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J. W.

ENGENHARIA E MANUTENÇÃO
INDUSTRIAL LTDA
Nº de identificação: Página:
Aferição de Trenas PR-VT-1017 1 de 14
Data: Revisão:
Elaborado por: AURINO MIRANDA
Verificado por: SAVIO MENDONÇA
Aprovado por: TICIANO MARTINS 01/02/10 00

SUMÁRIO

1. OBJETIVO

2. CONDIÇÕES GERAIS

3. CONDIÇÃO ESPECIFICA

4. CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO

5. REGISTRO DA VERIFICAÇÃO

6. PRAZO DE VERIFICAÇÃO

7. HISTÓRICO DE REVISÕES
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Aferição de Trenas PR-VT-1017 1 de 14
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1 - OBJETIVO

Este procedimento descreve os métodos de verificação por comparação de trenas.

2 - CONDIÇÕES GERAIS

2.1 – Todas as trenas serão verificadas usando-se como instrumento padrão uma escala

metálica de aço ou trena previamente verificada por órgão credenciado pela Rede

de Calibração do Inmetro.

2.2 - Inicialmente será verificado o estado geral, principalmente na parte inicial da fita,
para verificar se as inscrições da escala ainda são legíveis. Nas trenas que apresentam
lingüeta no ponto zero da escala deverá ser verificado se existe a folga para compensar a
espessura da lingüeta. A folga da lingüeta deverá ser igual à espessura da mesma.

2.3 - As verificações deverão ser efetuadas em local onde sejam atendidas as seguintes

condições ambientais:

a) Temperatura: 20ºC + 3ºC;

b) Umidade Relativa do ar: menor que 75%.

2.4 - A fita da trena em verificação deverá ser esticada sobre uma superfície plana e

horizontal aplicando-se sobre a fita uma tensão de aproximadamente 2 kg.

3. CONDIÇÃO ESPECIFICA

3.1 - VERIFICAÇÃO DE TRENA COM COMPRIMENTO MENOR OU IGUAL AO DO PADRÃO

3.1.1 - A verificação consistirá em medir os erros nos pontos correspondentes a 25%,

50%, 75% e 100% da escala da trena em verificação.


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Exemplo: a escala do padrão tem 5 metros e da trena em verificação tem 3 metros.

A verificação consiste em medir os erros E25% , E50% , E75% e E100%

nos pontos 750 mm, 1500 mm, 2250 mm e 3000 mm respectivamente da escala da trena em
verificação conforme FIGURA 1.

FIGURA 1 – A verificação de trena com comprimento menor ou igual ao do padrão.

3.2 - VERIFICAÇÃO DE TRENA COM COMPRIMENTO MAIOR QUE O COMPRIMENTO DA


ESCALA DO PADRÃO E MENOR QUE 4 VEZES O COMPRIMENTO DA ESCALA DO PADRÃO

3.2.1 - A verificação consistirá em medir os erros nos pontos correspondentes a 25%,

50%, 75% e 100% da escala da trena em aferição. Neste caso far-se-á necessário

deslocar o padrão ao longo da escala da trena em verificação que deverá ficar fixa.

Para a movimentação do padrão ao longo do comprimento da trena deverão ser

feitas marcações de referência sobre a superfície de apoio em cada posicionamento

em que a mesma é colocada.

Exemplo: a escala do padrão tem 2 metros e da trena em verificação tem 7,5

metros. A verificação consiste em medir os erros E25% , E50% , E75% e

E100% nos pontos 1.875 mm, 3.750 mm, 5.625 mm e 7.500 mm

respectivamente da escala da trena em verificação conforme FIGURA 2

FIGURA 2 – A verificação de trena com comprimento maior que o comprimento da

escala do padrão e menor que 4 vezes o comprimento da escala do padrão.


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3.3 – A VERIFICAÇÃO DE TRENA COM COMPRIMENTO MAIOR OU IGUAL A 4 VEZES O DO


PADRÃO

3.3.1 - A verificação consistirá em anotar os erros das medidas verificadas nos pontos

correspondentes a cada múltiplo do comprimento total do padrão e no final da escala

da trena em verificação.

Exemplo: a escala do padrão tem 2 metros e da trena em verificação tem 15

metros. A verificação consiste em medir os erros E1, E2. E3, E4, E5, E6,

E7 e E8 nos pontos 2.000 mm, 4.000 mm, 6.000 mm, 8.000 mm, 10.000

mm, 12.000 mm, 14.000 mm e 15.000 mm da trena em verificação

respectivamente conforme FIGURA 3.

FIGURA 3 – A verificação de trena com comprimento maior ou igual a 4 vezes o do

padrão .

4. CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO

4.1 - No caso do uso dos métodos estabelecidos nos itens 3.1 e 3.2 somente serão

consideradas verificadas e conseqüentemente liberadas para utilização aquelas

trenas que apresentem erros menores que os estabelecidos na Tabela 1.

4.2 - No caso do uso do método estabelecido no item 3.3, para a trena ser considerada

aprovada na verificação, aplicam-se os seguintes critérios:

a) Os erros de cada uma das medições feitas ao longo do padrão devem ser
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menores que os estabelecidos na Tabela 1, tomando-se como comprimento este

para entrada na tabela a medida lida no padrão (2 metros e 1 metro no

exemplo da FIGURA 3).

b) A soma dos erros de todas as medições feitas ao longo da escala deve ser

menor que o valor estabelecido na Tabela 1 para o comprimento total da trena.

Exemplo: No exemplo da Figura 3 vamos admitir que os erros são: E1=+0,5 mm,

E2=+1,0 mm, E3=+1,5 mm, E4=1,0 mm, E5= zero, E6= -0,5 mm,

E7= -1,0 mm, E8=-1,0.

A soma dos erros é:

Soma dos erros = E1+E2+E3+E4+E5+E6+E7+E8

Soma dos erros = (+0,5)+(+1,0)+(+1,5)+(1,0)+(0)+(-0,5)+(-1,0)+(-1,0)

Soma dos erros = 0,5 + 1,0 + 1,5 + 1,0 + 0 -0,5 - 1,0 - 1,0 = 1,5 mm

Portanto neste caso a trena em verificação está aprovada pois nenhum

dos erros individuais ultrapassa os valores máximos aplicáveis (+/- 1,5

mm para E1 a E7 e +/- 1 mm para E8) e a soma dos erros individuais

não ultrapassa o valor +/- 3 mm (erro admissível para trena de 15

metros).
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TABELA I
VALOR DA MEDIDA TOMADA COM A ERRO ADMISSÍVEL
TRENA
0 a 1000 +/- 1 mm
1001 a 2000 +/- 1,5 mm
2001 a 3000 +/- 2 mm
3001 a 4000 +/- 2,5 mm
Mais de 4001 +/- 3 mm

4.3 - As trenas que não atenderem à tolerância especificada neste procedimento deverão

ser descartadas.

5 – REGISTROS DA VERIFICAÇÃO

Após a verificação deverá ser emitido o Certificado de verificação de Trena pelo

Inspetor Dimensional CDCL-N2 (Qualificado) conforme modelo anexo.

6 – REGISTROS DA VERIFICAÇÃO

Os instrumentos devem ser verificados de 6 em 6 meses, exceto se apresentarem

desvios ou condições aparentes de imprecisão. Neste caso, devem ser submetidos

a nova verificação ou segregados para evitar o uso do mesmo.

7. HISTÓRICO DE REVISÕES

Data Revisão Descrição da atividade


05/07/07 00 Emissão
15/12/08 01 Revisão Geral

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