foi am o r que m oveu o Filho de D eus a re fletir a m e sm a afeição pelo
m u n d o com o a de D eus o Pai, e a m o s tra r um a co m p aixão d esp ren d id a
p elos enferm os, os aflito s e pelos carregados de pecado.
Foi am o r que cap acito u Jesus C ris to a se to rn ar pobre, para que nós,
através de sua pobreza, p u d éssem o s ser ricos.
F o i a m o r, a m o r d i v i n o , q u e f e z c o m q u e e le s o f r e s s e a c r u z ,
d e s p r e z a n d o a v e rg o n h a , e s u p o r t a s s e as c o n tr a d iç õ e s d o s p e c a d o r e s
c o n tr a si m e s m o .
Foi am o r que o conteve q u an d o ele foi fa lsam en te acusado de b lasfêm ia
e levado ao G ó lg o ta para m o rrer com ladrões co m u n s; ele não levan to u a
m ão co n tra seus in im ig o s.
Foi nada m enos que am o r que o im p ed iu de ch am ar doze legiõ es de
anjos para vir em sua defesa.
Foi am o r que fez com que, n um m o m en to de do r ago n izan te , ele p arasse
e desse vida a u m p ecado r arrep en d id o que clamava: “Senhor, le m b ra -te de
m im , q u an d o entrares no teu reino.'”
Foi a m o r que , d e p o i s q u e t o d a t o r t u r a i n v e n t a d a p o r h o m e n s
degen erado s foi jo g ad a sobre ele, fez com que Jesus levantasse a voz e
orasse: “Pai, p erd o a-lh es, p o rq u e na o sabem o que fazem (L c 2 3 .3 4 )*

Nosso D eus e Pai, teu amor, que abrange todas as coisas, m e humilha deixando-me sem
palavras. Não mereço teu surpreendente am or que é derramado sobre m im a cada hora, dia
após dia. No entanto, sei que não posso viver sem ele. Obrigado p o r m e amar, Senhor. Eu
também te amo, através de Cristo J esu s —a m or divino cm f o r m a humana. Amém.

10 cie a l r i /

O PODER DA C R U Z

Porque a p alavra da c r u ^ é loucura para os que p erecem ; m as para nós, que som os
salvos, é o p o d er de Deus. 1 C o rín tio s I . I 8

N A O p o d em os nun ca so n d ar as p ro fu n d id ad es do pecado, ou s e n tir quão


h o rrível é o pecado h um an o, até que vamos à c ru z e vem os que foi o
“p e c a d o ” que fez com que o Filho de D eus fosse crucificad o . Os terrores
da guerra, a tragédia do su icíd io , a ago n ia dos g o lpead o s pela pobreza, a
dor do so frim en to dos rejeitados pela nossa sociedade, o san gue das vítim as
de aciden tes, o terro r das vítim as de abuso e de estu p ro em n o ssa geração
— tu d o isso fala com uma s ó voz da degradação que assola a raça h u m a n a
nestes tem p os. M a s n en h u m pecado que tenha sido c o m etid o no m u n d o
h oje p o d e-se c o m p arar com a m edida cheia do pecado do un iverso que
levou Jesus à cruz. A p erg u n ta que é lan çad a aos céus através dos te m p o s é:
“Q u e m é ele e p o r que ele tem de m o r re r ?” A resp o sta vem: “E ste é m eu
Filho un igén ito , m orrendo não apenas pelos teus pecados, mas pelos pecados
do m u n d o t o d o ”. Pata você, talvez o pecado seja algo p equen o ; para D eus
é algo gran de e horrível. E a seg u n d a m aio r coisa no m u n d o ; só o am o r de
D eus é maior.
Q u an d o co m p reen d em o s o grande preço que D eus estava d isp o sto a
pagar pela redenção do h om em , só então co m eçam os a en ten d er que algo
está te rriv elm en te errado com a raça h um an a. Deve haver u m Salvador, ou
tudo está p erd id o ! O pecado cu sto u a D eus o que ele tin h a de melhor.
S u rp reen d e que os anjos te n h a m coberto seus rostos, q ue te n h a m ficado
cm silên c io , co n stern ad o s, quan do te ste m u n h a ra m o d esen ro lar do p lan o
de D e u s ? C o m o deve te r p a r e c id o i n c o n c e b ív e l p a r a ele s, q u a n d o
c o n sid era ram a m e d o n h a depravação do pecado, que Jesus devesse arcar
com tu d o ! M a s, logo eles d esvendaram o rosto e ofereceram no vam en te
seus louvores. U m a lu z foi acesa naquele dia no Calvário. A cruz resplandecia
com a gló ria de D eus en q u an to trevas terríveis foram d e stru íd as pela lu z
da salvação. As legiões depravadas de Satanás foram vencidas e não p ud eram
m a is m a n te r todos os hom ens nas trevas e na derrota.

Nosso D eu s e Pai, p erd oa -m e pelos m eus malditos pecados que m e separam de ti. Tira
de m im m eu desejo p o r coisas pecam inosas c purifica meu coração, fa z en d o dele um a
casa para ti e teu Espírito. Limpa minha alma de tudo, Senhor, e coloca minha vida cm
ordem para que J e su s sinta-se bem -vindo para v iver comigo. No nom e dele. Amém.

11 d e cl L r l i

NOSSO DEUS ESQUECE!

...Porque todos me conhecerão, desde o m en o r deles até ao maior, d i^ o Senhor; porque


perdoarei a sua maldade e nunca mais me lembrarei dos seus pecados. Jeremias 31-34

O D E U S o n iscien te te m a h ab ilid ad e ún ica que nós não tem o s: ele tem


a h ab ilid a d e de esquecer. O D eus da graça esquece nossos pecados e os
lim p a co m p le ta m e n te c para sem pre de sua m e m ó ria! Ele nos coloca dian te
de si como se n un ca ho uvéssem o s co m etid o n en h u m pecado.
Em lin g u a g e m teológica, isso é cham ado justificação. A Bíblia diz: “Sendo,
pois, ju stific a d o s pela fé, tem o s paz com D eus p o r nosso S e n h o r Jesus
C r i s t o ” ( R m 5 -1 ).
N ão existe p o s s ib ilid a d e de verdad eira felic id ad e até que te n h am o s
estabelecido am iza d e e co m un h ão com D eus. E não existe p o ss ib ilid a d e
de estab elecer essa co m un h ão sem a cruz de seu Filho, Jesus C risto . D eus
diz: “Eu te p erdoarei, mas te perdoarei apenas ao pé da c r u z ”. Ele diz: “Eu
terei co m u n h ão co n tigo , mas terei co m un hão co n tigo apenas ao pé da
c r u z ”. E sta c a razão pela qual é n ecessário que ch eguem o s à cruz cm
arrep en d im en to de no ssos pecados e pela fé em seu Filho en co n trar perdão
c salvação.
Q u an d o chegam o s a C risto , D eus tra n sm ite sua ju s tiç a p ara nós. E
com o se u m dep ó sito tivesse sido feito em nossa conta no céu, d eclara n d o -
nos ju sto s p o r causa de C ris to . O C o n ta d o r D ivino cancela n o ssa d ívid a!

Nosso D a i s e Pai, curvo~mc ao p é da c r u z e m hum ilde gra tid ã o p o r tua incrível


salvação. Celebro meu docc relacionam ento contigo através da oração, da Palavra e da
igreja. O brigado p o r esquecer as minhas f a lt a s e perdoar m eus pecados através do
sangue de Jesus. Amém.

12 cl o ci í r l /

É PRECISO UM NOVO CORAÇÃO

Eu lhes darei u m coração n ovo e u m a m ente nova. Tirarei seu coração obstinado de
pedra e lhes darei um coração obediente. Ezecjuiel 1 1 .1 9

O R A I O n c t i n i c o é a p ro p riedad e do fogo, que p ro d u z m u d an ça quím ica.


T ran sfo rm a m a d eira cm cinzas, tem p era o aço e m o d ific a a cor e a form a
dos o b jeto s com os quais en tra em co ntato.
E essa p ro p ried ad e dos raios do sol que tran sfo rm a as sem en tes em
p lan tas, botões em flores e a gram a em feno... E o raio m ila g ro so que
tran sfo rm a coisas inú teis em úteis através do pro cesso de m udan ça.
C o m o o raio de calor, ele é tam b ém um sím b o lo da h ab ilid ad e de D eus
em fazer coisas m ais po d ero sas no d o m ín io esp iritu al.
Q u an d o u m h o m em chega em co n tato com D eus, ele n un ca p o d e v o ltar
a ser o m esm o . Esse “fo g o ” ou o atrai ou o afasta, salva ou d estró i, ajuda
ou im pede. A ceito e u tiliz a d o , to m a -s e em b enefício e bênção. R e je ita d o ,
to rn a-se em p reju íz o e m aldição . U m ladrão m o rib u n d o foi atraíd o para o
calor do S alvado r; cie re sp o nd eu e foi salvo. O o u tro ladrão afasto u-se. c
re jeito u a co m p aixão de D eus; ele se perdeu.
D eus to m a o fraco e o to rn a forte. Ele to m a o vil e o to rn a puro. Ele
to m a o in d ig n o e o to rn a dign o . Ele to m a o p ecado r e o to rn a sem pecado.
C o m isso em m ente, E zeq u iel disse: “E vos darei u m coração novo e
porei dentro de vós u m esp írito novo; e tirarei o coração de pedra da vossa
carne c vos darei u m coração de carn e ” (E z 3 6 . 2 6 ) .

Nosso D eus e Pai, dá-m e u m coração c u m a m ente novos. Tira m inha obstinação e
f a ç c - m c obediente a ti. C oloca teu Espírito em minha alm a, ó Senhor; e m a n tém -m e
ainda m ais próx im o de ti. Não consigo sobreviver sem ti e teu Filho. Amém.

1 3 cí a a í r i. i

AGORA EU ME DEITO PARA DORMIR

Em paz^também me deitarei e dormirei, porque só tu, Senhor, m e fa z e s habitar cm


segurança. S a lm o 4-8

M U I T A S p esso as têm d ificu ld ad e para d o rm ir à noite. A lg u m as to m a m


q u a lq u e r tip o de c o m p rim id o e o u tro s m e d ic a m e n to s p ara aju d á -la s a
do rmir. O utras requerem receitas de remédios para co n seguirem o necessário
descanso.
Eu não sou m éd ico e não me atreveria a receitar m e d icam en to s, m as é
m in h a experiência que m u ito s cm n o ssa c u ltu r a v o ltam -se p ara às drogas
em p rim eiro lu g a r e não para D eus. M u it a s vezes, é um esp írito in q u ie to e
não falta de eq u ilíb rio q u ím ico que nos im pede o descanso de que o corpo
necessita.
Os S a lm o s são, talvez, u m dos lugares m ais tr a n q ü ilo s das E scritu ras
ao q u al se p o d e ir p ara deixar de lado os p ro b lem as e as d ificu ld ad es do
dia. A a lg u n s dos salm o s foi acrescen tada a m ú sica, e o u v in d o -a s n u m
gravado r ajud a a acalm ar os cuidado s do m u ndo .
D eus q u e r que tenh am o s descanso. Ele sabe que o n ecessitam o s para
trab alh ar efetiv am en te en q u an to estam os acordados. E ntão, da p ró x im a
vez em que você tiver d ific u ld a d e para d o rm ir à no ite (e m e sm o q u an d o
não te n h a ), lera alguns salm os. Escolha um lu g a r q u ieto em sua casa c
deixe D eus acalm ar seu esp írito agitado ao po n to em que você p o ssa receber
seu d escan so e cjuc você co lo que sua co n fian ça nele.

Nosso D eus c Pai, encontro m eu descanso cm ti. D u rm o cm p a ^ à noite porque sei que tu
estás cuidando de mim. Obrigado pelos salmos e pelas passagens tranquilizadoras da tua
Palavra que me dão a confiança tranqüila para viver minha vida com alegria. Obrigado
pela p a r q u e conheço através de Cristo, Aquele que trouxe paz^à terra. Amém.

/ -4 c l e ci l r LH

A VISÃO DO VALE

Assim diz^o Senhor J e o v á a estes ossos: Eis que f a r e i


entrar em vós o espírito, c vivereis. E zeq u iel 37-5

NICODEMOS era u m dos h o m e n s m a is r e lig io s o s de seu s d ias,


co n tu d o C r is to lhe disse que ele precisava n ascer de novo (Jo 3-3 ).
Essa tran sfo rm a ção é o tem a da p aráb o la do vale de ossos secos de
E zequiel. Essa p arábo la re trata Israel como seco e q uase p erdido , sem
n en h u m a evidência de vida. Tudo que resto u foram ossos, secos e m orto s.
Isso é verdade para centenas de igrejas hoje. As organ izações vão indo
suavem en te, e sta tístic a s aum en tam , mas existe p o uca vida. O u tras igrejas
ou p erd e ram seu p rim eiro amor, ou não são nem q u en tes n em frias e estão
sendo v o m itad as da boca de C ris to (Ap 2 .4 ; 3 . 1 5 - 1 8 ) .
C o n tu d o , o q ue é m ais em o cio n an te na h is tó ria de E zeq u iel é que a
nova vida é possível. O m ilagre da regeneração p o de aco n tecer; a igreja
p ode ser reavivada de dentro. “A ssopra sobre estes m o rto s, para que vivam .”
(E z 37-9-) Apesar de E zequiel estar falando a respeito de Israel, sua parábola
é ap licáv el ig u a lm e n te à Igreja de C ris to . O in te re s se de D eus não é
m e ram en te alcançar os de f o r a , tão im p o rtan tes q u an to p o ss am ser; ele está
in teressad o ta m b ém em m u d ar os que estão dentro.
A lgun s cristão s falam em to rn ar o m u n d o melhor, sendo com o ele; mas
ao co n trário , a h is tó ria tem m o stra d o que a igreja acaba to r n a n d o -se com o
o m u n d o — perde seu p o d er e sp iritu al, seu esp írito evangelístico e sua
in flu ê n c ia p u rificad o ra . A igreja co m p ro m eteu -se com o m u n d o e chegou
a tal p o n to que perdeu m u ito do seu poder.
O ch am ad o dc C n s t o c para um a rcdedicação a cie —u m cham ado para
sc g u i-lo , p ara p ad ro n iz a r nossa vida pela dele. C o m o Jo h n W e s le y escreveu
tão sab iam en te: “N a d a esfria ta n to m eu am or p o r C n s t o com o o m u n d o ”.
E dessa fo rm a que eu quero viver!

Nosso D eu s e Pai, preciso ser regenerado dessa forma... Minha f a m ília precisa ser
revitalizada dessa form a ... E minha igreja precisa ser restaurada para ti dessa form a...
Ajuda-nos, Senhor, a contarm os contigo para a realização destas importantes
m udanças, através dc Jesus. Amém.

i5 d c> a b r l i

ENTREGANDO A DEUS

R ogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão dc Deus, que apresenteis os vossos corpos cm
sacrifício vivo, santo c agradável a Deus, que é o vosso culto racional. Rom anos 12.1

O D I A I 5 dc abril, nos E stados U n id o s, é u m d ia te m id o p o r m u ito s


am erican os. E o dia em que nossos im p o sto s dc renda devem ser pagos ao
governo. M u ita s vezes é uma corrida frenética para com pletar os fo rm ulário s
q ue deveriam estar p ro n to s há m u ito tem p o , m as fo ram deixados de lado.
As agências
O do correio nas D grandes cidades ficam abertas até a m e ia-n o ite ,-
c m ilh ares de p ro crastin ad o res correm para assegu ra rem -se de que suas
devoluções sejam carim b adas até a m e ia -n o ite para que não te n h a m de
p ag ar m u lta .
Jesus disse a seus seg uido res: “Dai, pois, a C ésar o que é de C é sar e a
D eus o que é de D e u s ” ( M t 2 2 . 2 1 ) . N e sta época do ano, q u an d o estam os
p reo c u p ad o s com o que devemos ao governo, p o d eríam o s ap ro v eitar e
p e n s a r so b re o que devem os a D e u s. D e vem o s tu d o a D e u s ! F om os
co m p rad o s por um preço terrível, o corpo quebrado c o san g u e vertido do
F ilh o de Deus.
P orque p erten cem o s a D eus, se co n fiam os em C n s t o para nos salvar
dos nossos pecados, D eus tem o direito de esperar que p o ssam o s en treg ar
certas coisas a ele. T em os a obrigação de ap resen tar no ssos corpos com o
“sac rifício vivo, san to c agradável a D e u s ”. S o m o s o rd en ado s a ap resen tar
a D eus nossos d íz im o s e ofertas. E, além disso, D eus q u er ter co m u n h ão
c am izad e com seus filhos, da m esm a form a que nós, que so m os pais,
querem o s o m esm o re lacio n am en to com nossos p ró p rio s filhos.
D eus q u er que falem os com ele através da oração e que recebam os suas
re sp o stas através da le itu ra de sua Palavra e da direção do E sp írito S an to .
D eus descreve tu d o isso com o razoável, e é m esm o , para A lg u é m que fez
ta n to p o r nós.

osso D eu s e Pai, eu te am o de todo o coração e sempre vo u querer te dar m ais do que o


“esperado”. Q uero fazer m ais do que apenas dar o dizimo. Sei que tudo o que tenho
pertence a ti dc qualquer jeito e que sou apenas aquele que está cuidando destes bens
aqui 11a terra. Por favor.; a ju d a -m e a usá-los com sabedoria para g lo r ific a r a ti e não a
mim. Em nom e de Jesus. Amém.

16 (lo (I l r i I

PRESTE ATENÇÃO NOS ANJOS

Então, D a n iel falou ao rei: ...O meu D eu s enviou o seu anjo e fechou a boca dos leões,
para que não me fizessem dano... D a n iel 6.Z1, 2 2

OS an jo s n o s m i n is t r a m p e s s o a lm e n te . M u i t o s re la to s na E s c r itu r a
co n firm am que so m os objeto d c sua atenção ind ivid ual. Em seu livro,
Conversa de Mesa, M a rtin h o L u t e ro d i s s e : “U m anjo é um a criatu ra esp iritu al,
criada p o r D eus sem corpo, para o serviço dos cristão s e da ig r e ja ”.
T ilv cz nem sem pre estejam o s con scien tes da presença dc anjos. N ão
p o d em o s sem pre p re d iz e r com o eles vão aparecer. M a s d iz -se que os anjos
são no ssos vizinhos. M u it a s vezes, po dem ser nossos co m p an h eiro s sem
que tenham os consciência de sua presença. Pouco sabemos dc seu m in istério
co n stan te. C o n tu d o , a Bíblia nos assegura que um dia nossos olhos serão
desven dado s para ver c conhecer to da a extensão da atenção que os anjos
tê m nos dado ( l Co 13. 11 - 1 2 ) .
N o A n tigo T estam ento, D aniel descreveu vividam ente o am argo co n flito
entre as forças an gélicas de D eus e os op o n en tes d em ô n io s das trevas.
A n tes de o anjo chegar até ele, passou três sem anas desolado (D n 1 0 . 3 ) .
Ele não co m eu pão, carne, ou bebeu vinho, nem se u n g iu com ungèiento.
E n q u an to estava às m argens do n o T igre, u m h o m e m vestid o de lin h o
apareceu. S e u rosto parecia u m relâm p ago e seus olhos com o tochas de
fogo. S u a voz era com o o b arulh o de u m a m u ltid ã o .
Apenas D a n iel viu a visão. O s h om ens que estavam com ele não viram.
C o n tu d o , grande te m o r caiu sobre eles, e fu g ira m para se esconder. D eixado
a sós com o v isitan te celestial, D an iel sen tiu suas forças esvaírem -se, tal
foi o efeito q ue o p erso n ag em teve sobre ele.
M u ita s experiências do povo de Deus sugerem que os anjos lhe estiveram
m in is tr a n d o . O u tro s talvez nem tenh am p erceb ido que fo ram ajud ad o s,
m as a visitação foi real. A Bíblia nos diz q ue Deus o rd en o u aos anjos
m in is tr a re m ao seu povo — aqueles que foram redim ido s pelo p o d er do
san g u e de C ris to . Talvez, m u ita s vezes, não p erceb am o s sua presença.

Nosso D eus e Pai, sei que tu com andas legiões de anjos que nos protegem a defendem
enquanto teus filhos. Q uero ter a capacidade de ve r e sentir a presença deles em minha
vida, Senhor. D á -m e visão e entendim ento espiritual dos seres celestiais e de com o eles
tocam minha vida. Aumenta minha f é através de Cristo. Amém.

17 do aL rlJ

O TÚMULO NO JARDIM

E José, tom ando o corpo, ... depositou-o no seu sepulcro novo, que havia aberto em
rocha; e, rolando um a g r a n d e pedra para a porta do sepulcro, retirou-se. [...] E eis que
houvera um g r a n d e terremoto; pois um anjo do Senhor descera do céu e, chegando-se,
rem overa a pedra e estava sentado sobre ela. M a te u s 2 7 - 5 9 - 60 ; 2 8 . 2 , V R .

O A N J O q ue veio ao ja rd im onde o corpo de Jesus estava ro lo u a pedra


e p e r m it iu que o ar fresco e a lu z da m an h ã en chessem seu tú m u lo . O
sep ulcro não era m ais u m lu g a r vazio ou um d o rm itó rio m o n ó to n o ; em
vez disso, era u m lu g ar que declarava vida e irradiava a g ló ria do D eus vivo.
N ão era m a is u m a p risão escura, mas u m tran sfo rm a d o lem b rete da luz
celestial que em p u rro u para o lado as so m b ras da m o rte. A ressurreição de
Jesus o tran sfo rm o u .
U m p o eta desco nh ecido disse do tú m u lo : “E ste é agora a cela aonde os
anjos co stu m a m vir c de onde co stu m a m ir com n o tícias do c é u ”. N e n h u m a
palavra de anjos ou de h o m ens pode descrever ad e q u a d am e n te a altu ra e a
p ro fu n d id ad e , o co m p rim en to e a largura da gló ria para a q ual o m u n d o
d e sp e rto u q u an d o Jesus su rg iu da so m b ra da m o rte para a vida.
A lg u n s po etas an ô n im o s re su m iram a vida e o m in is té r io de C r is to nas
se g u in te s palavras:
A quele que é o Pão da V ida com eçou seu m in is té r io com fome.
A quele q ue é a A gua da V id a te rm in o u seu m in is té r io com sede.
A quele q ue estava cansado é nosso verdadeiro descanso.
A quele que p ago u trib u to é o Rei dos reis.
Ele orou, co n tu d o ouve nossas orações.
Ele ch o ro u, m as en xuga nossas lágrim as.
Ele foi vendido p o r tr in ta m o edas de prata, c o n tu d o é no sso R ed en to r.
Ele foi levado com o ovelha para o m a tad o u ro , todavia é o Bom Pastor.
Ele m o rre u e deu sua vida, e, m o rren do , d e s tru iu a m o r te para todos
que crêem.

Nosso D eu s t Pai, não consigo im agina r a dor que tu sentiste quando J e s u s m orreu e
f o i colocado naquele sepulcro horrível. E, m esm o assim, tu gritaste de alegria quando ele
ressuscitou vitorioso sobre Satanás e sobre a morte. A juda -m e também a entender que a
sepultura é temporária e que existe vida eterna do outro lado p o r causa de Jesus.
Amém.

1 8 cí o et í r i. t

O FATO DA RESSURREIÇÃO

Ora, D eus, que também ressuscitou o Senhor, nos ressuscitará


a nós pelo seu poder. I C o rín tio s 6 .1 4

S O B R E este fato g ra n d io so está fixado o in teiro plan o da redenção de


D e u s . S e m a r e s s u r r e iç ã o n ão h a v e ria sa lv açã o . C r i s t o p r e d is s e su a
ressu rreição m u ita s vezes. Ele disse em um a ocasião: “Pois, com o Jonas
esteve três dias e três no ites no ventre do gran de peixe, assim estará o
F ilh o do h o m e m três dias e três n o ites 110 seio da te r r a ” ( M t 1 2 .4 0 , V R . ) .
C o m o ele p redisse, ele se levan to u!
E x istem certas leis de evidência que su s te n ta m o e stab elecim en to de
q u alq u er evento histórico. Deve existir docum entação do evento em questão,
feita p o r te ste m u n h a s co n tem p o rân eas e confiáveis. E xiste m ais evidência
de que Jesus re ssu sc ito u dos m o rto s do que existe que Jú lio C ésar te n h a
ex istid o ou que Alexandre, o G rande, m o rreu aos tr in t a e três anos. E
estran h o que h isto riad o re s aceitem m ilhares de fatos aos q u ais eles p o d em
p r o d u z ir apenas fragm e n to s de evidência. M a s d ian te da vasta evidência da
ressu rreição dc Jesus C ris to eles lan çam u m olhar cép tico e su s te n ta m
dúvidas in te le c tu a is. O p ro b lem a com essas pessoas é que elas não querem
acreditar. Sua visão esp iritual está tão cega e elas estão cheias de preconceitos
que não p o d em aceitar o glo rio so fato da ressurreição de C r is to apenas
pelo te ste m u n h o da Bíblia.
A re ssu rreição sign ifica , antes de tudo, que C r is to era, inegavelm en te,
D eus. Ele era o que dccl arava ser. C ris to era a D eid ad e em carne.
S eg u n d o , sig n ifica que D eus aceitou seu sacrifício e x p iató rio na cruz,
o q ual era necessário para nossa salvação. “O q ual p o r nossos pecados foi
e n treg u e e re ssu sc ito u para nossa ju s tific a ç ã o .” ( R m 4 : 2 5 . )
Terceiro, assegura à h u m an id ad e a ju stiça do ju lgam en to . “Porque, como,
pela d esobediência de u m só hom em , m u ito s foram feitos peca do res, assim ,
pela o b ed iên cia de um, m u ito s serão feitos j u s t o s .” ( R m 5.I-9-)
Q u arto , g aran te que nossos corpos tam b ém serão re ssu sc ita d o s no fim.
“M a s , agora, C risto re ssu sc ito u dos m o rto s e foi feito as p rim íc ia s dos
que d o rm e m .” ( i C o 1 5 .2 0 .) A E scritura ensina que, como cristãos, nossos
corpos p o d em ir para a sep u ltu ra, mas eles serão re ssu sc ita d o s na grande
m a n h ã da ressurreição. Então a m o rte será tragad a pela vitó ria. C o m o
re su lta d o da ressurreição de C risto , o agu ilh ão da m o rte é extin to e C r is to
m esm o te m as chaves. Ele diz: “Eu sou o que vive; fui m o rto , m as eis aqui
esto u vivo para todo o sem pre. A m ém ! E tenh o as chaves da m o rte e do
in f e rn o ” (Ap I . I 8 ) . E C ris to p ro m ete que “Porque eu vivo, vós ta m b ém
vivereis .

Nosso D eus c Pai, creio na ressurreição corpórea da m orte dc Cristo. Não tenho dúvida
de que ele estava m orto c ressuscitou. E creio que, com o ele, eu serei ressurrecto da m orte
e viverei contigo para sempre. Tenho f é na tua promessa, Senhor. E esta ê a minha
esperança, através de Cristo. Amém.
A DERROTA DA M O R T E

M as o a n jo, respondendo, disse às mulheres: Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a
J esu s, que f o i crucificado. Ele não está aqui, porque j á ressuscitou, com o havia dito.
Vinde, vede o lu ga r onde o Senhor jazja. M a te u s 2 8 . 5-6

N O terceiro dia depois de sua m o rte a B íblia diz: “E eis que houvera u m
grande te rrem o to , p o rq u e u m anjo do Senhor, descendo do céu, chegou,
rem ovendo a pedra, e sen to u -se sobre ela. E o seu aspecto era com o um
relâm p ago , c a sua veste, branca com o a neve. E os guard as, com m edo
dele, ficaram m u ito asso m b rado s e com o m o rto s .
A pesar de algu n s estu d an te s da Bíblia te n tare m calcular q u an to pesava
essa pedra, não p recisam o s fazer especulações, p o rq u e Jesus p o deria ter
saído do tú m u lo se a pedra estivesse lá ou não. A Bíblia m e n cio n a isso para
que as gerações vin d ou ras p o ssam conhecer alg u m a coisa do trem en d o
m ilagre de ressurreição que aconteceu.
E n q u an to M a r ia olhava p ara dentro do sepulcro ela viu “dois anjos
vestido s de branco, assen tado s onde jazera o corpo de Jesus, u m à cabeceira
e outro aos p é s ” (Jo 2 0 . 1 1 , 1 2 ) . E ntão um dos anjos que estava sen tado
fora do tú m u lo p ro clam o u a m aio r m e n sag em que o m u n d o jam ais ouviu:
“Ele não está aqui, p o rq u e já r e s s u s c ito u ”. Estas poucas palavras m u d a ra m
a h is tó ria do universo. M o r re r a m o desespero e as trevas; a esperança e a
expectativa nasceram nos corações dos hom ens.

Nosso D eu s e Pai, louvo teu nom e ju s t o e perm aneço assombrado p o r tua majestade.
Pois eu sei que f o s t e tu quem f e ^ c o m que a pedra fo s s e rem ovida da f r e n t e do sepulcro
do Salvador. Sei que fo s t e tu quem apresentou o sepulcro vazio ao m u n d o com o um a
p r o v a do teu senhorio. Eu creio em ti, Senhor. E creio no teu Filho. Amém.
SEMEAR E COLHER

Semeai para vós em justiça, colhei segundo a misericórdia;


lavrai o cam po alqueivado; porque é tempo de buscar ao Senhor,
até que venha e chova a ju stiça sobre vós. O séias 1 0 .1 2 , V R .

A P A L A V R A de D eus diz: “S em eara m ventos e segarão to r m e n t a s ”


(O s 8 . 7 ) .
A lei im u tá v el de “sem ear e c o lh e r” tem m a n tid o sua in flu ên c ia. N o s so
m u n d o é a resid ên cia in feliz de um a co lh eita de depravação m o ral e busca
em vão pela cura. As taras da in d u lg ên cia têm crescido m ais que o trig o da
m o d e ra ç ã o m o r a l. T oda h u m a n id a d e é c u lp a d a . M a s cada c am ad a da
so ciedade p ro cu ra jo g ar a culpa sobre as outras.
O s re p u b lic a n o s c u lp a m os d e m o c ra ta s; os d e m o c ra ta s c u lp a m os
rep u b lican o s. Os co m u n istas acusam os am ericanos; os am erican o s acusam
il os co m u n istas. O O rie n te den un cia o O c id en te; o O c id en te d en u n cia o
! O rien te. O cap ital en co n tra d efeito s no trab alh o ; o trab alh o en co n tra
d efeito s no cap ital. U m velho fazendeiro, em Indiana, re su m iu tu d o isso
q u an d o disse: “Toda a situação m u n d ia l é u m a b a g u n ç a !”
M a s, com o m in is tr o do evangelho, eu sou u m o tim ista . Os pro blem as
do m u n d o são gran des, mas D eus é m aio r! Se nos atreverm os a levar D eus
a sério, co nfessar no ssos pecados e co n fiar sem reservas em sua sabedoria,
direção e força, os problem as de nosso m u n d o poderão ainda ser resolvidos.
A in d a há tem p o para trazer paz, mas este tem p o é curto. O que fazem os,
devem os fazer depressa.
O que você tem feito recen tem en te para Deus?

Nosso D eus e Pai, coloco~me diante de ti cm fa v o r do m eu m undo. Perdemos o controle


dele, Senhor, e precisam os da tua ajuda para salvá-lo. Mostra~nos com o restaurar a
m oralidade e a espiritualidade do nosso povo. Mostra~nos com o levar nosso m u n d o a ti.
Precisam os de ti, Deus, porque só tu és m aior que 05 problem as do mundo. Em nom e de
Jesus. Amém.
C R I S T O C R U C IF IC A D O : U M E X E M P L O DE S O F R IM E N T O

Ainda que era Filho, aprendeu a obediência p o r meio daquilo que sofreu;
c, tendo sido aperfeiçoado, veio a ser autor da eterna salvação para todos
os que lhe obedecem. H eb reus 5 -8 -9, V R .

O NOVO T estam en to , c o n q u an to in s is ta que o verdadeiro p ro p ó sito


pelo q ual Jesus sofreu foi para trata r com nossos pecados, ta m b ém nos
ap o n ta para o so frim en to do Salvad o r com o u m p adrão sobre com o nós,
com o seu povo cristão, devemos su p o rta r nossos so frim en to s.
A ssim o ap ó sto lo Pedro, ao d irig ir-se aos cristão s escravos, os e stim u la
a su p o rta r seus so frim en to s em sub m issão , m esm o quan do não ten h am
c o m etid o erros: ‘P orque para isso fostes cham ados, p o rq u a n to tam b ém
C r is to p adeceu p o r vós, d eix an d o -vo s exemplo, para que sigais as suas
p isad as. Ele não co m eteu pecado, nem na sua boca se ach o u engano; sendo
in ju riad o , não injuriava, e, quan d o padecia, não ameaçava, mas entregava-
se àquele q ue ju lg a ju s t a m e n t e ” ( i Pe 2 . 2 1 - 2 3 , V .R ).
C r is to nos deixou o exemplo. A palavra grega usada para exemplo deriva da
vida esco lar c refere-se a u m m odelo de escrita que deveria ser copiado
pela criança que está ap ren den do a ler. C risto é o nosso livro de cópias.
O lh am o s para ele e ap ren dem o s com o o so frim en to deve ser su p o rtad o .
N a p assagem , o ap ó sto lo cham a a atenção para q u atro coisas sobre o
S alv ad o r sofredor. P rim eiro , sua vida santa: “Ele não co m eteu p e c a d o ”;
seg u n d o , sua palavra sem astúcia: “na sua boca não se achou e n g a n o ”;
terceiro, seu esp írito p aciente: “Sen d o in ju riad o , não injuriava, e, q u an d o
padecia, não am eaçava”; e q u arto , sua fé im p lícita: “entregava-se àquele
que ju lg a ju s t a m e n t e ’ .
O au to r aos H eb reus escreveu: “C o n sid e rai, pois, aquele que su p o rto u
tal co n trad ição dos pecadores co n tra si m esm o , para que não vos canseis,
desfalecen do cm vossas a lm a s” (H b 1 2 .2 - 3 , V R . ) .
S im , considere-o. Em n o sso s s o f rim e n to s e tr ib u la ç õ e s Jesus m e sm o
deve ser n o ssa p rin c ip a l co n sid era ção . D evem os fixar n o ss o s olh o s nele.
Ele q u e s o f reu p o r n ós m o s t r a - n o s co m o d evem o s s u p o r t a r n o ss o s
s o f r im e n to s .
Nosso D eu s e Pai, obrigado p o r J e s u s que m e mostra com o suportar m eus fa r d o s e
sofrimentos. A juda-m e a exibir em minha vida a santidade dele, sua f a l a cândida, sua
paciência e sua f é em ti. A juda-m e, Senhor, a não f i c a r cansado nem a perder o ânimo,
m as a lem brar que tu estás no controle. No nom e do Salvador. Amém.

2 2 cl c> a l r i (

A RECEITA DE DEUS PARA UM NOVO CORAÇÃO

C on v ertei-vo s a m im de todo o vosso coração; e isso com je ju n s ;


e com chorot e com pranto. Jo el 2 . 1 2

O L A M E N T O de arrep en d im en to não é chorar p o r au to p ied ad e; não


é o d esg o sto por p erdas m a teriais, nem rem orso por nossos pecados terem
sido desco b erto s. E in te ira m e n te po ssível lam en tar p ro f u n d a m e n te devido
à devastação que o pecado fo rjo u cm nossas vidas e, ain d a assim , não nos
arrep en derm os.
Eu já vi pessoas derram arem seu coração com igo, em lágrim as, p o rq u e
seus pecados fo ram desco bertos e elas estão com p ro b lem as sérios. M a s o
verdadeiro arrependim ento é mais do que estar sentido pelos nossos pecados
e d ep lo rar a m a n eira pela q u al p e rm itim o s o pecado desp edaçar n o ssa vida.
O verdadeiro arrep en d im en to é dar as costas ao p ecado — u m a decisão
co n scien te e delib erada de deixar para trás o pecado — e c o n scien te m en te
voltar para D eus com o c o m p ro m isso de se g u ir sua vontade para nossas
vidas. E um a m u d an ça de direção, um a alteração de atitu d e s e um a rendição
da vontade. H u m a n a m e n te falando, é nossa p equen a p arte no p lan o da
salvação — apesar de que até a força para arrep en der-se vem de D eus. M a s,
m e sm o assim , o ato de arrep en d im en to não nos co n segue n en h u m m é rito
ou nos to rn a dign o s de ser salvos — apenas dá co n diçõ es ao no sso coração
p ara a graça de D eus.
A B íblia diz: "Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, p ara q ue sejam
ap agado s os vossos pecados, e venham, assim , os tem p o s do re frig ério pela
p resença do S e n h o r ” (At 3-1 9)- N o ssa parte é nos arrep en d erm o s. D eus
fará o converter, o tra n sfo rm a r e o perdoar.
N e m sem pre é fácil d o b rar nossa vo n tade o b stin ad a e d efo rm ad a; mas,
q u an d o o fazem o s, é com o se um a vértebra fora de lu g ar fosse co lo cad a no
lugar. Em vez da p ressão e tensão de um a vida fora de h arm o n ia com D eus,
virá a seren idade da reconciliação.

Nosso D eu s e Pai, reconcilia-m e contigo cm todas as áreas da minha vida. Tira minha
rebeldia e m eus pecados. Traze-me de volta para um relacionam ento reto contigo. M eus
pecados fa z em com que eu clam e c chore de tristeza, e vo lto-m e para ti em total
arrependimento. Salva-me, Pai, através de Jesus, tm Filho. Amém.

2 3 d e ci í r i (

OS EFEITOS DO REAVIVAMENTO

E há de ser que, depois, derramarei o m eu Espírito sobre toda a carne,


e vossos filh o s e vossas filh a s profetizarão, os vossos velhos terão sonhos,
os vossos m ancebos terão visões. Joel 2.28

O Q U E aco n teceria se o reavivamento chegasse às n ossas vidas e igrejas


hoje? Eu tenh o certeza de um a coisa. N o m eio desse reavivam ento haveria
u m trem e n d o d erram ar do E sp írito San to .
Para começar, pessoas te ria m um a nova visão da m a jestad e de D eus.
P recisam o s en te n d er que o S e n h o r não é apenas am oroso, m ise ric o rd io s o
e cheio de com paixão, mas ele é tam b ém o D eus de ju stiça, san tid a d e e
ju lg a m e n to .
M u i t o s cristão s têm um a caricatura de D eus. Eles não vêem D eus em
t o d a su a p le n it u d e . N ó s c ita m o s v o lu v e lm e n te Jo ã o 3*16, m a s n os
esqu ecem o s do versículo seg u in te: “q u em não crê já está c o n d e n a d o ” (v.
1 8 ) . A com paixão não é co m p leta em si m esm a, m as deve ser acom p an h ada
p o r ju stiç a inflexível, ira contra o pecado e um desejo p o r san tidade.
O que m ais provoca a D eus não é o so frim en to físico , mas o pecado.
M u it a s vezes tem o s m ais m edo da dor física do que do erro m oral. A cruz
é a evidência p erm an en te do fato de que a san tid ad e é um p rin cíp io pelo
q ual D eus m o rreria. D eus não p od e lim p a r a culp a até que a expiação seja
feita. M is e r ic ó r d ia é o de que p recisam os e o que recebemos ao pé da cruz.
Em seu livro, The C hristian’s Secret o f a H appy Life (O segredo do cristão
para u m a vida f e liz ), H a n n ah W h i t a l l S m ith nos diz: o que p recisam os
é ver que a presença de D eus é um fato sem pre real, e que cada ato de nossa
alm a c p ra tic a d o d ian te dele, e cada palavra falada cm oração é realm en te
dita para ele, com o se nossos olhos p ud essem vê-lo e nossas mãos p u d essem
tocá-lo. Então, p araríam o s de ter esse co n ceito vago de nossas relações
com cie c sen tiríam o s a co m p ro m etedo ra força de cada palavra que dizem o s
cm sua presen ça ’.

Nosso D eu s e Pai, louvo-te em espírito e cm verdade. Reconheço que preciso da tua


compaixão e do teu amor, m as sei que a tua p u reça também exige a tua justiça,
santidade c cólera. P erdoa-m e todos os m eus pecados, Pai, e cobre-m e com a tua
m isericórdia e graça, que eu não mereço, através do sangue de Jesus. Amém

2 4 de a ! r i. i

ELE É NOSSA ESPERANÇA

...mas o Senhor será a esperança do seu p ovo c a


fortaleça dos filh o s de Israel. Joel 3-16, K.J.V

U M falecido historiador, A rnoíd Toynbee, deu sua divisa para o m undo


quando disse: “Agarre e espere”. Em outras palavras, ele disse que a tempestade
ruge; todos os ideais aos quais nos agarrávamos há alguns anos estão-se
desm oronando; mas ele aconselhou à h um an idade para agarrar e esperar.
C o n tu d o , existem m ilhares de pessoas que dia a dia e n co n tram re fú gio
das to rm e n ta s da vida pela sua fé viva no D eus vivo!
V oltar-se para D eus n um m o m en to com o este na h is tó ria do m u n d o é
m u ito m ais que um a form a de ‘‘e sc ap is m o ”. M ilh a re s de pessoas n o rm ais,
in te lig e n te s, te n ta ra m e provaram que o relacio n am en to vital com C r is to é
a experiência m ais satis fató ria em todo o m u n d o . Elas d esc o b riram que a
fé cm C ris to é m ais do que adequada para as pressões deste tem po.
O g o vern ad o r de u m estado o rien tal disse para o ito m il p essoas n u m a
co n ferência com o a fé em C ris to lhe deu paz, seg u ran ça e felicid ade. O
que C ris to fez p o r aquele govern ad o r p o d e fazer p o r você, se en treg ar sua
von tad e para ele.
C o n tu d o , alguns que lêem estas linhas estão presos pelo poder e confusão
do pecado. O desespero da solidão se instalou em sua alma, e nesse m o m en to
você se faz a p erg u n ta: “Vale a pena v iv e r :”
Para gran d e n ú m e ro de pessoas que escrevem toda sem an a p ara nosso
esc ritó rio em M in n e a p o lis , a vida deixou de valer a pena ser vivida. Para
to d a s elas eu te n h o boas n o tíc ia s . D e u s não n os c r io u p a ra se r m o s
derro tad o s, d esa n im a cíos, fru strad o s, alm as perdidas, b uscan d o em vão
pela paz no coração e na mente. Ele tem planos maiores para nós. A resp osta
para no ssos problem as, p o r m aio r que sejam, está tão perto q u an to a Bíblia,
tão sim p les com o m a te m á tic a de p rim e ira série e tão real q u an to as b atid as
de nosso coração.
A Bíblia d iz: "M as em to das estas coisas so m os m ais do que vencedores,
p o r aq u ele q ue nos a m o u ” ( R m 8 . 3 7 ) .
A Bíblia ta m b ém nos ensina que “todo o que é n ascid o de D eus vence o
m u n d o ; e esta é a vitó ria que vence o m u n d o : a nossa fé” ( I Jo 5-4 ).
Sobre a au to rid a d e da Palavra de D eus, eu declaro que C risto é a resposta
para to d a a t o r d o a n te p e rp le x id a d e q ue asso la a h u m a n id a d e . N e le se
en co n tra a cura para a preocupação, o bálsam o para a privação, a cura para
nossas fe n d a s e a suficiên cia para nossa insuficiên cia.

Nosso D eu s e Pai, minha solidão algum as vezes n u assola. Tateio na escuridão à


procu ra de luç. E, então, lem bro-m e de ti, e a luzida tua Palavra afasta minha
escuridão. Sei que a tua g r a ça é suficiente para m im , Smhor. D á -m e a tua paz^no m eio
dos m eus problemas. D á -m e Jesus. Amém.

2 5 d e ci í r i' (

NUVENS BRILHANTES

Pedi ao Senhor chuva no tempo da chuva serôdia; assim, o Senhor f a r á nuvens brilhantes,
e lhes dará chuvas copiosas, a todos erva no campo. Zacarias 10.1, K.J.V

E U recebi um a carta de um a jovem de dezenove anos na C o sta O rien tal,


cujo noivo acabara de term in ar o noivado. Seu coração estava com pletam ente
q u eb rad o , c a vida p arecia não valer m ais a pena ser vivida. Eu escrevi
d iz e n d o -lh e que não é sem pre fácil traçar os d esígn io s de D eus em nossas
esperanças m al p lan ejad as e sonhos. M a s resta a certeza de que, se som os
ch am ad o s de acordo com seu pro p ó sito , e se am am os a D eus, to das as
coisas c o n trib u e m ju n ta m e n te para o bem. Q u em so m os nós p ara d izer
q u al deve ser a direção do vento, ou com o Deus deve m a n o b rar nosso
barco através das tem p estad es da vida? O salm ista disse: “E ele...os g u io u
com a p erícia de suas m ã o s” (SI 7 8 . 7 2 , V .R .).
S im , su rg irão nuvens. Elas são parte da vida. M a s, pela graça de D eus,
não p recisam o s h c a r d ep rim id o s p o r causa da p resença delas. A ssim com o
as nuvens p o d em p ro teger-n o s do brilho do sol, as nuvens da vida p o dem
revelar a Ogló ria de D eus, e, de sua altu ra sub lim e, D eus fala conosco. C o m o
os filh o s de Israel, som os viajantes para a Terra P ro m etid a. E n q u an to eles
viajavam através do deserto, a Bíblia diz: “O S e n h o r ia ad ian te deles, de dia
n u m a co lun a de nuvem, para os gu iar pelo cam inho, e de n o ite n u m a coluna
de fogo, p ara os alumiar, para que cam in h assem de dia e de n o it e ” (Ex
1 3 .2 1 ).
Se sua vida estiver hoje triste, d ep rim id a e escura, C n s t o p o d e virar
essas nuvens escuras pelo o utro lado. M u ito s , talvez, fiq u e m d esa n im ad o s
p o r causa de pcca do s que nao co n seg uem vencer. oP eca do p o d e ficar
su sp en so sobre nós com o um a nuvem . O pecado nos d efo rm a. C au sa
tu rb ilh ã o e lu tas interio res. Todos p recisam os ser lib erto s do fracasso e do
pecado que nos ata e nos prende. Q u an do nos d ep aram o s com as nuvens
da d errota, p recisam o s abrir nosso coração e deixar C ris to entrar. D eixe-o
to m ar as nuvens do pecado e tran sfo rm a r você n u m a nova criatura.

Nosso D eu s e Pai, tu és a minha luz^e esperança no m eio deste m u n d o deprimente. Por


fa vor, liberta-m e das fa lh a s e dos pecados da minha vida. Tira o turbilhão e a luta que
sc passam dentro do m eu coração e da minha alma, m esm o que tu não tires o turbilhão
e a luta em si. Abre m eu coração para ti e teu Filho. Amém.

2 6 cl e a í r i i

A MORTE MORREU

E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é m ortal se


revestir da imortalidade, então, cu m p rir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a
m orte na vitória. I C o rín tio s 1 5-54

A M O R T E não é n atural, p o rq u e o h o m em foi criado para viver e não


para morrer. E o re su ltad o do ju lg a m e n to de D eus devido ao pecado e à
rebelião do hom em . S em a graça de Deus através de C risto , é um espetáculo
repulsivo . Eu já estive ao lado de pessoas m o rren do sem C ris to ; foi u m a
experiência terrível. Já estive ao lado daqueles q ue estavam m o rren d o em
C risto ; foi um a experiência glo rio sa. C harles S p u rg e o n disse da gló ria que
t o m a p a r t e n a m o r t e d o r e d i m i d o : “S e eu m o rrer com o tenho visto aígun s
m o rrerem , eu h o m enageio o grande evento. Eu não desejo escapar à m o rte
p o r a lg u m atalh o , se eu p u d er cantar com o eles cantam . Se eu tiver tais
hosanas e aleluias b rilh an d o em m eus olhos como eu vi e ouvi deles, m o rrer
será algo abençoa d o ”.
A m o rte é ro ub ada de m u ito de seu terro r para o verdadeiro cristão,
m as nós ainda p recisam o s da proteção de D eus quan d o p artim o s para a
ú ltim a jornada. N o m o m en to da m o rte, o esp írito se au sen ta do corpo e se
tr a n sp o rta através da atm o sfera. M a s a E scritura nos ensina que o diabo o
esp reita então. Ele é o “p rín cip e das p o testad es do a r ” ( E f 2 . 2 ) . Se os
olhos de nosso en te n d im en to estiverem abertos, p rovavelm ente p o derem o s
ver o ar cheio de dem ônios, os in im ig o s de C risto . Se S atan ás p ô d e im p ed ir
p o r três sem anas o anjo de D aniel 10, em sua m issão na terra, p o d em os
im a g in a r a oposição que o cristão en co n trará na m orte.
M a s C ris to , no C alvário, clareou o cam inho através do reino de S atan ás.
Q u an d o C ris to veio à terra, ele teve de p assar através do te rritó rio do
in im ig o e abriu um cam inho lá. Essa é um a das razões pelas q uais ele
estava aco m p anh ado por legiões de anjos quan do ele veio (L c 2 . 8 - 1 4 ) . E
p o r isso ta m b ém que anjos santos o aco m p an harão q u an d o ele vier o utra
vez ( M t I 6 . 2 7 ) . Até lá, o m o m en to da m o rte é a ú ltim a o p o rtu n id a d e de
S a ta n á s para atacar os verdadeiros cristão s; mas D eus enviou seus anjos
para nos g u ard ar n aquela hora. Q uão agrad ecido s devem os ser p o r esta
p ro m essa !

Nosso D eu s e Pai, sei que tens dom ínio sobre a m orte e sobre os agonizantes. A gradeço-
te a prom essa de que, quando minha vida na terra tiver term inado, teus anjos estarão
lá para acom panhar-m e neste m om ento fin a l. C onfiarei neles para conduzirem -m e em
segurança através dos portões dos céus e à tua presença. Em nom e de Cristo. Amém.
ONDE ESTÁ SEU TESOURO?

Porque onde estiver o vosso tesouro, a í estará também o vosso coração. M a te u s 6.21

O J O V E M rico que foi a Jesus estava tão cheio com sua p iedad e, suas
riq u e z as e sua avareza que se revoltou quan do Jesus m f o rm o u -lh e que o
p reço da vida etern a é “vender t u d o ”, ir e seg u i-lo . Ele foi em bora pesaroso,
a B íblia diz, p o rq u e ele não p o d ia separar-se de si m esm o . Ele desco briu
ser im p o ssív el to rn ar-se “pobre de e s p ír ito ” p o rq u e ele tin h a u m a soberba
avaliação de sua p ró p ria im p o rtân cia.
E stam o s cercados de todos os lados de arrogância, orgu lh o e ego ísm o :
esses são os re su ltad o s do pecado. D os céus chega a voz falando com um
m u n d o ato rm e n tad o , d e stru íd o : A co n selh o -te que de n u m com pres ouro
provado 110 fogo, para que te enriqueças, e vestes brancas, para que te
vistas, e não apareça a vergonha da tua n udez; e que unjas os teus olhos
com co lírio , para que vejas. [...] Eis que estou à p o rta e bato; se algu ém
ouvir a m in h a voz e abrir a porta, entrarei cm sua casa e com ele cearei, e
ele, c o m ig o ” (Ap 3 . 1 8 , 2 0 ) .
O céu n esta vida e na vida vin do u ra não é u m p adrão m o n e tário . N e m
a carne ou o san gue p o d em en co n trar a p o rta p ara o reino dos céus com
seu c o n te n tam en to , paz, go zo e felicid ade. Apenas aqueles que são pobres
de esp írito e ricos p ara com D eus serão co n sid erad os dign o s de en trar lá,
p o rq u e eles não chegam p elos seus p ró p rio s m é rito s mas pela ju s tiç a do
R edento r.
A lg u ém já disse: “A riq u e z a de um h o m em não co n siste na ab un d ân cia
dos seus bens, mas em quão poucos são seus d ese jo s”. “O p rim e iro elo
en tre m in h a alma c C r i s t o ”, disse C. H. S p u rge o n , “não é m in h a bondade,
m as m in h a m aldade, não m eu m érito , m as m in h a m iséria, não são m in h as
riq u ezas, mas m in h as n ecessidades .
O n d e está seu tesouro? Em q u al banco? N a garagem ? N o espelho? Ou
g u ard an d o seu teso u ro 110 céu?
você está O

Nosso D eus e Pai, venho em arrependim ento pelo m eu materialismo. Tu me abençoaste


além do que eu podia acreditar, e, m esm o assim, tantas vezes eu contínuo querendo
mais. Perdoa-m e, Senhor, e aju d a -m e a encontrar contentam ento em qualquer situação
em que eu m e en contrar A ju d a -m e a saber que a minha riqueça está em ti e em teu
Filho que m e salvou. Amém.

2 8 dc a í r i (

MANSIDÃO NÃO É FRAQUEZA

B em -a ven tu ra d os os mansos, porque eles herdarão a terra. M a te u s 5-5

A MANSIDAO em n o ssa c u ltu r a ch ego u a s ig n ific a r fraqueza. M a s


esta não é u m a visão bíblica. U m cavalo selvagem que foi d o m ad o não
deixo u de ser forte, mas to rn o u -se ú til para o hom em .
Jesus era m anso, mas nem com esforço da im agin ação ele era fraco.
Je su s era e é D eus.
O que ele quis dizer, então, quan do disse que os m an so s h erd arão a
terra? Ele estava falando de um a atitu d e, um a fo rm a de h u m ild a d e que
está sen sivelm e nte faltan d o cm nossa cu ltu ra. U m fam o so tre in a d o r de
beiseb o l declarou certa vez que os “h o m ens bons te rm in a m p o r ú l t i m o ”.
U m dos livros m ais vendidos há algu n s anos foi “P ro curan do pelo n ú m ero
u m ” (Looking O u t f o r N u m b e r O n e j . A década de 1 9 7 0 foi d esc rita por algu n s
so ció lo go s com o a “década do m e ’ .
N e n h u m a pessoa é m ansa por natureza. E a obra do E sp írito de D eus.
M o isé s era m anso, mas ele não era manso por natureza. D eus levou quaren ta
anos para trab alh ar essa m a n sid ã o nele. Pedro certam en te não era m an so
por n atu reza. Ele era im p etu o so , dizen d o e fazen do a p rim e ira coisa que
vinha à sua m ente. O E sp írito S an to de D eus tran sfo rm o u Pedro depois
da ressurreição de Jesus. A ntes de sua conversão, Paulo não era m anso. O
trab alh o dele era p e rs e g u ir os cristão s! C o n tu d o , Paulo escreveu à igreja
da G alácia: “O fru to do E sp írito é... b e n ign id ad e, b o n d ad e ,...m a n sid ã o ”.
E n o ssa n atu reza h um an a ser o rgulh o so , não m anso. Só o E sp írito de
D e u s p o d e t r a n s f o r m a r n o ss a s vidas através da e x p e r iê n c ia do novo
n asc im e n to c, então, fazer-n os de novo à im ag em de C risto , no sso exem plo
de que tip o de m a n sid ã o agrad a a D eus.

Nosso D eu s e Pai, obrigado p o r lidar com m ansidão com igo e com minha vida. F m ve^
da cólera que eu mereço, recebo teu amor; cm ve^ d e punição, recebo graça; em v e ^ d e
destruição, recebo salvação. A juda-m e a ser ge n til e m anso também, para que eu reflita
no m eu m undo as qualidades de Jesus. Amém.

2 9 de a l r l J

A POSSIBILIDADE DE PUREZA

B em -aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus. M a te u s 5-8, K.J.V

O S corações puros serão com o C risto . É o desejo de D eus que sejam os


co n fo rm ad o s à im agem de seu Filho. Se C ris to vive em nós e nossos corpos
to rn am -se te m p lo s do E sp írito San to , surp reen de que devam os ser com o
ele? E o que querem o s d iz e r com ser “com o C ris to ’?
A Bíblia diz: “De so rte que haja cm vós o m esm o sen tim e n to que houve
ta m b ém cm C r is to J e s u s ” (F p 2 . 5 ) . Jesus tin h a u m coração h u m ild e. Sc
ele h abita em nós, o o rgulho nunca d o m in ará nossas vidas. Jesus tin h a u m
coração am oroso. Se ele m ora dentro de nós, o ódio c a am argu ra n un ca
nos d o m in arão . Jesus tin h a u m coração com preensivo c perdoador. Se ele
vive d en tro de nós, a m isericó rd ia perm eará nossos re lacio n am e n to s com
nossos sem elh an tes. Jesus tin h a interesses altru ísta s. A lém disso, o ún ico
desejo de Jesus era fazer a vontade de seu Pai. Essa é a essência da sem elhança
com C ris to — zelosa obediência à vontade do Pai.
Você diz: “Essa é um a grande o r d e m !” Eu ad m ito isso. S e n a im p o ssível
se tivéssem o s de ser com o cie por nossas p ró p rias forças e com nosso
coração n atu ral. Paulo rcconhcccu que ele nunca p o deria co n se g u ir essa
p ureza de coração p o r seu p ró p rio esforço. Ele disse: “Posso tod as as
coisas naquele que me fortalece (Fp 4-1 3).
C r is to p ro vid encio u a p o ss ib ilid a d e dc p ureza por sua m o rte na cruz.
A ju s tiç a e a p ureza dc D eus são im p u ta d as aos hom ens que co n fessam
seus p ecado s e recebem a C ris to em seus corações.
A m a io r felicid ade que vem ao puro de coração tem dois asp ecto s: não
a p en as u m r e la c io n a m e n to a p r o p r ia d o com o u tr o s , m as u m s u b lim e
re lacio n am e n to com D eus. “P orque eles verão a D e u s .” Os p o rtõ es do
E dcn ab rem -se m ais u m a vez. D eus e h o m em an dam ju n to s, novam ente.
Nosso D eu s e Pai, quero ser obediente à tua vontad e, m as m eu orgulho e espírito
rancoroso freqüentem ente m e afastam dela. A juda-m e a abandonar o ódio e a
am argura de todas as form a s. Purifica m eu coração, ó Senhor, t aju d a -m e a ser m ais
com o Cristo, em cujo nom e eu oro, Amém.

3 0 do a b r i l

A PAZ NAO E PASSIVA

B em -a ven tu ra d os os pacificadores, porque


eles serão chamados filh o s de Deus. M a te u s 5-9

T E R p a z com D eus e ter a p az de D eus não é su ficien te.


Esse relacio n am e n to vertical deve ter um a função h o riz o n ta l, ou nossa
fé é vã. Jesus disse que devemos am ar ao S e n h o r com todo o nosso coração
e nosso p ró x im o com o a nós m esm os. Esse am or d uplo por D eus e por
o u tro s c com o os p ó lo s p o sitiv o e negativo de u m a b ateria — a m e n o s que
as dua s conexões sejam feitas, não tem os poder. A fé pessoal, n o rm alm e n te ,
é in ú til, a m enos que tenha um a aplicação social. U m a exceção notável
seria o ladrão na cruz.
Eu vi certa vez um desenho an im ado de u m h o m e m rem an d o u m barco
na direção da m argem com um a placa “c é u ”. Ao red or dele havia ho m ens e
m u lh eres lu ta n d o em vão para alcançar a m argem com seguran ça, m as ele
estava d esc u id ad o do p erig o deles. Ele estava can tan do : “E stou indo para
o céu, alelu ia! Essa não é um a fig u ra ad equada da vida cristã.
Se tiverm o s p az com D eus e a paz de D eus, serem os pacificadores. N ão
apenas terem os paz co m nossos vizinh o s, m as ta m b ém estarem o s g u ia n d o -
os para d esc o b rir a fonte da verdadeira p a z em C risto . Toda p esso a p o de
ex p erim en tar a paz de D eus através de C risto : “P orque ele é a nossa p a z ”
(E f 2 .1 4 ).
N o s sa s vidas to m a m u m a nova dim en são quan d o en co n tram o s a paz
com D eus. Para explicar isso em term o s bem sim p les, vamos v isu a liz a r um
tr iâ n g u lo re tân gu lo , n u m a base h o rizo n tal. N o vértice, ou no p o n to mais
elevado nesse triâ n g u lo , escreva a letra “D ”, represen tan do D eus. N o p o n to
onde a lin h a p erp e n d icu lar se en con tra com a base, escreva a letra “V ”,
re p resen tan d o voce. E ntão, do lado op osto da lin h a h o riz o n ta l escreva a
letra “O ”, q u e representa os o u t r o s . A s s im , de u m a form a geo m étrica,
você tem u m d iagOram a visual de nosso relacio n am en to com D eus e com o
h o m em . N o s sa s vidas (q u e antes de en co n trarm o s a p az de D eus eram
rep resen tadas p o r u m único p o n to c e n tra liz a d o ) agora to m a m um a área
de co n ta to v ital com dois m u n d o s. A paz flui de D eus e para nossos
sem elh an tes. N ó s nos to rn am o s o co n d u íte através do q u al ela flui. M a s
• ((
existe p a z em ser apenas u m canai .

Nosso D eus e Pai, fa z e de m im u m canal para as tuas bênçãos boje. Ajuda~mc a


estender com as tuas m ãos de misericórdia, a v e r com teus olhos de empatia, a o u v ir
com teus ouvidos com passivos, a f a l a r com tuas palavras pacificadoras. Permite que eu
tenha u m a vida através da qual tu resgates os perdidos. Usa-me, Senhor, em teu serviço.
Por causa de Cristo. Amém.
W a l o
PERSEGUIÇÃO

B em -a ven tu ra d os os que sofrem perseguição p o r causa da justiça, porque deles ê o reino


dos céus. M a t e u s 5-10

Q U A N D O p en sam o s em p erseguição , raram en te p en sam o s 110 tip o de


ataq u e p o r c o m p a rtilh a r n o ssa fé, que era tão c o m u m quan d o Jesus p reg o u
o S erm ão do M o n te . N a queles dias, p erseguição significava espan cam en tos,
detenção, p risão e até m o rte. C o n tu d o , a Bíblia e to d a a h is tó ria estão
cheias de exem plos nos quais h o m ens e m ulheres co rajo sos esco lh eram
p erseg u ição a n egarem nosso Senhor.
H o je, m u ito s de nós p en sam o s que estam os fazendo u m favor para
D e u s q u a n d o fa lam o s co m o u tro s so bre C r is to , m e sm o q ue sejam o s
o rd enado s a fazê-lo. E p en sam o s que estam os sofrendo p erseg u ição real
quan d o alg u ém não leva n o ssa fé a sério.
E x istem lu g ares no m u n d o onde os cristão s ainda p o d em ser presos
p o r c o m p a rtilh a r sua fé, ou en fren tar a pena de m o rte p o r levar u m a alm a
p erd id a a C ris to , m as eles são p o ucos e esparsos. A m a io ria das pessoas
não se p reo cu p a co m o que os outros crêem, ou se eles crêem em alg u m a
coisa.
A fé cristã te m -se to rn ad o u m a fé barata p o rq u e m u ita s vezes a vivemos
com o se não tivesse valor. R e c la m a m o s q u a n d o o p re g a d o r p a ss a a lg u n s
m i n u t o s no s e r m ã o de d o m i n g o , e c o n s id e r a m o s u m a g r a n d e
inco n v en iên cia vo ltar aos cu lto s duas ou três vezes m ais na m e sm a sem ana.
N ã o é de a d m ir a r que ta n to s no m u n d o não co n sid erem n o ssa fé relevante
q u a n d o nós não estam o s d is p o s to s n em ao m e n o s a d ar de n o sso te m p o ,
m u it o m e n o s a n o ss a lib e rd a d e ou vida, p o r a q u ilo em que d iz e m o s
acred itar.
P ense sobre isso . Você já fo i p e r s e g u id o a lg u m a vez p o r c o m p a r t ilh a r
sua fé em C r i s t o ? A sua fé c u s t o u a você a lg u m a c o isa? S e n ão , ta lv e z
você te n h a de re e x a m in a r su a fé p ara ver se ela e s tá à a ltu r a d a q u e le
q u e d i s s e : " B e m - a v e n t u r a d o s s o i s vós q u a n d o vos i n j u r i a r e m , e
p e r s e g u ir e m , e, m e n t in d o , d is s e r e m to d o o m a l c o n tr a vós, p o r m in h a
cau sa. [...] p o r q u e a s s im p e r s e g u i r a m os p r o f e ta s q ue fo r a m a n te s de
v ó s ” ( M t 5 . 1 1, 1 2 ) .
Nosso D eu s e Pai, -perdoa-me p o r negar-te tantas vczçs com m inhas palavras, minhas
atitudes e m eus pensamentos. Sei que sofri m uito p ou co p or ti e p o r teu Filho, que
sofreu tanto p o r m im . Q uando a perseguição entrar no m eu caminho, a ju d a -m e a viv er
com o u m a im agem de Cristo. Amém.

2 cí e m u i. o

FÉ E OBRAS

A fé, se não tiver as obras, é morta. T ia g o 2 . 1 7

D E S D E os tem p o s bíblicos, hom ens e m ulh eres têm d isc u tid o sobre as
d o u trin a s da fé e das obras. Q u a l deve vir p rim eiro ? Q u al te m m a is peso
para D eus?
Jesus C ris to não nos deixou a escolha de fé ou obras. A E scritu ra ensina
que obras sem fé não tê m sig n ifica d o para Deus, p o rq u e não p o d em o s
o brar nosso cam in h o para o céu. A queles que b uscam te s tific a r d aq u ilo
que p en sa m ser sua b o ndade geralm en te falam de p ag ar os im p o sto s em
dia, n un ca d efrau d ar n in g u é m , ser fiel ao cô n juge e fazer caridade. M a s
D eus é claro ao d izer que nossa ju s tiç a é co m o trap o de im u n d íc ie . N ão
existe nada que p o ssam o s fazer para alcançar o p adrão de D eus.
Q u an d o so m os salvos, co n tudo , D eus espera de nós — na realidade ele
nos m an da — que não sejam os apenas o uvintes da palavra, mas p ra tic an tes.
O bras, q u an d o estam os cm C risto , são um a extensão do m in is té r io de
C risto . De fato, as obras não são u m fim em si m esm as, m as d e m o n stra m
o am o r de D eus para com os outros para que p o ssam conhecer que D eus
os ama e que tam b ém te n h a m o desejo de aprender sobre a provisão de
D eus para suas m aiores necessidades.
A Bíblia diz que o homem num fosso não é ajudado se passarmos por ele,
desejarmos que tudo lhe vá bem e falarmos com ele do am or de Deus. Não, o
amor de Deus é dem onstrado ao atender suas necessidades físicas e ajudá-lo a
sair do buraco. E assim que as pessoas aprendem que o Pai enviou seu Filho.
As obras n unca devem to m ar o lu gar da fé e do c o m p artilh ar o evangelho,
mas são um a extensão n a tu ra l da fé. Jesus disse: “A ssim re sp lan d e ça a
vossa lu z d ia n te dos h o m en s, p ara que vejam as vossas boas ob ras e
g lo rif iq u e m o vosso Pai, que está nos c é u s” ( M t 5 -1 6 ).
Nosso D eus e Pai, quero que minha vida te glorifique. A juda-m e a ser u m a extensão de
C risto —no m inistério e no a m or p o r todas as pessoas. Perm ite que minha vida te
glorifiq u e de todas as f o r m a s através do m eu exemplo, Jesus. Em nom e dele. Amém

3 d e m ci l o

ORANDO NA PERSEGUIÇÃO .

Eu [Jesus], porém, vos digo: Amai aos vossos inim igos


e orai pelos que vos perseguem. Lucas 5 .4 4 , V R .

J E S U S , no S erm ão do M o n te , tin h a algun s m a n d am en to s para nós com


resp eito à nossa a titu d e para com a p erseguição. D evem os:
1. R e g o z ija r-n o s e alegrar-nos ( M t 5 .1 2 )
2. A m ar nossos in im ig o s (5 - 4 4 )
3. A bençoar os que nos m a ld iz e m (5 - 4 4 )
4* Fazer o bem aos que nos o deiam (5 - 4 4 )
5. O rar por aqueles que nos desprezam , usam e p ersegu em (5 - 4 4 )
Eu tenh o u m am igo que perd eu seu em prego, a fo rtu n a, a esposa e seu
lar. M a s ele, te n azm en te, m anteve a fé — a ún ica coisa que lhe restou. U m
dia, ele p aro u para olhar algun s h o m ens fazerem um trab alh o com pedras
n u m a g ran d e igreja. U m deles estava cin zelan d o u m a p ed ra triangu lar.
— O que você está fazendo com isso? — p e rg u n to u m eu am igo.
O h o m em respondeu:
—Você está vendo aquela pequen a abertura lá em cim a perto do pináculo?
Pois bem , esto u talh an do este pedaço aqui embaixo para que caiba lá em
cim a.
As lág rim as encheram os olhos do m eu am igo en q u an to ele ia em bora,
p o rq u e p arecia que D eus havia falado através do trab alh ad o r para explicar
a provação pela q ual ele estava p assan d o : “Eu estou fo rm an d o você aqui
em baixo, para que você se encaixe lá em c im a ”.
“D e p o is de h averdes p a d e c id o u m p o u co , ... vos a p e r fe iç o a rá ... e
fo rtalecerá ...” ecoam as palavras da Bíblia.
O s p e r s e g u id o s “p o r causa da j u s t i ç a ” são fe liz e s p o r q u e eles são
id e n tific a d o s com C risto . A in im iz a d e do m u n d o é a prova tan gível de que
estam o s do lado certo, de que estam os id en tifica d o s com nosso abençoado
Senhor. Ele disse que nossa posição ao lado dele provocaria a ira do m u n d o :
“E o d ia d o s de rodos sereis p o r causa do m eu n om e, m as a q u ele que
• p erseverar até ao fim será salvo ” ( M t 1 0 . 2 2 ) .

Nosso D eu s e Pai, tu me criaste com as tuas próprias mãos. E tu m e conheces m elhor do


que eu m esm o m e conheço. M olda-m e, Senhor; para que eu possa encaixar-m e nos céus
algu m dia. Arranca minhas beiradas grosseiras. C orrige as m inhas f a lt a s e falhas.
R efina -m e com f o g o para pu rifica r-m e e f a z e r com que eu seja valioso para ti. Em
Cristo. Amém.

4 d c> m h i. o

FAÇA LUGAR PARA DEUS

E deu à luz^o seu filho prim ogênito, e en volveu -o em panos, e deitou-o num a
manjedovira, porque não havia lugar para eles na estalagem. Lucas 2 .7

N A O havia lu g ar para Jesus? N ão havia lu g ar para o R ei dos reis? N ão,


m as havia lu g ar para os outros e para o utras coisas. N ão havia lu g a r para
Je su s no m u n d o q ue ele havia feito — im agin e!
As coisas não m u d a ra m m u ito desde aq u ela n o ite em Belém, d ois m il
anos atrás. D eus ainda está à m argem
O da vida de m u ito s de nós. N ó s o
encaixam os q u an d o é conveniente para nós, mas ficam os irritad o s q u an d o
ele faz alg u m a exigência. Se D eus p udesse apenas ficar em sua p eq u en a
caixa e sair q u an d o p u x am o s a corda!
N o ssas vidas estão repletas. H á tanto p ara ser feito. E stam o s em p erigo
de, em to d as as nossas atividad es tão o cupantes, excluir de nosso coração
e de nossa vida aquele que nos fez? Temos b astan te tem p o para in iciar
cada dia len do a Palavra de D eus e orando a q u em nos fez? T em os tem p o
para dar lu g a r para D eus em nossas orações? Temos tem p o para p e rg u n ta r
a D eus o que ele quer que façamos?
“Oh! vem ao m eu coração, Senhor Jesus; em meu coração há lugar para ti.”

Nosso D eu s e Pai, sempre parece que tenho espaço para aquilo que quero. Perdoa-m e
p o r nem sempre ter espaço para ti e teu Filho. Por fa vor, fa z e m orada no m eu coração.
Vive dentro de mim, am a através de m im , ri comigo. No nom e do Salvador. Amém.
DAR ABUNDANTE É IGUAL A VIDA ABUNDANTE

G uardai-vos de j a z e r a vossa esmola diante dos homens, para serdes


vistos p o r eles Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão
esquerda o que j a z a tua direita. M a te u s 6.1-3

N O S evangelhos, repetid as vezes, C r is to m en cio n a dinheiro. A pesar de


seu evangelho ser esp iritual, ele tinha m u ito a dizer sobre o m aterial, p o rque
existe sem pre um a relação entre os dois, p arad o x al com o p o ssa parecer.
Ele disse: “D ai, pois, a C ésar o que é de C ésar e a D eus, o que é de
D e u s ” (M c 1 2 .1 7 ) - E, co n tud o , ele fo rtem en te in d ico u que D eus tin h a
d ireito ao din h eiro de C ésar e que C ésar precisava da m ise r ic ó r d ia e da
graça de D eus.
Então, a graça e o d in h e iro estão insep aravelm en te ligad o s; e, en q u an to
o rem o de D eus estiver sobre a terra, a n ecessidade das riq u e z as terrenas
estará in d icada e e s trita m e n te ligad a à nossa vida e sp iritu al.
O m an d am en to de nosso Sen h o r foi: “Dai, c ser-vos-á dado; boa m edida,
recalcada, sac u d id a e trasb o rd a n d o ...” (Lc 6.3 8 ) . C o n tu d o , foi m a is que
um m a n d am en to . Foi u m convite a u m a vida g lo rio sa e ab un dante. Se um a
pessoa tem sua a titu d e certa para com o d inh eiro , isso vai a ju d á-la a acertar
quase to das as o utras áreas da vida.
O m o tiv o p rin c ip a l para a pessoa ego ísta e irregen erad a é “g a n h a r ”. O
p rin c ip a l m o tivo para o cristão dedicad o deve ser “d a r ”. O F ilh o P ró d ig o
in icio u u m a série de eventos negativos, m arcad o s com fracasso q u an d o ele
disse para seu pai: “D á-m e a p arte da fazenda que m e p e rte n c e ”. M a s Jesus
disse: “D ai, e ser-vos-á d a d o ”. E um a prom essa, e sabem os que Jesus n un ca
queb ra suas p ro m essas.

Nosso D eu s e Pai, sei que a tua g r a ça e o m eu ouro ca m inham ju n to s. A ju d a -m e a


ser m ão aberta e g e n er o so com os outros, co m o tu sem pre j o s t e com igo. L em bra -m e
con sta n tem en te de que tudo o que eu tenho na realidade p erten ce a ti. E a ju d a - m e a
dar; Senhor, com o tu m esm o o farias. A través de Jesus, que deu tudo de si p ara m im .
Amém.
O MELHOR INVESTIMENTO

Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a fe r r u g e m tudo consomem, e onde os


ladrões m inam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a
ferr u g e m consomem, e onde 05 ladrões não minam, nem roubam. M a te u s 6.1 9 - 2 0

A L G U M tem po atrás havia um co m ercial 11a televisão no q u al as pessoas


pnravam tu d o o que estivessem fazendo quan do alg u ém começava a falar
sobre u m co n h ecido corretor. A m e n sag em era que, q u an d o esse co rreto r
falava, as pessoas escutavam .
O que aco n teceria se eu lhe dissesse que, ao co ntrário da crença popular,
você pod e levar isso com você, dep en den do , é claro, da sua defin ição de
“i s s o ”? A gora, claro, você não p o de levar seu d inheiro, ou sua casa, ou seu
carro, ou in v estim en to s com você para o céu. Você não iria p recisar deles,
de q u a lq u e r m an eira. M a s você p o d e m a n d ar as coisas antes, p ara que
esteja m esp eran do p o r você quan do chegar.
U m h o m e m velho, u m gran d e h o m em de D eus, estava no seu leito de
m o rte. Ele ch am o u seu neto p ara vir ao seu lado. C h a m a n d o pelo n o m e do
rapaz, ele disse: “Eu não sei que tip o de trab alh o farei no céu, m as, se for
p e rm itid o , vou p e d ir ao S en h o r Jesus p ara d eixar-m e aju d ar a c o n stru ir
sua m ansão. A ssegu re-se de que você m an de b astan te m a te r ia l c e r to ”.
V iver um a vida santa, levar o utro s a C ris to e n q u an to c o m p a rtilh a m o s
nossa fé, fazer boas obras em n o m e de C ris to , to d as essas coisas são
m a te riais que pod em ser enviados de an tem ão e não p o d em jam ais ser
to cado s pelas oscilações da econom ia terrena, p o r desastres n atu rais, ou
p o r roubos.
Q u e tipo s de m a teriais você está m an d an d o para o céu? Em que tip o de
m an são você vai viver quan d o o p rocesso de co n strução estiver term in ad o ?

Nosso D eu s c Pai, obrigado p o r preparar u m lu gar para m im no teu céu. Sei que a
vida contigo será maravilhosa. A juda -m e a v iv e r u m a vida santa, a com partilhar
minha f é em ti com outras pessoas e a ser u m exemplo de a m or e alegria para 0 meu
mundo. Q uero que veja m J esu s vivendo em mim. No nom e dele. Amém.
O CRISTO INTOLERANTE

Não podeis servir a D eus e às riquezas. M a te u s 6 .2 4 , V.R.

COM u m a in to lerân cia am orosa e com passiva, Jesus d iz: ‘E ntrai pela
p o rta estreita...p o rq u e estreita é a p o rta, e apertado, o cam in h o que leva à
v id a ” ( M t 7 -1 3 , 14 )-
S u a in to lerân cia era com o a do p ilo to que m an ob ra o avião através da
te m p e s ta d e , p erc eb en d o q ue u m sim p le s erro, apenas u m in s ta n t e de
in d u lg ên cia, po d e trazer desastre para to do s os p assageiro s do avião.
C e r t a vez, q u a n d o e s t á v a m o s n u m vôo da C o r é i a p a r a o J a p ã o ,
atrav essam o s u m a severa te m p e sta d e de neve; e, q u a n d o ch eg am o s ao
aero p o rto em T ó q u io , a v isib ilid ad e era quase zero. O p ilo to teve de fazer
u m p o u so in s tr u m e n ta l. Eu sentei na cabine com o p ilo to e o b servei-o
su ar e n q u an to foi levado pelos co ntroles da terra. U m h o m e m cautelo so
na to rre do aero p o rto nos levou adiante.
Eu não queria que esses hom ens fossem ind u lgen tes. Eu sabia que nossas
vidas d ep en d iam disso. Da m esm a m an eira, quan do ch egarm o s para p o u sar
no gran d e aero p o rto do céu, eu não quero n en h u m conselho in d u lg en te.
Eu quero chegar com segurança, e, m esm o que seja co n sid erad o re strito
aqui, eu quero assegu ra r-m e de um p o u so seguro lá.
C risto foi tão into leran te com o estado do hom em perdido que ele deixou
seu trono sub lim e nos céus, assum iu a forma de homem, sofreu nas mãos de
h o m ens m aus e m orreu a m o rte vergonhosa na cruz cruel para com prar
nossa redenção. A condição hum ana era tão séria que o Sen h or não poderia
olhar para isso ligeiram ente. C o m seu amor, ele não poderia ser in d u lgen te
sobre u m m u nd o cativo pela concupiscência, pelos apetites e pelos pecados.
Tendo p ago tal preço, ele não p o d eria ser to lera n te com a in diferen ça
do h o m e m p ara com ele e para com a redenção que ele c o n su m o u . Ele
disse: “Q u em não é co m igo é contra m i m ” ( M t 1 2 . 3 0 ) . E ta m b ém disse:
“A quele q ue crê no F ilho tem a vida eterna, mas aquele que não crê no
F ilh o não verá a vida, mas a ira de D eus sobre ele p erm a n e c e ” (Jo 3-3 6 ) .
Temos o p o d er de escolher a q u em servirem os. O cam in h o largo, am plo,
fácil e p o p u la r leva à m o rte e d estru ição . Só o cam in h o da cruz nos leva
para o lar.
Nosso D eu s e Pai, tu cs o ju s t o J u iç , c eu sei que o teu ju lg a m en to será ju s t o e
verdadeiro. A juda -m e a v iv e r de acordo com a tua direção para que minha sentença f i n a l
seja vida... eterna. A juda -m e a ser intolerante com todos os pecados da minha própria vida
p o r causa do dom de J e s u s , que morreu p o r cada um. Amém.

nr ci i o

ONDE DEIXAR SEUS CUIDADOS

Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Q ue com erem os ou que beberemos ou com que nos
vestirem os? M a te u s 6.31

TERÁ D e u s n os d eix ad o sós p ara lid a r com a fliçõ es, t r ib u la ç õ e s e


tentaçõ es da vida? E sto u contente que ele não tenha feito isso! Jesus C risto ,
nosso S e n h o r e Salvador, nos disse em term os específicos e xatam en te o
que devem os fazer sobre a preocupação. A Bíblia oferece um a fó rm u la que
fu n c io n a p ara a preo cup ação e ansiedade.
O q ue devem os fazer sobre as preocupações do p assado, p resen te e
fu tu ro ? A B íblia d iz q ue devem os lan çá-las sobre ele. N o s sa culp a do
passado, nosso presente ansioso e o futuro desconhecido devem ser lançados
sobre C risto . Todo peso e to d a ansiedade estão nessas três palavras: passado,
presente e fu tu ro . Para a culp a do passado, D eus d isse: “Eu te r e m i” (Is
4 4 - 2 2 ) ; “C o m am o r eterno te a m e i” (Jr 3 1 -3 ); "O san gue de Je su s C risto ,
seu F ilho, nos p u rific a de todo p ecad o ” ( l Jo 1 .7 ).
Para o p re s e n te C r is t o d iz: “E sto u con vo sco to d o s os d ias, até à
co n sum ação dos s é c u lo s” ( M t 2 8 . 2 0 ) . Se aquele que carrega o fardo está
conosco, então, p o r q ue devem os estar o p rim id o s p o r no ssos fardos? A
tr a d u ç ã o p ara o francês dessa frase “L an çan d o so bre ele to d a a vossa
a n s ie d a d e ” e “D e sc a rre g a n d o vosso peso sobre D e u s ”. Você já o b servo u
um ca m in h ã o de lixo sen d o d esc arre gad
O o ? N ão a d ia n ta r ia n ad a se tiv esse
de c arre g ar a carga p ara sem p re. O m o t o r is t a s im p le s m e n te a p e rta um
b o tão ou p u x a u m a alavan ca e a carga p esa d a é d esc arre g ad a no lu g a r
certo .
N u n c a deveríam os ficar esm agado s debaixo do peso da preocupação.
A p ertam o s o b o tão de nossa fé, ou p ux am o s a alavanca da confiança, e
nossas cargas são descarregadas sobre as costas d aquele que disse que, com
a le g r ia , as t o m a r ia . L a n c c so b re ele a a n s ie d a d e do p r e s e n te , p o r q u e ele
c u id a de você — d iz a B íb lia. As p re o c u p a ç õ e s do f u t u r o são re m o v id a s
p o r su a s p r o m e s s a s . “N ã o vos i n q u ie t e is , p o is , p elo dia de am a n h ã ...
M a s b u s c a i p r im e ir o o re m o de D e u s e a sua j u s t i ç a , e to d a s essas
c o isa s vos serão a c r e s c e n t a d a s ” ( M t 6 .3 4 , 3 3 ) . E sta p r o m e s s a , se lhe
o b e d e c e m o s , to m a to d a fa lta de o b je tiv id a d e de n o ssa vid a e c o lo c a
n ela p r o p ó s it o . T raz a vida to d a ao e q u ilíb r io , e as h o ra s na te r r a se
t o r n a m tão ale g re s q u e se m i s t u r a m co m a g ló r ia da e t e r n id a d e . O
té d io , a in q u ie t a ç ã o e a a n s ie d a d e se p e rd e m na s u r p r e e n d e n t e m a ra v ilh a
de sua graça.

