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Fic ha do prof essor Domínio - Mecânica

AL 1.3. MOVIMENTO UNIFORMEMENTE RETARDADO:


VELOCIDADE E DESLOCAMENTO
Autora: Fernanda Neri TI-Nspire

Palavras-chave:
Velocidade; Deslocamento; Força de atrito; 2ª Lei de Newton; Leis do movimento.

Ficheiros associados:
Movimento uniformemente retardado_atividade_aluno; Movimento uniformemente retardado_atividade_professor; Movi-
mento uniformemente retardado.tns

1. Objetivo Geral
Relacionar a velocidade e o deslocamento num movimento uniformemente retardado e determinar a aceleração e a resul-
tante das forças de atrito.

2. Metas Específicas
1. Justificar que o movimento do bloco que desliza sobre um plano horizontal, acabando por parar, é uniformemente retar-
dado.

2. Obter a expressão que relaciona o quadrado da velocidade e o deslocamento de um corpo com movimento uniforme-
mente variado a partir das equações da posição e da velocidade em função do tempo.

3. Concluir que num movimento uniformemente retardado, em que o corpo acaba por parar, o quadrado da velocidade é
diretamente proporcional ao deslocamento, e interpretar o significado da constante de proporcionalidade.

4. Medir massas, comprimentos, tempos, distâncias e velocidades.

5. Construir o gráfico do quadrado da velocidade em função do deslocamento, determinar a equação da reta de regressão
e calcular a aceleração do movimento.

6. Determinar a resultante das forças de atrito que atuam sobre o bloco a partir da Segunda Lei de Newton.

3. Comentarios
A determinação do valor da velocidade à saída da rampa efectua-se à custa da largura do obstáculo e o tempo que demo-
ra a atravessar a célula.
Sugere-se a realização de vários ensaios, abandonando o bloco de alturas diferentes obtendo-se pares de valores de des-
locamento e velocidades até à imobilização .
O documento movimento uniformemente retardado.tns serve para o professor
avaliar os conhecimentos adquiridos pelo aluno a partir de resultados experi-
mentais obtidos anteriormente.

4. Material
 Unidade portátil TI-Nspire-CX
 Lab Cradle

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Fic ha do prof essor Domínio - Mecanica

Célula fotoeléctrica (Photogate) com suporte


Bloco com tira opaca e estreita colada na parte superior

Balança
Fita métrica

Suporte universal com garra e noz


Suporte para célula

5. Procedimento
Coloque a unidade portátil no Lab Cradle
Ligue a célula a um dos canais digitais do Lab Cradle.
Abra a aplicação Vernier DataQuest
Este sensor normalmente não é reconhecido de imediato. Então deve proceder do
seguinte modo:
b  1: Experiência A: Configuração avançada  3: Configurar sensor 
Selecionar o canal onde tem o sensor ligado.
Procure o sensor Photogate.
Como por defeito aparece selecionada a aplicação Picket Fence terá de escolher o
que lhe interessa e para esta experiência é, “Porta e pulsação”

b  1: Experiência 8: Configuração de Recolha Porta e pulsação

Marque a largura do obstáculo que vai atravessar a célula e indique que termine a
recolha em paragem. Aqui o nº de eventos não tem importância.

Para iniciar pressione a seta verde . Largue o móvel e os valores de tempo e


velocidade surgem de imediato.

Para cada lançamento meça as distâncias desde a célula até onde o móvel ficou
imobilizado.

Numa nova página /~ 4:Adicionar Listas e Folha de Cálculo introduza os


valores das velocidades e das respetivas distâncias de travagem.

6. Resultados
Nesta experiência a coluna Tempo regista o intervalo de tempo desde o início do
ensaio até cada lançamento, por isso não devemos considerar esses valores de tem-
po .

A coluna Estado mostra apenas se a célula está bloqueada ou desbloqueada.

A coluna B2B é que nos indica o intervalo de tempo que a célula esteve bloqueada (o
intervalo de tempo que o obstáculo demorou a passar a célula).

Como indicou a largura do obstáculo o valor da velocidade é automaticamente calcu-


lado.

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7.Tratamento de resultados
Copie os valores das velocidades para a tabela já construída.

Numa outra coluna introduza o quadrado da velocidade.

Numa terceira coluna registe os valores dos deslocamentos para cada velo-
cidade de saída da célula.

Trace um gráfico do quadrado da velocidade em função do deslocamento

/~ 5:Adicionar Dados e Estatística

Determine a equação da reta de regressão e calcule a aceleração do movi-


mento.

Determine a resultante das forças de atrito que atuam sobre o bloco a par-
tir da Segunda Lei de Newton

8.Conclusao
Quando um corpo se desloca num plano horizontal apenas sujeito a forças de atrito a resultante das forças que
nele atua é F a

Fa
P ᵪ

Fa
Pela segunda lei de Newton FR  Fa  a 
m

Num corpo animado de movimento uniformemente variado, o quadrado da velocidade relaciona-se com o des-
locamento pela expressão: v 2  v02  2ax

Pelo gráfico do quadrado da velocidade em função do deslocamento deduzimos que o declive é 2 x aceleração,
permitindo-nos determinar o valor da aceleração.

