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CAROLINA DE JESUS PEREIRA


Mestre em Educação pela Universidade de São Paulo (área de
Linguagem e Educação), pós-graduada (lato sensu) em Tradução de
Inglês pela Universidade Gama Filho, bacharel em Letras pela
Universidade de São Paulo. Autora e editora de livros didáticos de
língua portuguesa e de língua inglesa, também foi professora de
inglês em cursos de idiomas, tradutora e professora de redação em
cursinho popular na cidade de São Paulo (SP). É idealizadora do
projeto Português é Legal.

SILENE CARDOSO
Mestre em Estudos Ingleses e Americanos pela Universidade de
Lisboa, Portugal, investigadora do Centro de Estudos Anglísticos da
Universidade de Lisboa, pós-graduada (lato sensu) em Estudos
Avançados em Língua Inglesa pelo Centro Universitário Anhanguera
de São Paulo, bacharel e licenciada em Letras pela Universidade de
São Paulo. Professora particular de inglês e português como língua
estrangeira, tradutora, autora e editora de materiais didáticos de
língua inglesa.

SIRLENE APARECIDA AARÃO

ano
Doutora e mestre em Linguística Aplicada pela Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo (área de Linguagem e Educação), bacharel e
licenciada em Língua e Literatura Inglesa pela Universidade Federal
de Minas Gerais e pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Professora da rede particular de ensino (pré-vestibular e Ensino
Médio). Autora de material didático de língua inglesa para Ensino ENSINO
Médio, Educação de Jovens e Adultos e cursos preparatórios para o FUNDAMENTAL
vestibular e para o Exame Nacional do Ensino Médio. Trabalha com
ANOS FINAIS
cursos de formação de professores pré-serviço e em serviço.

SÔNIA MELO DE JESUS RUIZ


Doutora em Letras pela Universidade Federal Fluminense, mestre em
Estudos Americanos pela University of Massachusetts Boston (EUA),
licenciada em Letras pela Universidade Federal Fluminense e em
História pela Universidade Salgado de Oliveira. Lecionou no ensino
básico das redes pública e privada no Brasil e na rede pública bilíngue
em Framingham (EUA). Também ensinou em cursos de idiomas e em COMPONENTE CURRICULAR
escola internacional no Rio de Janeiro (RJ). Atualmente é professora LÍNGUA INGLESA
adjunta de língua inglesa do Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues
da Silveira da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAp-UERJ),
atuando na educação básica e na formação de professores. MANUAL DO PROFESSOR

1a edição – São Paulo – 2018

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Copyright © Carolina Pereira, Silene Cardoso, Sirlene Aarão, Sônia Melo, 2018

Diretor editorial Antonio Luiz da Silva Rios


Diretora editorial adjunta Silvana Rossi Júlio
Gerente editorial Cayube Galas
Coordenadora editorial Ana Carolina Costa Lopes
Editores assistentes Carolina de Castro Nyerges, Danielle Mendes Sales,
Vivian Marques Viccino Maffei
Assessoria Magueda Lopes Souza
Colaboradora Daiane Aline Kummer
Leitura crítica Ana Larissa Adorno Marciotto Oliveira,
Joana Gabriela Mendes, Renata Quirino
Assessoria linguística Edward Ian Fleming Wilson
Gerente de produção editorial Mariana Milani
Coordenador de produção editorial Marcelo Henrique Ferreira Fontes
Gerente de arte Ricardo Borges
Coordenadora de arte Daniela Máximo
Projeto gráfico e capa Sergio Cândido
Supervisora de arte Patrícia De Michelis
Editor de arte Pedro Gentile
Diagramação Aeroestúdio
Tratamento de imagens Ana Isabela Pithan Maraschin, Eziquiel Racheti
Coordenadora de ilustrações e cartografia Marcia Berne
Ilustrações Dois de Nós, Guilherme Ashtma,
Ronaldo Barata, Wagner de Souza
Coordenadora de preparação e revisão Lilian Semenichin
Supervisora de preparação e revisão Beatriz Carneiro
Revisão Júlia Tomazini, Marcella Arruda,
Mônica Di Giacomo
Supervisora de iconografia e licenciamento de textos Elaine Bueno
Iconografia Alessandra Pereira, Erika Neves, Maria Ferreira
Licenciamento de textos Luiz Botter, Erica Brambila, Amanda Leite
Supervisora de arquivos de segurança Silvia Regina E. Almeida
Diretor de operações e produção gráfica Reginaldo Soares Damasceno

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)


(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Bridges 8º ano : ensino fundamental : anos finais / Carolina
de Jesus Pereira....[et al.]. --
1. ed. -- São Paulo : FTD, 2018.
Outros autores: Silene Cardoso, Sirlene Aparecida Aarão,
Sônia Melo de Jesus Ruiz.
"Componente curricular : língua inglesa."
ISBN 978-85-96-01878-4 (aluno)
ISBN 978-85-96-01879-1 (professor)
1. Inglês (Ensino fundamental) I. Pereira, Carolina de
Jesus. II. Cardoso, Silene. III. Aarão, Sirlene Aparecida. IV.
Ruiz, Sônia Melo de Jesus.
18-20372 CDD-372.652
Índices para catálogo sistemático:
1. Inglês : Ensino fundamental 372.652
Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964

Em respeito ao meio ambiente, as folhas


deste livro foram produzidas com fibras
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610
obtidas de árvores de florestas plantadas,
de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à com origem certificada.

EDITORA FTD
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APRESENTAÇÃO, IV
1. Documentos norteadores da educação brasileira ........................................V
2. Nossa perspectiva sobre educação linguística ........................................ VII
3. Pilares da coleção e fundamentos teórico-metodológicos ........................ IX
A. Língua franca .......................................................................................................IX
B. Sociointeracionismo.............................................................................................XI
C. Andaimento (scaffolding ) ..................................................................................XII
4. Outros princípios norteadores ................................................................ XIII
A. Multiletramentos...............................................................................................XIII
B. Uso do português ............................................................................................ XIV
C. A centralidade dos textos................................................................................. XVI
D. Os gêneros textuais e discursivos ................................................................... XVII
E. Avaliação formativa e autoavaliação ............................................................ XVIII
5. Estrutura da coleção................................................................................ XXI
A. Unidades ........................................................................................................... XXI
B. Seções ............................................................................................................... XXII
C. Seções especiais .............................................................................................. XXVI
D. Boxes .............................................................................................................. XXVII
E. Apêndices ........................................................................................................ XXIX
6. Guia de competências da BNCC ............................................................... XXX
7. Bibliografia............................................................................................. XXXI

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apresentação
A expansão mundial da língua inglesa e o acesso relativamente fácil a ela, motivado por fenômenos como a
globalização e a era digital, levam-nos a um questionamento sobre o papel das aulas de inglês para os alunos brasi-
leiros do século XXI. Para além da possibilidade de que eles se insiram em uma comunidade mundial, composta de
aprendizes e de falantes da língua inglesa, também esperamos ajudar a construir caminhos que facilitem o acesso a
novas formas de conhecimento, à mobilidade social e à formação do espírito crítico.
Preparamos esta coleção para que os alunos, ao aprenderem um outro idioma, possam também “aprender a
aprender” cada dia mais, tornando-se autônomos e construindo saberes significativos para a vida fora da escola. Ao
se apropriarem gradualmente do seu processo de aprendizagem, esperamos que os alunos extrapolem os limites da
sala de aula e lancem mão dos diversos recursos disponíveis nos dias de hoje, sobretudo os tecnológicos e gratuitos,
para aumentar e pôr em prática seu repertório linguístico.
As Orientações Gerais foram organizadas em cinco tópicos. No primeiro, fazemos uma rápida apresenta-
ção dos principais documentos que regem a educação brasileira nos dias de hoje. No segundo, discorremos sobre
como concebemos a educação linguística na sala de aula brasileira atualmente. No terceiro, de natureza mais teó-
rica, apresentamos os fundamentos que formaram os pilares para a construção desta obra. No quarto, abordamos
outros princípios norteadores para a concepção da obra e que poderão ajudá-lo a usar este material, adaptando-o
conforme as particularidades de cada turma. Por fim, no quinto tópico, você conhecerá a estrutura da coleção e a
divisão interna das unidades para que possa se familiarizar com a obra e com ela trabalhar mais facilmente.
No decorrer destas páginas, você também encontrará atividades de reflexão sobre suas próprias aulas, que visam apro-
ximar a teoria da prática docente. Almejamos, desse modo, que os professores mais experientes tenham a oportunidade
de mobilizar seus próprios conhecimentos e vivências, a fim de enriquecer nossas propostas, e que os docentes menos
experientes possam encontrar neste material um apoio à sua formação. O que buscamos, portanto, é ajudar a ampliar o
desenvolvimento profissional do professor, valorizando sua atuação e experiência.
Cientes da heterogeneidade que caracteriza as salas de aula no Brasil, desenvolvemos as propostas desta coleção com
o intuito de que sejam flexíveis e adaptáveis à realidade de cada escola pública em que a obra for adotada.
Nosso objetivo é que este material possa representar um recurso para auxiliá-lo ao longo do percurso de ensino
e aprendizagem, em que alunos-protagonistas e professores-mediadores trabalham juntos.
Esperamos que a leitura destas Orientações Gerais facilite seu trabalho com a coleção e motive o aprendizado
constante de todos: alunos e professores!
As autoras

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1. Documentos norteadores
da educação brasileira
No Brasil, a educação é considerada um direito de todos os cidadãos e um dever do
Estado, conforme assegura a Constituição Federal de 1988. Já o ensino de outra língua
(que pode ou não ser o inglês) tornou-se obrigatório nas escolas brasileiras somente em
1996, em decorrência da Lei de Diretrizes e Bases (LDB). A LDB é um dos principais docu-
mentos sobre a estrutura educacional brasileira. Ela atua juntamente com os Parâmetros
Curriculares Nacionais (PCN), elaborados para orientar o trabalho das secretarias estadu-
ais e municipais de educação.
Historicamente, o fato de o ensino da língua inglesa ser facultativo parece ter con-
tribuído para a ideia de que se tratava de uma disciplina de menor importância (BRITISH
COUNCIL, 2015; DONNINI; PLATERO; WEIGEL, 2011). Sua recente obrigatoriedade indica
que a formação escolar tem sido repensada de modo a contemplar as novas necessidades
emergentes da sociedade contemporânea.
Atualmente, o aprendizado da língua inglesa é entendido como um recurso para
permitir aos alunos novas formas de participação no mundo globalizado. Além disso, ela
está também conectada à empregabilidade e à inserção na sociedade digital e na esfera
acadêmica, ou seja, a língua inglesa representa um recurso para a mobilidade social dos
alunos (STREET, 2003).
Em 2014, o Plano Nacional de Educação (PNE) foi instituído no Brasil. Como resul-
tado dele, foram estabelecidas 20 metas, visando melhorar a educação básica brasileira.
Entre essas metas, quatro tratavam da criação de uma base curricular. Em 2015, foi rea-
lizado o primeiro seminário destinado à elaboração do texto da Base Nacional Comum
Curricular, feito em conjunto com professores, universidades e entidades científicas. Este
documento, que “define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais
que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação
Básica” (BRASIL, 2017, p. 7) e que será descrito em mais detalhes posteriormente, nor-
teou a elaboração desta obra.
Em 2016, a Medida Provisória no 746 determinou a oferta obrigatória da disci-
plina língua inglesa a partir do 6o ano do Ensino Fundamental, sendo posteriormente
convertida na Lei no 13.415, de 16 de fevereiro de 2017. A partir de então, o ensino
da língua inglesa passou a acontecer nos quatro anos do Ensino Fundamental II e nos
três anos do Ensino Médio.
Em 2017, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que tem caráter normativo, foi
homologada. A criação de um parâmetro curricular é debatida no Brasil desde a Consti-
tuição Federal de 1988, cujo artigo 210 traz o seguinte texto: “serão fixados conteúdos
mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e
respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais” (BRASIL, 1988).
Atualmente, a BNCC compila as diretrizes básicas para a aprendizagem dos alunos
de Educação Infantil e de Ensino Fundamental, servindo de referência nacional para a for-
mulação dos currículos e das propostas pedagógicas das redes escolares de todo o Brasil.
A língua inglesa é um dos componentes da área de Linguagens e, conforme consta na
BNCC, tem o objetivo de

possibilitar a todos o acesso aos saberes linguísticos necessários para engajamento e participação, contri-
buindo para o agenciamento crítico dos estudantes e para o exercício da cidadania ativa, além de ampliar
as possibilidades de interação e mobilidade, abrindo novos percursos de construção de conhecimentos e de
continuidade nos estudos (BRASIL, 2017, p. 239).

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Com a BNCC, espera-se que os direitos de aprendizagem dos alunos sejam assegu-
rados. Além de estabelecer de maneira explícita competências1, objetos de conheci-
mento2 e habilidades para todos os anos da Educação Básica, esse documento também
ajuda a confirmar alguns compromissos, como o empenho em promover a educação
integral, o trabalho com valores e com o respeito às diferenças, o estímulo de ações que
contribuam para a transformação da sociedade, a consciência relacionada à preservação
da natureza, o incentivo à não discriminação e ao não preconceito. O documento sinaliza
também a adesão à Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, da Organização
das Nações Unidas (ONU).
A BNCC é pautada ainda pelo reconhecimento dos modos como a sociedade contem-
porânea influencia debates fundamentais do processo educativo, como: “o que aprender,
para que aprender, como ensinar, como promover redes de aprendizagem colaborativa
e como avaliar o aprendizado” (BRASIL, 2017, p. 14). Rompe, assim, com visões que
priorizam a dimensão intelectual dos alunos, e estabelece como meta “uma visão plural,
singular e integral da criança, do adolescente, do jovem e do adulto – considerando-os
como sujeitos de aprendizagem” (BRASIL, 2017, p. 14).
Esse documento foi criado em consonância com o atual cenário mundial, no qual o
acúmulo de informações mostra-se insuficiente para que os alunos tenham autonomia
para se comunicar, ser crítico, colaborativo, paciente, produtivo e responsável. As habili-
dades delineadas no documento visam ao desenvolvimento da capacidade de “aprender
a aprender”, associada à autonomia e à capacidade de lidar, de maneira crítica, com a
variedade das informações disponíveis atualmente. Objetiva-se, também, à formação de
uma juventude consciente e criteriosa na tomada de decisões e que também saiba convi-
ver harmonicamente com a diversidade e com a mudança.

Para refletir

• De que maneira a formação integral dos alunos pode contribuir para a vida escolar e para a sociedade?
• Você considera a obrigatoriedade da língua inglesa um avanço para a formação dos alunos? Por quê?
• Quais seriam as principais funções da língua inglesa na formação escolar nos dias de hoje?
• Como a Base Nacional Comum Curricular contribui para esclarecer os objetivos do ensino de inglês?

1. “Na BNCC, competência é definida como a mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades
(práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno
exercício da cidadania e do mundo do trabalho.” (BRASIL, 2017, p. 8)
2. “objetos de conhecimento – aqui entendidos como conteúdos, conceitos e processos […].” (BRASIL, 2017, p. 28)

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2. Nossa perspectiva
sobre educação linguística
Em consonância com Bagno e Rangel (2005), acreditamos que a educação linguística
abrange não somente os fatores socioculturais que possibilitam a um indivíduo ampliar o
conhecimento sobre sua língua materna ou sobre outras línguas, mas também as “nor-
mas de comportamento linguístico que regem a vida dos diversos grupos sociais” (p. 63).
Embora a educação linguística possa começar logo no início da vida, por meio de inte-
rações familiares ou sociais, referimo-nos aqui à sistematização do ensino de língua que
ocorre em ambientes formais de aprendizagem.
A contemporaneidade é marcada tanto pela pluralidade cultural das populações,
quanto pela multiplicidade de textos, orais, escritos e/ou multimodais, por meio dos quais
interagimos, aprendemos, nos expressamos e nos comunicamos. Considerando a lingua-
gem um dos principais fatores para o desenvolvimento humano (BRONCKART, 2006),
acreditamos que o adolescente que começa a se apropriar de outra língua pode encon-
trar nela um meio para acessar novos conhecimentos e ampliar seus horizontes de comu-
nicação, de informação científica, de cultura, de produção de novos saberes e de acesso
ao mundo acadêmico e do trabalho.
Entendemos que o estudo da língua inglesa nas escolas brasileiras vai muito além
de possibilitar a construção de repertório nesse idioma, ou de representar uma forma de
interação entre pessoas de diferentes culturas e línguas maternas: ele também precisa
ter caráter formativo. Ao considerar o contexto da aula de língua inglesa como parte do
desenvolvimento integral dos alunos, deparamo-nos com a demanda de que a constru-
ção de conhecimentos linguísticos esteja associada ao desenvolvimento da criatividade
e da curiosidade intelectual, associada a discussões sobre cidadania, ética, participação
social, convivência harmoniosa, consumo sustentável, respeito a diferenças e aos direitos
humanos, consciência crítica e socioambiental, ética no uso de tecnologias, entre outros
temas socialmente relevantes.
Diante disso, acreditamos que os alunos precisam ser continuamente motivados a
aprender a participar de discussões e a se posicionar respeitosamente, ouvindo e consi-
derando as perspectivas apresentadas pelas outras pessoas, refletindo criticamente sobre
os assuntos em pauta, bem como aprendendo a esclarecer mal-entendidos. É importante
também, em nossa visão, aprender a apresentar argumentos consistentes para defender
pontos de vista. Enfim, nossa crença é a de que o ensino de língua inglesa possa estar ligado
ao exercício da cidadania e à participação crítica, ativa e efetiva na sociedade. Por isso, nes-
ta obra, buscamos apontar caminhos para que os alunos possam se apropriar – de forma
gradual e com autonomia crescente – de uma língua que circula socialmente no Brasil e ao
redor do mundo.
Nessa perspectiva, levar os alunos a uma reflexão constante acerca do alcance da
língua inglesa no mundo e dos efeitos que seu uso pode gerar é parte crucial das aulas
de inglês. Diante disso, entendemos que a própria reflexão sobre a língua inglesa pode
contribuir para que os alunos sejam inseridos no mundo globalizado, uma vez que eles
têm a chance de se posicionar criticamente acerca do uso da língua, de refletir sobre a
posição hegemônica da língua inglesa no mundo, de compreender os fatores que leva-
ram o inglês à posição de língua franca, bem como de refletir sobre a natureza híbrida e
polifônica das línguas em geral.
Um dos princípios centrais desta obra é a noção de que, por meio da ampliação
de horizontes promovida pelo ensino da língua inglesa, também se dá uma extensão

VII

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do universo cultural dos alunos, que, à medida que entram em contato com outras
línguas e culturas, tornam-se mais capazes de refletir criticamente a respeito de sua
própria identidade cultural e linguística (DONNINI; PLATERO; WEIGEL, 2011).
Uma das principais justificativas para o crescente interesse em ensinar a língua
inglesa como língua franca é o crescimento mundial do uso do inglês nas últimas
décadas (BAKER, 2015), o que se acentuou, principalmente, em decorrência da po-
pularização da internet. Atualmente, o número de falantes da língua inglesa como
língua estrangeira é bem maior que a quantidade de falantes nativos. Esse fator
gera impactos para a crença de que possa haver um “modelo” nativo a ser seguido.
No contexto do século XXI, os alunos que têm conhecimentos desse idioma passam
a ocupar espaços de discussão que extrapolam aqueles aos quais tinham acesso em
sua língua materna. Nesses novos espaços, o uso da língua inglesa é múltiplo e está
entrecruzado por várias outras culturas e línguas (CANAGARAJAH, 2012).
Nessa perspectiva de multiplicidade cultural e linguística, Rajagopalan (2009) ressalta
que o inglês está entre as línguas que se espalharam para regiões que, historicamente,
não estavam associadas a ele. Por isso, o autor prefere usar o conceito de World Englishes
para indicar uma língua que é usada por todos, sem a supremacia de supostos “falan-
tes nativos”. O conceito de World Englishes também apresenta a pluralidade da língua
inglesa como um desafio para os docentes, que precisam repensar continuamente as
maneiras tradicionais de ensinar o idioma.
Diante do fato de que, há muito tempo, a língua inglesa já expandiu as fronteiras
dos países em que é língua “oficial” ou “nativa”, optamos por apresentá-la como
“língua franca” nesta coleção. O conceito de língua franca está mais bem detalha-
do na página IX destas Orientações Gerais. Por meio dele, fica evidenciado que
os falantes de inglês não se restringem a nenhum território ou cultura específicos e
que interagem por meio de repertórios linguísticos e de níveis de proficiência diferen-
tes. Por observarmos que essa língua, que é usada por diferentes povos, apresenta
tantas variedades ao redor do mundo, consideramos inócua a tentativa de apresentar
uma única variedade do inglês como a “correta”. A educação linguística que busca-
mos construir por meio desta coleção aproxima-se da visão de que é preciso reco-
nhecer, respeitar e compreender os diferentes usos da língua inglesa, resultantes do
constante intercâmbio de culturas que os caracteriza.
Em consonância com esses pressupostos, também observamos a necessidade de que
os alunos sejam incentivados a refletir sobre a presença do inglês na vida diária, observan-
do os contextos em que costumam ter contato com essa língua e buscando discernir as
situações em que lidam com a língua inglesa com naturalidade, daquelas em que sentem
necessidade de aprimoramento. Esse é um dos caminhos possíveis para que eles reflitam
sobre as práticas sociais de uso da língua e para que ampliem seu engajamento com os
estudos desse idioma.
O desafio de conceber a formação integral dos alunos, responsabilidade que compar-
tilhamos com toda a equipe escolar (professores, coordenadores, diretores) e com vários
outros profissionais que se dedicam à melhoria da educação básica no contexto brasileiro,
levou-nos à criação deste material, cujas propostas buscam habilitar os alunos a se torna-
rem protagonistas do próprio processo de aprendizagem.
Para dar continuidade à nossa reflexão, faremos considerações a respeito de al-
gumas concepções que permeiam o ensino de língua inglesa em escolas brasileiras, a
fim de explicitar como esta coleção busca se alinhar com as demandas educacionais
contemporâneas.

VIII

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Para refletir

• Você considera importante conscientizar os alunos acerca dos objetivos das aulas de língua inglesa? Se
sim, quais seriam esses objetivos, na sua opinião? Reflita e converse com um colega de profissão, se julgar
pertinente.
• Ao planejar aulas de inglês para suas turmas, você busca estabelecer uma relação aberta e dialógica com
os alunos? Existe espaço para a negociação entre as expectativas das turmas e os objetivos sugeridos pelos
órgãos que regulamentam a educação no Brasil? Se necessário, faça anotações que contribuam para essa
reflexão.
• Você acredita que o estudo da língua inglesa pode facilitar a interação dos alunos com conteúdos disponí-
veis na internet e/ou aumentar o universo cultural deles? Como?
• Você acredita que aprender inglês possa facilitar a empregabilidade e a mobilidade social dos alunos? Se
sim, por quê?

3. Pilares da coleção e fundamentos


teórico-metodológicos
Os três pilares que sustentam a coleção e perpassam todo o material são: o uso do
inglês como língua franca, o sociointeracionismo e o andaimento (scaffolding). Esses
conceitos serão mais bem discutidos a seguir.

A. Língua franca Sugestões


Muitos autores têm escrito, nos últimos anos, a respeito do uso da língua in- de leitura
glesa como língua franca (BERNS, 2009; DEWEY, JENKINS, 2010; FERGUSON, 2009;
ANJOS, F. A. dos. O inglês
MAURANEN, 2009; PARK, WEE, 2011; SEIDLHOFER, 2011; SCHMITZ, 2012). Essa ex- como língua franca global
pressão, “inglês como língua franca”, tem sido usada em referência a qualquer uso da da contemporaneidade:
língua inglesa entre falantes de diferentes línguas maternas para os quais esse idioma em defesa de uma
pedagogia pela sua
é a maneira de comunicação comum – seja por ter sido escolhida, seja por ser a única desestrangeirização e
opção disponível (SEIDLHOFER, 2011). descolonização. Revista
Letra Capital, v. 1, n. 2,
Atualmente, não há muitas dúvidas de que o inglês ocupa a posição de língua franca jul./dez. 2016. p. 95-117.
global: além de ser considerado um dos símbolos da globalização, a presença desse idioma na GIMENEZ, T. et al. Inglês
internet reforça sua relevância e sua influência. À medida que a língua inglesa foi ganhando como língua franca:
desenvolvimentos
falantes globalmente, alguns temeram que os usuários não nativos pudessem representar recentes. RBLA, Belo
uma ameaça ao “inglês padrão”. Com o surgimento de outras variedades, passou-se a no- Horizonte, v. 15, n. 3,
p. 593-619. Disponível
mear o fenômeno da multiplicidade de variações do inglês como New Englishes ou World em: <www.scielo.br/pdf/
Englishes. O conceito de World Englishes reconhece, portanto, a apropriação da língua in- rbla/v15n3/1984-6398-
glesa por falantes de outras línguas e culturas. Esse fenômeno é resultante do intercâmbio rbla-15-03-00593.pdf>.
Acesso em: 13 set. 2018.
cultural, da maior mobilidade dos povos no mundo, bem como da capacidade humana de
inovar e de se adaptar (CANAGARAJAH, 2012).
Ao ensinar o inglês como língua franca, e também considerando uma sociedade
na qual os World Englishes são presença marcante, esperamos que os alunos possam
interagir com pessoas que têm diferentes níveis de proficiência do idioma e que possam
se sentir seguros para se comunicarem com o repertório linguístico disponível. Também
nos interessa apresentar aos alunos uma grande variedade de usos da língua inglesa, a

IX

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fim de que diferenças lexicais ou prosódicas não constituam, para eles, um fator de es-
tranhamento.
Ao buscarmos trazer esse ponto de vista para a obra, pretendemos que os alunos sejam
motivados a valorizar o conhecimento que têm da língua inglesa, dando a eles segurança
de que possíveis limitações de repertório, ou as diferenças entre o que conhecem da língua
inglesa e os modos como falantes nativos a usam, não sejam obstáculo para a interação mul-
ticultural. É também objetivo da obra que os alunos possam estar seguros para usar a língua
inglesa no território nacional e/ou em outros países, em situações ligadas ao mundo digital,
cultural, acadêmico ou do trabalho, em que esse idioma é esperado ou comumente utilizado.
Isso significa que, ao aprender o inglês com o intuito de usá-lo como língua franca, os
alunos não precisam relacionar a língua a uma “cultura nativa” específica, nem se restringir a
determinados modos de falar ou de se comportar que remetam a um país especificamente,
uma vez que não existe uma cultura ou um padrão que seja considerado o único adequado.
Essa visão não exclui o conceito de World Englishes, relativo à diversidade cultural e linguísti-
ca e à diáspora da língua inglesa no mundo atual. Nesse sentido, o que pretendemos é que os
alunos, em vez de “imitar” as formas de uso nativas, possam usar a língua franca para se co-
municar espontaneamente, sobretudo quando seus interlocutores também forem aprendizes
de inglês como língua adicional ou forem plurilíngues. O conceito de língua adicional ajuda a
explicitar que, eventualmente, o aluno pode já ser usuário de outras línguas além da portu-
guesa, “como é o caso das comunidades surdas, indígenas, de imigrantes e de descendentes
de imigrantes” (SCHLATTER; GARCEZ, 2009, p. 127). Considerando todos esses aspectos,
entendemos que a inteligibilidade mútua e uma comunicação bem-sucedida têm a primazia
sobre uma mera exigência de correção gramatical ou fonológica (MACKENZIE, 2013).
A observação de falantes de inglês como língua franca tem mostrado que eles são
eficientes em fazer uso da língua para os propósitos de que necessitam e que, em vez de
se restringirem aos usos do inglês como língua nativa, eles tendem a explorar possibilida-
des de morfologia, sintaxe e fraseologia do inglês até então nunca usadas (SEIDLHOFER,
2011, p. 120).
Ainda do ponto de vista do uso da língua franca, Jenkins (2000) afirma que é natural
combinar aspectos de diferentes línguas ou usar a língua inglesa com marcas do sotaque da
língua materna, uma vez que essas consequências são aceitáveis quando uma língua está se
prestando a uso internacional. Vale lembrar que a comunicação não é baseada somente na
linguagem verbal, portanto, os alunos podem e devem entender que recursos extralinguísti-
cos (como gestos e expressões faciais) são também bem-vindos como parte de uma interação.
A modalidade oral do inglês como língua franca contém uma grande quantidade de
variação linguística, tanto quanto o inglês oral falado em vários países em que ele é língua
nativa. Já a modalidade escrita tende a ser mais uniforme entre os vários usuários, visto
que ela costuma apresentar características de registros mais formais. A noção de língua
franca ensejada aqui baseia-se na inteligibilidade e não na aderência irrestrita a padrões
preestabelecidos (COOK, 2003). Dessa forma, a noção de “erro” passa a ser secundária,
abrindo espaço para a ideia de inteligibilidade (BECKER, 2012; CRUZ, 2006).
Diante desses pressupostos, a língua inglesa é apresentada na coleção como uma
ponte que possibilita aos alunos brasileiros se comunicarem com outras pessoas que
falam inglês, sejam eles falantes que têm o inglês como primeira língua ou não, indepen-
dentemente do nível de proficiência que tenham da língua. Essa maneira de abordar a
língua leva em conta aspectos como interação, comunicabilidade, inclusão, intercultura-
lidade, flexibilidade e inteligibilidade.
Buscamos alinhar nossa proposta à ideia de que o ensino e a avaliação do inglês de-
vem “refletir as necessidades e expectativas dos falantes não nativos que usam a língua

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para se comunicar com outros não nativos” (GRADDOL, 2006, p. 87). Para isso, a obra
procura expor os alunos a uma grande variedade de situações em que o inglês falado e
escrito é usado de modo significativo, natural.

Para refletir
Sugestões
de leitura
• De que modo o conceito de língua franca pode interferir na preparação e na
execução de suas aulas? CONS, T. R. O
Sociointeracionismo e
• Que vantagens podemos obter ao concebermos a aprendizagem de inglês como o professor-reflexivo
algo não limitado a modelos preestabelecidos por falantes supostamente ideais? no ensino de língua
estrangeira: uma ligação
possível. Revista Versalete.
Curitiba, v. 5, n. 8, jan.-
jun. 2017. Disponível em:
B. Sociointeracionismo <www.revistaversalete.
Ao discutirmos o sociointeracionismo, apoiamo-nos nas teorias de Vygotsky (1984, ufpr.br/edicoes/vol5-08/4.
Sociointeracionismo%20
entre outras obras), que associa o desenvolvimento de um indivíduo ao contexto cultural e%20professor%20
e social que o cerca e às influências do ambiente sobre sua formação e sobre seu de- reflexivo.%20Thais%20
senvolvimento humano. Para Vygotsky, a aprendizagem é um fenômeno social, que só Cons.pdf>. Acesso em: 11
jul. 2019.
ocorre na interação com o outro, ou seja, por meio de relações interpessoais.
LIMA, M. S.; COSTA, P. S.
Essa noção serve de ponto de partida para nossa intenção de privilegiar, sempre que C. O diálogo colaborativo
possível, momentos de interação entre alunos, professores e o meio circundante. Essa como ação potencial
para a aprendizagem
noção é importante, pois somente em contato com o outro é possível aprender e dar de línguas. Trabalho
significado ao que se aprende. em linguística aplicada,
Campinas, v. 49, n. 1,
A interação caracteriza várias das situações escolares que os alunos vivenciam, mas tam- jan./jun. 2010. Disponível
bém está presente na vida pessoal deles, como no ambiente familiar, na interação com os em: <www.scielo.br/
amigos e também no meio digital. Nessas interações, o uso de linguagem também tem papel scielo.php?script=sci_
arttext&pid=S0103-1813201
de destaque para o desenvolvimento dos alunos. Para Vygotsky (1984, p. 31), “signos e pa- 0000100012>. Acesso em:
lavras constituem para as crianças, primeiro e acima de tudo, um meio de contato social com 13 set. 2018.
outras pessoas. As funções cognitivas e comunicativas da linguagem tornam-se, então, a base SOUZA, A. P. R.;
de uma forma nova e superior de atividade nas crianças […]”. STEFANELLO, C.
A.; SPILMANN, I.
A teoria sociointeracionista é o pilar que fundamenta as propostas desta coleção que en- A. A concepção
volvem interação, negociação e mediação – tanto entre alunos como entre aluno e professor e sociointeracionista no
ensino do inglês: o
com a comunidade em geral. Dessa forma, entendemos que o trabalho em pequenos grupos, professor e o livro didático.
por exemplo, favorece o relacionamento interpessoal e o aprendizado da língua inglesa, além Roteiro, Joaçaba, v. 35, n.
de viabilizar a emergência das etapas de interação (como o diálogo e a negociação), visto que 1, p. 23-52, jan./jun. 2010.
Disponível em: <https://
os alunos realizam suas atividades de modo colaborativo, recorrendo uns aos outros para a portalperiodicos.unoesc.
construção de conhecimentos e para a solução de problemas (OHTA, 2000; SWAIN, 2000; edu.br/roteiro/article/
LANTOLF, 2000). Portanto, entendemos que, como as línguas têm natureza intrinsecamente view/226>. Acesso em: 11
jul. 2019.
social, não é possível conceber seu aprendizado desvinculado de situações de interação.

Para refletir

• A afirmação de que “a aprendizagem ocorre na interação” pode ser observada em suas turmas atuais?
De que modo?
• Em sua opinião, quais são os resultados obtidos quando os alunos interagem e refletem de modo colabo-
rativo sobre as próprias vidas e sobre a comunidade da qual fazem parte?

XI

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Sugestões
C. Andaimento (scaffolding)
de leitura
O andaimento é o conceito usado para expressar as etapas de construção de au-
tonomia dos alunos na teoria vygotskiana. Embora a definição do vocábulo andaime
PERUCHI, R. A utilização
da técnica scaffolding
aluda a construções civis, o termo tem sido empregado para remeter à base de susten-
por aprendizes de língua tação de que os alunos necessitam para construir saberes diversos. O que nos interessa
inglesa: características em relação a esse conceito é a ideia de prover o acesso e a segurança necessários para
do uso em um ambiente
virtual de aprendizagem. viabilizar o alcance a “lugares” (neste caso, o nível de conhecimento da língua) mais
Texto livre: linguagem altos.
e tecnologia. v. 6, n.
1, 2013. Disponível A distância entre aquilo que os alunos conseguem fazer autonomamente e aquilo
em: <www.periodicos. que conseguem realizar com auxílio de outra pessoa mais experiente foi chamada por
letras.ufmg.br/index.
php/textolivre/article/
Vygotsky (1984) de “Zona de Desenvolvimento Proximal”. Para o autor, os alunos são
view/4112>. Acesso em: capazes de aprender aquilo que se encontra dentro dessa zona. Para que eles progridam
13 set. 2018. em sua aprendizagem, buscamos construir andaimes que propiciem a colaboração e a
cooperação no processo de aprendizagem deles, de modo que eles sejam capazes de
relacionar aquilo que aprendem aos seus conhecimentos prévios, de realizar atividades
condizentes com as suas possibilidades e, aos poucos, de se apropriarem de sua própria
aprendizagem, alcançando maior independência.
Nossas propostas basearam-se na ideia de que os professores e o próprio livro didá-
tico devam fornecer níveis sucessivos de apoio temporário, capazes de ajudar os alunos
a alcançar níveis mais complexos de compreensão e de aquisição de habilidades que eles
ainda não estariam prontos para alcançar sem assistência.
O apoio de um especialista a um aprendiz na aquisição de uma língua, bem como o
trabalho colaborativo entre aprendizes (DONATO, 1994; MITCHELL, MYLES, MARSDEN,
2004), é o que fornece oportunidade de andaimento por meio do qual os alunos podem
atingir um nível mais elevado de aprendizagem.
Nesta coleção, o andaimento materializa-se por meio de propostas variadas que têm
o objetivo de ajudar os alunos a avançar progressivamente nos estudos, adquirindo cada
vez mais autonomia. Alguns dos exemplos de andaimento visíveis na coleção são as pro-
postas de trabalhos em duplas ou em pequenos grupos, o que cria a possibilidade de
interação e de trabalho colaborativo rumo a um objetivo comum; bem como o trabalho
com as características dos gêneros textuais (orais e escritos), que colabora para que os
alunos possam posteriormente mobilizar esses conhecimentos na produção dos próprios
textos, de forma independente.
Outros recursos que atuam como andaimes e que contribuem para a fundamentação
dos conhecimentos dos alunos – e sua posterior autonomia – são a condução processual
das atividades, em que os alunos são preparados para a realização de propostas progres-
sivamente mais complexas a cada volume; a oferta de textos autênticos para produção
oral e escrita; a apresentação clara dos objetivos das atividades e o uso da língua materna
em momentos específicos, conforme será mais bem detalhado posteriormente neste ma-
terial. A ideia do andaime é que ele seja retirado aos poucos, à medida que os alunos não
precisem mais dele e possam, portanto, atuar de forma independente.
Essa noção de aprendizagem colaborativa e de incentivo à independência dos alunos
também inclui o princípio de que os erros sejam entendidos como tentativas de acerto,
ou seja, como hipóteses inteligentes, elaboradas para que os alunos testem, manipulem
e apropriem-se da própria aprendizagem. Além disso, entendemos que o tipo de erro
cometido pelos alunos indica o ponto em que eles se encontram no processo de aprendi-
zagem, podendo motivar a interferência do professor, se necessário.
Diante disso, alinhamo-nos à ideia de que um dos principais objetivos do andaimento
é reduzir as emoções e autopercepções negativas que os alunos podem ter quando se

XII

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frustram ou se sentem intimidados ou desestimulados ao tentar resolver uma tarefa difícil
sem o apoio, direcionamento ou compreensão de que necessitam para completá-la. Nes-
se sentido, Vygotsky (p. 102,1984) afirma que

[…] o aspecto mais essencial de nossa hipótese é a noção de que os processos de desenvolvimento não
coincidem com os processos de aprendizado. Ou melhor, o processo de desenvolvimento progride de forma
mais lenta e atrás do processo de aprendizado; desta sequenciação resultam, então, as zonas de desenvol-
vimento proximal. Nossa análise modifica a visão tradicional, segundo a qual, no momento em que uma
criança assimila o significado de uma palavra, ou domina uma operação como a adição ou a linguagem
escrita seus processos de desenvolvimento estão basicamente completos. Na verdade, naquele momento
eles apenas começaram.

Para refletir

• Qual é o papel da mediação do professor para a construção da independência dos alunos?


• Pensando nas turmas para as quais você leciona, que recursos têm se mostrado eficazes para a construção
progressiva da autonomia dos alunos?

4. Outros princípios norteadores


Além dos três pilares que sustentam a concepção da coleção, outros princípios e
ideias permearam a elaboração da obra e podem ser observados nas abordagens propos-
tas. Os mais relevantes estão elucidados a seguir.

A. Multiletramentos
A noção de multiletramentos está baseada na ideia de que ler pressupõe a articu-
lação de diferentes recursos semióticos, abrangendo, portanto, os letramentos digitais,
o letramento crítico e o letramento multimodal (DOMINGO; JEWITT; KRESS, 2014). Em
outras palavras, ao buscarmos garantir o multiletramento em salas de aula, precisamos
explorar recursos semióticos que não estão restritos à análise e compreensão da língua,
como é o caso dos recursos visuais, gestuais, auditivos e de movimento, por exemplo.
Para Rojo (2017, p. 4),

Multiletramentos são as práticas de trato com os textos multimodais ou multissemióticos contemporâneos


– majoritariamente digitais, mas também impressos –, que incluem procedimentos (como gestos para ler,
por exemplo) e capacidades de leitura e produção que vão muito além da compreensão e produção de tex-
tos escritos, pois incorporam a leitura e (re)produção de imagens e fotos, diagramas, gráficos e infográficos,
vídeos, áudio etc.

Para nós, uma vez que o letramento crítico é fator essencial para o desenvolvimento
dos multiletramentos, uma das maneiras de motivar o multiletramento para as escolas
é convidar os alunos a construir uma visão crítica daquilo de que é usuário/consumidor
(jornal, revista, livros, sites, podcasts etc.). Essa consciência crítica deve levar à análise dos
diversos recursos usados na construção dos textos, como a diagramação, as imagens, a

XIII

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combinação de linguagem verbal e não verbal, as cores, o formato e a disposição do texto
em si. Todos esses fatores (res)significam os textos e precisam ser analisados para darmos
conta do todo da produção de sentidos. Em suma, trata-se de considerar as particulari-
dades que as novas tecnologias trouxeram para a contemporaneidade e analisar o efeito
que elas desempenham.
Rojo e Moura (2012, p. 8) esclarecem que o trabalho com multiletramentos

pode ou não envolver (normalmente envolverá) o uso de novas tecnologias da comunicação e de informa-
ção (“novos letramentos”), mas caracteriza-se como um trabalho que parte das culturas de referência do
alunado (popular, local, de massa) e de gêneros, mídias e linguagens por eles conhecidos, para buscar um
enfoque crítico, pluralista, ético e democrático – que envolva agência – de textos/discursos que ampliem o
repertório cultural, na direção de outros letramentos.

Outra ressalva relevante feita por Rojo e Moura (2012, p. 13) é a de que, nos dias
atuais, o multiletramento “aponta para dois tipos específicos e importantes de multiplici-
dade […]: a multiplicidade cultural das populações e multiplicidade semiótica de consti-
tuição dos textos por meio dos quais ela se informa e se comunica”.
Na coleção, buscamos promover a noção de multiletramentos fornecendo aos alunos
uma variedade de textos orais e escritos, verbais e não verbais, de diferentes esferas e
linguagens – incluindo textos marginais, entendidos aqui como publicações cujos autores
vêm de grupos sociais marginalizados ou obras que ficam de fora do sistema editorial
(NASCIMENTO, 2006), além de serem “produções que afrontam o cânone, rompendo com
as normas e os paradigmas estéticos vigentes” (OLIVEIRA, 2011) – proporcionando a eles
informações culturais no trabalho com esses textos; propiciando o trabalho com as carac-
terísticas dos gêneros, público-alvo, contexto e finalidade de produção; propondo reflexões
sobre os textos; disponibilizando boxes com dicas de vídeos e áudios que complementam
os assuntos das unidades; conduzindo o trabalho com leitura de imagens, textos verbais,
visuais e verbo-visuais; abordando temáticas relacionadas aos textos na internet (“interne-
tês”, plágio etc.); enfatizando a multimodalidade dos textos orais e escritos; propiciando
o letramento crítico durante a leitura de todos os textos, por meio da solicitação de que
os alunos analisem, avaliem e questionem criticamente o que estão lendo/ouvindo/vendo;
promovendo a participação ativa dos alunos, com foco no transformar e não no imitar.

