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Capa – Guia para Prescrição de Probióticos

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© 2020 Pharmaceutical Consultoria. Todos os direitos reservados. A cópia ou distribuição desse documento é proibida e protegida. E como todo
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CONTEÚDO

Overview................................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................................
...............4
Probióticos............................................................................................................................................................................6

Mecanismo de Ação dos Probióticos..............................................................................................................................7

Probióticos em Produtos Alimentícios............................................................................................................................9

Vantagens e desvantagens de cada sistema de entrega de probióticos.........................................................................10


Bifidobacterium adolescentis.............................................................................................................................................13
Bifidobacterium animalis ssp. lactis...................................................................................................................................13
Bifidobacterium bifidum....................................................................................................................................................14
Bifidobacterium breve........................................................................................................................................................14
Bifidobacterium longum ssp. infantis................................................................................................................................15
Bifidobacterium longum.....................................................................................................................................................15
Lactobacillus acidophilus...................................................................................................................................................16
Lactobacillus delbrueckii ssp. bulgaricus...........................................................................................................................16
Lactobacillus casei..............................................................................................................................................................17
Lactobacillus curvatus........................................................................................................................................................17
Lactobacillus fermentum....................................................................................................................................................18
Lactobacillus gasseri..........................................................................................................................................................18
Lactobacillus johnsonii.......................................................................................................................................................19
Lactobacillus helveticus.....................................................................................................................................................19
Lactobacillus paracasei.......................................................................................................................................................20
Lactobacillus plantarum.....................................................................................................................................................20
Lactobacillus reuteri...........................................................................................................................................................21
Lactobacillus rhamnosus....................................................................................................................................................21
Lactobacillus salivarius......................................................................................................................................................22
Lactobacillus sporogenes ou Bacillus coagulans...............................................................................................................22
Saccharomyces cerevisiae..................................................................................................................................................23
Saccharomyces boulardii....................................................................................................................................................23
Streptococcus thermophilus................................................................................................................................................24
Enterococus faecium..........................................................................................................................................................24

Propostas Terapêuticas..................................................................................................................................................25
Literatura Consultada.........................................................................................................................................................29

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Overview

A associação intestino saudável, probióticos e bem-estar já é antiga.


Há um século, Elie Metchnikoff (cientista russo, ganhador do prêmio Nobel de medicina em
1908 e professor do Instituto Pasteur em Paris) postulou que as bactérias ácido-lácticas
ofereciam benefícios à saúde e que levavam à longevidade. Sugeriu que a “autointoxicação
intestinal” e o envelhecimento resultante poderiam ser suprimidos através da modificação da
microbiota intestinal e utilizando microrganismos úteis para substituir os microrganismos
proteolíticos como Clostridium (produtores de substâncias tóxicas que surgem da digestão
de proteínas, entre as quais se encontram fenóis, indóis e amônia). Desenvolveu então uma
dieta com leite fermentado com a bactéria útil, à qual denominou “bacilo búlgaro” 1,2.
Ainda na mesma época, Henry Tissier isolou pela primeira vez uma bifidobactéria de um
lactente alimentado no peito, a qual denominou Bacillus bifidus communis. Tissier
postulava que as bifidobactérias deslocariam as bactérias proteolíticas que provocavam a
diarreia e recomendou a administração de bifidobactérias à lactentes que padeciam deste
sintoma2.
Desde então, uma evolução em estudos vem acumulando evidências substanciais de que os
probióticas podem contribuir para a saúde humana2.
Esses dados coincidem com a crescente conscientização dos consumidores sobre a relação
entre saúde e nutrição, criando um ambiente de desenvolvimento do conceito de alimentos
funcionais introduzidos para descrever alimentos ou ingredientes alimentares que
apresentam efeitos benéficos sobre a saúde do consumidor, além de seu valor nutritivo2.
Os efeitos benéficos do consumo de probiótico incluem a melhora da saúde intestinal,
melhora de sintomas de intolerância à lactose e redução do risco de doenças 2.
Isso porque estudos sugerem que a partir de uma disbiose - definida como alterações
marcantes na quantidade e função dos microrganismos intestinais - inúmeras doenças
podem estar relacionadas como obesidade, doenças infecciosas, malignidade
gastrointestinal, diabetes, doenças hepáticas, cardiovasculares, neurodegenerativas, alergias,
entre outras3.

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Fonte: Traduzido de Cultivated Wellbeing4.

Juntamente a essa relação, fala-se sobre a nutrição otimizada, direcionada para maximizar as
funções fisiológicas de cada indivíduo, de maneira a assegurar tanto o bem-estar e a saúde,
como também o risco mínimo de desenvolvimento de doenças ao longo da vida. Nesse
contexto, os alimentos funcionais que proporcionam melhora da saúde intestinal,
especialmente os probióticos e prebióticos, são assuntos de bastante interesse.
Com esse intuito, queremos trazer para você, prescritor, os principais benefícios dos
probióticos disponíveis na farmácia magistral.

