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Direito Tributário

BLOCO 01 – TEORIA GERAL DO DIREITO TRIBUTÁRIO


TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
1 – CONCEITO
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
1 – CONCEITO
2 – OBJETO
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
1 – CONCEITO
2 – OBJETO
3 – FONTES DO DIREITO TRIBUTÁRIO
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
1 – CONCEITO
2 – OBJETO
3 – FONTES DO DIREITO TRIBUTÁRIO
3.1 – Fontes Materiais
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
1 – CONCEITO
2 – OBJETO
3 – FONTES DO DIREITO TRIBUTÁRIO
3.1 – Fontes Materiais
3.2 – Fontes Formais
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
1 – CONCEITO
2 – OBJETO
3 – FONTES DO DIREITO TRIBUTÁRIO
3.1 – Fontes Materiais
3.2 – Fontes Formais
3.2.1 – Fontes Formais Primárias
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
1 – CONCEITO
2 – OBJETO
3 – FONTES DO DIREITO TRIBUTÁRIO
3.1 – Fontes Materiais
3.2 – Fontes Formais
3.2.1 – Fontes Formais Primárias
3.2.2 – Fontes Formais Secundárias
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4 – TRIBUTO
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4 – TRIBUTO
4.1 – Conceito de Tributo
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4 – TRIBUTO
4.1 – Conceito de Tributo
 CTN, art. 3º Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda
ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato
ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa
plenamente vinculada.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4 – TRIBUTO
4.1 – Conceito de Tributo
 CTN, art. 3º Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda
ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato
ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa
plenamente vinculada.

4.1.1 – A prestação pecuniária


TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4 – TRIBUTO
4.1 – Conceito de Tributo
 CTN, art. 3º Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda
ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato
ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa
plenamente vinculada.

4.1.1 – A prestação pecuniária


4.1.2 – A prestação compulsória
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4 – TRIBUTO
4.1 – Conceito de Tributo
 CTN, art. 3º Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda
ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato
ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa
plenamente vinculada.

4.1.1 – A prestação pecuniária


4.1.2 – A prestação compulsória
4.1.3 – É instituído por meio de lei
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.1.4 – A prestação diversa de sanção
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.1.4 – A prestação diversa de sanção
4.1.5 – A prestação cobrada por lançamento
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.1.4 – A prestação diversa de sanção
4.1.5 – A prestação cobrada por lançamento

4.2 – Funções do Tributo


TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.1.4 – A prestação diversa de sanção
4.1.5 – A prestação cobrada por lançamento

4.2 – Funções do Tributo


4.2.1 – Função fiscal
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.1.4 – A prestação diversa de sanção
4.1.5 – A prestação cobrada por lançamento

4.2 – Funções do Tributo


4.2.1 – Função fiscal
4.2.2 – Função extrafiscal
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.1.4 – A prestação diversa de sanção
4.1.5 – A prestação cobrada por lançamento

