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Helena Lourenço Licuco

Licenciatura em Educação de Infância com Habilitação em Acção Social e Intervenção


Comunitária

4º Ano Laboral

Estratégias Educativas familiares: A escolha da escola pelos pais - Estudo Exploratório,


realizado do Bairro do Intaka-Matola.

Universidade Pedagógica
Maputo
2021
Helena Lourenço Licuco

Licenciatura em Educação de Infância com Habilitação em Acção Social e Intervenção


Comunitária

4º Ano Laboral

Estratégias Educativas familiares: A escolha da escola pelos pais - Estudo Exploratório,


realizado do Bairro do Intaka-Matola.

Trabalho a ser entregue na Faculdade de


Ciências da Educação e Psicologia, para
efeito de avaliação na cadeira de Conclusão
de Curso.

Docente:
Décimo Banze

Universidade Pedagógica
Maputo
2021
ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO.................................................................................................................................4

2. PROBLEMATIZAÇÃO.................................................................................................................5

3. QUESTÕES DE PARTIDA...........................................................................................................6

4. HIPÓTESES...................................................................................................................................6

5. OBJECTIVOS................................................................................................................................6
5.1. Objetivo geral.........................................................................................................................6
5.2. Objetivos Específicos.............................................................................................................6

6. JUSTIFICATIVA...........................................................................................................................7

7. REVISÃO DE LITERATURA.......................................................................................................8
7.1. Educação em Moçambique.....................................................................................................8
7.1.1. Subsistema Ensino Pré-escolar.......................................................................................8
7.1.2. Subsistema Ensino Escolar..............................................................................................8
7.1.3. Subsistema Ensino Extraescolar......................................................................................9
7.2. Família....................................................................................................................................9
7.3. Envolvimento da família no processo de escolarização dos filhos........................................10
7.4. Escolha da escola..................................................................................................................11

8. METODOLOGIA.............................................................................................................................12

9. RESULTADOS ESPERADOS.............................................................................................................13

10. CRONOGRAMA.............................................................................................................................13

11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.....................................................................................................14


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1. INTRODUÇÃO

O presente trabalho surge no âmbito da cadeira de Conclusão de Curso, como uma das formas
de avaliação da mesma, e tem como objectivo principal abordar os factores que condicionam s
escolhas das instiuições de ensino pelos pais.

Sabe-se que a família é o agente de socialização primária, oferecendo aos seus membros as
bases para se adaptar a sociedade. As instituições educativas também desempenham um papel
fundamental na formação da criança, pois, dá continuidade a educação iniciada na família.
Uma não substitui a outra, pelo contrário, ambas as instituições devem trabalhar em
colaboração uma com a outra.

A escolha da instituição de educação do filho é uma decisão que muitas vezes gera angústia
nos pais, pois esta decisão envolve responsabilidade, pois são várias as opções, mas aqui se
olhar também outros factores, como a condição financeira e as políticas da própria escola.

A intervenção dos pais na educação dos filhos é indiscutivelmente essencial. Dar apoio e
cuidados adequados ao filho é uma responsabilidade bastante exigente. Muitas vezes, os pais
estão preocupados/envolvidos com os outros problemas (profissionais, pessoais, económicos,
financeiros) que se esquecem de dar atenção aos seus filhos, o que leva muitas vezes a um
afastamento entre pais e filhos, e é precisamente isso que não se quer. Consideramos
fundamental nos dias de hoje, e com a constante evolução da sociedade que as escolas devam
acima de tudo ser promotoras de políticas/estratégias que promovam uma maior aproximação
dos pais à escola.
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2. PROBLEMATIZAÇÃO
O direito a educação de qualidade, esta plasmado na Convenção das Nações Unidas sobre os
Direitos da Criança (Resolução nº 19/90 do Conselho de Ministros), exposto do Artigo 28,
que garante a todas as crianças “o direito à educação de qualidade, gratuita e que respeite a
dignidade humana delas. Elas devem ser encorajadas a irem à escola até ao nível mais alto
possível”.

Como afirmam MOUZINHO & NANDJA (2006, P.2), uma população educada é
fundamental para o desenvolvimento nacional. Combinada com boas políticas
macroeconómicas, a educação é considerada um factor-chave na promoção do bem-estar
social e na redução da pobreza, pois pode afectar positivamente a produtividade nacional e,
por via disso, determinar padrões de vida e a habilidade das nações competirem na economia
global. Prevalece, hoje, a nível internacional, a crença no papel da educação como um dos
pilares de desenvolvimento de um país e a noção de que a pobreza global não pode ser
reduzida a menos que todas as pessoas em todos os países tenham acesso a, e possam
beneficiar de, uma educação básica de qualidade.

