Você está na página 1de 21

Apresentação trabalho adm produção – 29/11/2021

Antes de iniciarmos com apresentação sobre a empresa escolhida, é importante retomar

algumas definições que o professor trouxe em aulas passadas e que foram fundamentais para

guiar nossa pesquisa.

O primeiro conceito é sobre estratégia. É um termo que deriva do grego stratos (exercito) e

agein (conduzir, guiar), ou seja, conduzir um exercito, guiar operações militares. Estava

relacionada com o papel dos comandantes militares na guerra, que planejavam e conduziam

forças para derrotar o inimigo que almejam uma finalidade. Com a sua aplicação em outros

domínios, principalmente no empresarial, esse conceito ampliou-se para o mundo dos

negócios, como ações planejadas e executadas que tem como objetivo o alcance de resultados

positivos para a empresa, garantindo assim seu posicionamento no mercado.

Nesse sentido Porter em seu livro estratégia competitiva: técnicas para analise de industrias e

da concorrência define estratégia em criar >>>, ou seja, a estratégia permite que a empresa

estabeleça sua posição dentro do mercado e perante seus concorrentes através de vantagens

competitivas. Essas vantagens, conforme o autor, ocorrem quando uma empresa consegue

criar uma competência ou valor superior para seus clientes e de difícil imitação por parte de

seus concorrentes, o diferencial.

Em suma, a estratégia de uma empresa se identifica com a sua própria razão da existência; são

os valores que representam a filosofia da empresa, definem seus objetivos, transformam os

mesmos em diretrizes e que direcionam e posicionam a empresa em seu ambiente, organizam

seus recursos a fim de alcançar resultados pré-determinados.

Slide 2

Atualmente, a característica mutável do ambiente competitivo permite definir a estratégia

como uma abordagem que integra as vantagens da empresa e os desafios do ambiente onde

está inserida, visando a alcançar os objetivos determinados.


Mas como as estratégias se formam?

Elas se formam a partir de uma necessidade de solucionar ou alcançar algo e sua formação

pode ser entendida a partir de três perspectivas:

• Formação da estratégia como um processo racional e formal: considera que a estratégia se

forma, seguindo etapas racionais e analíticas, com critérios focados na razão econômica. A

base é plano estratégico, que orienta gestores a avaliarem as forças, as fraquezas, as

oportunidades e ameaças. A escolha da estratégia é apoiada pelo sistema de valores da

empresa.

• Formação da estratégia como um processo negociado: as estratégias surgem do processo de

negociação os objetivos da organização e dos grupos sociais internos. O plano estratégico

auxilia o processo de tomada de decisão, que é negociado entre empresa e funcionários, ja que

existem conflitos entre interesses organizacionais e individuais e a ideia é eliminar as ameaças

e aproveitar as oportunidades. A escolha da estratégia é determinada pelos valores internos e

externos.

• Formação da estratégia como um processo em construção: permanente, mutável contruido

ao longo do tempo por meio da aprendizagem, pelas capacidades internas da organização e

pela forma de articular ambas.

Para finalizar essa parte é interessante essas perspectivas apresentadas por que permite as

empresas a entender o mercado e a formar suas estratégias com base no diferencial, no menor

custo, na negociação e aprendizagem.


QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA PRÁTICA DO ASSÉDIO MORAL? COMO

RESPONSABILIZAR O QUE COMETE ESTE ATO? JUSTIFIQUE. FUNDAMENTE EM 7

LINHAS.

Assédio moral ocorre quando há constrangimento sistemático e repetitivo do

funcionário na empresa, seja para desmoralizá-lo, desestabilizá-lo ou a levar ao pedido de

demissão. Os funcionários passam a se preocupar menos com a produção e os abusos podem

levar a doenças emocionais e psicológicas, como estresses, depressão e a fatalidades. Nesse

sentido, o artigo 483, da CLT considera que o empregado poderá considerar rescindido o

contrato e pleitear a devida indenização quando: a) forem exigidos serviços superiores às suas

forças, defesos por lei, contrários aos bons costumes, ou alheios ao contrato. Assim, a

empresa pode ser condenada a pagamento de indenização por assédio moral, com o intuito de

inibir comportamentos como este.


