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GOVERNO DO ESTADO DE RORAIMA

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DESPORTO


ESCOLA ESTADUAL MAJOR ALCIDES RODRIGUES DOS SANTOS
PROFESSSOR(A): Sidney Willei
ALUNO(A): TURMA: 301, 303
3º MATERIAL DE ESTUDO DE DISCIPLINA – FILOSOFIA 3ª SÉRIE
3º Atividade de FILOSOFIA 2º TRIMESTRE

Marque as alternativas de acordo com as respostas

1 - Platão é considerado um dos mais importantes filósofos da Grécia antiga. Discípulo de Sócrates, a
quem Platão reconheceu como um dos homens mais sábios de seu tempo, que contribuiu
decisivamente para a sua filosofia. A morte de Sócrates teve grande influência na vida e no pensamento
de Platão, como pode-se verificar no fragmento do texto abaixo: “Sobretudo vi meu amigo Sócrates, que
não me envergonharia de chamar o mais justo daquele tempo, sendo por eles conduzido à força, para
que participasse dos negócios deles, querendo ele ou não. Ele não obedeceu e arriscou-se a tudo sofrer,
para não tornar-se cúmplice deles em atos ímpios. Vendo tudo isso e ainda outras ações como essas,
afastei-me indignado desses males. Logo os Trinta caíram e com eles todo o regime. Mas nosso amigo
Sócrates, por certo acaso, foi levado ao tribunal por alguns, que o acusaram de impiedade, acusação que
absolutamente ele não merecia. Condenaram-no, matando aquele que não desejou um dia participar de
conduta ímpia contra um dos amigos deles, quando foram banidos e caíram em desgraça” (Carta VII, In:
FILHO, Bolzani Roberto. Seis filósofos na sala de aula. São Paulo: Berlendis & Vertecchia, 2006. p.30).
Tendo por base o texto acima e o pensamento de Platão, marque abaixo a opção que NÃO é coerente
com a filosofia platônica.

a) Em seu idealismo, Platão afirma que a existência dos objetos sensíveis só é possível porque eles
“participam” das formas ou ideias, que são, portanto, a causa do seu surgimento. As ideias ou formas,
por sua vez, precisam “emanar” de algo para existir, pois não têm existências em si mesmas.

b) Platão considerava Sócrates um adversário dos sofistas, pois os sofistas por dinheiro vendiam seu
saber, isto é, ensinavam a tornar “justo” um “argumento injusto”.

c) A filosofia platônica pode ser considerada uma metafísica, no sentido de que Platão considerou que a
essência verdadeira da realidade situa-se no mundo inteligível.

2 - “Hoje em dia, as relações entre a ética e a política tornaram-se conflituosas. De um lado,


compreende-se que ética e política não se casam bem, pois não raro os políticos são vistos como
corruptores e interesseiros, como se esses atributos fossem inerentes à sua profissão. Por outro,
lastimamos a falta de ética na política e é comum vermos certas pessoas ou grupos sociais cobrarem
mais ética na política. Vê-se assim que o nosso modo comum de pensar comporta uma história, ao longo
da qual a relação entre ética e política, antes tomada como evidente, tornou-se objeto de hesitação,
debate e controvérsia. Essa história tem um marco: o ano de 1513, em que foi escrito o Príncipe, de
Nicolau Maquiavel, uma obra muito importante, que revolucionou a tal ponto o modo como os homens
tradicionalmente pensaram a política e a sua relação com a ética, e suscitou uma discussão tão profunda
a seu respeito, que depois dela, ninguém mais pôde pensar as relações entre ética e política como
antes”. (LIMONGI, Maria Isabel. Ética e política n’O Príncipe de Maquiavel. In: FIGUEIREDO, Vinícius de
(Org.). Seis filósofos na sala de aula. São Paulo: Berlendis & Vertecchia, 2006. p. 92-93). Em relação ao
pensamento político de Maquiavel, é correto afirmar, EXCETO:

