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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO

MARANHÃO - CAMPUS MONTE CASTELO


DEPARTAMENTO DE FÍSICA
ENGENHARIA ELÉTRICA INDUSTRIAL
IVYS KALIL SILVA ALMEIDA-20202EE0001

ATIVIDADE TEÓRICA: CÁLCULO DO ERRO ALEATÓRIO

RELATÓRIO TÉCNICO

São Luís, 28 de Maio de 2021


IVYS KALIL SILVA ALMEIDA

ATIVIDADE TEÓRICA: CÁLCULO DO ERRO ALEATÓRIO

Trabalho em formato de
relatório da disciplina de .
Física experimental, do
curso de engenharia
elétrica, ministrada pelo
professor Raimundo

São Luís, 28 de Maio de 2021


Sumário
1. INTRODUÇÃO 4

2. OBJETIVOS 5

3. MATERIAIS UTILIZADOS 5

4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 5

5. COLETA DE DADOS 6

Tabela 01-medidas do tempo-MRU 6

6. ANÁLISE DE DADOS 7

PASSO 28

Tabela 04-medidas do tempo e valores dos desvios 8

PASSO 3 8

Coluna 3 9

PASSO 4 9

7. CONCLUSÃO 10
1. INTRODUÇÃO

Para validar um modelo e/ou um sistema tem-se a etapa de observação, nela há um processo com uma
série de parâmetros de análise nos quais pode-se tirar conclusões, e por fim, determinar um diagnóstico.
Desta forma, para construir a base de uma boa conclusão, deve-se ter dimensão dos padrões pré-
estabelecidos bem como o que destoa do mesmo, tendo assim, um erro. Para determinados estudos e/ou
análises o parâmetro “erro” é fundamental, e na engenharia ele é veementemente indispensável. Por
tanto, este conhecimento é transpassado em disciplinas da matriz curricular dos cursos de engenharia,
com destaque a disciplina na qual se foi submetido este relatório, física experimental, disciplina esta,
caracterizada como disciplina de física aplicada.

O erro em uma medição é inevitável e ele faz parte do processo de medição. Na ciência, o erro de
medição é chamado de erro experimental ou erro observacional. Existem duas classes amplas de erros
observacionais: erro aleatório e erro sistemático. O erro aleatório varia de forma imprevisível de uma
medição para outra e eles se agrupam em torno do valor verdadeiro. Este tipo de erro bem como estes
conceitos serão objetos de estudo deste relatório.

O objetivo deste relatório é utilizar os dados das Medidas do tempo – MRU, cedidos pelo professor
responsável pela disciplina de física experimental, prof. Raimundo Filho, com eles, deve-se aplicar os
conceitos do erro aleatório, de maneira que, calcula-se para que seja obtido dados que compreendem a
análise do erro aleatório destes dados específicos, contudo, sem perda de generalidade, tal etapas que o
presente relatório seguirá é padrão. Por fim, de acordo com as análises do erro aleatório bem como a
evidência de sua importância na experimentação, deve-se obter a resposta do questionamento: Como as
definições e cálculos dos erros podem ajudar na interpretação de dados físicos.
2. OBJETIVOS
 Calcular o erro aleatório com base nas tabelas de dados teóricos.
 Analisar os erros aleatórios com base no algarismo duvidoso.

3. MATERIAIS UTILIZADOS

Tabela de dados teóricos;

Calculadora científica Windows.

4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Baseia-se único e exclusivamente no estudo científico de física dentro dos conceitos de erro aleatório.
Seguiu-se as etapas de cálculo do erro aleatório, segundo os estudos deste conceito, descritas abaixo:

I. Cálculo da Média.
II. Cálculo do Desvio.
III. Cálculo do Desvio Padrão.
IV. Cálculo do Desvio Padrão da Média.
V. Cálculo do Erro Aleatório.
5. COLETA DE DADOS

Tabela 01: Medidas do tempo - MRU.

Espaço (m)

TEMPO (S) COLUNA 1 COLUNA 2 COLUNA 3

Medidas
0,40 0,80 1,20
1ª Medida 5,64 11,06 16,56

2ª Medida 5,55 11,12 16,60

3ª Medida 5,62 11,08 16,63

4ª Medida 5,49 11,11 16,59

5ª Medida 5,61 11,05 16,55

6ª Medida 5,57 11,09 16,61

7ª Medida 5,53 11,13 16,62

8ª Medida 5,60 11,10 16,49

9ª Medida 5,52 11,14 16,66

10ª Medida 5,48 11,11 16,65

Média = 5,56 11,10 16,60


6. ANÁLISE DOS DADOS

Observação: A tabela é dividida em três colunas preenchidas com dados de diferentes proporções,
deve-se ter cálculos independentes para cada coluna, portanto, segue-se a legenda:
Referente a primeira coluna: X 1 , Ea1 , ∆ X 1 , σ 1 , σm1 , X 1
Referente a segunda coluna: X 2 , Ea2 , ∆ X 2 , σ 2 , σm 2 , X 2
Referente a terceira coluna: X 3 , Ea3 , ∆ X 3 ,σ 3 , σm 3 , X 3

PASSO 1: Cálculo da média.


(x 1+ x 2+ ...+ xn)
Dado por: X =
n
As médias das respectivas colunas foram devidamente colocadas na Tabela 01.

PASSO 2: Cálculo do Desvio.

