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UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E CULTURA

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA


PIBEX

ANEXO I

Título:

Projeto de Gente – A Importância da Percepção

Justificativa do nome:
-Trata-se de um trocadilho com a expressão popular preconceituosa “projeto de
gente”, referindo-se à criança como alguém que ainda vai ser gente;
-No título proposto, a palavra “projeto” se refere à ferramenta de trabalho
disponibilizada à criança nessa proposta;
- O projeto está sendo feito por gente (no sentido de “ser humano”, “humanidade”).

Número de Registro no RAEX/SIEX (se houver):

Área Temática da Extensão (Principal):

( ) Comunicação ( ) Cultura ( ) Direitos Humanos ( ) Educação ( X ) Meio Ambiente ( ) Saúde


( ) Tecnologia e Produção ( ) Trabalho

Área Temática da Extensão (Secundária):


( ) Comunicação ( ) Cultura ( ) Direitos Humanos ( x ) Educação ( ) Meio Ambiente ( x ) Saúde
( ) Tecnologia e Produção ( ) Trabalho

Departamento/Setor a que o projeto está vinculado:


Universidade Federal de Viçosa – Campus de Florestal

Coordenador(a):

Prof. Hygor Aristides Victor Rossoni


E-mail: rossoni@ufv.br
Endereço:
UFV - Campus de Florestal
Central de Ensino e Desenvolvimento Agrário de Florestal - CEDAF
Rodovia LMG, 818 – km 6
35690-000 - FLORESTAL - MG
Tel: (31) 3536 – 3361

Equipe de Trabalho
Docente/Estudante Carga
Departamento/ Função no
Nome / Horária no
Setor Projeto
Técnico/Outros Projeto
A.Victor Rossoni Diretoria de Docente Coordenado 160
Ensino r
Sônia Regina Antunes de Curso Discente Bolsista 800
Souza Pimentel Superior de
Tecnologia
em Gestão
Ambiental
Altamiro Oliveira Santos Junior Curso Discente Colaborador 160
Superior de
Tecnologia
em Gestão
Ambiental
Ítalo de Barros Naddêo Comunidad Técnico Consultoria 40
e
Paulo Roberto Martins Passos Prefeitura Psicólogo Consultoria 40
Municipal de
Florestal –
CRAS
Lili Souza Pimenta Silva Escola Diretora Parceira 40
Municipal
Dercy Alves
Ribeiro
Maria da Conceição Santos Escola Supervisora Parceira 40
Nascimento Municipal pedagógica
Dercy Alves
Ribeiro
Herbert Fernando Martins de Prefeitura Vice-prefeito Parceria 10
Oliveira Municipal de
Florestal
Wellington Carlos Diniz Prefeitura Colaborador Parceria 40
Municipal de
Florestal
CRAS
Apresentação:

¨As crianças, inconscientemente, sabem que a vida é coisa muito frágil, feito uma
bolha de sabão¨ (Rubem Alves). Atualmente, as crianças estão rodeadas de
informações de que o planeta está correndo sérios riscos e as questões ecológicas
lhes são familiares, porém, os modelos de percepção (sensibilidade) que lhes são
apresentadas social e familiarmente não lhes permite criar um modelo
intelectual/noção imprescindível no confronto com o real jogo mental que produza a
cognição.

Nestas condições aqui apresentada defende que a criança pode planejar, projetar,
expor suas idéias com clareza, produzir a sua própria inserção, avaliar, fazer cálculo
de consequência, reflexão. Traz, portanto, um enfoque na formação humana
utilizando a educação ambiental como suporte.

Acredita-se que abordar junto às crianças algumas disciplinas como: “Sistemas


Agroflorestais” que trata o manejo racional do solo e as diversas possibilidades de
consórcios entre espécies da flora e da fauna, possibilitaria a estas crianças
entender o que é “Sustentabilidade”. Assim como uma visita ao lixão da cidade de
Florestal, lhes proporcionaria constatar a quantidade de “Resíduo Sólidos”
produzidos numa cidade de 7.000 habitantes, além do impacto ambiental que
proporcionará no futuro. Esta sensibilização feita com o contato da criança com o
mundo real, busca inverter o processo em que: informação gera percepção para
percepção gera informação.

