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DC-DR-ORG-BCP-005-009

REVISÃO 6

Centro de Instrução AVSEC da GOL Linhas Aéreas S.A.


Gerência de Continuidade do Negócio e Promoção da Segurança
Diretoria de Segurança Operacional



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COORDENADORIA DE CONTINUIDADE DO NEGÓCIO
E TREINAMENTOS
SUMÁRIO – CURSO BÁSICO AVSEC

Centro de Instrução AVSEC GOL Linhas Aéreas S.A. – Grupo GOL


COORDENADORIA DE CONTINUIDADE DO NEGÓCIO
E TREINAMENTOS
SUMÁRIO – CURSO BÁSICO AVSEC

Centro de Instrução AVSEC GOL Linhas Aéreas S.A. – Grupo GOL


COORDENADORIA DE CONTINUIDADE DO NEGÓCIO
E TREINAMENTOS
SUMÁRIO – CURSO BÁSICO AVSEC

Centro de Instrução AVSEC GOL Linhas Aéreas S.A. – Grupo GOL


CURSO: BÁSICO AVSEC

DIA HORÁRIO MÓDULO


08:30 – 09:20 MÓDULO 1
09:30 – 10:20 MÓDULO 1
10:30 – 11:20 MÓDULO 2
11:30 – 12:20 MÓDULO 2
1° 12:20 – 13:30
13:30 – 14:20 MÓDULO 3
14:30 – 15:20 MÓDULO 4
15:30 – 16:20 MÓDULO 5
16:30 – 17:20 MÓDULO 5
08:30 – 09:20 MÓDULO 5
09:30 – 10:20 MÓDULO 6
10:30 – 11:20 MÓDULO 6
11:30 – 12:20 MÓDULO 7
2° 12:20 – 13:30
13:30 – 14:20 MÓDULO 7
14:30 – 15:20 MÓDULO 7
15:30 – 16:20 MÓDULO 7
16:30 – 17:20 MÓDULO 8
08:30 – 09:20 MÓDULO 8
09:30 – 10:20 MÓDULO 8
10:30 – 11:20 MÓDULO 8
11:30 – 12:20 MÓDULO 9
3° 12:20 – 13:30
13:30 – 14:20 MÓDULO 9
14:30 – 15:20 MÓDULO 9
15:30 – 16:20 MÓDULO 9
16:30 – 17:20 MÓDULO 10
08:30 – 09:20 MÓDULO 11
09:30 – 10:20 MÓDULO 11
10:30 – 11:20 MÓDULO 12
11:20 – 12:20
4° 12:20 – 13:30 MÓDULO 12
13:30 – 14:20 MÓDULO 12
14:30 – 15:20 MÓDULO 12
15:30 – 16:20 MÓDULO 11
16:30 – 17:20 MÓDULO 11
08:30 – 09:20 PROVA
09:30 – 10:20 PROVA
10:30 – 11:20
11:30 – 12:20
5° 12:20 – 13:30
13:30 – 14:20 PROVA
14:30 – 15:20 PROVA
15:30 – 16:20
16:30 – 17:20
GRADE HORÁRIA BÁSICO AVSEC

ASSUNTO TÉCNICA
Introdução à segurança da aviação civil contra ato de interferência ilícita CE
Introdução à segurança da aviação civil contra ato de interferência ilícita AE
Noções básicas de marco regulatório e autoridade legal AE
Noções básicas de marco regulatório e autoridade legal AE
Almoço
Apresentação do aeroporto  AE
Noções básicas de credenciamento  AE
Noções básicas de controle de acesso e inspeção de pessoas e bag. mão  AE
Noções básicas de controle de acesso e inspeção de pessoas e bag. mão AE
Noções básicas de controle de acesso e inspeção de pessoas e bag. mão AE
Identificação de Armas químicas, biológicas e explosivos. AE
Identificação de Armas químicas, biológicas e explosivos. AE
Medidas de Segurança para passageiro, bag de mão e bag. Despachada AE 
Almoço
Medidas de Segurança para passageiro, bag de mão e bag. Despachada AE
Medidas de Segurança para passageiro, bag de mão e bag. Despachada AE
Medidas de Segurança para passageiro, bag de mão e bag. Despachada AE
Medidas de segurança relativas à aeronave no solo AE
Medidas de segurança relativas à aeronave no solo AE
Medidas de segurança relativas à aeronave no solo AE
Medidas de segurança relativas à aeronave no solo AE
Medidas relativas à carga, ao correio e a outros itens. AE
Almoço
Medidas relativas à carga, ao correio e a outros itens. AE
Medidas relativas à carga, ao correio e a outros itens. AE
Medidas relativas à carga, ao correio e a outros itens. AE
Procedimentos de Varredura
5 e proteção de áreas AE
Ações de Contingência AE
Ações de Contingência AE
Visita Técnica AE
Almoço
Visita Técnica AE
Visita Técnica AE
Visita Técnica AE
Ações de Contingência AE
Ações de Contingência AE
Avaliação de desempenho PR
Avaliação de desempenho PR
Interposição de recursos
Interposição de recursos
Almoço
Avaliação de desempenho 2º Chamada PR
Avaliação de desempenho 2º Chamada PR
 Encerramento  REC
MÓDULO 1
REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CURSO BÁSICO AVSEC


Gerência de Continuidade do Negócio
e Promoção da Segurança - 2020

REVISÃO 06– 10/08/2020


Instrutor: André Rodrigues de Souza Borges
CPF: 08046294713

REGULAMENTO DO CURSO
O aluno deverá assinar formulário específico
declarando que recebeu o regulamento do curso e
está ciente dos critérios de aprovação,
documentos exigidos, processo de avaliação do
conhecimento e certificação.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

MÓDULO 1

Introdução à Segurança da
Aviação Civil contra Atos de
Interferência Ilícita

Por que a Aviação civil é alvo de ataques terroristas?

Bombas explodem no aeroporto de Bruxelas - 22/03/2016.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

Objetivo:

• Citar as principais características do terrorismo


• Reconhecer os objetivos das atividades AVSEC
• Identificar as principais tecnologias de segurança
aplicáveis à segurança da aviação civil.

Roteiro:
• Fundamentação legal
• Politica de Segurança Operacional
• A AVSEC, seus objetivos e princípios
• Formas de ataque contra a aviação civil
• Histórico de atos de interferência ilícita
• Características e objetivos estratégicos dos grupos terroristas
• Novas tecnologias de segurança
• Consciência de segurança AVSEC.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

Fundamentação Legal:

 OACI - Anexo 17 - 11ª Edição – Salvaguarda da Aviação Civil contra Atos de Interferência
Ilícita;
 DOC 8973 – Manual de Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita;
 DECRETO 7.168 – PNAVSEC – Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos
de Interferência Ilícita;
 RBAC 107-002 – Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador
de Aeródromo;
 RBAC 108-002 - Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador
Aéreo.
 IS 108-001C Instrução Suplementar

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

AVSEC – Objetivos e princípios

Principais objetivos da AVSEC


(Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita)

Garantir a integridade de passageiros, tripulantes,


pessoal de terra, público em geral;
 Garantir a proteção de aeronaves e instalações de
aeroportos brasileiros contra atos de interferência
ilícita.

Por que a aviação é alvo


constante de ataques
terroristas?

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

Formas de ataque contra a aviação civil

Ataque Explosivo; Ataque Armado; Ataque


Incendiário;

Ataque Ataque Cibernético


Q.B.R.N

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

Características e Objetivos estratégicos dos grupos terroristas

Terrorismo é o uso ilegal da força ou violência


contra pessoas ou propriedades para intimidar
ou coagir um governo, uma população civil ou
qualquer segmento dela em apoio a objetivos
políticos ou sociais”.

(Dicionario Oxford)

CARACTERÍSTICAS E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DOS


GRUPOS TERRORISTAS

Existem muitos grupos terroristas de acordo com a ONU (Organização


das Nações Unidas) atuantes no mundo.

MOTIVAÇÃO RECURSOS ATUAÇÃO

 Possuem visão em preto ou O terrorismo tem se mostrado


branco; As principais fontes de cíclico, ou seja, com o passar
 São detentores de “verdades” financiamento do terrorismo são do tempo este fenômeno
absolutas; os impostos, assaltos aos ressurge em regiões
 Entendem que os métodos bancos locais e comércio de diferentes, assumindo novas
violentos são necessários para petróleo; táticas e motivações.
serem atendidos.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CARACTERÍSTICAS E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DOS


GRUPOS TERRORISTAS

OS PRINCIPAIS OBJETIVOS DE ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS:

1. Mudança de um regime (Revolução);

 Movimento contra um regime existente.

2. Controle de um território;

 Resgate de um antigo território ou nação.

3. Mudança Política;

 Movimento que busca mudar a política de um país.

CARACTERÍSTICAS E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DOS


GRUPOS TERRORISTAS

OS PRINCIPAIS OBJETIVOS DE ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS:

4. Controle Social;
 Tentativas de mudar comportamentos sociais;

5. Manutenção do poder;

 Movimento que busca a manutenção da ordem atual das coisas.

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CARACTERÍSTICAS E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DOS


GRUPOS TERRORISTAS
Estratégias Políticas

 Enfraquecer;

 Desmoralizar;

 Pressionar Governos.

CARACTERÍSTICAS E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DOS


GRUPOS TERRORISTAS
Estratégias Sociais

 Espalhar o medo;

 Matar poucos para atingir muitos;

 Intimidar sociedades.

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CARACTERÍSTICAS E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DOS


GRUPOS TERRORISTAS

Estratégias Midiáticas

 Chamar a atenção através da


mídia;

 Denunciar “injustiças”;

 Apresentar “verdades”
absolutas.

CARACTERÍSTICAS E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DOS


GRUPOS TERRORISTAS

 A propaganda sempre foi imprescindível para o recrutamento de radicais extremistas;

 O Terrorismo moderno aprendeu a dominar as mídias sociais e as mídias de internet.

Revista mensal da Al Qaeda Revista do Estado Islâmico

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CARACTERÍSTICAS E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DOS


GRUPOS TERRORISTAS
O processo propagandista dos terroristas:

Propaganda: divulga Motivação: busca


os últimos ataques e motivar novos
prejuízos radicais

Conhecimento: ensina Informação: mobiliza


técnicas de preparo pessoas para ações
de explosivos violentas

HISTÓRICO DE ATOS DE INTERFERÊNCIA ILÍCITA

PRIMEIRO ATO ILÍCITO DA AVIAÇÃO CIVIL – CATHAY PACIFIC

Primeiro sequestro de um voo comercial da empresa Cathay Pacific em Macao em


1948.

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HISTÓRICO DE ATOS DE INTERFERÊNCIA ILÍCITA

Grupos de extrema esquerda

A partir de 1960 surgem os


grupos de extrema
esquerda

São motivados pela guerra


fria e pela guerra no
Vietnam

Financiados pela União


Soviética

HISTÓRICO DE ATOS DE INTERFERÊNCIA ILÍCITA

1973- FAA exige inspeção em todos os 1973- Detector de Metal e


passageiros e bagagens de mão imagem de raio-x são
introduzidos

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HISTÓRICO DE ATOS DE INTERFERÊNCIA ILÍCITA

1988- Bomba no voo 103 da PanAm 2001- “911” a série coordenada pelos
ataques terroristas nos EUA

HISTÓRICO DE ATOS DE INTERFERÊNCIA ILÍCITA

2001- Bomba no tenis num voo de Paris Oficiais britânicos acham líquidos
para Miami explosivos em 10 aeronaves com
destino aos USA.
Todos os líquidos, géis e aerossóis são
proibidos nos voos

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HISTÓRICO DE ATOS DE INTERFERÊNCIA ILÍCITA


Grupos de inspiração religiosa

A partir de 1979 surgem os


grupos de inspiração
religiosa

São motivados
principalmente pela guerra
soviética no Afeganistão

Alguns grupos lutam pela


purificação do Islã

HISTÓRICO DE ATOS DE INTERFERÊNCIA ILÍCITA

AL QAEDA: Grupo terrorista de inspiração religiosa


formado por células independentes que atuam contra a
influência de não islâmicos em assuntos Islâmicos;

Em 11 de setembro de 2001 quatro aeronaves foram


sequestradas e utilizadas como armas de destruição
em massa;

Os alvos atingidos foram as torres gêmeas em Nova


York, o Pentágono em Washington e uma aeronave
caiu na Pensilvânia antes de atingir qualquer alvo;

A AL QUEDA assumiu a autoria destes ataques


alegando que eram contra a influência dos Estados
Unidos em assuntos políticos no mundo Árabe.

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HISTÓRICO DE ATOS DE INTERFERÊNCIA ILÍCITA

Estado Islâmico (ISIS) - Organização Jihadista no Oriente Médio que proclamou


um califado em 29 de junho de 2014;

 Ganhou notoriedade por conta de seus métodos


violentos adotados para chamar a atenção para a
causa deste grupo;

O ISIS é contra o próprio povo muçulmano, pois


elimina, de modo indiscriminado, qualquer cidadão
dentro do território que passaram a dominar desde
2014;

 Seu líder foi Abu Bakr, que alegava ser o Califa


escolhido por Deus para resgatar antigos valores
Islâmicos. Suicidou-se em outubro de 2019 após
uma emboscada americana.

HISTÓRICO DE ATOS DE INTERFERÊNCIA ILÍCITA

Estado Islâmico (ISIS)


Metrojet - Voo 9268 Aeroporto de Bruxelas

O Estado Islâmico assumiu a autoria pelo ataque O grupo foi responsável também pelos ataques
contra a empresa aérea russa Metrojet, ocorrido no aeroporto e metrô de Bruxelas que matou 35
em 31 de outubro de 2015. pessoas em 22 de março de 2016.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

Video:

PRINCIPAIS ALVOS DOS GRUPOS TERRORISTAS

Cidadãos Comuns
(Locais com grande concentração de pessoas)

Negócios (Bancos, fábricas, construções e etc.)

Embaixadas de Governos

Instalações Militares

Aeroportos e Aeronaves

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

NOVAS TECNOLOGIAS DE SEGURANÇA

Como eram as inspeções de segurança nos aeroportos na década de 70?

NOVAS TECNOLOGIAS DE SEGURANÇA

Smart Security Body Scanner

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

NOVAS TECNOLOGIAS DE SEGURANÇA

EQO: Equipamento de alta tecnologia, capaz de identificar materiais como:

 Cerâmica;
 Metal
 Liquido explosivo
 Papel
 Droga

NOVAS TECNOLOGIAS DE SEGURANÇA

ETD- explosive trace detector MMTD- detector portátil de partículas


De explosivos

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

NOVAS TECNOLOGIAS DE SEGURANÇA

EDS- explosive trace detector RAIOS-X convencional

NOVAS TECNOLOGIAS DE SEGURANÇA

Sistema de Detecção de Explosivos Bagagem


Despachada

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

NOVAS TECNOLOGIAS DE SEGURANÇA

Sistema de Detecção de Explosivos Passageiros

NOVAS TECNOLOGIAS DE SEGURANÇA

Tecnologia de SCANNING

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CONSCIÊNCIA DE SEGURANÇA AVSEC

Cursos AVSEC_RBAC 110:


 Básico AVSEC ;
 Inspeção em Segurança da Aviação Civil;
 AVSEC para Operadores Aéreo;
 AVSEC para Operadores de Aeródromo;
 Instrutor AVSEC;
 AVSEC para Atendimento ao Passageiro;
 AVSEC para Carga Aérea;
 AVSEC para Operações de Solo;
 AVSEC para Tripulantes e AVSEC para Vigilantes

CONSCIÊNCIA DE SEGURANÇA AVSEC

Para aqueles que receberem credencial permanente, com acesso às áreas


operacionais, devem participar de atividade de conscientização com AVSEC,
ministrado por pessoa que tenha pelo menos um dos cursos abaixo:

 Básico AVSEC;
 Inspeção de Segurança da Aviação Civil;
 AVSEC para Operador de Aeródromo;
 AVSEC para Operador Aéreo.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CONSCIÊNCIA DE SEGURANÇA AVSEC

Deve ser feito no período de 60 dias


Antes do credenciamento ate o dia
da requisição do credenciamento.
Quando deve
ser feito?

CONSCIÊNCIA DE SEGURANÇA AVSEC

O operador de aeródromo deve manter registro de quem cumpriu a conscientização com


AVSEC, identificando os profissionais, as assinaturas e a data de realização:

 Conceitos e princípios gerais da AVSEC


 Entidades aeroportuárias e suas responsabilidades pela segurança;
 Regras de credenciamento e de controle de acesso às áreas operacionais do
aeródromo, e
 Regras de acionamento do plano de contingência do aeródromo

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

Vamos ver se você aprendeu:

1- Quais os objetivos AVSEC?


2- Quais as formas de ataque à aviação?
3- Cite três tecnologias de segurança
4- Como é chamada a atividade que deve ser realizada em até 60 dias antes ao
credenciamento?

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

Roteiro:
• Fundamentação legal
• Politica de Segurança Operacional
• A AVSEC, seus objetivos e princípios
• Formas de ataque contra a aviação civil
• Histórico de atos de interferência ilícita
• Características e objetivos estratégicos dos grupos terroristas
• Novas tecnologias de segurança
• Consciência de segurança AVSEC.

OBJETIVO

• Citar as principais características do terrorismo


• Reconhecer os objetivos das atividades AVSEC
• Identificar as principais tecnologias de segurança
aplicáveis à segurança da aviação civil.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

REFLEXÃO

• “O produto dos terroristas é o medo, portanto,


devemos negar-lhes a matéria prima.”

• Marjorie Constanza

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

QR CODE AVSEC AV. MÓDULAR (BÁSICO e OPERADOR


AÉREO)

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MÓDULO 2
REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CURSO BÁSICO AVSEC


Gerência de Continuidade do
Negócio e Promoção da Segurança -
2020

REVISÃO 06– 10/01/2020


Instrutor: André Rodrigues de Souza
Borges
CPF: 08046294713

MÓDULO 2
Noções Básicas De Marco Regulatório
e Autoridade Legal

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REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

Por que precisamos de tantas normas e regras?

Por que precisamos de tantas normas e regras?

https://www.youtube.com/watch?v=08hZrcAP4AA

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REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

OBJETIVO

 Citar as principais atividades regulatórias da


Aviação Civil.
 Reconhecer os documentos que regem a
legislação de Segurança da Aviação Civil
contra Atos de interferência Ilícita Nacional
e Internacional.

ROTEIRO

• Fundamentação legal.
• As Convenções Internacionais de Aviação Civil.
• Normas e Práticas Recomendadas do Anexo 17.
• Responsabilidades dos Estados e das autoridades de aviação civil.
• Sistema de Aviação Civil Brasileiro.
• Documentos Regulatórios Brasileiros.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

• OACI - Anexo 17 - 11ª Edição – Salvaguarda da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita;
• DOC 8973 – Manual de Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita;
• DECRETO 7.168 – PNAVSEC – Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência
Ilícita;
• RBAC 107-002 – Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador de Aeródromo;
• RBAC 108-002 - Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador Aéreo.
• IS 108-001C Instrução Suplementar

INÍCIO DA AVIAÇÃO
A história da aviação remonta a tempos pré-históricos. O desejo de voar está
presente na humanidade provavelmente desde o dia em que o homem pré-
histórico passou a observar o voo dos pássaros e de outros animais voadores. Ao
longo da história há vários registros de tentativas mal sucedidas de voos.

O Avion III de Clément Ader

Máquina voadora projetada Ornitóptero de Leonardo da


por Leonardo da Vinci Vinci

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

ERA PIONEIRA : 1901-1914

• Durante esse período a aviação deixou de ser vista como uma iniciativa amadora de
entusiastas excêntricos para ser uma tecnologia estabelecida, criando um conjunto de
empresas do ramo de construção aeronáutica, estabelecimentos de pesquisa e cursos
universitários, tornando a aviação um assunto de grande interesse popular.

• Feiras de aviação e corridas aéreas, como atraiam enorme audiência, e pilotos de sucesso

tornaram-se celebridades.

PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL


1914 - 1918
Não muito depois de ter sido inventado, o avião passou a ser usado para serviços
militares. A tecnologia dos aviões avançou bastante durante a Primeira Guerra
Mundial, contribuindo para um rápido e elevado nível de desenvolvimento.

Roland Garros Anthony Herman Gerard Fokker

De Havilland - 1917
Fokker D.VII - 1918

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

ERA DE OURO DA AVIAÇÃO 1918 - 1939

Os anos que se passaram entre a Primeira e a Segunda Guerra


Mundial foram anos de grande avanço na tecnologia de
aeronaves em geral.

A matéria prima dos aviões passaram de madeira à alumínio. Com


motores melhorados nota-se um incomparável aumento de potencia das
aeronaves.

Rápidos avanços foram feitos no desenho de aviões, e linhas aéreas


começaram a operar. Aviadores começaram a impressionar o mundo com
seus feitos e suas habilidades.

Esta série de avanços tecnológicos e o crescente impacto sócio-econômico que os aviões passaram a ter
mundialmente, faz deste período a era do ouro da aviação.

AS CONVENÇÕES INTERNACIONAIS DE AVIAÇÃO CIVIL

Conjunto de acordos e normas, oriundos de conferências internacionais


destinadas a estabelecer os princípios a serem seguidos pelos países signatários,
que se comprometem a cumprir as condições e disposições acordadas.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CONVENÇÃO DE PARIS

A Convenção de Paris, em 13 de outubro de 1919, com o objetivo de regulamentar a


navegação aérea, criou a CINA – Comissão de Navegação Aérea, que mais tarde viria a se
tornar a OACI – Organização de Aviação Civil Internacional.

CONVENÇÃO DE VARSÓVIA

Com o grande crescimento da aviação comercial, em 1925, realizou-se a


Primeira Conferência Internacional de Direito Privado Aéreo, onde foi discutida a
carência de um acordo que regulamentasse o transporte aéreo internacional.

A Convenção de Varsóvia, em 12 de outubro de 1929:

1. Padronizou os documentos de transporte aéreo; e

2. Estabeleceu as responsabilidades do transportador por danos a passageiros e


cargas.

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CONVENÇÃO DE VARSÓVIA

SEGUNDA GUERRA MUNDIAL 1939 - 1945

Interrupção de todas as negociações em andamento;

Período caracterizado por um drástico crescimento na produção de aviões e


rápido desenvolvimento da tecnologia na aviação;

Foram desenvolvidos os primeiros bombardeiros de longa distância, o primeiro


avião a jato de uso prático e o primeiro caça a jato.
INÍCIO DA 2º GUERRA FIM DA 2º GUERRA

480km/h 640km/h
9 mil metros de altitude 12 mil metros de altitude

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Boeing B29 Superfortress – Enola Gay

Aeronave utilizada no bombardeio à cidade de Hiroshima em 06 de agosto de 1945.

CONVENÇÃO DE CHICAGO

A Convenção sobre Aviação Civil Internacional, também conhecida como


Convenção de Chicago, estabeleceu a OACI – Organização de Aviação Civil
Internacional, um órgão cuja função é coordenar e regular o transporte aéreo
internacional.

O tratado foi firmado em 7 de dezembro de 1944, em Chicago, por 52 Estados, e


entrou em vigor em 4 de abril de 1947. Estabelecendo os ANEXOS.

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ANEXOS à Convenção de CHICAGO:

1. Licença de Pessoal 11. Serviços de Tráfego Aéreo


2. Regras do Ar 12. Busca e Salvamento
3. Serviço Meteorológico 13. Investigação de Acidentes de Aeronaves
4. Cartas Aeronáuticas 14. Aeroportos
5. Unidades de Medida 15. Informações Aeronáuticas
6. Operação de Aeronave 16. Proteção ao Meio Ambiente
7. Marcas de Nacionalidade e de Matrícula 17. SEGURANÇA DA AVIAÇÃO CIVIL
de Aeronaves CONTRA ATOS ILÍCITOS
8. Aeronavegabilidade 18. Carga Perigosa
9. Facilitação 19. Sistema de Gerenciamento de
Segurança Operacional
10. Telecomunicações Aeronáuticas

SISTEMA DE VINCULAÇÃO

Doc 8973
Normas e métodos
RESTRICTED
recomendados internacionais

Anexo 17
À Convenção sobre
Aviação Civil Internacional
Security Manual for
Safeguarding Civil Aviation
Anexo 9 Segurança
Against Acts of
Unlawful Interference
Proteção da Aviação Civil Internacional
contra atos de interferência ilícita

Esta edição incorpora todas as emendas


adotadas pelo Conselho antes de 8 de dezembro de 2001
e substitui, a partir de 1º de julho de 2002, todas as
edições anteriores do Anexo 17

Ver no Preâmbulo as informações


relativas à aplicação das normas Approved by Secretary General
e métodos recomendados and published under his authority

Sétima edição Sixthy Edition – 2002


Abril de 2002

International Civil Aviation Organization


Organização de Aviação Civil Internacional

Anexo 17 DOC 8973

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CONVENÇÃO DE TÓQUIO

Realizada em 14 de setembro de 1963, tratou sobre os atos ilícitos contra a


aviação civil, definindo especialmente o sequestro de aeronaves.

“Quando ilicitamente, mediante violência ou ameaça de violência, uma pessoa a bordo


perturbar o comando de uma aeronave em voo, se apoderar dela ou, exercer o seu
comando, ou estiver prestes a praticar um destes atos, os Estados Contratantes tomarão
todas as providências adequadas para que o legítimo comandante da aeronave retome ou
conserve o comando desta.”

CONVENÇÃO DE HAIA

Realizada em 16 de dezembro de 1970, firmou um Convênio para a Repressão ao


Apoderamento Ilícito de Aeronaves.

Art. 1º
Qualquer pessoa que a bordo de uma aeronave em voo:
a) Ilicitamente, pela força ou ameaça de força, ou por qualquer outra forma de intimidação, se
apodera ou exerce controle da referida aeronave, ou tenta praticar qualquer um desses
atos; ou
b) É cumplice de uma pessoa que pratica ou tenta praticar qualquer um desses atos.

Art. 2º

Cada Estado contratante obriga-se a tornar o crime punível com severas penas.

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CONVENÇÃO DE MONTREAL
A primeira, realizada em 23 de setembro de 1971, definiu que qualquer pessoa
comete um crime, quando:

Pratica um ato de violência


contra uma pessoa a bordo
de uma aeronave em voo,
colocando em risco a
segurança da aeronave
Destrói ou danifica facilidades Destrói uma aeronave em
de navegação aérea ou serviço ou causa à mesma
interfere na sua operação, dano que a torne incapaz de
colocando em risco a segurança voar colocando risco a sua
da aeronave em voo segurança em voo

MONTREAL
Coloca numa aeronave em
Comunica informação que sabe
serviço, dispositivo ou
ser falsa, colocando em risco
substância capaz de destruir a
desse modo a segurança de
aeronave, ou de causar dano
uma aeronave em voo
que a torne incapaz de voar
É cúmplice de uma pessoa
que cometa ou tente
cometer qualquer dos
mencionados crimes

CONVENÇÃO DE MONTREAL

Realizada em 1 de março de 1991, tratou da Marcação de Explosivos (registro dos


fabricantes) para fins de Detecção.

Determinou que cada Estado adotará as medidas necessárias e eficazes para proibir e
impedir a fabricação em seu território de explosivos sem que sejam identificados

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NORMAS E PRÁTICAS RECOMENDADAS DO ANEXO


17 – SARP’S

O ANEXO 17 contém Normas e Práticas Recomendadas (STANDARD AND


RECOMMENDED PRACTICES – SARP’S) para a Segurança da Aviação,
que devem ser observadas pelos Estados Contratantes, e está
constantemente sendo revisado e alterado à medida em que novas
tendências e tecnologias são desenvolvidas, para atuar efetivamente
na prevenção de Atos de Interferência Ilícita contra a Aviação Civil.

NORMAS E PRÁTICAS RECOMENDADAS DO ANEXO


17 – SARP’S

STANDARD (NORMA)

Qualquer especificação de característica física, material, pessoal ou de procedimentos,


cuja aplicação uniforme é reconhecida como necessária e os Estados Contratantes se
obrigam a cumprir, de acordo com o estabelecido na Convenção.

