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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA

CAMPUS PORTO SEGURO

CURSO SUPERIOR DE LICENCIATURA EM


COMPUTAÇÃO

PORTO SEGURO

NOVEMBRO - 2013
CAMPUS PORTO SEGURO

Reitora
Aurina Oliveira Santana

Diretor Geral do Campus Porto Seguro


Ricardo Almeida Cunha

Chefe do Departamento de Ensino


Ricardo Mendes

Chefe do Departamento Administrativo


George Pacheco Pinto

Coordenador do Curso de Licenciatura em Computação


Rogério Vital Lacerda

Coordenador do Curso Técnico de Informática


Douglas Xavier Teodoro

Equipe de Elaboração
Fábio Luis Coelho Perin
José Luiz Vacaflores López
Luiz Gomes Forte Neto
Messias Bittencourt Figueiredo
Ricardo Almeida Cunha

Equipe de Revisão
Professores do NDE da Licenciatura em Computação
Professores do Colegiado da Licenciatura em Computação
LISTA DE FIGURAS

Figura 1: Composição da Grade Curricular por Núcleo de Formação .............................................. 34

Figura 2: Fluxograma do Curso ......................................................................................................... 36

Figura 3: Layout Proposto para os Laboratórios de Programação. .................................................. 130

Figura 4: Laboratório de Práticas Pedagógicas e EAD .................................................................... 133

LISTA DE QUADROS

Quadro 1: Dados Gerais do Curso de Licenciatura em Computação ................................................ 10

Quadro 2: Coordenador do Curso ...................................................................................................... 18

Quadro 3: Quadro de Docentes Efetivos do Campus de Porto Seguro .............................................. 20

Quadro 4: Técnicos Administrativos do Campus de Porto Seguro ................................................... 21

Quadro 5: Distribuição das Disciplinas por Núcleos Curriculares. ................................................... 33

Quadro 6: Distribuição das Disciplinas por Semestre (carga horária e créditos) .............................. 35

Quadro 7: Disciplinas Optativas ........................................................................................................ 37

Quadro 8: Distribuição das Disciplinas de Estágio Curricular .......................................................... 44

Quadro 9: Barema para Aproveitamento de Atividades Extra-Curriculares ..................................... 52

Quadro 10: Planejamento de Contratação de Professores por Área de Conhecimento ..................... 67

Quadro 11: Execução da Contratação de Professores por Área de Conhecimento ........................... 68

Quadro 12: Acervo Bibliográfico para o Curso de Licenciatura em Computação .......................... 110

LISTA DE TABELAS

Tabela 1: Orçamento Previsto para Estrutura Laboratorial e Acervo Bibliográfico.......................... 67

Tabela 2: Distribuição dos Recursos Financeiros .............................................................................. 68

Tabela 3: Orçamento Previsto para Construção dos Laboratórios Técnicos ................................... 131

Tabela 4: Orçamento Previsto para Construção do Laboratório de Práticas Pedegógicas .............. 134

Tabela 5: Orçamento do Laboratório de Redes de Computadores .................................................. 136

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SUMÁRIO

1. APRESENTAÇÃO GERAL .................................................................................................................... 10


1.1. DADOS GERAIS ...................................................................................................................................... 10

1.2. APRESENTAÇÃO ................................................................................................................................... 11

1.3. CONTEXTO HISTÓRICO LOCAL E A LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO ......................... 12

2. OBJETIVOS ............................................................................................................................................. 15
2.1. OBJETIVO GERAL ................................................................................................................................ 15

2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS .................................................................................................................. 15

3. PESSOAL .................................................................................................................................................. 17
3.1. QUADRO DOCENTE INSTALADO E COORDENADOR ................................................................ 17

3.2. QUADRO ADMINISTRATIVO ............................................................................................................. 21

4. REQUISITOS DE ACESSO .................................................................................................................... 22

5. PERFIL DO CONCLUINTE .................................................................................................................. 23


5.1. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS DURANTE O CURSO ..... 26

6. O DESENHO PEDAGÓGICO-CURRICULAR ................................................................................... 27


6.1. SOBRE O CURSO ................................................................................................................................... 27

6.2. NÚCLEOS CURRICULARES ................................................................................................................ 30

6.3. MATRIZ CURRICULAR E FLUXOGRAMA ..................................................................................... 35

6.4. DISCIPLINAS NA MODALIDADE À DISTÂNCIA ........................................................................... 37

6.5. INTERDISCIPLINARIDADE ................................................................................................................ 39

6.6. ESTÁGIO SUPERVISIONADO ............................................................................................................. 42

6.7. TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO (TCC) .......................................................................... 44

7. ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS (AACC) ............................................... 47


7.1. NATUREZA E OBJETIVOS .................................................................................................................. 47

7.2. ORGANIZAÇÃO E VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ............................ 47

7.3. DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ......................................................................................... 49

7.4. DA SUPERVISÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ........................................................ 51

7
9. AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM ................................................................................................... 55

10. AVALIAÇÃO DO PROJETO DE CURSO ........................................................................................... 58

11. AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS ANTERIORMENTE DESENVOLVIDAS ........................... 59

12. GESTÃO ACADÊMICA ......................................................................................................................... 59


12.1. COLEGIADO DO CURSO ................................................................................................................. 59

12.2. COORDENADOR DO CURSO .......................................................................................................... 60

12.3. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE ........................................................................................ 62

12.4. DIPLOMAS .......................................................................................................................................... 63

13. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA .............. 64


13.1. INFRAESTRUTURA ATUAL............................................................................................................ 64

13.2. LABORATÓRIOS ............................................................................................................................... 64

13.3. BIBLIOTECA ...................................................................................................................................... 65

14. REQUISITOS MÍNIMOS NECESSÁRIOS PARA O CURSO ........................................................... 66


14.1. INFRAESTRUTURA FÍSICA ............................................................................................................ 66

14.2. DOCENTES A CONTRATAR/CONTRATADOS ........................................................................... 67

14.3. RECURSOS FINANCEIROS ............................................................................................................. 68

14.4. PLANO DE EXPANSÃO DO CAMPUS PORTO SEGURO .......................................................... 68

15. CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................................................... 70

17. ANEXO I - EMENTÁRIO ....................................................................................................................... 75

18. ANEXO II - ACERVO BIBLIOGRÁFICO NECESSÁRIO PARA AQUISIÇÃO .......................... 110

19. ANEXO III - DESCRIÇÃO DA ESTRUTURA LABORATORIAL CONSTRUÍDA ..................... 130

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HISTÓRICO DAS REVISÕES

Versão Revisor (es) Data Observação

Rev00 Messias Bittencourt Figueiredo 24/05/2010 Versão original

Rev01 Rogério Lacerda 29/07/2013 Revisões para encaminhamento ao


MEC. Solicitação de
reconhecimento do curso.

Rev02 NDE e Colegiado da Licenciatura em 30/09/2013 Revisão de diversos tópicos – vide


Computação documento auxiliar.

Rev03 NDE e Colegiado da Licenciatura em 05/11/2013 Revisão de diversos tópicos – vide


Computação documento auxiliar.

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1. APRESENTAÇÃO GERAL

O Quadro 1 apresenta, de forma resumida, os dados gerais do curso de Licenciatura em


Computação, do IFBA Campus Porto Seguro.

1.1.DADOS GERAIS

Quadro 1: Dados Gerais do Curso de Licenciatura em Computação

NOME DO CURSO Licenciatura em Computação

HABILITAÇÃO Licenciado em Computação

O curso habilitará os estudantes na licenciatura em


Computação. O profissional licenciado nesse curso estará
DESCRIÇÃO DO CURSO
apto a lecionar disciplinas de Computação na Educação
Básica, em todos os seus níveis e modalidades

DATA DE IMPLANTAÇÃO DO
2010
CURSO

Periodização semestral. Cada período tem duração de 100


REGIME ACADÊMICO
(cem) dias letivos

NÚMERO DE VAGAS: 30 (trinta) vagas semestrais

TURNO DE FUNCIONAMENTO: Noturno com aulas aos sábados

NÚMERO DE TURMAS: 01 turma de 30 alunos por semestre

REGIME DE MATRÍCULA: Semestral

DIMENSÃO DAS TURMAS: Aulas teóricas: até 50 alunos; Aulas práticas: até 25 alunos

REGIME DO CURSO: Sistema de Créditos

DURAÇÃO MÍNIMA DO
4 (quatro) anos
CURSO:

TOTAL DE CRÉDITOS: 216 Créditos

CARGA HORÁRIA: 3.230 horas

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1.2. APRESENTAÇÃO

O Projeto do Curso Superior de Licenciatura em Computaçãoora apresentado resulta do


esforço e compromisso de uma equipe de especialistas em educação, professores dos Campi do
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA). Os referidos profissionais
empreenderam um longo processo de discussão e amadurecimento de idéias acerca da formação
docente a ser realizada pelas licenciaturas do IFBA. A intenção é responder aos desafios que são
colocados pela sociedade contemporânea, em relação à escolarização dos indivíduos, nos níveis
fundamental, médio e profissional na área de computação.

As mudanças próprias da sociedade contemporânea delinearam novo perfil para os


profissionais de todas as áreas, exigindo competências diferenciadas e, principalmente, um
desempenho satisfatório no campo da informática. A informação é a matéria-prima deste novo
século. As novas tecnologias de informação estão provocando mudanças velozes e radicais no
campo do conhecimento. Sem dúvida, as principais ferramentas de trabalho para os avanços
tecnológicos são os computadores e os sistemas. Esta possibilidade de inovação no campo
educacional reflete os avanços das tecnologias e a aplicação da informática na educação em todas as
instituições de ensino. Hoje, as tecnologias computacionais interativas e mídias apóiam novas
modalidades de ensino, aumentando a possibilidade de absorção dos licenciados. pelo mundo do
trabalho.

Atualmente o mercado de trabalho na área educacional de informática agrega profissionais


com formação diversificada, geralmente sem a formação acadêmica necessária. Existe, então, a
necessidade de formar profissionais qualificados que atuem como elemento transformador nos
diferentes níveis e modalidades da Educação Básica, possibilitando o uso adequado da informática
no processo de ensino e aprendizagem.

Assim, diante da necessidade que o mundo moderno apresenta no que concerne às


tecnologias contemporâneas e o potencial que esse ambiente tecnológico pode acrescentar à
educação, este projeto representa um compromisso político do IFBA para contribuir no saneamento
de uma demanda social. O compromisso é de ampliar a oferta de professores em um espaço
marcado pela carência desses profissionais. Este projeto vem ao encontro da necessidade desses
profissionais na sociedade brasileira. Ele está alicerçado em uma sólida formação científico-
pedagógica e situado no campo histórico de atuação da Rede Federal de Educação Profissional
Científica e Tecnológica. O combate à evasão, a implementação de políticas de fixação dos

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licenciados ao curso e a diversificação das atividades acadêmicas são os desafios assumidos pelos
cursos de Licenciatura do IFBA.

1.3. CONTEXTO HISTÓRICO LOCAL E A LICENCIATURA EM


COMPUTAÇÃO

A cidade de Porto Seguro, fundada em 1534, fica situada no extremo sul da Bahia, nordeste
brasileiro, com uma população estimada de 120.000 habitantes, sendo a população urbana em torno
de 88.000 habitantes e população rural de 22.000 habitantes. Tem como principal atividade
eonômica o turismo, a extração mineral, a pecuária e a pesca. Na agricultura destaca-se o plantio de
mamão e coco. Atualmente, a economia dessa região está centrada, principalmente, na indústria de
celulose e papel (extremo sul), na fruticultura (indústria cacaueira, no bipolo Ilhéus e Itabuna e
mamão, nos municípios mais ao sul), e no turismo na orla marítima, principalmente na chamada
“costa do descobrimento”, no município de Porto Seguro e proximidades.

O Campus do IFBA Porto Seguro nasceu com a federalização da Escola Brasil Profissional,
estabelecida pela Portaria Nº 1.981 do MEC de 18/12/2006. A Instituição integra o Plano de
Expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, fazendo parte do Plano de
Desenvolvimento da Educação (PDE), sob o comando da Secretaria de Educação Profissional e
Tecnológica – SETEC. O Campus iniciou suas atividades acadêmicas em fevereiro de 2008
oferecendo os Cursos Técnicos em Alimentos e em Informática, nas modalidades de Ensino Médio
Integrado e Subseqüente ao Ensino Médio. No ano de 2009 foram matriculados 200 alunos no
ensino técnico integrado ao ensino médio nos cursos de Informática, Alimentos e Biocombustíveis
(curso que iniciou suas atividades em 2009). Nos cursos, modalidade subsequente, foram 161
discentes matriculados. Já no ano de 2010 totalizam 436 alunos matriculados nos curso de nível
médio; destes 160 alunos do curso subsequente e 276 alunos do curso integrado.

Em 2010, o Campus Porto Seguro implantou os cursos de Licenciatura Intercultural


Indígena, Lincenciatura em Química e Licenciatura em Computação, cada um com número de
ingressantes na ordem de 30 alunos semestrais.

O IFBA Campus Porto Seguro se insere no âmbito das políticas públicas em educação que
ora são implementadas no país. O Instituto tem a incumbência de solucionar distorções locais no
oferecimento da educação profissional e do ensino superior público, principalmente na oferta de
Licenciaturas, além de atividades de extensão e pesquisa. É notório que o crescimento das
matrículas, nas diferentes etapas da educação básica no país durante os anos 90, demonstra que as

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políticas educacionais nesta década tiveram como prioridade o ensino fundamental. Este fato
resultou no aumento do número de alunos concluintes deste nível de ensino e no aumento
vertiginoso da demanda de vagas no Ensino Médio. Estudos divulgados pelo INEP (Instituto
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) confirmam que as matrículas no
ensino médio aumentaram 53% nos últimos seis anos. (BRASIL, 2006)

Observa-se que é pequena a renovação dos quadros docentes, especialmente na Área de


Ciências da Natureza e Matemática. Ao simular a demanda por novos professores, tomando por
base o número de turmas em comparação com o número de licenciados em cada disciplina nas
universidades, o levantamento indica que o déficit de docentes nos níveis fundamental e médio da
Educação Básica ultrapassa os 250 mil professores.

Analisando, mais particularmente, os dados do INEP (2009), verifica-se que existem no estado da
Bahia apenas 111 professores com formação na área de computação atuando na Educação Básica (ensino
fundamental, médio, profissionalizante, jovens e adultos e especiais). Considerando o número de
estabelecimentos de ensino públicos e privados e a demanda por esse tipo de ensino, não podemos
negligenciar a necessidade de cursos de formação desses profissionais na Bahia, principalmente
licenciados.

Fazendo um recorte para a região do extremo sul, pelos dados da Superintendência de


Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) sabe-se que o total de estabelecimentos de ensino no
extremo sul da Bahia é de 1.565 entre escolas estaduais, municipais, particulares e federais pelo
senso de 2000, último disponível (SEI, 2000). Pelos dados apresentados, do total de 333 docentes
localizados no extremo sul da Bahia, 40% em exercício na Educação Básica (nível médio) possuem
curso superior em alguma área. Os demais professores (60%) possuem nível médio ou fundamental
apenas. Estes dados remetem a uma demanda real e potencial de professores de toda a rede de
ensino da região que necessitam de qualificação em nível de licenciatura. Outro dado importante a
ser considerado no ensino de ciências da região é a existência de um número muito pequeno de
laboratórios didáticos nas unidades estaduais de Educação Básica – verificou-se através do
levantamento realizado para esse projeto que somente 36,4% das escolas possuem laboratório.

Outro problema constatado e que precisa ser superado nos cursos de Licenciatura é a evasão
escolar. As razões da evasão nesses cursos podem estar associadas a diversos fatores, entre eles, as
condições sócio-econômicas do alunado, que em sua maioria tem que pagar por seus cursos em
instituições privadas, a própria estrutura curricular e didática dos cursos oferecidos pelas
universidades públicas que na sua maioria seguem o padrão conhecido como “3 + 1”, ou seja, 3

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anos de um curso de bacharelado com 1 (um) ano, em geral, no último, de disciplinas de cunho
explicitamente pedagógico. Mesmo os cursos concebidos separadamente do bacharelado, vêm
recebendo um tratamento muito “bacharelesco”, onde os conteúdos são trabalhados de forma pouco
aplicável, sem conexão com as ocorrências do dia a dia. Aliada a estas razões, pode-se associar a
baixa atração pela carreira de professor, com salários oferecidos não condizentes com o exercício da
profissão (Pereira, 2000). Todos estes problemas fazem com que o número de professores
qualificados no Brasil seja pequeno frente às necessidades da população.

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, Campus Porto Seguro, acredita que
a criação de um curso de Licenciatura em Computação, com uma metodologia que permita dar
oportunidades para o exercício de práticas pedagógicas desde o inicio do curso, contribuirá de modo
mais efetivo para permanência dos licenciados no curso, para a formação de professores
competentes capazes de lidar com a realidade de sala de aula e que possam modificar o contexto
em que vivem.

Além disto, os cursos de Licenciaturas implantados no IFBA direcionarão seus trabalhos


para que os licenciados reflitam sobre o papel do professor, despertando-os não só para o ensino,
mas também para pesquisa em educação. Desta forma, espera-se que os alunos do curso valorizem a
profissão escolhida e exerçam sua função de maneira crítica e responsável, ou seja, possam exercer
plenamente seu papel na sociedade.

O compromisso é educar para a cidadania, o que implica na realização de processos formativos,


acima de tudo de caráter humanístico, que reconheçam o fazer estético, ético, político e inventivo do ser
humano, suas relações com o mundo, com o outro e consigo mesmo. Deste modo, o presente projeto
responde às exigências de formação e qualificação profissional requerida pela sociedade em decorrência
das atuais transformações científicas e tecnológicas, às demandas de formação de professores para a
Educação Básica em todos os níveis e modalidades, bem como às Diretrizes Curriculares Nacionais para
a Formação de Professores da Educação Básica em Nível Superior.

Por fim, entendemos que a criação do Curso de Licenciatura em Computação no Campus de


Porto Seguro caminha em direção à continuidade da educação em todos seus níveis, contribuindo
para o desenvolvimento de toda a região, pois aumentará o número de vagas no ensino superior,
produzirá investimentos e iniciativas voltadas para a formação inicial e continuada de professores,
bem como reduzirá a quantidade de professores sem nível superior na região.

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2. OBJETIVOS

2.1. OBJETIVO GERAL

Formarlicenciados em Computação para atuar na educação básica, em todas as suas


modalidades. O licenciado poderá atuar nas diversas áreas da Computação. O profissional formado
terá uma sólida base científica que possibilitará a vivência crítica da realidade educacional e a
experimentação de novas propostas que considerem a evolução da educação, da ciência e da
tecnologia. Com isso será capaz de refletir sobre sua prática pedagógica e de intervir na realidade
regional buscando transformá-la. Tal objetivo está em consonância com a proposta do Ministério da
Educação para os cursos de licenciatura implantados nos Institutos Federais1.

2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

i. Favorecer a compreensão dos fins da educação nacional tendo em vista o


desenvolvimento de ação coerente com as reais necessidades da escola e da
sociedade brasileira;

ii. Formar educadores para as constantes transformações culturais, científicas e


tecnológicas;

iii. Formar profissionais autônomos, críticos, reflexivos e analíticos capazes de atuar no


ensino da computação nos vários níveis e modalidades da Educação Básica;

iv. Capacitar o discente a compreender, criticar e utilizar novas ideias e tecnologias


relacionadas com a teoria e a prática de ensino da computação e informática, no
âmbito dos vários níveis e modalidades da Educação Básica;

v. Oferecer conhecimentos teóricos e práticos ao aluno que possibilitem um


desempenho eficaz em sua função docente, utilizando a interdisciplinaridade da
computação e informática para o processo de ensino-aprendizagem;

1
SETEC/MEC, Contribuições para o Processo de Construção dos Cursos de Licenciatura dos Institutos Federais de Educação,
Ciência e Tecnologia, 2008.

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vi. Qualificar profissionais dotados de responsabilidade social, conscientes de seu papel
de multiplicadoresde conhecimento;

vii. Impulsionar o respeito às diferenças, à dignidade humana, o acolhimento e o trato da


diversidade;

viii. Propiciar a vivência de valores humanos (partilha, cooperação, ética e solidariedade)


necessários à construção de uma sociedade mais justa;

ix. Estimular o exercício de atividades de enriquecimento cultural;

x. Preparar profissionais capazes de promover e divulgar a Ciência da Computação


como instrumento de comunicação de ideias e compreensão do mundo;

xi. Proporcionar uma postura reflexiva em relação ao ensino da Ciência da Computação


apontando problemas, sugestões, propostas metodológicas, visando à formação de
profissionais competentes.

xii. Promover o desenvolvimento do raciocínio lógico e abstrato;

xiii. Oferecer recursos que viabilizem o desenvolvimento da prática pedagógica, com


base nos princípios da relação teoria-prática, contextualização e da
interdisciplinaridade;

xiv. Capacitar os alunos para a utilização, desenvolvimento e avaliação de software


educacional e sistema de educação à distância nos vários níveis e modalidades de
ensino;

xv. Incitar atitudes investigativas que favoreçam um processo contínuo de construção de


conhecimentos da computação e informática, bem como a utilização de novas
tecnologias em projetos de pesquisa e extensão como dimensões essenciais à
manutenção da autonomia e dos saberes necessários à atuação profissional;

xvi. Preparar o discente para o exercício do magistério suportado por tecnologias de


informática e fundamentos de computação;

xvii. Ler, compreender e interpretar textos, especialmente textos científicos;

xviii. Compreender e se expressar corretamente utilizando linguagem científica (símbolos,


expressões, fórmulas, tabelas, gráficos, etc);

xix. Compreender a Ciência da Computação e suas relações com o contexto social,


econômico, político, cultural e ambiental;
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xx. Avaliar os materiais e recursos didáticos;

xxi. Ter consciência de que a educação é um processo contínuo, ao longo de toda a vida,
e que é necessário procurar oportunidades de educação continuada;

xxii. Elaborar projetos e trabalhar coletivamente visando à melhoria da escola e.


consequentemente, da realidade em que vive principalmente a realidade regional;

xxiii. Planejar e gerenciar tempo/espaço/rotinas escolares.

3. PESSOAL

3.1. QUADRO DOCENTE INSTALADO E COORDENADOR

As credenciais acadêmicas do atual coordenador podem ser vistas no Quadro 2, e a dos


docentes que atuam no curso de Licenciatura em Computação estão listadas no Quadro 3.
Salientamos que os docentes listados estão comprometidos com os cursos existentes no Campus,
sendo necessárias análises periódicas de contratações de novos docentes, de acordo com a evolução
e necessidades constantes do curso.

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Quadro 2: Coordenador do Curso

Nome ROGÉRIO VITAL LACERDA


• Mestre em Modelagem Computacional e Tecnologia Industrial
pela Faculdade de Tecnologia SENAI/CIMATEC –
Salvador/BA;
Titulação • Especialista em Gestão da Comunicação e da Informação pela
Faculdade de Tecnologia Empresarial – Salvador/BA;
• Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Federal
da Bahia (UFBA) – Salvador/BA.
Regime de trabalho 40 horas – DE

IFBA/Porto Seguro (2012 a Atualidade)

• Coordenador: Licenciatura Computação;


• Professor: Gerência de Projetos;
• Professor: Informática Aplicada à Educação;
• Professor: Modelagem de Banco de Dados;

Experiência profissional • Professor: Banco de Dados.


acadêmica

UNIJORGE (2007 a 2010)

• Professor: Lógica de Programação;


• Professor: Análise e Projeto Orientado a Objetos;
• Professor: Sistemas de Informação;
• Professor: Projeto Interdisciplinar;
• Professor: Qualidade de Software.

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Nome ROGÉRIO VITAL LACERDA
SECRETARIA MUNICIPAL DA FAZENDA-SSA (2010-2012)

• Gerente de Tecnologia da Secretaria Municipal da Fazenda


de Salvador-BA.

UNITECH/CPM BRAXIS CAP GEMINI (2005 a 2010)

• Gerente de Fábrica de Software


• Gerente de Projetos de Tecnologia da Informação.

SETPS (2004 a 2005)

• Gerente da Área de Tecnologia da Informação.

BBV BANCO (2000 a 2004)

Experiência profissional • Consultor em Tecnologia da Informação.


não-acadêmica e
administrativa BANCO TOTTA & AÇORES/BES (1999 a 2000)

• Consultor em Tecnologia da Informação. (Portugal)

BANEB S/A (1991 a 1999)

• Coordenador de projetos de sistemas de informação

• Analista sênior de desenvolvimento de sistemas de


informação

• Analista pleno de desenvolvimento de sistemas de


informação

• Analista júnior de desenvolvimento de sistemas de


informação

• Programador de desenvolvimento de sistemas de informação

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Quadro 3: Quadro de Docentes Efetivos do Campus de Porto Seguro

Titulação Regime de
Docente Graduação
Máxima Trabalho
ANA CRISTINA DE SOUSA CIÊNCIAS SOCIAIS DOUTORADO DE
DOUGLAS DE BRITO BOUÇAS CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO DE
DOUGLAS XAVIER TEODORO DE OLIVEIRA CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO MESTRADO DE
ELSA MARISA MUGURUZA DAL LAGO FILOSOFIA MESTRADO DE
FRANCISCO VANDERLEI FERREIRA DA COSTA LETRAS DOUTORADO DE
GEORGE PACHECO PINTO CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO MESTRADO DE
IVANEIDE ALMEIDA DA SILVA HISTÓRIA MESTRADO DE
JACYARA NÔ DOS SANTOS LETRAS ESPECIALIZAÇÃO DE
JOÃO VERIDIANO FRANCO NETO ANTROPOLOGIA MESTRADO DE
JOSÉ LUIS VACAFLORES LOPEZ CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO DE
KATIA SILVA SANTOS PEDAGOGIA DOUTORADO DE
KÊNIA XAVIER TEODORO DE OLIVEIRA CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO MESTRADO DE
MARÍLIA RAFAELA O.R.M. AMORIM MATEMÁTICA ESPECIALIZAÇÃO DE
MAYARA BARBOSA RODRIGUES CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO DE
MIRELLA PATRÍCIA CHAVES LIMA LETRAS ESPECIALIZAÇÃO DE
NOÉLIA FÉLIX DA SILVA LETRAS ESPECIALIZAÇÃO DE
RICARDO ALMEIDA CUNHA CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO DE
ROGÉRIO VITAL LACERDA CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO MESTRADO DE
ROSELÂNDIA MARIA S V ROCHA ADMINISTRAÇÃO MESTRADO DE
SATIRO OKADA MATEMÁTICA MESTRADO DE
VERÔNICA DE SOUZA SANTOS LETRAS MESTRADO DE

20
3.2. QUADRO ADMINISTRATIVO

O Quadro 4 representa o perfil de técnicos administrativos atuantes no Campus Porto


Seguro.

Quadro 4: Técnicos Administrativos do Campus de Porto Seguro


Nome Função Titulação Máxima
ADEMIR DA SILVA SANTOS ASSISTENTE ADMINISTRATIVO ESPECIALISTA
ADRIANA SILVA SOUZA ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ESPECIALISTA
ALANA CARDOSO MARQUES ASSISTENTE ADMINISTRATIVO ESPECIALISTA
ALINE MACHADO CRUZ BIBLIOTECÁRIA ESPECIALISTA
ALVACELMA DA SILVA OLIVEIRA FERREIRA ASSISTENTE ADMINISTRATIVO GRADUADO
CAMILA DE ALMEIDA SOUSA ASSISTENTE ADMINISTRATIVO ESPECIALISTA
DÉBORA PRISCILA DOS S REGO LIMA TÉCNICO EM ENFERMAGEM ESPECIALISTA
EDILSON NOLAÇO DOS SANTOS ASSISTENTE ADMINISTRATIVO GRADUADO
EDIMAR SANTOS MACIEL ASSISTENTE ADMINISTRATIVO ESPECIALISTA
ELIS FABIA LOPES CABRAL PEDAGOGA ESPECIALISTA
EUDÊNIA OLIVEIRA DE DEUS ASSISTENTE DE ALUNOS GRADUADO
IONE OLIVEIRA DAS NEVES CALDEIRA ASSISTENTE ADMINISTRATIVO ESPECIALISTA
ÍSIS COSTA D'EÇA NUTRICIONISTA ESPECIALISTA
JAKELINE VILELA DE PÁDUA BIBLIOTECÁRIA MESTRADO
JARDEL NOGUEIRA DIAS TÉCNICO DE LABORATÓRIO ESPECIALISTA
JILTON DE SANT'ANA ASSISTENTE ADMINISTRATIVO NÍVEL MÉDIO
JOSCÉLIA MONTEIRO SANTOS DE BRITO ASSISTENTE ADMINISTRATIVO ESPECIALISTA
KLEUBER GAMA BARRETO PSICÓLOGO ESPECIALISTA
LEONARDO DIAS NASCIMENTO TÉCNICO DE LABORATÓRIO ESPECIALISTA
LÍBIA DE ALMEIDA SANTANA DE JESUS ASSISTENTE DE ALUNOS ESPECIALISTA
LUANA SANTANA GÓIS TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS ESPECIALISTA
LUCIANO DIAS ALMEIDA CONTADOR ESPECIALISTA
MARCELLE FONTES DE MENEZES BISPO ASSISTENTE ADMINISTRATIVO ESPECIALISTA
MÁRCIA ALVES DOS SANTOS ASSISTENTE ADMINISTRATIVO ESPECIALISTA
MÁRCIO SILVA RODRIGUES PEDAGOGO ESPECIALISTA
MARIA LENIRA GURGEL CAVALCANTE SILVA ASSISTENTE SOCIAL MESTRE
MARILEIDE ROCHA LOBO TAVEIRA ASSISTENTE DE ALUNOS ESPECIALISTA
MARIVONE MARIA RIBEIRO ASSISTENTE DE ALUNOS ESPECIALISTA
MATEUS ALVES DA SILVA OLIVEIRA ASSISTENTE ADMINISTRATIVO GRADUADO
MAURÍCIO DA ROCHA TÉCNICO EM INFORMÁTICA NÍVEL MÉDIO
NAIARA DE SOUZA ASSISTENTE ADMINISTRATIVO ESPECIALISTA
NÁRRIMA MARIA CAMPOS LIMA ASSISTENTE ADMINISTRATIVO ESPECIALISTA
PAULO ROBERTO SILVA GONÇALVES TÉCNICO EM AUDIO VISUAL NÍVEL MÉDIO
REGINA VITÓRIA MAGALHÃES MÉDICA ESPECIALISTA
SYLMARA FERREIRA DE ANDRADE TÉCNICO DE LABORATÓRIO ESPECIALISTA

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4. REQUISITOS DE ACESSO

Poderá cursar a Licenciatura, o concluinte do ensino médio oficial ou aquele que obtiver
equivalência na forma da legislação educacional vigente. A forma de acesso dar-se-á por exame de
seleção, aluno especial, transferência compulsória ou transferência facultativa.

A admissão de alunos regulares ao curso será realizada anualmente, através de processo


seletivo para ingresso no primeiro período do curso ou através de transferência para qualquer
período.

O processo seletivo obedecerá à legislação em vigor e as determinações do Conselho


Superior do IFBA.

Existe, também, a possibilidade de admissão de aluno especial. Entende-se por aluno


especial aquele que deseja cursar disciplinas isoladas, sem qualquer vínculo com o curso. Esta
admissão é condicionada a existência de vagas.

A transferência compulsória ou ex-oficio, caracterizada pela continuidade dos estudos, é


independente de vaga especifica e poderá ser solicitada a qualquer época do ano para os casos
previsto em Lei.

A transferência facultativa ou voluntária de alunos de outras instituições de ensino superior,


nacional ou estrangeira, fica condicionada à existência de vaga.

22
5. PERFIL DO CONCLUINTE

O Licenciado em Computação é um profissional que utilizará a informática na educação


como um meio, associada ao domínio das respectivas didáticas, com vistas a conceber, construir e
administrar situações de aprendizagens. Enquanto educador será capaz de refletir e participar do
desenvolvimento de sua comunidade. O licenciado deverá ainda ter a visão de que o conhecimento
da computação pode e deve ser acessível a todos; evidenciar uma compreensão de educação como
caminho para a construção do ser pessoal, livre, crítico e avaliativo; assumir o papel de educador
com sensibilidade para interpretar as ações do educando.

Algumas características fundamentais desse profissional são: a capacidade de utilizar o


computador como ferramenta de auxílio no processo de ensino e aprendizagem, habilidade de
construir e desenvolver ambientes de aprendizagem informatizados, habilidade de implementar e
avaliar softwares educacionais e capacidade de desenvolver matérias instrucionais através do
emprego da Informática.

Desta forma, pretende-se oferecer ampla formação teórica, tecnológica, pedagógica e


humana, propiciando aos estudantes a autoaprendizagem e o “aprender a aprender”, procurando sua
formação integral com valores como autonomia e responsabilidade. O egresso deve enfim, estar
apto a fazer frente à evolução da computação e de suas tecnologias, sendo capaz de assumir um
papel de agente transformador, através do domínio de novas ferramentas e sistemas, visando
melhores condições de trabalho e de vida na sociedade.

O egresso do Curso de Licenciatura em Computação poderá atuar em diversas áreas


educacionais, tais como:

• Professor da Educação Básica em todos os níveis e modalidades em escolas e


institutos na área de informática;

• Consultor e/ou assessor de tecnologia da informação em instituições públicas,


privadas ou mistas, integrante de equipes de consultoria em secretarias de
educação, instituições de ensino e em empresas;

• Integrante de equipes técnicas para construção de ambientes de aprendizagem


informatizados;

• Desenvolvedor de atividades de pesquisa de tecnologia em informação e


comunicação voltadas para tecnologias educacionais;
23
• Empreendedor no desenvolvimento de software educacional.