a) Maquiavel abala o modo tradicional de se pensar a distinção entre o bom e o mau governo quando,
por exemplo, ao enumerar os modos de se fundar um principado, coloca lado a lado as maneiras
consideradas criminosas e aquelas que se devem à virtude do príncipe, sem desaconselhar as primeiras
por serem más e privilegiar as segundas por seres boas;

b) A vida social é para Maquiavel um campo de forças e só pode prosperar se essas forças de algum
modo se equilibrarem. Eis assim o papel do governante: procurar e até mesmo forçar, se necessário,
esse equilíbrio, contentando ora uma parte, ora outra, fazendo com que os desejos dos governantes
sobressaiam aos desejos do povo;

c) A originalidade do pensamento de Maquiavel está, assim, em ter colocado o conflito na base da


política, em ter entendido que cabe à política fundamentalmente mediar os conflitos sociais. Nisso
reside para ele toda a dificuldade da arte de governar.

3 - “A importância de René Descartes (1596-1650) como filósofo que inaugura o pensamento moderno
nos coloca antes de qualquer coisa a questão de saber o que nele existe de continuidade e de ruptura
em relação à tradição anterior (medieval). A ruptura com a tradição não significa que Descartes a ignora,
mas sim que ele a critica. A crítica feita por Descartes à teoria do conhecimento anterior a ele foi bem
sintetizada em sua obra Discurso do Método onde apresenta o caminho que a razão deve percorrer para
alcançar o conhecimento verdadeiro: a primeira era a de não aceitar nenhuma coisa como verdadeira se
não soubesse com evidência que ela era assim – isto é, consistia em evitar cuidadosamente a
precipitação e a prevenção, e compreender em meus juízos apenas aquilo que se apresentava tão clara
e distintamente a meu espírito que eu não tivesse nenhuma oportunidade de duvidar; a segunda era a
de dividir cada dificuldade que examinasse em tantas parcelas que fosse possível e que fosse requerido
para resolvê-la melhor; a terceira, de conduzir meus pensamentos em ordem, começando pelos objetos
mais simples e mais propícios ao conhecimento, para construir, pouco a pouco, como que por degraus,
o conhecimento dos objetos mais compostos – supondo, até mesmo, uma ordem entre os objetos que
não precedem naturalmente uns aos outros. E, por fim, de fazer, em todos os casos, enumerações tão
completas e revisões tão gerais que estivesse assegurado de não omitir nada”. (Descartes, Discurso do
Método. In: FIGUEIREDO, Vinícius de (Org.). Seis filósofos na sala de aula. São Paulo: Berlendis &
Vertecchia, 2006. p.92-93). Em relação à teoria do conhecimento proposta por Descartes em sua obra
“Discurso do Método”, é correto afirmar que, EXCETO:

a) o Discurso do Método é a obra por meio da qual Descartes enumera em linhas gerais a forma pela
qual procura pensar os problemas de sua filosofia.

b) em relação ao Discurso do Método, a primeira parte conta a história da formação intelectual de


Descartes, mostrando que ela é insuficiente até o autor aprender a separar por conta própria o certo do
incerto, o verdadeiro do falso, o seguro do inseguro, e isso recorrendo apenas a critérios metafísicos.