RECOMMENDED PRACTICE (PRÁTICA RECOMENDADA)


Qualquer especificação de característica física, material, pessoal ou de procedimentos,
cuja aplicação uniforme é reconhecida como desejável e os Estados Contratantes se

esforçam a cumprir, de acordo com o estabelecido na Convenção.

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NORMAS E PRÁTICAS RECOMENDADAS DO ANEXO


17 – SARP’S

“Art. 37º - Os Estados Contratantes se comprometem a


colaborar com o cumprimento das normas e práticas
recomendadas nos Anexos à Convenção.”

“Art. 38º - Qualquer Estado Contratante que considere


impraticável cumprir, em todos seus aspectos, qualquer norma ou
prática recomendada, notificará imediatamente à OACI suas
diferenças.”

RESPONSABILIDADES DOS ESTADOS E DAS AUTORIDADES


DE AVIAÇÃO CIVIL

• Cada Estado contratante estabelece e implementa um programa


nacional de segurança com o objetivo de salvaguardar as
operações da aviação civil contra atos de interferência ilícita,
por meio de normas, métodos e procedimentos, visando a
segurança, regularidade e eficiência dos voos.
Anexo 17

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RESPONSABILIDADES DOS ESTADOS E DAS


AUTORIDADES DE AVIAÇÃO CIVIL

• Cada Estado contratante designa a autoridade competente


dentro de seu território que será responsável pela preparação,
execução e cumprimento do Programa Nacional de Segurança
da Aviação Civil e notifica a OACI.

• Cada Estado contratante avalia constantemente o nível de


ameaça da aviação civil em seu território e estabelece políticas
e procedimentos para ajustar o seu programa nacional de
segurança ao nível de ameaça.
Anexo 17

RESPONSABILIDADES DOS ESTADOS E DAS AUTORIDADES


DE AVIAÇÃO CIVIL
ANAC
Constituem responsabilidades da ANAC, entre outras:

• Regular e fiscalizar a segurança da aviação civil;


• Garantir a aplicação dos padrões de AVSEC;
• Garantir a aplicação, em âmbito nacional e dentro de suas competências, das
normas e práticas recomendadas no Anexo 17 à Convenção de Chicago (1944),
nas operações internacionais e domésticas, no que couber, em função da
avaliação de risco.
PNAVSEC

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SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRO

SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRO

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL

Com status de ministério e ligada à Presidência da República, a Secretaria de


Aviação Civil foi criada em 2011 pela Lei nº 12462/2011 com o propósito de
coordenar e supervisionar ações voltadas para o desenvolvimento estratégico do
setor da aviação civil e da infraestrutura aeroportuária e aeronáutica no Brasil.

ANAC – AGENCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL


Vinculada à SAC, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) é responsável pela
normatização e fiscalização das atividades de aviação civil e de infraestrutura
aeronáutica e aeroportuária. Seus atos administrativos visam a cumprir a
legislação e as políticas governamentais definidas para o setor, a zelar pelo
interesse dos usuários, além de desenvolver a aviação no país.

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SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRO


COMANDO DA AERONÁUTICA

Controla e defende o espaço aéreo, competindo-lhe, ainda, investigar e prevenir


acidentes aeronáuticos e desenvolver pesquisas aeronáuticas e aeroespaciais;

CENIPA – CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES

Órgão do Comando da Aeronáutica responsável pela investigação e prevenção


de acidentes aeronáuticos;

DECEA – DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

Órgão do Comando da Aeronáutica responsável pela controle do espaço aéreo


brasileiro e pela operação, atualização revitalização e manutenção da infraestrutura
de meios necessários à comunicação e navegação aérea.

DOCUMENTOS REGULATÓRIOS

Doc 8973
RESTRICTED

Normas e métodos
reco mendados internacionais

Security Manual for


Safeguarding Civil Aviation
Anexo 17
À Convenção sobre
Against Acts of
Aviação Civil Internacional
Unlawful Interference

Segurança

Proteção da Aviação Civil Internacional


contra atos de interferência ilícita

Approved by Secretary General


and published under his authority
Esta edição incorpora todas as emendas
adotadas pelo Conselho antes de 8 de dezembro de 2001
e substitui, a partir de 1º de julho de 2002, todas as
e dições ante riores do Anexo 17

V er no Preâmbulo as informações Sixthy Edition – 2002


relativas à aplicação das normas
e métodos recomendados

International Civil Aviation Organiza tion

Sétima edição
A bril de 2002

Organização de Aviação Civil Internacional

ANEXO 17 - Estabelece normas e métodos recomendados em relação à segurança e proteção da


aviação civil internacional.

DOC 8973 - Manual de Segurança para Proteção da Aviação Civil contra Atos de Interferência
Ilícita, elaborado pela OACI.

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DOCUMENTOS REGULATÓRIOS

RBAC - Objetiva estabelecer requisitos à aviação civil.

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS - Objetiva esclarecer, detalhar e orientar a aplicação de requisito.

DOCUMENTOS REGULATÓRIOS BRASILEIROS

CBA
PNAVSEC

PSESCA PSA PSOA PNIAVSEC PAVSEC

- CBA – Código Brasileiro de Aeronáutica


- PNAVSEC – Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil
- PSESCA – Programa de Segurança de Empresa de Serviços e Concessionários Aeroportuários
- PSA – Programa de Segurança Aeroportuária
- PSOA – Programa de Segurança de Operador Aéreo
- PNIAVSEC – Programa Nacional de Instrução em Segurança da Aviação Civil
- PAVSEC – Programa de Segurança da Aviação civil contra atos de interferência ilicita

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PSESCA -
• Plano de Segurança de Empresa de Serviços Auxiliares ou Exploradores de Áreas
Aeroportuária

Plano analisado e aprovado pelas administrações aeroportuárias, no qual são


consolidadas as medidas e práticas de segurança, visando proteger a aviação civil
contra os atos de interferência ilícita, pelas seguintes empresas:

• De provisões de serviço de bordo;

PSESCA • Operadora de terminais de carga ou mala postal;


Plano de Segurança de Empresa de Serviços Auxiliares ou
Exploradores de Áreas Aeroportuária • Organizações exploradora de áreas, edifícios ou instalações que
abranjam a divisa entre lado ar e lado terra do aeródromo ou estejam
localizadas dentro do lado ar (AC ou ARS).

PSOA – Programa de Segurança do Operador Aéreo

Documento reservado, elaborado pela


Gerência de Security, em conformidade
com o modelo estabelecido na IS-108 e
aprovado pela ANAC, que define as
diretrizes, instruções gerais , atribuições e
responsabilidades relacionadas à proteção
da aviação civil contra atos de interferência
ilícita.

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PSOA – Programa de Segurança do Operador Aéreo

 Caso o operador aéreo pretenda implementar


medida adicional de segurança ou procedimento
alternativo em relação ao disposto na IS, deverá
informar previamente à ANAC as alterações
pretendidas para fins de aprovação.
 A última versão da Listagem de Medidas Adicionais
de Segurança e Procedimentos Alternativos,
aprovada pela ANAC, é parte integrante do PSOA.

PSOA – Programa de Segurança do Operador Aéreo

 Operador aéreo mantém ao menos uma cópia deste


PSOA em cada base operacional e garante acesso
somente à pessoas com necessidade de conhecê-lo.
 Cópias digitais do PSOA somente são distribuídas e
acessadas pelos profissionais envolvidos na
aplicação das medidas de segurança , já eventuais
versões impressas são mantidas em armários com
sistema de tranca (fechadura, cadeado ou similar).

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OBJETIVO

• Citar as principais características do terrorismo


• Reconhecer os objetivos das atividades AVSEC
• Identificar as principais tecnologias de segurança
aplicáveis à segurança da aviação civil.

ROTEIRO

• Fundamentação legal.
• As Convenções Internacionais de Aviação Civil.
• Normas e Práticas Recomendadas do Anexo 17.
• Responsabilidades dos Estados e das autoridades de aviação civil.
• Sistema de Aviação Civil Brasileiro.
• Documentos Regulatórios Brasileiros.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

Vamos ver o que você aprendeu:

1) Quais as convenções que desenvolveram a aviação?


2) Qual a convenção que deixou a aviação organizada, segura E
eficiente?
3) Quais empresas precisam apresentar um PSESCA?
4)O que é o PSOA?
5) Qual o papel da ANAC?

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

QR CODE AVSEC AV. MÓDULAR (BÁSICO e OPERADOR


AÉREO)

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MÓDULO 3
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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CURSO BÁSICO AVSEC


Gerência de Continuidade do
Negócio e Promoção da
Segurança - 2020

REVISÃO 06– 10/08/2020


Instrutor: André Rodrigues de Souza
Borges
CPF: 08046294713

MÓDULO 3
APRESENTAÇÃO DO AEROPORTO

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OBJETIVO

• Definir e exemplificar áreas restritas e áreas sem


restrições de um aeroporto, seus pontos sensíveis e
vulneráveis;
• Identificar as barreiras e obstáculos de segurança no
aeroporto.
• Identificar os objetivos do Programa de segurança
aeroportuário.

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ROTEIRO

• Fundamentação legal.
• Operador de aeródromo.
• Definição e exemplos de Lado Terra e Lado Ar.
• Definição e exemplos de área pública, área controlada e área restrita de
segurança.
• Definição e exemplos de Ponto Sensível e Ponto Vulnerável.
• Programa de Segurança Aeroportuário.

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

•OACI - Anexo 17 - 11ª Edição – Salvaguarda da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita;
•DOC 8973 – Manual de Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita;
•DECRETO 7.168 – PNAVSEC – Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência
Ilícita;
•RBAC 107-002 – Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador de Aeródromo;
•RBAC 108-002 - Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador Aéreo.
•IS 107-001D Instrução Suplementar

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OPERADOR DE AERÓDROMO
Explorador de Área Aeroportuária que, mediante contrato explora instalações e
facilidades para apoio de operações de aeronaves, embarque e desembarque de
pessoas e cargas ou áreas aeroportuárias.

RBAC 107 e IS 107


OPERADOR DE AERÓDROMO
Classes de Aeródromo segundo o tipo de serviço aéreo em operação e o numero de
passageiros processados:
Classe AP-0 Aeroporto com operação da aviação geral, de serviço de táxi aéreo e/ou de
aviação comercial com operação de fretamento;
Aeroporto com operação da aviação comercial regular ou de operação
Classe AP-1 charter; Com média de passageiros nos últimos 3 (três) anos inferior a
600.000 (seiscentos mil).
Aeroporto com operação da aviação comercial regular ou de operação
Classe AP-2 charter; Com média de passageiros nos últimos 3 (três) anos superior ou
igual a 600.000 (seiscentos mil) e inferior a 5.000.000 (cinco milhões).
Aeroporto com operação da aviação comercial regular ou de operação
Classe AP-3 charter; Com média de passageiros nos últimos 3 (três) anos superior ou
igual a 5.000.000 (cinco milhões).

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Aeródromo de Luziânia

Aeroporto Internacional de Guarulhos

O que fazer para


meu aeroporto mudar
de classe?

É possível?

O operador de aeródromo de classe AP-0 que deseje operar nas condições das
classes AP-1, AP-2 ou AP-3 deve demonstrar previamente o cumprimento aos
requisitos deste regulamento

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DEFINIÇÃO LADO AR/TERRA

Lado AR: área de movimentação no aeroporto, terrenos adjacentes e


edificações cujo acesso é controlado. Ex.: Pátio de manobras.

Área de movimento

DEFINIÇÃO LADO AR/TERRA

Lado TERRA: área de uso público, cujo acesso não é controlado. Ex.:
Estacionamento e Saguão.

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ÁREAS PUBLICAS, CONTROLADAS E RESTRITAS


ÁREAS PÚBLICAS :

Área interna ao perímetro patrimonial onde, em situação normal, não são obrigatórios a

aplicação de medidas de controle de acesso e o uso de credencial aeroportuária.

ÁREAS PUBLICAS, CONTROLADAS E RESTRITAS


ÁREAS PÚBLICAS

• As áreas públicas do terminal de passageiros


não pode oferecer visão das áreas e
instalações destinadas à inspeção de
segurança de pessoas, incluindo visão das
imagens geradas pelos equipamentos de
raios-x;

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ÁREAS PUBLICAS, CONTROLADAS E RESTRITAS


ÁREAS PÚBLICAS

As áreas que oferecem visão e são próximas


de aeronaves devem possuir proteção que
impeçam o arremesso de objetos nas
proximidades da aeronave.

ÁREAS PUBLICAS, CONTROLADAS E RESTRITAS

ÁREAS CONTROLADAS:
Área do aeródromo cujo acesso é restrito às pessoas autorizadas pelo operador do aeródromo.
Pode abranger áreas internas do perímetro operacional (lado ar), identificadas como de grau
de risco não prioritário, pontos sensíveis, ou outras áreas, dentro ou fora do perímetro
operacional;

Áreas internas do setor de credenciamento Áreas de esteira no desembarque de bagagens.

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ÁREAS PUBLICAS, CONTROLADAS E RESTRITAS


ÁREAS RESTRITAS DE SEGURANÇA (ARS)
Área do lado ar de um aeroporto, identificada como área prioritária de risco, onde, além do
controle de acesso, outros controles de segurança são aplicados, devendo incluir:

• pelo menos, os pátios de aeronaves utilizados pela


aviação comercial regular ou operação charter,
• áreas de embarque de passageiros entre o ponto de
inspeção e a aeronave,
• áreas de manuseio e armazenamento de bagagens,
carga e mala postal conhecidos, de provisões, de
materiais de limpeza ou de outros suprimentos a
serem direcionados às aeronaves da aviação
comercial regular ou operação charter.

ÁREAS PUBLICAS, CONTROLADAS E RESTRITAS


ÁREAS RESTRITAS DE SEGURANÇA (ARS)
Área do lado ar de um aeroporto, identificada como área prioritária de risco, onde, além do
controle de acesso, outros controles de segurança são aplicados, devendo incluir:

• pelo menos, os pátios de aeronaves utilizados pela


aviação comercial regular ou operação charter,
• áreas de embarque de passageiros entre o ponto de
inspeção e a aeronave,
• áreas de manuseio e armazenamento de bagagens,
carga e mala postal conhecidos, de provisões, de
materiais de limpeza ou de outros suprimentos a
serem direcionados às aeronaves da aviação
comercial regular ou operação charter.

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DEFINIÇÃO DE PONTO SENSÍVEL E VULNERÁVEL

Ponto Sensível
Definição: área, instalação e outra facilidade aeroportuária que, se avariada ou
destruída, prejudicará o funcionamento normal do aeroporto, exemplos:

DEFINIÇÃO DE PONTO SENSÍVEL E VULNERÁVEL

Ponto Vulnerável
Definição: áreas, instalações ou outras facilidades de um aeroporto que
representam uma vulnerabilidade à segurança do aeroporto, exemplos:

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COMISSÃO DE SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA (CSA)


RBAC-107

O operador de aeródromo deve garantir a ativação e


o funcionamento de uma CSA com o objetivo de
buscar a implementação coordenada das medidas de
segurança para proteção da aviação civil contra atos
de interferência ilícita, observando os requisitos
deste regulamento e demais diretrizes e disposições
estabelecidas na regulamentação da AVSEC.

COMISSÃO DE SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA (CSA)


RBAC-107
Responsabilidades:
 promover a coordenação das diversas organizações
públicas e entidades privadas com atividades
operacionais no aeródromo, de forma a alcançar a
implementação adequada das diretrizes, requisitos e
orientações relacionados à proteção da aviação civil
contra atos de interferência ilícita,
 propor as ações necessárias para buscar a aplicação
padronizada e efetiva do Programa de Segurança
Aeroportuária (PSA);

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COMISSÃO DE SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA (CSA)


RBAC-107
Responsabilidades:

 identificar ameaças, vulnerabilidades ou problemas


operacionais e propor ao operador do aeródromo a
implementação de alterações ou melhorias nas medidas
preventivas de segurança e de resposta às emergências (plano
de contingência de AVSEC), previamente estabelecidas pelo
operador de aeródromo, observando diretrizes e requisitos
estabelecidos pela ANAC;

COMISSÃO DE SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA (CSA)


RBAC-107
Responsabilidades:
 avaliar e aprovar os limites e as barreiras de segurança das ARS,
previamente propostos pelo operador do aeródromo;
 avaliar e aprovar em reunião extraordinária, restrita às entidades
envolvidas na aplicação das medidas de segurança, o Plano de
Segurança de Transporte Aéreo de Valores (PSTAV) e suas alterações
posteriores, previamente elaborado e proposto pelo operador do
aeródromo;

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BARREIRA DE SEGURANÇA

O operador de aeródromo deve implantar barreiras de


segurança que sejam capazes de dissuadir e dificultar o
acesso não autorizado de pessoas às áreas delimitadas
pelo perímetro operacional (lado ar) e suas subáreas,
áreas controladas e áreas restritas de segurança.

BARREIRA DE SEGURANÇA

As Barreiras de Segurança devem passar por aprovação prévia, no âmbito da CSA, antes
de serem efetivadas.

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BARREIRA DE SEGURANÇA

Barreiras artificiais devem ser constituídas basicamente por cercas patrimoniais e


operacionais ou outros dispositivos que impeçam o acesso indevido ao lado ar ou a outras
ARS, com as seguintes características:

1. Dificultar a passagem por cima;


2. Resistir à pressão para dobrá-las ou cortá-las;
3. Impedir que se passe por baixo; e
4. Com altura mínima de 2,40m.

BARREIRA DE SEGURANÇA

1. Possuir avisos de alerta quanto à restrição de acesso às áreas aeroportuárias, ao risco à


integridade física e à possibilidade de aplicação de sanções legais, no caso de acesso
não autorizado;

2. Ser implantadas de tal forma que dificultem o arremesso de substâncias e artigos


explosivos em uma aeronave, próximos a ela ou em outros pontos sensíveis;

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REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

BARREIRA DE SEGURANÇA
3. Ser mantidas em condições operacionais adequadas, assegurando a sua integridade e
eficácia e

4. Ser instaladas e mantidas dentro de uma área livre de obstáculos que possibilite a
realização de vistoria para verificação da sua integridade e que dificulte a escalada de
intrusos.

BARREIRA DE SEGURANÇA
O operador de aeródromo pode fazer uso de barreiras naturais para constituir barreiras de
segurança, desde que:

1. O nível de segurança oferecido pelo obstáculo


seja equivalente ao dos obstáculos artificiais; ou
2. Sejam aplicadas medidas de segurança
complementares para alcançar essa
equivalência;
3. Comprovação das condições anteriores seja
demonstrada por meio da elaboração de um
estudo prévio por parte do operador do
aeródromo.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

PSA - PROGRAMA DE SEGURANÇA


AEROPORTUÁRIO

 Documento de caráter reservado, elaborado pelo operador de aeródromo;


 Descreve os procedimentos que regem os acessos de pessoas e veículos;
 Indica o procedimento de segurança a ser adotado em todo aeroporto;
 O operador de aeródromo deve controlar, executar e supervisionar o PSA.

PSA - PROGRAMA DE SEGURANÇA


AEROPORTUÁRIO

• 1.Plano de Segurança de Transporte Aéreo de


Valores (PSTAV);
• 2.Plano de Contingência de AVSEC do Aeródromo
(PCA);
• 3.Programa de Instrução de AVSEC (PIAVSEC); e
• 4. Programa de Controle de Qualidade AVSEC do
Aeródromo (PCQ/AVSEC)

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

PSA - PROGRAMA DE SEGURANÇA


AEROPORTUÁRIO
O Programa de Segurança Aeroportuário: é o documento elaborado pelo operador de
aeródromo, aprovado pela ANAC de obrigatoriedade para aeródromos:

AP-0 AP-1 AP-2 AP-3

DISPENSADO OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO


quando tiver
operações de
aeronaves com mais
60 assentos.

Obs.: E sempre que julgado necessário pelo órgão regulador.

ROTEIRO

• Fundamentação legal.
• Operador de aeródromo.
• Definição e exemplos de Lado Terra e Lado Ar.
• Definição e exemplos de área pública, área controlada e área restrita de segurança.
• Definição e exemplos de Ponto Sensível e Ponto Vulnerável.
• Programa de Segurança Aeroportuário.

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REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

OBJETIVO
• Definir e exemplificar áreas restritas e áreas sem
restrições de um aeroporto, seus pontos sensíveis e
vulneráveis;
• Identificar as barreiras e obstáculos de segurança no
aeroporto.
• Identificar os objetivos do Programa de segurança
aeroportuário.

SEP
RADAR
SAR 28 SAR 33
RESERVATÓRIO PRINCIPAL TECA
TWR

POLO DE COMBUSTÍVEL

CAG

COMISSARIAS

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REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

“Se queremos progredir, não devemos repetir


a história, mas fazer uma história nova.”

Mahatma Gandhi

37

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REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

QR CODE AVSEC AV. MÓDULAR (BÁSICO e OPERADOR


AÉREO)

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MÓDULO 4
REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CURSO BÁSICO AVSEC


Gerência de Continuidade do
Negócio e Promoção da Segurança -
2020

REVISÃO 06 – 10/08/2020
Instrutor: André Rodrigues de Souza Borges
CPF: 08046294713

MÓDULO 4
NOÇÕES BÁSICAS DE
CREDENCIAMENTO

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REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

Qual a finalidade de uma credencial?

OBJETIVO

• Citar os diferentes tipos de credenciais e


Autorizações

• Relacionar qual é a importância do uso


ostensivo da credencial

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REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

ROTEIRO

• Fundamentação legal.
• Credenciais de pessoas e veículos: tipos, validades e códigos de acesso.
• A importância do uso ostensivo da credencial.

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

• OACI - Anexo 17 - 11ª Edição – Salvaguarda da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita;
• DOC 8973 – Manual de Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita;
• DECRETO 7.168 – PNAVSEC – Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita;
• RBAC 107-002 – Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador de Aeródromo;
• RBAC 108-002 - Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador Aéreo.
• IS 108-001C Instrução Suplementar.

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REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CREDENCIAIS DE PESSOAS E VEICULOS: tipos, validades e


códigos de acesso

 O operador de aeródromo deve implementar um processo


de concessão de credencial aeroportuária para
funcionários, pessoal de serviço e visitantes e de
autorizações para os veículos e equipamentos que
necessitem de acesso às Áreas Controladas ou Áreas
Restritas de Segurança.

CREDENCIAIS DE PESSOAS E VEICULOS: tipos, validades e


códigos de acesso

A credencial e a autorização terão validade apenas no


aeródromo que as emitiu e devem ser classificadas em duas
categorias.

 PERMANENTE;

 TEMPORÁRIA.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CREDENCIAIS DE PESSOAS E VEICULOS: tipos, validades e


códigos de acesso
CREDENCIAL PERMANENTE

 É concedida às pessoas que possuam autorização para


adentrar, sem acompanhamento, as áreas operacionais do
aeródromo.

 São direcionadas aos funcionários de organizações públicas ou


privadas atuantes no aeródromo.

 A credencial permanente deve possuir a validade máxima de


2 anos.

CREDENCIAIS DE PESSOAS E VEICULOS: tipos, validades


e códigos de acesso

CREDENCIAL TEMPORÁRIA

 É concedida às pessoas que possuam autorização para


adentrar, sob acompanhamento, as áreas operacionais do
aeródromo e são direcionadas ao pessoal de serviço e
visitantes em geral.

 A credencial temporária deve possuir a validade máxima de


90 dias.

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CREDENCIAIS DE PESSOAS E VEICULOS: tipos, validades e


códigos de acesso
PERMANENTE
VÁLIDADE MÁXIMA DE 1 ANO

AUTORIZAÇÃO DE VEÍCULO OU EQUIPAMENTO

 AERÓDROMO
 MARCA, MODELO, COR DO VEÍCULO
 EMPRESA RESPONSÁVEL
 CÓDIGO DE ACESSO
 REGISTRO OU NÚMERO DE SÉRIE
 PONTO DE CONTROLE DE ACESSO
 TIPO DE SERVIÇO

EXPEDIÇÃO VALIDADE
10/05/2016 10/05/2017

CREDENCIAIS DE PESSOAS E VEICULOS: tipos, validades


e códigos de acesso
TEMPORÁRIA

VÁLIDADE MÁXIMA DE 30 DIAS

AUTORIZAÇÃO DE VEÍCULO OU EQUIPAMENTO

TEMPORÁRIA
 AERÓDROMO
 MARCA, MODELO, COR DO VEÍCULO
TEMPORÁRIO
 EMPRESA RESPONSÁVEL
 CÓDIGO DE ACESSO
 REGISTRO OU NÚMERO DE SÉRIE
 PONTO DE CONTROLE DE ACESSO
 TIPO DE SERVIÇO

EXPEDIÇÃO VALIDADE
10/05/2016 08/06/2016

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CREDENCIAIS DE PESSOAS E VEICULOS: tipos, validades e


códigos de acesso
Tipos de Credenciais para Veículos:

Equipamentos de apoio incluindo os autopropulsionados (LOADER, PUSH-BACK, CAMINHÃO


ESCADA, etc), ficam internados na ARS, sua circulação do lado AR para o lado TERRA e vice-
versa é vedada, exceto para os serviços de manutenção.

CREDENCIAIS DE PESSOAS E VEICULOS: tipos, validades e


códigos de acesso

As pessoas e veículos cujo o acesso desacompanhado e sem necessidade de supervisão


por CFTV à ARS é permitido:

 Às pessoas que portem credencial aeroportuária permanente expedida pelo operador


do aeródromo.

 Ao inspetor de aviação civil credenciado pela ANAC.

 Aos veículos que portem autorização de trânsito interno de veículos (ATIV)


permanentes, expedida pelo operador do aeródromo.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CREDENCIAIS DE PESSOAS E VEICULOS: tipos, validades e


códigos de acesso
Credencial ou autorização temporária:

Concedida às pessoas ou veículos que possuírem autorização para adentrar, sob


acompanhamento, as áreas operacionais do aeródromo:

São direcionadas aos:


 Pessoal de serviço e visitantes em geral;
 Veículos que portem ATIV temporária;
 Passageiro de operador de táxi aéreo ou da aviação geral quando desacompanhado do
tripulante do voo
 Profissionais que portem credencial aeroportuária temporária expedida pelo operador
do aeródromo

CONCESSÃO DE CREDENCIAIS E AUTORIZAÇÕES

No processo de concessão de credenciais ou autorizações permanentes, o operador de

aeródromo deve garantir que somente pessoas, veículos e equipamentos em conformidade

com os requisitos deste regulamento tenham credenciais ou autorizações emitidas,

devendo, para tanto:

(1) exigir solicitação formal do interessado.

(2) avaliar detalhadamente a documentação recebida.

(3) formalizar os resultados da avaliação (concessão ou indeferimento);

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CONCESSÃO DE CREDENCIAIS E AUTORIZAÇÕES

(4) emitir a credencial ou a autorização aeroportuária, e disponibilizar as informações ao


credenciado acerca das suas responsabilidades quanto ao uso adequado da credencial e
quanto às possíveis penalidades, nos casos de uso indevido; e

(5) arquivar, física ou eletronicamente, a documentação exigida e produzida durante o


processo, pelo período mínimo de 5 (cinco) anos, a contar da data da formalização da
decisão.

CONCESSÃO DE CREDENCIAIS E AUTORIZAÇÕES

Na etapa de solicitação formal, o operador de aeródromo deve exigir a documentação


obrigatória mínima capaz de:

1. identificar adequadamente a pessoa, o veículo ou o


equipamento a ser credenciado ou autorizado.
2. demonstrar a necessidade de acesso ou permanência em área
operacional do aeródromo;
3. apresentar os antecedentes criminais da pessoa, os quais
devem comprovar a sua idoneidade
4. comprovar registro no sistema de verificação de segurança de
credenciais aeroportuárias da Polícia Federal , conforme
disponibilização pela Polícia;

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

Concessão de Credenciais e Autorizações

5. demonstrar a participação em atividade de conscientização


e de disseminação de conhecimento que forneça as
informações gerais necessárias para a permanência e
circulação da pessoa nas áreas do aeródromo; e

6. comprovar outras informações julgadas necessárias pelo


operador do aeródromo, incluindo as exigidas por
regulamento específico emitido pela ANAC.