O sucesso académico dos filhos merece uma forte atenção por parte da maioria das famílias
que procuram pôr em prática diversas estratégias educativas, entre as quais, a escolha de uma
boa escola, com vista a garantir aos filhos bons resultados escolares que lhes permitam vir a
ter, no futuro, uma vida profissional bem sucedida.

A escolha da escola é uma decisão que muitas vezes angustia os pais, pois, embora as escolas
partilhem o mesmo Sistema de Educação, existem vários aspectos que diferenciam uma
instituição da outra, seja ela, pública ou privada. Estes aspectos podem condicionar a
aprendizagem do aluno.

A dúvida pode permear a cabeça tanto dos pais que irão fazer a escolha pela primeira vez,
quanto daqueles que estão em busca de uma nova alternativa. Desta forma questiona-se:
Quais os factores que condicionam a escolha da escola pelos pais/encarregados de
educação?
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3. QUESTÕES DE PARTIDA

 Quais os critérios usados pelos pais para a escolha da escola?

 Quais as condições que a escola deve apresentar para ser atrativa para os pais?

4. HIPÓTESES

HP1: A localização é o factor preponderante para a escolha da escola/centro infantil pelos


pais/encarregados de educação;

HP2: O critério usado pelos pais para a escolha da escola é a qualidade de ensino e a
reputação da escola;

HP3: Dada a depreciação das escolas públicas, os pais têm optado pelas escolas privadas pela
oferta de actividades extracurriculares, usando como critério de escolha o valor das
mensalidades.

5. OBJECTIVOS

5.1. Objetivo geral


Conhecer os factores que condicionam as escolhas das instituições de educação de infância
pelos pais no bairro de Intaka-Matola.

5.2. Objetivos Específicos


 Caracterizar as estratégias educativas desenvolvidas pelas famílias;
 Identificar as principais razões subjacentes à escolha da escola;
 Compreender em que medida as variáveis condição financeira, nível de escolaridade
dos pais e expectativas de futuro escolar dos filhos influenciam na escolha das
instituições de educação pelos pais.
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6. JUSTIFICATIVA

Esta pesquisa justifica-se pela necessidade de se compreender os factores que realmente


devem ser tomados em conta na escolha da instituição de educação dos filhos, uma vez que
será o primeiro contacto que estes terão com a educação formal.

As organizações prestadoras de serviços actualmente têm sofrido diversas transformações em


suas estruturas, na medida em que o mercado encontra-se cada vez mais competitivo,
exigindo adequações e modificações em decorrência da crescente necessidade dos
consumidores.

Essas mudanças acabam trazendo impactos diretos também para as instituições de ensino
públicas e privadas, mas principalmente afectam as escolas privadas. Assim, ao mesmo tempo
em que estas necessitam evoluir, precisam lidar também com a concorrência, uma vez que é
muito frequente a migração dos estudantes de uma escola para outra em busca de melhores
condições como qualidade de ensino, preço, estrutura física e actividades diferenciadas.

Apesar do notório aumento do número de centros infantis e de escolas privadas, cada uma
oferecendo um programa diferenciado de ensino, actividades extracurriculares, transporte,
alimentação entre outros, a que se fazer uma escolha criteriosa, visando à satisfação e realizar
os anseios dos alunos e de seus familiares, oferecendo-lhes serviços e ambientes que
realmente agreguem algo.
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7. REVISÃO DE LITERATURA

7.1. Educação em Moçambique

Segundo MOUZINHO & NANDJA (2006, p.3), citando Mário (2002) o sistema educativo
em Moçambique é caracterizado por um quadro político legal que foi evoluindo desde a
independência nacional em 1975, tendo em conta as várias fases de desenvolvimento que o
país vem atravessando desde então.

A Constituição de 1975, para além de preconizar a educação como um direito de todo o


cidadão, centrava a educação como o principal veículo de desenvolvimento do país. Por sua
vez, a Constituição de 1990, que abriu portas ao sistema democrático no país, continuou a
considerar a educação como um direito e um dever de todos os cidadãos, acontecendo o
mesmo com a Constituição de 2004, que, em seu artigo 88º, número 1, assinala: “Na
República de Moçambique a educação constitui direito e dever de cada cidadão” (República
de Moçambique, 2018). Isto significa que cada cidadão tem, não só o direito de acesso à
educação, como o dever de fazê-lo.

