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LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

CRISTIANE DA SILVA DOTOLI

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR FRENTE ÀS TEORIAS E


CONCEPÇÕES PEDAGÓGICAS CONTEMPORÂNEAS

Rondonópolis-MT
2021
CRISTIANE DA SILVA DOTOLI

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR FRENTE ÀS TEORIAS E


CONCEPÇÕES PEDAGÓGICAS CONTEMPORÂNEAS

Trabalho apresentado à Universidade do Norte do


Paraná - UNOPAR, como requisito parcial à aprovação
no 3º semestre do curso de Licenciatura em Pedagogia.

Rondonópolis-MT
2021
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 3
DESENVOLVIMENTO 4
CONSIDERAÇÕES FINAIS 7
REFERÊNCIAS 8
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INTRODUÇÃO

Ser docente não é simples como se imagina, está relacionado com outras
situações que nos fazem questionar sobre as possíveis formas de se aprofundar
teoricamente durante e pós formação inicial.
A pesquisa analisará uma situação geradora de aprendizagem na qual nos
colocaremos no lugar dos professores elaborando um texto de acordo com as
orientações contidas nessa situação-problema, contemplando as cinco temáticas
indicadas anteriormente, que fazem parte das discussões propostas para esse grupo
de estudos que tem por tema “A formação do professor frente às teorias e
concepções pedagógicas contemporâneas”.
As competências a serem alcançadas com essa pesquisa são: correlacionar
os conteúdos das disciplinas integradoras do semestre para compreender as
possíveis relações convencionadas entre educação e sociedade; também valorizar a
prática, do planejamento à execução, referente à profissionalização daqueles que
atuam no contexto escolar, articulando variados aspectos à prática docente, tendo
em vista a formação que atenda às necessidades contemporâneas.
Alcançando essas competências, as habilidades que são familiarizar-se com
a vivência concreta em instituições educativas; planejar atividades integrando teoria
e prática, integrando conteúdo das disciplinas do semestre; analisar criticamente as
relações estabelecidas entre a educação escolar e a formação do sujeito para atuar
na sociedade; e, conhecer os elementos necessários para a construção de textos
científicos seguindo normas da ABNT, serão desenvolvidas e concretizadas no
processo de aprendizagem.
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DESENVOLVIMENTO

Avaliação de aprendizagem classificatória e formativa


Notamos, portanto, que a avaliação, na tendência tradicional, acaba
por ter o propósito de “[...] classificar e certificar, aceitando que há
alunos que não podem aprender, desenvolvendo uma cultura cujos
resultados estão em geral associados à desmoralização, à
repetência e ao abandono escolar de milhares de crianças e jovens”
(FERNANDES, 2009, p. 29). (NASCIMENTO; BARBOSA; ANNIBAL,
2017, p.10).

Exclui-se a padronização dos resultados, competindo ao aluno “[...]


assumir responsabilidades pelas formas de controle de sua
aprendizagem, definir e aplicar os critérios para avaliar até onde
estão sendo atingidos os objetivos que se pretende.” (MIZUKAMI,
1986, p. 56). Assim sendo, não cumpre ao professor realizar
intervenções e direcionamentos e, do mesmo modo, não é preciso
que ele estabeleça um controle ou uma forma de avaliar, porque a
aprendizagem se dá com o tempo e essa precisa ser respeitado.
(NASCIMENTO; BARBOSA; ANNIBAL, 2017, p.11).

história da educação construção histórica


Partindo do pressuposto de que permanece atual a identificação de
que o pedagogo carece de familiaridade com o trato do histórico e
com o conjunto de reflexões sobre a História, quer no terreno teórico
quer na atividade prática, entendesse que está apresentado o
desafio da superação dessa carência e que existe a possibilidade de
que isso seja conseguido pelos interessados, à medida que a
História seja reconhecida como campo de conhecimento e dominada
em seus próprios domínios, ou seja, é fundamental, no exercício da
escrita da História da Educação, conhecer as concepções teóricas,
os procedimentos investigativos, as suas normas, a sua ética, a sua
terminologia mais corrente e as suas técnicas de trabalho. (NEVES;
COSTA, 2012, p.119).

currículo escolar tradicional, crítica e pós crítica


[...] introduzir na escola uma forma de treinar os sujeitos para
executarem as tarefas necessária à produção, para o lucro, para o
desenvolvimento propriamente do capital, ou seja, a ciência e a
tecnologia estavam a serviço do capital, é preciso ter o controle do
trabalho, do modo de produção (PINHEIRO, 2009, p. 15).

Para Paulo Freire, os oprimidos (massas populares) para libertar-se


necessitavam de conscientização. Isso quer dizer que precisam estar
conscientes da sua condição de oprimido para libertar-se a si mesmo
e ao opressor. Essas lutas de classes mostram o quanto a ideologia
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dominante não tem interesse em mudar a sua condição de domínio e


poder sobre os oprimidos (PINHEIRO, 2009, p. 16)
.

práticas pedagógicas oportunizar melhores aulas – uma gestão da sala de


aula

didática – desenvolvimento da aprendizagem


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CONSIDERAÇÕES FINAIS

Minha formação tem me possibilitado uma gama de conhecimentos, e


acredito que isso será fundamental no dia-a-dia da escola, pois, quanto mais autores
conhecermos, mas embasados teoricamente ficaremos, e nosso discurso tem uma
maior validade, devido os autores que utilizamos.

A realização desse trabalho me permitiu ampliar minha visão sobre o espaço


escolar, ao me deparar com uma situação frequente na escola sobre formação na
qual eu preciso analisar e encontrar uma solução.

Cabe a nós, futuros professores, pensar e repensar as práticas e o currículo,


a sala é nossa e fechar a porta não são quesitos de um pedagogo comprometido,
que tem o interesse pela aprendizagem dos alunos. A reflexão aqui realizada,
perpassa toda uma sociedade, que infelizmente, anda no sentido contrário.
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REFERÊNCIAS

NASCIMENTO, Mari Clair Moro; BARBOSA, Raquel Lazzari Leite; ANNIBAL, Sérgio
Fabiano. Avaliação das Aprendizagens: Representações decorrentes de Práticas
Instituídas na Formação Inicial. Educação em Revista, Marília, v.18, n.1, p.7-22, Jan-
Jun., 2017. Disponível em:
https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/educacaoemrevista/article/view/6992.
Acesso em: 20 abr. 2021.

NEVES, Fátima Maria; COSTA, Célio Juvenal. A importância da História da


Educação para a Formação de Profissionais da Educação. Rev. Teoria e Prática
da Educação, v.15, n. 1, p. 113-121, jan./abr. 2012. Disponível em:
http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/TeorPratEduc/article/view/18570/9795. Acesso
em: 20 abr. 2021.

PINHEIRO, Geslani Cristina Grzyb. Teoria curricular crítica e pós-crítica: uma


perspectiva para a formação inicial de professores para a educação básica.
Analecta, v.10, n. 2, p. 11-25 jul./dez. 2009. Disponível em:
https://revistas.unicentro.br/index.php/analecta/article/view/2096/1799. Acesso em:
20 abr. 2021.

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