Esse guia que foi desenvolvido com muito carinho pela Pharmaceutical Consultoria e está
sendo disponibilizado pela coloque o nome da sua farmácia para auxiliar na prescrição dos
probióticos e trazer cada vez mais saúde aos seus pacientes!

Probióticos

Os probióticos são microrganismos vivos que podem ser incluídos na preparação de uma
ampla gama de produtos, incluindo alimentos e suplementos dietéticos.

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Levando em consideração sua definição, é impressionante o número de espécies
microbianas que podem exercer propriedades probióticas. Alguns dos representantes mais
importantes estão listados abaixo.

Microrganismos considerados probióticos2,5,6


Espécies de lactobacilos Espécies de Bifidobacterium
L. acidophilus B. adolescentis
L. buchneri B. animalis sub. lactis
L. bulgaricus B. animalis
L. casei B. bifidum
L. crispatus B. breve  
L. curvatus B. infantis  
L. delbrueckii sub. bulgaricus B. longum
L. fermentum
L. gasseri  
L. johnsonii
L. helveticus
L. paracasei  
L. plantarum
L. pentosus
L. reuteri
L. rhamnosus
L. sakei
L. salivarius sub. thermophilus
L. sporogenes/ Bacillus coagulans BCO

Outras bactérias do ácido láctico Bactérias do ácido não-lático


Enterococcus faecium Bacillus licheniformis BLC
Lactococcus lactis Bacillus subtilis BSN
Leuconostoc mesenteroides Escherichia coli estirpe nissle  
Pediococcus acidilactici Propionibacterium freudenreichii
Streptococcus thermophilus3 Saccharomyces cerevisiae  
Saccharomyces boulardii
As espécies de Lactobacillus e Bifidobacterium são as mais comumente utilizadas como
probióticos.
No que diz respeito à prescrição do probiótico, a dose deve ser baseada naquela que
demonstrou ser eficaz em humanos e a unidade formadora de colônia (UFC) por grama de
produto é um parâmetro importante a ser observado. Embora as informações sobre as
concentrações mínimas efetivas ainda sejam insuficientes, é geralmente aceito que os
probióticos devem ter uma concentração mínima de 106UFC/ml ou grama e que um total de

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108 a 109 UFC devem ser consumidos diariamente para o efeito probiótico ser transferido
para o consumidor2.
Além disso, as cepas devem ser capazes de crescer sob condições de fabricação e comércio,
e devem manter a viabilidade sob condições normais de armazenamento.
A viabilidade é, por definição, um dos pré-requisitos para a funcionalidade probiótica, uma
vez que potencializa mecanismos como aderência, redução da permeabilidade do intestinal e
imunomodulação, mas também é um grande desafio para a indústria2.

Mecanismo de Ação dos Probióticos


O mecanismo de ação dos probióticos, segundo consenso da International Scientific
Association for Probiotics e Prebiotics, inclui os mais comuns à maioria das cepas a outros
considerados mais raros e restritos apenas à algumas cepas 5,7.

Destruição do receptor Exclusão por


de toxina competição
Produção de agentes Acidificação Produção
antimicrobianos do meio de IgA

Patógenos

Probióticos

Imunomodulação

Linfócitos
Fonte: modificado de Olveira,20165.

Mecanismos mais comuns


 Resistência à colonização;
 Produção de ácidos graxos de cadeia curta e acidificação do meio;
 Regulação do trânsito gastrointestinal;
 Normalização da microbiota;
 Regeneração de enterócitos aumentada;
 Exclusão competitiva de patógenos.

Mecanismos frequentes em algumas espécies


 Síntese de vitaminas;

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 Antagonismo direto de outras bactérias;
 Reforço da barreira intestinal;
 Metabolismo do sal biliar;
 Atividades enzimáticas;
 Neutralização de carcinógenos.

Mecanismos raros e específicos de algumas espécies


 Efeitos neurológicos;
 Efeitos imunológicos;
 Efeitos endócrinos;
 Produção de substâncias bioativas.

A maneira exata em que exercem seus efeitos ainda não está completamente
elucidada.
A imunomodulação, em particular, tem sido
objeto de inúmeros estudos e há evidências
consideráveis de que os probióticos influenciam
vários aspectos da resposta imune adquirida e
inata, induzem a
fagocitose e secreção de IgA,
modificam as respostas
das células T, aumentam
as respostas Th1 e atenuam
as respostas Th22.

Em relação a microbiota intestinal


É importante considerar que diferentes fatores influenciam a composição da
microbiota intestinal de uma pessoa.

Aspectos como idade, sexo, índice de massa corporal, hábitos


Fumar
Sexo alimentares são capazes de alterar a composição
da microbiota intestinal do indivíduo modificando
assim inúmeras funções do organismo3.