B. Uso do português
Nesta coleção, foram selecionadas situações em que o uso da língua portuguesa nos
parece essencial para mediar o aprendizado da língua inglesa e para alcançar a forma-
ção integral dos alunos. Trata-se de um recurso para deixar os alunos à vontade para se
expressarem, permitindo reflexões críticas que não se restrinjam aos recursos linguísticos
que eles já dominam. Objetiva-se também ressaltar algumas semelhanças entre a língua
portuguesa e a língua inglesa que possam ajudar na aprendizagem da língua estrangeira
pela formação de um ambiente de maior segurança e de conforto entre os alunos.
Nossa decisão está pautada por uma série de pesquisadores (AUERBACH, 1993;
CANAGARAJAH, 2009; DELLER & RINVOLUCRI, 2002; DONNINI, PLATERO, WEIGEL,
2011; PHILLIPSON, 1992; SCRIVENER, 2005) que defendem que o uso da língua mater-
na em determinados contextos pode contribuir para o desempenho dos alunos, assim
como pode ajudar no processo de aquisição de uma língua estrangeira. Dado que ensinar
“usando” a língua inglesa não garante o aprendizado “da” língua inglesa, em alguns
países, a estratégia de evitar a língua materna tem sido considerada um dos fatores para
explicar o insucesso do ensino (GRADDOL, 2006, 2010).

XIV

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Também levamos em conta as considerações de Donnini, Platero e Weigel (2011,
p. 59), segundo as quais “estratégias de comparação entre o funcionamento sistêmico
da língua materna e o da língua inglesa podem, neste tipo de conhecimento específico,
contribuir para o desenvolvimento de habilidades metacognitivas importantes para a for-
mação da competência leitora e escritora”.
Outro aspecto que fundamentou nossa decisão de garantir espaço à língua por-
tuguesa é a percepção de que ela pode representar a quebra de uma barreira afetiva.
Estamos alinhadas às ideias de Phillipson (1992) quando ele afirma que, muitas vezes,
o monolinguismo implica a rejeição de vivências e experiências que ocorreram em outro
idioma, o que significa que acabamos por excluir experiências existenciais de grande rele-
vância para os alunos. Para ele, proibir a língua materna no contexto de ensino de inglês
pode ser um obstáculo para a aquisição da língua, porque tira dos alunos a possibilidade
de estabelecerem relações com uma língua que eles conhecem bem e que poderia servir
de parâmetro para as reflexões. Parece-nos, portanto, que a possibilidade de os alunos
interpretarem significados fazendo paralelos com seu próprio idioma é uma estratégia
benéfica para seu aprendizado.
Os contextos em que planejamos o uso da língua portuguesa serão descritos com
mais minúcia no tópico Estrutura da coleção. São eles: a relação dos objetivos nas
páginas de abertura, a fim de promover o interesse e o engajamento dos alunos; o boxe
Tune Into, destinado à interação e ao levantamento de conhecimento prévio dos alunos;
o boxe Think it Over, que, por promover o letramento crítico, requer interação dos
alunos e participação em debates; as dicas do boxe Top Tip, para que os alunos se apro-
priem inteiramente das estratégias sugeridas e se tornem autônomos; o boxe Culture
Drops (em português até o 8o ano), que apresenta informações culturais relevantes ao
contexto trabalhado; a sistematização da gramática na seção A Look into Language,
para deixar as explicações claras, possibilitar que os alunos comparem equivalências exis-
tentes nas duas línguas e evitar a metalinguagem; o boxe de letramento digital (Digital
Smarts) e, por fim, a seção Now it’s on You, para que os alunos reflitam sobre sua
aprendizagem com segurança e liberdade de pensamento e expressão.
Diante disso, concebemos o uso da língua portuguesa, em situações específicas,
como um importante andaime que também pode ser gradualmente retirado, à medida
que os alunos progridem em seus conhecimentos sobre a língua inglesa. Sugerimos que,
levando em consideração esses pressupostos, cada professor avalie as necessidades das
turmas com que está trabalhando e os contextos em que o uso da língua materna é
adequado, a depender do repertório dos alunos e da maneira como lidam com a língua
inglesa. Os direcionamentos do material têm caráter de sugestão e podem ser adaptados
conforme as demandas com que cada professor se deparar.

Para refletir

• Qual é o papel da língua portuguesa nas turmas que você tem hoje? Ela atua como estratégia de apren-
dizagem para os alunos?
• Os objetivos que você estabelece a cada aula seriam os mesmos caso os alunos só pudessem se manifestar
em língua inglesa? Por quê?
• Como funcionam as discussões críticas em sala de aula quando são conduzidas em língua portuguesa?
Você leciona em turmas nas quais é viável implementar o uso do inglês nas discussões progressivamente?

XV

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C. A centralidade dos textos
Como todas as unidades têm textos (oral ou escrito, verbal ou não verbal) como pon-
to de partida, fizemos a opção de trabalhar somente com textos autênticos, ou seja, que
circulam socialmente, de modo que os alunos possam refletir sobre usos reais da língua,
observar o hibridismo de gênero presente em vários textos e participar de discussões que
realmente estão em pauta na sociedade.
Esclarecemos que, com base na conceituação de Kress e Van Leeuwen (2006), esta-
mos chamando de “texto” os objetos materiais que lançam mão de uma variedade de
recursos significantes, como imagens, sons e palavras. Referimo-nos, portanto, a textos
escritos, orais e imagéticos.
Uma série de fatores norteou nossas escolhas dos textos usados. O primeiro foi bus-
car garantir variedade nas origens (ou nacionalidades) dos textos, de modo a nos manter-
mos alinhadas à proposta de tratar o inglês como língua franca. O segundo foi nos pautar
por temas que sejam, ao mesmo tempo, relevantes para a sociedade contemporânea e
de interesse dos alunos, a fim de que tenham a oportunidade de desenvolver seu letra-
mento crítico e de que eles participem ativamente de discussões que poderão levá-los a
modificar a sociedade em que vivemos. Com base nesses textos que circularam no meio
social, apresentamos o estudo das estruturas gramaticais e lexicais, a fim de que os alunos
possam analisar ocorrências reais da língua, observando suas possibilidades de uso em
contextos espontâneos (no caso de alguns textos orais) e/ou em contextos planejados
reais (no caso de textos escritos que circulam socialmente).
Por defendermos a centralidade dos textos, parece-nos necessário que o trabalho
com novos textos proveja o ensino de estratégias de leitura e uma reflexão acerca
do contexto de produção do texto. Trata-se de uma abordagem que considera que a
construção de sentidos de um texto só ocorre socialmente, com a interação do leitor,
e que os sentidos são construídos (e não imanentes aos textos). A noção de que a
compreensão de textos consiste em um processo de construção de sentidos é com-
partilhada por uma série de estudiosos de diferentes vertentes (MARCUSCHI, 1985 e
2009; FREIRE, 1991; GERALDI, 1996; SOLÉ, 1998; CARDOSO, 1999; POSSENTI, 2009;
SMITH, 1989).
Nossa escolha de que os textos sejam o ponto de partida do ensino evidencia a de-
cisão de priorizar os usos linguísticos orais e escritos. Por isso, os textos são trabalhados
de um ponto de vista discursivo, em que a unidade de trabalho nunca são frases isoladas,
mas textos completos em suas situações de comunicação. É esse ponto de vista discursivo
que define que, na coleção, todo o trabalho sobre a língua seja integrado aos usos pre-
sentes nos variados gêneros textuais e que deles derive.

Para refletir

• Que desafios são mais frequentes quando você trabalha com textos autênticos em sala?
• Como você lida com elementos de vocabulário e gramática que os alunos ainda não estudaram, mas apa-
recem nos textos autênticos?
• De que forma você prepara as turmas para a leitura de textos com temas sensíveis?
• Você explora o suporte apresentado para contextualizar o texto e mostrar aos alunos que ele pode ser
encontrado no mundo real, tal como é apresentado no livro?
• Você usa outros materiais autênticos complementares? Com que finalidade é possível recorrer a eles?

XVI

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D. Os gêneros textuais e discursivos
Nesta coleção, adotamos a concepção de gênero exposta por Marcuschi (2010,
p. 23), segundo a qual o gênero corresponde a “uma noção propositalmente vaga para
referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam
características sociocomunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, es-
tilo e composição característica”.
Nos últimos anos, o estudo de gêneros textuais e discursivos ganhou notoriedade nas
aulas de línguas (maternas ou estrangeiras) no Brasil (BEZERRA, 2017). Ainda na década
de 1990, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) já indicavam o trabalho com gêneros
como um conteúdo desejável nas aulas de língua portuguesa. O espaço destinado a esse
trabalho indica uma tentativa de aproximar dos alunos uma análise crítica da realidade que
os cerca. Como observa Marcuschi (2010), os gêneros são fenômenos históricos que não
podem ser desvinculados da vida social, uma vez que colaboram para a organização das
“atividades comunicativas” do cotidiano e surgem juntamente a novas necessidades e no-
vas atividades socioculturais. Por isso, os gêneros apresentam grande maleabilidade e “não
são instrumentos estanques e enrijecedores da ação criativa” (MARCUSCHI, 2010, p. 19).
O trabalho com gêneros pode favorecer o aprendizado da língua inglesa porque os
alunos partem de textos com características semelhantes, com os quais já estão habi-
tuados em sua língua materna. Portanto, as estruturas e os conteúdos tendem a funcionar como
ponto de partida e facilitar o percurso dos alunos. Como os textos se organizam com características
razoavelmente estáveis em relação a outros textos com propósitos e públicos semelhantes, esse
aprendizado contribuirá também para a competência leitora dos alunos e para sua autonomia
em contextos extraescolares. Para Marcuschi (2010, p. 22), “embora os gêneros textuais não se
caracterizem nem se definam por aspectos formais, sejam eles estruturais ou linguísticos, e sim
por aspectos sociocomunicativos e funcionais, isso não quer dizer que estejamos desprezando
a forma”. Em consonância com essa visão, buscamos trabalhar os gêneros de maneira global,
explicitando aos alunos os casos em que o gênero pode ser predominantemente definido por
sua forma, por sua função, ou ainda pelo suporte no qual se encontra.
Muito se tem discutido acerca das nomenclaturas para os gêneros textuais e discursivos
(ADAM, 2008; BALTAR, 2003; RODRIGUES, 2005; ROJO, 2005). Nesta coleção, buscamos
alinhar nossa abordagem às ideias de Bezerra (2017). De acordo com o autor, o gênero “não
é ou discursivo ou textual, mas é simultaneamente indissociável tanto do discurso quanto do
texto e seria um equívoco reduzi-lo a qualquer um desses polos” (BEZERRA, 2017, p. 13).
Tradicionalmente, a abordagem dos gêneros textuais se restringia à sua estrutura
composicional e de linguagem, enquanto a abordagem dos gêneros discursivos tinha
como foco aspectos como a finalidade do texto, sua função social, o suporte de publica-
ção, o contexto de produção e aspectos sócio-históricos. Na coleção, buscamos trabalhar
todos esses elementos de forma integrada, tanto em textos orais, quanto escritos.
Nossa meta foi construir propostas fundamentadas na ideia de que, “a partir do gê-
nero, tanto o texto quanto o discurso podem ser relacionados produtivamente com o seu
contexto cognitivo e social, e assim tanto o estudo teórico quanto a aplicação pedagógica
se tornam muito mais viáveis e eficazes” (BEZERRA, 2017, p. 12).

Para refletir

• Atualmente, você recorre a textos de gêneros variados em suas aulas? Em caso negativo, como poderia
incluir esse trabalho?
• Em sua opinião, que gêneros precisam ser levados para a sala de aula com a finalidade de que os alunos
desenvolvam as habilidades comunicativas orais e escritas na língua inglesa?

XVII

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E. Avaliação formativa e autoavaliação
Nesta coleção, o processo de avaliação dos alunos ocorre no decorrer de todas as aulas.
Funciona como um mecanismo de identificação de carências e planejamento de ações para
supri-las. Esse processo permeia o material e culmina na seção Check your Understanding,
quando ocorre uma retomada sucinta dos principais assuntos apresentados na unidade, se-
guida de um momento de sistematização de itens para autoavaliação, a seção Now it’s on
You. O objetivo é que a avaliação seja um processo contínuo e que tenha caráter cumulativo,
como aponta a LDB, em seu artigo 24, inciso 5, alínea a, “com prevalência dos aspectos qua-
litativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais
provas finais (BRASIL, 1996).
Alguns dos conceitos relevantes para a construção de nossas propostas de avaliação
são a avaliação diagnóstica e a avaliação formativa, que, segundo Rocha (2014), têm sido
considerados sinônimos dentro do discurso pedagógico. Os dois conceitos são usados
em referência a um processo de avaliação que permeia o ensino e a aprendizagem e tem
como objetivo regulá-los.

Ou seja, a avaliação diagnóstica pode ser entendida como aquela que verifica se o aluno aprendeu aquilo
que lhe foi ensinado, a fim de identificar dificuldades de aprendizagem a serem superadas. Assim dimensio-
nada, a avaliação diagnóstica (formativa) tem a função de orientar o ensino, o (re)planejamento do trabalho
desenvolvido em sala de aula, com foco na aprendizagem do aluno. É importante observar que, em ambas
as possibilidades interpretativas, a avaliação diagnóstica é um instrumento da interação pedagógica que tem
como foco parte de um percurso da aprendizagem, visando à delimitação de pontos de partida e/ou de reto-
mada para o ensino. Para ser qualificada como diagnóstica, uma avaliação precisa privilegiar os processos de
ensino e aprendizagem e não a indicação de notas, classificações ou hierarquizações. À avaliação diagnóstica
caberia contribuir para a identificação de habilidades e/ou competências que o aluno já domina, auxiliando
na apreensão daquilo que precisa ser ensinado. Na concepção diagnóstica de avaliação, a apreensão de difi-
culdades de aprendizagem, visa à delimitação de estratégias voltadas à sua superação e não à produção de
classificações ou hierarquias de excelência. (ROCHA, 2014)

Buscamos construir um processo de avaliação que seja formativo, ajudando alunos e


professores a examinar os resultados da aprendizagem ocorrida ao longo das unidades,
acompanhando a construção do conhecimento, identificando eventuais dificuldades de
modo a superá-las antes de propor maiores desafios aos alunos, conduzindo a construção
de um portfólio dos alunos no decorrer do ano escolar e promovendo o desenvolvimento
da relação aluno-professor, seguindo a ideia de que a avaliação formativa pode acontecer
por meio da proximidade entre professores e alunos.
Para além da avaliação formativa, a coleção também proporciona momentos de au-
toavaliação, destinados ao desenvolvimento de autonomia e senso de responsabilidade
por parte dos alunos. Para que seja efetiva, os objetivos são expostos aos alunos no
início de todas as unidades, de modo que a avaliação esteja diretamente relacionada a
eles. A clareza de objetivos é fundamental para que os alunos tenham parâmetros para
administrar o próprio progresso, habituem-se a fazer autocríticas e reconheçam suas
necessidades.
Acreditamos na importância de o professor acompanhar os alunos e dar feedback a
eles quando necessário, uma vez que os erros e acertos dos alunos são bastante informa-
tivos e servem como diagnóstico do que precisará ser feito posteriormente. Para tanto, a
obra estrutura algumas estratégias a fim de que seja possível avaliar os alunos quanto ao
modo como leem, escrevem, ouvem e falam.

XVIII

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A habilidade de leitura é avaliada mediante a apresentação de um novo texto para
os alunos. Nesses momentos, eles são conduzidos por atividades que propiciam o de-
senvolvimento de estratégias como localização de informações específicas, compreensão
geral do texto, identificação da ideia principal, realização de inferências, compreensão de
trechos específicos, conjecturas acerca de intencionalidades do texto, entre outras. Ao
longo da realização das atividades, o professor pode identificar quais delas se mostraram
mais desafiadoras para os alunos e consultar o livro para checar as habilidades que elas
mobilizam. Dessa forma, o professor tem autonomia para diagnosticar as fragilidades
da turma e para ampliar o trabalho, retomando outros trechos do texto, retrabalhando
aspectos lexicais ou gramaticais, quando necessário, e criando novas oportunidades de
desenvolvimento das estratégias que ainda não foram dominadas de modo satisfatório.
Ao final das atividades, há propostas de reflexão crítica vinculadas à leitura, o que cons-
titui uma nova oportunidade para o diagnóstico do desempenho da turma quanto à
compreensão leitora.
A habilidade de produção escrita é trabalhada de forma processual, de modo que
tanto os alunos quanto o professor possam identificar quais etapas geram dificuldades
para a turma e planejar estratégias para saná-las. A fim de garantir uma avaliação con-
tínua dos alunos, há sugestões constantes no manual para que o professor acompanhe
o trabalho realizado pelos alunos e faça intervenções quando necessário. Ao final das
seções de produção escrita, há perguntas reflexivas cujo intuito é propiciar aos alunos um
momento de autoavaliação. As etapas de condução da escrita também podem ser con-
sideradas critérios previamente estabelecidos que ajudarão os alunos a identificar quais
foram ou não cumpridos (e qual foi o rendimento deles ao realizar cada uma das etapas).
Isso contribui para que as necessidades dos alunos sejam reconhecidas e satisfeitas por
meio de uma parceria entre alunos e professor.
A habilidade de escuta (ou compreensão auditiva) pode ser mais desafiadora
quanto à avaliação, uma vez que o diagnóstico é feito com base em atividades que
mobilizam outras habilidades (como a identificação das palavras, a interpretação de
texto, o repertório lexical, entre outras). Para garantir que a avaliação desse trabalho
seja formativa, é importante ajudar os alunos a analisar a própria aprendizagem e a
identificar quais pontos precisam de mais atenção. Estabelecer critérios claros para os
alunos, explicitando o objetivo de cada escuta, é uma maneira de ajudá-los a identi-
ficar as próprias dificuldades e de reconhecer que estratégias poderão contribuir para
o progresso dos alunos. A possibilidade de que eles ouçam o áudio repetidas vezes
enquanto acompanham a transcrição na seção Audio Scripts também pode ser um
caminho para identificação e superação de dificuldades.
Por fim, a avaliação da habilidade de produção oral também pode levar em
conta vários fatores, como a participação do aluno nas etapas que foram designadas
a ele, a contribuição no planejamento do gênero oral e a fala de fato (inteligibilidade
das construções e da pronúncia). Como a produção oral não se destina somente à
fala, mas também à produção de um gênero oral, é importante que a avaliação do
rendimento dos alunos leve em conta também os demais fatores. Após os momentos
de produção oral, os alunos podem esclarecer as dúvidas que ainda têm e tomar no-
tas daquilo que consideram mais desafiador, a fim de que se responsabilizem progres-
sivamente pela própria aprendizagem e que sinalizem ao professor os aspectos que
forem requerer uma mediação maior. Essa análise funcionará como um diagnóstico
do progresso de cada um e, para além da avaliação, contribuirá para a formação dos
alunos, uma vez que daí podem sair estratégias de aprimoramento das habilidades.
Cumpre-se, assim, o objetivo primordial da avaliação formativa, que é permitir o
avanço das aprendizagens.

XIX

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Na coleção, nossas propostas de autoavaliação constituem uma ferramenta para
auxiliar os alunos a interpretar seu próprio desempenho, não somente quanto a ha-
bilidades e conteúdos trabalhados, mas também levando em conta aspectos atitu-
dinais. Assim, os alunos conseguem se informar sobre suas potencialidades e ne-
cessidades, enquanto os professores podem compreender melhor as demandas de
cada aluno (CLAUS; BARTHOLOMEU; SILVA, 2007). A regularidade das propostas de
autoavaliação, que permeiam as seções e são sistematizadas ao fim de cada unidade,
demonstra nossa segurança quanto ao valor pedagógico que pode exercer tanto para
alunos como para professores.

Para refletir

• Você tem o hábito de fazer avaliações diagnósticas com as turmas? Que informações é possível conseguir
por meio delas?
• Após a autoavaliação dos alunos, você costuma repensar as estratégias de ensino usadas?
• Ao elaborar os objetivos de aprendizagem para suas turmas, você considera os resultados das au-
toavaliações?
• Além de avaliações aplicadas para checar o quanto os alunos dominam o conteúdo trabalhado e das au-
toavaliações em que também refletem sobre aspectos atitudinais, que outras ferramentas avaliativas você
costuma usar?

Esta coleção foi desenvolvida com base nos pressupostos resumidos nestas Orienta-
ções Gerais. Esperamos que as propostas de reflexão ajudem a aproximar essas teorias
das suas práticas docentes. Agora, apresentaremos a estrutura da obra, explicitando os
objetivos das partes que a compõem.

XX

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5. Estrutura da coleção
Esta coleção é composta de quatro volumes, um para cada ano do Ensino Fundamental II.
Cada volume tem 192 páginas no total, divididas em uma unidade introdutória (Getting
Started); seis unidades temáticas; uma seção especial denominada Interconnecting a
cada três unidades; atividades extras para todas as unidades (Extra Practice); sistemati-
zação da gramática referente às seis unidades do livro (Grammar Overview); transcrição
dos áudios (Audio Scripts) e mais quatro páginas com uma seção especial variável de
acordo com o volume.
Além dos quatro volumes do livro do aluno, a coleção inclui Orientações Gerais
para o professor, um CD de áudio por volume e material digital para o professor.

A. Unidades
As unidades do livro são compostas de 22 páginas cada. Foram selecionados temas
relevantes para a faixa etária dos alunos, tanto por despertarem o interesse deles, como
por corresponderem a debates que visam à construção de uma sociedade justa, demo-
crática, inclusiva e igualitária.
Ao longo das unidades há seções e boxes descritos a seguir. As seções que têm posi-
unit
ção fixa na coleção são: a página Nesta unidade você vai…, que apresenta os objetivos
de aprendizagem em português, garantindo a compreensão dos alunos em relação às
propostas que serão apresentadas a ele; a abertura em página dupla, com imagens e
perguntas em português para uma discussão inicial entre os alunos; e as seções de auto-
avaliação Check your Understanding e Now it’s on You, que fecham todas as unida-
des. A cada unidade, o conteúdo é reorganizado para melhor aproveitamento dos alunos
quanto aos textos lidos e ouvidos e às propostas de produção escrita e oral.
Em todos os volumes, há uma unidade inicial chamada Getting Started. No 6o ano,
ela serve ao propósito de apresentar aos alunos o funcionamento do livro, a fim de que
eles conheçam melhor o material e possam ser progressivamente autônomos em relação
ao seu uso, além de apresentar elementos linguísticos relacionados à sala de aula e de
propiciar a ativação do conhecimento prévio relativo à língua inglesa. Nos anos seguintes,
essa unidade é dedicada a uma revisão dos conteúdos e das habilidades do ano anterior,
de modo que seus conhecimentos prévios sejam recuperados e mobilizados para a con-
tinuidade de sua formação.
As unidades são acompanhadas por um manual específico, no qual o professor encon-
tra respostas e orientações referentes às atividades do livro do aluno. Além disso, também
pode haver propostas de interdisciplinaridade e sugestões para a composição de um por-
tfólio. As propostas de trabalho interdisciplinar visam contribuir para a superação da visão
fragmentada que se pode ter acerca dos campos de conhecimento. A interdisciplinaridade
propicia um aprendizado mais reflexivo, colaborativo e contextualizado. Levamos em conta
também o fato de que, conforme mencionado na Base Nacional Comum Curricular (p.
242), “práticas leitoras em língua inglesa compreendem possibilidades variadas de con-
textos de uso das linguagens para pesquisa e ampliação de conhecimentos de temáticas
significativas para os estudantes, com trabalhos de natureza interdisciplinar”. Já o portfólio
constitui importante ferramenta de avaliação, porque oferece aos alunos a oportunidade de
perceber como sua aprendizagem foi desenvolvida ao longo do tempo, ajudando-os a re-
fletir sobre seus avanços e dificuldades, propiciando a formação de aprendizes autônomos
e responsáveis por sua educação. Além disso, como os portfólios registram os passos dados
por cada aluno rumo ao domínio de uma habilidade ou de diferentes conteúdos, deve servir
para diferentes destinatários: os pais, que, ao terem contato com esse material, percebem
o avanço dos filhos; os professores, que, ao refletirem sobre as peculiaridades que cada
criança mostrou em suas produções (sejam elas evoluções ou carências), conseguem um

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diagnóstico preciso para planejar a continuidade do trabalho; e, por fim, os próprios alu-
nos, que, analisando como em uma linha do tempo aquilo que desenvolveram, podem se
satisfazer ao notar o quanto aprenderam. Por constituir uma ferramenta viva, que está em
constante desenvolvimento, o portfólio pode ser usado para investigar o processo educati-
vo e levar a reflexões sobre como aprimorá-lo.
No manual específico também há atividades e informações complementares.

B. Seções
A coleção apresenta seções e apêndices baseados nos eixos da Base Nacional Co-
mum Curricular (BNCC). As seções são destinadas prioritariamente ao trabalho com ora-
lidade, leitura, escrita e conhecimentos linguísticos, sempre permeadas pela ideia de que
o aprendizado não se restringe ao domínio da língua e que deve contribuir também para
a formação integral dos alunos.
No início de cada uma das seções, explicitamos para os alunos a proposta da seção,
o modo como ela se relaciona com o conteúdo desenvolvido anteriormente e, eventu-
almente, de que forma o conteúdo da seção será retomado em momentos posteriores.
Essa informação é apresentada em língua portuguesa, a fim de que os alunos compre-
endam integralmente o intuito das aulas e possam se sentir motivados a se envolverem
ativamente. A seguir, descrevemos as seções que compõem esta obra.

Abertura
As aberturas ocupam duas páginas e trazem imagens relacionadas ao tema da unida-
de. O boxe Tune Into apresenta situações-problema para que os alunos façam a leitura
das imagens e participem de discussões de forma colaborativa, construindo um repertório
coletivo com os colegas. A abertura ocorre em português em todos os volumes, uma vez
que a apresentação do tema pode aumentar o engajamento dos alunos e facilitar a com-
preensão do restante da unidade.

Dig into Reading


Dig into Este é o espaço destinado à leitura e à compreensão de textos escritos autênticos
que tenham circulado tanto em países que têm o inglês como primeira língua como fora
reading deles. Alguns dos objetivos centrais são propiciar contato com temas contemporâneos
relevantes; incentivar a discussão e a reflexão crítica; ampliar o repertório cultural por
meio da leitura de textos de origens variadas; promover o letramento crítico; explorar
textos multimodais; assegurar apresentação e desenvolvimento de estratégias de leitura
etc. São apresentados textos de diferentes gêneros e esferas de circulação, tanto literários
como não literários.
Embora o trabalho com os textos também ocorra de modo a propiciar discussões
sobre assuntos relevantes para a sociedade e de interesse dos adolescentes, não se pode
perder de vista a necessidade de que os alunos aprendam a ler, a interpretar, a questionar
a própria compreensão daquilo que leram e a construir sentidos consistentes com base
na materialidade textual e no conhecimento de mundo que têm.
Cada unidade apresenta um ou dois textos principais (escritos por pessoas de diver-
sas origens) e propõe um trabalho de análise do gênero textual e discursivo, com inter-
pretação de texto e dicas para que a competência leitora dos alunos seja aprimorada a
cada texto lido. No 6o ano, quando o repertório linguístico dos alunos ainda está sendo
construído, procuramos oferecer uma quantidade maior de textos para leitura e desen-
volver habilidades de leitura mais simples. À medida que os alunos avançam nos estu-
dos, a complexidade das habilidades trabalhadas aumenta, motivo pelo qual reduzimos a
quantidade de textos a que eles serão expostos.

XXII

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As atividades propiciam que os alunos desenvolvam desde habilidades mais intro-
dutórias, como a localização de informações explícitas no texto, até habilidades mais
complexas, como a inferência, o reconhecimento do que está implícito, a distinção entre
fato e opinião, o reconhecimento de estratégias de persuasão, a compreensão de texto
não verbal, entre outras. A análise do gênero se dá nos âmbitos textual e discursivo, uma
vez que os alunos são convidados a refletir sobre os recursos linguísticos empregados, a
estrutura composicional do texto, sua função social, quem o produz e para quem, com
que finalidade, em que suporte etc.
As atividades desta seção foram planejadas de modo processual, prevendo-se etapas
com funções de pré-leitura, leitura e pós-leitura. Esse conjunto de etapas inicia-se com
o levantamento de conhecimentos prévios dos alunos, o que eventualmente pode se rela-
cionar ao assunto do texto, à estrutura composicional, ao suporte e até mesmo à função
social, quando pertinente. Em seguida, os alunos partem para a leitura propriamente dita,
em que são instruídos a adentrar o texto e a usar estratégias para a compreensão geral
e para a compreensão específica do texto, analisando também a estrutura do gênero e
as condições de sua produção e circulação. Após essa análise, os alunos ponderam sobre
o que leram e discutem entre si, refletindo criticamente sobre o texto e relacionando-o
com a própria realidade ou com o meio em que vivem. Como a compreensão detalhada
de um texto pode demandar várias leituras, os alunos precisam habituar-se a revisitar um
mesmo texto diversas vezes, razão pela qual trechos específicos são retomados em várias
atividades. O propósito das atividades de reflexão, apresentadas no boxe Think It Over, é
desenvolver o letramento crítico e valorizar as vivências dos alunos. Além dessa razão, as
perguntas também são formuladas em português para que a reflexão não se restrinja ao
nível linguístico dos alunos e possa ser feita com a complexidade que cada tema requer.
Esperamos que ao final de cada volume os alunos tenham tido a oportunidade de
ler com diferentes finalidades: para pesquisar, para revisar, para se divertir ou por prazer,
para aprender, para refletir, para encontrar informações específicas, para comparar tex-
tos, para rever suas opiniões, para identificar intencionalidades, para aprender a expor
ideias e argumentos, para agir no mundo, para se posicionar de forma crítica, para seguir
instruções, para compreender recursos retóricos, para verificar o que compreenderam,
entre outros objetivos. A variedade contribuirá para a construção de repertório, para o
desenvolvimento de sua autonomia leitora e para atender às necessidades de letramento
desses alunos que estão em processo de apropriar-se da língua inglesa.

Words in Action
Esta seção é destinada à consolidação e à expansão de repertório lexical. Em todas as
unidades, o vocabulário é apresentado com base em campos lexicais específicos relacio-
words in
nados a ela. O objetivo é proporcionar aos alunos um repertório mais amplo, que reflita action
a diversidade linguística existente em diferentes países e usada por diferentes grupos so-
ciais, e que seja significativo para as experiências deles. São recuperados termos ou assun-
tos dos textos orais e/ou escritos já apresentados aos alunos, de modo que a exploração
dos conjuntos lexicais ocorra sempre de forma contextualizada. Espera-se, assim, que os
alunos sejam mais autônomos na ampliação do próprio vocabulário e no reconhecimento
de palavras ao fazerem leituras em contextos extraescolares.
Como a expansão dos itens lexicais que os alunos dominam é fundamental para sua
competência leitora e para a comunicativa em geral, diversas estratégias de ampliação de vo-
cabulário fazem parte da seção, como apresentação de sinônimos e antônimos, falsos cogna-
tos em contexto, palavras polissêmicas em contexto, criação de diagramas ou mapas mentais
para organização dos campos lexicais, entre outras. A elaboração desse repertório linguístico
ocorre sempre concomitantemente com a conscientização acerca da importância de valorizar
a heterogeneidade de usos linguísticos que caracteriza as sociedades contemporâneas.

XXIII

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Listen Up!
listen up! Nesta seção, dedicamo-nos ao desenvolvimento de estratégias de escuta e com-
preensão de textos orais. São apresentados aos alunos textos orais oriundos de diferentes
países, garantindo, assim, a diversidade de variantes linguísticas, bem como das respec-
tivas pronúncias e prosódias, e também uma variedade de gêneros, como trechos de fil-
mes, vlog, discurso, audiodescrição, relato, resenha, anúncio, receita, previsão do tempo,
mesa-redonda, entre outros.
Os alunos são continuamente incentivados a perceber que a inteligibilidade dos tex-
tos orais não depende da compreensão de todos os termos usados e que podem valer-se
de estratégias para tornar a compreensão do que ouvem mais eficiente. Todos os áudios
usados são autênticos, o que contribui para que os alunos analisem aspectos do gênero,
o contexto de produção, a finalidade e a real função social de cada texto. São disponi-
bilizados áudios de falantes de nacionalidades variadas, a fim de que os alunos possam
treinar a escuta de modo mais amplo, não se restringindo a falantes nativos.
As atividades buscam conduzir os alunos de maneira processual, uma vez que são pro-
postas etapas de preparação pré-escuta, de estratégias durante a escuta e de discussão
pós-escuta. Na primeira delas, pode-se levantar conhecimentos prévios dos alunos acerca
do tema sobre o qual eles vão ouvir; solicitar que leiam itens ou enunciados das atividades
para fazer antecipações e formular hipóteses acerca do que vão ouvir; fazer brainstorming
de assuntos ou palavras que podem aparecer no áudio etc. Em seguida, apresentamos es-
tratégias de compreensão global, específica e detalhada, a fim de que os alunos construam
caminhos para lidar com textos orais de modo autônomo, acostumando-se com as diferenças
de pronúncia e prosódia e aprendendo a fazer deduções quando não entendem ou não re-
conhecem algumas palavras. Os textos orais fornecidos podem ser multimodais e de cunhos
variados, como descritivo, narrativo, informativo, jornalístico, argumentativo, entre outros.
Nesta etapa, os alunos conhecem estratégias como a identificação de palavras cognatas, o
levantamento de palavras-chave, o reconhecimento de pistas do contexto discursivo, entre
outros. Por fim, a última etapa promove uma reflexão que pode expandir a discussão do
tema, fazer comparações com o contexto e as vivências dos alunos e/ou convidá-los a pensar
e posicionar-se criticamente acerca do que foi analisado.
Have your Say
Esta seção é destinada à produção oral, em que os alunos não vão apenas con-
versar, e sim elaborar textos orais com as características de cada gênero especificado
nas unidades. As propostas se baseiam em situações de uso autêntico da língua, de
modo que os alunos possam se preparar progressivamente para contextos e usos
reais, como concordar, discordar, convencer, apresentar uma ideia, solicitar esclareci-
mento, confirmar a compreensão de algo, exemplificar, interagir, pedir a voz, explicar
mal-entendidos, usar recursos coesivos, fazer relatos e resenhas, apresentar receitas,
apresentar argumentos para convencer etc. Por meio dessas situações, os alunos tam-
bém têm a oportunidade de aprimorar seu convívio social e os laços afetivos.
Nesta seção, é retomado o trabalho com gêneros orais, explorando os objetivos de
quem fala, a situação e o ambiente em que a fala acontecerá, quem são os ouvintes e
que adequações de linguagem são pertinentes às circunstâncias de uso. Inicialmente, são
privilegiados os usos da língua inglesa com funções de interação e convivência em sala de
aula. Progressivamente, os alunos passam a produzir textos orais mais complexos, sempre
com a mediação do professor, e são instruídos quanto à possibilidade de que o intercâm-
bio oral ocorra por meio de recursos linguísticos e extralinguísticos. Também é possível
que os alunos precisem recorrer a diferentes linguagens (corporal, sonora, digital, entre
outras.) para realizar as produções orais desta seção. O objetivo final do trabalho é que
os alunos desenvolvam autonomia crescente na produção de textos orais.

XXIV

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A Look into Language
Esta é a seção dedicada à gramática, em que recuperamos trechos de textos (orais e/ a look into
ou escritos) já trabalhados e chamamos a atenção dos alunos para algum aspecto linguís- language
tico. Sempre que possível, também buscamos propor reflexões sobre adequação da lín-
gua e sobre inteligibilidade, mantendo assim a coerência com o fato de o inglês ser uma
língua franca. Reforçamos que todo o trabalho com o desenvolvimento de repertórios
linguístico-discursivos acontece em consonância com o reconhecimento e a valorização
da diversidade linguística.
A gramática é apresentada em todas as unidades de forma indutiva e contextualiza-
da, o que significa que convidamos os alunos a analisar trechos dos textos e, com base
neles, inferir uma regra (SILVIA, 2010). A proposta é que as convenções linguísticas sejam
adquiridas com base na compreensão de exemplos de uso real (THORNBURY, 2002), o
que também contribui para o reconhecimento das heterogeneidades linguísticas.
Nesse ponto, alinhamo-nos a Widodo (2006), para quem, entre as vantagens de usar
o método indutivo para ensinar gramática, estão o fato de os alunos habituarem-se a fa-
zer a descoberta das regras, o que aumenta a autonomia deles; o nível de compreensão
mais profundo que a descoberta proporciona; o fato de os alunos agirem de modo mais
ativo no próprio processo de aprendizagem, o que aumenta a motivação deles; e o fato
de essa abordagem envolver habilidades de reconhecimento de padrões e de resolução
de problemas, o que pode suscitar o interesse dos alunos por ser desafiante e motivador.
Com base nesses pressupostos, elaboramos atividades que promovem a iden-
tificação e o uso da estrutura que está sendo trabalhada, a síntese do que foi
identificado e uma consolidação do que foi estudado. Por se tratar de atividades
metalinguísticas, uma vez que fazemos uso da língua para explicar aspectos da
língua, adotamos o uso da língua portuguesa como andaime nesta seção sempre
que necessário. Podem ser feitas comparações entre a língua materna e a língua
inglesa sempre que o conhecimento prévio dos alunos acerca da língua portugue-
sa puder favorecer o aprendizado do inglês.
Put it on Paper
Este é o momento destinado à produção escrita. Cada proposta leva em conta o
gênero do texto, um tema trabalhado na unidade e as etapas necessárias para a escrita,
que estão detalhadas para os alunos.
Por se tratar de uma habilidade processual, foram planejadas atividades com função
de pré-escrita, escrita e pós-escrita. Esse processo é orientado a partir de um momento
de levantamento de conhecimentos prévios (tanto do assunto como das características do
gênero a ser produzido) e planejamento da escrita, passando pelo momento da escrita
em si, que é seguido pela etapa em que os alunos revisam, editam e/ou reescrevem o
que produziram, para finalmente refletirem sobre sua produção, sobre as produções dos
colegas e sobre as possibilidades de compartilhamento dos textos da turma.
Como apoio para o planejamento do texto, todas as seções Put it on Paper apresen-
tam uma síntese da proposta concentrada no quadro que traz as seguintes informações:
What to write?, What for?, To whom? e Where?. Os alunos também são continuamente
convidados a familiarizarem-se com o processo de peer review, quando um colega avalia
a produção e faz considerações de modo a contribuir com seu aprimoramento. Por se tra-
tar de uma etapa em que o trabalho colaborativo é de grande relevância para os alunos,
a orientação e intervenção do professor – seja alertando os alunos para a importância
de refletir sobre a linguagem que devem usar, a finalidade do texto, um público-alvo
possível, o suporte ou meio de publicação seja direcionando os alunos no momento da
reescrita do texto – têm grande valor.

XXV

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O encerramento do trabalho desta seção ocorre com uma reflexão acerca das
percepções dos alunos sobre o tema tratado (e eventuais mudanças de percepção),
das opiniões que eles têm a respeito das produções dos colegas e, quando possível,
com uma análise sobre a recepção de seus textos (impressões dos leitores, efeitos
pós-leitura, entre outros), ou seja, os alunos avaliam a própria produção, a produção
dos colegas e os possíveis impactos de seus textos. Todos esses passos podem contri-
buir para que as elaborações pessoais dos alunos sejam cada vez mais adequadas às
propostas, a fim de que consigam desenvolver um estilo próprio de escrita e para que
possam fazer produções escritas com autonomia.

Check your Understanding


check your Nesta seção, os alunos são convidados a retomar alguns dos temas, conteúdos e
understanding habilidades que permearam cada unidade.
Essa autoavaliação tem o objetivo de tornar os alunos cientes acerca do aproveita-
mento das aulas, autônomos em relação às suas necessidades e estratégias de estudos e
protagonistas do próprio processo de aprender.

Now it’s on You


NOW O propósito da seção Now it’s on You, presente em todos os fechamentos de unida-
it’s on
de, é que os alunos reflitam sobre a própria conduta e motivação no processo de aprendi-
YOU zagem e tracem um breve planejamento sobre como melhorá-lo. Nesta seção, os alunos
são convidados a fazer o próprio diagnóstico ao preencher uma tabela em seu caderno indi-
cando o desempenho que tiveram nas atividades da seção Check your Understanding. A
retomada da língua materna nesta seção é justificada pela necessidade de que os alunos
reflitam e se expressem livremente, buscando avaliar seu processo de aprendizagem de
maneira aprofundada, sem que os recursos da língua inglesa possam tolher sua seguran-
ça ao realizar essa análise e planejamento.
Neste momento, os alunos também podem discutir, de maneira colaborativa, estra-
tégias de estudos que serão adotadas para aperfeiçoar o desempenho individual e sanar
as dificuldades encontradas.

C. Seções especiais
Para além das seções que compõem as unidades, a coleção conta também com se-
ções especiais, que serão descritas a seguir.

Interconnecting
Presente em todos os volumes, esta seção aparece a cada três unidades com o obje-
tivo de promover uma reflexão crítica acerca da presença da língua inglesa na sociedade
brasileira e no mundo. O objetivo é que as reflexões referentes à interação entre diferen-
tes culturas contribuam para a construção de relações respeitosas e para a valorização da
diversidade de povos e culturas. Nesta seção, os alunos terão a oportunidade de refletir
sobre de que modo a língua inglesa está inserida no cotidiano deles; quais são os países
que têm o inglês como língua materna ou oficial; como a língua inglesa pode variar ao
redor do mundo; qual é o papel da língua inglesa no mundo atualmente; como ocorreu
a expansão da língua inglesa ao longo do tempo; como a língua inglesa pode ajudar a
moldar nossas identidades em um mundo globalizado; e como a aprendizagem do inglês
pode contribuir para a inserção dos sujeitos nesse contexto.