O perfil profissional do aluno formado neste curso de Graduação foi elaborado seguindo as
orientações da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), sociedade científica, sem fins
lucrativos, que reúne pesquisadores, professores, estudantes e profissionais que atuam em pesquisa
científica, educação e desenvolvimento tecnológico na área genérica de Computação. Esta entidade
apresenta-se como uma das fomentadoras das diretrizes curriculares para os cursos das áreas de
Informática e Computação, mantendo constantemente atualizado o seu Currículo de Referência,
documento que trata dos moldes da educação nestas áreas, constituindo-se como base das
discussões sobre as Diretrizes Curriculares do MEC/SESu. Deste modo, o perfil profissional prevê
que o aluno possa:

• Ter uma visão de seu papel social de educador e capacidade de se inserir em diversas
realidades com sensibilidade para interpretar as ações dos educandos;

• Ter uma visão da contribuição que a aprendizagem da Informática pode oferecer à


formação dos indivíduos para o exercício de sua cidadania;

• Dirigir cientificamente com ética, independência, senso crítico, criatividade e


tratamento interdisciplinar o processo pedagógico na Educação Básica e Profissional,
e em específico nas disciplinas vinculadas ao desenvolvimento de competências
básicas, tendo em vista a contribuição com o processo de construção de uma
sociedade mais justa e mais humana;

• Aplicar os conteúdos gerais e específicos de sua área de formação profissional, com


capacidade de mediatizá-los didaticamente numa perspectiva crítico-social;

• Dominar os pressupostos teórico-metodológicos que fundamentam a mediação


didática do processo ensino-aprendizagem na perspectiva histórico-crítica e sócio-
construtivista;

• Analisar o processo educacional e o papel social da escola, considerando suas


determinações históricas, políticas e sociais;

• Solucionar com base na utilização de métodos de investigação científica, os


problemas na área da Informática, identificados no contexto educacional e social de
forma individual ou coletiva;

• Desenvolver comportamento ético que possibilite o desempenho de suas atividades,


o cumprimento de sua responsabilidade profissional, a participação no trabalho
24
coletivo, assumindo atitudes coerentes, independentes, críticas e criativas diante das
questões educativas e sociais, fortalecendo sua condição de profissional e cidadão;

• Ter capacidade para lidar e desenvolver ações educacionais que promovam a


diversidade cultural e os valores democráticos, elementos importantes do processo
educacional;

• Apresentar aptidão de se auto-avaliar e analisar as atividades desenvolvidas nas


instituições em que esteja inserido, interagindo de forma ativa e solidária com a
comunidade deste contexto, na busca de soluções para os problemas identificados, a
partir da utilização de métodos de investigação científica;

• Apresentar capacidades pedagógicas expressadas em habilidades cognitivas,


projetivas, organizativas e comunicativas, além de outras, que lhes possibilite
desenvolver as atividades profissionais com independência, criticidade e
criatividade;

• Demonstrar autonomia e criatividade na utilização de fontes e formas diversificadas


para o seu auto-aperfeiçoamento permanente, para que no desempenho de suas
atividades contribua para a elevação progressiva da qualidade do seu trabalho
profissional e das relações que estabeleça consigo e com os outros;

• Colaborar no processo de discussão, planejamento, execução e avaliação do projeto


pedagógico da instituição em que esteja inserido;

• Ter uma formação básica em aspectos teóricos e práticos da Ciência da Computação


e da área de Educação;

• Ter capacidade de implantar tecnologia de Informática em organizações de natureza


educacional;

• Ter capacidade de assessorar, prestar consultoria, orientar equipes na área de


tecnologia educacional;

• Ter capacidade de dar treinamento e suporte tecnológico aos usuários;

• Ter capacidade de acompanhar o desenvolvimento da Tecnologia da Informação e


avaliar racionalmente a relação entre viabilidade e aplicabilidade de novas
tecnologias e produtos educacionais;

25
• Ter capacidade de selecionar e implantar soluções de Informática economicamente
viáveis na área educacional;

• Ter capacidade de compreender o impacto do uso da TI na sociedade;

• Ter capacidade de mediação didática adequada ao exercício da relação teoria-prática


da área;

• Ter capacidade para utilizar tecnologias digitais no âmbito do processo de ensino e


aprendizagem seja ele presencial ou a distância; e

• Gerenciar o seu desenvolvimento pessoal e profissional, orientado pelos princípios


do aprender a aprender, aprender a ser e aprender a ensinar.

5.1. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS


DURANTE O CURSO

Conforme o CR-LC/20022 da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e com os

princípios das Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de professores da Educação

Básica, em nível superior e de graduação plena (Resoluções CNE/CP 1/023 e CNE/CP 2/024), o

licenciado em Computação deve desenvolver durante o curso as seguintes competências e

habilidades:

• Compreender processos educativos e de aprendizagem, de forma a estabelecer


relações e integrar as áreas de computação e educação, de maneira multidisciplinar,
transversal e multidimensional, de forma a redirecionar as ações no ensino e
aprendizagem;
• Atuar como agente de processos e vivências educativas em computação, articulando
os conteúdos com as didáticas específicas, a partir do princípio metodológico de
ação-reflexão-ação para o desenvolvimento de competências, na busca de solução
de problemas da sociedade humana, global e planetária;

2
Currículo de Referência da SBC para cursos de Graduação de Licenciatura em Computação, SBC,2002.
3
CNE. Resolução CNE/CP 1/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de abril de 2002. Seção 1, p. 31. Republicada por ter saído
com incorreção do original no D.O.U. de 4 de março de 2002. Seção 1, p. 8.
4
CNE. Resolução CNE/CP 2/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 4 de março de 2002. Seção 1, p. 9.
26
• Promover a aprendizagem criativa, autônoma, colaborativa e de comunicação e
expressão, como princípios indissociáveis da prática educativa;
• Contribuir para a aprendizagem empreendedora, na perspectiva de valorização dos
indivíduos, de suas capacidades, de suas relações sociais e éticas, num processo de
transformação de si próprio e de seu espaço social, de maneira a favorecer as
mudanças nos paradigmas comportamentais e de atitudes nos contextos
educacionais e de desenvolvimento pessoal e profissional.

6. O DESENHO PEDAGÓGICO-CURRICULAR

6.1. SOBRE O CURSO

A concepção pedagógica dos cursos de Licenciatura do IFBA levou em consideração a sua


dupla função social: a importância instituída dos cursos de formação inicial de professores e o papel
desempenhado pelas áreas de conhecimento em questão na formação do cidadão.

Metodologicamente, a proposta curricular do Curso de Licenciatura em Computação foi


organizada segundo a concepção de formação de professores denominada Prática-Reflexiva,
expressa na Resolução CNE/CP Nº 1, de 18/02/2002:

A aprendizagem deverá ser orientada pelo princípio metodológico


geral, que pode ser traduzido pela ação-reflexão-ação e que aponta a
resolução de situações-problema como uma das estratégias didáticas
privilegiadas. (Art. 5º, Parágrafo único)
Segundo essas diretrizes, a formação do educador configura-se como um processo contínuo
e multicultural que busca o autodesenvolvimento reflexivo a partir da valorização dos saberes de
que são portadores. Nesta perspectiva, o professor é visto como o mediador da construção do
conhecimento, portanto, tem a função de organizar, coordenar e criar situações de aprendizagem
desafiadoras e significativas, possibilitando a organização de um modelo de formação que permita
ao futuro professor pensar criticamente a teoria e prática do ensino-aprendizagem.

As Diretrizes Curriculares para formação de professores para Educação Básica acolhem,


ainda, o que esta prescrito no parecer CNE/CP 09/2001,

27
O princípio geral é de que todo fazer implica na reflexão e toda
reflexão implica um fazer, ainda que nem sempre este se materialize.
Esse principio é operacional e sua aplicação não exige uma resposta
definitiva sobre qual dimensão – a teoria ou a prática – deve ter
prioridade, muito menos qual dela deva ser o ponto de partida na
formação do professor. Assim, no processo de construção de sua
autonomia intelectual, o professor, além de saber e saber fazer, deve
compreender o que faz... Nessa perspectiva, o planejamento dos
Cursos de Formação deve prever situações didáticas em que os
futuros professores coloquem em uso os conhecimentos que
aprenderão, ao mesmo tempo em que possam mobilizar outros, de
diferentes naturezas e oriundos de diferentes experiências, em
diferentes tempos e espaços curriculares...
Coerente com esta concepção surge o perfil do professor como intelectual crítico-reflexivo,
que, segundo Libâneo (1993), in “Professor Reflexivo no Brasil”, orienta a formação do professor
com as seguintes características:

• Fazer e pensar a relação teoria e prática


• Agente numa realidade social construída;
• Preocupação com a apreensão dos conteúdos;
• Atitude e ação crítica frente ao mundo e sua atuação;
• Apreensão teórico-prática do real;
• Reflexividade de cunho sócio-crítico e emancipatório.

A formação, entendida como um processo permanente do ser humano considera a dimensão


sócio-cultural da aprendizagem e a construção do conhecimento como elementos pertencentes
também aos valores culturais e pessoais. Os saberes, as teorias e as representações, evidenciam os
esquemas mentais que possibilitarão a sua mobilização.

Os Cursos de Licenciatura serão definidos através da respectiva matriz curricular e do plano


de ensino de cada disciplina, envolvendo ementa, objetivo, conteúdo programático, metodologia de
ensino, avaliação do aprendizado e referências bibliográficas. Os cursos têm a sua duração mínima
prevista para quatro anos, sendo de sete anos o tempo máximo de sua integralização, descontado o
tempo regimental de trancamento do curso.

Os conteúdos devem ser tratados como meio e suporte para constituição das competências e
são selecionados e ordenados para compor a matriz curricular visando desenvolver o conhecimento
da área específica e da área pedagógica. O currículo do curso é constituído por uma sequência de
disciplinas e atividades ordenadas por matrículas semestrais em uma seriação aconselhada. O

28
currículo pleno inclui as disciplinas que atendem às bases curriculares da lei de diretrizes e bases,
complementado por outras disciplinas de caráter obrigatório, que atendem às exigências de sua
programação específica, às características do IFBA e às necessidades da comunidade assim como
aquelas individuais dos acadêmicos.

De acordo com os requisitos legais, LDB 9394/96 (art. 9°, inciso IX, art 88 e art. 90) e
Decreto 2.207/97 (art. 9°) e Portarias 640 e 641/MEC/97 (art. 9°), a carga horária mínima exigida a
um curso de licenciatura em Computação é 2800 h (duas mil e oitocentas) horas distribuídas em 08
(oito) semestres.

A prática pedagógica se consolidará com a realização do estágio supervisionado em ensino


de Computação, a partir da segunda metade do Curso. Este estágio deverá ser conduzido em escolas
oficiais da educação básica, em todos os seus níveis e modalidades.

A carga horária e duração do curso estão de acordo com a resolução do CNE (resolução
CNE/CP 02/2002) que institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação
plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior.

Os pareceres e resoluções que definem as diretrizes curriculares para os cursos de


Licenciatura em Computação são: Parecer CNE/CP 9/2001; Parecer CNE/CP 27/2001; Parecer
CNE/CP 28/2001; Parecer N.º CNE/CES 583/2001; Resolução CNE/CP 1, de 18 de fevereiro de
2002 e Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002.

O currículo do curso de Licenciatura em Computação também disponibilizará espaço para


atender às leis que se referem à Educação Ambiental e Educação das Relações Ético-Raciais.

A Lei no 9.394 de dezembro de 1996 foi alterada pela Lei no 10.639, de janeiro de 2003,
tornando obrigatória a inclusão da temática das relações étnico-raciais, por meio do ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Esta legislação, por sua vez, foi alterada pela lei no
11.645 de 10 de março de 2008, acrescentando a temática indígena nos processos de educação
formal no Brasil. Essas leis garantem a inclusão da diversidade nos processos de ensino e
aprendizagem, pois propõem fortalecer um debate já presente nos Parâmetros Curriculares
Nacionais. Assim, colocar no currículo essa legislação representa para o curso uma adequação aos
debates atuais sobre inclusão e respeito aos grupos da sociedade brasileira e, principalmente, é o
respeito à legislação nacional, respondendo aos anseios e conquistas dos grupos minoritários.

Outra temática muito atual e prevista em lei e que terá espaço privilegiado no currículo da
Licenciatura em Computação será a Educação Ambiental. A Política Nacional de Educação
Ambiental foi instituída pela Lei no 9.795 de abril de 1999. Pelo consenso de que o meio ambiente
29
representa um espaço socioeducativo que precisa estar presente no conteúdo escolar, foi proposta a
lei. Certamente uma formação completa precisa considerar que as transformações no meio social
possuem um papel importante, sendo que todos os profissionais, e mais intensamente os da
educação, devem conhecer a legislação e promover debates sobre o meio em que se vive.

6.2. NÚCLEOS CURRICULARES

Considerando a inexistência de parecer pelo CNE/CES quanto às diretrizes curriculares para


o curso de graduação de licenciatura em computação, adotou-se como referência para elaboração
dos núcleos curriculares o que estabelece o CR-LC/2002 da Sociedade Brasileira de Computação
(SBC).

Dessa forma, o projeto pedagógico explicita os conteúdos básicos e complementares e


respectivos núcleos curriculares. Segundo a SBC, a distribuição de matérias será dividida em áreas
de acordo com o conteúdo formativo.

Assim, as disciplinas foram distribuídas em quatro núcleos de formação:

• NBAS (Núcleo das disciplinas de formação básica);

• NTEC (Núcleo das disciplinas de formação tecnológica);

• NCOM (Núcleo das disciplinas de formação complementar);

• NHUM (Núcleo das disciplinas de formação humanística).

O NBAS (Núcleo das disciplinas de formação básica) contém disciplinas essenciais e


obrigatórias para a formação inicial do discente, esse núcleo está composto por três áreas de
conhecimento:

• Ciência da Computação: são disciplinas de formação específica da área de


computação que objetivam o domínio dos fundamentos computacionais teóricos e
das técnicas básicas da computação, do raciocínio lógico e de resolução de
problemas, da organização e manipulação de informações armazenadas; da
organização e arquitetura de computadores; da utilização de técnicas e ferramentas
básicas;

• Matemática: disciplinas que buscam proporcionar uma formação básica na área de


matemática, fornecendo subsídios para compreensão de alguns conteúdos da ciência
da computação, promovendo o desenvolvimento do raciocínio lógico e abstrato; da

30
estruturação de idéias; da formulação, representação, manipulação e resolução
simbólica de problemas;

• Pedagogia: as disciplinas desse núcleo deverão ter, como centro de suas


preocupações, as temáticas relativas às instituições escolares e educacionais – sua
história, práticas, valores e procedimentos –, as políticas públicas de educação e as
estudos sobre seus agentes sociais, como alunos, professores e demais profissionais
da educação. Farão parte desse núcleo as disciplinas da educação, bem como as
disciplinas diretamente ligadas à formação pedagógica, projetos ou atividades de
estágio que comporão essa parte do núcleo, referindo-se mais diretamente à interface
entre o saber pedagógico e o conteúdo específico.

• No NTEC (Núcleo das disciplinas de formação tecnológica) as disciplinas cobrem


em profundidade e abrangência os fundamentos das tecnologias envolvidas com a
formação do discente. Deste modo, as disciplinas do núcleo permeiam áreas de
formação de suporte a sistemas computacionais, modelagem e desenvolvimento de
sistemas e tecnologias educacionais; distribuídas da seguinte forma:Tecnologias
básicas e de suporte: tem como objetivo introduzir as disciplinas necessárias ao
desenvolvimento tecnológico da computação, visando ao domínio das tecnologias
básicas de suporte a sistemas computacionais incluindo sistemas operacionais, redes
de computadores, linguagens, banco de dados e sistemas distribuídos;

• Tecnologias de modelagem, especificação e desenvolvimento de sistemas de


informação, de conhecimento e de sistemas multimídia: compreende as
disciplinas que tem como objetivo o domínio de técnicas de modelagem durante os
processos de desenvolvimento de sistemas. Neste sentido as disciplinas devem estar
relacionadas aos seguintes conteúdos: engenharia da construção de software;
interface homem-máquina; engenharia de requisitos, análise, arquitetura e projeto;
sistemas multimídia e interfaces; sistemas inteligentes aplicados à educação;
modelagem representação, armazenamento e recuperação de informações e de
conhecimento;

• Gestão de tecnologias educacionais: disciplinas voltadas para o planejamento e


gestão dos processos educacionais, avaliação, controle, comunicação; qualidade
aplicada a educação; acompanhamento e desenvolvimento de equipes; aspectos
estratégicos e humanos nos processos de aprendizagem.

31
• Prática do ensino de computação: aplicação dos fundamentos teóricos das ciências
da educação e da computação visando a criação e consolidação de métodos, técnicas
e produção de materiais de ensino de computação em contextos escolares, ambientes
corporativos e de educação não formal.

As disciplinas que compõem o NCOM (Núcleo das disciplinas de formação complementar)


estão voltadas para o desenvolvimento dos saberes das ciências da educação e da computação,
considerando a interdisciplinaridade com outras ciências, especialmente psicologia, filosofia e
matemática, considerando também as demais ciências e áreas de aplicação de ensino. Busca integrar
e contextualizar os diversos problemas de ensino e de aprendizagem através da aplicação da
computação e tecnologias educacionais, no sentido de manter os discentes atualizados quanto a
evolução dessas tecnologias.

O NHUM (Núcleo das disciplinas de formação humanística) é composto por disciplinas que
permitam ao discente o aprendizado da dimensão social e humana do exercício de suas atividades
profissionais. Ter uma visão humanística crítica e consistente sobre o impacto de sua atuação
profissional na sociedade. Portanto, o elenco de disciplinas desse núcleo possibilitará ao discente
desenvolver uma postura crítica diante das diversas situações que se apresentarão no contexto
social, educacional, econômico, cultural e político. Pretende-se ainda desenvolver a consciência
ética e ambiental através de princípios que permitam inovações nas práticas pedagógicas eestimular
no discente sua capacidade empreendedora, aplicando seus conhecimentos de forma inovadora,
promovendo e desenvolvimento autônomo e sustentável.

No Quadro 5 observa-se a distribuição de disciplinas pelos núcleos curriculares.

32
Quadro 5: Distribuição das Disciplinas por Núcleos Curriculares.

33
A Figura 1 apresenta a distribuição percentual dos Núcleos de Formação na grade curricular
do curso.

Figura 1: Composição da Grade Curricular por Núcleo de Formação

34
6.3. MATRIZ CURRICULAR E FLUXOGRAMA

O Quadro 6 mostra a distribuição das disciplinas por semestre letivo e a distribuição da


carga horária e créditos. A Figura 2 apresenta o fluxograma do curso.

Quadro 6: Distribuição das Disciplinas por Semestre (carga horária e créditos)

35
Figura 2: Fluxograma do Curso
36
As disciplinas complementares optativas que serão oferecidas aos licenciandos estão
relacionadas no Quadro 7 com as respectivas cargas horárias e pré-requisitos obrigatórios.

Quadro 7: Disciplinas Optativas

6.4. DISCIPLINAS NA MODALIDADE À DISTÂNCIA

Considerando a portaria Nº 4059, de 10 de Dezembro de 2004 (DOU de 13/12/2004, seção


1, p. 34) que estabelece que as instituições de ensino superior poderão introduzir, na organização
pedagógica e curricular de seus cursos superiores reconhecidos, a oferta de disciplinas integrantes
do currículo que utilizem modalidade de Educação à Distância (EAD), com base no art. 81 da Lei n.
9.394, de 1.996 e que estas disciplinas poderão ser ofertadas, integral ou parcialmente, desde que
esta oferta não ultrapasse 20 % (vinte por cento) da carga horária total do curso. Os cursos de
Licenciaturas do IFBA admitirão na sua matriz curricular o oferecimento de disciplinas na
modalidade EAD, como permite a lei.

Caracteriza-se a modalidade EAD como quaisquer atividades didáticas, módulos ou


unidades de ensino-aprendizagem centradas na autoaprendizagem e com a mediação de recursos
didáticos organizados em diferentes suportes de informação que utilizem tecnologias de
comunicação remota. As avaliações das disciplinas ofertadas na modalidade referida serão
presenciais.

As disciplinas EAD serão selecionadas de acordo com a natureza das mesmas; com a
infraestrutura e os recursos humanos disponíveis. A elaboração, implantação e avaliação das
37
disciplinas estarão a cargo dos docentes envolvidos na oferta das disciplinas e do colegiado do
curso. O órgão competente pela gestão da Educação à Distância do IFBA dará suporte a essas
atividades.

As disciplinas na modalidade EAD estarão disponíveis para todos os Cursos de Licenciatura


do IFBA, além de disponível também para os cursos superiores e de outras modalidades da
Instituição. Além das disciplinas EAD oferecidas dentro do limite legal, outras experiências na
modalidade podem ser oferecidas de modo suplementar à matriz curricular.

Para a operacionalização de disciplinas na modalidade a distância no curso de Licenciatura


em Computação, no âmbito do Campus Porto Seguro, será utilizada a organização de um sistema
que viabilize as ações de todos os envolvidos no processo. Hoje o Campus já conta com um Núcleo
de Educação à Distância, coordenado por uma docente com experiência nessa modalidade e que
conta com tutores já selecionados através de processo específico, utilizando a infraestrutura atual
para a realização de alguns cursos propostos pelo próprio MEC.

A proposta aqui apresentenda prevê que os doicentes do curso de Licenciatura em


Computação possam utilizar essa mesma infraestrutura, logística e aprendizado que a equipe de
EAD adquiriu e está adquirindo para, através de uma parceria entre esses grupos, viabilizar a oferta
de disciplinas na modalidade EAD, realizando as adaptações que acharem pertinentes ao seu
projeto.

Dentre os elementos imprescindíveis neste sistema estão: a) utilização de espaços físicos


para a realização dos encontros presenciais e como suporte ao processo de ensino e de
aprendizagem; b) a utilização de uma rede que garanta a comunicação contínua entre os sujeitos
envolvidos no processo educativo; c) a produção e organização de material didático apropriado às
disciplinas nessa modalidade; d) o processo de acompanhamento e avaliação próprios; e) a
utilização de um ambiente virtual de aprendizagem (AVA) que favoreça o processo de estudo dos
alunos e o processo de comunicação com o Campus.

Já existem espaços, no Campus, onde estão instalados microcomputadores, com bancadas e


cadeiras apropriadas para comportar os alunos. Um deles é o Laboratório Interdisciplinar de
Práticas Pedagógicas. Nesse ambiente está disponível, também, um projetor multimídia com lousa
digital, além de estabilizadores para todos estes equipamentos e uma boa instalação elétrica no
local. Este espaço está sendo proposto para ser utilizado tanto como fonte de pesquisa, quanto para
estudos e encontros com professor e tutoria, por isso deverá contar também com a lousa digital
privilegiando a comunicação, a cooperação e a interação no processo de ensino e de aprendizagem.

38
Além disso, tem-se a possibilidade de utilização dos demais laboratórios de computação, pelos
docentes e discentes.

Para a implantação das disciplinas na Licenciatura em Computação utilizar-se-á a própria


rede de comunicação do Campus, possibilitando a ligação entre os ambientes que atenderão
presencialmente os alunos e o IFBA Campus Porto Seguro. Para garantir o processo de
comunicação permanente e dinâmico deverá ser utilizado não só a rede comunicacional, viabilizada
pelo ambiente de aprendizagem, mas também outros meios de comunicação. Dentre esses outros
meios estão: telefone, redes sociais, blogs, websites e correio-eletrônico, que permitirão que todos
os alunos, independentemente de suas condições de acesso ao Campus, possam contar com o
serviço de informações básicas relativas ao curso.

O sistema de acompanhamento da aprendizagem do aluno envolve diretamente a


necessidade de realização de algumas funções pelos diversos profissionais que atuam no IFBA.
Uma projeção dessa necessidade para que seja possível a oferta de algumas disciplinas na
modalidade EAD, é a seguinte:

• Professor do Curso: será responsável pela elaboração do conteúdo a ser disponibilizado


de forma impressa e on-line, bem como as atividades e avaliações previstas;

• Tutor: será o responsável também pelo conteúdo de uma disciplina, alocado no Campus,
sob a coordenação do professor da disciplina ministrada.

• Auxiliar Administrativo: será responsável por orientar os alunos em questões que


envolvam a organização de seus trabalhos, processos de comunicação e tempos do curso,
além de dar suporte e ser responsável pela Sala de Computadores.

• Coordenador da Tutoria: preferencialmente, será de responsabilidade de um professor do


Curso de Computação, que coordenará todas as atividades do sistema de
acompanhamento em parceria com o Coordenador de EAD do Campus.

6.5. INTERDISCIPLINARIDADE

A transversalidade e a interdisciplinaridade são modos de se trabalhar o conhecimento que


buscam uma reintegração de aspectos que ficaram isolados uns dos outros pelo tratamento
disciplinar. Com isso, busca-se conseguir uma visão mais ampla e adequada da realidade, que tantas

39
vezes aparece fragmentada pelos meios de que dispomos para conhecê-la e não porque o seja em si
mesma. (Garcia, 2002).

A proposta metodológica dos Cursos de Licenciatura do IFBA está organizada em


conformidade com as condições e situações vivenciadas pela sociedade em seus contextos regionais
e culturais, tendo em vista que é preciso fazer do processo ensino aprendizagem algo que não se
realize como uma imposição cultural, que coloque os saberes e conhecimentos adquiridos ao longo
da vida, em um nível inferior à cultura técnica e científica.

De acordo com esta metodologia, o currículo, como artefato cultural deve ter uma estrutura
dinâmica, para proporcionar uma mobilidade conceitual, evitando uma definição prévia e
padronizada dos conteúdos a serem trabalhados (Pacheco, 1996). A dinâmica do curso será calcada
nos resultados da pesquisa e extensão realizadas por docentes e discentes, com o intuito de que o
processo educacional seja instituído no momento preciso de sua realização, isto é, o progresso e o
perfil do curso serão fundados nas reflexões e compreensões das vivências pedagógicas no
momento em que elas ocorrem. Neste sentido, os cursos de licenciatura do IFBA defenderão
permanentemente atividades pedagógicas desenvolvidas de modo integrado entre as áreas, núcleos,
disciplinas e projetos integradores.

O currículo terá uma estrutura distribuída em núcleos curriculares, gerais e específicos, que
serão constituídos em temas contextuais amplos e multidisciplinares que podem ser articulados por
meio de projetos, com temas e objetivos delimitados a partir da relação interdisciplinar. A
preocupação fundamental será a de selecionar as questões de relevância para as áreas de
conhecimentos específicos, instituindo uma reflexão em conformidade com problemáticas próprias
da situação de ensino aprendizagem.

O objetivo básico da proposta de interdisciplinaridade é a articulação entre os saberes


formais da escola e os saberes sócio-culturais dos alunos, o que favorece maior objetivação dos
conteúdos analisados e permite que o educando não sinta que aprende algo abstrato ou fragmentado.
Os conhecimentos não serão unicamente disciplinares, mas terão sua estrutura constituída por temas
contextuais, multidisciplinares, que permearão a elaboração de projetos de extensão social e
cultural, inter-relacionando diversas experiências teóricas e práticas das áreas envolvidas numa
concepção globalizante do processo de ensino aprendizagem.

No desenvolvimento dos temas das atividades interdisciplinares será indispensável que se


tenha como preocupação um equilíbrio entre vivências, necessidades educacionais e teorias a serem
elaboradas. Será fundamental definir os fins a serem atingidos em cada ação; as questões que devem

40
ser priorizadas; e, sobretudo, possibilitar aos discentes o estabelecimento das relações entre os
diversos enfoques educacionais. Essa perspectiva de interdependência dos conteúdos será um
instrumento para a compreensão e ação sobre a realidade.

Na prática, sabe-se que existem algumas formas e iniciativas de se trabalhar a


interdisciplinaridade e transversalidade em um curso. O Método Decroly, resumidamente, traz a
figura dos "centros de interesse", partindo da ideia da globalização do ensino para romper com a
rigidez dos programas escolares. Os centros de interesse são uma espécie de ideias-força em torno
das quais convergem as necessidades fisiológicas, psicológicas e sociais do aluno.

Existe também o Método dos Complexos em que seus idealizadores buscam levar à prática
coletivamente o princípio da escola produtiva. Nesse caso, concentra todo o aprendizado em torno
de três grandes grupos (complexos) de fenômenos: a natureza, o trabalho produtivo e as relações
sociais.

Uma proposta viável para o curso de Licenciatura em Computação é utilizar uma


metodologia baseada no Método dos Projetos, de Kilpatrick. Esse método parte do estudo de
problemas reais, do dia-a-dia do aluno. Algumas atividades podem ser realizadas através de
projetos, sem necessidade de uma organização especial. O projeto como método didático deve ser
visto como uma atividade intencionada que consiste em os próprios alunos fazerem algo num
ambiente natural e que seja adequado a eles. O método de Kilpatrick classifica os projetos em
quatro grupos:

a) Produção, no qual se produzia algo;

b) Consumo, no qual se aprendia a utilizar algo já produzido;

c) Resolução de um problema;

d) Aperfeiçoamento de uma técnica.

Quatro características concorrem para que seja elaborado um bom projeto didático,
aproveitando o conhecimento prévio e a vivência dos alunos:

a) Atividade motivada por meio de uma consequente intenção;

b) Plano de trabalho;

c) Diversidade globalizada de ensino;

d) Ambiente natural.

41
A proposta do curso é ter o princípio da transversalidade e de transdisciplinaridade como
uma alternativa integrada, superando o conceito de disciplina. Pretende-se buscar uma
intercomunicação entre as disciplinas, tratando efetivamente de um tema/objetivo comum que seja
transversal. Sob essa ótica, não faz muito sentido trabalhar os temas transversais através de uma
nova disciplina, mas através de projetos que integrem as diversas disciplinas do curso.
A metodologia do trabalho interdisciplinar implica, portanto, em:

a) Integrar os conteúdos;

b) Passar de uma concepção fragmentária para uma concepção unitária do conhecimento;

c) Superar a dicotomia entre ensino e pesquisa, considerando o estudo e a pesquisa, a partir


da contribuição das diversas ciências;

d) Centrar o ensino-aprendizagem numa visão de que aprendemos ao longo de toda a vida.

6.6. ESTÁGIO SUPERVISIONADO

O Estágio Supervisionado Curricular é composto por um conjunto de atividades de


aprendizagem social, profissional e cultural, proporcionadas ao estudante pela participação em
situações reais de vida e trabalho do seu meio, sendo realizado na comunidade em geral, junto às
escolas públicas e sob a responsabilidade e coordenação do Professor Orientador do Estágio do
Curso.

O Estágio Supervisionado Curricular propicia a complementação do ensino e da


aprendizagem a serem planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os
currículos, programas e calendários escolares, a fim de se constituir em instrumentos de integração,
em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de
relacionamento humano. O estágio, independentemente do aspecto profissionalizante, direto e
específico, poderá assumir a forma de atividades de extensão, mediante a participação do estudante
em empreendimentos ou projetos de interesse sociais.

Operacionalmente a realização do estágio faz-se mediante termo de compromisso celebrado


entre o estudante e a parte concedente (instituição), com interveniência obrigatória da instituição de
ensino (IFBA). O Estágio das Licenciaturas funcionam mediante a aplicação e a utilização dos
seguintes instrumentos: matrícula, programa de atividades, regência, relatório final e avaliação do
estágio. São considerados alunos do Estágio Obrigatório dos cursos de licenciatura, os que tenham
42
efetivado matrícula nas referidas disciplinas. São descritas no programa de atividades todas as
tarefas a serem desenvolvidas no período de estágio, bem como os prazos de sua conclusão.

A jornada de atividades dos Estágios Supervisionados Curriculares é cumprida em horário


fixo ou variável durante a semana. Em qualquer hipótese, no entanto, o horário estabelecido não
poderá conflitar com o horário do estudante, devendo ser fixado de comum acordo entre o professor
orientador de estágio do curso, o estudante e a instituição parceira, e constar no termo de
compromisso.

O Colegiado dos Cursos de Licenciatura supervisionará as atividades referentes ao estágio


exercido na Educação Básica, obedecendo a programação previamente elaborada e aprovada. Os
estágios curriculares são acompanhados pelo professor orientador de estágio que aprova os
programas de atividades, planos e projetos a serem desenvolvidos pelos alunos durante o estágio.
Ao final de cada estágio curricular, o professor orientador de estágio envia à Coordenação do Curso
os relatórios finais das atividades desenvolvidas pelos estagiários e acompanhadas pelo professor da
escola onde o aluno realiza o seu estágio. A avaliação do estudante será realizada de acordo com o
sistema de avaliação das disciplinas de estágio.

De acordo com a Resolução CNE/CP 2, de 19/02/2002, o Estágio Curricular, num total


mínimo de 400 horas, será efetuado a partir do início da segunda metade do curso, no próprio IFBA
Campus Porto Seguro ou em outras instituições públicas ou particulares, que mantenham turmas de
Ensino Básico, sob orientação do professor orientador. Nessas 400 horas, o licenciando será o
agente elaborador de atividades, ou seja, ministrará aulas, organizará e corrigirá exercícios, provas e
materiais didático-pedagógicos, devendo também participar do projeto educativo e curricular da
instituição de estágio, etc.

Para desenvolver a sua regência, o aluno-docente deverá entregar ao professor orientador da


disciplina, para uma discussão prévia, um projeto contendo o planejamento pedagógico da unidade
didática que será desenvolvida. Ao final do semestre, o aluno-docente deverá entregar um relatório
discursivo e uma pasta contendo todas as atividades desenvolvidas no estágio.

O aluno-docente só começará a sua regência após a avaliação do projeto pelo professor


orientador da disciplina Estágio Supervisionado e encaminhamento do projeto para o professor
regente. O aluno-docente terá acompanhamento durante todo o estágio.

A avaliação do aluno-docente se constituirá em desenvolvimento de um projeto de


planejamento pedagógico e no final do semestre deverá apresentar um relatório de observação e
coparticipação.
43
O Quadro 8 apresenta a distribuição das disciplinas de estágio curricular nos semestres do
curso, detalhando a carga horária de cada disciplina.

Quadro 8: Distribuição das Disciplinas de Estágio Curricular

Semestre Disciplina Carga Pré-requisito


horária
V Estágio Supervisionado em Metodologia e Prática de Ensino da
105
Computação I Computação I
VI Estágio Supervisionado em Estágio Supervisionado em
105
Computação II Computação I
VII Estágio Supervisionado em Estágio Supervisionado em
105
Computação III Computação II
VIII Estágio Supervisionado em Estágio Supervisionado em
105
Computação IV Computação III

Conforme resolução CNE/CP 02/2002, art. 1º, inciso IV, Parágrafo único, os alunos que exerçam
atividade docente regular na educação básica, poderão ter redução da carga horária do Estágio Curricular
até o máximo de 200 (duzentas) horas.

Dessa forma, o aluno que exerça atividade regular na educação básica poderá requerer redução de
até 200 horas da carga horária, podendo dispensar as disciplinas estágio supervisionado em Computação
III e IV, conforme análise prévia do Colegiado do Curso de Licenciatura em Computação. Na análise
será observada a carga horária de docência na área de Computação, em estabelecimento devidamente
credenciado pela Secretaria de Educação do Estado da Bahia.

As normas que regem o estágio no IFBA estão descritas nas normas acadêmicas do ensino
superior desta instituição.

6.7. TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO (TCC)

O trabalho de conclusão de curso (TCC) deverá ser realizado pelo aluno e será desenvolvido
e apresentado nas seguintes modalidades: monografia, ensaio, paper, artigo científico, estudo
dirigido, desenvolvimento de projeto de informática, projeto de intervenção, experimentos
didáticos, produção de material didático, e outro tipo de trabalho técnico-científico definido pelo
colegiado do curso, em função das características de cada Licenciatura e terão as seguintes regras
básicas:

Todos devem ser apresentados, preferencialmente, em seminário interdisciplinar proposto


pelo Colegiado dos Cursos de Licenciatura e deverão ser documentados como acervo do curso, na
modalidade escolhida e de acordo com as normas de apresentação vigentes.
44
O TCC é realizado pelo discente e orientado por docente do IFBA. Versará sobre um tema
pertinente aos Cursos de Licenciatura e poderá englobar atividades práticas e/ou teóricas,
permitindo ao aluno a ampliação, aplicação e demonstração dos conhecimentos adquiridos ao longo
do curso, aplicando a metodologia científica na execução deste trabalho.