4.2 – Funções do Tributo


4.2.1 – Função fiscal
4.2.2 – Função extrafiscal
4.2.3 – Função parafiscal
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.3 – Regra Matriz de Incidência Tributária
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.3 – Regra Matriz de Incidência Tributária
4.3.1 – Critérios Antecedentes
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.3 – Regra Matriz de Incidência Tributária
4.3.1 – Critérios Antecedentes
4.3.1.1 – aspecto material
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.3 – Regra Matriz de Incidência Tributária
4.3.1 – Critérios Antecedentes
4.3.1.1 – aspecto material
4.3.1.2 – aspecto espacial
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.3 – Regra Matriz de Incidência Tributária
4.3.1 – Critérios Antecedentes
4.3.1.1 – aspecto material
4.3.1.2 – aspecto espacial
4.3.1.3 – aspecto temporal
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.3 – Regra Matriz de Incidência Tributária
4.3.1 – Critérios Antecedentes
4.3.1.1 – aspecto material
4.3.1.2 – aspecto espacial
4.3.1.3 – aspecto temporal
4.3.2 – Critérios Consequentes
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.3 – Regra Matriz de Incidência Tributária
4.3.1 – Critérios Antecedentes
4.3.1.1 – aspecto material
4.3.1.2 – aspecto espacial
4.3.1.3 – aspecto temporal
4.3.2 – Critérios Consequentes
4.3.2.1 – aspecto pessoal
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.3 – Regra Matriz de Incidência Tributária
4.3.1 – Critérios Antecedentes
4.3.1.1 – aspecto material
4.3.1.2 – aspecto espacial
4.3.1.3 – aspecto temporal
4.3.2 – Critérios Consequentes
4.3.2.1 – aspecto pessoal
4.3.2.2 – aspecto quantitativo
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4 – Espécies Tributárias
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4 – Espécies Tributárias
 CF, Art. 145. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão
instituir os seguintes tributos:
I - impostos;
II - taxas, em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização,
efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados
ao contribuinte ou postos a sua disposição;
III - contribuição de melhoria, decorrente de obras públicas.

 CTN, Art. 5º. Os tributos são impostos, taxas e contribuições de melhoria.


TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4 – Espécies Tributárias
 CTN, Art. 4º. A natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo
fato gerador da respectiva obrigação, sendo irrelevantes para qualificá-la:
I - a denominação e demais características formais adotadas pela lei;
II - a destinação legal do produto da sua arrecadação.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4 – Espécies Tributárias
 CTN, Art. 4º. A natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo
fato gerador da respectiva obrigação, sendo irrelevantes para qualificá-la:
I - a denominação e demais características formais adotadas pela lei;
II - a destinação legal do produto da sua arrecadação.
 EMENTA: (...) De fato, a par das três modalidades de tributos (os impostos,
as taxas e as contribuições de melhoria), a que se refere o art. 145, para
declarar que são competentes para instituí-los a União, os Estados, o Distrito
Federal e os Municípios, os arts. 148 e 149 aludem a duas outras
modalidades tributárias, para cuja instituição só a União é competente: o
empréstimo compulsório e as contribuições sociais, inclusive as de
intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias
profissionais ou econômicas (STF, RE 146.733-9/SP).
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4 – Espécies Tributárias
4.4.1 – Impostos
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4 – Espécies Tributárias
4.4.1 – Impostos
4.4.1.1 – conceito e características
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4 – Espécies Tributárias
4.4.1 – Impostos
4.4.1.1 – conceito e características
 CTN, Art. 16. Imposto é o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma
situação independente de qualquer atividade estatal específica, relativa
ao contribuinte.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4 – Espécies Tributárias
4.4.1 – Impostos
4.4.1.1 – conceito e características
 CTN, Art. 16. Imposto é o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma
situação independente de qualquer atividade estatal específica, relativa
ao contribuinte.
 CF, Art. 167. São vedados: (...) IV - a vinculação de receita de impostos a
órgão, fundo ou despesa, ressalvadas a repartição do produto da
arrecadação dos impostos a que se referem os arts. 158 e 159, a
destinação de recursos para as ações e serviços públicos de saúde, para
manutenção e desenvolvimento do ensino e para realização de
atividades da administração tributária, como determinado,
respectivamente, pelos arts. 198, § 2º, 212 e 37, XXII, e a prestação de
garantias às operações de crédito por antecipação de receita, previstas
no art. 165, § 8º, bem como o disposto no § 4º deste artigo
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 CTN, Art. 17. Os impostos componentes do sistema tributário nacional são
exclusivamente os que constam deste Título, com as competências e
limitações nele previstas.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 CTN, Art. 17. Os impostos componentes do sistema tributário nacional são
exclusivamente os que constam deste Título, com as competências e
limitações nele previstas.

4.4.1.2 – classificações
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 CTN, Art. 17. Os impostos componentes do sistema tributário nacional são
exclusivamente os que constam deste Título, com as competências e
limitações nele previstas.