O Campus Florestal será ao mesmo tempo, um local de aprendizagem, como


também de lazer, visando que estas crianças através de um contato mais íntimo com
esta escola, desenvolvam a noção de importância da mesma relacionando-a ao seu
futuro.

Brincar, estar no mundo do faz de conta sem esquecer do mundo real é uma
caracteristica nata da criança.

Segundo Huizinga, “As grandes atividades arquetípicas da sociedade humana são,


desde início, inteiramente marcadas pelo jogo. Como por exemplo, no caso da
linguagem, esse primeiro e supremo instrumento que o homem forjou a fim de poder
comunicar, ensinar e comandar”( HUIZINGA, J. Homo Ludens, Natureza e
Significado do Jogo, Ed.Perspectiva, 1992, p.7).

A importância dos jogos, brinquedos e brincadeiras na formação lúdica dos grupos


sociais é que, através destas atividades, o indivíduo se constrói, socializa, humaniza
e se identifica como ser, na proporção em que os jogos, os brinquedos e
brincadeiras atendem às suas necessidades cognitivas, afetivas e relacionais.

Segundo Carlo Matus, “Cualquier ciudadano de un país puede perguntarse con


razón, qué papel juega en la conformación del futuro. Estamos caminando hacia
dónde queremos? Sabemos lo que queremos? Hacemos lo suficiente para
alcanzarlo? El problema reside en si somos arrastrados por la fuerza de la corriente
del río de los acontecimentos hacia um terminal desconocido o sabemos dónde
llegar y estamos conduciendo o contribuyendo a conduzir el movimento de las cosas
em esa dirección” (MATUS,C. Politica Planificion e Gobierno, Washington DC. Sn,
1987, p.15).

O exercício da elaboração de projetos visa incentivar crianças a planejarem suas


ações e inserí-las na construção de sua própria história, capacitando-as, portanto,
como sujeito, e não como objeto.

Justificativa:

“Cultura na perspectiva do ser implica o inconformismo, a permanente


disponibilidade de transformação, rejeitando toda e qualquer forma de atrelamento,
enquanto enquadramento, tutela. Através do discurso de vida sou sujeito, conduzo
minha ação, participo, me integro, comunico, provoco, significo, decido, afastando as
formas de sujeição que me anulam como indivíduo.” (Milanesi, Luis. A Casa da
Invenção. São Paulo: siciliano, 1991. P. 137.

“(...) A observação é uma ação estudiosa da realidade. Estudo quando tenho uma
pauta, quando eu direciono o meu olhar. Quando observo eu ordeno, seleciono,
diagnostico significados, classifico questões. É uma ação altamente reflexiva. E
diferente do que registrar mecanicamente tudo o que vê ou estar ali, olhando”
(FREIRE citado por HOFFMANN, 2003, p.66).

A maioria das pessoas possui dificuldade com planejamento (observação), seja de


qualquer natureza. Não lhes foi ensinado pensar metodicamente, foram ensinadas a
pensar emocionalmente.

Em face disso, a potencialidade que o ser humano tem para degradar a natureza
não é utilizada como “contra arma” na elaboração de princípios éticos em busca da
sustentabilidade, que se faz por meio de pensamento metódico, de capacidade, de
planejamento, de projeção da consequência dos atos.

Segundo Bortoni e Ricardo (2004), a escola é um espaço de convívio de pessoas


que são diferentes, que têm culturas e costumes distintos. Todos os indivíduos
fazem parte da sociedade, porém, é na escola que ele terá mais contato com
pessoas diferentes do seu núcleo familiar. É o local em que se aprende a se
relacionar com seu entorno, ou seja, relacionar com as pessoas, objetos, natureza...