A partir do sexto semestre, ao cursar a disciplina Metodologia da Pesquisa, espera-se que o


discente já defina um tema sobre o qual versará o seu trabalho, acompanhado por um docente
orientador. No oitavo semestre mediante matrícula na disciplina TCC, este trabalho será
formalizado seguindo um cronograma de atividades, acompanhamento e avaliação. Deverão ser
observadas as seguintes normas para o TCC:

i. O TCC deverá ser escrito em língua portuguesa;

ii. A escolha do orientador do TCC para cada aluno deverá ser feita de comum acordo
entre o aluno, o professor encarregado da disciplina e o próprio orientador
escolhido;

iii. Em caso de não haver acordo entre as partes acima descritas, o orientador será
indicado pelo professor da disciplina e/ou pelo Colegiado do Curso de Licenciatura;

iv. O TCC deverá ser entregue em quatro vias, no caso de monografia e no mínimo em
três vias para as outras modalidades na data estabelecida no plano de ensino da
disciplina TCC;

v. Os TCC deverão versar sobre um tema pertinente ao Curso de Licenciatura. A


verificação da pertinência do tema ficará a critério do professor da disciplina;

vi. Os TCC podem ser substituídos pela apresentação de Trabalhos em Congresso e/ou
artigos publicados em periódicos indexados, desde que aprovados pelo professor da
disciplina TCC e pelo professor orientador;

vii. A verificação da pertinência do tema ficará a critério do professor da disciplina;

viii. Os TCC serão corrigidos pelo professor orientador e/ou por uma comissão
examinadora composta pelo professor da disciplina, pelo professor orientador e por
um terceiro professor escolhido em comum acordo entre o professor da disciplina, o
orientador e o aluno, podendo ser um professor convidado de outra Instituição de
ensino;

45
ix. Haverá apresentação e defesa do TCC pelo aluno frente à comissão examinadoraou
na programação dos Seminários Interdisciplinares proposto pelo colegiado e/ou
coordenação do curso;

x. Os critérios para emissão das notas e composição de avaliação dos trabalhos


apresentados nos seminários ou da comissão examinadora ficarão a cargo do
colegiado do curso e/ou coordenação em comum acordo com os professores
orientadores que formularão um barema a ser utilizado para fins de obtenção dos
resultados;

xi. Os avaliadores dos TCC deverão emitir um parecer circunstanciado sobre os


trabalhos apresentados, indicando, se for o caso, as correções que devem ser feitas
no trabalho;

xii. No caso de TCC não aprovados, a comissão examinadora decidirá sobre a


possibilidade de reapresentação ou não do trabalho, em prazo estabelecido pela
própria;

xiii. No caso dos TCC aprovados, após a realização das eventuais correções indicadas
pela comissão examinadora, o aluno deverá entregar dois exemplares, juntamente
com um arquivo eletrônico do texto, em um prazo de trinta dias;

xiv. Exemplares definitivos deverão ser depositados no acervo da biblioteca, e o outro


ficará no arquivo do curso de Licenciatura e a versão eletrônica ficará disponível
em banco de dados próprio;

xv.Poderá ser escolhido, de comum acordo entre o aluno, o professor encarregado da


disciplina e o orientador escolhido, um co-orientador que atue em uma ou mais das
grandes áreas de afinidades da Licenciatura;

xvi. Quaisquer regras aqui não formuladas deverão ser decididas pelo colegiado do
curso que no início do 7º semestre letivo, deverá propor alterações e definir com
clareza os trabalhos a serem formulados, deixando os discentes a par das decisões
colegiadas com ampla antecedência;

xvii. As regras aqui apresentadas deverão compor o Manual de apresentação de


trabalhos de conclusão de curso (TCC), publicados pelo colegiado do curso de
Licenciatura, explicitando inclusive as linhas de pesquisa e seus respectivos
orientadores;

46
7. ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS (AACC)

7.1. NATUREZA E OBJETIVOS

As Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Licenciatura, em seu parecer


CNE/CES 1.303/2001; estabelecem o cumprimento de 200 horas de atividades complementares
pelos licenciandos como parte da exigência para integralização curricular. Desse modo, as
atividades acadêmico-científico-culturais, denominadas Atividades Complementares, que integram
o currículo dos Cursos de Licenciatura do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da
Bahia - IFBA, como requisitos curriculares suplementares de livre escolha, estão aqui normatizadas.

De acordo com as Diretrizes Curriculares, as atividades complementares têm por finalidade


oferecer aos acadêmicos das Licenciaturas oportunidades de enriquecimento didático, curricular,
científico e cultural. Trata-se, pois, de um componente curricular capaz de articular as diversas
abordagens presentes no processo formativo, ampliando-o e tornando-o mais flexível. As 200 horas de
atividades acadêmico-científico-culturais, obrigatórias para a integralização do currículo dos cursos de
licenciatura do IFBA constituem-se de experiências educativas que visam à ampliação do universo
cultural dos licenciandos e ao desenvolvimento da sua capacidade de produzir significados e
interpretações sobre as questões sociais, de modo a potencializar a qualidade da ação educativa. São
consideradas como Atividades Complementares as experiências adquiridas pelos licenciandos, durante o
curso, em espaços educacionais diversos, formais e não formais.

7.2. ORGANIZAÇÃO E VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES


COMPLEMENTARES

As Atividades Complementares serão organizadas e validadas nos cursos de licenciaturas do


IFBA, observando os seguintes princípios:

1. Somente poderão ser consideradas como Atividades Complementares as atividades


realizadas pelo licenciando a partir do seu ano de ingresso no IFBA.

2. As Atividades Complementares têm por finalidade aprofundar, ampliar e consolidar a


formação acadêmico-cultural do licenciando, e serão validadas na quantidade limite de
horas para aproveitamento conforme se estabelece nas Diretrizes Curriculares Nacionais
para os cursos de Licenciaturas.

47
3. O Colegiado do curso, dentro da carga horária total do currículo da Licenciatura,
destinará o mínimo de 200 (duzentas) horas para as Atividades Complementares.

4. O Colegiado poderá acrescentar outras Atividades Complementares que não estão


previstas nesse documento, específicas da área, desde que aprovadas em reunião
plenária do colegiado.

5. As Atividades Complementares, para serem reconhecidas e incorporadas à carga horária


necessária à integralização do Curso de Licenciatura, deverão ser validadas pelo
Colegiado do Curso. A validação deve ser requerida pelo licenciando por meio de
formulário próprio.

6. A avaliação das Atividades Complementares realizadas pelos licenciandos é da


competência do Colegiado de Curso, cujos registros devem ser feitos em formulários
próprios adotados para tal fim.

7. O aproveitamento das Atividades Complementares realizadas fica sujeito à apresentação


pelo discente de documento que comprove a sua participação nessas atividades, de
acordo com o prazo estabelecido no calendário acadêmico. Quando solicitado, o
licenciando deverá produzir relatórios referentes a cada atividade desenvolvida. O
colegiado do curso poderá formular exigências para a atribuição de carga horária
sempre que tiver dúvidas acerca da pertinência de uma atividade ou de sua
comprovação, solicitando a apresentação de novos documentos ou de esclarecimentos
do licenciando, por escrito.

8. O indeferimento do pedido de atribuição de carga horária pelo colegiado do curso será


comunicado por escrito ao aluno, que poderá formular pedido de reconsideração ao
Departamento de Ensino ou Diretoria de ensino.

9. Nos Campus onde já funcionavam cursos de licenciatura, as disciplinas do currículo


antigo, inclusive as optativas, terão a sua carga horária aproveitada integralmente, até o
limite de 200 (duzentas) horas, como atividade complementar, para os discentes
atingidos pela adaptação curricular.

10. Os licenciandos ingressantes nos Cursos de Licenciatura através de transferência ou


reingresso ficam sujeitos ao cumprimento da carga horária estabelecida para as
Atividades Complementares, podendo solicitar o cômputo da carga horária atribuída
pela instituição de origem a essas atividades, observada as seguintes condições:

48
• A compatibilidade das Atividades Complementares estabelecidas pela instituição de
origem com as estabelecidas neste Regulamento.

• A carga horária atribuída pela instituição de origem e a conferida por este Regulamento a
atividades idênticas ou congêneres.

11. Ao realizar e concluir uma atividade acadêmica não prevista nesse documento o
licenciando poderá solicitar ao colegiado do curso inclusão da mesma para seu
aproveitamento no currículo, com prazo previsto no calendário acadêmico. O colegiado
apreciará e deliberará sobrea a pertinência da solicitação.

12. As horas excedentes serão desconsideradas no cômputo total da carga horária das
Atividades Complementares.

13. As Atividades Complementares podem ser realizadas no IFBA ou fora dele e não estão
vinculadas a nenhum período do fluxograma dos Cursos de Licenciatura.

7.3. DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Para efeito de acompanhamento e registro da carga horária a ser cumprida, as Atividades


Complementares estão divididas nas seguintes categorias:

1. Palestras, seminários, congressos, conferências ou similares, que versem sobre temas


relacionados ao curso: por palestras, seminários, congressos, conferências ou similares
entende-se a série de eventos, sessões técnicas, exposições, jornadas acadêmicas e
científicas, organizados pelo IFBA ou outra instituição, nos quais o licenciando poderá
participar como ouvinte/participante ou na condição de palestrante, instrutor,
apresentador, expositor ou mediador.

2. Projetos de extensão cadastrados na Coordenação de Extensão da unidade em que se


realiza o Curso: consiste da prestação de serviços à comunidade em questões ligadas à
cidadania, de modo a pôr em prática a função social do conhecimento. Projetos
propostos pelos próprios estudantes poderão ser aceitos, desde que submetidos
previamente à Coordenação de Extensão da unidade em que se realiza o curso, a fim de
que os projetos sejam cadastrados e acompanhados.

3. Cursos livres e/ou de extensão certificados pela instituição promotora, com carga horária
e conteúdos definidos: definem-se como cursos livres aqueles que, mesmo não estando
diretamente relacionados à Licenciatura, servem à complementação da formação do
49
licenciando, compreendendo cursos tais como os de língua estrangeira, informática,
aprendizagem da linguagem brasileira de sinais (Libras) e outros. Considera-se como
curso de extensão o conjunto articulado de ações pedagógicas, de caráter teórico ou
prático, planejadas e organizadas de modo sistemático, com carga horária mínima de 8
horas, ofertados por Instituições de Ensino Superior credenciadas ou por outras
organizações científicas e culturais formalmente instituídas;

4. Estágios extracurriculares em instituições conveniadas com o IFBA: o estágio


extracurricular visa propiciar a complementação da aprendizagem do licenciando
através da vivência de experiências profissionais que não sejam obtidas no ensino
escolar. Como estágios extracurriculares admitem-se as experiências realizadas na
educação não formal, visando à popularização da ciência, os estágios realizados em
indústrias ou centros de pesquisa e outros relacionados à área de formação.

5. Monitoria: compreende-se como monitoria a atividade que, independentemente do


estágio curricular supervisionado obrigatório, propicia ao licenciando a oportunidade de
desenvolver, sob supervisão, suas habilidades para a carreira docente. O monitor é um
auxiliar do corpo docente nas tarefas didático-científicas, responsabilizando-se pelo
atendimento a alunos que apresentem dificuldades de aprendizagem, trabalhos práticos
e experimentais em laboratório, trabalhos acadêmicos e de campo, além de outros
compatíveis com seu grau de conhecimento e experiência.

6. Atividades em instituições filantrópicas ou do terceiro setor: A atividade em instituições


filantrópicas ou do terceiro setor pressupõe a ação voluntária em projetos sociais,
caracterizada pelo trabalho solidário sem fins lucrativos.

7. Atividades culturais, esportivas e de entretenimento: As atividades culturais, esportivas e


de entretenimento visam formar um profissional com uma visão múltipla acerca das
manifestações artísticas, culturais, esportivas e científicas, aprimorando a formação
cultural do licenciando. Para serem consideradas válidas essas atividades deverão ser
recomendadas por um ou mais professores do curso.

8. Iniciação científica, tecnológica ou de docência: A iniciação científica, tecnológica ou de


docência compreende o envolvimento do licenciando em atividade investigativa, sob a
tutoria e a orientação de um professor, visando ao aprendizado de métodos e técnicas
científicas e ao desenvolvimento do pensamento científico e da criatividade. Ela inclui a
formação de grupos de estudo e de interesse, com produção intelectual, a participação

50
em grupos de pesquisa, núcleos de inovação tecnológica, projetos de pesquisa,
laboratórios didáticos, com desenvolvimento experimental ou projeção social real.

9. Publicação, como autor, do todo ou de parte de texto acadêmico: as publicações aceitas


como textos acadêmicos são aquelas que, tendo passado por avaliador ad-hoc, sejam
veiculadas em periódicos ou em livros relacionados à área de abrangência do Curso.

10. Participação em comissão organizadora de evento educacional ou científico: A


participação em comissão organizadora de evento educacional ou científico somente
será considerada como Atividade Complementar se o evento for promovido por
instituição acadêmica, órgão de pesquisa ou sociedade científica.

11. Participação em órgãos colegiados, conselhos setoriais e superiores do IFBA ou das


esferas municipais, estaduais ou federais: a participação em órgãos colegiados,
conselhos setoriais e superiores somente será considerada quando o licenciando for
membro efetivo desses fóruns.

12. Participação em órgãos de representação estudantil: a participação em órgãos de


representação estudantil somente será considerada quando o licenciando for membro
efetivo desses fóruns.

7.4. DA SUPERVISÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

A Supervisão de Atividades Complementares é uma atribuição de caráter pedagógico, a ser


exercida pelo colegiado do curso que pode, a seu critério, instituir uma comissão composta por três
professores para cada curso de licenciatura para realizar a supervisão das Atividades Complementares.
Compete ao colegiado, ou à comissão de supervisão:

1. Fornecer as orientações necessárias para a realização das Atividades Complementares;

2. Acompanhar o cumprimento das normas aqui descritas para a realização das Atividades
Complementares e a efetiva integralização da carga horária;

3. Verificar a idoneidade da documentação fornecida pelo licenciando;

4. Validar os documentos comprobatórios apresentados pelo licenciando, informando a este


o total da carga horária integralizada a cada semestre;

5. Providenciar o registro da carga horária das Atividades Complementares cumprida pelos


licenciandos, a fim de que a mesma conste do Histórico Escolar;

51
6. Resolver, juntamente com o Departamento Acadêmico ou Diretoria de Ensino, os
Coordenadores de Curso, os casos omissos neste documento.

O Quadro 9 apresenta o barema referente ao aproveitamento das atividades extra-


curriculares (Atividades Complementares) que poderão ser realizadas pelos discentes ao longo do
curso, bem como os documentos comprobatórios necessários a serem apresentados.

Quadro 9: Barema para Aproveitamento de Atividades Extra-Curriculares

Atividade Categoria de Carga Horária (horas) Documentos Comprobatórios


Complementar Enquadramento
Por Máximo
Atividade Aproveitado
Certificado de participação
02 06
Como ouvinte

Certificado de participação
Apresentação de
trabalho 05 20

Participação em Certificado de participação


Mini-cursos
Congressos/Simpósios/
Workshops/Seminários/ (ouvinte) 02 20

Encontros
Declaração do professor
Mini-cursos
orientador ou Certificado
(monitoria) 04 20 expedido pelo IFBA.

Comissão Declaração ou certificado emitido


Organizadora pela instituição promotora, com a
10 40
respectiva carga horária.

Participação em Pesquisa 100 100 Declaração ou certificado emitido


programas ou projetos pela Coordenação de Extensão.
como
bolsista/voluntário Extensão 100 100

Ensino 100 100

Declaração do professor
Monitoria Atividade Eletiva 100 100 orientador ou Certificado
expedido pelo colegiado do curso.

Declaração ou certificado emitido


Participação em cursos
Ouvinte 80 pela instituição promotora, com a
de atualização
respectiva carga horária

52
Declaração da instituição em que
se realiza o estágio, acompanhada
Estágio Extracurricular Atividade eletiva 50 do programa de estágio, da carga
horária cumprida pelo estagiário e
da aprovação do orientador

Declaração da instituição, em
Atividades Filantrópicas Atividade eletiva 05 10 papel timbrado, com a carga
horária cumprida

Trabalho aceito em 40 80
concurso de
monografias;

Publicação em
periódico vinculado a 20 100
instituição científica
ou acadêmica;
Apresentação da publicação ou de
Publicações sua folha de rosto.
Publicação de
resumo ou trabalho 10 100
completo em anais de
evento científico.

Capítulo de livro; 60 120

Obra completa 60 120

Participação em Declaração ou certificado emitido


comissão organizadora Por evento pela instituição promotora, com a
de evento educacional 10 30 respectiva carga horária.
ou científico

Ministrar curso, palestra Certificado emitido pela


na área de formação do Por atividade 05 20 instituição de ensino que solicitou
discente o curso/palestra

Por evento 02 8 Leitura de livro ou apresentação


Atividades culturais, de ingresso, programa, “folder”
esportivas e de etc que comprove a participação
entretenimento Por livro 05 20 no evento, endossado pelo
professor proponente da atividade.

Participação em órgãos
colegiados, conselhos
setoriais e superiores do Declaração emitida pela
IFBA ou das esferas Por reunião 02 20
Coordenação ou Ata da reunião.
municipais, estaduais ou
federais

Participação em órgãos Ata de Reunião, declaração do


de representação Por reunião 02 30 órgão de representação com a
estudantil respectiva carga horária.

53
Aproveitamento
disciplinas optativas Por hora Histórico escolar com a
além do número 02 horas cursadas = 60 comprovação da disciplina
mínimo exigido pelo 01 hora AACC cursada e aprovação.
curso

Disciplinas de cursos
superiores reconhecidos
e/ou autorizados não
100 100 Histórico escolar
aproveitadas na analise
de equivalência do
curso

AD* = Atividades Desenvolvidas / AC* = Atividades Complementares

8. PRÁTICA DE ENSINO

A prática de ensino se constitui num espaço de formação em que os licenciandos possam


realizar estreita articulação entre a sua formação e a vida profissional futura, vivenciando na
Instituição atividades que promovam a interação entre a sua prática docente e o cotidiano escolar. A
prática de ensino permeia toda a matriz curricular. Essa interação deverá permitir ao discente,
momentos de observação/inserção no ambiente escolar de modo a desenvolver no mesmo, o hábito
da observação/investigação da atividade docente de forma permanente.

A prática de ensino deve proporcionar, desde o início do curso, a inserção do aluno-docente


em diferentes contextos da Educação Básica, viabilizando gradativo conhecimento dos aspectos
político-didático-pedagógicos e administrativos da escola, através de atividades que poderão ocorrer
por meio de procedimentos tais como:

a) Observação in loco;

b) Registros sistemáticos das atividades observadas;

c) Atividades de iniciação à pesquisa em ensino de computação (formação do


professor-pesquisador);

d) Elaboração, execução e avaliação de programas e projetos em ensino de computação.

e) Mini-aulas, elaboração de material didático, experimentos didáticos, etc.

f) Elaboração e apresentação de projetos integradores

54
De acordo com as especificidades de cada disciplina, poderão ser desenvolvidas atividades
através de tecnologias da informação, narrativas orais e escritas, produções de alunos, situações
simuladoras e estudo de casos referentes ao exercício da docência.

Em atendimento as diretrizes curriculares que trata da formação docente (CNE/CP 01 e 02,


2002), buscou-se inserir no conjunto das disciplinas, principalmente as da área de Computação e as
Pedagógicas, a prática de ensino como componente curricular em um total de 400h distribuídas em
várias disciplinas. Assim, essa prática poderá ser trabalhada pelos professores no espaço disciplinar,
ou através de projetos integradores que envolvam todas as disciplinas do semestre. Essa definição
deverá partir da discussão entre os professores durante a semana de planejamento pedagógico.

9. AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM

A concepção de avaliação da aprendizagem está pautada na LDB 9.394/96 (Lei de Diretrizes


e Bases da Educação Nacional), e no PPI (Projeto Pedagógico Institucional), aprovado em 26 de
março de 2008.

A avaliação é uma estratégia pedagógica voltada para o direito de aprender. Aprender


implica esforço reconstrutivo político, que privilegia atividades de pesquisa e elaboração própria,
habilidades de argumentação e autonomia, saber pensar, crítica e autocriticamente. Então, o
processo cognitivo deve pautar-se no princípio da ação ativa dos discentes, da democratização da
aprendizagem pelo intercâmbio dos conhecimentos das partes envolvidas – destituindo o docente da
convencional posição de único detentor do conhecimento escolar. Assim também se desfaz a
habitual definição entre os papéis do Ensino Médio e do Ensino Superior - o primeiro como difusor
do conhecimento produzido pelo segundo, possibilitando a produção do conhecimento em todos os
níveis e modalidades de ensino.

Portanto, a avaliação deverá ser feita por competências, encarada como parte integrante do
processo de construção do conhecimento, sendo compreendida como valioso instrumento no sentido
de diagnosticar, acompanhar, indicar os caminhos com vistas ao desenvolvimento global do aluno e
da construção das competências requeridas para o desempenho profissional que se espera que ele
alcance em cada módulo, de maneira que se possa perceber o crescimento do aluno de forma mais
abrangente.

As avaliações de aprendizagem serão realizadas conforme as normas acadêmicas do ensino


superior vigentes do IFBA. Em consonância com as normas, a avaliação da aprendizagem será feita
em cada semestre letivo, compreendendo a apuração de frequência às aulas teóricas e/ou teórico-
55
práticas, a atribuição de notas aos alunos através de no mínimo 03 (três) avaliações parciais e no
exame final, quando for o caso.

Será atribuída nota zero ao aluno que deixar de comparecer a qualquer das verificações de
aprendizagem. Ao aluno, que deixar de realizar qualquer verificação de aprendizagem, inclusive, ao
exame final, será facultado o direito à segunda chamada, se requerida ao Departamento onde a
disciplina esteja alocada, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após sua realização.

A ausência do aluno, à segunda chamada, implicará definitivamente na manutenção da nota


zero na caderneta escolar da disciplina.

As avaliações de aprendizagem serão registradas na caderneta escolar sob forma de notas


numéricas variando de 0 (zero) a 10 (dez), até 01 (uma) casa decimal aproximada conforme
critérios estatísticos de arredondamento.

A média final do aluno será calculada, através da média ponderada da média aritmética das
notas das três avaliações parciais, com peso dois e a nota do exame final, com peso um, conforme
fórmula abaixo:

Média Final = (média aritmética ou ponderada das três avaliações parciais) x 2.0 + (nota da prova final) x 1.0
3.0

Será vedada a realização do exame final ao aluno que obtiver na média aritmética das
avaliações parciais, valor inferior a 2,5 (dois inteiros e cinco décimos) por já estar reprovado na
disciplina e ao aluno que deixar de cumprir a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento)
às aulas e às demais atividades escolares em cada disciplina. O exame final constará de avaliação, a
critério do professor que ministra a disciplina, versando sobre assunto da matéria lecionada no
período.

As médias finais obtidas pelos alunos nas disciplinas serão utilizadas para calcular o
Coeficiente de Rendimento (CRE) e o Coeficiente de Aproveitamento (CAP). O Coeficiente de
Rendimento (CRE) é uma média ponderada da média final da disciplina pela sua creditação; o
Coeficiente de Aproveitamento (CAP) reflete a antiguidade no curso, considerando o desempenho
acadêmico dado pelo CRE. Assim,

CAP = CRE x NDC – RPF x NS

Onde:

CRE = Coeficiente de Rendimento (Média noCurso)


NDC = Total de Disciplinas Já Cursadas
56
RPF = Reprovações por Falta
NS = Número de Semestres

As disciplinas Atividade Esportiva I e II, as oferecidas em “curso de férias”, as dispensadas


e aproveitadas, os trancamentos parcial e total não serão contabilizados no cálculo dos coeficientes.
Terá prioridade na inscrição em disciplinas, por curso, o aluno com maior coeficiente de
aproveitamento.

Sendo a avaliação um elemento pertinente ao processo contínuo de ensino e aprendizagem e,


não apenas, parte final desse processo, faz-se necessária utilização de diferentes instrumentos de
avaliação para que o professor possa diagnosticar a aprendizagem dos alunos; discutir as
dificuldades apresentadas e replanejar estratégias e objetivos propostos, procurando constantemente
ajustar a sua prática pedagógica de modo a obter uma melhor eficácia de sua práxis pedagógica.

A seguir, são elencados alguns instrumentos que podem ser utilizados pelo professor ao
longo do processo de avaliação:

 Elaboração, execução e avaliação de projetos de ensino relacionados à prática docente dos


alunos;
 Relatórios das diferentes experiências vivenciadas pelos alunos durante o estágio
supervisionado;
 Discussão coletiva, entre alunos e professor, sobre aulas dadas durante o estágio
supervisionado, através da gravação destas em mídia eletrônica;
 Confecção de pré-relatórios e relatórios das atividades experimentais desenvolvidas ao
longo do curso;
 Apresentação de seminários, palestras e outras atividades que necessitem participação oral;
 Elaboração de resumos e painéis a serem apresentados em encontros e congressos
científicos;
 Instrumentos de autoavaliação aplicados ao longo das diferentes disciplinas cursadas,
estágio supervisionado e participação em projetos de extensão, pesquisa ou monitoria;
 Outras formas de avaliação que o docente julgar pertinente à sua disciplina.

57
10. AVALIAÇÃO DO PROJETO DE CURSO

O sistema de avaliação do curso de Licenciatura em Computação se apóia nas discussões


realizadas em reuniões entre todos os docentes do curso. Essas reuniões ocorrerão periodicamente, a
cada dois anos, e analisarão o curso sob os pontos de vista interno e externo, levando em
consideração os resultados obtidos na avaliação institucional realizada pela Comissão Permanente
de Avaliação, operacionalizada pela Comissão Setorial de Avaliação do Campus.

Sob o ponto de vista interno, a avaliação contempla três itens: a organização didático-
pedagógica, os recursos humanos e os recursos físicos. A avaliação da organização didático-
pedagógica será composta pela análise de itens do projeto pedagógico, tais como: matriz curricular,
ementa das disciplinas, atividades de pesquisa, atividades de extensão e outros. Na avaliação dos
recursos humanos, os docentes serão avaliados através dos resultados da avaliação institucional. O
mesmo ocorre com os servidores técnico-administrativos. Cabe, ainda, à avaliação institucional
avaliar os recursos físicos, levando-se em consideração: salas de aula, salas de professores,
laboratórios, equipamentos, auditórios, acervo bibliográfico e recursos multimídia. Nas avaliações,
quando pertinente, será dada atenção especial para as informações fornecidas pelos ex-alunos, pois
se acredita que este seja um mecanismo para manter o curso alinhado com as demandas do
mercado.

Os indicadores externos que serão analisados compreendem os resultados obtidos pelos


estudantes no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), e as avaliações do curso
realizadas pelo Ministério da Educação, para fins de renovação de reconhecimento do curso. Os
resultados dessas avaliações serão utilizados para identificação dos pontos que necessitam de
modificação dentro do curso, buscando sua melhoria e atualização.

58
11. AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS ANTERIORMENTE
DESENVOLVIDAS

É previsto o aproveitamento de estudos, através de disciplinas previamente cursadas com


aprovação na Instituição ou em outra Instituição de Ensino Superior reconhecida, sempre
respeitando as normas acadêmicas em vigor.

Para a disciplina de Estágio Supervisionado, é previsto o aproveitamento de experiências


profissionais anteriores, permitindo validar o conhecimento e experiência de profissionais que já
estão inseridos no mercado de trabalho.

A análise e julgamento do aproveitamento serão efetuados pelo Colegiado do curso,


respeitando os prazos e normas Institucionais.

12. GESTÃO ACADÊMICA

12.1. COLEGIADO DO CURSO

Os Colegiados dos Cursos de Licenciatura serão compostos pelo Coordenador do Curso, que
o presidirá, por quatro representantes docentes que desempenham atividades no Curso, sendo eleitos
pelos seus pares dos respectivos Departamentos e áreas de conhecimento, e um representante
discente, regularmente matriculado no Curso e indicado pelo órgão representante competente.
Todos os membros do Colegiado de Curso terão um mandato de 01 (um) ano, podendo ser
reconduzido, à exceção do seu presidente, o Coordenador do Curso, que é membro nato. As
atribuições do Colegiado dos Cursos de Licenciatura são as seguintes:

• Apreciar e deliberar sobre as sugestões apresentadas pelos docentes e pelos discentes


quanto aos assuntos de interesse do Curso;

• Programar anualmente a provisão de recursos humanos, materiais e equipamentos


para o curso;

• Aprovar o desenvolvimento e aperfeiçoamento de metodologias próprias para o


ensino, bem como os programas e planos propostos pelo corpo docente para as
disciplinas do curso;

59
• Analisar irregularidades e aplicar as sanções previstas no Regime Disciplinar, no
Regimento Geral e outras normas institucionais, no que se refere ao Corpo Docente
e ao Corpo Discente, no âmbito de sua competência;

• Aprovar os planos de atividades a serem desenvolvidas no Curso;

• Deliberar sobre as atividades didático-pedagógicas e disciplinares do curso e


proceder a sua avaliação periódica;

• Definir e propor as estratégias e ações necessárias e/ou indispensáveis para a


melhoria de qualidade da pesquisa, da extensão e do ensino ministrado no curso;

• Decidir sobre recursos interpostos por seus alunos contra atos de professores do
Curso, naquilo que se relacione com o exercício da docência;

• Analisar e decidir sobre recurso de docente contra atos de discentes relativos ao


exercício da docência;

• Deliberar sobre o projeto pedagógico do curso, observando os indicadores de


qualidade determinados pelo MEC e pela instituição;

• Colaborar com os diversos órgãos acadêmicos nos assuntos de interesse do Curso;

• Analisar e decidir os pleitos de aproveitamento de estudos e adaptação de


disciplinas, mediante requerimento dos interessados;

• Exercer outras atribuições que lhe forem designadas pela administração superior do
IFBA.

Os colegiados dos Cursos de Licenciatura são compostos de forma multidisciplinar com


docentes que atuam nas áreas de conhecimento que compõem o curso. Desta forma, procurar-se-á
trazer para o colegiado a característica do Curso que é a multidisciplinaridade.

12.2. COORDENADOR DO CURSO

Os Cursos de Licenciatura serão dirigidos por um Coordenador indicado dentre os


integrantes do Corpo Docente do Curso, salvaguardada a sua formação e a especificidade do Curso
em questão. O Coordenador de Curso desenvolverá suas funções por intermédio do Colegiado de
Curso e as suas atribuições são as seguintes:

60
• Convocar e presidir as reuniões, coordenar as atividades e representar o Colegiado
do Curso, lavrando suas competentes Atas;

• Executar as decisões do Colegiado de Curso e as normas emanadas dos órgãos


superiores;

• Promover a articulação institucional com entidades de interesse dos cursos;

• Realizar reuniões periódicas com os representantes estudantis, com registro das


atas correspondentes;

• Reunir-se duas vezes por período letivo com todo o corpo docente;

• Levantar o quantitativo de vagas para monitoria e submetê-lo á apreciação do


Colegiado antes de encaminhá-lo ao órgão competente para deliberação, além de
encaminhar mensalmente o relatório de frequência e avaliação de monitores ao
órgão competente;

• Elaborar, ao final de cada semestre, relatório de atividades de Ensino, Pesquisa e


Extensão;

• Cumprir e fazer cumprir as decisões do Colegiado e as normas emanadas dos


órgãos superiores;

• Coordenar os trabalhos do pessoal docente e técnico-administrativo lotado no


Curso, visando à eficácia do ensino, da pesquisa e da extensão;

• Coordenar a avaliação dos processos de revisão de prova, indicando relator e


compondo a banca avaliadora, garantindo o cumprimentodos prazos de divulgação
do resultado do recurso;

• Orientar e supervisionar as atividades docentes relacionadas aos registros


acadêmicos, garantindo o cadastro de informações acadêmicas dos alunos, no prazo
previsto no calendário de atividades acadêmicas;

• Elaborar a oferta semestral de disciplinas e atividades de TCC e Estágios, vagas e


turmas do curso;

• Promover a avaliação de desempenho dos docentes;

• Encaminhar aos órgãos competentes os processos com as deliberações e


providências tomadas pelo Colegiado do Curso;

61
• Articular-se com as demais Coordenações de Cursos no que se refere à oferta de
disciplinas comuns a vários Cursos;

• Elaborar e manter atualizado o projeto pedagógico do Curso, juntamente com o


corpo docente e a representação discente, submetendo-o à aprovação do Colegiado;

• Adotar, ad referendum do Colegiado, providências de caráter urgente e de


interesse do Curso;

• Apresentar ao colegiado de curso para deliberação, nas reuniões ordinárias, todas


as providências ad referendum que foram tomadas;

• Promover eventos artísticos e culturais do interesse do curso;

• Estimular e apoiar a produção de artigos e ensaios para publicação em revistas e


jornais;

• Informar aos docentes e discentes sobre exames nacionais de cursos, adotando


e/ou indicando providências para o melhor desempenho dos alunos;

• Orientar e supervisionar as atividades docentes relacionadas aos registros


acadêmicos para fins de cadastro de informações dos alunos nos prazo fixados no
Calendário de Atividades de Graduação;

• Supervisionar as atividades de Estágio e Trabalho Final de Graduação,


submetendo relatório semestral ao Colegiado de Curso;

• Elaborar plano de ação anual das atividades de ensino, pesquisa e extensão,


submetendo-o ao Colegiado para deliberação;

• Exercer outras atribuições que lhe forem designadas formalmente pelos órgãos
superiores do IFBA.

12.3. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

O Curso de Licenciatura em Computação do IFBA Campus Porto Seguro, em conformidade


com a Resolução/CONSUP nº 03, de 29 de março/2012, criou o seu NDE (Núcleo Docente
Estruturante), composto pelo Coordenador do Curso, que o presidirá, por quatro representantes
docentes que desempenham atividades no Curso, sendo eleitos pelos seus pares dos respectivos
Departamentos e áreas de conhecimento, e por um discente indicado pelo Diretório Acadêmico do
curso. As principais atribuições do NDE são:
62
• Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;

• Colaborar com a atualização periódica do projeto pedagógico do curso;

• Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação nos Colegiados


dos respectivos Cursos, sempre que necessário;

• Cooperar na supervisão das formas de avaliação e acompanhamento do curso


definidas pelos Colegiados;

• Contribuir para a análise e avaliação do Projeto Pedagógico, das ementas, dos


conteúdos programáticos e dos planos de ensino dos componentes curriculares
(disciplinas);

• Auxiliar o acompanhamento das atividades do corpo docente, inclusive com a


avaliação institucional, recomendando aos Colegiados dos Cursos a indicação ou
substituição de docentes, quando necessário;

• Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de


Graduação.

12.4. DIPLOMAS

Os concluintes do curso serão aqueles que concluírem com êxito todos os componentes
curriculares, incluindo-se o trabalho de conclusão de curso e o estágio supervisionado. Os concluintes
serão diplomados com o título de Licenciatura em Computação, estando aptos a realizarem todas as
atividades descritas no perfil profissional.

63
13. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS
TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA

13.1. INFRAESTRUTURA ATUAL

O Campus Porto Seguro está instalado em uma área de 13.000 m2, dos quais 3.600 m2 é de
área construída. Este Campus possui, atualmente, cerca de 20 (vinte) salas de aulas, todas com
sistemas de ventilação ou ar-condicionado, quadro-branco, projetor de slides, TV, mesa e acesso a
internet via rede Wi-FI (Wireless), com capacidade média para 50 (cinqüenta) alunos cada. Além
disso, o Campus possui uma biblioteca com cerca de 85 m2 de área, computadores com acesso a
internet e mais de 2.000 títulos disponíveis para empréstimos.

13.2. LABORATÓRIOS

O instituto possui 6 (seis) laboratórios de computação, sendo que 4 (quatro) desses


laboratórios são multidisciplinares e 2 (dois) laboratórios são exclusivos para aulas de Montagem
(ministrada nos cursos técnicos) e Redes de Computadores.

Existe ainda 1 (um) laboratório interdisciplinar, voltado para práticas pedagógicas e EAD,
que é compartilhado com outros cursos, como a Licenciatura em Química, equipado também com
computadores, projetor fixo e lousa digital. A lousa digital é um equipamento diferenciado e
constitui-senuma tela imensa de um computador, porém mais inteligente, pois é sensível ao toque.
Desta forma, tudo o que se pensar em termos de recursos de um computador, de multimídia,
simulação de imagens e navegação na internet é possível com ela.