Dieta

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Consumo
crônico
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IMC
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Etnia

Associada ao tipo de hábitos alimentares, estudos sugerem que os fumantes também


possuem microbiota distinta com uma diminuição da diversidade dessa. O consumo crônico
de álcool também desencadeia uma disbiose
intestinal com relação já bem estabelecida entre estresse oxidativo induzido por álcool,
hiperpermeabilidade intestinal a produtos bacterianos luminais e o subsequente
desenvolvimento de doença hepática alcoólica.
Além disso, exercícios físicos podem aumentar o número de espécies microbianas
benéficas, enriquecer diversidade da microflora e melhorar o desenvolvimento de bactérias
comensais. Não menos importante, a etnia também é um dos fatores que modifica a
microbiota intestinal.

Probióticos em Produtos Alimentícios


Existem duas principais formas em que os probióticos podem ser ingeridos - alimentos
fermentados e suplementos7.
A variedade de produtos alimentares contendo cepas probióticas é ampla, como leites
fermentados, queijo, sorvete, soro de leite, leite em pó e iogurtes, sendo este último
responsável pela maior parte do consumo2. Suplementos probióticos consistem em bactérias
liofilizadas comercializadas na forma de pó, cápsula, comprimido e líquidos 7.
Os fatores que devem ser abordados na avaliação da efetividade da incorporação das cepas
probióticas em tais produtos são: segurança, compatibilidade do produto com o
microrganismo e manutenção de sua viabilidade através das condições de processamento,
embalagem e armazenamento2,7.

Vantagens e desvantagens de cada sistema de entrega de probióticos:

Vantagens Desvantagens
 Acessibilidade;  Contêm proteínas lácteas
 Função de incorporação em e lactose;
padrões diários (alterações   Sabor pode ser
nutricionais);  problema;
 Quantidade bacteriana  Não são práticos para
aumentada através do trato levar em viagens;
gastrointestinal superior (100x  Não são utilizados por
mais bactérias podem ser veganos.
fornecidas por dose);
 Efetivos no trato gastrointestinal
Laticínios superior.
Fermentados

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 Fácil de administração;  Não terapêutico no trato
 Efetivos no trato gastrointestinal GI superior
inferior; (a menos que seja aberto
 Dosagens podem ser facilmente ou mastigado);
ajustadas.  Podem conter
excipientes alergênicos;
 Custo maior.

Cápsulas,
Comprimidos e Pós

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PROBIÓTICOS
E SEUS BENEFÍCIOS PARA SAÚDE

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INDICAÇÕES DOS PRINCIPAIS PROBIÓTICOS E INTERVALO DE DOSES

Constipação

Rotavírus

Saúde Gengival

Gestantes

Imunidade

Cont, Glicêmico

Gripe e Resfriado

Colite Ulcerativa

Exercício Físico

Alergias

Pós Antibióticos

S. Int, Irritável

Candidíase

Perda de Peso

Perfil Lipídico

Depressão

Diarreia

Cólica/Lactantes

Benefícios Bucais

Saúde Intestinal
Detoxificação

Fadiga/Estresse
INTERVALO DOSES
PROBIÓTICOS (UFC)
L. acidophilus   1x108 – 1x1010

L. casei     1x108 – 1x1010

L. curvatus    até 2,5x109

L. delbrueckii ssp. bulgaricus   2x108 – 2x1010

L. fermentum  1x108 – 6x109

L. gasseri     1x108 - 1x1010

L. johnsonii   1x108 - 1x1010

L. helveticus    até 1,5x109

L. paracasei     1x108 - 1x1010

L. plantarum   1x108 - 1x1010

L. reuteri    1x108 - 1x1010

L. rhamnosus     até 10x109

L. salivarius       1x108 – 1x1010

L. sporogenes / B. coagulans    1x108 – 1x1010

B. adolescentis   1x108 – 1x1010

B. animalis ssp. lactis     1x109 - 3x1010

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B. bifidum   1x108 – 1x1010

B. breve        1x108 – 1x1010

B. infantis    1x108 – 1x1010

B. longum   1x105 – 1x1010

Enterococcus faecium     1x108 – 1x1010

Streptococcus thermophilus       1x108 – 1x1010

Saccharomyces cerevisiae      500mg

Saccharomyces boulardii     500mg

1x106 = 1Milhão 1x109 = 1Bilhão 1x1010 = 10Bilhões

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Bifidobacterium adolescentis

Podem absorver oligossacarídeos para o metabolismo fermentativo de hexoses e pentoses,


produzindo lactato, acetato, bem como ácidos graxos de cadeia curta e propionato. Esses
produtos são conhecidos por terem efeitos importantes na saúde humana8. A colonização de
Bifidobacterium adolescentis ocorre imediatamente após o nascimento9.
Principais atividades relatadas:

 Efeito benéfico para tratamento da constipação intestinal10;


 A associação entre B. adolescentis e L. casei é capaz de bloquear a adesão in vitro de
rotavírus em células MA10411.