CREDENCIAIS DE PESSOAS E VEÍCULOS: TIPOS, VALIDADES E


CÓDIGOS DE ACESSO
De acordo com a atualização do RBAC nº 107, emenda 02, passará ser obrigatório para a
obtenção de credenciais aeroportuárias, permanentes e temporárias, o registro no sistema de
verificação de segurança de credenciais aeroportuárias da Polícia Federal,
denominado SISCAER - CREDENCIAIS.

Fica dispensada a apresentação da Certidão


de Antecedentes Criminais da Polícia
Federal (apenas) para o processo de
credenciamento aeroportuário, devendo ser
apresentado em seu lugar o recibo no
cadastro no SISCAER.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

A IMPORTÂNCIA DO USO OSTENSIVO DA CREDENCIAL

O operador de aeródromo estabelece códigos que, dispostos de forma visível nas


credenciais e autorizações, representam áreas do aeródromo nas quais é permitido o
acesso do respectivo portador de credencial ou autorização.

A IMPORTÂNCIA DO USO OSTENSIVO DA CREDENCIAL

Códigos de acesso:
Os códigos de acesso são utilizados para restringir o acesso de pessoas ou veículos a áreas
específicas. Exemplos:

LETRA “R”- Para acesso às áreas restritas, com variação numérica quando se fizer necessário. R1,
R2, etc.

LETRA “A” - Para acesso às áreas controladas alfandegadas.

LETRA “T” - Para acesso às áreas do Terminal de Cargas, independente das demais áreas do
aeroporto.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

A IMPORTANCIA DO USO OSTENSIVO DA CREDENCIAL

 Arquivar, física ou eletronicamente, a documentação


exigida e produzida durante o processo, pelo período
mínimo de 5 (cinco) anos, a contar da data da
formalização da decisão. (pessoal de segurança por 12
meses no setor de credenciamento).

 Alterar o modelo de credencial ou autorização


aeroportuária, com acesso à AC e ARS a cada 8 (oito) anos.

A IMPORTANCIA DO USO OSTENSIVO DA CREDENCIAL

O credenciamento de pessoas e a autorização de veículos e equipamentos, desde a


solicitação até o cancelamento, são instrumentos imprescindíveis para os controles de
segurança do sistema aeroportuário.
O sistema de gestão de credenciamento e autorizações deve ser:

1. Gerenciado por um setor específico do Operador de Aeródromo;

2. Dotado de pessoal qualificado que tenha conhecimento dos modelos de


credenciais e autorizações emitidas pelo aeródromo e pelos órgão públicos que
atuam no aeródromo;

3. Instalado em área controlada.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

A IMPORTANCIA DO USO OSTENSIVO DA CREDENCIAL

O setor responsável pela gestão do sistema de credenciamento deve:

1. Emitir regras de conduta e procedimentos de controle relativos a uso adequado do


sistema de credenciamento e autorização que deverão ser observados pelos operadores
aéreos, exploradores de áreas e órgãos públicos presentes no aeródromo;

2.Produzir e administrar um cadastro de entidades públicas e privadas presentes no


aeródromo e seus respectivos representantes (titular e até dois suplentes), autorizados a
solicitar a emissão de credenciais e autorizações;

A IMPORTANCIA DO USO OSTENSIVO DA CREDENCIAL

3. Definir os modelos de credencial aeroportuária e


autorização de veículos, observando características e
informações mínimas adequadas para as atividades de
identificação e vigilância e que previna contra falsificações;

4. Preservar o sigilo das informações que lhe forem fornecidas


no âmbito do processo de solicitação de credencial
aeroportuária ou autorização de veículos;

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

A IMPORTANCIA DO USO OSTENSIVO DA CREDENCIAL

5. Controlar e manter o registro dos atos necessários para o


processo de concessão de credencial ou autorização; e

6. Produzir relatórios gerenciais com as informações de controle


e registro de credenciais e autorizações aeroportuária, mensais e
anuais devem ser arquivados.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

ROTEIRO

• Fundamentação legal.
• Credenciais de pessoas e veículos: tipos, validades e códigos de acesso.
• A importância do uso ostensivo da credencial.

OBJETIVO

Citar os diferentes tipos de credenciais e


Autorizações.

Relacionar qual é a importância do uso


ostensivo da credencial.
.

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REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

https://youtu.be/L0IO5t4v3hc

1- validade de uma credencial permanente

2- qual o período que os aeroportos trocam o modelo das credenciais

3- qual o período que o aeroporto arquiva a documentação apresentada no


credenciamento?

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REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

REFLEXÃO

• “Coloque um profissional excelente num sistema ruim e o sistema sempre vencerá”.

• Geary H. Rummler

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

QR CODE AVSEC AV. MÓDULAR (BÁSICO e OPERADOR AÉREO)

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Gerência de Continuidade do Negócio e Promoção da Segurança
MÓDULO 5
REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CURSO BÁSICO AVSEC


Gerência de Continuidade do
Negócio e Promoção da Segurança -
2020

REVISÃO 06 – 10/08/2020
Instrutor: André Rodrigues de Souza Borges
CPF: 08046294713

MÓDULO 5
NOÇÕES BÁSICAS DE CONTROLE DE
ACESSO E INSPEÇÃO DE PESSOAS E
BAGAGEM DE MÃO

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Gerência de Continuidade do Negócio e Promoção da Segurança
REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

OBJETIVO

Reconhecer a importância do Controle de acesso para a


Segurança da Aviação Civil;

Identificar o processo de Controle de Acesso de um


aeroporto e a associação de recursos humanos e
materiais utilizados neste processo.
.

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Gerência de Continuidade do Negócio e Promoção da Segurança
REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

ROTEIRO

• Fundamentação legal;
• Como funciona o controle de acesso de passageiros e funcionários;
• Noções básicas dos procedimentos de inspeção de passageiros e bagagens de mão;
• Como funciona o controle de acesso de veículos;
• Noções básicas dos procedimentos de inspeção veicular e seus ocupantes;
• Noções básicas dos equipamentos que compõe os controles de acesso;
• Exercícios de inspeção com o uso do detector manual de metais.

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

• OACI - Anexo 17 - 11ª Edição – Salvaguarda da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita;
• DOC 8973 – Manual de Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita;
• DECRETO 7.168 – PNAVSEC – Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência
Ilícita;
• RBAC 107-002 – Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador de Aeródromo;
• RBAC 108-002 - Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador Aéreo.
• IS 108-001C Instrução Suplementar .

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REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E


FUNCIONÁRIOS

A inspeção de segurança contra atos de


interferência ilícita será conduzida por Agentes
de Proteção da aviação civil –APAC- contratados
pelo operador de aeródromo e supervisionado
pela Policia Federal ou na sua ausência do órgão
de segurança responsável pelas atividades de
policia no aeródromo.

CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS

Tem como objetivo prevenir que armas,


explosivos, artefatos ou agentes químicos,
biológicos, radioativos, nucleares ou substancias
e materiais proibidos sejam introduzidos sem
autorização às ARS ou a bordo das aeronaves.

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REVISÃO 06 – 2020

Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS

O operador de aeródromo deve realizar a inspeção de segurança da aviação civil nas


pessoas e seus pertences de mão, bem como em veículos e equipamentos, antes do
acesso à ARS, devendo manter os recursos materiais e humanos necessários para a
realização adequada da atividade, em função do nível de ameaça e critérios de
facilitação, e observando os requisitos estabelecidos em normatização específica
sobre a matéria.”

CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS

Os procedimentos a serem observados no canal de inspeção de segurança da aviação


civil contra atos de interferência ilícita devem atender às seguintes disposições:

1- a fila de passageiros será organizada por meio do


controle de fluxo, devendo os passageiros aguardar a
vez na posição demarcada e se direcionar para o
pórtico detector de metais, ou outro equipamento,
somente quando autorizados pelo APAC, observada a
disponibilidade para a realização da inspeção

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS

2- os passageiros devem acondicionar na bandeja de inspeção todos


os seus pertences, inclusive telefones celulares, chaves, câmeras e
porta-moedas, conforme orientações do APAC

3- passageiro, ao passar pelo procedimento de detecção de


metais, deverá estar com as mãos livres;

CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS

Caso o alarme sonoro do pórtico detector de metais seja disparado, o


passageiro deverá observar as orientações do APAC relacionadas aos
procedimentos necessários para resolução do alarme, que poderão
incluir nova passagem pelo pórtico, inspeção por meio de detector
manual de metais, inspeção por meio de escâner corporal e busca
pessoal ou apresentar o item que causou o acionamento para a
inspeção por raio-x e passar pelo pórtico novamente.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS

A criança de colo deverá ser retirada do carrinho e submetida à inspeção por meio do pórtico
detector de metais, ou outro equipamento disponível, afastada do corpo de seu responsável,
observando-se os seguintes procedimentos:
a) o carrinho deverá ser dobrado e inspecionado com os equipamentos disponíveis no
aeroporto, preferencialmente por meio de equipamento de raios-X; e
b) na impossibilidade de inspeção por meio de equipamento de raios-X ou em caso de dúvida
durante o processo de inspeção de segurança, o APAC deverá realizar a inspeção do carrinho
manualmente;

CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS

O passageiro com necessidade de assistência especial, conforme


definido pela ANAC em regulamento próprio, deverá ter prioridade
para ser inspecionado, inclusive em relação aos tripulantes, e será
submetido aos procedimentos de inspeção na medida em que sua
condição permitir:
a) as ajudas técnicas utilizadas no auxílio de passageiro com
necessidade de assistência especial deverão ser inspecionadas
com os equipamentos disponíveis no aeroporto,
preferencialmente por equipamento de raios-X;

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS

b) durante a inspeção de segurança das ajudas técnicas, deverão ser disponibilizados assentos para uso
das pessoas com necessidade de assistência especial; e
c) caso haja um acompanhante, este deverá ser inspecionado primeiro e, após concluído o
procedimento de inspeção, o APAC poderá solicitar seu auxílio para realizar a inspeção no passageiro
com necessidade de assistência especial;

CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS

PONTO DE CONTROLE DE ACESSO À ÁREA CONTROLADA


1. Acesso automatizado ou por profissional, identificação e vigilância, local coberto,
iluminado e modelos de credenciais e autorizações válidas.
2. Disponibilizar aviso de alerta quanto à permissão de acesso apenas de pessoas e veículos
autorizados.
3. Possuir sistema de comunicação e alarme interligado ao setor responsável pelo
monitoramento dos pontos de controle de acesso;

3 2
1
5 4

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CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS

PONTO DE CONTROLE DE ACESSO À ÁREA CONTROLADA


4.Possuir monitoramento através de sistema de CFTV.
5. Fechados e trancados, quando estiverem fora de operação.

3 2
1
5 4

Desacompanhado Acompanhado por qualquer Acompanhado por profissional do


profissional do aerodromo aerodromo
1- às pessoas que portem credencial 1-às pessoas que portem credencial 1- aos profissionais necessários à execução
aeroportuária permanente expedida pelo aeroportuária temporária expedida pelo de serviços emergenciais de manutenção,
operador do aeródromo operador do aeródromo mediante solicitação formal da organização
instalada no aeródromo e demandante dos
serviços;

2-ao servidor designado pela ANAC e ao 2-na forma de comboio, aos condutores 2- aos agentes públicos de fiscalização e
inspetor ou investigador credenciado de veículos ou equipamentos que portem controle, no exercício da função, que
pelo COMAER, no exercício de suas autorização de trânsito interno de apresentem identificação expedida pelos
funções, que apresentem a identificação veículos (ATIV) temporário respectivos órgãos
de servidor, inspetor ou investigador
emitida pelos respectivos órgãos

3- ao tripulante militar, no exercício da 3- ao passageiro de operador de táxi 3- na forma de comboio, aos condutores de
função, que apresente a identificação aéreo ou da aviação geral, quando veículos ou equipamentos não
funcional emitida pelo órgão das Forças comprovada a necessidade de acesso credenciados, com necessidade de
Armadas para embarque em aeronave atendimento às atividades ou serviços na
área controlada.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

Desacompanhado Acompanhado por qualquer Acompanhado por profissional


profissional do aerodromo do aerodromo
4-Ao tripulante dos operadores aéreos, 4- No caso em que o passageiro
através da apresentação da CHT original, estiver acompanhado pelo
quando comprovada a necessidade de tripulante de seu voo é
acesso para embarque em aeronave ou
dispensado o acompanhamento
outra finalidade de serviço
por profissional atuante no
aeródromo

5- ao aluno em instrução de voo,


juntamente com seu instrutor, quando
demonstrada tal situação
6- aos veículos que portem autorização
de trânsito interno de veículos (ATIV)
permanentes, expedida pelo operador do
aeródromo

CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS


CONTROLE À ACESSO À ÁREA RESTRITA DE SEGURANÇA

 Instalados observando critérios de facilitação;


 Conter relação de itens proibidos que não podem acessar a ARS;
 Garantir que pessoas, veículos e equipamentos previamente identificados, autorizados e
inspecionados acessem à ARS.

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Acesso desacompanhado Supervisionado CFTV ou por Acompanhado por profissional do


profissional credenciado do operador do aeródromo
operador do aeródromo:

1- às pessoas que portem 1- ao tripulante dos operadores 1- aos profissionais necessários à execução
credencial aeroportuária aéreos da aviação geral e de de serviços emergenciais de manutenção,
permanente expedida pelo táxi aéreo, através da mediante solicitação formal da organização
operador do aeródromo apresentação da CHT original, instalada no aeródromo e demandante dos
quando comprovada a serviços
necessidade de acesso para
embarque em aeronave ou
outra finalidade de serviço
2- ao servidor designado pela 2-ao aluno em instrução de voo, 2- aos agentes públicos de fiscalização e
ANAC e ao inspetor ou juntamente com seu instrutor, controle, no exercício da função, que
investigador credenciado pelo quando demonstrada tal apresentem identificação expedida pelos
COMAER, no exercício de suas situação; respectivos órgãos; e
funções, que apresentem a
identificação de servidor,
inspetor ou investigador emitida
pelos respectivos órgãos
3- ao tripulante militar, no 3-na forma de comboio, aos condutores de
exercício da função, que veículos ou equipamentos não
apresente a identificação credenciados, com necessidade de
funcional emitida pelo órgão atendimento às atividades ou serviços na
das Forças Armadas ARS

Acesso desacompanhado Supervisionado CFTV ou Acompanhado por


por profissional profissional do operador do
credenciado do operador aeródromo
do aeródromo:

4- ao tripulante dos operadores aéreos


da aviação comercial, exceto de táxi
aéreo, através da apresentação da CHT
original, quando comprovada a
necessidade de acesso para embarque
em aeronave ou outra finalidade de
serviço
5-aos veículos que portem autorização de
trânsito interno de veículos (ATIV)
permanentes, expedida pelo operador do
aeródromo
6-aos passageiros da aviação comercial
de posse do cartão de embarque válido,
no caso de acesso às salas de embarque

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CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS

A esterilidade das áreas de embarque são garantidas através da restrição de acesso e da realização
das inspeções de segurança com equipamentos e pessoal devidamente especializado. O objetivo da
inspeção de segurança é garantir que apenas pessoas autorizadas acessem as ARS e que não portem
consigo objetos proibidos.

CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS

Um dos elementos-chave do sistema de segurança


da aviação é o controle de acesso de passageiros.

Cria-se uma área estéril exigindo-se que os


passageiros atravessem um ponto de controle de
acesso.

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CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS


Inspeção de Segurança:

É o procedimento sob a aplicação de meios técnicos ou de outro tipo,


destinados a identificar ou detectar armas, explosivos ou materiais
e/ou dispositivos perigosos ou proibidos que possam ser utilizados para
cometer um ato de interferência ilícita.
Controle de segurança:

Controle de segurança são meios de controle preventivo a introdução de armamentos


explosivos ou itens que possam ser usados para cometer atos de interferência ilícita.

Objetivo da inspeção AVSEC: Identificar objetos que possam ameaçar a segurança da


aviação civil.

CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E FUNCIONÁRIOS

Os Operadores de Aeródromos são responsáveis por:

a Manter a segurança no perímetro do aeroporto, barreiras e portões;

a Controle de Acesso as Áreas Restritas de Segurança - ARS;

a Implementar um sistema eficiente de credenciamento;

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CONTROLE DE ACESSO DE PASSAGEIROS E


FUNCIONÁRIOS

a Fornecer os recursos humanos e materiais para efetuar as inspeções de segurança da aviação


civil;

 Cumprir as normas estabelecidas em seus Programas de Segurança;

 Inspecionar o passageiro em trânsito ou em conexão, proveniente de aeródromo cuja


inspeção de segurança não seja equivalente ao aeródromo de destino.

INSPEÇÃO DE PASSAGEIROS E BAGAGENS DE MÃO

O operador do aeródromo em coordenação com a Policia Federal ou, na sua ausência, junto ao
órgão de segurança pública responsável pelas atividades de polícia do aeródromo garantir que as
ações de inspeção da segurança da aviação civil fiquem sob supervisão do órgão policial
responsável.

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INSPEÇÃO DE PASSAGEIROS E BAGAGENS DE MÃO

• O operador aéreo deve fazer constar no contrato de transporte aéreo a informação de que será
negado o acesso do passageiro à ARS caso esteja em posse de material considerado proibido.

• O operador aéreo deve garantir a proteção da(s) área(s) de embarque sob sua responsabilidade,
impedindo o acesso indevido às áreas operacionais do aeródromo.

INSPEÇÃO DE PASSAGEIROS E BAGAGENS DE MÃO

Durante a inspeção de segurança, quando for detectado um item proibido, os seguintes


procedimentos devem ser adotados:

• Em caso de objeto lícito, o item deve ser descartado antes do ingresso às ARS
• Sob suspeita de o objeto ser ilícito, acionar o órgão de segurança publica .

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INSPEÇÃO DE PASSAGEIROS E BAGAGENS DE MÃO

IMPORTANTE:

• O operador de aeródromo deve estabelecer as áreas e os corredores destinados à chegada,


circulação e partida de passageiros em trânsito ou em conexão, indicando os percursos e
pontos de inspeção a serem observados pelos operadores aéreos na atividade de supervisão do
processamento desses passageiros e suas respectivas bagagens de mão.

INSPEÇÃO DE PASSAGEIROS E BAGAGENS DE MÃO

• Os aeródromos que possuem inspeção de segurança equivalente serão identificados


pela ANAC e informados aos operadores de aeródromos e aéreos por meio de
documento de caráter reservado, denominado DAVSEC.

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INSPEÇÃO DE PASSAGEIROS E BAGAGENS DE MÃO

Todos os agentes públicos em serviço no aeroporto deverão


ser inspecionados antes do ingresso nas ARS, garantida a
prioridade quando da realização de inspeção de segurança ;

A inspeção de segurança em agentes públicos a serviço no


aeroporto poderá ser realizada de forma randômica .

INSPEÇÃO FÍSICA DE BAGAGEM DE MÃO

Os passageiros devem colocar seus pertences de mão na esteira do equipamento de raio-x, antes
de passarem pelo pórtico detector de metais.

Se o alarme do pórtico não for disparado o passageiro poderá recolher seus pertences e acessar a
sala de embarque.

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INSPEÇÃO FÍSICA DE BAGAGEM DE MÃO

Ao encontrar um objeto proibido, conforme Resolução 515, o APAC deve adotar os


procedimentos previstos no PSA - Programa de Segurança Aeroportuária.

PSA

INSPEÇÃO FÍSICA DE BAGAGEM DE MÃO

As funções que os APAC exercem, nos pontos de controle de acesso às ARS, são divididas em:

I- Controle de Fluxo
II - Inspeção de Pessoas
III - Inspeção Manual de Pertences de Mão
IV - Inspeção de Pertences de Mão através de Equipamento de Raios-x
V - Inspeção de Pessoas e Pertences de Mão através de Equipamento ETD
VI - Supervisão de Módulo de Inspeção de Segurança
VII - Inspeção de Veículos e Equipamentos

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INSPEÇÃO FÍSICA DE BAGAGEM DE MÃO

SUSPEITA OU DÚVIDA
ALEATORIAMENTE,
NO RAIOS-X
DEFINIDO EM
DAVSEC

IMPORTANTE:
 Nos casos em que não puder ser efetuada a inspeção por outros meios.
 Quando existir um elevado nível de ameaça, no aeroporto ou no operador aéreo.

INSPEÇÃO FÍSICA DE BAGAGEM DE MÃO

O APAC, com plena concentração, observa cada imagem gerada pelo equipamento por um período
mínimo de 05 segundos, classificando os pertences de mão inspecionados em três grupos:

 Grupo I – Sem Ameaças (O volume não contém objetos proibidos e não gera dúvida quanto a sua
existência);

 Grupo II – Ameaça Possível (Gera dúvidas quanto à existência de ameaça, justificando a


realização de existência de ameaça.); ou

 Grupo III – Ameaça Óbvia (Apresenta uma ameaça clara, devendo ser negado o seu embarque).

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INSPEÇÃO FÍSICA DE BAGAGEM DE MÃO

INSPEÇÃO FÍSICA DE BAGAGEM DE MÃO

Malas Diplomáticas:

As malas diplomáticas e consulares, desde que contenham identificação externa e


estejam lacradas, não podem ser inspecionadas.

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CONTROLE DE ACESSO DE VEÍCULOS

Os pontos de controle de acesso de veículos devem ser operados por APAC e/ou vigilante e
devem ser exclusivos.

O fato de um veículo estar credenciado não significa que seus ocupantes tenham acesso às
ARS, por isso as suas credenciais devem ser verificadas quanto à acessibilidade a essas áreas.

CONTROLE DE ACESSO DE VEÍCULOS


PORTÕES DE EMERGÊNCIA

Quando utilizados para a saída de veículos de serviço em caso de acidente, devem ser operados
por vigilantes e/ou agentes de proteção da aviação civil. Nas demais situações, devem
permanecer fechados e trancados, no caso de ponto de acesso emergencial destinado ao uso
de veículos.

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CONTROLE DE ACESSO DE VEÍCULOS


2- disponibilizar aviso de alerta
1- possuir monitoramento através de sistema de CFTV;
quanto à destinação do acesso e
quanto à proibição de uso fora de
situações emergenciais;

3- possuir sistema de alarme sonoro


quando da utilização (abertura) do
ponto de acesso, para acionamento
do setor responsável pelo
monitoramento dos acessos de
emergência, quando localizados no
terminal de passageiros.

CONTROLE DE ACESSO DE VEÍCULOS


Os veículos devem ser inspecionados, interna e externamente, com o auxílio de lanternas e
espelho de inspeção.
Espelho de Inspeção

Os veículos que possuem carroceria fechada (RECEITA FEDERAL), não devem ter seus lacres
rompidos e seu interior inspecionado.

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CONTROLE DE ACESSO DE VEÍCULOS

Os ocupantes devem descer do veículo, para serem inspecionados, e este procedimento, deve
seguir o previsto na inspeção manual de passageiros.

EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE


ACESSO
EQUIPAMENTOS
O operador do aeródromo deve manter os equipamentos em condições normais
de operação, observando os requisitos da legislação e recomendações do
fabricante.

CLASSE DE AP-0 AP-1 AP-2 AP-3


AERÓDROMO

EQUIPAMENTOS DE DISPENSADO OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO


SEGURANÇA

CALIBRAÇÃO DISPENSADO OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO

MANUTENÇÃO DISPENSADO OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO

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EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE


ACESSO
EQUIPAMENTOS

Os equipamentos de inspeção são dispositivos práticos e eficientes, usados para


identificar armas, explosivos ou outros artigos perigosos, durante a inspeção de
segurança.

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EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

Os Equipamentos de Raios-X
baseado em algoritmo também
conhecido como EDS (explosive
detection system) é utilizado para a
inspeção não invasiva de objetos ,
capaz de determinar o coeficiente
de absorção da massa.

EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

Equipamento detector de traços


explosivos é utilizado para a
inspeção de pessoas ou objetos com
tecnologia capaz de detectar a
presença de pequenas quantidades
de materiais explosivos.

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EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

Equipamento utilizado para


inspeção não invasiva de objetos
que possui tecnologia CT (computed
tomography) capaz de gerar imagem
3D dos volumes inspecionados.

EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

Os Equipamentos de Raios-X são


utilizados na inspeção não invasiva
de objetos através da emissão de
raios-x. Pode ser do tipo single view
, capaz de gerar uma imagem, ou
multi-view, capaz de gerar duas ou
mais imagens de cada objeto.

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EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

Equipamentos de Raios-x:
Elementos mais leves: Hidrogênio, Carbono, Nitrogênio,
oxigênio e os compostos moleculares desses, os
MATERIAIS ORGÂNICOS:
Abaixo de 11
muitos explosivos (Ex: nitroglicerina),
plásticos como acrílico, papel , tecidos, alimentos, papel
carbono, madeira, água.

Elementos de médio a pesados: alumínio, sódio, cloro,


Entre 11 e 18 sal de cozinha, areia, fios e vidro.

Elementos mais pesados, METAIS como titânio,


Acima 18 cromo, ferro, níquel , cobre, zinco, latão , chumbo,
ouro, prata, etc.

EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE


ACESSO
:
Utilização do Dispositivo de Teste

É realizado, no MÍNIMO, diariamente, mesmo quando o equipamento funciona, de forma


ininterrupta;

*Dispositivo de Teste

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EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

Utilização do Dispositivo de Teste:

Os APAC em treinamento adequado, devem gravar a imagem vista no equipamento de raios-x por
meio da folha de registro, permitindo a identificação dos recursos usados e o que foi detectado.

EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

Os pórticos são utilizados para


alertar ao APAC que a pessoa que
passa por ele está levando uma
quantidade de metal acima do
limite predeterminado.

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EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

Utilização do Dispositivo de Teste:

1- INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO

2- DIÁRIAMENTE

3- SEMANALMENTE

Dispositivo de Teste

EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

Utilização do Dispositivo de Teste (Diário):


 deve seguir o nível de risco no qual se encontra o aeródromo:

1- Em risco normal são utilizados os DT 01 e DT 02;

2- já em situação de nível de risco elevado (âmbar ou vermelho), são utilizados os DT 03 e


DT 04.

O pórtico é testado de forma a garantir que o DT seja detectado quando posicionado nas
costas do APAC, na região central da cintura:

No mínimo cinco movimentos de travessia do pórtico são realizados no sentido do fluxo


principal.
*

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EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

Utilização do Dispositivo de Teste:

Para o Teste Semanal o DT deve ser detectado em quatro posições no corpo do APAC:
• no braço direito,
• no lado direito do quadril,
• nas costas no centro da cintura e
• no tornozelo direito.
Com um mínimo de 10 movimentos, o pórtico deve ser acionado em pelo menos 8 movimentos.
Se a detecção não for eficiente, a sensibilidade do pórtico deverá ser aumentada.
O APAC deve retirar todos seus pertences de metal, e portar apenas o Dispositivo de Teste.

EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

Tipos de Testes para DMP- Pórticos Detectores de Metais e DMM- Detectores de Metal
Manual:
Pórtico Detector de Metal (PDM) e Detector Manual de Metais (DMM)
Dispositivo de Instalação do Diaramente e Semanalmente
Teste Equipamento Condições Normais Nível de Ameaça
DT_01 - 178 gramas DT - 01 DT - 01

DT_02 - 240 gramas DT - 02 DT - 02

DT_03 - 104 gramas DT - 03 DT - 03

DT_04 - 120 gramas DT - 04 DT - 04

A calibração do DMM deve ocorrer no mínimo diariamente.


Arquivados no por mínimo de 6 meses

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EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

O ETD – Explosive Trace Detector –


(Detector de Traços de Explosivos) é
utilizado na inspeção de bagagens de mão
de passageiros, tripulantes e pessoal de
serviço, para a detecção de resíduos e
vapores de materiais explosivos.

EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

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EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO


ETD (Pessoas)- O equipamento indica o elemento existente, quase com clareza, através de
análise dos traços detectados.

Análise dos dados


processados.

O passageiro recebe um ‘sopro’ e as partículas são enviadas para um equipamento, que


analisa e indica a presença do explosivo.

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EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE


ACESSO
EQUIPAMENTOS

A programação de testes e dos ensaios de aferição e de calibração de equipamentos deverá


integrar os respectivos PSA e PSOA, deve conter:
 Cronograma de testes e ensaios de aferição;
 Metodologia dos testes e ensaios de aferição;
 Resultados e
 Ações corretivas.

EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE


ACESSO
MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS

O operador do aeródromo deve garantir condições da operacionalidade dos equipamentos de


segurança através de um programa de manutenção preventiva que inclua procedimentos em
casos de falhas.

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EQUIPAMENTOS QUE COMPÕE OS CONTROLES DE ACESSO

Os Detectores Manuais de Metais são


usados para inspecionar pessoas
localizando objetos metálicos, no caso de
alarme do pórtico ou quando previsto no

PSA e/ou PSOA.

PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO

DETECTOR MANUAL DE METAIS (DMM)

CONTORNO PARTE FRONTAL PARTE POSTERIOR

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PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO
PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO COM DMM
INSPEÇÃO NA PARTE FRONTAL
a) Solicitar que a pessoa se posicione de frente, com os braços abertos e erguidos, em ângulo
superior a 90°.
b) Iniciar a inspeção à altura do punho direito do usuário, contornando a cabeça e todo o corpo,
inclusive passando entre as pernas, desde os pés até a altura da genitália, em velocidade não
muito rápida e nem muito lenta, terminando no mesmo punho onde foi iniciado o procedimento.
c) No caso de passageiro utilizando vestido ou saia, não se fará a inspeção entre, mas sim pela
frente das pernas.
d) Iniciar pelo punho direito do usuário, passando pelo peito em direção ao punho esquerdo, em
velocidade não muito rápida nem muito lenta.
e) Iniciar a inspeção no tórax do usuário, em movimento de zigue e zague, em velocidade não
muito rápida nem muito lenta, atingindo a região da cintura do mesmo.

PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO
PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO COM DMM

INSPEÇÃO NA PARTE POSTERIOR

a) Solicitar que a pessoa posicione-se de costas com os braços abertos e erguidos, com os
membros superiores elevados a 90°.

b) Iniciar pelo punho direito do usuário, passando pelo dorso em direção ao punho esquerdo, em
velocidade não muito rápida nem muito lenta.

c) Iniciar a inspeção no tórax (dorso) do usuário, em movimento de zigue e zague, em velocidade


não muito rápida nem muito lenta, atingindo a região da cintura do mesmo.

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ROTEIRO

• Fundamentação legal;
• Como funciona o controle de acesso de passageiros e funcionários;
• Noções básicas dos procedimentos de inspeção de passageiros e bagagens de mão;
• Como funciona o controle de acesso de veículos;
• Noções básicas dos procedimentos de inspeção veicular e seus ocupantes;
• Noções básicas dos equipamentos que compõe os controles de acesso;
• Exercícios de inspeção com o uso do detector manual de metais.

OBJETIVO

Reconhecer a importância do Controle de acesso


para a Segurança da Aviação Civil;

Identificar o processo de Controle de Acesso de um


aeroporto e a associação de recursos humanos e
materiais utilizados neste processo.
.

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REFLEXÃO

“Se queremos progredir, não devemos repetir


a história, mas fazer uma história nova.”

Mahatma Gandhi

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QR CODE AVSEC AV. MÓDULAR (BÁSICO e OPERADOR AÉREO)

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MÓDULO 6
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CURSO BÁSICO AVSEC


Gerência de Continuidade do
Negócio e Promoção da Segurança -
2020

REVISÃO 06– 10/08/2020


Instrutor: André Rodrigues de Souza Borges
CPF: 08046294713

MÓDULO 6
Identificação de armas
químicas, armas biológicas e
explosivos explosivos

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Um suicida explode bomba durante voo na


Somália.

A Organização jihadista Al-Shabaab afirma que buscava eliminar espiões embarcados no


voo, 02/02/2016.

OBJETIVO
• Citar as categorias de itens proibidos.
• Identificar os principais componentes de um
dispositivo explosivo.
• Relacionar as medidas aplicáveis à objetos
suspeitos

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REVISÃO 06 – 2020

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ROTEIRO

• Fundamentação legal;
• Definição de artigos proibidos e perigosos;
• Categorias de itens proibidos e apresentação de modelos de itens proibidos;
• Identificando os componentes de um dispositivo explosivo;
• Identificando os componentes de um dispositivo incendiário.

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

• OACI - Anexo 17 - 11ª Edição – Salvaguarda da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita;
• DOC 8973 – Manual de Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita;
• DECRETO 7.168 – PNAVSEC – Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência
Ilícita;
• RBAC 107-002 – Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador de Aeródromo;
• RBAC 108-002 - Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador Aéreo.
• IS 108-001C Instrução Suplementar .

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DEFINIÇÃO DE ARTIGOS PROIBIDOS E PERIGOSOS

DEFINIÇÕES:

RBAC 175 - Artigo Perigoso significa artigo ou substância que, quando transportada por via
aérea, pode constituir risco à saúde, à segurança, à propriedade e ao meio ambiente e que
figure na Lista de Artigos Perigosos;

RESOLUÇÃO 515- Itens Proibidos são aqueles artigos que não devem ser transportados na cabine
de aeronaves ou ser conduzidos em ARS, exceto por pessoas autorizadas e quando necessários
para realizar tarefas essenciais.

DEFINIÇÃO DE ARTIGOS PROIBIDOS E PERIGOSOS


Para o embarque de Artigos Perigosos devem ser observados os critérios
previstos no RBAC (Regulamento Brasileiro De Aviação Civil) 175, assegurando
a devida identificação e segregação dos demais volumes.

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE ITENS PROIBIDOS

A) Pistolas, armas de fogo e outros dispositivos que disparem projéteis;

B) Dispositivos neutralizantes;

C) Objetos pontiagudos ou cortantes;

D) Ferramentas de trabalho;

E) Instrumentos contundentes;

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE ITENS PROIBIDOS

F) Substâncias e dispositivos explosivos ou incendiários;

G) Substâncias químicas, tóxicas e outros itens perigosos;

H) Outros;

I) Itens tolerados;

J) Itens proibidos para voos sob elevado nível de ameaça.

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE ITENS PROIBIDOS

A. PISTOLAS, ARMAS DE FOGO E OUTROS DISPOSITIVOS QUE DISPAREM


PROJÉTEIS:

1. Armas de fogo de qualquer tipo, tais como pistolas, revólveres, carabinas,


espingardas;
2. Armas de brinquedo, réplicas ou imitações de armas de fogo que podem ser
confundidas com armas verdadeiras;
3. Componentes de armas de fogo, excluindo miras telescópicas;
4. Armas de pressão por ação de ar e gás comprimido ou por ação de mola, tais como
armas de paintball, airsoft, pistolas e espingardas de tiro a chumbo ou outros
materiais;

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE ITENS PROIBIDOS

A. PISTOLAS, ARMAS DE FOGO E OUTROS DISPOSITIVOS QUE DISPAREM PROJÉTEIS:

5. Pistolas de sinalização e pistolas de partida esportiva;

6. Bestas, arcos e flechas;

7. Armas de caça submarina, tais como arpões e lanças; e

8. Fundas e estilingues;

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE ITENS


PROIBIDOS

Caneta Revolver
Pistola 92 FS

Pistola de Paint Ball Chaveiro Revolver

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE


ITENS PROIBIDOS
B. DISPOSITIVOS NEUTRALIZANTES

1)Dispositivos de choque elétrico, tais como armas de choque elétrico e bastões de


choque elétrico;

2)Dispositivos para atordoar e abater animais; e

3)Químicos, gases e aerossóis neutralizantes ou incapacitantes, tais como spray de


pimenta, gás lacrimogêneo, sprays de ácidos e aerossóis repelentes de animais;

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE


ITENS PROIBIDOS

Bastão de Choque
Arma de Choque

Gás de Pimentas

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE ITENS


PROIBIDOS
C. OBJETOS PONTIAGUDOS OU CORTANTES

1)Objetos concebidos para cortar, tais como machados, machadinhas e cutelos;

2)Piolets e picadores de gelo;

3)Estiletes, navalhas e lâminas de barbear, excluindo aparelho de barbear em


cartucho;

4)Facas e canivetes com lâminas de comprimento superior a 6 cm;

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE


ITENS PROIBIDOS
C. OBJETOS PONTIAGUDOS OU CORTANTES
5) Tesouras com lâminas de comprimento superior a 6 cm medidos a partir do eixo;
6) Equipamentos de artes marciais pontiagudos ou cortantes;

7) Espadas e sabres; e

8) Instrumentos multifuncionais com lâminas de comprimento superior a 6 cm.

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE


ITENS PROIBIDOS

Piolets Facas com lâminas superior a 6 cm


Machados e Cutelos

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E


APRESENTAÇÃO DE ITENS PROIBIDOS
D. FERRAMENTAS DE TRABALHO

1)Pés-de-cabra e alavancas similares;

2)Furadeiras e brocas, incluindo furadeiras elétricas portáteis sem fios;

3)Ferramentas com lâmina ou haste de comprimento superior a 6 cm que podem ser utilizadas
como arma, tais como chaves de fendas e cinzéis;

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE


ITENS PROIBIDOS
D. FERRAMENTAS DE TRABALHO

4) Serras, incluindo serras elétricas portáteis sem fios;


5) Maçaricos;

6) Pistolas de cavilhas, pistolas de pregos e pistolas industriais; e

7) Martelos e marretas.

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS

Furadeiras e Brocas Pés-de-cabra Maçaricos

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS

E. INSTRUMENTOS CONTUNDENTES

1)Tacos de beisebol, pólo, golfe, hockey, sinuca e bilhar;

2)Cassetetes, porretes e bastões retráteis;

3)Equipamentos de artes marciais contundentes; e

4)Soco-inglês.

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE ITENS


PROIBIDOS

Tacos de Baseball Bastão Retrátil

Soco Inglês

Tacos de Golf Tacos de Bilhar

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE ITENS


PROIBIDOS

F. SUBSTÂNCIAS E DISPOSITIVOS EXPLOSIVOS OU INCENDIÁRIOS

1. munições;
2. espoletas e fusíveis;
3. detonadores e estopins;
4. réplicas ou imitações de dispositivos explosivos;
5. minas, granadas e outros explosivos militares;
6. Fogos de artifício e outros artigos pirotécnicos;

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS

F. SUBSTÂNCIAS E DISPOSITIVOS EXPLOSIVOS OU INCENDIÁRIOS

7) Botijões ou cartuchos geradores de fumaça;


8) Dinamite, pólvora e explosivos plásticos;
9) Substâncias sujeitas a combustão espontânea;
10) Sólidos inflamáveis, considerados aqueles facilmente combustíveis e aqueles
que, por atrito, podem causar fogo ou contribuir para ele, tais como pós metálicos
e pós de ligas metálicas;

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS

F. SUBSTÂNCIAS E DISPOSITIVOS EXPLOSIVOS OU INCENDIÁRIOS

11) Líquidos inflamáveis, tais como gasolina, etanol, metanol, óleo diesel e fluido
de isqueiro;
12) Aerossóis e atomizadores, exceto os de uso médico ou de asseio pessoal, sem
que exceda a quantidade de quatro frascos por pessoa e que o conteúdo, em
cada frasco, seja inferior a 300 ml ou300 g;

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS

F. SUBSTÂNCIAS E DISPOSITIVOS EXPLOSIVOS OU INCENDIÁRIOS

11) Gases inflamáveis, tais como metano, butano, propano e GLP;


12) Substâncias que, em contato com a água, emitem gases inflamáveis;
13) Cilindros de gás comprimido, inflamável ou não, tais como cilindros de oxigênio e
extintores de incêndio; e
14)Isqueiros do tipo maçarico, independente do tamanho.

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS

Munições Detonadores

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE ITENS


PROIBIDOS

Fogos de Artifícios Réplicas de Explosivos

Dinamites

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS

Aerossóis Inflamáveis

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS

G. SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS, TÓXICAS E OUTROS ITENS PERIGOSOS

1. Cloro para piscinas e banheiras;


2. Alvejantes líquidos;
3. Baterias com líquidos corrosivos derramáveis;
4. Mercúrio, exceto em pequena quantidade presentes no interior de instrumentos de
medição térmica (termômetro);
5. Substâncias oxidantes, tais como pó de cal, descorante químico e peróxidos;

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE


ITENS PROIBIDOS

6) Substâncias corrosivas, tais como ácidos e alcaloides;


7) Substâncias venenosas (tóxicas) e infecciosas, tais como arsênio, cianetos, inseticidas e
desfolhantes;
8) Materiais infecciosos, ou biologicamente perigosos, tais como amostras de sangue
infectado, bactérias ou vírus; e
9) Materiais radioativos (isótopos medicinais e comerciais).

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS

Baterias corrosivas e Amostras de Sangue


derramáveis Infectado

Pó de Cal

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS

Substância Venenosas:

 Arsênio;

 Cianetos;

 Inseticidas.

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS
H. OUTROS: itens proibidos que não se enquadram nas categorias
interiores:

1) dispositivos de alarme (excluindo dispositivo de relógio de pulso e de equipamentos


eletrônicos permitidos a bordo); e

2) materiais que possam interferir nos equipamentos das aeronaves e que não estejam
relacionados entre os dispositivos eletrônicos permitidos, tais como telefone celular,
laptop, palmtop, jogos eletrônicos, pager, que são de uso controlado a bordo de

aeronaves;

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS

Posso levar meu


guarda-chuvas???

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE ITENS


PROIBIDOS
I. ITENS TOLERADOS

1. saca-rolhas;
2. canetas, lápis e lapiseiras, com comprimento inferior a 15 cm;
3. isqueiros com gás ou fluido com comprimento inferior a 8 cm, na quantidade
máxima de um por pessoa;
4. 4) Fósforos, em embalagem com capacidade não superior a 40 palitos, na
quantidade máxima de uma caixa por pessoa;
5. 5) Bengalas;
6. 6) Raquetes de tênis;
7. 7) Guarda chuvas; e
8. 8) Martelo pequeno para uso em exames médicos.

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS

J. ITENS PROIBIDOS PARA VOOS SOB ELEVADO NÍVEL DE AMEAÇA

1)Qualquer instrumento de corte;


2)Saca-rolhas;
3)Bengalas;
4)Raquetes de tênis;
5)Qualquer isqueiro;
6)Fósforos, em qualquer quantidade ou apresentação; e
7)Aerossóis.

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE ITENS


PROIBIDOS

RESTRIÇÕES DE LÍQUIDOS

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE ITENS


PROIBIDOS

APLICABILIDADE

Os passageiros de voos internacionais, inclusive aqueles alocados exclusivamente em suas


etapas domésticas, ou os que necessitem utilizar o salão de embarque destinado aos voos
internacionais, estarão sujeitos às seguintes restrições no que tange ao transporte de
substâncias líquidas, incluindo géis, pastas, cremes, aerossóis e similares, em suas bagagens

de mão:

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS
RESTRIÇÕES

1. Todos os líquidos devem ser conduzidos em frascos com capacidade de até 100 ml;
2. Líquidos conduzidos em frascos com volume acima de 100 ml não podem ser
transportados, mesmo se o frasco estiver parcialmente cheio;
3. Todos os frascos devem ser colocados em uma embalagem plástica transparente, que
possa ser fechada, contendo capacidade máxima de 1 litro, e devem estar dispostos
com folga dentro da embalagem fechada;
4. A embalagem plástica deve ser apresentada para inspeção visual no ponto de inspeção
de embarque de passageiros, sendo permitida somente uma embalagem plástica por
passageiro.
5. Não há restrição ao transporte de frascos vazios

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO DE


ITENS PROIBIDOS

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CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS
EXCEÇÕES

a. Excetua-se dos limites referidos os artigos medicamentosos com a devida prescrição


médica, a alimentação de bebês e líquidos de dietas especiais, na quantidade necessária
a serem utilizados no período total de voo, incluindo eventuais escalas, devendo ser
apresentados no momento da inspeção.

b. Os líquidos adquiridos em free shops ou a bordo de aeronaves podem exceder o limite


estipulado, desde que dispostos em embalagens plásticas seladas padronizadas e com o
recibo de compra à mostra, da data do início do voo, para passageiros que embarcam ou
em conexão.

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS E APRESENTAÇÃO


DE ITENS PROIBIDOS
EXCEÇÕES

C. Esta medida não garante a aceitação da embalagem selada por outros Estados no caso de
conexão em seus aeroportos, devendo a empresa aérea informar ao passageiro que se encontre
nesta situação sobre a possibilidade ou não de retenção de seu produto por autoridades
estrangeiras.

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IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM DISPOSITIVO EXPLOSIVO

Explosivos Explosão

Material ou substância que, quando iniciada,


Violento arrebentamento ou
sofre decomposição muito rápida em produtos
expansão, normalmente causado
mais estáveis, com grande liberação de calor e
por detonação ou deflagração de
desenvolvimento súbito de pressão.
um explosivo, ou, ainda, pela
súbita liberação de pressão de um
corpo com acúmulo de gases.

IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM DISPOSITIVO


EXPLOSIVO

BOMBAS

Artefato confeccionado com carga explosiva, sistema de iniciação, e mecanismo de


acionamento, sendo capazes de provocar destruição através da formação de onda de
choque e fragmentação.

Convencionais Improvisadas

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IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM DISPOSITIVO


EXPLOSIVO
Bombas Convencionais

 Artefatos construídos e empregados regularmente;

 Possuem padrão de controle e distribuição; Dinamites

 Desenvolvidos para fins militares e comerciais.

Explosivo Plástico

IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM DISPOSITIVO


EXPLOSIVO
Bombas Improvisadas

 Artefatos construídos sem nenhum padrão


ou controle;

 Podem ser improvisadas, artesanal ou


caseira;

 Somente quem construiu sabe exatamente


suas características e funcionamento.

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IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM DISPOSITIVO


EXPLOSIVO

Componentes de um DEI – Dispositivo Explosivo Improvisado

 Fonte de energia: São exemplos deste componente, baterias de carros ou pilhas alcalinas;

 Acionador: Podem ser gatilhos, botões, sinais de rádio, temporizadores, sinais emitidos por
celular, controles remotos de portões automáticos, entre outros dispositivos, que sejam capazes
de ativar o detonador;

IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM
DISPOSITIVO EXPLOSIVO
Componentes de um DEI – Dispositivo Explosivo Improvisado

 Detonador: Material de grande sensibilidade capaz de provocar a iniciação da carga principal,


como por exemplo, espoletas, dispositivo de reação química ou pirotécnico;

 Carga Principal: Compreende o material que irá provocar o dano e podem ser um produto
explosivo, material inflamável, corrosivo, tóxico, radioativo ou biológico.

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IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM DISPOSITIVO


EXPLOSIVO
Componentes de um DEI – Dispositivo Explosivo Improvisado

 Recipiente: Todos os componentes geralmente ficam acondicionados em um


recipiente, que as vezes, são projetados para direcionar a explosão.

Bomba utilizada no ataque contra a empresa MetroJet em 2015.

IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM
DISPOSITIVO EXPLOSIVO
Atenção redobrada para:

 Objetos orgânicos muito densos;


 Muitos fios aparentemente conectados a uma
fonte energia;
 Eletrônicos dentro de uma bagagem;
 Estes objetos devem estar conectados de
alguma forma.

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IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM DISPOSITIVO


EXPLOSIVO
Fonte de Energia
E Acionador

Temporizador

Detonador

Carga Principal

Recipiente

IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM DISPOSITIVO


EXPLOSIVO
Principais Mecanismos de Acionamento

 Pressão: A carga explode ao se exercer certa força sobre o artefato;


 Tração: A carga explode ao se tencionar um fio ou arame, habilmente montado;
 Liberação: A carga explode ao se retirar a tensão sobre um fio ou arame;
 Elétrico: A carga explode com a passagem ou interrupção da corrente elétrica;

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IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM DISPOSITIVO


EXPLOSIVO
Principais Mecanismos de Acionamento

 Tempo: A carga explode após certo tempo;


 Controle Remoto: A carga explode após acionamento de um observador;
 Eletromagnético: A carga explode por indução magnética;
 Térmico: A carga explode ao atingir certa temperatura;
 Fricção: A carga explode ao ser atritada com outro objeto;
 Posição: A carga explode ao se mudar o artefato de lugar;

 Percussão: A carga explode ao colidir com outra carga;

IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM DISPOSITIVO


EXPLOSIVO

Principais Mecanismos de Acionamento

 Célula fotoelétrica: A carga explode com a ausência e a presenças de luz;


 Frequência de Ondas : A carga explode ao captar ou perder frequência;
 Reação Química: A carga explode quando substâncias reagem entre si, provocando explosão.

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IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM DISPOSITIVO


EXPLOSIVO

Ondas

EFEITOS DE UMA Fragmentação

EXPLOSÃO

Térmico

IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM DISPOSITIVO


INCENDIÁRIO
Características de Dispositivos Incendiários

Ativados
por
ignição

Utilizados
para Projetados
INICIAR para
um queimar
incêndio lentamente

Não são
explosivos

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IDENTIFICANDO OS COMPONENTES DE UM DISPOSITIVO


INCENDIÁRIO
Características de Dispositivos Incendiários

Coquetel Molotov

Pano embebido de líquidos inflamáveis Inserido


parte dentro de um recipiente e parte fora

Conteúdo composto por líquidos inflamáveis


tais como gasolina, álcool, éter e etc.

IDENTIFICAÇÃO DE ARMAS QBRN

Armas Químicas

 Dispositivo que utiliza produtos químicos formulados para


causar a morte ou lesões em seres humanos.

 São classificados como armas de destruição em massa;

 As armas químicas podem ser amplamente dispersas em


gás, líquido e formas sólidas.

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IDENTIFICAÇÃO DE ARMAS QBRN

Tipos de Armas Químicas

Sufocantes Hemotóxicos

Neurotóxicos Vesicantes

Incapacitantes

IDENTIFICAÇÃO DE ARMAS QBRN


Tipos de Armas Químicas

 O ataque químico de Ghouta ocorreu


em 21 de agosto de 2013 durante a
Guerra Civil Síria;

 Foguetes contendo gás Sarin foram


lançados nesta cidade;

 Estima-se que mais de mil pessoas


morreram nestes ataques.

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IDENTIFICAÇÃO DE ARMAS QBRN

Armas Biológicas

 Em sua forma original, os agentes biológicos


normalmente apresentam-se como líquido em
suspensão na água ou como pó seco concentrado;

 São microrganismos vivos ou seus produtos tóxicos e


compostos herbicidas;

 São agentes biológicos: as bactérias, fungos,


riquétzias, protozoários, toxinas, vírus e os compostos
herbicidas.

IDENTIFICAÇÃO DE ARMAS QBRN


Tipos de Armas Biológicas

Antraz:
 É uma toxiinfecção causada pelo Bacillus anthracis, bactéria do solo e da
vegetação;

 É uma doença comum entre animais, como gado bovino, camelos, ovelhas,
antílopes, cães e cabras e é adquirido por eles por meio de sua alimentação;

 Em setembro de 2001 um cientista americano conseguiu manipular esta bactéria,


usando-a para matar 5 pessoas e espalhar o pânico neste país.

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IDENTIFICAÇÃO DE ARMAS QBRN

Armas Radiológicas

 As radiações são ondas eletromagnéticas ou partículas


que se propagam com alta velocidade que podem
produzir variados efeitos sobre a matéria;

 Não possuem cor, cheiro ou sabor;

 A proteção radiológica se dá em três pilares, mínimo


tempo de exposição possível, em distância segura e
através de mecanismos de blindagem.

IDENTIFICAÇÃO DE ARMAS QBRN


Tipos de Armas Radiológicas
Bomba Suja

 Arma radiológica que combina explosivos


convencionais com material radioativo;

 Possuem pouca letalidade mas amplo


terror psicológico;

 Trata-se de um ataque que carece de


dispersão pelo ar.

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IDENTIFICAÇÃO DE ARMAS QBRN


Armas Nucleares

 São dispositivos cujo efeito destruidor é


baseado na fissão ou fusão de átomos;

 As armas nucleares possuem enorme concentração


de energia em pequenos volumes, que pode causar
grandes danos caso seja liberada;

 Poucas quantidades de massa podem ser convertidas


em quantidades gigantescas de energia.

IDENTIFICAÇÃO DE ARMAS QBRN


Tipos Armas Nucleares

25/03/2016 - 20h04
'Terrorismo nuclear' é ameaça real, alerta agência de energia atômica.
Da France Presse

Drones não identificados, foram captados


sobrevoando usinas nucleares francesas nos últimos
meses.

O último incidente do tipo foi registrado na quarta-


feira 23 de março 2016.

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IDENTIFICAÇÃO DE ARMAS QBRN

Recomendações

Segundo a RBAC 108 são considerados pacotes ou bagagens suspeitas:

1. Não identificados;
2. Abandonados;
3. violados;
4. Apresente ruídos;
5. Exale odor que indique alguma suspeita;
6. Apresentem sinais de vazamento líquidos, sólido ou gasoso não identificável.

ROTEIRO
• Fundamentação legal;
• Definição de artigos proibidos e perigosos;
• Categorias de itens proibidos e apresentação de modelos de itens proibidos;
• Identificando os componentes de um dispositivo explosivo;
• Identificando os componentes de um dispositivo incendiário.

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OBJETIVO

• Citar as categorias de itens proibidos.


• Identificar os principais componentes de um
dispositivo explosivo.
• Relacionar as medidas aplicáveis à objetos
suspeitos

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REFLEXÃO

• Segurança Pública se faz com pessoas que conseguem


aliar boas ideias, planejamento e ação.”

• Ivenio Hermes

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QR CODE AVSEC AV. MÓDULAR (BÁSICO e OPERADOR AÉREO)

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MÓDULO 7
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CURSO BÁSICO AVSEC


Gerência de Continuidade do
Negócio e Promoção da Segurança -
2020

REVISÃO 06 – 10/08/2020
Instrutor: André Rodrigues de Souza Borges
CPF: 08046294713

Módulo 7
Noções Básicas das Medidas de Segurança para
Passageiros, Bagagem de Mão e Bagagem Despachada

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

Crimes de documentação falsa ainda continua...

Falha do controle migratório de VVI por


permitir a entrada do passageiro com
documento GREGO falso (e posteriormente no
documento emitido por VVI informaram que
este passageiro havia sido INAD em sua
chegada em 14.01: mas, ele desembarcou, e
apenas foi conhecida a fraude após o mesmo
retornar de CUN onde teve seu passaporte
falso recolhido).

OBJETIVO

• Descrever os procedimentos aplicados no processo


de despacho do passageiro e da bagagem.
• Transcrever os procedimentos de identificação,
proteção, inspeção e reconciliação da bagagem
despachada.

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ROTEIRO

• Fundamentação legal;
• Processo de despacho do passageiro e da bagagem de mão;
• Identificação (conciliação) e aceitação da bagagem despachada;
• Bagagem desacompanhada e extraviada;
• Proteção da bagagem despachada;
• Inspeção da bagagem despachada;
• Reconciliação do passageiro e da bagagem despachada;

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

• OACI - Anexo 17 - 11ª Edição – Salvaguarda da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita;
• DOC 8973 – Manual de Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita;
• DECRETO 7.168 – PNAVSEC – Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência
Ilícita;
• RBAC 107-002 – Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador de Aeródromo;
• RBAC 108-002 - Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador Aéreo.
• IS 108-001C Instrução Suplementar
• Resolução 400 – Condições Gerais de Transporte

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OPERADOR AÉREO

 Empresa a quem é concedida ou autorizada a


exploração de serviços aéreos.

 Devem cumprir os requisitos estabelecidos no


RBAC 108, de acordo com a classificação de
cada tipo de operador aéreo definidos no
Apêndice A, do RBAC 108.

OPERADOR AÉREO
O RBAC 108 classifica os regulados e apresenta em seu apêndice quais requisitos são
aplicados para cada classe.