Moçambique introduziu o Sistema Nacional de Educação (SNE) através da lei 4/83, de 23 de


Março e revista pela lei 6/92, de 6 de Maio. A introdução do SNE foi gradual (uma classe por
ano), tendo-se iniciado com a 1ª classe em 1983. O SNE estrutura-se em ensino pré-escolar,
ensino escolar e ensino extraescolar.

7.1.1. Subsistema Ensino Pré-escolar


Subdivide-se em:

 Creche (0 aos 2 anos); e


 Jardim de infância (dos 2 aos 5 anos);

7.1.2. Subsistema Ensino Escolar


 Ensino Geral: Ensino Primário: 1.º ciclo (1.ª e 2.ª classes), 2.º ciclo (3.ª à 5.ª classe) e
3.º ciclo (6.ª e 7.ª classes); Ensino Secundário Geral: 1.º ciclo (8.ª, 9.ª e 10.ª classes) e
2.º ciclo (11.ª e 12.ªclasses).
 Ensino Técnico-Profissional: Nível básico (3 anos); e nível médio (3 anos, 3 ramos-
comercial, industrial e agrícola);
 Ensino Superior.
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7.1.3. Subsistema Ensino Extraescolar


Abrenge as actividades de alfabetização e de aperfeiçoamento e atualização cultural e
científica, realizadas fora do sistema regular do ensino (Ministério da Educação, 2012).

7.2. Família
De acordo com, Pereira (2008, p.41) citado por PIANI (2016), o termo, pais, no plural, refere-
se aos adultos que têm responsabilidade legal sobre a criança, e o termo, Família, refere-se ao
grupo de adultos e crianças no qual a criança se insere e a que está ligada por laços de
parentesco ou adoção.

Segundo o mesmo autor o envolvimento dos pais envolve todas as formas de actividade dos
pais na educação dos seus filhos, em casa, na comunidade ou na escola. Por vezes, é usada a
expressão participação dos pais exclusivamente para referir aquelas actividades dos pais que
supõem algum poder ou influência em campos como os do planeamento, gestão e tomada de
decisões nas escolas.

Segundo a Lei da Família aprovada pela Lei n.º 10/2004, de 25 de Agosto, e revista pela Lei
n° 22/2019 Assembleia da República (2019), a família é a comunidade de membros ligados
entre si pelo parentesco, casamento, afinidade e adopção. É ainda reconhecida como entidade
familiar, para efeitos patrimoniais, a união singular, estável, livre e notória entre um homem e
uma mulher.

A mesma lei incumbe os seguintes deveres a família:

 Assegurar a unidade e estabilidade próprias;


 Assistir os pais no cumprimento dos seus deveres de educar e orientar os filhos;
 Garantir o crescimento e desenvolvimento integral da criança, do adolescente e do
jovem;
 Assegurar que não ocorram situações de discriminação, exploração, negligência,
exercício abusivo de autoridade ou violência no seu seio;
 Amparar e assistir os membros mais idosos, assegurando a sua participação na vida
familiar e comunitária e defendendo a sua dignidade e bem-estar;
 Amparar e assistir os membros mais carentes nomeadamente, os portadores de
deficiência;
 Velar para que sejam respeitados os direitos e os legítimos interesses de todos e de
cada um dos seus membro.
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7.3. Envolvimento da família no processo de escolarização dos filhos

Na primeira infância os principais vínculos, bem como os cuidados e estímulos necessários ao


crescimento e desenvolvimento, são fornecidos pela família. A qualidade do cuidado, nos
aspetos físico e afetivo-social, decorre de condições estáveis de vida, tanto socioeconómicas
quanto psicossociais.

A família desempenha ainda o papel de mediadora entre a criança e a sociedade,


possibilitando a sua socialização, elemento essencial para o desenvolvimento cognitivo
infantil.

DIOGO (2010) afirma que, de forma geral os pais não se encontram alheados da escolaridade
dos filhos, sendo visível um forte envolvimento na escolaridade dos filhos, em todos os meios
sociais. Contudo reconhece que existem variações na forma como as famílias se envolvem na
escolaridade dos filhos.