Bifidobacterium animalis ssp. lactis

Bifidobacterium lactis é utilizado na produção de produtos lácteos probióticos. É


incorporado em fórmulas para lactentes e suplementos dietéticos. Além disso, não apresenta
efeitos adversos no sabor ou aparência do produto. B. lactis apresenta boa estabilidade,
sendo tolerante à acidez do estômago e bile. É resistente às enzimas digestivas e expressa
tolerância relativamente alta ao oxigênio. É capaz de sobreviver na passagem pelo estômago
e parte superior do intestino delgado.
Principais atividades relatadas:
 B. lactis aumenta a proporção de bifidobactérias e lactobacilos no trato
gastrointestinal humano e, portanto, melhorar a saúde intestinal12;
 A combinação de L. rhamnosus e B. lactis beneficia a saúde gengival e acúmulo de
placa dentária em adolescentes saudáveis13;
 A associação entre B. lactis, inulina e leite enriquecido com micronutrientes
apresenta efeitos benéficos em marcadores imunes, micronutrientes maternos e bolo
fecal de gestantes14;
 O consumo de leite com L. acidophilus e B. lactis melhora o controle glicêmico em
indivíduos com Diabetes mellitus tipo 215.

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Bifidobacterium bifidum

As bifidobactérias são bactérias gram-positivas que representam um dos maiores gêneros


presentes no trato intestinal de humanos. Vários efeitos benéficos relacionados à presença
das bifidobactérias no cólon aumentam o interesse para a utilização destes em produtos
farmacêuticos.
Principais atividades relatadas:

 Em estudantes, B. bifidum resulta em maior número de dias saudáveis e menos dias


com gripes e resfriados16;
 B. bifidum apresenta em sua superfície celular uma mistura complexa de glucanos e
galactanos com diferentes propriedades imunológicas17.

Bifidobacterium breve

A administração oral de Bifidobacterium breve em modelo animal com hipersensibilidade


ao leite de vaca, mediada por IgE, promove melhora significativa nos sintomas alérgicos. A
hipótese para essa relação é de que a microbiota programa o sistema imunológico imaturo
do bebê, que afeta sua saúde nos próximos anos. O aumento da prevalência de alergias pode
ser consequência da disbiose intestinal durante os primeiros meses de vida 18.
Principais atividades relatadas:

 A associação entre B. breve e L. acidophilus pode melhorar a condição clínica de


pacientes com colite ulcerativa19;
 A suplementação de Streptococcus thermophilus e B. breve pode atuar na
recuperação do corpo após exercícios físicos20;
 A suplementação da mãe e do bebê com uma combinação probiótica contendo B.
breve restaura a composição e a função da microbiota normal em crianças tratadas
com antibióticos ou as que nasceram de cesarianas21;
 B. breve + oligossacarídeos em fórmulas infantis pode ser útil no tratamento de
alergias em bebês não amamentados18.

Bifidobacterium longum ssp. infantis

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Bifidobacterium infantis é utilizado frequentemente em pacientes com síndrome do intestino
irritável (SII). Entretanto, ainda é necessário comprovar a eficácia do probiótico quando
utilizado isoladamente. Além disso, há evidências de que os probióticos ativam e modulam
o sistema imunológico do hospedeiro e inibem respostas autoimunes, desempenhando papel
essencial no tratamento de doenças autoimunes e abdominais caracterizadas por inflamação,
como a doença de Crohn, por exemplo22.
Principais atividades relatadas:

 Pode atenuar a gravidade da mucosite intestinal induzida por quimioterapia 23;


 B. infantis auxilia em casos de dor abdominal, bem como no inchaço, distensão
intestinal e evacuação incompleta em pacientes com IBS24;
 B. infantis demostra reduzir a inflamação do cólon pela diminuição da infiltração de
neutrófilos, níveis da citocina KC/CXCL-1 e permeabilidade intestinal24.

Bifidobacterium longum

Bifidobacterium longum é uma espécie reconhecida como segura pela FDA e European
Food Safety Authority (EFSA)24. Quatro subespécies estão atualmente incluídas nesta
espécie: B. longum ssp. infantis, B. longum ssp. longum, B. longum ssp. suis e B. longum
ssp. suillum. Os tratamentos podem variar entre 5 dias até 10 meses24.
Principais atividades relatadas:

 B. longum reduz a dor de garganta, febre, corrimento nasal e tosse24;


 B. longum apresenta remissão clínica em pacientes com colite ulcerativa24;
 B. longum mostra aumento da IgA sérica em comparação com o placebo24.

Lactobacillus acidophilus

Lactobacillus acidophilus auxilia na defesa contra os patógenos.


É comumente utilizado em culturas de iogurtes e está disponível em suplementos
probióticos para aumento da população de bactérias benéficas no trato digestivo.
L. acidophilus é capaz de sobreviver a passagem pelo estômago e parte superior do intestino
delgado devido sua resistência aos ácidos do estômago, bile e enzimas digestivas 25.