O sistema atual de educação, juntamente com inúmeros elementos que influenciam


a formação do sujeito, como a internet, a religião e a mídia, mantém seu enfoque
teórico visando preparar a criança para o mercado acadêmico e de trabalho,
deixando a formação humana em segundo plano.

Assim, é necessário o cuidado de mostrar às crianças que elas estão entrando em


um campo muito mais vasto que o núcleo familiar. Que sua inserção, sua integração
neste novo campo dependerá de planejamento, que é fundamental para bons
relacionamentos, melhor aproveitamento dos conteúdos apresentados e melhor
utilização do tempo. Se na família não existe a prática do cálculo de consequência
(as diversas variáveis que uma ação ou não ação pode ter no futuro), a criança não
sente necessidade de fazer este cálculo em seu cotidiano fora de casa, gerando
conflitos na sociedade.

“Por meio das várias experiências, o homem vai se transformando em pessoa e


adquirindo estímulos. Por isso, a cognição não é entendida atomisticamente, mas
como um todo. Em outras palavras, o sujeito conhece a realidade por intermédio de
seu estímulo, da sua resposta, do seu sentimento diante da coisa. Em última análise,
o conhecimento em geral se articulará em torno do eu, que ganha esse caráter de
totalidade uma vez que visa a uma auto-realização (Rogers)”.

Por isso, Rogers afirma também que toda percepção é dotada de significado. Por
mais que seja uma percepção singular, ela se articula na percepção total do eu que
a pessoa tem de si mesma.

A base da ecologia pessoal é a percepção.

Ausência de percepção

As perguntas são:

Como diminuir a falta de percepção das crianças?

O que é que contribui, no núcleo familiar e na escola, para o entorpecimento dessas


crianças?

Como as crianças estão sendo ensinadas a diminuir sua percepção?

Essa falta de percepção serve a algum interesse?

Estudos psicológicos apontam: O que não podemos mudar, geralmente não vemos.
Se nos sentimos incapazes de proteger a natureza, não vemos a natureza. Se não
podemos estabelecer controle sobre nós mesmos, o que está fora de nós não existe.
E, por fim, aquilo que não existe, não tem valor, não tem importância.

Atualmente vivemos numa sociedade de consumo, onde tudo é substituível, tudo


deve ser usado e descartado rapidamente. Surge, a dinâmica onde a minoria ganha
e a maioria perde, que vai ser um dos fatores predominantes na degradação do meio
ambiente.

Autores apontam que pobreza e a degradação ambiental encontram-se intimamente


relacionadas.

Manifestacões por meio de fotos, música, intervenções ambientalistas e protestos


possibilitam perceber, em rápidos lampejos, a questão em debate. Porém, esta
percepção ocorre pontualmente. Assim que acabarem estas ações, elas serão
legadas ao esquecimento. A quantidade de informações que nos é oferecida faz com
que imediatamente a percepção se torne segmentada.
Objetivo Geral:

O principal objetivo do trabalho é de estimular, por meio da elaboração de projetos e


atividades lúdicas, o exercício da real capacidade intelectual e produtiva de crianças
de 6, 7 e 8 anos de idade.

Objetivos Específicos:

- Instrumentalizar o pensamento metódico por meio de elaboração de projetos;


- Utilizar conteúdos da educação ambiental para sensibilizar as crianças para
questões: ecologia pessoal, ecologia familiar, ecologia social;
- Ampliar a percepção ecológica e ambiental;
- Aplicar a prática de métodos através de seminários;
- Estimular a produção de idéias que levem a interferências válidas no meio
ambiente, no meio social e familiar.

Metas
- Integrar a comunidade a um sistema ambientalmente educativo e de consciência
crítica, buscando-se melhoria contínua de processos que minimizem a geração de
resíduos e a poluição, com vistas à proteção do meio ambiente;
- Aproximar os alunos e a comunidade florestalense do Campus Florestal da UFV;
- Promover visitas ecológicas, excursões didáticas e visitas técnicas;
- Documentar das atividades do projeto;
- Fomentar e estabelecer disciplina entre os grupos de alunos participantes do
projeto (demanda da escola);
- Produção de um referencial de mensuração (aplicação de questionários);
- Eleições para escolher os representantes para irem ao Seminário de Extensão
Universitaria da UFV (SEU/2010), com o objetivo de apresentar o projeto.

