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Diário de campo aula 8

Data: 23/11/2021
Coordenador: Isis Santos Ramiro
Secretário: Viviane Souza Oliveira
O professor iniciou a aula as 9:05 e iniciamos a nossa oitava aula de PEC 2, retomamos
as questões a serem discutidas as quais usaremos como questões norteadoras para
discutir sobre a atuação do fisioterapeuta na atenção básica. O professor tirou uma
dúvida do aluno Filipe Gabriel sobre envio de trabalhos em grupo e informando que
apenas um dos alunos do grupo enviasse o trabalho com o nome de todos os
participantes do grupo. Porém que todos avisassem quem enviou o trabalho e de que
grupo faz parte para assim ter controle sobre quem enviou e quem não enviou. A aluna
Piedade também tirou a dúvida sobre envio da atividade, se seria de fato necessário ou
se só precisava apresentar também, ele confirmou que seria feito ambos.
Prosseguimos a aula retomando a um ponto do segundo episódio da PECFLIX da aula
passada. O tópico retomado foi sobre a questão do apoio psicológico aos pacientes e
profissionais, tendo em vista que tanto os pacientes quanto os profissionais necessitam
de apoio para conseguir atingir seu trabalho de forma ideal, assim o aluno Filipe Gabriel
comentou. Piedade trouxe um artigo sobre o tema e mencionou que se talvez dona
tivesse sido melhor assistida muitas coisas poderiam ter sido evitado e que é papel das
equipes do NASF dá esse apoio e buscar saber dos problemas de forma mais
aprofundada e cuidadosa.
A aluna Isis trouxe como pauta as diretrizes presentes no NASF e sobre como está
presente a necessidade de um psicológico nessas equipes, até porque o cuidado para
com o paciente tem que ser corpo-mente então só cuidar do corpo não é o que deve ser
feito. Além de citar sobre a organização dessas equipes, sejam entre os profissionais,
seja com os prontuários.
Filipe Gabriel também complementou no chat sobre o modelo biopsicossocial da CIF
sobre ver além dos sintomas físicos, completando a fala d a Piedade sobre a atuação
multiprofissional das equipes.
O professor complementou e concordou com a importância dos pontos citado pelos
alunos.
Em seguida seguimos para as questões norteadoras. Começando pela atuação do
fisioterapeuta na atenção primária.
Começou a discussão com a aluna Mayara dando uma introdução sobre o assunto,
apontando sobre a importância da atuação do fisioterapeuta direto com a comunidade,
principalmente na criação de vinculo entre pacientes e profissionais para uma melhor
promoção de saúde. Além de falar sobre a formação do fisioterapeuta e em como os
alunos do campus Lagarto são preparados para trabalhar nos diversos níveis de atenção
em saúde.
Brenda seguiu falando sobre um artigo que fala sobre o papel do fisioterapeuta na
atenção básica e de como existe várias formas de atuação, e que vai além de
reabilitação.
Beatriz também trouxe um artigo sobre o tema, falando das diversas formas de atuação
do fisioterapeuta, e de como ele tem que estar capacitado nos diversos níveis de atenção
em saúde, além da possibilidade de participação em desenvolvimento de pesquisas,
programas, projetos, visando melhora na qualidade de vida e trabalho de trabalhadores.
Emilly trouxe muito sobre o vínculo entre paciente profissional e como o fisioterapeuta
atua muito além do caráter reabilitador. Justamente pelo histórico da fisioterapia que a
priori era de cunho apenas reabilitador quando foi se desenvolvendo como profissão. E
para falar sobre isso ela citou as DCN que aborda justamente esses pontos. Assim como
Maiara também concordou e complementou sobre essa mesclagem entre atuação
falando sobre um artigo que leu que citava além desse ponto, sobre o tratamento
continuado, como por exemplo a visita domiciliar e a abordagem familiar. Seguindo a
mesma linha de raciocínio o aluno Filipe falou sobre ver uma matéria que abordava a
importância do fisioterapeuta desde a infância ate os idosos na correção postural. Tendo
uma gama de possibilidades de atuação mesmo que na atenção básica. Porém citou
alguns problemas enfrentados pelos profissionais como a falta de recursos por exemplo.
O professor Guilherme contribuiu falando sobre a possibilidade do fisioterapeuta atuar
na vigilância em saúde.
Seguimos para o próximo ponto e a aluna Viviane iniciou falando sobre o Caderno de
Atenção Básica, visto que o NASF-AB organiza o seu processo de trabalho
conjuntamente com as equipes de ESF e/ou Equipes de Atenção Básica. E de acordo
com esta definição, percebemos que as equipes NASF-AB e ESF precisam trabalhar
juntas de forma integrada para alcançarem os objetivos propostos pela PNAB.
Além de falar mais precisamente sobre as equipes do NASF e sobre como possível
componente das equipes do NASF-AB, o fisioterapeuta precisa se inserir nesta
modalidade de serviço desempenhando práticas que sejam voltadas ao planejamento,
coordenação e supervisão dos serviços de promoção da saúde e prevenção de agravos,
não se limitando à abordagem reabilitacional. Só que, sua inserção na equipe apresenta
alguns obstáculos, principalmente aqueles derivados da procura de serviços
fisioterapêuticos de urgência5, o que deprecia o seu esforço em práticas de promoção a
saúde
A aluna Brenda mencionou também sobre essa participação da família no processo de
reabilitação e também na influência dos bons hábitos daqueles pacientes, assim
ajudando na melhora do paciente.
Letícia prosseguiu falando sobre o projeto de saúde no território que é feito pelos
fisioterapeuta, que tem como objetivo discutir as necessidades daquela região, discutir
metas que melhorem as condições de vida daquelas pessoas e também na diminuição da
vulnerabilidade daquela comunidade. Além de citar possíveis atuação do fisioterapeuta.
Isis prosseguiu falando sobre um artigo que falava sobre a atuação dos fisioterapeutas
na equipe da família, retomando sobre a gama de possibilidades de atuação tanto na
prevenção como na promoção da saúde da população promovendo uma melhor
qualidade da família. Além de falar da interdisciplinaridade entre os profissionais para a
melhor qualidade no atendimento.
O professor completou sobre a discussão do item b que não precisamos nos aprofundar
tanto sobre o ponto das equipes do NASF-AB pois iremos ver muito bem sobre no
terceiro ciclo. E que podíamos prosseguir para as apresentações dos trios.
Todos concordaram e seguimos para as apresentações na ordem pré organizado
O primeiro grupo composto por Layla, Filipe e Viviane falaram sobre a Lombalgia
O segundo grupo composto por Caio e Brenda falaram sobre dores intensas no ombro
direito que tem piorado, abordando assim uma história em aula e a classificando no
modelo da CIF.
Nesse meio tempo a monitora Dayane se juntou a turma.
O terceiro grupo composto por Leticia e Piedade falaram sobre fortes dores nas costas,
abordando o tema em uma história e a classificando na CIF
O professor interviu e propôs que os dois grupos que faltavam ficassem para a próxima
aula para não passarmos do horário proposto e também não fazermos as apresentações
de forma corrida e atropelada.
A monitora Dayane se apresentou aos alunos e disse estar disposta a ajudar no que
puder sobre assuntos da aula ou assuntos a parte. Além de lembrar os alunos sobre
responder o forms sobre o melhor horário e dia para monitoria.
A aula encerrou-se às 10:52

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