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Principais atividades relatadas:

 A associação L. acidophilus, L. rhamnosus e lactoferrina bovina é benéfica para


sintomas de candidíase vulvovaginal recorrente como terapia adjuvante aos
antifúngicos26;
 A combinação de L acidophilus, L. casei e L. rhamnosus é eficaz no alívio dos
sintomas da síndrome do intestino irritável (IBS)27.

Lactobacillus delbrueckii ssp. bulgaricus

Lactobacillus delbrueckii ssp. bulgaricus é uma bactéria gram-positiva, homofermentativa e


produtora de ácido láctico utilizada na indústria de alimentos lácteos, especialmente na
fabricação de iogurte.
Principais atividades relatadas:

 Produção de iogurte28;
 Atividade imunomoduladora28;
 Reforço da função barreira do intestino e prevenção de infecções intestinais 28;
 Ingestão diária e contínua de L. delbrueckii ssp. bulgaricus em iogurte pode auxiliar
na prevenção da infecção com o subtipo H3N2 do vírus influenza A em idosos com
imunidade enfraquecida29;
 O consumo L. delbrueckii ssp. bulgaricus aumenta a atividade das células natural
killer e reduz o risco de adquirir resfriado em idosos30.

Lactobacillus casei

Lactobacillus casei compreende bactérias lácticas fenotipicamente e geneticamente


heterogêneas, aptas a colonizar vários ambientes. As bactérias do grupo L. casei são
amplamente estudadas pelas propriedades promotoras à saúde.
Principais atividades relatadas:

 A combinação de L. acidophilus, L. casei e L. rhamnosus foi eficaz no alívio dos


sintomas da síndrome do intestino irritável (IBS)27;

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 A associação entre B. adolescentis e L. casei é capaz de bloquear a adesão in vitro do
rotavírus em células MA10411;
 A suplementação de L. casei altera níveis de SIRT1 e fetuína-A e melhora a resposta
glicêmica em indivíduos com DM231;
 A suplementação simbiótica é eficaz na redução da concentração do marcador
inflamatório TNF-alfa, redução do peso e do índice de massa corporal, bem como
aumento da concentração sérica de vitamina D em pacientes obesos submetidos à
cirurgia bariátrica após 16 semanas32.

Lactobacillus curvatus

A obesidade é um grande problema de saúde em todo o mundo e está intimamente


relacionada com doenças metabólicas, como diabetes tipo 2, doença cardiovascular e vários
tipos de câncer. A ingestão oral de Lactobacillus curvatus é citado em estudos que avaliam
a redução da gordura corporal e demonstram seu efeito antiadipogênico usando células 3T3-
L1 e HepG233.
Principais atividades relatadas:

 A suplementação com L. curvatus e L. plantarum reduz triglicerídeos em jejum e


aumenta os níveis de apolipoproteína AV em indivíduos não diabéticos com
hipertrigliceridemia34;
 Auxilia na perda de peso e gordura corporal em conjunto com outros probióticos35.

Lactobacillus fermentum

Lactobacillus fermentum é uma cepa de origem humana isolada de uma criança saudável. A
cepa possui propriedades funcionais antimicrobianas e antioxidantes, incluindo o sistema
glutationa. Vários benefícios para a saúde com produtos fermentados contendo L.
fermentum foram demonstrados em estudos clínicos, incluindo efeitos na lipemia pós-
prandial e estado de estresse oxidativo36.
Principais atividades relatadas:

 Influência positiva nos perfis de lipoproteínas do sangue e citocinas inflamatórias 36;


 L. fermentum previne a mastite em mulheres que amamentam37.

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Lactobacillus gasseri

O Lactobacillus gasseri é uma bactéria gram-positiva anaeróbica encontrada em indivíduos


saudáveis, sendo que tanto o probiótico quanto o paraprobiótico (Bio MAMPs) foram
detectados nas fezes. Melhora os padrões intestinais em voluntários saudáveis, corrigindo o
equilíbrio entre as atividades nervosas simpáticas e parassimpáticas38.
Principais atividades relatadas:

 A ingestão diária de L. gasseri alivia a fadiga e os sintomas relacionados ao estresse


em atletas corredores masculinos38;
 O paraprobiótico L. gasseri melhora os sintomas relacionados ao estresse e a
qualidade do sono39;
 L. gasseri melhora sintomas da dispepsia funcional em indivíduos não-infectados por
Helicobacter pylori40;
 Efeitos hipouricêmicos após ingestão de iogurte contendo L. gasseri em pacientes
com hiperuricemia e/ou gota41.

Lactobacillus johnsonii

Lactobacillus johnsonii é uma espécie com benefícios para a saúde semelhantes ao L.


plantarum, como adesão à células epiteliais do intestino para competir com patógenos e
imunomodulação42.
Principais atividades relatadas:

 A administração oral L. johnsonii + licopeno + betacaroteno previne lesões cutâneas


causadas pela luz solar43;
 Suplementação de L. johnsonii atenua a infecção viral respiratória via reprogramação
metabólica e modulação de células imunes44;
 24 semanas de tratamento com levocetirizina + L. johnsonii é mais eficaz do que
apenas levocetirizina em casos de rinite alérgica perene45.