Vieira (2006) citado por PICAÇO (2012), salienta a diferenciação nas formas como as
famílias investem na escolarização, referindo-se à diversidade de modalidades e recursos
utilizados, os quais podem abranger o apoio ao trabalho escolar, no controle dos estudos dos
filhos, no recurso a outros indivíduos ou aos apoios específicos nas escolas para garantir os
bons resultados dos filhos, ou ainda, na escolha da escola a frequentar.

A autora supracitada refere ainda que, na ausência de recursos monetários e culturais ou de


capital escolar, situação vivenciada maioritariamente nas famílias desfavorecidas, a criação de
disposições para o estudo e normas escolares são ferramentas essenciais e úteis para o sucesso
escolar.

DIOGO (2010), concluiu que existe diferença no grau e tipo de envolvimento dos pais nas
actividades escolares dos filhos em função do seu da classe social, cabendo aos quadros
superiores um acompanhamento diário e atento da escolaridade dos filhos, preocupando-se
em valorizar hábitos culturais como os de leitura, a ocupação dos tempos livres, a valorização
do trabalho escolar e as conversas constantes acerca dos assuntos escolares e extra-escolares.

O autor ressalta que embora as famílias de classes operárias ou populares desenvolvam


esforços no sentido de conseguirem um maior envolvimento escolar, as suas condicionantes
culturais e económicas não lhes permitem atingir a mesma eficácia.
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Em suma, pode-se concluir que nas famílias mais favorecidas há um esforço em potenciar a
carreira escolar dos filhos, através de mecanismos potenciadores das suas competências
escolares, enquanto que, nas famílias socialmente desfavorecidas há diversidade nos modos
de proximidade com a escola.

7.4. Escolha da escola


Escolher a escola significa ter a possibilidade de seleccionar uma de entre várias opções
educativas distintas, o que traduz a existência de escolas diferentes, na sua organização e
administração, na sua composição social e nas suas metodologias pedagógicas. Apesar da
Constituição da República preconizar promoção da democratização do ensino, garantindo o
direito a uma justa e efectiva igualdade de oportunidades no acesso e sucesso escolar dos
cidadãos (ASSEMBLEIA da REPÚBLICA, 2018).

Em Moçambique vigora o sistema educativo regulado pelo estado, entretanto, a escolha da


instituição de ensino seja ela pública ou privada fica ao encargo dos responsáveis pela
educação da criança.

O acesso à escolha da escola não é, igual para todas as famílias e está intrinsecamente
associado à condição socioeconómica das mesmas, sendo as que pertencem a classes mais
favorecidas as que conseguem usufruir plenamente desta oportunidade. Este grupo de famílias
procura a escola que garanta os melhores resultados académicos e onde a população estudantil
seja o mais homogénea possível de forma a garantir a melhor convivência entre os sujeitos
(FERNANDES, 2011)

Segundo Santomé (2003, p.110) citado por FRANCO (2007), os factores que as famílias
levam em consideração para a escolha da escola para seus filhos são: a jornada escolar; as
opções curriculares; o tipo de contrato do corpo docente; as políticas compreensivas; a
direcção das instituições escolares e o ideário da instituição; sem constituir, no entanto, uma
hierarquia de preferências.

Outros factores foram citados por VALENTIM (1997), tais como: o valor da mensalidade, a
proximidade de casa, instalações, a experiência anterior de outros familiares ou conhecidos na
instituição entre outros aspectos.
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8. METODOLOGIA

Nesta pesquisa utilizar-se-á a abordagem qualitativa, que de acordo com GIL (1999), propicia
o aprofundamento da investigação das questões relacionadas ao fenômeno em estudo e das
suas relações, mediante a máxima valorização do contacto direto com a situação estudada,
buscando-se o que era comum, mas permanecendo, entretanto, aberta para perceber a
individualidade e os significados múltiplos.

Quanto à finalidade, a pesquisa classifica-se como exploratória, que segundo MALHOTRA et


al (2005), tem como principal objectivo proporcionar esclarecimento e compreensão para o
problema enfrentado. Seu processo de pesquisa não é estruturado caracterizando-se como
flexível. Dessa forma a informações necessárias são apenas vagamente definidas. O tamanho
da amostra é pequena não representativa, além de apresentar uma análise dos dados primários
qualitativos.