4.4.1.2 – classificações
4.4.1.2.1 – quanto à ordinariedade
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 CTN, Art. 17. Os impostos componentes do sistema tributário nacional são
exclusivamente os que constam deste Título, com as competências e
limitações nele previstas.

4.4.1.2 – classificações
4.4.1.2.1 – quanto à ordinariedade
4.4.1.2.1.1 – impostos ordinários
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 CTN, Art. 17. Os impostos componentes do sistema tributário nacional são
exclusivamente os que constam deste Título, com as competências e
limitações nele previstas.

4.4.1.2 – classificações
4.4.1.2.1 – quanto à ordinariedade
4.4.1.2.1.1 – impostos ordinários
4.4.1.2.1.2 – impostos extraordinários
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.1.2.1.2 – impostos extraordinários
 CF, Art. 154. A União poderá instituir: (...) II - na iminência ou no caso de
guerra externa, impostos extraordinários, compreendidos ou não em sua
competência tributária, os quais serão suprimidos, gradativamente,
cessadas as causas de sua criação.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.1.2.1.2 – impostos extraordinários
 CF, Art. 154. A União poderá instituir: (...) II - na iminência ou no caso de
guerra externa, impostos extraordinários, compreendidos ou não em sua
competência tributária, os quais serão suprimidos, gradativamente,
cessadas as causas de sua criação.

 CTN, Art. 76. Na iminência ou no caso de guerra externa, a União pode


instituir, temporariamente, impostos extraordinários compreendidos ou não
entre os referidos nesta Lei, suprimidos, gradativamente, no prazo máximo
de cinco anos, contados da celebração da paz.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.1.2.1.3 – impostos residuais
 CF, Art. 154. A União poderá instituir: I - mediante lei complementar,
impostos não previstos no artigo anterior, desde que sejam não-
cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos
discriminados nesta Constituição; (...).
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.1.2.1.3 – impostos residuais
 CF, Art. 154. A União poderá instituir: I - mediante lei complementar,
impostos não previstos no artigo anterior, desde que sejam não-
cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos
discriminados nesta Constituição; (...).

4.4.1.2.2 – quanto à pessoalidade


TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.1.2.1.3 – impostos residuais
 CF, Art. 154. A União poderá instituir: I - mediante lei complementar,
impostos não previstos no artigo anterior, desde que sejam não-
cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos
discriminados nesta Constituição; (...).

4.4.1.2.2 – quanto à pessoalidade


4.4.1.2.2.1 – impostos reais
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.1.2.1.3 – impostos residuais
 CF, Art. 154. A União poderá instituir: I - mediante lei complementar,
impostos não previstos no artigo anterior, desde que sejam não-
cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos
discriminados nesta Constituição; (...).

4.4.1.2.2 – quanto à pessoalidade


4.4.1.2.2.1 – impostos reais
4.4.1.2.2.2 – impostos pessoais
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.1.2.3 – quanto ao objeto
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.1.2.3 – quanto ao objeto
4.4.1.2.3.1 – impostos diretos
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.1.2.3 – quanto ao objeto
4.4.1.2.3.1 – impostos diretos
4.4.1.2.3.2 – impostos indiretos
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.1.2.3 – quanto ao objeto
4.4.1.2.3.1 – impostos diretos
4.4.1.2.3.2 – impostos indiretos

4.4.2 – Taxas
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.1.2.3 – quanto ao objeto
4.4.1.2.3.1 – impostos diretos
4.4.1.2.3.2 – impostos indiretos

4.4.2 – Taxas
4.4.2.1 – conceitos e características
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 CF, Art. 145. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão
instituir os seguintes tributos: (...) II - taxas, em razão do exercício do poder
de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos
específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua
disposição; (...).
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 CF, Art. 145. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão
instituir os seguintes tributos: (...) II - taxas, em razão do exercício do poder
de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos
específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua
disposição; (...).