Indicadores:

A avaliação das etapas do projeto será executada preferencialmente numa


periodicidade bimestral pelo estudante bolsista, juntamente com apoio do
coordenador e demais pessoas envolvidas. Serão adotados as seguintes técnicas e
indicadores para este projeto:
– Revisão bibliográfica a respeito do tema, no sentido de encontrar experiências
significativas nos âmbitos nacional e municipal;
- Cinco (05) reuniões de avaliação e reflexão com professores, diretora, supervisora,
colaboradores e estudantes;
- Doze (12) excursões de campo para execução dos projetos de Meio Ambiente,
Sistemas Agroflorestais, Resíduos Sólidos e Sustentabilidade;
- Três (03) seminários: Um na Escola Municipal Dercy Alves Ribeiro, outro na Escola
Estadual Serafim Ribeiro de Rezende e, por fim, no Campus Florestal UFV;
- Uma (01) viagem com 04 alunos para apresentação do projeto na UFV – cidade de
Viçosa;
- editar um (01) DVD com documentação fílmica e fotográfica das etapas do projeto.
Metodologia:

O projeto inclui ação sobre seis grupos de alunos: (a ação direta será em três (03)
salas com alunos de 6, 7 e 8 anos, o grupo de controle será três (03) salas de igual
idade). No início, serão aplicados questionários nas seis (06) salas e após a
execução de cada etapa novos questionários, para composição de cinco (05)
avaliações.

O objetivo destes questionários é a mensuração do aproveitamento dos alunos que


participam do projeto em relação ao grupo de controle.

Sobre método:

Politica Planificacion y Gobierno – de Carlos Matus .1987.


A metodologia utilizada para que as crianças elaborem seus projetos é o
Planejamento Estratégico Situacional, utilizado nas cidades de Belo Horizonte e
Porto Alegre como Orçamento Participativo.

Consiste em sintetizar, por meio da escrita, um pensamento, uma idéia, um


raciocínio em tarjetas coloridas afixadas em um quadro negro ou parede, sendo que
estas não irão substituir a fala do participante, mas pontuar, registrar e documentar
sua intenção, estas tarjetas durante o processo, serão manuseadas pelo
coordenador e pelas crianças, de forma a concentrar em um mesmo espaço,
pensamentos semelhantes ou diferentes.

Este método segue uma ordem, que vai desde a percepção das características do
indivíduo no grupo, até as características do grupo e a atuação do mesmo grupo no
contexto social. Ela permite que os participantes interajam de forma democrática,
possibilitando que todos se manifestem, por meio da fala seus conceitos.

É uma metodologia:
Construtivista: Trabalha com a experiência de cada um;
Progressiva: Os conceitos vão progressivamente sendo construídos;
Comunicativa: Busca o entendimento. Ao contrário da ação instrumental, em
que um indivíduo busca ganhar o outro para os seus propósitos.

Sobre a forma da elaboração dos projetos:


Usam tarjetas coloridas. As tarjetas “precisam” o pensamento, mas não substituem a
argumentação verbal. Estas, durante todo o processo, servirão como fio condutor da
elaboração dos projetos. Em uma tarjeta principal será escrito os passos que os
estudantes terão que percorrer para alcançar o objetivo de cada processo. Elas
também serão utilizadas para registrar (documentar) a participação dos estudantes.

Divididas em 3 (três) etapas:


Conscientizando e sensibilizando;
Identificando os problemas;
Achando soluções.

Durante e após a execução do projeto, serão feitas avaliações pontuais e, se for


necessário, uma reunião in loco para solucionar algum problema não previsto.