Dictionary Dictionary Practice


practice Esta seção está presente no volume do 6o ano e traz atividades para que os alunos
conheçam os recursos disponíveis em dicionários e aprendam a usufruir deles. O objetivo

XXVI

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é apresentar a organização e os usos de dicionários bilíngues, de modo que os alunos
se tornem autônomos em suas pesquisas. A apresentação das atividades acontece em
língua portuguesa, para assegurar que os alunos se apropriem desse recurso sem que a
língua inglesa possa funcionar como barreira para sua compreensão.

Internet Research Internet


Esta seção está presente no volume do 7o ano e tem por objetivo a promoção do research
letramento digital. Por meio de atividades, os alunos aprenderão maneiras de realizar pes-
quisas na internet com eficiência, utilizando diferentes mecanismos de busca, e refletirão
sobre como avaliar a confiabilidade das informações que estão disponíveis na internet.

The Fun of Reading The fun of


Esta seção está presente no volume do 8o ano e é dedicada à fruição literária. Os reading
alunos são convidados a apreciar um texto literário em inglês e refletir sobre o prazer da
leitura. Além disso, são fornecidas dicas sobre como eles podem desenvolver o gosto pela
leitura e transformá-lo em uma atividade que reúna colegas e amigos. O propósito é des-
pertar o interesse dos alunos para que conheçam obras do patrimônio cultural difundido
em língua inglesa e possam apreciar manifestações artísticas de diversos países.

Study Skills Study


o
Esta seção está presente no volume do 9 ano e tem como objetivo propiciar refle- skills
xões acerca do processo de aprendizagem dos alunos, a fim de que sejam cada vez mais
autônomos nesse processo. Para tanto, apresenta algumas estratégias de estudo que po-
dem ser úteis para os alunos nas mais variadas disciplinas e que podem ser aproveitadas
também na vida extraescolar.

D. Boxes
Neste material, as orientações relacionadas a aspectos como pronúncia, estratégias
de aprendizagem, dicas para a realização das atividades, dicas sobre letramento digital e
informações culturais, além de outras destinadas aos alunos, são apresentadas em boxes.
Como os boxes não são destinados à elaboração de repertórios linguísticos, optou-se
pelo uso da língua portuguesa na maior parte dos casos, conforme explicitado a seguir.
Abaixo descrevemos os boxes presentes na coleção.
Tune Into
As perguntas deste boxe aparecem na abertura de cada unidade e têm por objetivo,
TUNE
inicialmente, levar os alunos a fazer uma leitura crítica e detalhada das imagens apresen-
tadas, buscando identificar temas gerais e discutir os assuntos relacionados a elas. Além into
disso, há o propósito de relacionar as imagens a conhecimentos prévios dos alunos, sus-
citando uma discussão que desperte o interesse pelos temas tratados na unidade e que
prepare a turma para as demais seções.
As perguntas desse boxe são apresentadas em português em todos os volumes, visto
que algumas discussões podem trazer temas desafiadores, sendo necessário que os alu-
nos possam se expressar livremente. Além disso, a introdução ao tema pode aumentar o
engajamento dos alunos e facilitar a compreensão do restante da unidade.
Think it Over
As perguntas deste boxe aparecem sempre que os alunos são convidados a refletir
sobre um tema relevante que tenha se destacado a partir de uma discussão ou texto. Tra- Think it OVER

ta-se de um momento de letramento crítico, discussão e reflexão. Por isso, o boxe apare-
ce frequentemente no encerramento de seções, com função de promover um momento
de pós-leitura, pós-escuta, pós-escrita e pós-fala, por exemplo.

XXVII

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Em todos os volumes, a discussão desse boxe é conduzida em língua portuguesa,
visto que a reflexão e a discussão podem ser mais aprofundadas dessa maneira, benefi-
ciando-se do repertório em língua materna dos alunos. As reflexões têm o intuito de pro-
mover a autonomia, a responsabilidade e a consciência crítica dos alunos, uma vez que
são convidados a argumentar para defender pontos de vista, a buscar dados confiáveis
acerca de suas ideias, a discutir caminhos para promover os direitos humanos, a ter um
posicionamento ético em relação ao planeta, entre outros.
Top Tip
Este boxe pode aparecer em qualquer seção e apresenta dicas variadas para os alu-
nos, como estratégias de leitura, técnicas de estudo ou outras que os auxiliem na reali-
zação de alguma atividade. Nele, são apresentadas estratégias que os alunos usarão não
Top TIP
somente na escola, mas também em contextos extraescolares, razão pela qual o desen-
volvimento da autonomia é um dos propósitos dessas dicas.
O conteúdo do Top Tip é apresentado em português em todos os volumes, pois é
primordial que os alunos compreendam a estratégia ensinada. Algumas dicas ajudarão os
alunos a ampliar o seu repertório linguístico, mas há também dicas sobre escrita, leitura,
compreensão auditiva, entre outras.
Sounds
SOUNDS O boxe Sounds é destinado ao trabalho com a pronúncia, a entonação e o ritmo
de textos estudados na seção ou de textos escritos cuja pronúncia configure um desafio
para os alunos brasileiros. A apresentação ocorre sempre de modo contextualizado, uma
vez que todos os aspectos selecionados para esse boxe são baseados em termos que
apareceram previamente para os alunos e cuja pronúncia, entonação ou prosódia pode
gerar dificuldades.
Os critérios para a definição dos conteúdos deste boxe são os aspectos que influen-
ciam diretamente na comunicabilidade (identificação e reprodução). Por não privilegiar-
mos uma reprodução que vise à aproximação de uma variante específica, o objetivo do
boxe é contribuir para que os alunos se atentem a aspectos que interferem na inteligibili-
dade, sem a necessidade de reproduzirem as variantes de países específicos. Por ter con-
teúdo metalinguístico, que oferece suporte para o desenvolvimento de uma habilidade
específica, é apresentado em língua portuguesa.
Culture Drops
Culture
DROPS Traz informações culturais relevantes relacionadas ao contexto trabalhado (persona-
lidades, lugares, fenômenos, diferenças culturais etc.). Ele pode aparecer em qualquer
seção e tem por objetivo ampliar a compreensão dos alunos a respeito do assunto tratado
ou contextualizar histórica e socialmente os textos selecionados, sempre que necessário.
Também pode ajudar a despertar a curiosidade intelectual dos alunos.
O boxe traz informações em língua portuguesa nos volumes do 6o, 7o e 8o anos,
passando a ser apresentado em língua inglesa a partir do volume do 9o ano, quando os
alunos já têm um repertório significativo. Além disso, por se tratar de informação extra,
os alunos têm neste momento uma oportunidade adicional de leitura.

Digital Smarts
Este boxe propicia um trabalho com competências digitais com o propósito de am-
pliar o letramento digital dos alunos. Para tanto, apresenta dicas, sugestões, orientações
Digital SMARTS
e recomendações a respeito do uso inteligente de tecnologia. Por se tratar de um conteú-
do de apoio para a construção de autonomia dos alunos, optamos por disponibilizá-lo em
língua portuguesa em todos os volumes.

XXVIII

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Com as dicas, espera-se que os alunos possam compreender as tecnologias digitais e
utilizá-las de maneira ética, crítica e reflexiva, apropriando-se das melhores ferramentas e
práticas para interagir, fazer pesquisas, selecionar e disseminar informações.

To Know More
Este boxe tem o objetivo de proporcionar aos alunos uma ampliação dos temas de- To know MORE
batidos. Ao final de cada unidade, trazemos sugestões de livros, sites, filmes ou outras
produções culturais adequadas à faixa etária dos alunos a fim de que possam extrapolar
o trabalho feito em sala de aula. Essas sugestões complementam as propostas da unidade
e podem ajudar a aguçar a curiosidade dos alunos para que continuem engajados com o
estudo da língua inglesa.
E. Apêndices
Extra Practice
Este apêndice é constituído por atividades relacionadas a cada uma das unidades do
livro e tem por objetivo consolidar o trabalho já realizado com os alunos. É composto de
duas páginas por unidade, em que são retomadas algumas das habilidades trabalhadas,
sobretudo aquelas relacionadas às seções Dig into Reading, Words in Action e A Look
into Language. Em função de seu caráter de revisão, os alunos podem realizar as ativi-
dades com autonomia, cabendo ao professor a decisão de fazer uso das atividades em
sala ou designá-las como trabalho individual para os alunos fazerem em casa.
Vocabulary Log Vocabulary
Neste apêndice são listadas as palavras que compõem o glossário de cada volume.
LOG
Elas estão divididas por unidade, são organizadas em ordem alfabética e seguidas da
tradução correspondente. O significado apresentado para cada termo diz respeito ao sen-
tido da palavra no contexto em que se insere na unidade, a fim de que os alunos possam
fazer as leituras de maneira autônoma e eficaz.
Como critério para selecionar as palavras que compõem este apêndice, consideramos
a repetição delas ao longo dos textos, as palavras-chave para a discussão do assunto da
unidade e outras palavras importantes para compreensão dos textos (orais e/ou escritos)
ou para o repertório dos alunos.
Grammar Overview Grammar
Overview
Ocorrem aqui a revisão e a sistematização da gramática referente à seção A Look
into Language de cada uma das unidades. As explicações estão em português, para
permitir o estudo autônomo, e são organizadas de maneira lúdica, a fim de que sejam
atrativas para os alunos e de fácil utilização por eles. Essa sistematização tem o intuito de
expor para os alunos as convenções da língua inglesa de modo a reconhecer sua diversi-
dade e valorizar os usos que acontecem nas sociedades contemporâneas.
Audio Scripts
Aqui é disponibilizada a transcrição dos áudios que permeiam o livro e que não apa- AUDIO
scripts
recem por escrito nas unidades. Cada transcrição é precedida pela indicação do número
da faixa, página e número da atividade. Os alunos podem consultar essas páginas para
confirmarem a compreensão específica de partes dos áudios, para praticarem a escuta e
para conferirem a ortografia de palavras que tenham ouvido.

XXIX

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6. Guia de competências da BNCC
COMPETÊNCIAS GERAIS DA -as e valorizando-as como formas de significação da realidade e
expressão de subjetividades e identidades sociais e culturais.
BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR CA02 Conhecer e explorar diversas práticas de linguagem (artís-
CG01 Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente cons- ticas, corporais e linguísticas) em diferentes campos da atividade
truídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para enten- humana para continuar aprendendo, ampliar suas possibilidades
der e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para de participação na vida social e colaborar para a construção de
a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva.
CG02 Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem CA03 Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-moto-
própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crí- ra, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, para
tica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e senti-
testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclu- mentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao
sive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas. diálogo, à resolução de conflitos e à cooperação.
CG03 Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e cul- CA04 Utilizar diferentes linguagens para defender pontos de vis-
turais, das locais às mundiais, e também participar de práticas ta que respeitem o outro e promovam os direitos humanos, a
diversificadas da produção artístico-cultural. consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito
CG04 Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-mo- local, regional e global, atuando criticamente frente a questões
tora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, do mundo contemporâneo.
bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e CA05 Desenvolver o senso estético para reconhecer, fruir e res-
científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, peitar as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às
ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos mundiais, inclusive aquelas pertencentes ao patrimônio cultural
que levem ao entendimento mútuo. da humanidade, bem como participar de práticas diversificadas,
CG05 Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de infor- individuais e coletivas, da produção artístico-cultural, com respei-
mação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e to à diversidade de saberes, identidades e culturas.
ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se CA06 Compreender e utilizar tecnologias digitais de informação
comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conheci- e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas
mentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar
vida pessoal e coletiva. por meio das diferentes linguagens e mídias, produzir conhecimen-
CG06 Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e tos, resolver problemas e desenvolver projetos autorais e coletivos.
apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem
entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer esco- COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE LÍNGUA
lhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, INGLESA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
CELI01 Identificar o lugar de si e o do outro em um mundo plurilín-
CG07 Argumentar com base em fatos, dados e informações gue e multicultural, refletindo, criticamente, sobre como a aprendiza-
confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de gem da língua inglesa contribui para a inserção dos sujeitos no mun-
vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos do globalizado, inclusive no que concerne ao mundo do trabalho.
humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável
CELI02 Comunicar-se na língua inglesa, por meio do uso variado de
em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em
linguagens em mídias impressas ou digitais, reconhecendo-a como
relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.
ferramenta de acesso ao conhecimento, de ampliação das perspec-
CG08 Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e tivas e de possibilidades para a compreensão dos valores e interesses
emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reco- de outras culturas e para o exercício do protagonismo social.
nhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capa-
CELI03 Identificar similaridades e diferenças entre a língua in-
cidade para lidar com elas.
glesa e a língua materna/outras línguas, articulando-as a aspectos
CG09 Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a co- sociais, culturais e identitários, em uma relação intrínseca entre
operação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e língua, cultura e identidade.
aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade
CELI04 Elaborar repertórios linguístico-discursivos da língua in-
de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas
glesa, usados em diferentes países e por grupos sociais distintos
e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.
dentro de um mesmo país, de modo a reconhecer a diversidade
CG10 Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabi- linguística como direito e valorizar os usos heterogêneos, híbridos
lidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões e multimodais emergentes nas sociedades contemporâneas.
com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, susten-
CELI05 Utilizar novas tecnologias, com novas linguagens e mo-
táveis e solidários.
dos de interação, para pesquisar, selecionar, compartilhar, posi-
cionar-se e produzir sentidos em práticas de letramento na língua
COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS inglesa, de forma ética, crítica e responsável.
DE LINGUAGENS PARA O ENSINO CELI06 Conhecer diferentes patrimônios culturais, materiais e
FUNDAMENTAL imateriais, difundidos na língua inglesa, com vistas ao exercício da
CA01 Compreender as linguagens como construção humana, fruição e da ampliação de perspectivas no contato com diferentes
histórica, social e cultural, de natureza dinâmica, reconhecendo- manifestações artístico-culturais.

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7. Bibliografia
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CAROLINA DE JESUS PEREIRA
Mestre em Educação pela Universidade de São Paulo (área de
Linguagem e Educação), pós-graduada (lato sensu) em Tradução de
Inglês pela Universidade Gama Filho, bacharel em Letras pela
Universidade de São Paulo. Autora e editora de livros didáticos de
língua portuguesa e de língua inglesa, também foi professora de
inglês em cursos de idiomas, tradutora e professora de redação em
cursinho popular na cidade de São Paulo (SP). É idealizadora do
projeto Português é Legal.

SILENE CARDOSO
Mestre em Estudos Ingleses e Americanos pela Universidade de
Lisboa, Portugal, investigadora do Centro de Estudos Anglísticos da
Universidade de Lisboa, pós-graduada (lato sensu) em Estudos
Avançados em Língua Inglesa pelo Centro Universitário Anhanguera
de São Paulo, bacharel e licenciada em Letras pela Universidade de
São Paulo. Professora particular de inglês e português como língua
estrangeira, tradutora, autora e editora de materiais didáticos de
língua inglesa.

SIRLENE APARECIDA AARÃO


Doutora e mestre em Linguística Aplicada pela Pontifícia Universidade
ano
Católica de São Paulo (área de Linguagem e Educação), bacharel e
licenciada em Língua e Literatura Inglesa pela Universidade Federal
ENSINO
de Minas Gerais e pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
FUNDAMENTAL
Professora da rede particular de ensino (pré-vestibular e Ensino
Médio). Autora de material didático de língua inglesa para Ensino ANOS FINAIS
Médio, Educação de Jovens e Adultos e cursos preparatórios para o
vestibular e para o Exame Nacional do Ensino Médio. Trabalha com
cursos de formação de professores pré-serviço e em serviço.

SÔNIA MELO DE JESUS RUIZ


Doutora em Letras pela Universidade Federal Fluminense, mestre
em Estudos Americanos pela University of Massachusetts Boston
(EUA), licenciada em Letras pela Universidade Federal Fluminense e COMPONENTE CURRICULAR
em História pela Universidade Salgado de Oliveira. Lecionou no ensino
básico das redes pública e privada no Brasil e na rede pública bilíngue LÍNGUA INGLESA
em Framingham (EUA). Também ensinou em cursos de idiomas e em
escola internacional no Rio de Janeiro (RJ). Atualmente é professora
adjunta de língua inglesa do Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues
da Silveira da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAp-UERJ),
atuando na educação básica e na formação de professores.
1a edição – São Paulo – 2018

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Copyright © Carolina Pereira, Silene Cardoso, Sirlene Aarão, Sônia Melo, 2018

Diretor editorial Antonio Luiz da Silva Rios


Diretora editorial adjunta Silvana Rossi Júlio
Gerente Editorial Cayube Galas
Coordenadora editorial Ana Carolina Costa Lopes
Editores assistentes Carolina de Castro Nyerges, Danielle Mendes Sales,
Vivian Marques Viccino Maffei
Assessoria Magueda Lopes Souza
Colaboradora Daiane Aline Kummer
Leitura crítica Ana Larissa Adorno Marciotto Oliveira,
Joana Gabriela Mendes, Renata Quirino
Assessoria linguística Edward Ian Fleming Wilson
Gerente de produção editorial Mariana Milani
Coordenador de produção editorial Marcelo Henrique Ferreira Fontes
Gerente de arte Ricardo Borges
Coordenadora de arte Daniela Máximo
Projeto gráfico e capa Sergio Cândido
Supervisora de arte Patrícia De Michelis
Editor de arte Pedro Gentile
Diagramação Aeroestúdio
Tratamento de imagens Ana Isabela Pithan Maraschin, Eziquiel Racheti
Coordenadora de ilustrações e cartografia Marcia Berne
Ilustrações Dois de Nós, Guilherme Ashtma,
Ronaldo Barata, Wagner de Souza
Coordenadora de preparação e revisão Lilian Semenichin
Supervisora de preparação e revisão Beatriz Carneiro
Revisão Júlia Tomazini, Marcella Arruda,
Mônica Di Giacomo
Supervisora de iconografia e licenciamento de textos Elaine Bueno
Iconografia Alessandra Pereira, Erika Neves, Maria Ferreira
Licenciamento de textos Luiz Botter, Erica Brambila, Amanda Leite
Supervisora de arquivos de segurança Silvia Regina E. Almeida
Diretor de operações e produção gráfica Reginaldo Soares Damasceno

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)


(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Bridges 8º ano : ensino fundamental : anos finais / Carolina
de Jesus Pereira....[et al.]. --
1. ed. -- São Paulo : FTD, 2018.
Outros autores: Silene Cardoso, Sirlene Aparecida Aarão,
Sônia Melo de Jesus Ruiz.
"Componente curricular : língua inglesa."
ISBN 978-85-96-01878-4 (aluno)
ISBN 978-85-96-01879-1 (professor)
1. Inglês (Ensino Fundamental) I. Pereira, Carolina de
Jesus. II. Cardoso, Silene. III. Aarão, Sirlene Aparecida. IV.
Ruiz, Sônia Melo de Jesus.
18-20372 CDD-372.652
Índices para catálogo sistemático:
1. Inglês : Ensino fundamental 372.652
Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964

Em respeito ao meio ambiente, as folhas


deste livro foram produzidas com fibras
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610
obtidas de árvores de florestas plantadas,
de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à com origem certificada.

EDITORA FTD
Rua Rui Barbosa, 156 – Bela Vista – São Paulo – SP Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD
CEP 01326-010 – Tel. 0800 772 2300 CNPJ 61.186.490/0016-33
Caixa Postal 65149 – CEP da Caixa Postal 01390-970 Avenida Antonio Bardella, 300
www.ftd.com.br Guarulhos-SP – CEP 07220-020
central.relacionamento@ftd.com.br Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375

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apresentação
“Learning another
language is not Você já reparou como o inglês está presente
only learning em várias situações do seu dia a dia? Quantas
different words
canções, filmes, séries, sites e aplicativos utili-
for the same
things but zam o inglês? Diversas pessoas, de diferentes
learning another lugares e culturas, usam essa língua para se
way to think comunicar. E agora você fará parte desse grupo!
about things.” Para ajudá-lo nessa jornada de aprendiza-
Flora Lewis gem, esta coleção apresenta um conjunto de
textos orais e escritos que circularam em dife-
rentes partes do mundo. Eles foram produzidos
por falantes nativos e não nativos do inglês, e
isso vai possibilitar que você transite por dife-
rentes culturas de forma crítica. Da mesma forma, você será convi-
dado a produzir seus próprios textos e, assim, vai poder comunicar-
-se com pessoas de diferentes origens, expandir seus horizontes de
interação e ser um cidadão mais participativo. Para isso, você será
orientado a fazer escolhas sobre como usar a língua para expressar
suas ideias, sentimentos e valores. Mas, acima de tudo, essas esco-
lhas vão buscar a fluidez, a produção de sentido (inteligibilidade) e
não apenas a precisão gramatical. Além disso, a coleção também o
Compartilhar com os alunos uma
convida a ir além da sala de aula, buscando e explorando outros ma- tradução possível para a citação:
biografias copiadas do V. 6
teriais, como os indicados ao longo do livro, para ampliar ainda mais “Aprender uma nova língua não
significa apenas aprender palavras
seu contato com a língua inglesa. diferentes para as mesmas coisas,
mas aprender outro modo de
Cruzar fronteiras sem sair de seu próprio país; conhecer diferentes pensar sobre as coisas”. Perguntar
sotaques, repertórios linguísticos e culturais; perceber que a língua a opinião dos alunos acerca do
aprendizado de uma nova língua
inglesa, assim como todas as outras, pertence a todos e tem uma e que expectativas eles têm para
grande função social e política; reconhecer e respeitar as diferenças; o ano que se inicia.
refletir criticamente sobre si mesmo, o outro e o mundo; participar
como cidadão crítico na sociedade contemporânea. É isso que espe-
ramos que este material, em parceria com seu professor, colegas e
interação no mundo, proporcione a você!
Cuide bem de seu livro! Ele vai acompanhá-lo nessa travessia para
o conhecimento e, no próximo ano, será utilizado por outro aluno.
Bons estudos!

As autoras

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Table of
UNITS DIG INTO READING WORDS IN ACTION LISTEN UP!

pp. 6-12 GETTING STARTED

• healthy food
pp. 13-34 Promoting • ad • cooking techniques • recipe
Sustainable • cooking measurements
Food
• the environment
pp. 35-56
• natural risks
• fact sheet • weather forecast
Earth: Now • expressions of time and
and Tomorrow probability

• travel vocabulary • educational video


pp. 57-78 • online tour package program about sustainable
• prefixes and sufixes tourism
Hit the Road!

pp. 79-82 INTERCONNECTING 1 — United by Diversity

pp. 83-104 • article • physical appearance • panel discussion


What's
Beauty?

pp. 105-126 • article • the world of music • rap


What is Music
to You?

• adjectives describing
personality and character / • a passage of an
pp. 127-148 • excerpt of literature book
Are You a personal traits audiobook
Bookworm? • adjectives describing places

pp. 149-152 INTERCONNECTING 2 — More than Words

EXTRA PRACTICE VOCABULARY LOG THE FUN OF READING

pp. 153-166 pp. 167-169 pp. 170-173

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contents
A LOOK INTO PUT IT CHECK YOUR
HAVE YOUR SAY
LANGUAGE ON PAPER UNDERSTANDING

GETTING STARTED

• uncountable nouns • Self-assessment


• recipe • recipe
• quantifiers: some and any • Now it’s on You

• Self-assessment
• future – will • weather forecast • microblog post
• Now it’s on You

• online tour package • Self-assessment


• be going to • oral presentation
program • Now it’s on You

INTERCONNECTING 1 — United by Diversity

• Self-assessment
• relative pronouns • panel discussion • ad
• Now it’s on You

• degree of adjectives • Self-assessment


– comparatives and • rap • rap lyrics
• Now it’s on You
superlatives

• order of adjectives
• many and much before nouns • Self-assessment
• much and a lot with verbs • literature circles • descriptive paragraph
• adverbs of frequency with • Now it’s on You
simple past

INTERCONNECTING 2 — More than Words

GRAMMAR OVERVIEW AUDIO SCRIPTS BIBLIOGRAPHY

pp. 174-187 pp. 188-191 p. 192

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OBJETIVOS
• Revisar tópicos estudados
no livro do 7o ano.
• Reconhecer gêneros já tra-
balhados no livro do 7o ano,
como livro literário, relato de WITH BOOK 8!
viagem e mapa.
• Mobilizar vocabulário já tra-
balhado.
Mais uma vez nos encontramos para estudar inglês! Para iniciar os estudos de língua
• Usar tempos verbais já estu- inglesa do 8o ano, vamos revisar alguns tópicos do livro do 7o! Seja bem-vindo de volta!
dados, como o simple present
e o simple past.

COMPETÊNCIAS
• CG02 • CA05
• CG03 • CELI02 Ler livros, viajar para fazer turismo ou para visitar a família, assistir a filmes, visitar
• CA02 • CELI04 os amigos e andar de bicicleta são algumas atividades que você deve ter feito nas férias.
As competências correspon- Vamos iniciar esta seção conversando sobre quais dessas atividades você e seus colegas
dentes aos códigos encon- fizeram e, com isso, aproveitamos para revisar alguns conteúdos do ano anterior.
tram-se listadas nas Orienta-
ções Gerais.

HABILIDADES
VACATION MEMORIES
• EF08LI06 • EF08LI18
OBJETOS DE 1 Ask your classmate what activities he/she did during the vacation. You can add more activities.
CONHECIMENTO
Did you… Respostas pessoais.
• Funções e usos da língua in-
glesa em diferentes gêneros e … read books on your vacation? … visit friends?
contextos. … travel to visit your family? … watch movies?
• Previsões sobre o conteúdo … play videogames? … ride a bike?
do texto. … surf the internet?
• Compreensão geral e espe-
cífica. Tell his/her answers to your other classmates and the teacher. Remember that you are talking
• Construção de repertório about past activities, so you have to use the simple past. Pay attention to the regular and irregular
lexical. form of the verbs. Follow the example.
On his vacation, Antônio read books, visited his family and friends, and
SOBRE A UNIDADE
watched movies.
Nesta unidade inicial, os alu-
nos vão revisar tópicos traba-
lhados no livro do 7º ano, como
alguns gêneros já estudados
(excerto de livro, memórias de A leitura de livros pode ser uma atividade divertida e acessível
viagens e mapa), tempos ver- nas férias, além da possibilidade de aprender muito com ela.
bais (como passado simples), Você costuma ler nas suas férias? Que tipo de leitura?
Na sequência, vamos ler um trecho de um livro em inglês.
e vão rever itens gramaticais
(como pronomes e conecto-
res), além de estratégias usadas
para narrar uma história (como 6 GETTING STARTED
adjetivos). Com essa revisão, os
alunos poderão fazer uma au-
toavaliação referente ao que foi
visto no livro do ano anterior. se D4_ING_F2_4043_V8_006a012_GS_LA_G20.indd
localizar. No geral, a seção 6
ORIENTAÇÕES 1 Esta é uma atividade de mo-
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Sendo assim, tópicos linguísti- promove um trabalho com as Esta unidade inicial visa re- bilização de conhecimento
cos são revisados e praticados características organizacionais visar os conteúdos e as habi- prévio. Como os alunos es-
com o objetivo de auxiliar os dos textos e sua função no lidades do 7o ano. O objetivo tão iniciando um novo ano,
alunos no uso e no aprendiza- contexto em que aparecem, é recuperar os conhecimentos poderão falar sobre as férias,
do da língua inglesa. contribuindo, assim, para re- prévios dos alunos a fim de o que demandará o uso do
Os tópicos que compõem flexão e consciência dos alu- que funcionem como andaime tempo verbal simple past.
esta unidade são a importância nos com relação a sua própria para o desenvolvimento das
da leitura, razões para estudar participação em sociedade por habilidades que serão estuda-
fora e a importância de saber meio da linguagem. das a partir da Unit 1 .
6

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RESPOSTAS

BOOK EXCERPT 2 A Alice’s Adventures in


Wonderland.
2 B Lewis Carroll.
2 Let’s take a look at the book cover. Identify the following 2 C John Tenniel.
information in the book cover and write them down in your 3 Respostas pessoais.
notebook.
4 Alice. We know that because
a. title b. author c. illustrator the narrator talks about
Alice since the beginning of

BOOKS OF WONDER ED
3 Discuss with your classmates. the text.
a. Are you familiar with this book?
b. What do you and your classmates know about this book?

ALICE’S ADVENTURES IN WONDERLAND


By Lewis Carroll
CHAPTER I. DOWN THE RABBIT-HOLE
ALICE was beginning to get very tired of sitting by her sister on the bank, and of
having nothing to do: once or twice she had peeped into the book her sister was reading,
but it had no pictures or conversations in it, “and what is the use of a book,” thought
Alice, “without pictures or conversations?”
So she was considering in her own mind, (as well as she could, for the hot day made
her feel very sleepy and stupid,) whether the pleasure of making a daisy-chain would be
worth the trouble of getting up and picking the daisies, when suddenly a white rabbit
with pink eyes ran close by her.
There was nothing so very remarkable in that; nor did Alice think it so very much out
of the way to hear the Rabbit say to itself, “Oh dear! Oh dear! I shall be too late!” (when
she thought it over afterwards, it occurred to her that she ought to have wondered at this,
but at the time it all seemed quite natural); but when the Rabbit actually took a watch out
of its waistcoat-pocket, and looked at it, and then hurried on, Alice started to her feet, for
it flashed across her mind that she had never before seen a rabbit with either a waistcoat-
pocket or a watch to take out of it, and, burning with curiosity, she ran across the field
after it, and was just in time to see it pop down a large rabbit-hole under the hedge.
In another moment down went Alice after it, never once considering how in the
world she was to get out again.
The rabbit-hole went straight on like a tunnel for some way, and then dipped
suddenly down, so suddenly that Alice had not a moment to think about stopping herself
before she found herself falling down what seemed to be a very deep well.
[…]
CARROLL, L. Chapter I: Down the rabbit-hole. Alice’s Adventures in Wonderland. Book Virtual Digital Edition. 2000.
Disponível em: <www.adobe.com/be_en/active-use/pdf/Alice_in_Wonderland.pdf>. Acesso em: 28 jul. 2018.

4 Who is the main character in the story? How do you know?

5 What does this excerpt describe?


a. Alice and her sister’s relationship. c. How Alice’s adventures started.
b. A sequence of events experienced by the rabbit.

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COMPETÊNCIAS
• CG01
• CG03
• CA05 6 Who is narrating this story?
• CELI02 a. Alice. b. Her sister. c. A narrator that does not participate in the story.
• CELI04
7 Where are Alice and her sister at the beginning of the story?
HABILIDADE
a. They are inside their house. c. They are at school.
• EF08LI03
b. They are outside, near a river.
RESPOSTA
8 Read the text again and, in your notebook, write T (true) or F (false).
10 Thought, took, made,
started, ran, looked, was, T a. Alice was not interested in her sister’s book. T d. The rabbit was wearing clothes.

seemed, went. F b. She woke up to get daisies and saw the rabbit. F e. The rabbit hole was deep, and Alice
She didn’t wake up to get the daisies.
F c. The rabbit spoke to Alice, asking the time. was afraid of it. She was not afraid.
The rabbit spoke to itself.

Existem diversos recursos linguísticos que usamos para criar textos coerentes,
coesivos e claros para quem vai ler. Esse é o caso, principalmente, dos textos
literários. Alguns desses recursos foram estudados no livro do 7o ano e agora vamos
ver como são utilizados em Alice’s Adventures in Wonderland.

9 As the story is written/told, some adjectives are used to describe characters, objects, situations,
and places. Find in the text the adjectives below and write them in your notebook.
a. a synonym for bored tired d. an adjective that represents a color pink
b. a word for ready or inclined to sleep sleepy e. an opposite of common remarkable
c. a word for tending to make poor f. an opposite of shallow deep
decisions or careless mistakes stupid

10 Transcribe the table below in your notebook. Find in the text the past form of the verbs below.

Infinitive Simple Past think take make start


have had run look is seem go

11 In the following table, we can see examples of linking words. Match them to their function.
a-III; b-II; c-I; d-IV
Linking words Functions
a. But (1st paragraph) I. Used to specify the moment something happens.
b. So (2 nd paragraph) II. Used to express a consequence or result.
c. When (3 rd paragraph) III. Used to contrast two ideas.
d. Then (3 rd paragraph) IV. Used to express the sequence of an event.

8 GETTING STARTED

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ORIENTAÇÕES
13 As três imagens da ativi-
12 Pronouns help people to avoid repetition. Observe the pronouns below and identify their referents. dade são do mesmo lugar
(Praga). Pedir aos alunos
a. she (1st paragraph) Alice c. her (2nd paragraph) Alice e. it (3rd paragraph) rabbit que as observem e comen-
b. it (1st paragraph) book d. I (3rd paragraph) rabbit tem o que chama a atenção
deles. Se eles não conhece-
rem as cidades menciona-
Você já sabe que viajar é outra possibilidade de atividade para fazer nas férias. Muitas das no enunciado como
pessoas gostam de contar histórias e mostrar fotos de viagens. A seguir, você vai ouvir opções (São Paulo, Roma
um relato de viagem de um vlogger que já visitou mais de 140 países. e Praga), podem fazer uma
pesquisa rápida. Na ativi-
dade seguinte, os alunos
poderão confirmar a infor-
TRAVEL MEMORIES mação.
14 O áudio desta atividade foi
13 You are going to listen to Drew Binsky talking about a trip. Try to guess which city the pictures extraído de <http://pnld.
show. The options are: São Paulo, Rome or Prague. me/m3esr5>, no trecho
entre 00:03 e 0:27 (acesso
em: 5 nov. 2018).

TUOMAS LEHTINEN/GETTY IMAGES

MAZIARZ/SHUTTERSTOCK.COM
RESPOSTA
S-F/SHUTTERSTOCK.COM

14 Prague.

Red tram. View of the city. Museum of Communism.

14 Listen and confirm which city Drew is talking about.


Track
2
15 See the kind of information people usually mention when talking about a trip memory. Listen to
the audio again and identify the ones that are mentioned.

reasons for the trip people you travelled with places visited length of the trip
reasons to like (or not) the city accommodation transportation

16 Identify the right alternative.


a. The city is one of the places that Drew calls home.
I. five II. seven III. nine
b. Drew travelled to this city .
I. for tourism II. to study III. to work
c. Drew stayed in the city from to .
I. January, March II. February, May III. January, May

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COMPETÊNCIAS
• CELI02
• CELI04 d. The year Drew went was .
HABILIDADE I. 2000 II. 2010 III. 2012
• EF08LI11 (Aqui, o aluno produz e. How old was Drew when he moved to the city?
um texto usando estratégias
I. 20 II. 21 III. 30
de escrita. O tempo futuro
será estudado nas Unidades f. What positive aspects of the trip does Drew mention?
2 e 3 .) I. memories II. places III. experiences IV. friends V. transportation
RESPOSTAS
17 The choice of verb tense is related to our objectives in communication. Transcribe the following
17 Simple present: “Prague table in your notebook and find examples in the audio script (page 188) of sentences that reflect
has a special place in my each objective and verb tense.
heart. It’s one of five cities
that I call home […]”. Topic Tense Example
Simple past: “[...] I lived To describe how Drew feels about the city Simple present
and studied abroad here To talk about his past activities Simple past
from January to May, 2012.
[…] It was my first time in
Europe where my eyes were
opened up to new cultures Think it OVER
[…] I was even pretty good
Respostas pessoais.
at speaking Czech […]”.
A Você costuma viajar nas férias? Se sim, para onde? Se não, aonde gostaria de ir?
THINK IT OVER B Em sua opinião, qual é o papel dos recursos visuais, como as imagens, em um vídeo sobre
C Respostas pessoais. Respos- relato de viagens? Elas auxiliam a visualizar o que o autor está descrevendo?
tas possíveis: praticar outro C O autor do vídeo é dos Estados Unidos e estudou na República Checa. Que motivos podem
idioma; estudar/especiali- levar as pessoas a estudar em outro país? Em grupos, listem razões e respondam: vocês
zar-se em áreas diferentes; gostariam de estudar em outro país? Por quê?
aperfeiçoar o currículo; co-
nhecer outro país, pessoas e
culturas; desenvolver a inde-
pendência etc. Agora que você ouviu sobre uma experiência de viagem, vamos conversar sobre suas experiências
e as de seus colegas. Com essa conversa, você pode conhecer um pouco mais sobre eles.

PUT IT ON PAPER

What? A travel experience. To whom? Your classmates.


What for? To write about a place you Where? In your classroom.
visited or want to visit.

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RESPOSTA
18 Resposta pessoal.
18 In your notebook, write about a place you visited or want to visit. You can include similar
information as Drew, about when you went/or want to go; why you went/want to go; and any ORIENTAÇÃO
extra information you want to add. 19 Orientar os alunos a fim de
See the example. que observem o máximo
In one of my vacations, I went to Palmas, Tocantins, to visit my family. de detalhes dos elementos
que compõem o mapa: le-
I went there from January 10 to January 20 of 2016.
gendas, rosa dos ventos,
After writing, your teacher will collect the trip reports and read them to the class for you to guess indicação de prédios, áreas
who wrote them. verdes, estádio, ruas etc.

Quando viajamos para lugares novos, precisamos aprender a nos localizar. Imagine
que você tenha ido estudar fora e precisa se localizar na nova escola. Acha que um
mapa seria útil? A seguir, você conhecerá o mapa de uma escola da Nova Zelândia.

MAP

19 Look at the school map and make predictions about what information this map includes.
Consider words you already know and cognates. It includes information about the location of places from the school.

JLDAVISSON

GILMAN SCHOOL MAP. Wikimedia Commons. Disponível em: <https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Gilman-school-map-2008-06-19.jpg>.


Acesso em: 15 set. 2018.

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COMPETÊNCIAS
• CELI02
• CELI04
20 Now, based on the school map in Activity 19, choose the most appropriate alternatives.
RESPOSTA a. What may be the objectives of publishing this map?
23 Respostas pessoais. I. To help new students find places around the school.
II. To increase interaction among the school community.
ORIENTAÇÃO
III. To help parents get to know the school.
23 Incentivar os alunos a par-
ticipar ativamente deste b. What elements of this map are different from a city map (like the ones you saw in Book 7)?
momento de interação oral, I. Level of detail. III. Inclusion of the names of places.
retomando conhecimentos
II. Use of colors to distinguish places. IV. Many street names are not included.
previamente estudados e
se preparando para as pro- 21 Find the number of a place where...
duções orais que acontece-
rão ao longo do ano. Para a. students can learn about science. 6 c. teachers and employees can live. 8, 9, 14
alguns alunos, este pode b. students can exercise in pursuit of d. people can watch football. 4
ser o primeiro momento de health goals. 11
contato com esses conteú- e. students can make or watch presentations. 5
dos e habilidades, razão por
22 Read the map again and identify if the following statements are T (true) or F (false).
que o acompanhamento e a
mediação do professor são F a. There are three ways to enter the school. T e. The maintenance building is to the east of
fundamentais. F b. There are two places to park cars. the Lumen Center.
T c. There are more than two places at the F f. The grass at the school is mostly artificial.
school to play sports. T g. The map shows information about nearby
F d. The gym is next to a hall. schools.

Think it OVER

Respostas pessoais.
A Qual é o seu lugar preferido na escola?
B É fácil encontrar os lugares, salas de aula, biblioteca? Um aluno novo precisaria de mapa?

23 Interview your classmates about your school using the examples below. If you have any doubts
about vocabulary, you can check in a dictionary.
Example:
Question: Is there a tennis cour t at school?
Answer: Yes, there is. / No, there isn’t.
If the answer is “Yes”, you can ask where it is.
Question: Where is the netball cour t?
Answer: It is near the garden.

12 GETTING STARTED

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12

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• Produção de textos orais
com autonomia.
• Construção de sentidos por
meio de inferências e reconhe-
cimento de sentidos implícitos.
• Produção de uma receita

unit escrita.
• Revisão de textos com a me-
diação do professor.
• Compreensão geral e espe-
cífica.
• Construção de repertório

PROMOTING lexical (vegetais e modos de


preparo de alimentos).
• Planejamento e participação

SUSTAINABLE FOOD em um vídeo culinário.


• Pronúncia: palavras sem vo-
gal de apoio no final.
• Quantificadores.

SOBRE A UNIDADE
O objetivo da unidade
NESTA UNIDADE VOCÊ VAI: Promoting Sustainable Food é
que os alunos tenham a opor-
1 conversar sobre alimentação sustentável; tunidade de refletir acerca dos
vários aspectos que tornam
2 refletir sobre a origem dos alimentos e os impactos
os alimentos sustentáveis e
ambientais provenientes do modo como nos
analisar as possibilidades de
alimentamos; promoverem esse tipo de sus-
3 ler e interpretar um anúncio contra o desperdício de tentabilidade na região em
que vivem. Por se tratar de um
alimentos;
tema sensível, que permeia a
4 ouvir e compreender uma receita; vida das famílias e a esfera de
decisões individuais, toda a
5 ampliar vocabulário relacionado a alimentos e seu abordagem proposta visa ao
preparo; debate crítico e respeitoso e
à ampliação de informações.
6 reconhecer e utilizar maneiras de expressar Além de apresentar os temas
quantidades em receitas; aos alunos e convidá-los a
analisar as comunidades em
7 identificar e praticar a pronúncia de palavras em que vivem, a unidade tam-
inglês sem colocar vogal de apoio no final;
bém tem a preocupação de
8 criar uma receita sustentável; abordar os impactos que cada
tipo de escolha pode ter para
9 produzir um vídeo apresentando uma receita o meio ambiente, a fim de que
sustentável. eles possam ter uma atitude
crítica e cidadã à medida que
ganham autonomia para fazer
as próprias escolhas.
13

COMPETÊNCIAS
D4_ING_F2_4043_V8_013a034_U1_LA_G20.indd 13 tram-se listadas nas Orienta- apresentadas somente as 16:40
10/25/18 pa-
• CG02 • CA02 ções Gerais. lavras some e any. Os termos
• CG03 • CA03 many e much são trabalha-
• CG04 • CA04 HABILIDADES dos na Unidade 6 .)
• CG05 • CELI02 • EF08LI01 • EF08LI08
• CG07 • CELI03 OBJETOS DE
• EF08LI02 • EF08LI09 CONHECIMENTO
• CG08 • CELI04
• CG10 • CELI05 • EF08LI03 • EF08LI10 • Usos de recursos linguísticos
As competências correspon- • EF08LI05 e paralinguísticos no intercâm-
dentes aos códigos encon- • EF08LI16 (Nesta unidade são bio oral.
13

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COMPETÊNCIAS
• CG02 • CG08
• CG04 • CA04 TUNE
• CG07
into
RESPOSTAS Respostas pessoais.
A Observe as imagens menores. O que você vê nelas?
TUNE INTO Descreva.
A Resposta possível: a primei- B Observe a imagem maior e leia a legenda. Explique
ra imagem é a de um cubo com suas palavras o que você entende da imagem.
composto de pedaços de
C Você já tinha ouvido falar em hortas comunitárias?
frutas ao lado de outros Conhece alguma em sua região? Em caso negativo,
pedaços de frutas em um se houvesse uma horta comunitária em sua cidade,
prato; a segunda é a de que vantagens você acredita que ela poderia trazer
um mercado ou uma feira para os moradores? Por quê?
livre onde se vendem vege-
tais frescos; a terceira é a de D Observe a imagem do cubo de frutas. Qual seria o
um homem segurando um
objetivo de uma fotografia como esta, criada em
estúdio?
tomate desfigurado.
B Resposta possível: trata-se E Compare a foto do cubo de frutas com as demais:
que diferenças e semelhanças você observa entre
de uma horta comunitária,
ela e as fotografias espontâneas?
que ocorre quando áreas
públicas são usadas para a F Olhando as fotos, você sente mais vontade de comer
produção de alimentos por os alimentos considerados “bonitos” ou o aspecto
meio do trabalho voluntário deles não o influencia? Comente.
da comunidade. G Observe a imagem do concurso “tomate feio”.
C Pesquisar com os alunos Converse com um colega e tente levantar hipóteses
para descobrir se há hortas sobre quais poderiam ser as finalidades de um
comunitárias em sua região. concurso como esse.
Resposta possível: a horta
poderia impulsionar a ali-
mentação saudável e sem
agrotóxicos, ajudar a apro-
ximar os membros da co-
munidade, garantir alimen-
tação para a população em
vulnerabilidade da região,
contribuir para ampliar a
área verde da cidade etc.
D Resposta possível: em ge-
ral, imagens de estúdio

KRZYCHO/SHUTTERSTOCK.COM
são criadas para serem
utilizadas em sites, livros,
anúncios, jornais e revistas,
pois apresentam situações
“ideais”, atrativas, sem im- Fruits cube.
perfeições. Resposta pessoal.