4 - Jean-Paul Sartre (1905-1980) nasceu e viveu em Paris. Sua produção intelectual é vasta e variada: é
dos raros filósofos que se dedicaram à produção não apenas de textos de filosofia, mas também de
literatura, teatro, crítica literária, ensaios sobre política, cinema, pintura etc. Além disso, foi um ativista
político, não de forma partidária, mas como intelectual engajado em causas libertárias; sua atividade se
deu por meio de artigos, manifestos, entrevistas. Leia o fragmento: “O existencialismo não é tanto um
ateísmo no sentido em que se esforçaria por demonstrar que Deus não existe. Ele declara, mais
exatamente: mesmo que Deus existisse, nada mudaria. O conceito de homem, no espírito de Deus, é
assimilável ao conceito de corta-papel, no espírito do industrial; e Deus produz o homem segundo
determinadas técnicas e em função de determinada concepção, exatamente como o artífice fabrica um
corta-papel segundo uma definição e um técnica”. (MOUTINHO, Santos Damon Luiz. Sartre: a liberdade
sem desculpas. In: FIGUEIREDO, Vinícius de (Org.). Seis filósofos na sala de aula. São Paulo: Berlendis &
Vertecchia, 2006, p.192-193). Tomando por base o texto acima e o pensamento de Sartre, assinale a
opção INCORRETA.
a) Para Sartre, a essência do homem será aquela que ele próprio tiver constituído por suas ações, em
um mundo concreto (não na sua interioridade isolada) e em meio a outros homens (com eles, não
apesar deles). A essência, portanto, não é mais conceito universal, ideia inteligível, modelo regulador,
princípio prescritivo. A essência do homem é ele mesmo tal como ele se fez sem um modelo para lhe
guiar. Ela é singularíssima, não universal.

b) A existência implica liberdade, esta implica responsabilidade, esta, por sua vez, implica compromisso,
e o compromisso implica, por fim, conflito. O homem é assim um guerreiro que busca sempre a si
mesmo e ao mundo. O conflito é a decorrência de cada escolha, pois a escolha implica justamente
recusar algumas posições em desfavor de outras. Nesse sentido, escolher é escolher contra a
humanidade, e é também receber resistência dessa mesma humanidade, pois é a liberdade que
caracteriza o homem.

5 - Segundo Chauí, “o estudo das ciências evidencia a existência de um ideal científico: embora
continuidades e rupturas marquem os conhecimentos científicos, a ciência é a confiança que a cultura
ocidental deposita na razão como capacidade para conhecer a realidade, mesmo que esta, afinal, tenha
de ser inteiramente construída pela própria atividade racional. A lógica que rege o pensamento
científico contemporâneo está centrada na ideia de demonstração e prova baseada na definição ou
construção do objeto do conhecimento, por meio das operações de análise, síntese e interpretação”.
(CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2005. p. 232-233) Para Chauí, a ciência
contemporânea funda-se nos seguintes pressupostos, EXCETO:

a) nas operações de análise e síntese, isto é, de passagem do todo complexo às suas partes constituintes
ou de passagem das partes ao todo que as explica e determina.

b) na criação de uma linguagem específica e própria, distante da linguagem cotidiana e da linguagem


literária.

c) na ideia de lei do fenômeno, isto é, de regularidades e constâncias universais e casuais, que definem o
modo de ser e de comportar-se do objeto, seja em suas relações com outros objetos ou campos de
saber.

6 - Para Chauí, “o melhor caminho para perceber a impossibilidade de uma ciência neutra é levar em
consideração o modo como a pesquisa científica se realiza em nosso tempo. Durante séculos os
cientistas trabalharam individualmente em seus pequenos laboratórios. Suas pesquisas eram custeadas
ou por eles mesmos ou por reis, nobres e burgueses ricos, que desejavam a glória de patrocinar
descobertas e as vantagens práticas que delas poderiam advir. Por sua vez, o senso comum social olhava
o cientista como inventor e gênio. Hoje os cientistas trabalham coletivamente, em equipes, nos grandes
laboratórios universitários, nos institutos de pesquisa e nas grandes empresas transnacionais que
participam de um sistema conhecido como complexo industrial-militar”. (CHAUÍ, Marilena. Convite à
filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2005. p.236) Dentre as opções abaixo, assinale a INCORRETA sobre a
pesquisa científica:

a) A sociedade, porém, não luta pelo direito de interferir nas decisões de empresas e governos quando
estes decidem financiar um tipo de pesquisa em vez de outro. Dessa maneira, o campo científico torna-
se cada vez mais próximo da sociedade sem que esta encontre meios para orientar o uso das ciências,
pois este é definido antes do início das próprias pesquisas e fora do controle que a sociedade poderia
exercer sobre ele.