Dado por: ∆Xi = Xi − X


SUBTRAINDO PELA MÉDIA, CADA VALOR DA COLUNA 1, DAS 10 MEDIDAS, DE FORMA SEPARADA.
EXEMPLIFICANDO COM O VALOR DA COLUNA 1 E PRIMEIRA MEDIDA:
∆X1i = X1i − X 1 -----> ∆X11 = 5,64 −5,56= 0,08

Tabela 02: Medidas do tempo e valores dos desvios

MEDIDA COLUNA 1 VALOR DO DESVIO


Medida 1 0,08
Medida 2 -0,01
Medida 3 0,06
Medida 4 -0,07
Medida 5 0,05
Medida 6 0,01
Medida 7 -0,03
Medida 8 0,04
Medida 9 -0,04
Medida 10 -0,08

SUBTRAINDO PELA MÉDIA, CADA VALOR DA COLUNA 2, DAS 10 MEDIDAS, DE FORMA SEPARADA.
EXEMPLIFICANDO COM O VALOR DA COLUNA 2 E PRIMEIRA MEDIDA:
∆X2i = X2i − X 2 -----> ∆X21 = 11,06 −11,10= −0,04

Tabela 03: Medidas do tempo e valores dos desvios

MEDIDA COLUNA 2 VALOR DO DESVIO


Medida 1 -0,04
Medida 2 0,02
Medida 3 -0,02
Medida 4 0,01
Medida 5 -0,05
Medida 6 -0,01
Medida 7 0,03
Medida 8 0,00
Medida 9 0,04
Medida 10 0,01
SUBTRAINDO PELA MÉDIA, CADA VALOR DA COLUNA 3, DAS 10 MEDIDAS, DE FORMA SEPARADA.
EXEMPLIFICANDO COM O VALOR DA COLUNA 2 E PRIMEIRA MEDIDA:
∆X3i = X3i − X 3 -----> ∆X31 = 16,56 −16,60= −0,04

Tabela 04: Medidas do tempo e valores dos desvios

MEDIDA COLUNA 2 VALOR DO DESVIO


Medida 1 -0,04
Medida 2 0,00
Medida 3 0,03
Medida 4 -0,01
Medida 5 -0,05
Medida 6 0,01
Medida 7 0,02
Medida 8 -0,11
Medida 9 0,06
Medida 10 0,05

PASSO 3: Cálculo do Desvio Padrão

∑ ( ∆ X i )2
Dado por:     σ= 
√ n−1

CALCULA-SE O SOMATÓRIO PRESENTE NA FÓRMULA COM BASE NAS TABELAS, 2 3 E 4:


Coluna 1:

∑ ( ∆ Xi 1 )2=0,08 2
+(-0,01) 2+(-0,08) 2+(-0,04) 2+0,04 2+(-0,03) 2+0,05 2+0,01 2+(-0,07) 2 +0,06 2

∑ ( ∆ Xi 1 )2= 0,03.
Coluna 2:

∑ ( ∆ Xi 2 )2=0,02 2
+0,04 2+(-0,05) 2+(-0,04) 2+0,012+0,03 2+0,00 2+0,01 2+(-0,02) 2 +(-0,01) 2

∑ ( ∆ Xi 2 )2= 0,01.
Coluna 3:

∑ ( ∆ Xi 3 )2=(-0,04) 2
+0,00 2+0,03 2+(-0,01) 2+(-0,05)2+0,01 2+0,02 2+(-0,11) 2+0,06 2 +0,05 2

∑ ( ∆ Xi 3 )2= 0,02.

CALCULA–SE O DESVIO PADRÃO COM BASE NOS VALORES ACIMA E TENDO n=¿ 10.
Coluna 1:
0,03
σ1= 
√ 10−1
------> σ1 = 0,06.

Coluna 2:
0,01
σ2 = 
√ 10−1
------> σ2 = 0,03.

Coluna 3:
0,02
σ3 = 
√ 10−1
------> σ3 = 0,05.

PASSO 4: Cálculo do Desvio Padrão Médio.


σ
Dado por:
√n
CALCULA-SE O CÁCULO DO DESVIO PADRÂO DA MÉDIA BASEADO NOS CALCULOS DO DESVIO
PADRÃO ACIMA:
Coluna 1:
0,06
σm1 = 
√ 10
= 0,02.

Coluna 2:
0,03
σm2 = 
√ 10
= 0,01.

Coluna 3:
0,05
σm3 = 
√ 10
= 0,02.

PASSO 5: Cálculo do ERRO Aleatório.


Ea = ± t . σm
Por possuir apenas 10 medidas considera-se t=1.
Coluna 1:
Ea1 = ± 0,02.
Coluna 2:
Ea2 = ± 0,01.
Coluna 3:
Ea3 = ± 0,02.
7. CONCLUSÃO

Para finalizar, tiramos as conclusões acerca deste estudo prático que visa entender o processo do
cálculo do erro aleatório bem como a sua importância. Pôde-se compreender como as medições
geralmente apresentam nuances, portanto, para completa e melhor análise é valido juntar um
conglomerado de medidas e, ao final, fazer o estudo do erro, em especial, do erro aleatório.

Foi-se evidenciado um processo de cálculo para obtenção do erro aleatório que, seguindo-se de modo
vagaroso, deve-se obter o Cálculo da Média, Cálculo do Desvio, Cálculo do Desvio Padrão, Cálculo do
Desvio Padrão da Média e Cálculo do Erro Aleatório, de forma rigorosamente respectiva e padronizada.

A experiência evidencia que no mundo real o erro faz parte das medições e, para manter um melhor
controle sobre estes dados, deve-se utilizar o objeto deste estudo prático, afinal, vale-se ter uma “margem
de erro”, o que pôde-se obter seguindo um padrão de cálculo; calculo este, devidamente seguido e
mostrado, usou-se ainda, alusões e representações familiares para que na prática, por meio da experiência
real, tenha-se o entendimento do assunto.

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