Cada laboratório multidisciplinar é equipado com o mínimo de 25 (vinte e cinco)


computadores, acesso a Internet, projetor fixo, quadro branco, ar condicionado, software multiuso
de escritório, gráfico e de desenvolvimento de aplicação. Eles são diferentes entre si apenas em
relação aos sistemas operacionais instalados nos computadores (Microsoft Windows e Linux).

O curso de Licenciatura em Computação utiliza plenamenteos laboratórios de Computação e


Redes, compartilhando tais recursos com os demais cursos técnicos do Campus Porto Seguro para
realização das atividades práticas das disciplinas de Informática Aplicada à Educação, Lógica de
Programação, Linguagem de Programação, Banco de Dados, Redes, entre outras.

64
13.3. BIBLIOTECA

Destinada à disseminação do conhecimento para toda a comunidade acadêmica do IFBA


Porto Seguro, a Biblioteca, representada pela Coordenação de Acervo Bibliográfico reúne um
acervo especializado nas áreas de Tecnologia da Informação e Alimentos e Bebidas. Contempla,
ainda, áreas correlatas e complementares como Literatura, Arte, Esporte, Biologia, Computação,
Física, Matemática, etc.

A Biblioteca tem como atribuições reunir, conservar e difundir a informação de forma


crítica e ativa, contribuindo no processo de ensino-aprendizagem como suporte as atividades
pedagógicas.

Quanto à formação e o desenvolvimento de seu acervo, a Biblioteca concentra esforços no


enriquecimento do mesmo, tanto por meio de doações como por aquisição de obras de reconhecido
valor bibliográfico e cultural.

SERVIÇOS OFERECIDOS

• Pesquisa pública;
• Atendimento aos usuários;
• Consulta a materiais bibliográficos;
• Empréstimos;
• Processamento técnico do acervo;
• Guarda-volumes;
• Projetos como a “roda literária”;
• Leitura aberta ao público, inscrito ou não como usuário.

ACERVO DISPONÍVEL

A relação de livros do acervo, e aqueles que estão em processo de compra, se encontra no


Anexo 1 desse documento.

1. Livros
2. Periódicos
3. CD-ROM
4. Base de dados Portal de Periódicos da CAPES

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO

A Biblioteca funciona de segunda-feira à sexta-feira, das 8h às 21h.

65
14. REQUISITOS MÍNIMOS NECESSÁRIOS PARA O CURSO

14.1. INFRAESTRUTURA FÍSICA

LABORATÓRIOS

O curso de Licenciatura em Computação do Campus Porto Seguro tem grande parte da sua
carga horária teórica ministrada em sala de aula, com exceção de algumas disciplinas como
Informática Aplicada à Educação, Algoritmos, Linguagens de Programação, Desenvolvimento
WEB, Redes e Banco de Dados que têm aulas, também, nos laboratórios. O curso já dispõe de
vários laboratórios para as disciplinas técnicas de computação e disciplinas que envolvem conteúdo
prático-pedagógico, que inclusive suportarão as atividades de produção de objetos de aprendizados
e Ensino à Distância.

1. Laboratório de Lógica de Programação e Linguagem de Programação;

2. Laboratório de Banco de Dados e Desenvolvimento Web;

3. Laboratório de Práticas Pedagógicas e EAD.

A relação teoria/prática é uma constante no curso e o uso de laboratórios para o


desenvolvimento dos projetos e trabalhos a serem executados nas diversas disciplinas constituem
um dos mecanismos apropriados para sua efetivação. A infraestrutura física mínima necessária para
a execução do curso está descrita na Tabela 1 com valores estimados para implantação de
laboratórios e aquisição de equipamentos e acervo bibliográfico. O detalhamento pode ser conferido
nos anexos.

BIBLIOTECA

A Biblioteca já existe, necessita apenas a atualização do acervo bibliográfico. A implantação


do Curso de Licenciatura em Computação requer investimentos adicionais na aquisição de um
acervo bibliográfico moderno, atualizado, compatível com as mudanças tecnológicas na área de
computação.

O Anexo I detalha o acervo bibliográfico necessário para o funcionamento do curso. Em


termos de aquisição todos os livros sugeridos encontram-se descritos nas bibliografias das ementas
das disciplinas que serão ofertadas pelo Curso de Licenciatura em Computação, que representam
um referencial teórico-conceitual fundamental para a formação profissional na área. A quantidade
considerada para aquisição leva em conta que para cada grupo de aproximadamente 6 (seis)
66
estudantes haverá um exemplar de cada título proposto. A quantidade de exemplares por livros pode
variar de acordo com a necessidade das disciplinas podendo aumentar ou diminuir. Na implantação
do curso será analisada também a capacidade de títulos instalada na biblioteca local. Os títulos
relacionados também podem ser compartilhados com cursos afins que funcionam no Campus. O
recurso necessário para a compra dos livros está lançado na Tabela 1 que trata da distribuição dos
recursos para implantação da Licenciatura. Foi considerado o valor médio de cada livro como sendo
de R$ 80,00 (oitenta reais).

O orçamento previsto para a estrutura laboratorial e para o acervo bibliográfico pode ser
analisado na Tabela 1.

Tabela 1: Orçamento Previsto para Estrutura Laboratorial e Acervo Bibliográfico

Investimento Infra-Estruttura
ITEM ESPECIFICAÇÃO QUANT INVESTIMENTO TOTAL
1 LABORATÓRIOS R$ 606.762,58
1.1 Laboratório de Lógica de Programação e Linguagem de Programação 1 R$ 142.745,86 R$ 142.745,86
1.2 Laboratório de Banco de Dados e Desenvolvimento Web; 1 R$ 142.745,86 R$ 142.745,86
1.3 Laboratório de Práticas Pedagógicas e Produção de Objetos de Aprendizados 1 R$ 201.990,86 R$ 201.990,86
1.4 Laboratório de Redes I e II 1 R$ 119.280,00 R$ 119.280,00
2 LIVROS R$ 208.800,00
2.1 Livros 1 R$ 208.800,00 R$ 208.800,00
TOTAL R$ 815.562,58

14.2. DOCENTES A CONTRATAR/CONTRATADOS

Foi feito, em 2010, um planejamento, por semestre, de todas as disciplinas do curso e suas
respectivas cargas horárias chega-se a distribuição apresentada no Quadro 10. Deste modo, para
uma carga horária média de 16h semanais por professor, projetou-se a necessidade da contratação
de um total, aproximado, de 12 (doze) docentes, sendo 5 (cinco) do Núcleo de Formação Básica, 4
(quatro) do Núcleo de Formação Tecnológica, 2 (dois) do Núcleo e Formação Humanística e 1 (um)
para o Núcleo de Disciplinas Optativas.

Quadro 10: Planejamento de Contratação de Professores por Área de Conhecimento

Quadro de Necessidade de Professores Distribuição de Contratação de Professores


Total
Núcleos CH P-16H (240h) 2010-2 2011-1 2011-2 2012-1 2012-2 2013-1 2013-2 2014-1
Núcleo de Formação Básica 1440 5 1 1 1 1 1 5
Núcleo de Formação Tecnológica 840 4 1 1 1 1 4
Núcleo de Formação Humanística 450 2 1 1 2
Formação Complementar 60 0 0
Núcleo de Disciplinas Optativas 240 1 1 1
3030 12 0 2 2 1 2 2 1 2 12

67
As contratações previstas já foram realizadas e o curso de Licenciatura em Computação
conta, atualmente, com um quadro de, pelo menos, 20 (vinte) professores efetivos e dedicados ao
curso (vide a relação no Quadro 3).

O Quadro 11, abaixo, apresenta a realidade atual do Campus, sob o ponto de vista dos
professores que já foram contratados para atuar na Licenciatura em Computação.

Quadro 11: Execução da Contratação de Professores por Área de Conhecimento

Quadro de Professores
NÚCLEOS Nº de Professores Planejados Nº de Professores Contratados
NBAS - Núcleo de Formação Básica 5 7
NTEC - Núcleo de Formação Tecnológica 4 5
NHUM - Núcelo de Formação Humanística 2 5
NOPT - Núcleo de Disciplinas Optativas 0 3
NC - Formação Complementar 1 1
TOTAL 12 21

14.3. RECURSOS FINANCEIROS

O cronograma de repasse de recurso financeiro previsto para o exercício 2010-2013


apresenta a seguinte distribuição, conforme Tabela 2.

Tabela 2: Distribuição dos Recursos Financeiros

Distribuição de Recursos Financeiros


2010 2011 2012 2013 Total
R$ 208.800,00 R$ 262.025,86 R$ 201.990,86 R$ 142.745,86 R$ 815.562,58

14.4. PLANO DE EXPANSÃO DO CAMPUS PORTO SEGURO

Após reformas realizadas em 2007/2008, o Campus Porto Seguro passou a funcionar nas
instalações da Escola Brasil Profissional - instituição construída com recursos do Governo Federal
do Programa – PROEP. Assim, o Campus contava em 2009 com 7 (sete) salas de aulas, 1 (uma)
biblioteca, 1 (um) auditório, 5 (cinco) laboratórios, cozinha, refeitório, sala de professores e
reduzida área administrativa.

Não obstante, estas instalações revelaram-se limitadas para cumprir a meta estabelecida pelo
Ministério da Educação - MEC, no qual cada Campus deve atender cerca de 1.200 alunos
68
distribuídos entre cursos técnicos, PROEJA, licenciaturas e outros cursos superiores e de pós-
graduação.

Com a previsão de, ao final do ano de 2010, ser atingida a marca de 874 alunos matriculados
(434 alunos nos Cursos Técnicos, das modalidades integrada e subsequente, 80 alunos do Curso de
Licenciatura Intercultural Indígena, 60 alunos do Curso de Licenciatura em Química, 60 alunos do
Curso de Licenciatura em Informática, 120 alunos do PROEJA-FIC e 160 alunos no Curso Pró-
Técnico) o Campus Porto Seguro necessitava expandir-se.

Embora tenha havido um consenso na direção do Campus sobre a necessidade de ser


realizada uma expansão física de forma que se pudesse adequar a projeção de matriculados com as
instalações físicas da instituição, um obstáculo para isto era a reduzida área do terreno do Campus,
com aproximadamente 7.500 m2 de área total.

Assim, após uma longa negociação com a Prefeitura de Porto Seguro, no final de 2009
obteve-se a doação por parte do Executivo Municipal de um terreno de aproximadamente 6.300 m2
localizado ao lado das atuais instalações do Campus Porto Seguro.

Desta forma, em caráter de urgência foi aberta uma licitação para contratação de empresa de
engenharia civil para construção na área do novo terreno de 2 (dois) pavilhões - um com 6 (seis)
salas e outro com 4 (quatro) salas para serviços da administração.

Além disso, foram também iniciadas e concluídas obras visando à construção de um ginásio
de esportes com 1.867 m2 de área construída, numa área de 3.000 m2 localizada nos fundos do
Campus. O ginásio é constituído de uma quadra coberta poliesportiva com dimensões oficiais e
arquibancadas, uma sala de musculação, uma sala para prática de artes marciais, ginástica e de
dança, uma sala para professores de educação física, uma sala de aula, banheiros e vestuários
masculinos e femininos.

Apesar de necessárias para acompanhar o crescimento das necessidades acadêmicas e


administrativas, as obras atualmente em curso no Campus Porto Seguro ainda não são suficientes
para atender de forma adequada a demanda projetada pelos novos cursos em fase de organização
pela administração do Campus.

Neste sentido, no final do mês de maio de 2010 foi realizada nova licitação visando a
contratação de serviços de empresa de engenharia visando a construção de 2 (dois) pavilhões de 2
(dois) pisos – um com 12 (doze) laboratórios e outro com 10 (dez) salas, mais sanitários masculinos
e femininos e área de circulação. Estes pavilhões apresentarão uma área total construída de 2.600m2

69
(vide descrição abaixo) e atenderão as necessidades dos Cursos Técnicos, dos Cursos de
Licenciatura e das atividades de ensino, de pesquisa e de extensão do Campus Porto Seguro.

O pavilhão de salas de aulas foi construído com uma área construída total de 1.300 m2,
distribuídos com o seguinte programa arquitetônico: no pavimento térreo um sanitário masculino,
um sanitário feminino, cinco salas de aulas; no segundo pavimento mais um sanitário masculino,
um sanitário feminino, cinco salas de aulas totalizando nesse pavilhão dez salas de aula, duas
circulações horizontais e duas circulações verticais.

O pavilhão de laboratórios foi construído com uma área construída total de 1.300m2,
distribuídos com o seguinte programa arquitetônico: no pavimento térreo um sanitário masculino,
um sanitário feminino, seis laboratórios; no segundo pavimento mais um sanitário masculino, um
sanitário feminino, seis laboratórios totalizando nesse pavilhão doze laboratórios, duas circulações
horizontais e duas circulações verticais.

Ademais, desde 2011 está prevista a construção de mais dois pavilhões de dois pisos a serem
instalados em áreas livres do terreno doado pela Prefeitura para o Campus Porto Seguro. Em um
destes pavilhões será instalada toda a direção e a administração do Campus. No outro, será
construída uma nova biblioteca e mais 6 (seis) salas de aulas.

Após a conclusão deste conjunto de obras e reformas, a previsão é de que o Campus Porto
Seguro possua numa área total de aproximadamente 13.000 m2, entre outras instalações, 25 (vinte e
cinco) salas de aulas, 20 (vinte) laboratórios (todos os cursos), 1 (uma) biblioteca, 1 (um) auditório,
1 (um) ginásio de esportes, 1 (um) refeitório, 1 (uma) cozinha industrial, salas para direção e para
administração, salas para almoxarifado, salas para servidores com cozinha e banheiros, dois
estacionamentos para veículos, sala para o grêmio estudantil, 1 (uma) estufa para pesquisa com
espécies vegetais e 1 (uma) unidade piloto para produção de açúcar e álcool.

15. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com esse projeto o Campus Porto Seguro pretende contribuir com o desenvolvimento local
oferecendo educação pública, gratuita e de qualidade. Para nós, a tarefa de formar professores
capazes de preparar cidadãos para a construção coletiva de uma sociedade justa e democrática está
aliada ao desenvolvimento científico e tecnológico do país. Para tanto, considerando a missão do
IFBA, este projeto se baseia nas relações permanentes entre Ensino, Pesquisa e Extensão.

70
16.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BAHIA, Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). Indicadores Sociais.


Disponível em http://www.sei.ba.gov.br/, acesso em 10/04/2010
BORTOLOZZI, Flávio. Uma proposta de Licenciatura em Computação. Universidade Católica
do Paraná. Curitiba – PR, 2000.
BRANDÃO, Ma. De Fátima R. at ali. Plano pedagógico para Curso de Licenciatura em
Computação. III Curso de Qualidade SBC 2001. Brasília – DF. 2001.
BRASIL, ESTUDOS DE MERCADO DE TRABALHO COMO SUBSÍDIO PARA A
REFORMA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NO ESTADO DA BAHIA. SETEC -
Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. SEADE, maio 2000.
BRASIL, MEC.. Diretrizes Curriculares de Cursos da área de Computação e Informática.
MEC – SESU (Secretaria de Educação Superior). CEEInf – Comissao de Especialistas de Ensino de
Computação e Informática. Brasília, 2001. http://www.mec.gov.br/sesu/cursos/cursos.htm
BRASIL,INEP. Indicadores Educacionais. Disponível em http://www.inep.gov.br/, acesso 27-05-
2008.
BRASIL. Decreto Nº 2.208, de 17/04/97. Regulamenta o § 2 º do art. 36 e os arts. 39 a 42 da Lei nº
9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
Brasília: MEC, 1997.
BRASIL. Decreto Nº 5.154, de 23/07/04. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº
9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e dá
outras providências. Brasília: MEC, 2004.
BRASIL. Decreto Nº 5.205, de 14/09/04. Regulamenta a Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994,
que dispõe sobre as relações entre as instituições federais de ensino superior e de pesquisa científica
e tecnológica e as fundações de apoio. Brasília: MEC, 2004.
BRASIL. Decreto Nº 5.224, de 01/10/04. Dispõe sobre a organização dos Centros Federais de
Educação Tecnológica e dá outras providências.Brasília: MEC, 2004.
BRASIL. Decreto Nº 5.225, de 01/10/04. Altera dispositivos do Decreto no 3.860, de 9 de julho de
2001, que dispõe sobre a organização do ensino superior e a avaliação de cursos e instituições, e dá
outras providências.Brasília: MEC, 2004.
BRASIL. Decreto Nº 6.755, de 29 /01/09. Institui a Política Nacional de Formação de Profissionais
do Magistério da Educação Básica, disciplina a atuação da Coordenação de Aperfeiçoamento de
Pessoal de Nível Superior - CAPES no fomento a programas de formação inicial e continuada, e dá
outras providências.Brasília: MEC, 2009.
BRASIL. Ensino de 2º grau: o trabalho como princípio educativo. 3 ed. São Paulo:Cortez, 1987.
BRASIL. MEC. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96. Estabelece as
diretrizes e bases da educação nacional. Brasília:MEC, l996.
BRASIL. MEC. LEI Nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação
Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e

71
Tecnologia, e dá outras providências. Diário Oficial da União – República Federativa do Brasil,
Poder Executivo, Brasília, DF, 30 dez. 2008. Seção 1, p. 01.
BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares: ensino médio. Brasília:SEMTEC. Vol. Único, 1999.
BRASIL. MEC. Plano de qualidade para educação básica. Brasília: MEC, 2005.
BRASIL. MEC. Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível
Técnico. Brasília:MEC, 2000.
BRASIL. MEC. SEMTEC Políticas públicas para educação profissional e tecnológica.
BRASIL. MEC. SEMTEC. PROEP. Educação profissional. Legislação básica. 6ª ed. Brasília:
MEC, jan. 2005.
BRASIL. MEC.CNE/CEB – Parecer nº09/01. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação
de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena.
Brasília: MEC, 2002.
BRASIL. MEC.CNE/CEB – Parecer nº16/99. Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Profissional de Nível Técnico. Brasília: MEC, 1999.
BRASIL. MEC.CNE/CEB – Parecernº08/04. Consulta sobre duração de hora-aula.Brasília: MEC,
2002. (Mudei de Resolução para Parecer)
BRASIL. MEC.CNE/CEB – Portaria nº1793/94. Recomenda a inclusão da disciplina ASPECTOS
ÉTICOS POLÍTICOS EDUCACIONAIS DA NORMALIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO DA PESSOA
PORTADORA DE NECESSIDADES ESPECIAIS, nos cursos de Pedagogia, Psicologia, e em
todas as licenciaturas e conteúdos relativos nos cursos superiores que especifica". Brasília: MEC,
1994.
BRASIL. MEC.CNE/CP – Resolução nº01/02. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de
graduação plena.. Brasília: MEC, 2002.
BRASIL. MEC.CNE/CP – Resolução nº02/02. Institui a duração e a carga horária dos cursos de
licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior.
BRASIL.
BRASIL. MEC.CNE/CP – Resolução nº04/99. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Profissional de Nível Técnico. Brasília: MEC, 1999.
BRASIL. MEC/INEP/DEAES - Sinopse Estatística do Ensino Superior 2006. Brasília, 2006.
Diário Oficial da União – República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 30 jan.
2009. Seção 1, p. 01-02.
BRASIL. MEC/SETEC Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia 2009. Brasília,
2008, disponível em http://catalogo.mec.gov.br/ , acesso em 03/11/2009
BRASIL. Plano Nacional de Educação (PNE). Lei nº 10.172/2001. Aprova o Plano Nacional de
Educação e dá outras providências.
Brasília: MEC, 2004.
CATRIB, Ana Maria Fontenelle. Educação superior: formação de professores x demanda de
educação básica. Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira,
2008.
72
CEFET-BA. Relatório de Gestão 2007. Salvador, 2008. Disponível em WWW.ifba.edu.br.
CEFET-BA. Comissão própria de avaliação. Relatório de avaliação do ensino superior do
CEFET-BA. Disponível em http://www.cefetba.br/cpa/cpa.html. Acesso em 03/01/2007.
CEFET-BA. Projeto Político Pedagógico. Disponível em www.ifba.edu.br, acesso em 29/10/2009.
CEFET-BA. Relatório de Gestão 2008. Salvador, 2009.Disponível em www.ifba.edu.br
CEFET-BA.. Relatório da auto-avaliação institucional do CEFET-BA, Comissão própria de
avaliação CEFET-BA: Etapa educação profissional de nível técnico e ensino médio. Disponível
em http://www.cefetba.br/cpa/cpa.html. Acesso em 03/01/2007.
CENTRO Federal de Educação Tecnológica de Campos. Proposta do curso deformação de
professores para a área de Ciências da Natureza. Campos dos Goytacazes: CEFET Campos,
2005.
CIAVATTA. M Concepção dialética da educação: um estudo introdutório. 8. ed. São Paulo:
Cortez, 1992.
CIAVATTA. M Sobre a concepção de politécnica. Rio de Janeiro: PSJV/FIOCRUZ, 1989.
CIAVATTA. M. A produtividade da escola improdutiva: um (re) exame das relações entre
educação e estrutura econômico-social e capitalista, 4ª ed., São Paulo: Cortez, 1993.
CIAVATTA. M. e RAMOS M. (org.). Ensino Médio Integrado: concepção e contradições. São
Paulo: Cortez, 2005.
CONCEFET, CONDAF, CONDETUF, MEC/SETEC, SINASEFE. Pacto pela valorização da
educação profissional e tecnológica: por uma profissionalização sustentável. Brasília: MEC/
SETEC, 2004. Disponível em http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/Pacto.pdf. Acesso
02/01/2007.
DAHMER, Alessandra. et ali. Uma proposta de plano pedagógico para o Curso de Licenciatura
em computação. Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) e Universidade Federal do Rio
Grande do SUL. 2000.
FREIRE, Paulo,.Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2005
FREIRE, Paulo. Educação na cidade. 4 ed. São Paulo: Cortez, 2000.
FRIGOTTO, G. Educação e a crise do capitalismo real. São Paulo: Cortez, 1995.
GADOTTI, Moacir. Escola cidadã São Paulo: Cortez, 1997.
GARCIA, Lenise Aparecida Martins. Transversalidade e interdisciplinaridade. 2002. Disponível
http://smeduquedecaxias.rj.gov.br/nead/Biblioteca/Forma%C3%A7%C3%A3o%20Continuada/Arti
gos%20Diversos/garcia-transversalidade-print.pdf . Acesso em: 20 out. 2013.
KUENZER, Acácia Z. Ensino médio e profissional: as políticas do estado neoliberal. São
Paulo:Cortez, 1987.
LESSA, José Silva. CEFET-BA – uma resenha histórica: da escola do mingau ao complexo
integrado de educação tecnológica. Salvador, CCS/CEFET-BA, 2002. 100p. Il.
LIBÂNIO, José C. Organização e Gestão Escolar. Goiânia: Alternativa, 2001.
73
MACHADO, Lucília. Diferenciais inovadores na formação de professores para a educação
profissional. (documento técnico encaminhado à SETEC/MEC).Brasília: MEC/SETEC, 2008).
MEC – Ministério da Educação. Concepção e Diretrizes – Instituto Federal de educação, Ciência e
Tecnologia. Brasília: PDE/SETEC, 2008.
MEC – Ministério da Educação. Escassez de Professores no Ensino Médio:
MEC.CNE/CP – Resolução nº03/03. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a
organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia. Brasília: MEC, 2003.
MOLL, Jaqueline. Formação de Professores para Educação Profissional e Tecnológica:
Brasília, 26, 27 e 28 de setembro de 2006. Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira, 2008.
PACHECO, Eliezer: Formação de Professores para Educação Profissional e Tecnológica:
Brasília, 26, 27 e 28 de setembro de 2006. Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira, 2008.
PCN – Parâmetros Curriculares do Ensino Médio. Brasília: MEC, 2000.
PERRENOUD, Philippe. As 10 Novas Competências para Ensinar. Porto Alegre: Artnod Ediora,
2000.
RISTOFF, Dilvo e ARAÚJO, Luiz. “Missão Inadiável”. In Universidade XXI: A Encruzilhada
da Educação Superior. Brasília: MEC, novembro de 2003.
RISTOFF, Dilvo e PACHECO, Eliezer. Educação Superior: Democratizando o Acesso. Textos
para Discussão. Inep/MEC, 2004.
RISTOFF, Dilvo. A Educação em Guerra. MEC, 2008.
RISTOFF, Dilvo. Mapa da Demanda Docente na Educação Básica. CAPES/MEC, 2008.
RODRIGUES, Neidson. Da mistificação da escola à escola necessária. São Paulo: Cortez, 1988.
SAUL, Ana Maria. Avaliação emancipatória: desafios à teoria e à prática de avaliação e
reformulação de currículo. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2001.
SAVIANI, Dermeval. A nova lei da Educação: trajetória, limites e perspectivas. Campinas, SP:
Autores Associados, 1997.
SAVIANI, Nereide. Saber escolar, currículo e didática: problemas da unidade conteúdo/método
no processo pedagógico. Campinas: Autores Associados, 1994.
SBC – Sociedade Brasileira de Computação, Currículos de Referencia. Rio de Janeiro: Boletim. Nº
3, 1998.
SCHWARTZ, Gilson. As Profissões do Futuro. São Paulo: Publifolha , 2000.
SETTE, Sonia S. Licenciatura em Computação : uma questão em aberto. Revista Brasileira de
Informática na Educação. SBC nº 1 – 1997.
VEIGA, Ilma Passos A. Inovações e projetos político-pedagógico: Uma relação reguladora ou
emancipatória. In Cadernos CEDES. Campinas: v.23, n. 61, p.267-281, 2003.

74
17. ANEXO I - EMENTÁRIO

Iº SEMESTRE:

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 30 2
ALGORITMOS
Prática 30 2
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
01 1º -
Ementa:
Introdução à programação. Noções de algoritmos e suas representações. Pseudo-código. Lógica e programação em
linguagem de programação estruturada. Operadores lógicos e matemáticos, estruturas de decisão e de repetição.
Arrays: strings, vetores e matrizes. Registros.
Bibliografia Básica:
AGUILAR, L.J. Fundamentos de Programação: Algoritmos, Estruturas de dados e Objetos. McGraw-Hill,
2008.
FARRER, Harry et al. Algoritmos Estruturados. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2007.
GUIMARAES, A. M.; LAGES, N. A. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2000.
MANZANO, José Augusto N. G; OLIVEIRA, Jayr F. Algoritmos - Lógica para Desenvolvimento de
Programação de Computadores. 23.ed. São Paulo: Érica, 2010.
Bibliografia Complementar:
PUGA, Sandra; RISSETTI, Gerson. Lógica de Programação e Estruturas de Dados. São Paulo: Pearson Brasil,
2004.
SOUZA, Marco Antonio F. de, et al. Algoritmos e Lógica de Programação. São Paulo: Thomson Pioneira,
2006.

Carga Horária (h) Créditos


CIÊNCIA, TECNOLOGIA E Teórica 30 2
SOCIEDADE Prática - -
TOTAL 30 2
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
02 1º -
Ementa:
Relação CTS e a Educação Científica e tecnológica, O mito da neutralidade e determinismo científico, CTS no
contexto da educação brasileira; O desenvolvimento científico e tecnológico nacional e a formação do professor
em Ciências.
Bibliografia Básica:
BAZZO, W. A. et al. Indrodução aos estudos CTS – Ciência, Tecnologia e Sociedade. Organização dos estados
Ibero-Americanos para a educação, a ciência e a cultura. Caderno de Ibero-América.
POSTMAN, Neil. Tecnopólio, A rendição da cultura à tecnologia. São Paulo: Nobel.
DAGNINO, Renato. Neutralidade de Ciência e Determinismo Tecnológico. São Paulo: Unicamp.
SOUZA, A.de A. OLIVEIRA, E.G. Educação Profissional, Análise contextualizada. Fortaleza: CEFET/CE.
Bibliografia Complementar:
FRIGOTTO, G. CIAVATTA, M. A formação do Cidadão Produtivo, A cultura de mercado no ensino médio
técnico. Brasília: INEP.
SHNEIDERMAN, Ben. O Laptop de Leonardo, como o novo renascimento já está mudando a sua vida. Rio
de janeiro: Nova Fronteira.

75
Carga Horária (h) Créditos
Teórica 60 4
COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO
Prática - -
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
04 1º -
Ementa:
Estuda a língua Portuguesa como elemento primordial da comunicação escrita e oral entendendo-a como
mecanismo básico para decifrar os signos informativos concernentes aos diversos tipos de linguagens utilizados
na contemporaneidade.
Bibliografia Básica:
ABAURRE, Maria Luzia e PONTARA Marcela Nogueira. Português. Editora Moderna.
BERNARDO, Gustavo. Redação Inquieta. Rio de Janeiro: Globo.
CÂMARA JR., Joaquim M. Manual de expressão oral escrita. Petrópolis: Vozes.
CINIRA, Lindley e CUNHA, Celso. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira.
Bibliografia Complementar:
COIMBRA, Oswaldo. O texto da reportagem escrita – Um curso sobre sua estrutura. São Paulo: Editora
Ática.
CORACINI, Maria José. O cientista e a noção de sujeito na lingüística: expressão de liberdade ou
submissão? In Arrojo, Rosemary (Org.) O signo desconstruído – Implicações para a tradução, a leitura e o ensino.
Campinas: Pontes.COSTA, Eneida Machado. 1998. Leitura motivada e produção de texto. Brasília: APLP/DF.
FARACO, Carlos Alberto e TEZZA, Cristóval. Prática de texto: língua Portuguesa para nossos Estudantes
Universitários. Petrópolis: Vozes.
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Editora Ática.
FERREIRA, Carlota e alti. Diversidade do português do Brasil. Salvador: EDUFBA.
FIGUEIREDO, Luiz Carlos. A redação pelo parágrafo. Brasília: Editora UnB.
FIORIN, José Luiz e SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto leitura e redação. São Paulo: Ática.
GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: FGV.
GNIRRE, Maurizzio. Linguagem, escrita e poder, 3 ed. São Paulo: Martins Fontes.
KOCH, Ingedore G. Villaá. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. São Paulo: Contexto.
LUFT, Celso Pedro. Língua e Liberdade – Por uma nova concepção de língua materna. Série Fundamentos.
São Paulo: Ática.
MEDEIROS, João Bosco. Técnica de Redação Científica. São Paulo: Atlas.
MEURER, José Luiz e MOTTA-ROTH, Desirée (org) “Parâmetros de Textualização” Santa Maria: Editora da
UFSM.
RIDUE, Rosa e HAPPAD, Ludiane. Oficina da palavra – ler e escrever para viver melhor. São Paulo: FDT.
SOUZA, Luís Marques. Redação e textualidade. São Paulo: Editora Martins Fontes.
VANOYR, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicos na produção oral e escrita. São Paulo: Martins
Fontes.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 45 3
Prática 15 1
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO I
Prática de - -
ensino
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
05 1º -
Ementa:
Evolução da educação nas diversas sociedades e épocas no mundo ocidental: objetivos, significados e conteúdos
das instituições educacionais da antiguidade clássica, idade media, renascimento, séculos. XVIII E XIX.
Tendências da educação contemporânea. Evolução histórica da educação no Brasil.
Bibliografia Básica:
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da educação. São Paulo: Moderna.
GADOTTI, Moacir. História das idéias pedagógicas, 4ª 76d. São Paulo: Ática.
MANACORDA, Mário e Alighiero. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. São Paulo: Editora
76
Cortez.
Bibliografia Complementar:
RIBEIRO, Maria Luiza. História da Educação brasileira: a organização. 4ª 77d. São Paulo: Moraes.
ROMANELLI, Otaíza Oliveira. História da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes.
SAVIANI, Dermerval. História das Idéias Pedagógicas no Brasil. Campinas: Autores Associados.

Carga Horária (h) Créditos


INFORMÁTICA APLICADA À Teórica 30 2
EDUCAÇÃO I Prática 30 2
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
06 1º -
Ementa:
Fundamentos da informática. Noções sobre hardware e software. Aplicabilidade de software e hardware na
educação. Uso de Aplicativos voltados para a educação: editores de texto e planilhas eletrônicas. Uso da Internet
voltada para educação. O uso do computador na escola como recurso pedagógico. Fundamentos sobre Ambiente
Virtual de Aprendizagem e Learning Management System. Fundamentos sobre objetos de aprendizagem.
Softwares educacionais. Fundamentos e uso de mapas mentais e mapas conceituais. Perfil do professor frente às
tecnolgias da informação e comunicação.
Bibliografia Básica:
MARÇULA, Marcelo; BENINI FILHO, Pio Armando. Informática: conceitos e aplicações. 2. ed. São Paulo:
Érica, 2007.
MEYER, Marilyn. Nosso Futuro e o Computador. 3. ed. Porto Alegre: Bookman. 2000.
NORTON, Peter. Introdução à Informática. São Paulo: Makron Books.
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: Conceitos Básicos. Rio de Janeiro: Campus.
Bibliografia Complementar:
NIQUINI, Débora Pinto. Informática na educação: implicações didático-pedagógicas e construção do
conhecimento. Brasília: Universidade Católica de Brasília; Universa, 1996. 136 p.
MEIRELLES, Fernando. Informática: Novas Aplicações com Microcomputadores. 2. ed. São Paulo: Makron
Books, 1994.
SAWAY, Márcia Regina. Dicionário: Informática & Internet. São Paulo: Nobel.
TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na educação: novas ferramentas pedagógicas para o professor da
atualidade. 2. ed. São Paulo: Érica, 2000. 143 p.
TORRES, Gabriel. Hardware: Curso Completo. Rio de Janeiro: Axcel Books.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 60 4
LÓGICA MATEMÁTICA
Prática - -
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
03 1º -
Ementa:
Conjuntos. Funções. Relações sobre conjuntos: relações de equivalência e de ordem. Indução matemática.
Recursão. Lógica Proposicional e de Predicados, métodos de verificação da validade de fórmulas e prova de
teoremas e circuitos lógicos, tabelas-verdade, equivalência lógica, funções booleanas, diagramas de Karnaugh.
Bibliografia Básica:
DAGHLIAN, Jacobi. Lógica e Álgebra de Boole. 40. ed. São Paulo: Atlas. 1995.
ERGOVAG, Milos, et al. Introdução aos Sistemas Digitais.Porto Alegre: Bookman, 2000.
GERSTING, J.L. Fundamentos matemáticos para a Ciência da Computação. Rio de Janeiro: LTC Editora,
2001.
SOUZA, João Nunes de. Lógica para Ciência da Computação: fundamentos de linguagem, semântica e
sistemas de duração. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
Bibliografia Complementar:
CURY, Márcia Xavier. Introdução a lógica. São Paulo: Érica, 1996.
KELLER, Vicente. Aprendendo lógica. Petrópolis: Vozes, 1991.
MENDELSON, Elliot. Álgebra Booleana e Circuitos de Chaveamento. São Paulo: Makron Books.

