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AULA 1

DIREITO CONSTITUCIONAL
TRIBUTÁRIO

Prof. Silvano Alves Alcantara


CONVERSA INICIAL

Iniciamos, com esta aula, os estudos da disciplina de Direito Constitucional


Tributário.
Especialmente neste primeiro encontro, estudaremos alguns conceitos
básicos do Direito. Abordaremos primeiramente o Direito Constitucional,
passando, em seguida, pelo conceito de Direito Tributário e, em sua seara, por
alguns institutos importantes, como o próprio tributo e suas finalidades, além do
lançamento tributário, entre outros.

CONTEXTUALIZANDO

É bem possível que você – como, aliás, boa parte da população brasileira
– já tenha dito que paga muito imposto. Certamente, quando assim fala, está
subentendido que se refere a todos os tributos, como, por exemplo, taxas,
contribuições sociais etc. É bem verdade que pagamos muita coisa ao poder
público, mas você já parou para pensar se tudo que pagamos para o Estado é
tributo?
Uma situação peculiar é aquela em que alguém recebe uma multa por ter
transgredido uma norma de trânsito. Será que esse valor que é cobrado se trata
de um tributo?
Reflita sobre essa questão.

TEMA 1 – DIREITO CONSTITUCIONAL

O emitente jurista José Afonso da Silva (2017, p. 37) nos ensina que o
Direito Constitucional “configura-se como direito público fundamental, por referir-
se diretamente à organização e funcionamento do Estado, à articulação dos
elementos primários do mesmo e ao estabelecimento das bases da estrutura
política”.
Sob a ótica de Alcantara e Veneral (2017, p.36):

As normas jurídicas são hierárquicas. Entre elas, as normas


constitucionais são consideradas magnas ou supremas, porque
exercem completa autoridade sobre as demais – afinal, todas devem
respeito à Constituição –, razão pela qual são as mais importantes dentro
do ordenamento jurídico de um Estado democrático de direito.

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Dentro da divisão constante no ordenamento jurídico brasileiro, o Direito
Constitucional está inserido como parte do direito público interno, sendo o
responsável por examinar, por meio de análises, as normas constitucionais.
Como dito anteriormente, as normas jurídicas são hierárquicas e fazem
parte de uma ordem em que existem normas com maior e menor hierarquia – e
em que estas devem obediência àquelas.
Essa escala hierárquica de ordenamento jurídico é chamada de pirâmide
de Kelsen ou pirâmide kelseniana, em cujo ápice encontramos as normas
constitucionais, e, abaixo delas, todas as demais normas que compõem a nossa
ordem jurídica.
E por que precisamos saber sobre Direito Constitucional?
Ora, muito simples. Nossa disciplina é Direito Constitucional Tributário, o
que nos obriga a analisar e compreender as normas constitucionais pertinentes à
esfera tributária. Na Carta Magna estão as normas básicas de todo o Direito –
inclusive do Direito Tributário, que é objeto de nosso estudo –, elencadas, mais
especificamente, nos artigos 145 a 162.

TEMA 2 – DIREITO TRIBUTÁRIO

O Direito é fragmentado em vários ramos, sendo que cada um deles rege


uma determinada relação jurídica.
O Direito Tributário, desde a Constituição Federal, de seus ditames
relativos à esfera tributária até as portarias, instruções normativas e demais
normas emanadas pelos agentes públicos, tem como objetivo determinar as
regras e os princípios balizadores das relações entre o Estado e os particulares.
Estes dois últimos são chamados, nessa relação jurídica tributária, de sujeito ativo
e sujeito passivo, respectivamente, e também de fisco de contribuinte,
estabelecendo direitos e obrigações de cada um.
Dentre os direitos do Estado dispostos pelo Direito Tributário está o poder
de tributar, poder este totalmente delimitado para que não aconteçam abusos em
seu exercício. Mas, se ainda assim existirem tais práticas abusivas, estará lá o
mesmo Direito Tributário – como está genericamente todo ordenamento jurídico
brasileiro –, de plantão para coibi-las e, se for o caso, aplicar as devidas sanções.
Não podemos nos olvidar de que, dentre as receitas públicas, a receita
tributária é a mais importante, sendo para o Estado a principal fonte de renda.
Somente a partir dessa arrecadação é que ele poderá cumprir com sua obrigação