E Resposta possível: a se- 14


melhança é que todas as
imagens mostram formas
vegetais de alimentos. No F Resposta pessoal.
D4_ING_F2_4043_V8_013a034_U1_LA_G20.indd 14
ORIENTAÇÃO ender recursos empregados 10/25/18 16:40 D4_ING

entanto, na imagem do G Respostas possíveis: divertir; em imagens (como isolar o


cubo não aparecem pes- entreter; chamar a atenção
TUNE INTO objeto de destaque, dar
soas, mas apenas o prato, para a variedade da natu- E A reflexão analítica acer- tratamento à foto – cor,
que é o foco. As fotografias reza; conscientizar sobre a ca da contraposição en- luz, disposição dos elemen-
espontâneas, em geral, se importância de não se des- tre imagens espontâneas tos, definição –, escolher o
apresentam de forma me- perdiçar alimentos; informar e imagens planejadas faz ambiente adequado etc.)
nos idealizada e organizada sobre o fato de vegetais com parte do letramento visual que têm o objetivo de con-
do que as produzidas em aparências inusitadas apre- crítico dos alunos, uma vez vencer e não de informar,
estúdio. sentarem o mesmo sabor. que eles passam a compre- por exemplo.
14

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MIKEDOTTA / SHUTTERSTOCK.COM
Community garden in a city square in Turin, Italy, 2016.

MELBA PHOTO AGENCY/ ALAMY /FOTOARENA


STANISLAV SAMOYLIK/SHUTTERSTOCK.COM

Vegetable Market in Jerusalem, Israel, 2017. Ugly Tomato Competition in Tudela, Spain.

15
5/18 16:40
ATIVIDADE COMPLEMENTAR
D4_ING_F2_4043_V8_013a034_U1_LA_G20.indd 15 questionar sobre os objetivos 10/25/18 16:40

Para ampliar o letramento de quem produziu ou regis-


crítico durante a leitura de trou as imagens, sugerindo
imagens, pode-se propor aos que analisem traços, cores,
alunos que pesquisem fotos presença de pessoas etc.
de alimentos e as comparem,
observando quais foram feitas
com fins comerciais e quais
são registros espontâneos
da realidade, levando-os a se
15

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COMPETÊNCIAS
• CG02
• CG03
• CG04
• CA02
• CA04
• CELI04
Dig into Na abertura desta unidade, você viu imagens
relacionadas a alimentos saudáveis, inclusive

HABILIDADES
reading a de um tomate considerado feio. Agora, vai
analisar um cartaz de campanha sobre vegetais
pouco atraentes e refletir sobre esse assunto.
• EF08LI05
• EF08LI08
1 Think about people and companies that sell food. What factors should they consider to have good
RESPOSTAS sales and at the same time be respectful to their clients? Talk to a classmate and register your
1 Respostas possíveis: vender ideas in your notebook.
produtos com embalagens
/rótulos legíveis; disponibili- 2 What strategies do you consider useful for calling people’s attention to a product or campaign?
zar os preços; garantir pro- Write in your notebook.
dutos de qualidade e boa
a. A powerful and attractive image.
procedência; disponibilizar
produtos frescos etc. b. An emotional message with a touching story.
2 Resposta pessoal. c. An objective message with detailed information.
TOP TIP (2) d. Others.
Resposta possível: o slogan
cria a ideia de que frutas com
Top TIP
aparência feia fazem tão bem
para a saúde como aquelas
GENRE EXPECTATIONS
consideradas bonitas. O ob-
jetivo do anúncio é que os Quando lemos textos de determinados gêneros discursivos, é comum termos expectativas
em relação ao que vamos encontrar. Esperamos de textos humorísticos que nos façam rir;
consumidores não descartem
de receitas, que nos ensinem a preparar um prato, e assim por diante.
alimentos de qualidade base-
Essas expectativas só existem porque cada gênero possui apresentação, estilo e elementos
ados na aparência deles.
semelhantes.
Ao ler o anúncio da próxima página, por exemplo, você pode se perguntar: com que objetivo
ORIENTAÇÃO ele foi criado? O que não pode faltar em um texto para que ele seja considerado um anúncio?
2 Pedir aos alunos que esco- Em que lugares podemos encontrá-lo?
lham individualmente aque-
las que consideram ser as
melhores estratégias ou ain- Top TIP
da escrevam em seus cader-
nos outras estratégias. Em
INTERTEXTUALITY
seguida, eles podem com-
Muitos textos incluem referências a outros textos, frases ou ideias que circulam em nossa
parar suas respostas com as
sociedade. Para identificar essas referências é necessário que o leitor tenha um repertório
dos colegas e justificar suas
amplo que lhe possibilitará fazer associações.
escolhas.
O anúncio que você vai ler brinca com um provérbio de língua inglesa que diz An apple a day keeps
the doctor away. A ideia é de que uma alimentação saudável pode prevenir problemas de saúde.
• Agora que você já conhece o provérbio ao qual o texto faz referência, leia o anúncio e explique o
que entende sobre o slogan A grotesque apple a day keeps the doctor away as well.
Resposta pessoal.

16 PROMOTING SUSTAINABLE FOOD

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16

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ORIENTAÇÃO
3 Read the ad. Then write the best answers to 3 B Perguntar aos alunos por
these questions in your notebook. You can que ativistas da alimenta-
choose more than one item in some cases. ção sustentável e nutritiva
não poderiam ser os autores
desse anúncio. A intenção é
que eles percebam que essas
pessoas costumam lançar
campanhas de conscienti-
Intermarché’s zação, e não anúncios para
inglorious fruits empresas específicas.
and vegetables: a

INTERMACHÉ/AGENCY NETWORK: MARCEL, PARIS, FRANCE 2014


glorious fight
against food
waste.

a. What is the purpose of the text? VIRTUA. Intermarche Campaign Celebrating Ugly Fruit and Veg Is Brilliant.
Disponível em: <www.virtuamc.com/intermarche-campaign-celebrating-ugly-
fruit-and-veg-is-brilliant>. Acesso em: 11 jul. 2018.
I. Convince customers to ignore the
appearance of the food they buy.
Top TIP
II. Help avoid food waste.
III. Provide information about food production PAYING ATTENTION
and safety. Existem contextos em
b. Who usually produces ads like this one? que a leitura pode ser
descompromissada, mas,
I. Any person. III. Marketing professionals. quando é necessário ficar
II. Food activists. atento ao conteúdo do
texto, ler pode requerer um
c. What can we say about the picture that was used? grande esforço. Para se
I. It is inappropriate, because it is repulsive. assegurar de que você está
concentrado na leitura, faça
II. It is unexpected, because of the “ugly” apple.
as seguintes perguntas
III. It makes sense, because it calls people’s attention. enquanto lê: qual é a ideia
principal do texto? Que
d. Choose the best sentence to describe the ad you read.
gênero é esse? Qual parece
I. The image would be enough to deliver the message. ser o objetivo do autor?
Fonte de pesquisa: DOYLE, D. Reading
II. The verbal text would be enough to deliver the message. Better and Faster. Disponível em: <http://
english.glendale.cc.ca.us/speed1.html>.
III. Verbal and nonverbal text are both important to Acesso em: 12 jul. 2018.
deliver the message.

UNIT 1 17
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COMPETÊNCIAS
• CG02 4 Use the words from the box to complete the definition of “proverb”. Some words will not be used.
• CG03
• CG04 erudite fancy known literal popular
• CA02
• CA04 A “proverb” is a short saying that is widely and . known; popular
• CELI02
• CELI04 5 Read the statements about the proverb “An apple a day keeps the doctor away”. Then decide if
they are T (true) or F (false). Write in your notebook.
HABILIDADES
F a. Knowing the proverb is irrelevant to understanding the ad's message.
• EF08LI05
• EF08LI08 F b. The proverb had to be adapted because it was inappropriate.
T c. People who know the proverb can understand the ad's whole message.
RESPOSTAS
6 Resposta pessoal. 6 In your opinion, does this ad fulfill its objectives? Why/why not? Discuss with a classmate.
THINK IT OVER
A Resposta possível: sim, pois Think it OVER
pode gerar conscientização
Respostas pessoais.
sobre o fato de que esses ali- A O anúncio traz o texto a glorious fight against food waste ("uma luta gloriosa contra o desperdício de
mentos não precisam ser des- comida"). Em sua opinião, uma campanha com fotos de alimentos com aparência fora do comum e
cartados, uma vez que têm slogans chamativos pode ser eficiente para gerar resultados contra o desperdício? Comente.
o mesmo sabor e trazem os
mesmos benefícios que aque- B Alguns anúncios feitos com alimentos considerados feios começaram quando
supermercados notaram que muitos vegetais de qualidade eram rejeitados e acabavam
les de aparência comum,
sendo descartados. Em sua opinião, iniciativas como essa podem ajudar a gerar impactos
considerados “bonitos”.
positivos na sociedade? Você já ouviu falar sobre outros anúncios desse tipo? Comente.
C Resposta possível: provavel-
C Para além da preocupação com o desperdício e o meio ambiente, que outras motivações um
mente os supermercados
supermercado pode ter para criar um anúncio como esse? Comente.
também têm a intenção de
que os consumidores com- D Pense sobre os anúncios de alimentos que você conhece. A maior parte deles anuncia
prem seus produtos mesmo alimentos saudáveis ou alimentos que podem ser prejudiciais para a saúde e o meio
quando estes não forem ambiente? Por quê?
atraentes, uma vez que o
descarte de vegetais pode
resultar em prejuízo finan-
Culture DROPS
ceiro para os comerciantes.
D Resposta possível: a maior Avoiding Food Waste
parte dos anúncios divulga
Você sabia que alguns alimentos, como farinhas, açúcares, fermentos, melaço, nozes e
produtos ultraprocessados,
temperos, podem preservar a qualidade por mais tempo quando são bem armazenados?
que não são recomenda-
Melaço, mel e xarope solidificados podem voltar ao uso após serem levemente aquecidos em
dos como parte da rotina banho-maria. Ovos e bolos caseiros podem ser congelados! Embalando ervas e temperos a
alimentar. vácuo, conseguimos frear seu processo natural de perda de sabor.
Fonte de pesquisa: LOVE FOOD, HATE WASTE. Baking - Use Up and Save. 2018. Disponível em: <www.lovefoodhatewaste.com/article/baking-use-and-save>.
ORIENTAÇÕES Acesso em: 11 jul. 2018.

Solicitar aos alunos que con-


versem entre si e avaliem se as
estratégias usadas na cons-
trução do anúncio parecem
18 PROMOTING SUSTAINABLE FOOD

pertinentes ao seu objetivo


(escolha de texto e imagem,
posicionamento dos elemen- de marketing social. (Fonte
D4_ING_F2_4043_V8_013a034_U1_LA_G20.indd 18
de modo crítico um gêne- 10/25/18 16:40 D4_ING_

tos, tipo de slogan etc.). de pesquisa: MARKETING ro discursivo que faz parte
DE CONTEÚDO. Marketing do cotidiano deles e buscar
THINK IT OVER social e a diferença entre o compreender as motivações
B No Brasil, o trabalho desse marketing social e comer- dos seus criadores.
tipo de campanha, em que cial. Disponível em: <http:// D Perguntar aos alunos se eles
empresas se engajam em pnld.me/q7mmbe>. Acesso sentem que são influenciados
causas sociais, podendo dei- em: 3 mar. 2018.) por essas propagandas a con-
xar o aspecto comercial para C Esta atividade tem o objetivo sumir produtos alimentícios
segundo plano, é chamado de levar os alunos a analisar de baixo valor nutricional.
18

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COMPETÊNCIAS
• CG04
Nesta unidade, você refletiu sobre vários
aspectos relacionados ao tema alimentação
• CG05

listen up! sustentável. Agora, vai ouvir um áudio de uma


receita e dar continuidade às discussões sobre
o que torna um alimento sustentável.
• CA02
• CA03
• CA04
• CELI02
• CELI04
1 Do you help to prepare food at home? Read the items below and number them according to the
order they usually appear in recipes. Write in your notebook. HABILIDADE
a. List of ingredients. b. Recipe title. c. Steps that need to be performed. • EF08LI03

RESPOSTAS
2 Think about the recipes you already know and discuss these questions with a classmate.
Respostas pessoais. 1 Resposta pessoal. Resposta
a. Do you like to use recipes? Why/why not?
possível: a ordem tradicional
b. Where can you find them? é: b, a, c.
c. Do they differ according to the target audience? How? 2 B Respostas possíveis:
books; TV programs; video-
3 Listen to a woman presenting a recipe on her Top TIP
sharing websites etc.
Track
3 online channel. Then write the best answer to 2 C Os alunos podem analisar
these questions in your notebook. FOCUS tanto o conteúdo como a es-
Para manter o foco naquilo trutura das receitas. Resposta
a. What is the focus of the recipe the woman is
que você está ouvindo em possível: receitas para crian-
presenting?
outra língua, é importante que ças terão menos etapas com
I. Teach how to adapt the recipe in order to lose não se concentre em tentar fogo ou uso de utensílios
weight. traduzir para sua língua nativa. cortantes, assim como recei-
II. Teach how to identify the vitamins in a recipe. Procure focar naquilo que tas para adultos leigos prova-
você está ouvindo, a fim de velmente terão mais fotos e
III. Teach how to prepare a healthy smoothie. compreender o cerne do que foi passos do que receitas para
b. What does the woman say about artificial dito mesmo que não entenda profissionais da área.
ingredients? alguns trechos.
Fonte de pesquisa: MARQUETTE University. ORIENTAÇÕES
I. She doesn’t use any of them in her recipe. General Listening and Speaking Tips.
Disponível em: <www.marquette.edu/oie/
II. She explains we can’t avoid eating artificial documents/general-listening-and-speaking- 1 Os alunos podem respon-
tips.pdf>. Acesso em: 12 jul. 2018.
ingredients. der baseados na experiên-
cia que têm em casa ou em
III. She says that artificial ingredients are cheap. receitas com que já tiveram
c. According to the woman, how do the smoothies taste? contato (na internet, na TV
etc.).
I. They are delicious.
3 e 4 O áudio destas ativida-
II. They are not so good, but they are healthy. des foi extraído de <http://
III. They taste artificial, but they are healthy. pnld.me/mesbqa> (acesso
em: 31 out. 2018), nos tre-
d. What does the woman say about the ingredients? chos entre 00:00 e 01:52.
I. They are expensive. II. They are suggestions. III. They can’t be replaced.

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COMPETÊNCIAS
• CG04 • CA03 • CELI04 4 Listen to the audio again and pay attention to the pictures below. Which one seems to correspond
• CG05 • CA04 Track
3 to the recipe mentioned? Answer in your notebook.
• CA02 • CELI02
a. X b. c. d.
HABILIDADE

LUNA VANDOORNE/SHUTTERSTOCK.COM

NATASHAMAM/SHUTTERSTOCK.COM
• EF08LI03

KEKO64/SHUTTERSTOCK.COM
BAIBAZ/SHUTTERSTOCK.COM
ORIENTAÇÃO
Reforçar a ideia de que,
como a língua inglesa goza do
status de língua franca, ela é
usada por falantes de diferen- 5 Did the woman follow the traditional recipe sequence? Discuss with a classmate.
tes países e que têm distintos
níveis de proficiência. 6 What are the differences between written and oral recipes? You may list them in Portuguese.
Write in your notebook.
4 O objetivo é que, após ter
feito todo o trabalho de es-
cuta, os alunos identifiquem
qual das imagens corres- Think it OVER
ponde ao que ouviram. Eles
Respostas pessoais.
precisarão ter entendido o A Os ingredientes sugeridos na receita são principalmente frutas, verduras e água.
significado de smoothie e Considerando o impacto da receita no meio ambiente, ela pode ser considerada mais ou
de alguns ingredientes. menos sustentável? Por quê? Discuta com os colegas.
RESPOSTAS B As receitas costumam ser divididas em título, lista de ingredientes e modo de preparo. Por
que você acha que elas têm essa estrutura? Para responder, pense sobre o público-alvo e
5 Resposta possível: sim. Em- sobre as práticas sociais que envolvem o uso de receitas.
bora não tenha dividido sua
C Você ouviu uma das receitas do vídeo 5 Simple Indian Smoothies in 5 Minutes. Em sua
fala em duas partes, como opinião, quais podem ser os benefícios de conhecer receitas de países diferentes do seu?
nas receitas escritas, a mu-
lher apresentou primeiro D No áudio que você ouviu, a narração é feita por uma mulher da Índia, país que tem
os ingredientes e posterior- como línguas oficiais o hindi e o inglês. Você tem familiaridade com o sotaque que
mente o modo de preparo, ouviu? O que pode fazer para se habituar aos diferentes sotaques com que a língua
mantendo, assim, a sequên- inglesa é falada?
cia tradicional.
6 Respostas possíveis: as re-
ceitas escritas são curtas e Top TIP
concisas e podem ser acom-
panhadas de imagens do MANY ACCENTS OF ENGLISH
prato; os ingredientes são A exposição a vídeos e áudios com falantes de nacionalidades variadas é uma maneira muito
apresentados em forma de eficaz para desenvolver a habilidade de escuta. Como a língua inglesa é usada por pessoas
lista; o modo de preparo de diversas nacionalidades, o hábito de ouvi-la em suas variadas formas contribuirá para
geralmente traz verbos no que você, aprendiz de língua inglesa, amplie sua competência no idioma.
imperativo ou infinitivo. As
receitas orais geralmente
são mais informais. AUDIO SCRIPTS • page 188
THINK IT OVER
A Mediar a discussão para que
os alunos possam chegar
20 PROMOTING SUSTAINABLE FOOD

a conclusões ponderadas.
Resposta possível: em geral,
frutas e verduras são conside- Alimentos ultraprocessados
D4_ING_F2_4043_V8_013a034_U1_LA_G20.indd 20
B Resposta possível: em ge- tópicos enumerados. Além 10/25/18 16:40 D4_ING_

radas muito saudáveis, mas trazem risco para o bem-es- ral, quem cozinha precisa disso, como preparar ali-
muitos alimentos passam por tar dos consumidores. Dis- se atentar à receita e àquilo mentos é uma atividade que
processos industriais para que ponível em: <http://pnld.me/ que está fazendo (separan- pode fazer parte da vida de
possamos consumi-los. Atu- zsu9uh>. Acesso em: 7 mar. do ingredientes, misturan- todas as pessoas, o fato de
almente, a recomendação é 2018.). Quanto ao meio am- do-os, levando-os ao fogo o texto das receitas ser sim-
que se evitem os alimentos biente, os alimentos que não etc.) e, por isso, é importan- ples ajuda a garantir que ela
ultraprocessados (Fonte de vêm em pacotes não reciclá- te que o texto seja curto e seja de fácil utilização por
pesquisa: CONSELHO FEDE- veis costumam ser considera- fácil de se retomar, o que aqueles que não têm alto
RAL DE NUTRICIONISTAS. dos menos prejudiciais. pode ser favorecido pelos nível de proficiência leitora.
20

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COMPETÊNCIAS

words in Nas seções anteriores, você analisou um


cartaz e uma receita em que várias frutas,
• CG02
• CG07
• CELI02
action verduras e legumes foram citados. Agora, vai
ler o trecho de um artigo sobre um assunto
similar e estudar esse conteúdo, a fim de
• CELI04

ampliar seu vocabulário. ORIENTAÇÕES


1 O texto foi escrito por uma
HEALTHY FOOD autora indiana. Chamar a
atenção dos alunos para
1 Read the excerpt of an article. Then write the best option to complete the statements about it in a palavra realised, que
your notebook. também pode ter a grafia
realized dependendo da va-
www.thehindu.com/life-and-style/food/a-look-at-the-many-vegetables-that-come-from-trees/article18250052.ece?utm_source=RSS_Feed&utm_medium... riante do inglês. Ressaltar
que ambas as possibilidades
Eating from trees são consideradas corretas.
[…] 1 A Comentar a diferença
Imagine if we got our veggies from trees just like we do our fruits. This thought entre vegetable (verduras e
has been at the back of my mind through this summer while working with organic legumes) e vegetation (ve-
vegetable farmers during this unprecedented drought. getação, ou seja, todas as
I realised that almost all the vegetables we want come from cultivated one-season plantas, incluindo as não
crops that require a considerable amount of water and care and are vulnerable to pests, comestíveis).
diseases and climate variations.
We expect these seasonal plants to provide vegetables consistently the year around: be
it potatoes, tomatoes, okra, beans, gourds or cool seasonal veggies. Maybe it’s time to
think differently.
We, in the south of India, are fortunate to have many trees with edible fruits. In fact,
during my childhood in Kerala, the role of tree-based vegetables was significant. […]
Summer food at my paternal grandparents’ home revolved around jackfruits, mangoes,
grapefruit and breadfruit — raw, cooked, roasted, preserved or fried!
[…]
Once irrigation and transportation across long distances made other vegetables easily
available, we began to ignore what was available in our backyards. It is time for us to

EDITORIA DE ARTE
seriously re-look some of these tree-based veggies and uncultivated greens.
[…]

KUTTY, S. Eating from trees. The Hindu, 27 abr. 2017. Disponível em: <www.thehindu.com/life-and-style/food/a-look-at-the-many-vegetables-that-come-
from-trees/article18250052.ece?utm_source=RSS_Feed&utm_medium=RSS&utm_campaign=RSS_Syndication>. Acesso em: 12 jul. 2018.

a. “Veggie” is another term for…


I. veganism. II. vegetable. III. vegetation.
b. The word “from” in the title indicates that the author is talking about…
I. his/her impressions regarding the consumption of tree fruits.
II. some memories of when he/she ate fruits sitting in trees.
III. the importance of knowing the origin of each tree.
c. In the third paragraph, the expression “the year around” could be replaced with…
I. the previous year. II. the entire year. III. the following year.
A expressão também pode ser all (the) year round.

UNIT 1 21
5/18 16:40
C Resposta possível: o conhe-
D4_ING_F2_4043_V8_013a034_U1_LA_G20.indd 21 o paladar para sabores di- 10/25/18 16:40

cimento das receitas é uma versos dos da nossa cultura.


forma de entrar em contato D Resposta possível para a úl-
e estabelecer intercâmbio tima questão: treinar a escu-
com variadas culturas, o que ta da língua inglesa com os
promove também o convívio mais variados sotaques, por
pacífico com as diferenças. meio de vídeos, sites, músi-
Além disso, amplia o conhe- cas etc.
cimento de ingredientes do
país de origem e desenvolve
21

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COMPETÊNCIAS
• CG02
• CG07 Think it OVER
• CG08 Respostas pessoais.
• CG10 A O autor fala sobre lembranças acerca de como se alimentava na infância. Que memórias
• CA04 você tem daquilo que comia quando mais novo?
• CELI02
• CELI04 B Você considera viável que as pessoas passem a se alimentar de maneira mais natural, com
frutas e legumes, em sua cidade? Por quê?
RESPOSTAS C Segundo a autora do artigo, o desenvolvimento do transporte para longas distâncias
levou as pessoas a ignorar alimentos disponíveis em seus próprios quintais. Na região
THINK IT OVER em que você vive, as pessoas costumam plantar o que consomem ou compram produtos
A Resposta possível: grande, provenientes de outros lugares? Que impactos essas escolhas podem ter para o meio
pois a amplitude do territó- ambiente? Comente com os colegas.
rio e a variedade de climas D Em sua opinião, as pessoas deveriam se preocupar com os impactos no meio ambiente
pelo país favorece o cultivo ao se alimentar? Como elas poderiam transformar essa preocupação em ações?
de diferentes alimentos. Exemplifique.
C Resposta pessoal. Os alunos E Consumir comida “local”, sem que tenha sido necessário transportá-la por longas distâncias
podem avaliar se a oferta de para chegar até nós, é uma das recomendações para uma alimentação sustentável. Você
frutas e legumes é grande considera que essa é uma atitude possível? Sabe de onde vem a comida que você come?
em sua região, se o preço Como/onde as pessoas podem buscar esse tipo de informação?
é acessível, se a quantidade
disponível corresponde ao
tamanho da população etc.
2 All the names below are in the excerpt of the article you read. Look at the pictures and label them
with the corresponding words from the box. Write in your notebook.
ORIENTAÇÃO
THINK IT OVER beans breadfruit grapefruit jackfruit

PISUTON'C/SHUTTERSTOCK.COM, FLOWER STUDIO/SHUTTERSTOCK.COM, EGOR RODYNCHENKO/SHUTTERSTOCK.COM,


mango okra potato tomato

KAISKYNET STUDIO/SHUTTERSTOCK.COM, ZCW/SHUTTERSTOCK.COM, VIKTAR MALYSHCHYTS/SHUTTERSTOCK.COM,


E Lembrar os alunos de que,
para que alimentos percor-
ram grandes distâncias até a. c. e. g.
chegar aos consumidores,
são utilizados meios de
transporte que costumam
ser poluentes; podem ser
utilizados conservantes que

IM UR/SHUTTERSTOCK.COM, COLOA STUDIO/SHUTTERSTOCK.COM


nem sempre são benéficos potato grapefruit
beans breadfruit
para a saúde e embalagens
que, muitas vezes, não são b. d. f. h.
reutilizáveis etc.
Incentivar os alunos a fazer
pesquisas sobre o assunto e
elencar as soluções encon-
tradas. Uma sugestão de
aplicativo para smartphones
pode ser encontrada no okra mango tomato
jackfruit
seguinte texto: CANAL RU-
RAL. Consumidores podem
checar procedência dos ali- 22 PROMOTING SUSTAINABLE FOOD
mentos pelo celular. UOL,
22 fev. 2016. Disponível em:
<http://pnld.me/qqpomc>. D4_ING_F2_4043_V8_013a034_U1_LA_G20.indd 22 10/25/18 16:40 D4_ING

Acesso em: 15 mar. 2018.

22

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ORIENTAÇÃO
3 Now read the descriptions and look at the images of some ingredients mentioned in the recipe in 3 Esta atividade pode ser de-
the Listen Up! section. Then match the descriptions to the corresponding fruit in your notebook. safiadora na medida em que
a-III; b-V; c-VI; d-IV; e-II; f-VII; g-I
a. The skin of this fruit is brown and feels like velvet. os alunos precisarão ler as
descrições cuidadosamente
b. This fruit has a big stone. para associá-las às imagens.
c. It has small dark-green leaves. Como andaime, eles podem
realizar a atividade em du-
d. Considered a plant, it is often a basic ingredient in salads.
plas, para que identifiquem
e. It is usually used in salads and in preserves. nas descrições as palavras
f. It is red and has seeds on the outside. que já conhecem. Os alunos
podem fazer uma pesquisa
g. Traditionally, it’s used as a gift for teachers. complementar para desco-
brir os nomes das frutas, dos
II legumes e das verduras de
I
III sua preferência. Se houver
TIM UR/SHUTTERSTOCK.COM, GRESEI/SHUTTERSTOCK.COM, ROMAN SAMOKHIN/SHUTTERSTOCK.COM, BINH THANH BUI/

tempo, podem elaborar um


jogo com um colega e des-
crever o alimento preferido
SHUTTERSTOCK.COM, VALENTYN VOLKOV/SHUTTERSTOCK.COM, MAKS NARODENKO/SHUTTERSTOCK.COM

Cucumber brevemente, mostrando al-


gumas opções e deixando
Apple Kiwi que o colega tente inferir de
V
qual alimento se trata.
IV

VI Mango
VII

Lettuce

Strawberry
Spinach

Think it OVER
Respostas pessoais.
A Você considera que no Brasil a variedade de frutas e legumes é grande ou pequena? Por quê?
B Alguns dos alimentos que você viu nesta seção são comuns na sua região? Se sim, quais?
Se não, quais são? Pesquise o nome deles em inglês.
C Você considera que esses alimentos são acessíveis para a maior parte da população
brasileira? Comente.

UNIT 1 23
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COMPETÊNCIAS
• CG02 Culture DROPS
• CG07
• CG10
• CA04 Organic Food
• CELI02 Frutas e vegetais orgânicos são aqueles cuja produção não envolve o uso de pesticidas,
• CELI04 herbicidas e fertilizantes sintéticos, antibióticos e radiação. Já carnes orgânicas e ovos
orgânicos são aqueles provenientes de animais que não viveram presos.
ORIENTAÇÃO Como o excesso de produtos químicos nas plantações tem danificado o solo de algumas
regiões, os produtos orgânicos têm sido considerados melhores para o meio ambiente.
1 Os alunos podem identi-
Fonte de pesquisa: BETTER HEALTH CHANNEL. Organic food. Disponível em: <www.betterhealth.vic.gov.au/health/healthyliving/organic-food>.
ficar as palavras transpa- Acesso em: 12 jul. 2018.
rentes, como preserved,
• Em sua cidade, o consumo de produtos orgânicos é popular? Comente. Resposta pessoal.
conserved, prepared, resist
e decomposition e aquelas
com que já têm alguma
familiaridade. Nos casos
em que não conseguirem Digital SMARTS
deduzir o sentido das pa-
lavras, podem recorrer a
dicionários. CONFLICTING INFORMATION ON THE INTERNET
Na internet, há sites que recomendam o consumo de alimentos orgânicos e outros que
RESPOSTA consideram que seus benefícios ainda não são comprovados. Também há sites que condenam o
consumo de carne, enquanto outros o defendem. Quando não há comprovação científica acerca de
2 Respostas possíveis: raw um tema, pessoas com convicções distintas podem produzir informações conflitantes. Por isso,
– mango, grapefruit, para conhecer os vários lados da discussão, cheque fontes confiáveis e aja com moderação.
breadfruit, tomato, jackfruit,
cucumber, kiwi, lettuce,
apple, strawberry; cooked
– beans, okra, potato,
COOKING TECHNIQUES
spinach; roasted – apple,
potato; preserved – mango,
1 Read this excerpt from the article again. Identify the words used to describe the way fruits could
cucumber; fried – potato. be consumed. Then match them to the corresponding meaning. Write in your notebook.

Summer food at my paternal grandparents’ home revolved around jackfruits,


INTERDISCIPLINARIDADE
mangoes, grapefruit and breadfruit — raw, cooked, roasted, preserved or fried!
Ao longo desta unidade,
roasted
principalmente na seção de
a. Baked; cooked in an oven or over a fire. d. Food prepared to eat by heating it. cooked
vocabulário, os alunos terão
a oportunidade de conversar b. Fresh, uncooked. raw e. Conserved; prepared to resist
sobre alimentos orgânicos. O c. Cooked in hot oil, fat or butter. fried decomposition. preserved
professor de Ciências pode
ajudar a validar as pesquisas 2 Reproduce the following table in your notebook. Then go back to Activities 2 and 3 on pages 22
feitas pelos alunos e checar se and 23 and write the names of the food in the appropriated place according to how you prefer
as informações estão atualiza- them. You can complete with other vegetables and fruits you like too.
das. Se houver tempo de apro-
fundar o assunto, pode ser raw cooked roasted preserved fried
interessante convidar a turma
a produzir cartazes resumindo
essas informações. Se consi-
derar pertinente, os alunos
podem extrapolar a pesquisa
24 PROMOTING SUSTAINABLE FOOD

e, com a ajuda do professor


de Ciências, buscar entender
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também o que são os alimen-
tos transgênicos, que riscos ou
benefícios podem trazer para
o meio ambiente e para os se-
res humanos, e como a discus-
são sobre eles está ocorrendo
na sociedade brasileira.

24

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ORIENTAÇÃO
COOKING MEASUREMENTS 1 A A quantidade de alface foi
indicada com o termo some,
1 Read this excerpt from the video. Then identify the best word to complete each sentence. Write in que corresponde a “alguns”.
your notebook. Esse conteúdo será sistema-
tizado na próxima seção.
So, for the first smoothie what you’ll need is 1 cup of strawberries, 1/3 cup of mango,
2 O objetivo desta atividade é
half a cup of kiwi, and some lettuce leaves.
ampliar a compreensão de
Esclarecer que cup, neste contexto, itens que aparecem em tex-
a. The only item with an approximate / exact amount is the lettuce. é um falso cognato, já que significa tos do gênero receita.
“xícara”. Checar se os alunos sabem
b. The exact number of strawberries will depend on their size / weight. como dizer “copo” em inglês (glass).
c. The main / only vegetable in the list is the lettuce.
d. The preposition used to announce the amount of each fruit was for / of.

2 In Activity 1, you read an excerpt from a recipe in which the cup was used as a measurement. Now look at
these measurement objects that usually appear in recipes and match them to their descriptions. Write in
your notebook. a-IV; b-II; c-III; d-I
a. A bigger spoon, used mainly for eating soup.
b. A set of spoons used to specify quantities of ingredients.
c. A smaller spoon, usually used for adding sugar to tea or coffee.

SHUTTERSTOCK.COM, ANDREI KUZMIK/SHUTTERSTOCK.COM


d. An open container usually used to drink tea or coffee.

SEREGAM/SHUTTERSTOCK.COM, HURST PHOTO/


I Cup II Measuring spoons III Teaspoon IV Tablespoon

Top TIP

DOES HEAT KILL NUTRIENTS?


Sabe-se hoje que expor o alimento ao calor altera os nutrientes e as enzimas encontradas
nele, mas cada tipo de comida e de cozimento resulta em mudanças distintas. O cozimento
no vapor é um dos menos prejudiciais, pois retém muitos nutrientes. Grelhar alimentos
costuma ser uma opção saudável e saborosa, mas algumas substâncias nocivas podem
ser liberadas na fumaça gerada nesse processo. Até onde se sabe, o micro-ondas também
preserva muitos dos nutrientes dos alimentos, mas é necessário ficar atento aos recipientes
usados, pois materiais inadequados podem liberar substâncias nocivas.
Fonte de pesquisa: RAMOS, P. Does Heat Kill Nutrients in Your Food? (+ Is Raw Food Better?).
In: Detoxdiy, 11 ago. 2017. Disponível em: <http://detoxdiy.com/nutrition-and-raw-food>. Acesso em: 13 jul. 2018.

VOCABULARY LOG • page 167

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COMPETÊNCIAS
• CELI03
• CELI04 a look into Na seção anterior, você conheceu
vários termos relacionados a alimentos.

HABILIDADE language Agora, vai estudar estruturas que são


usadas na descrição de quantidades
de alimentos. Tudo isso vai ajudá-lo
• EF08LI16 (Nesta unidade, a compreender e criar receitas.
são apresentadas as palavras
some e any. Os termos many
e much serão trabalhados na UNCOUNTABLE NOUNS
Unidade 6.)

ORIENTAÇÃO
1 Read the following excerpt from Eating from trees. Then write if the statements are T (true) or
F (false) in your notebook.
2 Explicar aos alunos que no
item a o que está sendo I realised that almost all the vegetables we want come from cultivated one-season
contado são as xícaras de crops that require a considerable amount of water and care […].
leite, e não o leite em si,
uma vez que os líquidos são T a. The quantity of water was expressed through the expression “a considerable amount of”.
incontáveis.
F b. “Water” is a word that we can count with numbers.
T c. We can never count liquids.
T d. If we can count something, it is called “countable” (example: one apple, two apples).
F e. The expression “a considerable amount of” indicates an exact amount.

2 When we can’t count a noun, we call it “uncountable”. Read the sentences and identify the one
that has an uncountable noun in bold. Write in your notebook.
a. My little brother drinks two cups of milk c. We can make a pie using three bananas.
every day. d. My grandma likes to prepare salads using
b. The girl has just eaten an apple. a lot of leaves.

QUANTIFIERS SOME AND ANY


1 Read these sentences from the smoothie recipe in the Listen Up! section. Then write the best
option to complete the statements in your notebook.

So today I will be showing you some really healthy and delicious smoothies […]

So, for the first smoothie what you’ll need is […] some lettuce leaves.

[...] they all have some really, really good micronutrients […].

a. “Some” is indicating an amount / the exact number of something.


b. “Some” always indicates more than / only one element.

26 PROMOTING SUSTAINABLE FOOD

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sentado, o uso da palavra
ingredient foge à norma-
SOUNDS
-padrão, pois não foi utili-
zado no plural (ingredients).
PRONUNCIATION OF SOME Isso, no entanto, não pre-
A maneira de pronunciar as vogais na língua inglesa pode ser desafiadora para falantes brasileiros. judica a inteligibilidade da
Um dos traços é que, na língua inglesa, não há uma vogal de apoio no fim das palavras. Veja. mensagem principal.
Different speakers will pronounce the word “some”. Listen and repeat after them. 3 Para conseguir chegar às
Track a. So today I will be showing you some really healthy and delicious smoothies. respostas, os alunos precisa-
4
b. So for the first smoothie what you’ll need is one cup of strawberries, 1/3 cup of mango, rão observar que nas frases
half a cup of kiwi, and some lettuce leaves. a e d há estruturas negati-
c. So you will just put everything in the blender along with some coconut water […]. vas (don’t e weren’t), que
d. It is time for us to seriously re-look some of these tree-based veggies and uncultivated determinam o uso do any
greens. com sentido de “nenhum”,
e que nas frases b e c o sen-
tido é de “qualquer um(a)”.
2 Read these sentences from the Listen Up! section. Then identify the T (true) and F (false)
Como nenhum desses sen-
statements. Write in your notebook.
tidos pode ser construído
[…] without using any artificial ingredient or any unhealthy ingredient.
com a palavra some, existe
somente uma possibilidade
de resposta para todas as
So, for making any good smoothie you need a liquid base […] frases.

So, every option will work just fine, so you can choose any one that you like and prefer. ALTERNATIVA
Como o sentido da pala-
T a. In the first sentence, “any” means “zero”. vra any varia dependendo
F b. “Any” can be used only in negative sentences. do contexto, esse conteúdo
T c. In the second and third sentences, “any” means “it doesn’t matter which one”. pode requerer alguma prática
extra. Se os alunos apresen-
T d. The word “without” in the first sentence is responsible for turning “any” into a negative word. tarem dificuldades na realiza-
F e. "Any” means “only one” in the three sentences. ção da atividade, eles podem
ser convidados a pesquisar
3 Which word can complete all the following sentences: “some” or “any”? Discuss with a classmate.
any
na internet outras receitas
que apresentem o termo any
a. I don’t want fruit right now. c. She told me to pick fruit, but she didn’t like
e, em pequenos grupos, dis-
b. We can choose tree for the project. my choice. cutir o sentido mais coerente
I like all of them. d. There weren’t vegetables at the restaurant. em cada caso. Outra possibi-
lidade é que identifiquem os
4 In your notebook, match the columns to form sentences that make sense. a-IV; b-I; c-II; d-III sentidos de any e façam um
a. They didn’t put… I. some delicious recipes. cartaz anotando os exemplos
em colunas apropriadas.
b. She prepares… II. any kind of chocolate.
c. I don’t like… III. some colorful leaves and it was delicious.
d. The salad had… IV. any artificial ingredients in the smoothie.

GRAMMAR OVERVIEW • page 174

UNIT 1 27
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ORIENTAÇÕES
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de que a pronúncia de vogais negativas, nas quais é si-
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de apoio no final dessas pala- nônimo de “nenhum(a)”,


SOUNDS vras pode tornar a inteligibili- e em frases afirmativas, nas
As pronúncias mais comuns dade inviável. quais corresponde a “qual-
variam entre /sΛm/ ou /səm/. 2 Como o significado de any quer um(a)”. No Grammar
Por ser um traço bastante ca- muda de acordo com o Reference, os alunos pode-
racterístico do inglês, chamar contexto, o ideal é que os rão conhecer o significado
a atenção dos alunos à ausên- alunos o estudem grada- de any em frases interroga-
cia da vogal de apoio no final tivamente. No texto lido, tivas: algum(a). Vale ressal-
das palavras. Enfatizar o fato any apareceu em frases tar que, no exemplo apre-
27

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COMPETÊNCIAS
• CG04
• CA03 put it Você refletiu sobre alimentos sustentáveis.
Estudou termos usados para designar quantidades
• CELI02
• CELI04 on paper e conheceu a noção de substantivos incontáveis.
Agora, vai usar todo esse conhecimento para
desenvolver uma receita sustentável.
HABILIDADES
• EF08LI09
• EF08LI10
What to write? A recipe.
RESPOSTAS What for? Teach how to prepare a sustainable snack, dish, or beverage using
ingredients from your region.
1 Respostas pessoais. Respostas
possíveis: fresh ingredients; To whom? Students from 10 to 18 years old, or adults all over the world.
plant-based alternatives; Where? In a recipe book, in the school newspaper, or on the internet.
avoid artificial flavors; avoid
packaging etc.
2 Respostas possíveis: bake; 1 Read some aspects that you should take into consideration to create a sustainable recipe. Which
blend; slice; beat; chop; other aspects would you add? Write them in your notebook.
add; cut; heat; spread; • no waste • nutritive value • others
cream; serve; melt; boil; fry;
• no pollution • avoid preservatives
peel; press etc.