Slide 1

Boa noite a todos

Hoje iniciamos o seminário da disciplina de gestão do conhecimento com a

apresentação do livro Gestão do conhecimento dos autores Takeuchi e Nonaka de 1997, sendo

o nosso foco o capitulo 1, que trata da Criação e dialética do conhecimento. A equipe é

formada pelos integrantes...

Slide 2

É importante destacar que esses dois autores são acadêmicos japoneses que

desenvolveram um modelo explicativo sobre a forma como o conhecimento é criado e

disseminado dentro das organizações, perpassando por todos os processos, rotinas e a cultura

das mesmas e que será explicado no decorrer das apresentações. Assim, pra começo de

conversa é sempre bom saber quem são os autores e suas contribuições para a gestão do

conhecimento organizacional.

Slide 3

nós iremos discutir hoje do que se trata a gestão do conhecimento nas organizações, ou

melhor dizendo, o que seria essa criação e dialética do conhecimento? qual a importância para

gestão organizacional? E como esse conhecimento pode ser gerado, acumulado, disseminado?

A gestão do conhecimento trata de trabalhar o conhecimento dentro das organizações.

Já se deparam /conheceram uma situação em que existia um funcionário que sabia de tudo, ele

que realizava as atividades principais da empresa. Quando essa pessoa falta ou tira férias o

que acontece? Caos, ninguém sabe o que fazer, como fazer. É um exemplo clássico de não ter

gestão do conhecimento dentro da organização. No final iremos ver um vídeo sobre esse

exemplo e como é possível solucionar situações como estas.

Bom, a gestão do conhecimento passa a ser peça fundamental no desenvolvimento

organizacional, uma vez que trabalha técnicas que abrangem conceitos distintos, dimensões
paradoxais, principalmente em tempos como este que vivemos de muita informação,

tecnologia, complexo. As empresas como os atores relatam As empresas bem-sucedidas não

estão apenas enfrentando o paradoxo, mais tirando vantagem dele, ou seja, estão se tornando

empresas “dialéticas”, abraçando os opostos para alcançar o diferencial competitivo e uma

posição de destaque no mercado. É o que Rairon vai explanar a seguir.

CANON COMO EMPRESA DIALÉTICA – angela

Trago um trecho retirado do histórico da página oficial da canon, uma empresa de

câmeras fotográfica e que hoje abarca o mercado internacional com tecnologias de ultima

geração em impressoras e maquinas fotográficas.

fundação da CANON data de 1937, em Tokyo, Japão, por iniciativa do Dr. Takeshi

Mitarai e depois administrada pelo sobrinho.

A empresa foca em três pilares básicos: focado no trabalho em equipe, no lucro e

expansão global.

Assim a empresa se destaca como dialética por reconhecer que o paradoxo é um estilo

de vida na Canon, a medida que absorve preceitos norte-americanos de lucratividade acima de

tudo, mas sem abandonar os empregados, que são considerados como parte da família., ou

seja, defende uma política contrária às demissões e ao mesmo tempo, uma política de lucro.

E como a empresa trabalha o paradoxo? com encontros diários, informais do conselho

bem cedo e utiliza o horário do almoço para debater estratégias com os administradores-

sênior. Ou seja é trabalhado a conversão do conhecimento que é socializado no momento das

reuniões, conversas, é externalizado quando é gerado processos, rotinas, combinado quando é

associado com outras metodologias e internalizado quando é disseminado e compartilhado

com os demais integrantes da organização.


Como havia comentado nos trouxemos um vídeo sobre como a gestão de conhecimento

pode ajudar a empresa.

E então o que observaram? Já conheceram algum Lucas? Que é um Lucas da vida aqui?

Para finalizar, podemos concluir a partir das explanações dos colegas que uma empresa

dialética possui duas características uma voltada para mudança é preciso se movimentar, se

reinventar constantemente e voltada também para o oposto, o paradoxo se torna um estilo. O

sucesso de uma empresa depende dessa relação dinâmica. O fracasso está associado em

tendência de eliminá-lo, de tentar saná-lo como se fosse um problema.

Por isso a importância das empresas de utilizar /alcançar processo dialético que é a

espiral dos estágios “tese-antítese-síntese” em forma de ziguezague. Os autores até reforçam

esse método trazendo o exemplo da empresa Canon que adotou a busca persistente do lucro

americana (A) e a prática japonesa tradicional do emprego por toda a vida (B) e criou a

“forma da Canon” (C). O estágio C.