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precípua, que é satisfazer as necessidades comuns da coletividade em geral,
como aquelas relacionadas a educação, transporte, saúde, segurança,
assistência social, entre tantas outras, aplicando o princípio maior da
administração pública, que é o da supremacia do interesse público.
Podemos encontrar esse princípio estampado no caput do art. 2º da Lei n.
9.784, de 29 de janeiro de 1999 (Brasil, 99), que regula o processo administrativo:
“A Administração Pública obedecerá, dentre outros, aos princípios da legalidade,
finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla
defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência” (grifo
nosso). O entendimento do princípio é reafirmado no parágrafo único: “Nos
processos administrativos serão observados, entre outros, os critérios de: [...]
atendimento a fins de interesse geral, vedada a renúncia total ou parcial de
poderes ou competências, salvo autorização em lei”.
Portanto, as pessoas, sendo elas físicas ou jurídicas, têm como maior
obrigação tributária o pagamento do tributo, contribuinte individualmente, para que
o Estado possa devolvê-lo à coletividade de que elas fazem parte na forma de
serviços e/ou obras públicas de interesse comum.

TEMA 3 – TRIBUTOS

É importante tratarmos de tributos, pois eles são o cerne do estudo do


Direito Tributário.
Mas... O que é tributo para você?
Já fizemos uma pergunta parecida com essa na seção Contextualizando
desta mesma aula (sobre se tudo aquilo que pagamos ao Estado é tributo).
Também já dissemos que nem toda receita pública é gênero, ou seja, é tudo aquilo
que o poder público arrecada, e que os valores provenientes do tributo são, sem
sombra de dúvidas, a principal receita do Estado.
Neste tema, para que possamos seguir adiante, é essencial que saibamos
o que é tributo.
O magistrado Leandro Paulsen (2015, p. 608) bem conceitua o tributo a
partir das disposições constituições encontradas no chamado sistema
constitucional tributário:

A Constituição Federal, ao estabelecer as competências tributárias, as


limitações ao poder de tributar e a repartição de receitas tributárias,
permite que se extraia do seu próprio texto qual o conceito de tributo por
ela considerado. Cuida-se de prestações em dinheiro exigidas

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compulsoriamente, pelos entes políticos, de quem revele capacidade
contributiva ou que se relacione direta ou indiretamente a atividade
estatal específica, com vista à obtenção de recursos para o
financiamento geral do Estado ou para o financiamento de atividades ou
fins realizados e promovidos pelo próprio Estado ou por terceiros no
interesse público, com ou sem promessa de devolução. Tais
características se evidenciam quando da leitura do Capítulo “Do Sistema
Tributário Nacional”. A outorga de competência se dá para que os entes
políticos obtenham receita através da instituição de impostos (arts. 145,
I, 153, 154, 155 e 156), taxas (arts. 145, II, e 150, V), contribuições de
melhoria (art. 145, III), empréstimos compulsórios (art. 148) e
contribuições especiais (arts. 149 e 195). Em todas as normas ali
existentes, verifica-se que estamos cuidando de obrigações em dinheiro,
tanto que há diversas referências à base de cálculo e à alíquota, bem
como à distribuição de receitas e reservas de percentuais do seu produto
para aplicação em tais ou quais áreas.

A Lei n. 5.172, de 25 de outubro de 1966 (Brasil, 1966), relativa ao código


tributário nacional (CTN), define em seu art. 3º o que é tributo: “Tributo é toda
prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir,
que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante
atividade administrativa plenamente vinculada”.
A partir dessa determinação legal, é possível entender melhor esse
conceito.
Alcantara e Veneral (2017, p. 161-162) afirmam que:

“Tributo é toda prestação” – A obrigação tributária principal é o


próprio ato de pagamento do tributo.
“Pecuniária” – O significado da palavra pecúnia é dinheiro; assim, pelo
menos em tese, o pagamento dos tributos deve ser realizado em
dinheiro.
“Compulsória” – Tudo o que é compulsório é obrigatório; assim,
também é obrigatório o pagamento do tributo, não fornecendo a lei
qualquer alternativa ao contribuinte após ter nascida a obrigação
tributária.
“Em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir” – Vimos que, em
regra, o tributo deve ser pago em dinheiro, ou seja, em moeda corrente
no país, mas o art. 162 do CTN contempla outras possibilidades, como
cheque ou outros casos previstos em lei.
“Que não constitua sanção de ato ilícito” – Entendemos que a
hipótese de incidência tributária é sempre uma descrição legal de uma
situação lícita, não sendo, portanto, sanção ou penalidade pelo
cometimento de algum ato ilícito, como é o caso, por exemplo, de uma
multa de trânsito, que não é considerada tributo.
“Instituída em lei” – O tributo somente poderá ser instituído mediante
autorização legal, ou seja, por meio de lei, respaldado no princípio
constitucional da estrita legalidade tributária (CF, art. 150, I), o qual
determina que nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei
o estabeleça.
“E cobrada mediante atividade administrativa plenamente
vinculada” – Para que o Estado possa exigir do particular o pagamento
do tributo, deverá antes constituir seu crédito tributário. Isso será feito
por meio da atividade administrativa vinculada e obrigatória, denominada
lançamento tributário, que submete quem não paga o tributo a ser
responsabilizado funcionalmente, conforme estabelece o parágrafo
único do art. 142 do CTN.

