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“O Espiritismo” segundo o Evangelho

(Para meditação, questionamento e análise)

ESTUDO REFERENTE AO ESPIRITISMO

Ciência ou ocultismo?

Ciência: conjunto de conhecimentos coordenados relativamente a determinado


objeto.

Ocultismo: ciência dos fenômenos que parecem não se poder explicar pelas
leis naturais, transcendem a capacidade normal do entendimento humano,
como a levitação; a telepatia; o conjunto das ciências ocultas, como a magia,
necromancia, astrologia, espiritismo, etc.

Misticismo: conjunto de práticas religiosas que levam o crente a contemplação


divina. A inclinação natural para as coisas religiosas sobrenaturais.

Espiritismo: a palavra espirito vem do grego ” PNEUMA” que significa sopro,


exaltação, sopro vital, espírito. O sufixo grego “ÏSMÖS” indica doutrina filosófica
religiosa, daí o título espiritismo.

Resposta lógica: espiritismo é misticismo e é aceito como ciência oculta, mas


na verdade trata-se de doutrina filosófica religiosa.

Cristianismo: crença em Jesus Cristo ( IOSHUA= Salvador, CHRISTOS= O


Ungido). O cristianismo é professado pelas várias igrejas em que se ramificou:
Católica Romana, Ortodoxa Grega, Anglicana, Protestante, etc., que lhe
asseguram o caráter divino (JESUS é o filho de Deus feito homem, uma
pessoa da Santíssima Trindade, que veio ao mundo com a missão de cumprir o
propósito do Pai, resgatando os homens com seu sacrifício); e outras seitas
que negam o caráter divino e aceitam apenas a parte moral, consubstanciadas
no amor a Deus e ao próximo; entre estas citam-se as organizações espíritas
kardecistas, esotéricas e rosa cruz, para as quais JESUS CRISTO é apenas
um espírito de suprema elevação, dos mais ou o mais perfeito que já habitou
entre nós.

Espiritualismo: o pensamento de todo aquele que acredita em algo além do


material. Aquele que crê e admite a existência de algo além do corpo físico
(relacionado a um ser superior).

No Livro o evangelho segundo o espiritismo, p.48.77 edição, Alan Kardec


afirma: “O cristianismo e o espiritismo ensinam a mesma coisa”

UMA PEQUENA SÍNTESE DA DOUTRINA ESPÍRITA :


O espiritismo significa doutrina dos espíritos. Esta doutrina, na essência, é fruto
do desejo de continuar em contato com entes queridos que já faleceram, e
também de se alcançar salvação pela autonomia espiritual que as boas obras
legam ao homem, numa criada evolução espiritual em direção à perfeição
universal. È a religião que tem por base a crença na comunicação dos
“espíritos” de pessoas mortas com pessoas vivas. A comunicação de dá por
meio da “Mediunidade” , onde espíritos desencarnados falam com espíritos
encarnados por meio de um médium, que podem ser videntes, sensitivos, etc.
Alguns quando incorporados, escrevem em idiomas que desconhecem, ditam
receitas médicas ou conselhos, e outros até operam doentes. As raízes
históricas do espiritismo são as mais antigas, desde civilizações antigas como
na Babilônia, no Egito, bem como nas nações que habitavam as terras de
Canaã antes da chegada dos israelitas. Os principais fenômenos encontrados
desde tempos remotos registrados na Bíblia Sagrada eram: Mediunidade,
necromantes, encantadores, feitiçaria, idolatria, magia, cartomancia,
adivinhações, e outros. Ver Deuteronômio 18:9-14/ II Reis 21:6/ Levítico 20:27.

Em Gêneses 3:1 houve a primeira sessão espírita da história, quando Satanás


possuiu a serpente no Éden. A médium em questão, dona serpente, foi
possuída pelo diabo que usou aquele corpo de animal irracional para
compartilhar a sua intenção e o seu desejo, já que os únicos homens
existentes tinham contato unicamente com Deus, não podendo, portanto, ser
médiuns. O resultado desta manifestação foi à entrada do pecado na raça
humana, fruto da desobediência do primeiro homem Adão. Práticas na
Babilônia (Isaías 47:9,12/ Ezequiel 21:21); no Egito (Êxodo 7:10,11; 8:7,18/
Isaías 19:3); em Canaã (Isaías 2:6); em En-Dor (I Samuel 28:7); todas as
nações vizinhas de Israel praticavam o Espiritismo. Daí o fato de serem tão
abomináveis aos olhos do Senhor. Elas eram nações ímpias, idólatras e
imorais. Ver Levítico 20:6;19:31/ Reis 9:22. Entre os Romanos era comum a
prática de consultar os mortos. A igreja católica chegou a queimar centenas
deles na fogueira da inquisição. O que hoje chamam de médium, macumbeiro,
pai de santo, babalaô ou cavalo era conhecido por mago, adivinhador, pitonisa,
bruxa e feiticeiro. E o que então era oráculo, cavernas antes, hoje são
conhecidos por centros, terreiros, tendas.

Uma coisa é certa e clara: Deus abomina consultar aos mortos (Deuteronômio
18:9), porque estes não podem se comunicar com os vivos (Isaías 8:19), e o
diabo, sabendo dessa impossibilidade, se aproveita da ignorância humana, de
falta de conhecimentos bíblicos, para manifestar suas revelações demoníacas.
Deus proíbe que consultemos os “mortos” para que não sejamos envolvidos e
enganados nas ciladas e artimanhas satânicas, que visam nos cegar
espiritualmente e nos afastar do Senhor. Numa sessão espírita, é inegável o
fato de que existe realidade ali. O que não existe é verdade. E é preciso fazer
uma distinção entre as duas. A realidade, nem sempre é verdade, mas toda
verdade, no entanto impõe realidades, porque a verdade subsiste com fatos,
independente de fatos. E os fatos subsistem como fatos, independente de
verdades. Concluímos que, numa sessão espírita existe realidade. Ninguém
pode negar que há seres espirituais mantendo contato. Mas existe mentira
naquela realidade, segundo a palavra de Deus, que nos afirma que estes seres
são na verdade demônios (Apocalipse 16:14). Estes se passam por pessoas
que não são. Eles se manifestam doutrinando e instruindo; consolando um
coração tristonho, abatido, desolado com a perda de um ente querido, e
também, de muitas outras maneiras. Nesse sentido, há realidade, ninguém
pode negar o fenômeno, mas sobre verdade, nestes fatos, agora temos
conhecimento.

ESPIRITISMO MODERNO:
Franz Anton Mesmer é considerado o precursor do espiritismo moderno. Era
um médico alemão e em 1774 (século XVII) lançou a tese de que os astros são
responsáveis pelas enfermidades por conta do desequilíbrio dos fluidos
existentes no Cosmo. Para ele, certas pessoas (médiuns) curavam, através de
convulsões onde eram utilizados vara de metal, imposição de mãos e passes.
Ele assombrou a Europa com seus prodígios na prática do espiritismo e
hipnotismo.

Mas o reavivamento ocidental do espiritismo, que deu lugar a todo esse


crescimento, essa avalanche de pensamento espírita, aconteceu em 1848 com
as irmãs Fox (Margaret e Kate) que deram início ao espiritismo moderno em
Nova York, EUA. Diziam que eram atormentadas com ruídos estranhos e só
através de contatos com espíritos ficariam aliviadas. Surgiram as sessões e as
pesquisas “científicas” do fenômeno; os médiuns começaram a aparecer e a
receber espíritos e, em conseqüência houve uma infiltração espírita na
Inglaterra através destes médiuns americanos. Os espíritas diziam que o
fenômeno do reavivamento na Inglaterra seria, ao mesmo tempo, religioso e
científico.