Lactobacillus helveticus

Citado em inúmeros estudos que relatam a influência nutricional e depressão, e como


algumas cepas probióticas podem ser adjuvantes nos tratamentos da depressão.
Principais atividades relatadas:

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 Suplementação L. helveticus modula a imunidade em atletas46;
 Modulador da microbiota intestinal de lactentes47;
 Eficácia de L. helveticus e L. rhamnosus para o manejo da diarreia associada à
antibióticos em adultos saudáveis48;
 L. helveticus + L. longum promovem redução do escore dos sintomas da depressão,
aumento da concentração sérica de triptofano e redução da concentração de
quinurenina e da razão quinurenina/triptofano após 8 semanas de tratamento49.

Lactobacillus paracasei

O gênero Lactobacillus pode produzir polissacarídeos extracelulares que modulam a


resposta imune do hospedeiro, estimulando ou suprimindo a resposta em distúrbios
inflamatórios50.
Principais atividades relatadas:

 Melhora dos sintomas em gastroenterite, diverticulite colônica ou síndrome do


intestino irritável51;
 Combinação de L. paracasei + Glycyrrhiza glabra melhorou a inflamação crônica e
sintomas gastrointestinais em pacientes com infecção por H. pylory50;
 Demonstra melhora da qualidade de vida em pacientes com rinite alérgica, tanto em
termos de frequência quanto pelo nível de incomodação52.

Lactobacillus plantarum

O Lactobacillus plantarum é bactéria gram-positiva existente naturalmente na saliva


humana e no trato gastrointestinal. Suas aplicações bioterapêuticas são cada vez mais
reconhecidas. A produção rápida de ácido láctico é uma característica marcante desse
microrganismo53.
Principais atividades relatadas:

 A suplementação com L. curvatus e L. plantarum reduz os triglicerídeos em jejum e


aumenta os níveis de apolipoproteína AV em indivíduos não diabéticos com
hipertrigliceridemia34;
 Melhora do desempenho nos exercícios54;

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 A suplementação de L. plantarum contribui para o alívio da dermatite atópica e
diminuição da contagem de eosinófilos55.

Lactobacillus reuteri

A espécie L. reuteri possui capacidade de inibir o crescimento de microrganismos


patogênicos através da combinação de diferentes mecanismos de ação, incluindo excreção
de ácidos láctico e acético, bem como de outros ácidos graxos de cadeia curta, do peróxido
de hidrogênio, de substâncias antimicrobianas e bacteriocinas.
Principais atividades relatadas:

 Melhora da saúde intestinal56;


 Estudos mostram a capacidade de suportar pH ácido57;
 A administração oral de uma mistura contendo L. rhamnosus + L. reuteri + vitamina
D3 + FOS reduz o tempo de choro e agitação infantil, fornecendo suporte dietético
útil em bebês com cólica amamentados exclusivamente com leite materno 58.

Lactobacillus rhamnosus

O Lactobacillus rhamnosus é uma bactéria homofermentativa produtora de ácido lático.


Auxilia na manutenção da flora bacteriana, auxiliando no combate a bactérias nocivas no
estômago e intestino.
Principais atividades relatadas:

 A combinação de L acidophilus, L. casei e L. rhamnosus foi eficaz no alívio dos


sintomas da síndrome do intestino irritável (IBS)27;
 A associação L. acidophilus, L. rhamnosus e lactoferrina bovina é benéfica para
sintomas de candidíase vulvovaginal recorrente como terapia adjuvante aos
antifúngicos26;
 A frequência média de fezes foi significativamente menor nos pacientes com diarreia
aguda tratados com L. reuteri59.

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Lactobacillus salivarius

O Lactobacillus salivarius é uma bacilo gram-positivo e homofermentativo que ocorre


naturalmente na cavidade oral, intestino e vagina. O L. salivarius produz peróxido de
hidrogênio que inibe o crescimento de S. aureus. Pesquisas descrevem suas propriedades
imunomoduladoras no combate à doença intestinal e a promoção do bem-estar.
Principais atividades relatadas:

 Os escores dos sinais clínicos da rinite alérgica reduziram nos pacientes que
receberam o probiótico. Além disso, houve redução significativa na produção de
TNF-α, IFN-γ, IL-12 e IL-13 após ingestão do probiótico60;
 Combinação de probióticos melhorou significativamente o controle glicêmico,
através da redução dos níveis de HbA1c. Houve também redução significativa no
peso nos indivíduos tratados com probióticos em comparação com o placebo61;
 O número de episódios de otite média aguda durante o período de intervenção
diminuiu significativamente (84%) quando comparado ao relatado durante o período
de 6 meses antes da intervenção probiótica62.