A partir da primeira experiência em campo, já de posse dos conhecimentos por


acertos e erros, o grupo será convidado para elaborar novamente o mesmo projeto
com as correções necessárias e outras atividades não programadas no primeiro
planejamento. Após a excecucão do segundo projeto as crianças irão convidar seu
núcleo familiar para visitas ecológicas nos locais por elas já conhecido.

Público-Alvo: Público atingido:


Crianças de 6, 7 e 8 anos 100 crianças – atuação direta
300 familiares das crianças – atuação
indireta (visitas ecológicas)
03 professores – atuação direta
700 crianças – atuação indireta
(seminário)
60 professores – atuação indireta
(seminário)
Total 1.163

Resultados Esperados:

Promover a percepção ambiental das crianças de 6, 7 e 8 anos e, consolidar as


ações de proteção e conservação ambiental, visando os princípios de
sustentabilidade .

Diante disso, serão realizados seminários ecológicos: na Escola Municipal Dercy


Alves Ribeiro; na Escola Estadual Serafim Ribeiro de Resende e na UFV - Campus
Florestal, abordando os seguintes temas:
- Educação Ambiental;
- Sistemas Agrofloretais (SAF’s);
- Resíduos Sólidos e
- Sustentabilidade.

Acompanhamento e Avaliação:

Do projeto:
O Planejamento Estratégico Situacional será a metodologia predominante para
realização do projeto. A avaliação, por meio de tarjetas, será aplicada sempre em
três principais perguntas:
1 - O que conservar;
2 - O que melhorar;
3 – O que mudar.

Serão elaborados questionários qualitativos a serem aplicados para três turmas do


grupo de intervenção e também para as três turmas do grupo de controle. Estes
questionários têm como objetivo observar o crescimento pessoal, de grupo, famíliar,
social e ecológico dos alunos.

O processo de avaliação das etapas do projeto será executado preferencialmente


numa periodicidade bimestral pelo estudante bolsista, juntamente com apoio do
coordenador e demais pessoas envolvidas.

Cronograma de Execução*
Mês
Atividades 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12
Meses M A M J J A S O N D J F
Aplicação de questionário qualitativo
sobre os conhecimentos e percepção
dos alunos sobre o meio ambiente.
(grupo de intervenção e grupo de
controle)

Avaliação do projeto pela equipe de X X X X X


trabalho

Integração do grupo através de X X X X X X X X X


atividades lúdicas – reflexões sobre
percepção

Educação Ambiental X X
-Elaboração do 1º projeto de visita
ecológica
- Execução do 1º projeto visita
ecológica
- Avaliação do 1º projeto visita
ecológica
- Elaboração do 2º projeto de visita
ecológica
- Execução do 2º projeto de visita
ecológica
- Avaliação do 2º projeto de visita
ecológica
- Elaboração do 1º projeto de visita
ecológica com a família

Aplicação de questionário qualitativo X X


sobre os conhecimentos e a
percepção dos alunos sobre o meio
ambiente. (grupo de intervenção e
grupo de controle)

Sistemas agroflorestais – SAF’s X X


-Elaboração do 1º projeto de
Excursão Didática
- Execução do 1º projeto de Excursão
Didática
- Avaliação do 1º projeto de Excursão
Didática
-Elaboração do 2º projeto de
Excursão Didática
- Execução do 2º projeto de Excursão
Didática
Avaliação do 2º projeto de Excursão
Didática - Elaboração do 2º projeto
de Excursão Didática com o núcleo
familiar

Aplicação de questionário qualitativo X X


sobre os conhecimentos e a
percepção dos alunos sobre o meio
ambiente. (grupo de intervenção e
grupo de controle)

Resíduos Sólidos X X
-Elaboração do 1º projeto de visita
técnica ao lixão da cidade
- Execução do 1º projeto visita
técnica ao lixão da cidade
- Avaliação do 1º projeto visita
técnica ao lixão da cidade
- -Elaboração do 2º projeto de visita
técnica ao lixão da cidade
- Execução do 2º projeto de visita
técnica ao lixão da cidade
- Avaliação do 2º projeto de visita
técnica ao lixão da cidade
- Elaboração do 1º projeto de visita
técnica ao lixão da cidade com a
família
Aplicação de questionário qualitativo X X
sobre os conhecimentos e a
percepção dos alunos sobre o meio
ambiente. (grupo de intervenção e
grupo de controle)