Kardecismo (1851) - Dos Estados Unidos, a onda de espiritismo invadiu a


Europa e em meio a tudo, encontrou na França o seu primeiro codificador:
Léon-Hippolye Denizart Rivail (1803), em Leon, este morreu em 1869; mais
conhecido por “Allan Kardec” (nome que adotou depois da revelação de um
espírito através de um médium que afirmou ser ele reencarnação de um poeta
celta com esse nome). Liderava o movimento denominado “galicalismo” que
contestava a autoridade do Papa, atitudes estas defendidas como passíveis e
com outras liberdades permitidas pela Igreja Francesa, considerando-o como
autoridade final e absoluta. Em 1870 com o dogma da “inefabilidade papal” o
movimento sumiu. Leon Kardec acreditava ter recebido a missão de pregar
uma nova “religião”, um novo evangelho; OBS: Está escrito nas Sagradas
Escrituras que as revelações da Palavra de Deus (Bíblia) Foram confiadas aos
Judeus (ver Romanos 3:1,2). Ele celebrizou-se por definir o espiritismo com a
seguinte frase: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a
lei”. Em seguida fez excursões de propaganda pela Europa falando do
espiritismo. Kardec em 30-04-1856 começou escrevendo os seguintes livros:
“O Evangelho segundo o Espiritismo” (publicado em 1864), (obs.: assim diz a
Palavra de Deus: “O qual não é outro evangelho, mas há alguns que vos
inquietam e querem transformar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós
mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos
tenho anunciado, seja anátema” (abominar, rejeitar, renunciar) - Gálatas 1:7,8);
ver também I Timóteo 2 :5,6/ I Coríntios 15:1,4; (Porque, se alguém for pregar-
vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que
não recebestes do Pai, outro evangelho que não abraçastes, com razão o
sofrereis”) - II Coríntios 11:4; Escreveu também “ O Livro dos Médiuns” (1961)
e “ O Livro dos Espíritos” publicado em 1857; sintetizando todos os
conhecimentos sobre o espiritismo; caracterizou-se por introduzir a idéia de
reencarnação. (OBS: Assim está escrito na Bíblia : “ Aos homens está
ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, assim também Cristo,
oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda
vez, sem pecado, aos que o esperam para a salvação” (Hebreus 9 : 27,28); “ E
o pó volte à terra como era, e o espírito volta a Deus que o deu” (Eclesiastes
12:7); “ Respondeu-lhe Jesus: hoje mesmo estarás comigo no paraíso” (Lucas
23:43). Também está escrito: “Mas o Espírito (Santo) diz que nos últimos
tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a
doutrinas de demônios; pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo
cauterizada a sua consciência” (I Timóteo 4:1,2). Escreveu ainda “Céu e
Inferno” em 1865 e “Gênesis” em 1867. Sendo um homem resistente física,
mental e espiritualmente, desenvolveu suas idéias de maneira vigorosa.
Fundou a “Revista Espírita”, um periódico mensal, e ele mesmo assentou as
bases da sociedade continuadora da missão de Allan Kardec, ver II Pedro
2:1,2. Este é considerado o pai do espiritismo. No Brasil suas idéias encontram
eco formando a corrente kardecista ou doutrinária. A outra é a experimental.

PRINCIPAIS DIVISÕES:
Espiritismo Científico - também chamado “alto espiritismo”, “espiritismo
ortodoxo”, “espiritismo de mesa”, “espiritismo profissional”. Ele se manifesta
inclusive como “sociedade” como por exemplo: a LBV ( legião da boa vontade),
fundada e presidida durante muitos anos pelo já falecido Alziro Zarur. Esta
classe tem sido conhecida também como:

Ecletismo - sistema filosófico dos que não seguem sistema algum, escolhendo
de cada um a parte que lhe parece mais próxima da sua verdade.

Esoterismo - doutrina ou atividade de espírito que preconiza que o


ensinamento da verdade deve reservar-se a um número restrito de iniciados
escolhidos por sua influência ou valor moral.

Teosofismo - conjunto de doutrinas religioso-filosóficas que tem por objetivo a


união do homem com a divindade, mediante a elevação progressiva do espírito
até a iluminação. Iniciado por Helena Petrovna Blavastky, mística norte-
americana (1831-1891), fanática adepta do budismo e do lamaísmo.
Espiritismo de terreiro - esta forma de espiritismo presta culto direto ao diabo,
sem disfarce. Suas reuniões são verdadeiras cenas demoníacas, incluindo
sacrifícios aos demônios. É denominado de várias formas: na Bahia -
candomble; no Nordeste-xangô; no Rio e sul - umbanda. Este resulta do
sincronismo das crenças trazidas da África pelos escravos, com crenças dos
ameríndios, do catolicismo romano e das teorias do Kadercismo.

Umbanda - Não é ocultista. Ataca o corpo humano. Seus deuses são “guias”.
Alguns deles são exu (o diabo), preto velho e caboclo. Seus médiuns são
chamados cavalos. Seus oficiantes são babalaôs. Praticam atos repelentes
durante a sessão. Os locais de reuniões são terreiros ou tendas.

Quimbanda - é magia negra, catimbó, bruxaria. Procura má sorte e morte dos


inimigos pelas forças ocultas do demônio. Adoram exu. Objetos e animais
usados como símbolos são todos pretos: sapatos, gatos, galinhas, etc. Nas
reuniões sempre há matança de animais, pois exu tem sede de sangue.

Candomblé - é ocultista; nitidamente africana. Chamam aos espíritos


demoníacos - “caboclo”. Ataca o espírito humano. Chama aos seus deuses de
orixás. Alguns desses são Oxalás como: Ougam, Iemanjá, Xangô, Oxum. Os
sacrifícios são: "despachos". Exu é o diabo. Os sacrifícios de animais e
oferenda de comidas e flores visam a obtenção de favores destes. Seus
oficiantes são chamados de ‘ Pai de Santo’, e passam por repelente batismo de
sangue de animais e aves.

Espiritismo popular - é assim chamado por muitos estudiosos, pois são práticas
muito comuns e já incorporadas à crendice popular, contudo, sem uma
aparente ligação com religião.

Quiromancia - mesmo que quiroscopia. Leitura do passado e futuro pelas


linhas das mãos.

Cartomancia - mesma prática acima, sendo por meio de cartas de baralho.

Hidromancia - adivinhação por meio de água num vaso ou bloco.

Astrologia - também conhecida como Uranoscopia. Conhecimento do destino


ou sorte de pessoas, negócios, nações, atividades, por meio de estudos dos
astros.

Grafologia - estudo dos elementos normais e principalmente patológicos, de


uma personalidade feita através da análise da sua escrita.

Numerologia - estudo do significado oculto dos números e da suposta


influência na vida humana.
Espiritismo Kardecista - é conhecido como religião, embora não tenha a prática
de cultos. Seus adeptos se reúnem principalmente, em locais denominados de
centros para consultar os mortos através dos médiuns, buscando assim uma
cura ou explicação para suas enfermidades, problemas financeiros, familiares,
conjugais, etc.

O conjunto de doutrinas do espiritismo é grande e complexo. Na verdade se


constitui num esquema de negação de quase toda a doutrina cristã. Veja o que
diz o codificador do espiritismo, Kardec:

“Os espíritos pertencem a diferentes classes e não são iguais, nem em poder,
nem em inteligência, nem em saber, nem em moralidade”. (O livro dos
espíritos, pag.24,6ª edição)

Ele também nega a autoridade da Bíblia Sagrada: “Nem a Bíblia prova coisa
nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. O espiritismo não é um ramo do
cristianismo, como as demais seitas cristãs. Não assenta os seus princípios
nas Escrituras. Não rodopia junto à Bíblia... A nossa base é o ensino dos
espíritos, daí o nome espiritismo” - “A Bíblia não pode ser a razão de peso
contra o ensino dos espíritos” (Reformador, fascículo de janeiro de 1953,
pag.23; Revista internacional do espiritismo, janeiro de 1953, pag.255).

Os espíritas afirmam: “Asseverar que a Bíblia é um livro santo e divino, que


Deus inspirou os seus escritores para tornar conhecida a sua vontade divina, é
um grosseiro ultraje e uma pregada ao público” - (Outlines of Spiritualism,
p.13).

Com isto fica claro que o espiritismo e cristianismo não são a mesma coisa.
Cristianismo é Cristo vivo; é a Sua palavra (João 5:39-40). Enquanto que o
espiritismo é paganismo, é ensino de espíritos malignos (II Coríntios 11:13-14;
Efésios 6:12), e nada tem de comum com o cristianismo, sendo prática pagã
(Deuteronômio 18:10-12). São totalmente antagônicos. Quem se diz de fato
cristão (Atos 11:26) não pode ser espírita, muito embora procurem se cobrir
com pele de ovelhas (Mateus 7:15,16).