77
IIº SEMESTRE:

Carga Horária (h) Créditos


ARQUITETURA DE Teórica 45 3
COMPUTADORES Prática 15 1
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
08 2º -
Ementa:
Evolução Histórica dos Computadores. Noções de sistemas digitais. Unidades de entrada e saída. Estrutura dos
processadores e barramentos. Instruções. Pipeline. Multiprocessamento. Hierarquia de Memórias. Dispositivos de
Entrada e Saída.
Bibliografia Básica:
HENNESSY, John L.; PATTERSON, David A. Arquitetura de Computadores: Uma Abordagem
Quantitativa. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus. 2003.
MONTEIRO Mario A. Introdução à organização de computadores. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC Editora,
2007.
STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. 5.ed. São Paulo: Makron Books,
2002.
TANENBAUM Andrew S. Organização Estruturada de Computadores. 5.ed. Rio de Janeiro: Prentice-
Hall, 2006.
Bibliografia Complementar:
MURDOCCA, Miles J.; HEURING, Vincent P. Introdução à Arquitetura de Computadores. Rio de
Janeiro: Campus, 2000.
WEBER, Raul Fernando. Fundamentos de Arquitetura de Computadores. 2. ed. Porto Alegre: Instituto
de Informática da UFRGS: Editora Sagra Luzzatto, 2001.
WEBER, Raul Fernando. Arquitetura de Computadores Pessoais. Porto Alegre: Instituto de Informática
da UFRGS: Editora Sagra Luzzatto, 2000.

Carga Horária (h) Créditos


CÁLCULO DIFERENCIAL E Teórica 90 6
INTEGRAL Prática - -
TOTAL 90 6
Pré-Requisito:
Código: Período: Departamento:
Obrigatória LÓGICA
03 2º
MATEMÁTICA
Ementa:
Conjunto dos números reais. Funções (lineares, modulares, polinomiais, racionais, algébricas e
trigonométricas) e seus gráficos. Limite e Continuidade de Funções. Coeficiente angular da reta tangente ao
gráfico de uma função em um ponto (conceito de derivada). Função Derivada. Técnicas de Derivação.
Máximos e mínimos. Integral (definida e indefinida).
Bibliografia Básica:
BOULOS, P. Introdução ao Cálculo. São Paulo: Edgard Blucher.
FLEMMING, Diva M. & GONÇALVES, Mirian B. CÁLCULO A: Funções, derivação e integração. São
Paulo: Pearson.
SILVA, S. M. da; SILVA, Ermes M. da; SILVA, Elio M. da. Matemática Básica para Cursos Superiores.
São Paulo: Atlas, 2002.
STEWART, James. Calculo I. São Paulo: Thomson Pioneira.
Bibliografia Complementar:
ÁVILA, Geraldo. Introdução ao Cálculo. Rio de Janeiro: LTC Editora.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Vols. 1 e 2. Rio de Janeiro: LTC Editora.

78
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO I Carga Horária (h) Créditos
Teórica 60 4
Prática - -
Prática de - -
ensino
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória 11 2º HISTÓRIA DA
EDUCAÇÃO I
Ementa:
Fundamentos da filosofia e suas relações com a educação. A filosofia antiga e sua implicação no processo
de formação do ser humano. Pressupostos filosóficos que fundamentam as concepções de educação. O
homem e suas relações com o mundo. Democracia e educação. O homem e suas relações com o mundo. A
práxis educativa contemporânea.
Bibliografia Básica:
ARANHA, Maria Arruda. Filosofia da Educação. São Paulo. 1996.
ARENDT, Hanna. A crise na educação. In: Entre o passado e o futuro. São Paulo: Perspectiva, 1979.
FREIRE, Paulo. Educação e mudança. São Paulo: Paz e Terra, 1983.
GADOTTI, Moacir. Concepção Dialética da Educação. São Paulo: Cortez,1995.
Bibliografia Complementar:
ASSMANN, Hugo. Reencantar a educação: rumo a sociedade aprendente. 5. 79d. Petrópolis: Vozes,
2001.
MORIN, Edgar. Os sete saberes Necessários à Educação do Futuro. São Paulo. Cortez, 2001.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da Educação. São Paulo: 1994.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 60 4
INGLÊS I
Prática - -
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
10 2º -
Ementa:
Leitura, análise e interpretação de textos. Leitura intensiva para fins específicos. Prática de compreensão e
comunicação oral e escrita. Domínio do vocabulário específico em situações concretas de comunicação num
processo interativo.
Bibliografia Básica:
AMOS, Eduardo; PRESCHER, Elizabeth. The New Simplified Grammar. 3. ed. São Paulo: Richmond
Publishing - Moderna, 2005.
CAMARÃO, Paulo César Bhering. Glossário de Informática. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1994.
LONGMAN. Dicionário Escolar para Estudantes Brasileiros. São Paulo: Longman, 2002.
SOUZA, Adriana Grade Fiori et al. Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem instrumental. São Paulo:
Disal. 2005.
Bibliografia Complementar:
MARTINEZ, R. Como Dizer Tudo em Inglês. Rio de Janeiro: Campus.
SAWAYA, M., R. Dicionário de Informática e Internet: Inglês/ Português. São Paulo: Nobel, 2003.
TORRES, Nelson. Gramática Prática da Língua Inglesa. São Paulo: Moderna, 1993.

79
Carga Horária (h) Créditos
Teórica 30 2
LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO
Prática 30 2
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
07 2º ALGORITMOS
Ementa:
Linguagem de programação estruturada; Funções e procedimento: modularização de programas; Tipos e
estruturas elementares de dados, Tipos definidos pelo programador e tipos abstratos de dados;
Recursividade; Diretivas; Ponteiros; Processamento de arquivos. Algoritmos e aplicações.
Bibliografia Básica:
GOMES, Ascencio, A. F; CAMPOS, Edilene Aparecida Vene. Fundamentos da programação de
computadores: Algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. 2. ed. Rio de Janeiro: Pearson Prentice Hall, 2007.
XAVIER G. F. Cardoso. Lógica de Programação. Senac, São Paulo.
ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: Com Implementações em Pascal e C. 2.ed. São Paulo: Thomson Learning,
2004.
Bibliografia Complementar:
GOMES, Ascencio, A. F. Lógica de Programação com Pascal. São Paulo: Makron Books. 2002.
RINALDI, R. Turbo Pascal 7.0: Comandos e Funções. 19.ed. Érica, 2003.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 30 2
Prática - -
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO I
Prática de
30 2
ensino
TOTAL 60 4
Pré-Requisito:
Código: Período: Departamento:
Obrigatória HISTÓRIA DA
12 2º
EDUCAÇÃO I
Ementa:
Paradigmas da Psicologia e suas relações com a Educação, no que tange ao processo ensino-aprendizagem.
Teorias e abordagens do processo ensino-aprendizagem (Inatismo e empirismo, Humanística,
Comportamental, Cognitiva e Sócio-interacionista): implicações na prática educativa. Contextos culturais da
aprendizagem e a escolarização formal. A psicologia da aprendizagem e a práxis pedagógica.
Bibliografia Básica:
CAMPOS, Dinah Martins de Souza. Psicologia da aprendizagem. Petrópolis: Vozes, ANO.
COLL, César, et al. Desenvolvimento Psicológico e Educação. Psicologia evolutiva V.1. 2 edição. Porto Alegre:
Artes Médicas, 2004.
COLL, César, et al. Desenvolvimento Psicológico e Educação. Psicologia da educação escolar V.2. 2 edição.
Porto Alegre: Artes Médicas, 2004.
COUTINHO, Maria Tereza da Cunha; MOREIRA, Mércia. Psicologia da educação: um estudo dos
processos psicológicos de desenvolvimento e aprendizagem humanos, voltado para a educação: ênfase nas
abordagens interacionistas do psiquismo humano. 9. ed. Belo Horizonte: Lê, 2001.
Bibliografia Complementar:
COLL, César. Psicologia do Ensino. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
COLL, César; MESTRES, M. M.; SOLÉ. Psicologia da Educação. Porto Alegre, Artes Médicas, 1999.
LAROCCA, Priscila. O saber psicológico e a docência: reflexões sobre o ensino de psicologia na educação.
Psicologia, Ciência e Educação. Brasília, ano 20, nº 2, 200, p.60 a 65.
NICOLESCU, Basarab (org.). Educação e Transdisciplinaridade. São Paulo: Triom, 2002.
REGO, Teresa Cristina. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. Petrópolis: Vozes,
1995.

80
IIIº SEMESTRE:

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 60 4
ÁLGEBRA LINEAR
Prática - -
TOTAL 60 4
Pré-Requisito:
Código: Período: CÁLCULO Departamento:
Obrigatória
15 3º DIFERENCIAL E
INTEGRAL
Ementa:
Matrizes. Determinantes. Sistemas de equações lineares. Vetores e aritmética vetorial. Espaços vetoriais e
Subespaços. Bases e dimensão. Transformações lineares. Autovalores e Autovetores.
Bibliografia Básica:
ANTON, H., RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. 8.ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.
BOLDRINI, J. Álgebra Linear. São Paulo: Harbra, 1986.
CAMPOS FILHO, F. F. Algoritmos Numéricos. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2001.
Bibliografia Complementar:
CALLIOLI, A.C., DOMINGUES, H.H., COSTA, R. Álgebra Linear e Aplicações. 7. ed. Atual Editora.
GERSTRING, J. L. Fundamentos Matemáticos para Ciência da Computação. 3 ed. Rio de Janeiro: LTC
Editora, 1995.
LIPSCHUTZ, Seymor. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1994.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 30 2
Prática - -
DIDÁTICA I
Prática de
30 2
ensino
TOTAL 60 4
Pré-Requisito:
FILOSOFIA DA
Código: Período: Departamento:
Obrigatória EDUCAÇÃO I,
17 3º
PSICOLOGIA DA
EDUCAÇÂO I
Ementa:
A Didática no seio das teorias pedagógicas. Tendências Pedagógicas Liberais [Tradicional, Progressivista,
Não-Diretiva e Tecnicista]. Tendências Pedagógicas Progressistas [Libertadora, Libertária, Crítico-Social dos
Conteúdos, Sociointeracionista]. Planejamento de ensino: perspectiva crítica, estratégias, etapas para
elaboração. Saberes, competências e atitudes docentes. Competências didáticas para o trabalho docente.
Procedimentos didáticos: elementos para o planejamento de ensino. Avaliação do processo ensino-
aprendizagem. Interdisciplinaridade. Métodos e técnicas de ensino. Utilização adequada dos recursos
instrucionais.
Bibliografia Básica:
CANDAU, Vera Maria (org.). A didática em questão. Petrópolis, Vozes, 1993.
LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da Escola Pública: a pedagogia críticosocial dos conteúdos. São
Paulo, Loyolo, 1993.
MIZUKAMI, Maria da Graça. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986.
VASCONCELOS, Celso. Planejamento. Projeto de ensino-aprendizagem e projeto político-pedagógico.
10ª ed. São Paulo: Libertad, 2002.
Bibliografia Complementar:
ENGUITA, F.M.. A face oculta da escola. Porto Alegre, Artes Médicas, 1989.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
HERNÁNDEZ, Fernando. A organização do currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um
caleidoscópio. 5. ed. Artes Médicas, Porto Alegre, 1998.
MENENGOLLA, M; SANT´ANNA, I. M. Por que planejar? Como planejar? Petrópolis, RJ: Vozes, 1991.
PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artemed, 1998.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Projeto político-pedagógico da escola. Campinas: Papirus, 1996

81
Carga Horária (h) Créditos
Teórica 30 2
ESTRUTURA DE DADOS
Prática 30 2
TOTAL 60 4
Pré-Requisito:
Código: Período: Departamento:
Obrigatória LINGUAGEM DE
18 3º
PROGRAMAÇÃO
Ementa:
Representação dos dados, tipos abstratos de dados. Alocação dinâmica de memória. Estrutura de dados
lineares: a lista e suas variantes. Pilhas e Filas. Estrutura de dados não-lineares: Árvores.
Bibliografia Básica:
FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPÄCHER, H. F. Lógica de Programação - A construção de algoritmos
e estruturas de dados. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 2000.
JOYANES AGUILAR, L. Fundamentos de programação: algoritmos, estruturas de dados e objetos. 3. ed.
Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2008.
SOUZA, Marco Antonio Furlan de et al. Algoritmos e Lógica de Programação. São Paulo: Thompson
Learning, 2006.
VILLAS, M. V.; MIRANDA, C. Estruturas de Dados - Conceitos e Técnicas de Implementação. 7.ed. Rio de
Janeiro: Campus, 1999.
Bibliografia Complementar:
PEREIRA, Silvio do Lago. Estrutura de Dados Fundamentais: Conceitos e Aplicações. Érica, 1996.
SALIBA, W., L., Caram. Técnicas de Programação: uma Abordagem Estruturada. São Paulo: Makron
Books, 1992.
HOROWITZ, E.; SAHNI, S. Fundamentos de Estrutura de Dados. 2.ed. Rio Janeiro: Campus, 1986.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 60 4
INGLÊS II
Prática - -
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
16 3º INGLÊS I
Ementa:
Leitura e técnicas de tradução de textos. Compreensão e interpretação de textos técnicos de informática.
Gramática e verbos. Expressões técnicas na informática. Inglês na Internet. Descrição de textos técnicos.
Bibliografia Básica:
BOECKNER, K.; BROWN, P. C. Oxford English for Computing. 2.ed. Oxford University Press, 1997.
GALANTE, Terezinha P. Inglês básico para informática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1992.
SILVA, João Antenor de C., GARRIDO, Maria Lina, BARRETO, Tânia Pedrosa. Inglês
Instrumental: Leitura e Compreensão de Textos. Salvador: Centro Editorial e Didático, UFBA, 1994.
Bibliografia Complementar:
AMOS, E.; PRESCHER, E. A. Simplified Grammar Book. São Paulo: Moderna, 1997.
GRANT, D.; MCLARTY, R. Business Basics - Student's Book. Oxford University Press.
MUNHOZ, Rosângela. Inglês Instrumental: estratégias de leitura. Módulo 1. São Paulo: Textonovo. 2000.

Carga Horária (h) Créditos


LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO Teórica 30 2
ORIENTADA A OBJETOS I Prática 30 2
TOTAL 60 4
Pré-Requisito:
Código: Período: Departamento:
Obrigatória LINGUAGEM DE
13 3º
PROGRAMAÇÃO
Ementa:
Introdução aos conceitos de programação orientada a objetos. Modelo de Objetos. Classes, atributos,
métodos, mensagens, encapsulamento. Conceitos e técnicas de programação. Desenvolvimento de sistemas
82
com classes, herança, polimorfismo, bibliotecas, reusabilidade e interfaces.
Bibliografia Básica:
BORATTI, I. Camilo. Programação Orientada a Objetos em Java. 1. ed. Florianópolis: Visual Books,
2007.
KEOGH, J.; GRANNINI, M. OOP Desmistificado: Programação Orientada a Objetos. Alta Books, 2005.
SANTOS, R. Introdução à Programação Orientada a Objetos Usando Java. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
SIERRA, K.; BATES, B. Use a Cabeça! Java. 2. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007.
Bibliografia Complementar:
DEITEL, M. H.; DEITEL, P. J. Java, como Programar. 4.ed. Porto Alegre: Bookman 2002.
FLANAGAN, D. Java - O Guia Essencial. 5.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 60 4
SISTEMAS OPERACIONAIS
Prática - -
TOTAL 60 4
Pré-Requisito:
Código: Período: ARQUITETURA Departamento:
Obrigatória
14 3º DE
COMPUTADORES
Ementa:
Arquitetura de sistemas: tipos de arquiteturas. Histórico e evolução. Tipos de sistemas operacionais. Sistemas
operacionais: processos. Gerência de memória. Sistemas de arquivos. Administração e segurança de sistemas.
Bibliografia Básica:
OLIVEIRA, Rômulo Silva de; CARISSIMI, Alexandre da Silva; TOSCANI, Simão Sirineo. Sistemas
Operacionais. 2. ed. Porto Alegre: Instituto de Informática UFRGS: Sagra Luzzatto, 2001.
MACHADO, Francis B.; MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4. ed. Rio de Janeiro:
LTC Editora, 2007.
SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter; GAGNE, Greg. Fundamentos de sistemas operacionais. 6.
ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2004.
TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais Modernos. 5.ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall, 1995.
Bibliografia Complementar:
TANENBAUM, A. S. Sistemas Operacionais - projeto e implementação. 2.ed. São Paulo: Artmed, 2000.
SILBERSCHATZ, A.; GALVIN, P. B. Sistemas Operacionais: Conceitos. São Paulo: Makron Books, 2000.
SHAY, W. Arquitetura e Organização de Computadores. 5.ed. São Paulo: Makron Books, 2002.

83
IVº SEMESTRE:

Carga Horária (h) Créditos


ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS Teórica 45 3
ORIENTADO A OBJETOS Prática 45 3
TOTAL 90 6
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
21 4º -
Ementa:
Processos de desenvolvimento; A concepção de um sistema; A construção de um sistema; Artefatos de
desenvolvimento; Fluxos de trabalho; Perfis dos desenvolvedores; Especificação de requisitos; Análise;
Artefatos na análise; Projeto; Artefatos no projeto; Implementação; Artefatos na implementação; Testes;
Artefatos no teste.
Bibliografia Básica:
BEZERRA, Eduardo. Princípio de Análise e Projetos de Sistemas com UML. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
BLAHA, Michael; RUMBAUGH, James. Modelagem e Projetos Baseados em Objetos com UML 2. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2006.
LARMAN, C. Utilizando UML e padrões: uma introdução a analise e projeto orientados a objetos. Porto Alegre:
Bookman, 2004.
Bibliografia Complementar:
BOOCH, Grady; JACOBSON, Ivan; RUMBAUGH, James. UML: Guia do Usuário. Editora Campus, 2000.
RUMBAUGH, J. et al. Modelagem e projetos baseados em objetos. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1997.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 15 1
Prática - -
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Prática de 15 1
ensino
TOTAL 30 2
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
22 4º DIDÁTICA I
Ementa:
Pressupostos epistemológicos, históricos e filosóficos da avaliação do processo ensino aprendizagem.
Avaliação formativa e crítica. Metodologia e instrumentos utilizados na avaliação. A ética do avaliador.
Bibliografia Básica:
GANDIN, Danilo. Prática do planejamento participativo. Petrópolis: Vozes, 1994.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo; Cortez, 2003.
SANT’ANNA, Flávia M. & ENRICONE D. Planejamento de ensino e avaliação. 11ª ed. Porto Alegre: S.
Ed.. 1995.
VASCONCELOS, Celso. A avaliação como prática libertadora.
Bibliografia Complementar:
BRENDAN, Coleman Mac Donald (Org.). Esboços em Avaliação Educacional. Fortaleza, Porto Alegre:
Edições UFC, 2003.
HOFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: Uma prática em construção da pré-escola à universidade.
Porto Alegre: Editora Mediação, 1993.
VIANNA, H.M. Avaliação Educacional (teoria, planejamento e modelos). São Paulo: IBRASA, 2000.
MORETTO, Vasco Pedro. Prova: momento privilegiado de estudo ou acerto de contas. Rio de Janeiro:
DP&A.

Carga Horária (h) Créditos


LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO Teórica 30 2
ORIENTADA A OBJETOS II Prática 30 2
TOTAL 60 4
Pré-Requisito:
Código: Período: LINGUAGEM DE Departamento:
Obrigatória
19 4º PROGRAMAÇÃO
OO I
Ementa:
Facetas da reusabilidade de software; Padrões de projeto (Design Patterns); Software baseado em
84
componentes; Arquiteturas de componentes; Server Components; Frameworks; Técnicas de construção de
frameworks; Metodologia de desenvolvimento de frameworks; Refactoring.
Bibliografia Básica:
FOWLER, M. Padrões de Arquitetura de Aplicações Corporativas. Porto Alegre:
Bookman, 2006.
GAMMA, E. et al. Padrões de projeto: soluções reutilizáveis de software orientado a
objetos. Porto Alegre: Bookman, 2005.
H. M. Deitel and P. J. Deitel, Java: Como Programar. 6. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall, 2007.
PINHEIRO, Francisco A. C. Fundamentos de Computação e Orientação a Objetos Usando Java. Rio de
Janeiro: LTC Editora, 2006.
Bibliografia Complementar:
BARNES, David J.; KOLLING, M. Programação Orientada a Objetos com Java. São Paulo: Makron
Books, 2004.
HORSTMANN, Cay & CORNELL, Gary. Core Java 2. vol.1. São Paulo: Makron Books, 2001.
HORSTMANN, Cay & CORNELL, Gary. Core Java 2. Recursos Avançados. vol.2. São Paulo: Makron
Books, 2001.

Carga Horária (h) Créditos


METODOLOGIA E PRÁTICA DO Teórica 30 2
ENSINO EM COMPUTAÇÃO I Prática 30 2
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
24 4º DIDÁTICA I
Ementa:
Principais concepções das diversas correntes sobre ensino e aprendizagem de Ciências e sobre a natureza da
Ciência. Conteúdos para o ensino da Computação, dimensões conceitual, procedimental e atitudinal do
conteúdo, níveis macro, micro e representacional do conhecimento computacional. Ciência, Tecnologia e
Sociedade. Concepções alternativas. Competências. Princípios para a organização e seleção conteúdo.
Estratégias para o ensino da Computação. Contribuição da pesquisa em ensino da Computação para o ensino
fundamental e médio
Bibliografia Básica:
CHASSOT, Attico e OLIVEIRA, Renato J. Ciência, ética e cultura na educação. São Leopoldo: Ed.
UNISINOS.
LOPES, Alice R.C. Conhecimento escolar: ciência e cotidiano. Rio de Janeiro: UERJ.
Bibliografia Complementar:
MORTIMER, Eduardo F.. Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências. Belo Horizonte:
Ed. UFMG.
GIL-PERÉZ, D e CARVALHO, A. M. P.. Formação de Professores de Ciências: Tendências e Inovações. São
Paulo: Ed. Cortez.

Carga Horária (h) Créditos


MODELAGEM DE BANCO DE Teórica 45 3
DADOS Prática 15 1
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
20 4º -
Ementa:
Introdução ao conceito de dado, informação. Histórico sobre sistemas de armazenamento de dados.
Conceitos básicos sobre banco de dados. Tipos de banco de dados. Introdução à modelagem de dados.
Importância da modelagem de dados. Processo de abstração e modelagem de dados. Linguagens de
modelagem. Níveis de modelagem: conceitual, lógica e física. Integração de modelos. Projeto conceitual,
lógico e físico. Modelo conceitual/lógico de entidades e relacionamentos. Dependência funcional e
normalização. Utilização de ferramentas computacionais de modelagem de dados.
Bibliografia Básica:
DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
ELMASRI, R.; NAVATHE, S. B. Sistemas de Banco de Dados. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2002.
HEUSER, C., A. Projeto de Banco de Dados. 4.ed. Porto Alegre: Sagra-Luzzato, 2001.
KORTH, Henry F.; SILBERSCHATZ, Abraham; SUDARSHAN, S. Sistema de banco de dados. 3. ed. São
Paulo: Makron Books do Brasil, 1999. 778p. il.
MACHADO, Felipe Nery Rodrigues, ABREU, Mauricio Pereira de. Projeto de banco de dados: uma visão
85
pratica. 6. ed. São Paulo: Érica, 2000.
Bibliografia Complementar:
COUGO, P. Modelagem conceitual: e projeto de bancos de dados. 1.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
GUIMARAES, Célio. Fundamentos de Bancos de Dados: Modelagem, Projeto e Linguagem SQL. Editora
Unicamp, 1a. edição, 2003.
SETZER, Valdemar W. Banco de dados: conceitos, modelos, gerenciadores, projeto lógico, projeto físico. 3. ed.
rev. Sao Paulo: Edgard Blucher, 2002.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 15 3
Prática -
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Prática de 45 1
ensino
TOTAL 60 4
Pré-Requisito:
HISTÓRIA DA
Código: Período: Departamento:
Obrigatória EDUCAÇÃO I,
23 4º
FILOSOFIA DA
EDUCAÇÃO I.
Ementa:
Fundamentos da Sociologia e suas relações com a Educação. A educação como fato social, processo social e
reprodução de estruturas sociais. Dinâmica do comportamento social. A escola e sua inscrição no contexto da
sociedade brasileira e das relações étnicas. A produção das desigualdades sociais e a desigualdade de
oportunidades educacionais. Formas de seleção e organização dos conhecimentos escolares. Conexões entre
processos culturais e educação. Questões atuais que envolvem a relação educação e sociedade.
Bibliografia Básica:
BRYM, Robert et. al. Sociologia: sua bússola para um novo mundo. São Paulo: Cengage Learning, 2006.
DURKHEIM, Émile; Educaçao e sociologia. 2. ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2011. (Textos fundantes de
educação; 7).
PAIXÃO, Lea Pinheiro; ZAGO, Nadir (Org.). Sociologia da educação: pesquisa e realidade brasileira. 2.
ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2007.
RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociologia da educação. 6. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.
SILVA, Aracy Lopes da (Org.); FERREIRA, Mariana Kawall Leal (Org.). Antropologia, história e
educação: a questão indígena e a escola. 2. ed. São Paulo: Fapesp, 2009.
QUINTANEIRO, Tania; BARBOSA, Maria Ligia de Oliveira; OLIVEIRA, Márcia Gradênia Monteiro de.
Um toque de clássicos: Marx, Durkheim, Weber. 2. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2009.
Bibliografia Complementar:
ALVARENGA, Marcia Soares de et al (Org.). Educação popular, movimentos sociais e formação de
professores: outras questões, outros diálogos. Rio de Janeiro: UERJ, 2012.
BOURDIEU, P. A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1992.
______. Escritos de Educação. São Paulo: Perspectiva, 1998.
BANDEIRA, M. L. Antropologia. Diversidade e Educação. Fascículos 3º e 4º, 2ª Ed. Ver. Cuiabá,
EDUFMT, 2000.
Cavalleiro, Eliane (Org.). Racismo e anti-racismo na educação: repensando nossa escola. São Paulo: Selo
Negro, 2001.
CASSIN, M et al. Marxismo e Ciências Humanas. São Paulo: Xamã, 2003:327-337.
COSTA, M. V.; SILVEIRA, R. H.; SOMMER, L. H. Estudos Culturais, Educação e Pedagogia.
Maio/Jun/Jul/Ago 2003 Nº 23, pp. 36-61.
COUTINHO, C. N.; TEIXEIRA, A.P. Ler Gramsci, entender a realidade. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2003.
DUK, Cynthia (Ed.). Educar na diversidade: material de formação docente. 3. ed. Brasília: Ministério da
Educação, 2007.
GOHN, M. G. Movimentos Sociais e Educação. São Paulo: Cortez, 2005. (Coleção Questões da Nossa
Época; v. 5).
GOMES, C. Educação em Perspectiva Sociológica. 3ª ed. SP: EPU, 2003.
MATTELART, A.; NEVEU, É. Introdução aos Estudos Culturais. São Paulo: Parábola, 2004.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes curriculares para a Educação das relações étnico-raciais.
Portal do MEC www.portal.mec.gov.br/secad/. Orientações e ações para a Educação das relações étnico-
raciais. Brasília: SECAD, 2006. “Ensino médio” e “Licenciaturas”.
MORROW, R. A; TORRES, C. A. Gramsci e a Educação Popular na América Latina. Percepções do
86
debate brasileiro. Currículo sem Fronteiras, v. 4, n.2, p. 33-50, Jul/Dez 2004.
MORROW, R. A; TORRES, C. A. Teoria Social e Educação: uma crítica das teorias da reprodução
social e cultural. Porto: Edições Afrontamento, 1997.
NOBRE, M. A Teoria Crítica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004. (Filosofia Passo a Passo).
NOGUEIRA, M. A.; NOGUEIRA, C. M. M. Bourdieu & a Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
NOGUEIRA, M. A.; NOGUEIRA, C. M. M. A Sociologia da educação de Pierre Bourdieu: limites e
contribuições. Educação & Sociedade, ano XXIII, nº 78, abril/2002, pp. 15-36
OLIVEIRA, Iolanda de. Negro e educação 4: linguagens, educação, resistências, políticas públicas. São
Paulo: Ação Educativa, 2007. 336 p.
PUCCI, B. (Org.). Teoria Crítica e Educação: a questão da formação cultural na Escola de Frankfurt.
São Carlos, SP: EDUFISCAR, 1994. (Ciências Sociais da Educação)
QUINTANEIRO, T.; BARBOSA, M. L. O.; OLIVEIRA, M. G. Um toque de clássicos: Durkheim, Marx e
Weber. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2003.

87
Vº SEMESTRE:

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 30 2
BANCO DE DADOS
Prática 30 2
TOTAL 60 4
Pré-Requisito:
Código: Período: MODELAGEM Departamento:
Obrigatória
26 5º DE BANCO DE
DADOS
Ementa:
Conceitos de Banco de Dados. Tipos de banco de dados. Exemplos e aplicações de banco de dados
relacionais. Conceitos de Sistema Gerenciador de Banco de Dados. Introdução à Álgebra Relacional.
Introdução à linguagem de definição e de manipulação de dados (SQL). Conceito de transação e
concorrência em banco de dados relacionais. Conceitos de visões de tabelas e asserções. Conceitos sobre
triggers e stored procedures. Segurança em banco de dados. Técnicas de indexação e recuperação de dados.
Noções sobre bancos de dados distribuídos e orientados a objetos. Utilização de sistemas gerenciadores de
banco de dados.
Bibliografia Básica:
DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
ELMASRI, R.; NAVATHE, S. B. Sistemas de Banco de Dados. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2002.
HEUSER, C., A. Projeto de Banco de Dados. 4.ed. Porto Alegre: Sagra-Luzzato, 2001.
KORTH, Henry F.; SILBERSCHATZ, Abraham; SUDARSHAN, S. Sistema de banco de dados. 3. ed. São
Paulo: Makron Books do Brasil, 1999. 778p. il.
MACHADO, Felipe Nery Rodrigues, ABREU, Mauricio Pereira de. Projeto de banco de dados: uma visão
pratica. 6. ed. São Paulo: Érica, 2000.
Bibliografia Complementar:
BEAL, Adriana. Segurança da informação: princípios e melhores práticas para a proteção dos ativos
de informação nas organizações. São Paulo: Atlas, 2005. 175 p.
COUGO, P. Modelagem conceitual: e projeto de bancos de dados. 1.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
RAMAKRISHNAN, Raghu; GEHRKE, Johannes. Sistemas de gerenciamento de banco de dados. São
Paulo: McGraw-Hill, 2008. 884 p.
SETZER, Valdemar W. Banco de dados: conceitos, modelos, gerenciadores, projeto lógico, projeto
físico. 3. ed. rev. Sao Paulo: Edgard Blucher, 2002.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 30 2
DESENVOLVIMENTO WEB
Prática 30 2
TOTAL 60 4
Pré-Requisito:
Código: Período: LINGUAGEM DE Departamento:
Obrigatória
25 5º PROGRAMAÇÃO
OO II
Ementa:
Padrões, protocolos e especificações para Web Services. Frameworks e interfaces para o desenvolvimento de
Web Services. Métodos, técnicas e ferramentas para Desenvolvimento Baseado em Componentes.
Arquiteturas para Desenvolvimento Baseado em Componentes. Projeto Orientado a Componentes.
Reutilização de Componentes em aplicações WEB. Interfaces para processamento de XML. Conceitos e
principais aplicações de Extreming Programming. Introdução a conceitos de Programação Orientada a
Aspectos. Prática de Projeto.
Bibliografia Básica:
EVANDS, Tim. Minute Guide to HTML 3.2. Second Edition. Prentice Hall.
HOWARD, Jim. Navegando na Internet. São Paulo: Ciência Moderna.
K.FIELDS, Duane - Desenvolvendo na Web com Java Server Pages. São Paulo: Ciência Moderna, 2000.
VALADE Janet, BALLAD Tricia, BALLAD Bill. PHP & MySQLWeb Development All-in-One Desk
Reference For Dummies. Indianapolis, Indiana: Wiley Publishing , 2008.
Bibliografia Complementar:
BULGER Brad, GREENSPAN Jay, and WALL David. MySQL/PHP Database Applications. Second
Edition. Indianapolis, Indiana: Wiley Publishing , 2004.
CONVERSE Tim, PARK Joyce, MORGAN Clark. PHP5 and MySQL Bible. Indianapolis, Indiana: Wiley
88
Publishing , 2004.

Carga Horária (h) Créditos


ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM Teórica 30 2
COMPUTAÇÃO I Prática 75 5
TOTAL 105 7
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
31 5º -
Ementa:
Prática profissional supervisionada, desenvolvida em campo de estágio (Escolas de Ensino Fundamental,
Médio ou Técnica – públicas ou privadas, Escolas Técnicas, Empresas ou em Coordenações Regionais de
Tecnologia de Educação). Envolve o desenvolvimento de atividades compatíveis com o perfil profissional da
Licenciatura em Computação de acordo com um plano elaborado previamente. O acompanhamento das
atividades prevê reuniões com um professor responsável e um supervisor na instituição acolhedora e a
elaboração de documentos e relatórios relativos às atividades desenvolvidas. Nesta etapa serão realizadas
atividades de orientação, participação, observação, pesquisa, produção de artigos, elaboração de
seminários/projetos.
Bibliografia Básica:
MEIRIEU, P. O Cotidiano da Escola e da Sala de Aula. Artmed, 2005.
FICAGNA, A. V. Oliveira; AGOSTINI, J. Paulo.; BARETTO, J. Menna; Manual de Orientações para estudos e
produções acadêmicas; Passo Fundo/RS, Faplan, 2005.

Bibliografia Complementar:
CUNHA, M. Isabel. O Bom Professor e sua prática. Campinas/SP. 1995.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 15 1
Prática 15 1
METODOLOGIA DA PESQUISA
Prática de - -
ensino
TOTAL 30 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
28 5º -
Ementa:
Conceituação de epistemologia. Objeto de estudo da epistemologia: o conhecimento. Iniciação ao estudo das
técnicas de planejamento de pesquisa, coleta e sistematização e informatização de dados educacionais.
Normas de elaboração de questionários e pesquisas - tabulação e interpretação de resultados. Estrutura de
relatórios de pesquisa. Iniciação a produção de textos e artigos em diferentes abordagens.
Bibliografia Básica:
BECKER, F. MARQUES, Tânia. Ser professor é ser pesquisador. Porto Alegre: Mediações, 2007.
FICAGNA, A. V. Oliveira; AGOSTINI, J. Paulo; BARETTO, J. Menna. Manual de Orientações para estudos e
produções acadêmicas. Passo Fundo: Faplan, 2005.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de
trabalhos na graduação. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1999.
BARROS, Aidil J. da Silveira; LEHFELD, Neide A. de Souza. Fundamentos de metodologia científica: um guia
para a iniciação científica. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 2000.

Carga Horária (h) Créditos


METODOLOGIA E PRÁTICA DO Teórica 30 2
ENSINO EM COMPUTAÇÃO II Prática 30 2
TOTAL 60 4
Pré-Requisito:
Código: Período: Departamento:
Obrigatória METODOLOGIA
30 5º
E PRÀTICA DO

89
ENSINO EM
COMPUTAÇÃO I
Ementa:
Importância e papel das atividades experimentais no ensino da Computação nas últimas décadas. Tipos de
atividades experimentais, suas funções e adequação a diferentes realidades educacionais. Planejamento de
atividades experimentais fundamentadas em pressupostos teóricos e metodológicos; planejamento e
organização do espaço físico para o desenvolvimento de atividades, considerando aspectos pedagógicos, de
segurança e ambientais. Avaliação da aula experimental, interação professor-aluno, conteúdo, competências,
atitudes dos alunos. Contribuição da pesquisa em ensino da Computação para o ensino fundamental e médio.
Bibliografia Básica:
CHASSOT, Attico e OLIVEIRA, Renato J. Ciência, ética e cultura na educação. São Leopoldo: Ed.
UNISINOS.
LOPES, Alice R.C. Conhecimento escolar: ciência e cotidiano. Rio de Janeiro: UERJ.
Bibliografia Complementar:
MORTIMER, Eduardo F.. Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências. Belo Horizonte:
Ed. UFMG.
GIL-PERÉZ, D e CARVALHO, A. M. P.. Formação de Professores de Ciências: Tendências e Inovações. São
Paulo: Ed. Cortez..