Lembrando que não podemos esquecer que o conhecimento ele é gerado e gerido por

pessoas, por isso deve ser incorporado no ambiente para que seja administrado por todos.

Somos parte do ambiente e o ambiente é parte de nós. Obrigada

Instituto Federal do Maranhão – IFMA

Aluna: Ângela Roberta Lucas Leite

Disciplina: Direito do Trabalho e Previdenciário

1. QUAL A RELAÇÃO ENTRE O DIREITO DO TRABALHO E A JUSTIÇA?

Inicialmente precisamos entender os conceitos de retidão e justiça, que muitas vezes são

compreendidas como sinônimos. A primeira refere a ver as pessoas como a imagem e


semelhança de Deus, com merecida dignidade, enquanto a segunda significa advogar pelos

vulneráveis mudando a estrutura social apara que não ocorra injustiça. Mas será se olhamos as

pessoas dessa maneira? Na realidade o que vemos é uma sociedade doente que justifica os

direitos em prol dos interesses da minoria. A relação de justiça e direito nos mostra que nem

sempre um direito é justo. A exemplo temos alguns benefícios de políticos (como cotas de

motorista particular, combustível, passagens aéreas, etc) que na verdade vem engordar ainda

mais os salários. É justo em um país em que o salário mínimo custa R$1100,00? É justo em

um pais em que a milhares de pessoas desempregadas.


Instituto Federal do Maranhão – IFMA

Aluna: Ângela Roberta Lucas Leite

Disciplina: Administração de Produção

Resumo

O texto “Evolução, Conceito e Interdisciplinaridade com as demais Áreas Funcionais”

Pereira et. Al, 2015) traz à tona a discussão sobre as transformações que a administração de

produção e operações passou ao longo dos anos, buscando aproximar as demais áreas da

administração.

A administração de produção seu deu a partir da Revolução Industrial (séc. XVIII),

exigindo das indústrias novas formas de gerenciamento dentro do setor de produção. Diante

dos avanços (exemplo, a eletricidade e gasolina), as indústrias desenvolveram técnicas

gerenciais de produção, sendo uma destas a padronização dos produtos e as estações de

trabalho estáticas de Henry Ford. A produção em massa foi o símbolo do poderio industrial no

inicio do sec. XX, trazendo benefícios que contribuíram para o desenvolvimento tecnológico,

bem como para as empresas que tiveram seus processos aperfeiçoados. Nos dias atuais, o foco

da administração de produção está voltado para o cliente, o que tem exigido das empresas

atualizações de produção para que sejam mais produtivas e eficazes.

Nesse sentido, os avanços moldaram os conceitos de administração de produção e

operações (APO). Caracteriza-se, portanto, por transformação de insumos em produtos e

serviços, ou gerenciamento estratégico de produtos escassos. Além disso, associa-se ao setor

de produção as demais funções gerenciais, como planejamento, organização, comando,

coordenação e controle.
Existe também duas perspectivas: a corporativa (baseada na missão e nos recursos

disponíveis e que por meio de uma integração interdepartamental, obtém vantagem

competitiva através de uma divisão de funções de produção em diversos níveis hierárquicos,

estratégico, tático e operacional) e operacional ( cuja administração da produção é vista como

um conjunto de componentes, em que há real conversão de entradas e saídas de um sistema

de produção.

Recentemente o conceito de APO adotados pelas empresas tende a ser voltado para o

consumidor, exigindo das mesmas maior flexibilidade e adesão de outras funções gerenciais.
Gestao de pessoas

Diagnóstico: fase do levantamento das necessidades e carências de treinamento. Desenho:

estruturação do projeto e programa de treinamento. Implementação: execução do projeto ou

programa conforme estabelecido preliminarmente. Avaliação: verificação dos resultados.

Portanto, deve-se continuamente ter em mente a fase de avaliação em todas as etapas para

saber se o que foi planejado fora alcançado. Para medir a avaliação do treinamento é possível

criar indicadores associados ao custo, qualidade, serviços, rapidez ou resultados.

 Com base na leitura dos textos do capítulo 12 e 13 do autor Idalberto Chiavenato, descreva

os aspectos que diferenciam os processos de treinamento, desenvolvimento de pessoas e o

desenvolvimento organizacional. 