Nosso D eus e Pai, sei que tu controlas m eu passado, m eu presente e meti fu tu r o ,


Entrego m inhas f a lt a s do passado a ti; dou-te todas as minhas preocupações e fru stra çõ es
presentes; e dedico todo o m eu f u t u r o a ti, sabendo que somente tu podes m e g u i a r em
segurança para casa, através do teu Filho, Jesus. Amém.

9 d o nr ci l o

DEUS E A HISTÓRIA

M as buscai prim eiro o reino de D eus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão
acrescentadas. M a te u s 6.3 3

E U já co n firm ei m in h a crença de que a Bíblia está certa ao d izer que


D eus m o d e lo u os corações dos h o m ens igu alm en te. N ão estam os ju n to s
hoje, c u ltu ral, lin g ü ístic a , ou racialm ente. E stam os divid ido s. T o rn am o -
nos v izin h o s, sem serm os irm ãos. C o n tu d o , ainda há um a área na q ual
esto u convencido de que so m os todos iguais —na d im ensão esp iritu al. Eu
c r e io q u e os c o r a ç õ e s de to d o s n ó s são i g u a is . N o s s a s p r o f u n d a s
n ecessidades são idên ticas no m u n d o todo, p o rq u e elas vêm de dentro.
N o s s a n ecessidade é D eus.
P rovavelm ente isso soe um p o uco in to leran te e re strito p ara você, de
u m evan gelista que vai ao redor do m u n d o p regan do a C r u z — e você está
certo; p o rq u e Jesus disse que a po rta para o reino dos céus é estreita. M a s
so m os re strito s tam b ém em m a tem ática e em quím ica. Se não fô ssem os
re strito s em qu ím ica, estaríam o s exp lo din do tud o . Temos de ser restrito s.
E sto u co n te n te que os p ilo to s não sejam liberais e ch eguem ao aero p o rto
de q u a lq u e r m a n eira que quiserem .
Por que, então, não devemos ser re strito s quan d o se trata de leis m o rais
e da d im en são e s p iritu a l; Eu creio que C ris to é diferen te; que ele é único.
Eu creio que ele é o Filho do D eus vivo e que ele tr a n sf o r m o u m in h a vida.
M u i t o s in te le c tu a is estão p e rg u n tan d o para onde vai a h is tó ria ; eles
estão esp eculan d o com o será o final. Eu creio que a oração de C risto :
"Venha o teu reino. Seja feita a tua vontade, tan to na terra com o no c é u ’ —
a oração que você e eu oram os m u ita s vezes —vai ser resp o n did a. E quan do
a raça h u m an a está à beira do abism o, p ro n ta para se destruir, eu creio que
D eus in tervirá na h istó ria novam ente. Eu não creio que a lg u m líd er do
m u n d o escreverá o ú ltim o cap ítulo da h istó ria. Eu creio que D eus fará
isso. Eu creio que o reino futuro deve ser o reino de D eus, q ue deve haver
u m destin o para a raça h um an a além de q u alq u er coisa que p od em os sonhar.
M a s será o reino de D eus e virá do jeito de D eus.

Nosso D m s e Pai, aju d a -m e a ser teu servo hum ilde e pelo meio que f o r necessário,
aprox im a -m e de ti. Q uero habitar em teu reino, tanto aqui na terra quanto na
eternidade. C u rv o -m e em reverencia a ti, Senhor, e espero tua ordem, porque eu sei que
o teu Filho é o Rei dos reis. Amém.

10 de m ci i o

UMA MENSAGEM PARA AS M Ã E S . . . E OS OUTROS!

Mas também a si m esm os se deram prim eiram ente ao Senhor e depois a nós, pela
vontade dc D eus. 2 C o r ín t io s 8.5

V I V E R criativ am en te p ara C r is to no lar é um teste azedo para q u a lq u e r


h o m em ou m u lh er cristãos. Ê m u ito m ais fácil viver um a vida excelente
entre no ssos am igos, q u an d o estam os colocando o pé d ireito para fren te e
estam os co nscien tes da opinião pública, do que viver para C ris to em nossos
lares. N o s so p ró p rio círculo fam iliar sabe m elh o r se C risto vive em e através
de nós.
Se eu for u m cristão verdadeiro, em casa eu não darei vazão a m eu mau
hum or, im p a c iê n c ia , p ro c u ra de falh as nos o u tro s, sarcasm o , fa lta de
gen tileza, suspeita, egoísm o, ou preguiça. Em vez disso, vou m o stra r através
de m in h a vida d iária o fru to do E sp írito que é amor, go zo , paz, paciência
e to das as o utras virtu d es cristãs que ro d eiam a p erso n alid ad e sem elh an te
a C risto ...
S o m e n te D eus aprecia p le n am en te a in flu ên c ia da m ãe cristã em m o ld a r
o caráter de seus filh o s. A Bíblia relata as h is tó ria s de alg u m a s m u lh eres
q ue tiveram m á in flu ên c ia cm seus filh o s. A lgun s dos gran des c rim in o so s
da h is tó ria tiveram p éssim as mães.
Por outro lado, m u ito s h o m ens de caráter nobre e líderes excelentes da
h is tó ria tiveram m ães que te m iam a Deus.
D iz-se que a m ãe de G eorge W a s h in g to n era um a m u lh e r p ie d o sa e que
a mãe de S ir W a lte r S c o tt amava m ú sica e poesia. M a s a mãe de N ero era
um a assassin a, e a m ãe do d isso lu to L o rd B yron era um a m u lh er o rgu lh o sa
e violenta...
L o rd S h a fte s b u r y estava co rreto em sua fam o sa declaração: “D êem -m e
u m a geração de m ães cristãs, e eu assum irei a tarefa de tr a n sfo r m a r todo o
aspecto da so ciedade em doze m e se s”.
Se tivéssem o s m ais mães cristãs, teríam o s m enos d elin q ü ên cia, m enos
im o ra lid ad e, m enos m ald ade e m u ito m enos lares q ueb rado s. C ad a mãe
deve isso a seus filh o s: aceitar a C ris to com o seu S alv ad o r p essoal, para
que ela tenha a boa in flu ên c ia nas vidas daqueles que C r is to lhe te m dado
gra cio sam en te.

Nosso D eu s e Pai, obrigado pela minha própria mãe. O ro pedindo tuas m ais ricas
bênçãos sobre ela. O ro para que a encontres santificada e em ju stiça no dia em que
Cristo retornar para nos levar para casa. A juda-m e a ser paciente e m eigo com ela.
E a ju d a -m e a ser o tipo de pessoa que ela possa respeitar e apontar com orgulho. Em
Cristo. Amém.

I / CL O 111 CL i. O

COMO ORAR

Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque aquele que


pede recebe; e o que busca encontra; e, ao que bate, se abre. M a te u s 7-7
A T É m e sm o um a criança pode en ten d er essas in stru çõ es. O ração é para
os f ilh o s de Deus.
Jesus disse: “Q u an d o orardes, dizei: Pai n o sso ...”
E x istiam crianças em nossa vizin h an ça para as quais eu provi toda roupa,
co m id a e necessidades da vida. Elas p ed iram para m im livrem en te, e seus
p ed id o s eram n o rm alm e n te aten d id o s. Elas eram m eus filh o s! Pelo seu
re lacio n am en to com igo, eu tin ha um a resp o n sab ilid ad e p artic u lar para com
elas.
D eus tem um a p a r tic u la r re sp o n sab ilid ad e para com seus filh o s; e, a
m e n o s q u e te n h a m o s n a s c id o na f a m í li a de D e u s, a tra v é s do novo
n a sc im en to , não te m o s d ireito de p edir favores a D eus. A B íblia diz: “M a s
a to d os q u an to s o receberam deu-lh es o p o der de serem feitos filhos de
D eus: aos que crêem no seu n o m e ” (Jo 1 . 1 2 ) .
N ovos cristão s já d isseram para m im : “Eu não sei com o orar. Eu não
tenh o as palavras c e r ta s ”.
Q u an d o nossos filhos estavam ap ren den do a falar e tin h a m d ific u ld a d e s
para en co n trar as palavras certas, eles ain da co n seg u iam fazer-se en te n d er
p ara m im e m in h a esposa, e os erros que co m e tia m os fa z iam ain d a m ais
q u erid o s para nós. De fato, eu tenh o com o m u ito preciosas suas p rim eira s
tentativas de conversa, m ais que palavras de adultos que falam sem h esitação
e sem erro.
O m eu an sio so am igo cujas orações não foram resp o n didas, D eus o
c o n v id a p a r a a i n t i m i d a d e d o s f i lh o s e s p i r i t u a i s . “ P ara q u e s e j a i s
irrepreensíveis e sinceros, filho s de D eus inculpáveis no m eio dum a geração
c o rro m p id a e perversa, en tre a q u al resp lan deceis com o astros no m u n d o .”
(Fp 2.1 5.) '

Nosso D eu s c Pai, ouve minha oração, m esmo que minhas p alavras atrapalhem. Tu
conheces o m eu coração e conheces as minhas necessidades sem que eu as diga, m as eis
aqui as coisas que estão me perturbando neste momento... A juda -m e a o u v ir tuas
respostas, Senhor, através da tua Palavra e através do teu Filho. Amém.
ESCOLHENDO A CRISTO

N inguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um


e am ar o outro ou se dedicará a u m e desprezará o outro. M a te u s 6 . 2 4

Q U E M é seu dono? N ó s tem os de fazer u m a escolha.


Q u an d o o pecado dá u m a o rdem e nós a seg u im o s, o pecado se to rn a o
dono de n ossas vidas. T o rn am o -n o s seu escravo. Paulo disse: “Tendo sido
servos do p e c a d o ” ( R m 6 . 1 7 ) . Q u an d o vamos a C risto , a E scritu ra diz:
“Porque o pecado não terá d o m ín io sobre v ó s” ( R m 6 . 1 4 ) . O pecado não
e m ais o dono. C ris to o é.
A qui m esm o n esta terra existem dois m u n d o s: u m m u n d o d o m in ad o
pelo m al e u m m u n d o d o m in ad o p o r C risto . Temos de esco lh er entre eles.
T em os de viver n este m u n d o , mas não ser p arte dele. T em os de estar
d isp o sto s a ser diferen tes. Temos de estar d isp o sto s a ser escarnecidos,
desp rezado s, rid ic u la riz a d o s . Temos de estar disp o sto s a ir para a c ru z e
to m a r n o sso lu g a r ao lado de C ris to , onde m o ram o s, trab alh am o s, ou
onde estu d am o s. Todos devem conhecer que so m os de C risto .
A queles de nós que conhecem os C ris to m arch am o s a u m co m p asso
diferente. Você vê, a m aioria no m undo vai em um a direção, mas os seguidores
de C risto vão para outro lado, m archando pelo com passo do céu, contra a
invasão do mal. Essa é a razão por que é tão im p o rtan te para u m seg u id o r de
Jesus C risto orar diariam ente, estudar diariam ente as E scrituras.
D e u s dá às p e s s o a s a lib e r d a d e p ara escolher. S e você s e n te u m a
n ecessid ad e p o r D eus, u m desejo de m u d a r e ser u m a nova pessoa, isso é
D eus falan do ao seu coração. E, quan do você resp o n d er a ele, D eus vai
m u d á-lo .
Q u an d o você faz a escolha p o r C risto , você p aga o preço. Isso quer
d i z e r q u e t o d a s u a v i d a d eve m u d a r . V o cê d ev e a r r e p e n d e r - s e , e
arrep en d im en to sign ifica m u dança de direção, m u d an ça da m an eira de viver.
È isso q ue envolve o ir a C risto .
D eus exige um a decisão im e d iata de cada u m de nós. Ele diz: “Até
q u an d o coxeareis entre dois p e n sa m e n to s ?” ( I R s I 8 . 2 1 ) . A d em o ra to rn a
a d ecisão certa m ais difícil. A p ró p ria indecisão é um a escolha. Se você
d ecid ir que você vai esperar até um a p ró x im a vez, essa é um a escolha para
lon ge de D eus. A Bíblia diz: “O h o m em que m u ita s vezes repreen dido
en durece a cerviz será q u eb ran tad o de repen te sem que haja c u ra ” (Pv
2 9 - 1 ). Em n e n h u m lu gar na Bíblia diz: “A m a n h ã ”. A Bíblia diz: “A gora é o
tem p o aceitá v el” (2 C o 6.2, K J . V.). Faça um a escolha por C ris to agora.
Cresça para a m a tu rid a d e nele, seja seu discíp ulo.

Nosso D eus t Pai, tu cs 0 D 0110 da minha vida e eu sou teu hum ilde servo. Q uero f a z e r
aquilo que tu queres que eu faça. Transforma meu coração, 6 Deus, e -purifica a minha
alm a para que ela reflita som ente a tua glória. Tira de m im m eu desejo de ser com o 0
m undo e fa z f - t n c segundo a imagem do teu precioso Filho. Amém.

13 cie m ci l o

DANDO, NÃO TOMANDO

[Jesus disse:] D e g r a ça recebestes, de gr a ça dai. M a te u s I 0.8

EXISTEM duas filo so fia s claras acerca de dinheiro. A p rim e ira é de


Satan ás. Ele d iz a todo h o m em a m esm a coisa que disse para C risto : “Tudo
isto te darei se, p ro stra d o , me ad o rare s” ( M t 4-9 )-
A seg u n d a filo so fia é a de C risto : “Vende tu d o q u an to tens, re p a rte -o
pelos pobres e terás u m te so u ro no céu; depois, vem e s e g u e -m e ” (Lc
1 8 . 2 2 ) . A p rim e ira é m o tivad a pelo ego ísm o ; a seg un da, pelo altru ísm o .
A p rim e ira tem a avareza no centro; a seg u n d a tem D eus no coração.
A p rim eira tem o olho no m u n d o ; a seg un d a tem o olho na etern idade.
A p rim e ira está destin ad a ao fracasso; a segunda, ao sucesso.
D ig a -m e o que você pensa do dinheiro, e eu lhe direi o que você p en sa
sobre D eus, p o rq u e esses dois estão m u ito relacionados. O coração de u m
h o m e m está m ais perto de sua carteira do que de q u a lq u e r o utra coisa.
E u m fa to su r p re e n d e n te que, nos ú lt im o s anos, nós, a m erican o s,
gastam o s dez vezes mais em coisas luxuo sas e não essenciais do que cm
p ro p ó sito s religio so s ou caridade. Isso é m ais que u m a estatístic a. E um
co m en tário da religião rasa, sup erficial, de um a nação n o m in a lm e n te cristã.
A E scritu ra en sin a que p o r en q u an to som os m o rd o m o s de tu d o o que
tem os. S c usarm o s mal, com o o h o m em que enterrou seu talen to , isso traz
sobre nós o ju lg a m e n to m ais severo de Deus.
U m dos piores pecados que po d em os co m eter é o da in g ratid ão . N o
m eio da dor e dos p ro b lem as, esta vida tem m u ita s bênçãos e prazeres que
vêm da mão de D eus.
A vida em si m esm a, preservação dos perigos aos quais a vida está exposta
a to d o m o m e n to , to d a a saú d e que p o d em o s d esfru tar, to d a hora de
lib erd a d e e recreação, a h ab ilid ad e de ver, ouvir, falar, p en sar e im a g in a r —
to das essas coisas vêm da mão de D eus.
Até m esm o nossa capacidade de am ar é u m do m de D eus. M o s tr a m o s
n o ssa gra tid ão dando de volta para ele um a p arte d aq u ilo que ele tem nos
dado. O que você fez u ltim a m e n te para m o s tra r sua gra tid ão a D eus por
tu d o o que ele fez e está fazen do por você?

Nosso D eus e Pai, és o D oador da vida e do amor. Por fa vor, aceita minha gratidão
sincera p o r cada dom que tu me deste pessoalm ente —minha vida, m inha fa m ília , m eu
trabalho, meu... O fereço-te de volta, e com humildade, m eu coração, m eu s talentos,
meus... Por favor, usa m eu s pertences, que tu m e confiaste, para te magnificar. No nom e
do Mestre. Amém.

14 d e m ci l o

SALVO PARA SERVIR

[Jesus disse:] Não é o discípido m ais do que o mestre, nem é o servo m ais do que o seu
senhor. M a te u s 1 0 .2 4

J E S U S convida a cada u m de seus seg u id o res a to rn ar-se seu discípulo. “E


Je su s lhes disse: V in d e após m im , e eu farei que sejais pese a do res dc
h o m e n s .” (M c I .1 7 - ) F om os salvos para servir; fom os re d im id o s para
re p r o d u z ir e sp iritu a lm e n te ; fom os pescados do lam açal do pecado para
que nos to rn ásse m o s pescadores de hom ens.
D u ra n te nossas cruzadas, m ilhares de jovens e n tregaram suas vidas a
C risto para u m serviço vocacionado de tem po integral. (Todo cristão deveria
co n sid era r-se de tem p o in teg ra l no serviço de D eus, não im p o rta q u al seja
seu ch am ad o .) E xistem evidências de que a nova geração de jovens está
re sp o n d en d o a C r is to m ais do que q u a lq u e r o utra geração na h is tó ria
am ericana.
Os jovens bus cam aventura e emoção; mas os jovens querem m ais —
querem algo em que acreditar; querem um a causa pela q u al lu ta r e um a
b an d eira p ara seguir. A ún ica causa que é gran de o b astan te é a causa de
Jesus C risto ; e sua bandeira é o corpo san grado que foi levan tado na cruz
do C alvário para a redenção do m u n d o .
Esse convite ao discip ulado e o m ais em ocionante que jamais foi feito à
hum anidade. Apenas im agine ser o parceiro de Deus na redenção do m u n d o !
JJesus desafiou: Se alguém
O me serve,' siga-m
O e;' e, onde eu estiver,’ ali estará
tam b ém o m eu servo. E, se alguém me servir, m eu Pai o h o n rará” (Jo 1 2 . 2 6 ) .
O d isc ip u la d o cristão nos dá um a o p o rtu n id a d e de nos asso cia rm o s
in tim a m e n te com C risto . C u m p rir com fid e lid a d e esta g lo rio s a
re sp o n sab ilid ad e de verdadeiro d isc ip u la d o invoca a aprovação e o favor de
Deus.

Nosso D eu s e Pai, faze de m im um pescador de homens. Q uero levar outras alm as a ti.
D á -m e coragem, as palavras e a atitude certas para m e aproximar daqueles que
precisam tão desesperadamente conhecer Cristo. Sei que ele é a única esperança dessas
pessoas. U sa-me c aos talentos com 05 quais tu m e abençoaste para alcançar; com
C risto, aqueles que estão perdidos. Amém.

1 5 c l C> 111 C l l 0

JESUS AMA A TODOS

Veio 0 Filho do hom em , com endo e bebendo, e dizem: Eis a í u m com ilão e bebedor de
vinho, am igo de publicanos e pecadores.
Entretanto, a sabedoria é justificada pelas suas obras. M a te u s 1 1 .1 9 , V.R.

O FALECIDO Dr. H a rry Iro n sid e disse certa vez: “Tome cu id ad o


para não c o n fu n d ir seus preco nceitos com suas co n vicçõ es”.
Para assegu rar-n o s, devemos la m e n ta r a m aldade, a im p ie d ad e e o mau
p ro ce d im en to , m as nossa in to lerân cia recom endável com o pecado, m u ita s
vezes, to rn a-se em in to lerân cia com os pecadores. Je su s odeia o pecado,
m as am a os pecadores.
Eu estava surpreso e chocado em o uvir u m h o m e m de co n sideráveis
a n teced en tes religio so s declarar na televisão, há pouco tem p o, que “você
não encontra Jesus associando-se com pessoas questionáveis, ou com aqueles
cujas idéias básicas c atitu d e s eram diferen tes d aq u ilo que Jesus sabia ser
h o n rad o e c e r t o !”
Tal h o m em deveria saber que Jesus não tin h a m edo de asso ciar-se com
q u a lq u e r p esso a! U m a das coisas que os escribas e fariseu s criticaram
a m arg am e n te foi sua disp o sição de ajudar, e conversar, e tro car idéias com
q u a lq u e r um , fo ssem p ub lican o s, ladrões, p ro fesso res ou p ro s titu ta s , ricos
ou p o b res! Até m esm o seus seg u id o res depreciaram algu m as pessoas que
Jesus via em p ú b lico , mas não d im in u íra m a com paixão que Jesus sen tia
p o r tod o s os m em bro s da pobre, cega e so frid a h u m an id ad e.
Jesus tin h a a m e n te m ais aberta e ab ran gen te que este m u n d o jam ais
viu. S u a s convicções in terio res eram tão fo rtes, tão firm es, tão inabaláveis
que ele p o dia n u stu ra r -sc com q u a lq u e r grup o , seguro 110 co n h ecim en to
de que não po dia co n tam in ar-se. É o m edo que nos in d isp õ e a ouvir o utro s
p o n to s de vista, m edo de que nossas idéias sejam atacadas. Je su s não tin h a
esse tip o de m e d o , n em u m p o n to de v is ta tão i n s ig n i f i c a n t e , n em
n ecessid ad e de defen der-se para sua p ró p ria proteção. Ele sabia a diferença
entre ser gracio so e co m prom eter-se, c devem os aprender c o m ele. Ele nos
deixou o m a is m a g n ífic o e g lo rio so exemplo de verdade co m b in ad a com a
m ise r ic ó r d ia em todo tem po, e, ao partir, disse: “Vai e faze da m e sm a
m a n e ir a ” (Lc 1 0 .3 7 ) -

Nosso D eus e Pai, obrigado p o r Jesus e pelo seu a m or p o r aqueles que estão perdidos,
não importa a posição social que tenham na vida. Ele am ou até m esm o a m im , Pai, e
eu sou extremamente gr a to p o r isso. A juda -m e a ser com o ele e a me aproxim ar em
a m or dos solitários, pobres, perdidos e abandonados. Mostra J e su s para eles p o r m eu
intermédio. No nom e dele. Amém.

1 6 dI ao m ci i o

DESCANSO PARA O CANSADO

Vinde a m im [...] e encontrareis descanso. M a te u s 1 1 . 2 8 , 2 9

P O U C A S p esso as sabem com o descansar nestes dias. M e s m o em férias,


m u ita s p essoas correm para ab arro tar-se ta n to q u an to p o d em antes de
voltarem para seus trabalhos, onde g astam duas vezes m ais energia colocando
em dia o trab alh o e a corresp o n dên cia que se am o n to o u em sua ausência.
M u i t o s de nós p recisam o s de férias para descansar de nossas férias! Talvez
estejam o s b u scan d o o descanso no lugar errado.
Jesus disse: “V in d e a m im ... e en co n trareis desc an so ”. C o m o a paz, o
descanso pode ser en co n trado apenas em um lugar, de um a fonte, e essa é
0 S e n h o r Jesus C risto .
Q u a n d o d e s c a n s a m o s , r e a lm e n t e d e s c a n s a m o s , c o lo c a m o s n o s s a
co n fian ça em algo fora de nós m esm o s. Percebemos que e n q u an to pode
haver trab alh o p ara fazer, ele será feito. M a s não há nada m ais im p o rta n te
n aquele m o m e n to do que des cansar, tirar os sapatos, esticar no sofá ou na
rede e p en sar em q u alq u e r coisa (o u n a d a ), m enos no trab alho.
Q u an d o c o n te m p lam o s o Todo-Poderoso, sem pre no controle, S e n h o r
de nossas vidas e S en h o r do universo, po dem os descansar no co n h ecim en to
de que C r is to tem o m u n d o todo em suas mãos. A pesar das n o tíc ia s dos
jorn ais, de algu m as cenas que vemos na televisão, sabem os que tu d o está
aco n tecen do de acordo com o plano de D eus e sua presciência.
Jesus nos dá o ú ltim o descanso, a confiança que precisam o s, o escape à
fru stração e ao caos do m u n d o ao nosso redor. D escan se nele e não se
p reocupe com o que está à frente. Jesus C ris to já cu id o u do am anhã.

Nosso D eu s e Pai, eu descanso p o r ter conhecim ento de ti e da tua onipresença no m eu


m undo. Sei que estás no controle e que estás concretizando teu plano para minha vida.
Tira a fru s tr a çã o e o caos do m eu coração. D eix a -m e dorm ir em pa/^contigo, sabendo
que estou coberto pela tua g r a ça e pelo am or do teu Filho. Amém.

1 7 do m. ci i o

A HUMILDADE DO MESTRE

Tomai sobre vós o m eu j u g o c aprendei de mim, que sou m anso e hum ilde de coração;
e encontrareis descanso para as vossas almas. M a te u s 1 1 .2 9

D E U S não olha a pessoas. C ad a u m de nós m erece nossa p arte ju s ta de


felicid ad e. C a d a u m de nós te m a m e sm a cap acid ade p ara D eus. Eu não
deveria ficar parado lam en tan d o m in h a falta de so rte ou os aco n tecim en to s
ru in s em m in h a vida. Eu deveria asso ciar-m e à fo n te de poder. Tome o
ju g o de C ris to sobre você, e você “encontrará descanso para sua a lm a ”.
M a s eu não co n sigo viver isso! Eu certam en te falh aria se te n tasse ser
u m c r is t ã o !”, você p ro testa.
Jesus disse: ‘ Tomai sobre vós o m eu j u g o ”. Ê o jugo dele, e eu posso
ficar descansado, p o rq u e ele vai carregar a p arte maus pesada.
Antes de d eixar seus d iscíp u lo s, C ris to p ro m e te u que ele enviaria o
C o n so lad o r para ajudá-los em suas dificuldades, cuidados e tentações da
vida. Essa palavra consolador quer dizer “aquele que fica ao lado para a ju d a r ”.
Ele e o E spírito Santo, a poderosa Terceira Pessoa da Trindade. N o m o m en to
em que nascemos de novo, ele passa a residir em nossos corações.
P odem o s não se n ti- lo em o c io n a lm e n te , m as n o v am en te p re c isa m o s
exercitar a fé. Creia! A ceite como u m fato da fé! Ele está em nossos corações
para nos aju d a r em nossa cam in h ada cristã.
E-nos dito que ele derram ou o am or de Deus ab un dan tem en te em nossos
co raçõ es. Ele p r o d u z o fr u to do E sp ír ito : “o amor, o g o zo , a paz, a
lo n gOa n im id a d e , a b en igOn id a d e , a b o n dade, a fid e lid a d e ,' a m a n sid ã o ,’ o
d o m ín io p r ó p r io ” (G1 5-22, 2 3 , V .R .). N ão p o d em o s fabricar esse fru to
em nossa p ró p ria lin h a de enlatados. Ele é p ro d u z id o so b re n atu ralm e n te
pelo E sp írito S an to que vive em nossos corações!
Eu preciso en tregar-m e a ele... render-m e a ele... dar-lhe o co n tro le de
m in h a vida. Através dessa entrega eu en co n trarei felicid ade!

Nosso D eu s t Pai, entrego-m e a ti. Rendo mevi coração c minha vida a ti. Dou~tt o
controle de tudo o que m e confiaste. E oro pedindo tua terna misericórdia c graça.
Preciso do teu a m or e da tua p aciência, Pai. E preciso do tm Filho para conduzir-m e
em segurança para m eu lar contigo. Amém.

18 de ma io

A MENTE DE CRISTO

Tomai sobre vós o m eu j u g o e aprendei de mim... M a te u s 1 1 .2 9

A B I B L I A m o s tra claram en te que nossas faculdades m e n tais devem ser


trazid as debaixo do controle de C risto . “D eixai que esta m e n te esteja em
vós, com o estava ta m b ém em C risto Jesus , diz Paulo em F ilip en ses 2.5 ,
K.J.V. “D eixai (não im p eçais, p e r m it i) que esta m e n te esteja em v ó s”,
sugere que p o dem os ter a m ente de C risto ou p o dem os rejeitá-la. U m a
canção p o p u la r descreve essa a titu d e com as palavras “tu d o ou n a d a ”.
O liv er B arclay observou: “F u n d am en talm en te, am ar a D eus de to da
nossa m e n te é d eixar que a verdade revelada de D eus fu n cio n e através de
nossas vidas para que nosso p en sam en to , nossas atitu d es, nossa adoração
e nossas ações sejam consistentes. Eles deveriam ser o resultado da santidade,
do am o r e da graça de D eus para conosco... A Bíblia, quan d o fala da m en te,
não está nos p ed in d o para desenvolver u m a filosofia... mas para p e r m it ir a
verdade revelada para nos c o n tr o la r ”.
A m e n te h u m an a não pode ser um vácuo. Ela será cheia ou com o bem
ou com o mal. Será ou carnal ou como C risto . Podemos co n tro lar o tipo
de p en sa m e n to s que en tram em nossa m en te. N e g ativ am en te, a m en te
deve se afastar de todo mal. Devemos escolher que tip o de p ro gram a de
televisão nós vemos. Devemos ter cuid ado com o tip o de coisas que lem os;
as coisas nas quais p en sam os; as coisas com as quais o cup am o s nossos
devaneios d u ra n te o dia. P ositivam ente, a m en te deve estar firm ad a nas
coisas que são de cima. N ão é su ficien te deixar fora de n ossa m e n te os
m aus p en sam en to s. Os p en sam en to s de D eus devem ser absorvidos pela
le it u r a da B íb lia, oração, co m u n h ão com C ris to , am iz a d e com o u tro s
cristão s, co m un h ão cristã na igreja.
U m sábio d esco nhecid o su g e riu : “Dê sua m en te a C risto para que você
seja g u iad o pela sabedoria d e le ”.
O p o eta M . W. Biggs expressou isso m u ito bem:

Sê tu m eu alvo, Senhor, neste dia,


C o n tro la n d o tu d o o que eu fizer ou disser;
Q u e através d esta m in h a e stru tu ra m o rtal
Tua abençoada feição possa sem pre b rilh ar!

O h ! E nche-m e, Senhor, com teu p ro fu n d o amor,


Atrai n u n h a m en te para as coisas de cima;
Q u e eu seja aqui u m peregrino,
E na verdade te sirva e siga!
D
Nosso D eu s e Pai, quero ter a mente de Cristo. A juda-m e a preencher minha m ente
com o bem e não com o mal. A juda-m e a afastar os m aus pensam en tos constantemente.
E nsina-m e a concentrar-m e na justiça, na bondade, na verdade e no amor. E sem pre
m antém minha m ente cm Jesus, o g u a rd a d o r da minha alma. Amém.

/ 9 de m a io

A UNIVERSIDADE DA V I D A

[Jesus disse:] Tomai sobre vós o m eu j u g o e aprendei de mim... M a te u s 1 1 .2 9

Q U A I S são os cursos requerido s na un iversidade da vida? Você terá de


en fren tar a vida; terá de en fren tar a m o rte; terá de en fren tar o ju lg a m e n to .
N a realidade, não pode en fren tar n en h u m deles sem C risto . E xistem três
cursos requeri dos na un iversid ade da vida. P rim eiro , a vida em si m esm a.
Você não tem controle sobre o fato de que você nasceu. N ão há nada que
possa fazer para parar de viver. “O h i ”, você diz, “eu posso com eter s u ic íd io ”.
N ão , você não pode. Você foi criado com u m a alm a ou esp írito que viverá
p ara sem pre. S e u corpo m o rrerá e irá para a sep u ltu ra, m as você, o seu
“e u ” real, viverá para sem pre. Você pode m atar seu corpo, m as não pode
m a tar o esp írito . E ntão, a “v id a” c um a direção que você tem de tomar,
q u er go ste ou não goste. Você não pode desnasccr ’.
O segun do curso requerido é a m orte. A Bíblia diz: “E, com o aos hom ens
está o rden ado m o rrerem um a vez, vindo, depois disso, o j u í z o ” (H b 9 - 2 7 ) .
C ada geração morre. Você pode m o rrer n u m aciden te de auto m ó vel. Pode
m o rrer de câncer. Pode m o rrer de um a en ferm idad e do coração. Pode viver
ate ficar velho, mas vai morrer. D eus disse ao rei E zequias: “m o rrerás e
não viverás ’. A Bíblia diz que existe “tem p o de nascer e tem p o de m o r r e r ”
(Ec 3 -2 ). Você está p ro n to para m orrer? Adão viveu novecentos e tr in ta
anos, m as ele m o rreu. Sete viveu novecentos e doze anos, m as ele m o rreu.
M a t u s a lé m viveu novecentos e sessenta e nove anos, m as ele m o rreu.
N o fin al da vida de cada pessoa, pode-se dizer: “Ele m o r r e u ”. E xiste
u m dia, um a hora, u m m in u to para sua m orte. U m p ro e m in e n te h o m em
foi citado pela im prensa p or dizer: “Eu preparei o curso da m in h a vida
para q u a lq u e r even tualid ade, m enos para a m orte. N ão esto u p reparado
para m o r r e r ”. Você está preparado para morrer?
O terceiro curso re q u erid o nessa u n iversid ad e é en fren tar o ju lg a m e n to
de D eus. “... aos h o m ens está ordenado m o rrerem um a vez, vindo, depois
disso, o j u íz o ” ( H b 9 - 2 7 ) .
S e você recebeu a Jesus C risto como seu Salvador, uma coisa m aravilhosa
aconteceu. A cruz onde Jesus m o rreu por nossos pecados foi o ju lg a m e n to .
A Bíblia d iz que ele foi “m o rto desde a fundação do m u n d o ” (Ap 1 3 - 8 ).
Estava 110 plan o de D eus para a redenção da raça h u m a n a que Jesus C ris to
deveria morrer. A quele foi o ju lg am en to . D eus ju lg o u seu Filho p o r nossos
p ecado s, em vez de nós. Je su s to r n o u -s e pecado p o r nós. E ele o fez
v o lu n tariam en te, p o rq u e nos ama.

Nosso D eus e Pai, p repara-m e para viver, para m orrer e para o ju íz o no teu trono. Sei
que tenho m uito a aprender e que m uitas vezes eu enfraqueço, mas, p o r fa vor, segura a
minha mão. G uarda-m e no caminho para a vida eterna contigo. Não perm itas que eu
vacile c me afaste de J e su s Cristo, que e o único caminho. Amém.

2 0 de ma io

UM FUTURO FABULOSO?

0 reino dos céus é sem elhante a u m tesouro escondido n u m cam po que um hom em
achou e escondeu; e, pelo go z o dele, vai, vende tudo quanto tem e com pra aquele
campo. M ateu s 13-44

O P R E S I D E N T E T h eo do re Roosevelt disse: “Q uando você educa


um hom em na mente e não na moral, você educa uma ameaça para a sociedade”.
A ciência está ap ren dendo a c o n tro lar tudo, m enos o h o m em . A in da
não resolvem os o p rob lem a do ódio, da cobiça, da avareza e do p reco nceito ,
que p ro d u z e m in ju stiç a s sociais, d isp u tas raciais c, p o r fim, guerra. N o sso
fu tu ro está am eaçado p o r m u ito s p erigo s, com o a d estru ição n uclear que
pende sobre nossas cabeças.
C o n tu d o , o m a io r p erigo é de dentro. C ada civilização an te rio r à nossa
d e sin te g ro u -s e e d esm o ro n o u pelas forças intern as em vez de co n q u ista s
m ilitares. A R o m a an tiga c um exemplo notável da queda de um a civilização.
E m bora sua d e sin te g raç ão se acelerasse pelas invasões estran g e ira s, na
opinião de A rth u r W eigall, um arqueó lo go fam oso no m u n d o inteiro, R o m a
d e s m o r o n o u “ s o m e n t e d e p o is q u e o s u b o r n o e a c o r r u p ç ã o f o r a m
p re d o m in a n te s p o r gerações .
N ão im p o rta quão avançado seja o progresso, q u a lq u e r geração que
n e g lig en cia sua vida e s p iritu a l e m o ral vai desin tegrar-se. Essa é a h istó ria
do h o m em e esse é nosso problem a m oderno.
Os cristãos acreditam n u m futuro fabuloso, m esm o que a atual estrutura
da sociedade moderna deva desaparecer e todo seu progresso deva ser apagado
pela autod estruição com o um resultado do fracasso e da loucura do homem.
E xiste u m sen tid o 110 q ual o reino de D eus já está aqui na presen ça viva
de C ris to 110 coração de todos os verdadeiros cristãos. E xiste tam bém ,
c o n tu d o , um a derradeira consum ação de todas as coisas, que é cham ada de
reino de D eus. Esse é o fu tu ro fabu lo so ! Será u m fu tu ro no q u al não
haverá guerra. N ão haverá pobreza. Haverá relacionam ento h um ano pacífico
e feliz. E xistirá o p o rtu n id ad e am pla e com pleta para explorar todas as
n ossas hab ilidad es. H averá u m estado de co m p leta reco n ciliação entre o
h o m em e D eus — entre raças — entre nações.

Nosso D eus e Pai, tu tens 0f u t u r o nas tuas m ãos —um f u t u r o realmente sensacional.
Anseio pelo dia em que a paz^reinará e a reconciliação entre os povos e as nações seja
completa. Sei que 0 dia da complcta reconciliação será somente quando 0 próprio Cristo
v o lta r para nos levar para casa. Através dele. Amém.

2 1 cl c m. ci l o

A VOZ DA A U T O R I D A D E

E Jesus, tendo concluído estas parábolas, sc retirou dali. E, chegando à sua terra, ensinava
0 povo na sinagoga, de modo que este se admirava e dizja: D onde lhe vem esta sabedoria e
estes poderes milagrosos? Não é este 0filh o do carpinteiro? E não sc chama sua mãe
Maria, e seus irmãos, Tiago, José, Simão e Ju d a s? E não estão entre nós todas as suas
irmãs? D onde lhe vem, pois, tudo isto? E escandalizavam-se dele. Jesus, porém, lhes disse:
Um profeta não f i c a sem honra senão 11a sua terra e na sua própria casa. E nãofez^ali
m uitos milagres, p o r causa da incredulidade deles. M a te u s 1 3 - 5 3 -5 8 , V.R.

O E N S I N O de Jesus era único. Ele tiro u D eus do m u n d o da te o ria e o


co lo co u na p rática. Ele não usava declarações ou frases q u alitativ as para
declarar sua m an eira de viver. Ele não usava frases como: “Eu me atrevo a
d i z e r ” ou “Talvez seja a s s im ” ou “Esta é m m lia o p in iã o ”.
Ele falava com a u to rid a d e! Ele falava com fin alid ad e! Ele falava com o
se soubesse... e ele sabia! Q u an d o ele te rm in o u dc p regar o S erm ão do
M o n te , lem os que “a m u ltid ã o se ad m iro u da sua d o u trin a, p o rq u a n to os
ensinava com a u to rid a d e e não como os e sc rib a s” ( M t 7 -2 8 , 2 9 ) .
S u a pregação não era um a sup o sição m acia e vazia de um filó so fo que
busca a verdade mas com p ro n tid ão ad m ite n unca tê-la en co n trado . Era
mais a voz confiante de u m m atem ático que dá suas respostas com segurança
p o rq u e a prova da resposta p o de ser enco n trad a no problem a. S erá q ue o
esto u esc u tan d o — ou será que sou u m cínico como o eram tan to s dc seus
concidadãos?

Nosso D eu s e Pai, louvo tuas poderosas obras —criação, humanidade... prostro~me t


adoro-te com o Aquele que tem toda autoridade e poder, assim na terra com o nos céus.
A bençoa-m e, á Senhor. C obre-m e com tua gra ça e teu poder. E nsina-m e a com partilhar
tuas poderosas palavras com outras pessoas. Em nom e de Jesus. Amém.

22 d e m c i I. o

PODER NÃO UTILIZADO

E, despedida a m ultidão, [Jesus] subiu ao monte para orar à parte. E, chegada j á a


tarde, estava ali só. M a te u s 14-23

JOHN K N O X orou, e os resultado s fizeram com que a rain h a M a ria


dissesse que ela tem ia as orações de John Knox m ais do que te m ia to do s os
exércitos da Escócia.
Jo h n W e s le y orou, e o reavivam ento chegou à In glaterra, p o u p an d o a
nação dos horrores da R evolução Francesa.
J o n a t h a n E d w ard s orou, c o re avivam en to e s p a lh o u -s e através das
colônias. A h is tó ria foi m u d ad a um a vez após o utra devido à oração. Eu
lhe digo : a h is tó ria p od eria ser m u d ad a e seu curso alterado novam ente, se
as pessoas fossem aos joelhos em oração confiante.
Q u e coisa g lo rio sa seria se m ilhõ es de pessoas se ap ro v eitassem do
m aio r p rivilégio deste lado do céu: Jesus C risto m orreu para to rn ar possível
a co m u n h ão e co m un icação com o Pai. Ele nos disse do go zo no céu
quan do u m p ecado r se volta do pecado para D eus c, em seu coração, susp ira
um a sim p les oração: “Senhor, tem m isericó rd ia de m im , p e c a d o r ”.
H o je ap ren dem o s a u tiliz a r o p o der do áto m o, mas p o uco s de nós
a p r e n d e m o s c o m o d e s e n v o lv e r to d o o p o d e r da o ra ç ã o . A m d a n ão
ap ren dem os que o h o m em pode ser m ais p od ero so em seus joelh o s que
atrás das arm as m ais po dero sas que p o ssam ser inventadas.
N ão ap ren dem o s que a nação é m ais p o dero sa quan do está u n id a em
oração a Deus do que quando seus recursos estão canalizados em arm am ento
de defesa. N ão desco brim o s que a resposta para nossos p ro b lem as pode
ser através do co n tato com Deus.
Q u an d o os d iscíp u lo s foram a Jesus e pediram : “Senhor, en sin a-n o s a
o r a r ” , o Salvad o r resp o n deu d an d o -lh es seu m o delo de p etição : “A oração
do P a i-n o sso ’ . A oração do Pai-nosso, contudo, foi apenas o com eço dessa
in stru ção santa. Em várias passagens, C risto oferece mais direção, e p o rq u e
ele praticava o que ensinava, to d a sua vida era um a série de liçõ es sobre a
oração eficaz.
Você já ap ren d eu a lição dele?

Nosso D eu s e Pai, se misericordioso com igo, um terrível pecador cu jas fa lt a s te atingem


en orm em ente todos os dias. Sonda o m eu coração e encontra um lugar de pureza onde
possas habitar. D á cabo do m eu orgulho e preconceito. D estrói m eu ódio e desesperança.
S alva-m e através de J e su s, meu Senhor c Salvador Amém.

2 3 cl e m a í o

DIGNO DE NOSSA ADORAÇÃO

Então, aproxim aram -se os que estavam no barco e adoraram -no, dizendo:
És verdadeiram ente o Filho de Deus. M a te u s 14-33

JESUS CRISTO é q u em ele disse que é: D eus cm form a h um an a. E


essa é a verdade crucial que su s te n ta a realidade de nossa salvação. S o m e n te
o S alv ad o r divino p o deria m o rrer como o p erfeito e co m p leto sacrifício
p elos no ssos pecados. S o m e n te o divino S e n h o r p o d eria nos d izer com o
devem os viver. S o m e n te o Filho de D eus ressurrecto e elevado ao céu é
d ign o de nossa adoraçao c de nosso serviço. “N ó s co n fessam o s a Jesus
C ris to com o D eus, nosso S e n h o r c S alvad or.”
D u ra n te seu tem p o na terra, ele era D eus encarnado, verdadeiro D eus e
verdadeiro h om em . Ele é de etern id ad e a etern idade. Jesus C risto , pela sua
m o rte e ressurreição, to rn o u -se o evangelho. C o m o seus em b aixado res,
devemos represen tá-lo cm to d a sua p le n itu d e , co m p leta e verd ad eiram en te.
Q u a lq u e r coisa a m enos nos d esq u alifica em n o sso cham ado alto e santo.
O credo niceno, que surgiu do C o n cílio de N icéia em 3 2 5 d.C., afirm ava
que ele é “verdadeiro D eus, do verdadeiro Deus... sendo da m esm a substância
com o P a i”.
Pela nossa fé Jesus se to rna nosso S en h o r e Salvador. Toda a u to rid a d e
no céu e na terra foi dada a ele ( M t 2 8 . 1 8 ) . O atu al s iste m a m u n d a n o
m a lig n o am d a não reconheceu seu senhorio; está ainda debaixo do p oder
e n gan ad o r do p rín cip e deste m u n d o , S atan ás (Ef 2 . 2 ) . M a s aqueles nos
quais Jesus habita têm autoridade sobre o m aligno c todos os seus dem ônios.
O ap ó sto lo João declara: “p o rq u e m aio r é o que está cm vós do que o que
está no m u n d o ” ( l Jo 4-4 )-
P o rtan to , ap esar de n o ssas lim ita ç õ e s h u m a n as e m e sm o de n o sso s
fracasso s, o S e n h o r está s o b e r a n a m e n te d ir ig in d o sua obra re d e n to ra
através do te s te m u n h o dele. E estam o s lig a d o s aos ilim it a d o s re cu rso s
de seu poder, p ara que não apenas “p a s s e m o s ” p e la vida c m in is té r io ,
m as “em to d a s estas coisa so m o s m a is do que ven ced o res, p o r a q u ele
que nos a m o u ” ( R m 8.3 7 ) . E com o o co n te x to d a q u e le in s p ir a d o r e
t r a n q u i li z a d o r v ersíc u lo p ro m e te , “n o s p o d e rá sep arar do am o r de D eus,
q u e e s t á em C r i s t o J e s u s , n o s s o S e n h o r ” ( R m 8.3 9 ) . D e u s p o d e
tr a n s f o r m a r a m a io r tr a g é d ia n a q u ilo que é para n o sso bem e para sua
g ló ria , p o r q u e “s a b e m o s q u e to d a s as c o isas c o n c o rr e m p a ra o b em
d a q u e le s que a m am a D eus, d aq u eles que são c h am ad o s se g u n d o o seu
p r o p ó s i t o ” ( R m 8 . 2 8 , V .R .).
P orque Jesus é Salvador, ele nos salva do castigo do pecado. Porque ele
é Senhor, pelo seu S an to Espírito, ele nos dá poder sobre o pecado en quan to
an dam o s d iariam en te com ele, E alg u m dia no futuro , ele nos levará para
estarm os com ele, longe da presença do pecado (H b 9 -28 ) . S o m e n te p o rq u e
Jesus é D eus c p o rq u e nós o confessam os com o S alv ad o r e Senhor, ele
pode dar e nós p o d em os receber esses b enefícios, essa abençoada seguran ça
e esperança ( R m 1 0 .9 ) .
Nosso D eus e Pai, confesso que J e su s Cristo c o Senhor v ivo do meu m u n d o e da minha
vida. Sei que ele é um contigo e que tenho acesso ao teu -poder através dele. E nsina-m e a
v iv e r com o um conquistador e a levar outras pessoas a ti através dele e do seu poder.
Amém.

2 4 tia in a l o

OUSE SER DISCIPLINADO!

Então, disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após m im , renuncie-se a si
mesmo, tome sobre si a sua cruz^e siga-me; porque aquele que quiser salvar a sua vida perdê-
la-á, e quem perder a sua vida por am or de mim achá-la-á. M ateu s I 6 .2 4 -2 5

A V I D A crista p ressu p õ e convicção cristã. M a s, in felizm en te, é possível


te r crenças que não en co n tram expressão na con duta. Essa crença da m en te
e m u ita s vezes co n fu n d id a com a fé verdadeira. A verdade m ais sim p les é:
acred ita-se realm en te apenas n aq u ilo sobre o que se age. Q u an d o vejo um a
pessoa que se d iz cristã e acredita em todos os credos, e cham a a si m e sm a
de cristã evangélica, mas não vive a vida cristã —sua vida não é caracterizad a
p o r q u eb ran tam en to , b ra n d u ra e am or — eu me lem bro das palavras de
Jesus quan do ele disse: “Pelos seus fru to s os co n h ecereis”. D epois de ser
n ascid o de novo, devemos d em o n strar nossa fé pelas nossas obras. C o m o
T ia g o diz: “a fé sem obras é m o rta .
Os cristão s efetivos na h istó ria foram h o m ens e m u lh eres de grande
d isc ip lin a pessoal. A conexão entre as palavras “d is c íp u lo ” e “d is c ip lin a ” é
obvia. Para ser u m verdadeiro, real d iscíp u lo de C risto , devem os b uscar
d is c ip lin a r n ossas vidas e esfo rçarm o -n o s para an dar com o ele andou. O
que m ais im p ed e o progresso da igreja não é tanto n o :s o falar e nosso
credo, m as tem sido nosso caminhar, nossa co n duta, nossa vida diária.
Precisam os de um reavivamento de exemplo cristão, e isso só pode acontecer
quan do os que se co n fessam seg u id o res de C risto com eçarem a p ra tic ar
d isc ip lin a cristã.
Por onde com eçam os? Tendo en co n trado a vida que está em C risto ,
trilh as e strita m e n te d iscip lin a d as levam a um a vida co m pleta, rica e plena.
O grande p rín cip e dos pregadores, C h arles H a d d o n S p u rg e o n , disse
certa vez: “Eu dou testem un h o voluntário que devo mais ao fogo, ao m artelo
e à lim a do que a q u a lq u e r o u tra co isa na o ficm a do m e u Senhor. A lgu m as
vezes m e p erg u n to se algu m a vez aprendi alg u m a coisa a não ser através da
vara. Q u an d o m in h a sala de aulas está escura, eu enxergo m e lh o r ”. Eu
tenho o m esm o sen tim en to !

Nosso D eu s e Pai, trago a ti minha vida indisciplinada c peço que m e ajudes a


desen volver autocontrole. Tira do m eu coração os desejos desregrados pelos prazeres do
m u n d o e do materialismo. Destrái meu orgulho e m eu am or pelo pod er na terra. Leva-
me à plenitude através de pensam entos puros c simples e de um a vida cm Cristo.
Através dele eu oro. Amém.

I e m. ci i. o

A FORMULA DE DEUS PARA A PAZ

M uita pa^ têm os que am am a tua lei, e para eles não há tropeço. Salm o 1 1 9 -1 6 5

O SALMO 1 1 9 -1 6 5 diz que a paz é dom de Deus. Ele tem a fó rm ula


para a paz. Sua fó rm ula é na Pessoa de seu Filho, Jesus C risto , a quem ele
designou como P ríncipe da Paz. As nações deste m u ndo rejeitaram a paz que
Deus oferece. Elas planejam e fazem guerra. C o n tudo , existem m ilhões de
pessoas no m undo todo que têm paz neste m om ento porque elas encontraram
o segredo da paz. Elas têm paz no coração, como a Bíblia ensina: “Sendo,
pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus C risto ”.
A verdadeira gu erra na q u a l a h u m a n id ad e está en gajad a é a gu erra da
rebeldia co n tra D eus. E sta rebeldia trouxe d estruição , so frim en to , m iséria,
fru stração e m u ito s o utro s m ales p ara a p o p ulação do m u n d o . D eus deseja
ver essa rebelião term inar. Ele enviou seu Filho, Jesus C risto , para a cruz
n u m a dem o n stração de seu am or e m isericó rd ia. Ele nos pede para ir à
cru z em arrep en d im en to de no ssos pecados e su b m issão de nossa vontade
a ele. Ele p ro m ete u m tratad o de paz para tod o s os que chegarem pela fe.
O velho e sábio S p u rg e o n descreveu a paz de D eus desta m aneira:

Na ressurreição, nossa natureza será chcia de paz. Jesus Cristo não teria dito,
Paz seja convosco ’ (Lc 24-3 6 ), se não houvesse paz dentro de si mesmo.
Ele era calmo e imperturbável. Havia muita paz em sua vida; mas, depois da
ressurreição, sua paz tornou-se muito notável. Não há esforços com escribas
e fariseus, não há batalhas com ninguém depois da ressurreição do Senhor.

Você tem a paz de Cristo em sua vida?

Nosso D eu s £ Pai, venho para buscar a tua paz- Abandono minha rebeldia e rendo meu
coração a ti. Estou arrependido dos m eus m uitos pecados e coloco-os aos pés de J e su s na
c r u P e r d o a - m e , Senhor; perm ite que eu descanse na tua paz1 sabendo que sou
eternam ente salvo através do teu Filho Jesus. Amém.

2 6 cla nr a i o

AUTONEGAÇÃO

Então, disse J e su s aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si
mesmo, tome sobre si a sua cruz^e siga-m e; porque aquele que quiser salvar a sua vida
perdê-la-á, e quem perder a sua vida p or amor de mim achá-la-á. M ateu s 1 6 .2 4 - 2 5

J E S U S C R I S T O falou fran cam en te com seus d iscíp u lo s acerca do


fu tu ro . Ele não escondeu nada deles. N in g u é m p oderia jam ais acusá-lo de
engano. N in g u é m p o deria jam ais acusá-lo de fazer falsas p ro m essas para
co n segD u ir fidelidade.
N u m a lin g u ag em clara ele falou que o discip ulado sign ifica auto -n egação
e levar a cruz. Ele os advertiu que avaliassem cu id ad o sam en te o preço, para
que não d e sistiss e m quan d o se deparassem com so frim en to s e privações.
Jesus falou com seus h o m ens que o m u n d o os o diaria. Eles seriam
“com o ovelhas no m eio dos lo b o s ”. Eles seriam p resos, p e rs e g u id o s e
trazid o s dian te dos reis e dos governadores. S e riam p ersegu id o s até m esm o
pelos seus entes m ais querido s. C o m o o m u n d o o odiara e p ersegu ira, da
m e sm a fo rm a tra ta ria seus seg uid o res. Ele alerto u ainda: E xpulsar-vo s-ão
das sin ago gas; ainda m ais, vem a hora cm que q u a lq u e r que vos m a tar
ju lg a rá p restar um serviço a D e u s ” (Jo 1 6 .2 ) .
M u ito s dos seguidores de C risto estavam desapontados com ele, porque,
apesar de suas advertências, eles esperavam que ele vencesse seus in im ig o s
e estabelcccssc u m reino p o lítico m u n d ial. Q u an d o eles se d ep araram com
a realidade, eles “to rn aram para trás c já não andavam com ele (Jo 6 . 6 6 ) .
M a s todos os verdadeiros d iscíp u lo s de Jesus sofreram p o r sua fé.
Eu creio cjuc o grande m issio n ário pioneiro na África, D avid L ivm gstonc,
tin h a a chave sobre o que sig n ific a n egar a si m esm o no serviço a C r is to
q u an d o disse: “Pessoas falam do sacrifício que eu fiz p assan d o ta n to de
m in h a vida na Á frica. Pode ser cham ado de sacrifício aquilo que é apenas
p agar de vo lta um a p eq u en a p arte do grande déb ito devido a D eus, que
nunca pode ser pago? E sacrifício o que traz sua pró p ria m e lh o r recom pensa
n u m a atividade saudável, a consciência de fazer o bem, paz m e n tal c a
r a d ia n t e e s p e ra n ç a de u m g lo r io s o d e s t in o p o s t e r io r ? Eu n u n c a fiz
s a c r if íc io !”
Você é co nhecido por auto n egação ou a u to -in d u lg ê n c ia ?

Nosso D n ts e Pai, às vc^es sou m uito egoísta e egocêntrico. E odeio ser assim. Por favor,
conduze-m e à auto-negação e ao serviço a outras pessoas. A juda-m e a m e tornar
desinteressado, gen eroso e amoroso. E nsina-m e a empatia c compaixão que J e su s tivt
p o r mim. D á -m e o coração e a misericórdia dele. No seu nome. Amém.

2 7 cl e ia a i o

ELES NÃO PODEM CHAMÁ-LO DE PAI

Porque o Filho do hom em v irá na gló r ia de seu Pai, com os seus anjos, e, então, dará a
cada um segundo as suas obras. M a te u s I 6 .2 7

D E U S não é cham ado “P ai” pelos anjos p o rque, não tendo pecado, eles
não p rec isa m ser red im id o s. E os anjos caídos não p o d em ch am ar D eus de
“P a i” p o rq u e não p o d em ser red im id o s. O ú ltim o caso é u m dos m isté rio s
das E scritu ras: D eus fez provisão para a salvação do h o m e m caído, m as
não fez provisão p ara a salvação dos anjos caídos. Por quê? Talvez, p o rque,
d if e r e n t e m e n t e de A dão e Eva, q ue fo r a m s e d u z id o s ao p ec a d o p o r
pecadores, os anjos caíram quan d o não havia pecadores, então n in g u é m
p o d ia atraí-lo s ao pecado. Portanto, seu estado p ecam in o so não p o de ser
alterado ; seu pecado não po de ser p erdo ado ; sua salvação não p o d e ser
alcançada.
O s anjos m au s nunca iriam querer ch am ar D eus de “P ai”, apesar de que
talvez p o ssam cham ar L ú cifer de “p a i”, como m u ito s adoradores de S atan ás
fa zem . Eles estão em re b e ld ia co n tr a D eus c n u n ca v o lu n ta r ia m e n te ,
aceitarão seu senhorio e soberania, a não s e r n o D ia do Ju lg am en to , quan do
to d o joelho se dobrará e to da lín gu a confessará que Jesus C ris to é o S en h o r
(F p 2 . 9 , 1 0 ) . M e sm o que os santos anjos quisessem ch am ar D eus de “P ai”,
p o d e ria m fa zê-lo apenas no am plo sen tid o dessa palavra. C o m o C riador,
D eus c o pai de to do s os seres criados; desde que os anjos são seres criados,
eles p o d em p en sar dele dessa forma. M a s o term o é n o rm alm e n te reservado
na E scritu ra para os h om ens p erd id o s que foram redim ido s. P o rtan to , no
se n tid o real, m esm o os h o m ens co m un s não p o d em cham ar D eus de P a i’
exceto com o seu D eus C ria d o r — até que sejam nascido s de novo.
C ristã o s são feito s h erdeiros com Jesus C ris to através da redenção ( R m
8 . 1 7 ) , que é deles pela fé nele baseada em sua m o rte no C alvário. A njos,
q u e não são h e r d e ir o s , devem fic a r de lad o q u a n d o os c r is t ã o s são
in t ro d u z id o s em suas riq u ezas ilim ita d a s e eternas. Por co n traste, Jesus
id e n tif ic o u -s e com o h o m e m caído na encarnação, quan do ele foi feito
“u m po uco m en o r do que os anjos, p or causa da paixão da m o r te ” (H b
2-9 )- Q u e ele tenha esco lh ido provar a m o rte que nós m erecíam o s ta m b ém
m o s tra que os anjos san to s não co m p artilh a m da nossa p e cam in o s id ad e —
n em p o d em conhecer o gozo de nossa redenção.

Nosso D eu s e Pai, celebro minha redenção do pecado através de Jesus. Fico assombrado
p o r poder, dia após dia, chegar diante do teu trono t conversar contigo com o m eu Pai.
Obrigado p o r adotar-m e com o teu filho. E obrigado p o r salvar-m e através do precioso
sangue do teu santo Filho na cr u z Amém.

28 d

E ESTE O DIA?

Porque 0 Filho do hom em há dc vir na glória de seu Pai, com os seus anjos; e, então,
retribuirá a cada u m segundo as suas obras. M a te u s 1 6 .2 7 , V R .

A P A L A V R A grega apokalupsis dá a idéia de desvendar. E o desvendar


d aquele que estava escondido. H o je a pessoa de C risto está o cu lta da vista,
ap esar de que sua presença está em nossos corações através do E sp írito
S an to . H o je é o dia da fé. N a q u e le dia de sua vinda não será mais fé, m as
vista.
Su a p rim e ira aparição foi q u ieta —os pastores, a estrela e a m an jed o u ra.
S u a seg u n d a vinda será com os d e slu m b ran te s gu erreiro s do céu, p ro n to s
para tr a ta r com q u a lq u e r situação e para derro tar os in im ig o s de D eus até
que ele tenha su b ju g ad o to d a a terra.
A ssim , n e n h u m cristão tem m otivo para ficar por aí esfregando as mãos,
p reo cu p ad o co m o que vam os fazer dian te da situ ação atu al do m u nd o . As
E scrituras d izem que, no m eio da p erseguição , confusão, guerras e rum o res
de guerras, devem os co n fo rtar uns aos o utro s com o co n h ecim en to de que
Jesus está vo ltan d o cm triu n fo , g ló ria e m ajestade.
M u i t a s vezes, quan d o eu vou para a cama à noite, eu penso que antes de
eu aco rdar talvez C ris to venha. A lgu m as vezes, q u an d o m e levanto e olho
o amanhecer, penso que talvez seja esse o dia em que ele virá.
A B íb lia en sin a q ue a s e g u n d a v in d a de Je s u s C r i s t o se rá s ú b ita ,
inesperada e dram ática. V irá como surpresa e pegará a m u ito s despreparados.
“P orque vós m esm o s sabeis m u ito bem que o dia do S e n h o r virá com o o
ladrão de n o it e ” ( i Ts 5-2).

Nosso D a i s e Pai, a ju d a -m c a estar preparado quando v i a e s na tua glória. P rotege-m e


do ju íz o de fogo que tu infligirás ao m al deste m undo. Vê-me através do sangue
purificador de J esu s que m orreu para m t resgatar da morte. E m anxím -m e no am or
dele. Amém.

2 9 cl o m ci i. o

O REINO DE DEUS

E m ais f á c i l passar um camelo pelo fu n d o de u m a agulha do que entrar u m rico no


reino de D eus. M a te u s 1 9 -2 4

O R E I N O de D eus não é edificado sobre o m otivo de lucro. O verbo


favorito do m u n d o é “t o m a r ”. O verbo do cristão é “d a r ”. O in teresse
p ró p rio é b ásico na so ciedade m o d ern a. Todos p erg u n tam : “O que há nisso
para m i m ? ” N u m m u n d o fu n d a m en ta d o em m a te r ia lis m o isso é n a t u r a l e
no rm al.
M a s no reino de D eus o interesse p ró p rio não é básico —a abnegação é.
O Fundador, Jesus C risto , era rico, e co n tu d o ele se fez pobre para que,
“pela sua pobreza, e n r iq u e c ê s se is” ( 2 Co 8 . 9 ) . Seu s d iscíp u lo s o seg u iram ,
e foi dito deles: “E n in g u é m d izia que coisa algu m a do que p o ss u ía era sua
p r ó p r ia ” (At 4 - 32 ) . Pedro, rico em bens celestiais, m as pobre em bens
m a te riais, d isse para o coxo nos degraus do te m p lo : 'N ão tenho p ra ta nem
ouro, m as o que tenho, isso te d o u ” (At 3 .6 ) . Os ap ó sto lo s perceb eram
que não existe valor p erm an en te em bens m a te riais e estim a ra m os valores
p erm an en tes do E sp írito . Eles viveram tend o em vista a etern idade.
H oje, m u itas vezes tom am os as coisas espirituais com desdém e cobiçamos
as coisas deste m u nd o. N ão surpreende que o m u n d o esteja n u m estado de
tu m u lto ! M a m o m é adorado e Deus desprezado! O prazer to m a precedência
sobre a pureza, c o lucro é consideravelm ente m aio r que Deus.
M a s no reino de D eus, aq u ele que for o m a io r entre vocês é o servo de
tod o s (veja M t 2 3 . 1 1 ). O serviço a D eus e à h u m a n id ad e é colocado
acim a do interesse p ró p rio . Jesus disse: “N in g u é m tem m a io r am o r do que
este: de dar algu ém a sua vida pelos seus a m ig o s ” (Jo 1 5 - 1 3 ) . C risto provou
suas palavras fazen do exatam en te isso por nós.

Nosso D eus e Pai, ■permite que cu caminhe contigo ao longo desta vida. P erm ite que eu
aprenda a ser desinteressado c generoso com a minha fa m ília , m eus amigos, com a tua
igreja e com toda criatura que eu encontrar Dá~me u m coração compassivo, Pai, com o
o coração de J e su s Cristo na cruç. F açe-m e rico em a m or e pobre em orgulho. No
abençoado nom e de Jesus. Amém.

3 0 cl c> m a i o

SINAIS DA SUA VINDA

...chegaram-se a ele os seus discípulos, em particular, dizendo: D içe-n os: quando serão
essas coisas e que sinal haverá da tua vinda e do f i m do m u n d o ? M a te u s 24-3

H A três palavras gregas usadas no Novo Testamento para descrever a segunda


vinda de C risto. A p rim eira é parousia, que dá a idéia da presença pessoal de
C risto . Em outras palavras, quando C risto voltar, ele virá em pessoa.
A seg u n d a palavra grega é epíphaneia, que dá a idéia de aparição. E com o
um a estrela, não vista à lu z do dia, que su b ita m e n te aparece na escurid ão
da noite. D a í tem o s a palavra epifania.
A terceira palavra grega é apokalupsis, que dá a idéia de desvendar. É o
desvendar d aquele que estava oculto.
N o N a ta l celebram os a p rim eira aparição, que foi q uieta — os pastores,
a estrela e a m an jed o ura. S u a seg un da vinda será com os d eslu m b ran tes
guerreiro s do céu, para trata r com q u alq u e r situação e para d erro tar os
in im ig o s de D eus até q ue ele tenh a su b ju g ad o o m u n d o inteiro.
A seg u n d a vinda de Jesus C risto será um a série de eventos aco n tecend o
d u ra n te u m lon go período. E xistem m u ito s debates entre os teó lo go s a
resp eito do sig n ifica d o dessas passagens, mas há um a coisa com a q u al
quase to d o s que am am a Jesus C r is to co n co rd a m — Jesus C r is to está
v o ltan do .
Q u an d o C r is to veio p ela p rim e ira vez, ele tra to u com o m a l com o
in d iv id u al e hered itário. Q u an d o ele vier o u tra vez, C ris to vai tr a ta r com a
p rática do ma 1. Ele vai i n s titu ir um a época de tal benevolência que o m al
não poderá reinar; e crueldade, opressão e escravidão não existirão m ais.
Tudo isso acontecerá com o resultad o do reino pessoal de C risto , que se
segD u irá ao seu retorno.
Para o verdadeiro crente em JJesus C risto , o fu tu ro está asseguO ra d o . O
am anha pertence a você. E speramos o d istan te soar da tro m b eta an un cian d o
a volta de Jesus C risto . Os cristão s o lh am para esse am anhã q u an d o o
reino de D eus deverá reinar.

Nosso D eu s c Pai, sei que todo joelho se dobrará a ti quando vieres n ov a m en te. com teus
poderosos anjos. Mas eu me cu rvo a ti agora, humildemente, em agradecimento e em
arrependim ento p o r cada pecado meu. Tu és o D eus poderoso e eu, teu hum ilde servo.
A juda -m e a estar preparado para quando vieres novamente. Em Cristo. Amém.

3 I c Ii eo ni ci i o

ESPERANÇA PARA SUA HORA

Por isso, f i c a i também vós apercebidos; porque, n u m a hora em que não penseis,
virá o Filho do homem. M a te u s 2 4 - 4 4 , V.R.

J A aconteceu com você algu m a coisa im prevista? As surpresas p o d em ser


divertid as ou d esastrosas, d ependendo de onde estam os e do que estam os
fazendo. U m cheque inesperado p o de chegar com a co rresp o n dên cia, ju s to
em tem p o para p agar um a obrigação financeira. U m paren te ou am igo que
am am o s m u ito pode te lefo n a r ou visitar. S u rp resas d esagrad áveis p o dem
in c lu ir acid en tes de trâ n sito ou um recado do banco de que nossa conta
está devedora.
O re torno dc Jesus C r is to será u m a surp resa tam b ém . Será a surpresa
m ais glorio sa e m aravilhosa para todos aqueles que o conhecem e entregaram
s u a s v id a s a ele. P ara a q u e l e s q u e e s t ã o v iv o s, s e u s c o r p o s s e r ã o
tra n sfo rm a d o s “n u m p iscar dc o lh o s ” c se en co n trarão com C r is to nos
ares! I m a g in e q ue su rp re sa será isso. Você estará fa zen d o suas co isas
ro tin eiras quando, su b itam en te e sem aviso, seu corpo é c o m p letam en te
tran sfo rm a d o na sem elhança do corpo ressurrecto de C n s t o e você “d eco la”
para en co n trar com C ris to no ar.
Para aqueles que não conhecem a C ris to , sua volta tam b ém será um a
surpresa — m as um a surpresa bem desagradável. P orque logo se se g u irá o
ju lg a m e n to , e aqueles sem C ris to p assarão a etern idade no inferno.
D everíam o s usar cada o p o rtu n id ad e que tem os para falar com o u tro s
dc n o sso g lo rio so Salvad o r que quer que todos nos en co n trem o s com ele
nos ares e vivamos com ele para sempre.

Nosso D eu s e Pai, espero com expectativa a tua próxim a vinda. Teu retorno triunfante
será um dia de alegria e com em oração para mim, porque sou teu filh o. Prepara-mc,
Mestre, para este gr a n d e dia para que eu esteja pronto para encontrar-te no ar. No
nom e de Cristo, o Senhor Amem.
PECADO DE OMISSÃO

Então, dirá também aos que estiverem à sita esquerda: A partai-vos de mim, malditos,
■para o f o g o eterno, preparado para o diabo e seus anjos; porque tive fome, e não m e
destes de comer; live sede, e não me destes de beber; sendo estrangeiro, não m e recolhestes;
estando nu, não m e vestistes; e estando enferm o e na prisão, não m e visitastes. Então,
eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vim os com fo m e , ou com sede,
ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão e não te servim os? Então, lhes
responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não
fizestes, não o fizestes a mim. E irão estes para o tormento eterno, m as os justos, para a
vida eterna. M a te u s 2 5 - 4 1 - 4 6

J E S U S deu esta advertência clara c forte contra o an tigo e m o rta l pecado


de om issão.
Ele cham ou de “M a l d i t o s ” aqueles que falh aram cm fazer o bem como
se fosse para ele. Ele cham ou aqueles que fizeram o bem com o se fossem
para ele “J u s t o s ”.
F o i m u i t o s i g n i f i c a t i v o q u e cm c ad a u m a de s u a s p a r á b o la s de
condenação, o pecado co ndenado é o pecado de o m issão.
Por exemplo, o convidado na ceia das bodas foi expulso p o rq u e não
estava vestido com roupas festivais. As cinco virgens tolas não tro uxeram
óleo em suas lâm padas. O h o m em com um talen to não n ego cio u para
b en efício dc seu senhor. O h o m em rico não m in is tr o u ao h o m em pobre,
Lázaro, deitad o à sua po rta. O servo sem m ise ric ó rd ia não p erd o o u seu
servo que lhe devia a som a irrisó ria dc 1 0 0 denários.
N a prestação de contas do ú ltim o ju lgam en to não foram feitas às pessoas
p e rg u n tas de teolo gia. T ão im p o rta n te q u an to seja a d o u trin a, não lhes foi
p e rg u n ta d o acerca dc suas crenças d o u trin árias. N e m lhes p e rg u n ta ra m
que pecados co m eteram . Eles n e g lig e n c iaram em fazer o bem , e seu pecado
foi grave o b astan te para enviá-los ao castigo eterno.
Deve haver um a expressão prática de nossa fé aqui neste m u n d o presente,
ou ela não s u b s istir á no m u n d o p o r vir. P recisam os dc p o ucas palavras e
m ais obras dc cari dade ; m enos palavreado c m ais piedade; m enos repetições
do credo e m ais com paixão.
Q u ais são suas o m iss õ e s; E o que você planeja fazer a re sp eito ;
N osso D e u s e Pai, a g r a d c ço - tc tua bon dade e caridade em relação a m im . Tu n u n c a
escon deste as bên çãos da m in h a vida. O r o p a r a q u e eu não escon da as bên çãos que p o sso
da r aos o u tro s p o r cau sa do t m Espírito que v iv e em m im . D á - m e en te n d im en to
d a q u ilo q u e os o u tro s n ecessitam e a j u d a - m e a s u p rir estas n ecessidades em n o m e de
J e su s. A m ém ,

2 d e j u n I n

NÃO É MUITO TARDE!

P ortanto, ide, en s in a i todas as nações... en s in a n d o - a s a g u a r d a r todas as coisas q u e eu


v o s tenho m a n d a d o ; e eis que eu estou c o n v o s c o todos os dias, a té à c o n s u m a ç ã o dos
séculos. M ateu s 2 8 .1 9 , 20

A L G U M A S vezes penso que nosso mundo está à beira de uma grande


colheita que pode também ser a últim a. Talvez estejamos no lim iar de um
poderoso despertamento espiritual e colheita no mundo todo. Este é um
tempo maravilhoso para estar vivo.
Eu descobri que as pessoas cm todo lugar, pelo mundo todo, responderão
ao evangelho de Jesus Cristo, se o apresentarmos de forma simples, com
compaixão cristã. Isto é verdade na Europa Oriental, como minhas viagens
à R ússia e Romênia têm mostrado.
Todavia, há alguns que estão em profundo desespero. Eu recebo cartas
diariamente de pessoas que estão desanimadas, deprimidas e prontas para
desistir. Elas estão se entregando ao pessimismo de nossa época, ao humor
c ao espírito de nossos dias. U m homem na Inglaterra escreveu: “ E tarde
demais para fazer qualquer coisa a respeito deste m u n d o ”.
Isso não é verdade. Nem tudo está perdido. Nós ainda temos a Bíblia,
e “a palavra de Deus não está presa” ( 2 T m 2 .9 ) . Temos ainda o Espírito
Santo. Nós ainda temos a comunhão dos cristãos. Ainda temos as orações
do povo de Deus. Ainda temos uma porta aberta na maior parte do mundo
para proclamar o evangelho.
Spurgeon nos relembra: “Não podemos aprender nada do evangelho,
exceto por sentir suas verdades. Existem algumas ciências que podem ser
aprendidas pela cabeça, mas a ciência de Cristo crucificado só pode ser
aprendida pelo coração”.
Nosso D eu s e Pai, tu enviaste teu precioso Filho para nos salvar. Q ue notícia glo r io s a !
P or favor, a ju d a -m e a com partilhar as B oas Novas com as pessoas ao m eu redor c ao
redor do m undo. Sintoniza m eu coração, Senhor, com a belcça da tua verdade. E
perm ite que m inha vida seja u m a canção de louvor para ti e para teu Filho. Amém.

3 d 0 j M i i /l. o

O AMOR ETERNO DE D E U S

[Jesus dissej E eu estarei sempre com vocês até o f i m dos tempos. Mateus 28 .20 , N.I.V

E S T A é uma promessa para discípulos obedientes e é maravilhosamente


abrangente.
D r. Handley M oule, algum tempo bispo anglicano de Durham, Inglaterra
e um notável professor de grego, m an tinh a que o sem pre poderia ser
parafraseado para significar “Eu estou com vocês todos os dias, o dia
to do ”. Isso quer dizer que nós podemos contar com a presença de C risto
não apenas todos os dias, mas cada momento de cada dia. Não pode haver
dúvida do/ato de sua presença, porque sua palavra não pode talhar. O que
precisamos é de cultivar um sentido de sua presença, cada dia, cada hora,
cada momento.
Al guns anos atrás, minha esposa Rute levou um tombo terrível. Ela
sofreu uma concussão, ficou inconsciente por quase uma semana, quebrou
o pé em cinco lugares e machucou o quadril. Quando ela recuperou a
consciência, descobriu que havia perdido grande parte da memória. O que
mais a perturbou foi que ela esqueceu m uitos versículos das Escrituras
que havia aprendido através dos anos. Os versículos de toda sua vida eram
mais preciosos que qualquer bem terreno...
U m a noite quando ela estava orando, porque estava muito angustiada, de
repente lhe veio um versículo: “Com amor eterno eu te amei...” Ela não
podia lembrar-se de ter memorizado este versículo, mas o Senhor o trouxe
de volta para ela. Gradualmente, outros versículos começaram a voltar. M as,
o interessante é que enquanto ela estava tentando recuperar a memória, ela
decorou Romanos 8 .3 1 -3 9 e repetia esses versículos uma vez após outra.
Eu o desafio a m em orizar esta passagem. Esconda-a em seu coração.
Quando a perseguição, problemas e adversidades chegam, estes versículos
virão de volta à sua mente milhares de vezes, lem brando-o do amor eterno
de Deus, personificado em seu Filho, nosso Salvador.

Nosso D eu s e Pai, agradeço-te o sempre estares com igo —todos os m om entos de todas as
horas de todos os dias. E agradeço-te o conforto e ânim o da tua Palavra. Ela f a l a ao
m eu coração quando ele está ferid o. Ela chora e ri comigo. Tua Palavra é minha m elhor
amiga, Senhor. D eix a -m e com partilhá-la com outras pessoas. P or causa àc Cristo.
Amém.

4 cie j u n h o

O CADINHO DO SOFRIMENTO

Não vos deixarei órfãos.... João I 4 -1 8

E M nenhum lugar Deus prometeu a qualquer pessoa, mesmo seus filhos,


imunidade a sofrimento, dor e tristeza. Este mundo é um “vale de lágrim as”,
as decepções e mágoas são tão inevitáveis como as nuvens e a sombra. O
sofrimento c muitas vezes o cadinho no qual nossa fé c testada. Aqueles
que passam com sucesso pela “fornalha de aflição” são os que saem como
“ouro purificado pelo fogo”.
A Bíblia ensina dc forma inequívoca que podemos triunfar sobre as
privações. O salm ista disse: “O choro pode durar uma noite, mas a alegria
vem pela m anhã” (SI 3 0 .5 ).
A autopiedade não traz conforto durável. O fato é que ela somente
acrescentará à nossa miséria. E incessante aflição nos dará pouco consolo,
p orque aflição produz aflição. A angústia constante só aumenta nossa
tristeza. Nós não devíamos espalhar nossas tristezas e lamentar nossa má
fortuna — isso só irá deprimir a outros. Sofrim ento, ou angústia, quando
levados de m a n e ira c ris tã , co n têm um c o n fo rto e d if ic a n te . “B em -
aventurados os que choram, porque eles serão consolados.” (M t 5-4-)
Existe conforto no sofrimento porque sabemos que Cristo está conosco.
Ele disse: “E eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação
dos séculos” (M t 2 8 .20 ). O sofrimento é suportável se não tivermos de
suportá-lo sozinhos; e quanto mais compassiva for a Presença, menos aguda
Nosso D eus e Pai, -pela f é sinto teus braços ao meti redor, abraçando-me, consolando-m e
em m eus m om entos de tristeça e provação. Obrigado, Pai, p o r sempre estares aqui
comigo, nos bons e nos m aus momentos. Eu te amo e sempre quero refletir a tua gló r ia
para a minha fa m ília , meus amigos, minha com unidade e para o mundo. Em nom e de
Jesus. Amém.

5 cl e j u n h (i

O EXEMPLO DE C R I S T O

E, tendo-os despedido, f o i ao m onte para orar. M arcos 6.46

U M A das coisas mais surpreendentes nas Escrituras é quanto tempo


Jesus passou em oração. Ele teve apenas três anos de ministério público,
contudo Jesus nunca estava tão ocupado para passar horas em oração. Ele
orava diante de cada tarefa difícil que o confrontava. Ele orava com
regularidade —nenhum dia começava ou terminava no qual ele não abrisse
sua alma diante do Pai.
Em contraste, como oramos rápida e descuidadam ente! Porções de
versículos memorizados são apressadamente recitadas pela manhã; então,
dizemos até logo para Deus pelo resto do dia, até que corremos através de
algumas petições à noite.
Esse não é o programa de oração que Jesus delineou. Jesus suplicava
longa e repetidamente. Está relatado que ele passava noites inteiras cm
fervente oração.
Nós mostramos pouca perseverança e persistência. Algum tempo atrás
os jornais falavam de um homem em W ashington que passou 17 anos
insistindo numa ação de 81.000 dólares contra o governo. Contudo, muitas
pessoas não oram 1 7 m inutos pelo bem de suas almas imortais ou pela
salvação de outras pessoas.
A Escritura diz: “Orai sem cessar”. Isso deveria ser o moto de todo
verdadeiro seguidor de Jesus Cristo. Nunca parar de orar, não importa
quão escuro e sem esperança possa parecer o seu caso. H á alguns anos,
uma senhora me escreveu que ela tinha orado por dez anos pela conversão
do m ando, mas que agora ele estava mais duro do que nunca. Eu a adverti
a continuar a suplicar.
Algum tempo depois, cu ouvi dela novamente. Ela disse que o marido
converteu-se gloriosa c milagrosamente, no décimo primeiro ano de sua
vigília de oração. E isso que quer dizer “orar sem cessar
Por quem você está orando ultimamente?