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 15 1
ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO Prática -
BRASILEIRA Prática de 15 1
ensino
TOTAL 30 2
Pré-Requisito:
Código: Período: Departamento:
Obrigatória SOCIOLOGIA DA
29 5º
EDUCAÇÃO
Ementa:
A Política Educacional Brasileira: concepções e implicações. A educação e a Constituição Federal Brasileira.
Sistema escolar brasileiro. Estrutura administrativa no ensino brasileiro. Níveis e modalidades da educação.
Princípios e finalidades do Ensino Fundamental e Médio. Organização formal da escola. O educador e a lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394/96. Plano Decenal de Educação. Educação brasileira X
educação baiana.
Bibliografia Básica:
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC/SEF,
1997.
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Resolução 2/98. Diretrizes curriculares nacionais do
ensino fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Resolução 3/98. Diretrizes curriculares nacionais do
ensino médio. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRZEZINSKI J. (Org.). L.D.B. Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo: Cortez, 1997.
SAVIANI, Demerval. Política e Educação no Brasil. São Paulo: Cortez,1987.
Bibliografia Complementar:
AGUIAR, U D de. Educação: uma decisão política. Brasília: Brasília Jurídica, 1993.
BUFFA, E. Nosella & ARROYO, M. Educação e cidadania: quem educa o cidadão? Curitiba: Cortez,
1996.
CARNEIRO, Moaci Alves. LDB fácil: leitura crítico compreensiva artigo a artigo. Rio de Janeiro:
Vozes, 1998.
DEMO, Pedro. A nova LDB: ranços e avanços. Campinas: Papirus, 1997.
FERNANDES, A V et alli. Nova LDB: trajetória para a cidadania? São Paulo: Arte & Ciência, 1998.
FREITAS, L C . Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas: Papirus, 1995.
GADOTTI, Moacir. Escola vivida, escola projetada. Campinas: Papirus, 1995.
PILETTI, Nelson. Estrutura e funcionamento do ensino fundamental e médio. São Paulo: Ática, 1998.

90
Carga Horária (h) Créditos
Teórica 45 3
REDES DE COMPUTADORES I
Prática 15 1
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
27 5º -
Ementa:
Conceitos básicos de rede: modelos, camadas, protocolo, serviços, arquitetura. Tipos de rede, locais, de
longa distância e metropolitanas. Funcionalidade específica das camadas do software de redes: modelos OSI
e TCP/IP. Principais soluções tecnológicas para a camada física. Principais tecnologias de redes locais
(LAN) e de longa distância (WAN). Princípios de roteamento. Principais equipamentos de interconexão de
redes. Funcionalidades básicas dos protocolos de aplicação: correio eletrônico, transferência de arquivos,
emulação de terminais, serviços de diretório de redes, suporte a aplicações Web e outros.
Bibliografia Básica:
COMER, D. E. Redes de Computadores e a Internet. 4a. Edição Porto Alegre: Bookman. 2007.
KUROSE, J. ROSS, K. Redes de Computadores e a Internet: Uma nova abordagem. 3ª Edição. São Paulo:
Addison-Wesley, 2006.
TORRES, Gabriel. Redes de Computadores - Versão Revisada e Atualizada. 1. ed. Rio de Janeiro: Nova Terra,
2009.
Bibliografia Complementar:
TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores. Tradução da quarta edição original. Rio de Janeiro:
Campus, 2005.
SPURGEON, C. E. Ethernet - O guia definitivo. Rio de janeiro: Campus, 2000.

91
VIº SEMESTRE:

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 30 2
Prática - -
EDUCAÇÃO INCLUSIVA I
Prática de
- -
ensino
TOTAL 30 2
Código: Período: Pré-Requisito:
Obrigatória Departamento:
36 6º -
Ementa:
Histórico da Educação Especial. Legislação e Políticas Públicas e não Públicas em educação especial: a
integração da com necessidades especiais na sociedade, na escola e no trabalho. Estruturas, sistemas e
metodologias de ensino que atendem as necessidades educativas. Inclusão de pessoas portadoras de
necessidades especiais no processo de aprendizagem. Legislação específica voltada aos portadores de
necessidades especiais. Educação ambiental na perspectiva da educação inclusiva. Administrando a
diversidade e aplicabilidade na sala de aula.
Bibliografia Básica:
BRASIL, Educação inclusiva: a fundamentação filosófica. Organização: Maria Salete Fábio Aranha.
Brasília: MEC/SEESP, 2004.
BRASIL. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da
Educação Inclusiva.Brasília: MEC, 2008.\zxc v
CICCONE, M. Comunicação total: introdução estética à pessoa surda. Rio de Janeiro: Cultura Médica,
1990.
CRUICKSHANK, W. Mellon. A educação da criança e do jovem especial. Porto Alegre: Globo, 1974.
ELCIE, Aparecida Fontes Salzano Masini et al. Deficiência: alternativas de intervenção. São Paulo: Casa
do Psicólogo, 1997.
Bibliografia Complementar:
DOLLE, Jean-Marie & BELLANO, Denir. Essas crianças que não aprendem: diagnósticos e terapia
cognitiva. Petrópolis: Vozes 1996.
ARAÚJO, V. C. O jogo no contexto da educação psicomotora. São Paulo: Cortez, 1992.
AMARAL, Lígia. Sobre crocodilos e avestruzes: falando de diferenças físicas, preconceitos e sua
superação. In: AQUINO, Júlio G. (Org.). Diferenças e preconceitos. São Paulo: Summus, 1998.
FERNANDES, E. Problemas lingüísticos e cognitivos do surdo. Rio de Janeiro: Agir, 1990.
FERREIRA, Julio R. A exclusão da diferença. São Paulo: 1ª ed. Ed. UNIMEP, 1994.
FONSECA, V. Introdução às dificuldades de aprendizagem. 2ª ed. rev. e aum. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1995.
FREITAS, Soraia Napoleão. Uma escola para todos: Reflexões sobre a prática educativa. Inclusão Revista
da Educação Inclusiva, Brasília, ano 02, nº. 3, p.37-40, dezembro, 2006.
GOLDSTEIN, Eduardo; FREITAS, Luiz A. S. Crianças sem problemas: recomendações práticas de dois
médicos homeopatas. São Paulo: Gente, 1994.
LANG, Jean Louis. A infância inadaptada: problema médico social. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
SALVADOR, César Coll; MARCHESI, Álvaro e PALÁCIOS, Jesús. Desenvolvimento Psicológico e
Educação: Transtornos de Desenvolvimento e Necessidades Educativas Especiais. São Paulo: ARTMED,
2005

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 45 3
EMPREENDEDORISMO
Prática 15 1
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
35 6º -
Ementa:
Empreendedor, intraempreendedor e espírito empreendedor. Características do empreendedor: habilidades,
atitudes e características dos empreendedores. Início e ciclo de vida de uma empresa. Oportunidades de
negócios; identificação, seleção e definição do negócio. A importância da inovação tecnológica como
diferencial competitivo para a pequena e média empresa. O plano de negócio: informações ambientais,
estratégias de marketing, plano operacional e gerencial e plano financeiro.

92
Bibliografia Básica:
BIRLEY, Sue. Dominando os desafios do empreendedor. São Paulo: Pearson, 2004.
CHIAVENATO, IDALBERTO. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. São Paulo:
Saraiva, 2000.
DORNELAS, JOSÉ CARLOS ASSIS. Empreendedorismo: Transformando idéias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2005.
HISRICH, Robert D; PETERS, P. Empreendedorismo. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.
Bibliografia Complementar:
HARVARD BUSINESS REVIEW. Empreendedorismo e estratégia. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
SCHRAGE, M. Jogando pra valer: como as empresas utilizam simulações para inovar. Trad: Roberto
Galman. Rio Janeiro: Campus, 2001.
SOUZA, Eda Lucas de Castro; GUIMARÃES, Tomás de Aquino (org.). Empreendedorismo Além do Plano
de Negócios. São Paulo: Atlas, 2005.

Carga Horária (h) Créditos


ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM Teórica 30 2
COMPUTAÇÃO II Prática 75 5
TOTAL 105 7
Pré-Requisito:
ESTÁGIO
Código: Período: Departamento:
Obrigatória SUPERVISIONADO
38 6º
EM
COMPUTAÇÃO I
Ementa:
Prática profissional supervisionada, desenvolvida em campo de estágio (Escolas de Ensino Fundamental, Médio
ou Técnica – públicas ou privadas, Escolas Técnicas, Empresas ou em Coordenações Regionais de Tecnologia
de Educação). Envolve o desenvolvimento de atividades compatíveis com o perfil profissional da Licenciatura
em Computação de acordo com um plano elaborado previamente. O acompanhamento das atividades prevê
reuniões com um professor responsável e um supervisor na instituição acolhedora e a elaboração de documentos
e relatórios relativos às atividades desenvolvidas. Nesta etapa serão realizadas atividades de orientação,
participação, observação, pesquisa, produção de artigos, elaboração de seminários/projetos.
Bibliografia Básica:
MEIRIEU, P. O Cotidiano da Escola e da Sala de Aula. Artmed, 2005.
FICAGNA, A. V. Oliveira; AGOSTINI, J. Paulo.; BARETTO, J. Menna; Manual de Orientações para estudos e
produções acadêmicas; Passo Fundo/RS, Faplan, 2005.
Bibliografia Complementar:
CUNHA, M. Isabel. O Bom Professor e sua prática. Campinas/SP. 1995.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 45 3
GERÊNCIA DE PROJETOS
Prática 15 1
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
33 6º -
Ementa:
Planejamento estratégico e planejamento estratégico de sistemas. Pensamento sistêmico com mapeamento de
processos. Fundamentos de gerência de projetos. Instrumentos e ferramentas para gerência de projetos.
Modelos de gerenciamento de projetos. Processos de gerenciamento de projetos de um projeto: iniciação,
planejamento, execução, monitoramento e controle, encerramento. Áreas de conhecimento do gerenciamento de
projetos: integração do projeto, escopo do projeto, tempo do projeto, custos do projeto, qualidade do projeto,
recursos humanos do projeto, comunicações do projeto, riscos do projeto, aquisições do projeto.
Bibliografia Básica:
GIDO, Jack; CLEMENTS, James P.. Gestão de Projetos. Tradução Vértice Translate. Revisão Técnica Silvio
Burrattino Melhado. São Paulo: Thomson Learning, 2007.
MARTINS, José Carlos Cordeiro. Gestão de projetos de desenvolvimento de software. Rio de Janeiro:
Brasport, 2002.
PHILLIPS, Joseph. Gerência de Projetos de Tecnologia da Informação. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
PMBOK Guide. Um Guia do Conjunto de Conhecimentos do Gerenciamento de Projetos (PMBOK®
Guide) – 3ª. Edição, Official Portuguese Translation, Paperback. Editora Project Management Institute - PMI,
93
2003.
VALERIANO, Dalton L..Gerência em Projetos: Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia. São Paulo:
Makron Books, 1998.
VIEIRA, Marconi. Gerenciamento de Projetos de Tecnologia da Informação. Editora Campus, 2003.
Bibliografia Complementar:
HELDMAN, Kim. Gerência de Projetos: Fundamentos. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
QUADROS, Márcio. Gerência de Projetos de Software – Técnicas e Ferramentas. Florianópolis: Visual
Books.
VARGAS, Ricardo. Manual Prático do Plano de Projeto. 3ª edição. Rio de Janeiro. Brasport, 2007.
VARGAS, Ricardo. Gerenciamento de Projetos: Estabelecendo Diferenciais Competitivos. 5ª edição. Rio
de Janeiro. Brasport, 2003.

Carga Horária (h) Créditos


INTERAÇÃO HUMANO - Teórica 45 3
COMPUTADOR Prática 15 1
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
32 6º -
Ementa:
Aspectos da área de Interface Homem – Computador. Fundamentos de fatores humanos em IHC. Padrões de
interface. Métodos e ferramentas de avaliação de interfaces. Usabilidade e acessibilidade de sistemas. Técnicas
para implementação de interfaces. Ferramentas de suporte. Projeto de interface de software educacional.
Bibliografia Básica:
BORGES, Roberto C.M. Comunicação Homem-Máquina, Textos Didáticos número 16. Porto Alegre:
Instituto de Informática-UFRGS, 2000
NETTO A. A. de Oliveira. IHC: Modelagem e Gerência de Interfaces com o Usuário. São Paulo: Visual
Books.
ROCHA, Heloisa V.; BARANAUSKAS, M. Cecília C. Design e Avaliação de Interfaces Humano-Computador.
Brasília: Brasiliense, 2003.
Bibliografia Complementar:
HICKSON R. Projetos de Sistemas Web Orientados à Interface. 1.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
LIMA, V. Técnicas para Web Design e HTML. São Paulo: Book Express, 2001.

Carga Horária (h) Créditos


METODOLOGIA DA PESQUISA DO Teórica 30 2
ENSINO DA COMPUTAÇÃO III Prática - -
TOTAL 30 2
Pré-Requisito:
METODOLOGIA
Código: Período: DA PESQUISA Departamento:
Obrigatória
37 6º DO ENSINO DA
COMPUTAÇÃO
II
Ementa:
Reunião integrativa dos Corpos Docentes e Discentes, para apresentação de propostas de trabalho de pesquisa
dos alunos do Curso de Licenciatura em Computação e discussão de resultados de pesquisas na área da
Computação.
Bibliografia Básica:
A bibliografia dependerá dos temas de projetos de pesquisa apresentados.

Bibliografia Complementar:

94
Carga Horária (h) Créditos
Teórica 45 3
REDES DE COMPUTADORES II
Prática 15 1
TOTAL 60 4
Pré-Requisito:
Código: Período: REDES DE Departamento:
Obrigatória
34 6º COMPUTADORES
I
Ementa:
Administração de redes TCP/IP. Protocolos de aplicação da família TCP/IP: FTP, Telnet, correio eletrônico
(SMTP), DNS, suporte à Web (HTTP), DHCP. Segurança em redes. Acesso seguro à Internet. Servidores de
impressão. Evolução IPv4 para IPv6. Autenticação de identidade do usuário. Protocolos e práticas de uso de
criptografia.
Bibliografia Básica:
COELHO, P. Projeto de Redes Locais com Cabeamento Estruturado. Instituto Online, 2006.
FOROUZAN, B.A. Comunicação de Dados e Redes de Computadores. 3ª Edição. Porto Alegre: Bookman.
2006.
LOPES, Raquel V., SAUVÉ, Jacques P. e NICOLLETTI, Pedro S. Melhores Práticas para Gerência de
Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
OLIFER, Natália. Redes de computadores. Principios, tecnologias e protocolos. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2008.
Bibliografia Complementar:
COMER, Douglas. Interligação em Redes com TCP/IP. Rio de Janeiro: Campus, 1998. V. 1. 3. ed. São
Paulo: Pearson, 2006.
OREBAUGH, A. Wireshark & Ethereal Network Protocol Analyzer Tooklkit. Syngress. 2006.

95
VIIº SEMESTRE:

Carga Horária (h) Créditos


AMBIENTE VIRTUAL DE Teórica 30 2
APRENDIZAGEM Prática 30 2
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
43 7º -
Ementa:
Estudo dos processos de conhecimento-aprendizagem dentro do novo contexto advindo dos processos de
informatização social. Análise das dimensões técnicas e pedagógicas de experiências educativas apoiadas em
tecnologias digitais e de seus efeitos nos processos e operações com o conhecimento. Estudo e experiências de
uso de ferramentas digitais na prática docente: interação via internet, vídeo e tele conferência na formação do
Licenciado em Computação.
Bibliografia Básica:
BARBOSA, R. Ambientes virtuais de aprendizagem. Porto Alegre: ArtMed, 2005.
BELLONI, M.L. Educação a distância. Campinas: Editora Autores Associados, 2001.
KENSKI, Vani. Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus, 2007.
KENSKI, Vani. Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância. Campinas: Papirus, 2004.
Bibliografia Complementar:
CAMPOS, F.; SANTORO, F., BORGES, M. e SANTOS, N. Cooperação e aprendizagem on-line. Rio de
Janeiro: DP&A, 2003.
MORAES, M.C. (org). Educação a Distância: fundamentos e práticas. Campinas, Nied/Unicamp, 2001.
Disponível na Internet:
http://www.nied.unicamp.br/oea/pub/livro3/index.html
PALOFF, R. e PRATT, K. Construindo comunidades de aprendizagem no ciberespaço: estratégias
eficientes para a sala de aula on-line. Porto Alegre, ArtMed, 2002.
POCHO, C.L.; AGUIAR, M.; SAMPAIO, M. e LEITE, L.S. Tecnologia Educacional: descubra suas possibilidades
na sala de aula. Petrópolis: Vozes, 2003.

Carga Horária (h) Créditos


ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM Teórica 30 2
COMPUTAÇÃO III Prática 75 5
TOTAL 105 7
Pré-Requisito:
ESTÁGIO
Código: Período: Departamento:
Obrigatória SUPERVISIONADO
44 7º
EM
COMPUTAÇÃO II
Ementa:
Prática profissional supervisionada, desenvolvida em campo de estágio (Escolas de Ensino Fundamental,
Médio ou Técnica – públicas ou privadas, Escolas Técnicas, Empresas ou em Coordenações Regionais de
Tecnologia de Educação). Envolve o desenvolvimento de atividades compatíveis com o perfil profissional da
Licenciatura em Computação de acordo com um plano elaborado previamente. O acompanhamento das
atividades prevê reuniões com um professor responsável e um supervisor na instituição acolhedora e a
elaboração de documentos e relatórios relativos às atividades desenvolvidas. Nesta etapa serão realizadas
atividades de orientação, participação, observação, pesquisa, produção de artigos, elaboração de
seminários/projetos.
Bibliografia Básica:
MEIRIEU, P. O Cotidiano da Escola e da Sala de Aula. Artmed, 2005.
FICAGNA, A. V. Oliveira; AGOSTINI, J. Paulo.; BARETTO, J. Menna; Manual de Orientações para estudos e
produções acadêmicas; Passo Fundo/RS, Faplan, 2005.

Bibliografia Complementar:
CUNHA, M. Isabel. O Bom Professor e sua prática. Campinas/SP. 1995.

96
Carga Horária (h) Créditos
Teórica 30 2
MULTIMÍDIA E HIPERMÍDIA
Prática 30 2
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
39 7º -
Ementa:
Teoria e introdução à realidade virtual. Hardware e Software utilizados; Hardware - dispositivos não-
convencionais de E/S (entrada e saída). Realidade virtual na Internet e em programas educacionais.
Conceitos e aplicações multimídia. Estudos de casos: Ambientes escolares e aplicações multimídia.
Hipertexto e hipermídias. A estruturação de hipertextos. Modelagem e Autoria. Plataformas e ferramentas de
desenvolvimento. Produção, implementação e avaliação de produtos educacionais. Sistemas cooperativos.
Sistemas adaptativos. Projeto e implementação de ambientes de ensino e aprendizagem na WEB. Introdução
à realidade virtual.
Bibliografia Básica:
ÁVILA, Renato Nogueira Perez. Streaming: Crie sua própria Rádio WEB e TV Digital. Rio de Janeiro:
Brasport, 2004.
FILHO W. de Padua Paula. Multimídia: Conceitos e Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
LAÉRCIO, Vasconcelos. Multimídia nos PCs Modernos. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2003.
VALERIO, A.; MACHADO, L.; OLIVEIRA, M. Cristina de. Realidade Virtual: Fundamentos e Aplicações.
Florianópolis: Visual Books, 2002.
Bibliografia Complementar:
BAIRON, S. Multimídia. 1.ed. Rio de Janeiro: Global, 1995.
PEREIRA, V. A. Multimídia Computacional: Produção, Planejamento & Distribuição. Florianópolis: Visual
Books, 2001.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 45 3
OPTATIVA
Prática 15 1
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
40 7º -
Ementa:

Bibliografia básica:

Bibliografia Complementar:

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 45 3
OPTATIVA
Prática 15 1
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
41 7º -
Ementa:

Bibliografia básica:

Bibliografia Complementar:

97
Carga Horária (h) Créditos
Teórica 30 2
SOFTWARE EDUCACIONAL
Prática 30 2
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
42 7º -
Ementa:
Conceitos gerais de análise e projetos educacionais. Tipos de software educacional. Computador como
máquina de ensinar ou como ferramenta. Técnicas de desenvolvimento e gerenciamento de projetos
educacionais.
Bibliografia Básica:
BEAHR, P. A. B. Avaliação de Softwares Educacionais no Processo de Ensino-Aprendizagem
Computadorizado: estudo de caso. Porto Alegre: CPGCC/UFRGS, 1993.
BEAHR, P. A. Informática & Educação. Porto Alegre: Instituto de Informática da UFRGS, 1992.
OLIVEIRA, C. Couto. de. Ambientes informatizados de aprendizagem: produção e avaliação de software
educativo. Campinas: Papirus, 2001.
SILVA, N. Peres da, Projeto e Desenvolvimento de Sistemas. 9.ed. São Paulo: Érica, 2001.
Bibliografia Complementar:
PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 1995.
VALENTE, J. A. Computadores e Conhecimento. Repensando a Educação. Campinas, São Paulo:
Gráfica Central da UNICAMP, 1993.

98
VIIIº SEMESTRE:

Carga Horária (h) Créditos


ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM Teórica 30 2
COMPUTAÇÃO IV Prática 75 5
TOTAL 105 7
Pré-Requisito:
ESTÁGIO
Código: Período: Departamento:
Obrigatória SUPERVISIONADO
50 8º
EM
COMPUTAÇÃO III
Ementa:
Prática profissional supervisionada, desenvolvida em campo de estágio (Escolas de Ensino Fundamental,
Médio ou Técnica – públicas ou privadas, Escolas Técnicas, Empresas ou em Coordenações Regionais de
Tecnologia de Educação). Envolve o desenvolvimento de atividades compatíveis com o perfil profissional da
Licenciatura em Computação de acordo com um plano elaborado previamente. O acompanhamento das
atividades prevê reuniões com um professor responsável e um supervisor na instituição acolhedora e a
elaboração de documentos e relatórios relativos às atividades desenvolvidas. Nesta etapa serão realizadas
atividades de orientação, participação, observação, pesquisa, produção de artigos, elaboração de
seminários/projetos.
Bibliografia Básica:
MEIRIEU, P. O Cotidiano da Escola e da Sala de Aula. Artmed, 2005.
FICAGNA, A. V. Oliveira; AGOSTINI, J. Paulo.; BARETTO, J. Menna; Manual de Orientações para estudos e
produções acadêmicas; Passo Fundo/RS, Faplan, 2005.

Bibliografia Complementar:
CUNHA, M. Isabel. O Bom Professor e sua prática. Campinas/SP. 1995.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 45 3
Prática - -
ÉTICA E CIDADANIA
Prática de
15 1
ensino
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
49 8º -
Ementa:
Noções de ética e moral. O papel das novas tecnologias de comunicação e do desenvolvimento científico
contemporâneo. O sentido das novas transformações, propiciadas pela globalização, para diferentes grupos e
ambientes culturais. Novos valores e conflitos de papéis. Ética profissional. Função social das várias atividades
a serem desenvolvidas pelo futuro graduado; as entidades de classe. Direitos e deveres do profissional. Normas
genéricas relativas à profissão.
Bibliografia Básica:
HERKENHOFF, João Batista. Ética, educação e cidadania. Porto Alegre: Liv. Do Advogado, 1996. 151p.
SOUZA, Herbert de, RODRIGUES, Carla. Ética e cidadania. São Paulo, SP: 16. Ed. Moderna, 1998. 72p.
Bibliografia Complementar:
AMARAL, Antônio Carlos R. do. Ética social e governamental: advocacy e loby: uma proposta para o
exercício da cidadania na democracia contemporânea. São Paulo: Hottopos, 1997. 151p.
GALLO, Silvio (Coord.). Ética e cidadania: caminhos da Filosofia (elementos para o ensino de Filosofia).
Campinas, SP: Papirus, 1997. 112p.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 45
OPTATIVA
Prática 15
TOTAL 60
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
46 8º -
99
Ementa:

Bibliografia Básica:

Bibliografia Complementar:

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 45 3
OPTATIVA
Prática 15 1
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
47 8º -
Ementa:

Bibliografia Básica:

Bibliografia Complementar:

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 30 2
TCC
Prática - -
TOTAL 30 2
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
45 8º -
Ementa:
O aluno irá desenvolver um projeto de pesquisa em Ensino da Computação sob a orientação de um dos
professores do Curso de Licenciatura em Computação.

Bibliografia Básica:
Será relacionado à área em que o aluno vai desenvolver o seu projeto de pesquisa no Ensino da Computação.

Bibliografia Complementar:

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 30 2
LIBRAS
Prática 30 2
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Obrigatória
48 8º -
Ementa:
O sujeito surdo: conceitos, cultura e a relação histórica da surdez com a língua de sinais. Concepções de
linguagem, língua e fala e suas implicações no campo da Surdez. Aspectos sobre a educação de surdos. Noções
básicas da língua de sinais brasileira. Vocabulário da língua de sinais brasileira: alfabeto Manual ou
dactilológico,Sinal-de-nome, números, diálogos e conversação. Tópicos sobre a escrita de sinais.
Aquisição do sistema de escrita de língua de sinais pela compreensão dos códigos próprios de sinais e trabalho
prático com a mesma. Fonologia e morfologia. Morfemas. Uso de expressões faciais gramaticais. Estrutura da
frase. Semântica e pragmática. Metodologia e adaptação curricular em consonância a educação de pessoas com
100
Surdez.
Bibliografia Básica:
SKLIAR, C. A surdez: um olhar sobre as diferenças; Porto Alegre: Mediação, 1998.
QUADROS, Ronice Muller de. O tradutor e interprete de Língua Brasileira de Sinais e língua
portuguuesa: Programa Nacional de Apoio e Educação de Surdos. MEC Secretária de Educação Especial.
Brasília: 2004. 94p.
SOARES, Maria Aparecida Leite. A educação do surdo no Brasil. EDUSF. Campinas: 1999. 125p.
FERNANDES, Eulália. Surdez e bilingüismo. Porto Alegre: Mediação, 2004.
GOES, Maria Cecilia Rafael de. Linguagem, surdez e educação. Campinas: Autores Associados, 1996.
Bibliografia Complementar:
CAPOVILLA, Fernando Cesar; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue
da língua de sinais brasileira. 2. ed. São Paulo: USP, 2001.
Brasil. Ministerio da Educacao e do Desporto. Secretaria de Educacao Especial. Programa de capacitação de
recursos humanos do ensino fundamental . SEESP. Brasília: 1997.
Brasil. Ministerio da Educacao e Cultura. Proposta curricular para deficientes auditivos - manual do professor :
didatica especial. MEC. Brasília: 1979. 104p.

101
OPTATIVAS:

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 30 2
COMPUTAÇÃO GRÁFICA
Prática 30 2
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa:
Arquitetura de interfaces de usuário. Interfaces gráficas orientadas por objetos. Arquitetura dos
processadores e periféricos gráficos. Modelos vetoriais 2D e 3D: primitivas, transformações, recorte e
visualização. Síntese de imagens: modelos básicos de iluminação e elaboração. Modelos gráficos avançados:
modelagem paramétrica e funcional. Aplicação de mapas: texturas, sombras, reflexões. Rastreamento de
raios e radiosidade. Técnicas de sombreamento e ray-tracing. Visualização de dados científicos. Ferramentas
de software: linguagens, pacotes e padrões gráficos.
Bibliografia Básica:
SCHREINER, D.; WOO, M.; NEIDER, J.; DAVIS, T. OpenGL Programming Guide. Addison-Wesley
Publ. Company, 2003.
SCHREINER, D. OpenGL Reference Manual. Addison-Wesley Professional, 2004.
WRIGHT JR, R.; SWEET, M.. OpenGL SuperBible. Waite Group Press, 2000.
Bibliografia Complementar:
FOLEY, J.; VAN DAM, A.; FEINER, S.; HUGHES, J. Computer Graphics: Principles and Practice. 2. ed.
Addison-Wesley Publ. Company, 1996.
GOMES, J.; VELHO, L. Image Processing for Computer Graphics. Springer-Verlag, 1997.
SALOMON, D. Computer Graphics and Geometric Modeling. Springer-Verlag, 1999.
MINASI, Mark; Segredos de Projetos de Interface Gráfica - Como Usar, Ed IBPL Rio de Janeiro-RJ,
1999.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 45 3
ECONOMIA, TRABALHO E Prática - -
EDUCAÇÃO Prática de
15 1
ensino
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa:
A perspectiva econômica do processo educacional. A relação entre educação e estrutura social capitalista.
Introdução ao estudo das relações entre família, educação, mão-de-obra, mercado de trabalho e renda. A
teoria do Capital Humano. O estudo das externalidades geradas pela educação. A relação entre educação e
crescimento econômico. Educação e economia solidária.
Bibliografia Básica:
ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação o trabalho. 6.
Reimpressão. São Paulo: Boitempo, 2005, p. 101 – 118.
CABRITO, Belmiro. Economia da Educação. São Paulo: Texto Editores, 2002.
KUENZER, Acácia Z. Pedagogia da Fábrica. As relações de produção e a educação do trabalhador. 6.
ed. São Paulo: Cortez, 2002.
PIRES, Valdemir. Economia da Educação para além do capital humano. São Paulo: Cortez, 2005.
Bibliografia Complementar:
MARQUES, Margarida Fernandes. A Decisão Política em Educação. O Partenariado Sócio-Educativo
como Modelo Decisional. O Caso das Escolas Profissionais. Porto: Edições Afrontamento. 1994.
MARX, Karl e ENGELS, Friederich. Crítica da Educação e do Ensino. Paris: Morais Editores, 1976.

102
Carga Horária (h) Créditos
Teórica 60 4
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Prática - -
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa:
Características do ensino a distância. Suporte de redes de computadores para ambientes de EAD: motivações
e dificuldades, ambiente de suporte, mecanismos de recuperação de informações on-line e construção do
conhecimento. Modelos de EAD: sistemas instrucionais de primeira e Segunda geração; modelos teóricos de
aprendizagem; ambientes de aprendizagem em grupo e via rede; multimídia na EAD. Estudo dos processos
pedagógicos e tecnológicos envolvidos na elaboração de projetos de EAD.
Bibliografia Básica:
PETERS, O. Didática do Ensino a Distância. São Leopoldo: Unisinos, 2001.
SILVA, Marco. (org). Educação Online. São Paulo: Loyola, 2003.
SILVA, Marco e SANTOS, Edméa (org). Avaliação da aprendizagem em educação Online. São Paulo, Loyola,
2006.
Bibliografia Complementar:
BELLONI, M.L. Educação a distância. Campinas, Editora Autores Associados, 2001.
NISKIER, Arnaldo. Educação à distância. 2.ed. Rio de Janeiro: Loyola, 1999.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 30 2
GERÊNCIA DE REDES
Prática 30 2
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa:
Evolução do Gerenciamento de Redes; Arquitetura OSI de Gerenciamento; Funções de Gerenciamento;
Bases de Informação de Gerenciamento; Serviços e Protocolo OSI de Gerenciamento; Introdução à
Administração de Sistemas Heterogêneos; Metas e Objetivos da Administração de Sistemas; Modelo de
Maturidade em Administração de Sistemas; Lidando com a Heterogeneidade; Serviços Básicos; Serviços de
Comunicação e Informação; Serviços de Arquivo Uniformes; Gerenciamento de Pacotes de Software;
Configuração e Instalação; Integração com Clientes e PC’s.
Bibliografia Básica:
FARREL, Adrian. A Internet e seus Protocolos. São Paulo: Elsevier, 2005.
LOPES, Raquel V. et al. Melhores Práticas para Gerência de Redes de Computadores. Rio de Janeiro:
Campus, 2003.
Bibliografia Complementar:
BRISA, Gerenciamento de Redes: uma abordagem de sistemas abertos. São Paulo: Makron Books, 1993.
Teixeira Jr, J. H. et al. Redes de Computadores: serviços, administração e segurança. São Paulo: Makron
books, 1999.

Carga Horária (h) Créditos


INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Teórica 60 4
APLICADA À EDUCAÇÃO Prática - -
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa:
A inteligência, o cérebro e o computador. Representação e resolução de problemas. Representação do
conhecimento. Cognição. Agentes. Frames. Redes Semânticas. Sistemas Tutores Inteligentes. Aplicações.
Bibliografia Básica:
BITTENCOURT, G. Inteligência Artificial: ferramentas e teorias. Florianópolis. UFSC. 1998.
BRENNER,W. ZARNEKOW,R. and WITTIG, H. Intelligent Software Agents. Berlin: Springer-Verlag,
1998.
RUSSEL, S. J., NORVIG, P. Artificial Intelligence: a modern approach. Prentice-Hall. Englewood Cliffs,
NJ. 1995.

103
Bibliografia Complementar:
BARR,A and FEIGENBAUM, E. A. (editors). The handbook of artificial intelligence.
William Kaufmann Inc., Los Altos, California, 1981.
CHARNIAK,E. and McDERMOTT, D. Introduction to artificial intelligence. Addisonwesley publishing
company, 1985.
NILSSON, N.J. Principles of Artificial Intelligence. Springer-verlag, Berlin, Heidelberg,
N.Y.,1982.
RICH, E. KNIGTH,K. Artificial Intellilgence. 2nd ed. H.Hill College Div, 1991.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 30 2
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
Prática 30 2
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa:
Definição de Sistema Distribuído; Arquiteturas Paralelas e Distribuídas; Classificação de arquiteturas e
interconexões; Aspectos de Projeto: Transparência, Flexibilidade, Confiabilidade, Performance,
Escalabilidade; Sistemas Operacionais em Rede; Organização de Processadores; Escalonamento de
Processadores; Comunicação entre Processos; Modelo Cliente-Servidor; Remote Procedure Call (RPC);
Memória Compartilhada Distribuída, Threads, Sincronização Distribuída, Deadlock Distribuído; Gerência de
Arquivos Distribuídos; Transações Atômicas; Caches, Arquivos Replicados; Sistema Operacional
Distribuído e Sistema de banco de dados distribuído. Estudo de caso.
Bibliografia Básica:
COULOURIS, G., DOLLIMORE, J., KINBERG, T. Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projetos. 4. ed.
Porto Alegre: Bookman. 2007.
DANTAS, Mário. Computação Distribuída de Alto Desempenho: Redes, Clusters e Grids
Computacionais. 1. ed. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2005.
TANENBAUM, M. Van. Sistemas Distribuídos - Princípios e Paradigmas. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2007.
Bibliografia Complementar:
COULOURIS, G., DOLLIMORE, J., KINBERG, T. "Distributed Systems: Concepts and Design",
AddisonWesley, 2007.
TANENBAUM, Andrew S. Distributed systems: principles and paradigms. .ed. Rio de Janeiro: Prentice-
Hall, 2002.
TEIXEIRA, José Helvécio. et al. Do Mainframe Para a Computação Distribuída - Simplificando a
Transição. Rio de Janeiro: Infobook, 1996.
VERÍSSIMO P., L. RODRIGUES. Distributed Systems for Systems Architects. Kluwer Academic Publishers,
2001.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 60 4
TEORIA DOS JOGOS
Prática - -
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa:
História dos jogos na sociedade contemporânea. Os jogos eletrônicos e sua contextualização como objeto no
cenário acadêmico. Os significados dos jogos eletrônicos no cenário pedagógico. Concepção, classificação e
características dos jogos eletrônicos. Jogos eletrônicos e educação. Jogos eletrônicos e conteúdos
disciplinares. Avaliando e aplicando jogos eletrônicos como recurso pedagógico. Estudo de casos.
Bibliografia Básica:
HUIZINGA, Johan. Homo Ludens. O Jogo como elemento da cultura. São Paulo, Perspectiva, 2005.
MOITA, Filomena. Games on: jogos eletrônicos na escola e na vida da geração @. Campinas - SP:
Editora Alínea, 2007.
SANTAELLA, Lúcia; FEITOZA, Mirna. (orgs.), Mapa do Jogo. São Paulo: Cengange Learning, 2008.
MATTAR, João. Games em Educação. São Paulo: Prentice Hall, 2009.