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OPERADOR AÉREO
As classes definidas para os Operadores Aéreos são:

Serviço Aéreo Privado (serviço aéreo privado e operações aéreas de segurança e ou


1 Classe I
defesa civil)
Classe II Serviço Aéreo especializado público ou serviço de táxi aéreo
2 Classe II-A Serviço aéreo especializado público
Classe II-B Serviço de táxi aéreo

3 Classe III Nacionais , serviço de transporte aéreo público, exclusivamente de carga ou mala postal;

Classe IV Nacionais, serviço de transporte aéreo público de passageiros;


Classe IV-A Operam aeronaves com capacidade inferior a 30 passageiros;
4
Classe IV-B Operam aeronaves com capacidade igual ou superior a 30 passageiros

5 Classe V Estrangeiros, serviço de transporte aéreo público internacional de carga, exclusivamente;

6 Classe VI Estrangeiros, serviço de transporte aéreo público internacional de passageiros;

OPERADOR AÉREO

No caso de existir interesse do Operador Aéreo em operar em aeródromo onde ainda não
tenha sido implementada, por parte do operador de aeródromo, a inspeção de segurança
da aviação civil em passageiro e bagagem de mão, o operador aéreo pode fazê-lo, desde
que os procedimentos de inspeção:

1. Estejam em conformidade com os requisitos estabelecidos em normatização


específica sobre a matéria; e

2. Tenham sido aprovados pela ANAC

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PROCESSO DE DESPACHO DO PASSAGEIRO E DA BAGAGEM DE MÃO

CONTRATO DE TRANSPORTE AÉREO

1. Informar sobre documentação aceita para viagem;

2. Informar sobre materiais considerados proibidos nas bagagens de mão e despachadas;

3. Orientar sobre a recusa de transporte de pacotes ou qualquer objeto recebido de


desconhecidos;

4. Informar que será negado o acesso do passageiro à ARS, bem como o embarque na
aeronave no caso de recusa em submeter-se a inspeção de segurança;

PROCESSO DE DESPACHO DO PASSAGEIRO E DA BAGAGEM DE MÃO

 No momento do processo de despacho o passageiro deve receber as mesmas informações do


contrato de transporte aéreo;

 No caso de check-in presencial o operador aéreo


disponibiliza um painel explicativo próximo aos balcões de
atendimento, contendo as informações dos materiais
considerados proibidos, incluindo fotos de alguns objetos
para chamar a atenção dos passageiros.
 O passageiro deve ser interrogado quanto a presença de
algum item exemplificado no painel e sobre a recusa de
transportar pacotes ou objetos recebidos de desconhecidos

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PROCESSO DE DESPACHO DO PASSAGEIRO E DA BAGAGEM DE


MÃO

O operador aéreo, durante os procedimentos de embarque, deve realizar a identificação


do passageiro de forma a assegurar que ao embarcar na aeronave, o mesmo seja o
detentor do bilhete aéreo e esteja de posse de documento válido de identificação com
foto, nos termos estabelecidos na legislação em vigor.

Identificação Identificação
manual biométrica

DOCUMENTOS DE VIAGEM VÁLIDOS: EMBARQUE


DOMÉSTICO
De acordo com a Resolução 400 da ANAC, adultos brasileiros em voos nacionais
podem apresentar os seguintes documentos de viagem:

Documento de identificação civil, com fé pública e validade em


todo o território brasileiro (Exemplos: RG, CNH, CTPS) ou

Cópia autenticada do documento de identificação civil ou

Boletim de Ocorrência, em casos de furto, roubo ou


extravio do documento, na validade prevista pelo
órgão de segurança

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DOCUMENTOS DE VIAGEM VÁLIDOS: EMBARQUE DOMÉSTICO


EXEMPLOS DE DOCUMENTOS PARA BRASILEIROS EM VOOS DOMÉSTICOS

Carteira Profissional
Ex. CREA, OAB, CRM,
RG Carteira de Trabalho
etc.

OUTRO DOCUMENTO DE
CNH IDENTIFICAÇÃO COM
Passaporte FOTO E FÉ PÚBLICA EM
Carteira Nacional de TODO TERRITÓRIO
Nacional
Habilitação (com foto) NACIONAL

Carteira de Identidade
da Marinha, Exercito,
Cartão de Identidade
Aeronáutica ou órgãos
dos poderes judiciários
subordinados a
ou legislativos federais
presidencia da
República

DOCUMENTOS DE VIAGEM VÁLIDOS: EMBARQUE DOMÉSTICO

NOVO MODELO DE IDENTIDADE BRASILEIRA


O Decreto 9278 de 05/02/2018 padronizou o documento de identidade em âmbito nacional tanto
na forma digital quanto a versão que será impressa em papel ou cartão policarbonato:

Versão impressa em cartão


policarbonato

Versão impressa em papel


Estes novos documentos possuem o nome
civil (da certidão de nascimento) e podem
constar o nome social. As reservas poderão
ser emitidas com o nome social desde que o
mesmo conste no documento válido.

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DOCUMENTOS DE VIAGEM VÁLIDOS: EMBARQUE DOMÉSTICO

Documentos de identificação eletrônicos também podem ser usados para


embarque em voos domésticos:

DNI
DOCUMENTO NACIONAL DE TÍTULO DE ELEITOR
IDENTIDADE CNH-e ELETRÔNICO

DOCUMENTOS DE VIAGEM VÁLIDOS: EMBARQUE DOMÉSTICO

EXEMPLOS DE DOCUMENTOS NÃO ACEITOS PARA BRASILEIROS


EM VOOS DOMÉSTICOS

A carteira de reservista não é válida como


ATENÇÃO! documento de viagem

A carteira de estudante não é um documento de


identificação previsto para o embarque

Documentos com marcas de segurança


corrompidas, cancelados ou aparentando
adulteração não devem ser aceitos para
embarque

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DOCUMENTOS DE VIAGEM VÁLIDOS: EMBARQUE


DOMÉSTICO
DOCUMENTOS PARA BRASILEIROS EM VOOS DOMÉSTICOS

CARTEIRA DE NOME SOCIAL

A Carteira de Nome Social é apenas


para tratamento nominal.

IDENTIFICAÇÃO DE CRIANÇAS

Em razão da alteração do Estatuto da Criança e do


Adolescente, ECA, pela Lei nº 13.812, publicada em
18 de março de 2019, a ANAC determina que
nenhuma criança ou adolescente menor de 16 anos
viaje desacompanhado dos pais ou de responsáveis
sem expressa autorização em voos nacionais.

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IDENTIFICAÇÃO DE CRIANÇAS

DOCUMENTOS PARA CRIANÇAS BRASILEIRAS DE 0 A 12 ANOS ACOMPANHADAS EM VOOS


DOMÉSTICOS

Crianças de 0 a 12 anos acompanhadas dos pais ou responsáveis (tutor, curador,


guardião) OU dos avós, ou parentes maiores de 18 anos, até terceiro grau (irmãos
e tios) podem apresentar:

Certidão de
Nascimento (original
ou cópia autenticada)
ou documento de
identificação civil com documento que
foto (como RG ou comprove parentesco.
passaporte), com fé
pública e validade em
todo o território
brasileiro

IDENTIFICAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES


DOCUMENTOS PARA ADOLESCENTES BRASILEIROS DE 0 A 12 ANOS EM VOOS
DOMÉSTICOS
Além da Certidão de Nascimento (original ou cópia autenticada) ou documento
de identificação civil com foto (como RG ou passaporte), com fé pública e
validade em todo o território brasileiro, a criança necessita de:

Autorização extrajudicial feita


pelo pai, mãe ou responsável,
desde que com firma
reconhecida em cartório. Autorização judicial (válida por no
máximo 02 anos, conforme
autoridade judicial).
Se acompanhadas com
maior autorizado (que
não os
pais ou responsáveis)
Se desacompanhadas
dos pais, responsáveis,
parentes ou pessoas
maiores autorizadas

ATENÇÃO: A GOL NÃO TRANSPORTA MENOR DE 0 A 5 ANOS DESACOMPANHADO!

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IDENTIFICAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES


DOCUMENTOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE 12 A 15 ANOS EM VOOS
DOMÉSTICOS

Além do documento de identificação civil com foto (como RG ou passaporte), com fé


pública e validade em todo o território brasileiro, a criança necessita de:
Autorização
extrajudicial feita Autorização judicial
pelo pai, mãe ou (válida por no
responsável desde máximo 02 anos,
que com firma conforme autoridade
reconhecida em judicial)
cartorio
Se desacompanhadas
Se acompanhadas com dos pais,
maior autorizado (que responsáveis,
não os parentes ou pessoas
pais ou responsáveis maiores autorizadas
)

ATENÇÃO: PARA MENORES ENTRE 12 E 15 ANOS A CERTIDÃO DE NASCIMENTO NÃO É ACEITA COMO DOCUMENTO DE
VIAGEM

IDENTIFICAÇÃO DE ADOLESCENTES

ADOLESCENTES (DE 16 A 17 ANOS) BRASILEIROS EM VOOS DOMÉSTICOS

A partir de 16 anos, o embarque pode ser


realizado sem autorização. Além do
documento de identificação civil com foto, fé
pública e validade em todo o território
brasileiro ou a cópia autenticada do
documento de identificação civil podem
apresentar Boletim de Ocorrência, em casos
de furto, roubo ou extravio de documento, na
validade prevista pelo órgão de segurança.

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PROCEDIMENTOS DIFERENCIADOS PARA IDENTIFICAÇÃO


DE ÍNDIOS
DOCUMENTAÇÃO PARA INDÍGENAS

Autorização da FUNAI ou;


Outro documento válido para voos domésticos;
Voos internacionais somente passaporte dentro da validade ou outro
documento aceito pelo país de destino.

DOCUMENTOS DE VIAGEM VÁLIDOS: EMBARQUE DOMÉSTICO


DOCUMENTAÇÃO PARA ESTRANGEIROS DE QUALQUER IDADE EM VOOS
DOMÉSTICOS
Identidades Diplomática e Protocolo de solicitação
Consular de refúgio

Cédula de Identidade para


argentinos, uruguaios,
RNE – Registro Nacional
paraguaios, chilenos, bolivianos,
de Estrangeiro.
peruanos, colombianos,
equatorianos e venezuelanos e

Passaporte Estrangeiro DNI – Documento


Válido Nacional de Identidade,
no caso específico de
cidadãos argentinos.

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DOCUMENTOS DE VIAGEM VÁLIDOS: EMBARQUE DOMÉSTICO

DOCUMENTAÇÃO PARA ESTRANGEIROS DE QUALQUER IDADE EM VOOS


DOMÉSTICOS

NOVO MODELO DE CARTEIRA DE IDENTIDADE PARA ESTRANGEIROS - RNM


REGISTRO NACIONAL MIGRATÓRIO (ANTIGO RNE)

RNM de Residente RNM de Solicitante de Refúgio

ATENÇÃO: O protocolo de solicitação do RNM de Residente, não possui foto, sendo INVÁLIDO
para embarque doméstico

DOCUMENTOS DE VIAGEM VÁLIDOS: EMBARQUE INTERNACIONAL

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DOCUMENTOS DE VIAGEM VÁLIDOS: EMBARQUE


INTERNACIONAL
BRASILEIRO
Passaporte válido; ou
Cédula de Identidade original, válida, emitida pela Secretaria de Segurança Pública
e em bom estado de conservação para viagens para ARGENTINA, BOLÍVIA, CHILE,
COLOMBIA, PARAGUAI, URUGUAI, VENEZUELA, EQUADOR e PERU;
Carteira de Vacinação e Visto (quando exigido pelo país de destino).

ESTRANGEIRO

DOCUMENTOS DE VIAGEM VÁLIDOS: EMBARQUE


INTERNACIONAL
CRIANÇAS E ADOLESCENTES

PASSAPORTE VÁLIDO ou
outro documento legal
de viagem previsto
pelo país de destino

Observar a necessidade
de apresentação de
autorização de viagem

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DOCUMENTOS DE VIAGEM VÁLIDOS: EMBARQUE


INTERNACIONAL

AUTORIZAÇÃO DE MENORES EM VOOS INTERNACIONAIS

A autorização de viagem é um documento exigido pelas Autoridades


Aeroportuárias Brasileiras para que menores de 18 anos deixem o território
nacional. De acordo com a Resolução nº 131, de 26/05/11, do Conselho
Nacional de Justiça (CNJ), é necessário autorização para menores
desacompanhados de pai e mãe, de um deles, ou responsável legal.

Existem 3 tipos de autorização de menores para voos internacionais:

Autorização Autorização
Autorização
emitida em emitida no
Judicial
cartório passaporte

DOCUMENTOS DE VIAGEM VÁLIDOS: EMBARQUE


INTERNACIONAL

AUTORIZAÇAO DE MENORES EM VOOS INTERNACIONAIS

É importante ler com atenção a


impressão da autorização do
menor no passaporte para
verificar se condiz com a
viagem.

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PROCESSO DE DESPACHO DO PASSAGEIRO E DA BAGAGEM DE


MÃO

 O operador aéreo deve assegurar que o percurso dos passageiros entre a área de
embarque e a aeronave seja realizado sem que ocorra contato com pessoas não
inspecionadas para o voo e obedecendo ao percurso estabelecido pelo operador do
aeródromo.

PROCESSO DE DESPACHO DO PASSAGEIRO E DA BAGAGEM


DE MÃO

 Caso algum passageiro inspecionado entre em contato com outro não inspecionado, o
operador aéreo, em coordenação com o operador do aeródromo, deve garantir que
seja realizada outra inspeção antes do embarque na aeronave.

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PROCESSO DE DESPACHO DO PASSAGEIRO E DA


BAGAGEM DE MÃO

No checkin presencial caso haja suspeita durante os


questionamentos feitos para despacho de bagagem,
deve ser feita a inspeção de segurança com os meios
disponíveis no aeródromo, e em caso de bagagem de
mão é acionado o setor de segurança do aeródromo
para sanar suspeitas antes do acesso do passageiro à
ARS.

IDENTIFICAÇÃO (CONCILIAÇÃO) E ACEITAÇÃO DA BAGAGEM


DESPACHADA

O Operador Aéreo deve:

a. Garantir que somente bagagens de passageiros identificados e de posse de contrato de


transporte (bilhete aéreo) serão aceitas para despacho.

b. Identificar, no ato da aceitação, cada volume da bagagem a ser despachada, contendo dados
(informações) que possibilitem o processo de reconciliação.

c. Aceitar a bagagem transferida, proveniente de outro operador aéreo, caso tenha a


identificação com as informações adequadas;

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IDENTIFICAÇÃO (CONCILIAÇÃO) E ACEITAÇÃO DA BAGAGEM


DESPACHADA

d. O operador aéreo que transfere a bagagem deve comunicar, previamente, as


informações do passageiro e seus volumes transportados ao operador que receberá a
bagagem.

e. O operador aéreo pode estabelecer procedimentos de despacho de bagagem em


local diferente do balcão de despacho do aeródromo (despacho remoto), devendo,
nesse caso, aplicar controles de segurança desde o ponto onde a bagagem é
identificada e aceita para transporte até o momento em que é colocada a bordo da
aeronave.

BAGAGEM DESACOMPANHADA E EXTRAVIADA

a. O operador aéreo deve garantir que a bagagem desacompanhada

desde a origem, de forma intencional, seja tratada, mediante a

emissão de conhecimento aéreo, como carga desconhecida.

b. O operador aéreo deve garantir que a bagagem que, de maneira não

intencional, venha a se tornar desacompanhada durante o seu

processo de despacho, seja identificada como tal, inspecionada e

protegida, antes de ser embarcada para transporte em uma

aeronave.

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BAGAGEM DESACOMPANHADA E EXTRAVIADA

Na bagagem desacompanhada a
inspeção de segurança deve ser realizada
de forma que garanta um nível de
segurança maior que o de bagagem
acompanhada.

BAGAGEM DESACOMPANHADA E EXTRAVIADA

c. A bagagem extraviada deve ser identificada como tal e


submetida a controles de segurança, incluindo inspeção de
segurança, e o operador aéreo deve analisar as
circunstâncias que causaram a separação.

d. O operador aéreo, em coordenação com o operador de


aeródromo, deve prever áreas seguras para
armazenamento de bagagens extraviadas, quando for
necessário.

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PROTEÇÃO DA BAGAGEM DESPACHADA

a. O operador aéreo deve garantir a proteção da bagagem


despachada desde o momento de sua aceitação até o momento
em que é devolvida ao passageiro no destino ou transferida para
outro operador aéreo.

b. O operador aéreo deve assegurar, em coordenação com o


operador do aeródromo, que o acesso à bagagem, às áreas de
consolidação da bagagem e aos pontos de transferência das
bagagens mantenha-se restrito ao pessoal autorizado e
credenciado para essa atividade.

PROTEÇÃO DA BAGAGEM DESPACHADA

O operador aéreo deve submeter à


inspeção de segurança da bagagem
despachada, caso seja comprovado que
a mesma ficou sem proteção em solo
após aceitação.

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INSPEÇÃO DA BAGAGEM DESPACHADA

O operador aéreo deve realizar inspeção da


bagagem despachada, incluindo bagagens de
trânsito ou conexão, por meios disponibilizados
pelo operador de aeródromo ou, se preferível,
por meios próprios, desde que atenda aos
requisitos estabelecidos em normatização
específica, e ainda, em constante coordenação
com o operador do aeródromo.

1. Em voos internacionais, todas as bagagens


despachadas devem ser inspecionadas.

INSPEÇÃO DA BAGAGEM DESPACHADA

1. Em voos domésticos, a quantidade de


bagagem despachada que deve ser
inspecionada será determinada pela ANAC e
informada aos operadores aéreos e
operadores de aeródromos por meio de
documento de caráter reservado,
denominado DAVSEC.

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INSPEÇÃO DA BAGAGEM DESPACHADA

A bagagem que tenha sido submetida a controle de segurança equivalente no aeródromo


de origem não necessita ser novamente inspecionada no aeródromo de trânsito ou
conexão.

Os aeródromos que possuem controles de segurança


equivalentes serão determinados pela ANAC e informados
aos operadores aéreos e operadores de aeródromos por
meio de documento de caráter reservado, denominado
DAVSEC.

INSPEÇÃO DA BAGAGEM DESPACHADA

No caso de suspeita em relação ao conteúdo da bagagem despachada, após a inspeção


de segurança, o passageiro deve ser requisitado para acompanhar, presencialmente ou
por meio de imagens, a realização de inspeção manual de sua bagagem, sendo que:

1 2 3

•Caso o passageiro não •Caso a suspeita seja da •O operador aéreo deve


compareça para existência de materiais manter a bagagem suspeita
acompanhar a inspeção explosivos, o operador aéreo isolada e acionar o seu
deve, ao invés de requisitar a
manual da sua bagagem, presença do passageiro,
plano de contingencia.
esta deve ser considerada acionar o setor de segurança
bagagem suspeita; do aeródromo e a PF ou, na sua
ausência, o órgão de segurança
pública responsável pelas
atividades de polícia no
aeródromo.

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RECONCILIAÇÃO DO PASSAGEIRO E DA BAGAGEM


DESPACHADA
O operador aéreo deve garantir que a bagagem acompanhada seja transportada somente
com a confirmação de embarque do passageiro, inclusive nos casos de trânsito ou
conexão, sendo que:

1. No caso de o passageiro não embarcar, sua bagagem deve ser retirada da aeronave e
submetida a controles de segurança, incluindo inspeção de segurança; e

2. No caso de o passageiro desembarcar em uma escala anterior ao seu destino final,


sua bagagem deve ser retirada da aeronave e submetida a controles de segurança,
incluindo inspeção de segurança.

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ROTEIRO

• Fundamentação legal;
• Processo de despacho do passageiro e da bagagem de mão;
• Identificação (conciliação) e aceitação da bagagem despachada;
• Bagagem desacompanhada e extraviada;
• Proteção da bagagem despachada;
• Inspeção da bagagem despachada;
• Reconciliação do passageiro e da bagagem despachada;

OBJETIVO

• Descrever os procedimentos aplicados no


processo de despacho do passageiro e da
bagagem.

• Transcrever os procedimentos de identificação,


proteção, inspeção e reconciliação da bagagem
despachada.

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A única forma de estar verdadeiramente satisfeito é


fazer o que você acredita que seja um bom trabalho
Steve Jobs

Vídeo:

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QR CODE AVSEC AV. MÓDULAR (BÁSICO e OPERADOR AÉREO)

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CURSO BÁSICO AVSEC


Gerência de Continuidade do
Negócio e Promoção da Segurança -
2020

REVISÃO 06 – 10/08/2020
Instrutor: André Rodrigues de Souza Borges
CPF: 08046294713

MÓDULO 7
Noções Básicas das Medidas de Segurança para
Passageiros, Bagagem de Mão e Bagagem Despachada

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OBJETIVO

• Identificar os procedimentos para


passageiros armados, transporte de armas e
passageiros sob custódia.
• Listar as ações a serem adotadas diante de
passageiros indisciplinados.

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ROTEIRO

• Fundamentação legal;
• Passageiros Armados e Transporte de Armas;
• Passageiros sob custódia;
• Passageiros indisciplinados;
• Segurança no embarque e desembarque de passageiros;

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

• OACI - Anexo 17 - 11ª Edição – Salvaguarda da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita;
• DOC 8973 – Manual de Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita;
• DECRETO 7.168 – PNAVSEC – Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência
Ilícita;
• RBAC 107-002 – Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador de Aeródromo;
• RBAC 108-002 - Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador Aéreo.
• IS 108-001C Instrução Suplementar
• RESOLUÇÃO 461

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PASSAGEIROS ARMADOS E TRANSPORTE DE ARMAS

RESOLUÇÃO 461:

Estabelece os procedimentos de embarque de passageiro armado, despacho de arma de


fogo e munição e transporte de passageiro sob custódia a bordo de aeronave civil,
levando-se em conta os aspectos relativos à necessidade, à Segurança Operacional e à
segurança da aviação civil contra atos de interferência ilícita

A Polícia Federal tem como responsabilidade controlar e autorizar o embarque de


passageiro armado e o despacho de arma de fogo e munições em aeronaves civis, que
passa a ser eletrônico a partir de 28/07/2018.

RESOLUÇÃO 461 – ANAC


SISTEMA INFORMATIZADO DA POLÍCIA FEDERAL

 A PF, em conjunto com os operadores aéreos, poderá estabelecer procedimentos e


infraestrutura para envio das autorizações emitidas de embarque de passageiro armado aos
operadores aéreos por meio digital, bem como criar procedimento que dispense a
necessidade de realização do check-in presencial.

 Nos casos em que a autorização para embarque armado for emitida pela PF via sistema
informatizado, o embarque do passageiro será realizado mesmo quando a PF ou outro órgão
de segurança pública não estiver presente fisicamente no aeródromo.

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PASSAGEIROS ARMADOS E TRANSPORTE DE ARMAS

O embarque de passageiros armados deve ser coordenado entre os órgãos abaixo e constar
em seus Programas de segurança:

OPERADOR DE
AERODROMO

ORGÃO DE
OPERADOR AÉREO SEGURANÇA PÚBLICA
DO AEROPORTO

PASSAGEIROS ARMADOS E TRANSPORTE DE


ARMAS

Em todo contrato de transporte aéreo de passageiro e


bagagens, disponibilizado ao cliente no momento da
compra do serviço, deve estar prevista, de forma clara,
a informação dos procedimentos gerais a serem
adotados pelo passageiro para o transporte de arma de
fogo em aeronaves por passageiro armado, conforme
RES.461.

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EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS - WEAP

A necessidade de acesso à arma para fins de embarque limita-se às hipóteses em que o


agente público realiza qualquer das seguintes atividades:

I. escolta de autoridade ou testemunha;

II. escolta de passageiro custodiado

III. execução de técnica de vigilância;

IV. deslocamento em que precisem estar armados para cumprir, logo ao desembarcar,
missão para a qual foram convocados;

EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS - WEAP

Poderá ser autorizado o embarque de:

2 (duas) armas curtas (pistola ou revólver) por


passageiro autorizado, desmuniciadas e
acompanhadas de munição limitada a 1 (uma) carga
principal e 2 (duas) reservas para cada arma.

2 (duas) armas longas por passageiro e somente nos


casos de a arma ser do tipo fuzil de precisão, assim
entendidas as armas longas dotadas de equipamento
de mira óptica ou optrônica reguláveis.

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EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS - WEAP

• As armas de fogo longas deverão estar


descarregadas, desmontadas e acondicionadas
em estojos trancados, apropriados para
transporte, observadas as restrições de peso e
dimensões estabelecidas pelo operador aéreo.

EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS - WEAP

• Além da arma de fogo e munições, o passageiro autorizado poderá portar outros itens
considerados proibidos para acesso às ARS, desde que façam parte do seu equipamento
operacional, com exceção de gás lacrimogêneo, gases similares incapacitantes ou
outros artigos vedados ao transporte aéreo civil conforme RBAC nº 175 e demais
limitações desta Resolução.

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EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS - WEAP


 GEPAR – GUIA DE EMBARQUE DE PASSAGEIRO ARMADO

O passageiro que preencha os requisitos para embarcar armado deverá acessar o site da Polícia
Federal www.pf.gov.br e preencher os campos necessários para geração da GEPAR - Guia de
Embarque de passageiro armado em 2 VIAS:
• Número da Guia e a Data de Emissão;
• Nome, CPF, Cargo, Data de Nascimento e telefone
do passageiro;
• Dados do voo
• Dados da arma de fogo e munições;
• Descrição de equipamentos operacionais
autorizados;
• Orientações sobra validação e controle;
• QRCode;

EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS -

Fluxo De Atendimento

PASSAGEIRO
ÓRGÃO PUBLICO 1 PASSAGEIRO 2 POLÍCIA FEDERAL OU
ÓRGÃO DE SEG.PÚBLICA
3 Desmunicia a arma antes da 4
Elabora documento que Preenche formulário de chegada ao aeródromo ou
Valida o formulário de em local estabelecido por
comprove necessidade de autorização de embarque
autorização de embarque este.
embarque armado. armado (GEPAR) 2 vias
armado.

EMBARQUE 8 7 OPERADOR DE 6 5
COMANDANTE
Confere documento de AERODROMO CHECK-IN
identificação e cartão de Notificado através de
Concilia documento Confere documento de
embarque do passageiro. NOTOC e informa chefe de
identificação com GEPAR,
cabine. de identificação e
Preenche NOTOC caso não SSR e preenche NOTOC.
tenha. GEPAR para acesso da
arma a ARS.

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EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS

No Check-in

• Emitida a GEPAR – Guia De Embarque De Passageiro Armado, o passageiro deverá se deslocar ao


balcão do operador aéreo para realização de check-in e comunicação sobre o embarque armado.

Para realização do check-in devemos pedir:

 A apresentação do formulário de autorização de


embarque armado, verificando se foi emitida a
autorização pelo órgão responsável; e
 Um documento de identificação do passageiro, com
fé pública e validade em todo o território brasileiro,
para fins da emissão do bilhete de embarque.

EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS

No Check-in

 O operador aéreo deverá avaliar se as informações que constam no formulário de autorização


de embarque armado atendem aos limites de armas e munições estabelecidos e não permitir o
embarque armado quando verificado o não atendimento.

 No check-in, caso o sistema informatizado não arquive


eletronicamente a GEPAR, será retida uma via do
formulário de autorização de embarque armado, que
deverá ser mantida nos arquivos da base pelo período
mínimo de 30 dias.
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EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS

No Check-in

 O passageiro que se apresentar ao Operador Aéreo com


autorização para embarque armado, terá prioridade no
atendimento de check-in, exceto em relação aos
passageiros com necessidade de assistência especial
(PNAE).

 No check-in o passageiro armado deverá ser informado dos


procedimentos de identificação para acesso a sala de
embarque;

EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS

No acesso à sala de embarque

 Para acessar a sala de embarque o passageiro


armado deverá apresentar o formulário de
autorização de embarque armado e seu documento
de identificação, com fé pública e validade em
todo o território nacional, ao Agente de Proteção
da Aviação Civil - APAC

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EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS

No acesso à sala de embarque

 O APAC deverá conciliar os dados do documento de


identificação do passageiro com os dados do
formulário de autorização e confirmar se o operador
aéreo foi cientificado e se a autorização de embarque
armado foi emitida, conforme meios definidos pela PF.

 Para acessar a sala de embarque o passageiro deverá submeter seus pertences de mão às

inspeção de segurança.

EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS -

No Voo

 Para resguardar o sigilo da existência de arma a bordo e a condição de seu detentor,


as informações referentes ao embarque de passageiro armado deverão ser
transmitidas a toda tripulação da aeronave de forma discreta, limitando-se ao:

• NOME DO PASSAGEIRO E
• NÚMERO DO SEU ASSENTO

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EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS

No Voo
 Informar, de forma reservada, ao passageiro que embarcar armado a existência e o local de
assento de outros passageiros que se encontrem nessa mesma condição.

 Em caso de transferência do passageiro armado de uma aeronave para outra, deve-se


notificar a tripulação da outra aeronave sobre a presença e identificação dos passageiros
armados a bordo.

EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS

 O operador aéreo e o comandante da aeronave, excepcionalmente, poderão negar o


embarque de passageiro armado quando considerarem, de forma justificada e por
escrito, que o embarque armado acarrete potencial ameaça à segurança operacional,
à segurança da aviação civil contra atos de interferência ilícita ou à segurança dos
demais passageiros.

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EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS

CONDUTA DO PASSAGEIRO ARMADO


O órgão de segurança pública responsável pela verificação da documentação deverá informar ao
passageiro as seguintes obrigações, restrições e orientações relacionadas ao embarque armado:

1. É vedado o porte de arma de fogo municiada no interior da aeronave;

2. Obrigatoriedade de permanência no assento designado no cartão de embarque, salvo quando


a mudança de assento for coordenada com a tripulação e tiver anuência do comandante da
aeronave;

3. É vedado o consumo de bebida alcoólica no período de oito horas antecedentes ao embarque


e durante todo o trajeto da viagem;

4. Obrigatoriedade de condução da arma de fogo e outros itens proibidos de forma discreta, de


sua guarda constante e, no caso de armas curtas, de seu porte junto ao corpo, em ARS e no
interior da aeronave

EMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS

CONDUTA DO PASSAGEIRO ARMADO

5. Obrigatoriedade de que a sua atuação no interior das aeronaves, em caso de tumulto ou em qualquer
outra circunstância desta natureza, somente ocorra sob coordenação do comandante da aeronave;

6. Obrigatoriedade de que o municiamento da arma de fogo, após o desembarque, somente seja


realizado fora da ARS e em local seguro e reservado, preferencialmente o mesmo disponibilizado pelo
operador de aeródromo para o descarregamento e desmuniciamento de arma de fogo

7. Advertência de que a realização de disparo a bordo pode causar despressurização da aeronave e


danos em linhas de combustíveis, cabos de controle, fios elétricos e sistemas hidráulicos, que podem
resultar em acidentes de proporções catastróficas.

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Despacho de Arma de Fogo e Munições em Voos


Domésticos
 O despacho de arma de fogo e munições em aeronaves deverá ser
autorizado por unidade da PF presente no aeródromo ou responsável
pela circunscrição do aeródromo. Com anuência formal da PF e
previsão no Programa de Segurança Aeroportuária – PSA a autorização
prevista poderá ser emitida por órgão de segurança pública.

 A autorização de despacho de arma de fogo e munições emitida por


órgão de segurança pública somente terá validade para despacho
realizado em aeródromo situado na circunscrição do órgão expedidor e
para as conexões domésticas subsequentes.

Despacho de Arma de Fogo e Munições em Voos Domésticos -

PASSO 1
GDAF – Guia de Despacho de arma de Fogo – 3 vias

• Número da Guia;
• Data de Emissão;
• Nome, CPF, Categoria do porte, Data de Nascimento e
telefone e número do porte de arma ou guia de transito
do passageiro;
• Dados do voo
• Dados da arma de fogo e munições;
• Orientações sobra validação e controle;
• Local para identificação do operador aéreo responsável
pelo recebimento da arma e QRCode.

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Despacho de Arma de Fogo e Munições em Voos Domésticos -

PASSO 2
CONFERÊNCIA DE DOCUMENTOS
O passageiro deverá comparecer ao posto da PF ou autoridade policial responsável do aeroporto,
antes da realização de seu check-in, munido de:

I. Formulário de autorização de despacho de arma de fogo ( GDAF)


preenchido em 3 vias;

II. Passagem aérea contendo a data e número do voo, bem como a origem
e destino do trecho a ser percorrido;
III. Documento que confira ao passageiro o porte de arma de fogo ou que o
autorize a transportá-la;
IV. Documentação que comprove a legalidade das armas a serem transportadas, quando exigido na legislação
relativa ao registro e à posse de armas de fogo;
V. Guia de Tráfego expedida pelo Comando do Exército, quando exigido na legislação relativa ao registro e à
posse de armas de fogo;

Despacho de Arma de Fogo e Munições em Voos Domésticos

 A GDAF – Guia de Despacho de Arma de Fogo será distribuída em 3 vias:

1. Órgão de Segurança Pública


2. Passageiro
3. Acompanha arma e munições até o destino final.

 A PF, em conjunto com os operadores aéreos, poderá estabelecer procedimentos e


infraestrutura para envio das autorizações emitidas de despacho de arma de fogo aos
operadores aéreos por meio digital.

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Despacho de Arma de Fogo e Munições em Voos Domésticos -


OBJC
PASSO 3
Check-in

 O passageiro deverá se deslocar ao balcão de check-in com as armas descarregadas


ou desmuniciadas (não é necessário acompanhar o desmuniciamento);

 Apresentar no balcão de check-in o formulário de autorização de despacho de arma


de fogo devidamente autorizada pelo órgão responsável e um documento de
identificação do passageiro, com fé pública e validade em todo o território brasileiro.

 O funcionário da GOL, na ausência de sistema informatizado, deve conferir e reter


uma via do formulário de autorização de embarque armado (mínimo de 30 dias) e
outra via deverá seguir junto as armas e munições.

Despacho de Arma de Fogo e Munições em Voos Domésticos -

O passageiro deverá apresentar as armas e munições para despacho embaladas


adequadamente, conforme as seguintes opções:

acondicionadas em cases rígidos que possam ser lacrados;

acondicionadas em embalagens fornecidas pelo operador aéreo; ou

para as armas longas, acondicionadas em embalagem apropriada, fornecida


pelo passageiro, que possa ser lacrada.

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Despacho de Arma de Fogo e Munições em Voos Domésticos -

Preencher NOTOC com nome do passageiro, número de seu assento e localizador.

A GOL deverá negar o despacho de armas e munições que não estejam embaladas
de acordo com o estabelecido.

Despacho de Arma de Fogo e Munições em Voos Domésticos -

O operador aéreo será responsável pela guarda das armas e munições


despachadas desde o recebimento no momento do despacho até a sua
restituição ao passageiro no destino final.

O operador aéreo deverá designar funcionário para conduzir a arma


e munições despachadas de maneira discreta e segura até a
aeronave.

Após entrega da arma e das munições ao funcionário do operador aéreo,


caso a condução destas até a aeronave não possa ser imediata, a arma de
fogo e as munições despachadas deverão permanecer em área de
armazenagem do operador aéreo com acesso controlado

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Despacho de Arma de Fogo e Munições em Voos Domésticos -

Fluxo De Atendimento

PF ou Órgão
Pré Voo Público Balcão
autorizado Conexão Restituição

Check-in confere documento


Cliente Cliente Em voos de Forma discreta e
de identificação com a
preenche comparece à conexão, fora da ARS,
autorização para despacho
formulário de PF para informação preferencialmente
da arma e munição.
autorização validar o segue via em área
Preenche o NOTOC e insere
para despacho QRCODE e Load Sheet controlada
o SSR OBJC com o note
liente
de arma desmuniciar prazo máximo de 1
“arma despachada”. Arma e
(GDAF) em 3 arma. (uma) hora a
munição em embalagens
vias no site da contar do horário
diferentes de OBJC
PF. de calço da
anexado uma autorização
da PF. . aeronave.

Despacho de Arma de Fogo e Munições em Voos Domésticos -

 O colaborador responsável por levar a


arma e munições até a aeronave, deverá
apresentar ao APAC no controle de acesso
de funcionários a credencial aeroportuária
e o formulário de autorização de despacho
de arma de fogo;

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Restituição da arma e munições

1 O Operador Aéreo deve restituir a arma e munições ao passageiro em


prazo máximo de 1 (uma) hora a contar do horário de calço da
aeronave.

2 Informar o local de restituição da arma e munições ao passageiro no


momento do despacho da arma ou a qualquer tempo antes do
desembarque do passageiro.

3 A restituição deverá ser realizada de forma discreta e fora da ARS,


preferencialmente em área controlada, diretamente ao passageiro,
mediante verificação do documento de identidade e do formulário de
autorização de despacho de arma de fogo.

Extravio da arma e munições

• A não restituição de arma ou munição ao


passageiro no prazo de 1 (uma) hora após o
horário de calço da aeronave caracteriza o
extravio.

O Operador Aéreo deverá ressarcir ao


passageiro eventuais despesas decorrentes
do extravio de arma ou munição, conforme
regras estabelecidas na regulamentação.

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Extravio da arma e munições

O Operador Aéreo deverá comunicar a ocorrência, imediatamente, ao passageiro, à PF ou órgão


de segurança pública que a substitua e aos operadores de aeródromo de origem e destino da
arma.

Caso a arma de fogo ou as munições não sejam


devolvidas ao passageiro dentro do prazo de 48
(quarenta e oito) horas, o Operador Aéreo deverá
elaborar Documento de Segurança de Aviação Civil -
DSAC e encaminhá-lo à ANAC, relatando as condições em
que ocorreu o extravio e os procedimentos de
contingência que foram adotados.

PASSAGEIROS SOB CUSTÓDIA

 O transporte aéreo de passageiro, sob condição


judicial e escoltado, deve ser coordenado com
antecedência, entre o órgão policial responsável
pela escolta, a administração aeroportuária, a
empresa aérea e a PF no aeroporto, visando a
estabelecer, de acordo com as necessidades da
escolta, medidas e procedimentos especiais de
segurança, de embarque e desembarque, bem
como de conduta a bordo.

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PASSAGEIROS SOB CUSTÓDIA

Até dois presos, com suas respectivas escoltas, podem ser transportados em uma mesma
aeronave privada.

O comandante da aeronave poderá negar o embarque da pessoa sob custódia ao considerar que
ela representa potencial ameaça à segurança do voo e dos demais passageiros.

PASSAGEIROS SOB CUSTÓDIA

A administração aeroportuária e a PF, em coordenação com a empresa aérea, devem


providenciar esquema discreto para o acesso do preso à aeronave, evitando alarde e
transtorno para os demais passageiros, de acordo com o previsto no PSA e no PSOA.

• A pessoa sob custódia deve:

I. Embarcar antes dos demais passageiros e desembarcar após finalizado o desembarque;

II. Ocupar assento no final da cabine de passageiros, fora das saídas de emergência, em
fileiras com dois ou mais assentos e, no mínimo, com um policial de escolta sentado
entre ela e o corredor de passagem; e

III. Estar sempre acompanhada e mantida sob vigilância, inclusive no uso dos sanitários.

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PASSAGEIROS SOB CUSTÓDIA

 O serviço de bordo da pessoa sob custódia e da escolta não deve conter bebidas alcoólicas nem
utensílios de metal ou facas.

 Policiais armados, em escolta de preso, devem se


reportar à PF no aeroporto, ou, na ausência desta,
comunicar ao órgão de segurança pública
responsável pelas atividades de polícia no

aeroporto.

 A escolta deve ser de conhecimento do comandante da aeronave e dos tripulantes de cabine,


com a indicação dos respectivos assentos.

PASSAGEIROS SOB CUSTÓDIA

 A escolta deve possuir equipamentos de contenção a serem usados, se necessários

(ALGEMAS).

 Sob condições normais, a pessoa sob custódia


não deve ser algemada a nenhuma parte da
aeronave, incluindo assentos e mesas.

 A escolta não pode carregar cassetete, gás lacrimogêneo ou outro gás similar
paralisante, a bordo da aeronave

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PASSAGEIROS INDISCIPLINADOS

Bêbado que foi amarrado na poltrona do avião agrediu passageiros, diz companhia aérea
Icelandair.
UOL, São Paulo 09/01/2013

PASSAGEIROS INDISCIPLINADOS

Não respeita
Não respeita normas
instruções da
de conduta
Empresa Aérea

PNAVSEC

Perturba a ordem Perturba a disciplina

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PASSAGEIRO INDISCIPLINADO

A Empresa Aérea deve

1. Fazer constar no contrato de transporte aéreo a


informação das medidas que serão tomadas pelo
operador aéreo para coibir condutas típicas de
passageiros indisciplinados;

2. Impedir o embarque de passageiro indisciplinado;

3. Desembarcar o passageiro no aeródromo mais


apropriado.

PASSAGEIROS INDISCIPLINADOS

 Na etapa anterior ao embarque, o funcionário envolvido no atendimento do passageiro


deve avaliar a situação e, se necessário, impedir o embarque de cliente quando ficar
caracterizado um comportamento de passageiro indisciplinado que represente um
perigo potencial à segurança do voo.

 A avaliação realizada pelo funcionário inclui ao menos uma


observação das reais condições do passageiro, na tentativa
de identificar a(s) causa(s) do seu comportamento, tais
como, intoxicação química ou sintoma relacionado a algum

tipo de transtorno mental.

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PASSAGEIROS INDISCIPLINADOS
CONTENÇÃO EM 4 PASSOS – RBAC 108

RECUSA DE CONTENÇÃO
EMBARQUE FORÇADA

PASSAGEIRO DESEMBARQUE
ADVERTÊNCIA
INDISCIPLINADO COMPULSÓRIO
VERBAL

PASSAGEIROS INDISCIPLINADOS – RECUSA DE EMBARQUE

NO CHECK IN NA SALA DE EMBARQUE

quando possível inserir no


relato o nome de 2
testemunhas

Recusa de embarque de passageiro


Recusa de embarque de passageiro

Elaborar um Reporte AQD para Acionar o órgão de segurança do


Registrar a ocorrência no sistema de passageiros indisciplinados aeroporto para acompanhar a saída do
reserva (F7) passageiro até uma área pública.

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PASSAGEIROS INDISCIPLINADOS: Contenção Forçada

• Os tripulantes são autorizados a tomar medidas de contenção forçada em relação a uma


pessoa, sem prévia autorização do piloto em comando, quando tenham motivos para crer que
tal ação é imediatamente necessária para proteger a segurança da aeronave em voo ou das
demais pessoas ou bens a bordo.

• GCI – GERENCIAMENTO DE COMPORTAMENTO INCOVENIENTE

• Técnica de contenção baseada em pressão de pontos estratégicos do corpo capazes de


imobilizar o adversário e obter vantagem.

CLIQUE AQUI

PASSAGEIROS INDISCIPLINADOS
DESEMBARQUE COMPULSÓRIO

Após o embarque, o piloto em comando, em coordenação


com os demais integrantes da tripulação, é responsável
por avaliar a necessidade de realizar um desembarque
compulsório de um passageiro, incluindo pouso em
aeródromo apropriado não previsto na rota do voo.

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PASSAGEIROS INDISCIPLINADOS
 No caso de ocorrência de desembarque compulsório ou de
necessidade de contenção de passageiro, o fato é registrado no
diário de bordo da aeronave, com nível de descrição suficiente para
esclarecer as circunstâncias da ocorrência, e ainda, é registrado
junto ao órgão de segurança pública responsável pelas atividades de
polícia no aeródromo.

 No caso da aeronave estar em voo, a ocorrência policial é registrada


no aeródromo do primeiro pouso.

PASSAGEIROS INDISCIPLINADOS

 Quando for necessário, a fim de garantir o cumprimento das

ações de recusa de embarque ou de desembarque

compulsório, o(s) funcionário(s) aciona(m) a PF ou, na sua

ausência, outro órgão de segurança pública responsável pelas

atividades de polícia no aeródromo.

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SEGURANÇA NO EMBARQUE E DESEMBARQUE


DE PASSAGEIROS

A realização da inspeção de segurança da aviação


civil, nos passageiros e em suas bagagens de mão,
é de responsabilidade da administração
aeroportuária, sob supervisão da PF, com o
propósito de prevenir que armas, explosivos,
artefatos QBRN ou substâncias e materiais
proibidos sejam introduzidos a bordo de
aeronave.

SEGURANÇA NO EMBARQUE E DESEMBARQUE


DE PASSAGEIROS

 Os passageiros e suas bagagens de mão devem


ser inspecionados antes do acesso a aeronave
ou a ARS, conforme atos normativos da ANAC.

 Medidas de segurança serão aplicadas para


garantir a separação, no tempo e no espaço,
dos fluxos de embarque e desembarque de
pessoas inspecionadas e não inspecionadas.

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SEGURANÇA NO EMBARQUE E DESEMBARQUE


DE PASSAGEIROS

 O passageiro e seus pertences anteriormente


inspecionados, quando em contato com outras pessoas
que não tenham sido submetidas ao controle de
segurança, devem ser inspecionados novamente antes
de seu embarque na aeronave.

SEGURANÇA NO EMBARQUE E DESEMBARQUE DE PASSAGEIROS

 Quando ocorrer o desembarque de passageiros provenientes de


aeroporto desprovido de inspeção, deverá ser realizada vistoria
pela administração aeroportuária, com supervisão da PF, entre o
ponto de inspeção e a porta da aeronave antes que se inicie
processo de embarque por esse setor.

 A aeronave será submetida à varredura quando da ocorrência


de embarque de pessoa que tenha estabelecido contato com
outra não inspecionada ou que tenha embarcado
indevidamente.

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ROTEIRO

• Fundamentação legal;
• Passageiros Armados e Transporte de Armas;
• Passageiros sob custódia;
• Passageiros indisciplinados;
• Segurança no embarque e desembarque de passageiros;

OBJETIVO

• Identificar os procedimentos para


passageiros armados, transporte de armas e
passageiros sob custódia.
• Listar as ações a serem adotadas diante de
passageiros indisciplinados.

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• “ Exija muito de ti e espere pouco dos outros.


Assim, evitarás muitos aborrecimentos.”
• Confúcio

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QR CODE AVSEC AV. MÓDULAR (BÁSICO e OPERADOR AÉREO)

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CURSO BÁSICO AVSEC


Gerência de Continuidade do
Negócio e Promoção da Segurança -
2020

REVISÃO 06 – 10/08/2020
André Rodrigues de Souza
Borges
CPF: 08046294713

MÓDULO 8Noç
Noções Básicas das Medidas de Segurança Relativas
à Aeronave no solo Medidas de Segurança

Relativas à Aeronave no Solo


Básicas das Medidas de Segurança

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Avião é evacuado no Galeão após suspeita de bomba


Polícia Federal fez inspeção em aeronave que seguia para a Colômbia

Passageiros foram retirados de um avião no Aeroporto


Internacional Tom Jobim, o Galeão, na manhã desta
quinta-feira (29), para uma inspeção da Polícia Federal
devido a uma suspeita de bomba. Segundo o RioGaleão, o
voo 260 da Avianca, com destino à Colômbia, foi
esvaziado de acordo com protocolos internacionais de
segurança, mas o objeto encontrado pela Polícia Federal
não oferecia risco.

O esquadrão antibombas foi acionado e um robô ajudou a


retirar o objeto que estava dentro da aeronave. De
acordo com a Avianca, o objeto se tratava
"aparentemente" de uma bateria de lítio. Os passageiros
só embarcaram em um novo voo às 13h15.

https://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/aviao-e-evacuado-no-galeao-apos-
suspeita-de-bomba-29092016

OBJETIVO

• Relacionar os procedimentos adequados


para garantir a segurança da aeronave
em solo.

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ROTEIRO

• Fundamentação legal;
• Proteção da aeronave em operação e fora de operação;
• Procedimentos de verificação e inspeção de segurança da aeronave;
• Procedimentos em caso de objetos suspeitos encontrados;
• Documentos que compõem o Despacho AVSEC do voo;
• Recebimento e inspeção de Serviços e Provisões de bordo;
• Procedimentos para voos sob elevado nível de ameaça.

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

• OACI - Anexo 17 - 10ª Edição – Salvaguarda da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita;
• DOC 8973 – Manual de Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita;
• DECRETO 7.168 – PNAVSEC – Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de
Interferência Ilícita;
• RBAC 107-002 – Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador de
Aeródromo;
• RBAC 108-002 - Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador
Aéreo.
• IS 108-001C Instrução Suplementar

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PROTEÇÃO DA AERONAVE EM OPERAÇÃO

No caso de aeronaves estacionadas e em operação, o operador aéreo deve garantir a vigilância


constante da aeronave, incluindo:

1. A identificação de cada pessoa que se aproxime ou embarque na aeronave e a verificação da


necessidade de sua presença;

2. A verificação e inspeção manual de


qualquer material de serviço levado a
bordo ou suprimentos de aviação que
serão transportados pela aeronave;

PROTEÇÃO DA AERONAVE FORA DE OPERAÇÃO

Na aeronave que não estiver em serviço, o operador aéreo deve:

1. Manter a aeronave desacoplada de escadas e/ou pontes de embarque e, ainda,


trancada e lacrada ou sob constante vigilância;

2. No caso de não haver vigilância, os trens de pouso e demais pontos de acesso de


aeronave que necessitem permanecer abertos, como, por exemplo, os acessos ao
motor e os painéis de inspeção, devem ser protegidos com coberturas especiais ou
inspecionados visualmente antes da operação da aeronave;

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PROTEÇÃO DA AERONAVE FORA DE OPERAÇÃO

3. Para a aeronave que estiver em manutenção


(mesmo fora de hangar), o operador aéreo
deve atribuir responsabilidades ao pessoal de
manutenção, com o objetivo de evitar o
acesso de pessoa não autorizada na
aeronave.

PROTEÇÃO DA AERONAVE FORA DE OPERAÇÃO

4. Em caso de dúvida ou suspeita na identificação de pessoas que se aproximem ou


embarquem na aeronave, o operador aéreo deve acionar o setor de segurança do aeródromo
e a PF ou, na sua ausência, o órgão de segurança pública responsável pelas atividades de
polícia no aeródromo

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CONTROLE DE ACESSO À AERONAVE

 Após a esterilização da aeronave por procedimento de


inspeção ou verificação, o acesso de pessoas deve ocorrer
somente mediante inspeção por meio de detector de
metais, excetuando-se tripulantes e passageiros do voo.

 O acesso à aeronave a partir do início do processo de


inspeção ou verificação de segurança até o fechamento das
portas da aeronave deve ser controlado e registrado por
meio de uma ficha de controle de acesso à aeronave.

Conforme Apêndice A do RBAC 108, os procedimentos descritos acima, não são


aplicáveis em operações de voos domésticos.

CONTROLE DE ACESSO À AERONAVE

 Em caso de dúvidas ou suspeitas durante a atividade de Controle de Acesso à


Aeronave, o funcionário aciona o setor de segurança do aeródromo e, se necessário,
a PF ou outro órgão de segurança pública responsável pelas atividades de polícia no
aeródromo, para a adoção das medidas necessárias.

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Proteção da aeronave em operação

O operador aéreo deve supervisionar, sob a ótica da AVSEC, as atividades de limpeza,


abastecimento, manutenção e carregamento da aeronave.

PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO DE SEGURANÇA DA AERONAVE

CONCEITO DE VERIFICAÇÃO DE SEGURANÇA DA AERONAVE:

Inspeção de aeronave para busca e detecção


de armas, artefatos explosivos, substâncias
nocivas ou outros dispositivos que possam ser
utilizados para cometer atos de interferência
ilícita contra a aviação civil.

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PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO DE SEGURANÇA DA AERONAVE

Quando devemos fazer a


verificação de segurança
na aeronave?

O operador aéreo deve executar a verificação de segurança da


aeronave previamente a todos os voos internacionais OU em
situação âmbar ou vermelha em que não se realize a inspeção
de segurança da aeronave.

PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO DE SEGURANÇA DA AERONAVE

O operador aéreo deve desenvolver uma lista de verificação


(check-list) para a atividade de verificação da aeronave, de
acordo com cada tipo de aeronave em serviço, deve ser
conduzida por funcionário (s) que possuem conhecimento
amplo e adequado das características fisicas e especificidades
da aeronave , fornecido por meio de apresentação de
aeronaves de inspeção e verificação.

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PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO DE SEGURANÇA DA


AERONAVE

Na verificação de segurança da aeronave os funcionários examinam as seguintes áreas na cabine


da aeronave:

1. Compartimento de bagagem acima e abaixo dos assentos;


2. Vestiários, lavatórios e compartimentos de provisões (galleys);
3. Compartimento de armazenagem e lixeiras;
4. Áreas de descanso da tripulação;
5. Outros compartimentos na cabine de passageiros e na cabine de tripulação, como bolsos de
poltronas e porta-objetos.

PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO DE SEGURANÇA DA


AERONAVE

O operador aéreo deve garantir a retirada da bagagem de mão e


pertences abandonados por passageiro que desembarcar em uma escala e
submetê-los aos controles de segurança.

A tripulação orienta os passageiros que se encontram em seu destino final


a levar todos as suas bagagens de mão e pertences que estejam a bordo.

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PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO DE SEGURANÇA DA


AERONAVE

Após o desembarque dos passageiros que se encontrem em seu


destino final, a tripulação informa aos passageiros que permaneçam
sentados próximos a seus pertences e realiza uma reconciliação de
cada bagagem e pertences de mão com os passageiros em trânsito.

PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO DE SEGURANÇA DA


AERONAVE

• Caso seja encontrado algum volume cujo o passageiro não esteja a bordo, a tripulação
realiza uma inspeção manual, e, se caracterizado como objeto suspeito, aciona o plano de
contingência do operador aéreo.

• No caso de identificação de algum objeto proibido ou bagagem não reconciliada, que não
apresente risco de dano iminente, o objeto é retido pelo operador aéreo.

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PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA DA


AERONAVE

CONCEITO DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA DA AERONAVE

• Inspeção completa do interior e exterior da aeronave com o objetivo de encontrar objetos


suspeitos, armas, explosivos, ou outros dispositivos, artigos ou substâncias perigosas.

PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA DA


AERONAVE

Quando deve ser


feito uma inspeção
de segurança?

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PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA DA AERONAVE

O operador aéreo deve executar a inspeção de segurança da


aeronave nas seguintes situações:

1. A aeronave passar por atividade de manutenção fora do


pátio de aeronaves situado em ARS;

2. A aeronave ficar fora de operação por um período


superior a 6 (seis) horas, considerando o horário de calço
e descalço da aeronave;

3. Houver suspeita da ocorrência de acesso indevido à


aeronave;
4. For constatada a violação de lacres.

PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA DA


AERONAVE
O operador aéreo deve desenvolver uma lista de inspeção (check-list) para a atividade de
inspeção da aeronave, de acordo com cada tipo de aeronave em serviço.

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PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA DA AERONAVE

Na inspeção de segurança da aeronave, os funcionários examinam cuidadosamente, além


das áreas indicadas na Verificação se Segurança, todas as seguintes:

a) Região sob os assentos removíveis;

b) Coletes salva-vidas sob os assentos (se forem lacrados, inspeciona-se a integridade


do lacre);

c) Porão da aeronave e áreas adjacentes; e

d) Painéis de serviço da aeronave, áreas dos trens de pouso e compartimentos de


serviço.

PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA DA AERONAVE

A inspeção é conduzida por funcionários que possuem conhecimento amplo e adequado das
características físicas e especificidades da aeronave.

Realiza-se a inspeção de segurança:

a. Somente após o término das atividades dos profissionais de limpeza e demais provedores de
serviço da aeronave;

b. Sob iluminação adequada, sendo utilizadas fontes de energia auxiliares na aeronave ou no


solo, quando necessário;

c. Sem a presença de nenhum passageiro;

d. Evitando a presença de outras pessoas não envolvidas na atividade.

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PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA DA


AERONAVE
 Todas as portas de acesso, escotilhas, dutos e portas de serviço devem ser abertas para
permitir o exame de todas as áreas.

 Após a conclusão do exame, deve-se assegurar que todas as portas sejam fechadas.

LOCAIS VERIFICADOS

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LOCAIS VERIFICADOS

LOCAIS VERIFICADOS

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LOCAIS VERIFICADOS

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LOCAIS VERIFICADOS

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LOCAIS VERIFICADOS

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LOCAIS VERIFICADOS

LOCAIS VERIFICADOS

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LOCAIS VERIFICADOS

LOCAIS VERIFICADOS

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LOCAIS VERIFICADOS

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LOCAIS VERIFICADOS

LOCAIS VERIFICADOS
Os painéis de acesso, que não estejam lacrados, devem ser abertos e inspecionados novamente.