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A Chamada Lei de Causa e Efeito


Que eqüivale o espírito da idéia tradicional hindu da lei do “karma”, isto é,
aquilo que o indivíduo faz, ele paga, e se não for neste mundo, paga depois,
em outras reencarnações. Eles crêem que suas reencarnações serão
determinadas pelo bem ou mal que tinham feito, ou seja, serão determinadas
no sentido de que este indivíduo viva melhor ou pior nas futuras
reencarnações. Se assim fosse, ficaria desfeito o sacrifício do messias na cruz.
(ver João 3:15:17).

Uma pequena síntese: o espiritismo é a negação da doutrina cristã, como está


exarada na Bíblia. Crer no espiritismo significa deixar de acreditar no
evangelho de Jesus Cristo. O principal compilador espirita escreveu um tratado
inteiro na tentativa de provar que Jesus não é Deus (Obras Póstumas, 2ªed.,
de Kardec), se aceitarmos que ao homem aqui, vivendo ímpia e
perversamente, abre-se uma porta de escape após a morte, a verdade se torna
um mentira e o sacrifício de Cristo na cruz do Calvário torna-se a coisa mais
absurda sobre a qual já se teve notícia.

OBS.: O Jornal “Reformador Órgão Oficial da Federação Espírita Brasileira”


declarou: “Já consideramos de valor secundário ou revogado mais de 90% do
texto da Bíblia. A nossa base e o ensino é dos espíritos, daí o nome
espiritismo”.

Kardec teve o cinismo de dizer: “O cristianismo e o espiritismo ensinam a


mesma coisa”. Cristianismo é Cristo ressurreto e Todo poderoso, Ele é a
Palavra Viva e Revelada (João 5:39,40). Enquanto que o espiritismo é
paganismo puro, é ensino de espíritos malígnos – II Coríntios 11:13,14; Efésios
6:12; Deuteronômio 18:10-12. São inteiramente antagônicos; Quem é de fato
cristão não tem como ser espírita (Atos 11:26), muito embora estes busquem
vestissem com pele de cordeiros (Mateus 7:15,16). Há milhares de pessoas
que ingressaram no espiritismo certas de que o mesmo era cristão, enquanto
outras não crêem que a Bíblia é a Palavra de Deus, escrita por homens
inspirados por Deus, e preferem acreditar numa revelação de um espírito que
falou a Alan Kardec uma pseudo-verdade que nada mais é do que o antônimo
da verdade cristã, mais sim, algo diabólico. Portanto, a melhor forma de se
definir o espiritismo é chamá-lo de profundezas do anticristo (Ver Ap. 2:24). A
existência de Satanás é ensinada em sete livros do Antigo Testamento. O
próprio Jesus ensinou a respeito deste (Ver Mt. 13:39 / Lucas 10:18 e 11:18).
Contudo, Satanás não é uma criatura onisciente nem infinito. Todos que crêem
verdadeiramente em Cristo poderá resisti-lo (Tg. 4:7), pois Deus impôs limites a
ele (Jó 1:12). Vejamos também a punição de Satanás (Ez. 28:16-19) e o fim
que o aguarda (Ap. 20:2,10).

Assim, devemos Ter sempre em mente os fatos que mostram que Lúcifer
(Satanás):

Ele arrebata a Palavra de Deus dos corações (Lc. 8:12)

Cegou o entendimento dos homens para não compreenderem a verdade. (II


Cor. 4:4 / Is. 6:10 / Jo. 12:40 / Mt. 13:11,14)

Ele usa homens para se opor à obra de Deus (Ap. 2:13-16)

Ele é o pai da mentira (Jo. 8:44)


Ele tem filhos na terra (I Jo. 11:3)

Ele possui obras (I Jo. 3:8)

Ele é intelectual (II Cor. 11:3)

Ele tem emoções (Ap. 12:17)

Ele tem vontade (II Tm. 2:26)

Ele engana, tem poder, faz sinais e prodígios (II Ts. 2:9,10 / Ap. 20:3 / Ap.
16:14)

Sabe imitar a realidade com seus embustes (Êx. 8:7)

Se transforma em anjo de luz (II Cor. 11:14)

Pode influenciar homens (Gen. 3:1-6 / 1 Jo. 3:8-10)

É acusador (Ap. 12:10)

É inimigo e adversário de Deus e do povo de Deus (Gen. 3:14,15 / I Pe. 5:8 /


Zac. 3:1)

Ele reunirá homens para a batalha de armagedom (Ap. 16:13,14)

Atua como ladrão, homicida e destruidor (Jo 8:44 e 10:10 / Ap. 9:11)

Também como tentador (I Tes. 3:5 / Mt 4:11), entre outros.

O apóstolo Pedro nos admoesta a que tenhamos cuidado com ele – I Pe. 5:8

Há diversos demônios, e a tradução correta de demônios do grego é


“daimonia”, e nunca pode ser traduzido para “diabos”, pois há somente um
diabo (Gr. Diabolos), isto é, Satanás que significa em grego adversário. Ele é
um ser espiritual (Ef. 6:11,12). Os demônios são espíritos maus a seus serviço
(Mc. 9:25 / Lc. 8:26-33/ I Tm. 4:1,2); emissários de Satanás (Mt. 12:26,27); tão
numerosos que tornam o poder de Satanás praticamente oblíquo (Mc. 5:9);
eles são capazes de entrar e controlar tanto animais (Mc. 5:13) como homens
(Mt. 4:24; 12:43-45 / Mc. 5:2,3,9-12 / Jo. 13:27 / Mc. 11:13); e procuram
ansiosamente um corpo, sem o qual, ao que parece, não têm tanto poder para
o mal (Mt. 4:24; 8:16,28,33; 9:32 e 16:23 / Mc. 1:23; 5:3-5; 9:17,20 / Lc. 8:36 /
Atos 8:7 e 16:16 / Jo. 8:44). Os demônios são imundos, sombrios, violentos e
maliciosos (Mt. 9:33 / Lc. 13:11,16). Contudo, a enfermidade mental deve ser
distinguida da desordem mental devido ao controle demoníaco (Mt. 17:15), mas
não sempre (Dn. 4).

Ele quer que o homem torne-se vulnerável a sua atuação, uma vez que veio
para matar, roubar e destruir e “anda ao redor dos homens buscando a quem
possa tragar.” (I Pe. 5:8).

A influência dos demônios pode manifestar-se em ascetismo religioso (I Tm.


4:13,16), degeneração e impureza. O sinal da influência demoníaca na religião
é o afastamento da fé, isto é, do corpo da verdade revelada nas Escrituras. Os
demônios mantém conflitos com os cristãos que querem ser espirituais (I Tm.
4:1-3 / Ef. 6:10). Os recursos dos cristãos são a oração, a Palavra e o jejum
(Mt. 17:21), toda a armadura de Deus (Ef. 6:11). O exorcismo em nome de
Jesus (Atos 16:18), era praticado na possessão demoníaca. Saibamos que o
diabo é uma pessoa moralmente responsável (Mt. 25:41) e não uma simples
personificação do mal, está bem claro pelos nomes e títulos com os quais ele é
descrito nas Escrituras:

Ele é chamado de Lúcifer (Is. 14:12)

Ele é chamado de diabo (Mt. 4:1)

Ele é chamado de Belial (II Cor. 6:15)

Ele é chamado de Satanás (Zac. 3:1 / Jó 1:6-9)

Ele é chamado de Maligno (I Jo. 5:19 / Mt. 13:19)

Pronomes pessoais são usados para descrevê-lo:

Ele é chamado de Belzebu (Mt. 12:24-27)

Ele é mencionado como Príncipe e deus desse mundo (Jo. 12:31 /IICo 4:4)

Ele é chamado de Príncipe dos demônios (Mt. 12:24-27)

Ele é descrito como Príncipe das potestades dos ar (Ef. 2:2)

Ele é conhecido como serpente antiga e grande dragão (Ap. 12:9; 12:3)

Ele é apresentado como anjo do abismo (Apocalipse 9:11)

Ele causa doenças físicas e mentais (Lucas 9:37-42 / Mc. 5:4,5)

Evidentemente o diabo, ou como queira chamá-lo, é um demagogo muito


versátil e maleável, capaz de muitas transformações. Aos psicólogos ateus ele
diz “trago uma nova ciência”, aos ocultistas, assevera “dou-vos a chave para os
últimos segredos da criação”, aos racionalistas e teólogos modernistas, declara
“não estou aí, nem sequer existo”. No espiritismo, muda a roupagem de acordo
como o ambiente, ainda que na essência continue sempre o mesmo:
supersticioso, maquiavélico, fraudulento, mau e diabólico, etc., mas, contudo,
segundo a Bíblia, um derrotado no nome de Jesus.