 CTN, Art. 77. As taxas cobradas pela União, pelos Estados, pelo Distrito
Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições,
têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia, ou a
utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível,
prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.2.2 – competência
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.2.2 – competência
4.4.2.3 – taxa de polícia
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.2.2 – competência
4.4.2.3 – taxa de polícia
 CTN, Art. 78. Considera-se poder de polícia atividade da administração
pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade,
regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse
público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à
disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades
econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público,
à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos
individuais ou coletivos.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 CTN, Art. 78, parágrafo único. Considera-se regular o exercício do poder de
polícia quando desempenhado pelo órgão competente nos limites da lei
aplicável, com observância do processo legal e, tratando-se de atividade
que a lei tenha como discricionária, sem abuso ou desvio de poder.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 CTN, Art. 78, parágrafo único. Considera-se regular o exercício do poder de
polícia quando desempenhado pelo órgão competente nos limites da lei
aplicável, com observância do processo legal e, tratando-se de atividade
que a lei tenha como discricionária, sem abuso ou desvio de poder.

4.4.2.4 – taxa de serviço


TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 CTN, Art. 78, parágrafo único. Considera-se regular o exercício do poder de
polícia quando desempenhado pelo órgão competente nos limites da lei
aplicável, com observância do processo legal e, tratando-se de atividade
que a lei tenha como discricionária, sem abuso ou desvio de poder.

4.4.2.4 – taxa de serviço


 CF, Art. 77. As taxas cobradas pela União, pelos Estados, pelo Distrito
Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições,
têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia, ou a
utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível,
prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 CF, Art. 145. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão
instituir os seguintes tributos: (...) II - taxas, em razão do exercício do poder
de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos
específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua
disposição;
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 CF, Art. 145. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão
instituir os seguintes tributos: (...) II - taxas, em razão do exercício do poder de
polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos
e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição;
 CTN, Art. 79. Os serviços públicos a que se refere o artigo 77 consideram-se:
I - utilizados pelo contribuinte:
a) efetivamente, quando por ele usufruídos a qualquer título;
b) potencialmente, quando, sendo de utilização compulsória, sejam postos à
sua disposição mediante atividade administrativa em efetivo funcionamento;
II - específicos, quando possam ser destacados em unidades autônomas de
intervenção, de utilidade, ou de necessidades públicas;
III - divisíveis, quando suscetíveis de utilização, separadamente, por parte de
cada um dos seus usuários.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 Súmula Vinculante nº 19: A taxa cobrada exclusivamente em razão dos
serviços públicos de coleta, remoção e tratamento ou destinação de lixo
ou resíduos provenientes de imóveis, não viola o artigo 145, II, da
Constituição Federal.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 Súmula Vinculante nº 19: A taxa cobrada exclusivamente em razão dos
serviços públicos de coleta, remoção e tratamento ou destinação de lixo
ou resíduos provenientes de imóveis, não viola o artigo 145, II, da
Constituição Federal.

4.4.2.5 – aspectos importantes


TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 Súmula Vinculante nº 19: A taxa cobrada exclusivamente em razão dos
serviços públicos de coleta, remoção e tratamento ou destinação de lixo
ou resíduos provenientes de imóveis, não viola o artigo 145, II, da
Constituição Federal.

4.4.2.5 – aspectos importantes


4.4.2.5.1 – base de cálculo das taxas
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 Súmula Vinculante nº 19: A taxa cobrada exclusivamente em razão dos
serviços públicos de coleta, remoção e tratamento ou destinação de lixo
ou resíduos provenientes de imóveis, não viola o artigo 145, II, da
Constituição Federal.

4.4.2.5 – aspectos importantes


4.4.2.5.1 – base de cálculo das taxas
 CF, art. 145, §2º. As taxas não poderão ter base de cálculo própria de
impostos.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 Súmula Vinculante nº 19: A taxa cobrada exclusivamente em razão dos
serviços públicos de coleta, remoção e tratamento ou destinação de lixo
ou resíduos provenientes de imóveis, não viola o artigo 145, II, da
Constituição Federal.