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Para corroborar o que afirmam os autores, oferecemos ainda a explicação
desse conceito segundo a ótica de Amaro (2017, p.48): “Tributo é a prestação
pecuniária não sancionatória de ato ilícito, instituída em lei e devida ao Estado ou
a entidades não estatais de fins de interesse público”.
Essas definições, cremos, facilitam o entendimento do conceito legal de
tributo.

TEMA 4 – LANÇAMENTO TRIBUTÁRIO

Ao analisar o conceito de tributo dado por Alcantara e Veneral (2017)


exposto anteriormente, encontramos: “[...] E cobrada mediante atividade
administrativa plenamente vinculada [...]”. Informamos também que tal atividade
administrativa é denominada de lançamento tributário, que é o momento pelo qual
o Estado constitui o crédito tributário, indispensável para que possa exigir do
contribuinte o pagamento do tributo.
Essa premissa é determinada pelo art. 142 e pelo parágrafo único da Lei n.
5.172 (Brasil, 1966):

Art. 142. Compete privativamente à autoridade administrativa constituir


o crédito tributário pelo lançamento, assim entendido o procedimento
administrativo tendente a verificar a ocorrência do fato gerador da
obrigação correspondente, determinar a matéria tributável, calcular o
montante do tributo devido, identificar o sujeito passivo e, sendo caso,
propor a aplicação da penalidade cabível.
Parágrafo único. A atividade administrativa de lançamento é vinculada e
obrigatória, sob pena de responsabilidade funcional.

Aproveitamos para esclarecer que a mesma lei determina três modalidades


de lançamento tributário em seus artigos 147 e seguintes.
Sabbag (2016, p. 785-788) assim entende essas modalidades:

a) Lançamento direto ou de ofício: é aquele em que o Fisco, por meio da


autoridade administrativa, dispondo de dados suficientes em seus
registros para efetuar a cobrança do tributo, realiza-o, dispensando o
auxílio do contribuinte.
[...]
b) Lançamento Misto ou Por Declaração: é aquele realizado com base
na declaração do sujeito passivo, que presta à autoridade lançadora as
informações necessárias à sua confecção.
[...]
c) Lançamento por Homologação ou Autolançamento: é aquele em que
o contribuinte auxilia ostensivamente o Fisco na atividade do
lançamento, recolhendo o tributo, antes de qualquer providencia da
Administração, com base em montante que ele próprio mensura.

Aproveitamos para ressaltar que o lançamento direto ou de ofício está


disposto no art. 149, I, da Lei n. 5.172 (Brasil, 1966), e que tem como exemplos o

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Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre a Propriedade de
Veículos Automotores (IPVA).
Já o lançamento misto ou por declaração pode ser encontrado no art. 147
(Brasil, 1966), tendo como exemplos a apuração do imposto de importação
decorrente de declaração do passageiro que desembarca do exterior e o Imposto
sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).
E, por fim, o lançamento por homologação ou autolançamento é
contemplado pelo art. 150 (Brasil, 1966), podendo ser explicado por meio do
Imposto sobre a Renda (IR), do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), do
Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), do
Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), do Imposto sobre Transmissão
Causa Mortis e Doação (ITCMD) e das contribuições especiais em geral.

TEMA 5 – FINALIDADES DO TRIBUTO

Você já deve ter se perguntado qual é a destinação do tributo, pois existe


uma máxima nacional que diz que o produto arrecadado com o mesmo não atende
a suas finalidades.
Pois bem, falaremos agora de suas finalidades para que você possa
entendê-las melhor e, principalmente, para verificarmos se ele realmente atende
as expectativas de sua instituição.
É bem verdade que, quando o Estado institui um tributo, seu objetivo maior
é o de arrecadar, tendo, pois, um caráter fiscal, mas, a depender da situação, ele
pode ter outras finalidades – fiscais, extrafiscais ou parafiscais.
A fiscalidade se explica no momento em que o Estado precisa arrecadar e
sua finalidade é tão somente esta, não tendo qualquer outra, pois necessita de
subsídios para abastecer a máquina administrativa, como nos explica Carvalho
(2018, p. 287):

[...] Fala-se, assim, em fiscalidade sempre que a organização jurídica do


tributo denuncie que os objetivos que presidiram sua instituição, ou que
governam certos aspectos da sua estrutura, estejam voltados ao fim
exclusivo de abastecer os cofres públicos, sem que outros interesses –
sociais, políticos ou econômicos – interfiram no direcionamento da
atividade impositiva.

