Você está na página 1de 4

ULTRASSONOGRAFIA DO SISTEMA CAROTÍDEO E VERTEBRAL

COM DOPPLER COLORIDO

RELATÓRIO:
Realizado estudo comparativo do sistema arterial carotídeo e vertebral.
Carótidas comuns, internas e externas com trajeto e calibre conservados.
Espessura do complexo mediointimal de ** cm à direita e ** cm à esquerda.
Não se observam placas ateromatosas.
Ao Doppler colorido os segmentos carotídeos analisados apresentam padrão espectral e
velocidades normais.
Artérias vertebrais pérvias e com fluxo cranial.

Vel. Sistólica (cm/s) Vel. Diastólica (cm/s)

Artéria carótida comum direita

Artéria carótida interna direita

Artéria vertebral direita

Artéria carótida comum esquerda

Artéria carótida interna esquerda

Artéria vertebral esquerda

OPINIÃO:
Ultrassom Doppler colorido do sistema carotídeo e vertebral dentro dos limites da normalidade.

Referência de estimativa de estenose carotídea em Radiology 2003; 229:340-346.

FRASES
CARÓTIDAS
Ateromatose carotídea sem sinais de estenoses hemodinamicamente significativas no presente
estudo.

Acotovelamento da artéria carótida [], determinando aumento da velocidade de pico sistólico.

Espessamento médio-intimal difuso associado a pequenas calcificações parietais e placas ateromatosas


[hipoecogênicas / hiperecogênicas / calcificadas] observadas nas artérias carótidas [].

Placa [hipoecogênicas / hiperecogênicas / calcificadas], com superfície [regular / irregular] na artéria


carótida interna [dir. / esq], determinando aumento da velocidade de pico sistólico.
Material hipoecogênico preenchendo a luz da artéria carótida [], não se caracterizando fluxo ao Doppler
colorido.

Presença de tortuosidades, espessamento do complexo médio-intimal, placas calcificadas, com


distribuição difusa, mais evidentes nos bulbos carotídeos e terços proximais das artérias
carótidas internas e externas, determinando estenoses.

Em topografia de ________________ artéria carótida ________________, há acentuada


concentração de placas calcificadas determinando redução de seu diâmetro e turbilhonamento
sangüíneo.

Placa ateromatosa calcificada na emergência da artéria carótida interna ***, medindo ** x **cm
(extensão x espessura), que não determina repercussão hemodinâmica significativa (estenose
inferior a 50%).

Placa ateromatosa não calcificada, de superfície regular, na emergência da artéria carótida


interna ***, medindo ** x **cm (extensão x espessura), que não determina repercussão
hemodinâmica significativa (estenose inferior a 50%).

Placas ateromatosas calcificadas nos bulbos carotídeos com espessura de até ** cm à direita e
** cm à esquerda, sem repercussão hemodinâmica significativa (estenose inferior a 50%).

Acotovelamento da carótida interna **, sem repercussão hemodinâmica significativa.

Acotovelamento da carótida interna **, com repercussão hemodinâmica caracterizada por


aumento significativo das velocidades sistólicas.

Ateromatose carotídea **, sem estenoses significativas.

Placa ateromatosa na artéria carótida ** determinando estenose estimada entre ** e **.

A avaliação da circulação retrobulbar evidencia fluxo __________ (anterógrado/ retrógrado) na


artéria oftálmica com velocidade ________ (normal/reduzida) sugerindo estenose de _______
na artéria carótida interna.

Espectrofluxometria conservada nos vários segmentos analisados, com velocidades sistólicas e


diastólicas de pico dentro nos limites da normalidade associado a borramento e discreto
alargamento de janelas espectrais, caracterizando estenose de aproximadamente 01 a 15% .

Ao estudo dopplerfluxométrico, caracteriza-se curvas espectrais que apresentam borramento


parcial e discreto alargamento das janelas espectrais nas artérias
________________________________________________, com velocidades de picos
sistólicos e diastólicas finais dentro dos limites da normalidade, caracterizando estenose de
cerca de 1% a 15%.

Ao estudo dopplerfluxométrico, caracteriza-se curvas espectrais que apresentam borramento


total e alargamento das janelas espectrais nas artérias ____________
______________________________, com velocidades de picos sistólicos e diastólicas finais
nos limites superiores da normalidade, caracterizando estenose de cerca de 16% a 49%.

Ao estudo dopplerfluxométrico, caracteriza-se curvas espectrais que apresentam borramento


total e alargamento das janelas espectrais nas artérias ____________
____________________________, associado a aumento das velocidades de picos sistólicos e
diastólicas finais, caracterizando estenose de cerca de 50% a 69%.

Ao estudo dopplerfluxométrico, caracteriza-se curvas espectrais que apresentam borramento


total e alargamento das janelas espectrais nas artérias ____________
____________________________, associado a aumento das velocidades de picos sistólicos e
diastólicas finais, caracterizando estenose de cerca de 70% a 79%.

Ao estudo dopplerfluxométrico, caracteriza-se curvas espectrais que apresentam borramento


total e alargamento das janelas espectrais nas artérias ____________
____________________________, associado a aumento das velocidades de picos sistólicos e
diastólicas finais, caracterizando estenose crítica (80% a 95%).

Ao estudo dopplerfluxométrico, em projeção da artéria carótida _____________


____________________caracteriza-se curvas espectrais que apresentam redução do fluxo
sangüíneo e das velocidades de picos sistólicos e diastólicas finais, caracterizando estenose
crítica de 95% a 99% (suboclusão).

VERTEBRAL
Artéria vertebral ** com fluxo cranial, apresentando incisura mesossistólica, sugerindo roubo
“oculto” da artéria subclávia.

Artéria vertebral ** com fluxo cranial, apresentando incisura mesossistólica acentuada às


manobras pertinentes, sugerindo “roubo” oculto da artéria subclávia.

Artéria vertebral ** com fluxo bidirecional, compatível “roubo” parcial da artéria subclávia.

Artéria vertebral ** com fluxo invertido (caudal), compatível com a síndrome do roubo da artéria
subclávia.

Artéria vertebral ________ (direita/esquerda) apresentando baixa velocidade (inferior a 10


cm/s) sugerindo estenose proximal 80%.

STENT
Stent na carótida **, sem evidencias de hiperplasia neointimal.

Stent na carótida **, notando-se hiperplasia neointimal ao longo do seu trajeto (espessura de **
cm), com/sem associação com placas ateromatosas.

O Stent apresenta fluxo habitual no seu interior, sem aumento significativo das velocidades
sistólicas ao longo do seu trajeto.
O Stent apresenta aumento focal significativo das velocidades sistólicas no seu segmento **.

Controle de Stent na carótida **, com/sem sinais de reestenose

Você também pode gostar