4.4.2.5 – aspectos importantes


4.4.2.5.1 – base de cálculo das taxas
 CF, art. 145, §2º. As taxas não poderão ter base de cálculo própria de
impostos.
 CTN, art. 77. A taxa não pode ter base de cálculo ou fato gerador
idênticos aos que correspondam a imposto nem ser calculada em função
do capital das empresas.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 Súmula 595, STF: É inconstitucional a taxa municipal de conservação de
estradas de rodagem cuja base de cálculo seja idêntica à do imposto
territorial rural.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 Súmula 595, STF: É inconstitucional a taxa municipal de conservação de
estradas de rodagem cuja base de cálculo seja idêntica à do imposto
territorial rural.
 Súmula Vinculante nº 29: É constitucional a adoção, no cálculo do valor de
taxa, de um ou mais elementos da base de cálculo própria de
determinado imposto, desde que não haja integral identidade entre uma
base e outra.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 Súmula 595, STF: É inconstitucional a taxa municipal de conservação de
estradas de rodagem cuja base de cálculo seja idêntica à do imposto
territorial rural.
 Súmula Vinculante nº 29: É constitucional a adoção, no cálculo do valor de
taxa, de um ou mais elementos da base de cálculo própria de
determinado imposto, desde que não haja integral identidade entre uma
base e outra.

4.4.2.5.2 – preços públicos ou tarifas


TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
 Súmula 595, STF: É inconstitucional a taxa municipal de conservação de
estradas de rodagem cuja base de cálculo seja idêntica à do imposto
territorial rural.
 Súmula Vinculante nº 29: É constitucional a adoção, no cálculo do valor de
taxa, de um ou mais elementos da base de cálculo própria de
determinado imposto, desde que não haja integral identidade entre uma
base e outra.

4.4.2.5.2 – preços públicos ou tarifas


 Súmula 545, STF: Preços de serviços públicos e taxas não se confundem,
porque estas, diferentemente daqueles, são compulsórias e têm sua
cobrança condicionada à prévia autorização orçamentária, em relação à
lei que as instituiu.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.3 – Contribuições de Melhoria
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.3 – Contribuições de Melhoria
4.4.3.1 – hipótese de incidência
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.3 – Contribuições de Melhoria
4.4.3.1 – hipótese de incidência
4.4.3.2. – características
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.3 – Contribuições de Melhoria
4.4.3.1 – hipótese de incidência
4.4.3.2. – características
4.4.3.3 – limitações à instituição da contribuição
de melhoria
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.3 – Contribuições de Melhoria
4.4.3.1 – hipótese de incidência
4.4.3.2. – características
4.4.3.3 – limitações à instituição da contribuição
de melhoria
4.4.3.3.1 – limite geral
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.3.3.1 – limite geral
 Decreto-lei 195/67, Art. 4º. A cobrança da Contribuição de Melhoria terá
como limite o custo das obras, computadas as despesas de estudos,
projetos, fiscalização, desapropriações, administração, execução e
financiamento, inclusive prêmios de reembolso e outras de praxe em
financiamento ou empréstimos e terá a sua expressão monetária
atualizada na época do lançamento mediante aplicação de coeficientes
de correção monetária.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.3.3.1 – limite geral
 Decreto-lei 195/67, Art. 4º. A cobrança da Contribuição de Melhoria terá
como limite o custo das obras, computadas as despesas de estudos,
projetos, fiscalização, desapropriações, administração, execução e
financiamento, inclusive prêmios de reembolso e outras de praxe em
financiamento ou empréstimos e terá a sua expressão monetária
atualizada na época do lançamento mediante aplicação de coeficientes
de correção monetária.