ORIENTAÇÕES
2 Do some quick research to find verbs that are used in recipes and write them down in your
notebook. Use a dictionary if necessary.
2 Explicar aos alunos que eles
poderão usar em sua pró- 3 Go back to pages 19 and 20 to review the structure and content of a recipe.
pria receita os verbos que
tiverem selecionado.
4 You are going to write a recipe. Follow the steps below to start your planning.
3 Esta é uma atividade de
aprofundamento da com- a. Choose one of the following ideas (or suggest a new one).
preensão de composição e I. Create a recipe based on traditional childhood recipes.
função social das receitas.
Neste momento, retomar II. Use leftovers.
o modo imperativo, que III. Use at least two typical ingredients from Brazil.
os alunos já estudaram an-
teriormente. Embora não IV. Other.
tenha aparecido na receita b. List the ingredients you want to use and analyze if they really are sustainable. You can discuss
que eles ouviram, o impera- with a classmate and do some quick research, if necessary.
tivo está presente na maior
parte das receitas escritas. c. Define the amount of each ingredient.
Relembrar com os alunos d. Write the instructions. You can number the steps to make it clear for the audience.
que as partes essenciais a
uma receita costumam ser e. Add extra elements if you want (a picture, drawing, etc.).
título, ingredientes e modo f. Show your draft to your classmates and answer the following questions.
de preparo. As demais são
opcionais e trazem informa- I. Can they understand it?
ções extras (quantidade de
porções, valor calórico de 28 PROMOTING SUSTAINABLE FOOD
cada porção etc.). Como os
gêneros textuais e discursi-
vos que circulam na socie-
dade podem ser híbridos, nuances que podem ha-
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motivo, eles podem pensar 10/25/18 16:41 D4_ING

os alunos podem encontrar ver nos textos autênticos e em uma receita que gos-
receitas menos tradicionais, percebam que nem sempre tariam de apresentar para
como aquelas que envol- a estrutura considerada pa- pessoas de outros países.
vem a narração de eventos drão se mantém. Acompanhar cada etapa do
relacionados ao surgimento 4 Explicar aos alunos que a processo como forma de
da receita, por exemplo. Se receita criada por eles será avaliar se os alunos as cum-
julgar pertinente, propor transformada em um vídeo prem com segurança e se
uma discussão para que os posteriormente, na seção precisam de mediação em
alunos conversem sobre as Have Your Say. Por esse algum ponto específico.
28

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ORIENTAÇÕES
II. Do they feel like making your recipe?
4 I Conversar com os alunos
III. Can they find the ingredients in their region? acerca da possibilidade de
IV. Do they have any suggestions? distribuir essas receitas na
comunidade escolar para
g. Proofread the recipe. Check the items below.
motivar o consumo de ali-
I. Are the ingredients listed correctly? mentos sustentáveis pela
II. Are the amounts clear? população.

III. Is the spelling of the words correct? THINK IT OVER


h. Now write the final version of your recipe on a separate piece of paper. E Mesmo que os alunos já te-
nham conversado sobre a di-
vulgação de sua receita, aqui
Top TIP
o convite é para que cada
aluno pense com mais espe-
PROOFREAD YOUR WORK cificidades nos lugares onde
Sempre que escrevemos a primeira versão de um texto, é importante planejarmos uma gostaria de ver a própria re-
etapa de revisão para checarmos se todos os objetivos que existiam antes da escrita foram ceita. Se possível, os alunos
materializados no texto. No caso da receita, pode-se analisar se a linguagem está adequada podem fazer uma pesquisa
para o público-alvo, se os passos estão claros e se a imagem escolhida é pertinente. Pedir de sites ou aplicativos que
o auxílio de outra pessoa para revisar o texto e checar se não há erros (de ortografia ou
agrupem receitas dos usuá-
digitação) pode ajudar a garantir a correção da linguagem.
rios do mundo todo.

i. Share your recipe with your classmates and other people. Decide with your classmates and
teacher how to publish it. Here are some options.
I. In a recipe book. III. In the school newspaper.
II. In a school exhibition. IV. On the internet.

5 Keep your recipe. You will need it in the Have Your Say section.

Think it OVER

Respostas pessoais.
A Para você, quais foram as maiores dificuldades na escrita da receita? Comente.
B Encontrar ingredientes cuja procedência não danifica o meio ambiente foi fácil ou difícil?
Por quê? Você buscou itens que podem ser encontrados na sua região?
C Leia as receitas de alguns dos seus colegas. Elas ficaram parecidas com a sua? Que
diferenças e semelhanças você consegue identificar?
D Ao ter contato com textos de outras pessoas, você notou se esqueceu algo importante no
seu próprio texto? Comente.
E Em sua opinião, a receita que você criou poderia ser útil para pessoas de outras regiões?
Em que lugares você gostaria de divulgá-la para que mais gente tenha acesso a ela?

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COMPETÊNCIAS
• CG04
• CA03
• CELI04
• CELI05 have Na seção Listen Up!, você ouviu uma receita
apresentada por uma indiana. Agora, vai
• CELI02

HABILIDADES
your say comunicar uma receita em inglês para que
pessoas de outras nacionalidades possam
acompanhá-la.

• EF08LI01 • EF08LI02

ORIENTAÇÕES 1 In your opinion, do people usually talk about food? In which situations? Think of what you know
about different cultures around the world and discuss it with your classmates. Resposta pessoal.
1 Os alunos que quiserem
podem falar sobre suas pró-
prias experiências nos círcu-
2 Do you watch cooking shows on TV? Tell your classmates what you know about them.
Resposta pessoal.
los dos quais fazem parte
(família, amigos, colegas e 3 What is the purpose of a cooking show? Choose all the items that apply. Resposta pessoal.
professores da escola etc.) a. Share cooking ideas.
ou trazer para a discussão Top TIP
aquilo que sabem acerca do b. Entertain.
assunto. Há povos que cele- c. Present different ingredients. YOUR BODY COMMUNICATES
bram a comida antes das re- Em seu vídeo, você pode
d. Encourage people to cook their own food.
feições; outros que agrade- tanto conversar com os
cem e fazem orações. Há fa- e. Discuss health and sustainability. espectadores de maneira
mílias que se preocupam em natural, falando sobre os
ter uma alimentação saudá- 4 Now you will plan your video. Before you start, ingredientes e gesticulando
vel e sustentável; outras que follow the steps below. como faria em um diálogo real,
batalham para ter qualquer como pode conduzir a receita
tipo de alimento à mesa; e
a. Work in small groups. Decide which recipe to de maneira mais sucinta,
outras, ainda, que buscam present. apenas citando os ingredientes
praticidade nas refeições b. Choose a presenter, a producer and a camera e as orientações. Seu olhar,
(recorrendo, geralmente, a operator. expressões faciais, tom de voz
alimentos industrializados e postura ajudarão a prender
c. Determine the place where you want to make the a atenção de quem estiver
ou congelados). É importan-
recipe and the ingredients, and tools you need. assistindo.
te conduzir a discussão de
modo que nenhum aluno se d. Consider the characteristics you want your video
sinta constrangido, respei- to have. There are some suggestions below.
tando a diversidade de ma-
I. Ingredients with contrasting colors.
neiras com que o assunto é
tratado em cada família. II. Charming appearance.
2 Os alunos podem comparti- III. Natural daylight.
lhar o que sabem sobre qual-
IV. Focus on the speaker/presenter.
quer tipo de programa culi-
nário que já tenham visto. V. Focus on the food preparation.
Como se trata de um gênero VI. Other (register in your notebook).
popular entre os programas
de televisão, é possível que e. Define a maximum length for your video. Para receitas simples, vídeos entre 2 e 5 minutos podem ser suficientes.
eles tenham repertório sobre f. Now film the recipe you selected. Then, if possible, use an online tool to edit your video.
o assunto e possam compar-
tilhar informações.
4 Para garantir uma avaliação
30 PROMOTING SUSTAINABLE FOOD

contínua dos alunos, acom-


panhar o trabalho realizado
pelos grupos e fazer inter- portanto, eles não precisam
D4_ING_F2_4043_V8_013a034_U1_LA_G20.indd 30
4 C Definir com os alunos se de espaços e fazer combi- 10/25/18 16:41 D4_ING_

venções quando necessário. se preocupar tanto com esse as gravações serão feitas nados com a turma sobre o
O passo a passo ajudará a aspecto, e sim com a inteli- na escola ou em casa. No uso deles. Verificar também
identificar em quais etapas gibilidade da apresentação. primeiro caso, será neces- se há aparelhos celulares
eles apresentam dificuldades. 4 A O grupo pode analisar sário que os grupos façam que filmam ou câmeras fil-
Esclarecer que um eventual qual das receitas escritas filmagens intercaladas, de madoras disponíveis para
sotaque daqueles que têm o por eles seria mais interes- modo que ocupem diferen- fazer as gravações.
inglês como segunda língua sante para o vídeo, além da tes espaços na escola (pátio, 4 F Os alunos podem pes-
é algo normal e característi- viabilidade de encontrar os cozinha, salas de aula vazias quisar uma ferramenta que
co de uma língua franca e, ingredientes. etc.). Verificar a viabilidade não exija cadastro. Assim,
30

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ORIENTAÇÃO
5 Work with your group. Your job is to evaluate your video. Top TIP
Discuss the following topics with your classmates. THINK IT OVER
a. Were the final results satisfactory? How could LANGUAGE FOR E Os alunos devem ter a liber-
INSTRUCTIONS dade de expor diferentes
they be improved?
No 6o ano, você estudou pontos de vista e podem ser
b. Was the length of the video within the desired limit? verbos no imperativo, convidados a comentá-los.
c. Did the producer help plan the video? o que pode ser muito Pode haver aqueles que
útil para a gravação passaram a achar importan-
d. Did your classmates learn new things and get new ideas? do vídeo de receita. te buscar mais informações
Converse com seu sobre os alimentos e aque-
6 Watch your classmates’ videos. Now your job is to grupo para avaliar a les que consideram que na
evaluate them. Take notes about your impressions and pertinência de usá-lo região onde vivem muitas
tell your classmates. Take notes about the impressions na produção de vocês. atitudes consideradas ideais
they had of your video too. ainda são pouco acessíveis.

ALTERNATIVA
Top TIP Caso perceba a impossibi-
lidade de os alunos gravarem
LET THE CLASS HELP os vídeos, principalmente se
A habilidade de falar em público ou em vídeos pode ser aprimorada à medida que é o equipamento necessário
praticada. Por isso, em vez de encarar suas apresentações orais como um obstáculo ou não estiver disponível, é pos-
sacrifício, procure pensar nelas como oportunidades de se habituar à fala (ou aos palcos) sível transformar a proposta
e de se preparar para quando tiver de lidar com um público maior e menos conhecido. Os em apresentações para os
colegas e professores poderão ajudá-lo a desenvolver essa habilidade em um ambiente próprios colegas. Nesse caso,
amigável e acolhedor. estipular uma duração máxi-
ma para cada apresentação
de modo que todos consigam
mostrar as receitas dentro do
tempo de aula. Outra alter-
Think it OVER nativa é formar grupos maio-
Respostas pessoais. res e propor que dois ou três
A Você gosta de experimentar comidas de países diferentes? Acha que seus espectadores alunos apresentem a receita
vão ter vontade de experimentar o prato que preparou? Por quê? juntos, a fim de que possam
se apoiar, tanto para a organi-
B Depois de conversar com seus colegas, como você avalia sua participação na criação do
vídeo? zação quanto para o trabalho
linguístico.
C O que você observou em comum entre os vídeos dos colegas?
D Depois de assistir aos vídeos produzidos pelos colegas, você mudou de ideia sobre algum
aspecto do que você e seu grupo produziram? Comente.
E Você acredita que, depois de participar de conversas sobre alimentação sustentável, vai
mudar seu jeito de lidar com a comida e passar a buscar informações detalhadas sobre
aquilo que está comendo? Explique.

EXTRA PRACTICE • page 155

UNIT 1 31
5/18 16:41
poderão fazer cortes, inver-
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sões, transições de tela e


usar outros efeitos que pos-
sam ser pertinentes para a
apresentação.

31

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COMPETÊNCIAS
• CA04
• CELI02 check your Neste momento, você
terá a oportunidade de
• CELI04

HABILIDADES
understanding se autoavaliar: perceber
seus progressos e
refletir sobre pontos que
precisa aprimorar.
• EF08LI03
• EF08LI05
• EF08LI16 1 Read the pancake recipe below. Then describe the recipe (structure and content) in your
notebook. You may answer in Portuguese.
RESPOSTAS
1 Resposta possível: a receita https://cafedelites.com/easy-3-ingredient-pancakes

tem estrutura tradicional,


ou seja, título, lista de ingre-
dientes e modo de preparo Easy 3-Ingredient Pancakes
organizados em tópicos.
Além disso, ela apresenta o Servings: 12
rendimento (número de por- Author: Karina – Cafe Delites
ções). A lista de ingredientes
Ingredients
é curta, e o modo de prepa-
Pancakes:
ro, mais detalhado, embora
• 2 large eggs
simples. Algumas opções de
acompanhamento são suge- • 2 cups 250ml milk (skim, low fat or full fat)
ridas, ao gosto do leitor. • 2 1/4 cups white self raising flour*

2 Resposta possível: o fato de Instructions


a receita levar somente três 1. Whisk the eggs and milk together to combine. Add in the flour, and beat until
ingredientes. the batter is smooth and lump free. Add in any option add-ins you like here.
2. Heat a nonstick pan over low-medium heat with cooking oil spray. Wipe
over excess; pour about 1/3 cup of batter per pancake. Cook pancakes for
1 to 2 minutes, or until bubbles appear on the surface and the bases are
golden brown. Flip and cook until golden; transfer to a warmed plate;
repeat with remaining batter (spraying/greasing pan between ever second
or third pancake if needed).
3. Serve immediately with yoghurt, ice cream, whipped cream, maple syrup,
berries, or any other toppings you like.

Recipe Notes
Optional Add-ins:*2-4 teaspoons sugar *2 teaspoons baking powder (for
extra fluffiness) *1 teaspoon pure vanilla extract *Pinch of salt

EDITORIA DE ARTE
[...]

CAFE DELITES. Easy 3-Ingredient Pancakes. 29 mar. 2016. Disponível em: <https://cafedelites.com/easy-3-ingredient-pancakes>.
Acesso em: 14 set. 2018.

2 Read the title and the list of ingredients in the recipe again. Does anything call your attention?
Talk to a classmate.

32 PROMOTING SUSTAINABLE FOOD

D4_ING_F2_4043_V8_013a034_U1_LA_G20.indd 32 10/25/18 16:41 D4_ING

32

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ORIENTAÇÕES
3 In the sentence “Serve immediately with yoghurt [...] or any other toppings you like”, the word
4 a 6 O áudio destas ativida-
“any” indicates... des foi extraído de <http://
a. that the person should use small amounts of topping. pnld.me/36sicd> (acesso
b. that the person can choose the toppings he/she wants; it doesn’t matter which ones. em: 31 out. 2018), nos tre-
chos entre 00:34 e 00:56.
4 Listen to the first part of a cooking video. Write T (true) or F (false) in your notebook. 5 Comentar com os alunos
Track que uma receita escrita ten-
5 F a. The woman presents the list of ingredients before starting to prepare the porridge. de a ser mais sucinta que a
T b. There are some brief comments about the ingredients. oral e não apresenta repeti-
F c. The woman makes some comments about the final results. ção de conectivos, que são
comuns na modalidade oral
T d. The recipe seems to be healthy.
da língua.
5 Listen to the audio again. Identify some characteristics of orality and write them down in your 7 O áudio destas atividades
Track
notebook. Resposta possível: the repetition of “so”. foi extraído de <http://pnld.
5 me/36sicd> (acesso em: 31
out. 2018), nos trechos en-
Track
6 Listen to the first part of the recipe again and identify the item that is not present among the tre 01:18 e 01:50.
5 ingredients.
9 Alguns alunos podem en-
a. almond milk b. oats c. raw cocoa d. water tender o termo any com
o sentido de “nenhum”
Track
7 Listen to the second part of the cooking video. Choose the words to complete the statements about it. (nenhum alimento que re-
6 Write in your notebook. queira substâncias quími-
a. According to the audio, “superfood” seems to be something harmful / healthy. cas deveria ser considerado
comida) ou com o sentido
b. The porridge takes less / more than five ingredients. de “todo, qualquer” (todo/
c. The berries used are fresh / frozen. qualquer alimento que
requeira substâncias quí-
8 In the sentence “Then I’m adding some frozen berries on the top […]”, it is correct to say that... micas não deveria ser con-
siderado comida). Há um
a. it is necessary to count the berries. deslocamento da posição
b. a large number of berries will be used. da negação, mas o sentido,
nesses casos, se mantém o
c. a few berries will be needed. mesmo.

9 Read the quote below. Then choose the appropriate option to complete the statements. PORTFÓLIO
Orientar os alunos a guar-
Any food that requires enhancing by the use of chemical substances should in no dar a receita produzida na se-
way be considered a food. ção Put it on paper (ou uma
GOOD READS. John H. Tobe. 2018. Disponível em: <www.goodreads.com/quotes/295949-any-food-that-requires-enhancing-by-the-use-of-chemical>.
cópia, caso a tenham feito em
Acesso em: 14 jul. 2018. meios digitais) em um portfó-
lio para uso posterior e apre-
a. According to the author, food is what we eat without damaging our health / food shouldn’t have ciação futura. Será relevante
artificial substances. para eles observar que desen-
b. The author would probably recommend the consumption of bread and butter / vegetables and fruits. volveram uma receita levando
em conta uma série de fatores
(ingredientes saudáveis e sus-
UNIT 1 33 tentáveis; texto sucinto; estru-
tura tradicional etc.) e compa-
rá-la às outras produções que
5/18 16:41 D4_ING_F2_4043_V8_013a034_U1_LA_G20.indd 33 10/25/18 16:41 já realizaram.

33

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ORIENTAÇÕES
Os alunos deverão refletir NOW
sobre a realização das ativi- it’s on

YOU
dades da seção Check Your
Understanding. Sugerir que
façam essa verificação indivi-
dualmente e, se desejarem,
compartilhem com os cole-
gas. Auxiliá-los a verificar em 1 Copie o quadro abaixo no caderno e, na segunda coluna, anote o número das
que área precisam melhorar e atividades da seção Check Your Understanding, de acordo com o grau de
como fazê-lo, estabelecendo dificuldade ou facilidade que teve para fazê-las. Resposta pessoal.
com eles um plano. Atividades
É importante que os alu- Consegui fazer sozinho, sem dificuldades.
nos pensem e elaborem, com Consegui fazer sozinho, mas precisei consultar o livro.
sua ajuda, estratégias para
Precisei da ajuda de um colega ou do professor para conseguir fazer.
desenvolver melhor as habi-
Mesmo com a ajuda de um colega ou professor, senti dificuldade para fazer.
lidades que ainda não foram
consolidadas durante a uni-
dade. Além disso, esse é um 2 Agora, responda às perguntas no seu caderno.
momento para que eles se a. Qual atividade foi mais fácil para você?
conscientizem da importância b. Qual delas foi mais difícil?
de reconhecerem que o apren- c. Em qual delas você precisou de ajuda?
dizado também é uma respon-
sabilidade deles. d. Há alguma atividade que você não tenha conseguido resolver mesmo com ajuda?
Algumas estratégias que po- Qual?
dem ser sugeridas aos alunos
3 Volte à página de abertura desta unidade (página 13 ). Releia os objetivos e anote
para aprimorar ou continuar
o número daqueles que você acha que conseguiu atingir.
praticando o que estudaram
são: 4 Observe suas respostas nas Atividades 1 a 3 e reflita sobre sua aprendizagem e
• esclarecer dúvidas durante participação ao longo da unidade. Como você acha que poderia melhorar? O que
a aula, sempre que elas exis- você pode fazer para continuar praticando o que aprendeu? Converse com os
tirem; colegas e o professor sobre algumas estratégias que podem ser utilizadas para
• estudar com um colega (en- essa finalidade. Depois, liste aquelas que podem ser mais úteis para você.
sinar o que sabe e pedir ajuda
com o que tem dificuldade);
• utilizar na sala de aula as pa-
lavras e expressões estudadas
na unidade para se comunicar
com os colegas; To know MORE
• refazer as atividades mais
desafiadoras da unidade; WEBSITE
• tomar notas de informações • Informações sobre segurança alimentar e sustentabilidade ambiental.
que considerarem importantes Disponível em: <http://pnld.me/k5bzyw>. Acesso em: 10 out. 2018.
durante a aula;
LIVRO
• colocar em prática as dicas
dos boxes Top Tip; • POLLAN, M. Em defesa da comida: um manifesto. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2008.
• buscar as sugestões do boxe
To Know More para expandir
os estudos;
• utilizar as atividades da se- 34 PROMOTING SUSTAINABLE FOOD
ção Extra Practice para revi-
sar ou reforçar os estudos da
unidade; • ler textos em inglês a que 34
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• ler a explicação da seção tenha acesso na internet, em


Grammar Overview para livros ou revistas;
reforçar os estudos da seção • assistir a filmes, desenhos
A Look into Language; ou seriados lendo as legendas;
• ouvir o CD e acompanhar • escutar músicas em inglês e
a transcrição na seção Audio ler a letra, comparando com a
Scripts; ouvir o CD e repetir as tradução;
palavras etc.; • estudar um pouco por dia.

34

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OBJETOS DE
CONHECIMENTO
• Compreensão de textos
orais, multimodais, de cunho
informativo/jornalístico.
• Produção de textos orais

unit com autonomia.


• Construção de sentidos por
meio de inferências e reconhe-
cimento de implícitos.
• Reflexão pós-leitura.

EARTH: NOW
• Produção de textos escritos
com mediação do professor/
colegas.

AND TOMORROW
• Construção de repertório
lexical.
• Verbos para indicar o futuro.

SOBRE A UNIDADE
Nesta unidade, abordamos
o tema do meio ambiente e
das mudanças climáticas com
NESTA UNIDADE VOCÊ VAI: o objetivo de levar o aluno a
refletir sobre algumas previ-
1 refletir sobre o meio ambiente;
sões acerca desse tema, mas
2 ler e interpretar postagens de microblogue; também sobre ações e atitu-
des sustentáveis, assumindo
3 reconhecer e nomear vocabulário relacionado responsabilidade com rela-
a meio ambiente e desastres naturais; ção à preservação ambiental.
4 reconhecer e utilizar algumas expressões Além disso, o tema é discutido
de forma que os alunos pos-
relacionadas a tempo e probabilidade;
sam tomar consciência de que
5 ouvir e compreender uma previsão do tempo as ações presentes são fatores
para um futuro distante; determinantes para o futuro,
não apenas no âmbito indi-
6 reconhecer e produzir sentenças sobre vidual, mas também social e
previsões e eventos futuros; global.
Na abertura, são explora-
7 produzir e apresentar oralmente uma previsão das imagens não apenas dos
do tempo para um futuro distante; impactos ambientais que as
8 escrever uma postagem de microblogue para mudanças climáticas podem
chamar a comunidade a agir em defesa do meio provocar, mas também uma
ambiente; das suas principais causas (po-
luição e consequente emissão
9 refletir e discutir a respeito de fontes de gases na atmosfera). Tam-
de informações confiáveis na internet. bém é apresentado um trecho
de um texto informativo de re-
levância junto de uma citação
35 sobre as mudanças climáticas.
Ao longo da unidade, além do
tema principal, também existe
um trabalho de letramento di-
D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 35
COMPETÊNCIAS Orienta-
tram-se listadas nas10/25/18 17:42
gital, sobretudo em relação à
• CG01 • CA03 ções Gerais. confiabilidade de sites e infor-
• CG02 • CA04 mações encontradas on-line
• CG04 • CA06 e ao uso de imagens com e
HABILIDADES
• CG05 • CELI02 sem direitos autorais.
• CG07 • CELI03 • EF08LI03 • EF08LI09
• CG10 • CELI04 • EF08LI04 • EF08LI11
• CA02 • CELI05 • EF08LI05 • EF08LI12
As competências correspon- • EF08LI08 • EF08LI14
dentes aos códigos encon-
35

D3_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_MPU_G20.indd 35 11/12/18 14:30


COMPETÊNCIAS

JOHN LAWSON/GETTY IMAGES


• CG02 • CG07 • CA04
• CG04 • CG10 TUNE
into
RESPOSTAS Respostas pessoais.

B Resposta possível: as ima- A O que você sabe sobre as mudanças


gens apresentam uma das climáticas? E sobre o aquecimento global?
causas das mudanças cli-
máticas (poluição) e seus B Observe as imagens: o que elas mostram
e de que maneira você acredita que elas
possíveis efeitos (enchente e
se relacionam? De que forma os eventos
incêndio florestal).
mostrados nelas estão conectados?
C Resposta possível: o descui-
do no presente pode gerar C De que forma você acha que as mudanças
efeitos indesejáveis, como climáticas podem nos afetar?
o derretimento das geleiras, D Leia os textos a seguir. O que podemos
o consequente aumento do fazer para atenuar os efeitos das mudanças
nível do mar, secas mais in- climáticas e preservar o meio ambiente?
tensas, o aumento de tem- Dê alguns exemplos.
pestades e ondas de calor,
verões mais quentes e inver- A temperatura da superfície do planeta aumentou cerca
nos muito rigorosos etc. de 2,0 graus Fahrenheit (1,1 graus Celsius) desde o final
do século XIX, uma mudança ocasionada principalmente
D Resposta possível: uma das pelo aumento das emissões de dióxido de carbono e de
formas de proteger o meio outros gases relacionados à ação dos seres humanos.
ambiente é reduzindo a po- [...]
luição. Essa pergunta será NASA. Global Climate Change: How do we know? Disponível em: <https://climate.
nasa.gov/evidence/>. Acesso em: 12 jul. 2018 (tradução livre).
retomada e ampliada ao
longo da unidade.
E Campanhas com a distribui- “A ciência básica está muito bem estabelecida;
ção de folhetos informativos entende-se perfeitamente que o aquecimento global
impressos e na Internet, no ocorre em virtude dos gases do efeito estufa. O que
rádio e na TV, criadas pelos ainda não se sabe são as projeções específicas para
governos ou por organiza- as próximas décadas, o quanto o clima ainda vai
mudar. [...] Não é necessário ter absoluta certeza
ções ligadas ao tema podem
sobre os perigos que a sociedade enfrentará para
ajudar na divulgação de in- que possamos agir.” Mario J. Molina
formações. No entanto,
MOSKVITCH, K. “It’s Totally Unacceptable for Society Not to Act: A Q&A with
cada pessoa também pode Nobel Laureate Mario Molina on climate change”. Scientific American,
21 jan. 2015. Disponível em: <www.scientificamerican.com/article/
ajudar, por exemplo, divul- it-s-totally-unacceptable-for-society-not-to-act/>. Acesso em: 12 jul. 2018
gando informações corretas (tradução livre).
na internet, falando com
familiares e amigos, organi-
zando campanhas na esco- E Você acha que é possível conscientizar a
la, no bairro, no prédio etc. sociedade sobre a importância de adotar
ações mais sustentáveis para proteger o
planeta? Dê alguns exemplos.
ORIENTAÇÕES
TUNE INTO
A O aquecimento global é
uma das evidências das mu-
danças climáticas. Conver-
36
sar com os alunos sobre es-
ses dois conceitos. Se possí-
vel, convidar o professor de danças climáticas possam ter
D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 36
vê-se um agravamento na in- causar danos à saúde e ao 10/25/18 17:42 D4_ING

Ciências ou Geografia para a longo prazo, muitos pro- tensidade dos eventos como bem-estar da população. De
este debate inicial interdis- blemas já são verificados atu- tempestades, inundações, acordo com o cientista Ma-
ciplinar e sugerir aos alunos almente, e diversos modelos ondas de calor, furacões etc. rio Molina, há pesquisas que
textos sobre o tema. climáticos sugerem a intensi- Essas mudanças também mostram que cerca de 97%
C O título convida os alunos a ficação deles. A elevação do afetam diretamente a vida da classe científica concorda
pensar sobre nosso planeta nível do mar, por exemplo, das pessoas, pois têm um sobre os problemas acarreta-
atualmente e no futuro. Em- pode ocasionar o desapare- impacto na economia, po- dos pelo aquecimento global
bora ainda não se saiba com cimento de ilhas e cidades dendo aumentar a pobreza e que as sociedades precisam
certeza os efeitos que as mu- litorâneas. Além disso, pre- em zonas carentes, além de agir. Segundo o cientista, a
36

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RENATA MELLO/PULSAR IMAGENS
nar autoridades enviando
e-mails, tomar banhos cur-
tos, reciclar, comprar produ-
tos locais, caminhar e andar
de bicicleta em vez de uti-
lizar o carro etc. Algumas
dicas podem ser adaptadas

UKAYACAN/SHUTTERSTOCK.COM
CELLI07/SHUTTERSTOCK.COM
para o universo escolar.
E Os alunos podem citar a
aplicação de multas a quem
polui ou causa desmata-
mento, o esquema de ro-
dízio de carros nos grandes
centros urbanos, ou ainda
medidas de incentivo para
uso de sacolas retornáveis.

INFORMAÇÃO
COMPLEMENTAR
Aquecimento global
É o aumento da temperatu-
ra do planeta causado basica-
mente pelos gases do efeito
estufa (dióxido de carbono
[CO2] – o mais abundante,
gás metano [CH4], óxido ni-
troso [N2O], hexafluoreto de
enxofre [SF6], hidrofluorcarbo-
nos [HFCs], perfluorcarbonos
[PFCs] que ficam presos na at-
mosfera da terra e aquecem o
planeta. Embora esse processo
seja natural e possibilite a vida
na Terra, há mais de um século
observa-se que a ação huma-
na aumentou a emissão desses
gases, o que vem intensifican-
do o aquecimento da terra e
causando mudanças climáticas
consideráveis. A emissão des-
ses gases ocorre em atividades
como agricultura, pecuária,
transporte, tratamento do lixo,
desmatamento florestal etc.
Fonte: BRASIL. Ministério do Meio
Ambiente. Efeito estufa e aquecimen-
to global. Brasília, DF, [2018?]. Dispo-
nível em: <http://pnld.me/zb2hhm>.
37 Acesso em: 20 fev. 2018.

Mario Molina
Cientista mexicano, vence-
5/18 17:42
crença de que há dois lados
D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 37
to Act: A Q&A with Nobel laureate teger o meio ambiente. A
10/25/18 17:43

Mario Molina on Climate Change. dor do prêmio Nobel de Quí-


da questão é um mito. ONU disponibiliza um guia
Scientific American, 21 jan. 2015. Dis- mica por um trabalho sobre a
Fontes de pesquisa: UNION OF intitulado Lazy’s person
CONCERNED SCIENTISTS. It is Cold ponível em: <http://pnld.me/etbwfo>. camada de ozônio. Seus inte-
guide to saving the world
and My Car is Buried in Snow. Is Acessos em: 20 fev. 2018. resses de pesquisa incluem a
<http://pnld.me/bbakfq> qualidade do ar e problemas
Global Warming Really Happening?
D Mesmo que as grandes mu- (acesso em: 20 fev. 2018) de mudanças globais.
Disponível em: <http://pnld.
me/622eoj>, WWF. Effects of Climate danças estejam a cargo dos com algumas sugestões: Fonte de pesquisa: MOLINA, M. J. Bio-
Change. Disponível em: <http://pnld. líderes mundiais, em nosso desligar completamente os graphical. The Nobel Prize. 2014. Dis-
me/gvf9a8>, MOSKVITCH, Katia. It’s dia a dia podemos adotar equipamentos quando não ponível em: <http://pnld.me/s2ku5j>.
Totally Unacceptable for Society Not algumas medidas para pro- estiverem em uso, pressio- Acesso em: 20 fev. 2018.
37

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COMPETÊNCIAS
• CG01 • CG07
• CG04 • CA04
• CELI05
Dig into Na abertura desta unidade, você conversou
sobre o aquecimento global e as mudanças
• CG05 • CA06

HABILIDADES
reading climáticas. Agora, vai ler um folheto
informativo com algumas previsões a
respeito dos efeitos globais em um país em
particular, a Jamaica.
• EF08LI05 • EF08LI08

ORIENTAÇÕES 1 What do you know about Jamaica? Read the extract below and share with a classmate what else
you know about the country. Resposta pessoal.
1 Orientar os alunos a ler as
informações sobre a Jamai-
ca e conversar sobre o que Jamaica, island country of the West Indies. It is the third largest island in the
sabem a respeito dela. Suge- Caribbean Sea, after Cuba and Hispaniola. Jamaica is about 146 miles (235 km)
rimos que vejam um mapa long and varies from 22 to 51 miles (35 to 82 km) wide. [...] The national capital
da América Central ou um is Kingston.
mapa-múndi para localizar Buisseret, D. J. et al. Jamaica. Encyclopaedia Britannica.
o país e terem uma perspec- Disponível em: <www.britannica.com/place/Jamaica>. Acesso em: 12 jul. 2018.
tiva do seu tamanho. Esta
atividade serve como aque- 2 Take a quick look at the fact sheet and read its title. Which problem associated with climate change
cimento para fazê-los perce- is mentioned? Why do you think this problem is a great concern in Jamaica? Talk to a classmate.
ber, na Atividade 2 , por que Sea level rise. It can be a great concern in Jamaica because it is a small island.
a elevação do nível do mar
pode ser um problema grave HOT TOPIC –
para o país. CLIMATE CHANGE
2 Orientá-los a observar as &
imagens e perguntar que SEA LEVEL RISE
tipo de problema estaria re-
lacionado ao mar. Incentive- SUBTITLE 1 SUBTITLE 3
-os a utilizar o conhecimen-
Our climate is changing because as human beings we have • Over long periods sea level will rise causing progressive retreat
to prévio sobre mudanças increased the amount of certain gases, called greenhouse gases, that will require mitigation through sea-walls and offshore
climáticas e o que já discu- in our atmosphere. We burn oil, coal and gas to produce energy breakers
for homes, factories and businesses and for our transportation • Coastal aquifers which are a main source of water supply may
tiram sobre o assunto. needs. Burning these fossil fuels also produces greenhouse become useless due to saline (salt water) intrusion
Observar que, dentro do tó- gases like Carbon Dioxide, Methane and Nitrous Oxide. • Sea level rise will increase the impacts related to storm surge as
Excess greenhouse gases in our atmosphere are trapping too waves are likely to be higher
pico Subtitle 3 , o correto se- much heat around the earth. This heat makes our earth warmer, • Wetlands are at risk of sea level rise that may affect vegeta-
ria grow em vez de grown. like a greenhouse. This is what is known as global warming. It tion changes and affect spawning fish stock which grown in
Embora não esteja seguindo is this increase in temperature on land and sea over time which wetland areas

PRZEMYSLAW SKIBINSKI/SHUTTERSTOCK.COM; EDITORIA DE ARTE


results in climate change. Sea Level Rise is one of the impacts of
a norma-padrão, esse desvio climate change. TRENDS
não prejudica a inteligibili- Global sea level rise over the 20th century is estimated to have
dade da mensagem. SUBTITLE 2 been 0.17- + 0.05m, similar to that of the Caribbean region.
Further melting of polar ice caps and glaciers are expected to
accelerate sea level rise.
Sea level rise refers to a gradual rise in the level of the surface
INFORMAÇÕES of the sea with respect to the land. The rise in sea level is
COMPLEMENTARES associated with two phenomena: SUBTITLE 4
1. Thermal Expansion i.e. as ocean water gets warmer it
Jamaica expands and this contributes to rising sea levels. It is estimated that future sea levels for Jamaica will increase
País insular localizado no 2. Ice Sheet, Ice Cap and Glacier Melt i.e. warmer under various scenarios by 2100 from a low of 0.18m to high
temperatures are causing the melting of glaciers and polar ice of 0.59m and 1.4m. This will retard coastal development and
mar do Caribe, conhecido por influence displacement among population settlements.
and this puts more water into the oceans.
sua forte expressão cultural li-
gada à música, à comida e a
suas belezas naturais. É o berço
do movimento religioso Rasta- 38 EARTH: NOW AND TOMORROW
fári, que se tornou uma força
cultural com reflexos na arte
e na música. Muitos jamaica- Aumento do nível do mar –
D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 38
nic and Atmospheric Adminis- nas ilhas […]; 3. salinização dos 10/25/18 17:43 D4_ING

nos emigraram para o Estados Consequências tration (NOAA), uma das proje- deltas; 4. intrusão marinha nos
Unidos, Canadá e Inglaterra, o De acordo com Luiz Marques, ções para o aumento do nível do aquíferos; 5. destruição de ecos-
que favoreceu a disseminação sistemas costeiros e 6. vulnera-
professor livre-docente do de- mar até 2100 está entre 50 cm
do reggae pelo mundo. Bob bilização das usinas nucleares
partamento de História [da Uni- e 1,2 metro em relação a 1992.
Marley é o músico mais famo- situadas à beira-mar”.
so desse movimento. camp], nos últimos dez anos os Segundo ele, as consequências
cientistas vêm observando uma podem ser classificadas em seis Fonte: MARQUES, L. Consequências da
Fonte de pesquisa: JAMAICA Country elevação do nível do mar no século XXI.
Profile. BBC, 3 ago. 2012. Disponível aceleração na taxa de elevação categorias: “1. inundações re- Jornal da Unicamp – Edição Web. 24
em: <http://pnld.me/pvby97>. Acesso do nível do mar. O autor cita correntes da infraestrutura […]; jul. 2017. Disponível em: <http://pnld.
em: 20 fev. 2018. que, segundo a National Ocea- 2. desaparecimento das peque- me/7zuuaf>. Acesso em: 20 fev. 2018.
38

D3_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_MPU_G20.indd 38 11/7/18 17:05


to, se há fatos ou opiniões, se

PETCH ONE/SHUTTERSTOCK.COM, LOGO UNEP, T. LESIA/SHUTTERSTOCK.COM, LUCKY-PHOTOGRAPHER/SHUTTERSTOCK.COM; EDITORIA DE ARTE


a mesma informação está em
outros sites confiáveis etc.
Fontes de pesquisa: NISLY, A. Teach
Your Child To Identify Reliable
Websites And Sources. Family
Online Safety Institute. Disponível
em: <http://pnld.me/uu8wvc> e
Projected increases
in sea level rise from GEORGETOWN UNIVERSITY LIBRARY.
Global Mean Sea Level Rise by Evaluating Internet Resources. Dispo-
the Intergovernmental Scenario
2100 relative to 1980-1999
Caribbean Mean Sea
Panel on Climate nível em: <http://pnld.me/4s4mwy>.
Change Fourth IPPC B1 Scenario 0.18-0.38 0.13-0.43 Acessos em: 20 fev. 2018.
Assessment Report IPPC A1B Scenario 0.21-0.48 IPPC A1B Scenario
(IPCC AR4)
IPPC A2 Scenario 0.23-0.51 IPPC A2 Scenario INFORMAÇÃO
Rahmstorf, 2007 Up to 1.4M Rahmstorf, 2007 COMPLEMENTAR
Gênero textual e discursivo
Sources: This publication has been produced with the assistance of – Folheto informativo
Climate Studies Group, Mona (CSGM), 2012: State of the the European Union. The contents of this publication are
Jamaican Climate 2012: Information for Resilience the sole responsibility of the Climate Change Adaptation O folheto é um gênero in-
Building (Full Report). Produced for the Planning Institute and Disaster Risk Reduction Project and can in no way to formativo que pode ser cha-
of Jamaica (PIOJ), Kingston Jamaica. be taken to reflect the views of the European Union. mado de fôlder ou prospecto.
The Second National Communication of Jamaica To
Em geral, o fôlder caracte-
The United Nations Framework Convention on Climate riza-se por uma folha de pa-
Change 2011 http://unfccc.int/resource/docs/natc/jamnc2.pdf pel simples com uma ou mais
CLIMATE CHANGE ADAPTATION AND DISASTER RISK REDUCTION PROJECT. Climate Change and Sea Level Rise. Mona, Mayagüez: University of The West Indies. dobras. Apesar de o folheto
Disponível em: <www.mona.uwi.edu/physics/sites/default/files/physics/uploads/10_CCAndSea%20Level%20Rise.pdf>. Acesso em: 12 jul. 2018. informativo apresentado na
a-II; b-I; c-IV; d-III unidade não possuir dobras,
3 Identify the following elements in the fact sheet. Match the following information in your notebook. assim como alguns fôlderes,
a. Author of the fact sheet. I. Website of The University of The West Indies, Mona. sua função social, além de in-
formar, é também conscienti-
b. Where you can find this fact sheet. II. Climate Change Adaptation and Disaster Risk zar a população sobre os pos-
c. Institution that helped create the fact Reduction Project. síveis efeitos de um problema
sheet but is not responsible for it. III. A report about the state of the Jamaican climate, (e estimular ações). O texto,
issued in 2012. em geral, é organizado em tó-
d. The document used as a source of
picos ou subseções para me-
information to create the fact sheet. IV. The European Union.
lhor localização da informa-
ção, além de poder apresentar
diferentes tipologias, uso de
box para destacar informações
Digital SMARTS
e imagens.
Fontes de pesquisa: COSTA, S. R.
RELIABLE SOURCES ON THE INTERNET
Dicionário de Gêneros Textuais. São
Quando buscamos informações na internet, é importante verificarmos a fonte. Em geral, informações Paulo: Autêntica, 2008. RODRIGUES,
contidas em sites de instituições governamentais (por exemplo, aqueles que contêm a extensão “.gov” no M. A. N. Estratégias de leitura aplica-
endereço da URL), não governamentais (.org) e universidades (.edu, .ac) são confiáveis. das ao gênero fôlder. #Tear: Revista
Fonte de pesquisa: NISLY, A. Teach Your Child To Identify Reliable Websites And Sources. Family Online Safety Institute. Disponível em: de Educação Ciência e Tecnologia,
<www.fosi.org/good-digital-parenting/teach-your-child-identify-reliable-websites/>. GEORGETOWN UNIVERSITY LIBRARY. Evaluating Internet Resources.
Disponível em: <www.library.georgetown.edu/tutorials/research-guides/evaluating-internet-content>. Acessos em: 12 jul. 2018. Canoas, v. 3, n. 2, 2014.