b) Essa nova posição das ciências na sociedade contemporânea, além de indicar que é mínimo ou quase
inexistente o grau de neutralidade e de liberdade dos cientistas, indica também que o uso das ciências
define os recursos financeiros que nelas serão investidos.
7 - “Com a reestruturação produtiva em escala global, com a implantação da tecnologia avançada da
automação, da robótica, da microeletrônica, surgem novos padrões de produtividade. A tendência nas
fábricas é de quebrar a rigidez do fordismo, caracterizada pela linha de montagem e produção em série,
e do taylorismo, centrado na produção em massa. Essa mudança já vinha sendo implantada em diversos
lugares, mas costuma-se destacar a atuação da fábrica de automóveis Toyota, no Japão, ao criar novo
método de gerenciamento que passou a ser conhecido como toyotismo”. (ARANHA, Maria Lúcia de
Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 3.ed. revista. São Paulo:
Moderna, 2003. p.39-40). Em relação ao toyotismo, pode-se afirmar como verdadeiro, EXCETO:

a) A divisão do trabalho foi intensificada pelo toyotismo, sistema que introduziu a linha de montagem na
indústria automobilística. Esse sistema foi implantado com sucesso no início do século XX nos EUA e logo
extrapolou os domínios da fábrica, alcançando as empresas, os esportes, a medicina, a escola e até a
atividade da dona-de-casa.

b) Uma das formas pelas quais o capitalismo por meio da produção flexível (toyotismo) busca maximizar
seus lucros é a terceirização. A terceirização atomiza os trabalhadores, antes unidos nos sindicatos, o
que provocou seu enfraquecimento no final da década de 1980, repercutindo negativamente na
capacidade de reivindicação de novos direitos e manutenção das conquistas realizadas. Os temores mais
frequentes dessa nova geração de trabalhadores da era da automação são o desemprego e o excesso de
trabalho decorrentes do “enxugamento” realizado pelas empresas em processo de “racionalização” de
atribuição de tarefas.

8 – “No século XIX, a Alemanha ainda se encontra dividida em diversos Estados. A unificação dar-se-á
apenas em 1871, sob o comando de Bismarck, primeiro-ministro da Prússia, após três guerras e muitas
táticas de unificação econômica. Foi, então, numa Alemanha agitada e cheia de problemas que surgiu o
marxismo. A teoria marxista é fruto não só de Karl Marx (1818-1883) mas também de seu amigo
Friedrich Engels (1820-1895), que, além da colaboração ideológica, era industrial e pôde, por diversas
vezes, ajudar Marx financeiramente nos momentos mais críticos de sua vida pessoal. Marx e Engels
formularam suas ideias a partir da realidade social por eles observada: de um lado, o avanço técnico, o
aumento do poder humano sobre a natureza, o enriquecimento e o progresso; de outro, e
contraditoriamente, a escravização crescente da classe operária, cada vez mais empobrecida. Para a
elaboração de sua teoria, partem da leitura dos economistas ingleses Adam Smith e David Ricardo, da
filosofia de Hegel (o conceito de dialética e uma nova concepção da história), dos filósofos do socialismo
utópico e de Feuerbach. A teoria marxista compõe-se de uma filosofia, o materialismo dialético, e de
uma teoria científica, o materialismo histórico”. (ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria
Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 3 ed. revista. São Paulo: Moderna, 2003. p.263-264).
Em relação à teoria marxista, é correto afirmar, EXCETO:

a) Ao analisar o ser social, Marx desenvolve uma nova antropologia, segundo a qual não existe “natureza
humana” idêntica em todo tempo e lugar. Como o existir decorre do agir, o indivíduo se autoproduz à
medida que transforma a natureza pelo trabalho. Por ser o trabalho uma ação coletiva, a condição
humana depende da sua existência social. Por outro lado, o trabalho é um projeto e como tal depende
da consciência que antecipa a ação pelo pensamento. Com isso se estabelece a dialética pensar-agir.
Marx denomina de práxis à ação humana transformadora da realidade. Nesse sentido, o conceito de
práxis não se identifica propriamente com a prática, mas significa a união dialética da teoria e da prática.