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LOCAIS VERIFICADOS

MÉTODO DE INSPEÇÃO OU VERIFICAÇÃO DE SEGURANÇA


DE AERONAVE

A Inspeção e Verificação de segurança da aeronave, passa por todas as áreas mencionadas


seguindo uma sequência lógica, tal como:

I. Da cabine de comando até o final da aeronave;


II. De pontos elevados para pontos inferiores;
III. Do andar superior para o inferior, etc.

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PROCEDIMENTOS EM CASO DE OBJETOS SUSPEITOS


ENCONTRADOS

O que fazer na identificação de


algo suspeito?

 No caso de identificação de algum objeto suspeito, o funcionário aciona o plano de


contingência do operador aéreo.

PROCEDIMENTOS EM CASO DE OBJETOS SUSPEITOS


ENCONTRADOS

O que fazer na identificação de


algo proibido somente?

 O caso de identificação de algum objeto proibido que não apresente risco de dano
iminente, o objeto é retido pelo operador aéreo e armazenado.

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DOCUMENTOS QUE COMPÕE O DESPACHO AVSEC DO VOO

Ei, você aí.. Já ouviu falar em


despacho avsec?

DOCUMENTOS QUE COMPÕE O DESPACHO AVSEC DO VOO

 O Despacho AVSEC do voo é um pacote documentos que comprovam a realização das


atividades AVSEC necessárias para o voo.

 Os formulários do Despacho AVSEC são assinados pelo funcionário que providenciou o


preenchimento do documento, sendo armazenados no arquivo local do operador
aéreo para eventuais verificações, pelo período mínimo de 30 (trinta) dias.

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DOCUMENTOS QUE COMPÕE O DESPACHO AVSEC DO


VOO

 Funcionário responsável pelo Despacho


AVSEC do voo notifica verbalmente o
comandante da aeronave que os
procedimentos de segurança foram
realizados.

DOCUMENTOS QUE COMPÕE O DESPACHO AVSEC DO VOO

Deve conter os seguintes formulários, quando aplicáveis para o voo:

1) Formulário de Controle de Acesso à Aeronave;

2) Formulário de Verificação de Segurança da Aeronave;

3) Formulário de Inspeção de Segurança da Aeronave;

4) Formulário de Controle de Bagagens Embarcadas;

5) Formulário de Localização de Bagagens;

6) Formulário de Controle de Provisões Embarcadas;

7) Relatório de impedimento de embarque de passageiro indisciplinado.

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RECEBIMENTO DE SERVIÇOS E PROVISÕES DE BORDO

 O operador aéreo deve garantir que as provisões de bordo e de serviço de bordo a


serem embarcados estejam corretamente destinadas àquela aeronave e que não
tenham sido violados.

 Quando da chegada das provisões na área de estacionamento da aeronave, um


funcionário do operador aéreo verifica se o veículo está lacrado, anota o número no
Formulário de Controle de Provisões Embarcadas e compara-o com a numeração pré-
informada pelo fornecedor.

RECEBIMENTO DE SERVIÇOS E PROVISÕES DE


BORDO

 Em seguida à abertura do veículo, o


funcionário faz uma inspeção visual no
interior do compartimento de carga do
veículo, garantindo que não há nenhum
outro objeto ou material além dos trolleys
e eventuais materiais de serviço já
esperados.

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RECEBIMENTO DE SERVIÇOS E PROVISÕES DE BORDO

 Caso o funcionário identifique algum recipiente violado, este é mantido dentro do


veículo e faz-se uma inspeção visual. Se julgar necessário, o funcionário aciona o
plano de contingência do operador aéreo.

RECEBIMENTO DE SERVIÇOS E PROVISÕES DE BORDO

 Todo material entregue na aeronave é conferido pelo Chefe de Cabine, que é


responsável pela verificação das provisões e serviços de bordo efetivamente
embarcados, bem como de sua respectiva documentação.

 O Chefe de Cabine realiza a conferência


detalhada do material recebido, no que se
refere à quantidade de itens, lacres e
conteúdos.

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INSPEÇÃO DE PROVISÕES DE BORDO

 Após as provisões de bordo serem identificadas e aceitas por funcionário(s) do operador


aéreo, elas são submetidas à inspeção de segurança para acesso à ARS, e, quando
liberadas, direcionadas para o embarque na aeronave, sob constante vigilância de
funcionário(s) do operador aéreo.

 O operador aéreo pode garantir a realização do procedimento descrito acima através de


inspeções de Security realizadas periodicamente na empresa de provisões de bordo e
através de cláusulas contratuais.

INSPEÇÃO DE PROVISÕES DE BORDO

Conforme definido no PNAVSEC, entende-se por provisões de bordo todos os itens, exceto
alimentação, associados ao serviço de bordo, como jornais, revistas, fones de ouvido,
travesseiros, cobertores, kits de amenidades e outros itens similares.

O operador aéreo deve garantir a realização da inspeção das provisões de bordo antes de
serem embarcadas na aeronave.

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PROCEDIMENTOS PARA VOOS SOB ELEVADO NÍVEL DE


AMEAÇA

 O Operador Aéreo disponibiliza um funcionário orgânico em caso de voo sob elevado

nível de ameaça para identificar e aceitar as provisões de bordo a serem embarcadas

na aeronave após inspeção de segurança;

 Em tais casos, além da inspeção de segurança para acesso à ARS, as provisões de

bordo permanecem sob constante vigilância de funcionários do Operador Aéreo e

passam por nova inspeção antes do embarque na aeronave.

ROTEIRO
• Fundamentação legal;
• Proteção da aeronave em operação e fora de operação;
• Procedimentos de verificação e inspeção de segurança da aeronave;
• Procedimentos em caso de objetos suspeitos encontrados;
• Documentos que compõem o Despacho AVSEC do voo;
• Recebimento e inspeção de Serviços e Provisões de bordo;
• Procedimentos para voos sob elevado nível de ameaça.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

OBJETIVO

• Relacionar os procedimentos adequados


para garantir a segurança da aeronave
em solo.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

A SEGURANÇA DA AERONAVE É RESPONSABILIDADE DO


OPERADOR AÉREO, CUJOS PROCEDIMENTOS DE PROTEÇÃO
DEVEM CONSTAR EM SEU PSOA, EM COORDENAÇÃO COM O PSA.

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QR CODE AVSEC AV. MÓDULAR (BÁSICO e OPERADOR AÉREO)

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MÓDULO 9
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CURSO BÁSICO AVSEC


Gerência de Continuidade do Negócio e
Promoção da Segurança - 2020

REVISÃO 06– 10/08/2020


Instrutor: André Rodrigues de Souza Borges
CPF: 08046294713

MÓDULO 9
Noções Básicas das Medidas de Segurança Relativas à
Carga, ao Correio e a Outros Itens

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DISPOSITIVO EXPLOSIVO DA FEDEX


Bomba encontrada dentro de carga despachada para a FEDEX 29/10/2010.

Pacotes vindos do Iêmen representam "ameaça terrorista real“


http://m.folha.uol.com.br/mundo/2010/10/822767-pacotes-vindos-do-iemen-representam-ameaca-terrorista-real-aos-eua-diz-
obama.shtml

OBJETIVO
Citar os conceitos relacionados à Carga e
Correio.

Relacionar os procedimentos de segurança


aplicados no manuseio de Carga e Correio.

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ROTEIRO
• Fundamentação legal.
• Conceito de cadeia segura da carga: agente de carga acreditado e expedidor reconhecido.
• Controle de acesso no Terminal de Cargas.
• Identificação e aceitação da carga e correio.
• Armazenamento, transporte e carregamento da carga e correio.
• Princípios básicos da inspeção da carga e correio.
• Procedimentos em caso de carga e correio suspeitos.
• Procedimentos em caso de artigos perigosos e produtos controlados.
• Transporte aéreo de valores.
• Materiais e correspondências do operador aéreo (COMAT e COMAIL).
• Segurança da produção, armazenamento e fornecimento de provisões de serviço de bordo.
• Inspeção de provisões de bordo.

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

• OACI - Anexo 17 - 11ª Edição – Salvaguarda da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita;
• DOC 8973 – Manual de Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita;
• DECRETO 7.168 – PNAVSEC – Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência
Ilícita;
• RBAC 107-002 – Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador de Aeródromo;
• RBAC 108-002 - Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador Aéreo.
• IS 108-001C Instrução Suplementar

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CONCEITO DE CADEIA SEGURA DA CARGA: Agente de


Carga Acreditado e Expedidor Reconhecido

O conceito de cadeia segura da carga, consiste


em garantir que todo o processo logístico seja
controlado, desde o exportador-fabricante até o
produto chegar à aeronave. Na prática, a carga
passará por uma cadeia segura antes de chegar
ao aeroporto. Isso dispensa a necessidade de
inspeção no terminal e gera eficiência e redução
de custos.

CONCEITO DE CADEIA SEGURA DA CARGA: Agente de Carga


Acreditado e Expedidor Reconhecido

Remessas
preparadas por
funcionários
confiáveis e sob
medidas de
segurança

Protegidas contra
Autoriza a abertura
violação durante DECLARAÇÃO
de remessas de
armazenamento, DO EXPEDIDOR
carga por razão de
embarque e RECONHECIDO
segurança
transporte

Remessa não
contem nenhum
objeto proibido ou
artigo perigoso.

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CONCEITO DE CADEIA SEGURA DA CARGA: Agente de Carga


Acreditado e Expedidor Reconhecido

Além dos compromissos presentes na Declaração de Segurança da Carga, o documento


contém:

a) A identificação do expedidor reconhecido, expedidor acreditado ou agente de carga


aérea acreditado;

b) A descrição do conteúdo da remessa;

c) A origem dos conteúdos e o destino do envio, em relação ao declarante; e

d) Assinatura do representante da empresa responsável pela custódia declarada.

CONCEITO DE CADEIA SEGURA DA CARGA: Agente de


Carga Acreditado e Expedidor Reconhecido
 Para inclusão de expedidor no cadastro de expedidores reconhecidos do operador
aéreo, uma equipe de funcionários realiza uma auditoria AVSEC nas instalações do
expedidor, com a finalidade de atestar a aplicação de controles de segurança durante
as fases de produção, armazenagem e transporte dos volumes até as instalações do
operador aéreo.

 O Programa de Qualidade AVSEC do operador aéreo prevê a realização de auditorias e


testes AVSEC nas instalações dos expedidores reconhecidos, nos seguintes termos:

a) auditoria AVSEC periódica a cada 2 (dois ) anos; e

b) teste AVSEC anual.

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CONCEITO DE CADEIA SEGURA DA CARGA: Agente de Carga


Acreditado e Expedidor Reconhecido
• O operador de aeródromo deve estabelecer e implantar o zoneamento de segurança
do terminal de carga, demarcando-o em plantas da edificação do terminal, de forma
que permita a interpretação clara das áreas.

CONTROLE DE ACESSO AO TERMINAL DE CARGAS

Todas as pessoas que têm acesso ao TECA devem estar devidamente credenciadas ou
autorizadas.

 No interior do armazém e no lado ar deve haver controles monitorados por CFTV –


Circuito Fechado de TV.

 O lado ar do TECA deve estar bem


definido, tendo o seu controle de acesso
de pessoal realizado em conformidade
com os padrões estipulados na RBAC 107.

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CONTROLE DE ACESSO AO TERMINAL DE CARGAS

As instalações utilizadas para recebimento, armazenagem e despacho de carga aérea


devem ser protegidas contra o acesso não autorizado, bem como devem ser implantadas
barreiras de segurança separando o lado ar do lado terra.

CONTROLE DE ACESSO AO TERMINAL DE CARGAS

A movimentação no interior do
armazém e no lado ar do TECA deve
ser supervisionada por CFTV – Circuito
Fechado de TV – e por Agentes de
Proteção.

Na área destinada ao depósito de carga,


só será permitida a presença de pessoas
envolvidas nas tarefas de controle,
proteção e manuseio dos bens
armazenados

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CONTROLE DE ACESSO AO TERMINAL DE CARGAS

ZONEAMENTO DE
SEGURANÇA

IDENTIFICAÇÃO E ACEITAÇÃO DA CARGA CORREIO

O operador aéreo deve garantir que sejam aceitos para despacho e transporte apenas a
carga ou correio proveniente de:

EXPEDIDOR RECONHECIDO EXPEDIDOR DESCONHECIDO


OU OU
AGENTE DE CARGA AÉREA AGENTE DE CARGA AÉREA NÃO
ACREDITADO ACREDITADO

CARGA CONHECIDA CARGA


DESCONHECIDA

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IDENTIFICAÇÃO E ACEITAÇÃO DA CARGA E CORREIO

Operador aéreo processa os volumes recebidos através de fluxos segregados.


Autoriza abertura de remessas de volumes por segurança.
Novos itens na Declaração de segurança da carga, tais como: identificação do expedidor
reconhecido, acreditado ou agente de carga aérea acreditado, descrição do conteúdo da
remessa, origem do conteúdo/origem do conteúdo e destino de envio em relação ao
declarante
e assinatura do representante da empresa responsável pela custódia declarada.

IDENTIFICAÇÃO E ACEITAÇÃO DA CARGA CORREIO

• O operador aéreo pode certificar pessoa jurídica como expedidor reconhecido, por
meio de- processo de aprovação do Programa de Segurança do Expedidor Reconhecido
(PSER), que inclua avaliação presencial das seguintes medidas: segurança aplicada às
áreas e instalações; segurança aplicada às pessoas; e segurança aplicada à carga.

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IDENTIFICAÇÃO E ACEITAÇÃO DA CARGA CORREIO

• O volume aceito como carga desconhecida pode ser reclassificado como carga
conhecida
- após a aplicação de inspeção de segurança.

• Processar os volumes recebidos através de fluxos segregados, em função da sua


caracterização como carga conhecida, carga desconhecida ou carga de alto risco,
evitando a contaminação dos volumes de carga; e

IDENTIFICAÇÃO E ACEITAÇÃO DA CARGA CORREIO

• O expedidor é considerado como reconhecido mediante ratificação da ANAC da realização de


sua certificação
- e registro pelo operador aéreo.

• O operador aéreo deve manter a ANAC atualizada sobre a certificação e o cumprimento do


PSER de cada expedidor reconhecido.

• O operador aéreo deve realizar auditorias e testes no expedidor reconhecido, atendendo à


frequência determinada em seu Programa de Controle de Qualidade AVSEC (PCQ) em função
de avaliação de risco, que respeite a frequência mínima de uma auditoria a cada 2 (dois)
anos e um teste anual.

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IDENTIFICAÇÃO E ACEITAÇÃO DA CARGA CORREIO

• A manutenção da condição do expedidor como reconhecido é vinculada à apresentação à


-
ANAC, quando solicitado, dos relatórios de testes e auditorias nos prazos estipulados no PCQ,
e ao cumprimento do seu PSER.

• Devem constar no PSOA e no PSER os critérios de desqualificação do expedidor como


reconhecido, incluindo os casos de descumprimento reincidente do PSER e identificação de
grave vulnerabilidade, os quais devem ser comunicados à ANAC pelo operador aéreo quando
verificados.

ARMAZENAMENTO, TRANSPORTE E CARREGAMENTO DA


CARGA E CORREIO
Garantir que sejam armazenados e despachados em ambiente seguro:

 Portas ou acessos trancados quando fora de uso ou


sem vigilância constante;

 Acessos equipados com dispositivos de detecção de


intrusos;

 Portões de acessos de veículos controlado e


restrito somente a veículos;

 Acessos de pessoas e veículos com total controle


de entradas e saídas;

 Avisos alertando sobre declaração de objetos


perigosos contidos numa remessa.

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ARMAZENAMENTO, TRANSPORTE E CARREGAMENTO DA


CARGA E CORREIO
Garantir que não sofram interferência indevida desde a retirada do armazém até o
carregamento na aeronave:

 Inspeção visual contra violação;

 Identificação do veículo;

 Identificação do condutor do veículo através de


credencial válida;
 Inspeção do compartimento de carga do veículo;

PRINCÍPIO BÁSICO DA INSPEÇÃO DA CARGA E CORREIO

CARGA E CORREIO
INSPEÇÃO OBRIGATÓRIA
DESCONHECIDOS

A quantidade de carga ou correio que


CARGA E CORREIO deve ser inspecionada será
CONHECIDOS determinada pela ANAC e informada
através de DAVSEC.

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PRINCÍPIO BÁSICO DA INSPEÇÃO DA CARGA E


CORREIO

 Quando submetida a controle de segurança


equivalente no aeródromo de origem não
necessita ser novamente inspecionada no
aeródromo de trânsito ou conexão.
 Quando os controles de segurança são aplicados
em instalações próprias, o operador aéreo deve
adquirir e manter os equipamentos destinados à
inspeção, em conformidade com os requisitos
estabelecidos pela ANAC.

PRINCÍPIO BÁSICO DA INSPEÇÃO DA CARGA E


CORREIO
• Em voos internacionais, toda carga e mala postal não classificada como carga conhecida, e a
carga e mala postal classificada como carga de alto risco devem ser submetidas à inspeção de
segurança.

• A inspeção de segurança da carga e mala postal deve considerar o uso do método adequado à
natureza de cada remessa.

• A carga ou mala postal conhecida deve ser submetida, de forma aleatória, ao processo de
inspeção de segurança.

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PRINCÍPIO BÁSICO DA INSPEÇÃO DA CARGA E


CORREIO

• Carga ou mala postal classificados como de alto risco devem ser submetidas a uma inspeção
de segurança secundária, através de método adequado à natureza da remessa, suficiente
para mitigar a ameaça relacionada, podendo utilizar tecnologias diferentes de inspeção de
segurança.

• Se após a inspeção de segurança secundária a dúvida com relação ao conteúdo se mantiver, a


remessa deve ser considerada suspeita.

PRINCÍPIO BÁSICO DA INSPEÇÃO DA CARGA E CORREIO

• Proteção da carga e mala postal em trânsito ou em transferência;

• Inspeciona todos os volumes de alto risco;

• Aplicação da inspeção de segurança de carga e mala postal em caso de volume tenha ficado
sem proteção em solo após sua aceitação.

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Proteção de cargas em trânsito ou transferência

Os volumes de carga e mala postal em trânsito ou


transferência para voos internacionais são protegidos e
quando não classificados como de alto risco, são isentos
de inspeção quando estiverem acompanhados de
Declaração de Segurança emitida pelo operador aéreo ou
pela autoridade de aviação civil do Estado de origem,
confirmando que essa carga foi objeto de inspeção na
origem ou fez parte de uma cadeia segura da carga.

PRINCÍPIO BÁSICO DA INSPEÇÃO DA CARGA E CORREIO

O operador aéreo realiza a inspeção do volume utilizando uma das formas listadas abaixo, que
possa ser aplicada de forma eficaz, dependendo da característica do conteúdo do volume descrito:

Inspeção manual, por meio de acesso Inspeção com equipamento de Raio X


ao conteúdo da carga; convencional;

Inspeção com equipamento de Inspeção com detector de Metais


EDS(Detector de explosivos); (apenas para cargas orgânicas);

Inspeção com Detector de Traços Inspeção com Cães farejadores de


Explosivos (ETD); explosivos.

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PROCEDIMENTOS EM CASO DE CARGA E CORREIO SUSPEITOS

Devem ser tratados como SUSPEITO qualquer volume que é


encontrado e apresente as seguintes características:

a. Não tenha identificação adequada;

b. Abandonados ou que não seja possível identificar um


responsável;

c. Apresente indícios de violados;

d. Que apresentem ruído ou exale odor forte; ou com sinais


de vazamento de substância líquida, sólida ou gasosa não
identificável;

PROCEDIMENTOS EM CASO DE CARGA E CORREIO


SUSPEITOS

O Operador Aéreo deve recusar o embarque,


manter a carga e o correio suspeitos isolados e
acionar o seu plano de contingência.

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PROCEDIMENTOS EM CASO DE ARTIGOS PERIGOSOS E PRODUTOS


CONTROLADOS

Garantir que o transporte siga a regulamentação, assegurando a devida identificação e segregação


dos demais volumes a fim de impossibilitar o uso intencional desses objetos em atos de interferência
ilícita.

RBAC 175

TRANSPORTE AÉREO DE VALORES

 O operador de aeródromo elabora um Plano de Transporte Aéreo de Valores – PSTAV visando


à segurança dos passageiros, tripulantes e funcionários durante as operações de embarque
e desembarque de valores.

 A aprovação do PSTAV e a discussão de assunto relacionado aos procedimentos utilizados na


operação de transporte de valores no aeródromo são realizadas em reunião extraordinária
da CSA, com participação restrita aos participantes destas operações, tais como, os órgãos
de segurança pública competentes, operadores aéreos e empresas de segurança privada de
transporte de valores.

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TRANSPORTE AÉREO DE VALORES

Comunicação restrita a funcionários Conhecimento Aéreo e Formulário De


envolvidos na operação Declaração De Transporte Aéreo De Valores

PSTAV

Formulário De Declaração De Transporte


Aéreo De Valores :
Conhecimento aéreo:
Descrição específica da natureza e
Valores ou Bens de alto valor agregado. quantidade;
SIGILOSO

TRANSPORTE AÉREO DE VALORES

DINHEIRO PODE???

NÃO É PERMITIDO o transporte aéreo de valores sob a forma de moeda nacional


ou estrangeira nas operações com origem em aeródromo brasileiro em aeronaves
de passageiros.

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TRANSPORTE AÉREO DE VALORES

Nas operações domésticas, o transporte aéreo de valores será permitido sob a forma
dos seguintes itens, sem que exceda o valor equivalente a R$ 630.000,00 (seiscentos e
trinta mil reais)

Vale Refeição E
Ouro
Título Ao Vale Transporte Gemas
Portador Coloridas

Cheque De Diamantes
Viagem E Joias

Prata, Platina e
Cartões R$ 630.000,00 Outros Metais
Telefônicos
Preciosos

MATERIAIS E CORRESPONDENCIAS DO OPERADOR


AÉREO (COMAT E COMAIL)

• Os materiais e correspondências do próprio operador aéreo


devem ser submetidos aos mesmos controles de segurança
aplicados à carga e ao correio.
• O operador aéreo trata os materiais e correspondências
próprios que precisam ser transportados entre suas
próprias bases operacionais como carga conhecida,
aplicando os controles de segurança nos processos de
aceitação, proteção, armazenamento, movimentação,
transporte e carregamento na aeronave.

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MATERIAIS E CORRESPONDENCIAS DO OPERADOR AÉREO


( (COMAT E COMAIL)

• Aplica-se a inspeção de segurança no


conteúdo do COMAT e COMAIL, caso o volume
tenha ficado sem proteção em solo e/ou não
seja possível garantir sua isenção de objetos
que possam comprometer a segurança da
aviação civil.

Segurança Na Produção, Armazenamento E Fornecimento


De Provisões De Serviço De Bordo

O operador aéreo deve garantir que nas atividades de produção, armazenamento e


transporte de provisões de bordo e de serviço de bordo sejam aplicados controles de
segurança que evitem a introdução de armas, explosivos, artefatos QBRN ou substâncias
e materiais proibidos em alguma dessas fases.

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Segurança Na Produção, Armazenamento E


Fornecimento De Provisões De Serviço De Bordo

 Como condição prévia para contratação de


empresa de comissaria, o Responsável Nacional
pela AVSEC do operador aéreo verifica a existência
de plano de segurança do fornecedor, que atenda
aos requisitos do RBAC 108 e esteja devidamente
aprovado pelo operador do aeródromo.

Segurança Na Produção, Armazenamento E Fornecimento De


Provisões De Serviço De Bordo

 Adicionalmente, a equipe de Controle de


Qualidade do operador aéreo realiza uma
auditoria AVSEC nas instalações do fornecedor,
com a finalidade de atestar a aplicação de
controles de segurança durante as fases de
produção, armazenagem e transporte das
provisões do local de preparação até a aeronave.

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Segurança Na Produção, Armazenamento E Fornecimento De


Provisões De Serviço De Bordo

O Programa de Qualidade AVSEC do operador aéreo prevê a realização de auditorias e


inspeções AVSEC nas instalações do(s) fornecedor(es), nos seguintes termos:

a) Auditoria AVSEC inicial, antes da contratação;

b) Auditoria AVSEC periódica a cada 2 (dois) anos;

c) Inspeção AVSEC periódica semestral; e

d) Inspeção AVSEC especial, quando julgar necessário.

INSPEÇÃO DE PROVISÕES DE BORDO

 Após as provisões de bordo serem identificadas e


aceitas por funcionário do operador aéreo, elas são
submetidas à inspeção de segurança para acesso à
ARS, e, quando liberadas, direcionadas para o
embarque na aeronave, sob constante vigilância de
funcionário do operador aéreo.

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ROTEIRO
• Fundamentação legal.
• Conceito de cadeia segura da carga: agente de carga acreditado e expedidor reconhecido.
• Controle de acesso no Terminal de Cargas.
• Identificação e aceitação da carga e correio.
• Armazenamento, transporte e carregamento da carga e correio.
• Princípios básicos da inspeção da carga e correio.
• Procedimentos em caso de carga e correio suspeitos.
• Procedimentos em caso de artigos perigosos e produtos controlados.
• Transporte aéreo de valores.
• Materiais e correspondências do operador aéreo (COMAT e COMAIL).
• Segurança da produção, armazenamento e fornecimento de provisões de serviço de bordo.
• Inspeção de provisões de bordo.

OBJETIVO

Citar os conceitos relacionados à Carga e


Correio.

Relacionar os procedimentos de segurança


aplicados no manuseio de Carga e Correio.

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

A segurança da carga não se faz apenas com homens e


equipamentos. É necessário um bom procedimento.

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QR CODE AVSEC AV. MÓDULAR (BÁSICO e OPERADOR AÉREO)

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MÓDULO 10
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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

CURSO BÁSICO AVSEC


Gerência de Continuidade do Negócio
e Promoção da Segurança - 2020

REVISÃO 06 – 10/08/2020
Instrutor: André Rodrigues de Souza Borges
CPF: 08046294713

MÓDULO 10
PROCEDIMENTOS DE VARREDURA E
PROTEÇÃO DE ÁREAS

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Curso Básico em Segurança da Aviação Civil

Lixeira explode em saguão do Aeroporto,


Rondônia.

OBJETIVO
• Classificar uma área estéril.
• Identificar a técnica utilizada na inspeção de
uma área.
• Descrever os procedimentos a serem executados
quando for identificado um objeto proibido,
durante a inspeção de uma área.
• Identificar como deve ser realizado um
patrulhamento;
• Identificar os principais locais a serem
observados pelos componentes da patrulha.

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ROTEIRO
• Fundamentação legal;

• Varredura de Áreas;

• Vigilância de Área Aeroportuária;

• Procedimentos para Identificação de Objetos Suspeitos.

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

• OACI - Anexo 17 - 11ª Edição – Salvaguarda da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita;
• DOC 8973 – Manual de Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita;
• DECRETO 7.168 – PNAVSEC – Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência
Ilícita;
• RBAC 107-002 – Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador de Aeródromo;
• IS 107-001D- Instrução Suplementar.

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VARREDURA DE ÁREA
DEFINIÇÃO DE VARREDURA:

É a busca minuciosa implementada em área aeroportuária com


objetivo de identificar ou descartar a presença de objetos proibidos.

PROCEDIMENTO PARA ACESSO À ARS:

Antes de permitir que pessoas ingressem na área esterilizada, o pessoal


de segurança deve inspecioná-las, para garantia de que não tenham sido
ocultados artigos proibidos nas mesmas.

VARREDURA DE ÁREA
PROCEDIMENTO PARA ACESSO À ARS:

 O operador do aeródromo deve realizar varreduras periódicas das áreas e instalações


aeroportuárias.

 No caso de falha de segurança no acesso a ARS ou contato com outra pessoa não
inspecionada, o operador do aeródromo, em coordenação com operador aéreo, deve
garantir a inspeção deste passageiro antes do embarque a aeronave e a varredura

da área contaminada.