O treinamento é um dos elementos do processo de desenvolver pessoas e associa-se ao

desempenho organizacional a medida que é estimulado pela melhoria das atividades das

pessoas em seus cargos atuais. O desenvolvimento vai além do cargo da pessoa e possui

como foco a preparação a longo prazo. Assim, o treinamento busca construir talentos a

curto prazo, o desenvolvimento prepara pessoas a longo prazo


Instituto Federal do Maranhão – IFMA

Aluna: Ângela Roberta Lucas Leite

Disciplina: Gestão de pessoas II

Realize a leitura do capítulo 15 "Saúde e Qualidade de Vida", do autor Idalberto Chiavenato.

O texto escrito por Chiavenato “Saúde e Qualidade de Vida” tem o intuito de

abordar temas como higiene do trabalho, saúde ocupacional, segurança do trabalho,

prevenção de acidentes, avaliação do programa de higiene e segurança no trabalho e

qualidade de vida no trabalho.

O autor inicia o texto enfatizando a necessidade de reter talentos pela organização

por acreditar ser um investimento de ambas as partes. Nesse sentido, as empresas precisam

proporcionar aos funcionários um ambiente de trabalho com boas condições físicas e

materiais, bem como condições psicológicas e sociais favoráveis.

Entende-se que os aspectos ambientais podem afetar o bem-estar físico e

psicológico, a saúde física e mental e a integridade física e moral das pessoas. Esses

elementos são fundamentais quando se fala em manter pessoas, pois quando não são

alcançados cria-se um ambiente de insatisfação e improdutivo, ou pior, as pessoas não

permanecem na empresa.

As boas condições de trabalho estão relacionadas a higiene ocupacional, ou seja,

ao ambiente de trabalho seguro e saudável, como iluminação, ventilação, temperaturas

adequadas, sem ruídos ou com EPIS auriculares, espaço democrático, participativo e

agradável. Um local seguro, agradável e confortável tem sido uma das exigências das pessoas

a continuarem e a procurarem empresas que adotam essas perspectivas.


Quando se fala em saúde ocupacional, o autor enfatiza os estados físico, mental,

social e bem-estar que estão relacionados com a saúde do corpo e da mente e a padrões

sociais. As empresas devem assumir a responsabilidade de assistir seus funcionários, com

adesão de programas e ações corretivas e preventivas

Outro ponto salientado é a segurança no trabalho, caraterizada como medidas que

previnem acidentes, que eliminam condições inseguranças de trabalho e conscientizam as

pessoas a aderirem praticas seguras. A ideia que envolve a segurança no trabalho perpassa

pelos conceitos de perigo e risco, sendo o primeiro relacionado a qualquer situação que

provenha dano, lesão, doença ou avaria, enquanto o risco corresponde a exposição ao perigo

multiplicado pela gravidade do dano.

Dentre as principais áreas de prevenção, tem-se: prevenção de acidentes,

prevenção de incêndios e prevenção de roubos. O plano de prevenção deve ser adotado tanto

pela administração quanto pelos colaboradores, com requisitos claros e confiáveis, avaliando

riscos existentes e corrigindo-os. Além de ter uma equipe de colaboradores treinada. O plano

deve eliminar condições inseguras e reduzir atos inseguros e para isso é necessário mapear as

áreas de risco, analisar os acidentes ocorridos, divulgar as ações e programas e treinar seus

colaboradores. Em suma, o autor apresenta que a prevenção de acidentes deve incluir medidas

de educação, treinamento em habilidades, engenharia de segurança, mapeamento de riscos,

proteção e regras de reforço.

A segurança do trabalho além de englobar aspectos físicos e ambientais, deve

priorizar o bem-estar social e psicológico do funcionário. A qualidade de vida no trabalho

(QVT) envolve melhorias e inovações gerenciais, estruturais e tecnológicas na empresa,

visando o desenvolvimento do funcionário a partir de condições plenas para a realização do

trabalho. A QVT deve envolver condições de trabalho seguras, remuneração justa e adequada,
segurança no emprego, supervisão competente, oportunidade de crescimento, possibilidades

de promoção e clima social e justo.