A Bíblia nos mostra que ele tem seu próprio sistema doutrinário e já bem
desenvolvido (I Tm. 4:1-3)

Conclusão
Entendo que o espiritismo não tem mensagem alguma de esperança para o
pecador. Sua mensagem é nebulosa, obscura, contraditória, melancólica, triste,
destruidora, que apela à razão, mas é irracional; que fala em Deus, mas Lhe
nega o verdadeiro amor, o perdão dos pecados, a misericórdia, Sua graça
infinita oferecida aos homens que se arrependem e confessam seus pecados
ao único digno – Jesus, o Deus conosco; também nega Sua justiça divina e
direito que Ele tem de realizar Sua vontade da maneira que melhor Lhe couber,
o que significa o melhor para todos os seres humanos, a quem ele amou e
ama, dando-lhes como prova irrefutável, o Seu Filho unigênito, o verbo
encarnado, Jesus. À Jesus, o diabo apareceu como “anjo de luz”, distorcendo a
palavra de Deus, procurando levar Cristo ao erro. Hoje fala pela boca do
médium, nas sessões ou reuniões espíritas. Podemos ver aqui que o
espiritismo ignora totalmente o ensino claro das Sagradas Escrituras,
fundamental do cristianismo autêntico, onde apresenta Jesus Cristo como o
cordeiro de Deus, que nasceu da Virgem Maria, por obra do Espírito Santo,
morreu na cruz, derramou Seu sangue para expiação total dos pecados,
ressuscitou ao terceiro dia, está a destra de Deus Pai, sendo assim o único
meio de salvação e vida eterna para o homem. Ver Jo. 1:29; 3:16-21; 8:15 / Is.
53:7,10 / Col. 1:20 / I Pe. 1:18,19 / I Jo. 1:7,9 / Ap. 1:3 / Mt. 11:28-30 / Lc.
15:11-32 / Ne. 9:17 / I João 2:22,23.

“Porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus


Cristo Homem”. (I Timóteo 2:5)

“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum


outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (Atos
4:12)

Saiba: Você necessita reconhecer que é um pecador e aceitar Jesus como seu
salvador pessoal lembre-se:

Confessar a Cristo

A Bíblia diz: ...“temos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo”
(Romanos 5:1)

“... Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23)

“... Porque o salário do pecado é a morte, mas o Dom gratuito de Deus é a vida
eterna em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 6:23)
“Aquele que tem o filho tem a vida; aquele que não tem o filho de Deus não tem
a vida” (I João 5:12,13)

“Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de


Deus; a saber: aos que crêem não seu nome” (João 1:12)

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho... (João 3:16)

Exemplo de como fazemos essa oração de entrega, faça de todo o coração:

Senhor Jesus,

Sei que sou um pecador e preciso do perdão de Deus. Creio que tu morreste
por meus pecados. Quero abandonar meus pecados. Então agora, peço-te que
derrame a tua graça sobre a minha vida, entres no meu coração e reines.
Confio em ti, como meu salvador, e vou seguir-te como meu Senhor e buscar a
tua Palavra. Graças te dou, Senhor, pela salvação. Amém.

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ALGUNS TEXTOS BÍBLÍCOS USADOS FORA DO CONTEXTO E


DISTORCIDOS PELOS ESPÍRITAS:

1) Se Moisés é Elias reencarnado, porque então as duas testemunhas de


Deus, como relata em Apoc. 11:6, apareceram juntas?

a) Ambos representam a lei e os profetas, respectivamente. Vejamos em Judas


1:9, onde há uma alusão à respeito de Moisés, e II Reis 2:11, que narra a
história à respeito do arrebatamento de Elias – teceremos maiores comentários
adiante. A presença física de Pedro, Tiago e João cumpria-se cabalmente a Lei
de Moisés, a respeito da necessidade da presença de três testemunhas; para
revelarem posteriormente a sua visão, e que Jesus Cristo era, e é o Filho
amado do Deus vivo. No versículo 9 de Mateus, no capítulo 17 cita:”... Jesus
lhe ordenou, dizendo: A ninguém contais a visão até que o filho do homem seja
ressuscitado dos mortos”, mas por que?

- Resposta: à medida que mais perto da cruz se aproximava o Senhor, tanto


mais evitava qualquer manifestação popular em seu favor, que bem podia ter
acontecido se os discípulos tivessem proclamado o que presenciaram, já que a
palavra de três testemunhas para os judeus têm grande peso.
b) Podemos observar no velho testamento que o Espírito Santo atuava por
meio dos homens específicos e escolhidos por Deus para um propósito divino,
(ver I Pedro 1:10-11/ Atos 1:16). No caso de João Batista, como Jesus ainda
não era ressureto, o Espírito Santo atuava da mesma forma no velho
testamento. Após a ressurreição de Cristo, e em nossos dias atuais, o Espírito
Santo habita em todo o povo de Deus, povo este que aceitou e confessou a
Jesus como seu Salvador e Senhor pessoal, (ver Rom.10:9), deixando de
serem simples criaturas para se tornarem filhos de Deus (veja I João 3:10 e
João 1 :12). Note que em Lucas 1:13-17, o qual está escrito no versículo 17:
“...e irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações
dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos...”. Então, observamos
a fidelidade inabalável deste profeta Elias a Deus e ao seu conserto, o faz, para
todo o sempre, um exemplo de fé, coragem e lealdade a Deus, ante a intensa
perseguição e oposição. Elias se opunha, com resoluta persistência às falsas
religiões e seus adeptos. Tal virtude espiritual é aludido no evangelho de
Lucas, presente em João Batista, e no próprio Cristo, virtude esta que provém
do Santo Espírito Divino.

c) João Batista era de fato o que está escrito em Mateus 11:10 e João 1:23, e
não o Elias reencarnado. Contudo, tinha características e uma missão
semelhantes. Citemos em Malaquias 4:5-6, que registra a profecia metafórica
(que tem relação de semelhança) de reaparição de Elias, a qual cumpriu-se
como bem disse Jesus, em João Batista, (Mt 11:14-15;Lc 1 :17). Em Mateus
11:13 Jesus revela todos os profetas que profetizaram até João, o discipulo
(que escreveu o livro de Apoc.). E isto inclui Elias; e a eles Jesus acrescenta
João Batista, mas não como profeta. O Espírito Santo de Deus é quem
conduzia e inspirava João Batista (Lc. 1 :15), e ele foi morto; analogamente o
filho do homem, Jesus, defrontaria-se com um destino semelhante. Percebe-se
que, a missão de ambos, João e Elias, era preparatória dos propósitos de
Deus, e que João Batista veio ligar o velho com o novo testamento.

Em Lucas 4:14e 18, pela mesma virtude do Espírito Santo, Cristo cumpria os
propósitos maiores do Pai, porque, diz o texto:” O espírito do Senhor é sobre
mim...”- aí, demonstra-se que cumpriu a profecia de Isaías (ver Is. 61:1).
Logicamente, não justifica o pensar dos escribas, intérpretes credenciados das
escrituras Hebraicas, quando faz alusão os discípulos de Jesus, à pergunta em
Mateus 17:10, que diz:”... porque dizem então os escribas que é mister que
Elias venha primeiro?”

A hipótese dos escribas era de que a ressurreição de Cristo significaria o fim do


mundo e a iniciação do Reino do Messias. Assim, concluíam que era
necessário Elias voltar e manifestar-se publicamente primeiro e, assim o foi na
presença das três testemunhas já ditas, sua aparição no monte e por si,
justificaria essa espera, cumprindo-se o que havia sido dito, contudo, não
compreendido pelos mesmos e pelos judeus, quando veio o povo a tomar
conhecimento deste fato, após a ressurreição de Jesus.