104
Bibliografia Complementar:
PRETTO, Nelson de Luca. Uma escola sem/com futuro: educação e multimídia. São Paulo, Papirus, 1996.
ALVES, Lynn. Game over: jogos eletrônicos e violência. São Paulo: Futura, 2005.
JOHNSON, Steven. Surpreendente!: a televisão e o videogame nos tornam mais inteligentes. Rio de
Janeiro: Campus, 2005.
TAPSCOTT, Don. Geração Digital: A Crescente e Irreversível Ascensão da Geração Net. São Paulo:
Makron Books, 1999.

Carga Horária (h) Créditos


TÓPICOS AVANÇADOS EM Teórica 60 4
COMPUTAÇÃO Prática - -
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa:
Variável. Será composta por módulos, que cobrirão os tópicos atuais de pesquisas e desenvolvimentos na
área de computação. Nas últimas ofertas foram abordados os temas: Criptografia; Sistemas Nebulosos;
Desenvolvimento de Software Baseado em Componentes; Computação Ubíqua e Redes Neurais.
Bibliografia Básica:
Considerando que esta disciplina terá a estrutura de tópicos avançados sua bibliografia básica e complementar será
organizada a partir do planejamento da disciplina.

Bibliografia Complementar:

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 45 3
Prática - -
FILOSOFIA DA CIÊNCIA
Prática de
15 1
ensino
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa: Filosofia e Ciência: a ciência como objeto de reflexão filosófica. A Filosofia da Ciência no século XX.
Ciência e Método Científico: empirismo, método indutivo e método hipotético dedutivo. Círculo de Viena e Karl
Popper. As filosofias de Kuhn, Lakatos e Feyerabend.
Bibliografia Básica:
ALVES, Rubens. Filosofia da Ciência. São Paulo. Brasiliense. 1981
ARAÚJO, Jorge, Manuel. Ciência e Nós. Lisboa. Instituto Piaget.2001.
CARRILHO, M.M. A Filosofia das Ciências. Lisboa. Ed. Presença. 1994.
DUTRA, L.H. Introdução à Teoria da Ciência. Florianópolis. Ed.UFSC.
Bibliografia Complementar:
FOUREZ,G.A. A Construção das Ciências.S. Paulo.Ed.UNESP.1995.
HAMBURGER, Jean (coord.). A Filosofia das Ciências Hoje. Lisboa. Fragmentos. 1988.
KOHAN, Walter Omar (Org.). Filosofia: caminhos para seu ensino. Rio de Janeiro: Lamparina, 2008. 191p.
(Coleção Sócrates).
ALTHUSSER, Louis. Filosofia e Filosofia Espontânea dos Cientistas. Lisboa. Presença.
ALVES, Vitorino Mendes de Sousa. Ensaio sobre Filosofia das Ciências. Braga. FFB-UC
SANTOS, Boaventura Sousa. A Crítica da Razão Indolente.Contra o Desperdício da Experiência. Porto.
Afrontamento. 2000
SANTOS, Boaventura Sousa. Um Discurso Sobre as Ciências. Porto. Afrontamento.1988.
SANTOS, Boaventura Sousa. Introdução a uma Ciência Pós-Moderna. Porto. Ed. Afrontamento.1989.

105
Carga Horária (h) Créditos
Teórica 45 3
Prática - -
EDUCAÇÃO E TRABALHO
Prática de
15 1
ensino
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa: Educação e trabalho e sua relação com as políticas públicas e as práticas pedagógicas. Correntes e
tendências da educação no Brasil, com ênfase na relação entre economia, trabalho e educação. O papel da escola e
do educador na sociedade tecnológica. O trabalho como determinante da condição humana. História do trabalho. A
organização do trabalho na sociedade moderna. Mudanças tecnológicas e a educação. A escola e o novo paradigma
tecnológico.
Bibliografia Básica:
ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação o trabalho. 6ª
Reimpressão. São Paulo: Boitempo, 2005, p. 101 – 118.
FERRETI, C.J., SILVA JUNIOR, J.R., SALES, M.R. (orgs.). Trabalho, formação e currículo: para onde vai a
escola? São Paulo: Xamã, 1999.
GENTILLI, P. A falsificação do consenso: simulacro e imposição na reforma educacional no neoliberalismo.
R. Janeiro: Vozes, 1998.
KUENZER, Acácia Z. Pedagogia da Fábrica. As relações de produção e a educação do trabalhador. 6ª edição.
São Paulo: Cortez, 2002.
Bibliografia Complementar:
MACHADO, L.R.S., NEVES, M. de A., FRIGOTTO, G. e outros. Trabalho e Educação. 2ª edição. Campinas:
Papirus, 1994.
RODRIGUES, J. A educação e os empresários: o horizonte pedagógico do capital. In: FRIGOTTO, G.
CIAVATTA, M. (orgs.). A experiência do trabalho e a educação básica. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
ROPÉ, F., TANGUY, L. Saberes e competências. Campinas: Papirus, 1997.
SILVA, T.T. da, GENTILI, P. (Orgs.). Escola S.A. Quem ganha e quem perde no mercado educacional do
neoliberalismo. CNTE: Brasília, 1996.
SOARES, Maria Clara. Banco Mundial: políticas e reforma. In: WARDE, M.J. (Org.). O banco Mundial e as
Políticas Educacionais. S.Paulo:Cortez. 1996.
OLIVEIRA, Carlos R. de. História do Trabalho. São Paulo: Editora Ática, 1987. (Série Princípios).
SILVA, Tomaz Tadeu da. Identidades terminais. Petrópolis: Vozes, 1996.
BARACHO, M. da G.; MOURA, D.; PEREIRA, U.; SILVA, A. Algumas reflexões e proposições acerca do
ensino médio integrado à educação profissional técnica de nível médio. CEFET/RN, 2005.
ENGELS, Friedrich. O Papel do Trabalho na Transformação do Macaco em Homem. In: OAKLEY, Kenneth B. O
Homem Como Ser que Fabrica Utensílios. 2ª edição. São Paulo: Global Editora, 1984.
FIORI, José Luís. Estado, capital e trabalho. In: –––. 60 lições dos 90: uma década de neoliberalismo. Rio de
Janeiro: Record, 2001. p. 210 – 212.
FRIGOTO Gaudêncio. A nova e a velha face da crise do capital e o labirinto dos referenciais teóricos. In: –––;
CIAVATA, Maria (Orgs.). Teoria e educação no labirinto do capital. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001, p. 21 – 46.
––––; CIAVATA, Maria; RAMOS Marise (Orgs.). Ensino médio integrado: concepção e contradições. São
Paulo: Cortez, 2005.
––––. A formação do cidadão produtivo: a cultura do mercado no ensino médio técnico. Brasília: INEP, 2006.
NEVES, Lúcia Maria W. Brasil 2000. Nova divisão de trabalho na Educação. 2ª edição. São Paulo: Xamã, 2000.
ZIBAS, Dagmar M. L.; AGUIR, Márcia Ângela da S.; BUENO, Maria Sylvia Simões (Orgs.). O ensino médio e a
reforma da educação básica. Brasília: Plano Editora, 2002, p. 15 – 32; 71 – 92; 201 – 371.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 45 3
Prática - -
RELAÇÕES RACIAIS E EDUCAÇÃO
Prática de
15 1
ensino
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa: Visão clássica da psicologia organizacional: história e desdobramentos; Temas e questões atuais da
psicologia organizacional; A organização como sistema social; Evolução da estrutura das empresas; A relação do
106
Homem com seu trabalho; Qualidade de Vida no Trabalho; Psicopatologia do trabalho; Psicologia do consumidor;
Características dos grupos - como se formam, hierarquia, normas, papéis e coesão, liderança e poder; Motivação;
Percepção; Atitude e diferenças individuais; Comunicação. Administração de Conflitos.
Bibliografia Básica:
BENNIS, W., SPREITZER,G., CUMMINGS T., O Futuro da Liderança. São Paulo: Futura, 2001.
BENNIS, Warren G. Os Gênios da Organização: as forças que impulsionam a criatividade das equipes de
sucesso. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
BOOG, Gustavo & Magdalena e outros. Manual de Gestão de Pessoas e Equipes. Vol. I. São Paulo: Editora
Gente, 2002.
LIMONGI-FRANÇA, e outros. As Pessoas na Organização. São Paulo: Editora Gente, 2002.
Bibliografia Complementar:
DE MASI, Domenico. O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
DEJOURS, C. Loucura do trabalho. São Paulo: Oboré; 1987.
GOLEMAN, Daniel. Trabalhando com a Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999.
________________. O Poder da Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
JORGE, Simões J. Psicologia e Dinâmica da Vida em Grupo. Rio de Janeiro: Edições Loyola, 1983.
MOSCOVICI, Fela. Renascença organizacional. 6ª ed. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1996

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 30 30
RELAÇÕES INTERPESSOAIS E Prática - -
EDUCAÇÃO Prática de
15 1
ensino
TOTAL 45 3
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa: Enfatiza aspectos relativos a Compreensão e o desenvolvimento das relações interpessoais na escola
dentro de um enfoque humanístico, ético, crítico e democrático, estudando as relações e inter-relações de/entre
pessoas, grupos e instituições. Comunicação, fator fundamental nas relações interpessoais: conteúdo lógico,
psicológico, manifesto e latente; tarefa explícita e implícita; comunicação como exercício de convivência.
Bibliografia Básica:
CASTILHO, Áurea. A dinâmica do trabalho de grupo. Rio de Janeiro: Qualitymark Ed., 1998.
DEL Prette, Z.A.P. & DEL Prette, A. (Orgs.), Psicologia das relações interpessoais e habilidades sociais:
Vivências para o trabalho em grupo. Petrópolis: Vozes: 2009.
DEL Prette, A. e DEL Prette, Z. A. P. (2008). Psicologia das relações interpessoais e habilidades sociais:
Vivências para o trabalho em grupo. Petrópolis: Vozes, 2008.
DIAS, Fernando Nogueira. Relações Grupais e Desenvolvimento Humano. Instituto Piaget, 2004.
FRITZE, Silvino. J. Relações Humanas Interpessoais. Petrópolis: Vozes, 2001.
Bibliografia Complementar:
MARQUES, Juracy C. Ensinando para o desenvolvimento pessoal - psicologia das relações interpessoais.
Petrópolis: Vozes, 1983. (3 ex.)
MINICUCCI, A. Dinâmica de grupo - teorias e sistemas. São Paulo: Atlas, 1993. (3 ex.)
MINICUCCI, A. Psicologia das relações interpessoais. São Paulo: Atlas, 1989. (5 ex.)
MORENO, Jacob. L. Psicodrama. São Paulo: Cultrix, 1975. (1 ex.)
MOSCOVICI, Fela. Desenvolvimento interpessoal. São Paulo: Liv. Téc. Científicos, 1985.
PICHÓN-RIVIÈRE, Enrique. Teoria do vínculo. São Paulo: Liv. Martins Fontes, 2000. (1 ex
SALOMÉ, Jacques. Aprendendo a se comunicar - você se revela quando fala. Petrópolis: Vozes, 1994
SANTOS, Áurea dos. A prática da liderança. Petrópolis: Vozes, 2005
SCHMITT, C. Afonso. Auto-estima. São Paulo: Paulinas, 2003.
WEIL, Pierre. Organizações e tecnologias para o terceiro milênio. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1997

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 45 3
CURRÍCULO E NOVAS
Prática - -
TECNOLOGIAS
Prática de
15 1
ensino
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa: Tecnologia e implicações pedagógicas; Linguagens, Códigos e suas tecnologias; Ciências da Natureza,
107
Matemática e Tecnologia; Ciências humanas e Tecnologia, Articulações entre áreas de conhecimento e tecnologia.
Bibliografia Básica:
APLLE, M. Ideologia e Currículo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
CARVALHO, A. M. P. e GIL PÉRES, D. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. São
Paulo: Cortez, 1993.
LEVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Ed.
34,1993.
SILVA, T. T. . Teorias do currículo. Uma introdução crítica. , 2000. v. 1. 160 p.
Bibliografia Complementar:
AMORIM, A.C.R. Ciência/Tecnologia/Sociedade. Educação e Ensino. nº 02, v. 01, p. 81-98. 1996
FIGUEIREDO, V. Produção Social da Tecnologia. São Paulo: EPU, 1989.
PRADO, M. E. B. B e VALENTE, J.A. A formação na ação do professor: Uma abordagem na e para uma nova
prática pedagógica. In: Formação de Educadores para o uso da informática na escola. Campinas:
UNICAMP/NIED, 2003.SILVA, T. T. Documentos de identidade. Uma introdução às teorias do currículo. 1.
ed. Belo Horizonte (MG): Autêntica, 1999. v. 1.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 45 3
EDUCAÇÃO DE JOVENS E Prática - -
ADULTOS Prática de
15 1
ensino
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa: Os aspectos sociais, políticos e epistemológicos presentes nas diferentes concepções de educação de
jovens e adultos. As políticas públicas no âmbito da EJA.Os processos de ensino-aprendizagem e as alternativas
metodológicas na educação de jovens e adultos.O papel social, político e cultural da educação de jovens e adultos no
contexto atual. Visão histórica, política e social da educação de jovens e adultos (EJA) no contexto da educação
popular. Os sujeitos das políticas públicas de EJA. O trabalho político-pedagógico no cotidiano da EJA.
Bibliografia Básica:
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro, Paz e Terra. 20ª Ed. 1992.
________Pedagogia da esperança: um reencontro com a Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro, Paz e Terra.
3ºEd. 1994.
GADOTTI, Moacir. Uma só escola para todos: caminhos da autonomia escolar. Petrópolis, Vozes, 1990.
________e Torres, Cª (org). Educação Popular: utopia latino-americana. São Paulo, Cortez/EDUSP, 1994.
MASAGÃO, Vera Maria Ribeiro. Educação de Jovens e Adultos: novos leitores, novas leituras. Campinas:
Ação Educativa, 2001.
PAIVA, Vanilda. História da Educação Popular no Brasil: educação popular e educação de adultos. 6.ed. São
Paulo: Loyola, 2003.
Bibliografia Complementar:
COSTA, Marisa Vorraber (org). Educação Popular Hoje. São Paulo. Edições Loyola. 1999.
GARCIA, Regina, L, e VALLA, Victor. A fala Excluídos. São Paulo, Papirus editora, 1996.
HURTADO, C. Nuñez. Comunicação e educação popular: educar para transformar, transformar para
educar. Petrópolis/RJ:Vozes, 1993.
PAIVA, Vanilda. Paulo Freire e o nacionalismo desenvolvimentista. Rio de Janeiro. Graal.1984.
_______(Org). Perspectivas e dilemas de educação popular. Rio de Janeiro, Graal. 1984.
_______. Educação popular e educação de adultos. São Paulo, Loyola, 1983, 2ª Ed.
TAMARIT, José. Educar o Soberano. São Paulo, Cortez Editora, 1996.

Carga Horária (h) Créditos


Teórica 30 2
Prática - -
PESQUISA EM EDUCAÇÃO
Prática de
30 2
ensino
TOTAL 60 4
Código: Período: Pré-Requisito: Departamento:
Optativa
- - -
Ementa: O campo científico: concepções de ciência. A importância da pesquisa na produção do conhecimento.
Ciência e pesquisa: o conhecimento pedagógico e a produção científica. A organização do trabalho científico: a
108
formação do professor-pesquisador.
Bibliografia Básica:
ALVES-MAZZOTTI, A.J.et al. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa.
São Paulo: Pioneira, 1998.
ANDRÉ, M. (org.). O papel da pesquisa na formação e prática dos professores. Campinas: Papirus, 2001.
CHIZZOTTI, A. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez, 1998
Bibliografia Complementar:
DEMO, P. Pesquisa e construção do conhecimento. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1994.
______. Metodologia científica em ciências sociais. São Paulo : Atlas, 1995.
______. Pesquisa. Princípio científico e educativo. São Paulo : Cortez, 1996.
FAZENDA, I. C. A.(Org.) Novos Enfoques da Pesquisa em Educação. São Paulo: Cortez, 1992.
LUDKE, M.; ANDRÉ, M. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas. São Paulo: E.P.U., 1986
MARCONI, Marina; LAKATOS, Eva. Maria. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Ed. Atlas,
2001.
SEVERINO, A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002.
THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa – ação. São Paulo: Cortez, 2000.
CONTRADIOPLOULOS, A.P.,CHAMPAGNE, F.,POTVIN, L.BOYLE,P. Saber preparar uma pesquisa. Rio
de Janeiro: Abrasco-Hucitec, 1994
GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar. Como fazer pesquisa qualitativa em ciências sociais. Rio de
Janeiro :Record, 1999.
FAZENDA, I. e SEVERINO, A. (Orgs.). Conhecimento, pesquisa e educação. Campinas, SP: Papirus, 2001
MINAYO, M. C. S. et al. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis/RJ: Vozes, 2001.

109
18. ANEXO II - ACERVO BIBLIOGRÁFICO NECESSÁRIO PARA
AQUISIÇÃO

O acervo listado no Quadro 12 é uma relação da bibliografia recomendada, retirada das


ementas das disciplinas.

Quadro 12: Acervo Bibliográfico para o Curso de Licenciatura em Computação

Quantidade
Título
a adquirir
1. ABERASTURY, A. Adolescência normal. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992. 6

2. ABRAMOWICZ, Anete & MOLL, Jaqueline. Para além do fracasso escolar. Campinas:
6
Papirus, 1997.
3. ABREU, Antônio Suárez. A arte de argumentar: gerenciando razão e emoção. 4. ed. São
6
Paulo:Ateliê, 2001.
4. ABREU, Regina; CHAGAS, Mário. (orgs). Memória e Patrimônio –ensaios
6
contemporâneos. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
5. AB'SABER, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil. Ateliê Editorial. Edição atualizada 6

6. AGUARDO, M.J.D; MEDRANO C. Construção Moral e Educação – uma aproximação


6
construtivista para trabalhar os conteúdos transversais. São Paulo: EDUSC, 1999.
7. AGUILAR, L.J.. “Fundamentos de Programação: Algoritmos, Estruturas de dados e
6
Objetos”.McGraw-Hill, 2008.
8. ALBERTS, Bruce et all. Fundamentos da Biologia Celular. Ed. Artmed. Porto Alegre. 2004. 6

9. Álgebra 1 para Leigos,Sterling, Mary Jane,Editora: Alta Books 6

10. Álgebra Linear com Aplicações,Howard Anton 6

11. ALMEIDA,M. Ensinando basquete. São Paulo: ícone,1999. 6

12. ALMIR WIRTH L. J. Hardware PC guia de referência. 3ª ed. Alta Books. Rio de Janeiro,
6
2008
13. ALVES-MAZZOTTI, A.J. & GEWANDSNADJER, F. Pesquisa quantitativa e qualitativa.
6
São Paulo: Pioneira, 1999.
14. AMBLER, S.W.. Modelagem Ágil: Práticas Eficazes para Programação Extrema e o
6
Processo Unificado. Porto Alegre: Bookman, 2004.
15. AMOS, Eduardo e PRESCHER, Elizabeth. The New Simplified Grammar. 3ª ed. São Paulo:
6
Richmond Publishing - Moderna, 2005.
16. ANDERSON, Perry. As Origens da Pós-Modernidade. Zahar Editor. Rio de janeiro. 1999. 6

17. ANDERSON,B. Alongue-se. São Paulo: Summus, 1983. 6

110
18. ANDRÉ, Marli; LUDKE, Menga. Pesquisa em educação: abordagem qualitativa. São Paulo,
6
EPU, 1986.
19. Anteu Fabiano Lúcio Gasparini. Infra-Estrutura, Protocolos e Sistemas Operacionais de
6
LANs - Redes Locais. ISBN: 85-365-00271
20. Aplicações da Matemática, Angela Leite 6

21. APPLE, Educação e poder. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989. 6

22. AQUINO, Rubim Santos Leão de . et AL Sociedade Brasileira: uma história através dos
6
movimentos sociais. 3 ed. Rio de Janeiro: Record, 2000
23. AQUINO, Rubim Santos Leão de . et al. História das Sociedades Americanas. 7 ed. Rio de
6
Janeiro: Record, 2000.
24. AQUINO, Rubim Santos Leão de . et AL.Sociedade Brasileira: da crise do escravismo ao
6
apogeu do neoliberalismo. Rio de Janeiro: Record, 2000.
25. ARANHA, Maria Arruda. Filosofia da Educação. São Paulo. 1996. 6
26. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da educação e pedagogia. São Paulo: Moderna,
6
2006.
27. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da educação. São Paulo: Moderna, 1996. 6
28. ARAÚJO JUNIOR, CARLOS FERNANDO / SILVEIRA, ISMAR FRANGO. Tecnologia
6
Da Informaçao E Educação. CIENCIA E TECNOLOGIA ANDROSS EDITORA
29. ARAUJO, Luis César G. de. Organização, sistemas e métodos: e as tecnologias de gestão
6
organizacional. 4. ed. Vol. 1. São Paulo: Atlas, 2008.
30. Arlindo José de Souza Júnior, Márcia Aparecida Fernades, Carlos Roberto Lopes e Rejane
Maria Ghisolfi Silva (Organizadores). INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: elaboração de 6
objetos de aprendizagem.. EDUFU. 2007.
31. ARRUDA, José Jobson de A. e PILETTI, Nelson. Toda a História. 4 ed. São Paulo: Ática,
6
1996.
32. ASCENCIO, A.F.G.; CAMPOS, E.A.V. Fundamentos da programação de computadores:
6
algoritmos, Pascal, C/C++ e Java.. 2ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007
33. ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Vene. Fundamentos da
programação de computadores: Algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. 2. ed. Rio de Janeiro: 6
Pearson Prentice Hall, 2007.
34. Atualidade da educação bilíngüe para surdos - Carlos Skliar - (Mediação, 2 volumes, 480
6
pág.).
35. ÁVILA, Renato Nogueira Perez. Streaming; Crie sua própria Rádio WEB e TV Digital. Rio
6
de Janeiro: Brasport, 2004.
36. AYRES JUNIOR, Frank. Álgebra Moderna. Coleção Moderna. Coleção Schaunn, São Paulo:
6
McGraw-Hill do Brasil, 1973.
37. AZEVEDO, J. M. L. de. A Educação como Política Pública. Campinas, SP: Autores
6
Associados, 1997.
38. BARBOSA, R. Ambientes virtuais de aprendizagem. Porto Alegre, ArtMed, 2005. 6

111
39. BARROW, Colin. Como gerenciar as finanças no seu próprio negócio: introdução à
6
administração. São Paulo: Publifolha, 2001.
40. BATES,B. Sierra, K. Use a cabeça Java. Tradução da Segunda Edição. Alta Books 6

41. BAUMAN, Zygmut. Comunidade. A busca por segurança no mundo atual. Jorge Zahar
6
Editor: Rio de Janeiro, 2003.
42. BAUMAN, Zygmut. Ética Pós-Moderna. Paulus: São Paulo, 1997. 6

43. BAUMAN, Zygmut. Modernidade Líquida. Jorge Zahar Editor: Rio de Janeiro, 2001. 6

44. BAUMAN, Zygmut. O Mal-estar da pós-modernidade. Jorge Zahar Editor: Rio de Janeiro,
6
1998.
45. BAUMAN, Zygmut. Vidas Desperdiçadas. Jorge Zahar Editor: Rio de Janeiro, 2005. 6

46. BEAHR, P. A. B. Avaliação de Softwares Educacionais no Processo de Ensino-


6
Aprendizagem Computadorizado: estudo de caso. Porto Alegre: CPGCC/UFRGS, set.1993.
47. BEAHR, P. A. Informática & Educação. Porto Alegre: Instituto de Informática da UFRGS,
6
mar. 1992.
48. BEAHR, P. A. Informática & Educação. Porto Alegre: Instituto de Informática da UFRGS,
6
mar. 1992.
49. BELLONI, M.L. Educação a distância. Campinas, Editora Autores Associados, 2001. 6
50. BENJAMIM, Roberto. A África está em Nós: História e Cultura Afro-Brasileira. Vol. 4.
6
João Pessoa, PB: Grafset, 2006.
51. BERMAN, Marshall. Tudo que é sólido se desmancha no ar: A aventura da Modernidade.
6
Companhia das Letras: São Paulo, 1986.
52. BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos,
6
estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2007
53. BEZERRA, Eduardo. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML.. 2ª ed. Rio de
6
Janeiro: Elsevier Campus, 2007.
54. BIRLEY, Sue. Dominando os desafios do empreendedor. São Paulo: Pearson, 2004. 6
55. BLACKBURN, Robin. Depois da Queda: O fracasso do comunismo e o futuro do
6
socialismo. Ed. Paz e Terra
56. BOBBIO, Norberto. Estado, Governo, Sociedade: para uma teoria geral da política. Ed. 13.
6
Editora Paz e Terra. 2007
57. BOCK, Ana Merces Bahia. Psicologias : uma introducao ao estudo de psicologia. 6
58. BOOCH, G; RUMBAUGH, J; JACOBSON, I.. UML: Guia do Usuário. Rio de Janeiro:
6
Elsevier/Campus, 2005.
59. BORDENAVE, Juan D. Estratégias de ensino-aprendizagem. Petrópolis, Vozes, 2004. 6

60. BORGES, R. M. R. Em debate: cientificidade e educação em Ciências. Porto Alegre:


6
CECIRS, 1996.
61. BORGES, Roberto C.M. Comunicação Homem-Máquina, Textos Didáticos número 16 -
6
Instituto de Informática-UFRGS, 2000

112
62. BORGES, Roberto C.M.Interface de Sistemas para navegação em Hiperdocumentos. Porto
6
Alegre, CPGCC-UFRGS, 1997.
63. BOULOS, P.. Introdução ao Cálculo. São Paulo: Edgard Blucher. 6
64. BOURDIEU, P. A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1987. 6
65. BOURDIEU, P. e PASSERRON, J. C. A Reprodução – Elementos para a teoria do sistema
6
de ensino. Rio de Janeiro, 1982.
66. BRAGA, Teodoro. Problemas de Desenho Linear Geométrico. 13ª ed. São Paulo: Lep. 6

67. BRANCA, Granatic. Técnicas Básicas de Redação. São Paulo: Scipione, 1995. 6

68. BRASIL, Educação inclusiva: a fundamentação filosófica. Organização: Maria Salete Fábio
6
Aranha. Brasília: MEC/SEESP, 2004.
69. BRASIL. Projeto Escola Viva: Garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na
escola – Alunos com necessidades educacionais especiais. V. 1- Visão Histórica. Brasília: 6
MEC, 2000.
70. BUFFA, E. Educação e Cidadania: Quem educa o cidadão? São Paulo:Cortez, 1987. 6
71. CAILLOIS, Roger. Os jogos e os homens. Lisboa: Cotovia, 1990. 6

72. Cálculo - A Funções Limite Derivação Integração - 6ª Ed.,Flemming, Diva Marilia, Editora:
6
Makron Books
73. Cálculos para Leigos - 2ª Ed. 2009,Ryan, Mark,Editora: Alta Books 6

74. Caminhos pedagógicos da inclusão - Maria Teresa Eglér Mantoan - (Memnon, 243 pág.). 6

75. Campos filho, Frederico Ferreira. Algoritmos Numéricos. LTC, 2001. 6


76. CAMPOS, Dinah Martins de Souza. Psicologia da aprendizagem. Petrópolis: Vozes, ANO. 6
77. CAMPOS, Flávio de; MIRANDA, Renan Garcia. A Escrita da História: volume único. São
6
Paulo: Escala Educacional, 2005.
78. CANCLINI, N. G. Consumidores e Cidadãos – Conflitos Multiculturais da Globalização.
6
Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 1995.
79. CANDAU, Vera Maria (org).Didática, currículo e saberes escolares. Rio de janeiro: DP&A,
6
2001.
80. CANDAU, Vera Maria (org.). A didática em questão. Petrópolis, Vozes, 1993. 6
81. CANEN, Ana. Ênfases e omissões nos currículos. São Paulo: Papirus, 2001. 6

82. Cantalice, Wagner. Manual do Usuário - 5 em 1 - Windows - Word - Powerpoint - Excel –


6
Internet. / BRASPORT
83. CARBONI, Irenice de Fátima. Lógica de Programação. São Paulo: Thomson Pioneira, 2003. 6

84. CARRAHER, T. N. (org.) Aprender pensando: contribuições da psicologia cognitiva para a


6
Educação. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 1988.
85. CARVALHO, A. D. de. Epistemologia das ciências da educação. 2. ed. Porto: Edições
6
Afrontamento, 1988.
86. 6
CARVALHO, A.M.P. de.; PÉREZ, D. G. Formação de Professores de Ciências. 3.ed. São

113
Paulo, Cortez Editora, 1998.

87. CARVALHO, A.M.P. de; et all. Ciências no Ensino Fundamental:– O conhecimento físico,
6
São Paulo, Ed. Scipione, 1998.
88. CARVALHO, Benjamim de A. Desenho Geométrico. 2ª ed.Rio de Janeiro: 2008. Editora Ao
6
Livro Técnico.
89. CARVALHO, Célia Pezzolo... [et al.]. Educação de jovens e adultos trabalhadores em
6
debate.. São Paulo : CEDI, 1989.
90. CARVALHO, R. E.. Removendo Barreiras para a aprendizagem: Educação Inclusiva. Porto
6
Alegre: Ed. Mediação, 2004.
91. CARVALHO, Sérgio E. R. Introdução à Programação com Pascal. Ed. Campus. 1985 6

92. CASTRO, A. e CARVALHO, Anna. Ensinar a ensinar. São Paulo: Pioneira Thomson, 2002. 6
93. CASTRO, C. De M. O Computador na Escola. Como levar o computador a escola. Rio de
6
Janeiro, Campus, 1988.
94. Castro, Sergio. Dominando a Informática - Serie Escola Viva. / BRASPORT 6

95. CESAR DA COSTA. Projeto de circuitos digitais com FPGA. Erica. São Paulo, 2009 6

96. CHAD A. CAMPBELL & JOHN STOCKTOM. SilverLight 2 em ação. Alta Books. Rio de
6
Janeiro, 2009
97. CHAUI, Marilena de Souza. Convite à filosofia. São Paulo, Atlas, 1997. 6
98. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1995. 6
99. CHAVES, Eduardo. O uso de Computadores em Escolas: fundamentos e críticas. São Paulo:
6
Scipione, 1988.
100. CHEN, P.. Modelagem de dados: a abordagem entidade-relacionamento para projetos
6
lógicos. São Paulo: Makron
101. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 2. ed.
6
São Paulo: Saraiva, 2008.
102. CHRONOS, Revista da Univ. de Caxias do Sul, Caxias do Sul, v.26, n.1 e 2, p. 7-92,
6
jan./dez.1993.
103. Cibercultura de Pierre Levy 6

104. CICCONE, M. Comunicação total: introdução estética à pessoa surda. Rio de Janeiro:
6
Cultura Médica, 1990.
105. COLL, César, et al. Desenvolvimento Psicológico e Educação. Psicologia da educação
6
escolar V.2. 2 edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 2004.
106. Como Nasceu a Ciência Moderna e as Razões da Filosofia. Hilton Japiassu 6

107. Conversando sobre Deficiências - Jenny Bryan (Moderna). 6

108. Convite à Filosofia - 2 grau. 13 edição, 2003. Marilena Chaui 6

109. CORCUFF, P. As novas sociologias: construções da realidade social. Bauru: EDUSC, 2001. 6
110. COSTA E SILVA, Alberto. A Enxada e a Lança: A África antes dos portugueses. Rio de 6

114
Janeiro: Nova Fronteira, 1992.

111. CRUZ, Décio Torres; SILVA, Alba Valéria; ROSAS, Marta. Inglês.com.textos para
6
informática. Salvador: Disal, 2001.
112. Cultura Pessoal e Saber Docente - Formação Continuada e Novas Tecnologias - Col.
6
Educação Neves, Vilma Fernandes; Radino, Glória / ALINEA
113. CURTIS, H. Biologia. Ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro. 6

114. DAGHLIAN, Jacobi; Lógica e Álgebra de Boole, Ed. Atlas, 40 Ed. 1995; São Paulo – SP. 6
115. DANTAS, H,; KOHL. M; TAILLE Yves. Piaget, Vygotsky e Wallon - teorias
6
psicogenéticas.
116. DANTINO Maria Eloísa Fama A máscara e o rosto da instituição especializada - - (Memnon,
6
146 pág.).
117. DATE, C. J. Introdução a sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 6
118. DAVID J. BARNES. Programação Orientada a objetos com Java. 4ª ed. Prentice Hall. São
6
Paulo, 2009
119. DAVIS,M. Manual do relaxamento e redução do estresse. São Paulo: Summus.,1996. 6

120. DE ROBERTS, E. D. P & DE ROERTS JR, E. M. F. Bases da Biologia Celular e Molecular.


6
Ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro.
121. Deficiência visual - Reflexão sobre a prática pedagógica - Marilda Moraes G. Bruno -
6
(Laramara, 124 pág.).
122. DEITEL, Harvey M., DEITEL, Paul J., Java: Como Programar. Bookman, São Paulo, 2005. 6

123. DEITEL, Harvey; DEITEL, Paul; STEINBUHLER, Kate. Sistemas operacionais. 3. ed. São
6
Paulo: Prentice Hall, 2005.
124. DEL PRIORE, Mary (org) História das crianças no Brasil. São Paulo: Contexto, 1999. 6

125. DELIZOICOV, D.; ANGOTII, J. A; PERNAMBUCO, M. M. Ensino de Ciências:


6
Fundamentos e Métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
126. DEMO, P. Ser professor é cuidar que o aluno aprenda. Porto Alegre: Ed. Mediação, 2004. 6

127. Demo, Pedro. Educação Hoje - "novas" Tecnologias , Pressões e Oportunidades. / ATLAS 6

128. DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo : Cortez: Autores
6
Associados, 1990.
129. Direitos das Pessoas com Deficiência. Garantia de Igualdade na Diversidade - Eugênia
6
Augusta Fávero (WVA, 342 pág.).
130. DOLABELA, F. O Segredo de Luísa – Uma idéia, uma paixão e um plano de negócios:
6
como nasce o empreendedor e se cria uma empresa. São Paulo: Cultura, 1999.
131. DOLLE, Jean-Marie & BELLANO, Denir. Essas crianças que não aprendem: diagnósticos e
6
terapia cognitiva. Petrópolis: Vozes 1996.
132. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo: como ser empreendedor,
6
inovar e se diferenciar na sua empresa. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