INTERDISCIPLINARIDADE
UNIT 2 39 Science and Geography
Ao longo da unidade, você
pode propor uma atividade in-
5/18 17:43
ORIENTAÇÕES
D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 39
DIGITAL SMARTS base em relatórios pertinentes
10/25/18 17:43
terdisciplinar com o professor
Para responder à primeira e desenvolvido pelo departa- de Ciências e/ou Geografia.
3 Você pode aproveitar a opor-
pergunta, os alunos podem mento de uma universidade Como produto final da pes-
tunidade para trabalhar com
eles a localização de infor- observar as respostas que de- que pesquisa o assunto. quisa, os alunos podem criar,
mações na fonte do texto, ram na Atividade 3. O fato Em geral, as informações em grupos, folhetos informa-
nas quais, em geral, temos de a União Europeia não se encontradas nos tipos de sites tivos em inglês sobre algum
primeiro o nome do autor, responsabilizar pelo conteúdo mencionados são mais confiá- problema relacionado ao meio
em seguida, título do tex- não desqualifica a confiabi- veis. Os alunos também po- ambiente com o objetivo de
to, seguido pela instituição, lidade das informações, pois dem observar se o autor do informar e alertar a comuni-
data, URL e data de acesso. o folheto foi elaborado com texto é especialista no assun- dade internacional.
39

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COMPETÊNCIAS
• CG01 • CG04 • CELI04 4 Some of the subtitles are missing from Top TIP
• CG02 • CA04 the text. Read the fact sheet and decide
which of the following subtitles should IDENTIFYING THE MAIN IDEA OF EACH
HABILIDADES replace the labels Subtitle 1, 2, 3, and SECTION IN A TEXT
• EF08LI05 • EF08LI08 4. Then compare your answers in pairs Identificar a ideia principal de cada seção
and indicate elements from the text to de um texto ajuda não apenas a ter uma
RESPOSTA justify your choices. ideia geral dos pontos abordados, mas
também a saber em que parte focar melhor
6 Resposta possível: i.e. stands Subtitle 3. Algumas palavras como nossa atenção para explorar determinado
IMPACTS causing, impacts, affect
for “id est” (Latin for that is) aspecto do assunto abordado. Em geral, as
and is used to introduce an primeiras linhas de um trecho (ou mesmo
Subtitle 2. Início da frase
elaboration or explanation SEA LEVEL RISE “Sea level rise refers” de um parágrafo) trazem as informações
of something previously sobre a ideia central que será desenvolvida
mentioned. naquela parte.
Subtitle 4. Trechos como it
PROJECTIONS is estimated, by 2100 • Em que outras ocasiões você acha que
ORIENTAÇÕES essa estratégia seria útil? Converse
com seus colegas e com o professor.
4 Explicar aos alunos que, WHAT IS CLIMATE CHANGE?
para identificar o subtítu- Subtitle 1. Trechos como “Our climate is
lo correto de cada parte, changing” e “results in climate change”
eles precisam identificar a 5 Read the fact sheet again. Choose the appropriate option to complete the sentences and write
ideia central de cada item them in your notebook. Then compare your answers in pairs.
do texto. Após a correção, a. The title is long and detailed / short and objective.
se desejar ampliar, escre-
ver frases na lousa com b. The images and the layout help / do not help readers understand the information.
informações constantes c. It is organized in paragraphs and chapters / subsections and topics.
em cada parte do texto
e pedir a eles que as lo- d. Sentences are not too / are very long.
calizem. Como exemplo, e. The people interested in reading the fact sheet will probably have a basic idea / expert
você pode escrever: the knowledge about climate change.
common elevation of sea
level estimated in the past f. The author's objective was to provide general and factual information / opinions about climate change.
e perguntar em qual das
partes encontramos essa 6 Read these sentences from the text again and answer: what does “i.e.” mean? If you are not sure,
informação (Trends). Ou- talk to a classmate and check a dictionary, if necessary.
tras sugestões incluem:
1. Thermal Expansion i.e. as ocean water gets warmer it expands and this
• the possible consequences contributes to rising sea levels.
of sea level rise (Impacts).
• explanation about the causes 2. Ice Sheet, Ice Cap and Glacier Melt i.e. warmer temperatures are causing the
of global warming (What is melting of glaciers and polar ice and this puts more water into the oceans.
climate change?).
• how temperature increase is
associated with sea level rise
7 Observe the highlighted words in the fact sheet and match them with their appropriate meanings
(Sea level rise). in your notebook. Use the context and transparent words to help you. Then compare your
answers in pairs.
• what is predicted for Jamai-
ca if sea levels increase more a. Elevation of the ocean’s surface. sea level rise
than expected (Projections).
5 Sugerir a eles que leiam
as frases primeiro e vol-
40 EARTH: NOW AND TOMORROW

tem ao texto para se cer-


tificarem das informações.
Orientá-los a observar a 7 Sugerir aos alunos que leiam
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TOP TIP folhetos, notícias, reporta- 10/25/18 17:43 D4_ING

organização do folheto primeiro todas as definições Além de ler o início de cada gens, artigos etc.
informativo, quanto à es- e depois voltem ao texto para parágrafo, ou seção, os alu-
trutura e à linguagem uti- encontrar as palavras. Orien- nos podem ainda buscar pis-
lizada também. tá-los a se apoiar nas palavras tas tipográficas, números e
6 Comentar que essa abre- cognatas e no contexto para palavras-chave em um deter-
viação é muito comum em realizar a tarefa. Ao final, se minado trecho. A estratégia
textos em inglês. Ela vem da desejarem, podem consultar apresentada pode ser espe-
expressão latina id est, que o Vocabulary Log para veri- cialmente útil para a leitura
significa that is. ficar a tradução. de textos informativos como
40

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ATIVIDADE COMPLEMENTAR
b. Combustible materials formed from animals and plants that lived thousands of years ago.
Dudeney & Hockly (2016)
They are used to provide energy. Some examples of them are gas, oil and coal. fossil fuels
propõem uma atividade com
c. A type of building, like a house, made of glass and used to grow plants. greenhouse os chamados spoof websites,
d. Construction that protect the beach from high waves. sites com informações irreais
offshore breakers
criados para enganar ou ludi-
e. The quality of being hot; high temperature. heat briar. Essa atividade tem como
f. The part of our planet that is not covered by water. land objetivo ajudar a desenvolver a
competência digital relaciona-
g. The process of a solid becoming a liquid. melt da ao que os autores chamam
h. The action of reducing the negative effects of something. mitigation de information literacy, que é
a habilidade de avaliar infor-
i. Places where people live permanently. settlements
mações na rede quanto à sua
j. Areas of land covered by shallow water. wetland areas credibilidade e veracidade. Os
autores sugerem então que o
8 Read the sentences, talk to a classmate and together write if these statements are T (true) or professor trabalhe com o con-
F (false) in your notebook. teúdo de algum desses sites,
começando por realizar algu-
T a. Carbon dioxide, methane and nitrous oxide are types of gases. mas atividades de compreen-
T b. Humans are responsible for the increase of certain gases in the atmosphere. são primeiro e sem dizer qual é
a origem do site, ou seja, que se
F c. The excess of these gases keeps the planet cool. trata de um spoof. Você pode,
T d. Global warming is related to an increase in the temperature of the Earth. por exemplo, levar os alunos à
e. The high temperature of the Earth causes gases. sala de informática, se possí-
F
vel, ou projetar o site e traba-
F f. Sea level rise is not related to the increase of the Earth’s temperature. lhar com a turma em conjunto.
T g. It is possible that people living near the sea need to be relocated because of sea level rise. Após a atividade de com-
preensão, sem ainda dizer que
T h. The table, in the last part of the text, shows data projections from different reports. se trata de um spoof, você
pode analisar alguns elemen-
9 Now read these statements and, in pairs or groups of three, decide if you agree or disagree with tos que fazem o site parecer
them. Choose from the options below and justify your choices. Respostas pessoais. real (layout, links etc.) e outros
elementos que o denunciam
como uma fraude (a URL em
EDITORIA DE ARTE
si, o conteúdo questioná-
totally agree partially partially disagree totally vel, fontes etc.). Em seguida,
agree agree disagree disagree você pode selecionar infor-
mações de um site confiável,
a. A fact sheet is a good way to inform people about a problem in society. por exemplo, sobre o tema
da unidade e pedir aos alunos
b. When people are well-informed, they tend to take action to solve a problem. que comparem os dois. Ao fi-
c. It is important to make people aware of the possible impacts of climate change. nal, você pode perguntar-lhes
quais eles acham que é um
d. Students need to be better informed about global warming and climate change. site real e qual não é e pedir
e. I learn many things about environmental issues inside and outside the school. aos alunos que indiquem al-
gumas razões e elementos
f. Children and teens can’t do anything to help the environment. para justificar a resposta deles.
g. There are a lot of things that children and teens can do to help save the planet. Algumas sugestões de
websites com informações
falsas são: <http://pnld.me/
UNIT 2 41 dqpxqj> e <http://pnld.me/
63fmda>. Como sites con-
fiáveis, por exemplo, você
5/18 17:43 D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 41
realizar a atividade. Ao final, problemas sociais, 10/25/18
como17:43
os pode utilizar: <http://pnld.me/
ORIENTAÇÕES iov7g8>, <http://pnld.me/44u
se julgar viável, pedir aos ambientais. Na próxima ati-
vidade e no boxe Think it zag>, <http://pnld.me/fddjzf>
8 Eles podem realizar a ativida- alunos que corrijam as frases
Over, essa discussão será (acessos em: 20 fev. 2018).
de em duplas e, depois, con- falsas para que se tornem in-
ampliada. Incentivá-los a Fonte de pesquisa: DUDENEY, G.;
ferir com outra dupla antes formações verdadeiras.
justificar a opinião deles, se HOCKLY, N. Literacies, technology
da correção com a turma. 9 Esta atividade tem como and language teaching. In FARR, F.;
Você pode iniciar a ativida- objetivo propor uma refle- possível, dando exemplos de
MURRAY, L. The Routledge Handbook
de perguntando aos alunos situações.
xão aos alunos a respeito da of Language Learning and Technology.
que estratégias eles acham importância de conscienti- Abingdon & New York: Routledge,
que poderiam utilizar para zar as pessoas sobre alguns 2016. p. 115-126.
41

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COMPETÊNCIAS
• CG01 • CG04 • CA04 10 The following text was extracted from a microblog site, which is a type of social media network.
• CG02 • CG10 • CELI04 Read the text, observe the image and answer these questions. Then compare your answers in pairs.

HABILIDADES Alando N. Terrelonge Follow


@terrelonge2016
• EF08LI05 • EF08LI08
RESPOSTAS To save the world for the next generation we
must begin to educate our children about climate
10 A Climate change, global change, global warming, pollution... and their

ALANDO TERRELONGE
warming, pollution, plastic effects on the future of all life on our planet. Small
pollution island states like Jamaica won’t survive if we dont.
10 B (Plastic) pollution. #EarthDay #EndPlasticPollution

10 C To educate children about ALANDO N. Terrelonge. (@terrelonge2016). To save the world for the next generation... Twitter. 22 abr. 2018.
Disponível em: <https://twitter.com/terrelonge2016/status/988115803009634304>. Acesso em: 12 jul. 2018.
these problems.
10 D Resposta possível: to call a. What environmental problems are c. What is the proposed solution?
the attention to these terms, mentioned?
to make the post visible to d. Why do you think the author included the
people interested in these b. What problem is represented in the expressions #EarthDay #EndPlasticPollution
topics. image? at the end of his text?

RESPOSTAS
THINK IT OVER Think it OVER
B Resposta possível: a costa Respostas pessoais.
brasileira poderia ser afetada A O folheto informativo que você leu baseia-se em uma pesquisa realizada em 2012. Você
e consequentemente as po- acha que essas previsões já estão se confirmando no país ou levaria mais tempo? Pesquise
pulações litorâneas, em um as condições climáticas hoje na Jamaica e compartilhe com a turma.
primeiro momento. O site a
B De que maneira você acredita que o aumento do nível do mar poderia afetar o Brasil?
seguir tem informações que
podem ajudar na pesquisa: C Que outros problemas climáticos o Brasil poderia enfrentar?
<http://pnld.me/unafdq>. D Por que educar as crianças e os jovens pode ajudar a salvar o planeta?
Além disso, pode-se pesqui-
sar manchetes de jornais lo-
E O folheto pode ser uma maneira de informar as pessoas sobre um assunto relevante para a
sociedade. Que outras medidas podem conscientizar e informar melhor a população?
cais, como <http://pnld.me/
xacqf4> e <http://pnld.me/ F De que maneira as postagens em redes sociais, como a da Atividade 10, podem ajudar a
b4kivs> (acessos em: 17 out. disseminar informações sobre problemas sociais? Como saber se são confiáveis?
2018) e buscar notícias sobre G Além de educar e informar as pessoas, que outras ações podemos adotar em nosso dia a
o clima. dia para ajudar o meio ambiente?
C Secas, desmatamento, en-
chentes são alguns exemplos.
D Por serem a nova geração, 11 Read the post again and answer these questions orally.
podem mudar o estilo de
a. There is a small typo (a spelling mistake) in the text. What is it? dont
vida e tornar o futuro mais
promissor, agindo de forma b. Does it make it difficult to understand the message? No.
sustentável e preservando o c. How can we avoid typos and other errors, especially in more formal texts? By proofreading.
meio ambiente.
E Campanhas nas redes so-
ciais, na TV, em jornais, rá- 42 EARTH: NOW AND TOMORROW

dios; programas de apren-


dizagem como workshops
e palestras nas escolas, em ORIENTAÇÕES
D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 42
mente colocadas na frente tânea, corremos o risco de 10/25/18 17:43 D4_ING_

centros comunitários etc. de expressões ou palavras cometer erros de digitação


10 Neste momento, os alu- em redes sociais para facilitar
F As postagens ajudam a dar e de ortografia. Chamar a
visibilidade para as informa- nos enfocarão apenas em a busca de outras postagens atenção para o fato de que
ções, mas precisamos ter alguns aspectos da publi- que incluem a mesma hash- o erro de digitação não in-
cuidado com as fontes. cação de microblogue. Os tag e, consequentemente, terfere na inteligibilidade da
aspectos mais detalhados assuntos semelhantes. mensagem, mas que deve-
G Reciclar o lixo, evitar usar o
carro, andar mais a pé ou de do gênero serão enfocados 11 Comentar que, em redes mos revisar textos quando o
bicicleta, economizar água, na seção Put it on Paper. sociais, por serem textos es- contexto for formal para evi-
comprar produtos locais. 10 D As # (hashtags) são comu- critos de forma mais espon- tar esse tipo de problema.
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uma superfície coberta de ge-
lo, mas em uma extensão in-
words in Na seção anterior, você leu um folheto
informativo sobre uma questão ambiental.
ferior a 50 mil quilômetros e,
em geral, alimenta uma série
action Agora, vai estudar o vocabulário
relacionado e também maneiras de
expressar possibilidade e probabilidade
de geleiras ao seu redor. Em
português, refere-se à “calota
com relação a efeitos do aquecimento de gelo“ ou “calota glaciar”.
global sobre o planeta. • Glacier, o que mais comu-
mente estamos acostumados
THE ENVIRONMENT a ouvir, são grandes e espes-
sas massas de gelo formadas
1 Observe the images and use the words from the box to name them. Refer to the fact sheet in the por neve acumulada durante
Dig into Reading section to see the words in context, if necessary. Write in your notebook. muitos anos. Em português é
a “geleira”.
coal glacier melt oil storm wave Fontes de pesquisa: ICE Caps, Ice
Sheets, and Ice Shelves: What’s
the Difference?”. Exploring the
a. b. c. Environment. Disponível em: <http://
BERNHARD STAEHLI/SHUTTERSTOCK.COM

pnld.me/jic7as> e NATIONAL SNOW

PIOTR KRZESLAK/SHUTTERSTOCK.COM
& ICE DATA CENTER. What is a

J. HELGASON/SHUTTERSTOCK.COM
Glacier? Disponível em: <http://pnld.
me/7kfyee>. Acessos em: 20 fev. 2018.
Os alunos podem localizar
as palavras no texto, de modo
que o contexto e o conheci-
glacier melt coal storm
mento prévio deles possam
d. e. auxiliá-los a fazer a atividade.

HIROSHI TESHIGAWARA/ ORIENTAÇÃO


Natural Risks
SHUTTERSTOCK.COM

SHUTTERSTOCK.COM
TAMARA KULIKOVA/

1 Orientar os alunos a ler


as frases a seguir antes de
wave oil voltarem à postagem. Caso
os alunos tenham dúvidas,
NATURAL RISKS você pode pedir a eles que
identifiquem os riscos natu-
1 As we learned, climate change and global warming are Katharine Hayhoe Follow
rais e, em seguida, se eles
related to some natural events. Read this post written
@KHayhoe seriam a causa ou a conse-
by a climate scientist and choose the appropriate quência das mudanças cli-
Climate change affects each of us by máticas.
statement. Then compare your answers in pairs. exacerbating the natural risks we already
Katharine Hayhoe é uma
MANDEL NGAN /AFP

According to the scientist, ... face - hurricanes, wildfire, flood, drought,


heatwaves + more cientista atmosférica que es-
a. climate changes are making natural risks more 7:15 AM - 25 Oct 2017 tuda o aquecimento global.
intense. Ela é professora no Departa-
KATHARINE Hayhoe. (@KHayhoe). Climate change affects
b. natural risks are consequences of climate changes. each of us... Twitter. 25 out. 2017. Disponível em: <https:// mento de Ciência Política e
c. natural risks are the cause of climate changes.
twitter.com/KHayhoe/status/923191268615901184>. Diretora do Centro de Ciên-
Acesso em: 13 jul. 2018.
cia Climática na Texas Tech
University.
UNIT 2 43 Fonte: HAYHOE, K. Climate Scientist.
Disponível em: <http://pnld.me/
erzoqg>. Acesso em: 20 fev. 2018.
5/18 17:43 D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 43
com os alunos, você pode
10/25/18 17:43 Na correção, você pode su-
COMPETÊNCIAS INFORMAÇÕES gerir a alguns alunos volun-
COMPLEMENTARES apenas mencionar as diferen-
• CG02 • CELI03 ças a título de curiosidade. tários que escrevam as res-
• CELI02 • CELI04 The Environment postas corretas no quadro e
• Ice sheet refere-se a uma
O folheto informativo (p.38) camada de gelo que recobre aproveitar para revisar o al-
HABILIDADE fabeto, se julgar pertinente.
menciona Ice Sheet, Ice Cap e a terra em uma extensão su-
• EF08LI12 Glacier Melt. Embora não seja perior a 50 mil quilômetros.
necessário, neste momento, Em português chamamos de
entrar em detalhes sobre as “manto de gelo”.
diferenças entre esses termos • Ice cap também se refere a
43

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COMPETÊNCIAS
• CG02 2 Identify the natural risks in the scientist’s post and break the code below to name the images
• CELI02 representing those risks. Write in your notebook and talk to a classmate.

SHUTTERSTOCK.COM
DMYTRO ONOPKO/
• CELI03 2 v ¤ «
• CELI04
a c d e f g h i l n o r t u v w
HABILIDADE a. ¤ « b. ¤ c. 2 2
• EF08LI12

MICHELMOND/SHUTTERSTOCK.COM

MAGICBEAM/SHUTTERSTOCK.COM
JON BEARD/SHUTTERSTOCK.COM
ORIENTAÇÕES
Expressions of time and
probability
1 Você pode orientá-los a uti-
wildfire flood heatwave
lizar o contexto e as pala-
vras cognatas para realizar a d. « v e. «« 2

SAWAT BANYENNGAM/SHUTTERSTOCK.COM
atividade. Além disso, você
pode sugerir a eles que, no

LAVIZZARA/SHUTTERSTOCK.COM
final, escrevam as expres-
sões no caderno, indicando
se elas se referem a tempo
ou a probabilidade.
2 Se julgar mais pertinente, os drought hurricane
alunos podem realizar a ati-
vidade em duplas e a com- EXPRESSIONS OF TIME AND PROBABILITY
paração pode ser realizada
entre duplas diferentes. 1 Read the sentences below and pay special attention to the underlined words. Then decide if they
refer to time or probability. Talk to a classmate.
time
ATIVIDADE COMPLEMENTAR a. It is this increase in temperature on land and sea over time which results in climate change.
Choose one of the time or b. Over long periods sea level will rise causing progressive retreat […]. time
probability expressions from probability
Activity 2 to complete these c. Sea level rise will increase the impacts related to storm surge as waves are likely to be higher.
sentences. d. […] melting of polar ice caps and glaciers are expected to accelerate sea level rise. probability
A Impacts of tropical e. It is estimated that future sea levels for Jamaica will increase […]. probability
deforestation change .
(over time) f. […] future sea levels for Jamaica will increase under various scenarios by 2100 […]. time
B Natural changes in climate 2 Now, in your notebook, match the words and expressions from Activity 1 with their meanings.
usually occur . (over long Then compare your answers in pairs.
periods) a. something that is probable likely d. gradually, for a period of time over time
C Global warming is b. during an extended length of time e. something that you think is true based on
to cause bigger, more over long periods
calculations it is estimated that
destructive storms. (likely) c. things that are predicted or probable
to happen are expected to f. up to a particular time, right before a particular time
D Global sea level rise by

about one-meter 2100. VOCABULARY LOG • page 167


(is expected to / by)
E [In China,] glaciers
decreased by about a third
44 EARTH: NOW AND TOMORROW

in the past century. (it is


estimated that) D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 44 10/25/18 17:43 D4_ING

44

D3_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_MPU_G20.indd 44 11/7/18 17:05


formações sobre o clima do
país. Esta atividade também
Na seção anterior, você estudou
irá prepará-los para a com-
o vocabulário referente a riscos
preensão do áudio.
listen up! naturais relacionados às mudanças
climáticas. Agora, vai ouvir uma
previsão do tempo para 2050 na
A atividade pode ser discu-
tida em duplas ou com a
África do Sul. turma como um todo. Se jul-
gar necessário e for possível,
você pode reproduzir para
1 You are going to listen to a weather forecast report for South Africa in 2050. What do you know eles algum vídeo nacional
about this country? Take a look at the map and information below. Then answer the questions in sobre previsão do tempo.
your notebook. Algumas opções podem ser:
<https://www.youtube.com/
Official Name: Republic of South Africa watch?v=BSrK3J90gpw>,
e <http://pnld.me/8v28qz>

RAINER LESNIEWSKI/SHUTTERSTOCK.COM, PAUL STRINGER/SHUTTERSTOCK.COM


Capitals: Pretoria (administrative),
Cape Town (legislative), Bloemfontein (acessos em: 20 fev. 2018).
(judicial) Os alunos podem incluir ou-
Population: 56.52 million tras ideias que desejarem.
Official Languages: Afrikaans,
English, isiNdebele, isiXhosa, isiZulu, ATIVIDADE COMPLEMENTAR
Sepedi, Sesotho, Setswana, siSwati, Se desejar ampliar, você
Tshivenda, Xitsonga pode realizar com a turma
Currency: Rand uma atividade de formação
Area: 1,220,813 square kilometers W E
de palavras, enfocando o su-
Climate: subtropical, warm fixo -y utilizado para a for-
temperature conditions, dry 0 208 mação dos adjetivos, sendo
alguns deles relacionados ao
Fonte de pesquisa: SOUTH African Government. South Africa At a Glance. Disponível em: <www.gov.za/about-sa/south-africa-glance>. Acesso em: 13 jul. 2018. clima. Você pode projetar ou
reproduzir a tabela a seguir no
a. Which hemisphere is the country in? e. How many official languages are there? quadro e realizar a atividade
b. And in which continent? f. How is the climate in South Africa? em conjunto com a turma ou
solicitar-lhes que componham
c. What oceans surround South Africa? g. Do you know anything else about South Africa?
uma tabela parecida no ca-
d. Which countries does it border? If so, share your knowledge with your classmates.
derno, e pedir-lhes que façam
individualmente. As palavras
2 Identify the weather condition you do not expect to happen in South Africa. Write in your notebook. entre colchetes [ ] seriam as
JEMASTOCK/SHUTTERSTOCK.COM,
REDKOALA/SHUTTERSTOCK.COM,

respostas dos alunos.


MATSABE/SHUTTERSTOCK.COM

a. sunny d. showers g. severe rainy conditions

b. strong winds e. hot and dry conditions h. heavy rainfall noun adjective meaning
with light
c. cold weather f. rainy i. snowy sun sunny from the
sun
3 Choose the pieces of information you expect to find in weather forecasts.
[cloud] cloudy
with a lot
a. opening music for the program d. the reporter greeting the audience of clouds
when it
b. a map of the country or the region e. how hot, cold, or dry the weather will be that day [rain] [rainy]
rains a lot
c. probable weather for a particular year f. information about the traffic with a lot
snow [snowy]
of snow
UNIT 2 45 [wind] windy
with a lot
of wind

COMPETÊNCIAS RESPOSTAS 1 F It’s subtropical, warm


5/18 17:43 D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 45 10/25/18 17:43

temperature conditions, dry.


• CG01 • CA04 1 A South.
• CG02 • CELI02 1 G Resposta pessoal.
1 B Africa.
• CG04 • CELI03 2 Snowy.
• CA02 • CELI04 1 C Indian and Atlantic.
• CA03 1 D Lesotho, Swaziland, ORIENTAÇÃO
Namibia, Botswana,
2 Você pode orientar os alu-
HABILIDADE Zimbabwe, Mozambique. nos a observarem novamen-
• EF08LI03 1 E Eleven. te o mapa e a lerem as in-
45

D3_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_MPU_G20.indd 45 7/11/19 3:14 PM


COMPETÊNCIAS
• CG01 • CA02 • CELI03 4 Now observe the image below and listen to the report. Check your predictions in Activity 3 and
• CG02 • CA03 • CELI04 Track
identify the sentence that best reflects the objective of this weather report. Write in your notebook.
7
• CG04 • CA04
• CG10 • CELI02
HABILIDADE
• EF08LI03
ORIENTAÇÕES
4 O áudio desta atividade foi

WORLD METEOROLOGICAL ORGANIZATION – WMO


extraído de <http://pnld.
me/ty4b5g> (acesso em: 5
nov. 2018), nos trechos en-
tre 00:00 e 01:12; 01:40 e
02:00; e 03:05 e 03:14.
5 O áudio desta atividade foi
extraído de <http://pnld.
me/ty4b5g> (acesso em: 5
nov. 2018), no trecho entre a. Its objective is to inform people about the weather conditions for a particular day in 2050.
00:00 e 01:12. b. It intends to raise awareness of the possible effects of climate change in the future.
6 O áudio desta atividade foi
extraído de <http://pnld.
c. It was created to make people worry about the weather and be prepared for the future.
me/ty4b5g> (acesso em: 5
nov. 2018), no trecho entre
Track
5 Listen to the first part again and use the words from the box to complete the weather conditions
01:40 e 02:00. 8 you hear. Write them in your notebook and compare your answers in pairs.

INFORMAÇÃO
COMPLEMENTAR cold weather heavy rainfall hot and dry conditions rainfall
O trecho da previsão do tem- severe rainy conditions strong winds showers
po apresentado faz parte de
uma campanha feita pelas Na- a. […] there will be places that will be severely impacted such as the Western Cape province, as
ções Unidas com diversos pa- we’ll be seeing severities of coming in then and also an increased number of cold fronts also
íses para uma conferência so- coming in along the western coastline. strong winds
bre o clima em 2014, a Climate
Summit 2014, com o objetivo b. Temperatures are also expected to drop and leading to expected along the Western Cape
de conscientizar pessoas e go- coastline. cold weather
vernos a respeito dos possíveis c. We are also be expecting most of the time 80% chances of . showers
efeitos no clima em 2050. hot and dry
d. But in some places, such as the Northern Cape province, would be expected then. conditions
ATIVIDADES e. […] into northeastern part again summer might drop, but possibilities of risk factors
COMPLEMENTARES
coming in in terms of coming in over short periods of time and also falling over very short
Cardinal Points periods of time. rainfall / severe rainy conditions / heavy rainfall
Aproveitar a oportunidade
para trabalhar os pontos car-
Track
6 Take a look at the images from the video and read the extracts. Listen to the second part of the
deais e os adjetivos que apa- 9 forecast and decide the order you hear these parts. Write in your notebook and compare your
recem na atividade, utilizan- answers with a classmate.
do uma bússola ou rosa dos
ventos. Projetar ou desenhar
na lousa uma rosa dos ven- 46 EARTH: NOW AND TOMORROW
tos com os pontos principais
e sugerir aos alunos que indi-
quem os pontos intermediá- D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 46 Em seguida, propor que en- • Northern Cape province is in 10/25/18 17:43 D4_ING

rios. Veja a seguir um exem-


VECTOR TRADITION/SHUTTERSTOCK.COM

contrem no Audio Script os the [north] of the country.


plo (os trechos entre colche- north northern
respectivos adjetivos, forne-
tes [ ] são as respostas).
cendo um exemplo e solicitan- • Eastern Cape province is in
N - North E - East the [east] of the country.
do que completem os demais:
S - South W - West east eastern
Example:
NE - [Northeast] A partir daí você pode su-
SE - [Southeast] • Western Cape province is gerir que escrevam em que
NW - [Northwest] in the west of the country. região se localizam algumas
SW - [Southwest] west western cidades ou estados brasileiros.
46

D3_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_MPU_G20.indd 46 11/9/18 21:36


B Ao fazer uma campanha di-
a. Now you’ll see that there’s possibilities c. And then again hot and dry conditions recionada a cada local, com
of heavy rainfall […] 1 that could also lead to failed fires […] 2 pessoas locais, a comunica-
ção com o público pode ser

WORLD METEOROLOGICAL ORGANIZATION – WMO

WORLD METEOROLOGICAL ORGANIZATION – WMO


mais efetiva e ter o impacto
esperado. O público pode
ver as previsões em seu con-
texto, como se elas fossem
acontecer em um futuro
próximo e, talvez, tomar
consciência da necessidade
da ação no presente.
b. And you’ll see when you look at the northeastern
Top TIP C Por um lado, podem ajudar
part again the severe rainfall […] 3
a conscientizar mostrando

WORLD METEOROLOGICAL ORGANIZATION – WMO


CLIMATE VS WEATHER situações mais próximas
Weather (tempo meteorológico) do real daquela localidade,
refere-se às condições da atmosfera porém, como muitas vezes
em um curto período de tempo; essas mudanças são lentas
são as previsões feitas pelos e ocorrem ao longo do tem-
meteorologistas que se estendem po, as pessoas podem não
por no máximo 15 dias. dar muita importância, pois
Climate (clima) está relacionado às muitas das condições já po-
7 In sentence a, in Activity 6, there is a condições do tempo meteorológico dem ser observadas, mas as
short sentence that is not considered observadas durante longos períodos. pessoas podem não conse-
grammatically appropriate in some contexts. A Organização Mundial de guir perceber a intensidade
Find it and answer these questions orally. Meteorologia recomenda no mínimo com que elas podem vir a
trinta anos para se realizar uma ocorrer.
a. Does this structure make it difficult to análise climática.
understand the message? No. Fonte: INSTITUTO Nacional de Pesquisas Espaciais. Qual a
ORIENTAÇÕES
b. In a written text, how should we write it? diferença entre previsão de tempo e previsão de clima?
Disponível em: <www.inpe.br/acessoainformacao/
There are possibilities. node/401>. Acesso em: 20 fev. 2018. 8 Os alunos devem acessar
uma ferramenta de busca,
escolher fontes confiáveis,
Think it OVER fazer anotações sobre o que
lerem (e salvar imagens ou
Respostas pessoais.
vídeos, se possível) e, por
A Em que essa campanha, que apresenta uma previsão do tempo, se difere de uma previsão do
tempo comum que, em geral, assistimos na TV ou ouvimos no jornal? fim, decidir se é provável
que as previsões aconteçam
B Essa campanha faz parte de uma série com previsões do tempo para 2050 no mundo. Por que você ou não. Eles deverão opi-
acha que essas instituições decidiram fazer esse tipo de campanha, e não uma global e mais geral? nar com base na pesquisa
C Quais são os prós e os contras de campanhas com previsões para um futuro distante? realizada. O objetivo desta
atividade é fazer com que
possam buscar algumas in-
8 It is possible that some of the climate predictions for South Africa in 2050 can be noticed nowadays. formações reais e atuais so-
In groups, research the country's current climate conditions and their effects. Then decide if the bre o país estudado e poder
predictions are likely to happen or not. Share the information you find with your classmates. compará-las com a previsão
realizada.
AUDIO SCRIPTS • page 188

UNIT 2 47
5/18 17:43
INFORMAÇÃO
D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 47 calmente inadequado nesses RESPOSTAS 10/25/18 17:43

COMPLEMENTAR mesmos contextos. Dessa for-


THINK IT OVER
De Vos (2013) explica que o ma, segundo o autor, a con-
A Uma previsão do tempo de
uso do verbo copulativo be na cordância nesses casos, pode
um futuro mais próximo, em
forma contraída no singular, ser considerada um tipo de geral, menciona as tempera-
com predicativos no plural, é marca morfológica padrão. turas, coisa que não ocorre
comum em alguns contextos, Fonte de pesquisa: DE VOS; M. A. nesta que é uma campanha
mas que esse mesmo uso na Homogeneity in Subject-Verb Concord e talvez ficasse mais com-
forma não contrata não é in South African English. Language plicado prever esses dados
aceito e visto como gramati- Matters 44(1): 2013. pp. 58-77. mais acurados.
47

D3_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_MPU_G20.indd 47 11/7/18 17:05


COMPETÊNCIAS
• CG02
• CA03
• CELI02
a look into Você leu um folheto informativo com
previsões sobre o meio ambiente.

• CELI03
• CELI04
language Também ouviu uma previsão do
tempo para 2050. Agora, verá
estruturas usadas para falar sobre
previsões e eventos futuros.
HABILIDADE
• EF08LI14 FUTURE – WILL
ATIVIDADE COMPLEMENTAR 1 Read these sentences from the texts in Dig into Reading, and from the weather forecast in
Fortune teller
the Listen Up! section. Then write the appropriate word to complete the statements in your
notebook.
Se julgar pertinente de
acordo com os interesses da
Over long periods sea level will rise causing progressive retreat that will require
turma, você pode propor uma
mitigation […]
atividade de previsão sobre o
futuro. A atividade lúdica de Sea level rise will increase the impacts related to storm surge […]
adivinhação pode ser realiza- […] there will be places that will be severely impacted […]
da em duplas ou pequenos And you’ll see also a similar trend into the Eastern Cape province […]
grupos. Pedir aos alunos que Small island states like Jamaica won’t survive if we dont.
escrevam algumas frases so-
will to
bre o futuro deles, por exem-
plo, a profissão que preten- a. Usamos a estrutura com o auxiliar + o verbo principal no infinitivo sem o para falar de
dem seguir, se pretendem se previsões e possíveis eventos futuros.
casar ou não, ter filhos, e, se b. Com o verbo there to be, em frases afirmativas, o auxiliar é colocado entre e .
sim, quantos, onde preten- there, be
c. A forma contraída de will é . ’ll
dem morar etc. Eles devem
escrever essas frases sem dei- d. Para formar frases negativas no futuro, usamos o auxiliar + not, cuja forma contraída é .
will won’t
xar o outro colega ver. Em se-
guida, um dos alunos assume
o papel do “vidente” e irá SOUNDS
dizer algumas frases para o
colega sobre seu futuro que,
por sua vez, poderá confirmar WON’T VS. WANT
com Yes, I will. ou No, I won’t. A contração won’t e o verbo want diferem na pronúncia apenas pelo som da vogal. Como possuem
Você pode ensinar a eles essa significados diferentes e podem gerar confusão em alguns contextos, perceber a diferença e
forma curta para que possam praticá-la pode ajudá-lo a evitar problemas na compreensão.
interagir na brincadeira. 1. Listen and repeat.
Track won’t want
10
a. Jamaica won’t survive. b. We want to save the planet.
2. Now listen to and write won’t or want to to complete these sentences in your notebook.
Track
11 a. They be happy. won’t
b. I help the Earth. want to
c. We stop fighting against climate change. won’t

48 EARTH: NOW AND TOMORROW

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48

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RESPOSTAS
2 Read the post by Greenpeace and, based on this text and your previous knowledge about how to 2 Para fazer perguntas sobre o
form interrogative sentences in English, determine the rule for forming questions about the future. futuro em inglês, colocamos

GREENPEACE , MATJAZZ/SHUTTERSTOCK.COM
o auxiliar antes do sujeito: will
Greenpeace
@Greenpeace
Follow + sujeito + verbo principal.
China has a new and ambitious plan to curb #climatechange 4 Respostas possíveis:
emissions. Will it work? http://act.gp/2Bk6qp5 Over long periods sea level
12:10 AM - 21 Dec 2017 will rise [...].
7 � 65 83 � Sea level rise will increase
the impacts related to storm
GREENPEACE. (@Greenpeace). China has a new and ambitious plan to curb... Twitter. 21 dez. 2017.
Disponível em: <https://twitter.com/Greenpeace/status/943755447546384384>. Acesso em: 20 fev. 2018. surge as waves are likely to
3 Now, in pairs, read these sentences and answer the questions in your notebook. be higher.
[...] future sea levels for
Our climate is changing […]. Jamaica will increase under
various scenarios.
Excess greenhouse gases in our atmosphere are trapping too much heat around
You’ll see there will be
the earth.
places that will be severely
we’ll be seeing severities of strong winds […].
impacted such as the
Western Cape province [...].
a. Quais frases referem-se a eventos que estão em andamento no tempo presente? Primeira e segunda frases.

b. Qual frase refere-se a um evento que estará em andamento no futuro? Terceira frase.

4 Read the fact sheet in the Dig into Reading section again and the Audio Scripts of the weather
report and find other examples of sentences referring to the future. Make groups and take turns
reading the sentences out loud to practice. Try using the same intonation as a TV presenter.

5 Now, in the same groups, think of predictions about the climate in Brazil or in your state for 2050.
Write them down in your notebook and practice reading them out loud like reporters.
Resposta pessoal.
6 Take a quick look at these posts and identify which one shows the following items. Talk to a
classmate and write in your notebook. a-II; b-I; c-III
a. Written text only. c. Written text, image and a link to an article on another website.
b. Written text and a link.
I II
Larissa Noel @LarissaNoel4
will help ClimateWed – ICCDI @ClimateWed Dec 20
Please sign this petition that Brazil
acheive ZERO deforestation rate and
diminish climate change Changes in rainfall and other forms of
will be
Desmatamento Zero precipitation one of the most critical
Salvar as florestas é mais factors determining the overall impact of
MADERS/SHUTTERSTOCK.COM

do que uma obrigação dos


brasileiros – é um direito. Faça #climatechange. #ClimateWednesday
ICCDI AFRICA

parte da iniciativa popular pela


Lei do Desmatamento Zero.
�9 5 �

CLIMATE WED. (@ClimateWed). Changes in rainfall and other forms


� � of precipitation… Twitter. 20 dez. 2017. Disponível em:
LARISSA Noel. (@LarissaNoel4). Please sign this petition... Twitter. <https://twitter.com/ClimateWed/status/943482107317407744>.
30 ago. 2016. Disponível em: <https://twitter.com/LarissaNoel4/ Acesso em: 15 jul. 2018.
status/770673147678982144>. Acesso em: 15 jul. 2018.

UNIT 2 49
5/18 17:43 D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 49 10/27/18 11:57

49

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COMPETÊNCIAS
• CG02 III
DavidSvab

SHURKIN_SON/SHUTTERSTOCK.COM,
• CA03 @DavidSvab
• CELI02 will not affect
From heatwaves to hurricanes, floods to famine, #GlobalWarming
• CELI03

RAPHAEL ALVES/AFP
everyone equally. Here we look at seven key regions to see how each
• CELI04 is tackling the consequences of #climatechange http://bit.ly/2sYmVlA
1 � �
HABILIDADES
DAVID Svab. (@David Svab). From heatwaves to hurricanes, floods to famine... Twitter. Disponível em: <https://twitter.com/DavidSvab/
• EF08LI05 status/948913405410402305>. Acesso em: 15 jul. 2018.

• EF08LI14 7 Now read the posts from Activity 6 and replace the symbol with one of the following verbs in
the future.
ORIENTAÇÕES
be help (not) affect
7 Os alunos usarão as estru-
turas afirmativa e negativa. 8 One word in post I has a typo, that is, it was spelled inappropriately. Find this word and correct it
10 Nesta atividade, os alunos in your notebook. Use a dictionary, if necessary. achieve
deverão construir sentidos
com base em informações 9 Read the posts again and, in pairs, decide which objectives below correspond to each post. Write
que não estão explícitas, in your notebook. a-I; b-III; c-II
praticando, portanto, a ha-
bilidade de fazer inferências. a. The author of this post wants to persuade people to take action by participating in a campaign.

11 O objetivo desta ativida- b. The author wants to inform people about the different effects of climate change in different regions.
de, além de constituir uma c. This text shows a prediction about how the changes in a particular weather condition will have
oportunidade de prática important consequences.
para os alunos, é tornar o
conteúdo estudado mais 10 What can you infer from the messages of the posts? Write the appropriate statements in your
significativo, uma vez que notebook and compare your choices in pairs.
podem observar um dos
a. Common citizens do not have any responsibility in environmental problems.
contextos e finalidades para
os quais a estrutura de futu- b. Small actions today can help preserve the planet tomorrow.
ro poderá ser empregada. c. The amount of rain will be a determinant of the general consequences of climate change.
d. Different actions are necessary to deal with climate change.
e. All the regions will suffer in a similar way with climate change.
f. It is important to make people aware of environmental problems.

11 What will the world be like in 2100? Write one short prediction for each area below and interview
a classmate asking him or her about the future of the world. Your predictions can be interesting,
scary, funny, likely or even unlikely. You’ll analyze your classmates predictions in the end.
Resposta pessoal.
• environment • languages • movies and music • technology • transportation
A: Will people help save the environment?
B: Yes, I think so. For example, people will live in intelligent and sustainable
houses to help protect the environment.