Sustentabilidade X X
-Elaboração do 1º projeto de visita de
campo ao “bosque da amizade” do
campus Florestal
- Execução do 1º projeto de visita de
campo ao “bosque da amizade” do
campus Florestal
- Avaliação do 1º projeto de visita de
campo ao “bosque da amizade” do
campus Florestal
- -Elaboração do 2º projeto de visita
de campo ao “bosque da amizade”
do campus Florestal
- Execução do 2º projeto de visita de
campo ao “bosque da amizade” do
campus Florestal - Avaliação do 2º
projeto de visita de campo ao
bosquinho do campus Florestal -
Elaboração do 1º projeto de visita de
campo ao “bosque da amizade” do
campus Florestal com o núcleo
familiar
Aplicação de questionário qualitativo X X
sobre os conhecimentos e a
percepção dos alunos sobre o meio
ambiente. (grupo de intervenção e
grupo de controle)

Planejamento de seminário X
Apresentação do seminário, Escola X
Municipal Dercy Alves Ribeiro, na
Escola Estadual Serafim Ribeiro de
Resende e na UFV - Campus
Florestal
Eleição dos alunos a irem à X
apresentação do Projeto de Gente
em Viçosa
Tabulação de questionários X X X
Relatórios bimestrais X X X X X X
Relatório final X
Encerramento das atividades e X
repasse do processo a outro aluno do
Curso Superior de Tecnologia em
Gestão Ambiental que irá trabalhar
Meio Ambiente, Recursos Hídricos,
Climatologia e Recuperação de
Áreas Degradadas.
* Adequar caso o projeto dure mais tempo.

Financiamento/Infra-estrutura:

Além dos vários ganhos ambientais e sociais, existe uma grande relação
custo/benefício para a implantação deste projeto, a qual principalmente contará com
recursos da bolsa de extensão.

Durante o processo de execução do projeto, as demandas que necessitarem de


recursos financeiros, materiais e humanos serão negociados junto a Prefeitura de
Florestal e comércio local.

Referências Bibliográficas:
MATUS, Carlo. 1987. Politica Planificacion y Gobierno, Segundo Borrador, Washington
D.C.
HUIZINGA, Johan. 1990. Homo Ludens ¨O Jogo Como Elemento da Cultura¨, 2ª
Edição, Editora Perspectiva S.A.
KANT, Immanuel.1803. Pedagogia, Escuela de Filosofia Universidad ARCIS, Fonte:
www.philosophia.cl – arquivo cedido por Ítalo de Barros Naddeo.
MENDOCA, Rita. O Educador Ambiental Ensina Por Suas Atitudes, Xerox, fonte:
ecoterrabrasil@grupos.com.br, Aula Professora Suzana.
GUIMARAES, Roberto P. O. 1995. O Desenvolvimento Sustentável: Proposta
Alternativa ou Retórica Neoliberal. Xerox da Conferência de Abertura do Simpósio
Internacional ¨O Desafio do Desenvolvimento Sustentável e a Geografia Política”, Rio
de Janeiro 22 a 25 de outubro de 1995. Fonte: Aula Professora Suzana.
PADUA, Suzana Machado. Planejamento, Processo Produto, IPE, Instituto de
Pesquisas Ecológicas, Fonte: Aula Professora Suzana.

______________________________________
Local e data

______________________________________
Assinatura do Coordenador

Estou ciente e de acordo com o desenvolvimento do presente projeto:

Assinatura e carimbo do Presidente da Comissão de Extensão (* ) Data: ______/_______/_______

Assinatura e carimbo da Chefia do Departamento/Setor (* ) Data: ______/_______/_______