115
133. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 2.
6
ed. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
134. Dowbor, Ladislau. Tecnologias do Conhecimento - Os Desafios da Educação. / VOZES 6

135. DRUCKER, P. F. Inovação e Espírito Empreendedor. Cengage,2008. 6

136. DURKHEIM, Émile. Educação e Sociologia. São Paulo: Melhoramentos, 1965 6


137. É Perguntando Que Se Aprende - a inclusão das pessoas com deficiência - Instituto
6
Paradigma (Áurea Editora, 156 pág.).
138. ECKEL, Bruce, Thinking In Java 4. Prentice Hall, 1998. 6

139. Educação da infância brasileira 1875-1983 Autor: Carlos Monarcha 6

140. Educação do senso comum à consciência filosófica. Autor: Dermeval Saviani 6

141. Educação Tradição e Contemporaneidade, Roberto Sidnei Macedo, Dinéa Maria Sobral Mun
6
/ Edufba
142. Eichler, Marcelo Leandro. Ambientes Virtuais de Aprendizagem. / EMPORIO DO LIVRO 6

143. ELCIE, Aparecida Fontes Salzano Masini et al. Deficiência: alternativas de intervenção. São
6
Paulo: Casa do Psicólogo, 1997
144. ELMASRI, R.; NAVATHE, S. B. Sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 6
145. Em Defesa da Sociedade, Michel Foucault, Ed. Martins Fontes Edito. 6

146. ERGOVAG, Milos, et all.; Introdução aos Sistemas Digitais; Ed. Bookman; Porto Alegre–
RS. GERSTRING, Judth L.; Fundamentos Matemáticos para Ciência da Computação; Ed. 6
LTC; 40 Ed., Rio de Janeiro.
147. ERICH GAMMA et al. Padrões de projeto: Soluções reutilizaveis de software orientado a
6
objetos. Bookman. Porto Alegre, 2000
148. ESPÓSITO, Breno Pannia. DNA e Engenharia Genética. Ed. Atual. 6

149. FARACO, Carlos Emílio,; MOURA, Francisco Marto. Língua e Literatura: volume unico .9
6
ed. São Paulo: ática, 1999.
150. FARIA, I.R DE. Atividade recreativas para o aprendizado do voleibol. Rio de Janeiro:
6
Sprint. 2009.
151. FARRER / HARRI, Algoritmos Estruturados – LTC Editora 1999 6
152. FARRER, HARRY et al. Algoritmos Estruturados. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. 6

153. FAZENDA, Ivani (Org.). Metodologia da pesquisa educacional . 7. ed. São Paulo:
6
Cortez,2001.
154. FELTRE, Ricardo. Fundamentos da Química: volume único. 4 ed.. São Paulo: Moderna,
6
2005.
155. FELTRE, Ricardo. Química: volume 1: química geral. 6 ed.. São Paulo: Moderna, 2004. 6

156. FELTRE, Ricardo. Química: volume 2: físico-química. 6 ed.. São Paulo: Moderna, 2004. 6

157. FELTRE, Ricardo. Química: volume 3: química orgânica. 6 ed.. São Paulo: Moderna, 2004. 6

116
158. FERRARO, Nicolau Gilberto; SOARES, Paulo de Toledo. Aulas de física: volume 1:
6
mecânica. 8. ed. São Paulo: Atual, 2003.
159. FERRARO, Nicolau Gilberto; SOARES, Paulo de Toledo. Aulas de física: volume 2:
6
termologia, óptica, ondas. 7. ed. São Paulo: Atual, 2003.
160. FERRARO, Nicolau Gilberto; SOARES, Paulo de Toledo. Aulas de física: volume 3:
6
eletricidade, física moderna. 7. ed. São Paulo: Atual, 2003.
161. FERREIRO, E. Com todas as letras. São Paulo: Ed. Cortez , 2001. 6

162. FILHO, Wilson de Pádua Paula. Multimídia: Conceitos e Aplicações. São Paulo: Livros
6
Técnicos e Científicos, 2000.
163. FLEMMING, Diva. Cálculo A, Ed. DAUFSC. 6
164. FONSECA, Selma Guimarães. Caminhos da História ensinada. Campinas: Papirus, 1993. 6

165. FORBELLONE, A.L.V.; EBERSPACHE, H.F.. Lógica de Programação – A construção de


6
algoritmos e estrutura de dados. 3ª Edição. São Paulo: Perason Prentice Hall, 2005.
166. Frazier, Deneen. Internet para Estudantes. / IBPI 6

167. FREIRE, P. Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar. São Paulo: Ed. Olho
6
d’Água, 1993.
168. FREIRE, Paulo. Educação e mudança. São Paulo: Paz e Terra, 1983. 6
169. FREIRE, Paulo. SHOR, Ira. Medo e ousadia: o cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Paz e
6
Terra, 1986
170. Freire, Wendel. Tecnologia e Educação - As Mídias na Prática Docente. / Wak 6

171. FREITAS, M. Atividades Recreativas para o Aprendizado do Atletismo (dvd). Rio de


6
Janeiro: Sprint. 2009.
172. FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação e crise no capitalismo Real. São Paulo: Cortez, 1995. 6
173. Fundamentos de Informática: Álgebra Linear para Computação, Isabel Cristina De Oliveira
6
N. Espinosa
174. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação, Judith L. Gersting 6

175. GADOTTI, M. Romão, J. E. (orgs.) Educação de jovens e adultos: teoria, pratica e


6
propostas. São Paulo: Cortez e Ano: 2000.
176. GARDNER, H. Inteligência: um conceito reformulado. Ed. Objetiva. 6

177. GARDNER, H. Inteligências Múltiplas: a teoria na prática. Editora Artes Médicas, 1995. 6

178. GASPAR, Alberto. Física: volume único. São Paulo: Ática, 2009. 6

179. GASPARELLO, Arlete Medeiros. Construtores de identidades: a pedagogia da nação nos


6
livros didáticos da escola secundária brasileira. São Paulo: Iglu, 2004
180. GIDDENS, Anthony. As conseqüências da Modernidade. Tradução de Raul Fiker – São
6
Paulo: Editora UNESP, 1991.
181. Globalização, pós-modernidade e educação. Autor: José Claudinei Lombardi 6

117
182. GOHN, Maria da Glória. Teorias dos Movimentos Sociais. Ed. Loyola; 6

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365. SCHILDT, Herbert. C Completo e Total. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 6

366. SCHILDT, Herbert. C completo e total. São Paulo: Makron Books, 1997. 6
367. SCHIMITMAN, D . Os novos paradigmas, cultura e subjetividade. Porto Alegre: Art Méd,
6
1996.
368. SCHMITZ, Eber; Teles, Antônio. Pascal e Técnicas de Programação. Livros Técnicos e
6
Científicos Editora.1986.
369. SCHON, D.; Formar professores como profissionais reflexivos. In: Nóvoa, A. (coord). Os
6
professores e sua formação.Lisboa: Dom Quixote, 1992.
370. SCHUMACHER, CRISTINA / COSTA, FRANCISCO ARAUJO DA / UCICH, REBECCA
6
DISAL. Ingles Na Tecnologia Da Informação. EDITORA
371. SEDRA SMITH. Microeletônica. 5ª ed. Prentice Hall 6

372. Segredos e silêncios na educação dos surdos - Paula Botelho - (Autêntica, 128 pág.). 6

373. Ser ou estar, eis a questão. Explicando o déficit intelectual. Maria Teresa Eglér Mantoan, 2
6
Edição - (WVA, 176 pág.).
374. Sérgio Luiz Tonsig. Engenharia de Software - Análise e Projeto de Sistemas Ciência
6
Moderna
375. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 22. ed.rev.ampl. São Paulo: Cortez,
6
2002.
376. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 22 ed. São Paulo:
6
Cortez, 2002.
377. Sexualidade e Deficiência: Rompendo o Silêncio - Ana Rita de Paula, Mina Regen e Maria
6
da Penha Lopes
378. SHALLOWAY, Allan, TROTT, James R., Explicando Padrões de Projeto: Uma Nova
6
Perspectiva em Projeto Orientado a Objeto, Bookman, 2004.
379. SHIMIZU, Tamio. Processamento de Dados. Atlas. São Paulo. 6
380. SHNEIDERMAN, B. – Designing the user interface: Strategeis for Effective Human
6
Computer Interaction – Addison Wesley – 1987.
381. SHREINER, D. et al. OpenGL Programming Guide. 6ª ed. Ed. Addison Wesley. 2007 6

126
382. SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter; GAGNE, Greg. Fundamentos de sistemas
6
operacionais. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
383. SILVA, João Antenor de C., GARRIDO, Maria Lina, BARRETO, Tânia Pedrosa. Inglês
Instrumental: Leitura e Compreensão de Textos. Salvador: Centro Editorial e Didático, 6
UFBA. 1994.
384. SILVA, João Antenor de C., GARRIDO, Maria Lina, BARRETO, Tânia Pedrosa. Inglês
Instrumental: Leitura e Compreensão de Textos. Salvador: Centro Editorial e Didático, 6
UFBA. 1994.
385. SILVA, M. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2000. 6

386. SILVA, Osmar J...XML; aplicações práticas. São Paulo: Érica, 2001. 6
387. Silva, Tomaz Tadeu . Alienígenas na sala de aula: uma introdução aos estudos culturais em
6
educação. Petrópolis: Vozes, 1995.
388. SILVA, Tomaz Tadeu da,; HALL, Stuart,; WOODWARD, Kathryn. Identidade e diferença:
a perspectiva dos estudos culturais . 2. ed Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2003. 133p. 6
(Educação pós crítica ) ISBN 8532624138 (broch.)
389. SOARES Maria Aparecida Leite A educação do surdo no Brasil. Autor: 6

390. SOARES, José. Dicionário Etimológico e Circunstanciado de Biologia. Ed. Scipione. 6

391. SOBRAL, Adail. A Internet na Escola - O que e Como Se Faz. Sobral, LOYOLA 6

392. Sobre o construtivismo. Autor: Newton Duarte 6

393. Sociologia para Educadores - vol. 1, 4 edição, Leandro Konder 6

394. SOMMERVILE, Ian. Engenharia de Software. Tradução: Selma Melnikoff et al. 8ª edição;
6
São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2007
395. SOUZA, Adriana Grade Fiori et al.Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem instrumental.
6
São Paulo: Disal. 2005
396. SOUZA, Adriana Grade Fiori et al.Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem instrumental.
6
São Paulo: Disal. 2005
397. SOUZA, Dinah Martins de. Psicologia da aprendizagem. Petrópolis, Vozes. 6

398. SOUZA, Eda Castro Lucas de; GUIMARÃES, Tomás de Aquino (Org.). Empreendedorismo
6
além do plano de negócio. São Paulo: Atlas, 2006.
399. SOUZA, Marco Antonio Furlan de et al. Algoritmos e Lógica de Programação. São Paulo:
6
Thompson Learning, 2006.
400. SOUZA, Marco Antonio Furlan de et al. Algoritmos e Lógica de Programação. São Paulo:
6
Ed. Thompson Learning, 2006.
401. STALLINGS, W. Arquitetura e organização de computadores: projeto para o desempenho. 5.
6
ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 2002.
402. Steinbruch, Alfredo e Winterle, Paulo. Introdução a Álgebra Linear. Makron Books, 1990. 6
403. TABENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 6

127
404. TAHAN, Malba. O homem que calculava. 73. ed. Rio de Janeiro: Record, 2008. 6

405. TAJRA, Sanmya Feitosa – Informática na Educação – Ed. Érica, 5a Ed., SP, 2004. 6
406. TANENBAUM, Andrew S. Organização estruturada de computadores. 5. ed. Rio de Janeiro:
6
Prentice Hall, 2006.
407. TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais Modernos. São Paulo: Pearson Brasil,
6
2003.
408. Tânia Regina Tronco. Redes de Nova Geração - A Arquitetura de Convergência do IP,
6
Telefonia e Redes Ópticas. ISBN: 85-3650-1383
409. TAYLOR, Frederick W.. Princípios de administração científica. 3. ed. São Paulo: Atlas,
6
2006.
410. Técnica espaço tempo: Globalização e meio-técnico científico informacional. Milton Santos.
6
HUCITEC.
411. TELES, V.M. Extreme Programming. São Paulo:Novatec Editora, 2004 6

412. THOMAS H. CORMEN et al. Algoritmos: Teoria e Prática. Campus, 2002 6

413. TREMBLAY, Jean-Paul; Bunt, Richard B. Ciência dos Computadores – Uma Abordagem
6
Algorítmica. McGraw Hill. 1983.
414. Ubirajara Carnevale. Tecnologia Educacional e Aprendizagem: O Uso dos Recursos
6
Digitais.. ISBN: 978859862764-9. LivroPronto,2007.
415. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica. Autor: João Luiz Gasparin 6

416. Valente, Carlos B.; Neto, Joao Augusto Mattar. Second Life e Web 2.0 Na Educação /
6
NOVATEC
417. VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos com o MSProject 98. Rio de Janeiro:
6
Brasport, 1998.
418. VASCONCELLOS, C. Dos S. Avaliação da aprendizagem: práticas de mudança. Por uma
6
práxis libertadora. Ed. Libertad
419. VASCONCELLOS. C. S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e Projeto Político
6
Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2002.
420. VATTIMO, Gianni. O Fim da Modernidade. Martins Fontes. São Paulo, 1996. 6

421. VELOSO, P., SANTOS, C.; AZEREDO, P., FURTADO, ª Estruturas de Dados. . Rio de
6
Janeiro: Campus, 1986.
422. VERRI, Lewton Burity. A informática na administração da qualidade. São Paulo: Nobel,
6
1999
423. VESENTINI, José William. Geografia: geografia geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 2009. 6

424. VIEIRA, Liszt. Cidadania e Globalização. Ed. Record. 6

425. Vigotski e o aprender a aprender. Autor: Newton Duarte 6

426. Visão & Revisão Conceito e Pré-Conceito - Ricardo Ferraz (Tiragem Independente, 58 pág.). 6

128
427. WARZEE Giordano (D)Eficiência e Trabalho: Analisando Suas Representações Blanche 6

428. WATKINS, Michael; PORTER, Timothy. Gramática da língua inglesa. São Paulo: Ática,
6
2006.
429. WAZLAWICK, R.S. Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos. 1ª
6
Edição. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus. 2004
430. WIRTH, Niklaus. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: LTC, 1989. 6

431. ZABALA, A. A prática educativa. Como ensinar. Porto Alegre, Artmed, 1998. 6

432. ZELENOVSKY, R. & MENDONÇA, A. PC - Um Guia Prático de Hardware e


6
Interfaceamento. 3ª ed. Editora Ver Curiosidades. 2002
433. ZIVIANI, Nivio. Projeto de Algoritmos. Livraria Pioneira Editora 6

129
19. ANEXO III - DESCRIÇÃO DA ESTRUTURA LABORATORIAL
CONSTRUÍDA

LABORATÓRIOS DE “ALGORITMOS E LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO” E


“DESENVOLVIMENTO WEB E BANCO DE DADOS”

Foram construídos dois laboratórios de 62 m2 cada, com capacidade para, pelo menos, 30
computadores cada, permitindo assim, que o aluno possa desempenhar suas atividades acadêmicas
referentes às disciplinas de Algoritmos, Linguagens de Programação, Sistemas Operacionais,
Linguagens Orientada a Objetos, Desenvolviento WEB, Banco de Dados e Redes de Computadores,
além de atividade pedagógica extraclasse, como pesquisa, de forma individual. Cada laboratório
técnico possui oito bancadas mais uma exclusiva para o professor, cadeiras, uma impressora,
projetor fixo, lousa branca, servidor de rede e banco de dados, internet, rede wireless, sistema de
iluminação controlada. Espera-se, com a implantação desses laboratórios, um melhor
aproveitamento da carga horária das disciplinas, evitando-se assim a divisão das turmas nas
atividades praticas. Além disso, esses laboratórios podem ser compartilhados com outros cursos do
instituto, caso haja necessidade. A Figura 3 ilustra o layout proposto para os dois laboratórios. E o
orçamento para a implantação dos labaratórios pode ser vistos na Tabela 3.

Figura 3: Layout Proposto para os Laboratórios de Programação.

130
Tabela 3: Orçamento Previsto para Construção dos Laboratórios Técnicos

Laboratórios de Algoritmo e Linguagem de Programação


ITEM ESPECIFICAÇÃO QUANT PREÇO TOTAL
1 MÃO DE OBRA R$ 33.500,00
1.1 Elétrica (Reforma) 1 R$ 2.500,00 R$ 2.500,00
1.2 Civil (Reforma) 1 R$ 2.000,00 R$ 2.000,00
1.3 Marcenaria (Bancadas) 40 R$ 500,00 R$ 20.000,00
1.4 Lógica (Reforma) 1 R$ 3.000,00 R$ 3.000,00
1.5 Pintor (Reforma) 1 R$ 3.000,00 R$ 3.000,00
1.6 Iluminação (Reforma) 1 R$ 3.000,00 R$ 3.000,00
2 MOBILIARIO R$ 10.950,00
2.2 Cadeira Aluno 40 R$ 150,00 R$ 6.000,00
2.3 Lousa Branca 1 R$ 2.500,00 R$ 2.500,00
2.5 Tela de Projeção 1 R$ 1.000,00 R$ 1.000,00
2.6 Mesa Professor 1 R$ 1.000,00 R$ 1.000,00
2.7 Cadeira Professor 1 R$ 450,00 R$ 450,00
3 EQUIPAMENTOS R$ 89.750,00
3.1 Computador Quade Core, 4GB Ram, 320 HD, Gravador DVD 41 R$ 1.500,00 R$ 61.500,00
3.2 Monitores 19 Polegadas LCD 41 R$ 400,00 R$ 16.400,00
3.3 Projetor 2500 Lumes 1 R$ 3.000,00 R$ 3.000,00
3.4 Estabilizadores 41 R$ 50,00 R$ 2.050,00
3.5 Servidores para Objetos Educacionais e Práticas Pedagógicas 1 R$ 5.000,00 R$ 5.000,00
3.6 Acess Point Wireless 1 R$ 300,00 R$ 300,00
3.7 Impressora Laser 1 R$ 1.000,00 R$ 1.000,00
3.8 Suporte Projetor (1 para cada 5 alunos + Professor) 1 R$ 500,00 R$ 500,00
4 SOFTWARE R$ 900,00
4.1 Windows Serven 1 R$ 600,00 R$ 600,00
4.2 Office 2008 1 R$ 300,00 R$ 300,00
5 ELÉTRICO R$ 2.323,00
5.1 Tomada elétrica de computador 2P+T sobrepôr 41 R$ 10,00 R$ 410,00
5.2 Rolo de fita isolante 20mm 6 R$ 5,00 R$ 30,00
5.3 Peças de canaletas largura 80X50 30 R$ 22,56 R$ 676,80
5.4 Peças de canaletas 2,5 mm X 2,5mm 100 R$ 3,05 R$ 305,00
5.5 Parafusos com bucha S6 300 R$ 0,38 R$ 115,20
5.6 Brocas S6 3 R$ 10,00 R$ 30,00
5.7 Brocas de Madeira p/ parafuso peq. 5 R$ 10,00 R$ 50,00
5.8 Parafusos com bucha S8 com cerca de 8cm comprimento 100 R$ 4,81 R$ 481,00
5.9 Fio 1,5 mm 600 R$ 0,25 R$ 150,00
5.10 Fio 2,5 mm 300 R$ 0,25 R$ 75,00
5.11 Fio 2,5 mm 300 R$ 0,25 R$ 75,00
5.12 Fio 2,5 mm 300 R$ 0,25 R$ 75,00
5.13 Fio 2,5 mm 300 R$ 0,25 R$ 75,00
6 LÓGICO R$ 3.322,86
6.1 Cabeação Par Trançdo Categoria 5E 2500 R$ 0,60 R$ 1.500,00
6.2 Path Pannel 24 Portas 5E 2 R$ 300,00 R$ 600,00
6.3 Wall Plate Simple com 1 conector RJ-45 Fêmea 2 R$ 22,00 R$ 44,00
6.4 Rack Fechado, 8 U 1 R$ 500,00 R$ 500,00
6.5 Regua Metálica para Rack, 1U, 8 Tomadas 1 R$ 90,00 R$ 90,00
6.6 Organizador de cabo 1U 2 R$ 80,00 R$ 160,00
6.7 Abraçadeira 20 cm 100 R$ 0,07 R$ 7,00
6.8 Extensor USB 1,5m 26 R$ 5,00 R$ 130,00
6.9 Porca Gaiola com Parafuso 16 R$ 1,00 R$ 16,00
6.10 Adapter Cable 2,5 m 26 R$ 6,31 R$ 164,06
6.11 Patch Cable 1,5 m 26 R$ 4,30 R$ 111,80
7 EQUIPAMENTOS DE REDE R$ 2.000,00
7.1 Switch 24 portas 10/100/1000 2 R$ 1.000,00 R$ 2.000,00
TOTAL R$ 142.745,86

131
LABORATÓRIOS DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E EAD

Existe um laboratório de, aproximadamente, 54 m2 com capacidade para 25 (vinte e cinco)


computadores, 24 (vinte e quatro) alunos e um professor. O objetivo desse laboratório é a prática de
atividades pedagógicas que requeram fortes bases tecnológicas. Para isso, esse laboratório vai ser
equipado com instrumentos de hardware e software que permitam o professor e os alunos
desenvolver práticas de ensino que envolva a tecnologia como suporte. Além disso, esse laboratório
será utilizado intensivamente no suporte às disciplinas EAD que venham a ser implantados no curso
de Licenciatura em Computação e futuramente em cursos virtuais ofereciados pelo Campus Porto
Seguro. Disciplinas da matriz curricular como Informática Aplicada a Educação I, Metodologia e
Prática do Ensino da Computação II, Educação Inclusiva I, Multimídia e Hipermídia, Software
Educacional, Ambiente Virtual de Aprendizagem serão fortementes beneficiadas por esse ambiente,
além das disciplinas dos demais cursos de licenciatura do Campus Porto Seguro, como Química e
intercultural Indígena.

O projeto do laboratório prevê, como ilustrado na Figura 2, 6 (seis) bancadas para os alunos
e mais uma exclusiva para o professor, cadeiras, uma impressora multifuncional, projetor fixo,
lousa branca, lousa digital, servidor para práticas educativas, internet, scanner, tablet, filmadora,
webconferencia, videoconferência, rede wireless, sistema de iluminação controlada, sonorização,
TV fechada e aberta (incluído a TV Escola), sistema de vigilância.

Espera-se, com a implantação do laboratório, que os alunos do curso de Licenciatura em


Computação sejam fortemente capacitados em tecnologias que permitas o desempenho das futuras
atividades de docência. Este laboratório está sendo proposto também pelo curso de Licenciatura em
Química. A ideia é que os recursos necessários para a sua implantação sejam divididos por todos os
cursos de Licenciatura que funcionaram no Campus Porto Seguro.

A Figura 4 ilustra o layout, inicialmente, proposto para o laboratório. E o orçamento para a


implantação do labaratório pode ser vistos na Tabela 4.

132
Figura 4: Laboratório de Práticas Pedagógicas e EAD

133
Tabela 4: Orçamento Previsto para Construção do Laboratório de Práticas Pedegógicas

Laboratório de Práticas Pedagógicas e EAD


ITEM ESPECIFICAÇÃO QUANT PREÇO TOTAL
1 MÃO DE OBRA R$ 38.000,00
1.1 Elétrica (Reforma) 1 R$ 2.500,00 R$ 2.500,00
1.2 Civil (Reforma) 1 R$ 2.000,00 R$ 2.000,00
1.3 Marcenaria (Bancadas) 25 R$ 500,00 R$ 12.500,00
1.4 Lógica (Reforma) 1 R$ 3.000,00 R$ 3.000,00
1.5 Pintor (Reforma) 1 R$ 3.000,00 R$ 3.000,00
1.6 Iluminação (Reforma) 1 R$ 5.000,00 R$ 5.000,00
1.7 Acústica 1 R$ 10.000,00 R$ 10.000,00
2 MOBILIARIO R$ 8.700,00
2.2 Cadeira Aluno 25 R$ 150,00 R$ 3.750,00
2.3 Lousa Branca 1 R$ 2.500,00 R$ 2.500,00
2.5 Tela de Projeção 1 R$ 1.000,00 R$ 1.000,00
2.6 Mesa Professor 1 R$ 1.000,00 R$ 1.000,00
2.7 Cadeira Professor 1 R$ 450,00 R$ 450,00
3 EQUIPAMENTOS R$ 137.100,00
3.1 Computador Quade Core, 4GB Ram, 320 HD, Gravador DVD 25 R$ 1.500,00 R$ 37.500,00
3.2 Monitores 22 Polegadas LCD 25 R$ 600,00 R$ 15.000,00
3.3 Projetor 2500 Lumes 1 R$ 3.000,00 R$ 3.000,00
3.4 WebCam 25 R$ 150,00 R$ 3.750,00
3.5 Estabilizadores 25 R$ 50,00 R$ 1.250,00
3.6 Servidores para Objetos Educacionais e Práticas Pedagógicas 2 R$ 10.000,00 R$ 20.000,00
3.7 Acess Point Wireless 1 R$ 300,00 R$ 300,00
3.8 Lousa Digital 1 R$ 5.000,00 R$ 5.000,00
3.9 Scanner de Mesa (1 para cada 5 alunos + Professor) 6 R$ 300,00 R$ 1.800,00
3.10 Impressora Laser 1 R$ 2.500,00 R$ 2.500,00
3.11 Fone de Ouvido com Microfone Externo 25 R$ 60,00 R$ 1.500,00
3.12 Filmadora Full HD (1 para cada 5 alunos + Professor) 6 R$ 3.000,00 R$ 18.000,00
3.13 Tripé 6 R$ 300,00 R$ 1.800,00
3.14 Tablet (1 para cada 5 alunos + Professor) 6 R$ 600,00 R$ 3.600,00
3.15 Equipamentos de Video Conferencia IP Polycom 1 R$ 15.000,00 R$ 15.000,00
3.16 Suporte Projetor 1 R$ 500,00 R$ 500,00
3.17 TV LCD 52 1 R$ 6.000,00 R$ 6.000,00
3.18 Receptor Canal Fechado 1 R$ 600,00 R$ 600,00
4 SOFTWARE R$ 8.720,00
4.1 Windows Serven 1 R$ 600,00 R$ 600,00
4.2 Office 2008 1 R$ 300,00 R$ 300,00
4.3 Cantasia Studio 1 R$ 200,00 R$ 200,00
4.4 Photoshop 1 R$ 2.000,00 R$ 2.000,00
4.5 Corel Draw 1 R$ 350,00 R$ 350,00
4.6 Adobe Acrobat 1 R$ 1.270,00 R$ 1.270,00
4.7 Moodle 1 R$ 0,00 R$ 0,00
4.8 OCR 1 R$ 500,00 R$ 500,00
4.9 Dreamweaver 1 R$ 1.100,00 R$ 1.100,00
4.10 Flash 1 R$ 1.900,00 R$ 1.900,00
4.11 Visio 1 R$ 500,00 R$ 500,00
5 ELÉTRICO R$ 2.388,00
5.1 Tomada elétrica de computador 2P+T sobrepôr 26 R$ 10,00 R$ 260,00
5.2 Rolo de fita isolante 20mm 4 R$ 5,00 R$ 20,00
5.3 Peças de canaletas largura 80X50 30 R$ 22,56 R$ 676,80
5.4 Peças de canaletas 2,5 mm X 2,5mm 100 R$ 3,05 R$ 305,00
5.5 Parafusos com bucha S6 300 R$ 0,38 R$ 115,20
5.6 Brocas S6 3 R$ 10,00 R$ 30,00
5.7 Brocas de Madeira p/ parafuso peq. 5 R$ 10,00 R$ 50,00
5.8 Parafusos com bucha S8 com cerca de 8cm comprimento 100 R$ 4,81 R$ 481,00
5.9 Fio 1,5 mm 600 R$ 0,25 R$ 150,00
5.10 Fio 2,5 mm 300 R$ 0,25 R$ 75,00
5.11 Fio 2,5 mm 300 R$ 0,25 R$ 75,00
5.12 Fio 2,5 mm 300 R$ 0,25 R$ 75,00
5.13 Fio 2,5 mm 300 R$ 0,25 R$ 75,00
6 LÓGICO R$ 2.722,86
6.1 Cabeação Par Trançdo Categoria 5E 1500 R$ 0,60 R$ 900,00
6.2 Path Pannel 24 Portas 5E 2 R$ 300,00 R$ 600,00
6.3 Wall Plate Simple com 1 conector RJ-45 Fêmea 2 R$ 22,00 R$ 44,00
6.4 Rack Fechado, 8 U 1 R$ 500,00 R$ 500,00
6.5 Regua Metálica para Rack, 1U, 8 Tomadas 1 R$ 90,00 R$ 90,00
6.6 Organizador de cabo 1U 2 R$ 80,00 R$ 160,00
6.7 Abraçadeira 20 cm 100 R$ 0,07 R$ 7,00
6.8 Extensor USB 1,5m 26 R$ 5,00 R$ 130,00
6.9 Porca Gaiola com Parafuso 16 R$ 1,00 R$ 16,00
6.10 Adapter Cable 2,5 m 26 R$ 6,31 R$ 164,06
6.11 Patch Cable 1,5 m 26 R$ 4,30 R$ 111,80
7 EQUIPAMENTOS DE REDE R$ 2.000,00
7.1 Switch 24 portas 10/100/1000 2 R$ 1.000,00 R$ 2.000,00
TOTAL R$ 199.630,86

134
LABORATÓRIOS DE REDES DE COMPUTADORES

Foi construído um laboratório de 60 m2, com capacidade para 25 (vinte e cinco)


computadores, com objetivo de permitir ao aluno desempenhar na prática suas atividades
acadêmicas referentes às disciplinas de Redes de Computadores I e Redes de Computadores II. O
laboratório será composto por bancadas para o aluno e para o professor, cadeiras, uma impressora
laser, projetor fixo, lousa branca, servidor de domínio e arquivos, internet, e todos os equipamentos
necessários para estruturação de rede wireless, atendendo as mais modernas exigências do mercado.
Com a implantação desse laboratório o aluno poderá aproveitar melhor a carga horária das
disciplinas, evitando dessa forma a necessidade de divisão das turmas nas atividades práticas
propostas pelo professor. Fica claro também, que esses laboratórios poderão ser utilizados sempre
que necessário, por outros cursos do instituto. Ver orçamento na Tabela 5.

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Tabela 5: Orçamento do Laboratório de Redes de Computadores

Laboratório de Rede de Computadores


ITEM ESPECIFICAÇÃO QUANT PREÇO TOTAL
1 REDE CABEADA UTP R$ 47.930,00
4.1 Maquina de fusão de fibra óptica com maleta de transporte 1 R$ 25.000,00 R$ 25.000,00
4.2 Rack Fechado Piso 19” 24U 570mm 1 R$ 1.500,00 R$ 1.500,00
4.3 Bandeja Deslizante 1U 400mm 19” 4 R$ 120,00 R$ 480,00
4.4 Régua 04 Tomadas com Disjuntor 19” 2 R$ 90,00 R$ 180,00
4.5 Guia Cabo horizontal 1U 19” 2 R$ 20,00 R$ 40,00
4.6 Guia Cabo 08U Vertical 2 R$ 80,00 R$ 160,00
4.7 Abraçadeira Nylon 20cm Link + (100 PÇ) 10 R$ 12,00 R$ 120,00
4.8 Patch Panel 24P RJ45 Cat5e 2 R$ 200,00 R$ 400,00
4.9 Cabo UTP 04 Pares Cat5e CMX (caixa com 305m) 5 R$ 300,00 R$ 1.500,00
4.10 Cabo UTP Cat6 04 Pares (Caixa com 305m) 5 R$ 599,00 R$ 2.995,00
4.11 Conectores Rj45 Cat5e 500 R$ 1,20 R$ 600,00
4.12 Conector RJ45 Cat6 500 R$ 2,40 R$ 1.200,00
4.13 Capas Emborrachadas p/ Conector RJ 45 100 R$ 0,35 R$ 35,00
4.14 Tomada RJ45 Cat6 60 R$ 25,00 R$ 1.500,00
4.15 Tomada RJ45 Cat5e 60 R$ 15,00 R$ 900,00
4.16 Espelho 2 Postos RJ45 2x4 20 R$ 3,00 R$ 60,00
4.17 Patch Cord Cat5e 1,5m 50 R$ 10,00 R$ 500,00
4.18 Patch Cord Cat6 1,5m 50 R$ 15,00 R$ 750,00
4.19 Alicate de Crimpagem Rj45 20 R$ 50,00 R$ 1.000,00
4.20 Decapador de Cabo UTP 20 R$ 20,00 R$ 400,00
4.21 Ferramenta Punch Down 1 par 20 R$ 40,00 R$ 800,00
4.22 Ferramenta Punch Down 5 pares 5 R$ 700,00 R$ 3.500,00
4.23 Switch gerenciável 10/100/1000 16 portas 2 R$ 1.000,00 R$ 2.000,00
4.24 Testador Cabos RJ11/45 20 R$ 40,00 R$ 800,00
4.25 Bateria 9V p/ Testador de Cabos 20 R$ 13,00 R$ 260,00
4.26 Placa de rede 10/100 chipset 3C90x 25 R$ 50,00 R$ 1.250,00
2 REDE CABEADA FIBRA R$ 3.700,00
5.1 Cordão Dupl. MM 62,5 SC/SC 2,5M 10 R$ 140,00 R$ 1.400,00
5.2 Cordão Dupl. MM 62,5 ST/ST 2,5M 10 R$ 140,00 R$ 1.400,00
5.3 Conversor de Mídia Multi-Modo SC 1000T/1000SX 2 R$ 450,00 R$ 900,00
3 REDE WIRELESS R$ 67.650,00
6.1 Roteador Wireless 802.11n Poe 1 R$ 900,00 R$ 900,00
6.2 Placa de redes Wireless 802.11n 20 R$ 280,00 R$ 5.600,00
6.3 Adaptador PoE 5 R$ 200,00 R$ 1.000,00
6.4 Radio Wireless 2,4 Ghz 2 R$ 400,00 R$ 800,00
6.5 Radio Wireless 5,8 Ghz 2 R$ 500,00 R$ 1.000,00
6.6 Bullet 2,4Ghz 2 R$ 400,00 R$ 800,00
6.7 Bullet 5,8Ghz 2 R$ 500,00 R$ 1.000,00
6.8 Radio|com tecnologia AirMax 5,8ghz 2 R$ 1.000,00 R$ 2.000,00
6.9 Pig Tail 10 R$ 15,00 R$ 150,00
6.10 Mini Wex Station 2.4 GHz 12 dBi 2 R$ 600,00 R$ 1.200,00
6.11 Painel Setorial 60° 12 dBi 2 R$ 200,00 R$ 400,00
6.12 Miniparabólica 40 cm 5.8 GHz 25 dBi 2 R$ 200,00 R$ 400,00
6.13 Access Point e Roteador sem Fio 2.4 GHz 2 R$ 200,00 R$ 400,00
6.14 Access Point/Roteador/ATA 802.11a/g 4 R$ 250,00 R$ 1.000,00
6.15 Router Board 2 R$ 500,00 R$ 1.000,00
6.16 Air Check Wi-Fi Tester 1 R$ 25.000,00 R$ 25.000,00
6.17 Certificador de Redes 1 R$ 25.000,00 R$ 25.000,00
TOTAL R$ 119.280,00

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