Lactobacillus sporogenes ou Bacillus coagulans

Lactobacillus sporogenes é uma bactéria gram-positiva, formadora de esporos e produtora


de ácido lático. Foi originalmente isolada e descrita em 1933.
Principais atividades relatadas:

 Combinação probiótica contendo B. coagulans melhorou significativamente a


qualidade de vida de indivíduos com sobrepeso/obesidade63.

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Saccharomyces cerevisiae

O EpiCor™ é classificado como suplemento nutricional. É constituído de Saccharomyces


cerevisiae e contém uma série de macronutrientes, incluindo ácidos graxos, como ácido
oleico e uma variedade de fibras solúveis e insolúveis. Também contém toda a série de
vitaminas B e minerais.
Principais atividades relatadas:

 O EpiCor™, quando administrado diariamente, apresenta redução significativa da


incidência e duração dos sintomas relacionados à gripe e resfriado em pacientes
vacinados para influenza sazonal64;
 Atua como modulador da inflamação e circunferência da cintura em pacientes
obesos65.

Saccharomyces boulardii

Saccharomyces boulardii é uma levedura não-patogênica, termotolerante e resistente à ação


dos sucos gástrico, entérico e pancreático. Atua no intestino por três mecanismos: efeito
antagonista direto, imunoestimulação e efeito trófico na mucosa intestinal. Degrada toxinas
patogênicas dentro do lúmen intestinal, interfere na aderência patogênica, modula a
microbiota normal e preserva a fisiologia normal do intestino66.
Principais atividades relatadas:

 Confere benefícios em crianças com gastroenterite aguda67.

Streptococcus thermophilus

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O Streptococcus thermophilus é mais conhecido por seus benefícios nas alergias
alimentares, saúde gastrointestinal e diarreia aguda por rotavírus em crianças. Além disso,
tem sido observado ter capacidade antioxidante. S. thermophilus é uma cepa que
particularmente possui mecanismos como a eliminação de espécies reativas de oxigênio,
íons metálicos e capacidade quelante.
Principais atividades relatadas:

 Uso de uma combinação contendo S. thermophilus demonstrou redução de pelo


menos 50% no tempo médio do choro diário de lactantes com cólicas. O sucesso do
tratamento foi significativamente maior após uso do sachê simbiótico (87%) versus
placebo (46%) após 30 dias de tratamento68;
 O número anual de episódios de rinite foi menor após 12 meses de administração do
probiótico contendo S. thermophilus + L. bulgaricus + L. casei52.

Enterococcus faecium

Enterococcus faecium apresenta papel simbiótico e sinérgico ao auxiliar o crescimento do


Lactobacillus acidophilus e produzir ácido DL-lático, que reduz o pH intestinal diminuindo
as bactérias patogênicas, além de também produzir a enzima amilase.
Principais atividades relatadas:

 A administração de E. faecium pelo período de 90 dias em crianças em idade pré-


escolar está associada ao aumento da IgA salivar nos pacientes com baixo peso,
representando importante fator protetor contra doenças infecciosas69;
 Auxilia na redução de bactérias intraepiteliais quando associado ao selênio 70.

OPÇÕES TERAPÊUTICAS
DE ACORDO COM ESTUDOS E RESULTADOS DESCRITOS

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LEITE SIMBIÓTICO PARA GESTANTES14
B. animalis ssp. lactis.......................5x106UFC
Inulina...........................................................1,25g
FOS.................................................................1,25g
Excipiente para leite qsp...........................15g
Ingerir 1 dose duas vezes ao dia.
Dissolver o conteúdo de um sache em 250ml de água e ingerir em seguida.

IOGURTE PROBIÓTICO PARA SAÚDE GENGIVAL13


B. animalis ssp. lactis...................4,8x108UFC
L. rhamnosus..................................4,4x108UFC
Excipiente para iogurte qsp.....................20g
Ingerir 1 dose ao dia.
Dissolver o conteúdo de um sache em 250ml de leite, misturar e ingerir.

LEITE PROBIÓTICO PARA CONTROLE GLICÊMICO15


B. animalis ssp. lactis.......................1x109UFC
L. acidophilus......................................1x109UFC
Excipiente para leite qsp...........................15g
Ingerir 1 dose no café da manhã por seis semanas.
Dissolver o conteúdo de um sache em 250ml de água e ingerir em seguida.

CÁPSULAS PARA PREVENÇÃO DE GRIPES E RESFRIADOS16


L. helveticus........................................3x109UFC
B. bifidum.............................................3x109UFC
B. infantis............................................ 3x109UFC
Excipiente para cápsula qsp.........1 unidade
Ingerir 1 dose ao dia por sete semanas.

LEITE PROBIÓTICO PARA COLITE ULCERATIVA19


B. breve...............................................10x109UFC
L. acidophilus......................................1x109UFC
Excipiente para leite qsp...........................15g
Ingerir 1 dose ao dia por 48 semanas.
Dissolver o conteúdo de um sache em 250ml de água e ingerir em seguida.