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VARREDURA DE ÁREA
O procedimento de inspeção de determinadas áreas não deve ser somente realizado em
resposta a uma condição emergencial, mas sim como uma precaução de rotina:
1) Salas de embarque;
2) Área de movimentação de passageiros; e
3) Área de desembarque.

1 2 3

VARREDURA DE ÁREA
NÍVEL SUPERIOR
Definido entre, aproximadamente, um metro abaixo do teto/forro até o teto/forro.
Itens a serem observados: em cima e dentro de estantes, abajures e acessórios, rebaixamento
móvel do teto e etc.

SUPERIOR

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VARREDURA DE ÁREA
NÍVEL MÉDIO
Definido entre, aproximadamente, um metro abaixo do teto/forro e um metro acima do solo.
Itens a serem observados: sobre as mesas, balcões, móveis, dentro dos armários, gabinetes das
mangueiras e extintores de incêndio.

MÉDIO

VARREDURA DE ÁREA
NÍVEL INFERIOR
Compreendido entre o solo até, aproximadamente, um metro de altura.
Locais a serem observados: debaixo das mesas, balcões, assentos, móveis, latas de lixo
e etc.

INFERIOR

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VARREDURA DE ÁREA
INSPEÇÃO NOS BANHEIROS;
Inspecionar cada cabine individual dos sanitários, incluídas as cisternas dos vasos sanitários, os
receptáculos de papel higiênico e de papel para as mãos, os distribuidores automáticos de
produtos de higiene, as latas de lixo e os armários de depósito de materiais.

VIGILÂNCIA DE ÁREA E PATRULHAMENTO


AEROPORTUÁRIO

PATRULHAMENTOS realizados em toda a área operacional do aeródromo, de


forma frequente e aleatória.

Os ocupantes desses veículos deverão possuir equipamentos


adequados para comunicação e treinamento adequado para
realização de tal função.

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VIGILÂNCIA DE ÁREA E PATRULHAMENTO


AEROPORTUÁRIO
O acesso ás ARS deve ser estritamente controlado ,utilizando-se uma combinação de medidas de
segurança de natureza física e de pessoal especializado. A administração aeroportuária deve
especificar todos os pontos sujeitos a controle, assegurando que os mesmos sejam compatíveis
com as barreiras físicas e que os acessos sejam bloqueados quando não estiverem em uso.

VIGILÂNCIA DE ÁREA E PATRULHAMENTO AEROPORTUÁRIO

BARREIRAS DE SEGURANÇA

A responsabilidade por implementar barreiras de segurança é do Operador de


Aeródromo. As finalidades das barreiras de segurança são:
 Definir a área a ser protegida;
 Criar uma barreira física e psicológica que detenha pessoa que tente entrar sem
autorização;
 Dificultar a entrada de intrusos, permitindo que o agente de proteção ,vigilante ou
policial o detenha.

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VIGILÂNCIA DE ÁREA E PATRULHAMENTO AEROPORTUÁRIO

O monitoramento do perímetro patrimonial e das áreas adjacentes é essencial para


prevenir ataques terrestres contra aeronaves , instalações e facilidades aeroportuárias.

Este monitoramento pode ser feito por patrulhas , utilizando vigilantes ou APAC com
equipamentos adequados a e partir de pontos de observação, por meio do uso de CFTV
(Circuito Fechado de Tv) ou outros sistemas de segurança.

VIGILÂNCIA DE ÁREA E PATRULHAMENTO AEROPORTUÁRIO

Atenção especial deve ser dada às áreas cuja vigilância é dificultada pelas suas
dimensões e características específicas , bem como aquelas onde as aeronaves
sobrevoam, quando em procedimento de aproximação final para o pouso e logo após a
decolagem.

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VIGILÂNCIA DE ÁREA E PATRULHAMENTO AEROPORTUÁRIO

Área Intermediária Área Interna Área Externa

VIGILÂNCIA DE ÁREA E PATRULHAMENTO AEROPORTUÁRIO

O controle de perímetro patrimonial deve ser realizado de forma intensiva com a


realização de inspeção de pessoas e veículos para ingressar ao lado AR.

O número de pontos de acesso deve ser reduzido, de forma a permitir um esforço


concentrado no seu controle e diminuir custos operacionais.

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VIGILÂNCIA DE ÁREA E PATRULHAMENTO AEROPORTUÁRIO

CHECK PARTULHAMENTO ÁREA INTERNA

Existe um monitoramento e controle de acesso às áreas do terminal de passageiros que


proporcionem visão das aeronaves estacionadas no pátio, dos pontos de inspeção de
passageiros e do pessoal de serviço, e das operações de embarque e desembarque.

 As edificações limítrofes (hangares e comissarias ) com as ARS possuem um


controle de acesso adequado? (o profissional de segurança deverá observar este item
em sua ronda)

1. As áreas , instalações e objetos nos quais possam ser ocultados artefatos ou


substâncias explosivas , como sanitários, escadas , lixeiras , cinzeiros são
inspecionadas? Existe lista de verificação (Check – List)

VIGILÂNCIA DE ÁREA E PATRULHAMENTO AEROPORTUÁRIO

CHECK PATRULHAMENTO ÁREA INTERMEDIÁRIA


1. É realizado patrulhamento de segurança no perímetro do aeroporto?
2. A frequência do patrulhamento de segurança no perímetro do aeroporto é realizada
de maneira aleatória?
3. Existe iluminação em torno das ARS ?
4. A patrulha móvel possui equipamentos adequados ?
5. A TWR tem visão de toda área operacional do aeroporto ?
6. Caso não tenha , a patrulha verifica estes locais frequentemente?
7. Existem locais para se esconder na área do aeroporto ?
8. Caso existam, a patrulha verifica esses locais frequentemente?

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VIGILÂNCIA DE ÁREA E PATRULHAMENTO AEROPORTUÁRIO

CHECK PATRULHAMENTO ÁREA EXTERNA

1. Existem avisos alertando quanto a restrição de acesso as áreas restritas de


segurança ?

2. As barreiras de segurança impedem o livre acesso às Áreas Restritas de Segurança


(ARS)?

3. As barreiras de segurança são visíveis em todo perímetro ?

4. Existe algum ponto vulnerável que possa permitir o acesso não autorizado de
pessoas , tais como: esgotos , dutos, túneis entre outros, que não estão dotados de
proteção?

IDENTIFICAÇÃO DE OBJETOS SUSPEITOS

CATEGORIAS DE ITENS PROIBIDOS:


a)Pistolas, armas de fogo e outros dispositivos que disparem projéteis;
b)Dispositivos neutralizantes;
c)Objetos pontiagudos ou cortantes;
d)Ferramentas de trabalho;
e)Instrumentos contundentes;
f)Substâncias e dispositivos explosivos ou incendiários;
g)Substâncias químicas, tóxicas e outros itens perigosos;
h)Outros;
i)Itens tolerados;
j)Itens proibidos para voos sob elevado nível de ameaça.

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IDENTIFICAÇÃO DE OBJETOS SUSPEITOS

Se o objeto detectado for uma ARMA, adotar os seguintes procedimentos:

 Marcar o lugar; e
 Informar ao supervisor.
 Acionar o DPF ou outro Órgão de Segurança Pública existente no aeroporto.

IDENTIFICAÇÃO DE OBJETOS SUSPEITOS

RELATÓRIO DE INSPEÇÃO DE ÁREA

Anotar os seguintes detalhes, em caso de detecção de um objeto:


 Localização da área inspecionada; e
 Data e hora da inspeção e nome do agente encarregado do mesmo.

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ROTEIRO
• Fundamentação legal;

• Varredura de Áreas;

• Vigilância de Área Aeroportuária;

• Procedimentos para Identificação de Objetos Suspeitos.

OBJETIVO
• Classificar uma área estéril.
• Identificar a técnica utilizada na inspeção de
uma área.
• Descrever os procedimentos a serem executados
quando for identificado um objeto proibido,
durante a inspeção de uma área.
• Identificar como deve ser realizado um
patrulhamento;
• Identificar os principais locais a serem
observados pelos componentes da patrulha.

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REVISÃO 06 – 2020

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Segurança

REFLEXÃO

“É fazendo que se aprende a fazer aquilo que


se deve aprender a fazer.”

Aristóteles

30

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QR CODE AVSEC AV. MÓDULAR (BÁSICO e OPERADOR AÉREO)

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MÓDULO 11
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CURSO BÁSICO AVSEC


Gerência de Continuidade do
Negócio e Promoção da Segurança
- 2020

REVISÃO 06– 10/08/2020


André Rodrigues de Souza Borges
CPF: 08046294713

MÓDULO 11
AÇÕES DE CONTINGÊNCIA

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Pacote suspeito no Aeroporto de Boston.

Em 20 de Novembro de 2010, um pacote suspeito foi encontrado no Terminal de cargas do


Aeroporto de Boston.

OBJETIVO

• Citar as principais características de uma


ameaça;
• Apontar os principais aspectos de um
gerenciamento de crise;
• Descrever as atribuições de um operador aéreo
previstos em Plano de Contingência.

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ROTEIRO

• Fundamentação legal;
• Procedimentos para volumes suspeitos;
• Meios de recebimento e formulário de ameaça de bomba;
• Realização de atividades sobre os procedimentos em caso de recebimento de
ameaça de bomba;
• Funções da assessoria de avaliação de risco, classificação das emergências e noções
de medidas adicionais;
• Centro de operações de emergência e grupos de gerenciamento de crise;
• Noções de acionamento dos Planos de Contingência.

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

• OACI - Anexo 17 - 11ª Edição – Salvaguarda da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita;
• DOC 8973 – Manual de Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita;
• DECRETO 7.168 – PNAVSEC – Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de
Interferência Ilícita;
• RBAC 107-002 – Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador de
Aeródromo;
• RBAC 108-002 - Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita - Operador Aéreo.
• IS 108-001C Instrução Suplementar
• RESOLUÇÃO 515- Dispõe sobre os procedimentos de inspeção
• Res. 167 – Gerenciamento de risco da Aviação Civil.

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Procedimentos para volumes suspeitos


Características de Bagagem Suspeita

Procedimentos para Volumes Suspeitos

Procedimentos para volumes suspeitos


Características de Bagagem Suspeita

 Ausência de identificação –
 Violadas –
Procedimentos
 Apresente ruídos – para Volumes Suspeitos
 Exale forte odor –
 Sinais de vazamento –

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Procedimentos para volumes suspeitos


Volumes Suspeitos abandonados dentro de aeronaves

Identificados durante a Verificação ou


Inspeção

No caso de identificação de algum objeto


suspeito, o funcionário aciona o plano de
contingência do operador aéreo;

No caso de identificação de algum objeto


proibido que não apresente risco de dano
iminente, o objeto é retido pelo operador
aéreo e armazenado.

Procedimentos para volumes suspeitos


Volumes Suspeitos abandonados no aeroporto
 Agir de acordo com ações estabelecidas no Plano de Contingência ou DAVSEC;

 Isolar o local e não tocar.

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MEIOS DE RECEBIMENTO E
FORMULÁRIO DE AMEAÇA
DE BOMBA

MEIOS DE RECEBIMENTO E FORMULÁRIO DE AMEAÇA DE


BOMBA
CONCEITO DE AMEAÇA DE BOMBA

Comunicação anônima ou de qualquer outro tipo,


real ou falsa, sugerindo ou indicando que a
segurança de uma pessoa, de uma aeronave em voo
ou em solo, de um aeroporto ou de uma instalação
aeronáutica, que serve à aviação civil, possa estar
em perigo, devido à colocação criminosa de
artefatos explosivos ou artefatos químicos,
biológicos, radiológicos ou nucleares.

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PROCEDIMENTO PARA RECEBIMENTO DE AMEAÇA DE


BOMBA POR TELEFONE

O que o funcionário deve fazer caso


receba uma ameaça de bomba por
telefone?

PROCEDIMENTO PARA RECEBIMENTO DE AMEAÇA DE


BOMBA POR TELEFONE
O funcionário que receber a chamada:
1. Escutar atentamente e tomar nota das palavras
concretas que utiliza o autor da ameaça;
2. Tomar medidas para rastrear a chamada ou alertar a
alguém para que o faça;
3. Tomar as medidas que possam ser necessárias para
gravar a chamada, caso isso já não ocorra
automaticamente;
4. Prolongar a chamada para obter a maior quantidade
de informações possível;

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PROCEDIMENTO PARA RECEBIMENTO DE AMEAÇA DE


BOMBA POR TELEFONE

5. Fazer as perguntas à pessoa que ligou, conforme o


formulário para recebimento da ameaça de
bomba:

6. Buscar submeter o autor da ameaça a uma


prova de credibilidade.

7. Finalizar o preenchimento do formulário de


recebimento de ameaça de bomba.

FORMULÁRIO DE RECEBIMENTO DE AMEAÇA DE BOMBA

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PROCEDIMENTO PARA RECEBIMENTO DE AMEAÇA DE


BOMBA POR TELEFONE

ONDE ESTÁ A
QUEM É VOCÊ?
BOMBA?

QUANDO
EXPLODIRÁ? ONDE VOCÊ ESTÁ?

QUAL O FORMATO? POR QUE ESTÁ


FAZENDO ISTO?

POR QUE
TELEFONOU?

PROCEDIMENTO PARA RECEBIMENTO DE AMEAÇA DE


BOMBA POR TELEFONE
As perguntas devem ser feitas de forma aberta, sem insinuação da resposta:

• "Onde foi colocada a bomba?”

• “A bomba está no porão da aeronave?"

É importante seguir a ordem das perguntas, posto que o autor da chamada pode
encerrá-la, antes que as mesmas tenham sido completadas.

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FORMULÁRIO DE RECEBIMENTO DE AMEAÇA DE


BOMBA

Após a chamada adotar as seguintes ações:

1- Termine de preencher o formulário de recebimento de ameaça de bomba;

2- Procure um superior imediatamente e entregue a ele o formulário;

3- Caso não encontre um supervisor, acione o COA/COE do aeroporto.

PROCEDIMENTO PARA RECEBIMENTO DE AMEAÇA DE


BOMBA POR OUTROS MEIOS
Caso o recebimento seja através de cartas, e-mails ou fax, o funcionário deverá
preservar a integridade da mensagem.

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PROCEDIMENTO PARA RECEBIMENTO DE AMEAÇA DE


BOMBA POR OUTROS MEIOS
Caso a ameaça seja recebida diretamente de terceiros:

 Haja com discrição;

 Tente obter o máximo de


informações;

 Utilize as perguntas semelhantes as


do formulário;

 Solicite a pessoa que permaneça


próxima.

ATIVIDADES EM DECORRÊNCIA DE UMA AMEAÇA


DE BOMBA

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Caso a ameaça esteja relacionada a uma aeronave em solo.

1. O receptor da ameaça acionará o Responsável Local pela AVSEC do


operador aéreo,
2. O COE/COA do aeródromo deve ser acionado pelo Responsável AVSEC;
3. Em caso de dificuldades, o receptor da ameaça pode acionar diretamente
o COE/COA;
4. O COE acionará a AAR;
5. Medidas adicionais devem ser adotadas ou ações de resposta após
classificação da denúncia.

Caso a ameaça esteja relacionada a uma aeronave em


voo.

Recebida em Solo

 O Receptor deve informar o Responsável Local AVSEC do Operador Aéreo;


 O Responsável AVSEC Local deve avaliar quais aeroportos podem ser afetados;
 Se apenas o seu aeródromo for afetado acionar COA/COE local imediatamente;

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Caso a ameaça esteja relacionada a uma aeronave em


voo.

Recebida em Solo

 Se outros aeródromos podem ser afetados o Responsável Local deverá notificar o Responsável
Nacional pela AVSEC;
 O Responsável Nacional pela AVSEC deve acionar os integrantes do gabinete de crise nacional;
 O Gabinete de Crise deverá acionar a AAR nacional;
 A AAR nacional deverá classificar e estabelecer ações de resposta.

Caso a ameaça esteja relacionada a uma aeronave em


voo.
Recebida a bordo de aeronave em voo

Gabinete de Crise aciona a AAR Nacional que deve classificar a ameaça e estabelecer medidas
adicionais ou ações de resposta e de acordo com o Plano de Contingência do Aeroporto.

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Fluxograma para Ameaça de Bomba de Aeronave em Solo

ASSESSORIA DE AVALIAÇÃO DE
RISCO, CLASSIFICAÇÃO DAS
EMERGÊNCIAS E NOÇÕES DE
MEDIDAS ADICIONAIS

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AAR – ASSESSORIA DE AVALIAÇÃO DE RISCO

Grupo ativado em nível local (aeroporto), com a finalidade de avaliar o nível de ameaça
da segurança da aviação civil, definir os procedimentos decorrentes e acionar as
organizações envolvidas, conforme previsto neste PNAVSEC e nos atos normativos da
ANAC, do COMAER e da Polícia Federal, visando a garantir continuidade dos serviços e
atividades, de acordo com o plano de contingência aplicável.

AAR – ASSESSORIA DE AVALIAÇÃO DE RISCO


AMEAÇA
DE BOMBA
ADMINISTRAÇÃO
EMPRESA AÉREA
AEROPORTUÁRIA

OUTROS ÓRGÃOS
POLÍCIA FEDERAL
ENVOLVIDOS

COMANDANTE
ANAC
DA AERONAVE

AAR

VERDE ÂMBAR VERMELHO

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CLASSIFICAÇÃO DA AMEAÇA

VERMELHA
ALERTA EXPLOSIVO

ÂMBAR ALERTA VIGILÂNCIA

VERDE
AMEAÇA FALSA

Na avaliação da AAR, deverá ser utilizada a IPA – Identificação Positiva do Alvo, para classificar a
ameaça como específica (vermelha), não específica (âmbar) ou falsa (verde).

AAR – ASSESSORIA DE AVALIAÇÃO DE RISCO

VERDE
(FALSA)

Avaliação da Ameaça Procedimentos

Ameaça considerada sem


credibilidade pela AAR Situação Normal

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AAR – ASSESSORIA DE AVALIAÇÃO DE RISCO

ÂMBAR
(NÃO ESPECÍFICA)

Avaliação da Ameaça Procedimentos

Ameaça relacionada a um ou
Necessário a aplicação de
mais alvos, em que haja
medidas adicionais de
dúvidas sobre sua
segurança.
credibilidade

AAR – ASSESSORIA DE AVALIAÇÃO DE RISCO

VERMELHA
(ESPECÍFICA)

Avaliação da Ameaça Procedimentos

Identifica um alvo específico, ou a


pessoa identificou a si própria ou a
organização envolvida, sendo julgada Requer ações de resposta
como uma informação com
credibilidade.

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Exemplos de Medidas Adicionais

Situação normal para


os aeroportos Disponibilizar os
internacionais meios, executar as
brasileiros ou onde ações e os
opere aeronaves com procedimentos de
60 (sessenta) proteção que se
assentos ou mais. executam
normalmente durante
as operações diárias
de um aeroporto
internacional.

Verde

Exemplos de Medidas Adicionais

Redução de
pontos de acesso
Acionamento de
policiamento
Restringir a
ostensivo para o
emissão de
patrulhamento
credenciais
de setores
públicos

Busca pessoal em
Pode ser
5% dos
convocada uma
Âmbar passageiros e
CSA em caráter
10% de bagagens
extraordinária
de mão

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Exemplos de Ações de Resposta

Restrição e
esterilização de
veículos nas
áreas públicas Comunicar a
Extremar
comunidade
medidas de
aeroportuária
controle de
sobre as medidas
acesso às ARS
de segurança

Ativação do COE Reforçar os


e do Plano de pontos de
VERMELHA
contingência do controle de
aeroporto acesso

MEDIDAS ADICIONAIS DE SEGURANÇA

Quando o nível nacional de ameaça for classificado como âmbar ou vermelho ou


quando um determinado aeródromo ou voo estiver sob situação de ameaça, o operador
aéreo e de aeródromo devem garantir a adoção das medidas adicionais de segurança,
conforme estabelecido em atos normativos da ANAC.

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MEDIDAS ADICIONAIS DE SEGURANÇA

Quando o nível de alerta for considerado como âmbar, o operador de aeródromo deve divulgar
aos passageiros a necessidade de estarem atentos no tocante a controlar seus pertences e
bagagens, visando evitar que transportem objetos desconhecidos e que não o pertençam.

MEDIDAS ADICIONAIS DE SEGURANÇA

Intensificação dos procedimentos de inspeção, nos postos de controle de acesso;

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MEDIDAS ADICIONAIS DE SEGURANÇA


Busca de artefatos nas instalações ou inspeção de aeronave;

MEDIDAS ADICIONAIS DE SEGURANÇA


Isolamento da área ou deslocamento da aeronave para o ponto remoto;

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MEDIDAS ADICIONAIS DE SEGURANÇA


Desembarque de passageiros com conciliação e inspeção de bagagens

MEDIDAS ADICIONAIS DE SEGURANÇA


Acionamento de peritos no caso de algum objeto ser considerado suspeito.

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MEDIDAS ADICIONAIS DE SEGURANÇA

Acionamento das equipes de apoio de sobreaviso ou alerta (Seção Contra Incêndio e Corpo de
Voluntários de Emergência).

MEDIDAS ADICIONAIS DE SEGURANÇA

As medidas adicionais de segurança são específicas de cada aeroporto e devem estar descritas no
PSA, podendo incorporar outros procedimentos, de acordo com a avaliação e as características da
ameaça.

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CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIA E


GRUPOS DE GERENCIAMENTO DE CRISE

COE – CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIA


Área do aeroporto, de responsabilidade do gestor ou administrador aeroportuário, onde é
realizado o gerenciamento de crises, incluindo aquelas decorrentes de atos de interferência
ilícita contra a aviação civil.

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COE – CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIA

Localização:

Nos limites entre o Lado Terra e o Lado Ar (com acesso controlado ao


Lado Ar);
– Com vista para o lugar do incidente;
– Em distância suficiente das áreas onde se desenvolvem as operações
normais do aeroporto; e
– Com acesso sinalizado e controlado.

Grupos do Gerenciamento de Crise

GRUPO DE GRUPO
DECISÃO OPERACIONAL

GRUPO GRUPO DE
TATICO NEGOCIADORES

GRUPO DE
APOIO

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Grupos do Gerenciamento de Crise

GRUPO DE DECISÃO => responsável pela direção,


coordenação e supervisão das ações desencadeadas para o
gerenciamento da crise, sendo composto por representantes
da autoridade de aviação civil, da autoridade aeronáutica,
da administração aeroportuária, da empresa aérea
envolvida, de outros órgãos ou instituições julgados
necessários e da PF, sob coordenação desta.

Grupos do Gerenciamento de Crise

GRUPO OPERACIONAL => responsável por fornecer os


subsídios básicos para as decisões, bem como para as
ações táticas operacionais, sendo composto por
representantes da empresa aérea envolvida, da
administração aeroportuária, da ANAC, do COMAER, da
Polícia Civil, da Polícia Militar, de outros órgãos ou
instituições julgados necessários e da PF, sob
coordenação desta.

Esse grupo é constituído para assessorar o


grupo de decisão para análise e emissão de
pareceres sobre todos os aspectos envolvidos
no Gerenciamento da Crise.

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Grupos do Gerenciamento de Crise

GRUPO DE NEGOCIADORES => constituído por


especialistas designados pela PF para a realização
do diálogo direto entre as autoridades e os
executantes do ato de interferência ilícita e atua
em ligação direta com o Grupo de Decisão.

Grupos do Gerenciamento de Crise

GRUPO TÁTICO => constituído por equipe


especializada responsável pela ação tática,
corretiva e repressiva, no gerenciamento da crise
decorrente de apoderamento ilícito de
aeronave.

GRUPO DE APOIO => responsável por dar suporte


logístico às atividades gerenciadas pelo COE, sendo
composto por profissionais da administração
aeroportuária.

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COMANDO DAS AÇÕES DE RESPOSTA

O comando das ações de resposta em interferência ilícita contra aeronaves deve ser assumido
pelo(a):

I - COMAER, quando a aeronave estiver em voo, até que esta pouse ou deixe o espaço aéreo
brasileiro;

II - Administração aeroportuária, a partir do pouso da aeronave, até que seja formado o


Grupo de Decisão;

III - Grupo de Decisão, coordenado pela autoridade da PF; e

IV - Grupo Tático, quando definida a retomada da aeronave, mediante deliberação do


Grupo de Decisão.

COMANDO DAS AÇÕES DE RESPOSTA

A decisão pela retomada da aeronave será definida e previamente registrada, por


meio de documento emanado das autoridades componentes do Grupo de Decisão,
depois de esgotadas as vias de negociação.

O Grupo de Decisão não deverá autorizar a decolagem da aeronave sob ato de


interferência ilícita.

Os responsáveis pelas ações de resposta devem fornecer informações à ANAC, ao


Ministério da Defesa, ao COMAER e à PF.

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CONTROLE DO GERENCIAMENTO DE CRISE

• Ativação do COE dos aeroportos relacionados como alternativa;

• Administração aeroportuária deve assegurar que os centros de


operações de emergências sejam regularmente mantido e
testado.

NOÇÕES DE ACIONAMENTO DOS PLANOS DE


CONTINGÊNCIAS

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PLANO DE CONTINGÊNCIA

É o plano desenvolvido, em nível nacional, local (aeroporto) e setorial (empresa aérea), que
abrange hipóteses de diversos patamares de ameaças de atos ilícitos contra a segurança da
aviação civil, com os respectivos procedimentos a serem adotados, visando a garantir a
continuidade de seus serviços e atividades, bem como a responder a situações de emergência
pelo gerenciamento de crise.

PNAVSEC

PLANO DE CONTINGÊNCIA
PLANO DE CONTINGÊNCIA

Plano deve ser


estabelecido para cada
aeródromo
Coordenado com o
operador de
aeródromo
Coordenado com os
demais órgãos do
aeroporto

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PLANO DE CONTINGÊNCIA

Atribuições do
Operador
Aéreo

Medidas para
Descrição do
mitigar e Conteúdo do
Sistema de
eliminar Plano
comunicação
ameaças

Procedimentos
padronizados
para o
tratamento
das
informações

PLANO DE CONTINGÊNCIA

O operador aéreo deve manter cópia do plano de contingência do operador do


aeródromo onde opera.

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PLANO DE CONTINGÊNCIA

Exemplos de ativação do Plano de Contingência:

• Ameaça de bomba.

• Apoderamento ilícito de aeronave: O operador aéreo realizará meios para isolamento e


proteção da aeronave, quando necessário.

• Invasão de aeronaves ou instalações aeroportuárias;

• Identificação de objeto suspeito em aeroporto ou em aeronave;

• Ameaça de greve.

PLANO DE CONTINGÊNCIA

Comunicação

 O operador aéreo, em conjunto com as demais entidades envolvidas no gerenciamento


de situação de crise ou de emergência relacionada a atos de interferência ilícita,
restringirá, ao mínimo possível, o fornecimento de informações a respeito do
planejamento e métodos utilizados por agressores, assim como as medidas de segurança
aplicadas;
 O operador aéreo manterá coordenação constante com o operador do aeródromo e as
autoridades competentes, de forma a impedir o fornecimento indevido de informações
contraditórias e conflitantes para a imprensa.

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PLANO DE CONTINGÊNCIA

Comunicação

• Comunicar à ANAC em um prazo máximo de 30 (trinta) dias da sua constatação


evidências de vulnerabilidades.
• Quando a vulnerabilidade for identificada em aeródromo, o respectivo operador
também deve ser comunicado pelo operador aéreo, em um prazo máximo de 30
(trinta) dias da constatação.

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REFLEXÃO

“Existe apenas um bem, o saber, e apenas um mal, a


ignorância”.

(Sócrates)

ROTEIRO
 Fundamentação legal;
 Procedimentos para volumes suspeitos;
 Meios de recebimento e formulário de ameaça de bomba;
 Realização de atividades sobre os procedimentos em caso de recebimento de ameaça de
bomba;
 Funções da assessoria de avaliação de risco, classificação das emergências e noções de
medidas adicionais;
 Centro de operações de emergência e grupos de gerenciamento de crise;
 Noções de acionamento dos Planos de Contingência.

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OBJETIVO
• Citar as principais características de uma ameaça;

• Apontar os principais aspectos de um gerenciamento de

crise;

• Descrever as atribuições de um operador aéreo previstos

em Plano de Contingência.

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