Você está na página 1de 14

Distribuição geográfica

MUNDO

 200 milhões de infectados

 600 milhões sob risco

 52 países afetados

BRASIL

 19 Estados brasileiros afetados

(26 milhões sob o risco)


Fonte: OMS, 2000
Esquistossomoses e o Parasito
Sistemática do agente etiológico

Reino: Animalia
Sub-Reino: Metazoa
Filo: Playhelminthes
Classe: Trematoda
Família: Schistosonomatidae
Gênero: Schistosoma
Espécies:
S. mansoni / Sist. Porta Esq. Mansoni / África e Am. Sul
S. japonicum / Sist. Porta Esq. Japônica / Oriente
S. mekongi / Sist. Porta Esq. Mecongi / Oriente
S. hematobium / Plexo Vesical Esq. Hematóbia / C. Africano
S. interlactum / P. Vscal e S.Porta Esq. Interlacta / C. Africano
Esquistossomose mansoni/
distribuição no Brasil

Fonte: FUNASA

 Forma Endêmica: Maranhão até Minas gerais

 Focos Isolados: Pará, Piauí, Rio de janeiro, São Paulo,


Paraná, Santa Catarina,Goiás,
Distrito Federal e Rio Grande do Sul
AGENTE ETIOLÓGICO: HABITAT:
 Schistosoma mansoni Sistema porta
CICLO BIOLÓGICO:
 Heteroxênico
HOSPEDEIROS:
 Homem
 Molusco do gênero: Biomphalaria
RESERVATÓRIOS:
 Homem
MODO E PERÍODO DE TRANSMISSÃO:
 Água
 A partir de 5 semanas
Hospedeiro Intermediário

Sistemática do Hosp. Intermediário

Reino: Animalia
Filo: Mollusca
Classe: Gastropoda
Ordem: Pulmonata
Família: Planorbidae
Gênero: Biomphalaria
Espécies: B. glabrata
B. straminea
Biomphalaria glabrata
B. tenagophila Fonte: Atlas de parasitologia
O Parasito
MORFOLOGIA NO HOSP. DEFINITIVO
CERCÁRIA OVO
ESQUISTOSSOMULO

Fonte:Atlas de parasitologia Fonte: Ferreira,S. UPE

Fonte: Atlas de Parasitologia

VERME ADULTO ♂ E ♀

Fonte: www.fit-for-travel.de/bilharziose
O Parasito
MORFOLOGIA NO HOSP. INTERMEDIÁRIO
CERCÁRIA MIRACIDIO

Fonte:Atlas de parasitologia
ESPOROCISTO Fonte: www.fit.for-travel.de/bilharziose

Fonte: www.fit.for-travel.de/bilharziose
Ciclo Biologico

Fonte: www.google.com.br
Mecanismos Patogênicos
FATORES DE INFLUÊNCIA: MECÂNICA:
 Carga parasitária  Imunocomplexos

 Cepa  Obstrução portal

 Idade

 Estado Nutricional TRAUMÁTICA:


 Resposta Imune  Fibrose

TÓXICA: ESPOLIATIVA:
 Ovo (SEA)  Verme adulto

 Cercária

 Esquistossomulo

 Verme adulto
Patologia e Imunidade
Fibrose de Symmers:
 Ovos retidos nos capilares dos espaços porta do fígado
 Desenvolvimento de fibrose em torno das ramificações intra-
hepáticas da veia porta / fibrose periportal
Conseqüências:
Anastomoses: porta-cava inferior e porta-cava superior:
 Hipertensão portal
 Esplenomegalia
 Varizes de esôfago
 Lesões cardiopulmonares
 Neuroesquistossomose
Patologia e Imunidade
FASE AGUDA: Hepatoesplênica compensada
 3 a 7 semanas  Hepato-esplenomegalia
 Febre  Inicio de circ. Colateral
 Diarréia, náuseas,
 Comprometimento geral
 tosse seca
Hepatoesplênica descompensada:
 Eosinofilia
 Esplenomegalia avantajada
FASE CRÔNICA:  Ascite
Intestinal:  Circ. Colateral
 Diarréias  Varizes de esôfago
mucosanguinolenta
 Anemia acentuada
 Dor
 Desnutrição
Hepatointestinal:
 Hepatomegalia IMUNIDADE
 Fibrose de Symmers  Concomitante
Patologia

Dermatite cercariana

Fotos fonte: FIOCRUZ/glossario de doenças Hepato-esplenomegalia


Diagnóstico, Tratamento e
Profilaxia
DIAGNÓSTICO
 Hoffman, Pons Janer
 Kato-katz
 Biópsia ou raspagem da mucosa retal
 Imunológicos : hemaglutinação indireta, RIFI, ELISA, PCR
TRATAMENTO
 Oxaminiquine
 Praziquantel
PROFILAXIA
 Moluscicida
 Educação sanitária, saneamento básico
Obrigada !