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AL 1.3. MOVIMENTO UNIFORMEMENTE RETARDADO:


VELOCIDADE E DESLOCAMENTO

Autora: Fernanda Neri TI-Nspire

Objetivo Gerâl
Relacionar a velocidade e o deslocamento num movimento uniformemente retardado e determinar a aceleração e a resultante
das forças de atrito.

1. Metâs Específicâs
1. Justificar que o movimento do bloco que desliza sobre um plano horizontal, acabando por parar, é uniformemente retar-
dado.
2. Obter a expressão que relaciona o quadrado da velocidade e o deslocamento de um corpo com movimento uniformemen-
te variado a partir das equações da posição e da velocidade em função do tempo.
3. Concluir que num movimento uniformemente retardado, em que o corpo acaba por parar, o quadrado da velocidade é
diretamente proporcional ao deslocamento, e interpretar o significado da constante de proporcionalidade.
4. Medir massas, comprimentos, tempos, distâncias e velocidades.
5. Construir o gráfico do quadrado da velocidade em função do deslocamento, determinar a equação da reta de regressão e
calcular a aceleração do movimento.
6. Determinar a resultante das forças de atrito que atuam sobre o bloco a partir da Segunda Lei de Newton.

2. Introduçâo Teoricâ
Durante um movimento de um corpo sobre uma superfície podem ocorrem transferências de energia entre o corpo e a su-
perfície. Se houver transferência de energia haverá uma variação da energia mecânica do sistema.

A diminuição da energia mecânica de um sistema é devida à existência de forças dissipativas a atuar sobre o sistema. A força
de atrito é um exemplo de uma força dissipativa. Estas forças dependem dos materiais em contacto.

Um objeto que desliza num plano horizontal com atrito terá uma força que se opõe ao movimento e sendo esta força cons-
tante, o movimento será uniformemente retardado.
N
Fa
Pela segunda lei de Newton F R  F a  a 
m Fa
As expressões que traduzem o movimento uniformemente variado de um corpo no plano horizontal são: P ᵪ
1
- Lei do movimento uniformemente variado x  x 0  v 0 t  at 2 (SI)
2
- Lei das velocidades v  v0  at

3.Preve
Traça um diagrama das forças que atuam no bloco quando este desliza sobre a rampa.

Traça um diagrama das forças que atuam no bloco quando este desliza sobre o plano horizontal.

A partir da lei do movimento e da lei da velocidade deduz a expressão que relaciona o quadrado da velocidade e o desloca-
mento de um corpo com movimento uniformemente variado.

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4. Mâteriâl
Unidade portátil TI-Nspire-CX

Lab Cradle célula

Célula fotoeléctrica (Photogate)

Bloco

Balança

Fita métrica

Suporte universal com garra e noz

Suporte para célula

5. Procedimento
Coloca a unidade portátil no Lab Cradle

Liga a célula a um dos canais digitais do Lab Cradle.

Abre a aplicação Vernier DataQuest

Este sensor normalmente não é reconhecido de imediato. Então deves proceder do


seguinte modo:

b  1: Experiência A: Configuração avançada  3: Configurar sensor  Sele-


cionar o canal onde tem o sensor ligado.

Procurar o sensor Photogate.

Como por defeito aparece selecionada a aplicação Picket Fence terás de escolher o
que te interessa e para esta experiência é ,“Porta e pulsação”

b  1: Experiência 8: Configuração de Recolha Porta e pulsação

Marca a largura do obstáculo que vai atravessar a célula e indica que termina a reco-
lha em paragem. Aqui o nº de eventos não tem importância.

Para iniciares pressiona a seta verde.

Larga o móvel e os valores de tempo e velocidade surgem de imediato.

Mede as distâncias desde a célula até onde o móvel ficou imobilizado.

Numa nova página /~ 4:Adicionar Listas e Folha de Cálculo introduz os valo-


res das velocidades e das respetivas distâncias de travagem.

6. Resultâdos
Nesta experiência a coluna Tempo regista o intervalo de tempo desde o inicio do en-
saio até cada lançamento, por isso esses valores de tempo não devemos considerar.

A coluna Estado mostra apenas se a célula está bloqueada ou desbloqueada.

A coluna B2B é que nos indica o intervalo de tempo que a célula esteve bloqueada (o
tempo que o obstáculo demorou a passar a célula.

Numa outra coluna aparecem os valores das velocidades.

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7.Trâtâmento de resultâdos
Copia os valores das velocidades para a tabela já construída.

Numa outra coluna introduz o quadrado da velocidade.

Numa terceira coluna regista os valores dos deslocamentos para cada velocidade de
saída da célula.

Traça um gráfico do quadrado da velocidade em função do deslocamento

/~ 5:Adicionar Dados e Estatística

Determina a equação da reta de regressão e calcula a aceleração do movimento.

Determina a resultante das forças de atrito que atuam sobre o bloco a partir da Segun-
da Lei de Newton

8.Reflete
1. Num movimento uniformemente retardado, em que o corpo acaba por parar, o quadrado da velocidade é diretamente
proporcional ao deslocamento. Qual o significado da constante de proporcionalidade?

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