Nosso D eu s e Pai, ouve minha oração. Tenho orado a ti com freq ü ên cia por... E volto
novam ente agora, pedindo que respondas a esta oração da seguinte form a ... Não vou
parar de te pedir, Pai. Vou orar continuam ente, crendo que tu irás me o u v ir e conceder
m eu pedido. Contudo, que seja f e it a não a minha vontade, mas a tua. Eu oro através
de Jesus. Amém.

f) cl o j li n L o

A CRUZ PARA OS CRISTÃOS

Porque do interior do coração...saem os m aus pensamentos, os adultérios, as


prostituições, os homicídios, os furtos, a avareça, as maldades, o engano, a dissolução,
a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Todos estes males procedem de dentro e
conta m inam o homem. M arcos 7 -21-23

J E S U S indicou que nosso problema é uma desordem do coração. A maior


necessidade de nossas ograndes cidades neste momento é evanaelismo. D O
apóstolo Paulo ficou no meio da cidade de Corinto, pagã, secular, imoral e
violenta e disse; M as nós pregamos a Cristo crucificado que é escândalo
para os judeus e loucura para os gregos. M as, para os que são chamados,
tanto judeus como gregos, lhes pregamos a C risto , poder de Deus e
sabedoria de D eus” ( l Co 1 .2 3 -2 4 )-
A proclamação do evangelho é ainda hoje a necessidade desesperada do
homem. N unca vamos reverter a inclinação moral sem um despertamento
espiritual, e nunca teremos um despertamento espiritual até que a cruz de
Jesus C risto seja central cm todo nosso ensino, pregação e prática.
David Brainerd, no diário de sua vida e trabalho entre os índios americanos,
escreveu; “Eu nunca me separei de Jesus e esse crucificado. Descobri que,
quando meu povo estava agarrado por essa grande doutrina evangélica de
Cristo crucificado, eu não tinha de dar-lhes instruções sobre moralidade. Eu
descobri que uma seguia como o fruto inevitável e seguro da outra”.
D orothy Sayers disse: “Tentamos por muitos scculos m anter um certo
padrão de valores éticos que deriva de um dogm a cristão , en quan to
gradualm ente dispensamos o único dogma que é o fundamento desses
valores. Sc queremos um com portamento cristão, devemos perceber que o
com portam ento cristão tem suas raízes em crença cristã .
Como Spurgcon diz: “Não há 110 céu recebedores de coroa que não
tenham sido aqui embaixo, carregadores da cruz”.

Nosso D a is e Pai, cu rv o -m e envergonhado ao p é da cru^ sabendo que m eus pecados e


fa lh a s são muitos. E, m esm o assim , m antenho minha cabeça corajosam ente levantada
p o r causa de Cristo crucificado e porque ele apagou m eus pecados naquela cru ^ Ttia
bondade, teu a m or c tua gr a n d e m isericórdia me dão conforto e p a ^ Obrigado, Pai, no
nom e de Cristo. Amém.

7 d e j u n 1 o

ENTREGA DE SI M E S M O

[J esu s disse:] Se alguém quiser v i r após m im , negue-se a si mesmo, e tom e a sua cruz, e
siga-m e. Porque qualquer que quiser salvar a sua vida perdê-la-á, mas qualquer que
perder a sua vida por am or de m im e do evangelho, esse a salvará. Marcos 8 .3 4 -3 5

U M sargento de polícia me perguntou certa vez qual o segredo da vida


cristã vitoriosa. Eu lhe disse que não há fórmula mágica. M as, se qualquer
palavra pudesse descrevê-la, seria, “entrega”.
Você pode pergun tar: “Billy, como posso entregar m in h a v id a?” E
entregue da mesma maneira que a salvação vem ao pecador. Deve haver
confissão do pecado e completa entrega de cada área da vida, personalidade
e vontade a Jesus Cristo —mais a fé em que Cristo aceitará tal compromisso.
Não é suficiente para nós termos sido confirmados ou feito uma decisão
por C risto no altar. Não podemos caminhar com sucesso no brilho dessa
experiência pelo resto de nossas vidas. Sendo humanos, precisamos retornar
e renovar esses votos e pactos com o Senhor. Precisamos inventariar e ter
revisões espirituais.
H oje C risto está chamando cristãos à purificação — à dedicação — à
consagração —à entrega completa. Sua resposta fará diferença entre o sucesso
e o fracasso de sua vida espiritual. Fará diferença entre a sua necessidade
de ajuda e ser capaz de ajudar a outros.
Vai revolucionar seus hábitos, sua vida de oração, sua leitura da Bíblia,
suas ofertas, seu testemunho e seu relacionamento na igreja. Esta é a hora
de decisão do cristão!
Se você for um cristão que está sofrendo derrotas, ou que está fora da
vontade de Deus, ou não conhece o poder, entusiasm o e gozo que C n sto
pode trazer, eu lhe peço para entregar cada área de sua vida. Entregue-se
com pletamente a Cristo.

Nosso D eu s e Pai, entrego m eu coração e minha vida a ti. Pois eu sei que não podes
aceitar nada m enos que a completa rendição a f i m de sa lva r-m t dos m eus pecados, os
quais confesso a ti agora. Rcdim e-me, Pai, para que eu possa a ju d a r a levar outros à
tua redenção também. Em nom e de Cristo, o g r a n d e Redentor. Amém.

8 d í' j u n l . o

SENSÍVEL AO S O F R I M E N T O

Porque o Filho do hom em também não veio para ser servido, m as para servir e dar a
sua vida em resgate de muitos. Marcos 1 0.45

N O S S O filho, Franklin, passou alguns dias num barco no mar do sul da


China, procurando barcos com fugitivos do regime opressivo do Vietnã.
A bordo, Ha Jimmy, seu imediato, disse-lhe que na semana anterior eles
tinham resgatado um desses barcos. Tinha sido abordado por piratas, os
passageiros foram roubados, as mulheres estupradas e outros foram feridos.
O navio pirata estava abalroando o pequeno barco para destruir toda
evidência quando o navio resgate apareceu e eles fugiram.
Primeiro tiveram de atender aos feridos. Depois, os resgatados foram
alimentados, tomaram banho e descansaram. M ais tarde, falaram-lhes de
Jesus e seu amor.
Uma mulher que estava a bordo com várias crianças pequenas viu seu bebê
morrer. Não havia nada a fazer a não ser deixar o pequeno corpo cair na água,
e ir embora flutuando. Alguns dias mais tarde, outra criança morreu. Mais
uma vez, a mãe ficou olhando o pequeno corpo flutuando sobre as águas.
H a jim m y olhou para Franklin, os olhos escuros, cansados, e perguntou:
“Franklin, depois de tudo o que ela tem passado, se eu não lhe tivesse dado
Jesus, o que realmente teria feito por ela?”
Deus pode usar um cristão sensível para ser uma bênção na vida daquele
que experimentou dor e sofrimento. A Escritura provê orientação para
aqueles que estão em posição de ajudar os que estão sofrendo.
Alguém já disse: “O já ter sofrido m uito é como falar m uitos idiomas.
Dá, a quem sofre, acesso a m uitas outras pessoas”. Senhor, ajuda-me a
usar qualquer sofrimento para o qual eu possa ser chamado, para resistir
de forma positiva.

Nosso D eu s e Pai, quando penso no horrível sofrim ento do teu Filho na cruz^ sei que
m inha própria dor é bem pequena. A juda-m e a enfrentar minhas provações com f é e
esperança p o r causa do sofrim ento que ele enfrentou p or mim. E a ju d a -m e a dar o
conforto que tenho recebido de ti a outros que estejam sofrendo. Em Cristo. Amém.

9 do j aní o

RESPOSTA À ORAÇÃO

Tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis e tê-lo-eis. M arcos 1 1.24

U M A lição que Jesus nos ensinaria é a vitoriosa segurança de que Deus


responde a toda verdadeira petição. Os cépticos talvez questionem isso, os
humanistas podem negá-lo, os intelectuais podem ridicularizá-lo. Contudo,
aqui está a promessa do próprio Cristo: “Se vós estiverdes cm mim, e as
minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos
será fe ito ” (Jo I 5-7)- Confie nessa promessa com toda sua alma.
Seu Pai possui tudo. Ele “suprirá todas as vossas necessidades segundo
as suas riquezas na glória em Cristo Jesus” (Fp 4-19, V.R.). Deixe seu Espírito
Santo ajudá-lo cm sua vida de oração, como ele prometeu em Romanos
8.27, V R .: “...ele, segundo a vontade de Deus, intercede pelos santos”,
Com Deus nada é impossível. N enhum a tarefa é dem asiado árdua,
nenhum problema é m uito difícil, nenhuma carga é pesada demais para o
seu amor. O futuro com suas lágrimas e incertezas está com pletamente
revelado para ele.
Ele entende o quanto de aflição c dor você precisa para que sua alma
seja purificada e preservada para a eternidade. Volte-se para ele, e você
poderá dizer com Jó: “M as ele sabe o meu caminho; provc-me, e sairei
como o ou ro’ (Jó 2 3 -1 0 ).
Não, nós não somos os donos de nossa própria alma. Não podemos
colocar nossa vontade acima da vontade de Deus. Não podemos insistir
em nossos próprios caminhos ou impor para Deus. Em vez disso, devemos
aprender as difíceis lições de orar como o Filho de Deus, sem pecado,
orava: “Todavia, não se faça a minha vontade, mas a tu a ’ .
As Escrituras dizem que o único mediador entre Deus e os homens 6
Jesus Cristo. Devemos conhecê-lo, e devemos orar em seu nome. Nossas
orações devem ser direciona das de acordo com a vontade de Deus, e o
Espírito Santo fará isso para nós.

Nosso D eus e Pai, louvo teu poderoso nom e p o r estas coisas que tu fiz este p or mim... Sei
que nada e difícil demais para ti. Tu podes sa lva r os perdidos, ressuscitar os m ortos e
cu ra r os feridos. Agora, cm nom e de J e su s, reivindico a tua prom essa de que f a r á s todas
estas coisas que peço. Amém.

1 0 d e j ii n h o

A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO

Porém ele retirava-se para os desertos e ali orava. Lucas 5-1 6

J E S U S considerava a oração m ais im p o rta n te do que a com ida, p o rq u e a


Bíblia d iz que horas antes do café da m anhã, “L evan tan d o -se de m an h ã
m u ito cedo, estan d o ainda escuro, saiu, e foi para um lu g a r deserto , e ali
o rava” (M c 1-3 5)-
Para o F ilho de D eus, a oração era m ais im p o rta n te do que ju n ta r e
curar grandes m u ltid õ e s. A Bíblia dtz: “A jun tava-sc m u ita gen te para o
ouvir e para ser por ele curada das suas en ferm idad es. Porém ele retirava-
sc p ara os deserto s c ali orava” (L c 5 - 1 5 - 1 6 ) .
As horas p recio sas de co m un h ão com seu Pai celestial sig n ific a v am
m ais para nosso Salvad o r do que dormir, p o rq u e a Bíblia diz: “ [Jesu s]
su b iu ao m o n te a orar e p asso u a n o ite em oração a D e u s ” (L c 6 . 1 2 ) .
Ele orava nos funerais, e os mortos se levantavam. Ele orou sobre cinco
pães e dois peixes e alim entou a m ultidão com o lanche de um menino. Na
contemplação de seu im inente sofrimento na cruz do Calvário, ele orou: Não
se faça a m in h a vontade, mas a tu a ” (Lc 2 2 .42 ) , e um caminho foi aberto, por
meio do qual o homem pecador pode aproximar-se de um Deus santo.
A oração, 110 verdadeiro sentido, não é um clamor fútil de desespero,
nascido do medo e da frustração. M uitas pessoas oram apenas quando elas
estão debaixo de grande pressão, ou cm perigo, ou enfrentando alguma
crise. Eu já estive cm aviões quando o m otor parou, então as pessoas
começaram a orar. Eu já voei através de tempestades tão terríveis que as
pessoas que nunca pensaram em orar antes estavam orando ao meu redor.
Eu já conversei com soldados que me disseram que eles nunca oraram até
que estiveram no meio de uma batalha. Parece que há um in stin to 110
homem para orar em tempos de perigo.
Sabemos que ‘ existem alguns ateus cm tocas de raposas’ , mas, este
tipo de cristianismo não consegue atingir nossas vidas diárias, e isso é
m uito superficial para ser verdadeiro.
Os professores cristão s através dos tem p o s refo rçaram a p ro em in ên c ia
que a oração deve ter na vida dos cristãos. C erto h o m e m sábio an ô n im o
d is s e : “ Se os c r is t ã o s g a s t a s s e m t a n to te m p o o ra n d o c o m o g a s t a m
m u rm u ra n d o , logo eles não teriam m ais nada sobre o que m u r m u r a r .

Nosso D eu s e Pai, agradeço-te 0 precioso caminho da oração. P roporciona-m e um


gr a n d e conforto pod er conversar contigo continuam ente. E minha alegria saber qac cs
onipresente e atento às minhas necessidades c preocupações. A juda -m c a ser vigilante cm
oração e a lou va r a ti e a teu Filho Jesus, cm cujo nom e eu oro. Amém.

I I Ào j it n l o

OUSE SER DIFERENTE!

Se alguém quer vir após m im , neguc-sc a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, c s ^êa"
me. Lucas 9-23

A L G U N S anos atrás tive o privilégio de falar numa linda capela gótica


cm W est Point. A capela estava cheia, c aqueles jovens ouviram atentamente
o evangelho de Jesus Cristo. Enquanto eu olhava para aqueles rostos jovens,
determinados e dedicados, que são a nata da juventude americana, eu não
podia deixar de pensar nos discípulos de Jesus —ele tornou árduo, duro e
áspero o segui-lo. Ele falou sobre auto-negação, levar a cruz, perseguição e
até morte. Ele disse: “Se vocês não estiverem dispostos a resistir a essas
coisas,’ então não são dignos
D de serem meus seguido
O res”.
E n q u an to nossa nação está envolvida com o au m e n to de crim e,
im o ralidade, ad u ltério, alcoolism o, irreverência, in fid e lid ad e e aberta
apostasia, milhares de cristãos professos esqueceram -se da palavra da
Escritura que diz: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e
tome cada dia a sua cruz, e siga-m e”.
Nosso Senhor considerava seus seguidores como uma companhia seleta
que pertencia a um mundo diferente dos outros homens. M u ito s dos
religiosos daqueles dias eram mundanos, vestidos com roupas religiosas
que pertencem ao mundo —um mundo dominado pelo príncipe das trevas,
pelo orgulho, por ambição, ódio, ciúmes, avareza e falsidade. Ele advertiu
seus discípulos para que fossem leais a seus ensinos e princípios. Ele lhes
disse que firmassem sua afeição nas coisas que são de cima.
Ele também preveniu que eles encontrariam coisas extremamente difíceis.
Ao recusarem-se a se conformar com os princípios e práticas do mundo, e
vivendo sob o senhorio de Cristo, logo eles seriam homens marcados. Ele
lhes disse que o mundo os odiaria.
Eles não poderiam fazer com que sua luz brilhasse, afundando-se no
baixo nível do mundo. Somente permanecendo debaixo do poder orientador
do Espírito Santo eles poderiam elevar o mundo. O poder e o progresso da
sociedade cristã dependem de sua dessemelhança com o mundo e semelhança
com Jesus Cristo. E por essa razão que a diferença entre as vidas daqueles
que viveram para o mundo e aqueles que viveram para Cristo foi tão clara
que uma profunda impressão ficou na sociedade pagã do primeiro século, no
qual viveram os cristãos primitivos. Eles influenciaram milhares a abraçarem
a fé enstã porque eles pensavam mais, viveram mais e amaram mais seus
vizinhos. Nós cristãos devemos nos atrever a ser diferentes!

Nosso D eu s e Pai, abençoa-m e com a capacidade dc viver u m a vida diferente no m eu


m undo. A juda-m e a destacar-m e com o um a pessoa m oralm ente casta, honesta, justa,
com passiva e humana. E se eu tiver de enfrentar o ridículo por ser com o Jesus, que seja
assim. Eu prefiro sofrer com ele a v iv e r sem ele. No nom e dele. Amém.
TRABALHO EM VEZ DE P R E O C U P A Ç Ã O

Considerai os corvos, que nem semeiam, nem segam... e D eus os alimenta; quanto m ais
valeis vós do que as aves? [...] Considerai os lírios, com o eles crescem; não trabalham ,
nem fiam ; e digo~vos que nem ainda Salomão...se vestiu com o u m deles. E, se D eus
assim veste a erva, que hoje está no campo e am anhã í lançada no forno, quanto m ais
a vós, hom ens de p ou ca f é ? Lucas ] 2 . 24-28

J E S U S não disse que não devíamos scr diligentes, porque os pássaros


são m uito diligentes. Eles se levantam cedo pela manhã e vão recolher a
provisão que Deus supnu. As flores florescem e são belamente vestidas,
mas suas raízes alcançam profundidade para sugar os recursos que Deus
colocou na terra para seu enriquecimento.
Os p ás s aro s nos lem b ram de que a co m id a não deve ser n o ssa
preocupação principal, e os lírios nos m ostram que a preocupação com a
aparência não nos torna bonitos. Os animais domésticos e as flores estão
protegidos pela mão humana, mas os selvagens, como os descritos aqui,
são cuidados por Deus mesmo.
Duas forças conflitantes não podem existir cm um coração humano.
Quando reina a dúvida, a fé não pode existir. Onde governa o ódio, o amor
c expulso. Onde existe egoísmo, não pode habitar o amor. Quando a
preocupação está presente, a confiança não pode ter espaço.
A m elhor prescrição para abolir a preocupação está no Salmo 3 7-5:
“Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará . A palavra
“entrega” quer dizer dar para, confiar completamente.
Pense sobre as coisas com as quais você não se preocupa. Talvez você
nunca se preocupe se vai sair água da torneira de sua cozinha, ou talvez
você não se preocupe se uma árvore vai cair sobre a sua casa.
Agora pergunte-se por que você não se preocupa com essas coisas. Não
seria porque, no caso da água corrente, está sempre lá quando você precisa,
ou por uma árvore nunca ter caído sobre a sua casa antes; C ertam ente isso
produz confiança, não é mesmo;
Assim também podemos estar seguros e sem preocupação nenhuma acerca
do amor de Deus, de sua proteção e provisão, porque ele nunca retirou
nenhuma de suas promessas. Ele nunca muda. Grande c a sua fidelidade.
Nosso D eus i Pai, confio em ti para m e suprir e proteger. Entrego minha vidat m eu
coração c m eu trabalho a ti. Por favor, usa-os da m aneira que tu achas que vai te
glorificar. G rande é a tua fid elid a d e para conosco, ó Senhor. Aumenta m inha f é e
a ju d a -m e a soltar minhas preocupações e frustra ções. Através de Cristo, Aquele que dá
paz^ Amém.

1 3 clO j II II h t)

O MAIOR CHAMADO

Assim, pois, qualquer de vós que não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu
discípulo. Lucas 14-3 3

S E eu sair do meu quarto de manhã, sem meu tempo quieto, meu dia
estará todo errado, meu m in istério áspero, eu não terei um caminhar
chegado,
O ' uma comunhão íntim a com Cristo.
Precisamos ter nosso tempo de oração, nosso tempo de leitura da Bíblia
e, sobretudo, disciplinar nossas mentes. A Bíblia diz m uito sobre a mente:
“Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em t i ”. Nós devíamos
criar o hábito de centralizar nossas mentes na Pessoa de Cristo.
Deixe-o tom ar sua língua e pregá-la na cruz. A Escritura diz que nós
golpeamos com a língua. “A língua também é um fogo; como mundo de
iniqüidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina
todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno.”
(T g 3-6 .) Pegue esse pequeno músculo de sua boca e pregue-o na cruz.
Pegue seus olhos e diga como Jó: “Fiz concerto com os meus olhos”.
Faça uma lista de todas as áreas de sua vida e diga: “O Senhor, por tua
graça, eu reconheço que estou morto para o pecado, eu prego essas coisas
na cruz e identifico-m e contigo na cruz”. E isso o que quer dizer a Escritura
quando afirma: “Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se
pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis” (R m 8 .1 3 ).
Você sabe o que Lênin disse sobre o comunista? Ele disse: “O com unista
é um homem morto em licença”, É exatamente isso que devemos ser por
Jesus C risto — homens e mulheres que estão vivendo vidas disciplinadas,
homens e mulheres que estão seguindo a Cristo numa vida cheia do Espírito.
A vida cheia do Espírito produz o fruto do Espírito. Tendo seu coração
purificado pelo sangue de Cristo, tendo submetido e entregue cada área de
sua vida a ele, você pode clamar, pela fé, para ser cheio com o Espírito.
Quando a Standard Oil Company estava procurando um representante
no Extrem o O rien te, eles se ap rox im aram de um m issio n á rio e lhe
ofereceram 10.000 dólares. Ele recusou a oferta. Eles aum entaram para
2 5 -0 00 , e ele recuso u o u tra vez. Eles au m e n taram para 50 . 000 , e,
novamente, ele recusou.
"Qual é o problem a?”, eles perguntaram.
Ele respondeu: “Seu preço é bom, mas seu trabalho é m uito pequeno .
Deus o chamara para ser missionário, e esse era o maior chamado.

Nosso D a is c Pai, reconheço que ser tai filho é a m aior honra na vida. A presento-m e
com o 11 m sacrifício vivo para v iver c servir segundo a tua hoa vontade. Q ue minha
vida seja u m arom a doce e agradável para ti p o r causa do m eu relacionam ento com
J e s u s Cristo e p o r causa do seu sacrifício p o r mim. No nom e dele eu oro. Amém.

1 4 cí c> j 11 n li. o

DISCIPULADO

Pois qual de vós, querendo edificar u m a torre, não se assenta prim eiro
a fazer as contas dos gastos...? Lucas 14-28

U M A geração atrás, Jim Elliot saiu do W heaton College para se tornar


missionário junto aos aucas, 110 Equador. Antes de ser morto, ele escreveu:
“Não é tolo aquele que entrega o que não pode guardar para ganhar o que
não pode p e rd er”.
A fé cristã traz sua própria porção de “sangue, suor e lág rim as” para
aqueles que dev em s e g u ir a Jesus C risto . C r isto nos chama para o
discipulado. Quando chegamos a ele, ele tira o peso —o peso do pecado, da
culpa, da separação de Deus, da falta de esperança. M as ele também nos
exorta: ‘Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de n u m ” (M t 1 1 .2 9 ).
Não é um jugo m u ito pesado para carregar, porque C risto carrega-o
conosco: Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” (M t I I . 30).
Todavia, C risto nos chama para segui-lo, não importa qual seja o custo,
e ele nunca nos prometeu que o caminho seria sempre plano. Não existe
vida que não renha sua parte de pesos. Eu escolhi a C risto não porque ele
tira m inha dor, mas porque ele me dá forças para enfrentar a dor e, a longo
prazo, perceber a vitória sobre ela. C o rn e ten Boom disse: “O pior pode
acontecer, mas o melhor permanece’ .
O falecido Dr. W alter L. W ils o n disse certa vez: '‘Deus está mais
interessado cm nos tornar aquilo que ele quer que sejamos do que em nos
dar aquilo que desejamos t e r ’’. E assim que estou vivendo m inha vida?

Nosso D eus e Pai, tira m eu f a r d o de culpa e vergonha cansado pelos m eus pecados. E
coloca sobre m im teu j u g o de servo. Permite que eu caminhe pela vida unido a teu
Filho, Jesus, pois eu sei que com ele do m eu lado não conseguirei falhar. No nom e dele.
Amém.

1 5 íl o j U11 l ti

OS ANJOS SE A L E G R A M

E, achando-a, convoca as am igas e vizinhas, dizendo: A legrai-vos comigo, porque j á


achei a dracm a perdida. Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de D eus p o r um
pecador que se arrepende. Lucas ï 5 -9-10

E N Q U A N T O os anjos terão uma participação importante cm executar


o julgam ento de Deus sobre os que recusam Jesus C risto como Salvador e
Senhor, contudo, ao mesmo tempo, a Bíblia nos diz que eles também se
r e g o z ija m na salvação dos pecadores. Jesus c o n to u várias h is tó r ia s
surpreendentes cm Lucas 15- Na primeira, um homem tinha cem ovelhas.
Quando uma se perdeu, ele deixou as noventa e nove no deserto e foi em
busca da que se perdeu. Quando ele encontrou a ovelha, ele a colocou
sobre seus ombros e trouxe de volta ao redil. Em casa, ele chamou todos
seus amigos, dizendo: “Alegrai-vos comigo, porque já achei a m inha ovelha
perdid a” (v. 6 ). Jesus disse: “Digo-vos que assim haverá alegria no céu por
um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que
não necessitam de arrependim ento” (v. 7 )-
Sua segunda história é sobre uma mulher que perdeu uma valiosa moeda
de prata. Ela procurou por todos os lados. Ela varreu a casa cuidadosamente.
Por fim, quando conseguiu recuperar a moeda, ela chamou todas suas
amigas e vizinhas, dizendo: “Alegrai-vos comigo, porque já achei a dracma
perd id a” (v. 9)- “Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus
por um pecador que se arrepende” (Lc I 5-10).
Nestas duas parábolas, Jesus não está nos dizendo que os anjos do c é u
têm seus olhos sobre cada pessoa? Eles conhecem a condição espiritual de
todo m undo na face da terra. Não apenas Deus o ama, mas os anjos o
amam também. Eles estão ansiosos para que você se arrependa e se volte
para C risto para salvação, antes que seja m uito tarde. Eles sabem dos
terríveis perigos do inferno que estão adiante. Eles querem que você se
volte para o céu, mas eles sabem que essa é uma decisão que você, e apenas
você, terá de tomar. Qual é a sua relação com o Senhor?
Não é confortador saber que, não importa quão sozinhos possamos
nos sentir, os anjos de Deus estão tomando conta de nós?

Nosso D e u s e Pai, tuas misericórdias, bondade c cuidado m c envolvem. Fico m uito


humilhado p o r tua constante atenção e paciência para lidar comigo. M inha vida é tua para
dirigir, Senhor Mantém~mc cm segurança c perto de ti. Não conseguirei ter sucesso sem o
Senhor. Ajuda~mc a cam in har no m esm o coração de Jesus. No n om e dele eu oro. A mém.

16 de junho

O NOVO PURITANISMO

N en h u m serv o p o d e se r v ir a dois senhores, p o rq u e o u há de a b o rrecer a u m e a m a r ao


o u tro ou se há dc chegar a u m e desp rega r ao outro. N ão p o d eis s e r v ir a D e u s e a
M am om , Lucas I 6 . 1 3

R E M É D I O S do tipo b a n d - a i d não são s u fic ie n te s . S o m e n te um


m e d ic am en to que penetra p ro fu n d a m en te , para to car o pecado que
envenenou todas as facetas da vida, pode suprir nossas necessidades. A
menos que façamos algo m oral e espiritual, e depressa, podemos nos
descobrir num estado totalitário com toda a liberdade suprim ida num
tempo relativamente curto.
A Bíblia ensina que não podemos servir a Deus —o Deus verdadeiro —
e outro Deus chamado materialismo. M as podemos servir a Deus com as
c o is a s m a t e r i a i s se n o s s o c o r a ç ã o f o r c o r r e t o p a r a co m D e u s .
Individualmente, eu sugiro que teremos de adotar estilos de vida que sejam
mais consistentes com a fé que confessamos. Devemos adaptar nossa
maneira de viver para ganhar o respeito de nossos filhos, e dos filhos de
nossos filhos, mesmo que isso signifique sacrifício de nossa parte.
Vimos adm itir isso. Nossa geração — a sua e a minha — está vivendo
m uito luxuosa e ostensivamente enquanto nnlhões vivem no lim iar da
miséria. E nossos filhos estão vendo essa inconsistência. Eles estão nos
fazendo perguntas que são difíceis para você e eu respondermos. Pelo
menos, meus filhos estão.
S im , estou defendendo hoje o que poderia ser chamado de novo
p uritam sm o, tanto m aterial como espiritualmente. Nossas vidas devem
ser consistentes com a divisa de nossa moeda: “Em Deus nós confiam os”.
E eu reconheço que isso pode acontecer apenas quando tivermos entregue
nossas vidas pessoalm ente a Deus. Faz pouco sentido falar de tratar
co rp o rativ a c n acio n alm en te sobre p roblem as, se não os agarrarm o s
pessoalmente, nós mesmos.
Não há nada errado em ter coisas. Deus m uitas vezes abençoa com
grandes riquezas aqueles que o colocam em primeiro lugar. Ele sabe que
pode confiar neles e que nunca adorarão as coisas antes que a ele.
C ontudo, m uitas vezes, as coisas tornam-se o foco de nossa adoração, e
desejamos servi-las em vez de a Deus. E nesse ponto que os deuses materiais
tornam -se nossos donos, nossos ídolos, em vez de nossos servos.
Você precisa escolher, hoje mesmo, a quem vai servir. Será a Deus ou ao
dinheiro?

Nosso D eu s e Pai, tu m e abençoaste tão ricam ente com posses materiais. E nsina-me
agora a u sar estas coisas para ti. E nsina-me com o ja z e r sem elas e a não adorá-las.
Todas as m inhas coisas são realmente tuas, Senhor. Usa-as através de m im para
g lo r ijic a r a ti e a teu Filho, através de quem eu oro. Amém.

1 7 d (’ j LI n L o

LEVADO PELOS ANJOS

E aconteceu que o m endigo m orreu e j o i levado pelos


anjos para o seio de Abraão... Lucas 16.22
A O contar a história de Lucas I 6 , Jesus disse que o mendigo “foi levado
pelos anjos”. Ele não foi apenas escoltado, ele foi carregado. Que experiência
deve ter sido para Lázaro! Ele tinha ficado esmolando à porta do homem
rico até sua morte, mas então, subitamente, ele se encontrou sendo carreg a do
pelos poderosos anjos de Deus!
Outro belo relato desse tipo vem da vida de Estêvão (At 6.8 —7 -6o ). N um
sermão poderoso, Estêvão declarou a respeito dos não crentes: “recebestes a lei
por ordenação dos anjos e não a guardastes” (At 7-5 3). Quando terminou seu
discurso, Estêvão viu a glória de Deus e Jesus à mão direita do Pai. Imediatamente
seus inimigos o apedrejaram até à morte, e ele foi recebido no céu. Assim
como os anjos escoltaram Lázaro quando ele morreu, podemos presumir que
eles escoltaram Estêvão; e eles nos escoltarão quando, pela morte, formos
chamados à presença de Cristo. Podemos bem imaginar como foi a entrada de
Estêvão no céu, enquanto as antífonas das hostes celestiais foram cantadas
com gozo para que o primeiro mártir cristão chegasse ao lar para receber um
glorioso bem-vindo e ganhar a coroa de mártir.
Centenas de relatos indicam a escolta celestial de anjos na morte. Quando
minha avó materna morreu, por exemplo, o quarto parecia cheio de uma
luz celestial. Ela sentou-se na cama c, quase que sorrindo, disse: “Eu vejo
Jesus. Ele está com os braços estendidos para mim. Eu vejo Ben [seu
marido que morrera anos antes] e vejo os anjos”. Ela caiu, ausente do
corpo mas presente com o Senhor. Que experiência gloriosa para o cristão!

Nosso D eus c Pai, anseio pelo dia em que enviarás os teus anjos para m e carregarem
para casa contigo. Não consigo im aginar com o será esta experiência. A juda-m e a estar
preparado para esse dia, ó Senhor, c a m orrer com a g r a ça e confiança de alguém que é
co~herdeiro com Cristo Jesus. No incom parável nom e dele eu oro. Amém.

18 cl o j li n í o

ORDEM PARA O R A R

...o dever de orar sempre e nun ca desfalecer. Lucas 1 8.1

N Ó S não precisamos pensar que nossas orações estão batendo no teto e


voltando. O C risto vivo está sentado à mão direita de Deus o Pai. Deus o
Filho conserva a mesma humanidade que assumiu para nos salvar, c agora
está vivendo num corpo que ainda tem as marcas dos pregos nas mãos. Ele é
nosso grande Sumo Sacerdote, intercedendo por nós junto de Deus o Pai.
A presença ressurrecta de C risto nos dá poder para viver nossas vidas
dia a dia e para servi-lo. “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que
crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que
estas, porque eu vou para meu Pai.” (Jo 14 - 1 2 .)
O corpo ressurrecto de Jesus é o modelo para nossos corpos quando
levantarmos da morte também. Não importa quais aflições, dores, distorções
ten h am o s em nosso corpo terreno, receberemos corpos novos. Q ue
promessa gloriosa de coisas por vir! “M as a nossa cidade está nos céus,
d o n d e ta m b ém esperam os o Salvador, o S e n h o r Jesus C r is to , que
transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso,
segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas.” (Fp
3 .2 0 - 2 1 .)
M ilhares de pessoas hoje estão entusiasmadas com a profecia bíblica.
A revelação do que a Bíblia diz sobre os eventos passados, presentes e futuros
tem-se tornado o tema proeminente de livros, sermões e conferências.
A segunda vinda de Cristo está um dia mais próxima que ontem, e os
jornais de hoje descrevem eventos que foram preditos na Palavra de Deus.

Nosso D eus e Pai, venho a ti no nom e de Jesus, o ressurrecto, para louvar-te e glorificar-te
p o r tuas poderosas obras. Estou entusiasmado p or reivindicar minha pátria nos céus,
Senhor, e p or estar contigo para sempre. M antém -m e caminhando com Jesus todos os dias
da minha vida, pois ele é o único caminho para ti, c através dele eu oro. Amém.

/9 d e j u n h o

MUITO OCUPADO PARA O R A R

A legrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação,


perseverai na oração. Romanos 12.12

A Q U I estão alguns pensamentos sobre a oração.


Pela manhã, a oração é a chave que abre para nós os tesouros das
misericórdias e bênçãos de Deus; à noite, é a chave que nos fecha debaixo
de sua proteção e segurança.
“A m a n e ira de D eus de resp o n der à oração do cristão p or m ais paciência,
experiência, esperança e am o r é, m u ita s vezes, colocá-lo na fo rnalh a da
afliç ã o .” R ic h a r d C c c il ( 1 7 4 8 -] 8 1 0 ).
“Nossas orações e a misericórdia de Deus são como dois baldes num
poço: en q u an to um sobe, o outro desce.” M a rk H o p k in s, ed ucad o r
americano ( i 802-1 887 ).
M eu amigo de m uito tempo, o grande h u m am tan sta m issionário e
homem de oração, Frank C. Laubuch, disse: “Oração, na sua expressão
mais elevada, é uma conversa a dois — c, para num, o mais im portante é
ouvir as respostas de Deus .
“S a ta n á s trem e quan d o ele vê o santo m ais débil sobre seus jo e lh o s .”
W i ll ia m C o w p er ( I 7 3 1 - l 800 ) .
G. Cam pbell M organ conta a seguinte história:
U m pai e sua jovem filha eram grandes amigos e m uito companheiros
um do outro. Então, o pai notou uma mudança na filha. Sc ele ia para um
passeio, ela se desculpava para não ir. Ele sofria com isso, mas não podia
entender. Quando chegou seu aniversário, ela o presenteou com um par de
chinelos prim orosam ente trabalhados, dizendo: “Eu os fiz para você”.
Então, ele entendeu o que estava acontecendo nos últim os três meses e
disse: “M in h a querida, eu gosto m uito destes chinelos, mas, da próxima
vez, compre-os e deixe-me ter você todos os dias. Eu quero mais ter minha
filha do que qualquer coisa que ela possa fazer para m im ”.
Al guns de nós estamos tão ocupados para o Senhor que ele não pode
ter m uito de nós. Para nós, ele diria: “Conheço as tuas obras, e o teu
trabalho, e a tua perseverança, ... tenho, porém, contra ti que deixaste o
teu primeiro a m o r” (Ap 2 .2 - 4 ).
Se houver alguma lágrima derramada no céu, será porque oramos tão
pouco.
Os céus estão cheios de respostas a orações que ninguém nunca se
preocupou cm orar!

Nosso D eu s c Pai, perdoa este f ilh o teu p o r negligenciar u m a conversa m ais freq ü en te
contigo. Eu te amo, Pai, c quero ter constantes conversas contigo. A bençoa-me com um a
visão da eternidade a f i m de que eu não f i q u e tão hipnotizado pelos detalhes de hoje. Em
nom e de Jesus. Amém.
2 0 cí e j u n n. o

MAIS TARDE DO QU E NUNCA ANTES

E, então, verão v ir o Filho do hom em num a nuvem ,


com pod er e gr a n d e glória. Lucas 2 1 .2 7

U M A menina ouviu o relógio O bater treze vezes. Quase sem fôlego, O ela
correu para a mãe e disse: “Mãe, é mais tarde do que nunca an tes”. Quase
todo mundo iria concordar com isso. E mais tarde do que nunca antes.
A raça humana está correndo loucamente para algum tipo de clímax, e a
Bíblia prediz vividamente que clímax é esse! U m novo mundo está para
chegar. Através da tecnologia moderna e descobertas científicas, podemos
perceber o que é o novo mundo. Se não fosse a corrupção da natureza
humana, o homem poderia conquistá-lo sozinho. M as a rebeldia do homem
contra Deus sempre foi uma pedra de tropeço. A penalidade para a rebeldia
é a morte. Os melhores líderes e os melhores cérebros foram m uitas vezes
parados pela morte. A Bíblia ensina que “aos homens está ordenado
morrerem uma vez” (H b 9 -2 7 ). Hoje o mundo deseja um líder como
Abraham Lincoln —mas a m orte o levou de nós.
Deus usará os anjos para mesclar o tempo com a eternidade, criando
uma nova vida para cada criatura. M esm o os atuais intelectuais do mundo
falam dc um ponto quando o tempo não existirá mais. M u ito s cientistas
concordam que o relógio do tempo está terminando. Ecológica, médica,
científica, moralmente, o tempo parece estar terminando. Em quase todas
as direções que olhamos, o tempo do homem na terra parece que está no
final. A autodestruição está nos dominando como raça humana.
Será que o homem se destruirá? Não! Deus tem outro plano!
Esse plano foi inaugurado na prim eira vinda de Jesus C risto . Será
completado na sua segunda vinda! Você e eu como cristãos podemos esperar
por esse evento culminante com gozo e expectativa!

N osso D eu s e Pai, q u a n d o v ier es n o v a m en te, p o r fa v o r , re ce b e-m e p a ra ti. E nvia


teus a n jo s p a r a m e tra n sp orta rem i a terra pa ra o céu. Espero de braços abertos
p e la m o rte que eu sei que é a p o r ta pa ra a eternidade. A té lá, v i v e r e i m in h a vida
p le n a m e n te p a r a ti. A tra vés de Je su s , Aquele que m o rr eu p a r a qut tu p u d ess e
viver. A m ém.
ESTUDE OS SINAIS

O ra, quando essas coisas com eçarem a acontecer, olhai para cim a e levantai as vossas
cabeças, porque a vossa redenção está próxima. Lucas 2 1. 28

O S ev en to s d iá r io s cm n o ss o m u n d o e as p ro fe c ia s da B íb lia estã o
co m eçan d o a coincidir. A E scritu ra nos d iz para estu d ar e ap ren der os
sin ais dos te m p o s. Se o m u n d o tivesse e stu d a d o os s m a is do A n tig o
T estam en to , teria sabido que Jesus estava vindo da p rim e ira vez. M a s a
ig n o rân cia e a cegueira no que resp eita ao estu d o das E scritu ras levou o
h o m em a falh ar em reconhecer centenas de anos antes de Jesus nascer q ue
o A n tigfc>o T estam en to revelava todas essas c o i s a s .
A E scritu ra d iz que ele nasceria da tribo de Judá (G n 4 9 ) ; ele n asceria
em Belém ( M q 5 ). Ele nasceria de um a virgem (Is 7 )- Ele seria cham ado
do E gito (O s I I ) . Ele seria um p ro feta (D t 1 8 ) . S eu p ró p rio povo o
re je ita ria (Is 53) - Ele seria traíd o e vendido p o r tr in ta m o ed as de p rata
(Z c I i ) . Ele seria m o rto por crucificação ( S l 2 2 ) . Os so ld ad o s lan çariam
so rtes sobre suas roupas ( S l 2 2 ) . Ele iria para o céu ( S l 6 8 ) . E vai d a í em
d ian te. Q u ase que cada detalhe do que aconteceu com o S e n h o r Jesus
C r is to estava p re d ito centenas de anos antes pelos p ro fetas in sp irad o s
pelo E sp írito de D eus.
Jesus disse aos d iscíp u lo s que haveria sin ais para os q u ais eles p o d eriam
olhar quan do chegasse o tem po de ele voltar outra vez. Q u an do ele advertiu-
os em duas ocasiões para ficarem aten to s p ara datas específicas, ele disse:
“Porém, daquele dia e hora n in g u é m sabe, nem os anjos dos céus, nem o
Filho, mas un icam en te m eu P ai” ( M t 24-3 6 ) . Ele disse tam b ém : “N ão vos
p erten ce saber os tem po s ou as est ações que o Pai e s tíb e le c e u pelo seu
p ró p rio p o d e r ”. E sp ecular sobre datas seria ab so luta to lice e não b íblico,
co n tra os en sin am en to s de nosso Senhor. M a s foi nos dito para observar
os sinais.
A p esar de ele ter advertid o sobre esp ecular a resp eito do dia exato de
sua vinda, Jesus assegu ro u a s e u s d iscíp u lo s que havia sinais através das
E scritu ras, com o ta m b ém em suas p ró p rias palavras, que to rn a ria m claro
para aqueles que te m olhos para ver que o tem p o está p ró x im o . Ele disse:
“Q u an d o essas coisas com eçarem a acontecer, olhai para cim a e levantai as
vossas cabeças, p o rq u e a vossa redenção está p r ó x im a ” (L c 2 1 . 2 8 ) . Essa é
a esperança que está no coração de cada cristão — que nossa redenção está
cada vez m a is p erto . C e rta m e n te estam os dois m il anos m ais p erto da
v o lta de Jesus C r is to do que quan d o ele fez tais predições.
Você está em p o lgad o ? Eu estou!

Nosso D eu s c Pai, tu cs meu g r a n d e Redentor. Tu és meu Salvador, minha esperança e


m eu m ais querido amor. Tu és a f o n t e de toda gr a ça e m isericórdia c eu não posso v iver
sem o Senhor Salva~mc naquela hora final, ó Senhor, p o r causa da p u r eça c do
sacrifício de Jesus, ten Filho, através de quem eu oro. Amém.

22 c l c> j u n I o

A NECESSIDADE DO NOVO NAS

J e s u s respondeu c disse-lhe: Na verdade, na verdade que nao nascer


novo não pode ver o reino de Deus. João 3 o -

NAO p o d e m o s ex p lica r o nus n o sso n a s c im e n to físic o , m as


p o d em o s aceitar o fato da vida. O ' que nos im p ede de aceitar o fato
da vida e s p iritu a l em
A ssim com o D e i ^ fu m la n ta a célula viva nas pequen as sem en tes que
p ro d u ze m os^OTrfTssxcs^valhos, e assim como ele instila o p ulsar do coração
na vida d e ■ / W W do bebê ainda p o r nascer, assim com o ele coloca em
m o v im eííto bfc^ptanetas, as estrelas, os corpos celestes, ele im p la n ta sua
v í d x ^ ^ I n k ^ o s corações dos h o m ens que o b uscam in te n sa m e n te através
cristo.
èso não c su p o sição ; é um fato. M a s isso aconteceu com você? Você
iTasccu du as vezes? S e você não nasceu, você não está apto para o reino de
D eus — você está en gan an do a si m esm o na m a io r e m ais revo lucio n ária
experiência co n h ecid a para o hom em .
Esse novo n asc im en to é u m n asc im en to eterno. A Bíblia diz: “sendo de
novo gerados, não de sem ente corruptível, mas de incorruptível, pela palavra
de D eus, viva c que perm anece para sem p re” ( l Pe 1 . 23 ) . N o sso nascim ento
físico é c o n su m ad o na m o rte; mas, se n ascem o s de novo, a m o rte se to rn a
um p o rtal b rilh an te para a etern idade.
O e sc rito r desco n h ecid o que disse: “M e lh o r n un ca ter n ascido, do que
n un ca ter n ascid o de n o vo ” n unca fez declaração m ais verdadeira.

Nosso D eus e Pai, celebro o f a t o de ter nascido de novo e de ser um a nova criatura. Este
n ovo nascim ento p u rificou-m e, sa lvo u -m e efez^àe m im teu f il h o p or toda a eternidade.
A juda-m e a ser u m f il h o de quem podes te orgulhar, exatamente com o Jesus, o Perfeito,
em cujo nom e eu oro. Amém.

2 3 da j a n í o

BUSCANDO GOZO NO LUGAR ERRADO

...porque D eus é amor. 1 João 4-8

A L G U N S anos atrás havia um a canção p o p u la r que in c lu ía o se g u in te


verso: “E stive b uscan do o am or em todos os lugares
O erra d o s”. Essa é um a
d eclaração pro fun da.
U m a m ú sica cristã coloca em p erspectiva o desespero de b u sca r o am o r
no lu g a r errado. ‘Você p ro cura cm vão p or algo; agora você não q u er aq u ilo
que en co n tro u...
Q uantas vezes você encontrou o que estava procurando, para perceber que
não lhe trouxe a satisfação que você pensou que lhe traria'? E a m aior frustração.
Essa busca frustrante que nunca termina, sc estivermos buscando realização
nas coisas deste mundo, nunca foi melhor expressada que num pára-choque
que vi. Dizia: “Tudo o que eu quero é um pouco mais do que eu tenho agora .
P ro cu ram o s amor, aceitação, go zo cm n ossas carreiras, no d in h eiro , no
poder, em toda so rte de coisas m ateriais, mas se elas nos trazem u m gozo
p erm an en te, não teríam o s o te ste m u n h o de m ilhares de p essoas no m u n d o
todo d izen d o isso? N ão teria alg u ém escrito u m livro, cujo títu lo seria:
“Eu encontrei gozo, amor, aceitação c perdão em m eu novo M erced es Benz ?
O re s ta n te da m ú s ic a que m en cio n ei é assim : “ ...co lo que Je su s cm
p rim e iro lu g ar em sua vida, e sua vida m u d a r á ”. O rd em é algo im p o rta n te
cm tu d o o que fazem os. C o lo can d o a Jesus C ris to e sua vontade para sua
vida cm p rim e iro lugar, to das as o utras coisas sc colocarão cm seus lugares.
Q u an d o C risto está fora de lugar, ou em baixo em nossa lista de p rio rid ades,
nossa vida to da está de cabeça para baixo.
T ente colocar a C ris to p rim eiro e observe com o sua vida m u dará. Você
desco brirá onde en co n trar o amor, a paz, o go zo e a aceitação que está
p ro curan do .

Nosso D eu s e Pai, sei que a verdadeira alegria vem de ser um contigo e eom teu Filho,
Jesus. O ro p o r um a confiança e um a fé m aiores em ti, Senhor, e m enos confiança nas
coisas desta terra que passarão. A juda-m e a procu ra r alegria no lugar certo —em
C risto Jesus, m eu Salvador, em cu jo nom e eu oro. Amém.

2 4 d e l UII i O

DA-ME!

D isse-lhe a m ulher: Senhor, dá-m c dessa água, para que não m ais tenha sede e nao
venha aqui tirá-la. João 4 - í 5

E S T A m u lh er que surp reen deu um a cidade, que fez com que as p essoas
se a d ia n ta s se m para co n h ecer a C ris to , foi um a m u lh e r tra n sfo rm a d a ,
m u d ad a. O p o d er de C ris to a tran sfo rm o u , e nessa tran sfo rm a ção estavam
envolvidas duas coisas:
P rim eiro , ela se arrependeu de seu pecado. A ún ica coisa que p o d e estar
im p e d in d o o reavivam ento de sua vida, de sua igreja, de seu lar, de sua
c o m u n id ad e, p o de ser o pecado do q ual não houve arrep en d im en to . D eus
só po de u sa r vasos lim pos.
A seg u n d a coisa no prep aro do in s tr u m e n to foi oração. Ela disse: “D á-
m e , e q ue in te n sid a d e de desejo deveria haver n aq u ela oração! P o rtan to ,
ela se arrep en d eu de seu pecado, ela creu que C r is to era o M e ssia s, e ela
com eçou a orar. Essa m u lh er sim ples foi usada para tran sfo rm a r u m a cidade
in teira.
D ep o is da experiência desse dia, a E scritura diz que Jesus estava com
eles. O reavivam ento não é nada m ais nem nada m enos do que a p resença
de C ris to no coração, no lar, na co m un idade, na nação. E a aplicação p rática
deste fato que dese sp erad am en te p recisam o s que fu n cio n e em n o ssa vida.
O clam o r do p ro feta do A n tig o T estam en to foi: “O h!... Se os m o n tes
sc esco assem dian te da tua fa c c !” (Is 6 4 - ] . ) N a d a m enos do q ue isso
fu n cio n ará. O salm ista clam ou: “N ão to rn arás a vivificar-nos, para que o
teu povo se alegre cm t i ? ” (SI 8 5 -6 .)
N o s s a m a io r necessidade neste m o m en to de co n fusão e revolução é u m
d esp ertar m o ral e espiritual. C o n tu d o , este d esp ertam en to m o ral e esp iritual
não virá ate que o povo de D eus se arrependa de seus pecados, creia com
to do o seu coração e com ece a orar.
Esse reavivam ento deve com eçar com in d ivíd u o s. N as palavras de u m
velho h in o : “ Senhor, envia o reavivam ento, e que com ece em n u m .

Nosso D eu s e Pai, -por favor, usa-m e com o usaste a m ulher no poço, para trazer
reavivaniento para m im m esmo prim eiro, depois para minha fa m ília , m eus am igos e
m inha com unidade. Faze de m im u m instrum ento para em pu rrar c im pelir na direção
de u m despertar m oral e espiritual em nom e de Jesus, que veio para traçer
reavivam en to para todas as pessoas. No abençoado nom e dele eu oro. Amém.

2 5 d o ja a í o

MISSÃO IMPOSSÍVEL

...Disse-lhe Jesu s: D isseste bem: Não tenho marido, p orque tiveste cinco maridos, e o que
agora tens não é teu marido; isso disseste com verdade. João 4 . 1 7 - 1 8

N A ric a A m e r ic a , m i l h a r e s de n ó s c r is t ã o s te m o s n o s t o r n a d o m u it o
c o n f o r t á v e i s . E s ta m o s m u i t o s o s s e gD a d o s n e s t e m u n d o . D e ix a m o s de
d e s a f ia r o m u n d o no q u a l n o s m o v e m o s ; e se D e u s q u i s e s s e f a z e r
u m a g r a n d e o b ra cm n o s s o te m p o , p r o v a v e lm e n t e s e r ía m o s d e ix a d o s
de la d o .
Em João 4 . 9 lem o s: “p o rq u e os ju d e u s não se c o m u n ic a m com os
s a m a r ita n o s”. Os d iscíp u lo s devem ter pensado que os sam aritan o s estavam
c o m p le tam e n te fora do reino de D eus. Talvez eles p en sa ssem que esses
“e s tra n h o s ” eram inalcançáveis c intocáveis pela m ensagem .
Q u a n to s cristão s d e sistir a m de te n tar g an h ar seus vizm h o s, seus sócios
nos negócio s, seus ann go s de escola para Jesus C risto ? Eles p en sa m que
eles são to ta lm e n te d esin teressad o s.
Talvez aq u ele am igo ou v izin h o esteja o b servando você com m u ito
cu id ad o para d e te rm in a r se você su s te n ta sua crença com sua vida.
A lg u n s de nós já d eterm in am o s em nossas m e n tes que D eus não te m
inten ção de alcan çar tal pessoa e q ue —eles são m u ito duros; eles não estão
in teressad o s; eles são m u ito m a te ria lis ta s; eles são tão cheios de pecados,
co n cu p iscên cia e o rgu lh o que são m alcançáveis.
Por isso, q u an d o a m u lh er de S ic a r que tin h a tid o seis “m a r id o s ” se
co nverteu a C ris to , os d iscíp u lo s estavam surpresos.
M u i t a s p esso as na h istó ria que foram usadas p o r D eus eram gran des
p ecado ras e p areciam m alcançáveis. Joh n N cw to n , que escreveu o hino
“G raça m aravilh o sa ’, era u m trafic an te de escravos na A fn ca, e u m dos
piores p ecado res q ue jam ais viveu. Q u e m p o d ia acred itar que ele seria u m
dia u m clérigo da Igreja A n glican a e se to rn aria um dos m aio res escritores
de h in o s dc to d o s os te m p o s! M e s m o Paulo, o a p ó sto lo , foi S au lo , o
p erseguidor.
M u i t a s v ezes D e u s t o m a a p e s s o a a b s o l u t a m e n t e i m p o s s ív e l e a
tran sfo rm a pela sua graça, m isericó rd ia e providência para ser u m poderoso
servo de D eus. N ão d esista de n in g u ém . N ão existe alg u ém além da graça
de D eus.

Nosso D a is c Pai, faze da minha vida um reflexo de ti a f i m de que m eus vizinhos e


am igos não tenham dúvida da tua existência, do teu poder, do teu a m or e misericórdia.
A ju d a -m c a ve r aqueles que estão perdidos com o tu os vês. D á -m e coragem para tocá-
los com a tua g r a ça salvadora, eu peço em nom e de Cristo. Amém.

2 6 d e j u n h o

DEUS É ESPÍRITO

D eu s é Espírito, c importa que os que o adoram o


adorem em espírito e em verdade. João 4 -2 4

A B I B L I A declara que D eus é E sp írito . N o Evangelho de João, Jesus


está co nversando co m a m u lh e r no poço de Sicar. Ele faz u m a declaração
direta sobre D eus; ele sim p lesm en te disse: “D eus é E sp írito ”. Im ed iatam en te
você im a g in a algo com o um a nuvem dc vapor. M a s este não é u m quadro
de D eus.
Se você q u iser saber o que é u m esp írito , eu p o sso d esc o b rir destas
palavras de C r is to depois de sua ressurreição : “... T o cai-m e e vede, p o is u m
esp írito não tem carne n em ossos, com o vedes que eu te n h o ”. Então, eu
sei que o esp írito não tem corpo. E sp írito 6 o co n trário do corpo. E sp írito
é o o p o sto ao corpo. E sp írito é algo que não está lim ita d o p o r u m corpo.
E sp írito não está preso a um corpo. E sp írito não é usado com o o corpo.
E sp írito não é m u d ad o como o corpo.
A Bíblia decl ara que D eus é E sp írito, que ele não está lim ita d o ao corpo;
ele não está lim ita d o à form a; Ele não é lim ita d o à força; ele não está
lim ita d o p o r b arreiras ou atad u ras; ele é a b s o lu ta m e n te im e n su ráv e l e
m d isce rn ív e l aos olhos que são lim ita d o s às coisas físicas. A B íblia declara
que, p o rq u e D eus não tem tais lim itaçõ es, ele pode estar em to d o s os
lugares ao m e sm o tem po.
Eu cresci n u m a p eq u en a Igreja P resb iterian a cm C h a rlo tte , C a ro lm a do
N o rte. A ntes de eu ter dez anos, m in h a m ãe me fez m e m o riz a r o “catecism o
c u r to ”. N e sse catecism o se p edia que d escrevêssem os D eus. A resp o sta
que ap ren d em o s era: “D eus é E sp írito — in fin ito , eterno e im u tá v e l”.
Essas três palavras descrevem D eus belam ente. Ele é in f in ito — não
lim ita d o ao corpo. E terno — ele não tem p rin cíp io nem fim. Ele é o que
sem p re existiu . A B íblia declara que ele n u n ca m u d a — que não existe
m u d a n ç a nem so m b ra de variação nele ( T g 1 . 1 7 ) -
As pessoas m u d am , a m o da m uda, as condições e circu n stân cias m u d am ,
mas D eus n un ca m uda. Jesus C r is to é o m esm o ontem , h oje e o será para
sem pre.

Nosso D eu s e Pai, minha m ente finita não consegue entender tua natureza infinita.
M eu corpo físico não consegue com preender teu ser espiritual. E minha m ente
inconstante não consegue alcançar teus caminhos imutáveis. Ainda assim, eu creio que
cs todas estas coisas. A juda -m e a acreditar ainda m ais através de Jesus, Aquele que
esclarece, através de quem eu oro. Amém.

2 7 i l l> j u n L o

VOCÊ ESTÁ DISPOSTO A FAZER A VONTADE DE


DEUS?

J e s u s disse-lhes: A minha com ida é fazer a vontade daquele que m e enviou e realizar a
sua obra. João 4 - 3 4
SOMOS ad m o esta d o s a b uscar a vo n tade de D eus. Em E fésio s 5-17
lem o s: “Pelo que não sejais in sen sato s, mas entendei q u al seja a vontade
do S e n h o r ’ .
C o n h ecer a vo n tade de D eus é a m ais elevada de to das as sab edorias.
Jesus disse: “Se a lg u é m q u ise r fazer a vontade dele, pela m e sm a d o u trin a,
conhecerá se ela é de D eus ou se eu falo de m im m e s m o ” Qo 7 -1 7 )-
V iver no centro da vontade de D eus prevalece sobre to d a falsidade das
re ligiõ es e coloca o selo de verdadeira s m c e n dade sobre o nosso serviço a
D eus. C o m o a Bíblia diz: “N ão servindo à vista, com o para agradar aos
ho m ens, m as com o servos de C risto , fazendo de coração a vontade de
D e u s ” (Ef 6 . 6 ) .
Você deveria co b içar a vontade de D eus para sua vida m ais do que
q u a lq u e r coisa no m undo .
Você pode ter p az no seu coração com pouco, se estiver na vo n tade de
D eus, mas p o de ser m iserável com m u ito , se estiver fora da sua vontade.
Você p o de ter go zo na o b scuridad e, se estiver na vo ntade de D eus, mas
pode ser in fe liz com riq u e z a e fam a, fora da su a vontade.
Você po d e ser fe liz em m eio aos so frim en to s, se estiver na vo n tad e de
D eus, m as pode ter agon ia com boa saúde, fora da sua vontade.
Você po de estar co n te n te na pobreza, se estiver na vontade de D eus,
mas pode ser d esgraçado nas riquezas, fora da sua vontade.
Você pode estar calmo e em p az no m eio da p erseguição , en q u an to
estiver na vontade de D eus, mas pode ser m iserável e d erro tad o no m eio
de aclam açõ es, se estiver fora da sua vontade.
Toda vida depende deste p o n to p rin cip a l: a vontade de D eus. E ntão, é
m u ito im p o rta n te que descub ram o s seu plano para n ossas vidas.
Você já d esco briu o plano de D eus para sua vida? Você já p e rg u n to u ?

Nosso D eus e Pai, quero ser sábio e v iv e r no centro da tua vontade. D á -m e esta
sabedoria. E nsina-me com o v iver para ti nas diferentes áreas da m inha vida. M ostra-
me a verdadeira religião e com o praticá-la. Q uero ser p u r o e santo com o J e s u s Cristo,
através de quem eu oro. Amém.
O TESTEMUNHO DE UMA MULHER

E m uitos dos sam aritanos daq nâa cidade creram nele, pela palavra da mulher, que
testificou: D isse-m e tudo quanto tenho feito. João 4-3 9

A C O I S A su rp reen d en te sobre este reavivam ento cm Sicar, q u an d o um a


cidade m tcira ouviu o evangelho, é com o D eus u so u um a ex-p ecado ra
com o essa m u lh e r para ser evangelista. Os d iscíp u lo s fo ram à cidade, e
houve p o uco in teresse neles.
C o n tu d o , u m a ou duas horas depois, a m u lh e r que tin h a sido p ro s tit u ta
in stig o u toda a população a u m crescente excitam ento; e em p oucos m in u to s
eles estavam aflu in d o para en co n trarem -se com Jesus. D eus não escolheu
usar os líd eres da igreja. Ele escolheu usar u m a m u lh er que fora p r o s tit u ta .
Q u an d o olham os para a h istó ria, co n tin u a m e n te so m os su rp re e n d id o s
pelo fato de que D eus usa os in s tr u m e n to s mais m eo m u n s e in d ig n o s para
trazer o d esp e rtam en to e sp iritu al.
Este p rin c íp io c en co n trado repetidas vezes, com o Paulo exem p lifico u
cm I C o r í n t io s : “D e u s e sc o lh e u as co isas lo u c a s d e s te m u n d o p ara
c o n fu n d ir as sábias; e D eus escolheu as coisas fracas deste m u n d o para
c o n f u n d ir as fo rte. E D eus esco lh eu as co isas vis d este m u n d o , e as
d esp rezíveis, c as que não são, para a n iq u ila r as que sã o ” ( l C o 1 . 2 7 - 2 8 ) .
Por isso, não im p o rta quão p ecado r ou in d ig n o p o ssam o s nos sen tir
hoje, D eus pode nos usar. Através da história, Deus escolheu pessoas com uns
e in d ign as e as m enos prováveis.
S e D e u s p o d ia u s a r t a l m u lh e r há d o is m i l an o s p a r a t r a z e r o
reavivam ento para a cidade de Sicar, q u an to m ais D eus po de u s a r v o c c e eu
h o je, se nos c o lo c a rm o s cm suas m ão s! Ele p o de nos u sa r cm n o ssa
c o m u n id ad e, nossa cidade, nosso país!

Nosso D eu s c Pai, obrigado p o r u sar pessoas com o eu para dissem inar a tua Palavra no
mundo. Sou a pessoa m enos provável, eu sei, para ser usada para um trabalho tão
glorioso. M ostra-m e aquilo que tu queres que eu fa ça , Senhor, e eu farei. Sei que posso
fa çc-lo através da força de Cristo Jesus, m eu Senhor. Amém.
A VIDA VITORIOSA

Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me
enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da m orte para a
vida. João 5-24

E M B O R A seja d ifíc il para nós crerm os, co n tu d o é verdade — D eus não


forçará a nova vida cm nós, contra nossa vontade. P recisam os estar p ro n to s
p ara receber C r is to com o S en h o r c Salvado r com to d o no sso coração.
E ntão o m ilag re do novo n asc im en to acontece. Deveria ser fácil para nós
crerm os no novo n asc im en to como é acreditar na bom ba atô m ica.
Eu sei pouco a respeito de fissão nuclear, ou de urânio e outros elem entos
usados na fabricação de explosivos nucleares; contudo, eu acredito na bom ba
a tô m ica — e você tam bém . M a s com o p o dem os crer que isso existe se não
tem o s co n h ecim en to cien tífic o de com o é c o n stru íd a c com o funciona?
A re sp o sta é óbvia —len d o os relato s de sua n atu reza e fu n cio n am en to ,
e p o r acred itar neles c aceitá-lo s. A m e n te h um an a p o ssu i a h ab ilid ad e de
aceitar ou rejeitar q u a lq u e r coisa que lê ou escuta.
Eu gasto m u ito de m eu tem p o exam inando as p ágin as de u m Livro —a
Bíblia. Ele te m a m e n sag em para cada u m de nós, e esta m e n sa g e m é:
“N e cessário vos é nascer de n o vo ”.
E sta m e n sag em co n tém tan to um m an d am en to com o um a p rom essa.
Im p lica a p o s s ib ilid a d e de que eu p o ssa ter um a n atu rez a nova, m u dad a,
tran sfo rm a d a. T am bém im p lica m ais en fatic am en te que eu n un ca veja o
reino de D eus, a m enos que nasça de novo. Você já aceito u o C r is to da
Bíblia em seu coração e sua vida? Se não, essa vida ilim itad a não lhe pertence.
S c você já ab riu seu coração p ara ele, já é sua!

Nosso D eus c Pai, obrigado p o r p erm itir que fô ss em o s nascidos de novo e entrássemos
p ara a tua fam ília, a Igreja, Obrigado p o r tornar possível para m im ter vima natureza
nova, m udada, transform ada —vima natvircza m ais parecida com a tvia. Faze de m im
com o tu, Pai, Através do pod er de Cristo. Amém.
O SENHOR DA V I D A

Porque, com o o Pai tem a vida cm si mesmo, assim deu também ao Filho
ter a vida em si mesmo. E deu-lhe o pod er de exercer o juízo,
porque é o Filho do homem. João 5 - 2 6 - 2 7

P O R que o cristian ism o c tão diferente das religiõ es do m u n do ? E p o rq u e


o c r istia n ism o não é unia religião. E u m relacio n am en to com o D eus vivo.
Jesus, o F ilh o de D eus Pai, e seg u n d a pessoa da trin d ad e, e a fig u ra cen tral
de nossa m e n sa gOe m evangclística.
D
H o je m u ita s vozes estão fazendo o utras afirm ações. Os ateus d iz em
q ue não existe D eus. Os p o lite ístas p o dem p e rm it ir que Jesus seja um
entre m u ito s deuses. Q u an d o eu fui pela p rim e ira vez a algu n s países do
E xtrem o O rien te, eu tive de aprender que, ao fazer um convite para aceitar
a C risto , eu tin h a de deixar claro para m eus o uvintes que eles estavam
deixan do tod o s os o u tro s deuses e v o ltan d o -se para o verdadeiro D eus
vivo que é revelado nas E scrituras. N ó s, com o “em baixadores da p arte de
C r i s t o ” (2 C o 5 - 2 0 ), o u sad a m en te ecoam os a resso n an te convicção do
ap ó sto lo Pedro quan d o ele afirm o u: “Tu cs o C risto , o Filho do D eus
vivo” ( M t I 6 . l 6 ) . O títu lo “C r i s t o ” sig n ifica “o u n g id o ”. E o term o , em
lín g u a grega, para a a n tig a palavra hebraica “M e s s i a s ”— o u n g id o a quem
D eus enviaria para salvar seu povo.
Pedro e seus seguid o res judeus, os p rim eiro s cristão s da igreja p rim itiva,
r e c o n h e c e r a m J e s u s C r i s t o c o m o o M e s s i a s p r o m e t i d o no A n t i g o
T e s t a m e n t o . S e u p e r ío d o na h is t ó r i a do m u n d o era de d e s e s p e ro e
d ese n co rajam en to . O M e ssia s p ro m etid o su rg iu como um farol nas trevas,
e sua lu z n unca d im in u iu . ‘ N ele estava a vida e a vida era a lu z dos h om ens
[...] a lu z verdadeira, que alum ia a to do h o m em que vem ao m u n d o ” (Jo
1.4, 9)-

Nosso D eus e Pai, brilha através das trevas e afasta 0 mal. Jesus, sei que tu és 0 Cristo,
0 Filho do D eus vivo. E eu sei que tu és 0 Rei dos reis. Eu te louvo e te adoro, Senhor.
C oloco minha confiança em ti. E tiro m eu estímulo e f o r ç a de ti, cm cujo nom e eu oro.
Amém.
DEIXE SUA LUZ BRILHAR!

! J esu s disse:] Enquanto estou no mundo, sou a luzido m undo. João 9-5

E S T A M O S seg u ran d o um a luz. D evem os deixá-la b rilh ar! M e s m o que


possa parecer um a vela trêm u la n um m undo escuro, é nossa responsabilidade
deixá-la brilhar. A lu z disp ersa as trevas e atrai as pessoas das trevas.
E stam o s to can d o a tro m b eta. N o estrondo da batalha, o som de nossa
p eq u en a tro m b eta pode parecer perdido, mas precisam os co n tin u ar tocando
o alarm e para aqueles que estão em perigo.
E stam o s acendendo u m fogo.
O N e ste m u n d o frio de ódio e ego ísm o ,’
nosso p equen o braseiro pode parecer de n en hum valor, mas tem os de m an ter
o fogo aceso.
E stam os b aten d o um m artelo . As b atidas parecem vibrar apenas em
n ossas m ãos quan do golpeam os, mas p recisam os c o n tin u a r m a rte lan d o .
A m y C arn u ch a el, da ín d ia , certa vez p e rg u n to u a u m co rtad o r de pedras
q ual m a rte lad a quebrava a pedra. “A p rim e ira e a ú l t im a ”, ele respondeu, “e
cada u m a entre elas”.
Temos pão para u m m u n d o fa m in to . As pessoas p arecem o cup adas
a lim e n ta n d o - s e de o utras coisas e parecem não aceitar o Pão da V ida, mas
p rec isa m o s c o n tin u a r dando, o ferecen do -o às alm as dos hom ens.
Temos água para u m povo sedento. Precisamos co n tin uar de pé, gritand o :
“O vós to d o s os que tendes sede, vinde às á g u a s ”. A lgu m as vezes eles não
p o d em vir, p recisam o s levá-la até eles.
P recisam o s perseverar. P recisam os nunca desistir. C o n tin u e u san d o a
Palavra!
Jesus disse que m u ita s de nossas sem entes vão en co n trar bom solo,
flo r escer e dar fruto . P recisam os ser te ste m u n h as fiéis.
A B íblia diz: “O que gan h a almas sábio é” (Pv 1 1.3 0 ) . “Os que forem
sáb io s, p o is, re sp la n d e c e rã o co m o o f u lg o r do f ir m a m e n t o ; e os que
converterem a m u ito s para a justiça, com o as estrelas sempre e e te rn a m e n te ”
(D n 1 2 .3 , V .R .).
“V ó s sois o sal da te rra .” ( M t 5-1 3-) O sal faz ter sede. A sua vida faz
o u tras p essoas terem sede da água da vida?
Nosso D eus e Pai, tu cs a ht^do m undo c a tua lu^brilha através dc mim. Por favor,
ajuda-m e a não apagar a chama, mas a acendê-la cm um lampião como urn g u ia para
aqueles que nos rodeiam c estão nas trevas. A juda-m c a ser sal e lu^ Pai. A juda-m e a
mostrar para as pessoas que tu és a lu z jw f in a l do túnel delas. Através de Cristo. Amém.

SEM PREÇO

[D isse J e s u s :] Eu sou a porta; se alguém entrar p or mim, salvar-se-á. João 1 0 .9

QUANDO D eus disse: “V in de e com prai, sem din h eiro e sem p r e ç o ”


(Is 5 5 - 1 ) , ele estava d izen do : “A salvação é de g ra ç a ”.
D eus não coloca e tiq u e ta dc preço no D o m dos dons — é de graça! Os
p regad o res não são vendedores, p o rq u e não tê m n ada p ara vender. Eles são
p o rtad o res de Boas Novas — as boas n o tícia s de que “C r is to m o rreu p o r
n o sso s pecados, seg u n d o as E s c ritu r a s ” ( l C o 1 5 - 3 ), e que “a graça de
D eus se há m a n ife stad o , trazen d o salvação a todos os h o m e n s ” ( T t 2 . 1 1 ).
O din h eiro não pode com prá-la. A ju stiç a do h o m e m não p ode alcançá-la.
O p restíg io social não p o de nos a ju d a r a co n seg u i-la. M o r a lid a d e não pode
a d q u iri-la . E com o Isaías disse: “S e m dinheiro e sem p re ç o ”.
D eus não bargan h a conosco. N ão p o dem os p e rm u ta r com ele. D evem os
n e g o c ia r c o m ele em se u s p r ó p r io s te r m o s . Ele te m em su a s m ã o s
o n ip o ten tes o do m eterno, sem preço e p recio so da salvação, e ele nos pede
para aceitá-lo sem d inh eiro e sem preço. As m elh o res coisas da vida são de
graça, não são? O ar que resp iram o s não é vendido p o r c en tím etro s cúbicos.
A água que flui clara com o cristal, da fo n te na m o n tan h a, é de graça para
beber. O am o r é de graça, a fé é de graça, a esperança é de graça.
N ão p o d em o s rejeitar a graça de D eus sob a alegação de que é m u ito
b arata, p o rq u e as coisas m ais p recio sas da vida nos vêm sem din h eiro c
sem preço. S o m e n te as coisas b aratas e esp alh afato sas têm u m a etiq u eta
sobre elas. A salvação é de graça — mas não é barata!

Nosso D eus 1 Pai, obrigado p o r ser 0 D oa d or de todos os dons bons e perfeitos. Sei que 0
m a io r D o m de todos custou-te tudo e eu te honro e te adoro pelo sacrifício que tu c 0 teu
Filho fiz estes p or mim. Obrigado pelo teu inenarrável D om. No nom e dele. Amém.
3 cle j u ( k o ..

VIDA ABUNDANTE

Eu vim p ara que tenham vida e a tenham com abundância. João 1 0 .1 0

S O M E N T E aqueles que são verdadeiram en te convertidos a Jesus C risto


co n h ecem o s igD n ific a do da vida abundante.
A B íb lia en sin a que o m u n d a m s m o é u m a força, u m e s p írito , u m a
atm o sfera do cosm o, que está em oposição e em co n trad ição a tu d o o que
seja divino e cristão. Seu alvo é o p razer ego ísta, o sucesso m a te r ia l e o
o r g u lh o da vida. E a m b ic io s o e c e n tra d o em si m e sm o . D e u s n ão é
n ecessariam en te negado; ele é apenas ignora do e esquecido.
Três vezes C ris to d esig n o u S atan ás como o p rín cip e deste m u n d o . Ele
disse: P orque se ap roxim a o p rín cip e deste m u n d o e nada tem em m i m ”
(Jo 1 4 - 3 0 ) . Em João 1 6 .1 1 , ele disse novam ente: “do ju ízo , p o rq u e já o
p rín c ip e deste m u n d o está j u lg a d o ”. Em João 1 2 .3 1 , ele disse: “A gora, é o
ju íz o deste m u n d o ; agora, será expulso o p rín cip e deste m u n d o ”.
A ssim , a Bíblia é clara em que os h ab itan tes do m u n d o ou estão debaixo
da in flu ên c ia deste m u n d o com sua astúcia, engano e fascinação, ou estão
cm C r is to e debaixo da direção do E sp írito de D eus. N ão existe terren o
n eutro . As linh as estão d elim itad as pela Bíblia.
Paulo escreveu aos efésios: “em que,
J ’ n o u tro tem po,
i ’ andastes, segDu n d o
o curso deste m u n d o , seg u n d o o p rín cip e das p o testad es do ar, do esp írito
que, agora, opera nos filhos da desobediência [...] estando nós ain da m o rto s
em n ossas ofensas, nos vivificou ju n ta m e n te com C r i s t o ” (Ef 2 .2 , 5)-
A gora as palavras ‘ curso desse m u n d o têm o sen tid o de co rren te ou
f lu x o . E x is t e u m recuo , u m a c o r r e n te s u t i l , q u e co rre c o n tr a e em
contradição à vontade e à m aneira de Deus. Seus redem oinhos são profundos
e p erigo so s. S ão in c ita d o s e agitad o s por S atan ás e p la n ejad o s para s e d u z ir
e enlear aqueles que andarão p ie d o sam en te em C risto Jesus.
Satan ás em prega toda artim an h a à sua disposição para atorm entar, tentar,
opor-se e ferir o povo de D eus. Seu s ataques são inflexíveis. Paulo escreveu:
“P orque não tem o s de lu ta r contra carne e sangue, m as, sim, contra os
p rin c ip a d o s, co n tra as p o testad es, contra os p rín cip e s das trevas deste
século, contra as forças esp iritu ais da m aldade, nos lugares c e le s tia is ’ (Ef
6 .1 2 ).
C o n tu d o , o c n s t ã o não é deixado sem defesa nesse co n flito . D eus provê
o p o d er p ara nos dar a v itó ria sobre Satan ás. Paulo disse: “S o m o s m ais do
que vencedores, p o r aquele que nos a m o u ” (R m . 8 . 3 7 ) . E João escreveu:
“F ilh m h o s, sois de D eus e já os tendes vencido, p o rq u e m a io r é o que está
em vós do q ue o que está no m u n d o ” ( l Jo 4 -4 )-

Nosso D eus c Pai, sei que Satanás c o príncipe deste m undo agora. Mas também sei que
o teu Filho voltará e colocará Satanás cm seu lugar p or toda a eternidade. Anseio p o r
este dia, Senhor Por favor, m a n tém -m c próxim o de ti até então. E quando este dia
chegar, eu te louvarei p o r me salvar na tua gr a n d e misericórdia. Em nom e de Jesus.
Amem.

A ESTÁTUA DA LIBERDADE

Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiram ente sereis livres. João 8.3 6

D U R A N T E a celebração n acio n al do cen tésim o an iversário da E stá tu a


da L ib erd ade, na Baía N ova York, fiq u ei im p ressio n a d o pela gran de ênfase
no n úm ero de im ig ra n te s que m u ita s vezes d eixaram tu d o p ara trás, vindo
para a A m érica sem nada além das roupas que vestiam , arriscan d o suas
vidas p o r algo que eles valorizavam m ais que q u a lq u e r o u tra coisa que
tivessem deixado para trás: a liberdade.
E sta é u m a fig u r a do q u e devem os fa z e r q u a n d o vam os a C r is t o .
D evem os esqu ecer a fid elid ad e às coisas deste m u n d o e a tu d o o que ele
tem para o ferecer e nos to rn ar im ig ran te s no reino de D eus. Sua estátu a
da lib erd a d e está na fo rm a de um a cruz.
A está tu a em N ova York levanta sua tocha “ao lado do p o rta l d o u r a d o ”.
N o G ó lgo ta, a estátu a da liberdade ilu m in a o cam inho para a vida eterna.
A quela lu z é nossa se apenas ch egarm o s a D eus através d aq u ele q ue disse:
“Eu sou a lu z do m u n d o ; q u em me segue não andará em trevas, m as terá a
lu z da vida (Jo 8 . 1 2 ) .
Essa lu z dá lib erd ad e ao h o m em e à m u lh er na p risão m ais escura em
nações que são in to le ra n te s com a pregação do evangelho. P o de-se ter
lib erd ad e p o lític a e ainda ser p risio n eiro do pecado, e n q u an to q ue algu ém
p o de estar n u m a p risão p o lítica e conhecer a C ris to e ser m ais livre que
seus carcereiros.
L ib erd ade em C risto 6 a p rin cip al liberdade para ser celebrada não apenas
em dias especiais, m as d u ra n te o ano inteiro.

Nosso D eu s e Pai, obrigado pela gra n d e liberdade que tenho através de J e s u s Cristo.
Reconheço que a minha liberdade veio p o r um enorm e preço para ti e para teu Filho.
E curvo~me em hum ilde gratidão a ti p o r este incrível dom. Ajuda~me a levar as boas
novas dele aos cansados, pobres e solitários que anseiam p o r respirar livremente.
Através de Cristo, o Libertador. Amém.

5 d <’ j u t L o

ELE É O SE U S E N H O R — O U A P E N A S S E U SA L V A D O R ?

Qyiem ama a sua vida perdê-la~á, c Q uem , neste mundo,


aborrece a sua vida guardá~la~á para a vida eterna. João 1 2 .2 5

MUITOS c r istã o s p o d e m d iz e r: “Eu so u m e m b ro da igreja, já fui


c o n firm ad o . Eu tenh o te n tad o fazer o m e lh o r ”. M a s p ro f u n d a m e n te em
seus corações eles am da não ex p erim en taram C ris to cm en trega to tal. Ele
p o d e ser seu Salvado r; mas am d a não se to rn o u o Senhor, e S e n h o r e
Salv ad o r devem ir ju n to s. Ele é o S en h o r Jesus C risto .
F o m o s criad o s à im a g e m de D eus. F o m o s criad o s p ara g lo r if ic a r a
D e u s. F o m o s criad o s p ara D eus; e sem D eus existe u m lu g a r vazio em
n o ssa vida. Esse lu g a r vazio p o d e ser cheio com u m a s im p le s e n tre g a a
Je su s C r is to .
O p ra zer m o m en tâ n eo —querem os isso. E querem o s agora. Paulo disse:
“N o s ú ltim o s dias... os h o m ens serão... m ais am igo s dos deleites do que
am ig o s de D e u s ” ( 2 T m 3-1-2, 4, V R . ) , Q u erem o s o prazer. E stam o s
b uscan d o prazer, felicid ad e e em oções, e os co n seg u im o s te m p o raria m en te ;
e, então, vem a m an h ã seg u in te . A em oção tem u m reto rn o . Paulo disse:
“m as a que vive cm prazeres, em bora viva, está m o r t a ” ( i T m 5-6, V .R .).
F isica m en te ,’ você está vivo, mas algo
O dentro está m o rto , e você sabe disso.
E a sua alma, c o seu esp írito — m o rto para D eus, p o rq u e você n un ca
re alm en te foi à c ru z e disse: “Senhor, eu en trego tu d o .
A E scritu ra diz cm I C o rín tio s 1 0 .6 que não devemos cobiçar. Pedro
d isse : “A m a d o s , p e ç o - v o s , co m o a p e r e g r in o s e f o r a s t e ir o s , q u e vos
ab sten h ats das c o n cu p iscên cias carnais, que co m b a te m co n tra a a l m a ”
(I Pe 2.1 i ) . C o n cu p is c ê n c ia lu ta contra a alma, lu ta co n tra o esp írito ,
lu ta co n tra no sso relacio n am e n to com Deus.
C o m o era d iferen te com W illia m R . F eath ersto n e. Ele tin h a m a is ou
m enos dezesseis anos quan do escreveu: “M e u Jesus, eu te am o. Eu sei que
és m eu; Por ti to das as leviandades eu renuncio; M e u R e d e n to r glo rio so ,
m eu Salv ad o r és tu; Sc algu m a vez eu te am ei, m e u Jesus, é a g o r a ”. E o
salm ista disse: “Far-mc-ás ver a vereda da vida; na tua presença há abundância
de a l e g r i a s ; à tu a m ão d i r e i t a há d e líc ia s p e r p e t u a m e n t e ” ( l 6 . l l ) .
Perp etuam en te. N ão o p razer de u m m o m en to . N ão o p razer de u m a n o ite
de aven turas que logo passa — mas para sem pre. Esse p ra z er é n o sso no
cam in h o da entrega com pleta.

Nosso D eu s c Pai, fui feito para glorificar-te com m inhas palavras, m inhas canções,
m eus pensam entos, minhas ações e minha vida, Trago a ti m eu coração e abro-o diante
de ti. Usa-me, Senhor, para m agnificar-te cm toda a terra. Eu sou teu servo porque fui
resgatado pelo pod er de Cristo na cruz, através de quem eu oro. Amém.