Citamos em João 1:21 que narra a fala de João Batista: “...és tu Elias? E disse:
não sou. És tu profeta? E respondeu :não.”, quando também já havia negado
enfaticamente que não era Cristo e bem disse: “...Eu sou a voz que clama no
deserto...” (João 1 :23). Os espíritas refutam dizendo que João não se
lembrava que era Elias, e que nós não lembramos de quem éramos. Ora, João
afirmara o que Jesus testificaria depois em Mateus 11:9, que João Batista era
muito mais que um profeta, um anjo do Senhor, (ver Mateus 11:10,11 e
Malaquias 3:1).

João nega ser Cristo, Elias e o profeta predito por Moisés em Deuteronômio
18:15; e sim instrumento do próprio Deus, que por seu meio advertia os
homens do pecado, da justiça e do juízo, e assim descartando com a sua
resposta, a suposição dos enviados dos fariseus.

Ratificando as palavras de Jesus:” E , se quereis dar crédito, é este o Elias que


havia de vir”, (Mt. 11:14). Jesus afirma que se os judeus o recebessem (Cristo),
entenderiam também, que João cumprira a predição veterotestamentária sobre
a vinda de Elias antes do dia do Senhor, (veja Mt.17:12; Malaquias 4:5).

d) Por que Elias jamais poderia ser João Batista reencarnado?

Por que se assim o fosse, não poderia Elias aparecer juntamente com Moisés
na transfiguração, uma vez que João Batista teve sua morte posterior ao
profeta Elias. Este detalhe nos revela algo fundamental e racionalmente lógico,
e que descarta de vez a idéia estapafúrdia já que, deveria aparecer João
Batista com Moisés.

E mais, em II Reis 2:1 nos diz:” Sucedeu pois que havendo o Senhor de elevar
a Elias num redemoinho ao céu, ...”, e adiante, II Reis 2:11 revela: “ E sucedeu
que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, os separou um do
outro: e Elias subiu ao céu num redemoinho ”. Obviamente, a palavra de Deus
nos diz que Elias não experimentou a morte física, pois seu corpo transfigurou-
se semelhante ao de Jesus no monte (estudar capítulo 17 de Mateus), e subiu
ao céu, assim como Enoque (averiguar Gêneses 5:24), com o corpo glorificado.
A transladação de Enoque e Elias, assemelhar-se-á ao arrebatamento futuro
dos cristãos (a Igreja, a noiva de Cristo), na segunda vinda do messias
(comprove em I Tessalonicenses 4:16,17) e isto tudo torna ainda mais
incoerente à tese da reencarnação.

2) Saul e a Médium de En-Dor (Texto: I Samuel 28)

Antes de prosseguir, abra a sua bíblia e leia todo o capítulo deste texto, em
seguida volte à análise racional dos fatos. Alguns acreditam que houve uma
comunicação entre Saul e Samuel. Acreditam que o espírito de Samuel teria
aparecido a Saul com a permissão de Deus, para reprovar as suas atitudes.
Outros acham que foi enganação da feiticeira, que conhecia a vida de Saul.
Outros ainda acham que foi uma obra diabólica. Analisando o texto,
apresentamos alguns argumentos que descartam a possibilidade de
comunicação entre Saul e Samuel; observem:
a) a necromancia (consulta dos mortos) é pecado gravíssimo, sendo
condenado pela Bíblia e castigada com pena de morte (Levítico 20:27/
Deuteronômio 18:10-12/ Atos 16:18/ Apocalipse 21:8); Deus tem como insulto à
sua pessoa toda prática espírita de consulta aos mortos – “Quando vos
disserem: consultai os que tem espíritos familiares e os advinhos, que chilreiam
e murmuram entre os dentes: não recorrerá um povo a seu Deus? E a favor
dos vivos interrogará mortos? Não. Observem a lei e ao testemunho! Se eles
não falarem segundo estas palavras, nunca verão a Alva (Deus)” – Isaías 8:19-
20; Deus não é mentiroso: “ Deus não é homem para que minta; nem filho do
homem para que se arrependa: porventura diria Ele, e não o faria? Ou falaria e
não o confirmaria?” – Números 23:19. O profeta Samuel compara a
desobediência a Deus com o pecado da feitiçaria em I Samuel 15:23. No verso
22 de I Samuel está escrito que o Senhor tem mais prazer na obediência e no
atender do que em sacrifícios e holocastos; por isso, e também por ter rejeitado
a palavra do Senhor, foi que Ele rejeitou a Saul para que não fosse mais rei
(versículo 23). A ordem dada em Israel é extirpar médiuns e advinhas, e fora
ordenada pelo próprio Samuel, profeta de Deus.

b) Quando Saul consultou ao Senhor, Ele não respondeu e nunca responderia,


devido a situação em que se encontrava – “Porem o Samuel disse a Saul: Não
vos tornarei contigo; porquanto rejeitaste a palavra do Senhor, e já te rejeitou o
Senhor para que não sejais rei sobre Israel” – I Samuel 15:26. Em I Samuel
16:14 constatamos: “Tendo-se retirado de Saul o Espírito do Senhor, um
espírito MALÍGNO permitido por Deus o atormentava”, e consequentemente
influenciava de um modo ou de outro, os seus pensamentos. O verbo Hebraico
é completo e categórico. Deus falaria através de uma revelação Sacerdotal, no
caso o Urim, mais ou menos como o cara ou coroa; sim ou não; pode e não
pode, vai ou não vai. O Urim e Tumim não detalhava nada como já vimos.
Outra forma seria através de uma revelação pessoal com o próprio Saul (em
sonho), ou ainda uma revelação inspiracional através de um profeta. Saul
mesmo disse, em I Samuel 28:6 que muito angustiado estava Saul porque
Deus já não lhe respondia por nenhuma das formas, pelo que Deus, no último
momento não teria cedido ao desejo de Saul de receber outra revelação, uma
vez que Deus não é Deus de contradição; não entraria em contradição com sua
palavra que nega a possibilidade de vivos terem contato com os mortos- ver
(Jó 7:9-10/ Eclesiastes 9:5,6/Lucas 16:31); não teria criado a impressão de que
tentar entrar em contato com os mortos não é tão mau como antes Ele mesmo
dissera ser (Deuteronômio 18:9-14); não teria afirmado que Saul deveria morrer
por causa da consulta feita à médium (I Crônicas 10:13,14) “ Assim morreu
Saul por causa da sua transgressão com que transgrediu contra o Senhor, por
causa da palavra do Senhor, a qual não havia guardado; e também porque
buscou a adivinhadora para a consultar. E não buscou ao Senhor, pelo que
permitiu morrer e transferiu o reino a Davi, filho de Jessé”. Logo, o que Saul
ouviu não veio da parte de Deus, isto é óbvio. Foi, então, Saul consultar uma
necromante. Sabemos que Deus havia se negado a se comunicar com Saul
pelos profetas. Saul foi castigado por tal atitude; ele suicidou-se, morrendo em
pecado e longe de Deus (I Cor. 10:4). Os profetas falavam da parte de Deus.
Fosse realmente Samuel falando com Saul, seria , na verdade, Deus
respondendo a Saul, pois Samuel fora um profeta, e estes só podiam falar se
inspirados por Deus, e não de si mesmos. Mas sabendo que não foi o Senhor
que falou, concluímos também que não foi Samuel.

c) Nem a médium nem o seu espírito de mediunidade exerciam qualquer poder


sobre a pessoa de Samuel. Só Deus exercia esse poder, pelo que não iria
permitir que o seu fiel servo viesse a se tornar parte duma prática que o próprio
Deus condena (Deuteronômio 18:9-14). Nem Abraão, nem Isaque, nem Jacó
perderam a sua integridade diante de Deus. Samuel não seria o único a
contrariar um princípio Divino e fazer o que ele nunca fizera em vida,
impossível. Após informar a Saul que Deus o tinha rejeitado, está escrito que
Samuel nunca mais disse coisa alguma a esse rei.