GRAMMAR OVERVIEW • page 176

50 EARTH: NOW AND TOMORROW

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50

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COMPETÊNCIAS

have Na seção Listen Up!, você ouviu um trecho de


uma previsão do tempo para 2050 na África
• CG01
• CG02
• CG10
• CA03

your say do Sul. Agora, vai fazer uma previsão


semelhante para o Brasil, para seu estado ou
sua região.
• CG04
• CG07
• CELI02

HABILIDADE
• EF08LI04
1 You are going to create and present or record a TV weather forecast for 2050 with maps, images
and any multimedia tools you can use. First, in your notebook, list the items and types of ORIENTAÇÕES
information you think it is important to include in a weather forecast.
Se necessário, os alunos podem checar a seção Listen Up! e discutir em duplas. TOP TIP
Se julgar apropriado e os
2 Now follow these steps to prepare and present your weather forecast. alunos tiverem familiaridade
a. Get together in groups of three or four students. com apresentações de slides,
você pode sugerir que eles
b. Decide if you are going to create a weather forecast for Brazil or for another region.
criem uma apresentação sim-
c. Define your target audience (teenagers, school community, government leaders, etc.). ples com o mapa do lugar e
d. Plan your weather forecast in your notebook. Consider aspects such as formality, audiovisual algumas informações curtas, a
tools, how to start and how to finish it, how to record it, etc. fim de que se lembrem do que
vão falar.
e. Take notes about some predictions for the possible effects of climate change in 2050.
2 Acompanhar as apresenta-
f. Include a map and add any necessary information to it. ções e definir alguns crité-
g. Decide if you want to include images of natural disasters that will be intensified. rios para avaliar os alunos
(pode-se considerar o tra-
h. Practice with your group. Do your presentation. balho do grupo, se o plane-
Top TIP
jamento foi bem feito, se os
3 After the presentations, talk to your classmates and
REHEARSE
alunos buscaram informa-
teacher and discuss the following questions. ções adicionais, se ensaia-
Ao apresentar informações ram a fala etc.). Se julgar
a. Were the forecasts appropriate for their target para um público, um ensaio pertinente, fazer interven-
audiences? Give some examples. pode ajudar. Para a previsão ções nos grupos durante o
b. Were the facts and information presented interesting do tempo, você também pode planejamento, a fim de aju-
and relevant? Justify. apresentar um mapa.
dá-los a progredir antes de
• Como você costuma planejar fazerem a apresentação.
c. About the predictions: are they similar or different?
as apresentações de trabalhos
Which one is surprising? Which one is worrying? And de outras disciplinas? THINK IT OVER
which one do you think is not likely to happen? Why?
B Se desejar, você pode co-
mentar com os alunos que
o compromisso do Brasil,
Think it OVER conforme o Acordo de Pa-
ris, é a redução da emis-
Respostas pessoais.
são de gases em 37% até
A Com base nas previsões apresentadas, quais ações você acha que seriam importantes para
reduzir os possíveis problemas ambientais no Brasil? 2025, chegando a 43%
em 2030. Para atingir esse
B Você conhece alguma medida em sua comunidade para proteção do meio ambiente? objetivo, o país propôs res-
taurar 12 milhões de hec-
tares de floresta, aumentar
UNIT 2 51 a participação de bioener-
gia em 18% até 2030, e
expandir o consumo de
biocombustíveis.
5/18 17:43 D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 51 10/25/18 17:43
Fonte: BRASIL. Ministério do Meio
Ambiente. Brasil avança nas metas
para o clima. Brasília, DF, 29 ago.
2017. Disponível em: <http://pnld.
me/dwg2sp>. Acesso em: 20 fev.
2018.

51

D3_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_MPU_G20.indd 51 11/7/18 17:05


COMPETÊNCIAS
• CG02
• CG04
• CA04
• CA06 put it Você leu postagens de um microblogue
conscientizando a população sobre possíveis
• CG05
• CG07
• CA03
• CELI02
• CELI05 on paper efeitos das mudanças climáticas. Agora, vai
criar uma para incentivar sua comunidade
escolar a adotar medidas mais sustentáveis.

HABILIDADES
• EF08LI09 • EF08LI11 What to write? A microblog post (maximum of 280 characters).
INFORMAÇÕES What for? To invite your school community to take action against climate change.
COMPLEMENTARES To whom? To your school community.
1 C O selo de verificação men- Where? On school walls, school webpage or microblog account.
cionado no item V é coloca-
do pela plataforma, em geral,
ao lado do nome de usuário. 1 To create a microblog post, read the posts in this unit again and do the following activities.
Qualquer pessoa pode se a. Identify the elements listed below in each one of the microblog posts. Note: in some of them
candidatar para ter a conta you will find more than one element.
verificada em algumas redes
I. written text III. a hyperlink to another page V. @ before the username
sociais, mas, em geral, a ve-
rificação ocorre em contas II. image or video IV. hashtags (#)
de interesse público como de b. Match each part below with its correspondent function. 1-II; 2-III; 3-VI; 4-V; 5-I; 6-IX; 7-IV; 8-VIII; 9-VII
celebridades, governos, polí- 1. # I. You click on it to comment a post.
ticos, meios de comunicação, Follow
esportes, empresas etc. 2. II. It is used in front of a word or expression when you want people to find
your post when searching these word(s) or expression(s).
Fonte de pesquisa: TWITTER. About 3. Retweets
verified accounts. Disponível em: III. You click on it to see all the user’s posts in the future.
<http://pnld.me/zvbntt>. Acesso em:
4. Likes
IV. You click on it to like the post.
20 fev. 2018. 5. V. It indicates the number of users that liked the post.
Gênero textual e discursivo 6. � VI. It indicates the number of users that shared the post.
– Postagens de microblogue 7. VII. It is used in front of a user’s name to mention them in a post.
As postagens de microblo-
8. � VIII. You click on it to send a post as a private message.
gue caracterizam-se como um
gênero multimodal e, por sua 9. @ IX. You click on it to share the post.
natureza, a própria definição c. Choose the appropriate option to complete each statement about microblog posts. Write in your
do termo microblogue não notebook.
é muito fácil (Santos, 2011).
Pode-se dizer que esse gênero I. The texts consist of a limited number of words / an unlimited number of words.
seja advindo do blogue, que II. The posts were written for different audiences / the same audience.
inicialmente ficou caracteriza- III. The posts have different / the same objectives (for example, to raise awareness about a
do como um diário eletrônico problem, to call people to act, to share a campaign, etc.).
que facilita a interação e am-
IV. The posts can / can’t share articles, videos, and information available on other websites.
plia a visibilidade. Apesar de
haver algumas plataformas V. The check mark on blue splash next to some users’ names means that the account belongs
de microblogue (como Tumblr to a company / was verified and is authentic.
e Plurk), o Twitter é uma das VI. The language of the posts tends to be formal / informal.
mais populares e, por esse
motivo, foram escolhidas pos-
tagens dessa plataforma para 52 EARTH: NOW AND TOMORROW
serem trabalhadas na unida-
de. Nas postagens do Twitter,
ou tweets, como são chama-
mentos textuais que comple-
D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 52
unidade, foram trabalhados de Hipertexto e Tecnologias Educacio- 10/25/18 17:43 D4_ING_

das, as mensagens não podem nais. Universidade de Sorocaba. 26 e


mentam a informação inicial. os tweets com uma função
ultrapassar 280 caracteres (ini- 27 de setembro de 2011. Disponível
cialmente esse número era de Além disso, a informação pode mais global com o intuito de
em: <http://pnld.me/55g7bf>. Aces-
140 caracteres) e, dessa for- ainda ser complementada pela informar, conscientizar e per- so em: 20 fev. 2018; MARCUSCHI, L.
ma, é muito comum encontrar inserção da arroba (@) antes suadir o público em geral para A. Gêneros textuais emergentes no
nelas links para outros textos do nome do usuário a quem assuntos relacionados ao meio contexto da tecnologia digital. In:
– que podem ser considerados se dirige a mensagem e pelas ambiente. SANTOS, R. C.; XAVIER, A. C. (Org.)
hoje elementos fundamentais hashtags (#): palavras-chave Fontes de pesquisa: SANTOS, R. C. Hipertexto e gêneros digitais. Rio de
nas postagens (Santos, 2011), que facilitam a localização de Twitter como exemplo do gênero tex- Janeiro: Lucerna, 2004.
imagens, vídeos, e outros ele- postagens semelhantes. Na tual microblog. In: Encontro Nacional
52

D3_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_MPU_G20.indd 52 11/9/18 17:32


gens gratuitas, por exem-
2 Follow the instructions below to create your microblog post. plo: <http://pnld.me/rr85rt>,
a. Create a user name for your microblog account and include an image or avatar. <http://pnld.me/dsmpw2>
ou <http://pnld.me/pvahbf>
b. Decide which information you want to include in your post. You can focus on climate change in (acessos em: 20 fev. 2018). É
general or on a particular consequence or problem (for example, sea level rise). importante lembrar que, às
c. Think about how a short text can be persuasive. How can it make people think about and act or vezes, mesmo nesses sites,
change something in their lifestyle? Take some notes to help you create your post. podem aparecer imagens pa-
d. Decide if you want to include an impactful image. If so, pay attention to include a free copywrite trocinadas que são de bancos
image or draw something on your own. Take a look at the box Digital Smarts below. pagos. Você pode explorar es-
ses sites com antecedência e,
se julgar pertinente, separar
algumas imagens gratuitas e
Digital SMARTS interessantes que os alunos
poderiam utilizar.
IMAGE COPYRIGHT Além disso, na busca avan-
Você sabia que muitas das imagens e textos que encontramos da internet possuem direitos çada do mecanismo de bus-
autorais? Ao criar sua postagem, tente descobrir se as imagens que você pretende utilizar têm ou ca Google, é possível filtrar a
não direitos. Usando a busca avançada de um site de busca, você pode indicar que deseja apenas pesquisa de imagens para que
imagens livres para uso e compartilhamento. Há ainda websites que oferecem imagens gratuitas. apareçam apenas aquelas de
Converse com seu professor para obter mais dicas. uso livre e não comercial. No
Fonte de pesquisa: DUDENEY, G.; HOCKLY, N. Literacies, technology and language teaching. In: FARR, F.; MURRAY, L. link <http://pnld.me/fcifv2>
The Routledge Handbook of Language Learning and Technology. New York: Routledge, 2016. p. 123.
(acesso em: 20 fev. 2018), na
opção “direitos de uso”, você
e. You can choose to include a headline from a real news article or a quote from a scientist or pode optar por “sem direitos
activist (as an image, for example) to support your text. de uso ou compartilhamen-
to” ou, ainda, “sem restrições
f. Write your first draft in your notebook.
de uso, compartilhamento ou
g. Share your draft with two classmates and ask for suggestions to improve in your text. modificação”. Há ainda, no re-
h. Consider your classmates’ comments and corrections and write the final version of your post. sultado de busca de imagens,
Include some hashtags (#) to easily indicate the relevant subjects of your post. clicando na opção “ferramen-
tas”, um submenu, em que um
i. Along with your teacher and classmates, organize how to share your posts. You can organize
dos itens é o filtro por direitos
them by similar hashtags, for example, to exhibit on school walls. If possible, you can post
de uso.
them on the school webpage, classroom blog, or microblog account.
INTERDISCIPLINARIDADE

Think it OVER Art


Você pode desenvolver um
Respostas pessoais.
trabalho interdisciplinar com
A Na sua opinião, qual dos posts produzidos é o mais interessante? E o mais persuasivo?
Justifique suas respostas. Arte propondo um desafio
aos alunos de recolherem
B Você mudaria algo em seu post? O quê? Explique. materiais não mais utilizados
e que possam ser reciclados,
EXTRA PRACTICE • page 157 como: garrafas PET, caixas de
papelão, latas, copos descar-
táveis etc. Em conjunto com
UNIT 2 53 o professor de Arte, os alunos
podem elaborar obras de arte
abstratas da forma que dese-
5/18 17:43
ORIENTAÇÕES
D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 53
blogues. Neste momento, DIGITAL SMARTS
10/25/18 17:43
jarem. Por fim, pode-se pro-
tem-se a oportunidade de Esta pode ser a oportunida- por uma exposição na escola.
2 Sugerimos explicar aos alu- de de comentar com os alunos Além de criar títulos curtos
avaliar o trabalho e forne-
nos que eles podem escre- sobre o uso indevido de ima- para suas obras, em portu-
cer aos alunos os feedbacks
ver postagens curtas, como gens na web e sobre direitos guês e em inglês, os alunos
necessários para ajudá-los a
as apresentadas, ou mais autorais de um modo geral, também podem criar carta-
examinar os aspectos que
longas, mas que não pode- além da importância de men- zes diversos com informações
causam mais dificuldade e
rão passar de 280 caracte- cionar as fontes de consulta curtas sobre o meio ambiente,
res, pois texto curto é uma se dedicar a saná-los. que podem ser utilizados du-
nos trabalhos que realizarem.
das características de micro- Alguns sites oferecem ima- rante a exposição.
53

D3_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_MPU_G20.indd 53 11/7/18 17:05


COMPETÊNCIAS
• CG04
• CA03
• CA04
• CELI02
• CELI04 check your Neste momento, você
terá a oportunidade de

HABILIDADES
understanding se autoavaliar: perceber
seus progressos e
refletir sobre pontos que
• EF08LI03 • EF08LI12 precisa aprimorar.
• EF08LI05
1 Take a look at the fact sheet below. Read the information at the top and answer these questions.
ORIENTAÇÃO
a. What consequence of climate change is it about? d. When the fact sheet was published?
Health impacts. November 2014.
1 Sugerir aos alunos que b. What country does it refer to? Australia e. What organization created the fact
leiam as perguntas, obser- sheet? National Rural Health Alliance.
vem o folheto e leiam as c. Which part of the country does it refer to: city,
informações constantes no countryside, coastal? Countryside.
topo, especialmente o títu-

LOGO NATIONAL RURAL HEALTH ALLIANCE


lo, a informação abaixo dele FACT SHEET – NOVEMBER 2014
e o logotipo do lado direito.
RURAL HEALTH IMPACTS OF CLIMATE CHANGE
ATIVIDADE COMPLEMENTAR ...good health and wellbeing in rural and remote Australia

Find at least three predictions Climate change is increasing the intensity and variability of weather conditions, and this will have
and discuss in groups if you direct health impacts for people in rural and remote Australia.
agree with them and why. […] SUBTITLE 3
The vulnerability of communities to the health impacts Drought, flooding and other extreme weather events
PORTFÓLIO of climate change is a function of a range of factors, can affect the price and availability of food, placing
such as age profile, pre-existing health conditions, people at increased risk of malnutrition.
A postagem de microblogue awareness of the risks, socio-economic status, […] […]
que os alunos escreveram na An unfavorable combination of these factors leaves On average Indigenous Australians […] already have
seção Put it on Paper pode many communities in rural and remote Australia more significantly higher rates of preventable diet-related
vulnerable. conditions than non-Indigenous Australians. Up to 19
ser incluída no portfólio indi- SUBTITLE 1 per cent of the health gap is attributed to diet. Changes
vidual, ainda que em formato Heat-related illness and death is expected to in the amount and distribution of wildlife, fish and
de foto. Pode ser interessante increase, particularly in country areas where the vegetation will have deleterious health consequences
sugerir aos alunos que guar- ageing of the population is more marked, there is for people who follow a traditional diet.
greater prevalence of chronic conditions, people live SUBTITLE 4
dem os rascunhos para incluir in more isolated physical and social circumstances, Access to clean water is essential for drinking,
no portfólio deles também, and homes are hotter. personal hygiene, bathing and food preparation.
como forma de observarem o […] However some communities in remote Australia have
material inicial e depois a pro- SUBTITLE 2 no option other than to use water that is untreated
Poor seasons (a consequence of unfavourable weather or only partially treated […].
dução final, com ajustes e me- conditions and extreme weather events) and the […]
lhorias. Além disso, as frases e subsequent stresses of lost income, mounting debt Warmer temperatures will increase bacterial growth
perguntas que criaram na Ati- and damage to property are likely to prompt a rise in which can lead to an increase in food-borne infections
vidade 11 da seção A Look mental illness and harmful behavioural responses. This (eg salmonella). The impact will depend on factors
is expected to surface in the form of depression and such as food hygiene practices, and the homes in some
into Language, pode ser anxiety, psychological trauma and post-traumatic stress, remote communities lack the equipment and resources
uma boa amostra do trabalho drug and alcohol abuse, social withdrawal, relationship necessary to safely store and prepare foods (refrigerators,
com a estrutura trabalhada na disharmony and, in extreme cases, self-harm and suicide. potable water supply and waste management).
[…]
unidade. […]
Quanto à produção oral dos
alunos, você pode sugerir a NATIONAL Rural Health Alliance. Rural health impacts of climate change. Fact Sheet. Novembro 2014. Disponível em: <http://ruralhealth.org.au/sites/
eles que façam um breve rela- default/files/publications/nrha-factsheet-climate-change.pdf>. Acesso em: 17 jul. 2018.

to das atividades que desem-


penharam no grupo quando
da produção da previsão do
54 EARTH: NOW AND TOMORROW

tempo, na seção Have your


Say descrevendo, ainda, as
experiências quanto ao que
D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 54 10/25/18 17:43 D4_ING

acharam mais fácil ou mais di-


fícil. Esse relato pode ser reto-
mado no final do ano para que
eles observem se conseguiram
desenvolver estratégias para
aprimorar os pontos fracos.

54

D3_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_MPU_G20.indd 54 11/7/18 17:06


ORIENTAÇÕES
2 Read the fact sheet and write the appropriate options to complete the following statements in 2 Antes de ler o folheto, ins-
your notebook.
truir os alunos a lerem as
a. The target audience of this fact sheet is... b. The author's objective is... perguntas e as respostas su-
I. people living in big cities. I. to inform people about potential problems geridas. Eles podem, ainda,
II. people living in the countryside. caused by climate change. tentar inferir as respostas,
II. to persuade people to take action against antes da leitura do texto.
climate change. 3 Você pode sugerir aos alu-
nos que identifiquem as
3 Now complete this sentence summarizing the main message in the text. Use words from the text. palavras-chave para loca-
Write in your notebook.
lizar as informações e pa-
Some communities in the areas are more likely to have problems
lavras do texto, por exem-
plo: communities, area,
related to the effects of . rural, health, climate, change
problems, effects etc.
5 Você pode perguntar aos
4 What do the highlighted words in the text in Activity 3 indicate? They indicate probability. alunos de que forma eles
acham que é mais fácil lo-
5 Read the fact sheet and decide which of the following subtitles replaces the labels Subtitle 1, 2, 3 calizar essas informações
and 4 in the text. e, então, caso necessário,
a. Infection and disease Subtitle 4 c. Malnutrition Subtitle 3 orientá-los a ler o início e o
b. Mental illness and suicide Subtitle 2 d. Heat-related illness and death Subtitle 1 final de cada seção.
6 e 8 O áudio destas atividades
6 You are going to listen to a weather forecast for South Korea extracted from a video. Listen to it foi extraído de <http://pnld.
Track
12 and identify the number of people talking. 2 me/bu7amy> (acesso em:
5 nov. 2018), nos trechos
7 Look at the images. What’s the name of the TV show? News Center entre 00:00 e 00:10; 00:28
e 00:36; 00:51 e 01:08; e
8 Listen to it again and order the images according to what you hear. a-2; b-1; c-3 01:16 e 01:20.
Track
12 a. b. 8 Pedir aos alunos que primei-
ro observem as imagens e
tentem identificar que tipo
de informações eles acham
que deveriam prestar mais
atenção ao ouvir os trechos.
Por exemplo, nos números
ARIRANG NEWS
ARIRANG NEWS

que indicam as temperatu-


ras, em nomes de cidades,
nas máximas (highs) e míni-
c.
mas (lows) etc.
ARIRANG NEWS

UNIT 2 55
5/18 17:43 D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 55 10/25/18 17:43

55

D3_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_MPU_G20.indd 55 11/9/18 22:48


ORIENTAÇÕES
Os alunos deverão refletir NOW
sobre a realização das ativi- it’s
it’s on
on

YOU
dades da seção Check Your
Understanding. Sugerir que
façam essa verificação indivi-
dualmente e, se desejarem,
compartilhem com os cole-
11 Copie
Copie oo quadro
quadro abaixo
abaixo nono caderno
caderno e, e, na
na segunda
segunda coluna,coluna, anote
anote oo número
número das
das
gas. Auxiliá-los a verificar em
atividades
atividades da da seção
seção Check
Check Your
Your Understanding,
Understanding, de de acordo
acordo com com oo grau
grau de
de
que área precisam melhorar e
difi
dificuldade
culdade ouou facilidade
facilidade que
que teve
teve para
para fazê-las.
fazê-las. Resposta
Resposta pessoal.
pessoal.
como fazê-lo, estabelecendo
Atividades
Atividades
um plano com eles.
Consegui
Consegui fazer
fazer sozinho,
sozinho, sem
sem difi
dificuldades.
culdades.
É importante que os alu-
nos pensem e elaborem, com Consegui
Consegui fazer
fazer sozinho,
sozinho, mas
mas precisei
precisei consultar
consultar oo livro.
livro.
sua ajuda, estratégias para Precisei
Precisei da ajuda de um colega ou do professor para conseguir
da ajuda de um colega ou do professor para conseguir fazer.
fazer.
desenvolver melhor as habi- Mesmo
Mesmo com
com aa ajuda
ajuda de
de um
um colega
colega ou
ou professor,
professor, senti
senti difi
dificuldade
culdade para
para fazer.
fazer.
lidades que ainda não foram
consolidadas durante a uni- 2
2 Agora,
Agora, responda
responda às às perguntas
perguntas nono seu
seu caderno.
caderno.Respostas
Respostas pessoais.
pessoais.
dade. Além disso, esse é um a.
a. Qual
Qual atividade
atividade foi
foi mais
mais fácil
fácil para
para você?
você?
momento para que eles se b.
b. Qual
Qual delas
delas foi
foi mais
mais difícil?
difícil?
conscientizem da importância
de reconhecerem que o apren- c.
c. Em qual delas você precisou de
Em qual delas você precisou de ajuda?
ajuda?
dizado também é uma respon- d.
d. Há
Há alguma
alguma atividade
atividade que
que você
você não
não tenha
tenha conseguido
conseguido resolver
resolver mesmo
mesmo com
com ajuda?
ajuda?
sabilidade deles. Qual?
Qual?
Algumas estratégias que po-
dem ser sugeridas aos alunos 3
3 Volte
Volte àà página
página de
de abertura
abertura desta
desta unidade
unidade (página
(
(página 35
35 ).). Releia
Releia os
os objetivos
objetivos ee
para aprimorar ou continuar anote
anote oo número
número daqueles
daqueles que
que você
você acha
acha que
que conseguiu
conseguiu atingir.
atingir.
praticando o que estudaram
4
4 Observe
Observe suas
suas respostas
respostas nas
nas Atividades
Atividades 11 aa 33 ee refl
reflita
ita sobre
sobre sua
sua aprendizagem
aprendizagem ee
são:
participação
participação ao longo da unidade. Como você acha que poderia melhorar? OO que
ao longo da unidade. Como você acha que poderia melhorar? que
• esclarecer dúvidas durante
a aula, sempre que elas exis- você
você pode
pode fazer
fazer para
para continuar
continuar praticando
praticando oo que que aprendeu?
aprendeu? Converse
Converse comcom os
os
tirem; colegas
colegas ee oo professor
professor sobre
sobre algumas
algumas estratégias
estratégias que que podem
podem ser
ser utilizadas
utilizadas para
para
• estudar com um colega (en- essa
essa fifinalidade.
nalidade. Depois,
Depois, liste
liste aquelas
aquelas que
que podem
podem ser ser mais
mais úteis
úteis para
para você.
você.
sinar o que sabe e pedir ajuda
com o que tem dificuldade);
• utilizar na sala de aula as pa- To
To know
know MORE
MORE
lavras e expressões estudadas
na unidade, para se comunicar
com os colegas; WEBSITE
WEBSITE
•• Para
Para saber
saber mais
mais sobre
sobre mudanças
mudanças climáticas
climáticas
• refazer as atividades mais
NATIONAL
NATIONALGEOGRAPHIC
GEOGRAPHICKIDS.
KIDS.What
WhatisisClimate
ClimateChange?
Change?Disponível
Disponívelem:
em:<pnld.me/wjytf2>.
<pnld.me/wjytf2>.Acesso
Acessoem:
em:17
17jul.
jul.
desafiadoras da unidade;
2018.
2018.
• tomar notas de informações
que considerarem importantes MOVIES
MOVIES
durante a aula; •• Uma
UmaVerdade
VerdadeMais
MaisInconveniente
Inconveniente(An
(AnInconvenient
InconvenientSequel:
Sequel:Truth
Truthto
toPower).
Power).Direção:
Direção:Bonni
BonniCohen,
Cohen,
• colocar em prática as dicas Jon
JonShenk.
Shenk.Produção:
Produção:Actual
ActualFilms,
Films,Participant
ParticipantMedia,
Media,Estados
EstadosUnidos:
Unidos:Paramount
ParamountPictures,
Pictures,2017.
2017.
dos boxes Top Tip; •• Amazônia
AmazôniaEterna.
Eterna.Direção:
Direção:Belisario
BelisarioFranca
FrancaProdução:
Produção:Maria
MariaCarneiro
Carneiroda
daCunha,
Cunha,Brasil:
Brasil:Giros,
Giros,2012.
2012.
• buscar as sugestões do boxe
To Know More para expandir
os estudos;
• utilizar as atividades da se-
56 EARTH:
EARTH: NOW
NOW AND
AND TOMORROW
TOMORROW

ção Extra Practice para revi-


sar ou reforçar os estudos da
unidade; • D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd
ler textos em inglês a que 5656
D4_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_LA_G20.indd 10/25/18
10/25/18 17:43
17:43

• ler a explicação da seção tenha acesso na internet, em


Grammar Overview para livros ou revistas;
reforçar os estudos da seção • assistir a filmes, desenhos
A Look into Language; ou seriados lendo as legendas;
• ouvir o CD e acompanhar • escutar músicas em inglês e
a transcrição na seção Audio ler a letra, comparando-a com
Scripts; ouvir o CD e repetir as a tradução;
palavras etc.; • estudar um pouco por dia.

56

D3_ING_F2_4043_V8_035a056_U2_MPU_G20.indd 56 11/7/18 17:06


As competências correspon-
dentes aos códigos encon-
tram-se listadas nas Orienta-
ções Gerais.

HABILIDADES

unit • EF08LI03
• EF08LI04
• EF08LI05
• EF08LI08
• EF08LI09
• EF08LI10
• EF08LI11

HIT THE ROAD! • EF08LI12


• EF08LI13
• EF08LI14
OBJETOS DE
CONHECIMENTO
• Compreensão de textos
orais, multimodais, de cunho
informativo/jornalístico.
NESTA UNIDADE VOCÊ VAI: • Produção de textos orais
com autonomia.
1 discutir sobre turismo sustentável e • Reflexão pós-leitura.
preservação do meio ambiente; • Construção de repertório
lexical.
2 ler e interpretar partes de programas de
• Formação de palavras: prefi-
pacotes de viagens disponíveis on-line; xos e sufixos.
3 identificar sufixos e prefixos que compõem • Futuro simples (going to e
will): formas afirmativa, nega-
palavras em inglês;
tiva e interrogativa.
4 compreender e fazer planos para um futuro
próximo utilizando be going to; SOBRE A UNIDADE
A unidade foi estruturada
5 ouvir e interpretar um áudio sobre como em torno do tema contempo-
promover o turismo sustentável; râneo turismo sustentável, o
que abriu possibilidades para
6 descrever e apresentar um destino de turismo se trabalhar tanto com a sus-
sustentável; tentabilidade quanto com o
7 escrever um programa de pacote de viagem turismo e, por fim, com a in-
tersecção entre essas duas es-
para um destino de turismo sustentável para
feras. Os gêneros escolhidos
ser disponibilizado on-line.
para os textos a serem lidos e
ouvidos são um programa de
pacote de viagem e uma re-
portagem televisiva. A unida-
de é permeada por discussões
57 sobre viagens e preservação
do meio ambiente, razão pela
qual os alunos farão conjetu-
ras sobre o futuro e estudarão
D4_ING_F2_4043_V8_057a078_U3_LA_G20.indd 57
COMPETÊNCIAS 10/25/18 18:49
a estrutura be going to.
• CG01 • CG07
• CG02 • CG10
• CG04 • CELI01
• CG05 • CELI02
• CA02 • CELI03
• CA03 • CELI04
• CA04 • CELI05
• CA05 • CELI06
57

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COMPETÊNCIAS
• CG01 • CG10
• CG02 • CA02 TUNE
• CG04 • CA04 into
INFORMAÇÃO Respostas pessoais.
COMPLEMENTAR A Sua cidade poderia ser considerada
uma cidade turística? Se sim, como ela
Turismo sustentável recebe os turistas? Você sabe se há
Segundo o site do Instituto programas voltados para isso? Caso
Chico Mendes de Conservação não saiba, faça uma breve pesquisa e
da Biodiversidade (ICMBio), comente com seus colegas. Em caso
o turismo sustentável “tem negativo, você gostaria que sua cidade
como objetivo atender simul- atraísse visitantes? Por quê?
taneamente às necessidades
B Você já fez alguma viagem? Se sim, qual
dos turistas e das comunida- foi a mais importante para você? Se não
des receptoras, protegendo e fez, para onde gostaria de viajar e por
ampliando as oportunidades quê?
para o futuro.” Acrescentam
que, no turismo sustentável, as C Como você acha que deve ser viver
atividades ocorrem “sem des- em uma cidade turística? Se você vive em
prezar a manutenção da inte- uma, como acha que isso interfere na sua
vida cotidiana?
gridade cultural, dos processos
ecológicos essenciais, da diver- D Quais seriam, na sua opinião, as
sidade biológica e dos sistemas vantagens e as desvantagens do
que garantem a vida.”. turismo para uma cidade?
ICMBio. Turismo Sustentável. Dispo- E Observe as imagens. Das localidades
nível em: <http://pnld.me/45g2e7>. retratadas nelas, qual você gostaria de
Acesso em: 5 nov. 2018.
conhecer? Por quê?
F Algumas localidades ao redor do mundo,
ORIENTAÇÕES como as que aparecem nas imagens,
Quatro imagens abrem a estão optando por restringir o número de Fernando de Noronha, PE.
unidade e dizem respeito turistas que recebem. Por que você acha
ao universo do turismo. Em que isso acontece?
destaque, está a foto de Fer-
G Você já ouviu falar em “sustentabilidade”?
nando de Noronha, local que Compartilhe o que sabe sobre isso com
restringe o número de turis- os colegas. O que esse assunto pode ter
tas que recebe, como forma a ver com o tema da unidade? Levante
de controlar os impactos da
MICHAEL AGALTSOV/SHUTTERSTOCK.COM

hipóteses.
atividade turística sobre o
meio ambiente, o patrimônio
arquitetônico, a cultura do lu-
gar e o modo de vida de sua
população. Uma boa maneira
de explorar as imagens é in-
centivar os alunos a dizerem Trysil, Norway.
como imaginam que seria
uma viagem para lá, se têm
informações sobre esses lu-
gares e se imaginam que haja
58
muitos turistas. Após essa dis-
cussão, é possível abordar o
las que têm uma indústria
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sobre alguma outra cidade pectos (como o contato com 10/25/18 18:49 D4_ING
turismo sustentável, que per-
meará a unidade. do turismo mais desenvol- da região. diferentes culturas etc.).
vida. Esclarecer que existem B Resposta pessoal. Incentivar C Resposta pessoal. Conduzir
TUNE INTO vários tipos de turismo (de os alunos a compartilhar a atividade de modo que os
A Incentivar os alunos a pes- aventura, cultura, consu- suas experiências, conduzin- alunos compartilhem suas
quisar sobre como a cidade mo, negócios, gastronomia, do a atividade para que se visões a respeito da intera-
deles lida com o turismo, se ecologia, estudos etc.). Se a perceba que viajar é mais do ção entre comunidade local
julgar adequado. Em algu- própria cidade não tiver ati- que um deslocamento espa- e turistas e como isso pode
mas cidades, talvez isso fique vidades turísticas, os alunos cial, é uma experiência que interferir na vida cotidiana
mais evidente, como naque- podem se dedicar à pesquisa pode envolver diferentes as- de uma cidade.
58

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ANNA CHERNOVA/SHUTTERSTOCK.COM; EDITORIA DE ARTE
NACHO SUCH/SHUTTERSTOCK.COM
JANELLE LUGGE/SHUTTERSTOCK.COM

MARCOS AMEND/PULSAR IMAGENS

Okavango Delta, Botswana. Bonito, MS.

59
5/18 18:49
D Discutir com os alunos sobre
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excesso de pessoas, necessi- G Conduzir a atividade de
10/25/18 18:49

os aspectos positivos do tu- dade de mais infraestrutura, modo que a noção de susten-
rismo para uma cidade: de- aumento da poluição etc. tabilidade apareça relaciona-
senvolvimento econômico, F Incentivar a participação dos da à natureza, a aspectos da
oportunidades de trabalho, alunos nessa discussão. Eles vida cotidiana, como o trans-
interação com pessoas de devem refletir sobre o fato porte coletivo, à partilha do
outras culturas, presença de que algumas localidades espaço urbano, às diferentes
de diversidade de saberes e priorizam a preservação do formas de poluição (do ar, vi-
comportamentos etc.; e so- meio ambiente e, por isso, sual, sonora), à preservação
bre os aspectos negativos: preferem reduzir o turismo. do meio ambiente etc.
59

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COMPETÊNCIAS
• CG02
• CG07
• CA04
• CELI02 Dig into Na abertura desta unidade, você
observou imagens de alguns lugares

HABILIDADES
• EF08LI05 • EF08LI08
reading turísticos, conversou sobre turismo
e levantou hipóteses sobre a relação
entre turismo e sustentabilidade. Agora,
vai conhecer as características de um
programa de pacote de viagem.
RESPOSTAS
1 O conceito de turismo susten-
tável está disponível na pági- 1 In pairs, discuss what you understand by “sustainable tourism”. Resposta pessoal.
na 58, como Informação
Complementar. Estimular os 2 Which topics do you expect to be related to sustainable tourism?
alunos a discutirem a ideia de
a. luxury hotels d. local job creation f. cultural preservation
turismo sustentável, ou seja,
o turismo que leva em conta b. economic growth e. real estate investment g. planet protection
o impacto que a indústria do c. mineral exploitation
turismo tem sobre a natureza
e sobre a vida em uma de- 3 In your opinion, which of these places are sustainable tourism destinations? Opções a, b e d.
terminada sociedade, procu-
rando extrair dessa atividade a. b.
econômica benefícios para
todos os envolvidos: morado-
res, turistas e meio ambiente.
Os alunos lerão sobre o as-
sunto na página 62.

MAEMANEE/SHUTTERSTOCK.COM
ORIENTAÇÕES
4045/SHUTTERSTOCK.COM

2 Atividade destinada ao le-


vantamento de conheci-
mentos prévios.
3 Pedir aos alunos que levan- Hangzhou, China. Republic of Palau (Caroline Islands in Micronesia).
tem hipóteses e compar-
tilhem seus argumentos e c.
ideias com os colegas.

INFORMAÇÃO
COMPLEMENTAR

DAN BRECKWOLDT/SHUTTERSTOCK.COM
Hangzhou
Hangzhou é considerada a
cidade verde da China. Ape-
sar de ser uma metrópole com
nove milhões de habitantes,
Hangzhou investe em proteção
ambiental e áreas naturais. Foi London, England.
nomeada Patrimônio da Huma-
nidade pela Unesco em 2011.
Republic of Palau
60 HIT THE ROAD!

A República de Palau é um
país independente situado a
oeste do oceano Pacífico. É pela conservação da biodiver-
D4_ING_F2_4043_V8_057a078_U3_LA_G20.indd 60
misa. É uma cidade muito re- 11/7/18 11:18 D4_ING_

composta por cerca de 20.000 sidade local. levante para o turismo e para
habitantes e tem como línguas Fonte de pesquisa: SANTIAGO, E. Palau. a economia.
oficiais o inglês e o palauense, Infoescola, 2006-2018. Disponível em: Fonte de pesquisa: BRITANNICA ES-
<http://pnld.me/wrccfj>. Acesso em: COLA. Londres. Disponível em: <http://
embora outras línguas tenham
24 out. 2018. pnld.me/no8k29>. Acesso em: 24 out.
status de oficial em determi-
2018.
nadas regiões (como o sonso- London
rolês, o tobi e o japonês). Londres é a capital do Rei-
Palau é considerado um no Unido e da Inglaterra e
destino de turismo sustentável situa-se à margem do rio Tâ-
60

D3_ING_F2_4043_V8_057a078_U3_MPU_G20.indd 60 11/7/18 19:56


e. ORIENTAÇÃO
d.
8 O objetivo dos itens que
compõem esta atividade é
trabalhar com as caracte-
rísticas e a função social do
gênero guia turístico virtual,
KEN PHUNG/SHUTTERSTOCK.COM

com foco na questão do tu-

KISHOREJ/SHUTTERSTOCK.COM
rismo sustentável.

INFORMAÇÃO
COMPLEMENTAR
Siglufjordur, Iceland. Mumbai, India. Siglufjordur
Siglufjordur é uma vila de
4 What criteria did you use to answer the previous question? Resposta pessoal. pescadores na Islândia que
fica a menos de 50 quilôme-
tros do Círculo Ártico. O turis-
5 Would you like to visit any of those destinations? Why? Resposta pessoal. mo tem ajudado a sustentar a
população local após o colap-
6 What do people usually do to get information about places they would like to visit? so da pesca de arenque.
a. Read comic books. Mumbai
b. Watch movies. Fica no sul da Ásia e é a maior
cidade da Índia.
c. Read online travel guides.
Fonte de pesquisa: Britannica Escola.
d. Watch tourism TV programs. Mumbai. Disponível em: <http://pnld.
me/y6uawb>. Acesso em: 5 nov. 2018.
e. Read online tour package programs.

7 Choose the information you will find in online tour package programs.
a. how to pay for things h. restaurants and bars
b. news i. price of the trip
c. itinerary j. book reviews
d. transportation options k. how to book the trip
e. interests l. characteristics of the trip
f. recipes m. duration of the trip
g. description of the place

8 Read the extract from an online tour package program and answer the questions in your notebook.
a. What is the purpose of this text? Give some information about a trip to the Andes.
Respostas possíveis: Andes; trip;
b. Which words and expressions helped you answer the previous question? itinerary; Hiking; Trekking.
c. Who writes online tour package programs? Resposta possível: people who work with marketing or tourism agencies.

d. Who was this text written for? People interested in sustainable tourism or those mentioned in "Interests."

UNIT 3 61
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61

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COMPETÊNCIAS
• CG02 http://soleq.travel/tours/sustainable-tour

• CG07
• CG10 ANDES EXPERIENCE
• CA04
• CELI02 WITH THE LOCALS
The three pillars of sustainable tourism are
HABILIDADES employing environmentally friendly practices
(reduce, reuse, recycle); protecting cultural and

ISTOCK EDITORIAL/GETTY IMAGES


• EF08LI05 natural heritage (restoring historic buildings
• EF08LI08 or saving endangered species); and providing
tangible social and economic benefits for local
INFORMAÇÃO communities (ranging from upholding the
COMPLEMENTAR rights of indigenous peoples to supporting
fair wages for employees). As an ecological-
Programa de pacote concerned company, we tried to combine those
de viagem three pillars and offer a sustainable itinerary, will help them to digest the fruits or seeds
where you stay in restored hotels or with they have consumed. Hundreds of parrots
O texto apresenta um iti- and parakeets will approach the treetops
families in communities, do the most
nerário com a descrição da eco-friendly activities and still enjoy everything and later will come down to the clay bank to
viagem. Trata-se de uma pro- that Ecuador has to offer. Furthermore, you are eat this soil rich in minerals. It is essential to
posta de roteiro cujo objetivo going to travel with the “Tren de la Libertad” have binoculars to enjoy it.
é atrair turistas. and visit the Otavalo market. Moreover, you After a scrumptious breakfast we head out
will be fascinated by the diversity in the cloud for a hike through the primary and secondary
forest and by the Amazon rain forest. Rainforest. Our expert naturalists teach you
Highlights: about the ecology and flora and fauna of the
Number of days: 12 Rainforest along the trail. You will observe a
great variety of insects, a diversity of birds
Regions: Amazon, Andes
flying around us and with some luck reptiles or
Interests: Cities, Hiking & Trekking, monkeys. This activity takes about 2 ½ -3 hours.
Indigenous Culture, Nature & Wildlife, Train
Back at Itamandi EcoLodge for Lunch and a
Category: Standard siesta.
ITINERARY In the afternoon it is time to enjoy a cultural
Day 1 – Arrival in Quito activity. An Amazonian Kichwa community
Upon arrival in Quito you’ll be met and will receive us and we learn about their way
transferred to your lodging for your first night in of life and the interaction they have with the
Ecuador. The Hotel Andaluz, placed in a colonial- forest. This encounter is going to show you
style house from the late 16th century, with that part of the Amazonia that you do not find
large arches and interior patios, is located just a on the maps: the Amazon people.
short walk from the renowned Church and Plaza […]
de San Francisco and certified for its excellent We finish the visit with a traditional dance
work in sustainability by Rainforest Alliance. performed by the kids in this community
[...] and you also have some time to buy some
Day 9 – Jungle tour handicrafts, made by the indigenous. This
little business is to support the indigenous
5:45am – 6:00am (if the climate permits it)
people in their daily life.
Parrot Clay Lick
[...]
For bird lovers we take a canoe ride for 15
minutes upstream early in the morning to visit Day 12 – Transfer out
a parrot clay lick (Saladero). We appreciate In time for your flight, we will take you to the

EDITORIA DE ARTE
a unique site where parrots and parakeets airport.
gather in order to obtain the minerals that [...]

SOLEQ. TRAVEL. Andes Experience with the Locals. Disponível em: <https://soleq.travel/tours/sustainable-tour>. Acesso em: 13 ago. 2018.