6 cl e j u ( l. o

UM EXEMPLO DE A M O R

Nisto todos conhecerão que sois m eus discípulos,


se vos am ardes u n s aos outros. João 13-3 5

N O S S A m ú sica po p ular fala con stan tem en te de amor, contudo, os índices


de divórcio so b em com o fo guetes, o abuso de crianças é elevado e nosso
m u n d o é sacu d id o por guerras, violência e terrorism o. Os p rin cip ais jorn ais
d e stac am re p o rtage n s e h istó rias sobre “A geração do ‘E u ’”. C o m o parece,
esta geração ap reciaria m a is u m a lu ta livre do que u m a lu ta p o r u m a
recompensa. N ão apenas as canções, como “R esgate os q ue estão perecendo,
cuide dos que estão m o r re n d o ”, desapareceram de m u ito s de n o sso s livros
de m ú sic a s, co m o seus tem as d esap areceram de n o sso s co raçõ es, com
exceção das vítim as da fome, dos regimes opressivos e das ondas gigantescas.
E esses são t e r r iv e lm e n te im p o r t a n te s . M a s ju s t a m e n t e os q ue estão
p erecen do e s p iritu a lm e n te p recisam de ouvir o evangelho.
H á m u ito s anos, estávam os visitan d o a ín d ia. E n q u an to estávam os lá,
u m a onda g ig an te s c a a tm g iu u m a porção da costa, m a tan d o m ilh a res dc
p esso as e d e stru in d o co m p le tam e n te várias vilas e cidades. Os o ficia is
indianos g r a c i o s a me n t e p ro v id e n c ia ra m um hel i cópt er o e nos
aco m p an h ara m na área, e estávam os entre os p rim eiro s a ver a devastação.
Eu n un ca vou esqu ecer a d estru ição terrível e o cheiro da m o rte — era
com o se m ilhares de bombas atôm icas tivessem explodido ao m esm o tem po.
O d esastre foi v irtu a lm e n te esqu ecid o pelo resto do m u n d o . Por quê?
P o rq u e existe ta n to s o f rim e n to no m u n d o que a m íd ia não p o d e dar
c o b ertu ra a todos.
A b rah am L in co ln disse certa vez: “Eu sin to m u ito pelo h o m e m que não
p o de se n tir o açoite quan do 6 nas costas de o utro h o m e m ”.

Nosso D eu s e Pai, dá-m e teus olhos de preocupação p o r este m undo perdido e


agonizante. A ju d a -m e a realmente enxergar os olhares inexpressivos e os rostos
solitários com os quais eu cr u ço nas ruas. Permite que eu os alcance em am or com a
tua Palavra para resgatá-los e para que eles não pereçam. Q uero ser u m canal da tua
com paixão para os feridos. Em nom e dc Cristo. Amém.

MUITAS MANSÕES

Na casa de m eu Pai há m uitas moradas; se não fosse assim, eu vo -lo teria dito,
pois vou preparar-vos lugar. João 14-2

O C É U é u m lar permanente. U m dos mais desastrosos fatos sobre as casas


que os homens constróem para si mesmos é que elas não são permanentes. As
casas não duram para sempre. E verdade sobre casas, as conchas, e é verdade
para as famílias. C om o as crianças crescem rapidamente e deixam a casa!
T a n to q u a n t o n o s s a s c a s a s s i g n i f i q u e m p a r a n ó s , elas n ão são
p erm an en tes. A lg u m as vezes eu olho para m eus filhos ad u lto s e m a l p osso
a c r e d ita r que to d o s cresceram e são in d e p e n d e n te s . A casa q ue an tes
reverberava com a alegria das crianças agora está vazia.
A q u e le s q u e p o r C n s t o d e s i s t i r a m de su a s c a s a s, t e r r a s c e n te s
q u e r id o s , co n h ecem p o u co sobre a vida ou go zo no lar. E com o se Je su s
tivesse d ito para eles: “N ó s não te m o s u m lar p e rm a n e n te a q u i na terra,
m as a casa de m eu Pai é u m lar no q ual p o d ere m o s ficar ju n t o s pela
e t e r n id a d e ”.
D iz e m que o venerável bispo R ylc disse certa vez: “O céu é u m lu g ar
p rep arado para p essoas preparadas, e aqueles que en tram d esco brirão que
não são d esc o n h e cid o s nem in e sp e ra d o s”.

Nosso D eus í Pai, este m u n i o não í o m eu lar; porque eu sei que ele e u m lugar fugaç.
Espero ansioso pelo meu lar contigo. Anseio p o r estar lá agora, mas sei que tu tens
trabalho para m im aqui até o dia determinado. A juda-m e a trabalhar e esperar com
paciência, Senhor, exatamente com o fc^Jesus. No nom e dele eu oro. Amém.

8 d e j u í h o

O LADO DIREITO DO CÉU

Na casa de m eu Pai há m uitas moradas; se não fosse assim, eu vo -lo teria dito, pois vou
p reparar-vos lugar. E, sc eu for c vos preparar lugar, virei outra v c ç e vos levarei para
m im mesmo, para que, onde eu estiver; estejais vós também. João 14-2-3

QUANDO Je su s disse: “N a casa de m e u Pai há m u ita s m o r a d a s ” ,


d esc o b rim o s um sen tid o m u ito in teressan te p ara a palavra “m o r a d a s ”.
A palavra grega usad a para ‘m o r a d a s ” quer d iz e r u m lu g a r de descanso.
A expressão é tr a d u z id a na m argem na Versão A m erican a Padrão com o
“lugares de r e f ú g io ”. Isto vem da m esm a raiz que a palavra perm anecer.
D u ra n te o m in is té r io de C ris to na terra, ele não tin h a casa. Ele disse
certa vez: ‘As raposas tê m covis, e as aves do céu tê m n in h o s, m as o F ilh o
do h o m e m não te m onde reclin ar a cab eça” ( M t 8 . 2 0 ) . M a s seu lar no céu
p erm an ece etern am en te.
Os p rim eiro s d iscíp u lo s e outros p eregrinos cristãos so freram de m u ita s
m an eiras, e Jesus sabia disso —p o rq u e ele sofreu m ais severam en te do que
n e n h u m o u tro de seus seg uido res. M a s todos an tecip avam a n sio sam en te a
beleza e p erm an ên cia de u m lar que n un ca te rm in a ria e que d u ra ria através
de to d a a etern idade.
U m a m e n in a estava p assean do com seu pai certa noite. O lh an d o para as
estrelas, ela exclam ou: “O h ! Papai, se o lado avesso do céu é tão b o n ito ,
com o será o lado d i r e i t o ! ”

Nosso D eu s e Pai, qualquer lugar longe dc ti deve ser o lado avesso do céu. C ondu ze-m e
e g u ia -m e , Senhor, através desta vida até que eu possa chegar até ao lado direito do céu.
Até lá, m a n tém -m e a salvo do m aligno e aju d a -m e a lembrar que o m eu lugar dc
refúgio eterno é contigo p o r causa de Cristo, através de quem eu oro. Amém.

O ESPÍRITO SANTO PARA SEMPRE

E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que f i q u e convosco para
sempre, o Espírito da verdade, que o m u n d o não pode receber, porque não o v ê nem o
conhece; m as vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós. João 1 4 - 1 6 - 1 7

DURANTE s u a v id a na t e r r a , a p r e s e n ç a dc C r i s t o p o d i a se r
ex p erim en tad a apenas p o r u m p equeno grup o de h o m en s a q u a lq u e r hora.
A gora C r is to h ab ita, através do E sp írito , no coração de to do s aqueles que
o receberam com o Salvador. O ap ó sto lo Paulo escreveu aos c o rín tio s: N ão
sabeis vós que sois o tem p lo de D eus e que o E sp írito de D eus h ab ita em
v ó s?” (I C o 3 .1 6 .)
O E sp írito S an to e dado a cada cristão — não p o r um tem p o lim ita d o ,
m as para sem pre. Se ele nos deixasse p o r um m o m en to , estaríam o s em
p ro fu n d as d ificu ld ad es.
W a lte r ECnight c o n ta a h is tó ria de u m m en in o que tin h a recebido a
C ris to recen tem en te. “Papai, com o eu posso crer no E sp írito S a n to quan do
nun ca o v i?”, p e rg u n to u Jim . “Eu vou m o s tra r-lh e c o m o ’ , disse o pai, que
era e letricista . M a is tarde, Jim foi com seu pai para a u sm a de energia,
onde lhe fo ram m o stra d o s os geradores. “E daqui que vem a energia para
esq u en tar n o sso fogão e nos dar a luz. N ão p o d em os ver a energia, mas
está nesta m á q u in a e nos f i o s ”, disse o pai.
“Eu acredito cm e le tr ic id a d e ”, disse Jim .
“C la r o q u e a c r e d i t a ” , d is s e o pai, “m as você não a c r e d it a p o r q u e
p o d e ver a e n e r g ia . A c r e d ita p o r q u e vê o q u e a e n e r g ia p o d e fazer.
A s s im ta m b c m você p o d e crer no E s p ír it o S a n t o , p o r q u e você p o d e ver
o q u e cie faz na vid a das p e ss o a s q u a n d o elas se e n t r e g a m a C r i s t o e
re c e b e m seu p o d e r ”.
A ssim , pela fé você aceita o fato de que o E sp írito de D eus h ab ita cm
você. Ele está lá para lhe dar o p o der especial para trab alh ar para C risto .
Ele está lá p ara dar-lhe forças no m o m e n to da tentação . Ele está lá para
p r o d u z ir o fruto so b ren atu ral do E sp írito , com o “o amor, o go zo , a p az, a
lo n g a n im id a d e , a b e n ig n id a d e , a b o n dade, a fid e lid a d e , a m a n sid ã o , o
d o m ín io p r ó p r io ” (G l 5 - 2 2 - 2 3 , Y R . ) . Ele está lá para g u iá -lo através de
todo terreno d ifíc il que você precisa passar como cristão.

Nosso D eus t Pai, m i o em ti e no Espirito Santo. C reio que ele vive cm m im , n u


condiizi me ensina c n u conforta. Todos os dias eu posso ver as poderosas obras que tu
fazes 11a terra c na minha própria vida através do Espírito Santo. Obrigado p o r v iver e
perm an ecer cm mim. Através de J e s u s , m eu Senhor. Amém.

10 cíü j u i í ()

COBERTO POR CRISTO

IJesu s disse:] Estai em mim, c eu, cm vós. João I 5-4

A S A L V A Ç A O pesso al não é m e ram en te um en co n tro ocasio n al com a


d ivin d ad e; é u m verdadeiro h ab itar com D eus. C r is tia n is m o não é apenas
um a d istração ; é um a vocação para a vida to d a e para a etern idade. Davi,
e n tu sia sm a d o com o co n h ecim en to de que sua vida estava em D eus, disse
no S a lm o 9 1 •I - "Aquele que h ab ita no esco nd erijo do A ltíss im o , à so m b ra
do O n ip o te n te d e sc a n sa rá ”.
S e você ler e reler este salm o m aravilh o so, d esco b rirá que cm D eus
terem os um a m orada perm anente, e que todo o conforto, segurança e afeição
que o coração h um an o deseja é en co n trad o nele.
Os p s iq u ia tra s m o d e rn o s d izem que um a das necessid ad es b ásicas do
h o m e m é seguran ça. N e ste salm o se nos assegura que em D eus tem o s a
m a io r seguran ça: 'N e n h u m m al te sucederá, nem p raga alg u m a chegará à
tu a te n d a . P o rq u e aos seus an jo s dará o rd e m a te u re sp e ito , p ara tc
g u ard arem em to d o s os teus c a m in h o s ” ( S l 9 1 . 1 0 , I l ) .
A lgun s anos atrás na C h in a, dois m issio n ário s cristãos estavam sofrendo
am arga p ers e g u iç ã o . U m a n o ite, e n q u a n to se p rep aravam p ara dorm ir,
ouviram sons dc vozes do lado de fora. Eles levan taram a c o rtin a e viram
sua casa cercada p o r hom ens h o stis, que se aju n taram ali para te rm in a r o
m in is té r io do casal.
O m a rid o e a m ulher, m iss io n ário s, percebendo que D eus era seu único
refúgio , ajo elh aram -se e oraram p o r aqueles que iriam fazer-lhes mal, e
lem b raram a D eus que ele tinha p ro m etid o estar com eles até o fim. Q uan d o
se levantaram, viram que a m u ltid ão estava se dispersando e que o m u rm ú rio
das vozes excitadas dos que estavam indo em bora indicava que algo an o rm al
h avia a c o n t e c id o . Os m i s s io n á r io s a g r a d e c e r a m a D e u s p ela o ra ç ão
re sp o n d id a e d e ita ra m -se p ara dorm ir. N a m an h ã seg u in te , quan d o o sol
brilhava sobre o acam p am en to m issio n ário , um cristão n ativo veio à p o rta
e p ed iu u m a au d iên cia com o m issio n ário .
Você sabe por que a m u ltid ã o não m a to u vocês o n tem à n o it e ? ”, ele
p e rg u n to u . N o s so D eus resp o n d eu à o ra ç ão ”, replico u o m iss io n ário .
“S i m ”, disse o h o m em nativo. “Q u an do vocês se ajo elharam o n tem à noite,
q u atro c riatu ras, com o anjos, vestidos de branco, apareceram , e cada u m
ficou cm pé em cada canto de sua casa. A m u ltid ã o ficou atem o riz ad a c
fu g iu, e nós, os cristãos, que estávam os indefesos na m u ltid ã o so ub em o s
que, m ais um a vez, D eus in terv e io .”

Nosso D eu s c Pai, corro para ti atrás de abrigo contra m eu inimigo, Satanás. Ele me
rodeia dia e noite e quer me arrancar de ti. C oloca -m e m ais perto dc ti, ó Senhor.
M a n tém -m e a salvo dos males espirituais. Sê u m a cidade dc refúgio para m im onde eu
possa estar cercado e coberto p o r J e s u s Cristo, m eu Salvador; em cu jo nom e e p od er eu
oro. Amém.

11 cl e j u ( í o

A MEDIDA DO AMOR VERDADEIRO

O m eu m andam ento é este: Q ue vo5 ameis uns aos outros,


assim com o eu vos amei. N inguém tem m aior am or do que este:
de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. João I 5-12-1 3
M U I T O S no m u n d o estão calejados e in d iferen tes para com a po b reza
e o so frim e n to da h u m a n id ad e. Isso se deve ao fato de que m u ita s pessoas
n un ca n asceram de novo. O am or de D eus n unca foi d erram ado em seus
corações.
M u it a s pesso as falam do evangelho so cial com o se fosse separado do
evangelho da redenção. A verdade é: existe apenas u m evangelho. O am or
divino, com o o reflexo de u m raio de sol, b rilh a para baixo antes de se
espalhar. A m e n o s que nossos corações estejam co nd icionados pelo E sp írito
S a n to p ara receber e re fletir o calor da com paixão de D eus, não p o d em o s
am ar nossos sem elh an tes com o deveríam os.
Jesus chorou lágrim as de com paixão ao lado do tú m u lo de u m am igo.
Ele la m e n to u sobre Je ru sa lé m p o rq u e com o cidade já tin h a p e rd id o a
apreciação das coisas do esp írito . S e u grande coração estava sensível às
n ecessidades dos o utros.
Para en fa tiz ar a im p o rtâ n c ia do am or das p essoas um as pelas o utras, ele
revisou u m an tig o m an d am en to para que ficasse assim : “Am arás ao Senhor,
teu D eus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas
forças, e de tod o o teu e n te n d im e n to e ao teu p ró x im o com o a ti m e s m o ”
(L c 1 0 . 2 7 ) .
São Francisco de Assis desco briu o segredo da felic id ad e q u an d o ele
orou:
O divin o M e s tr e , hvze com que eu não b u sq u e ta n to
S e r co n so lad o, q u an to consolar,
S e r com p reen d id o , q u an to compreender,
S e r am ado, q u an to amar;
P orque é dan do que se recebe;
E p e rd o a n d o que som os p erdoados;
E m o rren d o que nascem os para a vida eterna!

As lá g rim a s ch o rad as p o r si m e sm o são lá g rim a s de fra q u e z a , m as


lág rim as de am o r d erram adas p o r o utro s são u m sin al de força. Eu não sou
tão sensível q u an to deveria ser, até que possa ‘ch o rar pelos erros de o utro
e levan tar o que c a iu ”. E até que eu tenha aprendido o valor de co m p artilh a r
co m p assivam en te a tristeza, o so frim en to e o in f o rtú n io dos o u tro s, eu
não p o sso conhecer a verdadeira felicidade.

Como oração, f a ç a a oração acim a, de São Francisco de Assis, para si mesmo.


i 2 (l c j u íí o

FAÇA DO AMOR SEU MOTIVO

Isto vos m ando: que vos am eis u n s aos outros. João 15*17

Q U A L é a m aio r e irresistível evidência de que p assam o s da m o rte para a


vida? É o am o r! N o s so S en h o r orou: “Para que todos sejam um , com o tu,
ó Pai, o cs cm m im , e eu, em ti; que tam b ém eles sejam u m cm nós, para
que o m u n d o creia que tu me enviaste (Jo 1 7 .2 1 ) .
Jesus C r is to estava falando claram en te de um a un id ad e visível, que pode
scr vista pelo m u n d o . Seu m o tivo para orar era que o m u n d o p ud esse crer
c que o m u n d o p u d esse conhecer. Ele orou p o r u n id ad e entre os cristão s.
E xiste u m tip o dc u n id ad e na diversidade, um a u n id ad e co m p atível com
variedade, c esse c o padrão que C risto estab eleceu p ara a igreja.
Através de todo o livro de Atos aparecem as expressões-chave: un ân im es
e “u n a n im e m e n te ”. Os ap ó sto lo s não eram dados a discó rdias sobre p o n to s
sec u n d ário s de d o u trin a. Q u an d o as d ificu ld ad es su rgiam , era feito to do o
p ossível para resolver de um a form a razoável, com u m esp írito caridoso,
debaixo da direção do E sp írito S an to.
D eus, que quer a unid ade do h o m em em C risto , é u m D eus dc variedade.
M u it a s vezes querem o s que todos sejam iguais, que pensem , falem c creiam
com o nós. Efésios 2 . 1 9 - 2 0 , F ilip en ses 2 .1 - 4 , e m u ita s o utras p assagens,
p o d em ser cham ados para dar te stem u n h o de que o am or c a verdadeira
chave para a u n id ad e cristã.
N o e s p í r i t o da v e r d a d e ir a h u m i l d a d e , c o m p a ix ã o , c o n s id e r a ç ã o c
a l t r u ís m o — q u e r e f le t e m a m e n te do S e n h o r Je s u s — p o d e m o s n os
a c e r c a r de n o ss o s p ro b le m a s , n o ss o tr a b a lh o c até m e s m o das n o s s a s
d if e r e n ç a s .
T ia g o d iz q u e m e s m o os d e m ô n io s c rê e m — e tr e m e m . Ele e stá
p ro te sta n d o co n tra o vazio da o rto d o x ia que c divorciada do am or e das
boas obras. E p ossível estar certo te olo gicam en te e, co n tud o , estar faltan d o
o esp írito de amor.
João encheu suas ep ísto las com o am o r que devem os ter un s pelos
o utro s: “N ó s sabem os que passam o s da m o rte para a vida, p o rq u e am am o s
os ir m ã o s ” ( I Jo 3 .1 4 ) — não c p o rq u e estam os firm es na fé cristã e
crem os na Bíblia de capa a capa. O m a io r teste c o am or!
Nosso D eu s e Pai, obrigado pela bela variedade que criaste no m undo. E nsina-nos a
u nidade dentro da nossa diversidade. A juda-nos a desen volver o espírito dc verdadeira
humildade, compaixão, consideração e desinteresse que reflita a m ente dc Cristo. No
nom e dele eu oro. Amém.

13 de j II [ l O

ESTAMOS NO MUNDO

Sc vós fô s s e is do mundo, o m u n d o am aria o que cr a seu;


m as, porque não sois do mundo, antes, eu vos escolhi do mundo,
p o r isso é que o m u n d o vos aborrece. João I 5-1 9

O C R I S T Ã O , é claro, deve viver sua vida neste m u n d o . Ele deve estar


in f iltr a d o no m u n d o com um p ro p ó sito — ajudar a ganhar o m u n d o . Vias
ele não p recisa p a r tic ip a r da m aldad e do m u n d o . É im p o ssível para nós
escap arm o s do m u n d o , da carne e do diabo, m esm o n u m m o n astério .
N ão p o d em os in flu e n c ia r o m u n d o a m enos que vivamos nele e dem os
evidência do p o der do Evangelho cm nossas vidas. C o m o cidadãos, devemos
votar e p artic ip ar das atividades po líticas. Devemos p articip ar das atividades
cívicas e, certam en te, devem os scr leais c fiéis à igreja.
C o n tu d o , não p rec isam o s nos co m p ro m eter com o m u n d o , a carne e o
diabo. N ão devem os p artic ip a r dos p ecados do m u nd o . E xistem certas
coisas para as quais o cristão deve d iz e r não — na p o lítica, no m ercado, no
esc ritó rio , até m esm o na vizin h an ça, ele deve, m u ita s vezes, m o s tra r q u e é
cid ad ão de o u tro m u n d o , e m u ita s vezes so frer p erseg u ição c scr m a l
in terp retad o p o r causa disso.
D evem os recusar ap o iar q u a lq u e r coisa que não tenha a aprovação da
no ssa co n sciên cia cristã. E xistem m ilhares de pessoas que se d izem cristãs
que estão train d o seus p rin cíp io s cristão s p o rq u e estão m ais p reo cup ad as
com o so rriso do m u n d o do que com a condenação de Jesus C risto .
D esco b ri que o cristão casual tem pouca ou n en h um a in flu ên c ia sobre
os o u tro s. E sto u d e sc o b rin d o que é apenas o c ristão que se re cu sa a
c o m p ro m eter-se em m a térias de h o n estid ad e , in te g rid a d e e m o ra lid a d e
que está sendo uma te ste m u n h a efetiva de C risto . O cristão m u n d a n o está
p rep arado para fazer com o o m u n d o faz e vai d esc u lp ar p rá tic as deso n estas
e sem ética p o rq u e ele tem m edo do desagrado do m u n d o . S o m e n te através
de u m a vida de o b ediên cia à voz do E sp írito , p o r u m m o rrer d ia ria m e n te
p ara si m esm o, p o r u m a dedicação to ta l a C ris to e co n stan te com un h ão
com ele, so m os capazes de viver u m a vida devota e ter u m a in flu ê n c ia
p o sitiv a n este m u n d o p ecam in o so .

Nosso D eu s e Pai, quero ser p u ro e santo com o tu és santo. Por favor, perm ite que m eu
testemunho de Cristo seja forte. M antém minha honestidade, integridade e m oralidade
intactas, não importa o que aconteça. A juda-m e a aprender a dizer não quando f o r
necessário. D á -m e coragem e f o r ç a para ser obediente todas as vezes. Em nom e de Jesus.
Amém.

14 d e j a ( l o

NÃO DO MUNDO

IJesu s disse:] D ei-lhes a tna palavra, e o m u n d o os odiou, porque


não são do m undo, assim com o eu não sou do mundo. João 1 7 - 1 4

N Ó S , cristão s, não devemos nos c o n fo rm ar so cialm en te com o m u n d o .


O m u n d o te n ta absorver-nos na sua sociedade secular e nos c o n fo rm ar
com sua im ag£>e m terrena,’ mas C risto nos co n stran ge
O a não nos conformar.
C laram e n te, ele d iz daqueles que crêem nele: “N ão são do m u n d o , assim
com o eu não so u do m u n d o .
A C o rre n te do G olfo está no oceano, e co n tu d o não é p arte dele. Os
c ristão s estão no m u n d o , e c o n tu d o não devem ser absorvidos p o r ele.
A C o rre n te do G olfo m a n té m sua te m p e ra tu ra quen te, m esm o nas águas
geladas do A tlân tico N o rte. Sc os cristão s devem c u m p rir seus p ro p ó sito s
no m u nd o , eles não devem ser con gelad os pela in diferen ça e im p ie d ad e da
so cied ad e na q u al vivem.
M u i t a s de n o s s a s co n v e rsas co m o c r is t ã o s são m u n d a n a s , e n ão
e sp iritu a is. E fácil cair na co n fo rm id ad e da conversação m u n d a n a e p assar
as no ites d isc u tin d o p o lítica, os novos m o d elo s de carros e as ú ltim a s
diversões. M u it a s vezes esquecem os que tem o s de edificar un s aos o u tro s
com conversas santas, e que nossa conversação deve ser sobre coisas celestiais
e não ex clusivam en te sobre coisas terrenas. -
É verdade que Jesus jan to u com p ub lican o s e pecadores, m as ele não
p e r m it iu que u m gru p o so cial o o p rim isse c o co n fo rm asse co m suas
p ráticas. Ele aproveitou cada o p o rtu n id ad e para ap resen tar u m a verdade
e s p iritu a l e para levar u m a alm a da m o rte para a vida. N o s so s co n ta to s
s o c i a i s n ão d e v e m a p e n a s ser a g r a d á v e is , m as d e v e m se t o r n a r em
o p o rtu n id a d e s para c o m p a rtilh a r n ossa fé com aq u eles que ain d a não
co n h ecem a C risto .

Nosso D eu s e Pai, não m e deixes con form ar-m e com este mundo. A juda -m e, em ve^
disso, a in flu en ciar m eu m u n d o a seguir a ti e a teu Filho. Perdoa-m e p o r minhas
conversas inúteis e m inhas palavras vãs. E nsina-mc a aproveitar toda oportunidade
para f a l a r sobre ti e sobre a gló r ia de Cristo, p o r meio de quem eu oro. Amém.

1 5 d e j u lL o

A MOEDA SEM VALOR DO MUNDO

[Jesus disse:] Eu rogo p o r eles... porque são teus. E todas as minhas coisas são tuas,
e as tuas coisas são minhas; e nisso sou glorificado. João 1 7 - 9 - 1 0

E U acredito que a ausência de au to co n sciên cia é um a c arac te rís tic a do


fru to do E sp írito S an to . A pessoa que diz: “Eu sou cheio do E s p ír it o ”
colo ca-se debaixo de u m e sc ru tín io p o uco confortável. A lg u m ap ó sto lo ou
d iscíp u lo disse de si m esm o : “Eu sou cheio do E sp írito S a n t o ” ? M a s os
o u tro s d iz ia m a resp eito deles: “Eles eram cheios do E sp írito S a n t o ”.
A pessoa a u to c o n sc ie n te m e n te am orosa, a u to c o n sc ie n te m e n te g o zo sa e
a u t o c o n sc ie n te m e n te p acífica tem sobre si o cheiro de si m esm a. E como
u m cristão observou sab iam en te: “O ego é u m mau cheiro e s p ir itu a l”.
U m a c rian ça p eq u en a, b rin c an d o certo dia co m u m p re c io so vaso,
colocou sua m ão dentro dele e não co n seg u ia tirá-la. O pai ta m b ém te n to u
o m e lh o r para tira r a mão da criança, mas em vão. Eles estavam p en sand o
em quebrar o vaso quan do o pai disse: “Filho, agora, faça m ais um a tentativa.
Abra a m ão e estenda os dedos o m ais que puder, assim como estou fazendo,
e então puxe .
Para sua surpresa, a criança disse: ‘O h! não, papai, eu não p o sso ab rir a
m ão assim , p o rque, se o fizer, vou largar m in h a m o e d a ”.
Pode sorrir, sc q uiser —mas m ilhares de nós som os com o aquele m enino,
tão o cupados seg uran do essa moeda sem valor do m u ndo , que não po dem os
aceitar libertação. Eu lhe peço para d eixar cair essa nin h aria em seu coração.
E n tre gu e! Deixe cair, e deixe D eus fazer como q u ise r co m sua vida.
A gora, depois que vocc sc deu c o m p letam en te a C risto , n u m a entrega
to ta l a ele, lem b re-se de que D eus aceitou o que vocc ap resen to u . "O que
vem a m im , de m an eira n en hum a o lançarei fo r a ” (Jo 6 .3 7 )*
Você veio a ele; agora ele o recebeu. E de m a n eira n en h u m a ele o lançará
fora!

Nosso D eu s c Pai, tua bondade e tua compaixão me dom inam . E nche-m e com teu
Espírito, Senhor. M ostra-m e com o me libertar do m undo e de suas bugigangas. E nsina-m e
a en contrar contentam ento e pa ^ em ti em todas as situações da minha vida, na alegria ou
na tristeza. Eu te amo, Pai. Através de Cristo. Amém.

16 de j li í l t o

REDUZIDOS A ROBÔS

Estes, porém, foram escritos para que creiais que J e su s é o Cristo, o Filho
de Deus, e para que, crendo, tenhais vida cm seu nome. João 2 0 .3 I

E M C r is to to r n a m o -n o s novas pessoas. “Sc alg u ém está em C ris to , nova


c riatu ra é: as coisas velhas já p assaram ; eis que tudo se fez n o v o ” ( 2 Co
5 : 1 7 ) . D eus pode p r o d u z ir gran d e bem de q u a lq u e r vida ded icad a a ele.
Sc D eus fosse rem over todo m al de n o sso m u n d o (m as de alg u m a
form a d eixar o h o m em no p la n e ta ) , sig n ifica ria que a essência do que é
h u m an o seria d estru íd a. O h o m em sc to rn aria u m robô.
D eixe-m e explicar o que quero d izer com isso. Se D eus elim in asse o
m al, p ro g ra m a n d o o h o m em para fazer apenas o bem, o h o m em p erd e ria
sua m arca d istin tiv a — a h ab ilidad e de fazer esc olhas. Ele não s e n a m ais
u m agen
D
te m o ral livre. Ele ficaria re d u zid o ao nível de u m robô.
V m io s levar isso u m passo adiante. Os robôs não am am. D eus criou o
h o m em com capacidade para amar. O am or é baseado sobre o d ireito de
escolher amar. N ão p o dem os forçar os outros a nos amar. Podem os fazer
c o m q u e n o s s ir v a m e n os o b e d e ç a m . M a s o v e r d a d e ir o a m o r e stá
fun dam en tad o sobre a liberdade que se tem de escolher responder. O hom em
p o d eria ser p ro g ram a d o para fazer o bem, mas o elem en to de am o r estaria
p erd id o . S c o h o m e m fosse forçado a fazer o bem, o so frim e n to seria
elim in ad o — com o tam b ém o amor. C o m o seria viver n u m m u n d o sem
amor?
A ssim , p o d em o s ver q ue D eus, usando seu p o der p ara e lim in a r o m al,
não provaria ser um a so lução p o sitiva para o p ro b lem a do so frim en to . Os
resultad o s de tal ação criariam dilem as maiores. O u o h o m em seria red uzid o
ao nível de u m robô n um m u n d o sem am o r ou ele seria an iq u ila d o . D ada
a escolha, eu esco lh eria ser responsável p o r m eus atos em vez de ser um
robô sem resp o n sab ilid ad e!

Nosso D eu s c Pai, dedico minha vida a ti. Trago-a de boa vontade c deposito~a aos teus
pés. Toma minha vida e nsa~a para m agnificar eg lo r ifi c a r a ti e somente a ti. Faze da
minha vida um condutor do teu a m or e compaixão para o m u n d o, através da f o r ç a de
Cristo J e s u s , m eu Senhor. Amém.

17 cio j u //,. «

VIDA E LUZ

Estes, porém, foram escritos para que creiais que J esu s é o Cristo,
o Filho de Deus, c para que, crendo, tenhais vida em seu nome. João 2 0 .3 I

C . T . S T U D D , o fam oso jo g ad o r de críq u ete e m iss io n á rio p io n eiro ,


escreveu o se g u in te verso en q u an to ainda era e stu d an te em C am b rid g e :
S o m e n te um a vida, que logo passará;
Só o que é feito para C ris to perm anecerá.

A vida é u m a oportunidade g lo rio sa se for usada p ara nos co n d icio n ar


para a e tern id a de.
Se falh arm o s nisso, apesar de ser b em -su ce d id o s em tu d o o m ais, nossa
vida terá sido um fracasso. N ão há escape para o h o m em que esbanja sua
o p o rtu n id a d e de preparar-se para se en co n trar com D eus. D. L. M o o d y
d isse: “D eixe sua vida com D eus; ele pode fazer m ais co m ela do que
você!
D. L. M o o d y disse tam bém : “U m a vida san ta p ro d u zirá a m ais p ro fu n d a
im p ressão . Os faró is não b u zin am ; eles apenas b rilh am .
N o s sas vidas são tam b ém imortais. Deus fez o h o m em diferen te das
o u tras criatu ras. Ele o criou à sua p ró p ria im agem , um a alm a vivente.
Q u an d o este corpo m o rre e nossa existência terrena term in a, a alm a ou o
esp írito vive para sem pre. D aq u i a cem anos você estará m ais vivo do que
está n este m o m en to . A Bíblia ensina que a vida não te rm in a no cem itério .
E xiste um a vida fu tu ra com Deus para aqueles que colocaram sua confiança
em seu F ilh o , Jesus C risto . E xiste tam b ém um infern o fu tu ro de separação
de D eus, p ara o q u al estão indo aqueles que recusaram , re je ita ra m ou
n eg lig e n c ia ra m receber seu Filho, Jesus C risto .
V ic to r H u g o disse certa vez: “Eu m e sin to na vida f u t u r a ”. D iz-se que
C iro , o G rande, teria dito : “Eu não posso im ag in ar que a alm a viva apenas
e n q u an to p erm an ece neste corpo m o r t a l”. N a d a a não ser nossa esperança
em C ris to tirará o ferrão da m o rte e colocará u m a rco -íris de esp eran ça ao
redor das nuvens da vida fu tu ra. N o s sa âncora é Jesus C risto , que ab o liu a
m o rte e tro uxe vida e im o rta lid a d e para a luz, através do Evangelho.

Nosso D eus e Pai, obrigado p o r tornar minha alm a imortal também. Q uando penso na
eternidade no paraíso, posso v e r o arco-íris de esperança em volta do m eu f u t u r o e posso
sentir tua m ão confortadora segurando a minha. Obrigado pela esperança, Senhor. O ro
através de Jesus, que é a âncora da minha alma. Amém.

1 8 (í j li í h o

A IGREJA QUE SACUDIU O MUNDO

E todos f o r a m cheios do Espírito Santo... Atos 2 .4

L E M O S 110 livro de Atos q ue a igreja p rim itiv a estava cheia do E sp írito


San to . Eles não tin h am p rédio s de igreja, nem Bíblias, nem autom ó veis,
nem aviões, nem trens, nem televisão, nem rádio. C o n tu d o , eles viraram o
m u n d o “de cabeça para b aix o ” para C risto . Eles in s titu ír a m um a revolução
esp iritu a l q ue sacud iu os fun d a m en to s do Im pério R o m an o . Eles eram
jovens, vigo ro so s, viris e poderosos. Eles viveram suas vidas d iariam en te
p ara C ris to . Eles so freram p erseguição , e até m esm o a m o rte, com alegria
p o r sua fé em C risto . Q u al era o segredo de seu sucesso — m e sm o d ian te
da op o sição e da m orte? U m a razão fora de dúvida é que eles tin h a m fo m e
e sede de ju stiça. E aqueles com quem eles tin h am co n tato não p o d ia m
deixar de ficar im p ressio na d o s pela q u alid a d e e p u re za de suas vida e de
seu amor.
A razão pela q u al certas falsas filo so fias e religiõ es estão fazen d o tal
invasão no m u n d o hoje é que, em alg u m lu g a r ao lon go da linha, as pessoas
que su p o s ta m e n te deveriam viver vidas cristãs falharam . Temos falh ado
em p reen ch er os re q u is ito s e o padrão que Jesus estabeleceu. Se viverm os
p ara C ris to , devem os estar disp o sto s a contar tu d o o m ais com o “ apenas
r e f u g o ”. P re c isa m o s ser tão d e d icad o s, c o m p ro m e tid o s e d is p o s to s a
sac rificar tud o,' com o algun
O
s seguid
D
o res de falsas religiõ
O
es o são.
As g r a n d e s m a ssas do m u n d o d e sc re n te estão c o n f u s a s e n q u a n t o
observam as d isp u ta s dentro das religiõ es e entre elas. Em vez de um a
igreja dinâm ica, crescente, poderosa, centrada em C risto , vem os divisão,
co ntenda, trivialid ad es, am bição, ciúm es, p reg u iça e s p iritu a l — e n q u an to o
m u n d o está à beira do desastre.
A g ran d e n ecessidade no cristian ism o hoje é de cristão s que ap ren dam
o segredo de u m c o m p ro m isso d iário e de to do o coração com C risto .

Nosso D eu s c Pai, sou teu escravo para comandares. Volto toda minha vida para que a
dirijas. M ostra-m e o cam inho que queres que eu percorra e eu o percorrerei. Eis-me
aqui, Senhor, envia-m e. Desisto de quaisquer pretensões que eu tenha para a minha
própria vida e rendo-a a ti p o r causa de Jesus, meti exemplo de hum ildade e servidão,
através de quem eu oro. Amém

19 cl c j u i l o

FOGO TRANSFORMADOR

D eu s ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas. A tos 2 . 3 2

T E S T E M U N H E a tran sform ação de S im ão Pedro. Ele estava tão fraco


antes do Pentecostes que, apesar de sua jactân cia, ao c o n trário , ju ro u e
n ego u a C ris to . Ele estava am ed ro n tad o pela m u ltid ã o , envergo n h ado p o r
u m a serva, e to m o u seu lu g a r com os in im ig o s de C risto .
M as veja-o depois «que ele foi batizado com fogo! Ele se levanta ousadamente
diante da mesma turba que crucificou a Jesus e, olhando para seus rostos, sem
medo, diz: “Saiba, pois, com certeza, toda a casa de Israel que a esse Jesus, a
quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e C risto (At 2.3 6 ).
Pedro, o fraco, foi tran sform ad o cm Pedro, a rocha. S aulo, o perseguidor,
foi tr a n sf o r m a d o em Paulo, o m iss io n á rio . Todos os d isc íp u lo s fo ram
tran sfo rm a d o s de in d ivíd u o s co m un s em verdadeiros incen d iário s de D eus.
S u a fé e seu zelo in iciaram um a conflagração que se espalh o u através da
Á sia M en o r, da E uropa e do m u n d o todo. O m u n d o hoje ain da sen te o
p o dero so im p acto e a influên cia desse pequeno bando de hom ens dedicados
que sc atreveram a expor-se à C h am a D ivina.
U m a barra de aço b ru to pode ser co m p rada p o r alguns p o ucos dólares.
M a s e]uando essa barra de aço é colocada n o fogo e processada, q u a n d o é
tem p erad a, c forjada, e feita cm p eq u en o s pedaços para re ló gio s caros, vale
m ilh ares de dólares. O fogo O e as m ãos h ab ilid o sas de artesãos fazem a
diferença, au m e n ta n d o o valor.
A ssim como o sol pelo seu calor e luz faz milhares de milagres cada dia no
reino das plantas, Deus através do fogo refinador dc seu Espírito opera milhares
dc milagres a cada dia no m undo espiritual. Seu poder regenerador está sempre
trabalhando no mundo, tirando as cinzas das vidas queimadas e transform ando-
as em canais dinâmicos, dedicados a ganhar a salvação de outros!

Nosso D eu s e Pai, su bm eto-m e à tua chama fortalecedora. Por favor, faze de m im algo
m ais belo, algo m ais resistente, algo m ais valioso do que eu sou p o r m im mesmo. Sei
que apenas tu podes fazer o m ilagre do qual preciso tão desesperadamente na minha
vida. Venho em nom e dc Jesus. Amem.

2 0 cia j a íh o

E OS ANJOS SE REGOZIJAM!

E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro


nom e há, dado entre os homens, pelo qual devam os ser salvos. Atos 4 -1 2

A Ú N I C A m an eira pela q ual você pode sc converter é crendo no S en h o r


Jesus C ris to com o seu S e n h o r e S alvad or pessoal. Vocc não precisa acertar
sua vida p rim eiro . Você não precisa te n tar d e sistir de alg u m h áb ito q ue o
esteja afastan d o de D eus. Você já te n to u tu d o e falh o u m u ita s vezes. Você
pode vir “do jeito que e s t á ”. O ho m em cego foi com o estava. O lepro so
foi com o estava. O ladrão na cruz foi do jeito que estava. Você pode vir a
C ris to agora m esm o onde q u er que esteja e do jeito que estiver — e os
anjos do céu se alegrarão!
A lg u m a s das m aio res e m ais preciosas palavras relatadas em to d a a
E scritu ra fo ram d itas por S atan ás m esm o (não que ele m te n c io n a sse que
fosse a s s im ). Em sua conversa com D eus a respeito de Jó, ele disse: “N ão
o te n s p ro te g id o de to d o lado a ele, a sua casa e a tu d o q u an to tem? Tens
abençoado a obra de suas m ãos, e os seus bens se m u ltip lic a m na te r r a ” (Jó
1 . 10 ).
Q u an d o olho m in h a vida para trás, eu m e lem bro do m o m e n to em que
fui a Jesus C r is to com o Salvado r e Senhor. Os anjos se re g o z ijaram ! D esde
então eu tenho estado em m ilhares de batalhas com Satan ás e seus dem ônios.
C o m o renu nciei a m in h a vontade e me entreguei
O to ta lm e n te a C r is to —
com o eu orei e cri — esto u convencido de que D eus “tem me p ro te g id o de
to d os os l a d o s ”, u m a cerca de anjos para p ro teger-m e.
A E scritu ra diz que existe tem po para nascer e tem p o para morrer. E,
q u an d o m e u tem p o de m o rrer chegar, u m anjo estará lá para me confortar.
Ele me dará paz e go zo , m e sm o nessa hora m a is crítica, e me levará à
p resença de D eus, e eu h ab itarei co m o S en h o r p ara sem pre. G raças a
D eus pelo m in is té r io de seus anjos abençoados!

Nosso D eus e Pai, venho a ti exatamente com o sou —pecador, sem valor, com o um
monte de trapos sujos diante de ti. Preciso do teu perdão, do teu amor, do teu consolo.
Levanta um a cerca viva ao m eu redor, Senhor.; para proteger-m e das forças do m a l deste
mundo. S alva-m e através de Jesus Cristo e do seu sacrifício desinteressado na cruz. No
incom parável nom e dele eu oro. Amém.

2 / c l e j u / // o

O FRUTO DO ESPÍRITO

E, tendo eles orado, m ov tu -s c o lu gar cm que estavam reunidos; e todos f o r a m cheios do


Espírito Santo e a n u n cia va m com ousadia a palavra de Deus. Atos 4-3 I
O Q U E q u e r d iz e r ser cheio do E sp írito ? N ão é n e c e s s a r ia m e n te u m a
e x p eriên cia e m o c io n a l, n em n e c e s s a r ia m e n te nos tr a rá a lg u m tip o de
ex p eriên cia e s p ir it u a l que seja óbvia ou aberta. Ser cheio do Espírito é ser
co n trola d o p elo Espírito. E estar tão e n tre g u e a C r is to q ue n o sso s u p re m o
desejo é fa z e r sua vo ntad e. Q u a n d o ch egam o s a C r is to , o E s p ír ito vem
p ara m o r a r d en tro de nós — q u e r e ste ja m o s cien tes de sua p re s e n ç a ou
não. M a s q u a n d o crescem o s em C ris to , n o sso alvo é ser c o n tr o la d o pelo
E sp ír ito .
D evía m os p r o cu ra r produzir o f r u t o do Espírito em nossas vidas.
Você d iz : "’Eu n ão p o sso p r o d u z ir tal fru to . S e n a c o m p le t a m e n t e
im p o ssível para eu fazer isso!
Eu co n co rd o com isso! N ão po dem os p ro d u z ir esse fru to com nossa
p ró p ria força. Lem bre-se, a Bíblia diz: “O fru to do E sp írito é: o amor, o
gozo, a paz, a lo n g a n im id ad e, a b en ign id ad e, a bondade, a fid elid ad e, a
m an sid ão , o d o m ín io p r ó p r io ” (G1 5- 2 2 - 2 3 ). Q u an d o o E sp írito de D eus
h ab ita em nós, ele p ro d u z o fruto . N ó s apenas cultivam o s o solo dc n o sso s
corações através da devoção sincera c entrega, para que ele possa en co n trar
o solo favorável para p ro d u z ir aq u ilo que ele quer.
Eu p o sso ter u m a árvore fru tífe ra em m eu q u in tal; m as, se o solo não
for e n riq u ecid o c os in seto s d estru íd o s, não vai p r o d u z ir um a boa colheita.
C o m o cristãos, nós tem os o E sp írito de D eus em nós. M a s nossa é a
responsabilidade dc m an ter o pecado fora de nossas vidas para que o E spírito
possa p r o d u z ir seu fru to em nós.

Nosso D eus e Pai, enche~me com teu Espírito. C ontrola minha vida, m eu coração, para
que o f r u t o do Espírito seja óbvio para as pessoas que estão ao m eu redor. R end o-m c à
tua sabedoria e direção. Perdoa qualquer influência m aligna da minha alm a que
atrapalhe m eu testem unho de ti e de Cristo Jesus, em cu jo nom e eu oro. Amém.

2 2 cl e j u lli o

O PRIVILÉGIO DA ORAÇÃO

[O s discípulos disseram :] Mas nós perseverarem os na oração e no m inistério da


palavra. A tos 6 .4
DEVEMOS d e se jar a v o n ta d e de D e u s. M e s m o n o ss o S en ho r, ao
co n trário de sua disp o sição no m o m en to , disse: “M e u Pai, se este cálice
não pode p assar de n u m sem eu o beber, faça-se a tu a v o n ta d e” ( M t 2 6 . 4 2 ) .
A oração nos une co m os verdadeiros p ro p ó sito s de D eus p ara nós e
p ara o m u n d o . N ão apenas traz a bênção da vontade de D eus p ara nossa
p ró p ria vida pessoal, m as traz-n o s bênçãos adicio n ais de estar a par com
os plan o s de D eus.
Lembre-se, tam bém , que nossa oração deve ser para a glória de D eus. O
m o delo de oração que Jesus deu conclui com: “Teu é o reino, o p o der e a
g ló ria ”. Se vamos ter nossas orações respondidas, devemos dar a glória a
Deus. N o sso Sen h o r disse aos seus discípulos: “E tudo quan to pedirdes em
m e u nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no F ilh o ” (Jo 14-1 3)-
Q u e p riv ilé g io nós tem os: o p rivilégio da oração! C ristão , exam ine seu
coração, reconsagre sua vida, entregue-se sem reservas a Deus, p o rque apenas
os que o rarem com um coração puro serão ouvidos p o r ele. A Bíblia diz:
“A oração feita p o r u m ju sto p ode m u ito em seus e fe ito s ” ( T g 5 . 1 6 ) .
D e vem o s o ra r em te m p o s de a d v ersid ad e, p ara q u e não f iq u e m o s
in créd u lo s, sem fé. D evem os orar em tem p o s de p ro sp erid ad e, p ara que
não sejam os orgulh o so s e prepotentes. Devemos orar em tem p o s de perigos,
p ara não ficarm o s tem ero so s e duvidan do . P recisam os orar em te m p o s de
segurança, para não ficarm os au to -su fic ie n te s . Pecadores, orem p o r perdão,
a u m D eus m ise r ic o r d io s o ! C ristão s , orem por um d erram ar do E sp írito
de D eus sobre um m u n d o v o lu n tario so , m a lig n o e sem arrep en d im en to .
Pais, o rem p ara q u e D e u s coroe seus lares com graça e m is e r ic ó r d ia !
C rian ças, orem pela salvação de seus pais!
C ristã o s , san to s de D eus, orem para que o orvalho do céu caia sobre a
terra seca, seden ta; e para que a ju stiç a cubra a terra com o as águas cobrem
o mar. O rem , crendo, co m essa p ro m essa do n o sso S alv ad o r em m en te:
“Por isso, vos d igo que tu d o o que p edird es, orando, crede que o recebereis
e t ê - lo - e is ” ( M c 1 1 . 2 4 ) .
‘S a ta n á s trem e quan do ele vê o santo m ais fraco de jo e lh o s ” — então,
ore, cristão , ore!

Nosso D eu s e Pai, toma m eu coração que tem dúvidas e converte-o para tuna f é
inabalável. Perdoa-me, em tua gr a n d e misericórdia, p o r v iola r m eu com prom isso
contigo. S ond a-m e e prova -m e, Senhor. Faze da m inha vida u m a glorificaçã o de ti e do
teu Filho, através de quem eu oro. Amém.
LIBERTAÇÃO DRAMÁTICA

E Pedro, tornando a si, disse: Agora sei, verdadeiramente, que o Senhor


enviou o seu anjo e me livrou da mão dc Hcrodes... Atos I2.I I

A S E s c ritu r a s estão cheias de evidên cias d ra m á tic a s do c u id a d o p ro t e to r


dos an jo s cm seu serviço te rren o ao povo de D eus. P aulo a d m o e s to u os
c r i s t ã o s a c o l o c a r e m t o d a a a r m a d u r a dc D e u s , p a r a q u e e l e s
p e rm a n e c e s s e m firm es d ia n te do m al (Ef 6 . 1 0 - 1 2 ) . N o s s a lu ta não e
co n tra carne e sa n g u e (a p en as p oderes f ís ic o s ) , m as co n tra as fo rças da
m a ld a d e (s o b r e - h u m a n a ) nos lu g ares cele stia is. S a ta n á s, o p r ín c ip e da
p o te s ta d e do ar, p ro m o ve um a “r e lig iã o ” m as não a v erd ad eira fé; ele
p ro m o v e falso s p ro fetas. E ntão, os p oderes da lu z e das trevas estão cm
in te n so c o n flito . G raças a D eus pelas fo rças an g é lic as q u e lu t a m co n tra
as obras das trevas. Os anjos n un ca m in is tr a m eg o istic a m e n te ; cies servem
p a r a q u e to d a a g l ó r ia seja d a d a a D e u s e n q u a n t o os c r is t ã o s são
f o r t a l e c i d o s . U m e x e m p lo c lá s s ic o do t r a b a lh o p r o t e t o r dos a n jo s
en c o n tra -s e cm A tos 12 .5 -1 1 *
Q u an d o com eça a cena, Pedro está preso esperando execução. T ia g o , o
irm ão de João, já fora m o rto , e havia pouca razão para su p o r que Pedro
escap aria do m achado do executor. Os m a g is tra d o s in ten cio n avam colocá-
lo â m o r te com o u m favor para aqueles que sc o p u n h am ao Evangelho e à
obra dc D eus. S e g u r a m e n t e , os cren tes o ra ra m p o r T ia g o , m as D eus
escolheu lib ertá-lo através da m orte. Agora a igreja estava orando p o r Pedro.
E n q u an to Pedro estava do rm in d o, um anjo apareceu, sem ser d etid o
p o r coisas com o p o rtas ou barras de ferro. O anjo foi à cela da p risão ,
d esp e rto u Pedro e lhe disse que se preparasse para escapar. E n q u an to a luz
brilhava na p risão , as correntes de Pedro caíram , e, já vestido, ele se g u iu o
anjo para fora. As po rtas se ab riram so b ren atu ralm en te, p o rq u e Pedro não
p o deria p assar através das p o rtas fechadas com o o anjo. Q u e lib ertação
p o dero sa D eus realizo u através de seu anjo!

Nosso D eu s c Pai, preciso dos teus anjos para protegerem -m e das poderosas forças do
m al existentes no m eu mundo. C om o teus anjos, aju d a -m e a m inistrar
desinteressadamente e a dar a ti toda a glória pelas poderosas obras que tu fazes.
Obrigado p o r derrotar Satanás, Pai. E fa çc de m im um poderoso testemunho da tua
divindade e poder. Em nom e de Jesus. Amem.

2 4 cie j íí ( l <:

O IMPACTO DA V I D A S E M E L H A N T E À DE C R I S T O

E os discípulos estavam cheios de alegria e do Espírito Santo. Atos 13 - 52

A L G U M A S vezes as pessoas me dizem : “Os cristãos são todos hipócritas


—eu não quero nada com C r i s t o ! ” M a s isso é um a d esculpa para não ter de
en fren tar a verdade que há cm C risto . Em vez disso, en ten d a seu en sino e
exam ine sua vida. E se você conhece a C risto e já en trego u sua vida a ele,
aprenda dele e viva um a vida co n sisten te para ele. Os o utro s vêem algo de
C r is to — seu amor, seu gozo, sua paz — cm sua vida?
Os verdadeiros cristão s d everiam ser felizes! N o ssa geração te m sido
co nhecedora da te rm in o lo g ia cristã, mas é rem issa na p rática dos p rin cíp io s
e en sino s de C risto . Portanto, nossa m a io r necessidade hoje não é de m ais
c r is tia n is m o , mas de m ais cristão s verdadeiros.
O m u n d o talvez possa a rg u m e n ta r contra o c r istia n ism o com o um a
in s titu iç ã o , m as não há arg u m en to convincente contra a pessoa que através
do E sp ír ito de D eus se to r n a se m e lh an te a C r is t o . T i l p e ss o a é u m a
reprovação viva ao egoísm o, ra cio n alism o e m a te ria lis m o da época. M u i t a s
vezes deb atem o s com o m u n d o sobre a letra da lei, q u an d o d everíam o s ser
o ráculos vivos de D eus, vistos e lidos por todas as pessoas.
E te m p o de re traç arm o s nossos p assos para a fo n te e p erceb erm o s
n o vam en te o p o der tr a n sfo r m a d o r de Jesus C risto .
Jesus disse à m ulh er junto ao poço de Jacó: “M as aquele que beber da água
que eu lhe der nunca terá sede” (Jo 4 -1 4)- Esta mulher, doente pelo pecado,
desiludida, era um símbolo de toda uma raça. Seus desejos eram nossos desejos!
O clamor de seu coração era nosso clamor! Sua desilusão era nossa desilusão!
Seu pecado era nosso pecado! M as seu Salvador pode ser nosso Salvador! Seu
perdão pode ser nosso perdão! Seu gozo pode ser nosso gozo!

Nosso D eus e Pai, transform a-m c através do teu Filho até que possas dizer: “Este é meu
filho am ado em quem me com prazo” . Q uero ser m u f ilh o de quem tu possas te orgulhar.
Q uero ser com o Jesus. D á -m e a plena medida do seu espírito, Pai. No nom e dele eu me
arrependo e oro. Amém.

GOZO NA TRIBULAÇÃO

...confirm ando o ânim o dos discípulos, exortando-os a p erm a n ecer na f é , pois que p o r
m uitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus. Atos 1 4 -2 2

E M n e n h u m lu g a r a B íblia ensina que os cristão s devem ser isen to s de


trib u laç õ e s e d esastres n atu rais que sobrevêm ao m u n d o . Ela en sm a q ue o
cristão pode en fren tar trib u lação , crises, calam idades e so frim e n to p esso al
com u m p o d e r so b ren atu ral que não está disp o n ível às pessoas fora de
C risto .
M ilh a re s de cristão s apr ren d eram o segredo
o do co n te n tam e n to e oao zo
na trib u lação . A lgun s dos cristão s m ais felizes que eu conheço b eb eram o
cálice da aflição e do in fo rtú n io . A lgun s são sofredores de u m a vida toda.
Eles tin h a m to d a razão p ara su s p ira r e reclamar, te n d o -lh e sid o n egad os
os m u ito s p rivilégio s e prazeres que eles vêem outro s d e sfru tan d o , c o n tu d o
eles d esc o b riram m a io r causa para gratid ão e gozo do que m u ito s que são
p ró sp ero s, vigoro sos e fortes.
Eles ap ren d eram a dar “sem pre graça por tu d o a no sso D eus e Pai, em
nom e de n o sso S e n h o r Jesus C r i s t o ” (Ef 5 -2 0 ).
O s cristão s p o d em se alegrar na trib u lação p o rq u e eles tê m os valores
da etern id a d e em vista. Q u an do as pressões chegam , eles o lham além de
sua co n dição para as gló rias do céu. Os p en sa m en to s sobre a vida fu tu ra
com suas p rerro g ativ a s e go zo a ju d a m a fazer as afliçõ es do p resen te
p arecerem leves e tran sitó rias.
Os cristão s p rim itiv o s eram capazes de ex p erim en tar go zo em seus
corações no m eio de trib ulaçõ es, p ro b lem as e depressão. Eles co n tavam o
so frim e n to p or C ris to não com o u m peso ou in fo rtú n io , mas u m a grande
honra, com o evidência de que C risto os estim ava dign o s de te s te m u n h a r
p o r ele através do so frim en to . Eles n unca esqu eceram o que C risto , ele
mesm o, passou para a salvação deles, e o sofrer p or seu nom e era considerado
um p resen te em vez de u m a cruz.
Nosso D eu s e Pai, venho agradecer-te tudo na minha vida — tanto o bom quanto o
ruim. Sei que irás usar todas estas coisas ju n ta s para o bem na minha vida. C onfio
que irás misturá-las, tornando-as algo bonito que te glorifique. Por cavtsa de Cristo.
Amém.

2 6 d e j u l h o

CRER É UMA EXPERIÊNCIA

C rê 110 Senhor J esu s Cristo e serás salvo... Atos 16.31

CRER é u m a e x p eriên cia tão real q u a n to q u a lq u e r o u tra, co n tu d o ,


m u ltid õ e s estão p ro cu ran d o p o r algo m ais — algu m a sensação elétrica que
trará um a vibração a seus corpos físicos, ou algum a o u tra m a n ife staç ão
espetacular. A m u ito s se disse para b uscar p o r tais em oções esp iritu a is,
mas a Bíblia diz: “ o hom em é ju stific a d o pela fé”, e não pelos se n tim en to s.
0 h o m em é salvo através de con fiar na obra fin al de C r is to na c r u z e não
pelas sensações do corpo e êxtase religio so.
M a s você me dirá: “ E os sen tim en to s? N ão há lu g a r na fé salvadora
p ara q u a lq u e r sen tim en to ? C e rta m e n te há lu g a r para s e n tim e n to s na fé
salvadora, m as não so m os salvos p o r eles. Q u a is q u e r se n tim e n to s que
p o ss am e x istir são re su ltad o s da fé salvadora, mas s e n tim e n to s n un ca
salvaram seq u er um a alma.
Q u an d o enten do algo do am or de C risto p o r m im como pecador, eu
resp o n do co m am o r p o r C ris to , e am or te m se n tim e n to . M a s o am o r por
C ris to é um am or que está acim a dos aco m p an h am en to s sen suais do am or
hum an o . E u m am or que é livre de to do ego ísm o . A Bíblia diz: “O p erfeito
am or lança fora o m e d o ’ ( l Jo 4 -1 8 , V .R .). E aqueles que am am a C risto
têm tal co n fian ça nele que os eleva acim a de to do medo.
Q u an d o entendo que C risto , em sua m orte, gan h o u um a vitó ria decisiva
sobre a m o rte e o pecado, então eu perco o m edo da m o rte. A Bíblia diz:
“E, visto com o os filh o s p artic ip a m da carne e do sangue, ta m b ém ele
p a r tic ip o u das m e sm a s coisas, para que, p ela m o rte, a n iq u ila ss e o que
tin h a o im p é n o da m o rte, isto é, o diabo, e livrasse to do s os que, com
m edo da m o rte, estavam p o r to d a a vida su jeito s à serv id ã o ” (H b 2 .1 4 ,
1 5)- S eg u ram en te, este é u m sen tim en to . O m edo é um tipo de sen tim en to ,
e venccr o m edo com co ragem c o usad ia d ian te da m o rte é se n tim e n to c
experiência. M a s, eu digo novam ente, não é o s e n tim e n to de co ragem c
co n fian ça que nos salva, mas c C ris to que nos salva, e coragem e con fian ça
são o re su ltad o de haverm os co n fiad o nele.

Nosso D eu s e Pai, creio no Senhor J esu s Cristo. C reio que ele é o teu único Filho c que
morreu em m eu lugar. Meu coração m ana gratidão, Pai, pelo sacrifício e gr a n d e a m or
dele p or mim. Por causa do seu amor, não tenho medo da vida, e através dele eu oro.
Amém.

2 7 dc> j , J L „

O CRISTÃO E A CONSCIÊNCIA

E, p o r isso, procu ro sempre ter uma consciência sem ofensa,


tanto para com D eu s com o para com os homens. Atos 24-1 6

U M A das m an eiras pelas quais D eus se revelou para nós é na consciência.


A co n sciên cia é descrita com o a lu z da alma. M e sm o quan do está em b o tad a
ou escurecid a pelo pecado, ela ainda pode ser te stem u n h a da realidad e do
bem e do m al, e da san tid a d e de D eus. O que faz com que essa lu z de
alarm e se acenda den tro de n u m quan do eu faço algo errado?
A co n sciên cia pode ser nosso co n selh eiro e p ro fesso r m ais gen til, nosso
am igo m ais fiel e, algu m as vezes, nosso p io r in im igo , quan do pecam os.
N ão há punição ou recompensa nesta terra com parável com a da consciência.
A E scritu ra diz: “A co n sciên cia do h o m em é a lâm p ada do E te rn o ” (Pv
2 0 . 2 7 , M o f f a t ) . Em o utras palavras, a con sciên cia c a lâm p ada de D eus
den tro do p eito do h om em . Em sua Crítica da Ração Pura, Im m an u e l Kant
disse que existem apenas duas coisas que o enchem de ad m iração — o céu
estrelad o e a consciência no peito do hom em .
Em seus vários níveis de sen sib ilid ad e, a con sciên cia é um a te ste m u n h a
de D eus. S u a p ró p ria existência dentro de nós é um reflexo de D eus na
alm a do hom em . S em a consciência seríam os com o navios sem lem e no
m ar e com o p ro jéteis d irig id o s, sem u m siste m a de direção.
G eo rgc
O B c rn a rd Shaw, o O g ra n d e n o v e lista irla n d ê s, d isse: “M e lh o r
g u ard ar-se lim p o e brilh an te; você é a janela pela q ual você precisa ver o
m u n d o ”. E B cn jam in F ran k lin escreveu: “M a n te n h a a con sciên cia lim p a e
n un ca terá m e d o ”. Sc a co n sciên cia é um co nceito tão vital para esses
escrito res m u n d a n o s, q u an to m ais p reocup ad o eu devo ser, com o cristão,
de que m in h a con sciên cia seja “sem oífensa, ta n to para com D eus com o
para com os h o m e n s ”? E nossas consciências p o d em ser p u rificad as quan do
p e rm itim o s que a Palavra de D eus, a Bíblia, as lim pe c ilu m in e.

Nosso D eu s e Pai, limpa minha consciência com o se limpa um vidro. A juda-m e a estar
afinado com o que aconselha minha consciência c a ou v i-la quando cia fala comigo.
Usa minha consciência, Senhor, para gu ia r -m e cm segurança para o lar contigo p o r
interm édio da habitação do Santo Espírito. Através de Cristo eu oro. Amém.

2 8 d o j u ÍL o

O FALSO E O VERDADEIRO

Pois trocaram a verdade dc D eus pela m entira e adoraram e serviram à criatura antes
que ao Criador, que c' bendito eternamente. Amém. R o m an o s 1 .2 5

MINHA m a té r ia p r in c ip a l na u n iv e rs id a d e foi a n t r o p o lo g ia , q ue o
d icio n ário explica com o a ciência q ue tr a ta das raças, dos c o stu m e s e das
crenças da h u m an id ad e. Tam bém tive o p rivilégio dc viajar exten sivam en te
em cada co n tin en te. D esco b ri por experiência p ró p ria que o que aprendi
da a n t r o p o lo g ia é verdade: o h o m e m tem n a t u r a l e u n iv e r s a lm e n te a
cap acidade para a religião — e não apenas a capacidade, p o rq u e a vasta
m a io ria da raça h u m a n a p ra tic a ou p ro fessa alg u m a fo rm a de religião.
A religião pode ser defin ida com o tendo dois pó lo s m agn ético s, o bíblico
e o n a tu ra lista . O pólo bíblico é descrito nos en sin o s da Bíblia. O p ó lo
n a t u r a lis t a é exp licad o cm to das as re lig iõ e s feitas pelo h o m em . N o s
sistem as h u m a n ístico s sempre existem alguns elem entos dc verdade. M u ita s
dessas crenças fo ram em p restadas do c ristia n ism o ju d aico ; m u ita s usam
p artes c as inc o rp o ram às suas p ró p rias fábulas. O u tras religiõ es ou crenças
têm em frag m e n to s aq u ilo que o cristian ism o tem com o todo.
O apóstolo Paulo descreve o pólo n aturalista quando ele disse que os
hom ens “m u d aram a glória do Deus incorruptível em sem elhança da im agem
de ho m em corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de ré p teis” ( R m 1 .2 3 ).
U m a religião falsa, n a tu ra lista , é com o u m a im itação da alta m o da. Eu
li que, depois de u m d esfile exclusivo de desenhos o rig in a is em u m dos
centros de m o da do m u n d o com o Paris, cópias aparecem logo nas lojas de
m e rcad o ria das m assas, com etiq u etas d iferen tes. A p ró p ria existên cia de
falsificaçõ es prova a existência do real. N ão haveria im itação sem o p ro d u to
gen uín o . O desenho o rig in a l de D eus sem pre teve im itaçõ es e falsificaçõ es.

Nosso D eu s e Pai, sei que és o ú nico D eu s verdadeiro. D e ti vem toda verdade e


santidade. Em ti encontro toda pureza e p a z N unca perm itas que eu adore a u m fa ls o
deus, Senhor M antém minha f é centralizada em ti e faze com que minha canção sempre
lou ve a ti e a Cristo Jesus, m m Salvador, em cujo nom e tu oro. Amém.

2 9 d g j li í lr a

PAZ É A NOSSA PORÇÃO

Sendo, pois, ju stifica d os pela f é , temos paz^com D eus -


p o r nosso Senhor J e su s Cristo. R o m an o s 5-1

EXISTE apenas u m m eio de salvação, e esse é o m eio de D eus. D eus


delineo u o cam in ho para o céu. Ele fez as regras sim p les e evidentes. Ele
nos deu a equação e o com passo.
O cam in h o esboçado em seu Livro im u tá v el é receber ao S e n h o r Jesus
C r is to como Salvador. Jesus disse que aquele que sobe de o u tra m an eira é
ladrão e salteador. E o cam inho da cruz que leva para o lar. E a graça de
D eus e apenas a graça de D eus que traz salvação.
A gra ça im p lic a q u e não p o d e m o s t r a b a lh a r p ara a salvação . N ão
p o d e m o s fazer no sso p ró p rio cam in h o para o céu. P o dem o s apenas ch egar
pelo cam in h o de D eus e isso p o r receb er seu favor im e re c id o em C r is t o
Je su s.
N a q u e la n o ite mem orável, há dois m il anos, em Belém, os anjos p airaram
sobre os m o n tes da Ju d é ia e d isseram em u n ísso n o : “G ló ria a D eus nas
altu ras, p a z na terra, boa vontade para com os h o m ens (L c 2 . 1 4 ) -
O s século s p assaram e o m u n d o ainda anseia e busca pela paz que os
anjos can taram n aquela p rim e ira m an h ã de N atal. “O n de está sua p a z ? ”,
você p e rg u n ta.
Eu vou lhe d iz e r onde está. Ela reside nos corações de to d o s os que
c o n fiara m na sua graça. E na m esm a p ro p o rção em que o m u n d o confiou
em C ris to ele tem a paz. Eu p o d e ria d iz e r aos líderes de to d o s os governos
hoje que não po d e haver paz en q u an to C risto não vier aos corações dos
h o m ens e tro u xer sua paz.
N ã o há d is c ó r d ia , não há d is c u s s ã o no céu, p o r q u e C r i s t o re m a
so b eran am en te lá. N ão há co n flito no coração onde C ris to habita, p o rq u e
suas palavras “M in h a paz vos d o u ” Qo 1 4 - 2 7 ) têm provado nos tu b o s de
ensaio da experiência hum ana, uma vez após outra, nas vidas d aqueles que
co n fiaram em sua graça.

Nosso D eu s c Pai, tu és o D eus da gra ça t da paz, e eu louvo teu m agnífico n om e!


Anseio pela suprem a p a ^ n o céu. E, ainda, agradeço-te a p a r q u e eu j á tenho em m eu
coração p o r causa de Jesus. Por favor, a ju d a -m e a com partilhar esta p a ^ c o m outras
pessoas. Em nom e de Jesus. Amém.

3 0 de j u í í o

O GOZO MAIS ELEVADO

Pelo qual também temos entrada pela f é a esta graça, na qual estamos fir m e s;
e nos glo ria m o s na esperança da gló r ia de D eus. R o m an os 5-2

N A O nos surp reen d e que os cristãos p rim itiv o s tenh am se re go zijad o no


so frim e n to , desde q ue eles olhavam p ara ele à lu z da etern id ad e. Q u a n to
m ais p ró xim a a m orte, mais p ró xim a a vida de com unhão eterna com C risto .
Q u an d o Inácio estava para m o rrer p o r sua fé em 1 1 0 A.D., ele clam o u:
“Q u an to m ais perto a espada, mais perto de Deus. N a co m p an h ia de anim ais
selvagens, na co m p an h ia de D e u s ”,
Os cristão s da igreja p rim itiv a acreditavam que “as aflições d este tem p o
presen te não são para co m p arar com a gló ria que em nós há de ser revelada”
( R m 8.1 8 ) . A ssim , eles p o d ia m co n sid erar as d ificu ld ad es p resen tes de
p o uca co n seq ü ên cia e p o d ia m perseverar com paciência e alegria.
Em to d as as épocas os cristão s descobrem que é po ssível m a n te r o
esp írito de gozo na hora da aflição. Em circun stân cias que teriam derrubado
a m a io ria dos h o m ens, eles se levan taram tão acim a delas que, na verdade,
u sa ra m as c irc u n stâ n c ia s para servir c g lo rif ic a r a C ris to . Paulo p o dia
escrever da p risão em R o m a: “E quero, irm ãos, que saibais que as coisas
q u e me aco n te c e ra m c o n tr ib u ír a m para m a io r p ro veito do e v a n g e lh o ’
(F p I . I 2 ) . ^
C h arles H a d d o n S p u rg e o n co m p artilh a esta p erspectiva única de go zo:

Esperança confiante produz gozo interior. O homem que sabe que sua esperança
de glória nunca o abandonará devido ao grande amor de Deus, o qual ele tem
provado, esse homem ouvirá música à meia-noite; as montanhas e os montes
se quebrarão em cânticos diante dele, aonde quer que vá.
Especialmente em tempos de tribulação, ele se encontrará “regozijando-se na
esperança da glória de Deus”. Seu mais profundo conforto será muitas vezes
desfrutado em sua mais profunda aflição, porque, então, o amor de Deus será
especialmente revelado em seu coração pelo Espírito Santo, cujo nome e o
Consolador”. Então, ele perceberá que a vara está mergulhada em misericórdia,
que suas perdas são enviadas em amor paternal c que suas dores e feridas são
todas medidas com gracioso intento. Em nossas aflições Deus não está fazendo
nada conosco que não quereríamos para nós mesmos se fôssemos sábios e
amorosos como Deus e. O amigos! Vocês não querem ouro para tornarem-se
felizes, vocês nem precisam de saúde para tornarem-se alegres; apenas conheçam
e sintam o amor divino, e as fontes de deleite serão desseladas para vocês —
vocês serão apresentados ao gozo mais elevado!

Nosso D eu s e Pai, aprox im a-m e de ti em todas as ocasiões. Faze com que eu glorifiq u e
os sofrim entos que me im pulsionam à tua presença. Faze com que eu celebre os
m om entos difíceis que m e lem bram de ti. A juda-m e a sempre entender e sentir o teu
divino a m o r p or mim, especialmente quando os tempos f o r e m difíceis. Através de
Cristo, m eu Salvador sofredor. Amém.

3 1 d e ju (l o

PODER NA ORAÇÃO

Pelo qual f C risto] também temos entrada pela f é a esta graça, na qual estamos
firm es... R o m ano s 5-2
Porque, p o r ele, am bos [ju d eu s e gen tio s] temos acesso ao
Pai em u m m esm o Espírito. Efésios 2.1 8

A B I B L I A nos d iz para orar cm nom e de C risto .


Jesus disse: “E tu d o q u an to p edirdes em m eu nome, eu o farei, para que
o Pai seja glo rific a d o no F ilh o ” (Jo 1 4 - 1 3 ).
N ão so m os d ign o s de nos ap rox im ar do trono santo de D eus, exceto
através de no sso A dvogado, Jesus C risto .
A Bíblia diz: “V isto que tem o s um gran de sum o sacerdote, Jesus, F ilh o
de D eus [...] C h e g u e m o s , pois, com confiança ao trono da g ra ç a ” (H b
4 -1 4 , 1 6 ) .
D eus, p o r causa de C risto , perdoa nossos pecados. D eus, por causa de
C risto , supre nossas necessidades. D eus, por causa de C risto , recebe nossas
orações. A pessoa que chega com confiança ao trono da graça sabe que sua
ap roxim ação de D eus foi p ossível por causa de Jesus C risto .
O falecid o Dr. D o n a ld G rey B arn h o use nos lem bra:
Eu não tenh o ta n ta certeza de que eu creio no “p od er da o ra ção ”, mas
eu creio no p o d er do S e n h o r que responde às orações. Q u an d o se seg u em
as regras, então D eus derram a todas as bênçãos sobre aquele que chega a
ele cm oração. H á p o d er real. H á con fo rto em tem po de necessid ad e; força
em tem po de fraqueza; perdão quan do pecam os; consolação em tem p o s de
perda; go zo em tem p o s de so frim en to .
Q u an d o alg u ém aceita os term os de D eus para se ap ro x im ar através da
redenção que é provida por C risto , há acesso im ed iato a ele, e tod as as
p ro m essa s de D eus to rn am -se g aran tid as para nós.

E stou orando com o se isso fosse verdade?

Nosso D eus e Pai, venho com intrepidez ao teu trono de g r a ça buscando perdão para os
m eus pecados. O u v e minha oração, 6 D eus, em nom e do teu precioso Filho Jesus.
Fortalece-me, consola-m e, gu a r d a - m e no teu cuidado dia após dia. E p rotege-m e de
Satanás através do sangue de Jesus, em cu jo nom e eu oro. Amém.
O GIROSCÓPIO DE DEUS

O a m or de D eus está derramado em nossos corações pelo


Espírito Santo que nos f o i dado. R o m an o s 5*5

H A algu n s anos, quan d o eu viajava pela E uropa para pregar, eu gostava de


viajar p o r mar, para d e sfru ta r os cinco dias no navio. Em u m a de m in h as
viagens, o cap itão A n derson, do E stado s U n id o s, me levou em baixo p ara
ver o g iro sc ó p io do navio. Ele d isse : “Q u a n d o o m a r está a g ita do, o
g ir o s c ó p io aju d a a m a n te r o navio e q u ilib ra d o . M e s m o que as o n das
c h e g u e m a tr e m e n d a s p r o p o r ç õ e s , o g iro s c ó p io aju d a a e s t a b il iz a r a
em barcação e m a n té m um elevado nível de equilíb rio .
E n q u an to eu ouvia, p ensei o q u an to o E sp írito S an to se parece co m o
giro scó p io . D eixe as te m p estad es da vida se desen ro larem sobre nossas
cabeças. D eixe o in im ig o , S atan ás, vir como u m dilúvio. Deixe as ondas de
so frim e n to , aflição, tentação e provação nos assolarem . N o ssas alm as serão
m a n tid a s cm e q u ilíb rio e em p erfeita paz quan do o E sp írito S a n to h a b ita r
em n o sso s corações.
F alando sobre o segredo da vida cheia do E sp írito , o grande evan gelista
D. L. M o o d y disse: “Eu creio firm em en te que, no m o m e n to em que no ssos
co raçõ es se esv azia rem de o rg u lh o , e g o ísm o , am b ição e tu d o o q u e é
c o n trário à lei de D eus, o E sp írito S an to encherá cada canto de no ssos
corações. M a s , se estiverm o s cheios de o rg u lh o , p resu n ção , am b ição e
m u n d a n ism o , não há espaço para o E sp írito de D e u s ”.
S u a vida está em curso ou fora de curso? Se estiver fora de curso, talvez
você p recise do eq u ilíb rio do giro scó p io de D eus — O E sp írito San to .
B u sq u e -o e a sua vontade para você hoje.

Nosso D eus e Pai, p o r favor, aju d a -m e a esvaziar-me de orgulho, egoísmo, ambição e


presunção. E nche-m e com teu Espírito, cada canto do m eu coração e da minha mente.
D á -m e o equilíbrio espiritual que necessito a cada dia. E a ju d a -m e a depender de J e s u s
para m eu equilíbrio. No nom e dele. Amém.
DEUS NÃO É CEGO

M as D eu s p rova o seu a m or para conosco cm que Cristo morreu


p o r nós, sendo nós ainda pecadores. R o m ano s 5-8

NOSSO D e u s c o D eus da lei, que, am an d o as p esso as da te rra e


p erceben d o que a tra n sg re d im o s em to do s os p o n to s, enviou seu único
F ilho para re d im ir-n o s para si m esm o , c para in s ta u r a r a lei do E sp írito da
vida dentro de nós. Seus olhos compassivos têm seguido o h o m em en quan to
ele tropeçava através da h istó ria, sob o peso de sua p ró p ria desgraça.
C o n tu d o , o C alvário d c veria provar até para o m ais cép tico que D eus
não está cego à condição do h o m em , mas que ele estava d isp o sto a sofrer
com ele. A palavra com paixão vem de duas palavras latin as que sig n ific a m
“sofrer c o m ”. O am o r inesgo táv el dc D eus p ela h u m a n id ad e foi m e lh o r
dem onstrado na cruz, onde sua compaixão foi personificada em Jesus C risto .
“D eus estava em C ris to reco n cilian do co n sigo o m u n d o .” (2 C o 5-1 9.)
N u n c a q u e s tio n e o gran de am o r dc D eus. Jerem ias, o p ro feta, escreveu:
“H á m u ito que o S en h o r me apareceu, d izen d o : C o m am o r eterno te amei;
ta m b ém com am ável b e n ig n id ad e te a t r a í” (Jr 3 I - 3) •
Paulo fala dc D eus com o um “que é riq u ís s im o em m isericó rd ia, pelo
seu m u ito am o r com q ue nos a m o u ’ (E i 2 : 4 ) . Foi o am o r dc D eus que
enviou Jesus C ris to para a cruz.
Os jovens falam sobre o amor. M u ita s de suas m ú sicas são sobre o
amor. “A su p rem a felicid ad e da v id a ”, V ic to r H u g o disse há m u ito tem p o ,
“é a convicção dc que som os am a d o s.” "O am o r é o p rim eiro re q u isito
para a saú de m e n tal , declarou S ig m u n d Freud. A Bíblia en sin a que “D eus
é am or e q u e D e u s o am a. P e rc e b e -se q u e isso é de f u n d a m e n t a l
im p o rtân c ia . N a d a m ais im p o rta tan to . E am ando você, D eus tem planos
m aravilh o so s para sua vida. Q u em m ais p o d eria g u iar e p lan ejar tão b em a
sua vida?

Nosso D eu s e Pai, tu sofreste verdadeiram ente com igo através de J e su s na cmz^ Tu me


amaste com a m or eterno, e estou humilhado p o r isso. Por favor, m ostra -m e com o scr
com passivo com os outros, com o sofrer com eles em a m or e com o com partilhar com eles
do a m or da cru ^ Em nom e de Jesus. Amém.
O CAMINHO DE V O L T A PARA DEUS

N inguém tem m a io r a m or do que este: de dar alguém


a sua vida pelos seus amigos. João 15-13

DEUS é amor. M u i t a s p ess o as tê m e n te n d id o errad o e sta p a r te da


n a t u r e z a de D e u s. O fato de D e u s ser am o r não s ig n if ic a q u e tu d o é
doce, lin d o , alegre, e q ue o am o r de D eus não p o d e ria p e r m it ir p u n iç ã o
p ara o p ecado.
A p u re z a de D eus d eterm in a que todo pecado seja p u n id o , m as o am o r
de D eus p ro v id en cio u u m plan o de redenção e salvação para o h o m e m
pecador. O am o r de D eus p ro viden cio u a cruz de Jesus C ris to pela q u al o
h o m e m po d e ter p erdão e purificação . Foi o am o r de D eus que m a n d o u
Jesus C ris to para a cruz.
Q u e m p o d e descrever ou m e d ir o am o r de D eus? N o s sa B íblia é a
revelação do fato que D eus é amor. Q u an do nós p regam o s ju stiça, a ju stiç a
é fun dada no amor. Q uan do nós pregamos redenção, a redenção é necessitada
p o r causa do amor, p ro viden ciad a pelo am o r e co n su m ad a pelo amor.
Q u an d o nós p reg am o s a ressurreição de C risto , estam os p reg an d o o
m ilagre do amor. Q u an do nós pregam os a volta de C risto , estam os pregando
o c u m p rim e n to do amor.
N ão im p o rta o pecado que nós co m etem o s, não im p o rta quão negro,
sujo, vergonhoso, ou terrível ele seja, D eus nos ama. N ó s p o d em o s estar
nos p o rtõ es do inferno, m as D eus nos am a com u m am or eterno.
Se não fosse pelo am or de D eus, n en h u m de nós te ria u m a chance na
vida fu tu ra. M a s graças a D eus, ele é am or! Porque ele é u m D eus santo,
no ssos p ecados tê m nos separado dele, m as, p o r causa do seu amor, existe
u m cam in h o para a salvação, u m cam inho de volta p ara D eus através de
Jesus C risto , seu Filho.