d) Observemos quem contou essa história. Os versos 7 e 8 de I Samuel 28 diz


que foram os servos de Saul, por que Saul foi com dois de seus servos à casa
da médium, e morreu alguns dias depois. A história não foi perpetuada e
narrada pelo próprio Saul. Ele mesmo não iria contar porque implicaria em
conseqüências sérias a si mesmo. Era proibido em Israel consultar médiuns, e
só depois da sua morte esse história foi contada, e se foi contada, foi pelos
dois servos que o acompanharam. Mas quem eram esses servos? O capítulo
21 de Samuel, no verso 7 diz que eram homens estrangeiros - “Estava, porém,
ali naquele dia um dos criados de Saul, detido perante o senhor, e era seu
nome Doegue, era EDOMITA, o maioral dos pastores de Saul”. A palavra de
Deus revela que “eram homens muito comunente supersticiosos e crentes no
erro”, razão por que mesmo em período de perseguição aos médiuns, eles
sabiam onde estes residiam, e de certa forma os protegiam; tanto que
indicaram de imediato uma médium em Endor. Esses homens acreditavam no
espiritismo, encarando o que aconteceu como verdade, embora não seja,
obviamente.

e) Mas, como foi esta manifestação? A palavra usada para médium no


hebraico é “OBI”, ou seja, espírito adivinhador, espírito familiar, palavra falada
através de uma pessoa que recebe um espírito e fala como ventríloco, que
muda até a voz, que fala com a tonalidade, com o timbre da voz daquele que
diz estar possuído; da mesma forma que acontece no espiritismo. Os versos 11
e 14 de I Samuel 28 dizem que a manifestação foi subjetiva. Saul chegou para
a médium e disse para ela que queria falar com Samuel. Quando a médium se
incorporou, ela já sabia com que Saul queria se comunicar. Foi a médium e não
Saul que disse que era Samuel quem estava ali, o que torna bastante suspeito
o incidente. Saul levado pela ocasião, diz o versículo 4 “ENTENDEU” que a
médium estava se referindo a Samuel quando relatou que via um espírito
SUBINDO DA TERRA. Portanto, foi uma interpretação subjetiva. Saul não viu
nada, e sim, a mulher que descreveu a cena, vindo ele a concluir; como
costuma acontecer no espiritismo. Mas a pergunta é : seria de Deus esta
manifestação? A resposta é absolutamente não! A prova maior está em I
Crônicas 10:13,14.

f) Vamos estudar, a fundo, o versículo 28 de I Samuel. “ E Saul se disfarçou e


vestiu outros vestidos, e foi ele e com ele dois homens, e de noite vieram à
mulher; e disse: peço-te que me adivinhes pelo espírito de feitiçaria, e me faças
SUBIR a quem eu te disser” (faças subir). Uma pequena análise à respeito de
céu e inferno: é claro que céu e inferno são realidades espirituais que não
estão relacionados com este mundo físico para definirmos que o céu está em
cima e o inferno em baixo. Entretanto, como Deus em toda a Bíblia se utiliza de
recursos, através dos quais possamos melhorar a nossa compreensão do que
Ele quer transmitir para nós, visto que se convencionou na mente humana,
desde o princípio até nossos dias que, o céu está em cima e o inferno em
baixo; portanto toda a bíblia é unânime, tanto no Antigo Testamento como
também no Novo, em ensinar que Deus é superior e por isso esta em cima,
consequentemente, o céu é a morada de Deus, ficando o inferno, em baixo.
Testifique o que é dito em Provérbios 15:24 que diz: “Para o entendimento, o
caminho da vida eterna é para cima, para que ele se desvie do inferno que está
em baixo” – Ver também Mateus 24:30: “Então aparecerá no céu o sinal do
filho do Homem; e todas as tribos da terra se levantarão, e verão o filho do
Homem, vindo sobre as nuvens com grande poder e glória” e em Isaías 29:4
está escrito: “ Então, lançada por terra, do chão falarás, e do pó sairá a tua fala;
subirá da terra a tua voz como a de um fantasma, como um cochilo a tua fala
desde o pó”.( analise Lucas 10:15/Provérbios 15:11/ Mateus 4:1-11). A médium
perguntara a Saul quem é que ela deveria FAZER SUBIR. Não há razão lógica
para pensamentos que não fora um espírito diabólico. Por conseguinte, e
estranho o que o texto diz, quando relata que a médium fala que vê subindo da
terra. Ora, quem vem do céu vem de cima e não de baixo, e isto está em toda a
cosmologia Bíblica – e no inferno jamais estaria Samuel, uma vez que as
escrituras revelam que ele viveu à luz dos mandamentos, em total obediência e
comunhão com Deus durante sua vida, e dessa forma faleceu. Não era Samuel
que a médium viu, mas um espírito maligno se passando por ele. A Bíblia
menciona a existência de anjos maus que assumem a identidade de pessoas,
que usadas por esses anjos maus, revelam algo que pode ser ou não
verdadeiro, confundindo as pessoas. Confiram em (Êxodo 7:11-22;8:7Atos
16:16,17/ II Coríntios 11:14,15/Efésios 6:12/Mateus 18:9/Lucas 4:1-13/ II Pedro
2 :4/ Salmos 16:10/Apocalipse 20:1-15). Existe ainda uma série de
argumentações para comprovar esse fato, como o gramatical, exegético,
ontológico, profético, escatológico, teológico, processual e tantos outros.

g) Durante a sessão em En-Dor a mulher percebeu o medo de Saul, de que


seu fim era iminente, e isso ela predisse; a mulher tomou conhecimento da
profecia feita antes por Samuel, (I Samuel 15:16-26) e que vinha angustiando
Saul pelo que disse o que ele não queria, mas já esperava ouvir;

h) Não era preciso ser um estrategista de guerra para prever a derrota de Saul
e de Israel diante dos Filisteus. Qualquer pessoa perceberia a situação difícil
em que se encontrava o exército Judeu. O próprio Saul no I Samuel 28
versículo 15 falou: “ Muito angustiado estou, porque os Filisteus guerreiam
contra mim, e Deus se desviou de mim, e já não me responde...”. Em todos os
tempos o salário do pecado é a morte (Romanos 6:23)

i) A parte final da predição da médium não foi verdadeiro no seu cumprimento.


O falso espírito de Samuel não falou a verdade: no verso 4 de I Samuel 31
vemos que Saul se suicidou, e não foi entregue nas mãos dos Filisteus como
falou esse pseudo Samuel. Para completar, o verso 11,12 do capítulo 31 diz
que Saul foi cremado pelos homens de Jabes-Gileade. Portanto, não foram os
Filisteus. Do mesmo modo esse espírito predisse que os filhos seriam todos
mortos, e isso não aconteceu, pois nem todos morreram, apenas 3, sendo
Jônatas, Abinadabe e Malquisua, como está relatado em I Samuel 31:8. Os
outros três ficaram vivos. Constatem em II Samuel 21:8; 2 :10. Saul na verdade
estava em pecado, este morreria e iria para o mesmo lugar onde Samuel
estava? Não! Entretanto, é conhecido, Saul morreu distante de Deus e sendo
atormentado por um espírito maligno.

3) A transfiguração de Cristo (Mateus 17:1-13; Marcos 9:1-13; Lucas 9:28-36)

A transfiguração de Cristo (Mt. 17:1-13; Mc. 9:1-13; Lc. 9:28-36)Analisando em


primeiro lugar, o texto não afirma que elas subiram para participarem de uma
sessão espírita, onde os espírito de Moisés e Elias se manifestariam . O
propósito maior de irem aquele lugar foi buscar a Deus, orar, falar com Deus ;
veja Lc. 9: 28-29.Em segundo, quem estava ali não era o médium Jesus Cristo
de Nazaré, mais o Deus encarnado; ver João 1: 1-18 ; Colossenses 2: 9 / I
João 5: 20. Em terceiro lugar, este fato comprova que Jesus não é um espírito
envolvido, mais sim, o amado Filho unigênito do Pai como nos mostra o
versículo 5 do evangelho de Mateus, capítulo 17.Porque então Moisés
apareceu juntamente com Elias?Resposta: ambos representam a lei e os
profetas, respectivamente vejamos em Judas 1:9, onde há uma ilusão a
respeito de Moisés, e (II Reis 2: 11), que narra a historia a respeito do
arrebatamento de Elias. A presença física de Pedro, Tiago e João cumpria-se
cabalmente a lei de Moisés, a respeito da presença de três testemunhas; para
revelarem posteriormente a sua visão, e que Jesus Cristo era, e é Filho amado
do Deus vivo. No versículo 9 do evangelho de Mateus, capítulo 17 cita “...
Jesus lhes ordenou, dizendo: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do
homem seja ressuscitado dentre os mortos.”