Observa-se que a QVT é determinada sobretudo pela atuação sistêmica das

características individuais e organizacionais. Existem modelos sobre QVT para explicar o

nível de qualidade de vida no ambiente de trabalho. O primeior modelo é o Modelo QVT

Nadler e Lawler, que se pauta na: Participação dos funcionários, Reestruturação do trabalho,

Inovação no sistema de recompensas e na Melhoria no ambiente de trabalho.

O Modelo de Hackman e Oldhan leva e consideração as dimensões do cargo,

como: Variedade de habilidades, Identidade da tarefa, Significado da tarefa, Autonomia,

Feedback, Retroação do próprio trabalho, Retroação extrínseca, Inter-relacionamento.

Por fim, no texto discute-se os programas de bem-estar dos colaboradores como

forma de prevenir problemas relacionados a saúde, além de permitir a continuidade das

pessoas na empresa. Nesse sentido, os programas influenciam os demais processos da GP, a

partir do processo de manter pessoas, como por exemplo, pode ser um atrativo para agregar

pessoas, facilitar o desempenho das pessoas e seu cargo e no ambiente organizacional, trazer

reconhecimento, recompensas e incentivos aos talentos e melhorar os resultados através da

aprendizagem.

PORQUE A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA TEM SIDO FLEXIBILIZADA DE FORMA

PREJUDICIAL AO TRABALHADOR?

O vídeo mostra cinco pontos que foram flexibilizados na legislação trabalhista e que

afetaram negativamente o trabalhador: parcelamento de férias, banco de horas, rescisão sem


homologação do sindicato, pedido liquido na petição inicial e litigância de má fé. Assim, não

são considerados diversos fatores como a saúde do trabalhador, banco de horas criados sem a

participação do sindicato, bem como rescisão de contrato que pode aumentar o numero de

fraudes e também um desprestigio a atividade sindical.

Vale ressaltar que diante dessas mudanças, o trabalhador não deve deixar de recorrer ao

judiciário quando tiver algum direito violado e buscar a justiça do trabalho par resolver os

problemas decorrentes dessa flexibilização.


Instituto Federal do Maranhão – IFMA

Aluna: Ângela Roberta Lucas Leite

Disciplina: estatística I

Como você faria uma pesquisa?

A nossa vida é movida pela inquietação de sabermos e aprendermos constantemente.

Desse modo, a pesquisa faz parte de nossas vidas, do nosso dia a dia e se tornam necessárias

para que possamos obter informações.

No caso das empresas as informações se tornam uma ferramenta de poder, à medida que

direcionam através de pesquisas a alcançar um público-alvo, coletar dados que direcionem as

tomadas de decisão.

A minha vivencia profissional é baseada em realizar em pesquisas. Recentemente

coordeno o observatório de turismo da cidade de São Luís e realizamos mensalmente o

levantamento de informações sobre o turismo da capital, como dados importantes para a

hotelaria, guias de turismo, agencias de viagens e demais profissionais da área.

As pesquisas iniciam com um levantamento teórico do assunto para saber o que já se

tem publicado na área, depois é feito um levantamento nos demais observatórios para ver se já

pesquisaram sobre ou semelhante ao que pretendemos. Em seguida é feito um questionário-

piloto e testado com os membros e algumas pessoas próximas. Se validado é lançado.

Recentemente fizemos o levantamento da demanda turística de são Luís para conhecer o perfil

e a satisfação do turista, uma pesquisa que demanda tempos, recursos e pessoas, mas que gera

informações uteis para a tomada de decisões de gestores públicos e privados do turismo.


Instituto Federal do Maranhão – IFMA

Aluna: Ângela Roberta Lucas Leite

Disciplina: estatística I

Como eu faria uma pesquisa uma pesquisa de mercado?

Acredito que uma das fases mais difíceis (embora todas estão conectadas) seja a

problematização do tema, em que se destaca todos os problemas e seleciona o central.

Essa primeira fase nos permite conhecer preliminarmente o objeto de estudo, sua

importância e os possíveis direcionamentos é possível ‘desenhar’ para alcançar os resultados.