Nosso D eus e Pai, estou impressionado pelo gr a n d e am or que sempre demonstraste pelo
teu povo. M esm o quando fa lh a m o s contigo, tu continuas aí, nos amando, cuidando de
nós. P u te amo também, Pai, de todo o m eu coração, Ajuda~mc a dem onstrar o teu
a m o r para os outros sendo u m discípulo dedicado de Jesus, Aquele que ama a
humanidade. Através dele eu oro. Amém.
A ZONA DE SEGURANÇA DE DEUS

Logo, m uito m ais agora, sendo justificados pelo seu sangue,


serem os p o r ele salvos da ira. R o m an o s 5-9

U M velho pregad o r na Inglaterra, que na sua juventude m orou nas campinas


am ericanas, estava envolvido com evangelism o nas ruas de p eq u en as cidades
e vilas. Ele atraía m u ltid õ e s com suas h istó rias descrevendo com o os índio s
salvavam suas tendas dos incên dio s das cam pinas colocando fogo na gram a
seca que rodeava o acam p am en to deles. “O lo g o não po de c h e g a r ” ele
explicava, “ao lu g ar em que já e x istiu lo g o . Por isso, eu os cham o para a
cruz de C risto .
Ele con tin uava sua an alo gia gráfica explicando: “O ju lg a m e n to já caiu e
n un ca p o d erá se le v a n ta r !” A quele que to m a seu lu g ar na cruz está salvo
e tern am en te. Ele n u n ca caíra em condenação, p o rq u e ele está onde o fogo
esteve. A p esso a salva está na zona de seguran ça de D eus, p u rific a d a pelo
san gD u e de C risto .

Nosso D eus c Pai, tu és o ju sto J u iç . Tomo m eu lugar na cruz.de Cristo. Largo m inhas
vestes de pecado e orgulho c coloco o m anto de Cristo. Estou debaixo do seu sangue e sou
pu rifica d o com o a neve. Obrigado p o r me salvar, Senhor G uarda-m e na zona de
segurança. Através de Jesus. Amém.

5 de a cj. o J / o

O TOPO SAGRADO

Sabendo isto: que o nosso velho hom em f o i com ele crucificado, para que o corpo do
pecado seja desfeito, a fim de que não sirvam os m ais ao pecado. R o m an o s 6.6

O C A L V Á R I O é o topo do amor. “A lei foi dada p o r M o is é s ; a graça e


a verdade vieram p o r Jesus C r i s t o ” (Jo I . I 7 ) . “D eus prova o seu am or
para conosco em que C risto m o rreu p or nós, sendo nós ainda p ec a d o re s”
( R m 5 -8 ). A E scritu ra diz que som os pecadores. N ó s q u eb ram o s os D ez
M a n d a m e n t o s . N ó s estam o s sob a sen ten ça da m o r te e m e recem o s o
ju lg a m e n to . N ó s m erecem o s o intern o . A cruz, onde C r is to m o rreu cm
nosso lu g ar e onde nós enco n tram os perdão, é o único lu g ar onde en co n trar
p erdão c ter vida eterna.
Jesus C r is to foi crucifi cacio n u m a cruz rude c entre dois ladrões 110
C alvário. Jesus deu sua cabeça a um a coroa de esp in h o s p o r nós. Ele deu
sua face ao cuspe de h o m ens por nós. Ele deu suas costas aos ch ico tes por
nós. Ele deu suas costelas à espada por nós. Ele deu suas m ãos e seus pés
aos p regos por nós. Ele deu seu san g u e por nós. Jesus C ris to , m o rren d o
em no sso lugar, to m an d o nossos pecados sobre si n aquela cruz, é amor.
M a s este não é o h m da h istó ria. Ele re ssu sc ito u , e ele é o C r is to vivo.
C r is to está vivo. Sc C ris to não estiver vivo, não há esperança para n en h u m
de nós. M a s ele está vivo! E a E scritura diz: “Se, com a tua boca, confessares
ao S e n h o r Jesus e, cm teu coração, creres que D eus o re ssu sc ito u dos
m o rto s, serás salvo ’’ ( R m 1 0 . 9 ) .
E ntão, o que isto s ig n ific a para m im ? S ig n ific a que, p o rq u e C r is to
vive, eu ta m b ém vivo, se eu esto u nele e ele em m im . E a vida que vivo
agora na carne, vivo-a pela fé no Filho de D eus, que m e am o u e se deu p or
m im (veja G álatas 2 . 2 0 ) .

Nosso D eu s e Pai, lamento m eus pecados que fizeram com que Cristo sofresse a morte
11a cruz^ Escondo meu rosto, envergonhado, quando penso na dor e no sacrifício dele.
M as também celebro sua gloriosa ressurreição! E reivindico a salvação através dele.
Obrigado, Deus, pelo teu m aravilhoso dom de redenção em Cristo. No seu nom e eu oro.
Amém.

Ó ([ <• Cl Cf o J /o

MORTE DERROTADA

Sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, j á não morre;


a m orte não m ais terá dom ínio sobre ele. R o m an o s 6.9

QUANDO m in h a esp o sa e eu éram o s e s t u d a n te s da u n iv e rs id a d e ,


co stu m ávam o s fazer longo s passeios no cam po. P ró xim o havia u m velho
cem itério aonde nós íam os para ler as inscrições nos tú m u lo s . Desde aquela
época, cu go sto <dc ir a velhos cem itério s cm várias p artes cio m u n d o .
Q u an do nós andam os por cem itérios e olhamos para os tú m u lo s, ou quando
nós en tram os cm igrejas para exam inar velhos m o n u m e n to s , vem os u m
títu lo em vários deles: ‘A qui jaz ’. A í vem o nome, com a data da m o rte c,
talvez, alg u m a s boas qu alid ad es do falecido. M a s com o é d iferen te o títu lo
do tú m u lo de Je su s! Ele não foi escrito em ouro n em gravado em pedra.
Foi falado pela boca de um anjo e é exatam en te o inverso do que está
gravado nos outro s tú m u lo s : “Ele não está aqui, p o rq u e já re ssu sc ito u ,
com o tin h a d i t o ” ( M t 2 8 . 6) .
N o fim de seu excelente livro Fathers an d Sons, Ivan Turgenev descreve
u m cem itério n u m a das rem o tas regiões
O da R ú s sia . Entre m u ito s tú m u lo s
negligenciados, havia um intato por homens, não pisado por anim ais. Apenas
os p ássaro s em p o leiravam -se nele e cantavam no am an h ecer do dia. V á ria s
vezes dois velhos in sig n ific a n te s de um a vila p róxim a, m a n d o e m ulher,
andando com dificuldade e um ajudando o outro, vinham visitar este túm ulo .
A jo e lh an d o -se na grade e olh an do in te n sa m e n te para a p ed ra sob a qual
seu filho jazia, eles su sp iravam e choravam. D epois de um a breve palavra,
eles tiravam a poeira da pedra, colocavam u m ramo de pin heiro e começavam
a orar. N e s te lugar, eles se sen tiam m ais p erto do filho c das m e m ó rias
dele. E então Turgenev p erg u n ta: “S erá que suas orações, suas lág rim as,
são in fru tífe ras? S erá que o am or sagrado, am o r devoto, não é po dero so ?
O h! não, em bora violento, pecador e rebelde o coração escondido no túm ulo ,
as flores crescendo cm cim a dele olh am para nós seren am en te com seus
olhos ino cen tes. Elas não só nos falam da etern a paz, daq u ela gran de paz
da n atu rez a ind iferen te, mas, tam bém , da reconciliação eterna e da vida
sem fim .
Turgenev estava o ferecendo esperança de um a reco n ciliação eterna. M a s
cm que esta esperança é baseada? Ela é baseada na ressurreição de Jesus
C risto .

Nosso D eu s e Pai, tu conquistaste a vitória sobre a morte. E p o r causa da tua


conquista, cu também vencerei a m orte e viverei para sempre. Sou eternam ente grato,
Pai, pela minha esperança de vida eterna. Ela torna esta vida frustrante m uito m ais
suportável quando m e lembro de J e su s Cristo, crucificado p o r mim. Portanto, oro no
seu poderoso nome. Amém.
A MORTE NÃO TEM PODER

A m orte não m ais terá pod er sobre ele. R o m an o s 6.9, J.B.

J E S U S m o rreu p or nossos pecados e, p o r sua m o rte, d e s tru iu a m o rte.


Em C risto , nós não co n sideram o s m ais a m o rte como a rain h a dos terrores.
Paulo escreveu: Eu desejo p a r tir e estar com C risto , que é m u ito m e lh o r ”
(Fp 1 .2 3 , N .I.V .). Por quê? Será que foi p o r ele ter trab alh ad o duro por
C r is to e te r so frid o tan to ? N ão ! Ele estava p ro n to p o rq u e m u ito tem p o
atrás ele conheceu C r is to no cam inho de D am asco. Em I João 3 .1 4 lem os
que já “p assam o s da m o rte para a v id a”. Você pode ter vida eterna agora.
A vitó ria sobre a m o rte é o ú ltim o alvo do c ristian ism o . M o r t e física é
m era tran sição da vida na terra com C ris to para a vida eterna no céu com
C r is t o . Para os c r istã o s existe um a co isa ch am ad a s o m b ra da m o r te .
A m o rte lança u m a som bra sobre aqueles que são deixados para trás.
Dr. D o n a ld G r e y B a r n h o u s e era u m p r í n c ip e e n tr e os m i n is t r o s
p re s b ite ria n o s am erican o s. Eu o conhecia bem. Ele m o rreu há algu n s anos.
S u a p rim e ira esposa m o rreu de câncer quan do tin h a m ais ou m enos tr in ta
anos. N a q u e la tem p o , to d o s os seus três filh o s tm h a m m en o s de doze
anos. Ele teve um a vitória, p o rq u e d ecid iu p reg ar no fu n eral dela.
N o c a m in h o p ara o f u n e r a l fo r a m u l t r a p a s s a d o s p o r u m g ra n d e
c am in h ão , que, ao passar, lan ço u sua som bra sobre o carro deles. Ele
p e rg u n to u a um de seus filhos: “Você g o staria de ser atropelado por aquele
cam in h ão ou pela so m b ra d e le ?’
“Pela so m b ra, é c la ro !’ replico u a m e n in a de doze anos. “U m a so m b ra
não p o de m ach u car você.
C o m essa resp osta, D r. B arnhouse disse para as três crianças órfãs de
mãe: “S u a m ãe foi alcançada não pela m o rte, mas pela som bra da m o r t e ”.
N o fun eral, ele falo u sobre o S alm o 2 3 : “A inda que eu an dasse pelo vale da
so m b ra da m o rte, não tem eria m al algum , p o rq u e tu estás c o m ig o ” (v. 4 ) .
N ada p o de nos ferir, inclusive a m orte, quan d o co n fiam os em C ris to
com o Salvador, p o rq u e C ris to c o n q u isto u a m o rte — e nós tam bém .

Nosso D eu s e Pai, aju d a -m e a não tem er a sombra da morte que m e co n d u ^ à tua


presença. Pelo contrário, ajuda~me a tem er a verdadeira m orte espiritual que me
separará de ti eternamente. Nao perm itas que eu m e extravie de ti, Senhor, m as que. me
agarre à tua m ajestade e graça, através de J e s u s Cristo, m eu Senhor. Amém.

8 d e ci Cj o d / o

DISCIPLINA DIVINA

Nem tam pouco apresenteis os vossos m em bros ao pecado p o r instrum entos de


iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, com o vivos dentre os mortos, e os
vossos m em bros a Deus, com o instrum entos de justiça. R o m an o s 6.1 3

PAULO, que era um esplên d id o exemplo de u m cristão d iscip lin a d o ,


disse: “R o go -v o s, pois, irm ãos, pela co m p aixão de D eus, que ap resen teis
os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a D eus, que é o
vosso culto ra c io n a l” ( R m 1 2 . 1 ) . S en d o que nossos corpos devem ser
te m p lo s do E sp írito San to , eles devem ser d ign o s daquele que neles habita.
Esta exortação nos cham a p ara d iscip lin a r no ssos corpos ta n to q u an to
n ossas m e n tes. Devem os orar com o Jerem y Taylor orou certa vez: “Q ue
m eu corpo seja servo de m e u esp írito , e ta n to o corpo com o o esp írito ,
servos de Jesus .
Q u an d o você serve ao peca do, seu corpo é dedicado ao serviço do pecado.
Seus ap etites, excitados p o r Satanás, in te n sific a m -se in c o n tro lav elm en te.
Seu s im p u lso s criativos, dados por Deus, são sacrificad os a S a ta n á s no
altar da lascívia. O pecador, em um sentido, é um a pessoa dedicada, en tregue
a seus ap etites e desejos ego ístas. M as, quan d o C r is to vem ao coração
h um an o , devem os en tregar nossos corpos a ele. N o ssa n atu reza h u m an a é
m u ita s vezes um servo rebelde e descontrolado. Apenas através de d iscip lin a
ríg id a p o d em o s su b ju g á -la a um a co m p leta su b m issão a C risto . D evem os
nos g u a r d a r co n tra os ap etites que in s e n sib iliz a m a co n sciên cia, fazem
d efin h ar a alm a e en fraq u ecem nosso te ste m u n h o p o r C risto .
Talvez m u ita s coisas sejam le g ítim as, mas serão convenientes? Podem
nos tra z e r prazer, mas trazem gló ria a C risto ? Paulo estava tão desejo so de
fazer com que cada p en sa m en to ou ato g lo rificasse a C ris to que ele disse:
“S e um a in d u lgDê n c ia o fen d e m eu irm ão,’ eu não serei in d u lg£>e n t e ”. Ele
en treg o u seu corpo com o sacrifício vivo a C risto . P recisam os desse tip o
de a u to d is c ip lin a hoje.
A lexan der M a c L a re n , o encrgico p reg ad o r b atista e esc rito r que m o rreu
em I 9 10, co lo co u to d o esse assu n to de a u t o - s a c n f íc io n u m a p ersp ectiva
clara q u an d o escreveu: “D u ran te to d o o p ercurso cristão , deve haver altares
nos q u ais você sacrifica a si m esm o , ou você n un ca avançará u m p a s s o ”.

Nosso D eu s e Pai, aceita o sacrifício do m eu coração c da minha m ente p or ti. Por


fa vor, a ju d a -m e a estar prevenido contra os praçeres que entram em conflito com meu
testemunho p o r Cristo. M anténi-m e puro; m a n tém -m c santo; mantém~me em teu amor.
Dá~me u m apetite insaciável pela tua Palavra. Através de Cristo. Amém.

9 íl e tt (j í) ò [ o

O SEGREDO É RENDER-SE

Não sabeis vós que a quem vos apresentardes p o r servos para lhe obedecer; '
sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte,
ou da obediência para a ju s t iç a ? R o m an os 6 .1 6 -

D E Eric L iddell, o m iss io n á rio e gran de corredor, de q u em se conta a


h is tó ria no film e C arruagens de Fogo, algu ém u m a vez disse que ele era “...
rid ic u la m e n te h u m ild e na vitória, c o m p letam en te generoso na d e r r o ta ”.
E sta é u m a b o a d e fin iç ã o p a ra o s ig n if ic a d o do q u e é ser h u m ild e .
H u m ild a d e sig n ific a ceder.
A palavra ceder tem dois sig n ifica d o s. O p rim e iro é n egativo c o seg u n d o
é positivo. S ig n ific a desistir, a b a n d o n ar”; e tam b ém “d a r ”. Isto nas palavras
de Jesus: “Q u em p erder (ab an d o n ar) a sua vida ... a c h á - la -á ” ( M t 1 0 . 3 9 ) .
Q u e bela descrição de Eric L idd ell!
N ó s tem o s ouvido esta expressão: “N ão o desafie —ele é m a io r que nós
dois j u n t o s ”. A queles que se su b m e te m à vontade de D eus não lu ta m pela
vida. Eles ap ren d em o segredo de render-se, de ceder para D eus. A í D eus
lu ta p o r nós!
A B íblia diz: “Pois que, assim com o apresen tastes os vossos m em bro s
p ara servirem à im u n d íc ia e à m aldade. . . assim apresentai ago ra os vossos
m e m b ro s para servirem à ju s tiç a p ara a s a n tific a ç ã o ” ( R m 6 . 1 9)•
Em vez de encher sua m e n te com re sse n tim e n to s, ab usan d o de seu
corpo com diversões p ecam in o sas e d estru in d o sua alm a p o r ob stin ação ,
h u m ild em en te dê tudo pata D eus. Seus conflitos vão d im in u ir c suas tensões
interio res vão desaparecer.
E ntão sua vida vai com eçar a valer algum a coisa. Sua vida com eçará a
ceder, a p ro duzir, a dar fruto . Você terá o s e n tim e n to de p erten cer à vida.
O ab o rrecim en to se d erreterá e você se to rn ará vibrante co m esperança e
expectativas. P orque você h u m ild e m e n te cedeu, você com eçará a “h erd ar a
te r r a ” de coisas boas que D eus g u ard a para aqueles que co n fiam nele com
tu d o o q ue p o ssu em .

Nosso D eu s e Pai, quero que minha vida valha para ti e para teu Filho. P or favor,
tom a m eu coração e m olda-o para o teu serviço. M olda-o, transform ando-o no coração
servil que queres que seja. S ubm cto-m c à tua vontade e à tua m aneira para a minha
vida. Por favor, dá -m e hum ildade na vitória e generosidade na derrota. Em nom e de
Jesus. Amém.

1 0 d e a (j o j /o

A DOENÇA DO PECADO

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gra tu ito de D eus


é a vida eterna p o r Cristo Jesus, nosso Senhor. R o m an o s 6.23

A MUDANÇA dos h o m ens é a p rim e ira n u ssão da igreja. O ú n ico


m eio de m u d a r os hom ens é levan d o -o s a se converter a Jesus C risto . Aí
eles terão a capacidade de viver no m a n d am en to cristão : “A m arás o teu
p r ó x im o ” ( M t 2 2 . 3 9 ) .
N ão há n en h u m a dúvida de que hoje nós vemos in ju s tiç a so cial em
todos os lugares. Porém, olhando para o cenário am erican o , Jesus veria
algo p ro fun d o .
Sc pelo m en o s co m eçássem o s pela raiz de nossos p ro blem as, a doença
da n a tu re z a h u m an a que a Bíblia cham a de pecado! Por isso C r is to veio e
m o rreu n u m a cruz, p o r isso ele d erram ou seu san gue para fazer algo p o r
essa doença que está fazendo a h u m a n id ad e sofrer.
N ó s na ig reja dc h oje estam o s so fren do o risco de nos to r n a rm o s
assisten te s sociais, dando rem édio aqui c u n gin d o ali as feridas do m u n d o .
M a s as feridas vão abrir de novo em algu m outro lugar. A grande necessidade
da igreja é ch am ar o M é d ic o dos m édico s que so zin h o p o de d ia g n o stic a r o
caso. Ele vai olhar embaixo da pele fe n d a e dizer a causa da doença: “Pecado!”
Sc nós na igreja querem o s um a causa para lutar, vam os lu tar co n tra o
pecado. V im o s revelar seu esco nderijo . V im o s m o s tra r que Jerem ias estava
co rreto q u an d o ele disse: “E nganoso é o coração, m ais do que to d as as
coisas, e p erv erso ” (Jr I 7 - 9 ) . Então, quan d o tiverm o s lid ad o co m o centro
dos p ro b lem as do h om em , p o d erem o s d izer com D. L. M o o d y : “O lh ar
para a ferid a do pecado n unca vai salvar n in gu ém . O que você deve fazer é
o lh ar p ara o re m é d io ”.

Nosso D eu s e Pai, com o o G rande Médico, p o r favor, cu ra -m e das f e r i d a s do pecado que


infligi sobre m im mesmo. C ondu ze-m e das trevas do pecado para a lu ^ d a tua glória.
E, então, a ju d a -m e a estar em posição de lutar contra o pecado, levando outras pessoas
para esta m esm a Luz^ Em nom e de fe su s. Amém.

11 (l o ci cl o S l o

O SEGREDO DA SUBMISSÃO

Pois o que fa ço , não o entendo; porque o que quero, isso não pratico;
m as o que aborreço, isso fa ç o . R om an o s 7 -1 5 , V.R.

PAULO m esm o falou de suas lutas. Ele falo u do desejo de ag rad ar a


D eus, m as nele m esm o não achava a força para fazê-lo. As coisas que ele
não q u eria fazer às vezes fazia; e as coisas que ele q u eria fazer não fazia.
M u i t o s de nós p e rg u n ta m o s: ‘ Por que eu, com o cristão , faço essas
coisas? Por que eu, com o cristão, deixo de fazer coisa que eu deveria fa z e r?”
M u i t o s falam do n om e de C ris to mas não h ab itam nele. Eles tê m m ãos
im p u ra s , láb io s im p u ro s , lín g u a s im p u ra s, pés im p u ro s , p e n s a m e n to s
im p u ro s, corações im p u ro s e, ainda assim , eles se d iz em cristão s. Eles
re iv in d icam C risto , vão à igreja, te n tam orar e, ain da assim , eles sabem que
existem coisas em suas alm as que não estão corretas. N ão há alegria nos
seus corações e não há am o r pelos outros. N a verdade, há p ouca evidência
de que o fru to do E sp írito h ab ita neles. O fogo de suas vidas foi apagado.
Porém, quan do nós olham os em volta, nós conhecem os algu m as pessoas
que estão vivendo diferente. Elas carregam o fruto do Espírito. M a s algum as
co n seg u em apenas pedaços da vitória. U m a vez ou o u tra elas terão um dia
que parece ser u m dia de vitória sobre a tentação, mas depois elas escorregam
de volta para a m esm a velha ro tin a de vida e de fom e c cobiça p ela ju s tiç a
do crescim en to diário.
A an álise p ró p ria pode levar ã depressão. N ó s p rec isam o s m a n te r n ossa
atenção vo ltada para C risto .

Nosso D eu s e Pai, com o Paulo, cn con tro-m c num a luta constante. Não faço aquilo que
devo f a z e r e f a ç o m uitas coisas que não deveria. Reacende dentro de m im o f o g o que
p u rifica m eu coração e m inhas intenções, 6 Senhor Dá~me vitória sobre o pecado
através de Cristo Jesus, m eu Senhor c Salvador, em cu jo nom e eu oro. Amém.

/ 2 d tí Cl (J <) .í l O

O MEDO E A FÉ

Porque não recebestes o espírito de escravidão, para, outra vez^ estardes em temor,
m as recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos:
Aba, Pai! R o m an o s 8 .1 5

Q U A N D O en ten do algo do am o r de C risto p o r m im com o pecador, eu


resp o n do com am o r por C risto , e am or te m sen tim en to . M a s o am o r p o r
C r is to é u m am o r que está acim a do am or h um an o , apesar de ter um a
sem elhança. H á tam b ém sen tim en to . M a s os se n tim en to s vem e vão. O
co m p ro m isso fica. N ó s que tem os nos co m p ro m etid o com C r is to tem o s
sen tim en to s que vão c vem —alegria, amor, gratidão, ctc. M a s o com prom isso
não m uda. S e n tim e n to s são im p o rtan tes, mas não essenciais. A B íblia diz:
“N o am o r não há m e d o ” ( I Jo 4 . 1 8 , V .R .). E aqueles que am am a C ris to
têm tal co n fian ça nele que os eleva acim a do m ed o. P sicó lo go s n o s d iz e m
que há o m edo d e stru tív e l c o m edo saudável. O m edo saudável é instrutivo,
lev an d o -n o s a cu id a r dos nossos corpos e de nossos am ado s — Jesus nos
m an d a r e s is tir a Satan ás.
Q uand o eu entendo que C risto em sua m o rte ganhou um a vitória decisiva
sobre a m o rte e o pecado, então eu perco o m edo da m o rte. A Bíblia diz:
“E, visto com o os filhos p a r tic ip a m da carne c do sangue, ta m b ém ele
p a r tic ip o u das m esm as coisas, para que, pela m o rte, a n iq u ila ss e o que
tin h a o im p é n o da m o rte, isto c, o diabo, e livrasse todos os que, com
m edo da m o rte, estavam p o r toda a vida su jeito s à escravid ão ” (H b 2 . 1 4 ­
1 5 ) . N ão é o sen tim en to de coragem e co n h an ça que nos salva, m as c
n ossa fé q ue nos salva, e coragem e co n h an ç a re su ltam de nossa c o n h a n ç a
em C ris to . A Bíblia d iz que nós devemos te m er o Senhor. Este m edo c
reverente. È este tip o de m edo do S e n h o r que coloca os o utro s m ed o s em
p ersp ectivas próprias.
O velho John W ith e r s p o o n , o único m in is tr o a assin ar a D eclaração de
In d ep en dên cia, falou o se g u in te sobre o assu n to : “Só o te m o r de D eus
p o de nos livrar do tem o r do h o m e m ”.

Nosso D eu s e Pai, ouve a oração cie agradecim ento e lo u vo r do teu filh o. Tu me deste
confiança para v iv e r neste m u n d o de trevas e medo. Sei que estou p rotegido pelo teu
a m or e pelos teus anjos. R egozijo-m e em teu surpreendente a m or demonstrado na m orte
de J e su s na cruz- No abençoado nom e dele. Amem,

1 3 d e a tj n í /o

FILHOS DE DEUS

O m esm o Espírito testifica com 0 nosso espírito


que som os filh o s de Deus. R o m an o s 8.1 6

N 0 S tem o s três grandes in im igo s: o pecado, S atan ás e a m o rte. P orque


C risto ressuscito u dos m o rto s, nós sabemos que o pecado, a m o rte e Satanás
estão d e fin itiv a m en te derrotados. E po rque C risto re ssu sc ito u dos m o rto s,
sabem os que existe vida depois da m o rte e que, se p erten cem o s a ele, não
p re c isa m o s ter m edo da m o rte ou do infern o . Je su s d isse: “Eu sou a
ressurreição e a vida; q u em crê em m im , ainda que esteja m o rto , viverá; e
to do aquele que vive e crê em n u m n unca m o r re r á ” (Jo 1 1 . 2 5 - 2 6 ) . Ele
ta m b ém p ro m e te u : “N a casa de m eu Pai há m u ita s m o rad as; se não fosse
assim , eu vo -lo teria d ito, pois vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos
p rep arar lugar, virei o utra vez e vos levarei para n u m m esm o , para que,
onde eu estiver, estejais vós ta m b é m ” (Jo 1 4 - 2 -3 ) • S ab em o s que estas
palavras são verdade, p o rque Jesus m o rreu na cruz e re ssu sc ito u dos m o rto s.
Q u e g lo rio sa esperança nós tem os por causa da ressurreição de Jesus!
As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não s u b ira m ao
coração do h o m em são as que D eus p reparou para os que o am am .
1 C oríntios i . g

NOSSA confiança no fu tu ro está baseada no fato do que D eus fez


p o r nós em C risto . N ão im p o rta q ual seja a situ ação em que estejam o s,
não p r e c is a m o s nos dese sp erar, p o r q u e C r i s t o está vivo. “O ra, se já
m o rrem o s com C risto , cremos que tam b em com ele viveremos [•••]. Porque
o salário do pecado é a m orte, mas o dom g ra tu ito de D eus é a vida eterna,
p o r C r is to Jesus, n o sso S e n h o r ” ( R m 6.8 , 2 3 ) .

Nosso D eu s e Pai, não consigo com eçar a im aginar com o deve scr o céu, m as f i c o cheio
ãc alegria pelo conhecim ento de que, com J e s u s , estarei vivendo lá um dia. Obrigado p o r
me adotar com o um f il h o e p o r m e dar u m a m ansão totalmente minha. Sou u m herdeiro
com J e s u s Cristo, através de quem eu oro. Amém.

14 ( t e a (j o J 1o

ENSINO PELAS PROVAÇÕES

Para m im tenho p o r certo que as aflições deste tempo presente não são para
com parar com a gló r ia que cm nós há de scr revelada. R o m an o s 8.1 8

A S aflições p o d em scr u m m eio de re fin am en to e p u rificação . M u it a s


vidas têm saído do forno da aflição mais belas c úteis. Talvez não tivéssem os
as m ú sica s de F anny C ro sb y se cia não tivesse sido aflig id a pela cegueira.
G eorgc M a th e s o n não teria dado ao m u n d o a im o rta l canção “A m o r que
n un ca m e deixará i r ”, se não fosse o ter passado pela fo rn alh a da aflição. O
“A le lu ia ” dc H a n d e l foi escrito quan d o ele estava ab atido pela p o b reza e
so frend o dc um a p aralisia p arcial do lado direito.
Jó, que foi cham ado para passar p o r um so frim en to que p o ucos h o m ens
sofreram , disse: “M a s ele sabe o m eu cam in ho ; prove-me, e sairei com o o
o u ro ” (Jó 2 3 .IO ).
A aflição pode tam bém ser para nosso fo rtalecim en to e d esenvolvim ento
cristão.
O u tro dia uni m é d ico me disse que o h o m em que lu ta co n tra um a
e n fe rm id ad e to da a sua vida po derá re sistir m elh o r do que u m h o m e m que
n un ca tenh a ficado do en te u m só dia em to da sua vida. “É o h o m em que
n un ca ficou d o en te que m o rre m ais d ep re ssa”, ele disse.
Davi disse: “A ntes de ser afligid
O o , andava errado; m as agora
O gu
O ard o a
tu a p a la v ra ” ( S i 1 1 9 - 6 7 ) . A p ren dem o s através das afliçõ es que so m os
ch am ado s a suportar.

Nosso D eu s e Pai, obrigado pelas provações c problem as da minha vida, porque eu sei
que eles me tornam f o r t e e m ais útil para ti. A juda-m e a sofrer com g r a ça e paciência.
D á -m e coragem e f é diante das m inhas fru stra çõ es e tensões. Através de Cristo eu oro.
Amém.

1 5 cl tf a (j o J l o

ORAÇÃO FERVOROSA

Porque não sabemos o que havem os de pedir com o convém, mas o m esmo
Espírito intercede p or nós com ge m id o s inexprimíveis. R o m an o s 8 .2 6

E S T E tip o de oração pode esten d er-se sobre os oceanos, c ru z a r d ese rto s


ard e n te s, s a lta r sobre m o n ta n h a s e p e n e t r a r as flo re s ta s, levan do cura, o
p o d e r a ju d a d o r do evan gelh o para aq u e le s q u e são o b je to de n o ss a s
o rações.
Este tip o de lam en to , essa q u alid a d e de preocupação, é p ro d u z id a pela
p re s e n ç a do E s p ír it o de D e u s em n o ssas v id as. “O m e s m o E s p ír it o
in te rc e d e ” ind ica que é na realidade D eus sup lican do , orando e lam en tan d o
p o r no sso in te rm é d io . A ssim , nos to rn am o s co lab o rado res co m D eus,
parceiros com ele: nossas vidas são levantadas de u m nível baixo de ego ísm o
para o plan o elevado da criativid ade com Deus.
Jo h n Knox passou m u ito tem po em oração, e a Igreja da Escócia se
exp an diu para um a nova vida. Jo h n W e s le y orou m u ita s vezes e lo n gam en te,
e n asceu o m o v im en to M e to d is ta . M a rtin h o L utero orou fervo ro sam en te,
e aco nteceu a R efo rm a.
D eus deseja que nós, os cristãos, estejam o s preo cup ado s com o m u n d o
p erd id o . S e o rarm o s esse tip o de oração, talvez venha u m a era de paz para
o m u n d o e as ho stes de in iq ü id a d e se au sen tarão. “M a s logo que S ião
esteve de p arto , deu à lu z seus filh o s .” (Is 6 6 .8 , V .R .)
Q u a n to você ora? Se alg u ém exam inasse sua vida de oração, será que o
e n c o n tra ria m a is e n tu s ia s m a d o a re sp eito de u m jo g o de fu te b o l, ou
v isitan d o u m am igo , do que por falar com Deus?

Nosso D eu s e Pai, faze de m im um parceiro contigo, um co-trabalhador no evangelho de


Cristo para levar a tua Palavra para o m u n d o perdido e agonizante. E nvia-m e
segundo a tua vontade, usa-m e segundo a tua vontade. E nsina-me também a orar pela
tua obra neste mundo. G lorifica-te através dc mim, Pai, com o teu servo, com o era
J e s u s , em cu jo nom e eu oro. Amém.

16 cí e a o d/o

O SEGREDO DO CRISTÃO JUBILOSO

E sabemos que todas as coisas contribuem ju n ta m e n te para o bem daqueles que am am a


D eus, daqueles que são chamados p or seu decreto. R o m an o s 8.28

O Q U A R T O do enferm o pode se to rn ar o “g in ásio e s p ir itu a l” onde a


alm a p o d e se exercitar e desenvolver. A en fe rm id ad e é u m a das “to das as
c o isas” que co n trib u em ju n ta m e n te para o bem daqueles que am am a Deus.
N ão ressin ta. N ão fiq u e am argurado . Você que está em leito de h o sp ital
perceba h o je que é o to q u e am oroso do Pai celestial que o ama tan to , que
não m im a você, mas o levará para aq u ilo que for o melhor.
C r is to é a resp o sta para a tristeza e o desen co rajam en to .
E ste é um m u n d o de esperanças desen co n tradas, sonhos queb rad o s e
desejos fru strad o s. G. K. C h e ste rto n disse: "Em to do lu g a r há velocidade,
barulho e confusão, mas em nenhum lu gar há felicidade profunda e corações
q u ie to s ”.
M a s C r is to pode to m ar o d esen co rajam en to e a b atim en to de n ossas
vidas. Ele pode colocar leveza em nossos pés, dar-nos en tu siasm o no coração
e p ro p ó sito na m en te. O tim is m o e alegria são p ro d u to s de co n h ecer a
C risto .
A Bíblia diz: “O coração alegre serve de b om rem édio, m as o esp írito
ab atid o virá a secar os o ss o s” (Pv 1 7 -2 2 ) .
Se m eu coração estiver afinado com m eu D eus através da fé em C risto ,
então, ele tran sb o rd a rá de o tim ism o ju b ilo so e alegria.
O O
go zo do S e n h o r c a m in h a força!
5 Você sente o gozo
0 de Deus? Ele só
vem q u an d o p assam o s tem po com D eus.

Nosso D a is z Pai, sei que usarás tudo o que acontece na minha vida para o bem.
A ju da -m c a não m e ressentir dos tempos difíceis e a não f i c a r am argurado. A ju d a -m e a
v e r com u m a visão eterna as bênçãos que tu tens em m ente para m im . P u oro p o r
interm édio de Cristo, m eu Senhor Amém.

17 d e a o ó l o

VEJA ALÉM DOS MISTÉRIOS

Ó profu ndidade i a s riquezas, tanto da sabedoria com o da ciência de D eu s!


Q uão insondáveis são os sais juízos, e quão inescrutáveis,
os seus cam inhos! R o m an o s 11. 33

QUANDO o lh a m o s p ara o m u n d o no q u a l viv em o s, ex iste m u it a


co n fusão , p erp lexid ad es e m isté rio s que ap aren tem en te não têm solução.
O h o m em , c o n t u d o , sem pre esteve perplexo c co n fuso com as coisas que
estão além de sua com preensão.
O h o m e m p rim itiv o , com o o m o d e rn o , in v e s tig o u os seg red o s do
universo e o lh o u para o céu à noite, p asm ad o e m aravilh ad o com o m isté rio
do espaço negro com suas m iríad es de luzes inexplicáveis.
Foi o m isté rio da gravid ade que d esafiou Isaac N e w to n em 1 68 5 a
explorar a razão de os o bjetos m ais pesados que o ar serem atraíd o s para o
centro da Terra.
Foi o m isté rio do relâm pago que in s p iro u B enjam in F ran klin a am arrar
um a chave na cauda de u m a p ip a du ran te u m a tem p estad e, para provar a
ig u ald a d e do relâm p ago com a eletricidade.
Foi o m isté rio do p o der laten te do áto m o que d esafio u E m stem , Fermi
e o u tro s a te starem a energia laten te na m atéria. A energia atô m ica é agora
um a palavra do m éstica.
A lguns dos m istério s do passado foram desvendados pela ciência. O utro s
ain da d esc o n c erta m a h u m an id ad e. U m fato p erm anece: to da a sab ed o ria
a cu m u la d a através dos tem p o s é apenas u m arranhão na su p erfície da busca
do h o m em pelo co n h ecim en to do universo.
N a m a io r parte, D eus retém seus segredos, e o hom em , ain da que nas
p o n tas dos pés, pode co m p reen der apenas uma p equen a fração dos atos do
Senhor.
Essa in a b ilid ad e de co m p reen d er p le n am en te os m isté rio s de D eus não
d im in u i a fé cristã. Pelo co n trário, aum en ta nossa crença. N ã o en te n d em o s
o in trin c a d o padrão das estrelas cm seu curso, mas sabem os que A quele
que as c n o u entende, e, tão seg u ram en te quan to ele as guia, está p lan ejan d o
u m cam in h o seguro para nós.

Nosso D a is e Pai, estou assombrado p o r tua majestade e brilho. Admito que não
com preendo os mistérios do teu universo. Teu conhecim ento c sabedoria m e deixam
subjugado e maravilhado. No entanto, obrigado p or me revelar o segredo que m ais
necessito —o segredo da salvação através de Jesus Cristo, meu Senhor Amém.

1 8 J (‘ UÍJ Oó i o

SACRIFÍCIO VIVO

... apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo... que é o vosso culto racional.
E não vos conform eis com este mundo... R om an o s I 2.1 -2

N Ó S cristão s não devemos nos co n fo rm ar fisicam e n te com o m u nd o .


E stes nossos corpos foram in ten cio n ad o s para serem te m p lo s do E sp írito
de D eus. N ã o devemos nos p ro stra r d ian te dos tem p lo s de Baal. D evem os
a p resen tá -lo s por inteiro a D eus, com o “sacrifício vivo”. N o ssas roupas,
n o ss a p o s tu ra , n o ssas ações devem ser para h o n ra e g ló ria de C ris to .
D evem os ser “s a n t o s ” no sen tid o m a is p ro fu n d o da palavra.
O p ro p ó sito de Deus p ara nós é de que sejam os c o n fo rm ad o s à im ag e m
de seu Filho. O m u n d o pode exercer sua pressão sobre nós, m as nos é d ito :
“...tran sfo rm ai-vo s... para que exp erim en teis q ual seja a boa, agrad ável e
p erfeita vo n tade de D e u s ” (R m 1 2 .2 )
N a capa de sua Bíblia e da m in h a aparecem as seg u in te s palavras: “Bíblia
S a g r a d a ”. Você sabe por que a Bíblia é cham ada sagrada? Por que deveria
ser cham ada sagrada quan d o se encontra nela tanta cobiça, ódio c lascívia?
Eu p o sso lhe d izer p o r quê. É p o rque a Bíblia fala a verdade. Fala a verdade
sobre D eus, sobre o h o m em e sobre o diabo. A Bíblia en sin a que m u d a m o s
a verdade de D eus pelas m en tiras do diabo sobre sexo, p o r exemplo, drogas,
álcool e h ip o c ris ia religiosa.
Jesus C ris to é a verdade final. M a is ainda, ele falou a verdade. Jesus
d isse ser a verdade e que a verdade nos lib ertaria. É nessa lib erd ad e que
devem os “...ap resen tar nossos corpos como sacrifício vivo...

Nosso D a is e Pai, co n verte-m e do egoísmo para o sacrifício pessoal. E nsina-m e com o


apresentar-m e diariam ente em absoluta rendição e serviço a ti e a teu povo. Tu deste teu
Filho p ara m im ; livrem ente, perm ite que eu dê da sua gra ça e do seu a m or para outras
pessoas. Na f o r ç a e no pod er dele eu oro. Amém.

19 d Ü Cl t j O Ó l O

TORNANDO-SE UM DISCÍPULO

Assim, pois, qualquer de vós que não renuncia a tudo


quanto tem não pode ser m eu discípulo. Lucas 14-33

V O C E sabe o que sign ifica ser u m discípulo? U m discípulo é, literalm ente,


u m aluno, u m ap ren d iz, esp ecialm en te algu ém que acredita na d o u tr in a de
seu m estre e o segue. U m d iscíp u lo reconhece que existe o u tro que sabe
m ais do que ele. U m d iscíp u lo é a pessoa que percebe que p recisa aprender
m ais do q ue sabe a tu a lm e n te —e q u an to m ais ele aprende, m ais ele percebe
que p rec isa aprender.
U m d i s c íp u l o p r e c is a p a s s a r te m p o c o m se u m e s tr e p a r a g a n h a r
sab edo ria, co n h ecim en to e e n te n d im en to . Ele sabe que não pode co n seg u ir
isso p o r o sm o se ou p o r q u a lq u e r o u tra forma. S e n a com o fo rm ar-se na
u n iv e rsid a d e sem ter a s s is tid o às aulas. E im p o ssível. E p rec iso haver
interação com o professor, fazer p erg un tas, receber resp o stas e e stu d a r o
m a te r ia l d eterm in ad o .
Todos que pertencemos a C risto somos, ou deveríamos ser, seus discípulos.
D ife r e n te m e n te dos p rim e iro s d is c íp u lo s , não p o d e m o s p a s s a r te m p o
fisicam en te com Jesus. M a s podem os ouvi-lo falar e aprender dele da m esm a
forma, lendo o que ele disse quando estava aqui, conversando com ele através
da oração e d eterm inand o ser obedientes aos seus ensinos. Esta é a prova
fm al de que alguém é u m discípulo: se segue as ordens de seu mestre.
Je su s disse que aquele que gu ard a os m a n d am en to s de D eus é o que
v erd ad eiram e n te ama a D eus. Você é u m d iscíp u lo do S e n h o r Jesus?

Nosso D eus e Pai, tu enviaste J e su s para ser o P rofessor Mestre, e eu quero ser seu
discípulo. Q uero aprender dele, aprender sobre ele e aprender sobre ti e a tua vontade
para m im . D á -m e entendimento, Pai. D á -m e sabedoria para u sar bem aquilo que
aprendo. No nom e do Mestre. Amém.

2 0 cl e ci íj o J / o

A FAMÍLIA DA FÉ

M as revesti-vos do Senhor J e s u s Cristo e não tenhais cuidado


da carne em suas concupiscm cias. R o m an o s 13*14

C R I S T O tem de ser v italm en te real para nós se desejam os p erm an ecer


fiéis a ele na hora da crise. E q u em sabe quão p erto está esta hora? As
rodas do ju lg a m e n to de D eus p o dem ser ouvidas pelas pessoas d iscern en tes
na assem b léia das N açõ es U n id a s , na conferência de líderes p o lític o s, nos
esc ritó rio s dos editores dos grandes jorn ais e das redes de televisão no
m u n d o todo — e en tre as p esso as de to d as as nações. As coisas estão
aco n tecen d o d ep ressa! A n ecessidade de voltar-se p ara D eus n un ca foi
m ais urgen te.
As palavras de Isaías, que D eus uso u para c o n fu n d ir u m agresso r an tig o
e in íq u o , são ap ropriadas p ara nós hoje: “B uscai ao S e n h o r en q u an to se
pode achar, m v o cai-o e n q u an to está perto. Deixe o ím p io o seu cam in h o ,
e o h o m em m a lig n o , os seus p en sa m en to s e se converta ao Senhor, que se
co m padecerá dele; torne para o nosso Deus, p o rque grandioso é em p e rd o a r”
(5 5 .6 -7 ).
Em seu en co n tro com G olias, Davi provou que um a arm ad u ra externa
não é tão im p o rta n te q u an to o h o m em dentro da arm adura. A m en o s que
os h o m ens de pro p ó sito , in te g rid ad e e fé perm an eçam ju n to s, re sp o n d en d o
lealm en te a Jesus C risto , o fu tu ro do m u n d o está realm en te em trevas.
Para p re p a ra r -n o s p ara o s o f rim e n to e p e rs e g u iç ã o q ue p arece tão
in evitável, p re c isa m o s ta m b é m p ro m o v er e fo r ta le c e r o m o v im e n to de
g ru p o s p eq u en o s, o con ceito de “células c r is t ã s ”. U m a área óbvia na q ual
esse processo deve acontecer c na fam ília. N o s E stados U n id o s, hoje, ta n to
com o cm o u tras p artes do m u n d o , estam os p resen cian do o desarran jo e a
erosão da un id ad e fam iliar. Os divórcios são d esm edid o s e o "Viver ju n t o s ”
sem a fo rm a lid a d e de um a cerim ô n ia de casam en to está au m e n tan d o . E
apenas a fo rte u n id ad e fa m iliar cristã que p o d e sobreviver ao im in e n te
h o lo ca u sto no m undo . E so m en te q u an d o Jesus C r is to é v italm e n te real
p ara nós com o m em bros da fam ília p o d em o s c o n stru ir fam ílias fo rtes!

Nosso D eu s e Pai, tem m isericórdia de m im , um pecador e servo indigno. Perdoa


minhas ofensas contra ti, Santo Pai, c perdoa de form a generosa cada pecado meu.
Aproxíma~me m ais de ti cm todas as áreas da minha vida. N unca perm itas que eu me
afaste de ti e do teu Filho Jesus, através de quem eu oro. Amém.

2 í do ci cj o J t a

É ERRADO PERGUNTAR POR QUÊ?

Porque nenhum de nós vive para si e nenhum m orre para si. Porque, se vivemos, para o
Senhor vivem os; se morremos, para o Senhor morremos. D e sorte que, ou v iva m os ou
morram os, som os do Senhor. R o m an o s 1 4-7-8

M U I T O S de nós sabem os o que é ficar atu rd id o pelo sú b ito falecim en to


de um am igo dedicado, u m p a sto r piedoso, u m m iss io n á r io devoto, ou
um a santa mãe. E stivem os ao lado do tú m u lo aberto, com lágrim as quentes
esco rren do p elo n o sso rosto, e p erg u n tam o s em co m p leta co n fusão : “Por
c[uc, ó D eus, p o r quê? ’
A m o rte do ju sto não é acid en tal. Você acha que o D eus cuja vigília
a te n ta percebe a queda de um p ardal e que sabe o n ú m ero dos cabelos em
n o ssa cabeça daria as costas a um de seus filhos na hora do p e n g o ? C o m
ele, não ex iste m acidentes, nem tragéd ias, n em catástro fes 110 que resp eita
a seus filh o s.
Paulo, q ue viveu a m a io r p arte de sua vida cristã nos lim ite s da m orte,
expressou u m a tr iu n f a n te certeza sobre a vida. Ele te ste m u n h o u : “Para
m im o viver é C ris to , e o m o rrer é g a n h o ” (F p 1 . 2 1 ) . S u a fé fo rte e
inabalável e n fren to u com passos largos a aflição, a p erseguição , a dor, os
planos co n trariad o s e os sonhos quebrados.
Ele n un ca m o stro u in d ign ação q u e s tio n a n d o cin icam en te : “Por que,
S en h o r?”. Ele sabia sem sombra de dúvida que sua vida estava sendo m o ldada
à im ag em e sem elh an ça de seu S alvado r; e, apesar do d esc o nfo rto , n unca
recuo u no processo.
Foi W a lte r S c o tt que p erg u n to u : A m o rte é o ú ltim o sono? N ão, e o
d esp e rtar f in a l”.

Nosso D eu s e Pai, algum as vezes meu fí s i c o clama: “Por que, ó Senhor? ” M as ao


m esm o tempo m eu eu espiritual grita: “Sim, S en hor!” O ro para ter pa^ cspiritu al, não
importando a tensão f ís i c a em que eu me encontre. Sei que J e su s está com igo o tempo
todot exatamente com o ele prom eteu que estaria. Eu oro no nom e dele. Amém.

2 2 cl e a tj o J i o

UM FAROL DE ESPERANÇA

...Para que, pela paciência c consolação das Escrituras, tenhamos esperança.


[...] Ora, o D eus de esperança vo5 encha de todo o gozv c p a ^ e m crença, para que
abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo. R o m an o s 15-4, 13

Q U A N D O me referi ao futuro que D eus está p lan ejan d o , u m aluno na


U n i v e r s i d a d e do H a v a í p e r g u n t o u - m e : “E sta n ão e u m a f o r m a de
e sc a p is m o ?” Eu disse: “N u m sentid o , sim ; e antes que o diabo te rm in e
com este m u n d o , to do s estarem o s p ro cu ran d o pelos sin ais de s a íd a ”.
C. S. Lewis, em seu pequeno e extraordinário livro Christian Behavior, disse:
“Esperança e um a das virtudes teológicas. Isto quer dizer que o co n tín uo
olhar adiante, para o m undo eterno, não é, como algum as pessoas m o dern as
pensam , um a form a de escapismo ou de pensam ento anelante, mas um a das
coisas que o cristão deve fazer. N ão quer dizer que devamos deixar o m u ndo
atual como está. Sc você ler a história, descobrirá que os cristãos que mais
fizeram pelo m u nd o atual foram os que mais pensaram no m u nd o vindouro.
D epois que os cristãos deixaram de pensar sobre o outro m u n d o foi que eles
se to rn aram tão ineficientes neste. “Tenha o ccu como alvo e você terá a
terra. Tenha a terra como alvo e você não terá n ad a”, diz C. S. Lewis.
N o m eio do p e ssim ism o , da escurid ão e da fru stração do m o m e n to
a tu al existe u m faro 1 de lu z de esperança, e esta c a p ro m essa de Jesus
C ris to : “E, se eu for e vos p rep arar lugar, virei o u tra vez e vos levarei para
m im m esm o , para que, onde eu estiver, estejais vós ta m b é m ” (Jo 14-3)-
D u ra n te os anos da S e g u n d a G uerra M u n d ia l, as palavras do G eneral
D o u g la s M a c A r th u r ecoaram nos ouvidos das pessoas das Ilhas F ilip in as
en q u an to elas estavam sob ocupação in im ig a. Ele p ro m eteu : “Eu v o lta re i”,
e m an teve sua p ro m essa. Jesus C ris to ta m b ém p ro m eteu ; “Eu v o lta re i”, c
vai c u m p rir sua prom essa.

Nosso Deus e Pai, enche-me com a tua alegria e pa^através do Espírito Santo que vive em mim.
Renova minha confiança para viver neste mundo. Permite que eu seja uma influência positiva
sobre as pessoas, sobre o meio ambiente, a política e... Ajuda-tne a moldar meu mundo de uma
fo rm a positiva aplicando a mensagem de Cristo, em cujo nome eu oro. Amém.

2 3 c l c u í j t> ô l o

GOZO NO CRER

Ora, o D e u s de esperança vos encha de todo o go^ o e p a ^ e m crença, p ara que abundeis
em esperança pela virtude do Espírito Santo. R o m an o s 15-13

JESUS disse: 'N ão se turb e o vosso coração... crede... em m i m ” (Jo


1 4 - 1 ). Q u an d o a fé é forte, as aflições se to rn am insig n ific an te s .
Pode haver co n fo rto no so frim en to p o rq u e no m eio da angústia D eu s dá
um a canção. Em Jó 3 5-10, E liú p erg u n to u : “O nd e está D eus q ue m e fez?
Q u e dá salm o s entre a n o it e ? ” S u a presença em nossa vida tra n sfo rm a o
lam en to em canção, e essa é um a canção de co n fo rto . A lgum as vezes é
p reciso ser n o ite para te r essa canção!
Esse tip o de c o n fo rto é do tipo que c ap ac ito u u m devoto inglês d u ra n te
a S e g u n d a G uerra M u n d ia l a o lh ar para um p ro fu n d o e escuro buraco no
chão onde estava sua casa antes do b o m b a rd eio e dizer: “Eu sem p re quis
u m p o rão . A go ra eu p o sso c o n stru ir um a casa com o sem pre q u i s ”.
Esse tip o de c o n fo rto é do tip o que cap acito u a esposa de u m jovem
m in is tr o n u m a igreja p erto da nossa casa a en sinar sua classe de Escola
D o m in ic a l p ara as m en in as no dia do fu n eral de seu m arid o . S e u lu to não
era do tip o que não tem esperança — era u m lu to de fé na b o nd ad e e
sab ed o ria de D eus; que cria que nosso Pai celestial não com ete erros.
Eu pen so m u ita s vezes nos dois versículos m ais cu rto s da B íb lia na
seg u in te associação: “Jesus ch o ro u ” é o m ais curto dos dois. M a s no o rigin al
grego, eu en te n d o que este v e rsíc u lo “m a is c u r t o ” te m três p alavras,
e n q u a n t o q ue o v e r síc u lo de I T e ss a lo n ic e n se s 5 -16 ( ’ R e g o z ija i- v o s
sem p re”) tem apenas duas. C o n tu d o , é m ais fácil ver a am orosa associação
entre os dois versículo s. O go zo do cristão flui da sim p a tia e graça de seu
Salvador. Je su s chorou — nós nos rego zijam o s sem pre.

Nosso D eus e Pai, aju d a -m e a ou vir teus cânticos na noite escura i a minha alma.
A lcança-m e através da escuridão t acende u m a chama de esperança e gozo no m eu
coração. E nsina-me a cantar durante a tristeza, a rir através das minhas lágrim as c a
sentir a tua compaixão quando eu estiver coberto pelas m inhas preocupações. Em nom e
de Jesus. Amém.

2 4 de a tj o J / o

UM ALVO PARA A BONDADE

Eu próprio, metis irmãos, certo estou, a respeito de vós, que vós m esm os
estais cheios de bondade, cheios de todo o conhecim ento, podendo
adm oestar-vos uns aos outros. R o m an o s 1 5 - 1 4 ■

TH O RE AU escreveu: “Se o h o m em não m a n tém o passo com seus


co m p an h eiro s, talvez seja p o rq u e ele ouve u m ta m b o r diferen te. D eixe-o
acertar o passo com a m ú sic a que ele ouve, seja com p assada ou d i s t a n t e ”.
C o m o cristão s, não tem o s altern ativa a não ser m a rch ar no co m p asso do
E sp írito San to , seg u in d o os passos u n ifo rm es da bondade, que agrada a
D eus.
P odem o s fazer boas obras, e, p ra tic a n d o os p rin c íp io s da bo n d ade,
podem os testem un h ar para aqueles ao nosso redor que temos algo “diferente”
em nossas vidas —talvez algo que eles go stariam de possuir. Podemos até ser
capazes de m o stra r a outros como p raticar os p rin cíp io s da bondade em suas
próprias vidas. M a s a Bíblia diz: “A vossa beneficência é como a nuvem da
m an h ã e com o o orvalho da m a d ru gad a , q ue cedo p a s s a ” (O s 6 .4 )- A
verdadeira bondade é “fruto do E sp írito ”, e nossos esforços para alcançá-la
com nossa própria força nunca podem ser bem -sucedidos.
D everíam o s ser cuid ad o so s para que roda b o ndade que o m u n d o veja
cm nós seja o g en u ín o fru to do E sp írito , e não u m s u b s titu to falso, para
que in v o lu n ta ria m e n te , não levemos o u tro s a desviarem -se.
O im o rta l João W esley nos deu u m alvo p ara a b o n d ad e que, p ara m im ,
co lo ca tu d o isso na perspectiva:

Faça todo o bem que puder,


D e to d o s os m o d o s que puder,
Por todos os m eios que puder,
Em todos os lugares que puder,
Todas as vezes que puder,
A to das as pessoas que puder,
E n quan to puder.

Nosso D eus e Pai, fiçeste cada u m dc nós único c especial. M ostra-m c com o tu queres
que eu use os talentos especiais que m e deste para te glorificar, Senhor. Ajiiàa~mc a
o u v ir e a m archar para o céu no compasso dos tambores do teu Santo Espírito, através
de Cristo Jesus, m eu Senhor. Amém.

2 5 í l c a cj o j I o

DIFERENTE NÃO É SUFICIENTE

Além disso, requer-se nos despenseiros que cada u m sc ache fiel. 1 C o rín tio s 4-2

N 0 S cristãos deveríamos ser como u m diamante brilhante num fundo escuro


e áspero. Deveríamos ser mais completos que ninguém mais. Deveríamos ser
equilibrados, refinados, corteses, graciosos mas firmes nas coisas que fazemos
ou deixamos de fazer. Deveríamos n r e ser radiantes; mas deveríamos recusar
p erm itir que o m undo nos puxasse para baixo, a seu nível.
A m a io r necessidade no c ristian ism o hoje c dc um rcavivam ento de um
viver d ed icado , separado c d iscip lin a d o na igreja. As pessoas nas academ ias
m ilita re s em no sso p aís vivem vidas separadas, dedicadas c d isc ip lin a s para
serem o ficia is das forças arm adas. Ela s estão sendo trein ad as para u m
serviço e lid eran ça no futuro . C ertam en te, nós cristão s não p o d em o s fazer
m en o s para servir no exercito de Jesus C risto .
A Bíblia diz: “R o go -vo s, pois, irm ãos, pela com paixão de D eus, que
apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que
é o vosso culto racional. E não vos co n fo rm eis com este m u n d o , m as
transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis
qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de D eus’ (R m 1 2 .1 -2 ) .
C ris to p reten d ia que seus seg u id o res fo ssem d iferen tes. M a s apenas
ser d iferen tes não é o b astante. D evem os ser o m ais lim po , o m ais san to , o
m ais b o n d o so , o m ais a ltru ís ta , o m ais amável, o m a is cortês, o m ais
lab o rio so , o m ais zeloso, o m ais confiável e o m ais am o ro so povo da terra.
Dr. A lb ert Sch w eitzer, o gran de m iss io n á rio d o u to r e p o lítico , disse aos
cristão s p or que estam os aqui: Para ser alegre in s tr u m e n to do am or de
D eus n este m u n d o im p erfeito é o serviço p ara o q u al cada h o m e m foi
c h a m a d o ”. Fomos ch am ado s para servir.
Em sua vida há tem po e lu g ar para servir a Deus?

Nosso D eus e Pai, Capitão dos exércitos celestiais, alista-m e no teu exército para
conquistar o m u n d o em nom e do teu Filho, Jesus. Faze com que eu aprenda a
conquistar os perdidos com riso, bondade, cortesia, mansidão, compaixão e com a
m ensagem da tua g r a ça que vem através de Cristo na c m ç , através de quem eu oro.
Amém.

2 6 í l e ii. CJ. o í l o ,

PAULO SABIA COM CERTEZA

Porque, em parte, conhecem os c, em parte, profetizamos. Mas, quando vier o que é


perfeito, então, o que é em parte será aniquilado. I C o rín tio s I 3-9-10.

A S coisas não saíam sem pre de acordo com os seus p lan o s e idéias, m as
Paulo não m u rm u ra v a ou q uestio nava. S u a seg u ran ça era esta: “S ab em o s
que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que am am a D eus,
daqueles que são ch am ado s seg un d o o seu p ro p ó s ito ” ( R m 8 . 2 8 , V R . ) .
Q u an d o o seu corpo cansado e m achucado com eçava a en fraq u ecer por
causa das cargas, ele dizia cm triunfo: “Sabem os que, se a nossa casa terrestre
deste ta b ern ácu lo se desfizer, tem os de D eus u m edifício, um a casa não
feita p o r m ão s, eterna, nos céus ’ (2 C o 5 - l ) .
O m u n d o o cham ou de tolo por causa de sua convicção de que os hom ens
p u d essem fazer parte da vida eterna através da fé. M a s ele triu n fan tem en te
com preendeu: Porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que é
p oderoso para guardar o m eu depósito até àquele d ia ” (2 T m I . I 2 ) .
Todas estas afirm açõ es resso am com a n o ta de esperança e de confiança
na vida im o rtal. M e sm o que o cristão não tenha im u n id ad e à m o rte e não
re iv in d iq u e vida eterna n este planeta, a m o rte para ele é u m a am iga cm vez
de u m a in im ig a, o com eço em vez do fim , ela é mais um passo para o céu
em vez de u m pulo para uma escurid ão desconhecida.
Para m u ita s pessoas, os ácidos corrosivos da ciência m a te r ia lis ta têm
c o rro ído sua fé na vida eterna. M a s vamos encarar isto — a equação de
E instein E = M C ' não é uma su b stitu ta satisfató ria para Fé + C o m p ro m isso
= E sperança.
Paulo acreditava em C risto e entregou toda sua vida a C risto. O resultado
foi que ele conhecia C ris to e era capaz de tê-lo para sem pre. U m a fé forte
e um a esperança viva são o resu ltad o de um c o m p ro m isso in c o n d icio n al
com Jesus C risto .

Nosso D eu s e Pai, creio cm ti c no teu Filho. E estou convencido de que podes me


g u a r d a r e p roteger contra o m aligno até que J e su s venha novamente. Até lá, aum enta
m inha j é ao m esm o tempo que reafirm o m eu f i r m e com prom isso com ele. E a ju d a -m e a
v iv e r de u m a f o r m a que f a ç a com que outras pessoas o encontrem também. Em nom e de
Cristo. Amém.

2 7 J c a (j <i ' /o

O ÚLTIMO INIMIGO

Ora, o últim o inim igo que há dc ser aniquilado é a morte. I C o rín tio s I 5-26

A B I B L I A fala da m o rte como um a partida. Q u an d o Paulo se aproxim ava


do vale da so m b ra da m orte, ele não trem eu dc m edo; ao co ntrário , ele a
a n u n c io u com um a n o ta dc tr iu n f o : “O tem p o da m in h a p a r tid a está
p r ó x im o ” (2 T m 4 -6 ).
A palavra “p a r t id a ” lite ra lm e n te sig n ific a p uxar a âncora e navegar. Tudo
o que aco n tece antes da m o rte é uma preparação para a jo rn ad a. A m o rte
m arca o p rin cíp io , não o fim. Ela é u m solene e dram ático passo na nossa
jo rn ad a para Deus.
M u i t a s vezes eu tenho m e desp ed id o de m in h a esposa e de m e u s filhos
q u a n d o eu p a rto p ara lu g a re s d is ta n t e s . A sep aração sem p re tr a z u m
p o u q u in h o de tristez a, mas há sem pre um a grande esperança de que nós
n o s v e r e m o s n o v a m e n t e . E n t r e t a n t o , a c h a m a do a m o r q u e i m a
b r ilh a n te m e n te no coração dela e no meu.
A ssim é a esperança do cristão quan d o ele v isita o tú m u lo de u m a
pessoa am ada que está com o Senhor. Ele sabe, com o disse Paulo, que “ele
é p od eroso para g u ard ar o m eu dep ó sito até aquele d ia ” (2 T m 1 . 1 2 ) . Ele
d iz “a d e u s ”, mas só até o dia raiar e as so m b ras desaparecerem .

Nosso D a is e Pai, com o u m cordeiro desamparado, sigo m eu Pastor para onde quer que
ele m e conduta. M esm o no vale da sombra da morte, sei que posso segui-lo em
segurança a té aos pastos celestiais do outro lado. A juda-m e a sempre ou vir a vo ^ d ele
com clareia e a seguir de boa vontade. Através de Cristo, m eu Senhor, eu oro. Amém.

2 8 de a. cj o á l o

MORTE: NÃO É SÓ UM MISTÉRIO

Eis aqui vos digo u m mistério: Na verdade, nem todos dormiremos,


m as todos seremos transformados. 1 C o rín tio s 15-51

P A U L O não descreveu a m o rte com o u m m istério . Ele estava to ta lm e n te


a par da m o rte e do fato de que C risto a venceu, para que nós não tivéssem os
n ada a temer. O que Paulo descreveu como um m istério foi a tran sfo rm ação
destes corpos m o rtais, em que nós h ab itam o s, nos corpos im o rta is que
s e rã o p r e c is a m e n t e co m o o co rp o r e s s u r r e c t o de Je s u s C r i s t o . E sta
tra n sfo rm a ç ã o é u m m isté rio p o rq u e ela excede os p e n sa m en to s h u m an o s,
as p esq u isas científicas, e até o e n te n d im en to hum ano.
C o m o p o d e u m processo m ilagro so ser re d u zid o a m era lin g u ag e m ?
Ele não pode, e p o r isso Paulo se referiu a ele como u m “m i s t é r i o ”.
S im , os m o r t o s em C r i s t o r e s s u s c it a r ã o p r im e ir o ( f a la n d o so bre
m i s t é r i o ! ) e d e p o is a q u e le s de n ó s q u e p e r m a n e c e r e m ( d e p o i s de
te stem u n h ar este evento inacreditável) seremos transform ados n u m m in u to ,
“ n u m p is c a r dc o l h o s ”. N ó s se re m o s p e g o s de s u r p r e s a no ar p a ra
en co n trarm o s com o S e n h o r e ficarem os com o S e n h o r para sem pre. Q ue
tal falarm o s em voar cm p rim e ira classe!
D eus q uis que Jesus fosse o p rim eiro em tudo , e então ele p rec ed eu -
nos na m o rte e na vida ressurrecta para nos m o s tra r com o seria. A ssim
com o nós c o n fiam o s nele para nos livrar da co n seq üên cia do pecado, que
é a m o r te e a separação eterna de D eus n u m infern o literal, nós p o d em o s
ta m b ém se g u i-lo nessa inovação de vida, através do sepulcro, sem m edo,
en co rajad o s no co n h ecim en to de que ele nos espera do o u tro lado de um a
p e q u en a viagem para p egar no ssa m ão e nos receber na sua (e n o ssa)
m o rad ia, onde a m an são que ele nos preparo u está à nossa disp o sição .
M is t é r io ? S im , mas D eus tem nos dado fatos su ficien tes para que nós
co n fiem o s nele p ara o restante.

Nosso D m s c Pai, obrigado p o r Cristo, que nos mostrou o caminho, através da m orte,
para a vida eterna. D á -m e confiança espiritual para segui-lo p o r todo o cam inho até o
descanso celestial. M esm o assim, segura m inha mão, Senhor, até chegar essa hora.
Enfrento a morte com o enfrento a vida, tudo cm nom e dc Jesus, através dc quem eu oro.
Amém.

2 9 d e u t j. o J Lo

VENHA PARA CASA!

Porque co n vém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que
é m ortal se revista da imortalidade. E, quando isto que é corruptível se revestir da
incorruptibilidade e isto que é m ortal se revestir da imortalidade, então, cu m p rir-sc-á a
palavra que está escrita: Tragada f o i a morte na vitória. I C o r ín t io s 15-5 3 - 5 4

I S T O sig n ific a que, assim que nós ch egarm o s ao céu, não m ais serem os
ato rm e n tad o s ou inibido s por nossas lim itaçõ es físicas. Você pode im agin ar
isto? Os aleijad o s, os doentes e os corpos d esg astad o s serão fortes, b o n itos
e vigorosos.
O
H avia u m a viúva e seu filho que m o rav am n u m m iserável sótão. A lg u n s
anos antes, ela tin h a se casado contra a vontade dc seus pais e ido m o rar
com o m a rid o n u m a terra estran geira. Ele se provou irrespo n sável e in fiel
c, dep o is dc algu n s anos, m o rreu sem ter assegurad o o fu tu ro da m u lh e r e
do filho. Foi com m u ito esforço que cia c o n seg u iu a c u m u la r escassam en te
o que p recisava para viver.
Os tem p o s m ais felizes da vida da crian ça eram quan d o a m ãe o tom ava
em seus braços e lhe contava sobre a casa do seu pai em seu país natal. Ela
contava sobre o aDra m a do,’ sobre as árvores, as flores
’ silvestres, 7os am ados
quadro s e as delicio sas refeições.
A criança n un ca tin h a visto a casa do avô, mas para cia era o lu g a r mais
lin d o do m u n d o . Ela almejava o dia cm que iria viver lá.
U m dia o carteiro b ateu na p o rta do sótão. A mãe reconheceu a letra na
carta que ele trouxe e com os dedos trêm u lo s a abriu. H avia um cheque c
u m pedaço dc papel só com três palavras: “Venha para c asa”.
A lg u m d ia , u m a e x p e r iê n c ia p a r e c id a a c o n t e c e r á c o n o s c o — u m a
experiência c o m p a rtilh a d a p o r todos que co n h ecem a C ris to . N ó s não
sabem os q u an d o o cham ado será. Pode ser quan do nós estiverm o s no m eio
do trabalho. Pode ser depois de sem anas ou m eses de en fe rm id ad e. M a s
a lg u m dia u m a am ável mão vai repo usar em nossos om bro s e esta breve
m e n sag em será dada: “Venha para c asa’”.
Todos nós que conhecem os a C ris to sabem os que não p recisam o s tem er
a m orte.
A m o rte para os cristão s é a ida para casa.

Nosso D eu s e Pai, sei que freqüentem ente sou uni filho pródigo, seguindo m eu próprio
cam inho de indisciplina, ignorando tua sabedoria e conselho, caindo em problemas,
Mas, p o r fa vor, perdoa -m e e recebe-m e de volta, Pai. Anseio p o r ir para m eu lar
celestial e estar contigo para sempre, Em nom e de Cristo, m eu irmão e amigo. Amém.

3 0 d o i<(j <>s / <

VITORIA EM JE SU S

M as gr a ça s a D eus, que nos dá a vitória p or


nosso Senhor Jesus Cristo. I C o rín tio s 15- 57

A V I T O R I A é sua. R e iv in d iq u e -a ! E a sua herança. B row níng disse: “O


m e lh o r ainda está por v i r ’ . Isto não sig n ifica que o cristão n un ca p o d erá
so frer um a derro ta ou exp erim en tar p erío d os baixos na vida. M a s s ig n ific a
que o S alv ad o r está com você, não im p o rta o problem a. A paz vem 110 m eio
de p ro b lem as e ap esar deles.
Do velho Cospel H cra ld vem esta ap rop riada h istó ria:

Perguntaram uma vez a Haydn, o grande músico, por que a música de sua
igreja era tão animada, e ele respondeu: “Quando eu penso em Deus, meu
coração está tão cheio de alegria que parece que as notas dançam e pulam de
minha caneta, e já que Deus tem me dado um coração alegre, eu serei perdoado
porque eu o sirvo com um espírito alegre”.

A força de nossa c o n q u ista e v itó ria é tirada, co n tin u am e n te , de C risto .


A Bíblia não ensina que o pecado é co m p letam en te ex term in ad o da vida do
cristão, mas ela en sin a que o pecado não reinará m ais sobre você. A força e
o p o der do pecado foram quebrados. O cristão agora tem m eio s disponíveis
para viver acim a e além deste m u nd o . A B íblia en sin a que todo aquele que
é n ascid o de D eus não pratica o pecado. Esta p esso a é com o a g aro tin h a
que disse que quan do o diabo vinha bater na p o rta com a tentação , ela
m andava Jesus abrir a porta.

Nosso D a is e Pai, obrigado -por dar-mz vitória através de J e su s Cristo, m eu Senhor.


O brigado pela gloriosa p a r q u e sinto, m esm o quando os tempos são difíceis. Tenho um a
incrível alegria e calm a em relação à vida, e sei que isso vem exclusivam ente de ti e p o r
interm édio do teu Filho Jesus, através de quem eu oro. Amém.

3 1 cl e a o âl o

CONSOLADO POR DEUS

B endito seja 0 D eus e Pai de nosso Senhor J e su s Cristo, 0 Pai das m isericórdias e D eus
de toda a consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também
possam os consolar os que estiverem em algum a tribulação, pela consolação com que nós
m esm os somos consolados p o r Deus. 2 C o rín tio s 1 .3 -4 , V R .

UM q u erid o am igo e co n selh eiro d isse-m e certa ocasião que algu m as


vezes a m a io r prova nos vem quan do fazem os a D eus a p erg u n ta: “Por
quê?”
C o m o C h arles H e m b re e sa lie n ta : “D ia n te das afliçõ es é d if íc il ver
q u alq u e r sen tid o nas coisas que acontecem conosco, e querem o s q u e s tio n a r
a h o n e stid a d e de u m D eus fiel. E n tretanto , estes m o m e n to s são os m ais
s iaOn if ic a tiv o s de n ossas v id as”.
U m dos grandes servos de D eus, Paul L ittle , foi m o rto n u m acid en te
de au to m ó v el em 1 9 7 5 - Eu im e d ia ta m e n te p erg u n tei a D eus: “Por q u ê ? ”
Paul foi u m dos destacado s jovens de D eus e strate g is tas e p ro fesso res da
Bíblia. Ele foi p ro fesso r de Teologia, líd er de R e la cio n am en to C ris tã o de
In terV arsity e ex-m em bro de nosso grupo. Tenho certeza de que sua esposa,
M a n e , deve ter p erg u n tad o , na ago n ia de seu coração: “Por q u ê ? ” E ain da
assim , algu n s m eses depois, quan do ela veio para a nossa d esp ed id a do
grup o , m a n ife sto u u m esp írito m aravilho so en q u an to c o m p artilh av a sua
v itó ria com as esposas dos m em b ro s do grup o . Em vez de nós a estarm o s
co n so lan d o , ela nos consolou.
A lexan der N o w e ll disse u m a vez q ue “D eus não nos c o n so la p ara que
nós sejam os consolados, mas para que nós sejam os co n so lad o res”. Devem os
p assar para fren te o co nsolo que D eus tem nos dado.
O lh e ao seu redor. E xistem inú m eras p o ssib ilid a d e s de você co n so lar a
o utro s, não só na p erda de um ente querido , mas ta m b ém na a n g ú s tia
d iária que fre q ü e n te m e n te aparece em nossas vidas.
Q u an d o nós so m os um consolo e en co rajam en to na vida de o utro s,
alg u m a s vezes so m os su rp reen d id o s em com o isso volta p ara nós, m u ita s
vezes.

Nosso D eu s e Pai, consola~me e usa~me com o instrum ento de tua consolação para
outros. Q uero ser u m encorajam ento e apoio para pessoas que precisam de tua presença
em tempos de sofrim ento e provação. Dá~me ternura e. mansidão. Dá~me tuas palavras
para com partilhar com elas. Em nom e de Jesus. Amém.
etem bro
O DEUS DE T O D A A CONSOLAÇÃO

B endito seja o D eu s e Pai de nosso Senhor J e su s Cristo, o Pai das misericórdias e D eus
de toda a consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também
possam os consolar os que estiverem em algum a tribulação, pela consolação com que nós
m esm os som os consolados p o r Deus. 2 C o rín tio s 1.3-4) V R .

QUANTAS vezes você, quando criança, deu um a topada com o dedão,


m ach u co u a perna, ou co rto u a mão e, correndo para os braços de sua mãe,
ch o ro u p o r causa da dor? C u id a n d o de você, am ável e d e lic ad a m e n te ,
b e ija n d o o m a ch u cad o , ela lhe deu sua “cura m á g ic a ” esp ecial, e você
co n tin u o u seu cam in h o m eio curado e co m p letam en te co n solado. A m o r e
co m p aixão co n tê m um rem édio m ais forte do que todas as p o m ad as e
u n g ü e n to s feito s pelo hom em .
S im , q u an d o um a pessoa am ada m orre, é n a tu ra l para nós term o s um a
sensação de perda e até um a p ro fu n d a solidão. Isto não vai n ecessariam en te
desaparecer de u m dia para o outro. M a s, m esm o q u an d o nós se n tim o s a
dor da p erd a m ais inten sa, nós p o dem os ta m b ém se n tir a gracio sa e am ável
presen ça de C ris to m ais p erto. C ris to — que sofreu so zin h o na c ru z e
venceu a m o rte e o infern o so zin h o para nossa salvação — sabe o que é
so frer e estar so zin h o . E p o rq u e ele sabe, é capaz de nos co n so lar com sua
presença. “B endito seja o D eus e Pai de no sso S en h o r Jesus C ris to , o Pai
das m ise ric ó rd ias e D eus de to d a a consolação, que nos con so la em to d a a
n o ssa trib u lação , para que ta m b ém p o ssam o s con so lar os que estiverem
em a lg u m a tr ib u la ç ã o , p ela c o n so la ç ã o c o m q u e n ó s m e s m o s so m o s
co n so lado s por D e u s.” (2 C o 1 .3 -4 . V R . )
Então, pode existir bênção no meio da lamentação. Através do so frim en to
da p erd a D eus p o de trab alh ar em nós novas m e d id as do seu am or e força.

Nosso D eu s e Pai, preciso que tua f o r ç a e teu am or m e cubram com o u m a manta.


Preciso sentir tvia presença cm m eu coração e m ente para dissipar m eus tem ores e
tensões. S ê com igo, Senhor, e m a n tém -m e cada v e ^ m a is próx im o de ti. Através de Jesus,
m eu Senhor. Amém.
SEM DEPÓSITO, SEM RETORNO

Mas o que nos confirm a convosco em C risto c o que nos u n giu é D eus, o qual também
nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações. 2 C o r ín t io s 1 .2 1 - 2 2

Q U A N D O nós co m p ram o s algo de gran de valor, u m a casa, p o r exemplo,


so m o s, n o rm alm en te , o b rigad o s a laz er u m dep ó sito p ara in d icar nossa
sin cerid ad e e p ro m e te r que nossas inten çõ es são sérias e que p reten d em o s
ag ir co n fo rm e as regras do acordo. E sta é u m a fo rm a de seguro , u m a
g aran tia q ue ad icio n a confiança à nossa palavra.
N o s ú ltim o s anos tem os visto a pro dução de gran des q u a n tid a d e s de
latas c garrafas "sem d ep ó sito , sem re to rn o ”. As lojas que vendem estes
p ro d u to s não esperam recebê-los de volta, e, assim , não tem o s o dever de
p ag ar u m d ep ó sito q u an d o co m p ram o s estes p ro d u to s. N ó s sim p le sm e n te
os d esc artam o s quan do o co nteúd o acaba.
D eus te m feito p ro m e ssa s in a c re d itáv e is p ara nós. Ele te m p ro m e tid o
que p o d e m o s te r u m re la c io n a m e n to com ele através de seu F ilh o . Ele
te m p r o m e tid o que n u n ca vai nos d eix ar ou nos a b a n d o n a r e q u e vai
estar sem p re co n o sco . A B íb lia está cheia de p ro m e ssa s de D eus p ara os
hom ens.
A lg u é m p o de p erg u n tar: ‘Q u al a garan tia que nós tem o s de q ue D e u s é
sincero? V am os ver que tip o de dep ó sito ele está p reparado para f a z e r ”. O
d e p ó sito de D eus é o in v estim en to m ais p recio so que a lg u é m p o d eria
fazer: S e u m a ravilh o so Filho. Jesus não é so m e n te “u m a e n tr a d a ” das
p ro m essas de D eus, ele é, na verdade, o p ag am en to to ta l! N ão existem
m ais p a g am e n to s a serem feitos. “Jesus p ago u tudo , eu devo tu d o a ele. O
pecado deixou um a m ancha vermelha; ele deixou tudo branco como a neve.”
Por causa do dep ó sito de D eus em nossas vidas, ele é o brigado a cu m p rir
suas pro m essas. E assim ele tem feito. E assim ele fará.
“O ra, am ado s, visto que tem o s tais p ro m essas, p u r if iq u e m o - n o s de
toda a im u n d íc ia da carne e do esp írito , ap erfeiço an d o a san tid a d e no
te m o r de D e u s .” (2 C o 7 - 1 , V R . )

Nosso D eu s e Pai, tenho visto com o tu sempre gu a rd a s as tuas prom essas para teu povo.
E confio plena m ente que sempre farás isso. Estou dentro do teu cuidado eterno, ó
Senhor, e sei que nunca m e abandonarás, nem renunciarás a mim. Por'favor, dá-m e
coragem e f o r ç a de nunca tc abandonar. No nom e do Redentor. Amém.

3 d e -í (-• l a m í r o

O LADO POSITIVO DA T R I B U L A Ç Ã O

Em tudo som os atribulados, m as não angustiados; perplexos, m as não desanimados;


perseguidos, m as não desamparados; abatidos, m as não destruídos; trazendo sempre p o r
toda parte a m ortificação do Senhor J e su s no nosso corpo, para que a vida de Jesus se
m anifeste também em nossos corpos. 2 C o r ín t io s 4 - 8 - 1 0

O A P O S T O L O Paulo p o dia escrever: “ T ran sb o rdo dc go zo cm rodas


as n ossas tr ib u la ç õ e s ” (2 C o 7-4, V .R .).
Em to d o s os seus so frim e n to s e tr is te z a s Paulo e x p erim en to u u m a
p ro fu n d a c c o n tín u a alegria. Ele escreve sobre estar “co n tris tad o s, mas
sem p re a le g re s” (2 C o 6 . 1 0 ) . C o m sin cerid ad e ele d eclarou que pela causa
dc C r is to cie sen tia “p razer nas fraquezas, nas in jú rias, nas necessidades,
nas p ersegu içõ es, nas a n g ú s t ia s ” (2 Co 1 2 . 1 0 ) .
Eu tenh o p ercebido em m in h as viagens que aqueles que têm o céu em
vista p erm an ecem serenos e alegres nos dias m ais escuros. Sc as gló rias do
ccu fo ssem m ais reais para nós, se vivêssemos m enos por coisas m a teriais
e m a is p o r co isas etern as c e s p ir itu a is , se ría m o s m a is d ifíc e is de ser
in c o m o d ad o s pela vida presente.
N e s t e s d ias de trevas, re v o lta s e in c e rte z a s , o c r is t ã o c o n f ia n te c
esp eran ço so p erm an ccc o tim ista e alegre, sabendo que C ris to a lg u m dia
deverá governar, e, “se perseveram os, com ele ta m b ém re in a r e m o s” (2 T m
2 .1 2 , V R . ) . C o m o alguém um a vez disse: “Paciência jh u p o m o n ej é a qualidade
da perseverança que pode chegar ao p o n to m a is frág il e ain d a ass im não
q u e b r a r ”.
Ao m esm o tem po estou igualm ente certo de que os cristãos que passaram
anos cm tr a b a lh o s fo rçad o s, ou no e x ílio , p a s s a r a m p o r p e r ío d o s dc
d esencorajam ento —até m esm o desespero. Aqueles que viram entes queridos
m o rrerem sen tiram um a p ro fun d a perda c u m so frim en to intenso. A vitória
para cies não tem sido fácil e rápida. M a s, fin alm en te, a paz de D eus vem,
e com cia a sua alegria.
O
Nosso D eus e Pai, penetra no m eu coração com o teu contentam ento c a tua esperança
eternos. Faze com que eu encare o sofrim ento e o desânim o com alegria, sabendo que são
apenas cam inhos para a tua glória. Enche-me com riso c g o ço , Pai. D á -m e f é e
esperança sustentadoras p o r causa de Cristo, em cu jo nom e eu oro. Amém.

4 d o J c l c>ni i ro

UMA PALMADA AMOROSA DO PAI CELESTIAL

Porque a nossa leve c m om entânea tribulação p rodu ^ pa ra nós


u m peso eterno de gló r ia m u i excelente. 2 C o rín tio s 4 -1 7

C R I S T O é a resp o sta pata o so frim e n to .