MENSAGEM REFLEXIVA

“Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os mesmos são de Deus,
porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto,
conhecereis o Espírito de Deus: “Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo
veio em carne, é de Deus; e todo o espírito que não confessa que Jesus veio
em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes
que há de vir, e eis que já está no mundo.” (I Epístola de João 4:1-3).

Caro leitor, quando for preciso descobrir ou confrontar uma pessoa que está
possuída por um espírito maligno, pergunte a mesma: “Tu confessas que Jesus
Cristo é o filho do Deus vivo que se manifestou em carne, quando se encarnou
no ventre da virgem para destruir todas as obras do diabo”? (baseado na I
Epístola João 4:1-3). Aí então verás a veracidade das Escrituras Sagradas e
que o nome de Jesus tem poder. Ele é libertador.

Comece ler a Bíblia, a palavra de Deus. Vá a uma igreja onde esta palavra é
realmente pregada, e onde as pessoas que lá congregam crêem no poder
ilimitado e libertador do Verbo que se fez carne e que habitou entre nós, a
saber JESUS.

AS PRINCIPAIS, ENTRE AS SUAS MUITAS TESES, SÃO AS SEGUINTES:

a. “Possibilidade, necessidade e conveniência para ambos os lados de


comunicação com os espíritos desencarnados”. Alguns espíritas ensinam que a
vida no além túmulo será passada em sete círculos ou esferas diferentes que
circundam o globo terrestre; e que os espíritos dos que morreram
recentemente acham-se bastante próximos da terra, “podem ouvir-nos e nos
conhecem”, e um médium é um intermediário.

Refutação Bíblica = II Samuel 12:23/ Isaías 8:19,20/ Lucas 16:19-31/ I Timóteo


2:5.

b. Crença da reencarnação. Segundo a doutrina kardecista o espírito sobrevive


a morte do corpo e pode entrar em comunicação com os vivos. Uns espíritos
evoluem mais rapidamente que os outros. Estão classificados em:

1)Os imperfeitos – que são os ignorantes e cheios de vis paixões;

2)Os bons – são cheios de desejos do bem;

3)Os superiores – com desenvolvimento na ciência, sabedoria e bondade

4)Os puros – já sem nenhuma influência da matéria e com superioridade


intelectual, e moral absoluta sobre os outros.

Refutação Bíblica = Apocalipse 20:11-15 / João 1:19-21 / Eclesiastes 12:7.

c. Crença que “ninguém pode impedir o homem de sofrer as conseqüências


dos atos

(lei de causa e efeito)”. Eles se baseiam em Gálatas 6:7, com tudo fora do
contexto bíblico.

Refutação bíblica = Romanos 6:23/ Ezequiel 18:4,20 / Gen. 2:17. Paga, mas é
no inferno (Apoc. 21:8/ Jo 3:36).

d. Crença na pluralidade dos mundos habitados. “Cada mundo é uma etapa


geral de progresso espiritual. A terra é um loção de expiação ou pagamento de
culpas.”

Refutação Bíblica = Gen. 2:1-13/ João 14:1,2/ Prov. 11:31.

Todo o homem que é justificado por Jesus é punido na terra, porque Deus
disciplina os seus filhos amados (Hebreus 12:6-8), para não padecerem no
inferno (nunca houveum pecado cometido por um homem pelo qual ele não
sofresse, podendo até mesmo escapar da lei dos homens, mas não do
julgamento final de Deus. Ver Filhos de Deus x Criatura: I João 3:10/ João 1:12;
17:9/ Tito 3:1-11/ Romanos 8:1-25/ Efésios 2:1-10.

e. “Todas as religiões são boas. Mas o que conduz a Deus é a prática da


caridade. A caridade é única, aplicada tanto aos vivos como aos mortos.”

Refutação Bíblica = Is. 64:6 / Rom. 3:28/ Efésios 2:8-10/ João 14:6 / I Cor.
3:11 / Gálatas 1: 8,9.

f. “Deus, embora exista, é um ser impessoal, habitando um mundo longínquo e


se perde na distância incomensurável de um ponto espiritual que mal podemos
vislumbrar, estando indiferente ao que nos acontece nestes tempos
(aguardando resultados)”.

Refutação Bíblica = Tiago 1:17 / Deuteronômio 4:29 / Isaías 59:1 / Jeremias


29:11-13 / João 3:16

g. “Mais perto dos homens estão os ‘espíritos- guias’ (espíritos que se


incorporam nos médiuns), importantes nas reuniões espíritas, e que nos ajuda
por amor. Também existem os maus, e por estes os vivos é que precisam fazer
caridade.” Lanslots- Spiritism Unveiled, pg. 36 afirma: “Todos os espíritos do
outro mundo nada são, se não as almas daqueles que tem vivido aqui”.

Refutação Bíblica = Atos 4:12/ I Timóteo 2:5/ Hebreus 12:24/ Jó 7:10.

h. Dr. Weisse, citado por Hanson, em Demonology of Spiritualism, pg. 147


afirma: “Jesus não era um ser divino, foi um médium e reformador judeu, nada
mais que isto, e agora é um espírito elevado a sexta esfera. Ele não poderia
ser Deus, ou divino, exceto no sentido em que todos nós somos divinos”.

Refutação Bíblica = Gen. 1:26/ Jô. 1:1-3,14; 8:58; 10:30 / Heb. 1:3/ Col. 2:8,9 / I
Jô. 2:22,23/ Mat. 1:23.
i.“ Não há distinção entre o natural e o sobrenatural, nem entre religião e
ciência. Não há graça. O progresso dos indivíduos dependem exclusivamente
do mérito pessoal acumulado nesta e em encarnações posteriores.”

Refutação Bíblica = Eclesiastes 3:14,15; 12:13 / Tito 1:11.

j. “Existe Deus, mas também deuses, tantos quantos nossas necessidades


requisitarem, e sendo o caso.”

Refutação Bíblica = I Coríntios 8:6/ Deuteronômio 6:4/ Isaías 42:8 / Marcos


12:29,30.

k. “ Não se pode prever em um sacrifício vicário (a exemplo do de Jesus), nem


se aceita um Deus que se deixa aplacar por tais meios, nem pelo sangue do
seu filho; um Deus há de querer sempre mais e melhor de seus fiéis, mesmo
que isto lhes seja a morte. A idéia de expiação para o homem é uma mentira
ultrajante. O homem só merece o sofrimento ou a reencarnação. Não há graça
ou favor algum de Deus.”

Refutação Bíblica = Portanto negam a eficácia do sangue de Jesus para a


purificação dos pecados de toda a humanidade, assim como também a graça
de Deus que em hebraico e em grego, significa favor não merecido (João 3:16/
Romanos 3:23,24; 5:1/ Efésios 1:3-7/ II Timóteo 1:9/ Hebreus 10:10,11/ Mateus
10:28/ Isaías 53:4-6/ Mateus 8:17/ Apocalipse 1:5/ Lucas 22:37/ I João 1:7,9/ I
Pedro 1:18,19; 2:24).

l. Nega a existência da Santíssima Trindade. “ Há mais de uma pessoa em


Deus?

Resposta: não; a razão nos diz que Deus é um ser único, indivisível; que o Pai
celestial é um só para todos os filhos do universo” (jornal espírita); “Não
admitimos o mistério da Trindade, por acha-lo absurdo e inexplicável. Deus é
Deus e Jesus jamais afirmou ser Deus, quando de sua peregrinação na terra”;
“Este ensino monstruoso da Trindade , negação da razão humana, não passa
de uma construção almejada, de um andaime arbitrário e fictício de deduções
fantásticas, livremente tiradas da aproximação de passagens isoladas,
emprestadas de livros originariamente independentes um do outro.”

Refutação Bíblica = Gen. 1:26/ Is. 6:8/ Rom. 8:9 (Jesus, o Espírito Santo e
Deus são um) / II Cor. 3:17 (Deus e o Espírito Santo é a mesma pessoa)/ Jo.
10:30 (Jesus e Deus é um); 15:26.
m. Prega o panteísmo: “Cada um de nós possui, em estado latente, forças
emanadas do divino foco. Deus é a grande alma universal, e que toda alma
humana é uma centelha, uma irradiação” (Leão Diniz).