A amostra será composta por cinquenta pais/encarregados de educação pais, de ambos os


sexos, com idades compreendidas entre os 30 e os 50 anos, residentes no bairro Intaka-
Matola, com filhos em idade pré-escolar e com diferentes níveis socioeconómicos. Trata-se de
uma amostragem não-probabilística por julgamento em que, segundo MALHOTRA et
al (2005), os elementos da amostra são escolhidos de acordo com o julgamento do
pesquisador.

A recolha de dados será feita através revisão bibliográfica e das entrevistas não diretiva, não
dirigida ou aprofundada. A pesquisa bibliográfica abrange toda bibliografia já tornada pública
em relação ao tema estudado, desde publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros,
pesquisas, monografias, teses, materiais cartográficos, etc. e sua finalidade é colocar o
pesquisador em contacto directo com tudo o que foi escrito, dito ou filmado sobre
determinado assunto (LAKATOS e MARCONI, 2001, p. 183).

A entrevista não diretiva, não dirigida ou aprofundada tem a função de facilitador e


cooperador, orientando e estimulando o entrevistado no sentido de precisar, desenvolver e
aprofundar aspectos expostos espontaneamente por ele. O entrevistado desenvolve opiniões e
informações conforme a própria conveniência e espontaneidade, expressando seu sentimento
(GAUTHIER, 1998).
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9. RESULTADOS ESPERADOS
No final do presente estudo espera-se ter:

 Caracterizado as estratégias educativas desenvolvidas pelas famílias;


 Identificado as principais razões subjacentes à escolha da escola;
 Compreendido os factores que condicionam a escolha das instituições de educação de
infância pelos pais.

10. CRONOGRAMA
ACTIVIDADES FEV MAR ABR
Encontros com o supervisor
Pesquisa bibliográfica
Elaboração do projeto
Recolha e análise de dados
Redação da monografia
Revisão e entrega do trabalho final
Defesa da monografia
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11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA: Lei n.º 18/2018, revisão da Lei sobre o Sistema Nacional
de Educação ao abrigo do disposto no número 1, do artigo 178 da Constituição da República.

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA: Lei n.º 22/2019: Lei da Família e revoga a Lei n.º
10/2004, de 25 de Agosto.

DIOGO, A. M. Do envolvimento dos pais ao sucesso escolar dos filhos: mitos, críticas e
evidências. Sociologia da Educação. Revista Luso-Brasileira, nº 1, pp. 71-76. 2010.
Disponível via internet
em: https://www.academia.edu/3529512/Diogo_A_M_2010_Do_envolvimento_dos_pais_ao_
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FERNANDES, C. A. S. Ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em educação. Área de


Especialização em Formação Pessoal e Social. 2011. Disponível via internet
em: https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/5481/1/ulfpie039783_tm.pdf. Fevereiro de 2021.

FRANCO, Délia. Estratégias educativas das famílias estudo de caso de famílias madeirenses
com crianças na educação pré-escolar. 2007. Disponível via internet
em: https://repositorio.iscte-iul.pt/bitstream/10071/660/1/Tese.pdf. Acesso em: 03 de
Fevereiro de 2021.

GAUTHIER J. H. M. Pesquisas em enfermagem novas metodologias aplicadas. Rio de


Janeiro: Guanabara Koogan; 1998

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

INDE/MINED - Moçambique. (2003). Plano Curricular do Ensino Básico. Disponível via


internet em: http://www.mec.gov.mz/DN/DINEP/Documents/PCEB.pdf. Fevereiro de 2021.

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. 4.ed. São Paulo:


Atlas, 1992.

MALHOTRA, N. Pesquisa de marketing. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.


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MOUZINHO & NANDJA. (2006). A alfabetização em Moçambique: desafios da educação


para todos. 2006. Disponível via internet em:
http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001462/146284por.pdf. Fevereiro de 2021.

PIANI. J. M. A influência do cotidiano familiar no ambiente escolar. 2016. Disponível via


internet em: http://www.faculdadealfredonasser.edu.br/files/Pesquisar_5/21-11-2016-
22.13.31.pdf.

PICAÇO, A. L. B. A Relação entre Escola e Família  As suas Implicações no Processo de


Ensino-Aprendizagem. Lisboa, maio de 2012. Disponível via internet em:
https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/2264/1/AnaPicanco.pdf. Fevereiro, 2021

SOUZA, M. E. P. Família/escola: a importância dessa relação no desempenho escolar. 2009.


Disponível via internet em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1764-
8.pdf. Fevereiro, 2021

VALENTIM, J.P. (1997). Escola, igualdade e diferença. Porto: Campo de Letras

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