Doença, tristeza e pecado são o resultado da queda do h o m em no jardim .
D o en ça é o su b p ro d u to da tran sgressão ; mas isto não sig n if ic a que os
cristão s n un ca são afligid o s. A Bíblia diz: “M u it a s são as aflições do ju sto ,
mas o S e n h o r o livra de to d a s ” ( S i 3 4 - 1 9 ).
Jó estava afligid o ; Paulo tin h a um a en ferm id ade; L ázaro estava doente;
e boas p esso as através da h is tó ria n un ca receberam u m a p ro m essa de que
elas seriam im un es às doenças e en fe rm id ad es. U m grand e n ú m e ro de
p essoas me escreve todo m ês e p erg un ta: “ Por que os cristão s s o f re m ? ”
R e sta a sseg u ra r que há razões para os cristão s serem a fligid o s. De acordo
com a Bíblia, u m a razão pela q ual o povo de D eus sofre é que o s o frim e n to
é u m pro cesso discip lm ad or, p u rific a d o r c m oldador.
A B íblia diz: “C o n fessa, pois, no teu coração que, com o um h o m e m
c astig a a seu filho, assim te castiga o Senhor, teu D e u s ” ( D t 8 . 5 ) .
De novo as E scritu ras dizem : “B em -aventurado é o h o m e m a q u e m tu
repreendes, ó Senhor, e a q u em ensinas a tua l e i ” (SI 9 4 - 1 2 )
M a is um a vez a Bíblia diz: “Porque o S e n h o r repreende aquele a quem
ama, ass im com o o pai ao filho a q u em quer b e m ” (Pv 3 -1 2 ).
D e stas E scritu ras nós ap ren dem o s que a pun ição da aflição é um passo
no p ro cesso do n o sso co m p leto desen vo lvim en to . Esta p u n iç ão pode ser
algum as vezes um a p alm ada am orosa do nosso Pai celestial para nos m o stra r
que nós tem o s nos desviado do cam inh o de nossas o brigações.
C. S. Lcwis, um gran de ap o lo g ista cristão, em seu ú ltim o ensaio que
escreveu antes de morrer, d isse; “N ós não tem o s d ireito à felicidade; só a
o b rigação de fazer nosso d e v e r”. É claro que é em n ossas o brigaçõ es que
vem a f eli cidade. Tente.

Nosso D eu s e Pai, aceito tua disciplina e correção com gratidão. Tu cs m eu Pai eterno e
eu, teu f il h o que te ama. A juda -m e a crescer espiritualm ente com sabedoria e g r a ça para
ser com o Jesus, teu Filho e m eu irmão, em quem eu oro. Amém.

5 d e J alem b ro

UMA NOVA PESSOA

Q ue diremos, p o is? P erm anecerem os no pccado, para que a gr a ça seja m ais


abu ndante? D c m odo n en h u m ! Nós que estamos m ortos para o pecado,
com o viverem os ainda nele? R o m an o s 6 .1 - 2

O PROFETA E zeq u iel disse: “E vos darei u m coração novo e porei


d entro de vós u m esp írito n o vo ” (E z 3 6 . 2 6 ) . N o livro de Atos, Pedro
ch am o u isso de arrep en der e converter. Paulo fala disso em R o m an o s com o
sen d o “vivos d e n tr e m o r t o s ” ( R m 6 . 1 3 ) . Em C o lo s s e n s e s ch am a de
“ [d e sp ir ] do velho h o m em com seus feito s e [v estir] do novo, que se
renova para o co nh ecim en to , seg un d o a im ag em d aquele que o c r io u ” (3-9~
1 0 ) . Em T it o ele cham a de “lavagem da regeneração e da renovação do
E s p ír ito S a n t o ” (3 - 5 )- Pedro d isse que isso era ser “p a r tic ip a n t e s da
n a tu re z a d iv in a ” (2 Pe 1 .4 ) . João usou a expressão “p asso u da m o rte para
a v id a ” (Jo 5 - 2 4 ) . N a Igreja da In glaterra o catecism o cham ou de “m o rte
para o pecado e novo n asc im en to pata a j u s t iç a ”.
A ssim , a Bíblia ensina que o h o m em p o de p assar através de um a radical
m u d an ça e sp iritu a l e m o ral que é realizada pelo p ró p rio D eus. A palavra
que Jesus usou, que é tr a d u z id a p o r “o utra vez”, na realidad e sig n if ic a “dc
c i m a ”. O c o n te x to do te r c e ir o c a p í t u l o de Jo ã o e n s in a q u e o novo
n asc im en to é algo que D eus faz pelo h o m em quan do ele está d isp o sto a
e n treaar-se
O a D eus. O h o m em não tem em si m esm o a sem en te da nova
vida; isso deve vir do p ró p rio D eus.
U m dia um a lagarta sobe para a árvore a qual a natureza envolve com um
m a n to de fibra. Ela d o rm e e em alg u m a s sem an as d esp e rta u m a lin d a
borboleta. Assim, o h om em — aflito, desanim ado, m feliz, perseguid o pela
consciência, im pelido pela paixão, dom inado pelo egoísmo, hostil, briguento,
confuso, dep rim ido , miserável, viciado em álcool e drogas, buscando um
escape —pode vir a C risto pela fé e surgir u m novo hom em . Isso soa incrível,
até m esm o im possível, contudo, é exatam ente o que a Bíblia ensina.
Você se sen te dentro de um casulo? V olte-se para C r is to e p eça-lh e para
dar-lhe asas m aravilhosas para que você possa su b ir acima de seus problem as
e ser v ito rio so sobre eles.

Nosso D eu s c Pai, transform a m eu coração de rebelde em submisso. Tira minhas


paixões e desejos malignos; substitui-os p o r contentam ento e alegria. D á -m e minhas
asas, Senhor, para que eu possa vo a r acim a dos m eus problem as e tentações. Em nom e
de Jesus. Amém.

6 cl o â g l o m i r <

O VELHO E O NOVO

Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas j á passaram ; eis
que tudo se fe^ n ov o. 2 C o r ín t io s 5*17

CERTA vez ouvi um c a r p in te iro d iz e r que é sem p re m e lh o r e


n o rm a lm e n te m ais eco n ôm ico c o n stru ir u m a nova casa do que re fo rm ar a
velha. Isso é ain da m ais verdade no m u n d o e sp iritu al. N ão há nada na
n ossa velha n atu rez a que seja d ign o de ser salvo. N o sso s p e n sa m en to s são
cheios de engano. N o s sa s bocas são cheias de m a ld içõ es e am argura. N ã o
co n h ecem os o cam in h o da paz. A Bíblia diz: “N ão há q u em faça o bem,
não há se q u e r u m ” (SI 14-3; com pare com R m 3*12).
A velha n atu rez a com seu engano, sua depravação e sua in iq ü id a d e deve
d ar lu g a r a um a nova natureza. E é exatam en te o que D eus está pro n to
para fazer. D eus diz: “E vos darei u m coração novo e p o rei d entro de vós
u m esp írito n o v o ” (E z 3 6 . 2 6 ) .
Q u e desafio ! Ê m u ito m ais d ifícil m u d a r nossa d isp o sição do que nossa
aparência. N a realidade, é ab so lu ta m e n te im p o ssível p ara eu m u d a r m in h a
d isp o sição com m in h a p ró p ria força. A ssim , o novo n asc im en to é algo que
deve ser feito para m im p o r o utra pessoa; e D eus p ro m e te u fazer aq u ilo
que eu não po sso fazer sozin h o. E ele o fará p o r você tam b ém !
Nosso D eu s e Pai, p o r fa vor, dá-m e u m coração e um espírito renovados, com o
prom eteste fazer. A rrependo-m e e dou as costas para os m eus velhos caminhos; adoto teus
planos e sonhos para minha vida. Guia-me, dirige-me, ensina-m e. Sou teu para que m e
gu a rd e s para sempre. Em Cristo. Amém,

7 cl e J a l c>in l r o

EMBAIXADORES POR CRISTO

D e sorte que som os embaixadores da parte de Cristo, com o se


D eu s p o r nós rogasse. R ogam o-vos, pois, da parte de Cristo que
vos reconcilieis com Deus. 2 C o rín tio s 5-20

O Q U E c u m e m b a ix a d o r? U m e m b a ix a d o r e a p esso a, a m ig o da
au to rid a d e . Ele e o servo do governo n um a terra estran geira.
O Ele não tem
lib erd a d e de estab elecer suas p ró p n a s regras ou desenvolver sua p ró p ria
m en sagem . D a m esm a m aneira som os chama dos para viver sob a au to rid ad e
de Jesus C r is to e a au to rid a d e das E scrituras. So m o s servos. D evem os
viver debaixo da a u to rid a d e da Palavra de D eus. S o m o s ch am ados não para
fazer a nossa vontade, mas a de C risto .
Q u e s igOn if ic a viver deb aixo da a u t o r id a d e da Palavra de D eus? P rim eiro
de tu d o , s ig n if ic a q ue vivem os deb aixo da a u to rid a d e de D e u s em n o ssa
vida p e ss o a l. “P o rtan to , s a n tif ic a i-v o s e sede s a n t o s ” (Lv 2 0 . 7 ) , d iz e m
as E s c ritu r a s . D evem o s ser povo sa n to de D eus; devem o s viver o que
p re g a m o s cm n o ssa vida p esso al; u m a vida d evo cio n al d is c ip lin a d a . O
m u n d o h oje está b u sc a n d o h o m e n s e m u lh e re s sa n to s p ara viverem sob a
a u t o r id a d e da Palavra de D eus. Eles não vão o u v ir o q ue d iz e m o s a m en o s
q ue s u s te n t e m o s co m a m a n e ira que vivem os em n o sso s r e la c io n a m e n to s
p e ss o a is .
S egu n d o , e s t a m o s so b a a u t o r id a d e da P alavra de D e u s cm n o ss o s
r e la c io n a m e n to s s o c ia is ta m b é m . C o m o c r is tã o s , não so m o s p e ss o a s
is o la d a s ; s o m o s p a r t e da s o c ie d a d e com to d a s as su a s d i f ic u ld a d e s ,
p ro b lem as e esperanças. A Bíblia tem m u ito a d iz e r sobre ju s tiç a e ação
social. Esta é um a área d ifícil. Os cristãos sabem disso. A so ciedade h u m an a
está afetada pelo pecado, e sabem os que q u a lq u e r esforço que fizerm o s
para m e lh o ra r a sociedade sem pre será inco m p leto e im p erfeito . N ão vamos
c o n stru ir um a U to p ia na Terra. Por quê? Por causa da n atu rez a h um an a.
O pecado nos im p ede de c o n stru ir u m paraíso na Terra.
M a s se trabalharmos pela justiça social —esse é o mandam ento da Escritura
— devemos fazer tudo o que pudermos para que possamos viver pacífica e
livremente, e uma vida de dignidade humana. Apenas C risto pode transform ar
os corações, mas isso não significa que negligenciamos as responsabilidades
políticas e sociais. C risto está preocupado com o homem total, incluindo a
sociedade na qual ele vive. M u ito s dos grandes reformadores sociais do século
dezenove na Grã-Bretanha e América foram inspirados pelos cristãos evangélicos.
M as o tempo chegou quando m uitos se esqueceram de que o evangelho é
tanto vertical como horizontal. Isso agora está m udando rapidamente. Os
evangélicos estão proclamando novamente um evangelho equilibrado de salvação
pessoal de um lado e responsabilidade social do outro. -
Terceiro, estam os sob a au to rid a d e em nosso serviço. É D eus q u em nos
ch am o u para servir. N ão so m os livres para escolher o lu g a r e a m an eira
com o o servirem os. Eu sem pre fico esp an tado com a variedade de dons
que D eus te m dado à Igreja. C ada pessoa recebeu u m d o m de D eus. Você
p o d e ser u m lavrador, u m operário, u m m éd ico , ou u m professor, m as você
recebeu u m do m do E sp írito S an to . Paulo disse: “que d esp ertes o d o m de
D eus, que existe em t i ” (2 T m 1 .6 ). Q u a l é o seu dom? C ada u m de nós
deve colocar seu do m em ação para D eus.

Nosso D eu s e Pai, u sa -m e com o um em baixador do teu reino para o m undo perdido e


agonizante. S ubm eto-m e à tua autoridade c vontade. M ostra-m e com o u sar o dom que
tu m e deste para d ifu n d ir teu reino, pois quero ser teu servo humilde. O ro em nom e
D aquele que é m eu exemplo, J esu s Cristo. Amém.

8 cl e S e i e nr I r o

JESUS LEVOU NOSSO JULGAMENTO

Aquele que não conheceu pecado, D eu s ojez jp eca d o p o r nós; para que,
nele, fôssem os j e i t o s ju stiça de Deus. 2 C o rín tio s 5-21, V R .

Portanto, agora, nenhum a condenação há para os que


estão em Cristo Jesus. R o m an o s 8.1
A B Í B L I A d iz que o ju lgam en to pelo pecado que eu merecia já passou.
C r is to levou m eu ju lg a m e n to na cruz. C ada exigência da lei foi cum p rid a.
A lei foi co m p le tam e n te satis fe ita na oferta que C ris to fez de si m esm o
p elos pecado s: “M a s o S en h o r fez cair sobre ele a in iq ü id a d e de nós t o d o s ”
(Is 5 3-6 ); “Levando ele m esm o em seu corpo os nossos p ecados sobre o
m a d e ir o ” ( i Pe 2 . 2 4 ) ; “M a s este, havendo oferecido u m único sacrifício
p elos pecados, está assen tado para sem pre à d estra de D e u s ” (H b 1 0 . 1 2 ) .
A lei d izia: “O salário do pecado é a m o r t e ” ( R m 6 .2 3) e “A alm a que
pecar, essa m o r re r á ” (E z 1 8 . 4 ) . Eu m erecia ju lg a m e n to e infern o , mas
C r is to levou o ju lg a m e n to e o infern o p o r m im . Ele m e sm o diz: “N a
verdade, na verdade vos d igo que q u em ouve a m in h a p alavra e crê naquele
que me enviou tem a vida eterna e não en trará em condenação, m as passo u
da m o rte p ara a v id a ” (Jo 5 -2 4 ). N e n h u m a declaração p o deria ser m ais
clara do q ue a de que o verdadeiro crente em Jesus C r is to não p assará pelo
ju lg a m e n to . Esse ju lg a m e n to é passado. “L an çaste para trás das tuas costas
to d os os m e u s p e c a d o s .” (Is 3 8 . 1 7*) D eus disse através de Jerem ias, o
p ro feta: “N u n c a m ais me lem brarei dos seus peca d o s ” ( 3 1 . 3 4 ) .
N u n c a en ten d erem o s a extensão do am or de D eus em C r is to na cruz
e n q u a n to não en te n d e rm o s q ue n un ca estarem o s d ian te de D eus p ara
ju lg a m e n to p o r nossos pecados. C risto levou nossos pecados. Ele te rm in o u
a obra da redenção. Eu não sou salvo através de n en h u m a obra ou m é rito
p o r m im m esm o . Eu p reg uei para m ilhares de pessoas em cada co n tin en te,
m as não vou para o céu p o r causa da m in h a pregação. Eu vou p ara o céu
in te ir a m e n te pelo m é rito da obra de C risto . Eu n un ca estarei d ian te de
D eus p ara ju lg a m e n to . Tudo isso está no passado.
C e rta vez, cruzan d o o A tlân tico N o rte, eu olhei pela p o rtin h o la, quan d o
m e levantei pela m anhã, e vi as nuvens m ais escuras que jam ais tin h a visto.
E stava seguro de q ue estávam os n u m a terrível tem p estad e. Pedi m eu café
no q u a rto e conversei com o g arço m sobre a te m p estad e. Ele disse: O h!
nós já p assam o s p o r aquela tem p estad e. E stá atrás de n ó s ”.
S e so m os crentes em Jesus C risto , já atravessam os a te m p estad e do
ju lg a m e n to . Ele aco n teceu na cruz.

Nosso D eus e Pai, f i c o completamente: humilhado ao -pensar que Cristo m orreu p or


m im . E nvolvo tua gr a ça e perdão no m eu coração com lágrim as de gratidão. Teu
imenso a m or é m ais do que consigo compreender. Obrigado, Pai, pelo abençoado dom da
vida eterna através de J e s u s Cristo, m eu Senhor. Amém.
O CRISTÃO SEMELHANTE A CRISTO

C om o contristados, m as sempre alegres; com o pobres, m as enriquecendo a muitos;


com o nada tendo, e possuindo tudo. 2 C o r ín t io s 6 .1 0

ESTAS palavras do apó sto lo Paulo me lem b ram de A m y C arm ich a el.
A pesar dc presa ao leito com o re su ltad o de um acid ente vinte anos antes
de sua m o rte, e quase em c o n stan te dor, ela c o n tin u o u a m in is tr a r através
de seus escrito s devocionais e poesia. S eu aguçado d iscern im e n to e seus
re stau rad o res artig o s esp iritu ais revelaram a prof un d id ad e dc seu cam in h ar
com C ris to . Ela co n tin u a com o u m com ovente exemplo de u m a cristã cujo
so frim en to físico a cap acito u a refletir o caráter de C risto . Ela viveu um a
vida de go zo no m eio da trib ulação . S u a face irradiava o am o r a C ris to , e
sua vida co nd en so u a estatu ra de san tid ad e que o cristão c o m p ro m etid o
p o de alcançar, se ele reage com gozo no so frim en to .
D u ra n te os anos de dor física, A m y C arm ich a el escreveu os m u ito s
livros que ab en ço aram incontáveis m ilhares de pessoas 110 m u n d o todo.
S e m a “b ê n ção ” de estar c o n fin ad a ao leito, talvez ela estivesse m u ito
o cup ada para escrever.
H á um a histó ria sobre M a rtm h o Lutero atravessando u m p eríodo de
depressão e desânim o. Por dias, seu rosto triste abatia a vida familiar. C erto
dia, sua esposa veio para a mesa para o cafc da m anhã vestida de preto, como
se fosse para um funeral. Q uando M a rtin h o p erg u n to u -lh e quem morrera,
ela replicou: “M a rtin h o , da maneira como você se co m p orta ultim am en te,
eu pensei que D eus m orreu; então, vim preparada para ir ao seu en terro ”.
S ua repreensão gen til mas efetiva foi d iretam ente ao coração de M a rtin h o
Lutero, e, com o resu ltad o dessa lição, o grande R e fo r m a d o r resolveu n un ca
m a is p e r m it ir q ue os c u id a d o s do m u n d o , r e s s e n t im e n to , d ep re ssão ,
d e sâ n im o ou fru stra ç ã o o d erro tassem . Pela graça de D e u s, ele juro u,
s u b m eteria sua vida ao Salvad o r para re fletir sua graça n u m esp írito de
louvor, não im portava o que viesse. C o m Paulo ele deveria exclamar: “Graças
a D eus que nos dá a v itó ria p or no sso S en h o r Jesus C r i s t o ” (I C o 1 5 - 5 7 )-
Q u an d o foi a ú ltim a vez que você louvou a D eus no m eio do desespero?
N ão espere ate “sen tir v o n ta d e” ou n unca o fará. Faça isso e, então, você
vai sen tir!
Nosso D eu s e Pai, lou vo-te p o r tua generosidade e p o r tuas bênçãos. Tu derramaste tua
bondade sobre m im , m esmo sendo eu indigno dela. Tu m e deste m ais do que aquilo que
eu podia imaginar. Obrigado, Pai, p o r teu gra n d e amor. O brigado especialmente p o r
Cristo, através de quem eu oro. Amém.

10 da ó e L o m >

VIDA ETERNA E INTERNA

G raças a Deus, pois, pelo seu dom inefável! 2 C o rín tio s 9-15

O H O M E M tem duas grandes necessidades esp iritu ais. U m a é o perdão.


A outra é a bo n dade. C o n sc ie n te ou in c o n scie n tem en te, seu ser in te rio r
deseja am bos. E xistem ocasiões em que o h o m em na verdade clam a p o r
eles, m esm o que em sua in q u ietação , confusão, so lidão , m edo e pressões
ele po ssa não saber o que está p edindo.
D eus ouviu o p rim e iro pedid o de ajuda, o p ed id o de p erdão e respondeu
no C alvário. D eus enviou seu Filho ao m u nd o para m o rrer p o r no ssos
p ecados, para que p o ssam o s ser p erdoados. Este é um p resen te para nós —
o do m de D eus da salvação. Este do m 6 uni legado p erm an en te para todos
q u an to s v erd ad eiram e n te a d m ite m ter “c a íd o ” e pecado. E para todos que
a ceitam o do m de D eus, recebendo Jesus C ris to com o S e n h o r e Salvador.
Paulo cham a a isso de do m “in efável” de D eus.
M a s D eus ta m b ém ouviu o seg un d o g rito , o pedid o p o r bo n d ade, e
re sp o n d eu em Pentecostes. D eus não q u er que ch eguem o s a C r is to pela
fé, e depois vivamos um a vida derrotada, d esan im ad a c de desavenças. Em
vez disso , ele quer c u m p rir “todo o desejo da sua b o n dade e a obra da fé
com p o der; para que o nom e de nosso S e n h o r Jesus C ris to seja em vós
g lo r if ic a d o ” (2 Ts I.II-I2).

E ntão, ao grand e do m do perdão Deus acrescenta o gran d e do m do


E sp írito S a n to . Ele é a fo n te de p o d er que sup re nossas n ecessid ad es para
escap ar da m iserável d eb ilid ad e que nos assola. Ele nos dá p o d e r para
serm os v erd ad eiram e n te b o ndosos.
Se devem os viver u m a vida saudável em n o sso m u n d o m o d e rn o , se
q u i s e r m o s ser h o m e n s e m u lh e r e s q ue p o d e m viver v i t o r i o s a m e n t e ,
p rec isa m o s dos dois lados do dom que D eus nos oferece: p rim eiro , a obra
do Filho dc D eus p o r nós; segun do, a obra do E sp írito de D eus cm nós.
D e sta m an eira D eus resp o n deu aos dois grandes clam ores da h u m a n id ad e:
o clam o r pelo p erdão e o clam o r pela bondade.
C o m o u m am ig o m e u disse: ‘ Eu preciso de Jesus C r is to para m in h a
vida etern a c do E sp írito S an to de D eus para m in h a vida in t e r n a .” Ele
p o d eria ter acrescentado ‘...para viver m in h a vida externa em to d a a sua
p le n it u d e ”.

Nosso D a is e Pai, tu és u m a parte tão gra n d e minha que não consigo identificar onde
eu term ino e tu começas. Não sou nada sem ti, Senhor Tu estás dentro de m im , à
m inha volta e através de mim. Sou teu e tu és meu. O brigado p o r estar com igo para
sempre. Em nom e de Jesus. Amém.

11 d e e 1 a in b r o

SALVAÇÃO É DE GRAÇA, NÃO BARATA

Três vezes f u i açoitado com varas, um a v c z j u i apedrejado, três vezes sofri naufrágio,
u m a noite c u m dia passei no abismo; cm viagens, m uitas vezes, em perigos de rios, cm
perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos
na cidade, cm perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os fa ls o s irmãos;
em trabalhos c fadiga, cm vigílias, m uitas vezes, em fom e e sede, em jeju m , m uitas
vezes, em f r i o e nudez: Além das coisas exteriores, m e oprime cada dia o cuidado de
todas as igrejas. Q u em enfraquece, que eu também não en fraqueça? Q u em se
escandaliza, que eu não me abrase? Se convém gloriar-m e, g lo r ia r -m e-ei no que diz
respeito à m inha fraqueza. 2 C o rín tio s I 1 .2 5 - 3 0

P A R A P aulo , a vida c r is t ã era de s o f r im e n t o . O m e s m o p o d e r i a ser


d ito de u m a m u lt i d ã o de s e g u id o r e s de C r i s t o , m u it o s dos q u a is fo r a m
m o r to s p o r su a fé. Por isso , q u an d o C r is t o d isse, vez após o u tr a : “ n e g u e -
se a si m e s m o , to m e a sua c r u z e s i g a - m e ’ , ele estava m o s t r a n d o que
n ão é f á c il ser seu v e r d a d e ir o se g u id o r. O a p ó s t o lo P au lo a d v e r t iu : “E
n a v e r d a d e , t o d o s os q u e q u e r e m v iv er p i a m e n t e em C r i s t o J e s u s
p a d e cerão p e r s e g u i ç õ e s ’ ( 2 T m 3 -1 2 , V .R . ) . Ele n ão o fe re c e g ra ç a
b a t a t a , n e m v id a fá c il. C o m o a lg u é m d isse : “ S a lv a ç ã o é de g ra ça, m as
n ão é b a r a t a ”.
C h arles T. S t u d d foi u m fam o so d e sp o rtista na In glaterra, cap itão do
tim e de críquete C am b rid g e XI. U m século atrás, ele do o u sua vasta fo rtu n a
para obras de caridade e levou o “C a m b rid g e S e t e ” p ara a C h in a. Seu m o to
era: “Se Jesus C risto , sendo Deus, m o rreu por m im , então n en h u m sacrifício
pode ser grand e dem ais para eu fazer p o r ele”.
D u ra n te a p rim e ira década deste século, Bill Borden deixou u m a das
m aio res fo rtu n as fam iliares da A m érica para ser m iss io n á rio na C h in a. Ele
ch ego u apenas ao E gito, onde, ainda com seus vinte anos, m o rreu de febre
tifó id e. A ntes de m o rrer ele disse: “N e n h u m a reserva, n en h u m a re tirad a,
n en h u m rem o rso .

Nosso D eus e Pai, teu Filho deixou todas as glórias e riquezas do céu para m orrer por
mim. A ju d a -m e a deixar o m aterialism o para trás e seguir-te de todo coração. D á -m e
contentam ento em qualquer situação cm que eu m c encontre, na pobreza ou na riqueza,
na doença ou na saúde, na perseguição ou na paz^ Edifica minha f é através de J e su s
Cristo, em quem eu oro. Amém.

1 2 cl e Je l e mi ro

VOCÊ PODE SALTAR MURALHAS

E [o S en horj disse-me: A minha gra ça te basta, porque o m eu p od er se apeifeiçoa


na fraqueza. D e boa vonlade, pois, me gloriarei nas m inhas fraquezas, para que
em m im habite o pod er dc Cristo. 2 C o rín tio s 1 2 .9

CONVERSÃO é a m u d an ça v o lu n tária na m en te do p ecado r na q ual


ele se desvia do pecado para C risto . A conversão é o lado h u m a n o da
trem e n d a tran sfo rm a ção que acontece n u m d ivin am en te elaborado “novo
n a s c im e n to ” ou “re gen eraçã o ”. Isto é, sim p lesm en te, o h o m e m ab an do n ar
o pecado e vo ltar-se para C risto .
A E scritu ra ensin a que D eus traz os h o m ens para ele, m as eles ta m b ém
são exortados a se vo ltarem para D eus. Ele é representado com o o au to r de
u m novo coração e esp írito , co n tu d o está ordenado aos h o m ens fazerem
p ara si m esm o s um novo coração e esp írito . Este é o an tigo paradoxo da
graça e do livre-arb ítrio .
N in g u é m p o de se converter a não ser pela graça de D eus, p o rq u e som os
m u ito fracos para nos vo ltarm o s, sem ajuda; p o dem os fazê-lo apenas cm
re sp o sta a alg u m e stím u lo de fora de nós m esm os.
M a s n in g u é m pode se converter sem o c o n sen tim en to de sua p ró p ria
vontade, p o rq u e D eus não esm aga nossa escolha h um an a. Podem os não
ser liv res para escolher, p o rq u e o pecado d eb ilita nosso p o d er de escolha
m o ral; mas so m o s livres para recusar. Podemos recusar ser esco lh id o s.
S im ã o Pedro não p o deria ser um d iscíp u lo até que Je su s o ch am o u e
disse: “S e gD u e - m e ”. M a s o utro s o uviram o m esm o cham ado e recusaram ,’
ou d eixaram de lado. U m disse: “Senhor, deixa que p rim eiro eu vá en terrar
m eu p a i ”. O u tro disse: 'D e ix a - m e d esp edir p rim eiro dos q ue estão em
m in h a casa”. Estes h o m ens recusaram o cham ado de C risto .
E sta co m b in ação de cham ado divino e re sp o n sab ilid ad e h u m an a em
aceitar ou recusar a graça de D eus vai através da Bíblia to da e caracteriza
to d o o trato de D eus com o hom em .
A Bíblia nos co n fro n ta com a indep en dên cia m o ral do h o m e m den tro
de si m esm o e sua d epen dên cia e sp iritu a l de Deus.
N a s pito rescas palavras do S a lm o 1 8 .2 9 , Davi diz: “C o m o m eu D eus
salto um a m u r a lh a ”. O h o m em pode saltar sobre algu m as barreiras p or sua
p ró p ria vo n tad e e esforço, mas algum as m u ralh as são tão altas q ue ele
p recisa m ais do que isso.
O s a lm ista conhecia estas m u ralh as. Elas p o d eriam ser saltadas apenas
com a ajuda de D eus. D eus não levanta o h o m em sobre elas. D eus o ajuda
q u an d o ele to m a o im p u lso para saltar.

Nosso D eus e Pai, minha f o r ç a vem de ti. C om tua ajuda e teu apoio posso superar
todas as barreiras à santidade e alegria. Fortalece-me, Senhor, para f a z e r a tua vontade
e para levar outras pessoas para a tua gr a ça salvadora. Venho p ed ir em nom e de Jesus,
m inha f o r ç a e esperança. Amém.

13 cí ü J o l o ili L r o

NOSSO AJUDADOR ONIPOTENTE

A g r a ça do Senhor J e s u s Cristo, e o am or de Deus, e a com unhão do Espirito Santo


sejam com vós todos. A m ém ! 2 C o rín tio s 1 3. 1 3
DEUS E sp írito S an to c igu al ao Filho e ao Pai cm to d o s os sen tid o s.
A Bíblia nos ensina que cie é c o -ig u a l a D eus Pai c a D eus Filho. A Bíblia
ta m b é m nos ensina que o E sp írito S an to é um a Pessoa. N u n c a devem os
nos referir a ele com o a algo im pessoal. Ele não é só u m agente, ele não é
só um a in fluên cia. Ele e um a Pessoa poderosa, o E sp írito S a n to de D eus.
A B íblia nos d iz que ele é o n ip o ten te. Isto s ig n ific a que ele tem to d o
poder.
A Bíblia nos d iz que ele é o n ip resen te. Isto s ig n ific a que ele está em
tod o lu g a r ao m esm o tem po.
A Bíblia nos d iz que ele é on iscien te. Isto sig n ific a que ele te m to d o
c o n h ecim en to . Ele sabe tu d o o que nós fazem os — ele nos vigia. “Os seus
olhos estão nos p a r d a is ”, e se D eus E sp írito está vigian d o os pard ais,
q u an to m ais estará nos vigian d o a to do m o m en to .
Ele vê os p en sa m en to s e inten çõ es de nossos corações. Ele sonda nossas
m en tes, o que p en sam o s, as inten çõ es de nossas alm as. Ele sabe tu d o sobre
nós. Ele sabe tu d o : A Bíblia diz que tu d o o que fazem os ele escreve n u m
livro, c a lg u m d ia este livro será tra z id o com o u m a evidência no gran d e
Ju lg a m e n to de D eus.
A Bíblia nos ensina que o E sp írito S a n to é eterno. A Bíblia nos d iz que
ele é san to . Ele é citado no N ovo T estam en to cem vezes com o E sp írito
S a n to — to ta lm e n te santo, to ta lm e n te puro, to ta lm e n te ju sto .
O q ue isto deveria sig n ific a r para m im ? Eu po sso d izer com o o bispo
a n glica n o Jc rem y Taylor, do século dezessete: “E im p o ssív el u m h o m e m se
desesp erar q u an d o ele se lem bra de q ue seu A ju d ad o r é o n ip o t e n te ”.

Nosso D eu s c Pai, sei que tu és imponente, todo-poderoso, onisciente c sempre presente


comigo. Teu Espírito habita em m im e me g u ia no cam inho para a vida eterna. C om o
teu auxílio, e através dc Cristo, m eu Senhor, posso ser mais que ven cedor na vida.
Amém.

14 cie

ESTE PRESENTE SECULO MAU

[Jesus] o qual se deu a si m esmo p o r nossos pecados, para nos livrar do


presente século mau, segundo a vontade dc Deus, nosso Pai. G álatas 1.4
E M Lucas I 8, Jesus co nto u do fariseu cheio de ju stiç a p ró p ria q ue disse:
“O D e u s, g ra ç a s te d o u , p o r q u e não so u co m o os d e m a is h o m e n s ,
ro ub ad ores, in ju s to s e ad ú ltero s; nem ainda com o este p u b lic a n o ” (v. 1 1 ) .
O fariseu se enganava p ensando que era alg u m a coisa, quan do não era.
M a s o co b rado r de im p o sto s, para o q ual o fariseu olhava com desprezo,
via-se com o era e disse: "O D eus, te m m ise ric ó rd ia de m im , p e c a d o r !” (v.
13) . Jesus disse: ‘ D ig o -v o s que este desceu ju stific a d o para sua casa, e
não aquele; p o rq u e q u a lq u e r que a si m esm o se exalta será h u m ilh a d o , e
q u a lq u e r q ue a si m esm o se h u m ilh a será ex a lta d o ’ (L c 1 8 . 1 4 ) .
C o m o po dem os acertar nossos valores? C o m o po dem os en d ireitar nosso
ju lg a m e n to ? A lgun s nos d iz em que a educação é a re sp o sta p ara estas
p e rg u n tas. Prove p ara as pessoas que o crim e não com pensa, que o sexo
ilíc ito é p sic o lo g ic a m e n te danoso, que a bebida excessiva faz m al para o
corpo e o cérebro. Program as de reform a pessoal e social são co n tin u am en te
lan çado s. Eles são a re sp o sta p ara o mal?
O u tro s d izem que a ciência c a resposta. A ciência, sup õ e-se, p o de fazer
e lim in a r a bo m b a ou fazer u m cigarro ino fensivo . Pode tr a ta r com o
p ro b lem a das drogas. A ciência, eles dizem , pode p en etrar no cérebro do
h o m e m e alterar seus desejos.
M a s a B íblia, que te m re s is tid o à prova do tem p o , nos c o n ta algo
d iferen te. Ela fala que nós p o ss u ím o s um a n atu reza p ecad o ra e caída, que
guerreia contra nós, q ue busca d estru ir-n o s. Paulo disse: “Acho, então,
esta lei em m im : que, q u an d o quero fazer o bem, o m al está c o m ig o ” ( R m
7 . 2 1 ) . O m al está p resen te para en gen h o sam en te disfarçar-se cm bem . O
m al está presen te para c o n tro lar e enganar. N ão tem o s paz conosco ou
com D eus. E disso que trata a cruz de C risto : para reco n ciliar-n o s com
D eus e dar-nos um a nova n atureza.

Nosso D eu s e Pai, tem misericórdia de mim, u m pecador, Eu desejo, verdadeiramente,


ja z e r aquilo que é certo e bom aos teus olhos, mas 0 m al sempre está comigo. Sou fraco e
pecador, ó Senhor. M esm o assim, agradcço~tc 0 Senhor Jesus, que nos conduzirá em
triunjo sobre 0 pecado, sobre 0 diabo e sobre 0 mal. O brigado pela cruz^que me
reconcilia contigo através de Jesus, em cu jo nom e cu oro. Amém.
DEUS DESCEU

J á estou crucificado com Cristo c vivo, não m ais cu, m as Cristo vive em m im ; c a vida
que agora vivo na carne, vivo~a na f é do Filho dc Deus, o qual me am ou c se entregou
a si m esm o p o r mim. G alaras 2 . 2 0

J E S U S não c só C risto , ele ta m b ém é “D eus e nosso S e n h o r ” ( T t 2 . 1 3).


Esta é u m a verdade trem end a e q uase inco m p reen sível: D eus d esceu a este
p lan eta na Pessoa dc seu único Filho. A encarnação e a divin d ad e de Jesus
são as pedras an gulares da fé cristã. Jesus C risto não foi só u m gran de
p ro fesso r ou u m santo líd er religio so . Ele era Deus cm carne h u m a n a —
c o m p le ta m e n te D eus e c o m p letam en te hom em .
Jesus te ste m u n h o u sua n atu rez a divina e única. Aos seus o p o n en tes ele
declarou: “Antes que Abraão existisse, eu s o u ” (Jo 8 . 5 8 ) . Eles im ed iatam en te
re c o n h e c e ram isto c la ra m e n te com o u m a re iv in d icaç ão de d iv in d a d e e
t e n ta ra m ap edrejá-lo p o r blasfêm ia. Em o u tra ocasião Jesus declarou: “Eu
e o Pai so m o s u m (Jo 1 0 . 3 0 ) , e de novo seus in im ig o s te n ta ra m apedrejá-
lo “p o rq u e , sendo tu hom em , te fazes D eus a ti m e s m o ” (Jo 10.3 3)- A lém
d isso, ele d em o n stro u o poder dc fazer coisas que só D eus p o de fazer,
com o p erd o a r p ecados (M c 2 . 1 - 1 2 ) . A acusação tr a z id a contra ele no seu
ju lg a m e n to foi que ele “se fez F ilho de D e u s ” (Jo 1 9 - 7 ); c quan d o lhe
p e rg u n ta ra m se ele era o Filho de D eus, ele respondeu: “V ós dizeis que eu
s o u ” (L c 2 2 . 7 0 ) .
In n e u disse certo quan do escreveu: “A Palavra de D eus, Jesus C risto , se
to rn o u o que nós som os para nos fazer o que ele é, pelo seu grand e am or
pela h u m a n id a d e ”. Q u e p en sam en to sensato — e a n im a d o r —isso deve ter
sido!

Nosso D eu s e Pai, minha m ente pequenina não consegue com preender tua grandeza.
M eu eu p ecador não consegue entender tua pureza. M eu lado hum ano não consegue
assim ilar tua divindade. E, m esm o assim, posso ser com o tu através do m eu
relacionam ento com J e su s Cristo, teu Filho. Obrigado, Pai, p o r teu surpreendente dom
da vida p o r interm édio de Cristo, em cu jo nom e eu oro. Amém.
FILHOS DE DEUS

Porque todos sois fil h o s de D eus pela f é em Cristo Jesus. G álatas 3-26

COMO filh o s de D eus, nós d ep en dem o s dele. A Bíblia diz: “C o m o um


pai se co m p ad ece de seus filhos, assim o S en h o r se co m p adece daqueles
que o t e m e m ” (SI 1 0 3 . 1 3 ) .
C r ia n ç a s d e p e n d e n t e s p a s s a m p o u c o te m p o se p r e o c u p a n d o co m
refeições, roupas e abrigo. Elas p resum em , e têm o d ireito , que tu d o será
p ro vid en ciad o p o r seus pais.
Jesus disse: “N ão andeis, pois, in q u ie to s, d izen d o : Q u e co m erem o s ou
que beberem os ou com que nos vestirem os? [...] M a s b uscai p rim e iro o
rem o de D eus... e to das essas coisas vos serão acrescen tad as” ( M t 6 .3 1 ,
3 3) .
P o rq u e D e u s é re sp o n sáv el p elo n o sso b em -estar, é nos d ito p ara
lan çarm o s to d as as nossas p reocupações sobre ele, p o is ele cuid a de nós
( l Pe 5 -7 ). Porque nós dependem os dele, Jesus disse: “N ão se tu rb e o
vosso co ração ” (Jo I 4 - l ) - D eus diz: “Eu carregarei suas cargas —não pense
nelas — deixe que eu cuido d e la s”.
As crianças não se acanham cm fazer perg un tas. Elas não seriam n o rm ais
se não fizessem com que suas n ecessidades fo ssem ouvidas.
D eus tem falado para seus filhos: “C h egu em o s, pois, com co n fian ça ao
tro n o da graça, para que p o ssam o s alcançar m ise ric ó rd ia e achar graça, a
fim de serm o s ajud ado s em tem p o o p o r t u n o ” (H b 4 - 1 6 ) . D eus está ciente
de que nós dep en d em o s dele cm nossas n ecessidades da vida. Foi p o r esta
razão que Jesus disse: “Pedi, e dar-se-vos-á; b uscai e e n co n trare is; batei, e
ab rir-se -v o s-á” ( M t 7-7)•
O que o está aborrecendo hoje? O seu coração está pesado p o r causa de
p ro b lem as q ue o estão in tim id a n d o ? Você está an sio so e p reo c u p ad o com
a lg u m p ro b lem a, p en sand o no que vai acontecer? O uça: com o u m filho de
D eus, através da fé em C risto , você pode se voltar para C risto , sabendo
que ele o am a e é capaz de ajudá-lo .

Nosso D eu s e Pai, preciso da tua ajuda. Por favor, toma este f a r d o de mim... Não
perm itas que eu p egu e o f a r d o de ti novam ente, Pai, mas fa z e com que tu descanse no
conhecim ento de que tu estás cuidando dele. Agradeço-te o me am ares de uma form a tal
que tu carregas m eus problemas. Eu te a m o, Senhor Em nom e de Jesus. Amem.

SALVAÇÃO DA SOCIEDADE

Nás, entretanto, pelo Espírito, aguardam os a esperança


da ju stiça que p rovem da fé. G álatas 5.5

C . S . L E W I S , já falecido, cm seu ex trao rd in ário livro Christian Behavior.


disse: “E sperança é u m a das virtud es te o ló g ic a s ”. Isto sig n ific a que uma
c o n stan te expectativa pelo m u n d o eterno não é, com o algu m as pessoas
m o d e rn as p en sam , um a fo rm a de escap ism o ou de p e n sa m en to anelante,
m as u m a das coisas que o cristão deve fazer. N ão quer d iz e r que devam os
deixar o m u n d o atual como está. Se você ler a h istó ria, desco brirá que os
cristão s que m ais fizeram pelo m u n d o atual foram os que m ais p en saram
no m u n d o vin dou ro . S o m e n te depois que os cristãos deixaram de p en sar a
resp eito do o utro m u n d o é que eles se to rn aram tão in e fic ien tes neste.
“ Tenha o céu com o alvo ”, d iz C. S. Lewis, “e você terá a terra. Tenha a
terra com o alvo e você não terá n a d a ’ .
N o m eio do p essim ism o , da escuridão e da fru stração deste m o m e n to
existe u m farol b rilh a n te de esperança — e esta é a p ro m essa dc Jesus
C ris to : “E se eu for c vos p rep arar lugar, virei o utra vez (Jo 1 4 o ) .
Toda a n atu reza da salvação in d iv id u al repousa in te ira m e n te na pessoa
e obra do S e n h o r Jesus C risto . A E scritura diz: “P orque pela graça sois
salvos, p o r m eio da fé; e isso não vem dc vós; é dom de D e u s . N ão vem das
obras, para que n in g u é m se glo rie (Ef 2 . 8 - 9 ) .
M a s a Bíblia tam b ém ensina que a salvação da so ciedade — no arquivo
da in ju s tiç a social, da guerra, da po b reza c das doenças — será, u m dia,
tira d a das m ão s do h o m em . N ã o vamos alcan çar tu d o isso através da
educação, da evolução, da p o lítica, da tecn o logia, do p o d er m ilit a r ou da
ciência. N e m será alcançada p o r um a igreja un iversal que possa in flu en c iar
a legislação nos congressos e p arlam en to s das nações, assim com o p ro d u z ir
tais atos dc benevolência do h o m em que tod o o ódio, to da a m a Idade e
to d o o pecado sejam abolidos.
A salvação da sociedade virá pelos poderes e forças liberados pelo retorno
a p o c a líp tic o do S e n h o r Jesus. V irá através do reino de D eus cm seus
p rin c íp io s de ju stiça. S erá a p le n itu d e p ro fetiz ad a da redenção ap licad a a
cada fase da vida h u m a n a e da existência nacional.

Nosso D eu s e Pai, alcança nossa socicdadc com compaixão. C onduze-nos cm


arrependim ento e dá-nos coragem para darm os as costas para o m aterialism o c todos os
outros fa ls o s deuses c form as de m alignidade e nos voltarm os para ti. P erdoa-nos p o r
abandonar-te, Senhor. E obrigado p o r sa lva r-nos p o r interm édio do sangue doador da
vida de J e s u s ! Amém.

1 8 (l S e l e ui i r o

A MARCA DO CRISTÃO

Porque toda a lei se cum pre num a só palavra, nesta: Amarás


o teu próx im o com o a ti mesmo. G álatas 5 .1 4

Q U A N D O os h o m ens se vo ltam para D eus, ele lhes dá o am o r agape —e,


então, eles am am seu p ró x im o , não im p o rta qual seja a cor de sua pele, não
im p o rta q uais sejam as circun stân cias. Esse é o am o r que D eus dá como
u m dom , e e p ro d u z id o no coração pelo E sp írito que h ab ita nele.
O cristão deve am ar aos outros cristãos. “N is to to d os conhecerão que
sois m eus d iscíp u lo s, se vos am ardes uns aos o u tr o s .” N ó s tem o s am ado
uns aos o utro s? Você sabe o que o ap ó sto lo Paulo falou sobre isso? O
a p ó sto lo Paulo disse cm I C o rín tio s 13: “A in d a que eu falasse as lín g u a s
dos h o m ens e dos anjos. . .” Falar as lín gu as dos anjos!
Im ag in e você sendo o m aio r o rador do un iverso ! Falando m il lín g u as
em m il id io m as com a elo qüên cia dos m aiores oradores de to do s os tem p os!
Paulo di sse que, a m enos que nós tivéssem o s amor, am or agape — o am or
divino que só D eus pode dar —, nós seríam o s apenas com o “o m e tal que
soa ou com o o sino que t i n e ”.
S u p o n h a q ue eu en ten da a Bíblia, tenha o dom de pregar, o d o m de
p ro fetizar, e que eu seja o m aio r p reg ad o r que já viveu. Paulo disse que, a
m eno s que eu tenha amor, nada disso me ap ro v eitaria”. S u p o n h a que eu
e n ten d a to do s os m isté rio s e que eu tenha todo co n h ecim en to , q u e eu leia
a Bíblia to do s os dias, carregan d o -a debaixo do m eu braço to d o s os dias,
que eu acredite em todas as d o u trin as, a m enos que eu tenha amor, Paulo
disse que eu não sou nada.
S u p o n h a que eu tenha tal fé que eu possa m over m o n tan h as. Vocc diz:
que g ran d e fé é esta! Isto não é nada, a m en o s que eu ame.
S u p o n h a que eu dê todo o d in h eiro que eu tenho para caridade. Você
diria q ue eu seria u m gran de h o m e m — u m h o m e m cristão . M a s Paulo
disse que, a m enos que eu tenh a amor, isto não é nada. Você tem este
am or? S e m Jesus C ris to em seu coração, sem o E sp írito S an to no seu
coração, você não pode ter este amor. Você não p o de gerar este am o r a<oão
ser pelo p o d er do E sp írito San to . Esta é a razão pela q ual você deve acejtsX
a C risto , e, q u an d o você o hzer, ele lhe dará o poder e a torça,
E sp írito San to , para gerar este amor. -- (
G eorge S w e e tin g diz: “V ida m enos am o r é igu al a nac

Nosso D eu s e Pai, dá-m e um coração de a m or também^D^WÒ ior em m eu


coração a té que ele escorra c toque as vidas daqueles am^hie rodtfam. rsa -m e, Pai,
com o um canal do teu a m or para os perdidos, os solimddsj/bs abusados e os enfermos.
A ju d a -m e a dem onstrar o a m or de C rijió^X nliuj<) \om e eu oro. Amém.

I 9 í/o .i a l a in Lr o

A DISPOSIÇÃO

D ig o , p o fíih iÀ ^ l^ ^ cm Espírito e não cumprireis


(ripÇ^iiaia da carne. G álatas 5 .16

.AFRASEANDO G á la t a s 5 . 1 6 — “A n d a i p e lo s m o d o s do
i s p í n t o ’ . Em R o m an o s S . 14, Paulo escreveu: “P orque to do s os que são
g u iad o s pelo E sp írito de D eus, esses são filhos de D e u s ”.
O an d ar no E sp írito é u m exercício d esafiad o r e insp irado r, p o rq u e
co m b in a ativid ad e e descanso. C a m in h a r é colocar u m pé ad ian te do o utro.
Se você p arar de fazer isso, não está m ais an d an d o —está parado. C a m in h a r
im p lica m o v im en to , p ro gresso e direção.
V iver p o r C ris to é ir com ele dia a dia. E um a c o n tín u a d ep en d ên cia do
E sp írito de D eus. Ê crer em sua fidelid ade. Você não p o d e viver a vida
c ristã p o r si m esm o. O E sp írito S an to deve viver e expressar-se através de
você.
O pecado não o governará ou do m in ará m ais se você p e r m it ir q ue o
E sp írito S an to viva a vida de C ris to através de você. Isso é viver p o r fé,
pela confiança, pela d ep en d ên cia de D eus.
Se o lh arm o s para nossos p ró p rio s recursos, nossas p ró p rias forças, ou
nossa p ró p ria habilidade, como Pedro fez quan do cam inhava sobre as águas,
vam os fracassar.
A p rim e ira chave para a u tilid a d e e o p o der p ara os crentes hoje é a
h u m ild ad e. A seg un da é a percepção de que san tificação é apenas em C risto .
A terceira e a d ep en dên cia do E sp írito San to .
Perceba que D eus está no controle. H a b acu q u e, o p ro feta, clam o u a
D eus, dizen d o: O D eus, p o r que estas coisas terríveis estão acon tecen d o
110 m u n d o ? D eus disse: H a b acu q u e, não se desanim e. E sto u realizan do
um a obra em seus dias que você não crerá, se eu lhe contar. (Veja H ab acu q u e
1 .5 .)
D eus está trab alh an d o no m eio das crises. N o m eio dos p ro b lem as,
p e ss im is m o e fru straçõ es de nossos dias. D eus está re alizan d o sua obra.
Percebam os que existem certas coisas que não p o d em o s fazer. S ejam o s
fiéis nas coisas que ele nos cham ou para fazer.

Nosso D eu s e Pai, quero cam inhar contigo daqui até a eternidade. Segura a minha m ão
e m a n tém -m e do teu lado. L em bra-m e constantem ente que tu estás no controle da
minha vida e que não tenho nada a tem er quando estou contigo. M a n tém -m e
cam inhando -para f r e n t e no m eu crescimento espiritual. E, p o r favor, abençoa-m e com
sabedoria para ser sempre f i e l através de J e su s Cristo, m eu Senhor. No nom e dele.
Amém.

2 0 cl v J e l o nr I r o

PAZ: O FRUTO DO ESPÍRITO

Mas o f r u t o do Espírito t: ...paç. G álatas 5-22

PAZ te m a id é ia de u n id a d e , in t e g r id a d e , d escan so , t r a n q ü i li d a d e c

o c i o ir ci í c o m r ci h ct m. 299
N o A n tig o T estam en to a palavra era sbalom. M u it a s vezes, q u an d o me
en co n tro com am igo s judeus, eu os cu m p rim e n to com shalom. E m u ita s
vezes, q u an d o saú do m eus am igo s árabes, uso u m a palavra sem elh an te que
eles u sam para paz, saiam.
R ecen te m en te, en q u an to eu assistia a um a reportagem na televisão sobre
p assag eiro s d esem b arcand o de u m avião seq ü estrad o , eu vi terror, h o rro r e
m edo em seus rostos. M a s um a m u lh er tin h a um a criança em seus braços,
d o rm in d o calm a m en te através de tu d o aquilo . Paz no m eio do tu m u lto .
Isaías disse: “Tu conservarás cm paz aquele cuja m ente está firm e em ti;
po rque ele confia em t i ” (Is 2 6 . 3 ) . Esta é a im agem de qu alq u er cristão que
se põe sozinho no campo de batalha, pela fé nas tropas que rodeiam com as
armas sagradas de Deus, e no com ando da situação. U m hom em assim não
se preocupará com o futuro, p orque ele sabe quem segura a chave do futuro.
Ele não estrem ece na rocha, p orque ele sabe quem fez a rocha. Ele não tem
dúvidas, pois ele conhece Aquele que apaga todas as dúvidas.
Q u an d o você e eu nos rendem o s à preocupação, nós negam o s ao nosso
G u ia o d ireito de nos g u ia r em confiança e paz. S o m e n te o E sp írito S an to
p o d e nos dar paz no m eio das te m p estad es de p ertu rb açõ es e desespero.
N ó s não deveríam o s o fen d er n o sso G uia to lera n d o a p reo c u p ação ou
p restan d o atenção in ad eq u ad a à nossa p ró p ria pessoa. C o m o que você
está p reo cup ad o ? Por quê?

Nosso D a is c Pai, descanso na tua paç. A juda-m e a centralizar minha m ente sempre
em ti e saber que a tua gr a n d e calma está cm minha alma. D á -m e um a confiança
tranqüila para enfrentar a vida a cada dia, venha o que vier, exatamente com o teu
Filho Jesus o fe ^ n o meio dos seus inimigos. Através dele a i oro. Amém.

2 1 tlo J e l e tu (? r o

VIVENDO REALMENTE

Mas o f r u t o do Espírito é: o amor, o gozp, a paz, a longanim idade, a benignidade, a


bondade, a fidelidade, a mansidão, o dom ínio próprio. G álatas 5 -2 2 -2 3

A PA R T I R do m o m en to em que você vem a C n s t o , o E sp írito de D eus


coloca a vida de D eus den tro dc você e você com eça a viver. Pela p rim eira
vez você com eça a viver com um “V ” m a iú scu lo . E xiste u m vigor n o seu
passo, e um a alegria na sua a Ima, e um a paz no seu coração, c a vida to m a
um a nova perspectiva.
H á u m a nova direção para sua vida p o rq u e o E sp írito de D eus lhe deu
a vida de D eus, e D eus é u m D eus eterno —isto sig n ific a que você vai viver
o q u an to D eus viver.
A Bíblia ta m b ém nos ensina que o E sp írito de D eus p ro d u z o fru to do
E sp írito . A go ra estes nove cachos de fruto são para c aracte riz ar a vida de
to d o filho de D eus n ascido de C risto . M a s o que nós d esco brim o s? N ó s
de sc o b n m o s que hoje os assim cham ados “c ristã o s” são o oposto.
Todo h o m e m antes de vir a C r is to é d o m in ad o p o r um a ún ica n atu rez a
— a do “velho h o m em , que é chama do de a carne, o m u n d o , o diabo —que
co ntro la sua vida. Você é co n tro lad o pelo seu ego, você é c o n tro lad o por
você m esm o. A p artir do m o m en to cm que você aceita C ris to com o seu
Salvador,7 seu ego
O é rebaixado e C ris to é colocado no trono em sua vida e o
E sp írito de D eus d o m in a sua vida.
E n tre tan to , o seu ego
O ain da está lá —algu& m as vezes esco ndido ,’ algu
o m as
vezes q u ieto , algu m as vezes su b alte rn o — esperando um a o p o rtu n id a d e e
um a chance para atacar a cidadela de sua alma e to m ar o controle novam ente.
C o m o cristão, você tem o p oder de entregar-se à carne e viver um a vida
carnal; ou você tem o p o der de entregar-se ao E sp írito e viver um a vida
cheia do E sp írito . N o ssas vidas são experiências altas e baixas. D eus nunca
q u is que fosse desse jeito. D eus qu eria que a vida cristã estivesse sem pre
no p o n to m ais alto, exp erim en tan d o o fru to do E sp írito .

Nosso D eu s e Pai, obrigado pela alegria que tu traçes à minha vida. Todo dia eu afasto
m eu "velho e u ” e opto p o r seguir-te. Por favor, aju d a -m e a m anter m eu com prom isso
contigo d e fo r m a dinâm ica e efetiva. Eu te amo, Senhor, e com prom eto-m e contigo de
coração. Através de Cristo, m eu Senhor. Amém.

2 2 Ac ôo í e m bro

ESTEJA SEMPRE FALANDO COM ELE

Mas longe esteja de m im gloriar-m e, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus C risto,
pela qual o m u n d o está crucificado para mim, e eu, para o mundo. G álatas 6 . 1 4
A B Í B L I A revela que D eus tem um plano para to da vida e que, se nós
vivermos n u m co n stan te relacionam ento com Deus, ele nos d irig irá e guiará
à p le n itu d e de seu plano.
M u i t o s de nós tem os o plano de D eus com o a seg u n d a ou a terceira
coisa melhor. C o n tu d o , se você escolheu o bom em vez do melhor, não se
desespere. O n d e quer que você estiver n este m o m en to , e n tregu e sua vida
in c o n d ic io n a lm e n te para D eus, e ele ain da pode fazer dela algo belo e em
honra do seu nome.
T enha em m e n te que a vontade de D eus é revelada apenas para os cristãos
nascido s de novo. A Bíblia diz: “T ran sfo rm ai-vo s...p ara que exp erim en teis
q ual seja a boa, agradável e p erfeita vontade de D e u s ” ( R m 1 2 . 2 ) . D eus
não revela seus plan o s através de adivinhos, carto m an tes e d aqueles que
trab alh am com m agia. S u a vontade é reservada para aqueles que c o n fiaram
em C r is to para salvação. Ele co m p artilh a seus segredos apenas co m aqueles
que fo ram re d im id o s e tran sfo rm a d o s.
Você não p o de conhecer a vontade de D eus para sua vida a m en o s que
p rim eiro venha p ara a cruz e confesse que você é u m p ecado r e receba
C r is to com o S e n h o r e Salvador. S e você q u iser o plano "perfeito que D eus
tem para sua vida, terá de ir pelo cam in h o do C alvário para ch egar a ele. É
apenas através de C ris to que p o dem os falar co m D eus e conhecer seus
plan o s para nossas vidas.

Nosso D eu s e Pai, toma minha vida, resgata-a e transform a-a em algo belo que te
glorifiq u e c louve. Trago minha vida destruída aos pés da cr u ^ c deixo-a a í para ser
reparada e renovada p o r ti. Abençoa-me, Pai, através do teu Filho e m eu Salvador,
J e s u s , m eu Senhor. Amém.

2 3 cl e $ c>L c>m b r a

SANGUE PARA A BATALHA

Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas,


segundo as riquezas da sua graça. Efésios 1.7

ESTAMOS envolvidos n u m co n flito e sp iritu al. Essa é a batalh a entre


as forças de D eus e as forças de S atan ás. P recisam os escolher o lado.
A Bíblia nos adverte sobre o serm os levados pelo m al do cosm o. As
m e n tiras de S atan ás são a stu ta m e n te m istu ra d a s com a verdade. Q u an d o
ele tento u a C risto ,’ ele foi convincentem ente lógico
O e até citou as E scrituras.
A ssim , a Bíblia p ro p õ e que os cristão s devem fazer u m a d istin ção clara de
todo o m al q ue existe no m u n d o , e sep arar-se dele. O ap ó sto lo Paulo
disse: “Pelo que saí do m eio deles, e apartai-vo s, d iz o S en h o r; e não
to q u e is nada im u n d o , e eu vos receb erei” ( 2 C o 6 .1 7 ) -
A gora, Jesus com eu com p u b lican o s e pecadores (veja M a rc o s 2 . 1 6 ).
Q u ase todos com os quais ele se associava eram d isc rim in ad o s. M a s seu
re lacio n am e n to com eles não era p u ra m e n te social: era redentor.
N ós, não p od em os m is tu ra r nossos m u n d o s nesse po n to . É aqui que
está a co n fusão . D eus não queria que nos m istu rá s se m o s com o m u ndo ,
m as devem os te ste m u n h a r para o m u ndo . Devem os am ar os h o m ens do
m undo a quem Deus ama.-Devemos chorar com os que choram ( R m 12 . 1 5 ).
so frer com os que sofrem , e id e n tific a rm o -n o s com os pobres, os doentes
e os n ecessitad o s.
E ntão, este é n o sso p roblem a: asso cia rm o -n o s com aqueles que estão
envolvidos com o m u nd o e am á-los sem sermos contam inados, influenciados
ou desviados por eles. Essa distinção só pode ser alcançada com um cam inhar
m u ito p erto de C risto , pela oração c o n stan te e p o r b u scar a direção do
E sp írito S a n to a cada hora e a cada dia. D eus p ro vid en cio u para nós o
p o d er para re sis tirm o s o m u n d o e serm os separados dele, e devem os nos
ap ro p riar desse p o der a to do m o m e n to de n ossas vidas.
E stam o s no m u n d o , m as o m u n d o não deve estar em nós. É b o m para
o navio estar no mar, mas é ru im quan d o o m ar entra den tro do navio.
C o m o n o sso S e n h o r orou: “N ão peço que os tires do m u n d o , mas q ue os
livres do m a l ” (Jo I 7* 15 )-

Nosso D eu s e Pai, oro para que tu me vigies constantemente. P rotege-m e das


influências m alignas do m eu mundo. A juda -m e a cam inhar com Jesus e a ser
conduzido, diariamente, pelo Espírito Santo no sentido de estar no m undo, m as não ser
dele. Em nom e de Jesus. Amém..
CONVERSÃO CRISTÃ

Porque pela gra ça sois salvos, p o r meio da f é ; e isso não vem de vós; é dom de Deus.
Não vem das obras, para que ninguém se glorie. Efésios 2 .8 - 9

A G R A Ç A é de D eus; a fé é nossa. D eus nos deu o liv re -arb ítrio com o


qual escolher. D eus nos deu a capacidade de crer e confiar. Portanto, dentro
de cada conversão existe a obra do divino e do h u m an o ; mas sua relação
um com o o u tro ain da é um m istério .
Tenho tid o o p rivilégio de ver m ilhares se converterem a C ris to , e eu
ain da não en tend o o m istério da graça de D eus e da fé h um an a. M a s eu sei
que am bos estão envolvidos.
De u m lado, Jesus disse: “O que vem a m im , de m an eira n en h u m a o
lançarei fo r a ” (Jo 6 . 3 7 ) . E de o utro lado, ele disse: “N in g u é m p o de vir a
m im , se o Pai, que me enviou, o não tr o u x e r ” (Jo 6 .4 4 )•
E sto u convencido de que a Bíblia en sin a a n ecessidade de conversão, e
te n h o a b s o lu t a c e r te z a de m in h a p r ó p r ia co n v e rsã o . E sto u ta m b é m
convencido da au ten ticid ad e da conversão de m ilhares de pessoas em m u itas
p artes do m u ndo .
San to A go stin h o descreveu sua própria conversão n um a passagem fam osa
na q ual ele diz: “Eu co n tin u ei m in h a m iserável reclam ação. Q u a n to tem p o ,
q u an to tem p o ain da direi ‘A m an h ã’, e n o vam en te ‘A m an h ã?’ Por que não
agora? Por que não te rm in a r com m in h a im p u re za agora m e s m o ? ”
“Tais coisas eu disse chorando no m ais am argo s o frim e n to de meu
coração, e de repen te ouvi um a voz de um a casa vizinha, se era u m a voz dc
m en in o ou m e n in a eu não sei, mas era u m tipo de canção m o n ó to n a, que
se re p e tia várias vezes: ‘Pegue e leia, p egu e c leia, p egu e e l e ia ! ’ Eu me
levantei, in te rp re ta n d o o in c id en te com o u m co m an do certam en te divino
para ab rir a E scritu ra e ler a p assagem em que eu deveria ab rir.”
“Eu a agarrei e abri e em silêncio li a p assagem [R o m a n o s 1 3 - 1 3 - 1 4 ]
que estava debaixo de m eus olhos: ‘A n d em o s h o n estam en te, com o de dia;
não cm g lu to n arias, n em em bebedeiras, nem em d eso n estid ad es, n em cm
d isso lu çõ es, nem em con tend as e inveja. M a s revesti-vos do S e n h o r Jesus
C ris to e não tenh ais cuid ado da carne cm suas co n cupiscên cias . Eu não
tive o desejo de esten d er m in h a leitu ra, e nem precisava; pois n aq u ele
in stan te, com o fin al da frase, foi com o sc u m a lu z dc co m p leta co n fian ça
b r i l h a s s e e m t o d o o m e u c o r a ç ã o e t o d a e s c u r i d ã o de i n c e r t e z a
desa p arece sse.” N a q u e la hora A g o stin h o sc converteu.
A n tes desse m o m e n to , A g o stin h o era u m h o m e m dos m ais in íq u o s. Em
n en h u m sen tid o ele p o d eria ser cham ado de cristão. Ele era c ivilizad o e
culto , m as, não o b stan te, u m pagão. C o m o resu ltad o dessa experiência, ele
sc to rn o u u m dos m aiores teó lo go s cristão s dc to do s os tem pos.

Nosso D eu s c Pai, só tu tens p o d er para converter os corações. Tudo o que posso j a z e r é


levar as pessoas para ti para que possas tocá-las com a verdade. U sa-me com o u m ímã,
Senhor, para atrair 05 perdidos, ainda não resgatados, à tua presença salvadora. A juda -
m e a sustentar Cristo, que pode atrair todos os hom ens para si. No nom e dele eu oro.
Amém.

2 5 de J o / e ni L r o

TRANSFORMAÇÃO, E NÃO REFORMA

Porque somos j e i t u r a sua, criados em C risto J esu s para as boas obras,


as quais D eu s preparou para que andássemos nelas. Efésios 2 . 1 0

E S T E novo n asc im en to é m ais que um a reform a. M u i t a s p essoas fazem


d e term in açõ es no Ano N ovo só para as queb rarem , p o rq u e não têm a
cap acidad e de cu m p ri-las. O h om em está sem pre refo rm and o , mas reform a,
no m á x im o , é só tem p o rária. A n atu reza do h o m em deve ser tran sfo rm a d a.
U m grupo de barbeiros decidiu exibir o valor dc sua arte na convenção
anual de barbeiros. Eles encontraram um m endigo na rua, deram-lhe um banho,
fizeram sua barba, cortaram seu cabelo e o vestiram com as melhores roupas.
Eles dem onstraram para sua satisfação o valor da excelência, mas três dias
depois o homem estava na sarjeta dc novo. Ele foi transformado, exteriormente,
n um hom em de aparência respeitável, mas os impulsos de sua vida interior não
foram transformados. Ele foi perfumado mas não mudado.
Você pode esfregar u m porco, b o rrifá-lo com C h an el n°.5, am arrar-lh e
u m a fita ao pescoço e levá-lo para sua sala. M a s, q u an d o você o soltar, ele
vai p u lar na p rim e ira poça de lama, p o rq u e sua n atu rez a n unca foi m u d ad a.
Ele ainda é u m porco.
A Bíblia en sm a que, através do novo n asc im en to , o h o m em en tra n um
novo m u n d o . H á u m a nova d im en são de viver. A m u d a n ç a que acontece n o
h o m e m é expressa na Bíblia em vários co n trastes: lascívia e san tid a d e,
escurid ão e luz, m o r te e ressurreição, um estran h o para o rem o de D eus e
agora u m cid ad ão . O h o m e m q ue e x p e rim e n to u o novo n a s c im e n to é
ch am ado u m m em b ro da fam ília de D eus. A Bíblia ensina que sua vo n tade
m u d a, seus objetivos para viver são m u d ad o s, sua d isp o sição m u d a, suas
afeições m u d am , e agora ele tem um p ro p ó sito e sig n ifica d o na vida.

Nosso D eu s e Pai, dou m eu coração e minha vida a ti. T ransforma-me, Pai, de u m


pedaço de carvão em u m diam ante ofuscante. M u d a -m e de inútil para útil, de um a
pessoa sem esperança para u m a pessoa cheia de esperança, de m orto no pecado para vivo
em ti. P erm ite que a tua lu^brilkc dentro de m im e dê luzjpara o mundo. Em nom e de
Cristo. Amém.

2 6 d e S c l c m. ( r

CENTRADO NA CRUZ

Mas, agora, em Cristo Jesus, vás, que antes estáveis longe, j á pelo sangue de Cristo
chegastes perto. [...] e, pela cruz, reconciliar ambos com D eu s em um só corpo, m atando
com ela as inimizades. Efésios 2.1 3-1 6

O F A T O da m o rte de Jesus C ris to é o centro do cristian ism o . A cruz


sac rific ia l de C ris to é o segredo da sobrevivência do c r istia n ism o através
das épocas e a esperança de sua vitó ria nos tem p o s vin dou ro s.
A cruz é mais que um exemplo. E mais que um sistema ético. E o ato
poderoso da justiça e do amor de Deus. Deus está dizendo para o mundo
todo: Eu os amo; e estou disposto a perdoar seus pecados. Deus está dizendo
a todos que hoje estão cheios de culpa: Seus pecados são perdoados por causa
da cruz. Deus está dizendo a todos que estão solitários hoje: “E eis que eu
estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos” (M t 2 8 . 2 0 ) .
Cada pessoa que está lendo estas palavras é culpada de pecado, e não existe
m aneira de remover esta mancha de culpa a não ser pelo sacrifício de Cristo.
N o M o s te ir o de W estm in ster, existe um a placa erig id a pelo governo
b ritân ico em m e m ó ria do m a jo r Jo h n Andre, com q u em B en edict A rn o ld
n ego cio u a rendição do fo rte de W est Pom t, e que foi en fo rcado com o
espia em 2 de o u tu b ro de 1 7 8 0 . Foi o caso no qual o h o m e m que deveria
ser en forcado escapou c o h o m em que foi pego em u m a estran h a série dc
circ u n stâ n c ia s foi enforca do.
A ndre tin h a em torn o de vinte anos. Ele era u m ta len to so escritor. U m
p o uco antes dc sua execução ele escreveu u m p o em a in titu la d o : “Salve,
A m o r S o b e r a n o ”, no q ual a grande verdade da expiação, C r is to no lu g a r do
pecador, é g lo rio s a m e n te relatada. Ele descreve nesse p o em a com o sua
p ró p r ia alm a foi, p o r a lg u m te m p o , m u ito altiva para b u sc a r a Je su s.
C o n tu d o , houve um a época em que A ndre se convenceu de seu pecado, e
foi à cruz, e desco briu a g lo rio sa e m aravilh osa paz.
Eu li sobre u m m in istro , alg u m tem po atrás, que estava c o n d u z in d o
u m culto de santa ceia. Porque ele não acreditava m ais na m o rte s u b s titu tiv a
de C r is to na cru z p or nossos pecados, ele d is tr ib u iu flores à co n gregação
em lu g a r do pão e do vmho.
A idéia da expiação era re p u g n an te para ele, então deu as flores cm
s u b s titu iç ã o . M a s não existe s u b s titu to para C risto , e esse crucificado ,
não há s u b s titu to para a cruz rude e m an ch ada de sangue.

Nosso D eu s e Pai, tu colocaste teu precioso Filho na c r u z e m m eu lugar. Ele tom ou


m eus pecados pessoais naquela m adeira e p en du rou -se lá em agonia no m eu lugar.
Perdoa-me, ó Pai misericordioso. Encontra em m im u m coração p u ro e salva-m e,
através do sangue de Cristo. Amém.

2 7 d .i t (' m b r o

ELE É A NOSSA PAZ

Porque ele é a nossa pa^, 0 qual de ambos os p ovos f e ^ u m ; e, derrubando a parede de


separação que estava no meio, na sua carne, d e s f e i a inimizade para criar em si
m esm o dos dois u m novo homem, fa z en d o a paç, e, pela cruz, reconciliar ambos com
D eu s em um corpo, m atando com ela as inimizades. Efésios 2 . 1 4 - 1 6

F O R A da obra da cruz, há am argura, into lerân cia, incitação , má vontade,


p r e j u í z o , la s c ív ia , g a n â n c ia e ó d io . N a e f ic á c ia da c r u z , há a m o r e
re lacio n am e n to , vida nova e novos irm ãos. A ún ica esperança h u m a n a de
p a z está na cru z dc C risto , onde tod o s os hom ens, q u a lq u e r que seja sua
n a tu ra lid a d e ou raça, p o d em se to rn ar novos irm ãos.
R ece n te m e n te , um p ro fesso r dc un iversidad e disse: “H á duas coisas
q ue n un ca serão resolvidas: os p ro blem as raciais e a g u e r r a ”. Eu d ig o que
estes e to do s os o utro s p rob lem as p o d em ser resolvidos, m as só na cruz.
A cruz de C ris to não é só a base da p az c da esperança; mas ela ta m b ém é
a in te rm e d iá ria da n o ssa salvação eterna. O objetivo da cru z não é só u m
p e rd ã o p le n o e g r a t u it o ; é ta m b é m u m a vida m u d a d a , vivid a em u m
re lacio n am e n to com D eus. N ão me surp reen d e Paulo ter d ito há dois m il
anos que “N ó s p regam o s a C risto c r u c if ic a d o ”. Esta é a m e n sa g e m p ara o
m u n d o hoje.
Esta é a m en sagem de paz, c esperança, e fraternidade. Isto é o que o
m u ndo chama de tolice, mas Deus tem se agradado O cm cham á-la de sabedoria.
O p o e ta Jo h n G reenleaf W h i t t i e r exp ressou-a bem quan d o escreveu:

D eixa cair teu orvalho de q u ietu d e,


Até que cessem todas as n ossas lutas;
T ir a de nossa alm a a pressão e o peso
E faze com que nossa vida o rdenada confesse
A beleza de tu a paz.

Ele é a nossa Paz!

Nosso D eu s e Pai, coloco m eus fa r d o s na cr u 7. E no lu gar deles, tomo 0 feixe de p a ^ e


alegria que tu tens para mim. A juda-me, Pai, a descansar 11a tua p a ^ tra n q ü ila e a
desen volver u m a calm a, m esm o no meio dos problemas, que seja evidente para todos.
O brigado p o r Jesus, que enviou a tua p a l p a r a a terra e em cu jo nom e eu oro. Amém.

2 8 d o i e l g 111 i r o

O AMOR QUE EXCEDE O ENTENDIMENTO

. . . para que Cristo habite, pela f é , nos vossos corações; a f i m de, estando arraigados e
f u n d a d o s cm amor, poderdes [...] conhecer 0 am or dc Cristo, que excede todo 0
entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus. Efésios 3 -1 7 -1 9
A T R Á S do am o r de D eus está sua o m sciê n c ia —sua h ab ilid ad e de “saber
e en ten d er tu d o . O n isciên cia c a q u alid a d e de D eus que c só dele. Ele
p o ssu i u m co n h ecim en to in fin ito e um a co n sciên cia que c u n icam en te
dele. Em tod o tem po , até no m eio dc q u alq u e r tip o de so frim e n to , eu
p o sso reconhecer que ele sabe, ama, vigia, entende, e, ain da m ais, ele tem
u m p ro p ó sito .
Q u an d o era garoto eu cresci no S u l. M in h a noção do oceano era tão
p eq u en a que a p rim eira vez em que eu vi o O ceano A tlân tico eu não p o d ia
co m p reen d er com o u m p equen o lago p o d ia ser tão gran de! A im en sid ão
do oceano não p o de ser en ten d id a antes de ser vista. A ssim é com o am or
de D eus. Ele excede todo o e n te n d im en to . Até você m e sm o ex p erim en tá-
lo, n in g u é m p ode descrever suas maravilhas.
U m a boa ilu straçã o d isto e um a h istó ria que m in h a esposa me co nto u
sobre u m garo tin h o na C h in a que viu u m h o m em vendendo cerejas; e,
q u an d o ele viu as frutas, seus olhos se encheram de desejo p o r um a. M a s
ele não tin h a d in h eiro para co m p rar as cerejas.
O b o m vendedor p e rg u n to u ao garoto: “Você q u e r alg u m a s c erejas?” E
o garo tin h o disse que sim.
O ven d edo r disse: “Abra suas m ã o s ”. M a s o O
g aro tin h o não as ab riu. O
ven d ed o r disse novam ente: “Abra suas m ã o s ”, mas dc novo o garo tin h o
não as abriu. O b o m vendedor p ego u as m ãos do g aro tin h o e encheu-as de
cerejas.
M a is tarde, a avó do garo tin h o ouviu sobre o aco n tecim en to e p erg u n to u
a ele: “Por que você não abriu suas m ãos quan d o ele p e d iu ? ” E o g a ro tin h o
resp o n deu: “As m ãos dele eram m aiores que as n u n h a s !”
As m ãos de D eus ta m b ém são m aiores que as nossas!

Nosso D eu s e Pai, tu és tão gr a n d e e poderoso! Não consigo com eça r a com preender a
imensidão do teu conhecimento, nem da tua graça, nem do teu amor. Só posso f i c a r
impressionado e m aravilhado pela profundidade do teu cuidado e da tua preocupação
comigo. Obrigado, Senhor, p o r derram ar tuas bênçãos e alegrias sobre mim. Em nom e
de Jesus. Amem.
APRENDENDO ATRAVÉS DA A D V E R S I D A D E

M as vós não aprendestes assim a C risto! Efésios 4 -2 0

ALEXANDER MACLAREN ( I 8 2 6 - I 9 I 0 ) , um p reg ad o r fam o so


de M a n ch cste r, escreveu: “O que nos p reo cu p a neste m u n d o de hoje não
são os p ro b lem as, m as nossa oposição aos p ro b lem as. A verdadeira fo n te
de tu d o o que nos p reo cup a, irrita e d esg asta nossas vidas não está nas
coisas externas m as na resistên cia de nossas vontades à vo n tade de D eus
expressa nas coisas e te rn a s”.
R esistir c ressentir a mão disciplinadora de Deus é perder um a das maiores
bênçãos esp irituais que nós cristãos podem os d esfrutar deste lado do céu.
O que q u er que seja —ab o rrecim en to , problem a, adversidade, irritaçõ e s,
op osiçõ es —, nós não “ap rend em os a C r i s t o ” até que ten h am o s desco berto
q ue a graça de D eus é su ficien te para todas as provas.
A p esar de Jó ter so frid o com o p oucos h o m ens so freram , ele n un ca
p erd e u de vista a presença de D eus com ele no m eio do so frim en to . Ele
saiu vito rio so do lado da tris te z a e provas, p o rq u e ele n un ca p e r m it iu que
o re sse n tim e n to apagasse seu re lacio n am en to com D eus.
A a t itu d e que pode vencer o re ssen tim en to é expressa pelo a u to r de
H e b reu s: “N a verdade, n en h u m a correção parece no m o m e n to ser m o tivo
de gozo, p o rém de tristez a; mas depois p ro d u z u m fru to p acífico de ju s tiç a
nos que p o r ela têm sido e x ercitad o s” (H b 1 2 .1 1 , V .R .).

Nosso D eu s e Pai, en sin a-m e tua justiça, através de bênçãos ou m esm o de fa rd o s. D á -


me um coração que tenha entendimento, um a postura de serviço, u m desejo de pureça.
D iscip lin a -m e quando eu precisar, Pai, a p a rtir do teu gra n d e a m or paternal. Ensina-
m e a ter hum ildade e paciência no sofrimento. Através de Cristo. Amém.

3 0 cl e sele in b r o

RENOVADO, NÃO SÓ RELIGIOSO

... e vos renoveis no espírito do vosso sentido; e vos revistais do novo homem, que,
segundo D eus, é criado em verdadeira ju stiça e santidade. Efésios 4 - 2 3 - 2 4
N Ó S cristão s não devemos nos co n fo rm ar espiritualm ente com o m u nd o .
N ó s não devemos nos conform ar com a definição do m u nd o do que sign ifica
ser religio so , mas devemos ter certeza de que conhecem os as co n diçõ es de
D eus para o d iscip u lad o .
N e n h u m a nação foi m ais re ligio sa do que Israel nos te m p o s de Isaías.
O te m p lo vivia cheio. O altar transb o rd ava com o sangue dos sacrifícios.
Os festivais religio so s eram e strita m e n te cu m p rid o s e a voz de oração era
ouvida na casa de D eus. M a s havia falta de p ro fu n d id a d e e verdadeira
devoção na adora ção de Israel. A nação estava se d eterio ran d o m o ralm en te ,
m e sm o com as m u ltid õ e s m do ao tem p lo . Falando com o D eus o rd eno u,
Isaías disse: “N ão co n tin u eis a trazer ofertas vãs; o incenso é para n u m
ab om in ação. As luas novas, os sábados e a convocação de assem b léias... não
posso su p o r ta r a in iq ü id a d e e o a ju n ta m e n to so le n e !” (Is I . I 3, V .R .)
E ntão, Isaías exp lico u-lh es com o recup erar o favor de D eus. A estas
pessoas que eram m em b ro s da igreja — pessoas que fo ram ed ucadas de
acordo com as fo rm alid a d es das suas leis religio
O sas,’ mas d u ra n te a sem ana
não estavam vivendo um a vida ju sta —, Isaías avisou-as do ju lg a m e n to de
D eus.
Ele, então, m o stro u-lh es como p o deriam ser p urificad as de seus pecados.
Ele disse: ‘Lavai-vos, p urificai-vo s, tirai a m ald ade de vossos atos de d ian te
dos m eus olhos e cessai de fazer m al V in de, então, e argü i-m e, d iz o
Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão
b rancos com o a neve; ainda que sejam verm elhos com o o carm esim , se
to rn arão com o a branca lã ” (Is 1. 1 6, 1 8 ) .
E xistem m ilhõ es de pessoas que não deram suas vidas a Jesus C ris to ,
p o rq u e elas tê m se co n fo rm ad o com o m u n d o . Elas tê m m edo de serem
cham adas de fanáticas, devotas, p u ritan a s, ou religiosas. U m verdadeiro
cristão é u m n ã o -c o n fo rm ista . Ele não se co n fo rm a com os co n ceito s do
m u n d o sobre religião . Ao c o n trário , ele se to rn a u m verdadeiro d iscíp u lo ,
um “s e O
g u id o r ” do Senhor.

Nosso D eu s c Pai, p u rifica -m e de toda impureza e f a l t a de santidade. L ava-m e no


sangue de Cristo para que m eus pecados sejam rem ovidos e eu f i q u e branco com o a neve
a teus olhos. Faze de m im vim verdadeiro discípulo em palavras e em obras. D á -m e a
m ente de Cristo, para que m eus olhos possam perm an ecer f ix o s em ti. No nom e dele.
Amém.
O utub r o
E andai em am or; com o também Cristo voí am ou e se entregou a si m esm o p o r nós, em
oferta c sacrifício a Deus, cm cheiro suave. [. . .] Cristo am ou a igreja c a si m esm o se
entregou p o r ela. Efésios 5-2, 2 5

N O coração do nosso universo existe um Deus que sofre u m am or redentor.