Refutação Bíblica = Romanos 1:25/ Números 23:19.

n. Negam a ressurreição – “Negamos a ressurreição do corpo, racionalmente,


pois não se pode admitir a ressurreição da carne, se não como uma figura
simbólica do fenômeno da reencarnação” (Kardec).

Refutação Bíblica = Lucas 24:36-43/ João 3:3-5; 20:26-29/ Mateus 17:9;


22:31,32/ I Coríntios 15:4/ Romanos 10:9.

o. Não existem anjos – “Os anjos são almas dos homens chegados ao grau de
perfeição que a criatura comporta, fluindo em sua plenitude a prometida
felicidade”; “São almas que galgaram o último grau de escala, grau que todos
podem adquirir” (Alan Kardec).

Refutação Bíblica = Mateus 13:41; 24:31/ I Coríntios 4:9/ Gênesis 19:1; 24:7/
Judas 6).

p. Negam a personalidade do Espírito Santo – afirmam que o Espírito Santo,


como está relatado Bíblia, não existe. Refutação Bíblica = “...porque eu vos
digo: toda a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada aos
homens...” (Mateus 12:31,32/ Atos 10:19,29/ João 14:16,26; 15:26). A Bíblia
afirma que o Espírito Santo é uma pessoa com atributos divinos, assim como o
Pai e o Filho. Observamos, claramente, que os três são um. Vejamos alguns
versículos para uma melhor compreensão: na ordenança do batismo em
Mateus 28:19; no batismo de Jesus em Mateus 3:16,17; na bênção apostólica
em II Coríntios 13:13; o Senhor Jesus prometeu o Espírito santo aos seus
seguidores em Atos 1:4,5 e lhes recomendou não sair de Jerusalém até que do
alto eles fossem revestidos de poder (Lucas 24:49); o Espírito santo desceu
sobre eles no dia de Pentecostes em Atos 2:1-4. As escrituras nos ensinam
que Ele é quem nos ensina (João 14:26); nos convence (João 16:8); nos
consola (João 14:16); nos convoca (Atos 13:2); nos fala (João 16:13); nos
proíbe (Atos 16:6); nos glorifica (João 16:14); Ele tem sentimentos (Efésios
4:30); Ele testifica (João 15:26); entre outros, e isto é mérito da Pessoa do
Espírito de Deus, e não de uma força apenas ; E que o Espírito santo tem seus
atributos: Onisciência (João 14:26/ I Coríntios2:10,11); Onipresença (Salmos
139:7-10); Onipotência (Gênesis 1:26/ Lucas 1:35, onde o poder do santo
Espírito, que é o próprio poder de Deus, a cobriu). Ele Também é conhecido
pelas suas obras: Na regeneração (João 3:1-5); Na ressurreição (Romanos
8:11); Na criação (Gênesis 1:2/ Salmo 104:30); Na Inspiração das Escrituras
sagradas (2 Pedro 1:20,21). Portanto o surgimento do espiritismo moderno
(codificador foi o Allan Kardec) nada tem a haver com o Santo Espírito de
Deus, uma vez que seu surgimento se deu em média, há 1850 depois. A
mudança dos apóstolos após Pentecostes testifica a descida do Espírito santo
e Sua missão (Atos1:8), assim como se mostraram intrépidos na comunicação
do evangelho que Cristo lhes ordenou (Marcos 16:15,16).

q. Quanto ao inferno e o castigo eterno ensinam – “Ou Deus é perfeito e não há


penas eternas ou há penas eternas e Deus não é perfeito.” (Em O Céu e o
Inferno, 4ªed, pg. 77). Não podemos concordar com os espíritas que, em quase
toda sua literatura, procuram negar a existência do inferno. Um espírita patrício
afirmou: “Convença-se os nossos irmãos pastores de que a Bíblia se refere ao
sofrimento eterno do condenado. Se conseguissem convencer-nos de que é
isso que a Bíblia diz, nós a renegaríamos como falsa; e se nos provassem que
ela é autêntica, nós renegaríamos o próprio Deus, ... nós julgaremos, por isso
muitos superiores a um tal Deus! ...” – “Não haverá juízo final para os mortos e
ímpios. Não existe diabo nem demônios, no vulgar da palavra. São na verdade
os maus espíritos – seres atrasados, ainda imperfeitos, mas aos quais
reservará o futuro” – “ Os demônios são apenas almas dos maus, ainda não
purificadas, mas podem, como as outras, ascender ao mais alto cume da
perfeição” (O Que é Espiritismo, 4ª ed., pg. 85,86; e O Livro dos Médiuns).

Refutação Bíblica = Deus é perfeito e existe penas eternas. Ele é perfeito e não
tem prazer na morte espiritual do homem (I Timóteo 2:4/ II Pedro 3:9/ Ezequiel
33:11/ Mateus 13:40-42/ Marcos 5:2-13; 9:25; 16:17 / Apocalipse 20:12-14/
Salmo 9:17/ Lucas 4:1-13; 11:14/ II Pedro 2:4/ Atos 19:12-16). Deus nos prova
seu amor dando seu Filho unigênito para a salvação de todo aquele que crê
(João 3:16,17). O homem que recusa a graça salvadora é responsável (livre
arbítrio) pela sua perdição (Mateus 7:13,14/ Marcos 16:15,16).

O inferno é segundo os ensinos da palavra de Deus, uma dura realidade. Não


só isso, mas também:

· Lugar de sofrimento (Judas 7);

· Lugar de tristeza (Salmos 116:3 );

· Lugar de tormento (Lucas 16:24,25,28 / Mateus 25:41,46);

· Lugar de violência (Oséias 13:14);

· Lugar de condenação eterna (Marcos 3:29).

r. Negam a existência do céu – declaram: “A felicidade dos Espíritos bem-


aventurados não consiste na ociosidade contemplativa que seria, como temos
dito muitas vezes, uma eterna e fastidiosa inutilidade.” (Em O Céu e o Inferno,
4ªed., pg. 30).

Refutação Bíblica = Jo. 14:2,3/ II Cor. 12:2-4/ Filip. 3:20,21/ Apoc. 21:1-4;
12:8,9. Poderá ser este lugar ser fastidioso? Ver I Cor. 2:9.

s. Escarnecem a respeito da Igreja Cristã – “Mais perceber uma agulha


rebrilhante no meio das trevas espessas... Por mais de mil e oitocentos anos, a
chamada Igreja Cristã se tem interposto entre os mortais e os espíritos,
barrando toda oportunidade de progresso e desenvolvimento. Atualmente, ela
se ergue como completa barreira ao progresso humano, como já fazia há mil e
oitocentos anos atrás.” ( Mind. And Matter, 8 de Maio de 1880). Eles ainda
prescrevem: “Passo a passo avançou a igreja de Cristo, e ao fazê-lo, passo a
passo a tocha do espiritismo foi retrocedendo, até que quase não se podia
mais perceber uma fagulha rebrilhante em meio às trevas espessas... Por mais
de mil e oitocentos anos a chamada igreja Cristã se tem interposto entre os
mortais e os espíritos, barrando toda oportunidade de progresso e
desenvolvimento. Atualmente elas se erguem como completa barreira ao
progresso humano, como já fazia há mil e oitocentos anos atrás”. (MIND AND
MATTER, 8 de maio de 1888 . Extraído da obra “O Caos das Seitas”).

Refutação Bíblica = I Tessalonicenses 4:4:16,17.

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Ø SACCORI, Luiz Antônio. Minidicionário Saccori da Língua Portuguesa.

São Paulo: Atual, 1996.

Ø BAALEN, J. K. Van. O Caos das Seitas. Imprensa Batista Regular, 1985.

Ø RINALDI, Natanael. Cristianismo Versus Espiritualismo. Intituto Cristão de

Pesquisa. São Paulo: out.1985.

Ø FILHO, Rev. Caio Fábio D´Araújo Filho. Espiritismo Segundo o Evangelho.

Abba Press Editora e Divulgadora Cultural Ltda. 2 ed. São Paulo/ SP: jan.
1994.
Ø FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Minidicionário da Língua
Portuguesa. Nova Fronteira. 3 ed. Revista e Ampliada. Rio de Janeiro: 1993.

Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As


ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não
a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são
boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida
somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa,
na Reforma, como o Textus Receptus).

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