Já a extrafiscalidade acontece quando o tributo, não perdendo sua


característica de fiscalidade, adquire outro status, pois o Estado necessita praticar
outras atividades, desempenhando suas funções destinadas ao bem comum.

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Nesse caso, como regra, tem que intervir na atividade econômica e/ou financeira,
ou mesmo ajustar algumas situações de determinados setores, aumentando ou
diminuindo as alíquotas de certos tributos. Um bom exemplo disso é o aumento
do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente sobre os veículos de
procedência estrangeira, com a redução do mesmo tributo incidente sobre os
veículos industrializados no Brasil.
Na visão de Carvalho (2018, p. 287),

A experiência jurídica nos mostra, porém, que vezes sem conta a


compostura da legislação de um tributo vem pontilhada de inequívocas
providências no sentido de prestigiar certas situações, tidas como social,
política ou economicamente valiosas, às quais o legislador dispensa
tratamento mais confortável ou menos gravoso. A essa forma de manejar
elementos jurídicos usados na configuração dos tributos, perseguindo
objetivos alheios aos meramente arrecadatórios, dá-se o nome de
extrafiscalidade.

Existe ainda a parafiscalidade como finalidade do tributo. Ela ocorre quando


o tributo, mantendo sua característica de fiscalidade, precisa de algo mais, que a
princípio não serve para sustentar o Estado diretamente, mas, sim, para sustentar
determinadas entidades de direito privado que desempenham funções
específicas. Isso ajuda o Estado na realização de suas tarefas.
Um exemplo clássico, entre outros, são as arrecadações executadas pelos
conselhos regionais de profissionais liberais, que fazem parte da classe que os
representa, por meio de recolhimento de anuidades.
Sob o prisma de Carvalho (2018, p. 290),

[...] podemos definir parafiscalidade como o fenômeno jurídico que


consiste na circunstância de a lei tributária nomear sujeito ativo diverso
da pessoa que a expediu, atribuindo-lhe a disponibilidade dos recursos
auferidos, para o implemento de seus objetivos peculiares.

Portanto, o tributo sempre será fiscal, mas, às vezes, poderá apresentar


juntamente com a fiscalidade também as características de extrafiscalidade e
parafiscalidade.

FINALIZANDO

Nesta primeira aula, início de nossos estudos, trabalhamos com alguns


conceitos muito importantes para a sequência de nosso aprendizado.
Estudamos o conceito de Direito Constitucional e, particularmente, o de
Direito Tributário.

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Falamos sobre o conceito legal de tributo, esmiuçando cada parte dele para
que você pudesse entendê-lo com mais propriedade.
Ao final, abordamos lançamento tributário, estudando cada uma de suas
modalidades, e também as finalidades do tributo.

LEITURA OBRIGATÓRIA

Texto de abordagem teórica

HACK, E. Direito tributário brasileiro. Curitiba: InterSaberes, 2015. Capítulo 1.

Texto de abordagem prática

MAFRA, F. Alguns conceitos de Direito Tributário. Portal Âmbito Jurídico.


Disponível em: <http://www.ambito-
juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=399>.
Acesso em: 5 maio 2018.

Saiba mais

DIREITO CANTADO. Conceito de tributo: música para fácil memorização.


Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=xMmWo4eB7vY>. Acesso
em: 5 maio 2018. Vídeo.

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REFERÊNCIAS

ALCANTARA, S. A.; VENERAL D. Direito aplicado. 2. ed. Curitiba: InterSaberes,


2017.

AMARO, L. Direito tributário brasileiro. 22. ed. São Paulo: Saraiva, 2017.

BRASIL. Constituição (1988). Diário Oficial da União, Poder Legislativo, Brasília,


DF, 5 out. 1988. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm>. Acesso em:
5 maio 2018.

_____. Lei n. 5.172, de 25 de outubro de 1966. Diário Oficial da União, Poder


Legislativo, Brasília, DF, 31 out. 1966. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172.htm>. Acesso em: 5 maio 2018.

_____. Lei n. 9.784, de 29 de janeiro de 1999. Diário Oficial da União, Poder


Legislativo, Brasília, DF, 1 fev. 1999. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9784.htm>. Acesso em: 5 maio 2018.

CARVALHO, P. B. Curso de direito tributário. 29. ed. São Paulo: Saraiva, 2018.

PAULSEN, L. Direto tributário: constituição e código tributário à luz da doutrina


e da jurisprudência. 17. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2015.

SABBAG, E. Manual de direito tributário. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2016.

SILVA, J. A. Curso de direito constitucional positivo. 40. ed. São Paulo:


Malheiros, 2017.

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