N ó s ex perim entam os m ais do seu amor quando sofremos n u m m u ndo ruim .
Foi dito certa vez que, se alguém sofrer sem ter sucesso, ele pode ter certeza
de que o sucesso virá na vida de outra pessoa. Se ela tem sucesso sem
so frim ento , ela pode ter certeza de que alguém certam ente sofreu por ela.
N as alturas do H im alaia existe um a linda cidade cham ada Kohima. Ela é
situ ad a em N agaland, u m dos estados da índia. N ós fom os lá para ajudar na
celebração dos cem anos do cristianism o. Foi lá que os japoneses foram
parados no seu avanço duran te a Segun da Guerra M u n d ia l. E nterrados num
cem itério, existem centenas de corpos de indianos, ingleses, am ericanos e
daqueles de outras nacionalidades que faziam parte das Forças Aliadas que
pararam o avanço dos japoneses. N a entrada do cem itério, há u m m em o rial
que diz: Eles deram o seu am anhã para que vocês tivessem o hoje.
D e p o is de d ezesseis anos d ifíce is com o m is s io n á r io 110 c o n tin e n te
africano, Davi L iv in gsto n e reto rn o u para a Escócia para falar com os alunos
da U n iv e rsid a d e de Glasgow. S eu corpo estava m agro pelas m ais ou m enos
vinte e seis febres que an daram pelas suas veias d u ra n te os anos de seu
trab alh o . U m b raço era i n ú t il p o r causa de u m leão q ue o d ilacero u .
A essência de sua m e n sag em para aqueles jovens foi: Deveria eu c o n tar a
vocês o que m e susten tava no m eio da fadiga, da m iséria e da so lid ão do
m eu exílio? Foi a p ro m essa de C risto : ‘Eis que eu esto u convosco to do s os
dias, até à co n su m a ç ã o ’”.
N ó s, com o Davi L ivin gston e, tem os o m esm o direito à m e sm a pro m essa
do nosso S alv ad o r e Senhor. Ele vai conosco pelos nossos so frim en to s , e
ele nos espera en q u an to nós em ergim o s do outro lado do tú n e l de provas
— na lu z de sua g lo rio sa presença para m o rar com ele etern am en te!

Nosso D eu s c Pai, com o posso agradtctr-tt 0 incrível a m or que tu demonstraste p o r


mim, perm itin d o que teu Filho morresse na c r u z e m m eu lu ga r? Viverei a vida que tu
m e deste de u m a f o r m a que ela glorifiqu e a ti tanto na p rovação quanto no triunfo.
Uso o nom e do teu Filho hum ildem ente e ao m esm o tempo com intrepidez. E é no nom e
dele que eu oro. Amém.

2 iL’ OUi li l I

SER CHEIOS DO ESPIRITO

E não vos em briagueis com vinho... mas enchei-vos do Espirito. Efésios 5-18

E U acho ap ro p riado d izer que q u alq u e r que não seja cheio do E sp írito é
u m cristão d erro tado . O m a n d am en to de Paulo para os cristão s efésios,
“enchei-vos do E sp írito , é o b rig ató rio para todos nós cristão s em todo
lu g a r e em to das as épocas. N ão existem exceções. D evem os co n clu ir que,
desde que nos é ordenado para sermos cheios do E spírito, estam os pecando
se não o form os. E no sso fracasso em ser cheios do E sp írito c o n s t it u i u m
dos m aiores p ecados co n tra o E sp írito San to .
E in teressan te n o tar que o m a n d am en to enchei-vos do E s p ír it o ” tem,
na v e r d a d e , na l ín g u a o r i g in a l g re g a q u e P au lo u s o u , u m a id é ia de
c o n tin u a m e n te ser cheio. N ão som os cheios de u m a vez p o r todas, com o
u m balde. Em vez disso, devem os nos encher co n stan tem en te. Poderia ter
sido tr a d u z id o ‘enchei-vos e co n tin u ai en ch e n d o -v o s” ou “estai sendo
c h e io s”.
E fésios 5:1 8, lite ralm en te, diz: “C o n tin u a i sendo cheios do E s p ír it o ”.
Dr. M e r r i l C. T enney co m p aro u isso com a situ ação de u m a a n tig a co zin h a
de fazenda. Em u m canto havia um a pia; acim a dela havia u m a bom b a
através da q u al vinha u m c o n stan te jo rrar de água da fo n te lá fora. A água,
correndo co n stan tem en te, m a n tin h a a p ia sem pre cheia de água. A ssim , o
cristão não deve d eixar-se esvaziar do E sp írito para que p o ssa encher-se
novam ente; em vez disso, ele deve aceitar co n stan tem en te a direção e energia
do E sp írito para que sem pre esteja tran sb o rdan do .

Nosso D eu s e Pai, enche-m e com teu Espirito Santo, ren ova n d o-m e a cada m anhã c
durante todos os dias. A juda-m e a esvaziar-me de qualquer coisa que atrapalhe a vida
do Espirito dentro de mim. Não deixes que eu mate o pod er do Espirito dentro de mim.
Em nom e de Jesus. Amém.
D ando sempre gra ça s p or tudo a nosso D eus e Pai,
em nom e de nosso Senhor J e su s Cristo. Efésios 5-20

U M A das coisas m a is em o cio n an tes a resp eito do estu d o da Bíblia é


saber que o D eus in f in ito se agrad o u de co m p a rtilh a r algun s dos segredos
de seu un iverso com seus filh o s re d im id o s.
O pecado cegou o hom em ; assim , o não salvo vê a vida de um a perspectiva
falsa. M a s o cristão n ascido de novo vê a vida não como u m a m assa opaca,
co nfusa e sem sen tid o , mas com o algo plan ejad o e com p ro p ó sito . Seus
olhos fo ram abertos para a verdade esp iritu al.
N o p rim e iro serm ão de C ris to em N azaré, ele disse que um a das razões
pelas q u ais ele veio à terra foi para pregar “restauração da vista aos c e g o s”
(L c 4-1 8, V .R .). O evangelho de C ris to nos ajuda a ver no ssa necessidade
e d esam p aro e, então, nos m o stra a graça red en tora que"D eus co lo co u ao
alcance de cada hom em .
N a B íblia so m o s cham ados de “filh os da lu z e filhos do d ia ” ( l Ts 5 -5 ),
p o rq u e agrad o u a D eus co m p a rtilh a r seus m isté rio s e segredos conosco.
N ão estam o s m ais em trevas — sabem os de onde viem os, p o r que estam os
aqui e para onde vamos.
Em E f é s i o s 1 . 9 - 1 0 ap ren dem o s um dos' m isté rio s de D e u s que foi
revelado: “D e sc o b rin d o -n o s o m isté rio da sua vontade, seg u n d o o seu
b en ep lácito , que p ro p u sera em si m esm o , de to rn ar a co n g re g ar em C ris to
todas as coisas, na disp en sação da p le n itu d e dos tem p o s, tan to as que
estão nos céus como as que estão na terra .
É a vo n tad e de D eus que, em alg u m tem po no fu tu ro , talvez logo,
to do s estejam o s ju n to s com ele.
E q u al é a vontade de Deus p ara nós hoje? Através das épocas te m sido
o desejo do coração de h o m ens devotos saber e se g u ir a vontade de D eus
cada dia. Davi disse: “E n sin a-m e a fazer a tua v o n ta d e ” ( S l 1 4 3 - 10 ) .
E n sin ar e fazer. Ele en sino u. Você está fazendo?

Nosso D eu s e Pai, obrigado p o r revelar alguns dos mistérios do teu universo para m im
enquanto cristão. Fico impressionado pela tua onipotência. Ensina~me, Pai, a fazer a
tua vontade de u m a form a que te magnifique. A juda-m e a ser um discípulo f i e l de
Jesus, m eu Senhor, através dc quem eu oro. Amém.

4 d e o u l li l r o

O HOMEM VIVERÁ NOVAMENTE?

Porque para m im o v iv e r é Cristo, c o m orrer é lucro. F ilip en ses 1.21

A M A I O R p e rg u n ta dos te m p o s foi: “Sc o h o m e m morrer, viverá o utra


vez? ’ S ab em o s que a p rim e ira p arte dessa senten ça se cum p re a cada dia.
N ão existe “s e ” a esse respeito. “E, com o aos hom ens está o rd en ad o m orrer
u m a só vez... (H b 9 -2 7 )- A p erg u n ta é: “O h o m e m viverá o u tra vez?”
E xistem aqueles que dizem que tudo o que existe é apenas ossos, carne e
sangue. Eles dizem que, quando você está m orto, quando você morre, nada
acontece; você não vai a lugar algum . E pó para o pó, cinzas para as cinzas.
P ergunte a u m cie n tista e ele não pode dar um a resposta. Eu já p erg u n tei
a vários c ie n tista s coisas relacio n ad as à vida depois da m o rte, e m u ito s
d izem : “N ão sabem os . A ciência trata com fó rm ulas e tu b o s de ensaio.
Existe u m m u n d o e s p iritu a l do q u al a ciência não sabe nada.
Porque m u ito s não acred itam na vida depois da m o rte, seus escrito s
estão cheios de tragéd ia e p essim ism o . Os escrito s de W i ll ia m Faulkner,
Jam es Joyce, E rn est H em ingw ay, Eugene O ’N eil, e m u ito s o u tro s, estão
cheios dc p ess im is m o , escurid ão e tragédia.
Q u ão d iferen te dc Jesus C risto , que disse: “Eu sou a ressurreição e a
vida; q u em crê cm m im , am d a que esteja m o rto , viverá” (Jo 1 1 . 2 5 - 2 6 ) .
N o v am en te ele diz: “P orque eu vivo, e vós vivereis” (Jo 1 4 : 1 9 ) . N o s sa
esperança de im o rtali dade e stá baseada apenas em C ris to —não cm n en h u m
d ese jo , a n se io , a r g u m e n to , ou cm q u a lq u e r in s t i n t o dc im o r t a lid a d e .
C o n tu d o , a esperança de im o rta lid a d e que é revelada em C r is to co n co rda
com todos esses gran des desejos e in stin to s.

Nosso D tu s e Pai, sei que na hora determ inada serei transform ado de m ortal para
imortal com o tu. Vivo porque tu e o teu Filho sustentais minha vida na p alm a da vossa
poderosa mão. Esse m om ento de transform ação virá segundo a tua ordem, Pai; p o r
favor, a ju d a -m e a estar preparado. Através de Cristo. Amém.
Pois vos f o i concedido, p or a m or de Cristo, não somente o crer nele,
m as também o padecer p or ele. F ilip en ses 1 .2 9

U M A pessoa cujo nom e é sin ô n im o de “sofrim en to v ito rio s o ” é a corajosa,


ta len to sa te trap lég ica Jo m Eareckson T id a. C o m o resu ltad o de um aciden te
de m e rg u lh o , ela está presa a u m a cadeira de rodas, sem p o der c u id ar de
suas n ecessidades m a is sim p les. E, co n tud o , ela é u m dos m ais vib ran tes e
belos seres h u m a n o s que eu já conheci.
Ela c o m p a rtilh o u o p ú lp ito conosco m u ita s vezes em nossas cruzad as,
e seu te ste m u n h o do que o. S e n h o r fez por ela e através dela nun ca deixa
de su rp reen d er e h u n u lh a r-m e. Jo m em ergiu do fogo da prova com u m a
c o m p re e n s ã o m a is am p la e p e rc e p tiv a não ap en as do s ig n if ic a d o do
so frim e n to , m as ta m b ém das grandes verdades teo ló gicas que s u s te n ta m
esse assu n to . Jo m teve seu p ró p rio p equen o A rm aged o m .
S u a h ab ilid ad e de p erceber as verdades m ais p ro fu n d as e expressá-las
em term os sim ples me adm ira e inspira. Eu conheço algum as poucas pessoas,
in c lu in d o algun s de no ssos m aiores teólo gos, que têm um a co m p reen são
tão am pla e p rática de q u em é D eus e o que ele está fazen do 110 m u nd o .
Seu serviço a D eus é m u ita s vezes m aio r do que seria se ela n un ca tivesse
s o frid o aquele acid en te en q u an to m ergulh ava 11a baía de C hesapeake.
M u i t o s de nós n unca exp erim en tarem o s o tip o de d ific u ld a d e que Jo m
en fren to u . M a s nos q ueixam o s m esm o assim .
Se você está bem fisicam en te, louve a D eus e aprenda a não reclam ar
so b re ir r ita ç õ e s c o n ip a ra v e lm e n te m e n o re s. S e você so fre de a lg u m a
en fe rm id ad e física, lem b re-se de que o S e n h o r é a sua força e que ele o
aju d ará não apenas através desta vida, mas ele lhe d ará u m novo corpo 11a
vida vin dou ra.

Nosso D eus 1 Pai, tu m t deste J e su s com o u m exemplo de com o v iv e r através do


sofrim ento com gr a ça e paciência. O ro para qtie eu seja capa^ de im itar a sua atitude
quando me vier 0 sofrimento. Abençoa-me, Pai, com entendim ento celestial para a
m inha vida terrena através de J e su s c da tua Palavra. Nele eu oro. Amém.
Pois vos f o i concedido, p o r a m or de Cristo, não somente o crer nele,
m as também o padecer p o r ele. F ilip en ses 1 .2 9

N O S podem os encontrar conforto no meio do so frim en to p o rq u e D eus


pode usar nossos sofrimentos para nos ensinar e nos tornar pessoas melhores. A lgum as
vezes é preciso o so frim en to para nos ajudar a perceber a brevidade da vida e
a im p o rtân cia do viver por C risto. M u ita s vezes D eus usa o so frim en to para
realizar coisas em nossas vidas que, de outra maneira, nunca seriam alcançadas.
A Bíblia coloca isso de forma sucinta: “M e u s irmãos, tende por motivo
de grande gozo o passardes por várias provações, sabendo que a provação da
vossa fé p ro duz a perseverança; e a perseverança tenha a sua obra perfeita,
para que sejais perfeitos e com pletos, não faltando em coisa a lg u m a ” ( T g
1 .2-4, V R . ) . A lgum as das pessoas mais piedosas que eu já conheci eram
hom ens e m ulheres que foram chamados para sup ortar grande so frim en to —
talvez até ficassem am argurados e ressentidos se tivessem de passar por tais
circunstâncias —contudo, p o rque eles conheciam a Jesus e andavam no gozo
de sua presença a cada dia, Deus os abençoou e os tran sform o u em pessoas
que refletiam a C risto . M u ita s vezes eu estive n u m quarto de doente ou no
ho spital para encorajar alguém — e saí sentindo que eu fui confortado e
ajudado, p orque D eus usou suas aflições para fazê-los m ais com o Jesus.
A ntes da d esco berta do p o der do átom o, a ciência teve de desco brir
com o ‘e s m a g a r ” o átom o. O segredo do p o d er ilim ita d o e im en su ráv el do
áto m o está em ser ele esm agado.
Dr. E dward Ju d so n , na dedicação da Igreja M e m o r ia l Ju d s o n na cidade
de N ova York, disse: “O so frim en to e o sucesso an dam ju n to s. Se você
está sendo b em -su ce d id o sem so frim en to , é p o rq u e o utro s antes de você
sofreram ; se você está sofrendo sem ser b em -su ce d id o , é que o utro s depois
de você serão b e m -s u c e d id o s ”.

Nosso D eu s e Pai, gera lm en te tenho dificuldade para com preender teu sofrimento, mas
sei que ele f a r á com que eu acabe me tornando um a pessoa melhor. Ajuda~mc a
suportar as provações com paciência, sabendo que eu ga nharei saúde e sabedoria
espiritual enquanto tu operas no meio de tudo. No nom e do Salvador. Amém.
A MENTE DO CRISTÃO

D e sorte que haja em vós o m esm o sentim ento que


houve também em Cristo Jesus. F ilipen ses 2.5

N Ó S cristão s não devemos nos co n fo rm ar m e n talm e n te com este m u n d o .


O m u n d o com suas propagandas, sua conversa, sua filosofia está em penhado
n um a tarefa g ig an tesca de lavagem cerebral. N e m sem pre co n scien te, mas
a lg u m a s vezes in c o n s c ie n te m e n te , o cristão é atacado p ela p ro p ag a n d a
sec u lar e m u n d an a.
A n ú n cio s que p ro clam am que “hom ens d i s t i n t o s ” p referem certa m arca
dc u ísq u e im p lic a m em que os ab stêm io s não são pessoas d istin ta s .
As p r o p a g a n d a s de c i g a r r o d e c la r a m s o n o r a m e n t e q u e hom ens
p e n sa d o r e s” preferem certo filtro, im p lican d o que apenas os ign o ran te s
re je ita ria m tal marca.
M u i t a diversão, m esm o aos d o m in go s, está in d iretam en te inclin ada para
aqueles que se alim en tam de violência, sexo e ilegalid ad e. Parece que a lg u m
cérebro d iab ó lico está o rie n tan d o os n egó cio s deste m u n d o e q ue seu
p rin c ip a l objetivo é fazer um a lavagem cerebral nos cristão s para que eles
se co n fo rm em com este m u nd o .
O sistem a sórdido do m undo ameaça contaminar a corrente do pensamento
cristão. Satanás contestará cada hora que você gasta lendo a Bíblia ou orando.
C o n tu d o , acima do b arulho p o d em os ouvir a voz da E scritu ra: “De
sorte que haja em vós o m esm o sen tim en to que houve ta m b ém em C ris to
Je s u s ” (Fp 2 .5 ) e “E não vos conform eis com este m u nd o , mas tran sfo rm a i-
vos pela renovação do vosso en te n d im en to , para que ex p erim en teis q u al
seja a boa, agradável e p erfeita vontade de D e u s ” ( R m 1 2 . 2 ) .
Nós cristãos não devemos contaminar-nos nem com as ansiedades do mundo.
M u ito s cristãos estão esfregando as mãos e dizendo: “O que será do m u n d o ?’
A Bíblia já nos disse claram en te que “o m u ndo ... e a sua co n cu p iscên cia
hão de passar. Já nos foi dito pela E scritu ra que o m u n d o está ind o para
u m ju lg a m e n to cataclísm ico .
D evem os ser lu z 110 m eio das trevas, e nossas vidas devem ex em p lificar
a tr a n q ü ilid a d e , a p az e o gozo no m eio da fru stração , da co n fusão e do
desespero.
A n o te o tem p o que você gasta lendo a Bíblia e orando. C o m p are com o
tem p o que você gasta, vamos dizer, ass is tin d o à televisão. D eus te m sua
p arte de seu tem p o e atenção?

Nosso D eus e Pai, p erdoa -m e p o r cair na sedução do mundo. Sei que na verdade é
Satanás m e afastando de ti. Edifica u m a fortaleza ao meu redor, Senhor, c m a n tém -m e
perto de ti através do teu poderoso amor. A juda -m e a ser u m a lu^ tio m u n d o de trevas.
Por causa de Cristo. Através do teu poderoso a m or A juda-m e a ser u m a lu ^ n o m undo
de trevas. Por causa de Cristo. Através dele eu oro. Amém.

8 cia o a [u í r o

O RESUMO DA SALVAÇÃO

E, achado na f o r m a dc homem, hum ilhou-se a si mesmo, sendo


obediente até à morte, e m orte dc c r u Filip cn ses 2.8

O CORAÇÃO do evangelho cristão com sua encarnação e expiação


está na cruz e na ressurreição. Jesus nasceu para morrer. Jesus fez pelo
h o m e m o que o h o m em não pode fazer p o r si m esm o. Ele o fez atraves da
cruz e da ressurreição.
H o je b u sca m o s as panacéias filo só ficas feitas pelo h om em . D iscu ssõ es
e debates aco n tecem em cada centro de estu d o s em b usca da sabedoria
fin al e sua felic id ad e re su ltan te. N e n h u m a solução foi en co n trad a. A in d a
lu ta m o s co m os m e sm o s problem as filo só fico s que p reo cup avam P latão e
A ristó teles.
P ro cu ram o s u m a saíd a para no ssos dilem as, e a placa u n iversal que
enxergam os é ‘sem s a íd a ’ . M a s a cruz se apresenta no m eio de nossos
d ilem as co m o n o ssa ú n ica esperança. A qui en co n tram o s a ju s tiç a de D e u s
em satisfação p erfeita — a m isericó rd ia de D eus esten dida ao p ecad o r — o
am or de D eus co b rin do cada necessidade — o p o d er de D eus para cada
em ergên cia —a gló ria de D eus para cada ocasião. A qui há p o d er su fic ie n te
p ara tr a n sfo r m a r a n atu rez a h um an a. A qui há po d er b astan te p ara m u d a r o
mundo.
S a m u e l R u th e rfo rd , o grande teó lo go escocês e pastor, q ue m o rre u em
l 6 6 l , expressou isso m u ito bem quan do escreveu: “A cruz de C ris to , na
q u a l ele foi e ste n d id o , ap o n ta, na sua extensão , para o céu e a terra,
r e c o n c ilia n d o -o s ju n to s; e na sua largura, para as épocas an tigas e atuais,
sendo, para ambas, salvação”. O apóstolo Paulo realm ente nos deu o resumo
da salvação quan do ele escreveu: “E, achado na form a de hom em , h u m ilh o u -
se a si m esm o , sendo o b edien te até à m orte, e m o rte de c r u z ”.

Nosso D a is e Pai, inclino-m e na cm ^ b u sca n d o apoio e salvação. Em nenhum outro


lu gar posso en contrar perdão e misericórdia. A cn i^ d e Cristo é m eu ú nico pod er para
v iv e r e m inha única esperança para morrer. O brigado p o r Jesus, que deu significado à
cruz^e em cu jo nom e eu oro. Amém.

A PARTICIPAÇÃO DOS SEUS SOFRIMENTOS

Sim, na verdade, tenho também com o perda todas as coisas, pela excelência do
conhecim ento de Cristo Jesus, m eu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas
coisas e as considero com o refugo, para que possa ga n h a r a Cristo e seja achado
nele, não tendo com o minha ju stiça a que vem da lei, mas a que vem pela f é cm
Cristo, a saber, a ju stiça que vem de Deus, pela f é ; para conhecê-lo, e o pod er da
sua ressurreição, e a participação dos seus sofrimentos, con form an do-m e a ele
na sua morte. F ilip en ses 3 -8 -1 0

E M n en h u m lu g ar a Bíblia ensina que os cristãos são isentos de tribulações


e dos desastres n atu rais que sobrevêm ao m u n d o . Ela ensm a que os cristão s
p o d em en fre n tar trib u lação , e n se s, calam idad es e so frim e n to s p essoais
com o p o der so b ren atural que não está disponível a n in g u ém fora de C risto .
C h ristian a Tsai, a filha cristã de um antigo governador da província Kiangsu,
na C h in a, escreveu: “At ravés de m eus m u ito s anos ( 5 3 ) de en ferm id ad e,
eu n unca me atrevi a p e rg u n ta r a D eus p o r que ele me p e r m it iu sofrer por
ta n to tem po. Eu só p e rg u n te i o que ele q u eria que eu f iz e s s e ”. S an to
A g o stin h o escreveu: “M e lh o r é aquele que sofre o mal, do que a alegria
daquele que faz o m a l ”.
A águ ia é o único pássaro que pode fechar as asas e esperar pelo vento
certo. Ela espera pelo vento q ue sopra para cim a e n un ca precisa bater as
asas, apenas p la n a r a grandes altitu d e s. A ssim , quan do esperam os em D eus,
ele nos ajudará a u sar as adversidades e ventos fortes a no sso b en efício !
A B íblia diz: “M a s os que esp etam no Senhor... sub irão com asas como
á g u ia s ” (Is 4 0 .3 I ) .
Os cristãos p o dem regozijar-se 110 m eio da perseguição p o rque eles têm
em vista os valores eternos. Q uando as pressões surgem , eles olham alem das
circunstâncias m om entâneas, para as glórias do céu. O p ensam ento da vida
fu tu ra com suas prerrogativas e gozo ajuda a fazer as aflições do presente
parecerem leves e m om entâneas, “....porque dos tais é o remo dos céus.”

Nosso D m s e Pai, àjuda~me a esperar pacientem ente pelo teu tempo. Sou impaciente e
teimoso, eu sei. Abençoa~me com a calma e tranqüila aceitação de J e s u s da tua vontade.
Dá~me prazer cm servir~te apenas da f o r m a com o tu planejaste para m im e dentro do
teu próprio bom tempo. Em nom e de Jesus. Amém.

10 c l o o u 1 li í r o

GOZO INTERNO E VITÓRIA EXTERNA

Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra v e z à ig o : regozijai~vos. F ih p en ses 4*4

QUANDO nossos corações estão to talm en te en tregues à vo n tad e de


D eus, então nos d eleitam o s v en d o -o usar-n os de q u a lq u e r m a n eira que ele
desejar. N o s so s p lan o s e desejos co m eçam a co n co rd ar com os seus e
aceitam o s sua direção em nossas vidas. N o sso sen tido de gozo , satisfação
e p le n itu d e na vida aum en ta, não im p o rta quais sejam as circu n stân cias, se
estiverm o s no centro da vontade de D eus.
R esse n tim en to ou resignação não são as respostas aos p roblem as do
sofrim ento. E há um passo além da mera aceitação. È aceitar com gozo.
Precisamos ouvir as palavras de Tiago: “M eus irmãos, tende por motivo dc
grande gozo o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa
fé p rod uz a perseverança; e a perseverança tenha a sua obra perfeita, para que
sejais perfeitos e completos, não faltando em coisa algum a” (1 .2 -4 , V R . ) .
A vida cristã é um a vida de gozo. O c ristia n ism o n un ca sig n ific o u algo
para fazer as pessoas m iseráveis. O m in is té r io de Jesus C ris to foi de gozo.
A B íblia ensina que a vida de repo uso in te rio r e vitó ria exterior é o d ireito
do cristão desde o nascim ento .
Q u e te ste m u n h o os cristão s p o d eriam ser p ara o m u n d o ”, escreveu
A m y C arm ich a el, “se apenas eles fossem , m ais evid en tem en te, u m povo
m u ito feliz . O oozo
D
é um a das marcas do verdadeiro cristão . A se n h o rita
C a rm ic h a e l cito u P reb en d ary W ebb-Peploe, que disse: “G ozo não é efusão
se n tim e n ta l; go zo não é anim ação. G ozo é sim p le sm e n te p erfeito acordo
com a vo ntade de D eus, p o rq u e a alma se d eleita em D eus m esm o .
A h a b i li d a d e de r e g o z ija r - s e em q u a l q u e r s itu a ç ã o é u m s in a l de
m a tu rid a d e esp iritu al.

Nosso D eu s c Pai, entrego m eu coração e minha vontade a ti. Por favor, u sa -m e do jeito
que tu quiseres. C entraliza-m e na tua vontade c da f o r m a com o tu queres, Pai, c enche-
m e com a tua alegria e celebração da vida. A juda-m e a v iver com o m e criaste para
v iv e r — com contentamento, alegria e satisfação através de Jesus. Amém.

11 cí o t) u l li b r o

EM NADA ANSIOSO

Não andeis ansiosos p o r coisa algum a; antes, em tudo, sejam os vossos pedidos
conhecidos diante de D eus pela oração e súplica, com ações de graças;
e a pa^ de Deus, que excede todo o entendimento, gu a rd a rá os vossos corações
e os vossos pensam entos em Cristo Jesus. F ilip en sen s 4*6-7) V.R.

F E L I Z c a pessoa que aprendeu o segredo de ir a D eus d ia ria m e n te em


oração. Q u in z e m in u to s a sós com D eus cada m anhã, antes de se in ic ia r o
dia, p o d e m u d a r nossas p ersp ectivas e recarregar nossas b aterias.
M a s to da essa felicid ad e e todos os ilim ita d o s b en efício s que flu em do
d ep ó sito do céu são co n d icio n ad o s ao nosso relacio n araen to com D eus.
A b so lu ta d ep en d ên cia e ab so lu ta en trega são as condições de ser seu filho.
A penas seus filh o s p o dem receber essas coisas que lhes dão felicidad e; e
para ser seu filho, deve haver entrega da vontade para ele.
P recisam o s a d n u t ir que som os pobres antes de serm o s feito s ricos.
P recisam os a d m itir que som os desam parados antes de nos to rn arm o s filh o s
p o r adoção.
Q u an d o co m p reen d em o s que tod a nossa p ró p ria b o nd ad e é trap o de
im u n d ícia aos olhos de D eus e sabemos o p o der destrutivo de nossa vontade
o b stin ad a, quan d o p ercebem o s nossa ab so lu ta dep en dên cia da graça de
Deus através da fé e nada mais, então iniciam os no cam inho para a felicidade.
N ão chegam os a conhecer a Deus através de obras —chegam os a conhecê-
lo pela fé através da graça. N ão p o d em os fazer o cam inho p ara a felic id ad e
e para o céu p o r nossas obras; não p o d em o s m o r a liz a r no sso cam in h o ,
n em refo rm á-lo , nem com prá-lo . Salvação é u m d o m de D eus através de
Jesus.

Nosso D eu s e Pai, sou espiritualmente pobre e necessitado diante de ti. Sem o Scnbor
sou solitário, f r a c o e inútil. Sou com pletam ente dependente da tua gr a ça e misericórdia,
Senhor. Perdoa-me; salva-m e; fortalccc-m e. Aumenta minha f é na tua g r a ça c em J e su s
Cristo, m eu Salvador, através de quem eu oro. Amém.

/2 de o u t a l ro

O CAMINHO DA P AZ

E a p a ^ d e Deus, que excede todo o entendimento, gu a rd a rá os vossos corações


c os vossos pensam en tos cm Cristo Jesus. F ilipen ses 4-7, V R .

N A O existem p ro b lem as que p e rtu rb a m a m en te e d esg asta m os nervos


tan to q u an to os p roblem as em prestados. O salm ista diz: “N ão te in d ig n e s ”
( S l 3 7 -1 )- A im p licação é que a preocupação, a m u rm u raç ão e a aflição da
m e n te são m u ita s vezes de fabricação p ró p ria e p o d em ser m e lh o r trata d as
co m m u d an ça de a titu d e e tran sform ação do p en sam en to . C o m o alg u ém
já disse: “A p reocupação é u m velho com a cabeça inclinada, carregan do
u m a carga de penas que ele pensa ser c h u m b o ”.
O salm ista tam b ém disse: “Em p az ta m b ém me d eitarei e dorm irei,
p o r q u e só tu , S en h o r, m e fa zes h a b ita r em s e g u r a n ç a ” ( S l 4 - 8 ) . Jó
p erg un to u: “Se ele dá tran qüilid ade, quem, então, o condenará?” (Jó 34-29-)
M u ito s de nossos problemas são causados por concentração em nós mesmos.
A mente hum ana não deve ser lim itada a uma dimensão tão estreita. Deve estar
livre para elevar-se, sonhar, esperar e confiar. Q uando nossos olhos se voltam
para dentro em vez de para cima, sofremos de “vista curta’ espiritual.
A n te c ip a r p ro b lem a s faz com q ue n in h a ria s pareçam g ra n d es, c os
p ro b lem a s q ue n un ca se resolvem um a carga im a g in á ria q ue esm aga o
e s p írito . São esp ectro s asso m b rad o res, u m p esad elo sem su b s tâ n c ia , e
g astam o s a força que deveria ser usad a em trab alh o co n stru tiv o e serviço,
lu ta n d o co n tra p ro b lem as que n em sequ er existem .
Em vez dos “problemas em p restado s”, deveríamos ouvir o Sen h o r quando
ele diz: “D eixo-vos a paz, a m inha paz vos dou; não vo-la dou com o o
m u n d o a dá. N ão se turbe o vosso coração, nem se atem o riz e” Qo 1 4 -2 7 ).

Nosso D eus e Pai, perdoa minha aflição diante dos problem inhas da vida. Sintoniza-
m e na tua g r a ça e p a ^ Não perm itas que Satanás roube minha alegria
sobrecarregando-m e com preocupações e descontentamento. Ajuda~me a m anter m eus
olhos em ti c nas prom essas da tua Palavra. Através de Cristo Jesus. Amém.

1 3 d e o u t ti ( r o

O ESPINHO NA CARNE DE PAULO

Posso todas as coisas naquele que me fortalece. F ilip en ses 4-13

O APOSTOLO Paulo, por experiência p róp ria, sabia o que sig n ifica
so frer. C o m o ele d is s e ao povo de C o r i n t o so b re a l g u m a s de su a s
experiências pesso ais com o S en h o r ressurrecto, ele co n fesso u que tin h a
um prob lem a físico real: “E, para que me não exaltasse pelas excelências
das revelações, fo i-m e dado u m espinho na carne, a saber, u m m en sageiro
de S atan ás, p ara m e esbofetear, a fim de não m e e x a lta r” (2 C o 1 2 . 7 ) .
N ão sabem os exatam en te o que era esse “espinho na carn e”, mas deveria
ser um a doença física. Poderia ser a lg u m tipo de en fe rm id ad e nos olhos ou
ep ilep sia; ou, com o S ir W i ll ia m R am s ay pensava ser o m ais certo, febre
m alária. C o n tu d o , sabem os como ele manejava seu p ro b lem a e q u al era sua
a t itu d e em relação a ele: -
A cerca do q u al três vezes roguei ao S en h o r que o afastasse de m im ; e
ele me disse: A m in h a
graça te basta, p orque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Por isso, de
boa vontade antes me gloriarei nas m inhas fraquezas, a fim de que repouse
sobre m im o poder de C risto. Pelo que sm to prazer nas fraquezas, nas injúrias,
nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de C risto . Porque
quando estou fraco, então é que sou forte. (2 C o 1 2 .8 -1 0 , V R . )
C e rta m e n te Paulo não gostava d aquele espinho na carne. M a s quan do
ele so ub e que não era po ssível livrar-se dele, ele p arou de gem er e com eçou
a g lo r if içar. Ele sabia que era vontade de D eus e que a aflição era um a
o p o rtu n id a d e p ara ele provar o p o d er de C r is to em sua vida.
Você seria capaz de viver acim a das circu n stân cias como Paulo viveu?
Para su p o rta r o so frim e n to tão severo com o esse, em nossa p ró p ria força,
seria im po ssível. C o n tu d o , ju n to com o ap ó sto lo p o dem os dizer: “Posso
to das as coisas naquele que m e fo rta le c e ” (F p 4 - 1 3 ) .

Nosso D eu s e Pai, eu também tenho um espinho na carne que é... Eu orei com
freq ü ên cia, com o fe^ P a u lo , para que fo s s e retirado, m as ele continua comigo. E nsina-
me a ter praztr nas m inhas fraq u ezas para que tua f o r ç a possa f i c a r evidente na minha
vida. E nsina-m c a depender da tua gr a ça e do teu Filho. Nele eu oro. Amém.

/4 cl e o u t u b r o

D E U S S U P R I R Á T O D A S AS N O S S A S N E C E S S I D A D E S

E o m eu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória,


p o r Cristo Jesus. F ilip en ses 4 -1 9

Q U E p ro m essa para o cristão ! A fo n te é D eus — “m e u D e u s ”, o ap ó sto lo


o cham a. O su p r im e n to é inesgo táv el — “segun do as suas r iq u e z a s ”. E o
S alv ad o r é o canal pelo q ual essas riq u ezas chegam a nós. A equação é
t o ta lm e n te a m eu favor. M in h a s n ecessidades são m e d id as de acordo com
as riq u ezas dele. N ão existe m an eira de m elh o rar essa m ed id a. N ão im p o rta
q ual seja m in h a necessidade, ele é m ais do que capaz de su p ri-la. N ão
devem os tr a ta r a D eus com o u m esc rito r an ô n im o escreveu: “A la£>u m a s
p essoas tr a ta m a D eus com o o fazem com o advogado; elas o p ro cu ram
apenas q u an d o têm p ro b le m a s”.
Eu de scubro que necessito tan to de Jesus, e algu m as vezes m ais, em
m e u s m o m e n to s de exaltação, quan to em tem p o s de d ificu ld ad e, p roblem as
e adversidade. M u it a s vezes co m etem o s o erro de p ensar que a ajud a de
C r is to é apenas para os q u arto s dos enferm os, ou em épocas de s o frim e n to
e do r esm ag adora. Isso não é verdade. Jesus deseja en trar a todo m o m e n to
em q u a lq u e r tip o de d isp o sição de nossas vidas. Ele foi ao casam en to em
C an á ta n to q u an to à casa dc M a r ia c M a r t a quan do L ázaro m o rreu. Ele
chorou com os que choravam e alegro u-se com os que se alegravam. A lgu ém
disse: “E xistem tan tas estrelas no céu ao m e io -d ia q u an to à m e ia-n o ite ,
apesar de não p o d erm o s vê-las à lu z do sol ’.
Eu duvido que algu m dia en tendam os nossos so frim en to s e adversidades
até q ue este ja m o s seg uro s no céu. E ntão, q u an d o o lh a rm o s p ara trás,
estarem o s ab so lu ta m e n te surp reso s em com o D eus cu id o u de nós e nos
abençoou até m e sm o nas tem p estad es da vida. D e p aram o -n o s com p erigo s,
a cada dia, dos quais nem sequ er to m am o s co n h ecim en to . M u ita s vezes
D eus in tervém a nosso favor através de seus anjos m aravilh o so s. Eu creio
que n ada aco n tece p o r acaso, com o c r istã o o b ed ien te. T udo está no
p ro p ó sito de D eus. “E sabem os que to das as coisas co n co rrem para o bem
daqueles que am am a D eus, daqueles que são ch am ado s seg u n d o o seu
p r o p ó s ito .” ( R m 8 . 2 8 , V R . )

Nosso D eu s c Pai, lou vo-te pelos praçeres da minha vida —as alegrias, o riso, as
com em orações, as bênçãos. Q uero que minha vida te faça sorrir, Pai. A juda-m e a
d ividir m eu a m or e alegria com outras pessoas, para que elas possam te conhecer
também. L em bra-m e de depender de ti, principalm ente quando tudo parecer estar indo
bem. Agradeço através de Jesus. Amém.

1 5 d e o u l li l r t

O GRANDE SINAL DE MAIS DE DEUS

Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele [Jesus] habitasse e que,
havendo p o r ele f e i t o a pa^ p elo sangue da sua cruz, Por ín£!'° dele reconciliasse
consigo m esm o todas as coisas, tanto as que estão na terra com o as que
estão nos céus. C o lo ssen ses 1 . 1 9 , 2 0

MILHARES de pessoas sofrem de com plexos de culpa. Q u ase tod o s


s en tem que de alg u m a fo rm a estão errados, como o m en in o que disse: “Eu
acho que nasci e rra d o ”. D eus d iz da cruz: “Eu te a m o ’ . Ele ta m b é m está
d izen do : “Eu p o sso p e rd o a r-te ”. A palavra m ais g lo rio sa e em o cio n an te
em q u a lq u e r id io m a é “p e rd ã o ”. D eus em C ris to tem a base p ara o perdão.
P orque C r is to m o rreu, D eus pode ju s tific a r o p ecad o r e am da ser ju sto .
A m o rte de C ris to na cruz foi m ais do que a m o rte de m ártir. Foi mais
do que ele d eixar u m b o m exemplo, ao oferecer sua vida pelos hom ens.
S e u sac rifício foi o que D eus o rden o u para ser o ún ico sac rifício pelo
pecado. A E scritu ra diz: “M a s o S e n h o r fez cair sobre ele a in iq ü id a d e de
nós to do s [...] ao S e n h o r agrado u m oê-lo, fa z e n d o -o enferm ar...” (Is 53-6,
IO). P orque D eus estabeleceu a C ris to para ser a co b ertu ra pela culpa
h um an a, então, D eus não pode rejeitar o p ecador que aceita Jesus C ris to
com o Salvador. Ao q u al D eus propôs p ara p ro p iciação pela fé no seu
s a n g u e .” ( R m 3 .2 5 .)
E isso que represen ta a m esa da co m un h ão na igreja. A cada vez que
co m em o s o pão estam os relem brando o corpo de C ris to p reg ad o na c ru z
p o r nós, c a cada vez que bebem os o vinho estam os relem b ran do o san gue
q ue foi v ertid o na cru z com o a co b ertu ra pelos nossos p ecado s. U m a
m en in a, vendo a cruz na m esa da co m un h ão , p e rg u n to u : “M a m ã e , o q ue é
aquele gran de sin al de m ais na m e s a ? ” A c ru z é o m a io r sin al de m a is dc
D eus na h istó ria.

Nosso D eu s c Pai, p o r favor, accita minha hum ilde gratidão p o r Jesus, m eu Salvador e
Senhor. Sua m orte cruel deu-m e esperança e vida. Seu sacrifício m i deu salvação. Tu
colocaste o fa r d o do pecado sobre ele para que eu pudesse ser livre do pecado. Obrigado,
Deus, p o r J e s u s e pela vida eterna. Através de J e s u s eu oro. Amém.

t ó de í) u i a Lr o

A CENTRALIDADE DA C R U Z

Porque f o i do agrado do Pai que toda a plenitude nele [JesusJ habitasse e que,
havendo p o r ele f e i t o a pa ^ p elo sangue da sua cru^ p o r meio dele reconciliasse
consigo m esm o todas as coisas, tanto as que estão na terra com o as que estão
nos céus. C o lo ssen ses 1 : 1 9 , 2 0

M E U am igo e sócio, C liff Barrows, co n to u-m e essa histó ria sobre sup o rtar
pun ição. Ele se lem bra da época em que ele levou o castigo pelo s seus
filh o s q u an d o eles desobedeceram . “Eles fizeram algo que eu os p ro ib ira
de fazer. Eu lhes disse que se fizessem a m esm a coisa o utra vez, eu teria dc
d is c ip lin á - lo s . Q u a n d o eu voltei do trab alh o e d esc o b ri que eles não
p re s ta r a m atenção ao que eu dissera, m eu coração se en tern eceu. Eu não
c o n se g u iria d is c ip lin á -lo s ”.
Q u a lq u e r pai am o ro so pode en ten d er o d ilem a de Cliff. M u it o s de nós
já estivem os na m esm a situação . Ele co n tin u o u com a h istó ria: “Bobby e
B ettie R u th eram bem p equen o s. Eu os cham ei para o m eu q u arto , tirei o
cin to e a cam isa, e com as costas descobertas, a jo elh ei-m e ao lado da cama.
F iz com q ue os dois m e b atessem nas costas, dez vezes cada um , Você
deveria ouvi-los chorando! Eles choraram m esm o ! N ão queriam fazer aquilo.
M a s eu lhes disse que a p e n alid ad e tin h a de ser p aga e, com so luço s e
lág rim as eles fizeram o que eu lhes d is s e ”.
C lif f so rriu quan d o se lem b ro u do inciden te. Eu tenh o de a d m it ir que
eu não fui tão herói assim . A quilo doeu. Eu não m e ofereci para fazer
n o vam en te, mas n unca m ais tive de d isc ip lm á -lo s novam ente, tam p o u co ,
p o rq u e eles ap ren d eram a lição. N ó s nos abraçam os depois e o ram os ju n to s
q u an d o tu d o t e r m in o u .”
D e u m a fo r m a i n f in it a q ue su r p re e n d e n o sso s co raçõ es e m e n te s ,
sabem os que C ris to p ag o u a p e n alid ad e p elos nossos p ecados, p assad o s,
p resen tes e fu tu ro s. “
Foi p o r isso que ele m o rreu na cruz.

Nosso D eu s e Pai, tu te am o muito. Tu me trataste com gr a n d e bondade, paciência e


misericórdia. Teu Filho levou as surras, a p u n içã o e a m orte que eu m erecia p o r causa
dos m eus pecados horríveis. No lugar disso, tu m e deste graça. C om o poderei agradecer-
te? No precioso nom e de Jesus. Amém.

/7 d e o u l li b r o

GLORIOSA ESPERANÇA

Aos quais D eu s quis ja z e r conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério
entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória. C o lo ssen ses 1 .2 7

UM dos b ô n us de ser cristão é a g lo rio sa esperança que se esten d e para


além do tú m u lo , para a gló ria do am anhã de D eus.
A Bíblia in icia com um a tragéd ia e te rm in a em triu n fo .
Em G ên esis vemos a devastação do peca do e m o rte, m as no A po calip se
tem os u m vislum b re da g lo rio sa vitó ria de D eus sobre o pecado e a m orte.
A p o calip se 14-13 d iz: “B em -av en tu rad o s os m o r to s que, d esd e agora,
m o rrem 110 Senhor. S im , d iz o E sp írito , para q ue descan sem dos seus
trabalh os, e as suas ob ras os s ig a m ”.
M as qual é a base da esperança cristã de vida eterna? Nossa esperança de vida
depois da morte é meramente um pensamento anelante ou otimism o cego?
Podemos ter qualquer certeza de que existe vida depois da morte e de que, algum
dia, aqueles que conhecem a Cristo estarão com ele por toda a eternidade?
S im ! E xiste u m grande fato que dá ao cristão segurança dian te da m orte:
a ressurreição de J e su s Cristo. E a ressurreição física, corpórea, de C r is to que
nos dá co n fian ç a e esp erança. P o rque C r is to re s s u s c ito u dos m o r to s,
sabem os, sem dúvida algum a, que a m o rte não é o fim , m as é m e ram en te
um a tran sição para a vida eterna.
N u n c a se esqueça de que a ressurreição de C ris to é, de m u ita s m an eiras,
o evento central de toda a história. Paulo disse: “E, se C risto não ressuscitou,
é vã a vossa fé, e ainda p erm aneceis nos vossos pecados. [...] Sc esperam os
em C ris to só n esta vida, som os os m ais m iseráveis de to do s os ho m ens.
M as, agora, C risto ressuscitou dos m o rto s” ( i C o 1 5 - 1 7 - 2 0 ) . A ressurreição
de C risto faz toda a diferença! Porque ele ressurgiu dos m ortos, nós sabemos
que ele foi de fato o Filho de D eus que veio nos salvar através de sua
m o rte 11a cruz, com o ele disse.

Nosso D eu s e Pai, celebro 0 triunfo dc Cristo sobre a m orte! Pois eu sei que; com o
cristão} a ressurreição dele m e dá a vitória sobre a m orte espiritual também. C om o ele,
serei levantado da m orte fís i c a para a vida espiritual eterna. Louvado seja 0 teu santo
n o m e ! Louvado seja 0 nom e de J e su s ! Nele eu oro. Amém.

1 8 d o o 11 i 11 Lr o

PRONTO - OU PESAROSO?

Porque vós m esm os sabeis m uito bem que 0 dia do Senhor virá com o 0 ladrão de noite.
I Tes salo n icen ses 5-2

Q U A N D O o falecid o p resid en te E isenhow er estava de férias em Denver


anos atrás, um a m a téria do jorn al local, que contava com o u m m en in o
cham ado Paul Haley, dc seis anos de idade, m orrendo de u m câncer incurável,
tin h a vontade de ver o p resid en te dos Estados U n id o s, cham ou sua atenção.
E sp o n tan eam en te, num daqueles gestos graciosos, lem brado s m u ito tem p o
dep o is dc os d iscu rso s que u m h o m em preparou cu id a d o sa m e n te estarem
esqu ecid o s, o p resid en te d ecid iu sa tis fa z e r o desejo do garoto.
Então,’ num a m anhã de dom ingo, O em agosto, O ’ um a O grande lim u sin e parou [
na porta dos H a ley e dela desceu o presidente. Ele andou ate a po rta e bateu.
Sr. D o n a ld Haley, usand o jea n s e um a velha cam iseta, c co m a barba
ain da por fazer, ab riu a p o rta; atrás dele estava seu p eq u en o filho Paul.
P o d e-se im a g i n a r com o eles fic a r a m m a r a v ilh a d o s c o m o p r e s id e n t e
E isen h ow er na p o rta da casa deles.
“P a u l”, disse o p resid en te ao garo tin ho , “fiquei sabendo que você qu eria
m e ver. P raz er em co n h e c ê -lo .” O p resid en te, então, c u m p r im e n to u o
garotm ho, levou-o para ver a lim usin e presidencial, disse adeus, e foi embora.
A f a m í l i a H a l e y e s e u s v i z in h o s , c m u i t a s o u t r a s p e s s o a s , vão
p rovavelm en te conversar por m u ito tem p o sobre este ato g e n til e aten cio so
de u m p resid en te ocupado. Só u m a pessoa não ficou c o m p le ta m e n te feliz
com isto — foi o Sr. H aley. Ele n un ca esquece de com o ele estava vestido
q u an d o ab riu a p o rta. “A quele jea n s, aquela cam iseta velha, e a barba sem
fazer —que jeito dc conhecer o p resid en te dos E stados U n i d o s ! ”, ele disse.
E claro que a visita não foi anunciada, e, n aquelas circu n stân cias, não
era dc sc esp erar que ele estivesse vestido com suas m elh ores roupas. M a s
d u r a n t e to d a a sua vid a ele vai d e se ja r q ue ele tiv ess e a c o r d a d o u m
p o u q u in h o m ais cedo naquele dia, feito a barba antes, e, pelo m en o s, ter
colocado u m a cam isa lim pa antes de o p resid en te ter chegado. P ro n tid ão c
vig ilân cia são realçadas nos cristão s, p o rq u e quan d o C r is to voltar, nos
p egan d o de surpresa, ele nos acharia despreparados.

Nosso D eus e Pai, quero estar preparado para quando Cristo voltar para reivindicar os seus.
Quero estar espiritualmente puro e santo. Quero estar vestido com a tua justiça c perdão e
estar vigilante e pronto para poder encontrá-lo quando a hora chegar. No nome dele. Amém.

/ 9 cl e o a /u í r o

ORAI SEM CESSAR

O rai sem cessar. E o próprio D eus de p a r v o s santifique


completamente. I T essalonicenses 5-17, 2 3 , V.R.
L em b re-se dc que você pode orar em q u a lq u e r lugar, a q u a lq u e r hora.
L avan do lo u ç a s, cavando b u ra c o s, tr a b a lh a n d o 110 e s c ritó rio , fa z e n d o
co m p ras, 110 cam po de atle tism o — até 11a cadeia — você pode orar c saber
que D eus ouve! N ós tem os u m am igo no co rred o r da m o r te q ue ora p o r
nós to do s os dias entre quatro c seis da m anhã. V árias vezes este fato tem
nos en corajad o c nos dado satisfação.
Tente ter um m étodo dc oração sistem ático. Oração e estudo bíblico
constróem uma vida cristã sadia. A Bíblia diz: "Orai sem cessar”. Se você tem
u m período especial de oração durante o dia, sua vida inconsciente será farta
de orações durante os períodos de oração. Não é o bastante para você levantar
toda manhã e simplesmente dobrar seus joelhos e repetir algumas frases. Deveria
haver períodos em que você tenha um tempo a sós com Deus.
P ara a m ãe co m tr a b a lh o s excessivo s ou p ara a lg u é m viven d o cm
c ircu n stân cias extrem am ente ocupadas, isto pode ser im possível. M a s é aí
que o “orai sem c e s s a r” entra. N ó s oram os en q u an to trab alh am o s. C o m o
dissem o s antes, nós o ram os cm todo lugar, a q u a lq u e r hora.
O diabo vai lu ta r contra você em cada passo que der. Ele vai fazer o
bebê chorar, o te le fo n e tocar, a lg u é m b a te r na p o rta — haverá m u ita s
interrupções, mas co ntinue em frente! N ão se sinta desanim ado. Brevemente
você vai d esc o b rir que estes p erío do s dc oração são um gran de d eleite na
sua vida. Você vai p ro curar tê-los com m ais freqüên cia. S em um a oração
sistem ática , c o n stan te c diária, sua vida vai parecer sem graça, desa n im ad a
e in fru tífe ra. S e m um a c o n stan te oração, você n un ca p o derá conhecer a
paz in te rio r que D eus q u er dar-lhe.

Nosso D eus e Pai, que benção é conversar contigo! Revigora minha alma, anim a meu
coração e dá-m c uma grande alegria. Por favor, ouve meu coração através de Cristo Jesus,
meu Mediador, não apenas minhas próprias palavras interrompidas. E ajuda-m e a
aprender a ou vir tuas respostas mais claramente, Senhor. Através de J esu s eu oro. Amém.

2 0 do o u l u í r o

COMPLETAMENTE SANTO

O próprio D eus de p a r v o s santifique com pletam ente; e 0 vosso espírito, e alma, e corpo,
sejam plena m ente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor J e su s
Cristo. I T essalo m cen ses 5-23, V.R.
D E U S está, acim a de tud o , interessado no que você é. O que v o c c f a ^
é o re su ltad o do que você c. Q u alid ad e de vida é o p ro p ó sito e inten ção da
san tificação .
“M a s vós sois a geração eleita, o sacerdó cio real, a nação santa, o povo
ad q u irid o , para que an un cieis as virtu d es d aquele que vos ch am o u das
trevas p ara sua m a rav ilh o sa l u z . ” ( l Pe 2 .9 .) “Para que p o ss a is an dar
d ig n a m e n te dian te do Senhor, a g rad an d o -lh e em tud o , fr u tific a n d o em
to da boa obra e crescendo no con h ecim en to de D eus. ’ ( C l I.IO .)
A Lei exigia
O c o n fo rm id ad e com um a série de regras,
O ’ mas a Lei foi um a
so m b ra das coisas que virão. A Bíblia diz: “Pela lei vem o co n h ecim en to do
p e c a d o ” ( R m 3 -2 0 ).
O N ovo T estam en to , em co n traste com a Lei, diz: “C r is to cm vós,
esperança da g l ó r i a ’ ( C l 1 . 2 7 ) . N ão existe u m m eio de p o d erm o s gerar
santificação. N o ssa santificação é C risto . N ão há um meio de sermos santos.
N o ssa san tid a d e é C risto .
Isto fez com que Paulo escrevesse: “N ão tendo a m in h a ju s tiç a que vem
da lei, m as a que vem pela fé em C risto , a saber, a ju s tiç a que vem de D eus,
pela fé ’ (Fp 3 -9 ). Isto fez com que um c o m p o s ito r de h in o s dissesse:
Q u an d o ele vier com o so m da tro m beta,
Q u e eu nele seja en co n trad o ;
V estido na sua p ró p ria justiça,
Sem falta m e ap resen tar d ian te de seu trono!
D. L. M o o d y disse: “Pró xim o ao p o der de D eus, a serena beleza de um a
vida san ta é a in flu ên c ia m ais p o d ero sa para o bem no m u n d o ’.

Nosso D eus t Pai, som ente através dc Cristo posso pretender ser santo, ju s t o , p u ro e
santificado. Louvo teu nom e p o r ele e p o r sua m ajestade demonstrada na cru^ e na sua
ressurreição. Estou vestido com Cristo, lavado c limpo no seu sangue e sou ju stifica d o
através dele. E através dc J e su s venho em oração e louvor. Amém.

2 1 ( l c> o u í n b r o

A DEUS PERTENCE O FUTURO

Graça e pa^ a vás, da parte de Deus, nosso Pai, c da do Senhor J e s u s Cristo.


[...] a vás, que sois atribulados, descanso... 2 T cssalonicenses 1.2, 7
N E S T E S anos recentes tem os testem un h ado um crescim ento da violência
no m u n d o O c id en tal. Foi dito que nossa era será conhecida com o “a era da
vio lên cia”. Eu não sei de que ela será chamada, mas sei que o fu tu ro pertence
a D eus. A você que está p reo cu p ad o com as n o tícia s que lê nos jorn ais, a
você q ue está in co m o d ad o com coisas que você vê na televisão, o ap ó sto lo
Paulo diz: “D escanse co n o sc o ”. O que ele q u er d iz e r é: “relax e”.
E xistem três problem as que nós nunca co n seguim o s resolver. O p rim eiro
é a in iq ü id a d e h um an a. A cidade de P it ts b u r g h é o q u a r te l-g e n e r a l de
centenas de p rin cip a is corporações. A cidade resolveu algun s dos grandes
p ro b lem as h u m a n o s com a tecn o lo gia. Foi em P ittsb u r g h que o D r. ] onas
S a lk desc o b riu a vacina contra o pólio. A qui está u m a cidade que p o d eria
en sin ar ao m u n d o algu m as lições. M a s existe um p ro b lem a que n en h um a
de nossas grandes cidades c o n seg u iu resolver — o p ro b lem a da in iq ü id a d e
hum ana: m en tira, ódio, lascívia, ganância. Q uan do C risto voltar ele resolverá
este problem a.
O u tro p ro b lem a que não foi resolvido foi o p ro b lem a do s o frim e n to
h u m a n o . O h o m e m m o d e rn o está d esen vo lven do u m a O
g ra n d e taxa de
su icíd io . Ele po de viver na casa m ais chique da cidade, e ainda assim sofrer
por causa de u m coração queb rado , solidão, abo rrecim en to, so frim e n to
físico ou m en tal. C risto na sua volta levará todo so frim en to ; ele d iz que
vai en xu ga r to das as lágrim as. N ão haverá m ais dores nas co stas ou dores
de cabeça; câncer e doenças do coração serão elim in ad o s; doenças m e n tais
não existirão. Todas as doenças da h um an idade serão curadas quan do C risto
voltar.
O m a io r de tod o s os p ro b lem as não resolvidos é a crise da m o rte, que
cada u m de nós terá de enfrentar. “Aos h o m ens está o rdenado m orrerem
um a v e z ”, d iz a Bíblia. M a s quan do C ris to voltar para b u scar sua Igreja, os
r e d im id o s q ue estiv e rem vivos não m o rrerão , m as serão levado s p ara
en co n trar-se com ele no ar. Para eles, a m o rte acabará.
Q u an d o C r is to voltar, a paz virá. N o sso s m aiores p o lític o s e sábios
estão p ro cu ran d o um m eio para a paz, mas eles estão ten tan d o fazê-lo sem
o P rín cip e da Paz. O h o m e m não pode achar um a p az d u ra d o u ra. Paz
d u ra d o u ra será trazid a so m en te quan do o P rín cip e da Paz vier e estab elecer
seu gran de e p o dero so reino.

Nosso D eu s e Pai, tu és a única f o n t e de verdadeira p a ^ n este m undo de tensão e


fru stra çã o . A iniqüidade perm anecerá, o sofrim ento perm anecerá, a m orte perm anecerá.
M as contigo no m eu coração consigo encontrar paç. Posso descansar e d orm ir com pa^
de espírito. P u te adoro, Senhor, e te agradeço, tudo em nom e de Jesus. Amém.

22 d o o ii t li ! r o

PERSEGUIÇÃO OU POPULARIDADE?

. . . Nós mesmos nos gloriam os de vós nas igrejas de Deus, p or causa da vossa paciência e
fé, e em todas as vossas perseguições e aflições que suportais. 2 Tessalonicenses 1.4

POPULARIDADE e b ajulação p o d em ser m a is pengosrts para os


cristãos do que a perseguição. E, infelizm ente, fácil, quand o tudo vai bem,
perdermos nosso senso de equilíbrio c nossas perspectivas. Devemos aprender
como Paulo a “ter abun d ân cia” e “estar a b atid o ”. N ó s devemos aprender em
“toda e qu alq u er situ aç ão ” a “estar co n ten tes” (Fp 4-1 1, K .J.V ).
C o m o dissem o s em alg u m lu g ar deste livro, o im p o rta n te é an d ar com
C risto , viver para C r is to c ter um a c o n su m id o ra paixão para agradá-lo .
E ntão, seja o que for que aconteça, nós sabem os que ele o p e rm it iu para
nos en sin ar alg u m a lição p recio sa e nos aperfeiçoar para seu serviço. Ele
en riq u ecerá nossas circu n stân cias, sejam elas agradáveis ou desagradáveis,
p o r causa de sua presença conosco. O am anhã nos enche de temor. João
I 0 .4 diz: “Ele tira para fora as suas o velh as”. Seja o que for que nos espera
é encontrado p rim e iro p o r ele — como o p a sto r o rie n tal q ue sem pre vai à
frente de suas ovelhas; p o rtan to , q u a lq u e r ataq u e contra as ovelhas tem de
ser antes co n tra o p asto r — todos os amanhãs de nossas vidas tem de p assar
p or ele p rim eiro antes de chegar a nós!
Três filhos dos hebreus foram jogados na fornalha ardente, mas o rei
disse: “Eu, porém , vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro
do fogo, e nada há de lesão neles, e o aspecto do quarto é sem elhante ao filho
dos d eu se s” (D n 3 -2 5 ). N o sso Deus está conosco no meio da perseguição.
U m a h is tó r ia ap ó c rifa nos co n ta do p r im e ir o c o n v e r tid o de certo
m iss io n ário que foi to rtu rad o até à m orte, por causa de sua fé. Anos depois,
o m is s io n á r io m o rreu . N o céu, ele se en co n tro u com aq u ele p rim e iro
co n vertid o e lhe p e rg u n to u com o era ser to rtu ra d o até à m o rte p o r sua fé.
“Você sab e” , o h o m e m resp o n d eu com u m dar de om bros, p arecen do um
p o uco surp reso , “eu nem sequer me lembro m a is .”
Nosso D eus c Pai, tu cs o B om Pastor e g u ia da minha vida. E nsina-m e com o
en contrar equilíbrio espiritual em minha vida. A umenta minha paixão, Senhor, para
servir som ente a ti, tanto à noite quanto de dia. Incendcia teu Espírito dentro de m im
para que eu possa levar outras pessoas a ti. Em Cristo. Amem.

2 3 cí ü o it /u b r o

NOSSO PAI

E o próprio nosso Senhor J e su s Cristo, e nosso D eus e Pai, que nos am ou e em gra ça
nos deu u m a eterna consolação c boa esperança, console os vossos corações e vos conforte
em toda boa p alavra e obra. 2 T essalonicenscs 2.1 6 -1 7

QUANDO nos to rn am o s cristãos p o dem os d izer “nosso P a i”, p o rq u e


aqueles que recebem a C ris to têm o d ireito de serem filh o s de D eus (Jo
I . I 2 ) . E ntão, p o dem os olhar para D eus com o nosso Pai. D evem os colocar
no ssa co n fian ça nele e conhecê-lo de perto, no c o m p an h eirism o ín tim o de
p ai e filh o . Podem os ter u m a percepção p esso al de seu am o r e interesse
p o r nós, p o rq u e ele se preocupa conosco com o o pai se p reo cu p a com seus
filhos.
C o m o Peter M a r s h a l d isse certa vez: “D eus não p e r m it ir á n e n h u m
problem a conosco, a m enos que tenha um plano específico pelo qual grandes
bênçãos p o ss a m su rgir das d ific u ld a d e s ”.
Ê através do so frim en to , dos testes das provações da vida que p o d em os
nos acercar de D eus. A. B. S im p so n ouviu certa vez u m h o m e m d iz e r algo
que ele n un ca esqueceu: “Q u an d o D eus o prova, é u m b om tem p o para
você te stá-lo , colo can do à prova suas p ro m essas e clam ando a ele tan to
q u an to suas aflições o façam n ece s sário ”.
E x istem duas m an eiras de sair de um a trib ulação . U m a é sim p le sm e n te
te n ta r livrar-se e agrad ecer quan d o acabar. A o u tra é reconhecer a aflição
como um desafio de Deus para clam ar pela m aio r bênção que jam ais tivemos.

Nosso D eus c Pai, minha m aior honra é ser chamado de teu f ilh o e saber que tu és m eu
Pai. Preciso da tua bênção paterna, Pai. Preciso do teu estím ulo c da tua esperança
constantes. Fortalece-m e diariam ente e m a n tém -m c sempre no teu am or; com o u m pai
f a r i a com seu filh o . Através de Cristo, m eu Senhor Amém.
Mas fiel é o Senhor, que vos confortará cguardará do maligno. 2 Tessalonicenses 3-3

A B Í B L I A ensina que os d em ô n io s d ed icam -se a co n tro lar este p la n eta


para seu senhor, S atan ás. Até m esm o Jesus o ch am o u de “p rín c ip e deste
m u n d o ” (Jo 12.3 I ) . Ele é o p rin c ip a l o rg a n izad o r e e strateg ista. M u it a s
vezes através da h is tó ria bíblica, e p o ssivelm en te até hoje, anjos e d em ô n io s
estão em guerra. M u it o s dos eventos de nossos dias p o d em m u ito bem
estar envolvidos com esta b atalha invisível.
N ão som os deixado s em dúvida quan to a q u em vai vencer no final. Vez
após o u tra Jesus nos assegu ro u que ele e os anjos seriam v ito rio so s: “E
q u an d o o Filho do h o m em vier em sua glória, e to do s os san to s anjos com
ele, então, se assentará no tro n o da sua g ló r ia ” ( M t 2 5 - 3 1 ) . O ap ó sto lo
Paulo escreveu: “... quan do do céu se m a n ife sta r o S e n h o r Jesus com os
anjos do seu poder, em ch ama de fo go ...” (2 Ts 1 .7 -8 , V R . ) .
Jesus tam b ém en sin o u que “...todo aquele que me co n fessar d ian te dos
h o m ens, ta m b ém o Filho do h o m em o co n fessará d ian te dos anjos de
D e u s ” (L c 1 2 . 8 ) . É im p o ssível co m p reen der o so frim e n to de eterna perda
q u an d o se sabe que os anjos não reco nheceram alg u ém p o rq u e foi falso em
suas afirm ativas de conhecer a C risto . M a s que m o m e n to será para os
cristão s de todas as épocas, de todas as tribo s, nações e lín g u as, quan do
forem ap resen tado s na corte dos céus. A E scritu ra cham a isso de “ceia das
bodas do C o r d e ir o ” (Ap I 9-9)- Este é o grand e evento q u an d o Jesus será
coroado R ei dos reis e S en h o r dos senhores. T m t o os crentes de to do s os
tem p o s com o todas as hostes an gelicais se ju n tarão , do b ran do seus joelhos
e co n fessan d o que ele é Senhor.

Nosso D eus c Pai, tu és o Rei dos reis e o Senhor dos senhores. Tu és o capitão das hostes
celestiais. Por favor, abre m eus olhos espirituais para que eu possa ve r teus santos anjos
lutando p o r m im . Sei que a gu err a j á está ganha. Aleluia! A juda-m e a v iver
vitoriosam ente através de J e su s Cristo, m eu Senhor, em quem eu oro. Amém.
O FATO DA FÉ

porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que ép od eroso


para g u a r d a r o m eu depósito até àquele dia. 2 T im ó te o 1 .1 2

S E você é salvo do pecado, é salvo através da fé pessoal no evangelho de


C ris to como d efin id o nas E scrituras. A pesar de que p o ssa ter parecido
dogm ático e estreito para você no início, o fato permanece que não existe
outro caminho. A Bíblia diz: “...o evangelho que já vos tenho anunciado [...]
p rim eiram ente vos entreguei o que também recebi: que C risto m orreu por
nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou
ao terceiro dia, segundo as Escrituras” ( i Co I 5• 1, 3, 4 )- A Bíblia diz que
somos salvos quando nossa fé está neste fato objetivo. A obra de C risto é um
fato, sua cruz é u m fato, seu túm ulo é um fato, sua ressurreição é um fato.
É impossível crer para que alguma coisa venha à existência. O evangelho não
passou a existir porque o homem creu nele. O túm ulo não estava vazio naquela
primeira Páscoa porque algumas pessoas fiéis crerem nisso. O fato precede a fé.
Somos psicologicamente incapazes de crer sem um objeto para nossa fé.
Você não é cham ado para crer em algo que não é crível, mas para crer no
f a t o da h is tó ria que, na realidad e, tran scen d e a to d a a h is tó ria . N ó s o
d esafiam o s para crer que essa obra de C ris to pelos pecadores é efetiva em
tod o s os que arriscam suas alm as com ele. C o n fia r nele para sua salvação
etern a é confiar, não na m venção da im agin ação de alguém , m as n u m fato.

Nosso D eu s e Pai, confio nos f a t o s do evangelho de Cristo. C oloco minha f é nesses f a t o s


e na tua m aravilhosa graça. Sei que a minha salvação está em J e su s Cristo e nele
crucificado, sepultado e ressurrccto. A ju da -m c a cam inhar nos seus passos para que o
m undo o veja p o r meti intermédio. Em Cristo eu oro. Amém.

2 6 d e o u /a Lr o

SEM ORAÇÃO, SEM PAZ

Q uero, pois, que os hom ens orem em todo o lugar, levantando


m ãos santas, sem ira nem contenda. I T im ó te o 2 .8
A O lon go da h is tó ria am cn can a, os líderes d esta nação c o n d u z ira m seus
p lan o s e esperanças a D eus em oração. C o n tu d o , hoje ch egam o s a u m
m o m en to em Cjue co n sideram o s a oração sim p lesm en te com o u m a tradição.
N ão tem os m ais o senso de ir d ilig en tem en te a D eus; sim p lesm en te u sam o s
a oração com o um a fo rm alidade.
Sc esta nação n asceu n u m a reun ião baseada em oração, algu m as de suas
decisões m a is im p o rta n te s sendo to m ad as apenas d ep o is de c u id ad o sa
oração a D eus, com o po d em os c o n tin u ar sem que haja u m a renovada ênfase
n a oração hoje?
U m a das razões pelas quais a O rg an ização das N açõ es U n id as se to rn o u
tão in e fic ien te para m an ejar as situaçõ es do m u n d o é p o rq u e não há oração,
n em re co n h e cim en to de D eus. N a p rim e ira reunião das N açõ es U n id a s
em São Francisco, n en h u m a oração foi d irig id a a D eus p o r lid eran ça e
bênção. F icam o s com m edo que os c o m u n ista s ateus não g o s ta s s e m e
cedem os em deferência a eles.
Eu p red igo que, a m enos que os líderes das nações se vo ltem para D eus
em oração, seus m elhores planos falharão, com o todos os p lan o s d aqueles
que c o n s tru íra m a to rre de Babel.
E xistem m ilhares de pessoas que fazem orações apenas em tem p o s de
g ra n d e a n g ú s tia , p e rig o s ou in c erte z as. Eu já voei através de te rríveis
tem p estad es, q u an d o ao m eu redor as pessoas que n un ca antes tin h a m
pen sado em orar estavam orando. É in stin tiv o para o h o m e m orar em
tem p o s de p roblem as.
C r is to in s tr u iu seus seg u id o res a orar, tan to através do en sino q u an to
pelo exem p lo . S u a s orações eram tão ferventes e diretas que um a vez,
quando ele te rm in o u de orar, seus d iscíp ulo s se voltaram para ele e disseram :
“Senhor, en sin a-n o s a o r a r ” (L c I I . l ) . Eles sab iam que Jesus tin h a estado
em co n tato com D eus, e eles q u eriam ter tal experiência.
N u n c a an tes na h is t ó r ia e stiv e m o s com ta n ta n e c e s sid a d e de orar.
S erem o s p essoas de oração em tem po s com o este?

Nosso D eu s e Pai, na verdade não sei com o orar a ti. E nsina-me a orar. Elevo meu
coração c minha mente para teu exame. P urifica m eus pensamentos, minhas ações e
m eus desejos. Aceita m eu pedido de entendim entot m isericórdia e bênçãos através de
Cristo, m eu Senhor. Amém.
PENSAMENTOS POSITIVOS NA PERSEGUIÇÃO

Porque para isto trabalhamos e lutamos, pois esperamos no D eu s vivo


[...] m as sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, na caridade,
no espírito, na fé , na pureza. I T im ó te o 4 -1 0 , 12

A LUTA (o u ultraje, K.J.V.) que exp erim en tam o s é o re sse n tim e n to


n a tu ra l nos corações dos h o m ens para com tu d o o que é ju sto e p iedoso.
E sta é a c ru z q u e te m o s de carregar. E p o r isso q ue os c r is t ã o s são
p erseg u id o s. Paulo deixou isto claro nestes co m en tário s a T im ó te o .
N ão nos esqu eçam o s de que existe felicid ad e e bênção na perseguição .
C o m o G eorge M a c D o n a ld expressou, to r n a m o -n o s “vigo ro so s através das
d u r e z a s ”.
N o s so S e n h o r in s tr u iu os p erseg u id o s para serem alegres: “E x u lt a i”,
ele disse, “e alegrai-vo s, p o rq u e é grande o vosso galardão nos céus; p o rq u e
assim p e rs e g u ira m os p ro fetas que foram antes de v ó s” ( M t 5*12).
A palavra go zo q uase já desapareceu de nosso atu al vo cab ulário cristão .
U m a das razões é p o rq u e pen sam o s que gozo e felicid ad e são en co n trad o s
em co n fo rto , fa cilid ad e e luxúria. T ia g o não disse: “ Tenha p o r m o tivo de
grande gozo quando você fica sentado na p o ltro n a”, mas: “ Tende por m otivo
de g ran d e go zo o p assardes por várias p ro vações” ( T g 1.2, V R . ) .
Os perseguidos são cheios de gozo porque eles estão sendo transform ados
para o céu. A perseguição é um a das conseqüências n aturais da vida cristã.
Ela é para o cristão o que a “dor do crescim en to ” é p ara a criança em
desenvolvimento. Sem dor, sem desenvolvimento. Sem sofrimento, sem O alória.
S em batalhas, sem vitória. Sem perseguição, sem recompensa! Jesus predisse
que se o p erseguiram , tam b ém o fariam com aqueles que o seguem.
A B íblia diz: “E o D eus de to d a a graça, que em C r is to Jesus vos cham ou
à sua etern a glória, depois de haverdes padecido u m pouco, ele m esm o vos
aperfeiçoará, co n firm ará, fo rtific ará e fo rtalecerá” ( i Pe 5*10). E tão fácil
esquecer que todas as coisas c o n trib u em ju n ta m e n te para o bem d aqueles
que a m am a D e u s ” ( R m 8 . 2 8 ) .

Nosso D eu s e Pai, cu rv o -m e em hum ilde submissão à tua vontade para m im . A juda-


m e a lem brar que os tempos difíceis da vida torna m -m e espiritualm ente fo rte. Lembra-
m e dc que somente com o brilho do sol e com a chuva pode haver u m arco-íris de
bênçãos c crescimento espiritual. Em nom e de Jesus. Amém.

2 8 d c o ti l u í r o

DINHEIRO PODE SER PERIGOSO

Porque o a m or ao dinheiro é a ra i^ de todos os males; c nessa cobiça


alguns se desviaram da f é c se traspassaram a si m esm os com
m uitas dores. I T im ó te o 6.IO, V.R.

A B Í B L I A não condena o dinheiro ou as posses m ateriais. A lgum as das


m aiores pessoas da Bíblia eram m u ito ricas. Abraão, Isaque, Salo m ão foram,
talvez, os m ais ricos hom ens de seus dias. A disp uta de D eus não 6 com
coisas m ateriais, mas com deu ses m ateriais. O m aterialism o tem se tornado
o deus de m u ito s de nós. É o estado no qual as posses m ateriais são elevadas
ao lu gar central na vida e recebem a atenção que é devida apenas a Deus.
A Bíblia ensina que p reocupação com coisas m a te riais é u m a fo rm a de
id o latria . E D eus odeia id o latria. Ela envenena todas as o u tras fases da
no ssa vida, in c lu in d o nossa vida fam iliar.
T m ib é m , a Bíblia declara que "am o r ao d inh eiro é a ra iz de to do s os
m a le s ” ( i T m 6 . 1 0 ) , não o dinheiro, mas o a m or ao dinheiro. Essa esc ritu ra
está sendo com provada em nossa vida n acio n al hoje, e estam o s colh en do o
q ue p la n ta m o s p o r m u ita s geraçõ es. E sta m o s, p elo m e n o s em p a rte ,
s o f re n d o as c o n s e q ü ê n c ia s de n o ss a p re o c u p a ç ã o e g o ís ta co m co isas
m ateriais, especialm ente desde a S eg u n d a Guerra M u n d ia l, e de n egligen ciar
os valores m o rais e esp iritu ais.
Pensamos que o h om em se em ancipara e que D eus, se é que existia,
poderia ser negligenciado. M a s Jesus contou a histó ria do h o m em que, tendo
seu celeiro cheio e todas suas riquezas, disse: “Alma, tens em depósito m u ito s
bens, para m u ito s anos; descansa, come, bebe e fo lga” (Lc 1 2 . 1 9 ) . Ele deixou
Deus dc fora; e naquela noite ele m orreu — possivelm ente de u m ataque
cardíaco. E, então, um a voz foi ouvida do céu, dizendo: “L o u co ” (Lc 1 2 .2 0 ) .
“Q ue aproveitaria ao h o m em ganhar todo o m u ndo e p erder a sua a lm a ?”
( M c 8 . 36 .) H averá u m dia de ajuste de contas. A escrita está na parede. O
que ela diz?
Nosso D eu s e Pai, não perm itas que eu seja hipnotizado pelo deus do materialismo.
A ju d a -m e a lem brar que o dinheiro é um g r a n d e servo m as um terrível senhor. Tu, e
somente tu, és o m eu Mestre, Senhor. Eu am arei somente a ti. B uscarei som ente a ti.
Venerarei t adorarei somente a ti e a Cristo Jesus, m eu Senhor Amém.

2 9 cl a o a l u b r o

A NOVA DIMENSÃO DA V I D A

...porque eu sei em quem tenho crido... 2 T im ó te o I . I 2

F U N C I O N A quan do o h om em vem, arrep en dido de seus p ecados, para


receber a C ris to pela fé? Eu só posso dizer que fun cio n o u em m in h a p ró p ria
vida. A lg u m a coisa aco nteceu com igo. Eu não me to rn ei p erfeito , mas a
direção de m in h a vida m u dou .
Eu cresci n u m a fazen d a na C aro lin a do N o rte e não tive a m e lh o r
educação. D u ra n te o p erío d o da depressão, m eus pais não p u d e ra m dar­
me to das as van tagen s que os jovens têm hoje em dia. Eu cresci n u m lar
cristão , m as, q u an d o tin h a q u in ze anos, estava co m p le ta m e n te revoltado
com religião - com D eus, a B íblia, a igreja. Para e n cu rtar a h istó ria, u m dia
eu decidi en tregar n un h a vida a Jesus C risto . N ão para ser u m m in is tr o
m as, no que q u er que eu fosse, para b uscar o rem o de D eus em p rim eiro
lugar.
C o m o re su ltad o , desco bri u m a nova dim en são p ara a vida. D esco b ri
um a nova cap acid ade de am ar que eu não conhecia antes. Só no que respeita
a raças, m in h a a titu d e para com as p essoas de o utras ascen dências m u d o u
no tav elm en te.
Todas as n ossas d ificu ld ad es não são resolvidas 110 m o m e n to de nossa
conversão a C risto , mas a conversão sign ifica que podem os enfrentar nossos
p ro b lem as co m um a nova a titu d e e com novas forças.
Eu era u m e stu d an te m edío cre até aquela época, m as im e d ia ta m e n te
m in h as n otas m e lh o raram . Eu não estou su g e rin d o que você deve ir a
Jesus para co n seg u ir m elh o rar suas notas, mas estou d izen d o que a vida
em C r is to fun cio n a. Eu vi fu n cio n ar cm todo o m u nd o . Eu vi aqueles
co n vertid o s q ue po sso classificar com o in telectu ais, mas eles tiveram de
vir com o m e n in o s. D izem o s para nossos filhos: “A jam com o os a d u l t o s ”,
mas Jesus disse aos ad u lto s: " S e ja m com o m e n in o s ”. Você não deve ir à
c r u z c o m o u m d o u t o r cm f i lo s o f ia , n em co m o d o u t o r da lei, m as
sim p le sm e n te com o ser h u m an o ; e sua vida poderá ser m u d ada.

Nosso D eu s i Pai, transforma m eu coração c torna-o totalmente teu. Tira meu orgulho,
m eu engano, m eus anseios mundanos, m eu pecado. Enche meu coração com teu Santo
Espírito, teu amor, tua bondade e compaixão. Toca-me com a tua gr a ça e a ju d a -m e a
crescer cm minha vida espiritual. Tudo em nom e de Jesus. Amém.

3 0 ci e o u l li í r o

HALO DE ESPERANÇA

...pelo qual sofro a p on to dc ser preso com o malfeitor; mas a palavra de D eus
não está presa. Por isso, tudo suporto p or am or dos eleitos, para que também
eles alcancem a salvação que está cm Cristo J e su s com glória eterna.
[...] se perseveramos, com ele também reinaremos; se o negarmos,
também ele nos negará. 2 T im ó te o 2 .9 , IO, 12, V.R.

EM certo sen tid o , C r is to é u m R ei no exílio, e nós que so m o s seus


seg u id o re s so m os vistos com escárnio. I d e n tific a r m o -n o s com ele aqui e
agora n atu ralm en te requer algum a vergonha, algum a perseguição; mas algum
dia, se nos diz, serem os “reis e sa c e rd o te s” e p artic ip a n te s ativos cm seu
reino.
Paulo deve ter tido isso cm m en te quan do disse: “Para m im tenh o por
certo que as aflições deste tem po presen te não são para c o m p arar com a
gló ria que em nós há de ser revelada. Porque a ardente expectação da criatura
espera a m an ife staç ão dos filhos de D e u s ” (R m 8 . 1 8 - 1 9 ) .
Se fô ssem os ch am ado s para sofrer to da nossa vida, não deveria d u rar
m u ito , co m p arad o com a etern idade. E stam o s na p o sição de h erdeiro s de
um a gran d e herança que com alegria su p o rtam algu n s dias dc so frim e n to
e privações com a esperança de que logo en trarem o s na posse de nossa
fabu lo sa herança. Tal esperança glo rio sa coloca u m halo sobre a existência
in s íp id a do aqui e agora.
A vida não pode p erd er seu sabor quan d o debaixo do d esc o n fo rto está
o co n h ecim en to dc que som os filhos do Rei. A m u rm u ração se to rn a tolice;
co m p arar-se com o m u n d o é m d ign o ; c amor, bondade e h u m ild ad e to rn am -
se a m arca re gistrad a da nob reza de D eus. “Todas as c o isa s” são to m a d a s a
p asso s largo s; cargas se to rn a m bênçãos d isfarç ad as ; cada ferida, cada
ciru rg ia, é para n o sso bem, e gravado em cada cruz está o sím b o lo da
coroa.