62 HIT THE ROAD!

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a experiência de viagem dos
9 Go back to Activity 7 and check if the information you chose were correct. alunos pode render bons re-
sultados para essa atividade,
10 Read the text and answer the questions. além de prepará-los para a
leitura do texto. Na verda-
a. According to the text, what are the pillars of sustainable tourism?
de, todas essas informações
b. How are those pillars respected in this tour? podem estar presentes em
c. What is special about the hotel where the travelers are going to stay in Quito? exemplares desse gênero.
Opcionalmente, pode-se su-
11 Read the sentences below and write if these sentences are T (true) or F (false) in your notebook. gerir que os alunos acessem o
Correct the false ones. site <http://pnld.me/m7icqj>
(acesso em: 16 out. 2018).
F a. Travelers can touch parrots and parakeets at the clay lick. Travelers will need to have binoculars to see
parrots and parakeets at the clay lick. Lá poderão ver o programa
T b. Travelers will learn about flora and fauna of the rainforest and may see many animals. completo e listar todas as in-
formações apresentadas.
T c. Travelers will interact with an Amazon Kichwa community and learn about their way of life.
THINK IT OVER
SOUNDS
A Resposta pessoal. No site do
Culture
DROPS
Ministério do Meio Ambiente,
há informações disponíveis,
THE FINAL -ING = como “Passaporte Verde”,
Sustainable tourism in the mato-grossense Amazon /Ŋ/ SOUND
por exemplo, uma campanha
A Amazônia Mato-Grossense é considerada internacionalmente No texto da seção internacional de férias susten-
um dos importantes polos de turismo para observação de aves. Dig into Reading, táveis coordenada pelo gover-
Por conta disso, o WWF Brasil, em conjunto com você leu várias
no francês da qual participam
o Fórum Regional da Amazônia Mato-Grossense e o coletivo palavras terminadas
20 países, inclusive o Brasil.
Roda de Passarinho, lançou o “Guia de Aves da Amazônia Mato- em -ing. Você já teve
Além disso, há informações
-Grossense”, feito para facilitar a identificação de 120 das oportunidade de
549 espécies de aves da região. sobre turismo sustentável na
refletir sobre esse final
Fonte de pesquisa: INOVA SOCIAL. WWF Brasil lança “Guia de Aves da Amazônia Mato-Grossense”. anteriormente. Vamos Amazônia e outras regiões.
4 jun. 2018. Disponível em: <http://inovasocial.com.br/solucoes-de-impacto/
relembrar? Fonte de pesquisa: BRASIL. Minis-
wwf-guia-aves-amazonia>. Acesso em: 14 ago. 2018.
tério do Meio Ambiente. Passapor-
Listen to these te Verde, 16 maio 2012. Disponível
words and
Track em: <http://pnld.me/7cvraw>.
13 reproduce them. Acesso em: 27 jul. 2018.
a. building
B Resposta pessoal, mas é im-
Think it OVER b. employing
portante que os alunos en-
c. flying tendam que o controle é
d. lodging
A Você se informou sobre turismo sustentável na região dos realizado em busca do menor
Andes, Amazônia Andina e Amazônia Mato-Grossense. e. protecting impacto ambiental na região.
Você conhece projetos que propiciam o desenvolvimento f. restoring Há projetos que visam zerar
de turismo sustentável no Brasil? g. saving as emissões de carbono no
B Como você viu na abertura da unidade, Fernando de arquipélago, que já vem sen-
Noronha é uma localidade que controla o número de do utilizado como laboratório
pessoas que podem visitar a ilha. Por que você acha que a céu aberto para produtos
isso é feito? Qual é o efeito desse procedimento para o e projetos de baixo impacto
local, para o país e para o mundo? ambiental. Exemplos de pro-
jetos a serem subsidiados pelo
país são energia limpa e rea-
UNIT 3 63 proveitamento de água. Além
disso, é importante lembrar
que o turismo sustentável
movimenta a economia local
5/18 18:49
RESPOSTAS
D4_ING_F2_4043_V8_057a078_U3_LA_G20.indd 63
10 B Travellers stay in restored ORIENTAÇÕES 10/27/18 12:00
e gera emprego à população.
10 A Employing environmentally hotels or with families in Fontes de pesquisa: PARQUE
communities and do the 9 Discutir com a classe que tipo sustentável em Fernando de No-
friendly practices (reduce,
most eco-friendly activities. de informação eles julgam ronha avança. Folha PE, 23 ago.
reuse, recycle); protecting
relevante para estar em um 2017. Disponível em: <http://
cultural and natural heritage 10 C It’s certified for its
programa de pacote de via- pnld.me/46xuzg>; FECOMERCIO.
(restoring historic buildings excellent work in sustainability Pequenas empresas encabeçam tu-
or saving endangered by Rainforest Alliance. gem. Encaminhar a discussão
rismo sustentável em Fernando de
species); providing tangible de modo que os alunos pos- Noronha. São Paulo, 27 maio 2014.
social and economic benefits sam manifestar suas opiniões Disponível em: <http://pnld.me/
for local communities. a esse respeito. Trabalhar com fqeeho>. Acessos em: 27 jul. 2018.
63

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COMPETÊNCIAS
• CELI02
• CELI03
words in Você acabou de ler sobre uma viagem de turismo
sustentável para os Andes, com possibilidade
• CELI04

ORIENTAÇÃO
action de conhecer a Amazônia Andina. Vamos retomar
algumas palavras presentes no texto da seção
Dig into Reading e analisar como elas são
utilizadas para falar sobre viagens.
Nesta seção, serão siste-
matizadas algumas palavras
referentes ao tema viagens. TRAVEL VOCABULARY
Orientar os alunos a anotar no
caderno aquelas que conside- 1 Choose the best word from the box and complete the sentences in your notebook.
rarem mais significativas para
eles. O objetivo é que constru-
am um banco de palavras per- arrival itinerary
sonalizado e, assim, possam lodging transfer out
ampliar o repertório linguístico
de modo autônomo. itinerary
a. Before choosing your tour, look at the day-by-day of the trip.
arrival
b. Upon , you will be transferred to your hotel in the city.
c. Your in Quito is a hotel placed in a colonial-style house from the 16th century.
lodging
d. On Day 12 we provide a to the airport.
transfer out

2 In your notebook, match the definitions to the words. a-III; b-IV; c-VI; d-I; e-II; f-V
a. Traveling by walking long distances over multiple days through an area with many mountains,
rivers, etc., for pleasure and adventure.
b. An ecological sustainable house or hotel in the country or mountains for people who are doing
some outdoor activity.
c. Walking along a trail through natural environments especially for pleasure or exercise.
d. An accommodation that was repaired to return it to its original condition.
e. The action of changing from one place, region, situation or vehicle to another.
f. The practice of traveling for recreation.

I. restored hotel
II. transfer
III. trekking
IV. ecolodge
V. tourism
VI. hiking

64 HIT THE ROAD!

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ORIENTAÇÃO
3 For each image, write the alternative that describes it correctly in your notebook.
a. 3 Esta atividade tem o pro-
I. hike
pósito de levar o aluno a
II. handicraft identificar o significado de
III. clay lick termos e expressões prove-
nientes do texto lido. Eles
podem trabalhar em duplas
e retomar o texto para reler
OSTILL/SHUTTERSTOCK.COM

os termos em contexto, de
modo que se torne viável
deduzirem os significados
das palavras.

b. I. cuisine
II. handicraft
III. clay
BARNA TANKO/SHUTTERSTOCK.COM

c. I. hotel
II. ecolodge
III. beverage
EVILED/SHUTTERSTOCK.COM

d. I. restored hotel
II. trekking
III. ecolodge
VLADISLAV T. JIROUSEK/SHUTTERSTOCK.COM

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COMPETÊNCIAS
• CELI02 4 In pairs, decide which word completes the sentence correctly. Then listen to the audio and check
Track
• CELI03 14 your answers.
• CELI04 a. Yucca or manioc is very common in Kichwa’s local cuisine / local handicraft.
HABILIDADE b. On the sixth day of the tour, travelers will take a canoe ride / train trip in Otavalo or Ibarra.
• EF08LI13 c. Ecuador is a country that practices sustainable tourism / tourist.
d. It is recommended that travelers take binoculars to the parrot clay lick so that they can enjoy /
ORIENTAÇÕES dislike it.
5 Esta atividade foi pensada e. After breakfast, travelers can go out for a hike / ride in the rainforest.
para dinamizar a aula, asse-
melhando-se ao jogo de bin-
go. A ideia é que os alunos
5 Trancribe this chart in your notebook. Then listen to the definitions of some words and look for
Track
15 them in the table. Then, in trios, compare your answers.
associem as palavras às suas
definições, recorrendo, se
necessário, a uma releitura
do texto da seção Dig into
Reading. Uma vez que pode
ser difícil para os alunos com-
preenderem as definições na travel traveler wildlife tourism
primeira vez em que as ou-
virem, se julgar conveniente,
conduzir a atividade em du-
plas ou trios, e cada grupo ou
trio que disser primeiro a pa-
lavra cuja descrição tiver sido
lida marca um ponto. Você tourist hike visitor canoe
pode conferir o que é dito
checando os Audio Scripts.

ATIVIDADE COMPLEMENTAR
Uma possibilidade de am-
pliar o trabalho com o vocabu-
lário sobre viagem é preparar hotel eco- sustainability lodging
fichas com palavras diferentes friendly
para cada dupla ou trio e, com
base nelas, trabalhar com as
definições, até que um grupo
tenha de fato preenchido a
cartela e se tornado o vence-
dor do jogo. Isso tornará a ati-
vidade mais dinâmica e mais itinerary transfer trekking arrival
envolvente para os alunos.

EDITORIA DE ARTE

66 HIT THE ROAD!

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INFORMAÇÃO
PREFIXES AND SUFFIXES COMPLEMENTAR
Prefixes and Suffixes
1 Pay attention to the following words and choose the best itens to complete the sentences. Write in O enfoque escolhido para
your notebook. esse objeto de conhecimento
foi o da construção de pala-
tourism friendly restored vras, sem que seja necessário
ater-se a regras de funciona-
interaction endangered
mento dos afixos, ou a listas
de afixos de origem grega e
a. Os elementos em negrito não podem / podem funcionar como palavras independentes. latina. Por se tratar de con-
teúdo também trabalhado
b. Esses mesmos elementos em negrito têm a função de alterar /anular o sentido das nas aulas de Língua Portugue-
palavras. sa, os alunos podem ter uma
maior facilidade para resgatar
c. A inclusão dos elementos em negrito em geral muda / não muda a classe gramatical e transpor o processo apren-
das palavras. dido naquelas aulas para as
de Língua Inglesa. Trabalhar
d. O trecho sublinhado nas palavras é chamado de radical / sufixo. com a formação de sentidos
que derivam de uma palavra
2 Write the alternative that best explains the meaning of each word in your notebook. anterior, apontando sempre
para o fato de que os afixos
a. tour+ism acrescentam ou transformam
I. activity of traveling to a place on business os sentidos de um termo.

II. activity of traveling to a place for pleasure


III. person who travels to a place for pleasure
b. friend+ly
I. in a kind manner
II. in a rude manner
III. in an indifferent manner
c. inter+act+ion
I. the process of people or things influencing or communicating with one another
II. the process of people influencing or communicating with themselves
III. the process of things influencing or communicating with themselves
d. en+danger+ed
I. at risk of being excluded
II. at risk of extinction
III. at risk of being sick

UNIT 3 67
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COMPETÊNCIAS
• CG01
3 Now read an excerpt of an online tour package program for turtle conservation holidays and write
T (true) or F (false) in your notebook.
• CG02
• CG10
• CA05 www.responsibletravel.com/holidays/turtle-conservation/travel-guide/family-turtle-conservation-holidays

• CELI02
• CELI03
• CELI04
When it comes to family
HABILIDADE volunteering holidays, sea turtle
conservation trips are some
• EF08LI13 of the best projects out there.
The general recommendation
is for children to be aged eight

DAN76/SHUTTERSTOCK.COM
or above – although parents
know their children best, and
depending on the location,
some projects may be able to
accommodate children as young
as five. Daily – and nightly – tasks are the same, whatever your age, so kids will
be out patrolling the beach, measuring turtles, marking nests and gathering up
eggs, which is fabulous – as they really are playing an essential role in protecting
the turtles. Do bear in mind that you are not going to be living in luxury –
something that children may take to naturally, although anxious parents may
fret about more. But the simplicity of life by the beach means that the lessons
learned here are not all about conservation – children will learn about life in rural

EDITORIA DE ARTE
communities in the developing world, and that tablets and TVs are not the only
form of entertainment.

RESPONSIBLE Travel. Family turtle conservation holidays. Disponível em: <www.responsibletravel.com/holidays/turtle-conservation/


travel-guide/family-turtle-conservation-holidays>. Acesso em: 14 ago. 2018.

F a. This tour package program is recommended for babies and children under five.
T b. Children are going to learn about rural life.
T c. Children can help with tasks such as measuring turtles or marking nests and gathering up eggs.
F d. There will be tablets and TVs on the beach.

4 Identifiy the suffix in the words below.


a. conservation b. nightly c. volunteering d. entertainment

5 In your notebook, match each word with its definition. a-III; b-IV; c-II; d-I
a. conservation I. amusement or recreation
b. nightly II. to offer oneself as a volunteer
c. volunteering III. careful preservation and protection of something
d. entertainment IV. happened, done or produced by night or every night

68 HIT THE ROAD!

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6 Look at the syllables in bold and choose the correct answers for the activities.
The three pillars of sustainable tourism are employing environmentally friendly
practices (reduce, reuse, recycle) […].

Do bear in mind that you are not going to be living in luxury – something that
children may take to naturally […].

The general recommendation is for children to be aged eight or above […].

a. O sufixo ism é usado para indicar…


I. a maneira como algo é realizado. III. o ato de fazer algo.
II. a prática de algo, um sistema ou uma doutrina.
b. O sufixo ly é usado para indicar…
I. a maneira como algo é realizado. III. o ato de fazer algo.
II. a prática de algo, um sistema ou doutrina.
c. O sufixo tion é usado para indicar…
I. a maneira como algo é realizado. III. o ato de fazer algo.
II. a prática de algo, um sistema ou doutrina.
7 Now, in your notebook, rewrite the following sentences to replace the underlined expressions with
words from the previous texts.
a. This little business is to support the indigenous people in their every day life. daily
b. You will observe a great variety of insects, a diversity of birds while they fly around us and with
some luck reptiles or monkeys. flying
c. […] although parents know their children best, and depending on the place, some projects
may be able to accommodate children as young as five. location
d. […] during the day and the night, tasks are the same, whatever your age, so kids will be out
patrolling the beach, measuring turtles, marking nests and gathering up eggs […] daily and nightly

Culture
DROPS

Projeto Tamar
O projeto Tamar, hoje conhecido internacionalmente, foi criado na década de 1980 pelo Instituto
Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF), atual Ibama (Instituto Brasileiro de Meio
Ambiente). Seu nome tem origem nas primeiras sílabas das palavras “tartaruga” e “marinha”,
e esse projeto tem por objetivo a pesquisa, a conservação e o manejo das cinco espécies de
tartarugas marinhas ameaçadas de extinção que podem ser encontradas no Brasil.
Durante os períodos de férias escolares, o projeto oferece uma programação especial para
famílias e crianças, incluindo visita orientada, acompanhamento da equipe do projeto na
proteção de tartarugas, alimentação de tubarões, feira de povos tradicionais da região etc.
Fonte de pesquisa: PROJETO TAMAR. Tá de férias? Vem pro Tamar. 5 jul. 2018. Disponível em: <www.tamar.org.br/noticia1.php?cod=859>. Acesso em: 15 ago. 2018.

VOCABULARY LOG • page 168

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69

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COMPETÊNCIAS
• CA03
• CELI02
a look into Você acabou de aprender palavras
importantes relacionadas ao texto
• CELI03
• CELI04 language sobre turismo sustentável. Agora,
vai estudar o futuro usando be
going to e planejar o que será
possível fazer nos lugares.
HABILIDADES
• EF08LI12
• EF08LI14 BE GOING TO
ORIENTAÇÕES
1 Read the following sentences and choose the correct answers. Write in your notebook.
1 Realizar a leitura dos tre-
chos selecionados. Enfati- [...] you are going to travel with the “Tren de la Libertad” and visit the Otavalo
zar as estruturas destaca- market.
das e pedir aos alunos que
recorram ao conhecimento Do bear in mind that you are not going to be living in luxury [...].
prévio (o uso do futuro com
will) para compreender que a. As ações destacadas referem-se ao tempo…
o trecho refere-se a ocor-
I. presente. II. passado. III. futuro.
rências futuras.
1 C Usa-se will para expressar b. As frases estão na forma e , respectivamente.
promessas, previsões, acon- I. negativa/afirmativa. II. afirmativa/negativa.
tecimentos futuros com alta
c. Neste contexto, a função das expressões em foco é…
probabilidade de concretiza-
ção e decisões tomadas no I. fazer uma previsão sobre algo que pode acontecer.
momento da fala. To be +
II. falar sobre planos.
going to é usado para falar
sobre planos. Se julgar con- III. falar sobre decisões tomadas no momento da fala.
veniente, expor aos alunos
as diferenças semânticas 2 Now read the cartoon below. Choose and write the best option that completes the statements in
entre as duas construções, your notebook.
a fim de que os alunos ob-
servem que, na maior parte

FRANK & ERNEST, BOB THAVES © 2011 THAVES / DIST.


dos casos, elas não são in-
tercambiáveis, embora não
prejudiquem de maneira sig-

BY ANDREWS MCMEEL SYNDICATION


nificativa a inteligibilidade.

a. The man is checking in at a bus station / an airport.


b. He is planning to travel with his luggage on his head because he is probably afraid of airplanes/
he probably doesn’t want to pay extra to check in his suitcase.

70 HIT THE ROAD!

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c. The passenger service agent made a decision to charge the passenger for his luggage / may ORIENTAÇÕES
charge the passenger for his luggage. 3 Para a realização desta ativi-
d. We use be going to to express future plans or intentions / probable results. dade, relembrar com os alu-
nos a forma interrogativa do
verbo to be, a qual foi apre-
sentada no Volume 6. A par-
Culture tir daí, induzir a forma inter-
DROPS
rogativa da expressão verbal
Luggage to be going to, para que os
alunos possam realizar a ati-
Todos os aviões possuem espaços limitados para o transporte de bagagens dos
vidade com os colegas.
passageiros. As malas maiores e mais pesadas devem ser despachadas pelos passageiros
no momento do check-in e viajam no bagageiro do avião. Elas são disponibilizadas no 4 Circular pela sala, auxiliando
aeroporto de destino final, onde deverão ser retiradas pelos viajantes. Já as malas os grupos em suas dificulda-
pequenas e leves como bolsas, mochilas ou maletas de bordo, que levam itens pessoais des com o uso da estrutu-
como documentos, dinheiro, remédios, aparelhos eletrônicos, entre outros, podem viajar ra gramatical apresentada.
com os passageiros no avião. As companhias aéreas impõem limites de peso e tamanho Lembrar com os alunos, no
para as bagagens e muitas cobram pelas malas despachadas. Por isso, antes de viajar, quadro, a forma interroga-
procure saber sobre a franquia de bagagem da sua companhia aérea, ou seja, o que você tiva do verbo to be, apre-
pode despachar e levar como bagagem de mão e o limite de peso permitido das malas, pois sentada no Volume 6 da
esses limites variam e o excesso de peso é taxado. coleção, de modo que per-
Fonte de Pesquisa: CARVALHO, D. Bagagens em Aviões: saiba o que pode levar e o peso permitido. Melhores Destinos. 2 de jan. 2018. cebam a presença do verbo
Disponível em: <www.melhoresdestinos.com.br/bagagem-viagem-aviao.html>. Acesso em: 12 out. 2018. auxiliar na estrutura.
Cada grupo deve escolher
um representante para ex-
3 In groups of five, ask each other about your plans to travel during the next vacation period. Use por os resultados da enque-
the be going to future form to ask your questions. Transcribe the table below in your notebook and te. Caso julgue conveniente,
answer the questions. fazer, com base no que os
alunos disserem, uma esta-
Students Is going to travel? Where to? tística da classe sobre via-
gens nas férias.
Student 1 Yes No
ALTERNATIVA
Student 2 O desempenho de um aluno
Yes No
nas atividades avaliativas pode
ser um indício de problemas
Student 3 Yes No de aprendizado que podem
ter fontes diversas. É reco-
Student 4 Yes No mendável que as avaliações
sejam de diferentes formatos
Student 5
(provas escritas, exercícios
Yes No orais, dinâmicas de grupo,
autoavaliação, entre outras)
4 Choose one of your colleagues to tell the class about the results of your group. para assegurar que diferentes
habilidades do aluno sejam
examinadas.
GRAMMAR OVERVIEW • page 178

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COMPETÊNCIAS
• CG01 Você já discutiu e leu sobre turismo
sustentável e conheceu alguns pacotes de
• CG02 viagem que possibilitam o desenvolvimento
• CG04
• CG05
• CG07
listen up! desse turismo no Brasil e no exterior.
Agora, vai ouvir um áudio que fala sobre
como reduzir nosso impacto ambiental para
• CG10 promover um turismo mais sustentável.
• CA02
• CA04 SUSTAINABLE TOURISM
• CELI02
• CELI05 1 We already know what “sustainable tourism” is. Do you think this only concerns adults?
Resposta pessoal.
HABILIDADE
2 How can children and youth contribute to reduce their impact on the planet when traveling?
• EF08LI03 Resposta pessoal.

RESPOSTAS 3 Do you think Brazilian children are concerned about environment?

3 Resposta pessoal. Estimular 4 Do you think children around the world are concerned about sustainable tourism?
os alunos a levantar hipóte-
ses e a apresentar justificati-
vas para elas.
5 Listen to the audio about sustainable tourism and answer the following questions.
Track

7 The effects of climate


16 a. Which aspects of the tourism industry are mentioned in the audio?
change can put the world’s I. tourism growth V. infrastructure
most visited destinations
II. economic aspects VI. artistic attractions
at risk. They could lead to
the extinction of 30% of III. historical aspects VII. political aspects
species, 90% of coral reefs IV. waste of water VIII. number of people that fuel the tourism industry
and almost half of the
Amazon rainforest by 2050. b. Is the audio about a specific country? No, it isn’t.
c. What is the objective of the audio?
ORIENTAÇÕES
I. To present a definition of sustainable tourism.
3 Conduzir a atividade de II. To warn about the impact of the tourism industry on the planet and present sustainable
modo que os alunos que não
alternatives to it.
saibam a resposta pesquisem
se existem iniciativas de turis- III. To defend a global change in tourism policy.
mo sustentável com a partici-
pação de crianças no Brasil. 6 Listen to the audio again and write T (true) or F (false) in your notebook.
Track
5 , 6 e 7 O áudio destas ativida- 16 T a. Fifty years ago, around 25 million people fueled the world’s tourism industry.
des foi extraído de <http:// F b. The average Canadian uses 159 liters of water per day. They use 329 liters of water per day.
pnld.me/8i8o2s>, no trecho
entre 00:09 e 01:27 (acesso T c. Tourism is responsible for approximately 10% of all the money in world’s economy.
em: 9 nov. 2018). Trata-se T d. Climate change could directly lead to the extinction of many species of animals.
de um vídeo educativo cha-
mado Sustainable Tourism, F e. Eating food produced locally does not help the economy.
publicado em um canal cha-
mado Sustaining Tourism, Track
7 Listen to the audio again and answer: how can the effects of climate change impact tourism?
em uma plataforma virtual 16
de vídeos. O objetivo do ví-
deo é falar sobre como re-
72 HIT THE ROAD!

duzir o impacto do turismo


e torná-lo sustentável.
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RESPOSTA
8 Match the words to their definitions. Write them in your notebook. a-II; b-IV; c-III, d-I
9 Respostas possíveis: to look
a. waste I. the action of giving a new use to plastic, glass, etc.
for restaurants serving locally
b. gross domestic product II. use or expend carelessly sourced food, to buy locally-
c. rainforest III. tropical forest made souvenirs, to search
for a sustainable hotel or ask
d. recycling IV. the total value of all goods and services produced over
your accommodation how
a certain period they are doing their part,
9 What environment-friendly actions can you take while traveling? protect promoted resources,
etc. Esses são exemplos
10 Listen to the audio again and write the words that appear in it in your notebook. extraídos do áudio, porém,
Track incentivar os alunos a
16 a. sustainable b. school c. visitors d. travel e. industry f. coral reefs
propor outras ideias, como
recolher o próprio lixo,
Culture não danificar a vegetação
DROPS local, respeitar as áreas com
acesso restrito ou proibido
Coral Reefs etc.

MARCOS AMEND/PULSAR IMAGENS


Por abrigarem uma enorme variedade de plantas e animais, os recifes
de coral são considerados o hábitat marinho mais diverso do mundo. ORIENTAÇÕES
Um quarto das espécies marinhas vive nos recifes.
THINK IT OVER
Embora os corais possam ter aparência de uma planta, uma flor ou
até uma pedra, eles são animais! Pode parecer estranho, porque B Encaminhar a atividade de
não se deslocam e não têm cabeça, patas, nadadeiras, pernas ou modo que os alunos bus-
braços, mas são seres vivos. São diferentes das plantas porque não sabem fabricar o próprio quem informações sobre
alimento. Então, como comem? Quase todos os corais são coloniais, isto é, são formados por ações humanas para prote-
organismos menores, chamados pólipos. Cada pólipo é um pequeno animal dentro do coral, que ger o planeta e comecem a
pode se alimentar, respirar e se reproduzir de maneira independente. pensar sobre a importância
Fontes de pesquisa: BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Recifes de Coral. Disponível em: <www.mma.gov.br/biodiversidade/biodiversidade-aquatica/ das questões ambientais para
zona-costeira-e-marinha/recifes-de-coral> e PEDRA ou planta? Ciência Hoje das Crianças, 28 out. 2016. Disponível em: <http://chc.org.br/coluna/
pedra-ou-planta>. Acessos em: 15 ago. 2018. a vida cotidiana em vários
contextos (casa, bairro, cida-
de, estado, país, planeta).
C Resposta pessoal. Incentivar
Think it OVER os alunos a buscar dados
Respostas pessoais. atuais sobre a importância
A Você compreendeu a ideia geral do áudio? Ouvir mais de uma vez contribuiu para isso? da indústria do turismo na
economia brasileira.
B Segundo o áudio, o turismo sustentável é uma forma de proteger o planeta. Explique o que
entende dessa afirmação.
D A ideia é que os alunos pon-
derem a respeito de uma
C Por que você acha importante países que vivem do turismo se preocuparem com as atividade econômica impor-
questões do meio ambiente? Você sabe se isso também acontece no Brasil? tante para muitas cidades
D Em sua opinião, é possível para uma cidade receber turistas e ainda cuidar da preservação brasileiras, tanto reconhe-
do meio ambiente? Como isso pode ser feito? cendo seu papel como pon-
to turístico como refletindo
sobre a importância de que
AUDIO SCRIPTS • page 189
seja preservada.

UNIT 3 73
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COMPETÊNCIAS
• CELI01
• CELI02 have Agora que você já discutiu turismo,
• CELI04
• CELI05 your say vai pensar a respeito de um lugar que
você gostaria de conhecer e fazer
• CELI06 uma apresentação descrevendo-o.

HABILIDADE
• EF08LI04 1 You are going to present your dream trip to your
classmates and teacher. Think of some places you Top TIP
ORIENTAÇÕES would like to travel to and list them in your
Nesta unidade, a proposta notebook. HOW TO GIVE GOOD
ORAL PRESENTATIONS
é elaborar uma apresentação
sobre a viagem dos sonhos 2 Turn to Activity 7 in the Dig into Reading section for As palavras-chave para
dos alunos. Para isso, será reference of the type of information you need. uma boa apresentação
necessário que, com antece- são planejamento e
dência, eles sejam motivados
3 Collect information about the destination you selected. prática. Siga os passos de
Organize your ideas regarding the information you preparação atentamente,
a pensar em um destino para
intend to use. planeje o vocabulário do
onde gostariam de ir, a fim
qual vai precisar e ensaie
de pesquisar informações a
respeito desse lugar. De pos-
4 Prepare a short description of your destination. Don't forget quantas vezes forem
to include terms that you may want to use while presenting necessárias.
se das informações, os alunos
it. Ask one or two classmates to read your planning and Fonte de pesquisa: DBEIS, R. NSAMR.
poderão planejar as atividades How to give a good oral presentation:
make suggestions. a guide for students. National AMR.
que gostariam de realizar du- Disponível em: <https://cdn.sou
rante a viagem. No momento 5 Now you are going to prepare your presentation. First thampton.ac.uk/assets/im
ported/transforms/content-block/
da apresentação, para que of all, think of a strong opening, so that the audience will UsefulDownloads_Download/5D
todos possam falar, dividir os be interested in what you have to say.
98953D9AE74CC2A2993069E
54B263A/NSAMR%20Oral%20presen
alunos em grupos e pedir que tation.pdf>. Acesso em: 14 set. 2018.
apresentem suas viagens dos 6 Rehearse it with a classmate. Check a dictionary if you
sonhos para o grupo em que have questions regarding pronunciation.
estão. Após a realização da
etapa em grupos da atividade, 7 Try to time yourself (5 minutes should be enough).
convidar os alunos a, volunta-
riamente, apresentarem suas 8 Present it to the class.
viagens dos sonhos para o
restante da turma.
3 Os alunos devem focar em Think it OVER
informações importantes
para o desenvolvimento do Respostas pessoais.

turismo sustentável, como A Que critérios você utilizou para selecionar as informações sobre o destino que escolheu?
aspectos culturais e históri- B De modo geral, seus colegas se preocuparam em buscar destinos sustentáveis? E você?
cos, informações geográfi- Comente.
cas, características do local,
opções de transporte, aco- C Ter planejado sua fala facilitou sua apresentação? Que aspectos você ainda pretende
modação etc. Eles podem aperfeiçoar?
utilizar a biblioteca da es-
cola, uma biblioteca muni-
cipal, ou a internet, com a
supervisão de um adulto.
74 HIT THE ROAD!

Caso haja laboratório de


informática em sua escola,
conduzir a atividade de pes- atividades turísticas que po-
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quisa nesse local, supervi- dem ser feitas lá. Caso não
sionando o uso da internet seja possível, incentivar os
pelos alunos. alunos a fazerem cartazes
5 Se na sua escola houver a com algumas informações
possibilidade, orientar os e imagens, para ilustrar as
alunos a criarem apresenta- apresentações. Estabelecer
ções em sites ou aplicativos um tempo máximo para
digitais, com mapas e fotos cada apresentação.
dos locais escolhidos e das
74

D3_ING_F2_4043_V8_057a078_U3_MPU_G20.indd 74 11/7/18 19:57


COMPETÊNCIAS

put it Você vem conversando sobre turismo


sustentável desde o início da unidade.
• CG01
• CG02
• CA05
• CELI02
on paper Na seção Dig into Reading, conheceu um guia
virtual. Agora, vai criar um guia sobre um
pacote de viagens.
• CG04
• CA03
• CA04
• CELI04
• CELI05

HABILIDADES
What? An online tour package program. • EF08LI09
What for? Provide information about a sustainable tour.
• EF08LI10
• EF08LI11
Where? In your classroom.
To whom? To your classmates and English teacher. ORIENTAÇÕES
Trata-se de uma proposta
1 Go back to Activity 7 in the Dig into Reading section. Make a list with information you think de escrita em grupos, em que
cada grupo escolherá um des-
should be presented in an online tour package program.
tino de turismo sustentável
2 In groups, choose a sustainable tourism destination to present to your classmates. para pesquisar. Os alunos de-
verão buscar informações em
3 Check the official website of the sustainable tourism destination for more information, sites oficiais do local. Oriente-
pictures, etc. -os a evitar usar informações
apenas de sites comerciais.
4 In your group, select which pieces of information gathered in Step 1 will appear in your online
tour package program. 4 Orientar os alunos para in-
cluir a descrição do destino
5 Your group is now going to write the online tour package program. Follow the steps below. de turismo sustentável (pre-
a. Check the linguistic structures in the text and make sure to use them properly. servação ambiental, tecno-
logia para evitar poluição
b. Read the texts in this unit for inspiration.
etc.), aspectos histórico-cul-
c. Decide which topics are going to be in your tour package program. turais, atividades a serem
d. Write a draft. realizadas, duração da via-
gem, preço, transporte, aco-
6 In your group, revise your online tour package program. modação, mapa e itinerário.
7 Select images to illustrate your online tour package program. INTERDISCIPLINARIDADE
8 Present the online tour package program to the other groups in your class. Nesta unidade, a interdis-
ciplinaridade pode acontecer
com o professor de Língua
Think it OVER
Portuguesa (que já deverá,
então, ter trabalhado com
Respostas pessoais. estrutura e formação de pa-
A Agora que você já fez sua apresentação e assistiu à dos colegas, analise e discuta com eles lavras) e o professor de Ge-
quais as diferenças entre a sua apresentação e a deles. ografia, que poderá orientar
os alunos na coleta de infor-
B Você faria algo diferente em uma próxima apresentação? Justifique.
mações sobre os destinos de
sua escolha (no caso da seção
EXTRA PRACTICE • page 159 Have Your Say!) e sobre a
região em que vivem (no caso
UNIT 3 75 da seção Put it on Paper).
Além disso, os professores de
Geografia e de Ciências po-
dem falar da sustentabilidade
sob as perspectivas econômi-
5/18 18:50 D4_ING_F2_4043_V8_057a078_U3_LA_G20.indd 75 10/25/18 18:50

ca e ambiental, respectiva-
mente, o que poderá enrique-
cer muito as produções oral e
escrita dos alunos.

75

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COMPETÊNCIAS
• CG01
• CA04 check your Neste momento, você
terá a oportunidade de
• CELI02
• CELI04 understanding se autoavaliar: perceber
seus progressos e
refletir sobre pontos que
HABILIDADES precisa aprimorar.

• EF08LI03
• EF08LI05 1 Read the text and answer the questions in your notebook.
• EF08LI12
www.southamerica.travel/Brazil-Tours/Rio-De-Janeiro-Amazon-Rainforest-Tour/

ORIENTAÇÕES
Para garantir que a avalia- RIO DE JANEIRO
ção desse trabalho seja for-
mativa, é importante ajudar & THE AMAZON
os alunos a analisar a própria RAINFOREST
aprendizagem continuamente
e identificar quais pontos pre- TOUR
cisam de mais atenção. Combine Rio & the
Amazon Rainforest

NICI KUEHL/SHUTTERSTOCK.COM, DMITRY_ISLENTEV/SHUTTERSTOCK.COM, ANNALUCIA/SHUTTERSTOCK.COM, RITA BARRETO/FOTOARENA; EDITORIA DE ARTE


Adventure for 2
Highlights of Brazil

Rio de Janeiro, the former capital nestled between tropical mountains and sea, welcomes you.
Let nature dominate at the Amazon Ecopark Jungle Lodge or on an Amazon river cruise, as you
view pink dolphins, fish for piranhas, walking the jungle and marvel at the flora. Experience
two great landmarks of Brazil with this Rio de Janeiro and the Amazon Rainforest Tour,
combining beautiful beaches and incredible wildlife. Add a trip to Manaus onto your Amazon
Jungle Trip to take an Amazon River Boat Cruise.

ARRIVAL IN RIO & CHRIST THE REDEEMER TOUR ARRIVAL AT THE AMAZON LODGE
Day 1 Day 4
Arrive in Rio de Janeiro, also known as “The […]
Marvelous City.” Here your guide will greet In the afternoon, your guide will take you on
you and escort you to your hotel. a motorboat ride along the river to the lodge.
[…] Meet your guide and the staff to learn about
the lodge’s facilities and the tours you are
SUGARLOAF MOUNTAIN & RIO CITY TOUR going to take the following days. One tour we
Day 2 always recommend are the night safari tours
[…] where you can discover the nocturnal fauna of
the Amazon such as alligators, bats, and frogs.
TRANSFER TO MANAUS
AMAZON EXCURSIONS
Day 3
After breakfast, your guide will take you to
Days 5-6
the airport for your 5-hour flight to Manaus, […]
the capital of Brazil’s Amazonas State.
[…]

SOUTHAMERICA.TRAVEL. Rio de Janeiro & Amazon Rainforest Tour.


Disponível em: <www.southamerica.travel/Brazil-Tours/Rio-De-Janeiro-Amazon-Rainforest-Tour/>. Acesso em: 15 ago. 2018.

76 HIT THE ROAD!

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ORIENTAÇÕES
a. What is the purpose of this extract?
b. Where was it published? 3 O objetivo desta atividade
é chamar a atenção do alu-
c. This extract is part of… no para a estrutura das fra-
I. an interview. II. an online tour package program. III. a biography. ses com will e going to. Se
necessário, reafirmar que o
2 Complete the sentences with words from the box. contexto de uso dessas ex-
pressões é distinto.

lodges safari sustainable transfer trip 5, 6 e 7 O áudio destas ativi-


dades foi extraído de <http://
pnld.me/7i6zt6> (acesso em:
a. forms of industry are relevant to growing economies. Sustainable 5 nov. 2018), nos trechos
b. to the airport will be available after brekfast. Transfer
entre 00:00 e 00:18; 00:57 e
01:26; e 02:21 e 02:40.
c. It is possible to plan and have a nice without harming the environment. trip

d. Some include all meals and guided excursions. lodges RESPOSTA


e. A is an expedition to observe animals in their natural habitat. safari 3 A “…your guide is going to
take you…”.
3 In your notebook, rewrite the following sentences using be going to. 3 B “…your guide is going to
a. After breakfast, your guide will take you on excursions […]. greet you…”.

b. Here your guide will greet you and escort you to your hotel. PORTFÓLIO
O guia que fecha a unidade
4 Read the extract again. Find the words which use prefixes and/or suffixes to modify the following é uma produção em grupos
words. Write them in your notebook. que resgata o tema trabalha-
a. arrive arrival c. nocturne nocturnal e. tropic tropical do e os novos conhecimentos
b. follow following construídos. Trata-se de uma
d. redeem redeemer
produção que permite ao alu-
Track 5 Listen to the audio and answer: what cities is the presenter talking about? Stockholm and Vancouver. no aguçar o olhar para seu
17 próprio entorno, estabelecen-
6 Listen to the audio again and write T (true) or F (false) in your notebook. do as pontes entre o conheci-
mento de que se apropria na
Track
17 T a. Stockholm won an award in the past. escola e aquele que resulta da
F b. Ecology is not important today. observação de sua própria rea-
lidade. Por isso, consideramos
F c. Vancouver is going to plant new trees by 2050.
que seja uma produção es-
F d. They want the town hall to forbid access to the beach. pecialmente importante para
T e. The reduction of CO2 emission is a priority for Vancouver. fazer parte do portfólio dos
alunos. Após a apresentação
7 Listen to the audio again and choose the best option that completes each sentence. Write in your para a turma e a publicação
Track
17
notebook. do material, ele não deve ser
a. The audio is about the most eco-friendly / polluted cities in the world. descartado, e sim arquivado,
para que os alunos possam
b. City governments are trying to solve problems of the past / present. acompanhar todo o processo
c. In Stockholm, there are beautiful trees around the cycling / walking paths. ao longo do ano.

UNIT 3 77
5/18 18:50 D4_ING_F2_4043_V8_057a078_U3_LA_G20.indd 77 10/25/18 18:50

77

D3_ING_F2_4043_V8_057a078_U3_MPU_G20.indd 77 11/7/18 19:57


ORIENTAÇÕES
Os alunos deverão refletir NOW
sobre a realização das ativi- it’s on

YOU
dades da seção Check Your
Understanding. Sugerir que
façam essa verificação indivi-
dualmente e, se desejarem,
compartilhem com os cole-
gas. Auxiliá-los a verificar em 1 Copie o quadro abaixo no caderno e, na segunda coluna, anote o número das
1 Reproduza da
atividades o quadro abaixoYour
seção Check no caderno e, na segunda
Understanding, coluna,
de acordo comanote
o grauo número
de
que área precisam melhorar e das atividades da seção Check Your Understanding, de acordo com o grau de
como fazê-lo, estabelecendo dificuldade ou facilidade que teve para fazê-las. Resposta pessoal.
dificuldade ou facilidade que teve para fazê-las. Resposta pessoal. Atividades
com eles um plano. Atividades
É importante que os alu- Consegui fazer sozinho, sem dificuldades.
Consegui fazer sozinho, sem dificuldades.
nos pensem e elaborem, com Consegui fazer sozinho, mas precisei consultar o livro.
Consegui fazer sozinho, mas precisei consultar o livro.
sua ajuda, estratégias para Precisei da ajuda de um colega ou do professor para conseguir fazer.
Precisei da ajuda de um colega ou do professor para conseguir fazer.
desenvolver melhor as habi- Mesmo com a ajuda de um colega ou professor, senti dificuldade para fazer.
lidades que ainda não foram Mesmo com a ajuda de um colega ou professor, senti dificuldade para fazer.
consolidadas durante a uni- 2
2 Agora,
Agora, responda
responda às
às perguntas
perguntas no
no seu
seu caderno.
caderno. Respostas pessoais.
Respostas pessoais.
dade. Além disso, esse é um a. Qual atividade foi mais fácil para você?
momento para que eles se
a. Qual atividade foi mais fácil para você?
b.
b. Qual
Qual delas
delas foi
foi mais
mais difícil?
difícil?
conscientizem da importância
de reconhecerem que o apren- c.
c. Em qual delas você precisou
Em qual delas você precisou de
de ajuda?
ajuda?
dizado também é uma respon- d.
d. Há alguma atividade que você não
Há alguma atividade que você não tenha
tenha conseguido
conseguido resolver
resolver mesmo
mesmo com
com ajuda?
ajuda?
sabilidade deles. Qual?
Qual?
Algumas estratégias que po-
dem ser sugeridas aos alunos 3
3 Volte
Volte àà página
página de
de abertura
abertura desta
desta unidade
unidade (página
((página 57).
35 ). Releia
Releia os
os objetivos
objetivos ee anote
para aprimorar ou continuar anote o número daqueles que você acha que conseguiu
o número daqueles que você acha que conseguiu atingir. atingir.
praticando o que estudaram
são: 4
4 Observe
Observe suas
suas respostas
respostas nas
nas Atividades
Atividades 11 aa 33 ee refl