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CÁPSULAS PARA RESPOSTA INFLAMATÓRIA PÓS-TREINO20
B. breve.................................................5x109UFC
S. thermophilus..................................5x109UFC
Excipiente para cápsula qsp.........1 unidade
Ingerir 1 dose ao dia por 21 dias.

SACHÊ PROBIÓTICO PARA BEBÊS – PREVENÇÃO DE ALERGIAS18


B. breve................................7,5x108UFC/100ml
FOS....................................................0,4g/100ml
GOS...................................................0,4g/100ml
Sachê qsp............................................1 unidade
Adicionar o conteúdo de um sachê a cada 100ml da preparação da fórmula utilizada pelo
bebê.

IOGURTE PARA AUXILIAR NO TRATAMENTO DA INFECÇÃO POR H.


PYLORI50
L. paracasei..........................................1x106UFC
Glycyrrhiza glabra.................................100mg
Excipiente para iogurte qsp......................20g
Ingerir 1 dose ao dia.
Dissolver o conteúdo de um sache em 250ml de leite, misturar e ingerir.

CÁPSULAS PARA SÍNDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL24


B. longum................................1x105 - 1x1010UFC
Excipiente para cápsula qsp.........1 unidade
Ingerir 1 dose ao dia.

CÁPSULAS PARA AUXILIAR NA MELHORA DOS SINTOMAS DA


DEPRESSÃO49
L. helveticus........................................1x109UFC
B. longum.............................................1x109UFC
Excipiente para cápsula qsp.........1 unidade
Ingerir 1 dose ao dia.
CÁPSULAS PARA CANDIDÍASE26
L. acidophilus..................................2,5x109UFC
L. rhamnosus...................................2,5x109UFC
Lactoferrina...............................................50mg
Excipiente para cápsula qsp.........1 unidade

26
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Ingerir 2 doses ao dia por 5 dias seguidos de 1 dose ao dia por mais 10 dias.
*Tratamento associado ao uso de antifúngico.

CÁPSULAS PARA SÍNDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL27


L. acidophilus..................................2,5x109UFC
L. casei............................................42,5x109UFC
L. rhamnosus......................................5x109UFC
Excipiente para cápsula qsp.........1 unidade
Ingerir 2 doses no café da manhã por 12 semanas.

IOGURTE PARA PREVENÇÃO DE GRIPES E RESFRIADOS EM IDOSOS 29


L. bulgaricus........................................1x108UFC
Excipiente para iogurte qsp.....................20g
Ingerir 1 dose ao dia.
Dissolver o conteúdo de um sache em 250ml de leite, misturar e ingerir.

CÁPSULAS PARA PREVENÇÃO DE ALERGIAS45


L. johnsonii.........................................1x1010UFC
Excipiente para cápsula qsp.........1 unidade
Ingerir 1 dose ao dia.
*O tratamento deve ser conciliado com levocetirizina.

CÁPSULAS PARA PERFIL LIPÍDICO E GLICÊMICO34


L. curvatus.......................................0,5x1010UFC
L. plantarum...................................0,5x1010UFC
Excipiente para cápsula qsp.........1 unidade
Ingerir 1 dose ao dia.

CÁPSULAS PARA PREVENÇÃO DE GRIPES E RESFRIADOS64


Epicor™.....................................................500mg
Excipiente para cápsula qsp........1 unidade
Ingerir 1 dose ao dia por 12 semanas.
SACHE SIMBIÓTICO PARA SÍNDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL 51
L. paracasei.........................................5x109UFC
XOS............................................................700mg
Glutamina................................................500mg
Sache qsp..........................................................7g
Ingerir 1 dose diluída em água duas vezes ao dia.

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GOTAS PARA CÓLICAS EM LACTANTES58.
L. rhamnosus.................................62,5x106UFC/gota
L. reuteri.........................................62,5x106UFC/gota
Vitamina D3...............................................100UI/gota
FOS.............................................................1,66mg/gota
Óleo de girassol qsp............................................10ml
Administrar duas doses (2gotas) ao dia juntamente com a primeira mamada da manhã e da
noite.

CÁPSULAS PARA PERFIL GLICÊMICO61


L. salivarius.........................................5x109UFC
L. casei..................................................5x109UFC
L. plantarum.......................................5x109UFC
L. acidophilus.....................................5x109UFC
B. breve.................................................5x109UFC
B. coagulans.......................................5x109UFC
FOS.............................................................100mg
Excipiente para cápsula qsp.........1 unidade
Ingerir 2 doses ao dia após qualquer refeição por 12 semanas.

CÁPSULAS PARA PÓS CIRURGIA BARIÁTRICA


L. casei...............................................3,5x109UFC
L. rhamnosus...................................7,8x108UFC
S. thermophilus..................................1x108UFC
B. breve................................................1x1010UFC
L. acidophilus..................................3,5x109UFC
B. longum.........................................3,5x109UFC
L. bulgaricus........................................1x108UFC
FOS............................................................38,5mg
Excipiente para cápsula qsp.........1 unidade
Ingerir 1 dose ao dia.

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