Nosso D eu s e Pai, minha esperança ép er m a n ece r cm ti p o r toda a eternidade. Eu te


seguirei para onde quer que tu me condutas, sabendo que teu destino final para m im é
o ccu. D á -m e coragem em f a c e da inevitável perseguição e i a dor. M a n tím -m e d e fo r m a
segura em Jesus, o ú nico Caminho. Nele eu oro. Amém.

3 1 ci o o ti í ti L r t>

O SELO, O PENHOR E A TESTEMUNHA

Todavia, o firm e fu n d a m e n to de D eus permanece, tendo este selo:


O Senhor conhece os sc-us. 2 T im ó te o 2.1 9, V.R.

JOHN WESLEY, o fu n d a d o r da Igreja M e to d is ta , observou certa


vez: “É d ifíc il en co n trar palavras na lin g u a g e m dos ho m ens para explicar
as p ro fu n d as coisas de D eus. De fato, não existe n en h u m a que expresse
a d e q u a d a m e n te o que o E sp írito de Deus faz em seus filhos. M a s... pelo
te ste m u n h o do E sp írito , quero dizer, um a im pressão in te rio r na alma, p o r
m eio da q ual o E sp írito de D eus d ireta c im e d ia ta m e n te te stific a com meu
esp írito que so u filho de D eus; q ue Jesus C r is to m e am ou e se deu por
m im ; que todos os m eus pecados foram ap agado s, e eu, m esm o eu, esto u
reco n ciliad o com D e u s ”.
Podem os ver, então, que D eus coloca u m selo em nós q u an d o recebem os
a C risto . E esse selo é um a pessoa — o E sp írito San to . Pela p resença do
E sp írito , D eus nos dá seguran ça c estabelece seu d o m ín io sobre nós.
O E sp írito c tam b ém o penhor de D eus. Ele não apenas sela o acordo,
mas ele represen ta a o brigação v o lu n tária de D eus de nos ver c o m p leto s. E
a co m un h ão co m o E sp írito é u m exem plo do q ue p o d em o s esperar q u an d o
ch egarm o s para nossa herança no céu.
F in alm en te, o E sp írito testifica para nós pela sua Palavra e em nossos
corações que C ris to m o rreu por nós, e pela fé nele nos to rn am o s filh o s de
D eus. Q u e coisa m aravilh o sa saber que o E sp írito S an to nos foi dado
com o selo, p en h o r — e te stem u n h a! Q u e cada um destes aspectos nos dê
nova seg u ran ça do am or de D eus p o r nós, e confiança de b u sca rm o s viver
para C risto . E, com o ap ó sto lo Paulo, p o ssam o s dizer: “Graças a D eus
pelo seu do m in e fá v e l!” (2 C o 9-1 5, V.R.)

Nosso D eu s c Pai, tu ís o m eu Pai e eu sou teu f ilh o humilde. C arrego o teu selo e uso o
teu nom e para que o m undo saiba a quem eu pertenço. C om prom eto m eu a m or e minha
lealdade a ti e a teu Filho. Faze com que m eu testemunho seja intrépido e f o r t e c que, ao
m esm o tempo, brilhe com o calor e a bondade de Jesus, através de quem eu oro. Amém.
O MANSO JESUS

E ao servo do Senhor não convém contender, mas, sim, ser brando


para com todos, apto para ensinar, paciente; corrigindo com m ansidão
os que resistem. 2 T im ó te o 2 . 2 4 - 2 5, V.R.

J E S U S era um a pessoa m ansa. Q u an d o ele veio ao m u n d o , havia p o ucas


in s t it u iç õ e s de carid ad e. H avia p o u co s h o s p ita is ou i n s t it u iç õ e s p ara
d eficien tes m e n tais, po uco s ab rigo s para os pobres, p o u co s o rfan ato s,
po uco s ab rigo s para os d esam p arado s. C o m p arad o aos dias de hoje, era
u m m u n d o cru el. C r i s t o m u d o u is to . A o n d e q u e r q u e o v e r d a d e ir o
c r istia n ism o te m ido,’ seus segOu id o res têm realizado atos de m a n sid ã o e
am ab ilid a d e.
A p alavra m a n sid ã o é en co n trad a apenas algu m as vezes na n o ssa Bíblia.
Ela é citad a em ligação com as três Pessoas da T rindade. Em S a lm o s 1 8 .3 5,
a m a n sid ã o de D eus; em 2 C o rín tio s IO .I, a m a n sid ã o de C ris to ; e em
G álatas 5-23, a m a n sid ã o do E sp írito San to .
C h arles A llen salien ta: “N o desdém que se tem pelo pecado, po d e-se
ser d uro p ara com o pecador... A lgu m as p essoas p arecem ter tal paixão pela
ju s tiç a que elas não têm um só lu g ar no coração p ara a co m p aixão p o r
aqueles que falh aram .
U m p o eta desco nh ecido escreveu estas frases tão sign ifica tiv a s:

Apenas para ser delicado, apenas para ser verdadeiro,


Apenas para estar alegre d u ra n te todo o dia,
Apenas para ser m iserico rd io so , apenas p ara ser m eigo,
Apenas para ser co n fian te com o u m a criança:
Apenas para ser m anso, e b o ndoso, e doce,
Apenas para ser ú til com pés disp o sto s,
Apenas para alegrar-se q u an d o tu d o parece estar errado,
Apenas para levar a tr is te z a em bora com u m a canção,
Seja q u an d o o dia está escuro ou claro,
A penas para ser leal e correto a D eus,
A penas para acred itar que D eus sabe o melhor,
A penas para nas suas p ro m essas sem pre descansar,
A penas para d eixar o am or ser n o ssa chave diária,
Esta é a vontade de D eus para você e para m im .

Nosso D eu s e Pai, tu demonstraste g r a n d e bondade, mansidão e misericórdia. E nsina-


m e a scr bondoso e m anso também. E nsina-m e a alcan çar os perdidos com compaixão c
a m or para trazê-los gen tilm en te para ti, p or interm édio da pessoa de J e su s Cristo,
através dc quem eu oro. Amém.

2 do n o v e m

DO LADO CERTO, NUM MUNDO ERRADO

E na verdade todos os que querem v iv e r piam ente em Cristo J e su s


padecerão perseguições. 2 T im ó te o 3-12, V.R.

E S T A c u m a lei e s p iritu a l tão im utável q u an to a lei da gravidade. N ós


devem os gravar este fato em n ossas m en tes: vivem os n u m m u n d o que está
de cabeça p ara baixo. As p esso as o d eiam q u an d o d ev eriam am ar; elas
d is c u te m q u an d o deveriam ser am igáveis; elas b rig a m q u an d o deveriam
t e r p a z , f e r e m q u a n d o d e v e r ia m c u r a r ; r o u b a m q u a n d o d e v e r ia m
co m p artilh a r; fazem errado quand o deveriam fazer certo.
C e rta vez eu vi u m palhaço de b rin q u ed o com u m peso na cabeça. N ão
im p o rtav a com o fosse colocado, ele in variavelm en te virava de cabeça para
baixo. Podia ser colocado de pé ou de lado, quan do solto, virava dc novo
com a cabeça para baixo.
Em n o sso estado p ecam in o so som os assim tam b ém ! N ão im p o rta q u ais
sejam as circu n stân cias, sem pre revertem os para um a posição errada. Desde
a in fân cia até à m a tu rid a d e so m os sem pre in c lin ad o s a fazer o que não
devíam os e deixar de fazer o que devíam os fazer. Essa é a n o ssa n atu reza.
Temos d em asiad o peso na cabeça e não b astan te lastro em nossos corações;
então, viram os de cabeça para baixo quan d o deixados so zin h o s.
E p o r isso que parece que os d iscíp u lo s não se en caixam no m u n d o .
Para o h o m e m de cabeça para baixo, o que estiver do lado certo parece para
ele q ue está de cabeça p ara baixo. Para o não cristão, o verdadeiro cristão é
u m a ex ce n tric id a d e e u m a an o rm alid ad e. A b o n d ad e do c ristão é um a
repreensão p ara a im p ie d ad e dos outros; sua p o sição certa é u m reflexo da
p o sição in v ertid a do m u nd o . Então, o co n flito é n atural. A p e rseg u ição é
inevitável.

Nosso D eu s e Pai, p o r que eu acabo ficando de cabeça para baixo tantas vezes?
Repetidas vezes sou distraído pelas tentações deste m undo que está de cabeça para baixo.
M a n tem -m e do lado certo, Senhor, e num relacionam ento correto contigo. Equilibra a
minha vida com o teu Espírito. Através de Cristo Jesus, m eu Senhor, eu oro. Amém.

3 d e n o vem í r a

ORAÇÃO EFICAZ

A oração feita p or um ju sto pode m uito cm seus efeitos. T ia g o 5-16

D O início ao fim da Bíblia, existem relatos daqueles cujas orações foram


respondidas —homens que m u d aram o rum o da h istó ria pela oração; hom ens
que o raram fervo ro sam en te, e D eus respondeu.
E zeeu ias orou quan d o sua cidade estava ameaçada pelas tropas invasoras
dos a s s ín o s sob a liderança de Sen aq u erib e, e to do o exército foi d e stru íd o
e a nação foi p o u p ad a para m ais u m a geração — p o rq u e o rei orou ( 2 C r
32) .
Os p ro b lem as do m u n d o nunca se resolverão a m enos que nossos líderes
nacio n ais vão a D eus em oração. Se apenas eles d esc o b rissem o p o d er e a
sab edo ria que estão disp o n íveis na d ependência de D eus, p o d eríam o s logo
ver a so lução para os graves p ro b lem as que o m u n d o enfrenta.
Q uão m aravilhoso seria se o vice-presidente dos Estados U n id o s pedisse
ao Senado, no m ício de cada sessão, para que se colocassem de joelhos diante
de D eus! Q u e trem enda m u d an ça haveria em todos os assuntos do governo!
Elias orou, e D eus enviou fogo do céu para co n su m ir a o ferta no altar
que ele c o n stru íra na presença dos in im ig o s de D eus. E lizeu orou, e o
filho da su n a m ita se levan to u da m orte.
D a n iel orou, e o segredo de D eus foi revelado a ele, para salvação da sua
vida e de seus co m p an h eiro s, e a m u d an ça do curso da h istó ria.
Paulo orou, e centenas de igrejas nasceram na Asia M e n o r e Europa.
Pedro orou, e Dorcas re ssu sc ito u para acrescen tar anos de serviço a Jesus
C risto .
C o m o disse o teó lo go do século XVII, John O wen: “A quele que ora
com o deve, se esforçará para viver como ora .

Nosso D eu s e Pai, o u v e-m e agora enquanto oro p o r nossos líderes nacionais. Volta os
corações deles para ti, Senhor, e ajuda-os a dobrarem seus joelhos cm submissão à tua
santa vontade. D á-lhcs coragem de terem f o r ç a para posicionaretn-se pela tua verdade
entre as nações do m undo. A juda-os a buscarem J e su s com o Senhor c direção. Nele eu
oro. Amém.

4 d, no v e m iro

05 ANJOS ESTÃO NOS OBSERVANDO

Porque a g r a ça de D eu s sc há manifestado, trazendo salvação a todos os homens,


en sin ando-nos que, renunciando à impiedade c às concupíscências m undanas,
v iva m os neste presente século sóbria, ju sta e piamente. T it o 2 . 1 1 - 1 2

A RESPONSABILIDADE de viver de m o do ju s to n este m u n d o


a tu a l nos to rn a só b rio s quan do p erceb em o s que o cam in h ar e g u e rre a r dos
cristão s é a p rin c ip a l p reocupação dos céus e das hostes an gelicais. Paulo
disse: “C o n ju r o - te d ian te de D eus, c dc C ris to Jesus, e dos anjos eleitos,
q ue...guard es estas co isas....” ( i T m 5-21, V .R .). Paulo estava e stim u la n d o
T im ó te o a lem b rar-se de que os anjos eleitos estavam c o n sta n te m e n te
observando com o ele servia ao S en h o r e vivia a vida cristã. Q u e fato p o d eria
prover m a io r m otivação para o viver ju sto do que este'? Eu devo d iz e r a
n u m m e sm o : “C u id a d o , anjos estão o b se rv an d o !”
Deve dar aos anjos grand e satisfação olhar a Igreja de Jesus C ris to
m in is tr a r as inso n d áveis riq u ezas de C ris to aos p erd id o s em todo lugar. Se
os anjos se re g o z ijam com um pecador que se arrepende (L c 1 5 - 1 0 ) , então
as h o stes de anjos estão entre os espectadores da trib u n a p rin c ip a l no céu.
Eles estão in c lu íd o s entre aqueles que são m en cio n ad o s com o “a grande
n uvem de te s te m u n h a s ” (H b 1 2 . 1 ) ; e eles nunca p erd em n en h u m d etalh e
de nossa p eregrinação terrena. C o n tu d o , eles não z o m b am , com o fiz eram
as m u lt i d õ e s gre g as n o s dias de Paulo. Em vez d isso , e n q u a n t o nós
p ro clam am o s o evangelho e vemos nossos am igo s salvos, eles se re g o z ijam
conosco.
Em seu livro, Though I Walk Trough the Valley, D r. Vancc H avn er co n ta de
u m velho p re g ad o r que trabalhava através da n o ite n u m serm ão para sua
p e q u en a congregação. S u a esposa p ergun tava p o r que ele gastava tan to
tem po n u m a m e n sag em que ele daria para tão p o uco s. A isso o m in is tr o
r e sp o n d eu : “Você se esquece, m in h a q u erid a, quão g ra n d e será m in h a
a u d iê n c ia !” D r. H avn er acrescenta: “N a d a é trivial aqui se os céus estão
o lhando. Devem os fazer o m e lh o r se, vendo que estam os ro deado s, nos
lem b ra rm o s q u em está na p la téia! '
N o sso s vales p o d em estar cheios de lágrim as e adversários; m as pod em os
levantar n o sso s olhos para os m o n tes e ver D eus e os anjos, os espectadores
do céu, que nos su s te n ta m de acordo com a in fin ita sab edo ria de D eus
e n q u an to eles p rep aram nossa chegada ao lar.

Nosso D a is e Pai, em ocio n a -m e saber que tu c 05 teus anjos m e anim ais ao longo da
m inha caminhada dc vida. Posso correr m ais e m ais longe com 0 Senhor ao m eu lado.
A juda -m e a o u v ir teu estím ulo diário, Senhor. A juda-m e a ve r Jesus, meu irmão e
amigo, do m eu lado. No nom e dele. Amém.

5 i! e n o v c m I? r o

VENCENDO O DESÂNIMO

A guardando a bem -aventurada esperança e 0 aparecimento da glória


do nosso g r a n d e D eu s e S alvador Cristo Jesus. T ito 2.1 3, V.R.

U M A das m elho res m aneiras de vencer o desân im o é lem b rar que C ris to
vem o u tra vez. A m ais em o cio n an te e gDlo rio sa verdade em to d o o m u n d o é
a seg u n d a vinda de Jesus C risto . Q u an d o olh am o s ao redor hoje e vem os o
p e ss im is m o em to d o s os lados, devem os nos lem b rar de que a Bíblia é o
ún ico livro no m u n d o que p red iz o fu tu ro . A Bíblia é m ais m o d e rn a que o
jo rn al de am anhã. A Bíblia p re d iz a cu rad am en te o fu tu ro , e d iz que a
co n sum ação de to das as coisas será na volta de Jesus C r is to a esta terra.
Em João 1 4 Jesus diz: “N ão se turb e o vosso coração; credes em D eus,
crede ta m b ém em m im ... vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos prep arar
lugar, virei o utra vez e vos levarei para m im m esm o , p ara que, onde eu
estiver, estejais vós ta m b é m ”.
Em C o lo ssen ses 3 .4 lem o s: “q u an d o C risto , que é a nossa vida, sc
m an ifestar, então, tam b ém vós vos m a n ife stareis com ele em g ló r ia ”.
E em I João 3-2 tem o s um a gran de p ro m essa para to d o s os cristão s:
“A gora so m os filh o s de D eus, e ainda não se m a n ife sto u o que havem os de
ser. M a s sabem os que, quan do ele se m anifestar, serem os sem elh an tes a
ele; p o rq u e assim com o é o veremos .
E, fin alm en te , co n fiam o s na pro m essa em I T essalo n icen ses 4 -1 6-17-'
“Porque o m esm o S e n h o r descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo,
e com a tro m b eta de D eus; e os que m o rreram em C r is to re ssu sc itarão
p r i m e i r o ; d e p o i s , n ó s, os q u e f i c a r m o s vivo s, s e r e m o s a r r e b a t a d o s
ju n ta m e n te com eles, nas nuvens, a en co n trar o S e n h o r nos ares, e assim
estarem o s sem pre com o S e n h o r ”.
A lu z de seu am o r p o de ainda b rilh ar nas p artes m ais escuras de sua
vida. Je su s disse: “Eu sou a lu z do m u n d o ; quem me segue não andará em
trevas, m as terá a lu z da v id a” (Jo 8 .1 2 )
Você está alerta e esperando a volta de C risto com expectativa?

Nosso D eu s c Pai, este m undo necessita da tua gloriosa lu ^ para resgatá-lo e salvá-lo
das trevas e do m al do p ríncipe deste mundo. O ro para que tu me encontres vigilan te e
esperando o teu retorno com expectativa, Senhor M a n tem -m e ainda m ais sintonizado
com a tua vinda. A juda -m e a levantar a h i^ d o teu Filho, J e su s Cristo, para os
perdidos. Através dele eu oro. Amem.

6 de n o v c m. í r o

A ESPERANÇA DE SUA VINDA

A guardando a bem -aventu rada esperança e o aparecim ento da glória


do nosso g r a n d e D eu s e Salvador Cristo Jesus. T it o 2.1 3, V R .

A PROMETIDA volta do S e n h o r tem sido a gran de esperança dos


verdadeiros cristão s através dos séculos. E m il B run n er disse certa vez: “O
que o o xigên io é para os p ulm õ es, assim é a esperança para o sen tid o da
v id a ”. A lg u n s anos atrás n u m a d iscussão p o r satélite, L o rd M o n t g o m e r y
p e rg u n to u ao G eneral E isenhow er: “Você p o d e dar alg u m a e sp e ran ça?” O
sen h o r E isen h ow er prescreveu um a saída, “que, se o h o m em p e r d e r ”, ele
disse, ‘levará ao A rm ag ed o m . A canção am erican a favo rita de W m s t o n
C h u r c h ill era: ‘ O H m o de B atalh a da R e p ú b lic a ” cjue co m eça com a
e s tim u la n te frase: “M e u s olhos viram a gló ria da vm d a do S e n h o r ”.
Os g ran d es credos da Igreja en sin am que C r is to vai voltar. O credo
niceno declara que “ele virá o u tra vez com g ló ria para ju lg a r ta n to os vivos
com o os m o r t o s ”. C h arles W esley escreveu 70 00 hinos, e em 5 0 0 0 ele
m e n c io n o u a volta de C ris to . Q u an do a rain h a E lizab eth II foi coroada
pelo arcebispo de C an terb ury, ele colocou a coroa cm sua cabeça com o
se g u in te p ro n u n c ia m e n to : “Eu te dou, ó senhora soberana, esta coroa para
usar até que A quele que reserva o d ireito de u sá -la v o lte ”.
M a s até aquele tem po, u m dos m ais conhecidos co lu n istas da A m érica
re su m iu tu d o quan do disse: “Para to do s nós, o m u n d o é d eso rd en ad o e
p erigo so ; d esgov ern ad o e ap aren tem en te in g o v ern ável”. S u rg e a p erg un ta:
Q u em re stau rará a ordem? Q u em pode se opor ao p erigo de um h o lo ca u sto
nuclear? Q u e m pode governar o m u n d o sozinho? A ún ica resp o sta é Jesus
C ris to !

Nosso D m s e Pai, espero com esperança i expectativa pelo teu glorioso retorno. Porque
eu sei que, então, eu serei levado deste m undo de trevas para o reino da tua radiante lu^
para sempre. A té lá, mantém~me no teu a m or através da minha f é na tua g r a ça e no
Senhor Jesus, através de quem eu oro. Amém.

7 íi c n o u q u i L r n

A G R A Ç A DE D E U S

... Para que, sendo ju stificados p o r sua g r a ça , sejamos fe it o s herdeiros,


segundo a esperança da vida eterna. T it o 3-7

SE U glo rio s o ap arecim en to é m ais que u m in c id en te do passado, é a


esperança do f u tu ro cristão . N o coração de cada filh o de D eus b ate a
g lo rio s a esperança do re to rn o de C risto .
E sta esperança é u m e stím u lo para vida e co n d u ta ju sta s e faz C ris to
m ais do que um a fig u ra da h istó ria. Essa esperança lhe dá o sopro vivo da
realidade. A expectativa de sua segunda vinda faz C risto u m ser vivo vibrante
que até ago ra se prepara com o noivo para en co n trar sua noiva, a igreja,
A q u a rta letra na palavra "g ra ç a ” é “c ” de C risto , que se deu nos nós. O
m otivo da graça c o am o r in fin ito , com passivo de um Deus m ise ric o rd io s o ,
m as a obra da graça foi a m o rte de C risto na cruz.
A m enos que vejam os a graça de D eus através do s o frim e n to do S en h o r
J e s u s C r i s t o na c r u z , n ão p o d e m o s c o m p r e e n d e r o seu v e r d a d e ir o
sig n ific a d o . Q u an d o eu vejo C r is to p en d u rad o lá, os cravos cm suas m ãos,
a coroa de esp in h o s em sua fronte, o san gue vertido por no ssos pecados,
eu vejo o quad ro da graça de D eus para com o h om em . Eu sei, então, que
o h o m em não pode fazer seu p róp rio cam inho para o céu c que nada p o de
equivaler ao in f in ito am o r de D eus pelo h o m e m pecador.
Apenas q u an d o nos in c lin am o s ao pé da cruz em co ntrição , con fissão e
arrep en d im en to , p o d em o s en co n trar perdão. E xiste a graça de D eus! N ó s
não a m erecem o s! U m h o m e m disse há alg u m tem p o : “Q u an d o eu chegar
ao ju lg a m e n to de Deus, tudo o que pedirei será j u s t iç a ”.
M e u q u erid o an ugo , se você co n seg u ir ju stiça, então você irá para o
in f e rn o . Você não q u e r ju s tiç a . O q ue você q u e r é m i s e r ic ó r d ia — a
m ise r ic ó r d ia de Deus, a graça de D eus que estava com C ris to Jesus que
m o rreu p o r nós e ressu sc ito u .

Nosso D eus e Pai, obrigado pela abençoada obra da gr a ça na cr u ^ d e Cristo.


Arrependo~me p rofu n dam en te dos m eus pecados e confesso m eus fra ca sso s a ti. Im ploro
teu perdão e tua gr a ça todos os dias i a minha vida. Resgata-me, ó Senhor; porque eu sei
que a m inha redenção só p od e v ir através do sangue de Jesus, através de quem eu oro.
Amém.

8 de ii o v o m í r o

CIENTE DOS ANJOS

Não são, porventura, todos eles espíritos ministradores, enviados para


servir a f a v o r daqueles que hão de herdar a sa lva ção? H eb reus 1 .1 4

O S anjos são m en sageiros de D eus que servem aos h om ens com o esp írito s
m in is tr a d o res ( H b I . I 4 ) . Q ue eu saiba, n en h u m a e sc ritu ra d iz que o
E sp írito S an to tenh a jam ais se m a n ife sta d o em fo rm a h u m a n a ao h om em .
Jesus fez isso na encarnação. O glo rio so E sp írito S an to p od e estar em
to do lu g a r ao m esm o tem p o , mas n en h u m anjo pode estar em m ais de u m
lu g a r em a lg u m m o m en to . Sab em o s que o E sp írito S an to é esp írito , não
carne, mas po d em os conhecer anjos não apenas como esp írito s m as algum as
vezes ta m b ém em form a visível.
Ao m e s m o te m p o , t a n t o os a n jo s c o m o o E s p ír it o S a n t o e s t ã o
trab alh an d o no n o sso m u n d o p ara cu m p rir a p erfeita vo n tade de D eus.
F ran cam en te, m u ita s vezes nós p o d em o s não saber q ual é o agen te ou os
m eio s que D eus está u san d o — o E sp írito San to ou os anjos — q u an d o
d isc e rn im o s a mão de D eus trab alh an do . P odem os ter certeza, co n tud o ,
q ue não há c o n trad iç ão n em co m p etição entre o E sp írito S an to e as ordens
de D eus às ho stes angélicas. D eus m e sm o está no co n tro le para realizar
sua vo n tad e — e n isso p o dem os nos rego zijar!
D eus usa anjos para trab alh ar no d estin o dos ho m ens e das nações. Ele
a ltero u o curso dos negócios p o lítico s e sociais de nossa so ciedade e d irig iu
o d estin o dos h o m ens pela visitação angélica m u ita s vezes. P recisam os
estar cientes de que os anjos m a n têm um co n tato m u ito p erto e vital com
tu d o o que está aco n tecen d o na terra. Seu co n h ecim en to dos assu n to s
te rren o s excede o do h om em . P recisam os atestar sua p resen ça in visível e
lab o r in cessan te. V im o s crer que eles estão aqui entre nós. Talvez eles não
riam ou ch o rem conosco, mas sabem os que se d eleitam conosco cm cada
v itó ria cm nossas vidas.

Nosso D eu s e Pai, teus anjos m agníficos atendem todas as minhas necessidades. Eles me
protegem dos dem ônios de Satanás. Eles m antêm m eus pés no caminho certo para ti.
Obrigado pelo consolo e pelo cuidado deles, Senhor. A juda-m e a aprender que os anjos
são teus m ensageiros — tuas m ãos operando. Em nom e de Jesus. Amém.

9 f/í? 11 o v o m í r o

DEUS É NOSSO CONFORTO

Porque, naquilo que ele m esm o jjjesusj, sendo tentado, padeceu, pode
socorrer aos que são tentados. H e b reu s 2.1 8

C E R T A vez, quan d o eu estava no final da adolescência, fiq u ei apaixonado


p o r um a jovem. Deve ter sido um am o r in fan til, mas era real p ara m im ,
'criança . T en tam o s ficar noivos para casar, m esm o sendo os dois m u ito
jovens. C o n tu d o , ela se sen tia divid ida e sen tia que o S e n h o r a estava
gu ian d o para o utro jovem que era um dos m eus m elh o res am igo s, que já
era u m ex periente e jovem m in istro . Eu sofri com u m coração p a r tid o e
m e lem bro de ter ido a u m m in is tro , m eu am igo , p ara p ed ir sua ajuda. Ele
m e fez ler 2 C o rín tio s 1.3, 4> 6 :

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus C risto, o Pai das
misericórdias e o Deus de toda consolação, que nos consola em toda a
nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em
alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados
de Deus. [...] se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera,
suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos.

D essas palavras do apóstolo eu recebi co n fo rto para m im em m in h a


tribulação pessoal, com o m u ito s outros já fizeram. M a s há m ais do que isso.
Essa passagem de Paulo sugere um novo ponto de vista para o so frim ento.
R esu m id am en te, é isto: não apenas som os confortados em nossas aflições,
mas nossas aflições po dem nos equipar para confortar os outros.
E u m fato inegável que u su a lm en te sao aqueles que sofrem m ais que
são os m elhores para co n fo rtar outros que estão passan do p o r so frim en to s.
Eu conheço p asto res cujo m in is té r io foi en riq u e c id o pelo so frim e n to .
Através de suas aflições eles ap ren deram a “viver atrav és” das d ific u ld a d e s
das p essoas em suas p aró q u ias. Eles fo ram capazes de ser em p ático s ta n to
q u a n t o de s i m p a t i z a r co m as a f liç õ e s d o s o u t r o s p e lo q u e h a v ia m
exp erim en tad o em suas p ró p rias vidas.
N o s so s so frim e n to s p o dem ser desagradáveis e d ifíceis de suportar,
m as eles nos en sin am liçõ es que, cm retorno, nos eq u ip am e cap acitam
para aju d ar o utro s. N o ssa a titu d e para com o so frim e n to não deveria ser:
“C erre os dentes c su p o r te ”, esperando que passe o m ais ráp id o possível.
Em vez disso, nosso alvo deveria ser aprender tu d o o que p u d erm o s d aquilo
que so m o s ch am ado s a suportar, para que p o ssam o s realizar o m in is té r io
de c o n fo rto — com o Jesus fez. “Porque, n aq u ilo que ele m esm o , sendo
te n tad o , p adeceu, p o d e so co rrer aos que são t e n t a d o s ” ( H b 2 . 1 8 ) . O
so fred o r to rn a-se o co n fo rtad o r e aju d ad o r a serviço do Senhor.
F alando n isso , ao “s u p o r t a r ” o so frim en to , D eus me levou à m in h a
m aravilh o sa esposa R u th , que era aquela q ue ele p reten d ia para m im .
Nosso D eus c Pai, busco-te na minha dor c angústia. D á -m c f o r ç a s para suportar
m inha aflição, e dos m eus problem as f a ç e com que eu aprenda a alegria para
com partilhar com outras pessoas. E nsina-me a consolar as pessoas fer id a s com o consolo
que tão freq ü en tem en te tu me demonstras. O brigado p o r enviar o Consolador. Em
Cristo. Amém.

1 O cie li a u c>m. L r o

O PODER DA ORAÇÃO

Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que


possam os alcan çar m isericórdia e achar graça, a f i m de
sermos ajudados em tempo oportuno. H eb reus 4-16

N A O so m os os donos de nosso d estin o nem com o in d iv íd u o s n em com o


nação. C o m o p o d em as p essoas se van glo riar de p o d ere m c o n tro lar seu
pró p rio destino, quan do elas não po d em sequer controlar um vírus, invisível
m esm o com po d ero so s m icroscó p io s?
U m desses vírus, que causa h ep atite, p o de en fraq u ecer m ilh a res de
pessoas.
C o m o pode o povo dos E stados U n id o s, apesar de nossa força m ilitar,
nossa trem e n d a riq u eza, n ossas alian ças com o e stran ge iro , in s is tir q ue
so m os os donos de nosso p ró p rio d estino, quan d o a h is tó ria te stific a que
D e u s m o ld o u o d estin o desta nação?
N o s s a n ação foi fu n d a d a p o r p ess o as q u e a c r e d ita v a m na o ração .
Q u a n d o o go vern o am erican o estava em p ro ce sso de fo rm açã o , B en ja m in
F ra n k lin d i r ig i u - s e ao p re s id e n t e da C o n ven ção C o n s t it u c io n a l, re u n id a
na F ila d é lfia em I7 & 7 . d iz e n d o : “ Eu vivi, senhor, u m lo n g o te m p o , e
q u a n to m a is eu vivo, m a is provas co n v in cen tes eu vejo d esta verdade:
q ue D eus governa os a ss u n to s dos h o m ens. E se u m p a rd a l não p o d e cair
ao chão sem que ele p erceb a, é pro vável que u m im p é rio não p o ss a s u r g ir
sem a sua a j u d a ”.
H o je o m u n d o está sendo levado n u m a correnteza im p etu o sa da h istó ria
que está sain do fora de controle. E xiste apenas um p o der d isp o n ív el para
re d im ir o curso dos eventos, e esse é o p o d er da oração de p essoas que
te m em a D eus e crccm cm C n s to .
A b r a h a m L in c o l n , o p r e s i d e n t e a m a d o e l e g e n d á r i o , d u r a n t e os
tu m u lt u a d o s anos da G u erra C ivil, disse: “Eu fui leva do aos m e u s joelh o s
m u ita s vezes, pela convicção esm agado ra de que não tenho o u tro recurso.
M in h a p ró p ria sabedoria, e tudo a m eu respeito, parece in s u fic ie n te para o
d ia ”. Q u e no ssos líderes fo ssem tão h u m ild es assim hoje!

Nosso D eu s e Pai, tu és Aquele que coloca os governos no lugar e os derruba segundo a


tua santa vontade. D á aos nossos líderes g o vern a m en ta is hum ildade e dependência da
tua sabedoria. A juda -m e a apoiá-los, Pai, sabendo que a eleição e a autoridade deles
vem de ti. No nom e de Jesus. Amém.

11 i ! (' n o v a nr b r o

O ÚNICO CAMINHO

...e, tendo sido aperfeiçoado, veio a ser autor de eterna salvação


para todos os que lhe obedecem. H e b reu s 5.9, V R .

U M h o m em n u m carro parou para pedir a u m p ed estre info rm ação sobre


certa rua. Q u an d o o h o m e m indico u o cam inho, o m o to ris ta p erg u n to u
d uvid oso : 'Esse é o m e lh o r c a m in h o !” O h o m e m replico u: "E sse é o único
c a m in h o ”.
E xiste só u m cam in h o para a salvação. Jesus disse: “Eu sou o cam inho,
e a verdade, e a vida. N in g u é m vem ao Pai senão por m i m ” (Jo 1 4 -6 ) . O
ú ltim o convite da B íblia diz: “E o E sp írito e a esposa dizem : Vem! E cjuern
ouve diga: Vem! E cjuem te m sede, venha e cjuem cjuiser to m e de graça da
água da v id a ” (Ap 2 2 . 1 7 ) -
Este é ain da o tem p o da graça. A oferta de D eus de perdão e nova vida
ain da perm anece. C o n tu d o , u m dia a porta se fechará. U m dia será m u ito
tarde. E p o r isso que a B íblia adverte c o n stan tem en te e desafia: “E is aqui
agora o te m p o aceitável, eis aqui agora o dia da salvação” (2 C o 6 . 2 ) .
E stam os p ro clam an d o o evangelho, p ed in d o às pessoas que venham ao
co n h ecim en to da graça do S en h o r Jesus C risto , p o rq u e ain da c dia de
graça, e a p o rta da salvação ain da está aberta. Q u an d o veio o d ilúvio , N o e
estava salvo e seguro na arca. Ele co nfio u em D eus e aceito u suas palavras.
Vocc ta m b é m p o d e e star salvo e seg u ro no m u n d o no q u a l vivem o s
acred itan d o e aceitando o que o m u n d o cham a de (‘lo u c u r a ” — o fato que
C r i s t o m o r r e u n a c r u z p o r n o ss o s p e c ad o s e r e s s u s c it o u p a r a n o ss a
ju stific aç ão . M a s p ara aqueles de nós que som os salvos é o p o der de D eus
para salvação.
Isto pode fazer po uco sen tid o para este m u n d o ago n izan te . M a s para
aqueles de nós que conhecem os a C risto , é um trem e n d o p o d er e um a
g ran d e e g lo rio s a paz. Você conhece esta p az que apenas C ris to pode dar?
Você p o d e co n h ecê-la hoje a rrep en d en d o -se de seus peca dos e recebendo a
C r is to com o seu Senhor, D o n o e Salvador. E você po de fazer isso agora
m e sm o no lu g ar em que estiver, em q u a lq u e r lu g ar do m u nd o.

Nosso D n ts e Pai, quero seguir J e su s de todo m eu coração. Sei que ele é o único
cam inho para ti e para a vida eterna. P or favor, dá~mc os dons de resistência, fidelidade
c determ inação para que eu não vacile cm face das tentações e do mal. O brigado p o r
J e s u s que n u dá pa^ e através dele eu oro. Amém.

12 cí e n o v e tn i r o

ESPERANÇA SEM FIM

A qual [ esperançaJ temos com o âncora da alma, segura e fir m e ,


e qnc penetra a té o interior do véu. H eb reus 6 .1 9

U M descren te apenas vê u m fin al de vida sem esperança. M a s o cristão vê


um a esperança sem fim . N u m p ro g ra m a de u m a rede de televisão M a lc o lm
M u g g e n d g e po n d ero u que o verdadeiro cristão “está ansiando pelo térm in o
da vida em tem po , com o alg u ém anseia pelo fin al de u m a lo n ga e árdua
viagem de três sem anas por m ar quan d o se está nos ú ltim o s três dias. Eu
an seio p elo te m p o q u an d o m in h a vida p a r tic ip a r á da e te rn id a d e com
sem elh an te irrep rim ív el â n s ia ”.
T alvez essas pr alav ras de M a lc o lm M u g a e r i d g&e não d escrevam seus
s e n tim e n to s sobre a m o rte. Talvez você esteja com m edo da m o rte e não se
r e la c i o n e co m a c o n f ia n ç a q u i e t a q u e o fa m o s o j o r n a l i s t a i n g lê s c
p ers o n a lid a d e de T V sente. O m edo to r tu r a n te e ato rm e n ta d o r da m o rte
é u m a condição que é p erfeitam e n te n o rm al para q u a lq u e r um que jam ais
tenha ido a C risto . A m o rte é um a experiência da q ual as p essoas se retraem
in s tin tiv a m e n te . C o n tu d o , para o cristão o m edo é rem ovido. Ele te m a
seg u ran ça de que os pecados pelos quais ele seria ju lg ad o na m o rte já
fo ram trata d o s, en q u an to que o n ão -c ren te não tem tal seguran ça. Eu não
esto u an sio so pela expectativa de m o rrer —mas esto u an sio so p ela p ró p ria
m orte. S erá um a liberação glo rio sa. Será a p le n itu d e de tu d o o que tenh o
esperado. A E scritu ra diz: “N a tua presença há ab un d ân cia de alegrias; à
tu a m ão d ireita há delícias p e r p e tu a m e n te ” (SI 1 6. 1 i ) .

Nosso D eus e Pai, obrigado p or J e su s que ancora minha alm a nas águas turbulentas
desta vida. Ele é m eu Salvador, m eu preservador da vida eterna, m eu resgatador. Ele é
minha alegria, minha pa^ m eu socorro bem presente nas horas de tribulação. Espero
im pacientem ente pela sua volta para m e levar para casa. E no nom e dele eu oro.
Amém.

13 J c n. a v c u i [>r o

FÉ É FATO

C heguem o-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé . H eb reus 10.22

D E S C O N S I D E R E os sen tim en to s. Você não é salvo p o r sen tim en to s,


e você p o de ou não sen tir o E spírito . A ceite-o pela fé com o um fato. Ele
vive d en tro de você agora m esm o para aju d á-lo a viver a vida cristã. Ele
está vivendo em você para m agnificar, glo rific a r e exaltar a C ris to em você
para que você po ssa viver um a vida feliz, vito rio sa, rad ian te e que honre a
C ris to .
A Bíblia ordena: “Enchei-vos do E s p ír it o ” (Ef 5 - 1 8 ) . Se você é cheio
do E sp írito , então p ro d u z irá o fru to do E sp írito , que é “o amor, o go zo , a
paz, a lo n g a n im id a d e , a b e n ign id ad e, a bondade, a fid elid ad e, a m a n sid ã o ,
o d o m ín io p r ó p r io ” (G1 5 *2 2 , 2 3 , V R . ) . S er cheio do E sp írito não é
opcional. E u m m a n d am en to pata ser obedecido —u m a tarefa a ser realizada.
C o m o você sabe q u e e stá cheio? E co m o p o d e ser cheio? É u m a
experiência em o cio n al pela q ual você tem de passar? N ão n ecessariam en te.
Q u an d o você dá tu d o o que sabe de si m e sm o p o r tu d o o que conhece
dele, então po de aceitar p o r fé que está cheio do E sp írito de D eus. Isso
sig n if ic a q u e ele p o d e ter tu d o de você. C o m p ro m is so é en trega — to tal,
ab so lu ta, in c o n d icio n al, irreversível entrega. “R o g o -v o s, pois, irm ão s, pela
•compaixão de D eus, que apresen teis os vossos corpos em sac rifício vivo,
san to e agradável a D eus, que é o vosso culto ra c io n al.” ( R m I2 .I. )
S o m e n te o cristão consagrado, cheio do E sp írito , pode ter vitó ria sobre
o m u n d o , a carne e o diabo. E o E sp írito S an to que g u erreia por você:
“Porque não tem o s que lu tar contra carne e sangue, m as, sim,... co ntra os
p rín cip es das tre v a s’ (Ef 6 . 1 2 ) . Isto é a guerra esp iritu al. Você não pode
lu ta r contra esses três in im ig o s com armas n o rm ais. S o m e n te quan d o nos
to rn am o s canais e deixam os o E sp írito San to guerrear através de nós vamos
c o n s e g u ir v itó ria co m p leta. N ão re ten h a n ada de C ris to . D e ix e -o ser
c o m p letam en te o S en h o r e D ono de sua vida. Ele disse: “V ó s m e cham ais
M e s tr e e S e n h o r e dizeis bem, p o rq u e eu o s o u ” (Jo 13 - 13 ) .

Nosso D eu s c Pai, trago a ti m eu coração transbordante ~ integralmente,


hum ildemente, completamente. Enche-me c o m teu Espírito para que eu seja vitorioso
sobre Satanás, o inimigo. Tu és m eu Mestre e meu Senhor Tentarei fazer o que quer
que m e peças. E, com a ajuda constante de J e s u s , meu Salvador, eu posso. Por meio dele
eu oro. Amém. -

14 dcí o n o u û in l r o

OBSERVANDO NOSSO ANDAR

Lembrai-vos, porém, dos dias passados, cm que, depois de serdes iluminados, suportastes
gran de combate de aflições. Em parte, fostes feito s espetácido com vitupérios e tribidações e,
em parte, fostes participantes com os que assim foram tratados. H ebreus 1 0 . 32-3 3

C O M O os anjos de D eus observaram o dram a desta época d e sd o b ra n d o -


se, eles viram a igreja cristã estab elecen d o -se e e x p an d m d o -se pelo m u n d o
todo. Eles não p erderam nada en q u an to olhavam o m o v im en to do tem po.
Para que agora, pela igreja, a m u ltifo r m e sabedoria de D eus seja conhecida
dos p rin cip a d o s e p o testad es nos cé u s” ( E f 3 - 1 0 ) . Dr. Jo pp ie nos lem b ra
que a palavra “a g o r a ” na verdade cobre toda a vasta expansão d esta era da
Igreja. As ho stes an gelicais te ste m u n h a ra m a form ação da Igreja de C ris to
Jesus e tê m olhado o an d ar de cada cristão en q u an to o S e n h o r opera sua
graça, seu am o r e seu p oder em cada vida. Os anjos estão observando de
p rim e ira mão a edificação do corpo da verdadeira Igreja em todos os lugares
do d o m ín io de C r is to neste m o m en to .
M a s, o q ue eles estão p en sand o en q u an to vivemos no m u n d o hoje? Eles
nos observam en q u an to p erm an ecem os na fé e an dam o s em ju stiç a ? Ou
eles estarão se p e rg u n ta n d o a resp eito de nossa falta de co m p ro m isso ?
E sta s d u as p o s s ib ilid a d e s p arecem ev id e n te s em E fé sio s 3 - 1 0 : “ (O
p ro p ó sito é) para que agora, pela igreja, a m u ltifo r m e sabedo ria de D eus
seja conhecida dos p rin cip a d o s e p o testad es nos c é u s”.
N o s s a certeza de q ue ago ra m e sm o anjos te s te m u n h a m co m o nós
andam os na vida deveria in fluen ciar poderosam ente as decisões que fazemos.
D eus está vigian do , e seus anjos são espectadores in teressad o s tam b ém . A
A m plified Bíble d efin e I C o rín tio s 4-9 assim : "D eus re a liz o u u m a exposição
conosco... u m a ap resen tação no an fitea tro do m u n d o — tendo h o m ens e
anjos [com o e s p e c ta d o r e s ]”. N ó s sabem os que eles estão nos a ssistin d o ,
m as, no calor da batalha, eu tenho p ensado com o seria m aravilh oso ouvi-
los to rcen d o p o r nós.
Q ue tip o de te ste m u n h o você é?

Nosso D a is e Pai, saber que os teus anjos estão me anim ando ao longo da minha
batalha espiritual pessoal dá-m e gr a n d e confiança e alegria. A juda-m e, Pai, a sentir a
presença deles, a v e r as obras deles e a o u v ir os aplausos deles. Façe da minha vida um a
esplêndida exibição de santidade eg ra ça . Através de Cristo. Amém.

í 5 d e n. o u c>m l r o

UMA CASA E UMA ESPERANÇA

Sabendo que, em vós mesmos, tendes nos céus


possessão m elhor e perm anente. H eb reus 1 0 .3 4

G R A Ç A S sejam dadas a D eus, nós que cremos em C n s t o tem os a certeza


de que estarem o s indo para um a casa onde tudo é felicidade, alegria e paz.
Esta esperança abençoada fo rtific a-n o s a carregar nossas d ificu ld ad es. N ó s
não irem os in s is tir em nossas vontades aqui nem lu ta r p o r nossos d ireito s,
m as vamos estar disp o sto s a sofrer a perda de todas as coisas p o r causa
daquelas que estão ainda por vir. Possessões terrestres não vão nos preocupar.
A q u a lid a d e aqui p o de ser ru im , mas a Bíblia ensina que a q u alid a d e lá é
m u i t o m e lh o r. As p o s s e s s õ e s a q u i irão p a s s a r; as p o s s e s s õ e s lá são
durad o u ras.
N in g u é m pode ter p az real se não tem a certeza de u m a casa p erm an en te
e feliz q ue não será assu n to de casualidad es terrestres.
A lg u m tem p o atrás dois am igos estavam m o rrend o . U m era rico e o
o u tro era pobre. O rico não cria em C risto , e ele estava co nversando com
o u tro de seus am igos. “Q u an d o eu m o r r e r ”, ele disse, “eu terei de d eixar
to das as m in h as riq u ezas. Q u an d o ele morrer, ele irá para suas riq u e z a s .”
A s s im , em u m a p a la v ra ele r e s u m iu os d o is p r in c íp io s r a d ic a lm e n t e
d iferen tes que governam o m u n d o e o cristão.
A p az não é arb itrária. Ela deve ser baseada em fatos d efin id o s. D eus
te m to do s os fatos do seu lado; o m u n d o não tem. P o rtan to , D eus, e não
o m u n d o , pode dar a paz. È h o nroso, certo e louvável que nossos líderes
d evam b u s c a r e p ro m o v e r a p a z n a c io n a l e m u n d ia l; m as eles devem
reco n hecer suas lim ita ç õ e s sem C risto , o P rín cip e da Paz.
A B íb l ia e n s in a q u e o m u n d o n u n c a irá c h e g a r a e s t e l u g a r dc
tr a n q ü ilid a d e e paz p erm an en te até que C risto , o P rín cip e da Paz, reto rn e
p ara esta terra. Q u a n d o ele vier para re in ar e governar, o h o m e m não
conhecerá m a is a Dguerra.

Nosso D eu s e Pai, tu és a nossa única f o n t e de verdadeira paç. Sem ti sei que é


im possível ter u m a paz^àuraàoura, Anseio p or esta pa^ Senhor, e oro para que a
estabeleças eternam ente dentro do m eu coração e na minha vida através de J e s u s Cristo,
Aquele que m orreu para nos traçer paç. Através dele eu oro, Amém.

1 6 d e n o v v m. ! r o

SERVINDO NOS CÉUS

Sabendo que, em vós mesmos, tendes nos céus um a


possessão m elhor e perm anente. H eb reus 1 0 .3 4

A C A S A do Pai será um a casa feliz p o rq u e haverá trab alh o para fazer lá.
C e rta m e n te isto é verdade em to d as as casas bem o rga n izad a s na terra.
A lgum as pessoas trabalham tanto que o que elas mais p ro cu ram é o descanso.
O versícu lo b íb lico que m ais as atrai e: “P o rtanto, resta ain da u m repouso
p ara o povo de D e u s ” ( H b 4 -9 )-
M a s chegará o tem po em que elas vão descansar e ficarão cansadas de
fa z e r n ad a. Eu não p o s s o i m a g in a r d e s t in o m a is te rrív e l do q u e ser
co n den ado a ficar sentad o para sem pre e sem pre na p reguiça.
João escreveu em A p o calipse 2 2 .3 : “E os seus servos o se rv irão ”. C ada
u m receberá um a tarefa na qual tem h ab ilid ade, que pode su p o rta r e de
que ele go sta. Talvez D eus nos dará novos m u n d o s para co n quistar. Ele
talvez nos m an d ará explorar d istan tes plan etas ou estrelas, e ali pregar sua
m e n sag e m de am o r eterno. O que quer que nós façam os, a Bíblia d iz que
nós o servirem os.
A casa do Pai tam b ém será feliz p o rq u e nossos am ig o s estarão lá. Você
já esteve em um lu g a r estran h o e teve a alegria de ver u m rosto fam iliar?
N e n h u m de nós que en trar na casa do Pai se sen tirá so zin h o ou estran h o,
p o is nossos am igo s estarão lá.
A lexan d er M a cL aren descreveu o céu deste jeito: “A alegria do céu não
é um a alegria de co n tem p lação passiva, ou um a recordação de u m sonho,
de repo uso perfeito ; mas ela é descrita assim : '... e não descan sam nem de
dia nem de noite. Os seus servos o servirão. E verão o seu r o s to ’”.

Nosso D a is e Pai, não vejo a hora de te servir infinitam ente no céu. E fi c o em ocionado
com a idéia de ve r a tua gloriosa fa ce . Sei que nunca m e cansarei de estar na tua
presença, nem de estar trabalhando dia e noite p o r ti, porque tu és a f o n t e de toda
energia e alegria. No poderoso nom e de Jesus. Amém.

1 7 de n o v c>m Lr o

A ARCA DA SEGURANÇA

Pela f é Noé, divinam ente avisado das coisas que ainda não se viam , temeu, e, para
salvação da sua fa m ília , preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e f o i f e i t o
herdeiro da ju stiça que é segundo a fé. H e b reu s 1 1 .7

A BÍBLIA avisou o povo nos dias de N oé: “N ão co nten derá o m eu E sp írito


para sem p re com o h o m e m ” (G n 6 . 3 ) . Você não pode vir a Jesus C ris to a
não ser que o E sp írito de D eus o traga, e a não ser que você se su b m eta ao
desejo e p rep aração do E sp írito S a n to . Eu lhe im p lo ro para vir a C r is to
e n q u an to há tem po.
Fora da arca h o m ens e m u lh eres lutavam p o r suas vidas, a g a rra n d o -se a
p edaço s de m a d eira flu tu a n te s, até que a im p ied o sa m ão da m o r te os
alcançava e os puxava p ara baixo das cruéis e inflexíveis ondas. Todos se
p erd eram . Toda alm a fora da arca pereceu. Elas tiveram sua chance, m as
d eix ara m -n a escapar. H avia centenas de pessoas n aq u ele dia que estavam
p erto da arca, ain da assim perdidas.
E sta pavorosa cena da Bíblia é u m exemplo e um a so m b ra do dia do
ju lg a m e n to que está p erto do nosso m u ndo . A Bíblia d iz: “E, com o aos
ho m ens está ordenado m o rrerem um a só vez, vmdo, depois disso, o j u í z o ”
(H b 9 . 2 7 ) .
A arca é u m tip o de Jesus C risto . N e s te dia, q u an d o as nuvens do
ju lg a m e n to estão co m eçan do a se juntar, C r is to é o re fú gio . C ad a u m de
nós deve cru z ar o p o rtal e p assar para dentro da arca.
Você está dentro? T ilv ez esteja bem p erto , mas estará dentro? A terrível
e un iversal tem p estad e se aproxim a. Os dias de N o é p o d e m logo estar
sobre nós. Você está p ro n to para o dia do ju lgam en to ?
M e s m o se o m u n d o não te r m in a r d u ra n te seus d ias de vida, n u m
ju lg a m e n to cataclísm ico , no m o m en to em que m o rrer será o fim do m u n d o
para você. O m u n d o no q u al você vive m o rre com você. Você está p ro n to
p ara a m o rte? E stá p ro n to para o ju lg a m e n to que virá no m o m e n to em que
você en trar na eternidade?
A h is tó ria se repete. O que aconteceu há m ilhares de anos acontecerá
n ovam en te. E xiste a p o ss ib ilid a d e de que aconteça n este século, ou m esm o
n esta década. C o n tu d o , en q u an to h ouver vida, há esperança. O E sp írito de
D eus está batendo fielm en te à porta. Se nós nos arrependerm os, corrigirm os
nossos cam in h o s, ab an do n arm o s o pecado, p o dem os ain da ser u sados p o r
D eus p ara trazer cura e ajuda para um a civilização ago n izan te.

Nosso D m s c Pai, tu cs o ju s t o f u i ^ c sei que 110 dia do ju íz o tu honrarás a opção de


vida de cada pessoa, quer seja boa, quer seja ruim. Por favor, ju lg a - m e com
misericórdia, g r a ça c perdão, em nom e de Cristo. Caso contrário, certam ente perecerei.
Em Jesus, em quem encontro salvação, eu oro. Amem.
A FÉ DO AMIGO

Pela f é Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para u m lugar que havia de
receber p o r herança; e saiu, sem saber para onde ia. Pela fé, peregrinou na terra da
prom essa, com o em terra alheia, m orando em cabanas com Isaque e Ja có, herdeiros
com ele da m esm a promessa. Porque esperava a cidade que tem fu n d a m en tos,
da qual o artífice e construtor é Deus. Pela f é , também a m esm a Sara recebeu
a virtude de conceber e deu à luz^jáfora da idade; porquanto teve p o r fiel
aquele que lho tinha prom etido. H eb reus 1 1 . 8 - 1 1

A B R A A O an do u com D eus e foi cham ado am igo de D eus (Is 4 1 -8 , T g


2 . 2 3 ) . C a m in h a r com D eus com o N oé; quan d o veio o dilúvio , N o é foi
salvo. C a m in h a r com D eus com o M o is é s na so lidão do deserto ; quan do a
ho ra do ju lg a m e n to ch ego u para o E gito, M o is é s estava p rep arad o para
g u ia r seu povo à vitó ria. C a m in h a r com D e u s com o Davi, com o o m e n in o
p asto r; quan do ele foi cham ado para governar seu povo, ele estava preparado
p ara a tarefa de rei. D an iel e seus três jovens an n gos c am in h aram com
D eus na B abilônia, e, quan d o chegou a trib ulação , D eus estava ao lado
deles — ta n to na cova dos leões com o na fo rn alh a ardente.
C o n tu d o , a Bíblia ensina que D eus nem sem pre lib erta seus san to s da
adversidade. U m a le itu ra cu id ad o sa de H e b reu s I I m o s tra que “o u t r o s ”
foram tão fiéis como Abraão, M o isés , D aniel ou Davi; eles ta m b ém an daram
com D eus —mas pereceram . Deus não p ro m eteu nos livrar das trib ulaçõ es,
m as ele p ro m eteu ir conosco através das aflições.
Estêvão era u m jovem ‘ cheio de fé e do E sp írito S a n t o ” (At 6 . 5 ) .
A p ed rejara m -n o até à m o rte, mas sua entrada no céu foi triu n fa l. Se você
não estiver fo rtalecen do seu h o m em in te rio r por u m andar diário com
D eus, q u an d o a crise chegar, você vai trem er de m edo e desistir, não tendo
n en h u m a força para p erm an ecer p o r C risto .

Nosso D eu s e Pai, dependerei de ti em tempos de tribulações, p orque tu prom eteste


percorrer todo 0 caminho comigo. C am inharei contigo, conversarei contigo e dependerei
de ti. P or favor, f i c a do m eu lado e mantém~mc f o r t e na batalha contra Satanás e seus
demônios. No gran dioso nom e do Vencedor. Amém.
FÉ N O M E I O DA N E B L IN A

E todos estes, embora tendo recebido bom testemunho pela f é , contudo não alcançaram
a promessa; visto que D eus provera algum a coisa m elhor a nosso respeito, para que eles,
sem nós, não fo s s e m aperfeiçoados. H e b reu s 1 1 . 39 - 4 0 , V R .

E L E S an d aram p o r aí v estidos em peles de cabras, n ecessitad o s, aflito s e


a to rm e n ta d o s. Vez após vez eles devem te r clam ado a D eus p ara enviar
seus an jo s p o d ero s o s para ajudar. N e n h u m anjo l ib e r t a d o r veio. Eles
so freram e p erm an eceram cjuase que com o se não houvesse D eus.
Por quê? D e sco b rim o s um a p is ta q u an d o nosso S e n h o r se dep arou
com o C alvário, q u an d o ele orou: “S e é possível, passa de m im este c á lic e ”
( M t 2 6 . 3 9 ) ; m as, então ele acrescentou, “todavia, não se faça a m in h a
vontade, mas a t u a ” (L c 2 2 .4 2 ) . N o s so frim en to s e na m o rte desses grandes
san tos não lib erto s fisicam en te, D eus tin ha u m plano m iste rio so e estava
re alizan d o sua vontade. Sab en d o disso, eles so freram e m o rreram p o r f é .
A ú ltim a p arte de H e b reu s 11 m dica que aqueles que não receberam ajuda
visível em resp o sta a oração terão u m galardão celestial m u ito maior, p o rq u e
p erseveraram apenas pela fé. M a s, tend o m o rrid o , eles d e s f ru ta ra m do
m in is té r io dos anjos que, então, esco ltaram suas alm as im o rta is ao tro n o
de D eus. S e a p rim e ira p arte de H eb reus 11 é ch am ada de “G aleria da
Fam a de D e u s ”, a seg u n d a deveria ser cham ada: “A queles que receb eram de
D eus a M e d a lh a de H o n r a ”.
C e rta vez, q u an d o eu estava atravessan do u m p erío d o escuro, eu orava
e orava, mas os céus p areciam de bronze. Eu sen tia com o se D eus tivesse
desap arecido e que eu estava so zin h o com m in h a aflição e carga. Era um a
n o ite escura para m in h a alma. Eu escrevi para m in h a mãe sobre a experiência,
e n un ca vou me esqu ecer de sua resposta: “Filho, há m u ita s vezes q u an d o
D eus se afasta para te sta r sua fé. Ele quer que você confie nele no escuro.
A gora, filh o , estenda a mão no m eio da n eb lin a e desco brirá q ue a mão
dele estará lá ”. Em lág rim as, eu me ajo elh ei ao lado de m in h a cam a e
ex p e rim e n te i u m a irresistív e l sensação da p resença de D eus. Se se n tim o s
ou não a p resença do E sp írito S an to ou de u m dos santo s anjos, pela fé
p o d em o s te r certeza de que D eus n un ca nos deixará n em se esquecerá de
nós.
Nosso D eu s e Pai, p o r fa vor, ilum ina esta noite escura com a lu ^ d a tua presença.
A juda -m e a sentir que tu estás perto; a ju d a -m e a saber que nun ca m e deixarás sozinho.
Sou fra co , Senhor; p o r favor, d á -m e um pou co da tua força . Fortalece-m e para v iv e r
intrepidam ente pela f é e a n un ca desistir. Por causa de J e su s e através dele eu oro.
Amém.

2 0 do n o v a i n. í r o

ANJOS NÃO PERCEBIDOS

Não vos esqueçais da hospitalidade, porque, p or ela, alguns,


não o sabendo, hospedaram anjos. H eb reus I 3*2

O INCIDENTE o c o r r e u em 1 9 4 2 , d e p o i s q u e os j a p o n e s e s
c o n q u is ta ra m o co ntro le de certas áreas da C h in a. U m a m anhã, cerca de
nove horas, u m cam in hão japonês parou do lado de tora da livraria. Estava
carregand o cinco m a rin h e iro s e estava pela m e tad e de livros. O a ssisten te
da loja, u m chinês cristão que estava so zin h o àquela hora, p erceb eu com
esp an to que eles vieram para se ap o derar do esto que. T ím id o p o r n atu reza,
ele se n tiu que isso era m ais do que ele p o d ia agüentar.
Pulando -do cam inhão, os m arinheiros se dirigiram para a p o rta da loja;
mas, antes que pudessem entrar, u m cavalheiro chinês, m u ito bem vestido,
en tro u na loja na fren te deles. A p esar de o a ssisten te da loja conhecer
p raticam en te todos os fregueses chineses que negociavam ali, aquele ho m em
era um co m p leto estranho. Por algum a razão desconhecida, os soldados
pareciam pouco d isp o stos a segui-lo e dem oraram um pouco, olhando pelas
q uatro grandes janelas, mas nunca colocaram o pé para dentro da porta. O
estranho p erg u n to u o que os hom ens queriam , e o chinês da loja explicou
que os japoneses estavam se apoderando do estoque de m u ita s livrarias da
cidade, e agora era a vez de sua loja. Os dois oraram juntos, o estranho
encorajando-o, e assim passaram -se duas horas. Por fim, os soldados subiram
em seu caminhão e foram embora. O estranho também saiu, sem ter comprado
nada, nem m esm o p ergun tado acerca de qualquer item da loja.
M a is tarde n aq u ele dia, o dono da loja, Sr. C h risto p h e r W ill is (cujo
n o m e chinês era L ee), vo lto u. O a ssisten te da loja disse para ele: “Sr. Lee,
o sen h o r acred ita em a n jo s?” “S i m ”, disse o Sr. W illis .
“Eu tam b ém , Sr. L ee”, disse o vendedor.
T eria o estran h o sido u m dos anjos p ro teto res de D eus? Dr. Bell, o pai
de m in h a esposa, sem pre p e n so u que sim.

Nosso D eu s e Pai, fa z e do m eu lar u m lugar de hospitalidade e bem-estar, tanto para


am igos quanto para estranhos. Tu me deste este lar generosam ente; p o r favor, aju d a -m e
a dar seu aconchego e amizade aos outros a p a rtir da minha gratidão a ti. Em nom e de
Jesus. Amém.

2 1 da n o v o ra. i r o

CERCADO DE A N J O S

O anjo do Senhor acam pa-se ao redor dos que o temem e os livra. S a lm o 34-7

CORRIE TEN B O O M escreve um a experiência m arcan te no terrível


cam po de p risão n a z ista de R aven sb rück:

Ju n ta s en tram o s no p rédio apavorante. A mesa estavam m u lh eres


que tira ra m tu d o o que p o ssu íam o s.
Todas tin h am de tirar a roupa co m p letam en te e, então, ir para u m
q u arto onde seus cabelos eram insp ecio n ad os.
Eu perguntei a uma mulher, que estava ocupada verificando os pertences
das recém -chegadas, se eu poderia usar o banheiro. Ela apontou para um a
porta, e eu descobri que a instalação não passava de u n i buraco no chão
do banheiro. Betsie estava ao m eu lado o tempo todo. S u b ita m e n te eu
tive um a inspiração: “R áp ido , tire suas roupas íntim as de algo d ão ”, eu
sussurrei para ela. Eu enrolei jun to com as m inhas e coloquei a trouxa
n u m canto com m in h a p equena Bíblia. O lugar estava cheio de baratas,
mas eu não me preocupei com isso. S en tia-m e m aravilhosam ente aliviada
e feliz. “O S en ho r está ocupado respondendo às nossas orações, B etsie”,
eu sussurrei. “N ão precisarem os sacrificar todas as nossas roupas”.
Corremos de volta para a fila de mulheres esperando para tirar a roupa.
U m pouco depois, depois que tomamos nosso banho e vestimos nossas camisas
e vestidos rotos, eu escondi a trouxa de roupas íntimas e a Bíblia debaixo do
vestido. Fazia um volume óbvio através de m eu vestido; mas eu orei: “Senhor,
faze com que teus anjos fiquem ao meu redor; e faze com que eles não sejam
transparentes hoje, porque as guardas não podem me ver”. Eu me sentia
p erfeitam en te à vontade. C alm am en te passei as guardas. Todas foram
inspecionadas, pela frente, pelos lados, por trás. N enhum volume escapava
aos olhos das guardas. A mulher à minha frente tinha escondido uma roupa
de algodão debaixo do vestido; foi tirada dela. Elas me deixaram passar, porque
não me viram. Betsie, atrás de mim, foi inspecionada.
M a s lá fora esperava outro perigo. De cada lado da porta estavam mulheres
que olhavam para todas pela segunda vez. Elas apalpavam o corpo de cada
um a que passava. Eu sabia que elas não me veriam, porque os anjos ainda
estavam ao meu redor. Não fiquei nem sequer surpresa quando elas me
deixaram; mas dentro de m im surgiu o clamor jubilante: “Ó Senhor, se tu
assim respondes à oração, eu posso enfrentar sem medo até R avensbrück”.

C ada cristão verdadeiro deveria ser encorajado e fo rtalecid o ! Os anjos


estão observando; eles cercam nosso caminho. Eles supervisionam os eventos
de n o s s a s v id as e p r o t e g e m os in t e r e s s e s do S e n h o r D e u s , se m p r e
trab alh an d o p ara p rom over seus plan o s e realizar sua vo n tad e m ais elevada
para nós. Os anjos são espectadores interessado s e m a rcam tu d o o que
fazem os, “pois som os feitos espetáculo ao m u n d o , aos anjos e aos h o m e n s ”
( i C o 4 -9 )- D eus d esign a poderes angélicos para cu id arem de nós.

Nosso D eu s e Pai, tu sabes em quantos problem as posso me en volver sozinho. P or favor,


livra -m e do m al enviando teus anjos para m e gu a rd a rem todos 05 dias da minha vida.
Abriga~me sob as gloriosas asas deles t cerca-m e com as m ãos protetoras deles. Preciso
do teu refúgio, Senhor. O brigado p o r me salvar através da obra de Cristo na cruç. No
nom e dele eu oro. Amém.

2 2 cle no u g m I r o

TRATANDO COM A MORTE

Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a fu tu ra . H ebreus 13-14

A M O R T E será ab o lida no final. O p o d er da m o rte já foi queb rad o e o


te m o r da m o r te foi rem ovido. A gora po d em os dizer com o salm ista: “A in da
que eu an dasse pelo vale da so m b ra da m orte, não te m eria m al algu m ,
p o rq u e tu estás co m igo ; a tu a vara e o teu cajado me c o n so la m ” (SI 2 3 - 4 )-
Paulo olhava para a m o rte com grande esperança, como resultad o da
ressurreição de C risto . Ele disse: “Porque para m im o viver é C risto , e o
m orrer é g an h o ” (Fp 1 . 2 1 ) . C o m o Velma Barf ield, em Serie de Mortes na Carolina
do Norte, disse: “Eu o amo tanto que m al consigo esperar para vê-lo”.
S e m a re ssu r re iç ã o de C r is to não haveria esp eran ça p ara o fu tu ro .
A Bíblia p ro m ete que alg u m dia nós ficarem os face a face com o C ris to
ressurrecto , e nós terem os corpos com o o corpo dele.

Face a face com C ris to m eu Salvador,


Face a face, como será?
Q u an d o com arreb atam en to eu olhar para ele,
Jesus C ris to que m orreu p o r mim?
Face a face eu olharei p ara ele,
Bem além do céu estrelado;
Face a face em to da sua gló ria
Eu logo o verei.
Carrie E. Breck

Nosso D eu s e Pai, é assombrosa e em ocionante a idéia de que eu tc verei f a c e a f a c e um


dia. Tua g ló r ia será avassaladora e assustadora. M as o teu a m or será extremamente
em ocionante e m e tragará. O brigado pela salvação e pelo m eu lar no céu com Jesus,
m eu m aravilhoso Salvador. Nele eu oro. Amém.

2 3 d e n o v g m i r o

DEUS CONTROLA O RELÓGIO

. . . a coroa da ju stiç a me está guardada, a qual o Senhor, ju s t o j u i ^


m e dará naquele dia; e não som ente a mim, m as também a todos os
que am arem a sua vinda. 2 T im ó te o 4-8

MUITAS p essoas p e rg u n tam : “Para onde a h is tó ria está in d o ? ” U m


e stu d a n te da Bíblia cuid ad o so será levado a ver que D eus co n tro la o relógio
do d estin o . Em m eio à con fusão deste m u ndo , a m ão o n ip o te n te de D eus
move, executan do seu plan o invariável e seu p ro p ó sito ; e os reinos deste
m u n d o serão o R em o do S e n h o r Jesus C risto : "Porque convém que reme
até q ue h aja p o sto a todos os in im ig o s debaixo de seus pés" ( i Co 1 5 . 2 5 ) .
Os c o m u n ista s d izem que o tem p o e a h is tó ria estão do lado deles. M a s
eles ig n o ra m o fato de que Jesus C risto está reto rn an d o à terra novam ente.
Ele está no controle, e ele d eterm in ará sua vinda. Se a Bíblia é clara em
q u a lq u e r p o n to , é este: "Aparecerá seg u n d a vez, sem pecado, aos que o
esperam para a salvação” (H b 9 -2 8 ).
Q u al deve ser a a titu d e do cristão em relação ao lato de que C ris to está
vo ltando? U m h o m e m me disse recen tem en te: “Bem, o S e n h o r voltará em
breve; então, o que nós devemos fazer sobre is t o ? ” U m a a titu d e fa ta lista
assim não é a que foi ensinada pelo S e n h o r Jesus C risto . Q u an d o ele falou
com seus d iscíp u lo s sobre sua volta à terra, ele disse: “N e g o c ia i até que eu
venha (L c I 9 - 1 3) e B em -aven turado aquele servo que o Senhor, quan do
vier, achar servindo a s s im ” ( M t 2 4 -4 6 ).
D w ig h t L. M o o d y disse um a vez: “Eu olho para este m u n d o com o a um
navio d e stru íd o . S u a destru ição está-se ap roxim an do p o uco a po uco . D eus
me disse: ‘M o o d y, aqui está u m barco salva-vidas. S aia e resgate o m aio r
n úm ero que você p u d e r antes que o navio a fu n d e ’”. Se o fim parecia vir
nos dias de M o o d y, q u an to m ais p ró x im o s devem os estar do clím ax da
h istó ria?
Se existe u m tem p o em que nós devemos p egar o bote salva-vidas e
re sg ata r o m áx im o de vidas que p o ssam o s, este tem po é agora. E sta é a
ra z ã o p e la q u a l n ós e s t a m o s p r o c la m a n d o o e v a n g e lh o n o s c e n tro s
e stratég ic o s do m u n d o onde podem os.
A cred itam o s que este é um dia de g lo rio sa o p o rtu n id a d e de p ro clam ar
a graça salvadora e o p o d er de C risto , e declarar o evangelho co n tra a
op osição de to da id eo lo gia falsa.
G eo rge W h i t e f i e l d , o g ra n d e e v a n g e lis ta in g lê s, d isse: “ Eu esp ero
d ia ria m e n te pela volta do Filho de D e u s ”. M a s ele não se sen to u e ficou
parado. Ele co n sum iu sua vida proclam ando o evangelho de C risto . Podemos
fazer m enos?

Nosso D eu s e Pai, teu nom e ép o d er o so para ser proclam ado e eu não sou a pessoa m ais
apropriada para proclam á-lo. Mas visa-me, Senhor; de algvima f o r m a pequena para
p r o m o v e r as boas novas para o m eu m u n d o agonizante. Faze com que o nom e de Cristo
seja ouvido de form a vitoriosa através de mim. Nele. Amém.
A G RATIDAO E O CAMINHO DA PAZ

M eus irmãos, tende p o r m otivo de g r a n d e go z v o


passardes p o r várias provações. T ia g o 1 . 2 , V R .

D E U S não prom ete vida fácil ou dias sem problemas, aflições, d ificuldades
e tentaçõ es. Ele n un ca p ro m ete que a vida será perfeita. Ele não cham a
seus filh o s p ara o p arque de diversões, mas para o cam po de batalha.
Al gum as pessoas têm u m a idéia d isto rc id a acerca da vida cristã. Vendo
cristão s b rilh an tes e talen to so s, elas te n ta m im itá -lo s. Para elas, a gram a
do o u tro lado da cerca é sem pre m ais verde. Q u an d o descobrem q ue sua
p ró p ria c o n trib u ição é m a is m o d e sta ou, talvez, invisível, elas caem em
de sân im o e p erd e m as gen uín as o p o rtu n id ad es que estão abertas para eles.
Seja com o o apóstolo Paulo e diga: “N e n h u m a dessas coisas me m o le s ta ”.
Poucos h o m en s so freram com o Paulo, co n tu d o ele aprendeu com o ser
e x a l t a d o e c o m o s e r h u m i l h a d o . E le a p r e n d e u a v iv e r a c i m a d as
circ u n stâ n c ia s — m esm o n um a cela na prisão. Você po de fazer o m esm o.
R e c u s e p e r m it ir q u e as c ir c u n s t â n c ia s o d e r ru b e m . N o m e io de suas
d ific u ld a d e s , haverá u m p ro fu n d o gozo. “Pois a alegria do S e n h o r é a
vossa fo rç a ”, d iz a Bíblia.
A cred ite ou não, este é o cam inho da paz. Paulo disse: “Em tu d o so m os
a t r ib u l a d o s , m as n ão a n g u s t ia d o s ; p e rp le x o s, m as n ão d e s a n im a d o s ;
p e rs e g u id o s , m as não desam parados; ab atid o s, m as não d e s t r u íd o s ” (2 C o
4 - 8 - 9 ) . Todas essas q u alid a d es são características do verdadeiro cristão.
Elas p o d em ser suas, d an d o -lh e a p rin c ip a l vitória. Elas são p arte da sua
herança. C lam e p o r elas!
C o m o filho de D eus, você n un ca p recisa so frer derro ta e sp iritu a l. Seu s
dias de d erro ta se acabaram . D e agora em diante, você vai querer viver cada
m in u to em sua p le n itu d e . C ertam en te, você verá cada dia com o o utras
vm te e q u atro horas para dedicar a Jesus. C ad a novo dia será cheio de
o p o rtu n id a d e s para servir a o utro s. Você p assará m u ito s m o m e n to s com
D eus e saberá que seus pecados são p erdo ado s e que você está a cam inh o
do céu.
Ter esta a titu d e de servo e g ratid ão em todas as c ircu n stân cias da vida
o aju d ará a reagir com o fez o velho M a tth e w H e n ry q u an d o foi assaltado .
Ele escreveu em seu diário: “D eixe-m e ser grato, p rim eiro p o rq u e n unca
fui ro ub ad o antes; seg u n d o , apesar de levarem m in h a bolsa, não tiraram
m in h a vida; terceiro, p o rque, apesar de me tirarem tudo, não era m u ito ; e
q u arto , p o rq u e eu fui roubado, e não fui eu que r o u b e i”.
Eu m e p erg u n to se eu p o deria ser grato assim . Você poderia?

Nosso D eu s e Pai, sou bastante gra to p o r tua alegria e pa^ contínu as. Apesar das
m inhas dores e dos m eus problemas, não f i c o deprimido. Apesar das tristezas, sou cheio
de alegria. Apesar do desespero, sou cheio de esperança. Teu a m or e conforto m anam
dentro de m im com o um a f o n t e abundante, e eu louvo o incom parável nom e de Jesus,
através de quem eu oro. Amém.

2 5 d e ti o (/ e m b r o

D IA DE COROAÇÃO

B em -a ven tu ra d o o homem que suporta a provação; porque, depois de aprovado, receberá


a coroa da vida, que o Senhor prom eteu aos que o amam. T ia g o I . I 2 , V R .

PARA o cristão, a m o rte é d escrita na Bíblia com o um a coroação. O


quadro aq u i e o de um p rín cip e que, depois de suas lutas e co n q u ista s n u m
país estrangeiro, volta para sua terra natal e corte, para ser coroado e honrado
p o r seus feitos.
A Bíblia d iz que som os p eregrinos e estran geiro s n u m a terra estrangeira.
Este m u n d o não é nosso lar; nossa cidadania é do céu. Para aquele que é
fiel, C r is to dará a coroa da vida. Paulo disse: “D esde agora, a coroa da
ju s tiç a m e está guardada, a qual o Senhor, ju sto juiz, m e dará n aq u ele dia;
e não so m en te a m im , mas tam b ém a todos os que am arem a sua v in d a ”
(2 T m 4 . 8).
Q u an d o D. L. M o o d y estava m o rren d o, ele o lho u para o céu e disse:
“A terra está retrocedendo, o céu está-sc abrindo; este é o dia da m in h a
co ro ação ”. S im , a m o rte e o dia da coroação do cristão, o fim do co n flito
e o com eço da g ló ria e triu n fo n o céu.

Nosso D eu s e Pai, sou um simples servo no teu reino e f a ç o 0 m elhor que posso para
adorar-te e strvir-U. C om prom eto-m e a ser f i e l a ti durante a vida. Anseio pelo fim do
m eu conflito terreno e pelo com eço da gló r ia no céu, m as vivo na alegria e celebração até
esta hora p o r causa de Cristo. Nele eu oro. Amém.

2 6 cl g n o (/ e m I r o

PACIÊNCIA E PERFEIÇÃO

...sabendo que a p rovação da vossa f é p r o d u z a perseverança; e a perseverança


tenha a sua obra perfeita, p ara que sejais perfeitos e completos,
não f a lt a n d o em coisa alguma. T ia g o 1 .3 -4 , V R .

E S C R E V E N D O aos cristãos que estavam sofrendo p o r sua fé, T ia g o


disse: “P ortan to , irm ão s, sede, pacientes até à vinda do Senhor. Eis q ue o
lavrado r espera o p rec io so fru to da terra, a g u a rd a n d o -o com paciência, até
que receba as p rim eira s e as ú ltim a s chuvas. Sed e vós ta m b ém p acien tes;
fo rtalecei os vossos corações, p o rq u e a vinda do S e n h o r está p r ó x im a ”
( T g 5 -7 - 8 , itá lic o s do a u t o r ).
P a c i ê n c i a n ã o é s i m p l e s m e n t e “ c e r r a r os d e n t e s ” , s u p o r t a n d o
co m p lacen tem en te uma situação em particular. É um a atitu de de expectativa.
O fazendeiro podia olhar para o terreno, aparentemente infértil, com paciência,
p o rque ele tinha certeza de que haveria resultados de seu trabalho. Ele p odia
ter paciência em seu trabalho, p o rque haveria p ro duto s de seu trabalho.
Ê assim no m u n d o e sp iritu al. D eus p o de p r o d u z ir q u alid a d es valiosas
em nossas vidas através das feridas e dos so frim e n to s que exp erim en tam o s.
P odem os sofrer com paciência, p o rq u e nosso so frim en to trará um a colheita
esp iritu al.
E p o d em o s so frer d u ra n te esta vida p acien tem en te, p o rq u e sabem os
q u e, no p e r f e it o te m p o de D e u s , seu F ilh o v o l t a r á c o m o a g r a n d e
reco m p en sa para os crentes que esperaram e creram.
“M e lh o r é o lo n g â n im o do que o valente, e o que governa o seu esp írito
do que o que to m a um a c id ad e ” (Pv 1 6 . 32 ) .

Nosso D eu s e Pai, ensina-m e a paciência que Cristo dem onstrou durante seus
sofrim entos na terra. Q uero suportar as lutas desta vida com alegria e expectativa das
coisas que estão p o r vir. A juda-m e a con tin u ar em doce com unhão com J e s u s e a
reconhecer a sua contínua p a ^ e esperança. Através dele eu oro. Amém.
OUÇA!

Sabei isto, m eus am ados irmãos: Todo homem seja pronto para ouvir, tardio para
f a l a r e tardio para se irar. [...] E sede cumpridores da palavra c não som ente ouvintes,
en ganan do-vos a vós mesmos. Pois, se alguém é ouvinte da palavra e não cumpridor,
é semelhante a u m hom em que contem pla no espelho o seu rosto n a tu ra l; porque se
contem pla a si m esm o e vai-se, e logo se esquece de com o era. Entretanto, aquele
que atenta bem para a lei perfeita, a da liberdade, e nela persevera, ...será
bem -aventu rado no que fizer. T ia g o I . I 9 , 2 2 - 2 5 , V R .

REVELAÇÃO é u m m e i o de c o m u n i c a ç ã o . S i g n i f i c a “f a z e r
c o n h e c id o ” , ou “d e s v e n d a r ”. R evelação recjuer u m revelador, que n esse
caso é D eus, e ta m b é m req u er u m o u vin te. O s o u v in te s de D e u s fo ram
os p ro fe tas e a p ó sto lo s e sc o lh id o s que re la ta ra m a revelação de D eus.
A ssim , é u m a lin h a de c o m u n icaç ão : de u m lado está D eus e do o u tro , o
hom em .
Q u an d o eu era m en in o, estava su rg in d o o rádio. N ó s nos reu n íam o s ao
red or de u m aparelho tosco, feito em casa, e virávam os os três b o tõ es de
sin to n iz a ç ã o n u m esforço para estab elecer co n tato com o tran sm isso r.
M u it a s vezes, todo o so m que saía pelo am p lific ad o r eram g ru n h id o s e
ru íd o s, mas sab íam o s que em algu m lu gar lá fora estava u m tr a n sm iss o r
i n v i s í v e l e, se c o n s e g u í s s e m o s o c o n t a t o , se os b o t õ e s v i r a s s e m
ad eq u a d am en te, p o d eríam o s ouvir a voz alta e com b o m som . D ep o is de
lo n g o te m p o de l a b o r io s a s i n t o n iz a ç ã o , a voz d i s t a n t e s u b i t a m e n t e
apareceria e u m so rriso de triu n fo ilu m in a ria as faces de to do s na sala.
F in a lm en te estávam os em h arm o n ia!
N a revelação que D eus estab eleceu entre ele m e sm o e nós, p o d em o s
en co n trar um a vida nova e um a nova dim en são de vida, mas devem os “estar
em h a r m o n ia . E x is te m níveis m a is alto s de vida os q u ais nós n u n ca
alcançam os. H á paz, satisfação e alegria que nós n un ca exp erim en tam o s.
D eus está te n tan d o abrir cam in ho para nós. Os céus estão cham an do .
D eus está falan d o ! D eixe os h o m ens ouvir.

Nosso D eu s e Pai, sei que tu sempre estás transmitindo a tua vontade e desejo para
m inha vida através da tua Palavra e do teu povo. P or favor, aju d a -m e a estar
sintonizado em ti a cada m anhã e a perm an ecer nas tuas ondas durante toda a minha
vida. Através do pod er de J e su s Cristo. Amém.

2 8 d e n o u cm.br o

FÉ QUE NÃO FUNCIONA?

M eus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem f é c não tiver as obras?
P orventura, a f é pode sa lvá -lo ? E se o irmão ou a irm ã estiverem nus e tiverem
f a lt a de m antim ento cotidiano, c algum de vós lhes disser: Ide em paz^ aqu entai-vos e
fa rta i- v o s ; e lhes não derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito v irá daí?
Assim também a f é , se não tiver as obras, é morta em si mesma. M as dirá alguém:
Tu tens fé , e eu tenho as obras; m ostra-m e a tua f é sem as tuas obras, e