b) As relações fundamentais de toda sociedade humana são as relações de produção, que revelam a
maneira pela qual, a partir das condições naturais, os seres humanos usam as técnicas e se organizam
por meio da divisão do trabalho social. O modo de produção capitalista é a nova síntese que surge das
ruínas do sistema feudal. Nesse sentido, estudar o nascimento, a consolidação e o desenvolvimento da
ordem burguesa buscando compreender e explicitar como se dá o processo de exploração da burguesia
sobre o proletariado constitui o objetivo supremo da filosofia de Marx e dos economistas clássicos.

9 – “Antônio Gramsci (1891-1937), um dos mais importantes teóricos italianos, esteve preso durante
onze anos pela ditadura fascista. Mesmo no cárcere, onde permanece até a morte, escreve muito,
enfatizando a crítica ao dogmatismo do marxismo oficial, que, ao petrificar a teoria, impede a prática
revolucionária. A temática pedagógica ocupa uma posição central na experiência e no pensamento de
Gramsci, seja como interesse educativo, seja como luta política pela organização da cultura de massa”.
(ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia 3.ed.
revista. São Paulo: Moderna, 2003. p.278). Em relação ao pensamento de Gramsci, pode-se afirmar
como correto, EXCETO:

a) Para Gramsci, a escola unitária é escola de trabalho intelectual e manual(técnico, industrial) e seu
objetivo é a formação dos valores fundamentais do humanismo, isto é, a autodisciplina intelectual e a
autonomia moral necessárias tanto para os estudos posteriores como para a profissão. Nesse sentido,
toda profissão está privada de conteúdos e exigências intelectuais e culturais, e ainda, que a vida
moderna implica num novo entrelaçamento entre ciência e trabalho, formação profissional e cultura
geral.

b) A concepção de educação de Gramsci não pode ser pensada dissociada de sua concepção de homem
e de sociedade. A concepção antropológica de Gramsci deve ser pensada a partir daquilo que ele
denomina de bloco histórico. O bloco histórico é o conjunto de estrutura e da superestrutura naquilo
que estas se mostram como um conjunto complexo, contraditório e que se reflete no conjunto das
relações sociais de produção.

10 – Segundo Chauí, o que chamamos de neoliberalismo “é uma teoria econômicopolítica formulada por
um grupo de economistas, cientistas políticos e filósofos que, em 1947, reuniu-se em Mont Saint
Pélerin, na Suíça, à volta do economista austríaco Hayek e do norte-americano Milton Friedman. Esse
grupo opunha-se ao surgimento do Estado de Bem-Estar Social de estilo keynesiano e socialdemocrata.
Navegando contra a corrente das décadas de 1950 e 1960, esse grupo elaborou um detalhado projeto
econômico e político no qual atacava o Estado de Bem-Estar Social com seus encargos sociais e com a
função de regulador das atividades do mercado. Afirmava que esse tipo de experiência destruía a
liberdade dos cidadãos e a competição, sem as quais não há prosperidade”. (CHAUÍ, Marilena. Convite à
filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2005. p.401). Dentre as opções abaixo, assinale a que NÃO
corresponde ao ideário neoliberal:

a) Um Estado forte capaz de garantir na prática os direitos sociais da classe trabalhadora, assumindo a
responsabilidade de gerir a coisa pública, controlando a economia e colocando-a serviço da melhoria da
vida do povo brasileiro.

b) Defesa de um Estado cuja meta principal deve ser a estabilidade monetária, que contém os gastos
sociais e restaura a taxa de desemprego necessária para formar um exército industrial de reserva,
quebrando o poderio dos sindicatos.

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