4.4.3.3.2 – limite individual


TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.3.3.1 – limite geral
 Decreto-lei 195/67, Art. 4º. A cobrança da Contribuição de Melhoria terá
como limite o custo das obras, computadas as despesas de estudos,
projetos, fiscalização, desapropriações, administração, execução e
financiamento, inclusive prêmios de reembolso e outras de praxe em
financiamento ou empréstimos e terá a sua expressão monetária
atualizada na época do lançamento mediante aplicação de coeficientes
de correção monetária.

4.4.3.3.2 – limite individual


 Decreto-lei 195/67, art. 3ª, §2º. A determinação da Contribuição de
Melhoria far-se-á rateando, proporcionalmente, o custo parcial ou total
das obras, entre todos os imóveis incluídos nas respectivas zonas de
influência.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.3.4 – competência
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.3.4 – competência

4.4.4 – Empréstimo Compulsório


TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.3.4 – competência

4.4.4 – Empréstimo Compulsório


4.4.4.1 – aspectos gerais
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.3.4 – competência

4.4.4 – Empréstimo Compulsório


4.4.4.1 – aspectos gerais
 Art. 148. A União, mediante lei complementar, poderá instituir empréstimos
compulsórios:
I - para atender a despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade
pública, de guerra externa ou sua iminência;
II - no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante
interesse nacional, observado o disposto no art. 150, III, "b".
Parágrafo único. A aplicação dos recursos provenientes de empréstimo
compulsório será vinculada à despesa que fundamentou sua instituição.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.4.2 – características
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.4.2 – características

4.4.5 – Contribuições Especiais


TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.4.2 – características

4.4.5 – Contribuições Especiais


 CF, Art. 149. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais,
de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias
profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas
respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem
prejuízo do previsto no art. 195, § 6º, relativamente às contribuições a que
alude o dispositivo.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.4.2 – características

4.4.5 – Contribuições Especiais


 CF, Art. 149. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais,
de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias
profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas
respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem
prejuízo do previsto no art. 195, § 6º, relativamente às contribuições a que
alude o dispositivo.

4.4.5.1 – contribuições sociais


TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.5.1 – contribuições sociais
 CF, art. 195, §4º. A lei poderá instituir outras fontes destinadas a garantir a
manutenção ou expansão da seguridade social, obedecido o disposto no
art. 154, I.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.5.1 – contribuições sociais
 CF, art. 195, §4º. A lei poderá instituir outras fontes destinadas a garantir a
manutenção ou expansão da seguridade social, obedecido o disposto no
art. 154, I.

4.4.5.2 – contribuições para a intervenção no


domínio econômico
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.5.1 – contribuições sociais
 CF, art. 195, §4º. A lei poderá instituir outras fontes destinadas a garantir a
manutenção ou expansão da seguridade social, obedecido o disposto no
art. 154, I.

4.4.5.2 – contribuições para a intervenção no


domínio econômico
4.4.5.3 – contribuições no interesse de categorias
profissionais ou econômicas
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.5.4 – contribuição para o custeio do serviço de
iluminação pública – COSIP
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.5.4 – contribuição para o custeio do serviço de
iluminação pública – COSIP
 CF, Art. 149-A. Os Municípios e o Distrito Federal poderão instituir
contribuição, na forma das respectivas leis, para o custeio do serviço de
iluminação pública, observado o disposto no art. 150, I e III.
TEORIA GERAL DO DIREITO
TRIBUTÁRIO
4.4.5.4 – contribuição para o custeio do serviço de
iluminação pública – COSIP
 CF, Art. 149-A. Os Municípios e o Distrito Federal poderão instituir
contribuição, na forma das respectivas leis, para o custeio do serviço de
iluminação pública, observado o disposto no art. 150, I e III.
 Súmula Vinculante nº 41. O serviço de iluminação pública não pode ser
remunerado mediante taxa.
Direito Tributário
BLOCO 01 – TEORIA GERAL DO DIREITO TRIBUTÁRIO

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