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Resenha Bibliográfica do Livro Cidadania

Cap. 5 – Teologia Política Prática

LAPA. Marco Antonio Teixeira. Cidadania. 1º Edição. São Paulo: SGEC – Secretaria
Geral de Educação e Cultura, 2010. p 97 – 110.

Marco Antonio Teixeira Lapa Pós Graduado em Docência do Ensino Superior,


Bacharel em Teologia com Licenciatura Plena pela FAETEL - Faculdade de Teologia e
Ciências Socias Logos (2001), tem formação no Curso Livre de Teologia pelo Instituto
Teológico Quadrangular (1982). É Ministro do Evangelho, atuando como membro do
Conselho Editorial da da Secretaria Geral de Educação e Cultura da Igreja do Evangelho
Quadrangular, Diretor e Professor da FAETEL - Faculdade Teológica de Ciências
Humanas e Sociais Logos - São Paulo SP, e do Seminário Teológico Rhema, Curitiba-PR.
É escritor, conferencista, simposiasta, coordenador pedagógico, gestor escolar,
especialista em Teologia Sistemática. Atua voluntariamente junto ao INCRATEC - Instituto
Cristão de Artes e Tecnologia na área de Relações Públicas Ministerial.

O livro Cidadania, editado e publicado no Brasil em 2010, faz parte da grade


curricular do Instituto Teologico Quadrangular. Composto de 130 paginas e 6 capitulos, o
livro aborada três temas principais, a saber : Aspectos gerais da teologia política; a politica
no antigo e novo testamento e organização politica no Brasil.

O capitulo 5 objetivo desta resenha tem como titulo : Teologia Política Prática. Na
introdução do capitulo, o autor faz referancia a um texto do Rev. Rui Barboza : Muitas
vezes a |Igreja sofre com as autoridades por não compreender a concepção bíblica de
cidadania e governo. Quando as igrejas se omitem, em criar ambientes propicios para a
indisposição das autoridades para com o evangelho. Mediante a isso os cristãos devem
manter uma postura diante das questões públicas, conforme esta esc rito em 1Tm 2. 1-4.
que oremos pelos governantes e todos os que estão em posição de autoridades. A biblia
nos faz esta orientção, para que tenhamos uma vida calma e tanquila, em peidade e
honestidade, fazendo o trabalho primordial que e da igreja que é a salvação de ganhar
almas. O poder atraves da liberdade financeira, conforme esta em Romanos 13.8: Que a
ninguém devais coisa alguma, ao não ser o amor de uns para com os outros, devemos
cumprir as nossas obrigações, pagar nossos impostos em dia, não ficar devendo nada a
ninguém. Não e correto o cristão sonegar impostos , nem viver individado. Estes preceitos
biblicos vem desde os tempos de Cristo onde o mesmo diz der a Cesar o que é de Cesar.,
devemos da amor atraves da patria, em Jerusalém a capital de Israel, notemos que o
Salmista Davi exalta o nacionalismo através do amor pela patria, em consideração aos
irmãos e amigos, e em especial a casa do Senhor. Analisamos a presença Protestante no
Brasil, bem como a constituição de um setor Protestante Ecumênico no País, que se
desenvolveu na segunda metade do século XX, vinculado ao Conselho Mundial de Igrejas
e com uma proposta inovadora de diálogo respeitoso com as demais religiões. Foram
motivados por um discurso teológico que condenava as práticas fundamentalistas e
conservadoras, majoritárias entre os evangélicos. Desenvolveram projetos sociais que
visavam resolver os candentes e seculares problemas sociais do País, a exemplo da
Comissão Ecumênica de Direitos a Terra, que dialogou com a Comissão Pastoral da
Terra, de orientação católica. Com a Ditadura Militar, instalada no Brasil em 1964, os
evangélicos ecumênicos opositores do regime militar foram perseguidos, mas resistiram
formando Comités de Defesa dos Direitos Humanos e o Projeto Brasil Nunca Mais,
participaram ativamente do processo de redemocratização nacional.
Lapa finaliza o capitulo ao tratar sobre uma nova conciência e o derspertar do
poder, usando a exemplo do povo de Israel que percorreu durante 40 anos no deserto,
apesar da distancia até a terra prometida ser de apenas 11 dias como relata em Dt 1.2.
Porque a demora? Porque toda aquela geração tinha o coração de escravo, visão de
escravo, e ainda murmuravam contantemente, mesmo vendo as maravilhas que Deus
fazia com aquele povo, roupas não envelheciam, sapatos não terminavam, brotava agua
da rocha, surgia mana do céu. Mas mesmo assim era um povo incredulo e reclamão.
Lapa destaca no final do capitulo o texto biblico que se encontra em Salmos 33.12 FELIZ
É A NÇÃO, CUJO DEUS É O SENHOR. Por meio desta passagem os evangélicos
pensam que é indispensável, é imprescindível, ter um representante cristão (que na
realidade quer dizer evangélico mesmo, com igreja, cobertura espiritual e de preferência
com um cargo eclesiástico) para que Deus abençoe um país. O que ocorre primeiramente
é que eles pensam em colocar um representante de sua igreja, que defenderá sua igreja
e, para corroborar isto, eles distorcem passagens bíblicas para tornar suas opiniões, e
intenções, espirituais, e convencer os membros do quão importante é eles votarem no
candidato que seu pastor escolheu. Então, para deixar as coisas claras para os cristãos
evangélicos, principalmente os neopentecostais, autores da distorção desta passagem
citada, vamos estudar um pouco o real sentido desta passagem. O primeiro conceito a ser
estudado é quem escreveu e em que tempo. O livro de Salmos situa-se no antigo
testamento e apresenta a maioria de seus conceitos baseadas na lei, na antiga aliança.
De acordo então com a antiga aliança, Israel era a nação escolhida por Deus, e a única
nação cujo deus era o Senhor dos Exércitos, Jeová Senhor. É por isso que a Bíblia
declara que Deus escolheu como nação santa, povo de propriedade exclusiva do Senhor
a nação de Israel.

Railson Lima Alves, aluno do Instituto Teológico Quadrangular - 1º Ano do Curso Livre em
Teologia – CLT/EAD – São Luis/MA. 2018

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