Assim vejo que são necessários os seguintes questionamentos nessa fase:

1. O tema é importante, atual?

2. A pesquisa se baseia em fatos reais?

3. Alguém já discutiu ou ainda discute esse tema?

4. Quais os desafios dessa pesquisa?

5. O que se pretende resolver?


Instituto Federal do Maranhão – IFMA

Aluna: Ângela Roberta Lucas Leite

Disciplina: Administração da produção

a) Delegacia do GOE

 recursos de transformação: prédios, equipamentos de segurança, funcionários, sistema

de inteligência e serviços

 recursos transformados: os consumidores

 tipo de processo de transformação: consumidores - estado físico

 outputs resultantes do processo de transformação: intangíveis, não podem ser

estocados, alto contato com o consumidor, simultaneidade e qualidade percebida. Gera

serviços prestados

b) Fábrica de Massas Vitarella

 recursos de transformação: prédios, maquinários, funcionários, fornecedores, serviços

 recursos transformados: materiais

 tipo de processo de transformação: materiais – transformação das propriedades físicas

 outputs resultantes do processo de transformação: tangíveis, estocáveis, sem contato

com o consumidor, produção precede o consumo e qualidade é evidente. Gera bem a

ser consumido

c) Clínica de Estética Modelle Center


 recursos de transformação: funcionários, instalações e serviços

 recursos transformados: os consumidores

 tipo de processo de transformação: consumidores – estado físico

 outputs resultantes do processo de transformação: intangíveis, não podem ser

estocados, alto contato com o consumidor, simultaneidade e qualidade percebida. Gera

serviço prestados
Instituto Federal do Maranhão – IFMA

Aluna: Ângela Roberta Lucas Leite

Disciplina: Direito do Trabalho e Previdenciário

O QUE É O TRABALHO ESCRAVO E QUAIS SUAS CONSEQUENCIAS PARA A

SOCIEDADE E PARA O DIREITO DO TRABALHO?

Também conhecido pelo termo “trabalho análogo ao de escravo”, o trabalho

escravo contemporâneo corresponde ao cerceamento da liberdade, de condições indignas,

degradantes e por trabalhos forçados, muitas vezes, como forma de pagamento a dividas

exorbitantes adquiridas ilegalmente. O Código Penal do Brasil, em seu art. 149, relata que ao

“reduzir alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou

a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo,

por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou

preposto” prevê punições como reclusão de dois a oito anos, e multa, além da pena

correspondente à violência. Prevista como crime, também traz implicações no direito do

trabalho, como por exemplo, o nome dos empregadores que submetem pessoas as condições

análogas ao de escravo tem seus nomes inscritos em uma lista pelo Ministério Público do

Trabalho. A lista é da Secretaria de Inspeção do Trabalho, órgão do governo federal vinculado ao

Ministério da Economia. O Cadastro de empregadores, popularmente conhecido como “lista suja”, é

um dos principais instrumentos da política pública de combate ao trabalho análogo ao de escravo.

A CLT, embora não trate de forma especifica o trabalho escravo, versa questões de

direitos sociais associados ao princípio da dignidade humana, como forma de proteger todos

os trabalhadores de relações trabalhistas desumanas.


Instituto Federal do Maranhão – IFMA

Aluna: Ângela Roberta Lucas Leite

Disciplina: Direito do Trabalho e Previdenciário

O QUE É O PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO NO DIREITO DO TRABALHO E QUAL

SUA IMPORTÂNCIA PARA A RELAÇÃO TRABALHISTA

Esse principio é a base do direito do trabalho, visando a proteção do trabalhador e o

resguardo de seus direitos perante os empregadores. Em regra geral, tenta igualar e equiparar a relação

jurídica entre ambos.

A CLT traz várias situações vantajosas ao trabalhador, como: gratuidade da justiça

(art.790, CLT), impulso oficial nas execuções trabalhistas, ausência do empregador é revelia e

confissão, deposito recursal obrigatório apenas para o reclamado, reclamação trabalhista deve ser

proposta na localidade em que o empregado prestou seus serviços.

Para o legislador, entende-se que a relação juridica entre empregado e empregador

não é igual, já que o empregado não tem conhecimento tecnico, juridico e capacidade

financeira que o empregador tem. Existem três sub-principios derivados: in dubio pro operario

(na duvida da interpretação da norma, ela tem que ser mais favoravel ao funcionario), norma

mais favoravel (em dúvida entre duas regras, aplicar a mais favoravel ao empregado) e

condição mais benefica (caso haja alteração no regulamento e seja malefico ao empregador,

registra-se apenas aos novos funcionarios).

Você também pode gostar